A IMPLANTAÇÃO DOS GRUPOS ESCOLARES NO ESTADO DO PARÁ Maria do Perpétuo Socorro Gomes de Souza Avelino de França Universidade do Estado do Pará E-mail: [email protected] Palavras-Chave: Ensino Primário. Grupos Escolares. Pará Este trabalho é um recorte de uma pesquisa mais ampla sobre a história dos grupos escolares no Estado do Pará no período republicano, financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ). As questões aqui tratadas buscam analisar o processo de implantação dos grupos escolares nesse Estado, nos anos de 1889 a 1905, tendo como referência os relatórios dos diretores da instrução pública, as mensagens governamentais, a legislação do ensino e a produção literária sobre os grupos escolares no País. José Veríssimo Dias de Matos, Diretor da Instrução Pública do Estado do Pará (1890-1891), na defesa da construção de prédios apropriados para o funcionamento das escolas primárias, enfatiza no relatório da instrução pública apresentado ao Governador Justo Chermont, em 1891, que “uma das mais palpitantes necessidades da nossa escola é a casa’’. Observa que ninguém poderia mais ignorar que a escola moderna, a escola popular, na qual depositam os povos as suas esperanças, deveria ser construída com base em determinadas regras estabelecidas por pedagogistas, mestres e arquitetos. A construção de casa para escolas era objeto de um ramo novo da arquitetura civil, isto é, a arquitetura escolar. Para reforçar seus argumentos, apoia-se em Buisson que diz que para se ter uma boa escola é necessário e indispensável que o edifício construído para esse fim atenda a determinadas condições de salubridade, de bem estar, de comodidade e decência. Para José Veríssimo, a prosperidade a que chegou a instrução primária nos Estados Unidos era decorrente dos investimentos governamentais na construção de espaços adequados para o funcionamento das escolas. Mais adiante, pergunta José Veríssimo: “Tudo isso se sabe, mas o que se tem feito? Para responder a questão traz para exame trechos dos relatórios dos diretores da instrução pública, Corrêa de Freitas, de 1881, e Nina Ribeiro, de 1899, evidenciando que seus antecessores propuseram ao governo provincial a construção de edifícios escolares para as escolas primárias, mas, que suas proposições foram ignoradas pela Assembleia Provincial. Informava José Veríssimo, que Corrêa de Freitas, solicitou à 2 Assembleia Provincial que alocasse vinte contos de réis para a construção de uma casa para a escola na capital. Já Nina Ribeiro declarava “as melhores reformas que empreender, o mais hábil professorado que criar, tudo será desperdicioso, incompleto e improfícuo se não for acompanhado da resolução desde já, se dar princípio as construções dos edifícios escolares’’. Observava José Veríssimo que os poderes públicos foram indiferentes às reivindicações dos diretores da instrução pública, ressaltando que não eram as condições financeiras e a preocupação com a economia que os tornava surdos diante dos reclamos, pois gastavam muito com coisas inúteis e funestas à província. Para ele, o governo republicano deveria entrar “sistemática e resolutamente na via da construção de casas para escolas’’ (p.95). Alertava que casa escolar não poderia ficar a mercê do compadrio político e da problemática repartição de obras públicas, que apesar de contar com um número significativo de engenheiros, carecia de arquitetos para pensar os edifícios escolares. Para José Veríssimo a construção de prédios para as escolas não poderia mais ser adiada, considerando que o estado dispunha de recursos financeiros para construí-los. A riqueza a que se refere o autor era proveniente da produção e comercialização da borracha para os mercados europeus e norte-americanos. O maior surto da economia da borracha ocorreu nos anos de 1870 e 1910. Nesse período, Belém se tornou o principal porto de escoamento da produção da goma elástica, assumindo a posição de centro comercial, financeiro e político da região. Nos anos de 1920 “configurava-se o fim de um ciclo de crescimento, em razão da redução da produção do látex amazônico determinada pela concorrência asiática e pela produção da borracha sintética em laboratórios europeus e norte-americanos. Belém deixou de ser a capital da borracha”. (SARGES,2010,p) A riqueza produzida pela borracha foi empregada no calçamento das ruas, na construção de praças, avenidas, prédios públicos, mercados e suntuosas mansões, na criação de uma linha de bonde elétrico e na instalação de bancos e companhias de seguro. A força de trabalho que sustentava a economia da borracha era constituída em sua maioria de índios, caboclos e nordestinos. Esses trabalhadores, submetidos a um trabalho rigoroso e mal pago, geravam a riqueza dos coronéis da borracha. O projeto de modernização gestado nos primeiros anos do regime republicano pelo intendente Antônio Lemos, tinha por base os ideais de civilização e progresso, 3 implicando em mudanças radicais dos hábitos e costumes da população local. Era necessário sanear a cidade “dos ares fétidos das habitações populares, o intendente vislumbrava aproximar Belém de suas congêneres as margens do Tamisa e Senas’’ (ALDER,2010,p.9.) José Veríssimo discorrendo sobre a construção de prédios para as escolas, obsevava que ela deveria ser feita por meio de concorrência pública, primeiro para os planos e orçamentos e depois para a construção. Caberia ao Conselho Superior avaliar e aprovar os projetos apresentados. Julgava o conselho competente para essa função, considerando a capacidade pedagógica de seus membros. Participavam dele médicos e engenheiros, habilitados para analisar questões relativas à higiene e a construção. “O estudo das condições a exigir dos concorrentes caberia ao Diretor Geral e ao Conselho. Entre nós também a construção de casas para escolas apresenta-se em condições de maior facilidade’’ (p.97). Durante o inverno e o verão amazônico as casas escolas deveriam ser orientadas para manter as janelas abertas. Afirmava José Veríssimo “é um erro em terra nova e rica como esta, estas mesquinhas economias que atrofiando-nos longe de enriquecer-nos, empobrecem-nos realmente.[...] a economia bem entendida está a aconselhar apressemo-nos em construir casas de escolas’’(p.95). Para José Veríssimo o que o governo gastava com aluguéis de casa para as escolas na capital e no interior daria para construir os edifícios escolares. Somente com os alugueis das casas para as escolas desta capital gasta o Estado mais de 25 contos de réis por ano, ou seja, mais de 6% de juro de um capital de 400 contos de réis, que lhe seria facílimo achar aquela taxa se a um empréstimo precisasse recorrer Ora, esta cidade, como já deixei dito, não precisa mais de 10 escolas, podendo conter cada uma 300 alunos; que cada um desses edifício venha custar de 40 a 50 contos ainda haverá economia, pois há muitos anos vem se gastando aqueles vinte e tantos contos, com mas casas alugadas. Assim se pagariam apenas e durante alguns anos mais como juros de um capital aproveitado São 41 as escolas de 2ª entrância (das cidades do interior) com as quais gasta-se para aluguel de casas mais de dez contos de réis. Nessas cidades como Obidos, Alemquer, Monte Alegre, Soure e todas as mais, uma única casa de escola seria suficiente. 4 Propõe José Veríssimo, a reunião de duas, três, quatro ou mais escolas em um só edifício. “É preciso agir e aproveitarmos os sacrifícios feitos completando-os com dotar a escola de casa que a tornem uma realidade” p.(98). Coelho (2008), analisando os relatórios do Diretor da Instrução Pública, Alexandre Vaz Tavares, de 1893 e 1894, apresentados ao governador, Lauro Sodré, destaca que neles repetiram-se os pedidos de urgência para a construção prédios apropriados para o ensino primário, pois a ausência deles contribuía para que as reformas da instrução pública empreendidas nesse Estado não sortissem os efeitos desejados. Informa Coelho que o diretor considerava prejudicial o funcionamento da escola na casa do professor. Essa prática além de representar sérios prejuízos aos professores e alunos, dificultava a fiscalização do trabalho do professor e impedia o exercício eficiente da disciplina. Nas visitas que realizou em algumas escolas da capital e do interior “ficou sensibilizado com a situação de crianças que se acotovelavam, se comprimiam e se amontoavam em bancos insuficientes e em salas com pouco espaço e pouco ar’’(p.73). As considerações do diretor tinham o firme propósito de convencer o governador e o Congresso Legislativo da importância da construção de prédios para as escolas. As proposições dos diretores da instrução pública das últimas décadas do século XIX e das primeiras do século XX só foram concretizadas em 1901, com a inauguração do primeiro grupo escolar de Belém, denominado de José Veríssimo, em homenagem àquele que desde o início do século XX já havia reivindicado ao governo republicano a criação desse espaço escolar, construído com base nas exigências da pedagogia moderna. Nas duas primeiras décadas do regime republicano os grupos escolares foram regulamentados e instalados nos Estados de São Paulo (1894); do Rio de Janeiro (1897), Maranhão e Paraná (1903); de Minas Gerais (1906); da Bahia, do Rio Grande do Norte, do Espírito Santo e Santa Catarina (1908); do Mato Grosso (1910), de Sergipe (1911); da Paraíba (1916) e do Piauí (1922), tendo sido extintos em 1971, com a promulgação da Lei 5.692. Em seus bancos acolheram duas gerações de brasileiros “e foram responsáveis pela inserção de uma significativa parcela da população nacional no universo dos saberes formalizados’’ (VIDAL, 2006, p. 7). Os grupos escolares constituindo-se como escolas graduadas, aglutinavam-se em “um mesmo edifício, as antigas escolas isoladas, organizando a docência em torno de 5 séries escolares que passavam a corresponder o ano civil e eram concluídas pela aprovação ou retenção em exame final” (Idem, 2006, p. 8). O ensino seriado substituía as classes de alunos de diferentes níveis de aprendizagem, sob a regência de um único professor. A figura do diretor introduzida nos grupos oferecia organicidade e homogeneidade à escolarização e produzia uma nova hierarquia social pública. No Estado do Pará os grupos escolares aparecem pela primeira vez na legislação de ensino em 1899. O Regulamento Geral do Ensino Primário - Decreto n° 625, de 2 de janeiro de 1899, expedido pelo Governador, José Paes de Carvalho - estabeleceu que o ensino primário público seria ministrado em escolas isoladas, escolas modelos e grupos escolares. As escolas isoladas foram classificadas em elementares e complementares. A primeira delas, com duração de três anos de estudos, poderiam ser criadas nas cidades, vilas e povoações, com mais de 20 alunos em idade escolar. Já as segundas poderiam ser instaladas nos distritos da capital, nas cidades e vilas do interior com mais de 50 alunos. As escolas complementares compreendiam dois cursos: um médio e outro superior, cada um deles com dois anos de duração. De acordo com o regulamento as matérias das escolas elementares compreendiam leitura e escrita, noções de coisas, cálculo de aritmética sobre números inteiros e frações, sistema métrico, noções de gramática, geografia e desenho. Por outro lado, o curso médio das escolas complementares abrangiam leitura e escrita, aritmética até proporções, geometria prática, geografia geral primária, gramática nacional, desenho a mão livre, instrução moral e cívica; enquanto que o curso superior incluía leitura e escrita ditada, exercícios de análise lógica e gramatical, conclusão do estudo da aritmética prática, geografia do Brasil, especialmente do Pará, noções de história do Brasil, com ênfase no Pará, leitura e explicação das constituições Estadual e Federal, noções gerais de cosmografia, exercícios primários de cartografia, desenho a mão livre, desenho linear e geometria. Além destes conteúdos, ensinava-se ainda a educação física, a qual compreendia noções de higiene, prática de exercícios, jogos e brincadeiras ao ar livre. De acordo com o Regulamento Geral da Instrução Pública de 1899 os alunos aprovados nos exames dessas escolas recebiam um diploma de estudos primários que lhes garantia as seguintes vantagens: a) matrícula no Liceu Paraense e na Escola Norma; b) preferência para reger interinamente as escolas elementares e os lugares de adjuntos; c) preferência para os cargos públicos que independem de concurso. 6 Ainda segundo o regulamento, anexas a Escola Normal seriam instaladas duas escolas modelos, sendo uma para cada sexo, destinadas ao ensino primário e aos exercícios práticos dos alunos e alunas normalistas. Os ensinos elementar e complementar ofertados nessas escolas não poderiam atender mais que cinquenta alunos. O governo foi autorizado a reunir, em um único prédio, escolas de ambos os sexos nos distritos da capital e nas sedes dos municípios. Para tanto, deveria considerar a existência de pelo menos quatro escolas no raio estabelecido para a obrigatoriedade. A legislação estabeleceu que os grupos escolares seriam criados preferencialmente nos distritos escolares da capital e na sede dos municípios, onde o poder público municipal fornecesse prédios apropriados para o seu funcionamento ou terreno amplo para a sua edificação, devendo atender no máximo trezentos alunos de ambos os sexos. A direção do grupo escolar era exercida por um diretor diplomado pela Escola Normal, indicado pelo Diretor Geral e nomeado pelo governador do estado. Na falta desse profissional, pessoa idônea de reconhecida experiência no ensino, poderia também assumir essa função. Ao diretor compete a direção e fiscalização do ensino. Em cada grupo escolar haveria um professor do curso superior, um do curso médio e dois do curso elementar. Esses professores poderiam ser auxiliados por adjuntos, caso fosse verificado mais de 40 alunos sob sua responsabilidade. Contava ainda o grupo escolar com um porteiro e um servente para a seção masculina e feminina. Convém destacar que a instrução pública primária era obrigatória para os meninos de 7 a 14 anos e para as meninas de 6 a 12 anos. A obrigatoriedade só atingia as populações que residiam a um quilômetro de distância das escolas. Augusto Olímpio, ex- Diretor Geral da Instrução Pública e atual Secretário do Estado, em texto publicado na Revista A Escola, intitulado Um Capítulo do Pará em 1900, analisando a reforma do ensino primário de 2 de janeiro de 1899, observa “que é a mais completa e mais metódica reforma que entre nós tem tido o ensino primário’’. Para ele a reforma manteve o governador do Estado como chefe supremo da direção do ensino primário, sendo esta exercida diretamente pelo Diretor da Instrução Pública e pelo Conselho Superior de Ensino. Destaca que foram conservados os conselhos escolares nos municípios do interior, responsáveis pela fiscalização e inspeção das escolas e que o território do estado foi dividido em 12 circunscrições, confiadas cada uma delas a 12 inspetores de ensino, que deveriam obrigatoriamente residir em suas sedes, cabendo a eles dirigir, inspecionar e fiscalizar o ensino nessas localidades. 7 “Tivemos, assim, pela primeira vez neste estado, organizados os grupos escolares’’ (p.129). Mais adiante, o ex-diretor salienta que não poderia deixar em silêncio um dos pontos mais importantes da reforma de 2 de janeiro, isto é, “ aquele que permitiu as mulheres concorrerem à regência de escolas do sexo masculino’’ (p.132). Informa que atendendo as novas determinações da reforma, foram confiadas às mulheres, na capital, a regência de 21 escolas elementares do sexo masculino, “sendo seis no primeiro distrito, duas no segundo, cinco no terceiro e oito no quarto’’ (p.133) O primeiro grupo escolar do Estado foi criado no interior, na cidade de Alenquer, em 10 de julho de 1899. O Grupo Escolar de Alenquer originou-se da reunião das escolas públicas isoladas, elementares e complementares existentes naquela localidade. As aulas foram organizadas em duas seções distintas: a feminina funcionava das 7h30 às 11h30 e a masculina das 13h às 17. Os corpos administrativo e pedagógico foram nomeados de acordo com o estabelecido no Regulamento Geral da Instrução Pública de 1899. Esse grupo,em 10 de fevereiro de 1900, foi denominado de Fulgêncio Simões. Em 7 de setembro de 1901, foi instituído na capital do Estado, o Grupo Escolar José Veríssimo. Ele foi instalado em um prédio próprio construído de acordo com as exigências da higiene e da pedagogia. Localizado em frente à Praça Batista Campos, inaugurava um novo modelo arquitetônico, destinado ao ensino primário. As escolas isoladas elementares e complementares, masculinas e femininas, existentes no segundo e terceiro distrito da capital foram nele incorporadas, assim como seus alunos e professores. O grupo escolar José Veríssimo será organizado com as seguintes escolas complementares: 1ª e 2ª do sexo masculino e 3ª do sexo feminino, todas do 3º distrito e com as escolas elementares seguintes: 5º do sexo masculino do 1º distrito, 3ª do sexo feminino do 2º distrito, 5ª e 7ª do sexo feminino do 3º distrito, cujos professores serão distribuídos pelos diferentes cursos do grupo escolar como melhor e exigir o ensino.(PARÀ, Decreto n° 935, de 7 de janeiro de 1901,p4) Para o Diretor Geral da Instrução Pública, Virgilio Cardoso e Oliveira (1900), o belo edifício do Grupo Escolar José Veríssimo, construído pelo Governador José Paes de Carvalho, poderia sem receio figurar entre as melhores construções escolares do 8 regime republicano. Para muitos a construção poderia pecar pela suntuosidade e pelo luxo. “Antes porém assim que, por espírito de mal entendida economia, aleijar um edifício destinado a receber em idade critica da existência jovens cuja educação deve ser olhada com cuidados nunca demasiados’’ (p.665-666). Para o diretor, a experiência colhida dessa primeira construção “nos ensinará o caminho que conduzirá à realização de obras idênticas com economias que não venham prejudicar o edifício pelo desejo de beneficiar o Tesouro’’ (p.666). A intenção do governador de deixar instalados na capital pelo menos dois grupos escolares em prédios próprios não foi concretizada. A construção do Grupo Escolar Justo Chermont, cuja primeira pedra foi assentada no mesmo dia do Grupo Escolar José Veríssimo, não foi concluída em virtude de condições desfavoráveis do terreno adquirido para esse fim. Ressaltava o diretor que para “o bem do ensino primário público na capital deve continuar as edificações escolares, único meio de alevantarmos a nossa instrução primária” (p.667). O Governador, José Paes de Carvalho (1901), informa na mensagem dirigida ao Congresso do Estado, que os grupos escolares de Alenquer, Bragança, Curuçá, Santarém, Souré e Cametá, instalados no interior do Estado, funcionavam regularmente como um número significativo de alunos e alunas. No período de 1899 a 1905 formam criados no Estado vinte e cinco grupos escolares, a maioria deles no interior, como pode ser visto no quadro abaixo. Quadro 1- Grupos escolares criados no Estado do Pará entre os anos de 1899 a 1905. N° Grupo Escolar Município Decreto Alenquer Alenquer N° 722, de 10 de Julho de 1899 1 Curuçá Curuçá N° 806, de 22 de Janeiro de 1900 2 Bragança Bragança N° 805, de 22 de Janeiro de 1900 3 4 Santarém Santarém 5 Soure Soure 6 Cametá Cametá 7 8 9 10 José Veríssimo. (4° Grupo) Óbidos Maracanã 6º Grupo da Capital Belém Óbidos Maracanã Belém N° 832, de 3 de Abril de 1900 N° 867, de 28 de Junho de 1900 N° 896, de 19 de Setembro de 1900 N° 935, de 7 de Janeiro de 1901. N° 941, de 23 de Janeiro de 1901. N° 1.009, de 4 de Maio de 1901. N° 1.029, de 8 de Junho de 1901. 9 N° 1.057, de 31 de Julho de 1901. N° 1.067, de 12 de Agosto de 2° Grupo da Capital Belém 12 1901. 1° e 5° Grupos da Capital Belém N°1.133, de 22 de Março de 1902. 13 N° 1.180, de 22 de Dezembro de Marapanim Marapanim 14 1902. N° 1.190, de 7 de Fevereiro de 3° Grupo da Capital Belém 15 1903 Abaeté Abaeté N° 1.195, de 9 de Março de 1903. 16 N° 1.276, de 6 de Fevereiro de Castanhal Castanhal 17 1904. Baião Baião N° 1.288, de 18 de Março de 1904. 18 Igarapé-Miri Igarapé-Miri N° 1.294, de 6 de Abril de 1904. 19 Pinheiro Pinheiro N° 1.295, de 8 de Abril de 1904. 20 Muaná Muaná N° 1.299, de 23 de Abril de 1904. 21 Mosqueiro Mosqueiro N° 1.319, de 4 de Julho de 1904. 22 N° 1.345, de 24 de Dezembro de Mocajuba Mocajuba 23 1904. Santa Izabel Santa Izabel N° 1.370, de 6 de Abril de 1905. 24 Faro Faro N° 1.378, de 8 de Junho de 1905. 25 Fonte: Mensagem dirigida ao Congresso Legislativo do Pará, pelo Governador Augusto Montenegro. Imprensa Oficial: Belém/Pará, 1907.p26-27. 11 Vigia Vigia Referências COELHO, Maricilde Oliveira. A escola primária no Estado do Pará (1920-1940). Tese de doutorado apresentada ao Programa de História da Educação e Historiografia da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo,2008. FIGUEIREDO, Aldrin Moura. Apresentação. In. SARGES, Maria de Nazaré. Belém: riquezas produzidas a Belle èpoque (1870-1912), 3ª Ed. Belém: Paka-Tatu,2012 PARÁ. A Instrução pública no Estado do Pará. Relatório apresentado ao Governador Justo Leite Chermont, por José Veríssimo, diretor geral da instrução pública.Pará: Tipografia de Tavares e Cardoso,1891 ________. Decreto n° 722, de 10 de junho de 1889, cria na cidade de Alenquer, um grupo escolar. In Atos e decisões do Governo de 1889. Imprensa Oficial: Belém, 1889. 10 ________.. Relatório Geral da Administração apresentado ao Dr. José Paes de Carvalho pelo Sr. Augusto Olympío de Araujo e Souza. Secretário do Estado. Belém do Pará: J. Chiattt& Cia Editores,1900. ________. Decreto n° 625, de 2 de Janeiro de 1899 Reorganiza o ensino primário do Estado. In. Atos e Decisões do Governo de 1889. Imprensa Oficial: Belém, 1901. ________, Decreto n° 935, de 7 de janeiro de 1901, cria nesta cidade sob a denominação José Veríssimo, um grupo escolar. In . Atos e Decisões do Governo de 1901, Imprensa Oficial: Belém, 1901. ________, Mensagem dirigida ao Congresso do Estado do Pará pelo Dr. José Paes de Carvalho, Governador do Estado, em 1 de fevereiro de 1901. Imprensa Oficial: Belém do Pará, 1901. ________,. Mensagem dirigida em 7 de setembro de 1907 ao Congresso Legislativo do Pará, pelo Governador Augusto Montenegro. Imprensa Oficial: Belém do Pará, 1907. Olympio, Augusto. Doutrina: Um capítulo do Pará em 1900. In A Escola: Revista oficial de ensino. Belém: Instituto D. Macedo Costa. Ano I, número 2, 30 de maio de 1900. SARGES, Maria de Nazaré. Belém: riquezas produzidas a Belle èpoque (1870-1912), 3ª Ed. Belém: Paka-Tatu,2012. VIDAL, Diana Gonçalves. Tecendo história ( e recriando memória) da escola primária e da infância no Brasil: os grupos escolares. In VIDAL, Diana Gonçalves. Grupos escolares: cultura escolar primária e escolarização da infância no Brasil ( 1893-1971). Campinas, SP:Mercado de Letras,2006