Entrevista Cultura EXEMPLAR GRATUITO Edição: 393 FOLHA O idealizador da Revista Fórum, Renato Rovai, fala como a publicação se consolidou na imprensa brasileira. “Temos um formato de construção da pauta editorial, que é ficar de olho nesses debates que os movimentos sociais começam a fazer e que podem ter alguma importância para a sociedade” (págs. 8 e 9) Foi inaugurado, em São Paulo, o espaço Catavento - um interativo e lúdico local onde a Ciência e a Cultura se misturam. Sediado no Palácio das Indústrias, o Catavento com 250 instalações promete ao público reações e sensações das mais diversas. (pág. 17) UNIVERSITÁRIA Ano 13 . 30 de março de 2009 Jornal da UNIBAN Brasil Foto: Rodrigo Góes UNIBAN Brasil O trabalho desenvolvido pelos alunos Daniel Scarpim, Fernando Pretti e Rafael Yuri Aoki do curso de Design do campus ABC da UNIBAN foi premiado no concurso iF Concept Award 2009, realizado em Hannover, Alemanha. (pág. 12) Na terra dos incas A expedição começa em Cuzco, passa pelo Vale Sagrado e termina nas imponentes ruínas de Machu Picchu Visitar as ruínas de Machu Picchu se tornou o sonho de viajantes, sejam eles mochileiros ou não, das mais diversas nacionalidades. Descoberta em 1911 pelo explorador norte-americano Hiram Bingham, a cidade perdida dos incas se tornou um dos destinos mais procurados da América do Sul e é a principal atração turística do Peru. Encravada no alto de uma montanha a 2.400 metros acima do nível do mar, numa região onde os Andes começam a ceder espaço para a floresta amazônica, ela é o único exemplar da ecoarquitetura incaica que escapou da fúria dos conquistadores espanhóis. (págs. 10 e 11) 02 Editorial Índice Editorial Secretaria da Saúde revela que um em cada cinco paulistas é sedentário 3 A função do gestor é saber delegar. Mas, e na prática...? 4 Aluno do mestrado conquista bolsa da Fapesp para custear pesquisa 6 Destaco com orgulho um diferencial que a Folha Universitária tem de sobra. Jovens profissionais com vontade de mostrar trabalho. Digo isso, pois, a cada semana, em conversas e debates acalorados na redação, a troca de conhecimentos faz o conteúdo deste veículo institucional. Todos sempre com algo novo para apresentar e ver se há possibilidade de publicação. Na Reportagem da Semana desta edição, o jornalista Renato Góes, que não se dá folga nem nas férias, revela a nós sua fascinante expedição turística ao santuário inca, Machu Picchu, no Peru. Foram dias caminhando entre a história de uma civilização perdida nos Andes, onde a energia local, a arquitetura e o modo de vida intrigam os visitantes. Vale ainda, leitor, ver as dicas dadas por ele de como ir, melhor época e valores. E quando o assunto é conhecimento, lá vamos nós atrás do saber. O Palácio das Indústrias, no Parque Dom Pedro II, virou sede da mais interessante proposta de educação científica e cultural da capital paulistana. Uma integração entre as secretarias de Cultura e Educação fez surgir o Catavento, espaço interativo e lúdico, que ajudará a todos numa melhor forma de compreender a ciência. Não deixe de visitar. E falando em ciência, lembramos de quê? Invenção, não é? Pois bem. Dedico este editorial a três jovens estudantes e inventores do curso de Design da UNIBAN: Daniel Scarpim, Fernando Pretti e Rafael Yuri. Com o projeto Ballesta, eles foram reconhecidos e homenageados no importante concurso internacional iF Concept Award 2009, em Hannover, na Alemanha. Parabéns! Boa leitura! Renato Rovai – o idealizador da Revista Fórum 8 Peru – um passeio pelo império inca 10 Alunos de Design ganham prêmio internacional 12 Parceria possibilitará CAJ à comunidade de São José 13 Novo espaço de ciência e cultura em São Paulo 17 Cleber Eufrasio Editor Opine, critique e dê sugestões sobre as matérias publicadas na Folha Universitária. Mande suas cartas para [email protected] R O T EI R O M O C E L FA EXPEDIENTE: Reitor: Prof. dr. Heitor Pinto Filho ([email protected]). Vice-Presidente da Fundação UNIBAN: Américo Calandriello Júnior. Presidente do Conselho de Comunicação: Eduardo Fonseca. Secretaria Geral de Comunicação: Mariana de Alencar. Editor e Jornalista responsável: Cleber Eufrasio (Mtb 46.219). Direção de Arte: Ronaldo Paes. Designers : Marcio Fontes e Ricardo Neves. Editor: Renato Góes. Repórteres: Fabiana Mello, Francielli Abreu, Karen Rodrigues, Manuel Marques e Marisa De Lucia. Fotos: Amana Salles. Diário Oficial UNIBAN - Edição e Coordenação: Francielli Abreu. Revisora: Marisa De Lucia. Colaboradores: Analú Sinopoli e Karel Langermans. UNIPAN: Alexandra Oliveira. Impressão: Folha Gráfica. Cartas para a redação: Rua Bela Vista, 739 - 5º andar, Morumbi, São Paulo, CEP 04709-001. Tel. (11) 51809885. E-mail: [email protected] - Home page: www.uniban.br - Tiragem: 30.000. Saúde 03 Você pratica atividade física? Por Fabiana Mello Um estudo da Secretaria do Estado da Saúde revela resultado preocupante: um em cada cinco paulistas é sedentário ou não pratica atividade física adequadamente. De acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), o ser humano precisa de 30 minutos de atividades físicas (que exijam movimento corporal) por dia, em pelo menos cinco dias por semana. A pesquisa de campo realizada em 13 regiões do Estado envolveu 2.600 pessoas acima de 14 anos, de diferentes classes sociais e profissões, níveis de escolaridade e faixa etária, e envolveu a Celafiscs, entidade não governamental de São Caetano do Sul que realiza o programa Agita São Paulo. Entre os entrevistados, 19,4% não praticam os 30 minutos por dia, cinco dias por semana. Os totalmente sedentários, ou seja, zero de atividade física, somam 3,4% dos participantes da pesquisa. Outros 7,4% realizam atividades em tempo e quantidade de dias insuficientes. E 8,6% pecam n o Um em cada cinco paulistas é sedentário ou não faz exercícios adequadamente, revela estudo da Secretaria da Saúde tempo ou no número de dias em que praticam exercícios. Fotos: www.sxc.hu Algumas dicas para sair do sedentarismo de maneira correta - Faça uma análise multifuncional, ou seja, um check up geral com um médico; - Converse com um professor de Educação Física e peça para ele analisar seu estilo de vida, para que lhe indique a melhor atividade física; - Saiba se alimentar corretamente, independentemente de você ser magro ou gordo. Se necessário, procure um nutricionista. De acordo com o levantamento, 64,7% dos entrevistados são ativos (acumulam pelo menos 30 minutos diários de exercícios) e 15,9% foram considerados muito ativos, porque se exercitam mais do que o recomendado. Em 2006, os números foram de 62,1% e 13,4%, respectivamente. As mulheres são mais ativas que os homens, segundo a pesquisa. O sexo frágil está representado assim: 71% das mulheres são ativas e 11,9% muito ativas. Em contrapartida, 58,3% dos homens são ativos e 19,9% muito ativos. Para a professora de Educação Física e mestre em Psicologia Tânia Urbanavicius Guerra, coordenadora pedagógica do Instituto Desportivo da UNIBAN, a recomendação da OMS de 30 minutos de exercícios diários por cinco dias da semana ainda é pouco. “É o mínimo para um sistema ósseo-muscular funcionar. O ideal é que funcione bem, respeitando as diversidades. Por isto há a necessidade de se observar outros fatores como faixa etária, estilo de vida, alimentação, padrão de sono e repouso”, alerta. A professora lembra que o sedentarismo é uma tendência mundial. “A diminuição ou falta de exercícios físicos é o novo comportamento da sociedade. A evolução da tecnologia e a substituição de atividades de gastos energéticos por facilidades automatizadas fizeram com que o ser humano se esforçasse cada vez menos fisicamente, diminuindo o consumo de energia”. O Dia Mundial da Atividade Física será celebrado neste domingo, dia 5, com uma caminhada que sai do MASP, na Avenida Paulista, e segue até a Assembléia Legislativa (em frente ao Parque do Ibirapuera). O evento, promovido pelo Agita São Paulo, terá início às 9h e faz parte das ações do Dia Estadual e Mundial da Atividade Física, com o tema “Vizinhança Ativa Constrói Saúde”. Trios elétricos animarão os participantes durante todo o trajeto. 04 Carreira & Mercado Como delegar responsabilidades Por Karen Rodrigues Karen Rodrigues Quem nunca se deparou com um chefe que gosta de centralizar todas as funções nele, ao invés de delegálas aos seus subordinados? Por que alguns gestores se sentem inseguros na hora de distribuir tarefas? O que os leva a segurar informações e não compartilhá-las com a equipe? Dentre os possíveis motivos dessa postura, o consultor sênior do Instituto MVC, Eduardo Gebara, relata que pode ser a crença que o superior tem de que ele faz melhor e mais rápido do que qualquer pessoa, ao invés de investir tempo para ensinar o funcionário. “A delegação requer tempo, não é algo que dá para ser feito da noite para o dia. É necessário preparar a equipe, dar recursos e conhecimentos da função. Sem isso, o subordinado não atenderá à Delegar é função do líder. Este gesto ajuda a equipe a preparar-se profissionalmente. “A delegação requer tempo, não é algo que dá para ser feito da noite para o dia. É necessário preparar a equipe, dar recursos e conhecimentos da função. Sem isso, o subordinado não atenderá à expectativa do chefe e será cobrado”, explica o consultor sênior do Instituto MVC, Eduardo Gebara Divulgação expectativa do chefe e será cobrado. E por ter sido mal orientado, não saberá executar o trabalho, o que reforçará o comportamento do chefe de não poder delegar”, explica Gebara. No momento da delegação, uma atitude que é muito incoerente é delegar e não acompanhar. “Ao delegar alguma coisa é preciso uma supervisão. Se colocar à disposição para que o funcionário possa tirar suas dúvidas. Acompanhar sem interferir. Esse é um problema sério, delegar e virar as costas” ressalta o consultor. Por não delegar, o gestor estará cada vez mais sobrecarregado e com uma equipe mal preparada. A responsabilidade de desenvolvimento dos funcionários é do gestor. “Quando ele os ajuda a andar com as próprias pernas em determinadas tarefas está fazendo o que é a função básica do gestor, que é desenvolver o indivíduo. Prepará-los para ser alguém melhor profissionalmente, capacitados para assumir novas responsabilidades e funções”. Qual é a postura correta na hora de delegar? De acordo com o consultor Eduardo Gebara, no momento inicial da delegação, o gestor precisa dar aos empregados informações com clareza e objetividade, se certificando que de fato eles entenderam o que é pra ser feito, quais os prazos, entre outros. “Tem que estar ali, orientando, à disposição, sem interferir na tarefa, mas sem dar a receita do como fazer, porque aí ele estaria formando clones. Alguns gestores não delegam porque não estão dispostos a correr o risco do erro, de demorar um pouco mais”, conclui. Uma dica de leitura para compreender melhor como delegar é o “Dez princípios para o empowerment: um guia prático para a delegação de poder e a energização de pessoas”, da autora Diane Tracy. O livro encontra-se disponível nas bibliotecas da UNIBAN A personal professional coaching Claudia Watanabe criou uma lista com dez importantes dicas a serem pensadas na hora de delegar funções: 1- Observe sua equipe. Conheça cada uma das pessoas que trabalham com você, a personalidade, os pontos fortes e fracos. 2- Seja transparente. Deixe muito claro os valores, a missão e a estratégia da empresa. 3- Entenda que esse será um desafio não só para você, mas para todas as pessoas da equipe. E, talvez, elas não tenham sido preparadas para isso antes. 4- Confie no seu time. Você escolheu as pessoas que se reportam a você? Elas estão há algum tempo na sua equipe? Então porque não confiar na capacidade de discernimento delas? Demonstre confiança. 5- Não espere que os outros façam as coisas exatamente como você. Entenda que cada um se organiza de uma forma diferente e o seu modelo não é o ideal, é só o seu jeito. 6- Acompanhe os passos dos projetos. Estabeleça a necessidade de relatórios no início do processo. Trabalhe com cronogramas, prazos e metas para não deixar ninguém perdido. 7- Baixe o nível de ansiedade. Ao delegar funções, é possível que você esteja pedindo algo novo para alguém. Entenda a possibilidade de o profissional precisar de algum tempo para se organizar e começar a produzir. 8- Saiba que erros serão cometidos. Aceite que eles ocorrerão da mesma forma que aconteceriam se você fosse o responsável pelas funções. Quando toda a equipe, porém, aprende com os erros, a probabilidade de voltarem a acontecer é menor. 9- Não esconda informações e mostre-se disponível. Isto é fundamental para que o time sinta-se confiante em partilhar dúvidas e informações quando achar importante. 10- Sempre dê feedbacks. Essa é uma ferramenta fundamental para a evolução de sua equipe. Aponte os pontos positivos e negativos, mas o faça como estímulo para que as pessoas busquem aperfeiçoamento. Se for o caso, estabeleça uma parceria com o RH para cursos e palestras. 05 ESTÁGIO Vagas na Prefeitura de São Paulo O CIEE dispõe de 5.100 vagas, que podem ser conferidas no site A Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) está com 250 vagas de estágio abertas para atuar no projeto Siga Saúde, sistema de informatização dos estabelecimentos de saúde da rede pública municipal, dando suporte técnico aos profissionais da rede para sua operacionalização. Podem participar estudantes do segundo ao penúltimo semestre de todos os cursos de nível superior da área de Informática. O valor da bolsaauxílio é de R$ 484,21, para uma jornada de quatro horas diárias de estágio, além de auxílio-transporte de R$ 112,20. O contrato é de um ano e pode ser prorrogado por mais um ano, de acordo com a nova lei de estágio. As inscrições vão até 13 de abril e devem ser realizadas pelo telefone (11) 3046-8211 ou pessoalmente, na sede ou em qualquer posto de atendimento do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). A seleção prevê a realização de dinâmicas de grupo, que serão realizadas nos dias 3, 7, 13 e 15 de abril, na sede da organização (Rua Tabapuã, 540, São Paulo/SP). PROGRAMA Inscrições no Fies para bolsistas do ProUni foram prorrogadas Alunos bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni) podem se inscrever no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e obter o financiamento do restante da mensalidade não coberta pela bolsa do governo federal. Interessados devem preencher a ficha de inscrição até o dia 24 de abril, disponível no http://www3.caixa.gov.br/fies/. Após preencher o documento, o estudante deve imprimir o protocolo em duas vias e entregá-lo na instituição onde está matriculado, também até o dia 24/04. Para concorrer ao Fies, o aluno precisa atender a uma série de requisitos, entre eles, estar matriculado em instituição de ensino superior privada que tenha aderido ao Fundo de Financiamento Estudantil em 2009 e ser bolsista parcial do ProUni. Durante o curso, o estudante paga uma taxa de R$ 50, a cada três meses, recurso que amortiza parte dos juros do financiamento. Para os alunos não-bolsistas do ProUni, a data de inscrição começa hoje (30 de março) e vai até o dia 17 de abril de 2009. SITE Livros na íntegra e em vários idiomas O Google coloca à disposição de seus usuários uma página da web para facilitar a busca de livros. O objetivo deste serviço (books.google.com) é simplificar a tarefa, através de um sistema de busca por conteúdos. Estarão digitalizados até sete milhões de títulos. Há publicações em mais de 100 idiomas. Segundo o acordo, firmado entre editores, autores e o popular site norte-americano, haverá três tipos de parcerias. No caso de livros protegidos por direitos autorais, será possível consultar dados bibliográficos e visualizar fragmentos do texto como em uma livraria convencional. Já os livros de domínio público, uma vez encontrados por meio da busca de palavras, podem ser visualizados na íntegra. O terceiro tipo de acordo ainda precisa ser definido. Será comercial e incluirá exemplares que estão fora de catálogo, além de outros que estão no mercado. Segundo o Google, os livros que já estão à disposição dos cidadãos poderão ser lidos na versão online sem nenhum tipo de restrição. Cursos Vagas Adm. de Empresas 9 Adm. em Comércio Exterior 3 Arquitetura e Urbanismo 2 Ciência da Computação 4 Ciências Contábeis 2 Ciências Econômicas 1 Jornalismo 2 Propaganda e Publicidade 7 Contabilidade 1 Desenho Industrial 1 Design 1 Direito 8 Educação Física 1 Engenharia Civil 1 Engenharia de Telecomunicações 1 Engenharia Elétrica 1 Engenharia Eletrônica 1 Engenharia Mecânica 3 Engenharia Química 1 Física 1 Informática 2 Letras 4 Marketing 2 Pedagogia 1 Psicologia 1 Secretariado Executivo 3 Sistemas de Informação 2 Tecnol. em Gestão de Qualidade 1 Turismo 1 Web Design 1 Menor Valor R$ 450,00 R$ 600,00 R$ 400,00 R$ 550,00 R$ 600,00 R$ 800,00 R$ 900,00 R$ 500,00 R$ 500,00 R$ 700,00 R$ 400,00 R$ 450,00 R$ 200,00 R$ 600,00 R$ 700,00 R$ 700,00 R$ 800,00 R$ 700,00 R$ 700,00 R$ 700,00 R$ 450,00 R$ 300,00 R$ 500,00 R$ 300,00 R$ 300,00 R$ 500,00 R$ 400,00 R$ 500,00 R$ 600,00 R$ 600,00 Maior Valor R$ 1.000,00 R$ 800,00 R$ 700,00 R$ 650,00 R$ 700,00 R$ 700,00 R$ 1.000,00 R$ 1.300,00 R$ 650,00 R$ 800,00 R$ 650,00 R$ 850,00 R$ 300,00 R$ 850,00 R$ 800,00 R$ 800,00 R$ 1.200,00 R$ 800,00 R$ 800,00 R$ 800,00 R$ 600,00 R$ 600,00 R$ 600,00 R$ 400,00 R$ 415,00 R$ 750,00 R$ 525,00 R$ 600,00 R$ 700,00 R$ 700,00 Site: www.ciee.org.br ou telefone: (11) 3046-8211. 2.385 oportunidades de estágio para jovens talentos Cursos Administração de Empresas Administração de Empresas Administração de Empresas Análise de Sistemas Análise de Sistemas Arquitetura e Urbanismo Arquitetura e Urbanismo Branding Design Comunicação Social Ciências da Computação Ciências Contábeis Decoração e Design Design Gráfico Direito Direito Direito Economia Economia Engenharia Civil Engenharia Elétrica Engenharia Mecânica Engenharia de Produção Ensino Médio Marketing Psicologia Publicidade e Propaganda Publicidade e Propaganda Técnico em Design Gráfico Técnico em Informática Técnico em Logística Semestre 3º ao 6º sem. 1º ao 7º sem. 1º ao 3º sem. 3º ao 6º sem. 3º ao 6º sem. 9º ao 10º sem. 4º ao 7º sem. Concl. do 2º sem. de 2009 1º ao 4º sem. 3º ao 8º sem. 3º ao 7º sem. 1º ao 7º sem. 1º ao 4º sem. 7º ao 8º sem. 3º ao 6º sem. 5º ao 7º sem. 4º ao 7º sem. Concl. do 2º sem. de 2010 5º ao 9º sem. 7º ao 10º sem. 1º ao 7º sem. 4º ao 6º sem. Concl. do 1º sem. de 2010 5º ao 7º sem. Concl. do 2º sem. de 2010 3º ao 6º sem. 3º ao 8º sem. 1º ao 5º sem. Concl. do 1º sem. de 2010 1º ao 4º sem. Valor R$ 600,00 R$ 700,00 R$ 900,00 R$ 560,00 R$ 650,00 R$ 900,00 R$ 7,00 / hora R$ 1.500,00 R$ 500,00 R$ 1.300,00 R$ 600,00 R$ 700,00 R$ 600,00 R$ 7,43 / hora R$ 1.055,00 R$ 1.015,00 R$ 700,00 R$ 1.015,00 R$ 720,00 R$ 1.500,00 R$ 700,00 R$ 1.000,00 R$ 680,00 R$ 550,00 R$ 913,00 R$ 900,00 R$ 550,00 R$ 550,00 R$ 680,00 R$ 300,00 Site: www.nube.com.br ou telefone: (11) 4082-9360. Código 63132 63129 63104 62872 62123 63124 63117 63013 56837 42054 62821 62816 63134 63121 62961 62763 62981 62083 62832 63125 63099 62884 63126 63076 58550 44376 62919 63130 63127 62813 06 Pós-Graduação Destino Acadêmico Por Fabiana Mello “A bolsa de estudos da Fapesp tem viabilizado minhas pesquisas, que é o que mais gosto de fazer. O orientador Wagner Valente tem me ajudado muito e me apoiado de maneira imprescindível. Cada vez que se descobre um documento histórico da área é uma vitória. Faz todo o esforço valer a pena para mim”, diz Leandro Maciel Depois que o sorocabano Leandro Maciel, graduado em Administração e Licenciatura em Matemática, trabalhou na extinta TV Educativa no Rio de Janeiro, a atual TV Brasil, já sabia que seu destino seria acadêmico. A paixão pela pesquisa em telecursos com o viés matemático, nascida nesse emprego na televisão, o levou a demitir-se e deixar a cidade onde morava para correr atrás de um sonho: o mestrado em Educação Matemática na UNIBAN. Neste ano, no segundo semestre da Pós-Graduação, ele conquistou uma bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) para fomentar seus estudos. “Larguei minha vida no Rio de Janeiro, peguei minha família e voltei para Sorocaba. Hoje moramos na casa Divulgação Leandro Maciel conquistou recentemente uma bolsa da FAPESP para sua dissertação de mestrado, que consiste na história do audiovisual educativo brasileiro de minha avó enquanto faço o mestrado no campus Marte da UNIBAN. Vou a São Paulo para a Pós às sextas e sábados, onde sou orientado pelo Prof. Wagner Valente, que me encorajou a correr atrás da bolsa de estudos que obtive com muito sucesso. Tudo valeu a pena”, diz. A dissertação de mestrado de Leandro consiste na vasta pesquisa em história do audiovisual educativo no Brasil, sobre a linha de pesquisa em Matemática. “O tema principal de meu trabalho é Telecurso Supletivo A Conquista e o Ensino da Matemática: Pioneirismo em Tele-Educação. Esta é uma área pouco explorada. No país, praticamente eu é que pesquiso a história da telenovela educativa com a ênfase matemática”, revela. De acordo com o mestrando, o ensino pela televisão surgiu provavelmente na década de 60 no Rio de Janeiro e em São Paulo. “Já o ensino à distância utilizando o áudio e vídeo começou na década de 20 do século passado. Em radiodifusão, surgiu em 1923 na Rádio Sociedade do Rio de Janeiro com, um de seus fundadores, Edgar Roquette Pinto. Foi a primeira rádio oficialmente educativa do Brasil e que, em 1936, foi transformada na Rádio MEC, que existe até hoje”, conta. Para Leandro, que pensa em trabalhar na UNIBAN num futuro próximo, o resultado final é a recompensa. “A bolsa de estudos da Fapesp tem viabilizado minhas pesquisas, que é o que mais gosto de fazer. O orientador Wagner Valente tem me ajudado muito e me apoiado de maneira imprescindível. Cada vez que se descobre um documento histórico da área é uma vitória. Faz todo o esforço valer a pena para mim”. Divulgação II Workshop de Educação Matemática O Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da UNIBAN realiza nesta quarta-feira (01/04) o segundo dia do 2º Workshop de Educação Matemática. O objetivo é disseminar avanços do conhecimento no campo da Educação Matemática, possibilitando um maior intercâmbio entre as pesquisas específicas da educação básica. Essa série de palestras apresenta um estado da arte sobre os conceitos fundamentais à compreensão da matemática na educação básica e a fundamentação cognitiva desses conceitos. Pretende-se promover um espaço de discussão de pesquisas e métodos inovadores de ensino na área, motivando, desse modo, o aprofundamento de estudos e a cooperação entre os membros das comunidades nacional e internacional. A palestra com o Doutor Peter Bryant, da Universidade de Oxfor, será no auditório da Pós-Graduação da UNIBAN, campus Marte - Av. Braz Leme, 3.029. Horário: das 14h30 às 16h30. Tema: A compreensão do espaço e sua representação numérica Soluções Clínicas – fundamentos e técnicas Autor: Luiz Narciso Baratieri - Editora: Ponto - Ano: 2008 Disponível: Biblioteca Maria Cândida Para cuidar dos dentes “Soluções Clínicas – fundamentos e técnicas” é uma publicação extremamente importante para a área de Odontologia, tanto para o iniciante quanto para o profissional. Os temas abordam as técnicas mais recentes do setor como clareamento de dentes vitais; tratamento estético restaurador de um dente anterior fraturado; odontologia interdisciplinar na estética dental anterior; fabricação automatizada de restaurações dentárias e microcirurgia plástica periodontal. A obra é rica não só em textos. Em capa dura, com 606 páginas, disponibiliza ainda mais de 1.500 fotografias coloridas em papel couchê. O mestre indica... Biblioteca 07 “Código da Vida, de Saulo Ramos, é um livro para conhecer de forma divertida a história recente do Brasil e do mundo, as curiosidades que envolvem as personalidades da política e da economia e fatos mascarados pela imprensa. Suas 460 páginas assustam, mas são devoradas ao descortinar histórias como a caçada de Che Guevara, a posse de Fidel, a ditadura militar, os movimentos estudantis e a reeleição de Lula. Em forma de ficção, Saulo utiliza como pano de fundo processos jurídicos que chegavam a seu escritório costurados com acontecimentos da época. Foi um excelente presente de Natal, que ganhei e quero compartilhar com quem gosta de ler sobre o assunto”. Karel H. Langermans, Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP, professor de Marketing e Comunicação e Coordenador de Publicidade e Comunicação da UNIBAN Entrevista De olho nos Por Renato Góes Em 2001, o jornalista Renato Rovai criou uma revista para cobrir a primeira edição do Fórum Social Mundial, que aconteceu em Porto Alegre (RS). Sem grandes pretensões, a publicação conquistou leitores no formato bimestral. Meses depois, a circulação se tornou mensal e ela passou a ser comercializada em bancas de jornal. De lá para cá, a revista Fórum se consolidou como uma das poucas vozes mais à esquerda da imprensa brasileira, dando espaço para pautas que nem sempre fazem parte dos noticiários, e feita integralmente em papel reciclado. Num bate-papo na sede da revista, o nosso entrevistado discorreu sobre as dificuldades de se manter uma publicação no mercado editorial brasileiro, sobre quais pautas lhe interessa e analisa a importância do Fórum que dá nome à sua publicação. Folha Universitária – Em tempos de crise, como uma publicação como a Fórum se mantém no restrito mercado editorial brasileiro? Renato Rovai – A Fórum tem um projeto comercial e editorial diferente das demais publicações tradicionais. Ela tem uma receita financeira baseada em três pontos: publicidade, venda em banca e por assinatura. Só que a venda por assinatura não é só individual, mas também coletiva. Nós vendemos exemplares para entidades, que por sua vez distribuem para seus associados, o que garante a venda de 8 mil exemplares. Em alguns momentos, isso chegou a ser 60% de nossa receita. Hoje varia entre 30% e 40%, de acordo com a edição. F.U. – No site da revista (www. revistaforum.com.br) diz que o Conselho Editorial da revista é composto por representantes de vários segmentos da sociedade brasileira. Quem são eles? R.R. – São pessoas relacionadas ao mundo acadêmico e à sociedade civil organizada. Todos apoiadores do projeto da revista têm uma vaga no Conselho Editorial e fazemos convites a personalidades que estão ligadas, de uma forma ou de outra, ao universo associado ao Fórum Social Mundial. F.U. – E como é a sua relação com o Fórum Social Mundial? Ela vai muito além da simples cobertura do evento? R.R. – Não tanto. Minha participação com o Fórum Social Mundial é a relação de uma ntos so e ciai im s Renato Rovai foi o idealizador da Revista Fórum. A publicação mensal nasceu no primeiro Fórum Social Mundial e se diferencia por levantar temas pouco discutidos na mídia brasileira revista que cobre o evento. Não faço parte do conselho internacional e nem participo dos debates da construção do evento. Participo de todos os fóruns, conheço as pessoas que fazem parte do conselho, mas a revista Fórum não é uma entidade, mas sim uma empresa privada. Nós somos uma editora. A gente até promove eventos ou debates, mas não somos um membro da sociedade civil. Nosso trabalho é um registro, jornalístico/histórico do Fórum Social Mundial, e nós sempre estamos presentes no debate da comunicação. F.U. – Na edição do Fórum Social Mundial deste ano, o evento foi central e aconteceu em Belém (PA). Ano passado, foram eventos simultâneos em vários países. Em sua opinião, qual formato é o ideal para o Fórum? R.R. – Em 2008, cada um fez de um jeito. Era um debate ali, um protesto lá. Eu, sinceramente, acho que não deu certo. O evento mais central tem um papel forte. Talvez fosse importante pensar uma forma de como o evento acontece fora dos eventos. Como construir conexões entre os diferentes movimentos para que se tenham ações em momentos pontuais. Vai ter uma guerra, vamos fazer ações pontuais e debater o tema, e o Fórum Social Mundial debate esta questão. Tem gente que defende que o Fórum tem que ter posições políticas mais incisivas. Acho perigoso. Qualquer posição que o Fórum tomar, ele acaba contrariando pessoas que também se identificam com seu formato. Se o Fórum Fotos: Amana Salles m ov 08 09 “O Fórum Social Mundial, de 2001 pra cá, tem um índice de credibilidade que as pessoas deveriam começar a olhar. Em 2004, já se discutia uma possível crise financeira em um curto espaço de tempo. Se você pegar a programação dos fóruns passados, vai ver debates e palestras sobre o tema aos montes” decidisse tomar uma posição crítica sobre o bispo de Pernambuco, que excomungou a menina de 9 anos que estava grávida e os médicos que fizeram o aborto, uma série de pessoas ligadas ao Fórum e que são de grupos católicos iriam condenar. Para cada assunto debatido, se tem 10 opiniões diferentes. Essa pluralidade é a característica principal do Fórum. Ele não é um espaço monolítico. Ele é essas muitas construções pontuais, que de alguma forma montam um quebra-cabeça. Da mesma forma que tem palestino protestando, tem judeu protestando. Se tem católicos, umbandistas, evangélicos, é preciso que o Fórum chame a atenção da sociedade civil sem juízo de valor. Talvez esse seja o caminho, sem intervir na característica do evento. F.U. – As principais críticas quanto ao Fórum são a respeito da eficiência do evento, dos debates não se tornarem ações concretas. O que você acha disso? R.R. – O Fórum Social Mundial, de 2001 pra cá, tem um índice de credibilidade que as pessoas deveriam começar a olhar. Em 2004, já se discutia uma possível crise financeira em um curto espaço de tempo. Se você pegar a programação dos fóruns passados, vai ver debates e palestras sobre o tema aos montes. Sobre a crise financeira tudo bem, mas e a ambiental? Foi Davos que anunciou. Onde está sendo discutido antes? É claro que o Fórum Social Mundial tem suas particularidades. Tem gente que vai lá para dar abraço de graça. Se diverte fazendo isso. Tem outros que fazem a cachaça Che Guevara e vão vender. Isso sempre existiu. São coisas que fazem parte da cultura dos movimentos sociais populares. Historicamente. Tem que tratar os assuntos com seriedade, mas não dá pra jogar tudo isso fora. Tem que fazer parte. O Fórum Social Mundial é muito mais divertido que o Fórum Econômico Mundial de Davos, até porque no social tem acampamento da juventude e lá não. Só tem velho babão que nem esquiar esquia (risos). F.U. – Me fala sobre a edição deste ano, em Belém do Pará, cujo foco foi a questão ambiental, que teve as atenções divididas com a crise econômica mundial. R.R. – Acho que os temas são complementares. A crise do sistema financeiro é importante, mas tem outras crises acontecendo. Tem a crise da justiça social, da paz. Tem a ecológica, que é seriíssima, do ponto de vista ambiental de sustentabilidade, da preservação da raça humana, não só do mico-leão dourado. Mas tem a crise financeira, que é muito relevante. Alguns chamam de crise do capitalismo, outros de crise da globalização. Mas todas estas questões fizeram parte das discussões, inclusive os combates na Palestina, que aconteciam enquanto rolava o Fórum. A perspectiva quanto ao governo Obama foi também uma cereja no meio deste bolo de assuntos. No Quênia, em 2007, uma questão debatida foi à crise da água. Quem foi nas favelas de lá sabe que nestes locais a água não chega. Os temas vão muito de acordo com a realidade do local onde são realizados os fóruns. Mas essa questão da água é um tema que, hoje, toca todo planeta. Infelizmente não toca tanto assim aqui no Brasil. Ainda. to que pudesse ser libertador em alguns aspectos do ponto de vista do futuro. Muitos desses softwares estão derrotando a Microsoft. Muitos governos estaduais e municipais já não compram mais seu software ou o pacote Office da Microsoft. Estão usando software livre. Estão se libertando disso. Está fazendo um bem e gera um debate interessante. Essa pauta a gente deu há cinco, seis anos. A gente já falou de economia solidária. Quem mais falou sobre o tema, sem ser uma publicação voltada exclusivamente ao tema, foi a gente. Começamos a cobrir a América Latina com assiduidade desde o número um da revista. A gente percebeu que estava aconR.R. – Totalmente. Nós abordamos uma pauta esquecida pela grande mídia. No dia 18 de novembro, houve um desastre ambiental do rio Paraíba do Sul que matou milhares de peixes. É a primeira reportagem multimídia da revista Fórum. A matéria que sai no site você não encontra na revista. É uma reportagem que, se foi descuido da grande imprensa, ela vai ter agora que discutir. A gente não sabe se foi descuido, pois tem grandes empresas por detrás disso. Saiba mais: www.revistaforum.com.br/ sitefinal/blog F.U. – Me cite alguns exemplos. tecendo um fenômeno na América Latina que podia modificar o quadro geopolítico da região. Que tinha um rastro de mudança. Apostamos nisso e deu capa para o Evo Morales na primeira disputa dele. No Golpe da Venezuela, a Fórum estava lá. Agora estamos discutindo Equador nesta última edição (nº 72 / março 2008). Futuramente vamos discutir El Salvador, Nicarágua, a eleição do Paraguai a gente cobriu, portanto a revista vem sempre trazendo algo além do que a grande mídia traz para estes debates. Algo sempre estereotipado. R.R. – Tem o tema do software livre. Ele foi discutido como um movimen- F.U. – Como funciona o site da revista? É algo complementar? F.U. – Voltando à revista, o que é pauta para a revista Fórum? R.R. – Em geral, nós temos um formato de construção da pauta editorial que é ficar de olho nesses debates que os movimentos sociais começam a fazer e que podem ter alguma importância para o debate geral da sociedade. 10 Reportagem da Semana Por Renato Góes Visitar as ruínas de Machu Picchu se tornou o sonho de viajantes, sejam eles mochileiros ou não, das mais diversas nacionalidades. Descoberta em 1911 pelo explorador norte-americano Hiram Bingham, a cidade perdida dos incas se tornou um dos destinos mais procurados da América do Sul e é a principal atração turística do Peru. Encravada no alto de uma montanha a 2.400 metros acima do nível do mar, numa região onde os Andes começam a ceder espaço para a floresta amazônica, ela é o único exemplar da eco-arquitetura incaica que escapou da fúria dos conquistadores espanhóis. Mas antes de conhecê-la, uma parada obrigatória é a cidade de Cuzco, antiga capital do império inca que abriga vestígios desta civilização e que serve como ponto de partida de passeios para o Vale Sagrado e Machu Picchu. É lá que se percebe a quantidade de turistas estrangeiros que, literalmente, invadem a cidade. Como a viajem foi realizada entre os meses de dezembro e janeiro, nas nossas “férias de verão”, brasileiros e argentinos eram a maioria. Europeus e norte-americanos estão em massa no verão deles, entre os meses de junho e agosto, na chamada alta temporada. Aliás, o nosso verão não significa calor em Cuzco e região. Além de ser a época de chuvas na Cordilheira dos Andes, venta e faz frio, principalmente à noite. Não era de se estranhar, afinal de contas estamos a 3.400 metros acima do nível do mar, localização propícia para que o soroche, o famoso mal da altitude, ataque alguns turistas recém-chegados com dores de cabeça e indisposição. Nada que uma xícara de chá de coca e um pouco de repouso não resolvam. Pelas calles de Cuzco É verdade que o principal objetivo dos turistas é conhecer Machu Picchu. Mas andar pelas calles (ruas) de Cuzco e conhecer suas ruínas se torna uma experiência riquíssima, que serve como introdução do que está por vir. Nosso guia é um autêntico cusquenho chamado Roberto Carpio, que começa nosso tour em Koricancha, que em quéchua (língua dos incas) significa Templo do Sol. Ele nos explica que “com a invasão espanhola, o templo foi derrubado, o Peru A expedição começa em Cuzco, antiga capital do império inca, passa pelo Vale Sagrado e termina nas imponentes ruínas de Machu Picchu na sua hegemonia De cima para baixo: vista aérea da Plaza de Armas em Cuzco, o Templo Koricancha, a Pedra dos 12 Ângulos, as ruínas de Moray e a calles de Ollantaytambo Fotos: Rodrigio Góes ouro foi roubado e em seu lugar foi construído o Convento de Santo Domingo”. Só a base da edificação, feita com pedras talhadas à perfeição pelos incas, foi mantida. No museu, que funciona no local, se tem contato direto com o trabalho feito pelos antigos peruanos. Blocos de pedra com encaixes em variados formatos se conectam como um quebra-cabeça, uma forma de minimizar o impacto provocado pelos terremotos que acontecem na região. Mas não é necessário entrar em museu para se ter contato com história. Basta transitar pelas vielas que circundam a Plaza de Armas, especialmente a calle Hatum Rumiyoc, onde está a famosa Pedra dos 12 Ângulos, além de várias casas no estilo colonial espanhol com bases de pedra do período inca. Uma forte demonstração do sincretismo tão presente na cultura e religião dos povos andinos. Nos arredores de Cuzco, uma visita às ruínas de Sacsayhuaman se torna indispensável. Considerado um dos principais templos religiosos pelos incas, o local foi tido como fortaleza pelos espanhóis. Muito se deve ao tamanho de seus muros, formados por gigantes blocos de pedra, talhados e encaixados com perfeição. É próximo ao local que nosso grupo tem contato com o xamã Pedro, responsável pelo pago a la tierra, cerimônia em que são feitas oferendas à Pachamama (Mãe Natureza) para que ela abençoe nossa expedição pelas montanhas dos Andes, que no dia seguinte parte rumo ao Vale Sagrado. Entre montanhas Ao invés de pegarmos o trem de Cuzco direto para Machu Picchu, op- tamos por pernoitar na pequena cidade de Ollantaytambo, localizada numa das extremidades do Vale Sagrado. Para chegarmos até ela, cruzamos paisagens bucólicas compostas por campos de plantações, pequenos vilarejos e picos nevados ao fundo. Durante o trajeto, uma boa pedida é a cidade de Chinchero, que abriga uma igreja católica construída em cima de ruínas incas, além do belo artesanato feito com lã de alpaca. Mais a frente, perto do povoado de Maras, o destaque é a ruína de Moray, um antigo laboratório agrícola que se assemelha a uma arena, ou mesmo a um teatro, pelo seu formato circular e simétrico. Em cada um de seus níveis era cultivado algum tipo de alimento, já que a temperatura variava de acordo com a altura do terraço. Já no nível do rio Urubamba, partimos rumo à Ollantaytambo, “o povoado inca vivo”. A denominação se justifica pelo fato da cidade manter características originais de suas ruas e casas, datadas da época dos incas. Tanto as fachadas dos imóveis como os canais de água vinda direto dos Andes remetem a uma época distante, um verdadeiro túnel do tempo. Um passeio pelas ruínas de Ollantaytambo, além de agradar pelo contexto histórico, tem visual único do Vale Sagrado. O passeio exige uma boa caminhada do visitante, um aquecimento para o que viria no dia seguinte. Pelo “Caminho Sagrado” Existem duas formas de se chegar a Machu Picchu. A mais utilizada é o trem até Águas Calientes, cidade de onde se pega um ônibus até as ruínas incas mais famosas do Peru. A outra forma, que requer obstinação e bom condicionamento físico, é a trilha inca de quatro dias. Mochileiros de variados lugares, perfis e idades percorrem a distância de 42 km e cruzam com belas ruínas e paisagens. 11 Há um bom tempo surgiram outras opções. Uma delas, conhecida como “Caminho Sagrado”, é perfeita para aqueles que não dispõem de tanto tempo, mas querem sentir o gostinho de caminhar numa trilha inca de verdade e chegar a Machu Picchu pela porta principal. Ela tem aproximadamente 13 km de extensão e pode ser feita num dia (6h com paradas). A incursão começa no km 104 da linha férrea, quando o trem faz uma pequena parada para os mochileiros. A força do rio Urubamba e a imponência das montanhas impressionam. Devidamente registrados no posto de controle, a trilha tem início. A primeira ruína a ser avistada é Chachabamba, local utilizado como posto de vigilância dos incas. A partir dela, a subida efetivamente começa. Na medida em que avançamos, o rio Urubamba começa a ficar pequeno para nós. A trilha é um pouco puxada, mas o visual que se tem dos altos desfiladeiros faz com que o viajante esqueça, pelo menos em alguns momentos, do cansaço. O visitante mais atento pode avistar de longe alguns sí- Explorando a cidade perdida tios arqueológicos que se fundem ao verde da paisagem. Em pouco mais de 3h30, se chega à ruína de Winaywayna, uma das mais belas do trajeto. Seus terraços verticais, que abrigavam plantações, e seu complexo urbano, que se assemelha a um labirinto, são uma prévia do que nos espera no fim do caminho. Após encarar uma matadora sequência de escadas, nosso caminho se conecta com a trilha inca original. Depois de uma breve parada para o almoço, seguimos rumo ao nosso destino final. São quase duas horas mais de caminhada e finalmente chegamos à ruína de Intipunku, que em quéchua (língua falada pelos incas) significa “Porta do Sol”. É de lá que se tem a primeira visão de Machu Picchu. Não há como não se emocionar, principalmente com a “dança das nuvens”, que faz a cidade desaparecer e se camuflar em meio à paisagem. Machu Picchu vista de dois ângulos distintos: do topo da montanha Wayna Picchu e das ruínas de Intipunku (Porta do Sol). Acima à dir., as ruínas de Chachabamba, no trajeto do Caminho Sagrado. À esq., a Praça Central das ruínas mais famosas do Peru Saiba mais: Confira galeria de fotos no hotsite da Folha Universitária (www.uniban.br/hotsites/folhauniversitaria) Como chegamos a Machu Picchu no fim da tarde, a exploração acontece na manhã seguinte, logo com os primeiros raios solares. “Em nome de nossos antepassados, os incas, sejam bem-vindos à Machu Picchu”, diz nosso guia Roberto. Sua companhia é indispensável para que muitos detalhes não passem despercebidos. O percurso turístico pela cidadela leva em torno de 2h30 e passa pelos principais templos, além de todo setor urbano e agrícola. Relógios solares talhados na pedra, rochas com formatos semelhantes às montanhas que circundam o local e vestígios e teorias sobre como os incas conseguiam esculpi-las de forma tão precisa, sem instrumentos “modernos”, são alguns temas recorrentes na visita. Depois deste período, o interessante é se deixar perder dentro de Machu Picchu. Percorrer os corredores, entrar nos templos, se deparar com simpáticas lhamas e se deitar na grama de um de seus vários terraços são experiências únicas que, aliadas à energia positiva que emana do local, se tornam inesquecíveis. Para quem tem pique e não sofre com medo de altura, uma subida em Wayna Picchu, a maior montanha que compõe o tradicional cartão postal de Machu Picchu, é uma boa opção. A subida é íngreme e leva quase 2 horas, ida e volta. No entanto, o esforço vale a pena. O que se vê lá de cima é a cidade perdida dos incas num ângulo diferenciado e único. Se restava alguma dúvida sobre a harmonia do trabalho inca com a natureza, chamado pelos guias como eco-arquitetura, ela é prontamente desfeita. Lá de cima se vê detalhadamente os setores agrícolas e urbanos, moldados com perfeição em meio à floresta. Um visual arrebatador que permanece para sempre na memória. Dicas de viagem Como ir: • Avião - não há vôos diretos para Cuzco. É preciso descer em Lima (4h de viagem) e pegar outro avião para Cuzco (1h30). A passagem ida e volta sai entre 800 e mil dólares. As principais empresas áreas que operam vôos para o Peru são TACA (www.taca.com) e LAN (www.lan.com), além da TAM (www.tam.com.br) e da GOL (www.voegol.com.br). • Trem – na cidade de Corumbá (MS), acontece a travessia da fronteira entre Brasil e Bolívia e se pega o famoso “Trem da Morte” (US$ 21), que parte da cidade de Puerto Quijarro e vai até Santa Cruz de La Sierra. De lá se pega ônibus que passa por La Paz, pelo Lago Titicaca e atravessa a fronteira com o Peru rumo à Cuzco. Essa opção é indicada para quem não liga para conforto, quer gastar menos e tem um bom tempo para viajar, afinal tem várias atrações bacanas no trajeto. Melhor época: • De maio a agosto é a época das secas, portanto não há risco de chuva. Mas por ser alta temporada, os preços de hotéis tendem a ser mais caros, muito pela presença de europeus e norte-americanos. De novembro a março é época de chuvas com maior presença de latinos. Uma oferenda à Pachamama e às montanhas pode garantir alguns dias de sol. Quanto custa: • Um tour completo de uma semana (hotel, traslados, city tour, boleto turístico e passeios) sai entre 500 e 700 dólares, dependendo do grupo de pessoas e das condições negociadas. Caso o viajante opte por dormir em albergues, o preço tende a cair. Só a entrada de Machu Picchu custa 40 dólares (estudantes com a carteirinha mundial têm 50% de desconto). O mais salgado é o valor do trem, já que existe um monopólio vigente. A passagem de ida e volta sai por quase 100 dólares. • O artesanato peruano enche os olhos dos turistas. Uma boa dica é sempre pechinchar, mesmo em portunhol. Os comerciantes já estão habituados e costumam baixar os preços. Peça ao seu guia para explicar a diferença entre a lã de alpaca (macia e com melhor caimento) e a de lhama (mais dura), para não ser enganado. • A alimentação é relativamente barata. Os pratos mais comuns são frango e truta, acompanhados com arroz, batata e milho. Não deixe de provar o bife de alpaca e o cuy, nosso porquinho-da-índia, uma iguaria degustada apenas em ocasiões especiais. Mas o grande prato da cozinha peruana é o ceviche, peixe cru marinado no limão e servido com pimenta, cebola e batata doce. Para beber, uma boa pedida é a chicha, uma cerveja feita com os mais variados tipos de milho. No caso de uma cerveja mais tradicional, peça uma Cusqueña, servida à temperatura ambiente dos Andes. Mais informações podem ser obtidas no site www.peru.info 12 UNIBAN Brasil Alunos de Design ganham reconhecido Concurso Internacional Por Marisa De Lucia O trabalho final de graduação desenvolvido pelos alunos Daniel Scarpim, Fernando Pretti e Rafael Yuri Aoki do curso de Design do campus ABC da UNIBAN, em 2008, foi premiado no concurso iF Concept Award 2009, realizado em Hannover, Alemanha. O projeto ‘Ballesta’ recebeu como prêmio a publicação no Catálogo Internacional do concurso, que deverá ser distribuído mundialmente e um incentivo financeiro no valor de 500,00 euros. Fotos: Divulgação Com o projeto de uma furadeira elétrica para uso doméstico, três alunos do curso de Design vencem uma categoria do concurso iF Concept Award 2009, realizado em Hannover, Alemanha. Da esq. para a dir., os alunos Daniel Scarpim, Fernando Pretti e Rafael Yuri Aoki “Estes alunos se dedicaram muito, acordavam e dormiam pensando em Ballesta e com um detalhe: todos trabalham, não eram apenas estudantes. A recompensa está aí: um reconhecimento mundial pelo bom trabalho”, diz Rubens Pisetti, professor orientador do projeto Ballesta é uma furadeira elétrica para uso doméstico, por pessoas com pouca experiência no uso de ferramentas. Seus maiores diferenciais são facilidade de uso e segurança, pois ela integra diversas características inovadoras que auxiliam na utilização, como: suporte de apoio que possibilita a realização de furos sempre na perpendicular; limitador de profundidade integrado e fácil de usar; coletor de pó integrado, que impede que o local da furação fique sujo; sistema para aplicação de força automático e capa de proteção para isolamento da broca e redução de ruído. “Tudo isso em uma ferramenta compacta e sem fio. Não existe nenhum produto semelhante no mercado nacional ou internacional”, explicam os alunos. Segundo Rubens Pisetti, professor orientador do projeto, a Ballesta será feita de materiais recicláveis, o que a torna extremamente sustentável do ponto de vista ecológico. Usará baterias que só podem ser trocadas em assistências técnicas autorizadas, que darão um fim adequado à bateria usada. O modelo tridimensional que se encontra em exposição no Centro de Design na unidade ABC foi feito com espuma de poliuretano expandido, revestido de resina poliéster e pintado com tintas automotivas. Para o aluno Yuri, “ganhar um prêmio internacional, em específico o iF Design, é uma grande conquista para jovens designers como nós, e de vital importância para a carreira profissional. Prova do esforço que iniciamos há quatro anos, quando ingressamos no curso de Design. Vale ressaltar também que ‘os alunos’ colocaram a UNIBAN no ranking de universidades do IF. Feito realizado somente por três universidades no Brasil inteiro”. A dedicação ao projeto, desenvolvido durante o ano de 2008, possibilitou aos discentes trabalhar com pesquisa, adequar novas tendências ao produto e, acima de tudo, por em prática o conhecimento adquirido nos anos de estudo. Daniel revela que a menor preocupação durante a elaboração do projeto foi o vencer. “Ficar entre os vencedores é simplesmente fantástico, para nós é a confirmação de que tudo valeu a pena. Nós entramos neste concurso sem nenhuma expectativa de ganhar e acredito que este foi o motivo de termos ganho. Pois não estávamos preocupados com o concurso, apenas em fazer um bom trabalho, desenvolver um conceito sólido e aproveitar ao máximo tudo aquilo que aprendemos durante o curso”, diz Daniel. Este prêmio, para Fernando, “é importante, pois mostra que uma equipe bem organizada e estruturada é capaz de trazer grandes soluções para diversos tipos de problemas. É muito gratificante saber que esse projeto foi premiado internacionalmente, pois possibilita novas oportunidades no mercado”. O orientador Rubens Pisetti fala do orgulho de ter ajudado os alunos num significativo reconhecimento. “Estes alunos se dedicaram muito, acordavam e dormiam pensando em Ballesta e com um detalhe: todos trabalham, não eram apenas estudantes. A recompensa está aí: um reconhecimento mundial pelo bom trabalho. A diferença está na dedicação, que é a chave para o sucesso. O dinheiro ganho, em minha opinião, deve ser gasto com despesas com patentes. Meu pagamento já foi feito: eu sou o orientador do primeiro grupo de alunos da UNIBAN que ganhou o iF Design. Isso não tem preço”. 13 Comunidade ganha com parceria Por Marisa De Lucia Foi assinado, no dia 12 de março de 2009, o Protocolo de Intenções entre a Câmara Municipal de São José e a Faculdade UNIBAN, para atuarem conjuntamente na instalação, manutenção e funcionamento do Centro de Atendimento Jurídico (CAJ). O CAJ funcionará sob a supervisão da faculdade. Alunos do curso de Direito serão os responsáveis por orientar a população para ações jurídicas. Essa melhor humanização da justiça visa implantar ações de pleno exercício da cidadania, gerando cultu- ra de democracia participativa, integrada com a comunidade e garantindo acesso à medida de solução de conflitos. As obras para a instalação do CAJ já estão sendo providenciadas e a intenção é iniciar as atividades logo após a Páscoa. Estiveram presentes na assinatura do documento, vereadores, além do presidente da Câmara de São José, Amauri Valdemar da Silva, o dire- Faculdade UNIBAN e Câmara Municipal de São José firmam parceria de instalação do Centro de Atendimento Jurídico à população À esq., Américo Calandriello e à dir., Aumari Valdemar da Silva tor prótempore Gilson Junckes e o representante do reitor da UNIBAN, Sr. Américo Calandriello. Para Calandriello, com essa ação pioneira de instalar um Centro de Atendimento Jurídico dentro da casa de lei (Câmara Municipal), o aluno terá oportunidade de aprender praticando, ao mesmo tempo em que vivencia o legislativo local. “Quando a faculdade se instala, seu objetivo passa a ser não só o de passar o saber e de estar certificando a graduação, mas de firmar o compromisso com a comunidade de atendê-la em suas necessidades”. Compareceu à solenidade, a aluna Ana Maria Schutz, representante dos alunos do curso de Direito, para quem a construção desse escritóriomodelo é fundamental. Segundo ela, a faculdade tem excelentes professores, mas só aprender não adianta, é preciso colocar em prática o conhecimento. “A concorrência lá fora é muito grande. Espero que aconteça logo, pois aprender é uma coisa, vivenciar é outra”, diz ela. 10 anos de compromisso e solidez Curso de Ciência da Computação da UNIPAN comemora uma década formando profissionais altamente qualificados Por Alexandra Oliveira Há dez anos, o curso de Ciência da Computação da UNIPAN tem preparado profissionais com sólida formação acadêmica para a área da computação. E o colegiado de Computação tem muito a comemorar. Atualmente, a UNIPAN conta com um dos melhores cursos na área de Informática, completo e abrangente, e ainda com ótimo conceito no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). O curso já formou oito turmas e, atualmente, são 220 alunos e 16 professores. “Comemoramos 10 anos. Uma data que marca todo o nosso esforço pela educação e vamos continuar a trabalhar”, afirma o coordenador do curso de Ciência da Computação da UNIPAN, Alan Gaviolli. O professor lembra ainda que o curso vem alcançando marcas históricas. Se tornou tradicional na oferta de graduação para a área de Informática e o respeito foi conquistado com muita luta e comprometimento. “Este é um momento de muito orgulho para todo corpo discente e docente. A preocupação nunca foi com a quantidade de alunos, isso veio ao longo do tempo. Estivemos sempre preocupados com a qualidade. E mostramos que fez a diferença”. Em 10 anos, o curso acompanhou as novidades da tecnologia, tornando-se referência na região para a área de sistemas. Com os avanços exigidos pelo mercado de trabalho, passou por reformulações, mantendo-se sem- “Conseguimos ganhar respeito junto às empresas de toda a região. Nossos alunos e egressos sempre conseguem ótimas colocações no mercado de trabalho. As companhias buscam acadêmicos dentro da faculdade”, ressalta Alan. Hoje, além de oferecer o curso de graduação em Ciência da Computação, a UNIPAN se destaca também na Pós-Graduação. São dois cursos nesta modalidade para profissionais da área de informação: Software Livre (Ênfase em Redes de Computadores) e Tecnologia Java. “Conseguimos ganhar respeito junto às empresas de toda a região. Nossos alunos e egressos sempre conseguem ótimas colocações no mercado de trabalho”, afirma Alan Gaviolli pre atualizado e preocupado com a base da ciência. Hoje, a computação está em tudo do nosso dia-a-dia. E o campo de emprego para profissionais de Informática também está em constante expansão. O graduado sai da academia com trabalho garantido. Classificados Vende-se Corsa Super 4p 96, ótimo estado, com manual. Vidros e travas elétricas, limp. e des. traseiro, ar quente, alarme. Valor: R$ 11.500. Kleber. Tel.: 3779-5596. Email: [email protected] Vende-se Palio Weekend 2001 - Ar quente. Valor: R$ 8 mil - transfere dívida. 2º dono, nota fiscal, chave reserva. Marcio. Tel.: 8545-9499. E-mail: barcelosmaia@ bol.com.br Vende-se Gol CL 93 em ótimo estado, rodas de liga leve. 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E-mail: [email protected] Novo espaço de ciência e cultura na Capital Antiga sede da Prefeitura, de 1992 a 2002, e prédio tombado como patrimônio histórico, o Palácio das Indústrias passa a abrigar desde sábado passado o Catavento. Sem querer associar sua imagem a um museu tradicional, o espaço interativo tem a proposta de aguçar a curiosidade de crianças, jovens e, por que não, adultos para com o mundo das ciências. Divididas em quatro espaços principais, com os temas: Universo, Vida, Engenho e Sociedade, as mais de 250 instalações provocam no público reações e sensações das mais diversas. Ao total são oito mil metros quadrados de exposição e se o visitante quiser aproveitar o espaço, ao máximo, deverá dispor de um dia inteiro. O tour tem início no espaço Universo, cuja principal atração é uma maquete realista do Sol (foto5), em que as imperfeições de sua superfície ficam evidentes. Neste bloco da exposição está exposto um fragmento de meteorito vindo da Argentina e uma série de atrações interativas. 2 No setor Vida, grandes aquários de água salgada reproduzem o ambiente natural de corais e peixes. Ao lado, uma instalação com borboletas amazônicas. Mais à frente, um espaço dedicado a Charles Darwin e sua Teoria da Evolução. Na caminhada, na entrada da Sala das Ilusões, se chega ao espaço Engenho, dedicado a experimentos ligados à mecânica, calor e som, entre outros. Uma atração em específico, a instalação “Eletromag- 1 3 Fotos: Divulgação Por Renato Góes netismo” (foto 3)s, deixa os visitantes literalmente de cabelos em pé. Após encarar as belas escadarias do Palácio das Indústrias, se tem acesso ao setor dedicado ao tema Sociedade. História, política, consciência global e ambiental dão o tom do espaço, que mantém o nível do Catavento no quesito interatividade. O amplo espaço “Jogos do Poder” conta com uma tela digital (foto2) em que o visitante “pincela” e aparecem quadros importantes com algum contexto histórico e cultural. No outro lado, quem quiser encarar um rapel (foto 1) pode tocar nas telas de vídeo penduradas no íngreme trajeto. Cada personalidade histórica presente no monitor faz questão de se apresentar ao escalador. Quem não quiser bancar o esportista, basta entrar no túnel logo atrás da parede de alpinismo. No mesmo andar, outros destaques são o espaço de nanotecnologia e o de arte cinética. O projeto é uma parceria das secretarias estaduais de Cultura e Educação. Tanto que está prevista a visita de 15 mil alunos (foto 4) da rede estadual de ensino, 4 Cultura 17 O Catavento, sediado no Palácio das Indústrias, se propõe a ensinar ciência de forma interativa e lúdica uma forma de complemento para alunos e aprimoramento para professores. Apesar do fácil acesso, a região em que o espaço cultural/educacional está instalado é uma das mais degradas do centro velho paulistano. O abandono dos vizinhos Parque Dom Pedro II e edifícios São Vito e Mercúrio é visto de longe. Junto com o Mercado Municipal, que vai bem obrigado, o Catavento é mais uma tentativa de revitalização do local. Outro ponto positivo é a (boa) utilização do Palácio das Indústrias, patrimônio histórico e arquitetônico da cidade de São Paulo. Catavento End.: Palácio das Indústrias – Parque Dom Pedro II Horários: De terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria fecha às 16h) Preços: R$ 6. Meia-entrada para estudantes e idosos Como chegar: Estação de metrô Pedro II e terminal de ônibus Parque Dom Pedro II Estacionamento no local: 220 vagas / R$ 8 5 Entretenimento TV UNIBAN Destaques da semana de 30/03 a 05/04 P2 : Adestramento: O programa mostra a relação amistosa entre cães e cavalos e seus adestradores do Centro de Adestramento da Polícia Militar. CNU/SP: 4ª – 12h e 21h / 5ª – 2h30 e 10h / 6ª – 4h / Sáb. – 0h, 6h30 e 18h / Dom. – 12h SALADA MISTA: Acampamentos Instituições que se preparam para receber crianças e jovens nos períodos de férias. Blitz: A turnê da banda Blitz, um dos maiores sucessos dos anos 80. CNU/SP: 3ª – 4h, 12h e 19h / 5ª – 1h e 8h / 6ª – 19h / Sáb. – 4h e 12h REVISTA UNIBAN: Jornada de Iniciação Científica - Palestra / Atendimentos: Clínica de Fisioterapia / Clínica de Psicologia/ Visita à Unidade Morumbi I / CRU. CNU/SP: 2ª – 12h e 21h / 3ª – 6h/ 4ª – 19h / 5ª – 4h, 16h / 6ª – 12h / Sáb. – 9h. REFERÊNCIAS: Vida Alves Pioneira da televisão brasileira, atriz e apresentadora, Vida Alves conta sua trajetória que, em muitos momentos, se confunde com a história da televisão no Brasil. CNU/ SP: 4ª – 0h30 / 5ª – 22h / Sáb. – 21h / Dom. – 16h São Paulo - canal 11 (NET); São Paulo - canal 71 (TVA); Osasco - canal 20 (NET Osasco); ABC - canal 18 (Net ABC). PROMOÇÃO Quer ganhar “O Livro do Sabe Tudo”? Entre no hotsite da Folha Universitária (www.uniban.br/hotsites/folhauniversitaria), acesse o link Promoção e preencha seus dados corretamente com a resposta da seguinte pergunta: Em sua opinião, quem é o maior sabe tudo da atualidade e por quê? O criador da resposta mais criativa leva o prêmio, e seu nome sai na próxima edição da Folha Universitária. Resultado da promoção A pergunta da semana passada foi a seguinte: Quem foi o criador da história em quadrinhos The Spirit? Acertou quem assinalou a alternativa c) Will Eisner. Os alunos Adão Filho, do campus Osasco (OS), e Elisabete Furquim de Mattos Mergulhão, do campus Maria Cândida (MC). Os pares de ingressos podem ser retirados a partir de quinta-feira nas respectivas secretarias de campus. CRUZADAS 19