Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Título
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Versão
VE1
Autores
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Ficheiro
UCGIC TL 20100712 Relatório NM 2009 VE1
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Índice
1.
Siglas e Abreviaturas ............................................................................................................................... 4
2.
Introdução ................................................................................................................................................ 7
3.
Objectivos e Métodos .............................................................................................................................. 9
3.1.
Indicadores ............................................................................................................................... 11
4.
Sumário Executivo ................................................................................................................................. 13
5.
Reflexões ............................................................................................................................................... 23
6.
Tabelas e Ilustrações............................................................................................................................. 28
7.
8.
6.1.
Tabelas ..................................................................................................................................... 28
6.2.
Gráficos ..................................................................................................................................... 30
Análise da Procura e Oferta para Tratamento Cirúrgico ....................................................................... 32
7.1.
País ........................................................................................................................................... 32
7.2.
Regiões ..................................................................................................................................... 45
7.3.
Grupos Nosológicos.................................................................................................................. 58
7.4.
Grupos de Serviços .................................................................................................................. 66
7.5.
Hospitais com maior casuística operatória (65% da actividade) .............................................. 68
Formulário .............................................................................................................................................. 83
A tabela seguinte descreve os indicadores utilizados no relatório de patologias oncológicas 2009. ........... 83
9.
Glossário ................................................................................................................................................ 88
9.1.
Conceitos .................................................................................................................................. 88
9.2.
Siglas dos Hospitais e Serviços .............................................................................................. 102
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1. Siglas e Abreviaturas
A
ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde, IP
APCA – Associação Portuguesa de Cirurgia de Ambulatório
ARS – Administração Regional de Saúde
C
C. H. – Centro Hospitalar
D
DGS – Direcção Geral da Saúde
E
ERS – Entidade Reguladora da Saúde
H
H. - Hospital
HC – Hospital Convencionado
HD – Hospital de Destino
HO – Hospital de Origem
I
ICD9 – International Classification of Diseases (version 9)
IGIF – Instituto de Gestão Financeira da Saúde
IGS – Inspecção Geral de Saúde
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L
LIC – Lista de Inscritos para Cirurgia
LVT – Lisboa e Vale do Tejo
M
M – Meses
MRA – Modalidade Remuneratória Alternativa (Produção realizada pela equipa cirúrgica fora do
seu horário de trabalho estabelecido)
MRC – Modalidade Remuneratória Convencional (Produção realizada pela equipa cirúrgica
dentro do seu horário de trabalho estabelecido)
N
NC – Não Conformidades
NM – Procedimentos cirúrgicos em oncologia (Neoplasias Malignas) de ressecção
NSNS – Outros subsistemas de saúde fora do SNS
NT – Nota de Transferência
NT/VC – Nota de Transferência/Vale Cirurgia
O
ORL – Otorrinolaringologia
P
P – Prioridade
P1 – Nível de prioridade clínica 1 (normal)
P2 – Nível de prioridade clínica 2 (prioritária)
P3 – Nível de prioridade clínica 3 (muito prioritária)
P4 – Nível de prioridade clínica 4 (urgência diferida)
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S
SIC – Sistema de Informação Central
SIGIC – Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia
SIGLIC – Sistema Informático de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia
SIH – Sistema de Informação Hospitalar
SNS – Serviço Nacional de Saúde
T
TMRG – Tempo Máximo de Resposta Garantido
TE – Tempo de Espera
TC – Tribunal de Contas
U
ULS – Unidade Local Saúde
UCGIC – Unidade Central Gestão Inscritos para Cirurgias
UHGIC – Unidade Hospitalar Gestão Inscritos para Cirurgias
URGIC - Unidade Regional Gestão Inscritos para Cirurgias
V
VC – Vale-Cirurgia
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2. Introdução
O tratamento do cancro faz-se com recurso a um conjunto integrado de procedimentos
médicos, cirúrgicos, psicológicos e de intervenção social. O papel da cirurgia é o mais
significativo determinante da possibilidade de cura para os tumores sólidos. O tempo de resposta
às necessidades da população no tratamento oncológico é da máxima relevância dada a
gravidade e o estigma social associado a estas situações. É neste contexto que se efectuou
mais um estudo dos episódios cirúrgicos, relativo a utentes que estavam propostos para cirurgia
de ressecção por doença oncológica.
O presente relatório foi elaborado com o objectivo de avaliar o acesso e a actividade
cirúrgica em neoplasias malignas no país, efectua-se uma análise mais pormenorizada dos
hospitais públicos que representam 65% da casuística operatória padronizada do país.
Os hospitais identificados de acordo com o critério supra referido e por ordem de volume
de actividade foram:
1. IPO Porto
2. IPO Lisboa
3. C. H. Lisboa Norte
4. H. Univer. de Coimbra
5. H.S. João - Porto
6. IPO Coimbra
7. C.H. Lisboa Central
8. C.H. Porto
9. H. Garcia de Orta - Almada
10. C.H.V. Nova de Gaia/Espinho
11. C.H. Lisboa Ocidental
12. H. Curry Cabral
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O conjunto de mapas de indicadores, agora apresentado, insere-se no projecto de
transparência e proximidade entre os serviços e o cidadão. Decorre directamente dos dados
registados nos sistemas de informação hospitalar que transitam por processos automáticos para
uma base de dados central. Traduzem a actividade normal dos hospitais, quer no que respeita à
consulta e registo de utentes para cirurgia, quer no que respeita ao registo da actividade
cirúrgica. Esta gestão de informação suporta-se nos registos normais da actividade e impôs uma
necessidade de actualidade e rigor da informação que tem vindo a ser progressivamente
melhorada. Em alguns hospitais que estão a reformular os seus sistemas de informação, podemse ainda observar algumas incorrecções na informação disponibilizada, em geral decorrente da
não actualização atempada dos registos. Os indicadores estão agora disponíveis, com uma
periodicidade, para dados agregados, semestral e são publicados, nos portais institucionais. O
objectivo é incrementar a capacidade de organização e controlo nos hospitais, para que estes
possam fornecer às populações, de uma forma clara e transparente, um melhor serviço e
informação, centrados nas necessidades do cidadão.
A avaliação do acesso é efectuada ainda só a partir da inscrição na lista cirúrgica. Estão
em desenvolvimento ferramentas para poder determinar o tempo global de espera desde a
referenciação do utente para o hospital.
Nos relatórios passados relativos à Cirurgia Oncológica incluiu-se o grupo de neoplasias
de comportamento incerto e de natureza não especificada. Estas deveriam representar um valor
residual e a razão da sua inclusão decorria do principio de: na dúvida, tratar em tempo útil como
se de uma neoplasia maligna se tratasse. Não obstante a verificação de um número
inadequadamente elevado de classificações nesta classe obrigou à exclusão destas patologias.
Nas Comparações evolutivas referentes a anos transactos os indicadores foram
recalculados para permitir ter dados comparáveis.
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3. Objectivos e Métodos
Constituem principais objectivos do presente relatório:

Contribuir para uma avaliação da resposta do Serviço Nacional de Saúde à
procura de tratamento cirúrgico em neoplasias malignas, tanto numa
perspectiva global como segmentada;

Permitir a identificação de situações de acesso inadequado, traduzidas por um
desajustamento entre a procura e a oferta de cuidados apropriados, no
tratamento cirúrgico de doença oncológica.
Os dados que constituem a matéria do presente relatório referem-se ao ano de 2009,
tendo a sua extracção sido realizada em 6 de Abril de 2010. São ainda observados dados
referentes a 2007 e 2008 para análises comparativas, extraídos a 23 de Janeiro de 2008 e a 27
de Fevereiro de 2009, respectivamente.
Os dados utilizados neste estudo têm as seguintes características:

População: episódios cirúrgicos
1
correspondentes a processos hospitalares registados
na base de dados SIGLIC, provenientes dos hospitais e referentes a:
Episódios cirúrgicos em LIC com propostas activas para cirurgia programada;
Episódios cirúrgicos referentes a registos de saídas de LIC (episódios referentes a
utentes com cirurgias programadas realizadas e episódios cancelados referentes
a utentes com cirurgias programadas, que não vieram a ser operados, no âmbito
das respectivas propostas);
Episódios cirúrgicos referentes a registos de entradas em LIC para cirurgia
programada;

Na contabilização do tempo de espera (TE) em LIC é excluído o tempo em que o utente,
por motivos pessoais ou clínicos, não pode ser submetido a cirurgia (tempo de
pendência) e o tempo que decorre entre a emissão de uma nota de transferência ou vale
cirurgia e a sua cativação num hospital destino, no caso das transferências. O tempo em
1
Episódios cirúrgicos – conjunto de eventos referentes a utentes propostos para cirurgia programada (incluindo urgências diferidas e
excluindo pequenas cirurgias e quaisquer procedimentos efectuados fora do bloco operatório) desde a admissão no Hospital até à
conclusão do processo após efectivação da cirurgia ou cancelamento da proposta.
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que por motivos administrativos o episódio está suspenso para evitar transferência ou
agendamento (tempo de suspensão) não é excluído. Também é contabilizado o tempo de
espera, no HD, após transferência;

Os dados utilizados provêm em exclusivo dos sistemas de informação dos hospitais,
sendo estes responsáveis pelos mesmos;

Os hospitais foram notificados de que se estavam a efectuar extracções de dados tendolhes sido solicitado que corrigissem eventuais erros nas respectivas LIC e nos registos de
produção;

Foram contactados individualmente os hospitais, nos quais se identificaram eventuais
anomalias de registo, com o intuito de os induzir à sua correcção;

Os dados foram agregados por regiões de saúde, entidades hospitalares, grupos de
serviços, grupos nosológicos;

Foram utilizados métodos de estatística descritiva.
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3.1. Indicadores
Os indicadores do presente relatório referem-se a episódios que se constituem na inscrição
de um utente na lista de inscritos em cirurgia oncológica (LIC NM). Traduzem duas realidades
diferentes, os atributos referentes a utentes inscritos à espera de cirurgia a 31 de Dezembro de
2007, 2008 e 2009 (LIC NM) e os atributos referentes a utentes operados em cirurgia
programada durante o período de 2007, 2008 e 2009 (Operados). Os dados são apresentados
nos seguintes modos de agregação:
País
Regiões
Grupos Nosológicos
Grupos de Serviços
Hospitais com maior casuística
operatória
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São analisados diversos tipos de indicadores, definidos no formulário anexo a este
relatório, dos quais se enumeram os alguns dos mais importantes:
Relativos à Procura
•LIC, Entradas em LIC, Taxa de Crescimento da LIC, Mediana TE da LIC, Expurgo
e Motivos de Expurgo
Relativos à Produção Cirúrgica
•Operados, Média TE dos Operados , % Pendência dos Operados, Média do
Peso Relativo dos Operados, Valor e % dos Operados dentro e fora da região
de residência do utente, % dos Operados sobre a Pop. Residente por 1000 ou
100.000 habitantes, % dos Operados Ambulatório, % dos Operados em MRA ,
% dos Operados em MRC, Operados padrão, % dos Operados em relação à
região, Desvio padrão do TE dos Operados /Média de TE dos Operados
Relativos à adequação do volume de doentes em LIC em
relação à actividade operatória observada no período em
análise
•LIC / Operados por mês, LIC / (Operados +Expurgo ) por mês
Relativos à equidade no acesso ao tratamento cirúrgico
•% da LIC > TMRG, % da LIC intransferível> TMRG, % da LIC não transferida por
falta de oferta > TMRG, % dos Operados > TMRG
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4. Sumário Executivo
O número de utentes inscritos em cirurgia (LIC) a 31 de Dezembro de 2009 era de 164.751
episódios. Destes, no grupo de utentes inscritos para cirurgia oncológica de recessão (NM)
contabilizavam-se 3.109, o que corresponde a 1,9% da totalidade de utentes inscritos. Em 2009,
o número de entradas em LIC NM é de 41.545 (7,4%), num universo de 560.695 entradas em
LIC. Das 8.968 cirurgias, por semana, efectuadas no país, 711 são relativas a episódios NM. Em
2009, 24,2% das cirurgias NM foram efectuadas em Ambulatório. A produção em hospitais
públicos, remunerada por episódio, representa 8,6%, para este grupo de utentes.
O número de utentes em LIC NM diminuiu 12,8% em 2009 relativamente a 2008, apesar
do crescimento nas inscrições ter aumentado em 4%. Isto foi conseguido à custa de um
crescimento da actividade (4,9% aumento de saídas no mesmo período).
A idade média dos utentes em LIC NM é de 66 anos, sendo 56,1% do sexo masculino. Nos
utentes do grupo NM cerca de 55,6% pertencem ao SNS e os restantes a subsistemas diversos.
Nos últimos 3 anos observa-se uma diminuição continuada quer da mediana do tempo de
espera (TE) em LIC NM, quer da média do tempo de espera que os utentes operados em 2009
permaneceram em LIC.
Tabela 1: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde
2007 até 2009
Indicadores
Entradas em LIC NM
Operados NM H. Públicos
Média Peso Relativo H. Públicos
Expurgo NM (H. Públicos)
Operados NM H. Convencionados
Média Peso Relativo H. Convencionados
% NC Agendamento NM/ Operados NM
2007
36.503
32.491
1,68
3.775
36
1,42
0,5%
2008
39.965
35.940
1,60
3.647
140
1,33
15,9%
2009
41.545
37.248
1,41
3.994
432
1,22
10,1%
∆ Homóloga
2008/2009 (%)
4,0%
3,6%
-11,9%
9,5%
208,6%
-8,3%
-36,4%
Dos utentes inscritos saídos da LIC 9,6% são expurgo (saídas sem cirurgia). Destes, 32%
deve-se a erros administrativos, 21% a perda de indicação cirúrgica, 20% por desistência e 17%
foram operados em cirurgia urgente ou fora do sector público.
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Tabela 2: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009
Indicadores
Indicadores da LIC
LIC NM
Mediana TE da LIC NM em dias
% LIC NM > TMRG / LIC NM
% LIC NM > 2×TMRG
% LIC NM intransferível > TMRG /LIC NM > TMRG
% LIC NM não transferida por falta de oferta >
TMRG / LIC NM> TMRG
Indicadores dos Operados
Média TE dos Operados NM em dias
Tempo Médio de Pendência dos Op. NM em dias
Mediana Operados NM em dias
Coeficiente de Variação Operados NM
% Operados NM > TMRG
% Operados NM P1
% Operados NM P2
% Operados NM P3
% Operados NM P4
2007
2008
2009
∆ homóloga
2008/2009 (%)
3.493
40
47,0%
23,9%
7,4%
3.567
35
37,5%
17,5%
12,8%
3.109
27
19,9%
7,6%
17,5%
-12,8%
-22,9%
-47,0%
-56,9%
36,8%
13,5%
19,0%
9,5%
-49,7%
30,16
0,21
17
1,44
25,3%
30,8%
45,6%
20,6%
3,1%
29,64
0,16
18
1,33
24,4%
29,2%
49,9%
17,5%
3,3%
26,01
0,53
18
1,25
18,6%
26,9%
52,9%
17,3%
3,0%
-12,2%
224,2%
0,0%
-5,6%
-23,9%
-8,1%
5,9%
-1,5%
-10,1%
No quadro anterior, que ilustra a evolução entre 2007 e 2009, sobressai: a diminuição da
mediana do TE da LIC NM; a percentagem de casos que ultrapassam o tempo ajustado à
prioridade (TMRG) que reduziu para quase metade; o número de utentes colocados como
intransferíveis aumentou.
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As Regiões
Numa leitura regional, podemos observar que todas as regiões aumentaram a actividade
cirúrgica, no entanto este crescimento é particularmente significativo na região do Algarve com
um crescimento de 25,1%. A região do Alentejo e a região Centro são as mais dependentes das
outras regiões para o tratamento dos seus residentes, com 22,4% e 17%, respectivamente, de
utentes operados fora da região.
Tabela 3: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população
residente no país em NM e TP no ano 2009
Indicadores
População Residente
Operados TP
Operados NM
Operados TP / 1000
habitantes
(Pop. Residente)
Operados NM / 1000
habitantes
(Pop. Residente)
∆ homóloga Operados
NM/1000 Habitantes (%)
Alentejo
Algarve
Centro
LVT
Norte
País
507.481
19.970
1.039
430.084
18.445
1.509
1.788.295 3.664.010 3.745.439 10.627.250
97.637 162.655 176.586
475.293
7.360
15.004
12.768
37.680
39,4
42,9
54,6
44,4
47,1
44,7
2,0
3,5
4,1
4,1
3,4
3,5
9,9%
25,1%
5,0%
2,8%
3,6%
4,4%
A região Centro e a região LVT são as que apresentam uma casuística operatória NM
maior por 1000 habitantes residentes (4,1). No extremo oposto encontra-se o Alentejo (2,0) com
cerca de metade de cirurgias por 1000 habitantes.
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Os Grupos Nosológicos
Tabela 4: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e Operados em NM no ano 2009
Grupo Nosológico
Neoplasias malignas da pele
Cancro da mama
Cancro do Cólon e recto
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM
Cancro da cabeça e pescoço
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Esófago ou estômago por NM
Outros cancros da região torácica
Cancro da próstata
Outro na Região pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos
genitais femininos ou Região abdominal por NM
Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM
Neoplasias malignas não enquadráveis em outros
agrupamentos
Mediana do TE
da LIC NM (dias)
Operados
NM
736
339
298
639
338
124
96
75
279
28
17
17
31
27
20
21
16
35
7.853
5.119
5.024
4.705
4.411
2.506
1.743
1.653
1.527
106
32
1.371
43
22
884
36
23
884
LIC NM
As neoplasias malignas da pele, o Cancro da mama, Cancro do Cólon e recto, Rim ou
ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM e Cancro da cabeça e pescoço são as que pela ordem
apresentada correspondem à maior actividade cirúrgica. O Cancro da próstata, Outro na Região
pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos genitais femininos ou Região abdominal por NM e Rim
ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM são as que apresentam maior mediana de TE em LIC.
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Os Grupos de Serviço
Tabela 5: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM no ano 2009,
excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50
episódios
Grupo de Serviço
Cirurgia Geral
Cirurgia Plástica /
Dermatologia
Urologia
Ginecologia/ Obstetrícia
Cirurgia Cabeça e Pescoço
(inclui ORL, Estomatologia)
Cirurgia Cardiotóracica
Neurocirurgia
Outros
Oftalmologia
Ortopedia
Cirurgia Pediátrica
Total
LIC NM
Mediana de % LIC NM >
TE da LIC
TMRG / LIC
NM (dias)
NM
Operados
NM
Média de TE
% Operados
dos Operados
NM > TMRG
NM (dias)
939
21
13,2%
15.463
21,5
13,2%
693
27
19,9%
7.095
25,2
15,1%
981
196
32
17
25,6%
16,3%
6.785
3.806
40,0
24,5
33,7%
15,6%
219
28
25,6%
2.763
28,4
32,0%
40
12
17
8
3
1
3.109
16
3
22
52
217
48
27
15,0%
8,3%
29,4%
37,5%
66,7%
0,0%
19,9%
750
519
182
138
96
78
37.680
16,8
6,0
28,7
21,4
6,4
8,9
26,01
8,0%
3,5%
6,6%
13,0%
4,2%
3,8%
18,6%
Os 5 grupos de especialidade com maior expressão na casuística operatória NM global
são a Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica / Dermatologia, Urologia, Ginecologia/ Obstetrícia e
Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia). A Ortopedia e a Oftalmologia são os
grupos de serviços com maior TE na LIC NM. Reportando ao TE dos operados, a Urologia é o
grupo de serviço onde se observa maior tempo de espera. Importa ainda referir que na maioria
dos grupos de serviços, mais de 15% dos utentes em LIC NM ultrapassaram o TMRG.
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Dispersão dos serviços em função dos
Operados NM e %Operados NM > TMRG em
2009
1800
HCC - URO
1600
1400
Operados NM
1200
HSA - DER
1000
800
HSJ - URO
IPOCROL - ORL
600
HUC - CIR 2
IPOCROC - CCP
HUC - DERMA
HUC - URO
IPOCROL - DER
IPOCROL - URO
400
200
IPOCROC - PELE
IPOCROC - DERMA
IPOCROL - CG
IPOCROL - GIN
IPOCROP - URO
IPOCROP - ORL
0
0%
20%
40%
60%
80%
100%
%Operados NM >TMRG
Ilustração 1: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009
Existem 248 serviços que operam menos de 50 casos NM por ano.
Existem 172 serviços que ultrapassam o TMRG em mais de 10% dos casos operados NM.
Há 95 serviços que operam mais de 50 episódios NM ano e que ultrapassam o TMRG em
menos de 10%.
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Ano 2009
Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião
Padrão no Ano de 2009
90
87
80
Nº de Serviços
70
62
60
50
40
34
31
31
30
25
20
10
7
0
1-5
6 - 10
11 - 20
21 - 30
31 - 40
41 - 50
>50
Nº de Cirurgias Padrão NM por Cirurgião Padrão /Ano
Ilustração 2: País – Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião Padrão no Ano de 2009
Pode observar-se que em 87 serviços cada cirurgião padrão fez no ano de 2009 entre 1 a
5 cirurgias padrão NM. Apenas em 34 serviços cada cirurgião padrão fez mais de 50 cirurgias
padrão NM no ano de 2009. Existem 224 serviços em que não houve cirurgias padrão NM.
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Os Hospitais
Dos 57 hospitais do SNS, 56 apresentam actividade cirúrgica programada neoplásica
maligna. Destes, 12 hospitais realizaram 65% da casuística operatória em NM, tal como se
observa nas tabelas seguintes. A primeira sintetiza os indicadores oncológicos dos três IPO do
país e na segunda apresentam-se os restantes 9.
Tabela 6: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009
IPO Coimbra
Saídas NM
Entradas NM
LIC NM
Mediana TE da LIC NM em dias
%LIC NM> TMRG/LIC NM
Operados NM padrão
Total Operados
2.279
2.267
248
21
10,1%
2.789
2.113
∆ homóloga
2008/2009
(%)
-2,2%
8,0%
54,0%
5,0%
-99,5%
-13,8%
-0,1%
Média TE dos Operados NM em dias
29,76
Indicadores
% Operados NM> TMRG/ Operados
NM
Coeficiente de Variação dos
Operados NM
% Operados NM P1
% Operados NM P2
% Operados NM P3
% Operados NM P4
% Expurgo/Saídas
% NC Agendamento/ Operados NM
IPO Lisboa
IPO Porto
4.599
4.468
406
28
17,7%
5.765
3.895
∆ homóloga
2008/2009
(%)
10,8%
5,1%
-20,5%
-24,3%
-99,6%
-7,5%
4,3%
-26,8%
36,62
18,6%
-31,3%
0,74
10,6%
78,0%
9,4%
1,9%
6,8%
3,3%
Ano
2009
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
5.028
5.366
451
32
15,7%
6.311
4.413
∆ homóloga
2008/2009
(%)
3,9%
12,6%
15,9%
-3,0%
-99,5%
-9,3%
4,7%
-6,1%
27,94
-31,3%
38,9%
-7,1%
17,8%
-59,7%
-32,9%
0,86
-8,1%
0,81
1,6%
-45,0%
13,1%
-5,6%
14,0%
-20,0%
-68,9%
16,8%
68,5%
14,2%
0,5%
15,1%
10,0%
-25,8%
12,4%
-9,9%
-22,6%
52,5%
-55,4%
25,8%
71,4%
2,7%
0,1%
9,0%
0,0%
9,3%
4,2%
-65,6%
-28,3%
-25,6%
-100%
Ano
2009
Ano
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Ano 2009
Tabela 7: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos 9 hospitais com 65% da
actividade cirúrgica oncológica em 2009
Hospital
C. H. Lisboa Norte
C.H. Lisboa Central
C.H. Lisboa Ocidental
C.H. Porto
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
H. Curry Cabral
H. Garcia de Orta –
Almada
H. S. João – Porto
H. Univer. de Coimbra
LIC NM
Mediana
TE da LIC
NM em
dias
Média TE
Operados
dos
NM
Operados
padrão
NM em
dias
%
Operados
%
% NC
NM>
Expurgo/ Agendamento
TMRG/
Saídas
/Operados
Operados
NM
11,5%
9,1%
25,9%
16,2%
8,0%
5,9%
7,9%
6,0%
22,2%
16,6%
8,4%
13,0%
159
115
31
124
29
24
16
35
3.422
1.976
1.356
1.896
22,7
26,0
18,4
27,1
62
27
1.486
23,3
11,4%
9,0%
5,4%
90
22
1.208
29,6
13,6%
10,2%
15,3%
106
28
1.514
17,5
9,0%
10,2%
15,6%
125
152
14
21
2.899
3.353
24,3
22,9
16,2%
21,3%
7,8%
7,9%
4,2%
10,0%
O Centro Hospitalar Lisboa Norte, os Hospitais da Universidade de Coimbra e H. S. João –
Porto são as instituições com maior casuística operatória em oncologia maligna. O IPO de
Lisboa e o IPO de Coimbra são os que apresentam maiores TE dos utentes operados e destes,
o IPO de Lisboa apresenta um maior volume relativo de utentes em LIC NM que no entanto tem
vindo a diminuir. No que respeita à mediana de TE em LIC, o C.H. Hospitalar do Porto e o IPO
Porto são os que apresentam piores resultados com 35 e 32 dias, respectivamente.
No que concerne ainda a percentagem de episódios com cirurgia realizada que
ultrapassaram o TMRG, por ventura o indicador mais relevante no que se refere à adequação do
acesso, os H. Univer. Coimbra e o IPO de Lisboa são os que apresentam piores resultados com
21,3% e 38,9% respectivamente nos casos que ultrapassaram o TMRG.
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400
Relação entre a actividade cirúrgica e a Percentagem de
Operados NM com TE > TMRG nos hospitais com 65%
casuística em 2009
IPO Lisboa: 1,06
Nº episódios operados NM por mês
350
IPO Porto: 1,08
300
250
150
100
50
IPO Coimbra: 1,31
C.H.Lisboa
Norte: 0,95
200
H. Univer. Coimbra:
0,82
H.S. João -Porto:
0,85
C.H. Porto: 0,97
H. Garcia de
Orta: 0,69
C.H. Lisboa
C.H. Lisboa
Ocidental:0,35
Central:0,93
H. Curry
C.H.V. Nova
Cabral:
0,97
Gaia/Espinho: 0,79
0
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
40%
45%
% Operados NM com TE >TMRG
Volume da esfera: LIC NM / (Operados NM+Expurgo NM ) por mês
Cor da esfera: Tx crescimento da LIC NM
Ilustração 3: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e a percentagem de Operados
NM com TE>TMRG nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009
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5. Reflexões
O tratamento do cancro faz-se com recurso a um conjunto integrado de procedimentos,
médicos, cirúrgicos, psicológicos e de intervenção social. O papel da cirurgia é o mais
significativo, determinante da possibilidade de cura para os tumores sólidos. Diversas entidades
entre as quais o Parlamento manifestam grande preocupação relativa à abordagem no SNS
desta Patologia. Uma das questões críticas na abordagem deste problema prende-se com a
necessidade de competências específicas para o tratamento das situações mais diferenciadas.
Estas competências, para terem qualidade garantida, obrigam a um esforço importante de
capacitação material e técnica das instituições e a uma casuística operatória suficiente para
garantir eficácia e eficiência nos tratamentos. As situações referidas condicionam a capacidade
de mobilidade dos utentes entre instituições.
O conhecimento sobre a evolução da procura e oferta ao nível das estruturas de gestão
em vários hospitais, apesar da publicação mensal de indicadores, é ainda diminuto, o que
dificulta a compreensão das dificuldades existentes e consequentemente a sua resolução. A
rede oficial de referenciação em cirurgia oncológica não tem aplicação prática e a orientação da
produção decorre em grande medida das políticas dos serviços orientadas de acordo com a
vocação dos seus elementos. Assim, importa, a par de melhorar os sistemas de medida e de
relatório, promover na administração central e nas administrações hospitalares uma gestão
sustentada em informação qualificada, orientada para o Acesso, para a Eficiência e para a
Eficácia dos tratamentos prestados.
Na interacção que existiu ao longo da recolha dos dados podemos constatar que em vários
hospitais, o rigor, a actualidade e a utilidade da informação registada embora tenham melhorado
não é ainda o desejado. O hábito de analisar indicadores de produção com o detalhe agora
exigido é, em muitos hospitais, diminuto, e tem evoluído lentamente, razão pela qual, o número
significativo de casos não são tomadas medidas correctivas. Não obstante, em termos gerais,
muitos hospitais reagiram positivamente às solicitações efectuadas, tendo-se observado nestes,
uma melhoria na qualidade dos dados. Este processo é, de acordo com a nossa experiência,
tanto mais eficaz quanto mais personalizado e regular for o acompanhamento, desde que resulte
da percepção, por parte do hospital, da necessidade de apoio e que este seja explicitamente
requerido pelos Conselhos de Administração. A observação contínua dos dados e a interacção
com os hospitais através da sua confrontação com os indicadores apurados são dos
determinantes mais importantes na melhoria contínua da qualidade processual. Este processo
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de acompanhamento que acreditamos promover a eficiência exige alocação de recursos e
motivação adequados dos intervenientes.
A patologia oncológica tem a particularidade de modificar o prognóstico de sobrevida dos
doentes em função da sua extensão, à data do primeiro tratamento. Sendo o processo da
doença a multiplicação celular que tende à desorganização e défice de controlo em função de
uma linha de tempo, resulta que o tempo de espera pelo tratamento se traduz na modificação do
prognóstico. Se em determinadas neoplasias o processo é galopante e a evidência da afirmação
anterior é facilmente demonstrada, noutras os tempos de aquiescência e a evolução lenta dos
processos biológicos tornam difícil estabelecer a curva do prognóstico em função do tempo. No
entanto, mesmo nestas, existe na linha temporal, um ponto em que a doença de local se torna
sistémica e em que a probabilidade de sobrevivência decai significativamente. Outro aspecto
prende-se com a extensão das sequelas terapêuticas em função da extensão da doença. Como
observamos, esta correlaciona-se com o tempo de evolução e as sequelas podem variar entre
uma pequena cicatriz e uma desfuncionalidade importante como deixar de poder mastigar, falar,
urinar, andar o que pode tornar o doente dependente, até para as mais elementares tarefas. Por
fim, referindo-nos ainda à linha de tempo, uma situação menos dramática mas não desprezível,
prende-se com o estigma da doença e a relação psicológica que o doente e sociedade
envolvente estabelecem com o processo de cura. Quanto mais tempo estiver o doente exposto
ao conhecimento da doença e à expectativa de tratamento, maior a ansiedade e o sofrimento.
Acresce a esta situação que durante o tempo que o utente espera pelo tratamento,
frequentemente, encontra-se inabilitado para o trabalho e a consumir outros recursos do SNS
(medicamentos, consultas, meios complementares de diagnóstico, etc.) Parece pois, pelo
exposto, que é de toda a conveniência que estes doentes beneficiem de um tratamento célere. A
portaria nº 1529/2008 de 26 de Dezembro, que regulamenta os tempos máximos de espera
garantidos (TMRG), determina que para doentes oncológicos, o tempo máximo de espera é de 2
meses para os tumores mais indulgentes, de 45 dias para a generalidade das situações, de 15
dias para as neoplasias mais agressivas e 72h para as situações que cursem com risco de vida
eminente. Resulta da observação dos dados, que em muitos serviços mais de metade dos
utentes ultrapassam os tempos de espera recomendados o que constitui uma situação
eminentemente deletéria do interesse público. Será inevitável esta conduta? Observando os
dados, verificamos que as situações de neoplasia maligna representam na LIC apenas cerca de
1,9% e, nos utentes operados cerca de 7,9%. Observando o comportamento dos hospitais,
constata-nos que foram operados em 2009, 302.673 utentes não prioritários em tempo inferior
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ao TMRG com patologia não oncológica, destes, 38.758 foram operados em menos de 7 dias.
Dos casos de neoplasias malignas operados, cerca de 7 mil foram-no após os tempos
estabelecidos pelos próprios hospitais que os inscreveram. Parece pois que o sistema no seu
todo comportaria os recursos necessários à resolução atempada destes casos. Observados
estes aspectos ao nível de cada serviço encontram-se por vezes estrangulamentos que, na
maioria dos casos, nos parece que seriam passíveis de resolução com uma regulação adequada
da LIC. Um aspecto particular prende-se com os IPO. Estas instituições vocacionadas para o
tratamento oncológico, reúnem ¼ da casuística operatória do país e em alguns grupos
nosológicos como os relacionados com a cirurgia de cabeça e pescoço concentram quase
metade da actividade. Os IPO são as instituições que globalmente apresentam maiores
dificuldades em gerir atempadamente a procura. Nestas instituições, em que a maioria dos
casos é prioritária, as situações complexas e a exigência técnica elevada teriam de ter uma
organização orientada para a celeridade processual e efectividade técnica, conduzida por
colaboradores dedicados em tempo completo de forma a garantir resultados apropriados.
Noutra vertente da análise da doença oncológica importa referir que a patologia oncológica
tem a particularidade de ter uma expressão local, regional e sistémica. Apresenta-se como uma
doença crónica que após período de carência clínica mais ou menos prolongada culmina com
uma evolução exponencial que tende a afectar múltiplos órgãos e sistemas. A parca expressão
sintomática, a par da pequena expressão volumétrica nas fases iniciais da doença é outro
aspecto que irá condicionar as atitudes diagnósticas e terapêuticas.
Estas características determinam que o necessário instrumental terapêutico e diagnóstico
seja extenso, complexo e articulado. Assim, a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia
completadas com suporte nutricional, psicológico e de cuidados continuados, são peças
obrigatórias que têm de funcionar em conjunto. Também os meios complementares de
diagnóstico têm de ser sofisticados, não podendo uma instituição que trata doentes com cancro
dispensar tomografia axial computorizada, ressonância magnética, endoscopia digestiva,
endoscopia respiratória, laboratórios de anatomia patológica e de patologia clínica, gamagrafia e,
actualmente e cada vez mais, o recurso a tomografia por emissão de positrões. Mas, centrandonos só na cirurgia, que não só é o tema em análise, como também é o instrumento terapêutico
mais relevante no combate das formas iniciais de tumores sólidos, importa relembrar que, pela
necessidade da aniquilação de todo o tecido doente, e pela forma como a doença se propaga,
envolvendo múltiplos órgãos, a perícia técnica e a multidisciplinaridade são particularmente
necessárias e pertinentes. Tendo em conta a raridade relativa da casuística operatória no todo
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de intervenções sem uma concentração intencional dos casos oncológicos, não é possível obter
a experiência exigível ao correcto tratamento desta doença. Se tivermos em conta que o impacto
do primeiro tratamento cirúrgico é um dos factores prognósticos mais importantes em muitas
formas de cancro, podemos compreender a importância de garantir um tratamento de excelência
na primeira abordagem.
Vejamos então se estas considerações têm na análise dos dados, o reflexo desejado.
Efectivamente, 12 dos 56 hospitais públicos concentram 65% da casuística operatória sendo
28% das intervenções efectuadas em instituições concebidas especialmente para o tratamento
desta doença, isto é os três IPO. Os outros nove hospitais são também grandes unidades
dotadas de todas as valências necessárias ao tratamento do cancro. No entanto, encontramos
47 hospitais por onde se dispersam os restantes doentes, muitos deles com poucos recursos
tecnológicos e com muito pouca experiência no tratamento do cancro. Só num hospital é que
não encontramos qualquer produção oncológica. Parece-nos pois que o panorama seria mais
favorável se 75% da casuística se distribuísse por apenas 10 hospitais (3 na Região Norte, 3 na
Região Centro, 3 na Região LVT e 1 no Alentejo / Algarve), em vez dos actuais 17 e a restante
casuística (25% da casuística) se distribuísse por outros 10 hospitais, em vez dos actuais 38.
Poder-se-iam assim conseguir mais facilmente economias de escala, experiência dos
prestadores e comodidade e segurança para os utentes. Note-se também que um utente
intervencionado num hospital sem tomografia axial computorizada, endoscopia, radioterapia ou
oncologia médica, fica sujeito a ter de circular entre diversas instituições para completar o seu
programa terapêutico com as dificuldades, riscos e custos que lhe estão associados e que, se
nesse processo algo correr mal, provavelmente acabará por ser transferido para um hospital
habilitado com a totalidade das valências e com as competências necessárias para concluir o
processo terapêutico.
No contexto do exposto importa reforçar a importância de uma consciencialização do papel
de cada organismo no tratamento do cancro e controlar a resposta nas áreas a que estão
acometidas, função de um plano global. Nesta vertente, tendo em conta os desempenhos
observados e a exclusividade de funções em várias áreas, o papel dos IPO deve de ser aferido.
É necessário verificar as suas capacitações técnicas e competências, dotá-los dos meios que se
vierem a demonstrar necessários, instruí-los numa lógica organizacional orientada para a
integração da prestação dos cuidados de saúde centrada nas necessidades do utente, clarificar
que os objectivos institucionais primários devem corresponder às necessidades de acesso do
cidadão em particular nas áreas em que as alternativas efectivas são escassas ou inexistentes.
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Ano 2009
O tratamento do cancro é uma vocação de muitos, a quem se reconhece dádivas
generosas de tempo e dedicação, muitas vezes com sacrifícios pessoais que em larga medida
ultrapassam o que é exigível e que têm permitido um apoio reconhecido por parte dos Utentes.
No entanto a modernidade exige que, para além desta prestação benévola, exista um sistema de
controlo preciso que garanta o acesso em todas as suas dimensões:

Equidade – significando tratamento igual para igual necessidade;

Qualidade – na óptica do utente, da sociedade e dos profissionais;

Oportunidade – prestação atempada no nível de cuidados e locais apropriados;

Transparência - qualidade que caracteriza o resultado do processo de comunicação
em que os interlocutores adquirem os conhecimentos necessários para agirem de
acordo com os seus melhores interesses;

Flexibilidade – capacidade de adaptação ao contexto;

Eficácia – os melhores resultados observáveis num contexto específico (conceito
teórico);

Efectividade – os melhores resultados possíveis no contexto específico;

Eficiência – os melhores resultados ao mais baixo custo.
Só neste contexto podem os cidadãos anuir em participar numa viagem difícil e muitas
vezes arriscada, enunciada no seu plano de cuidados, com a segurança de que as medidas
possíveis foram tomadas para minimizar o risco e maximizar os resultados desejados. É nas
situações como esta, do tratamento oncológico, em que a vida do cidadão depende directamente
das acções tomadas, que os valores Humanistas do SNS se devem afirmar inequivocamente.
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6. Tabelas e Ilustrações
6.1. Tabelas
Tabela 1: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até
2009.................................................................................................................................................................. 13
Tabela 2: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 ............................................. 14
Tabela 3: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país em
NM e TP no ano 2009....................................................................................................................................... 15
Tabela 4: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e Operados em NM no ano 2009 .................................. 16
Tabela 5: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM no ano 2009, excluindo a
especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios .................. 17
Tabela 6: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 ................................................ 20
Tabela 7: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos 9 hospitais com 65% da actividade cirúrgica
oncológica em 2009.......................................................................................................................................... 21
Tabela 8: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até
2009.................................................................................................................................................................. 37
Tabela 9: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 ............................................. 44
Tabela 10: Regiões – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas por região em NM no ano 2009 ....................... 45
Tabela 11: Regiões – Relação entre os episódios operados em cada região e os operados tendo em conta a
região de residência dos utentes em NM no ano 2009 .................................................................................... 45
Tabela 12: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país
em NM e TP no ano 2009................................................................................................................................. 46
Tabela 13: Grupo Nosológico – Indicadores sobre os episódios operados NM em relação à população
residente no país por 100.000 habitantes, no ano 2009 ................................................................................... 47
Tabela 14: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do
Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ........................................................... 51
Tabela 15: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro
na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ......................................................................... 51
Tabela 16: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na
sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 .............................................................................. 52
Tabela 17: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte
na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ......................................................................... 53
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Tabela 18: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do
Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ................................................ 55
Tabela 19: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do
Algarve na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ................................................ 55
Tabela 20: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro
na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ............................................................. 56
Tabela 21: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na
sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 .................................................................. 56
Tabela 22: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte
na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ............................................................. 57
Tabela 23: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e dos Operados NM em 2009 ...................................... 64
Tabela 24: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, no ano 2009, excluindo a
especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios .................. 66
Tabela 25: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, por hospital público da Região Norte .... 68
Tabela 26: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região Centro ... 69
Tabela 27: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região LVT ....... 70
Tabela 28: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do
Alentejo............................................................................................................................................................. 70
Tabela 29: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do Algarve71
Tabela 30: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM sobre os serviços dos hospitais com 65%
da casuística oncológica em 2009 .................................................................................................................... 79
Tabela 31: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 .............................................. 81
Tabela 32: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos restantes 9 hospitais com 65% da actividade
cirúrgica oncológica em 2009 ........................................................................................................................... 82
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6.2. Gráficos
Ilustração 1: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009...................... 18
Ilustração 2: País – Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião Padrão no Ano de 2009 ........................... 19
Ilustração 3: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e a percentagem de Operados NM com
TE>TMRG nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ............................................. 22
Ilustração 4: País – Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM e Restantes Patologias desde 2007 até
2009.................................................................................................................................................................. 32
Ilustração 5: País – Evolução da taxa de crescimento da LIC NM no País desde 2007 até 2009.................... 33
Ilustração 6: País – Distribuição da LIC NM por classes etárias em 2009........................................................ 33
Ilustração 7: País – Distribuição dos Operados NM por classes etárias em 2009 ............................................ 34
Ilustração 8: País – Evolução dos Operados em NM desde 2007 até 2009 ..................................................... 35
Ilustração 9: País – Evolução da LIC e dos Operados em NM por semana em 2009 ...................................... 35
Ilustração 10: País – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas em NM por SNS e Não SNS em 2009 .............. 36
Ilustração 11: País – Evolução da Mediana de TE da LIC NM e Média de TE dos Operados NM desde 2007
até 2009............................................................................................................................................................ 37
Ilustração 12: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por
Classes Etárias no País em 2009 ..................................................................................................................... 38
Ilustração 13: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por
Classes de Peso Relativo no País em 2009 .................................................................................................... 39
Ilustração 14: País – Evolução dos Operados NM em MRC e MRA nos hospitais públicos e dos Operados
NM nos hospitais convencionados desde 2007 até 2009 ................................................................................. 40
Ilustração 15: País – Evolução % dos Operados> TMRG desde 2007 até 2009 ............................................. 41
Ilustração 16: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento do Total de Operados desde 2007 até
2009.................................................................................................................................................................. 41
Ilustração 17: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento dos Operados em Internamento desde
2007 até 2009................................................................................................................................................... 42
Ilustração 18: País – Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados desde 2007 até 2009......................... 42
Ilustração 19: País – Indicadores sobre o Expurgo NM por grupos de motivos em 2009 ................................ 43
Ilustração 20: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009 ................... 49
Ilustração 21: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE da LIC NM por Região em
2009.................................................................................................................................................................. 50
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Ilustração 22: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE dos Operados NM por
Região em 2009 ............................................................................................................................................... 54
Ilustração 23: Grupos Nosológicos – Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 ........ 59
Ilustração 24: Grupos Nosológicos – Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo Nosológico em
desde 2007 até 2009 ........................................................................................................................................ 60
Ilustração 25: Grupos Nosológicos – Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico desde 2007 até
2009.................................................................................................................................................................. 61
Ilustração 26: Grupos Nosológicos – Evolução da Média de TE dos Operados NM por Grupo Nosológico em
desde 2007 até 2009 ........................................................................................................................................ 62
Ilustração 27: Grupos de Serviço – Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em NM no ano 2009 para os
Grupos de Serviço com LIC > 100 episódios ................................................................................................... 67
Ilustração 28: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC em NM nos hospitais
com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ..................................................................................... 72
Ilustração 29: Hospitais – Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e da LIC NM nos hospitais com
65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ............................................................................................. 73
Ilustração 30: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade cirúrgica
oncológica excepto os IPO desde 2007 até 2009 ............................................................................................ 74
Ilustração 31: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos IPO’s desde 2007 até 2009......................... 75
Ilustração 32: Hospitais – Mediana de TE da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade
cirúrgica oncológica em 2007/2008/2009 ......................................................................................................... 76
Ilustração 33: Hospitais – Dispersão da LIC NM e Mediana de TE da LIC NM por Serviço nos hospitais com
65% da casuística oncológica em 2009............................................................................................................ 77
Ilustração 34: Hospitais – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM >TMRG por Serviço nos
hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 ..................................................................................... 78
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Ano 2009
7. Análise da Procura e Oferta para Tratamento Cirúrgico
7.1. País
O número de utentes em LIC a 31 de Dezembro de 2009 era de 164.751. Destes, no grupo
NM, contabilizavam-se 3.109, o que corresponde a 1,9% da totalidade de utentes inscritos. Em
2009, o número de entradas em LIC NM é de 41.545 (7,4%) do total de entradas, num universo
de 560.695 entradas em LIC. Em relação às saídas (doentes operados mais episódios
expurgados), em 2009 observaram-se 41.674 saídas NM, correspondendo a (7,3%) do total de
saídas.
Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM no País
entre 2007 e 2009
Restantes Patologias
Neoplasias Malignas
600.000
7,4%
500.000
7,6%
6,9%
Entradas Entradas Entradas
2007
2008
2009
Saídas
2007
7,3%
7,2%
7,3%
Nº Episódios
400.000
300.000
200.000
1,8%
2,0%
1,9%
LIC
2008
LIC
2009
100.000
0
LIC
2007
Saídas
2008
Saídas
2009
Ilustração 4: País – Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM e Restantes Patologias desde
2007 até 2009
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Ano 2009
Evolução do Crescimento da LIC NM no País entre
2007 e 2009
2007
1,0%
0,0%
-1,0%
-2,0%
-3,0%
-4,0%
-5,0%
-6,0%
-7,0%
2008
2009
0,6%
0,6%
-0,3%
-2,2%
-5,7%
-6,3%
Taxa de crescimento da LIC NM
Taxa de crescimento da LIC TP
Ilustração 5: País – Evolução da taxa de crescimento da LIC NM no País desde 2007 até 2009
Pode concluir-se da observação do gráfico acima, que o número de utentes em LIC NM
diminuiu em 2009, não obstante o crescimento do nº de entradas de 4%, em 2009. Isto deve-se
a um crescimento igualmente significativo na resposta dos serviços (saídas) (4,9%).
A idade média dos utentes em LIC NM é de 66 anos, sendo 56,1% do sexo masculino.
Distribuição da LIC NM por Classes Etárias no País
em 2009
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Homens
Mulheres
Ilustração 6: País – Distribuição da LIC NM por classes etárias em 2009
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Ano 2009
A maioria dos utentes em LIC situa-se dentro das faixas etárias dos 60 aos 80 anos, sendo
que até à faixa dos 50 anos, há uma prevalência do sexo feminino, sendo que esta tendência
inverte-se a partir deste ponto até aos 80 anos.
A idade média dos operados NM é de 65, sendo 48,1% homens.
Distribuição dos Operados NM por Classes Etárias
no País em 2009
35%
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Homens
Mulheres
Ilustração 7: País – Distribuição dos Operados NM por classes etárias em 2009
A maioria dos utentes operados NM situa-se nas faixas etárias dos 60 aos 80 anos, sendo
que até à faixa dos 60, há uma prevalência do sexo feminino, sendo que esta tendência invertese a partir deste ponto até aos 90 anos.
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Ano 2009
Evolução mensal da Produção Cirúrgica
Oncológica de 01/01/2007 até 31/12/2009
4.500
Período de Férias de Verão
Período de Férias de Verão
4.000
Período de Férias de Verão
3.500
3.000
Carnaval
Carnaval
Páscoa
Páscoa
Natal
2.500 Carnaval Páscoa
Natal
Natal
2.000
1.500
1.000
500
0
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12
2007
2009
2008
Operados NM
Potencial (Operados NM)
Ilustração 8: País – Evolução dos Operados em NM desde 2007 até 2009
Das 8.968 cirurgias, por semana, efectuadas no país, 711 são relativas a episódios NM.
Evolução Semanal da LIC, Entradas e Operados em
NM no País em 2009
LIC NM
Entradas NM
Operados NM
4.000
1.200
Nº episódios NM
1.000
3.500
800
3.000
600
400
2.500
200
2.000
0
01
14
1º trimestre
27
2º trimestre
40
3º trimestre
53
Semanas
4º trimestre
Ilustração 9: País – Evolução da LIC e dos Operados em NM por semana em 2009
A distribuição da actividade cirúrgica ao longo do ano não é homogénea, podendo-se
observar entalhes profundos, relativos aos períodos tradicionais de férias ou de feriados. A curva
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Ano 2009
da LIC NM mostra uma discreta tendência a diminuir, particularmente visível no segundo
trimestre de 2009.
São objecto do presente estudo, todos os utilizadores dos hospitais públicos,
independentemente do responsável financeiro.
Distribuição das NM por Entidade Financeira
Responsável no País - 2009
% Episódios
% SNS
100%
90%
80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
% Não SNS
44,4%
44,4%
44,2%
55,6%
55,6%
55,8%
LIC
Entradas
Saídas
Ilustração 10: País – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas em NM por SNS e Não SNS em
2009
Nos utentes do grupo NM, cerca de 56% pertencem ao SNS. Os restantes pertencem a
outros subsistemas.
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Ano 2009
Os episódios em LIC NM apresentam um tempo mediano de espera cerca de 27 dias.
Evolução do TE da LIC e dos Operados em NM
no País
2007
45
2008
2009
TE em dias
40
35
30
40,0
35,0
25
30,2
27,0
29,6
26,0
20
Mediana TE da LIC NM
Média TE dos Operados NM
Ilustração 11: País – Evolução da Mediana de TE da LIC NM e Média de TE dos Operados NM
desde 2007 até 2009
Um dos aspectos mais interessantes é a aproximação entre os TE observados na LIC e os
TE na actividade cirúrgica em NM, nestes últimos 3 anos, relevando uma preocupação crescente
com a equidade no acesso. Num sistema ideal a Mediana do TE da LIC é inferior à Média do TE
dos Operados.
Tabela 8: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde
2007 até 2009
Indicadores
Entradas em LIC NM
Operados NM H. Públicos
Média Peso Relativo H. Públicos
Operados NM H. Convencionados
Média Peso Relativo H. Convencionados
Expurgo NM (H. Públicos)
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
2007
36.503
32.491
1,68
36
1,42
3.775
2008
39.965
35.940
1,6
140
1,33
3.647
2009
41.545
37.248
1,41
432
1,22
3.994
∆ homóloga
2008/2009 (%)
4,0%
3,6%
-11,9%
208,6%
-8,3%
9,5%
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Ano 2009
Média do TE dos Operados NM em dias por
Classes Etárias no País em 2009
Média do TE dos Operados NM em dias
30
25
20
15
10
0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90
≤10
≤20
≤30
≤40
≤50
≤60
≤70
≤80
≤90
Classes Etárias
Média TE dos Operados NM em dias
Ilustração 12: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das
Prioridades por Classes Etárias no País em 2009
2
2
A média do TE de cada classe é ajustada à distribuição dos diversos níveis de prioridade em função do observado no País.
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Média do TE dos Operados NM por Classes de
Peso Relativo no País em 2009
Média do TE dos Operados NM em dias
35
30
3.612
8.233
4.399
10.261
25
2.258
7.985
20
15
0< peso
0,4< peso
0,8< peso
1,2< peso
1,6< peso
peso relativo
relativo ≤ 0,4
relativo ≤0,8
relativo ≤1,2
relativo ≤1,6
relativo ≤2,0
>2,0
Classes de Peso Relativo
Volume da esfera: Operados
Ilustração 13: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das
Prioridades por Classes de Peso Relativo no País em 2009
3
3
A média do TE de cada classe é ajustada à distribuição dos diversos níveis de prioridade em função do observado no País
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Ano 2009
No gráfico seguinte, podemos observar a evolução da produção cirúrgica programada,
realizada, quer pelos hospitais públicos, quer pelas entidades convencionadas.
Evolução da actividade cirúrgica em NM nos
hospitais públicos entre 2007 e 2009
35.000
Nº episódios operados
30.000
34.062
33.223
30.738
25.000
20.000
15.000
10.000
5.000
1.753
0
432
140
2007
MRC
3.186
2.717
36
2008
MRA
2009
Operados em Convencionados
Ilustração 14: País – Evolução dos Operados NM em MRC e MRA nos hospitais públicos e
dos Operados NM nos hospitais convencionados desde 2007 até 2009
A cirurgia NM é residual nos Hospitais Convencionados e apesar de ter crescido a
modalidade MRA nos hospitais públicos mantêm-se inferior a 10% da totalidade da produção.
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Ano 2009
Evolução da % dos Operados > TMRG entre 2007
e 2009
%Operados > TMRG
30%
25%
20%
15%
10%
5%
0%
2007
2008
NM
2009
TP
Ilustração 15: País – Evolução % dos Operados> TMRG desde 2007 até 2009
Evolução do Tempo Médio de Internamento do
Total de Operado entre 2007 e 2009
Dias de Internamento
8,0
7,0
6,0
5,0
4,0
3,0
2007
2008
Operados NM
2009
Operados TP
Ilustração 16: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento do Total de Operados desde
2007 até 2009
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Ano 2009
Evolução do Tempo Médio de Internamento dos
Operados em Internamento entre 2007 e 2009
Dias de Internamento
10,0
9,0
8,0
7,0
6,0
5,0
4,0
3,0
2007
2008
Operados Internamento NM
2009
Operados Internamento TP
Ilustração 17: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento dos Operados em
Internamento desde 2007 até 2009
Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados
entre 2007 e 2009
Média do Peso Relativo
1,8
1,6
1,4
1,2
1,0
0,8
2007
2008
Operados NM
2009
Operados TP
Ilustração 18: País – Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados desde 2007 até 2009
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Ano 2009
O expurgo da LIC NM de 3.994 episódios, em 2009 (9,6% do total de saídas NM),
corresponde aos utentes que, tendo estado inscritos, não vieram a ser operados no âmbito da
cirurgia que tinham programada.
Motivos de Expurgo da LIC NM no País em 2009
234
6%
Expurgo : 3.994 episódios
% Expurgo/Saídas: 9,6%
169
4%
1.295
32%
679
17%
793
20%
Erro processual
Perda de indicação cirúrgica
Desistência
824
21%
Operado fora do SIGIC
Óbito
VC/NT expirado
Ilustração 19: País – Indicadores sobre o Expurgo NM por grupos de motivos em 2009
O motivo principal (32% dos casos) deve-se a erro processual4, totalizando 3,1% das
saídas NM. O segundo motivo mais frequente é a perda de indicação cirúrgica, que corresponde
a 2% do total de saídas NM. Em 2009, ocorreram 234 óbitos de utentes inscritos para cirurgia
NM.
4
Por exemplo, greve, incapacidade do hospital em manter a proposta, enganos médicos, duplicação de registos, erros
administrativos genéricos do hospital, falta de validação clínica, entre outros.
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Ano 2009
Tabela 9: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009
Indicadores
Indicadores da LIC
LIC NM
Mediana TE da LIC NM em dias
% LIC NM > TMRG / LIC NM
% LIC NM > TMRG intransferível/LIC NM > TMRG
% LIC NM > TMRG não transferida por falta de
oferta / LIC NM> TMRG
% LIC NM > 2×TMRG
Indicadores dos Operados
Média TE dos Operados NM em dias
Tempo Médio de Pendência
Mediana Operados NM
Coeficiente de Variação Operados NM
Coeficiente de Pearson Operados NM
% Operados NM > TMRG
% Operados NM P1
% Operados NM P2
% Operados NM P3
% Operados NM P4
2007
2008
2009
∆ homóloga
2008/2009 (%)
3.493
40
47,0%
7,4%
3.567
35
37,5%
12,8%
3.109
27
19,9%
17,5%
-12,8%
-22,9%
-47,0%
36,8%
13,5%
19,0%
9,5%
-49,7%
23,9%
17,5%
7,6%
-56,9%
30,16
0,21
17
1,44
0,02
25,3%
30,8%
45,6%
20,6%
3,1%
29,64
0,16
18
1,33
0,02
24,4%
29,2%
49,9%
17,5%
3,3%
26,01
0,53
18
1,25
0,02
18,6%
26,9%
52,9%
17,3%
3,0%
-12,2%
224,2%
0,0%
-5,6%
0,2%
-23,9%
-8,1%
5,9%
-1,5%
-10,1%
No quadro anterior, que ilustra a evolução entre 2007 e 2009, sobressai: a diminuição da
mediana do TE da LIC; a percentagem de casos em LIC que ultrapassam o TMRG que também
reduziu para quase metade.
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7.2. Regiões
Na distribuição da LIC, as regiões que apresentam maior peso de utentes a aguardar por
cirurgia em NM são a região LVT com 36,8% dos 3.109 episódios (1.145 episódios), seguindo-se
a região do Norte com 35% (1.089 episódios). A região do Centro reúne 24,6% (765 episódios)
da LIC nacional, o Alentejo 3% (94 episódios) e o Algarve 0,5% (16 episódios).
Tabela 10: Regiões – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas por região em NM no ano 2009
Região
Alentejo
Algarve
Centro
LVT
Norte
País
LIC
NM
94
16
765
1.145
1.089
3.109
Entradas
NM
∆ homóloga
2008/2009 Operados
Entradas
NM
NM (%)
1.172
1.570
7.924
16.559
14.320
41.545
6,8%
21,4%
7,0%
1,2%
3,7%
4,0%
∆ homóloga
2008/2009
Operados
NM (%)
1.039
1.509
7.360
15.004
12.768
37.680
% Operados
NM
Ambulatório
/ Operados
NM
%
Operados
NM MRA /
Operados
NM
9,5%
44,2%
25,8%
26,3%
19,6%
21,10%
9,9%
4,2%
6,6%
10,8%
10,5%
7,9%
9,9%
25,1%
5,0%
2,8%
3,6%
4,4%
% Op.
NM >
TMRG
12,8%
11,5%
21,7%
19,4%
17,1%
18,6%
Expurgo
NM
84
94
605
1.785
1.426
3.994
A relação entre a residência dos utentes operados e a região onde os mesmos são
tratados, estabelece a auto-suficiência de cada região para o tratamento cirúrgico oncológico.
Tabela 11: Regiões – Relação entre os episódios operados em cada região e os operados
tendo em conta a região de residência dos utentes em NM no ano 2009
Região onde foram operados Alentejo
Região de residência
Alentejo
906
Algarve
0
Centro
0
LVT
133
Norte
0
Regiões Autónomas
0
Total Operados NM
Centro
LVT
Norte
Total
5
1.499
0
4
0
1
20
14
7.003
257
53
13
235
97
353
14.284
13
22
1
2
1.079
5
11.673
8
1.167
1.612
8.435
14.683
11.739
44
1.039
1.509
7.360
15.004
12.768
37.680
261
113
1.432
399
66
-
22,4%
7,0%
17,0%
2,7%
0,6%
-
Operados NM fora da região
de residência
% Operados NM fora da
região de residência
Algarve
A região com mais utentes oncológicos a recorrerem a outras é a região do Alentejo, sendo
a menos dependente, a do Norte.
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Ano 2009
Quando se comparam regiões de saúde é importante ter em conta a população residente
que servem. Na tabela seguinte, são apresentados alguns indicadores tendo em conta a
população residente por região.
Tabela 12: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população
residente no país em NM e TP no ano 2009
Indicadores
População Residente5
Operados TP nos Hospitais da
Região de:
Operados NM nos Hospitais da
Região de:
Operados TP / 1000 habitantes
(Pop. Residente)
Operados NM / 1000 habitantes
(Pop. Residente)
∆ homóloga Operados NM/1000
Habitantes (%)
Alentejo
507.481
Algarve
Centro
LVT
Norte
430.084 1.788.295 3.664.010 3.745.439
País
10.627.250
19.970
18.445
97.637
162.655
176.586
475.293
1.039
1.509
7.360
15.004
12.768
37.680
39,4
42,9
54,6
44,4
47,1
44,7
2,0
3,5
4,1
4,1
3,4
3,5
9,9%
25,1%
5,0%
2,8%
3,6%
4,4%
As regiões do Centro e de LVT são as que operam mais utentes NM por 1000 habitantes
residentes (4,1) e no extremo oposto encontra-se o Alentejo, com metade do número de
cirurgias NM por 1000 habitantes (2,0).
5
A distribuição da população residente distribuída pelas diferentes regiões apresenta uma diferença significativa
relativamente aos dados apresentados no relatório de 2008 pois a distribuição da população pelas diferentes regiões tinha sido mal
elaborada. Por consequência alguns valores desta tabela foram influenciados com esta alteração.
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Ano 2009
Para ser possível a percepção da distribuição da actividade cirúrgica pelas várias
patologias, os dados foram agrupadas de acordo com as regiões.
Tabela 13: Grupo Nosológico – Indicadores sobre os episódios operados NM em relação à
população residente no país por 100.000 habitantes, no ano 2009
Grupo Nosológico
Neoplasias malignas da pele
Pele e Tecido celular subcutâneo da
cabeça e pescoço por NM excepto
Melanoma
Pele e tec. Cel. Subcutâneo por NM
Melanoma
Cancro da mama
Mama por NM
Cancro do Cólon e recto
Cólon por NM
Recto e ânus por NM
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por
NM
Bexiga ou Uretra por NM
Rim ou ureteres por NM
Cancro da cabeça e pescoço
Tiróide por NM
Outros em cabeça e pescoço por NM
Cavidade Oral (inclui Lábio e Glândulas
Salivares) por NM
Faringe, Laringe e Traqueia por NM
Gânglios da Cabeça e Pescoço por NM
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Útero por NM
Ovário e anexos por NM
Esófago ou estômago por NM
Esófago ou estômago por NM
Outros cancros da região torácica
Gânglios da Região Torácica e Axilar em
NM
Pulmão, Pleura, Brônquio por NM
Outros na região torácica por NM
Cancro da próstata
Próstata por NM
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Alentejo Algarve Centro
14,8
122,5
93,7
LVT
88,9
Norte
61,9
País
73,9
4,7
66,3
61,9
53,8
37,7
45,2
9,7
0,4
41,6
41,6
44,3
25,6
18,7
38,1
18,1
56,5
56,5
42,1
24,2
17,9
23,2
8,6
55,5
55,5
54,6
32,8
21,8
23,9
11,2
53,2
53,2
54,0
33,7
20,3
16,5
7,7
46,0
46,0
44,3
27,1
17,2
20,0
8,8
48,2
48,2
47,3
28,9
18,4
40,0
45,3
45,4
50,3
44,1
44,3
31,7
8,3
11,0
1,6
5,9
44,2
1,2
29,5
1,9
21,9
34,8
10,5
48,3
11,4
16,3
40,8
9,5
46,0
8,7
12,4
35,4
8,8
44,8
18,2
5,5
35,7
8,6
41,5
11,5
10,1
2,8
5,1
8,9
11,4
6,8
8,2
0,4
0,4
13,0
11,2
1,8
14,6
14,6
3,3
0,5
0,2
12,3
11,4
0,9
13,0
13,0
7,2
4,8
6,9
24,2
21,6
2,6
17,3
17,3
18,7
8,2
5,2
30,6
28,7
1,9
15,6
15,6
22,2
8,1
6,3
22,2
21,1
1,1
19,5
19,5
12,2
6,5
5,2
23,6
22,0
1,6
16,4
16,4
15,6
3,15
7,2
6,6
10,2
6,6
7,4
0,20
0,0
13,0
13,0
0,0
0,0
7,2
7,2
11,1
1,0
16,8
16,8
11,0
1,0
16,0
16,0
5,0
0,5
14,5
14,5
7,4
0,7
14,4
14,4
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Ano 2009
Grupo Nosológico
Alentejo Algarve Centro
Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. Ou
7,1
10,0
22,1
fem. ou Reg. Abd. por NM
Outros nos Genitais masculinos por NM
5,3
5,8
12,1
Outros na Reg. abdominal por NM
1,6
0,9
3,4
Outros na Reg. pélvica por NM
0,0
1,9
3,8
Outros nos Órgãos genitais femininos
0,2
1,4
2,9
por NM
LVT
Norte
País
12,9
11,3
12,9
4,5
3,8
2,2
3,7
3,6
2,1
5,4
3,2
2,2
2,5
1,9
2,1
Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou
vias biliares por NM
1,6
3,5
9,0
10,9
8,1
8,3
Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar
ou vias biliares por NM
1,6
3,5
9,0
10,9
8,1
8,3
Neoplasias malignas não enquadráveis
em outros agrupamentos
0,4
1,6
5,9
8,7
12,0
8,3
Outros em Órgãos intracraneanos por
NM
0,0
0,5
1,6
5,6
7,7
4,9
0,4
0,9
4,1
2,8
3,6
3,0
0,0
0,2
0,2
0,2
0,7
0,4
Outros não enquadráveis em outros
agrupamentos por NM
Outros na Coluna vertebral por NM
As regiões da mama, pele, cólon e recto e rim ou ureteres ou bexiga ou uretra são as mais
intervencionadas em casos de neoplasias malignas. A região do Alentejo tem um número de
intervenções por NM muito abaixo das outras regiões em várias áreas, sendo particularmente
notório, pele e cabeça e pescoço. No Algarve, as intervenções na pele são as que ocorrem em
maior frequência comparativamente ao país.
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Ano 2009
Dispersão dos serviços em função dos
Operados NM e %Operados NM > TMRG em
2009
1800
HCC - URO
1600
1400
Operados NM
1200
HSA - DER
1000
800
HSJ - URO
IPOCROL - ORL
600
HUC - CIR 2
IPOCROC - CCP
HUC - DERMA
HUC - URO
IPOCROL - DER
IPOCROL - URO
400
200
IPOCROC - PELE
IPOCROC - DERMA
IPOCROL - CG
IPOCROL - GIN
IPOCROP - URO
IPOCROP - ORL
0
0%
20%
40%
60%
80%
100%
%Operados NM >TMRG
Ilustração 20: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009
Existem 248 serviços que operam menos de 50 casos NM por ano.
Existem 172 serviços que ultrapassam o TMRG em mais de 10% dos casos operados NM.
Há 95 serviços que operam mais de 50 episódios NM ano e que ultrapassam o TMRG em
menos de 10%.
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Mediana do TE da LIC NM em dias
500,00
UHEM - ORT
UHMJD - UPC
400,00
HSMB - ORL
CHEDV - OFTAL
300,00
HNSAS - CIRG
ULSM - GINTMR
HUC - ORTO ONC
200,00
ULSM - OTRL
ULSNA - Gin
HNSR - URO
IPOCROC - GINAMB
ULSNA - Cirgp
UHG - HGOFT
100,00
HGO - GIN
ULSM - UROPGE
HSMB - CPR
HBLO - URO
HUC - CPR
UHSJCD - UROHDE
UHSA - CMF
0,00
Alentejo
Algarve
Centro
LVT
Norte
ARS
Ilustração 21: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE da LIC NM
por Região em 2009
A identificação de “outliers” é fundamental para compreender desvios que podem
corresponder a dificuldades de registo ou problemas concretos na resolução cirúrgica de utentes
inscritos. Todos eles serão alvo de análise circunstancial nas tabelas seguintes, por região.
É de notar que o número de Outliers de 2008 para 2009 reduziu-se de 33 para 20.
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Ano 2009
Tabela 14: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009
LIC
NM
% LIC >
TMRG
Mediana do
%
Operados
TE da LIC
Operados
NM
NM (dias)
> TMRG
Média TE
dos
Operados
NM (dias)
Entidade Hospitalar
Sigla HospitalServiço
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA - Cirgp6
4
100,0%
139
106
5,7%
13,13
ULSNA - Gin7
1
100,0%
176
15
33,3%
29,27
Tabela 15: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009
Entidade Hospitalar
C.H. Coimbra
H. Univer. de Coimbra
IPO Coimbra
ULS Guarda
Sigla HospitalServiço
LIC
NM
UHG - HGOFT8
HUC - CPR9
HUC - ORTO ONC10
IPOCROC - GINAMB11
HNSAS - CIRG12
1
4
1
1
1
% LIC >
TMRG
Mediana do
%
Operados
TE da LIC
Operados
NM
NM (dias)
> TMRG
100,0%
75,0%
100,0%
100,0%
100,0%
99,0
91,5
217,0
120,0
260,0
6
À data de 17/06/2010, estão 10 episódios em LIC com mediada do TE de 34,5 dias.
7
À data de 17/06/2010, está um episódio em LIC com mediana do TE de 35 dias.
8
À data de 17/06/2010, está um episódio em LIC com TE de 21 dias.
9
À data de 17/06/2010, têm um episódio em LIC com 51 dias de espera.
9
18
34
103
37
10
À data de 17/06/2010, têm um episódio em LIC, um agendado e outro com NT/VC emitido.
11
À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC.
12
À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC.
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33,3%
22,2%
0,0%
11,7%
5,4%
Média TE
dos
Operados
NM (dias)
60,1
54,0
3,7
31,2
6,9
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Ano 2009
Tabela 16: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009
Entidade Hospitalar
Sigla HospitalServiço
LIC
NM
% LIC >
TMRG
C. H. Barreiro Montijo
C.H. Lisboa Central
HNSR - URO13
UHSJCD - UROHDE14
1 100,0%
1 100,0%
148,0
71,0
C.H. Lisboa Ocidental
UHEM - ORT15
1 100,0%
475,0
2 100,0%
7 71,4%
73,5
98,0
16
C.H. Oeste Norte
HBLO - URO
H. Garcia de Orta - Almada HGO - GIN17
123
Média TE
dos
Operados
NM (dias)
51,2%
38,1
313
11,8%
Mediana do
%
Operados
TE da LIC
Operados
NM
NM (dias)
> TMRG
14,4
13
À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC.
14
À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC.
15
À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC.
16
À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito, e outro com NT/VC emitido, a mediana do TE é de 22 dias.
17
À data de 17/06/2010, estão 3 episódios agendados, 6 inscritos e 2 com NT/VC emitidos. A mediana do TE é de 26 dias.
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Ano 2009
Tabela 17: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009
Entidade Hospitalar
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C.H. Porto
H. S. Marcos - Braga
ULS Matosinhos
Sigla HospitalServiço
LIC
NM
% LIC >
TMRG
Mediana
do TE da
LIC NM
(dias)
%
Operados
Operados>
NM
TMRG
Média TE
dos
Operados
NM (dias)
CHEDV - OFTAL18
1
100,0%
331,0
1
100,0%
126,0
UHMJD - UPC19
UHSA - CMF20
HSMB - CPR21
HSMB - ORL22
ULSM - GINTMR23
ULSM - OTRL24
ULSM - UROPGE25
1
1
3
2
1
1
1
100,0%
100,0%
66,7%
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
362,0
73,0
84,0
361,5
237,0
232,0
85,0
1
18
6
24
15
32
3
0,0%
0,0%
0,0%
12,5%
40,0%
37,5%
33,3%
44,0
3,0
14,2
15,3
52,9
10,1
57,7
É na região do Centro e na região Norte que se observam as maiores dispersões de
serviços na LIC NM.
Os tempos de espera dos episódios operados, nos vários serviços cirúrgicos, variam
menos que os TE da LIC.
18
À data de 17/06/2010, este serviço não tem LIC NM.
19
À data de 17/06/2010, este serviço encontra-se inactivo.
20
À data de 17/06/2010, estão 2 episódios inscritos com mediana do TE de 22 dias.
21
À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito e 2 agendados.
22
À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito.
23
À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC.
24
À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC.
25
À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC.
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350,00
Média do TE dos Operados em dias
ULSM - UROHBP
300,00
250,00
UHG - BBGINOUT
200,00
150,00
HDP - GIN AMB
CHEDV - OFTAL
HNSR - URO-AMB UHVRPR - DER
UHMBB - GINENDP
HSJ - CIR/VBIL
ULSG - LAPAROS
100,00
HLA - URO
UHPORT - GINOBST
UHG - EST
50,00
HSA - GIN
0,00
Alentejo
Algarve
Centro
LVT
Norte
ARS
Ilustração 22: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE dos
Operados NM por Região em 2009
Do ano de 2008 para 2009 observa-se uma diminuição do número de outliers de 21 para
13, genericamente todas as regiões diminuíram a dispersão da média dos operados nos
diversos Serviços.
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Tabela 18: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009
Entidade Hospitalar
H. Litoral Alent. Sant. Cacém
Sigla HospitalServiço
LIC NM
HLA - URO26
% LIC >
TMRG
23
Mediana do
%
Média TE dos
Operados
TE da LIC NM
Operados Operados NM
NM
(dias)
> TMRG
(dias)
30,4%
31,0
68
54,4%
57,1
Tabela 19: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Algarve na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009
Entidade Hospitalar
Sigla HospitalServiço
LIC NM
C.H. Barlav. Algarvio UHPORT - GINOBST27
Portimão
2
% LIC >
TMRG
50,0%
Média TE
Mediana do
%
Operados
dos
TE da LIC
Operados
NM
Operados
NM (dias)
> TMRG
NM (dias)
108,5
18
26
À data de 17/06/2010, estão 13 episódios agendados, 12 inscritos e 2 episódios com NT/VC emitidos.
27
À data de 17/06/2010, estão 7 episódios inscritos com uma mediana do TE de 36 dias.
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38,9%
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54,4
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Ano 2009
Tabela 20: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009
Entidade Hospitalar
Sigla HospitalServiço
LIC NM
% LIC >
TMRG
Mediana
do TE da
LIC NM
(dias)
UHG - BBGINOUT28
C.H. Coimbra
1
100,0%
232,0
UHG - EST
1
100,0%
77,0
UHMBB - GINENDP30
2
100,0%
98,0
31
4
50,0%
71,2
29
H. St. André - Leiria
Média TE
%
Operados
dos
Operados
NM
Operados
> TMRG
NM (dias)
HSA - GIN
32
H.D. Pombal
HDP - GIN AMB
1
100,0%
133,0
ULS Guarda
ULSG - LAPAROS33
1
100,0%
85,0
Tabela 21: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009
Entidade Hospitalar
Sigla HospitalServiço
LIC NM
% LIC >
TMRG
C. H. Barreiro Montijo HNSR - URO-AMB34
28
À data de 17/06/2010, não existem episódios NM em LIC.
29
À data de 17/06/2010, não existem episódios NM em LIC.
30
À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito e outro agendado.
31
À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito.
32
À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC.
33
À data de 17/06/2010, o serviço está inactivo.
34
À data de 17/06/2010, não tem episódio em LIC.
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Mediana
do TE da
LIC NM
(dias)
Média TE
%
Operados
dos
Operados
NM
Operados
> TMRG
NM (dias)
1
100,0%
111,0
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Tabela 22: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da
região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009
Sigla HospitalServiço
LIC NM
C. H. Entre o Douro e
Vouga
CHEDV - OFTAL35
1
100,0%
331,0
1
100,0%
126,0
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
UHVRPR - DER36
9
11,1%
28,0
140
36,4%
105,4
H. S. João - Porto
HSJ - CIR/VBIL37
1
100,0%
84,0
ULS Matosinhos
ULSM - UROHBP38
2
100,0%
302,5
Entidade Hospitalar
% LIC >
TMRG
Média TE
Mediana do
%
dos
Operados
TE da LIC
Operados Operados
NM
NM (dias)
> TMRG
NM
(dias)
35
À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC.
36
À data de 17/06/2010, 3 episódios estão agendados e 10 inscritos, sendo a mediana do TE de 15 dias
37
À data de 17/06/2010, este serviço não tem episódios em LIC.
38
À data de 17/06/2010, este serviço não tem episódios em LIC.
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Ano 2009
7.3. Grupos Nosológicos
Os grupos nosológicos agrupam os episódios de acordo com a patologia e procedimentos
cirúrgicos, tendo em conta as grandes regiões anatómicas e patologias/procedimentos mais
frequentes, estabelecendo desta forma um conjunto abrangente e compreensível para leitores
não especializados (ver glossário).
O gráfico seguinte apresenta a evolução da LIC NM, em função dos tempos máximos de
reposta garantidos dos utentes por grupo nosológico, que estão definidos por níveis de
prioridade na Portaria nº 1529/2008 de 26 de Dezembro.
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Ano 2009
Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009
LIC<TME
LIC>TME
2007
NM da pele - 2008
2009
2007
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM - 2008
2009
2007
Cancro da mama - 2008
2009
2007
Cancro da cabeça e pescoço - 2008
2009
2007
Cancro do Cólon e recto - 2008
2009
2007
Cancro da próstata - 2008
2009
2007
Carcinoma do útero (corpo e cervix) - 2008
2009
2007
Outros na Reg. pélvica ou ou Órgãos Genit. Mas. ou Fem. ou Reg. …
2009
Esófago ou estômago por NM - 2007
Esófago ou estômago por NM - 2008
2009
2007
Outros cancros da região torácica - 2008
2009
2007
Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM - 2008
2009
2007
NM não enquadráveis em outros agrupamentos - 2008
2009
0
200
400
600
800
1000
Nº episódios em LIC NM
Ilustração 23: Grupos Nosológicos – Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007
até 2009
Na maioria dos casos de cirurgia NM a par de uma diminuição do total de utentes em LIC,
a percentagem de casos que ultrapassam o TMRG previsto tem diminuído, correspondendo em
todas as patologias NM a menos de 35%.
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Ano 2009
Nos diversos grupos nosológicos, a mediana do tempo de espera da LIC NM varia entre 16
e 35 dias, em 2009.
Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo
Nosológico
2007
2008
2009
67
Cancro da próstata
49
35
40
42
Outros na Região pélvica ou Genit. Masc. ou fem. ou Região
abd.por NM
32
42
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM
36
31
45
NM da pele
40
28
45
Cancro da cabeça e pescoço
41
27
49
NM não enquadráveis em outros agrupamentos
40
23
40
37
Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM
22
27
Esófago ou estômago por NM
20
21
40
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
35
20
27
Cancro do Cólon e recto
21
17
28
27
Cancro da mama
17
36
Outros cancros da região torácica
29
16
0
10
20
30
40
50
60
70
Mediana de TE da LIC NM em dias
Ilustração 24: Grupos Nosológicos – Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo
Nosológico em desde 2007 até 2009
O grupo das neoplasias malignas da próstata, seguido de outros na região pélvica ou
genitais masculinos ou órgãos genitais femininos ou região abdominal, são aqueles que
apresentam maiores tempos de espera. Os grupos nosológicos com menor espera são os do
cólon e recto, mama e outros na região torácica, próximos dos 15 dias de mediana de TE.
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Ano 2009
A observação dos valores dos operados NM em 2009 mostra um crescimento da
actividade cirúrgica em quase todas as patologias.
Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico desde 2007
até 2009
Operados < TME
Operados > TME
2007
NM da pele - 2008
2009
2007
Cancro da mama - 2008
2009
2007
Cancro do Cólon e recto - 2008
2009
2007
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM - 2008
2009
2007
Cancro da cabeça e pescoço - 2008
2009
2007
Carcinoma do útero (corpo e cervix) - 2008
2009
2007
Esófago ou estômago por NM - 2008
2009
2007
Outros cancros da região torácica - 2008
2009
2007
Cancro da próstata - 2008
2009
2007
Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. ou fem. ou Reg. Abd. por NM…
2009
2007
NM não enquadráveis em outros agrupamentos - 2008
2009
0
2.000
4.000
6.000
8.000
10.000
Nº episódios operados NM
Ilustração 25: Grupos Nosológicos – Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico
desde 2007 até 2009
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Nos diversos grupos nosológicos a média do tempo de espera dos Operados NM varia
entre 10 e 51 dias.
Evolução da Média de TE dos Operados NM por
Grupo Nosológico
2007
2008
2009
65
65
Cancro da próstata
51
41
41
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM
37
36
Cancro da cabeça e pescoço
39
33
37
Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. ou fem. ou Reg. Abd. por NM
34
28
32
30
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
27
29
29
Cancro da mama
25
32
NM da pele
28
24
18
19
19
Outros cancros da região torácica
17
18
17
Cancro do Cólon e recto
14
15
14
Esófago ou estômago por NM
15
17
13
Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM
16
15
NM não enquadráveis em outros agrupamentos
10
0
10
20
30
40
50
60
70
Média do TE dos Operados NM em dias
Ilustração 26: Grupos Nosológicos – Evolução da Média de TE dos Operados NM por Grupo
Nosológico em desde 2007 até 2009
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Ano 2009
Os doentes operados a próstata são os que têm maior média do TE. No pólo oposto os
doentes de esófago ou estômago e fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares são os
que aguardam menos tempo pela cirurgia.
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Ano 2009
Nos diversos grupos nosológicos oncológicos, vários hospitais executam menos de 10
intervenções cirúrgicas por ano, sendo que para algumas patologias é possível encontrar 20
hospitais, nestas circunstâncias.
Tabela 23: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e dos Operados NM em 2009
Grupo Nosológico
NM da pele
Pele e Tecido celular subcutâneo
da cabeça e pescoço por NM excepto
Melanoma
Pele e tec. Cel. Subcutâneo por NM
Melanoma
Cancro da mama
Mama por NM
Cancro do Cólon e recto
Cólon por NM
Recto e ânus por NM
Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra
por NM
Bexiga ou Uretra por NM
Rim ou ureteres por NM
Cancro da cabeça e pescoço
Tiróide por NM
Outros em cabeça e pescoço por
NM
Cavidade Oral (inclui Lábio e
Glândulas Salivares) por NM
Faringe, Laringe e Traqueia por NM
Gânglios da Cabeça e Pescoço por
NM
Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Útero por NM
Ovário e anexos por NM
Esófago ou estômago por NM
Esófago ou estômago por NM
Outros cancros da região torácica
Gânglios da Região Torácica e Axilar
em NM
Pulmão, Pleura, Brônquio por NM
Outros na região torácica por NM
736
Nº Hospitais Nº Hospitais
% Operados
Nº
c/ <10
c/ <20
NM face o
Hospitais
cirurgias/ano cirurgias/ano
total NM
7.853
12
16
50
20,8%
491
4.800
14
16
46
12,7%
186
59
339
339
298
166
132
2.123
930
5.119
5.119
5.024
3.072
1.952
15
15
4
4
3
3
3
22
19
9
9
3
5
13
46
30
47
47
49
49
48
5,6%
2,5%
13,6%
13,6%
13,3%
8,2%
5,2%
639
4.705
5
5
43
12,5%
489
150
338
87
3.793
912
4.411
1.221
4
14
13
18
6
24
20
27
42
39
49
43
10,1%
2,4%
11,7%
3,2%
82
1.076
21
28
40
2,9%
86
869
21
28
36
2,3%
45
693
12
16
25
1,8%
38
552
22
28
34
1,5%
124
118
6
96
96
75
2.506
2.334
172
1.743
1.743
1.653
10
10
31
2
2
19
18
18
36
14
14
24
47
46
36
47
47
38
6,7%
6,2%
0,5%
4,6%
4,6%
4,4%
30
789
20
29
38
2,1%
43
2
789
75
2
5
2
8
12
9
2,1%
0,2%
LIC NM
Operados
NM
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Ano 2009
279
279
Nº Hospitais Nº Hospitais
% Operados
Nº
c/ <10
c/ <20
NM face o
Hospitais
cirurgias/ano cirurgias/ano
total NM
1.527
8
13
39
4,1%
1.527
8
13
39
4,1%
106
1.371
18
25
46
3,6%
61
572
19
32
39
1,5%
28
343
27
34
38
0,9%
10
235
22
25
28
0,6%
7
221
21
22
25
0,6%
Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar
ou vias biliares por NM
43
884
21
31
40
2,3%
Fígado ou pâncreas ou vesícula
biliar ou vias biliares por NM
43
884
21
31
40
2,3%
36
884
22
23
35
2,3%
17
526
5
7
16
1,4%
17
320
24
26
32
0,8%
2
38
13
13
13
0,1%
Grupo Nosológico
Cancro da próstata
Próstata por NM
Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc.s
ou fem. ou Reg. Abd. por NM
Outros nos Genitais masculinos por
NM
Outros na Região abdominal por
NM
Outros na Região pélvica por NM
Outros nos Órgãos genitais
femininos por NM
NM não enquadráveis em outros
agrupamentos
Outros em Órgãos intracraneanos
por NM
Outros não enquadráveis em
outros agrupamentos por NM
Outros na Coluna vertebral por NM
LIC NM
Operados
NM
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Ano 2009
7.4. Grupos de Serviços
Os grupos de serviços agregam serviços afins, concentrando as propostas operatórias em
grupos homogéneos, em que as especialidades médicas e cirúrgicas se juntam. Assim, por
exemplo, no grupo designado de Cirurgia Cardiotorácica encontram-se, para além dos serviços
de Cirurgia Cardiotorácica, a actividade dos serviços de Cardiologia e de Pneumologia (ver
glossário).
Tabela 24: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, no ano 2009,
excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50
episódios
Grupo de Serviço
Cirurgia Geral
Cirurgia Plástica /
Dermatologia
Urologia
Ginecologia/ Obstetrícia
Cirurgia Cabeça e Pescoço
(inclui ORL, Estomatologia)
Cirurgia Cardiotóracica
Neurocirurgia
Outros
Oftalmologia
Ortopedia
Cirurgia Pediátrica
Total
LIC NM
Mediana de
TE da LIC
NM (dias)
% LIC NM
> TMRG /
LIC NM
Média de TE
Operados
% Operados
dos Operados
NM
NM > TMRG
NM (dias)
939
21
13,2%
15.463
21,51
13,2%
693
27
19,9%
7.095
25,24
15,1%
981
196
32
17
25,6%
16,3%
6.785
3.806
39,99
24,52
33,7%
15,6%
219
28
25,6%
2.763
28,38
32,0%
40
12
17
8
3
1
3.109
15,5
2,5
22
52
217
48
27
15,0%
8,3%
29,4%
37,5%
66,7%
0,0%
19,9%
750
519
182
138
96
78
37.680
16,8
6,03
28,7
21,37
6,39
8,85
26,01
8,0%
3,5%
6,6%
13,0%
4,2%
3,8%
18,6%
Os 5 grupos de especialidade com maior expressão na casuística operatória NM global
são a Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica / Dermatologia, Urologia, Ginecologia/ Obstetrícia e
Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia). A Ortopedia e Oftalmologia são os
grupos de serviços com maior TE na LIC NM. Reportando ao TE dos operados, a Urologia e
Outros são os grupos de serviço onde se observam maiores tempos de espera. Importa ainda
referir que na maioria dos grupos de serviços, mais de 15% dos utentes em LIC NM
ultrapassaram o TMRG.
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Ano 2009
O próximo gráfico relaciona número de episódios em LIC NM (YY), mediana de tempo de
espera em LIC NM (XX), relação entre a LIC NM e o número de cirurgias oncológicas realizadas
por mês (volume da esfera) e o desvio padrão sobre a média do tempo de espera dos utentes
operados em NM (cor da esfera).
Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em
NM por grupo de serviço em 2009 de entre os
que têm LIC > 100 episódios
Nº episódios em LIC NM
1200
Urologia: 1,74
1000
C. Geral: 0,73
800
C. Plástica/
Dermatologia: 1,17
600
400
C.Cabeça e
Pescoço: 0,95
200
Gin/Obes:0,62
0
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
Mediana de TE da LIC NM em dias
Volume da esfera: LIC NM / Operados NM por mês
Cor da esfera: Desvio padrão do TE dos Operados NM/Média de TE dos Operados NM
Ilustração 27: Grupos de Serviço – Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em NM no ano
2009 para os Grupos de Serviço com LIC > 100 episódios
Tendo em conta o volume da esfera que mostra a relação entre o número de utentes em
LIC NM e a actividade do serviço, observa-se que, de entre os serviços com mais de 100
episódios em LIC NM a Cirurgia Geral, a Urologia e a Cirurgia Plástica/ Dermatologia são os
grupos de serviços com maior volume de utentes em LIC NM, em função da respectiva
capacidade cirúrgica.
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Ano 2009
7.5. Hospitais com maior casuística operatória (65% da
actividade)
A actividade cirúrgica programada em NM distribui-se entre 56 instituições hospitalares
públicas e 56 convencionadas.
Nas tabelas seguintes apresenta-se por hospital, o número de episódios inscritos para
cirurgia e respectiva mediana de tempo de espera, o número de episódios operados e a
respectiva percentagem em relação à actividade cirúrgica da região, à qual pertencem. Os
hospitais estão agrupados em função das respectivas regiões. Os hospitais que fazem parte do
grupo com 65% da casuística operatória em NM a nível nacional estão sublinhados a cor verde
escura.
Tabela 25: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, por hospital público da
Região Norte
Hospital
IPO Porto
H. S. João - Porto
C.H. Porto
C.H. V. Nova de Gaia/Espinho
ULS Matosinhos
H. S. Marcos - Braga
C.H. Alto Ave - Guimarães
ULS Alto Minho - V. Castelo
C.H. Trás-os-Montes e Alt.
Douro
C. H. Entre o Douro e Vouga
C.H. Tâmega e Sousa
C.H. Médio Ave - Famalicão
C.H. Póvoa do Varzim/VC
C.H. Nordeste - Bragança
H. Stª Maria Maior - Barcelos
H. Nª Sª da Conceição Valongo
Mediana
do TE da
LIC NM
(dias)
LIC
NM
∆ homóloga
da Mediana
2008/2009
(%)
Operados
NM
%
Operados
> TMRG
%
Operados
NM em
relação à
região
∆ homóloga
% Operados
> TMRG
2008/2009
(%)
451
125
124
62
56
70
35
34
32
14
35
27
31,5
21
14
24
-3%
-39%
-3%
-2%
-28%
-44%
-46%
-11%
4.413
1.638
1.394
835
656
528
518
498
18%
16%
17%
11%
26%
6%
11%
18%
35%
13%
11%
7%
5%
4%
4%
4%
-60%
-43%
-11%
-19%
-39%
-41%
-20%
-25%
45
17
-79%
494
19%
4%
-10%
39
8
21
2
8
8
45
4
15
5
16,5
20,5
105%
-85%
-25%
-86%
-60%
-27%
436
414
229
214
170
88
19%
3%
12%
18%
4%
19%
3%
3%
2%
2%
1%
1%
135%
-81%
-49%
-1%
-63%
-15%
1
59
90%
7
0%
0%
-100%
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 68 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Tabela 26: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da
Região Centro
Hospital
IPO Coimbra
H. Univer. de Coimbra
H. S. Teotónio - Viseu
C.H. Coimbra
H. St. André - Leiria
C.H. Cova da Beira - Covilhã
H. Infante D. Pedro - Aveiro
ULS Guarda
H.D. Figueira da Foz
ULS Castelo Branco
H. Dr. Franc. Zagalo - Ovar
H. José Luc. de Castro Anadia
H.D. Águeda
H. Visc. Salreu - Estarreja
H.D. Pombal
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
Mediana
do TE da
LIC NM
LIC NM
(dias)
248
152
106
87
58
36
33
11
22
7
3
21
21
31
32
29
30,5
31
35
19
17
8
1
32
1
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
8
∆
%
∆ homóloga
homóloga
%
Operados % Operados
da
Operados
Operados NM em
> TMRG
Mediana
NM
> TMRG relação à 2008/2009
2008/2009
região
(%)
(%)
5%
2.113
19%
29%
-31%
-51%
1.984
21%
27%
-26%
-45%
785
24%
11%
7%
23%
657
14%
9%
-2%
-19%
545
24%
7%
75%
-75%
253
40%
3%
-5%
-9%
250
22%
3%
-34%
30%
216
6%
3%
0%
0%
204
10%
3%
-7%
70%
162
30%
2%
7%
-60%
24
17%
0%
-17%
-32%
19
26%
0%
65%
10
7
4
0%
14%
50%
0%
0%
0%
-100%
-77%
-50%
3
0%
0%
Página 69 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Tabela 27: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da
Região LVT
Hospital
IPO Lisboa
C. H. Lisboa Norte
H. Garcia de Orta - Almada
C.H. Lisboa Central
H. Curry Cabral
C.H. Lisboa Ocidental
H.D. Santarém
C. H. Barreiro Montijo
H. Fern. da Fonseca - Lx
C.H. Setúbal
C.H. Médio Tejo -T. Novas
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
C.H. Oeste Norte
HPP - H. Cascais
H. Reyn. dos Santos - V. F.
Xira
C.H. Torres Vedras
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx
LIC
NM
406
159
106
115
90
31
50
38
40
35
28
5
22
8
%
∆ homóloga
Mediana ∆ homóloga
%
Operados % Operados
do TE da da Mediana Operados
Operados NM em
> TMRG
LIC NM 2008/2009
NM
> TMRG relação à 2008/2009
(dias)
(%)
região
(%)
28
-24%
3.895
39%
26%
-7%
29
-12%
1.820
11%
12%
-16%
28
-61%
1.628
9%
11%
-32%
24
-43%
1.363
16%
9%
6%
22
-36%
998
14%
7%
-32%
16
-72%
997
8%
7%
-31%
22
-19%
801
10%
5%
2%
34
74%
743
19%
5%
-9%
15
-57%
710
15%
5%
-9%
21
-52%
699
17%
5%
15%
21
-38%
414
8%
3%
-60%
17
6%
274
3%
2%
-21%
23
5%
169
7%
1%
-11%
28,5
-32%
166
3%
1%
-56%
10
40
8%
142
20%
1%
16%
2
3
-63%
117
1
7%
0%
1%
0%
53%
Tabela 28: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da
Região do Alentejo
Hospital
H. Espírito Santo - Évora
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULS Baixo Alentejo - Beja
H. Litoral Alent. - Sant. Cacém
∆
%
∆ homóloga
Mediana homóloga
%
Operados % Operados
do TE da
da
Operados
LIC NM
Operados NM em
> TMRG
LIC NM Mediana
NM
> TMRG relação à 2008/2009
(dias) 2008/2009
região
(%)
(%)
37
15
-44%
374
9%
36%
-19%
14
15
28
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
41
17
29
-7%
-39%
53%
251
249
163
13%
8%
29%
24%
24%
16%
Página 70 de 163
58%
-24%
4%
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Tabela 29: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da
Região do Algarve
Hospital
H. Faro
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
∆
∆
%
homóloga
Mediana homóloga
%
Operados
%
do TE da
da
Operados
Operados NM em Operados >
LIC NM Mediana
NM
> TMRG relação à
TMRG
(dias) 2008/2009
região 2008/2009
(%)
(%)
LIC
NM
7
13
-41%
1.065
14%
71%
-42%
9
78
63%
441
5%
29%
-62%
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 71 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
O quadro seguinte apresenta a relação entre a actividade cirúrgica oncológica dos
hospitais face à respectiva procura, tendo em conta o número de episódios operados por mês
(YY), a média de tempo de espera dos utentes operados (XX), o rácio LIC/ (Operados+Expurgo)
por mês (volume da esfera) e a taxa de crescimento da LIC (cor da esfera).
Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC
em NM nos hospitais com 65% casuística em 2009
400
IPO Lisboa: 1,06
Nº episódios operados NM por mês
350
IPO Porto: 1,08
300
250
H. Univer. Coimbra:
0,82
IPO Coimbra: 1,31
H.S. João -Porto:
H. Garcia de Orta: 0,69
0,85
C.H.Lisboa
C.H. Porto: 0,97
Norte: 0,95
C.H. Lisboa
Central:0,93
C.H. Lisboa
H. Curry Cabral: 0,97
C.H.V. Nova
Ocidental:0,35
Gaia/Espinho: 0,79
200
150
100
50
0
15
20
25
30
35
40
Média de TE dos Operados NM em dias
Volume da esfera: LIC NM / (Operados NM+Expurgo NM ) por mês
Cor da esfera: Tx crescimento da LIC NM
Ilustração 28: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC em NM
nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009
A distribuição representada no gráfico acima, revela que o IPO de Lisboa é o que
apresenta pior desempenho, em termos do tempo que os utentes operados aguardaram pelo
tratamento.
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Página 72 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
No gráfico seguinte observa-se a evolução do crescimento das LIC TP e NM, nos hospitais
com maior casuística operatório nos últimos 3 anos.
Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e
da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística
oncológica em 2009
Total de Patologias
C.H. Lisboa Ocidental
H. Garcia de Orta - Almada-10,5%
IPO Lisboa -10,1%
H. Curry Cabral
H. S. João - Porto
Neoplasias Malignas
-5,8%
-6,4%
-3,4%
-2,9%
-4,0%
-2,5%
1,7%
-2,1%
2,3%
IPO Coimbra
-0,5%
2,0%
H. Univer. de Coimbra
0,0%
C.H. Lisboa Central
-3,2%
C.H. Porto
-3,2%
0,7%
1,1%
5,5%
C.H. V. Nova de Gaia/Espinho
C. H. Lisboa Norte
1,6%
-3,3%
3,7%
1,2%
IPO Porto
-12,0% -10,0% -8,0% -6,0% -4,0% -2,0%
6,3%
0,0%
2,0%
4,0%
6,0%
8,0%
Ilustração 29: Hospitais – Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e da LIC NM nos
hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009
No ano 2009, dos hospitais do grupo dos 65% com maior casuística operatória em NM, o
H.S. João – Porto, IPO Coimbra, H. Univer. de Coimbra, C.H.V. Nova de Gaia/Espinho e o IPO
Porto tiveram um crescimento positivo da LIC TP. Relativamente à LIC NM, 5 hospitais tiveram
um crescimento positivo entre os 0,7% e os 6,3%. O hospital com melhor desempenho neste
indicador foi o C.H. Lisboa Ocidental, estando do lado oposto o IPO Porto.
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Os utentes em espera por tratamento cirúrgico oncológico distribuem-se assimetricamente
pelos diversos hospitais do grupo que reúne a maioria da casuística em causa. Só os IPO são
responsáveis por 71,1% de todos os utentes NM em espera.
Evolução da LIC NM nos hospitais com 65% da
casuística oncológica desde 2007 até 2009
LIC NM < TME
LIC NM > TME
2007
C. H. Lisboa Norte - 2008
2009
2007
H. Univer. de Coimbra - 2008
2009
2007
H. S. João - Porto - 2008
2009
2007
C.H. Porto - 2008
2009
2007
C.H. Lisboa Central - 2008
2009
2007
H. Garcia de Orta - Almada - 2008
2009
2007
H. Curry Cabral - 2008
2009
2007
C.H. V. Nova de Gaia/Espinho - 2008
2009
2007
C.H. Lisboa Ocidental - 2008
2009
0
50
100
150
200
250
Nº episódios em LIC NM
Ilustração 30: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da
capacidade cirúrgica oncológica excepto os IPO desde 2007 até 2009
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Página 74 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Verifica-se que na maioria destes hospitais tenha existido progresso relativamente ao
número de utentes em LIC NM que já ultrapassaram o TMRG. Dos 12 hospitais já referidos, 3
apresentam mais de 25% dos utentes a ultrapassar os TMRG.
Evolução da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística
oncológica desde 2007 até 2009
LIC NM < TME
LIC NM > TME
2007
IPO Porto - 2008
2009
2007
IPO Lisboa - 2008
2009
2007
IPO Coimbra - 2008
2009
0
100
200
300
400
500
600
700
Nº episódios em LIC NM
Ilustração 31: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos IPO’s desde 2007 até 2009
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
A mediana de TE dos utentes oncológicos em LIC NM tem vindo a diminuir globalmente.
Evolução da Mediana de TE da LIC NM nos hospitais com 65% da
casuística oncológica desde 2007 até 2009
2007
2008
2009
25
C.H. Porto
36
35
46
IPO Porto
33
32
C. H. Lisboa Norte
33
40
29
37,5
37
IPO Lisboa
28
H. Garcia de Orta - Almada
71
28
26,5
27,5
27
C.H. V. Nova de Gaia/Espinho
46,5
C.H. Lisboa Central
42
24
39
H. Curry Cabral
34,5
22
38
IPO Coimbra
20
21
24,5
H. Univer. de Coimbra
43
21
74
C.H. Lisboa Ocidental
58
16
27
H. S. João - Porto
23
14
0
10
20
30
40
50
60
70
80
Mediana do TE da LIC NM em dias
Ilustração 32: Hospitais – Mediana de TE da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da
capacidade cirúrgica oncológica em 2007/2008/2009
Presentemente o C.H. Porto é o que apresenta uma maior mediana de TE dos utentes em
LIC NM, logo seguido do IPO Porto. O H.S. João – Porto é o que apresenta a mediana do TE
mais baixa.
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Ano 2009
O quadrante supra-direito do próximo quadro identifica os serviços que pelo número de
episódios em LIC NM e pelo excessivo tempo de espera mediano que apresentam, devem ser
detalhadamente analisados.
Dispersão dos serviços dos hospitais com 65% casuística
oncológica em função da LIC NM e TE da LIC NM em 2009
Nº episódios em LIC NM
1000
IPOCROL - URO: 34
IPOCROP - URO :34
HGO - URO: 36
100
UHSM - URO: 35
UHSA - URO: 41
UHSJCD - DERMHSAC: 37
HCC - URO: 39
UHSA - DER: 36
IPOCROP - CCP: 36
20
10
1
1
10
100
34
Mediana de TE da LIC NM em dias
1000
Ilustração 33: Hospitais – Dispersão da LIC NM e Mediana de TE da LIC NM por Serviço nos
hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009
No gráfico encontram-se identificados os serviços, com a sigla do hospital/unidade
hospitalar, do serviço e da mediana do TE da LIC NM em dias (ver glossário), que tendo um
número significativo de utentes em LIC (>20 utentes) apresentam tempos de espera maiores do
que a mediana (>35 dias). Nestas circunstâncias, identificaram-se 9 serviços, chamando a
atenção o facto que 6 pertencem a serviços de urologia.
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
O quadrante supra-direito do próximo quadro identifica os serviços que pelo número de
episódios operados NM e pela excessiva percentagem dos episódios operados com tempo de
espera superior ao TMRG, devem ser detalhadamente analisados.
Dispersão dos serviços dos hospitais com 65% casuística
oncológica em função dos Operados NM e a %Operados
NM> TMRG em 2009
Operados NM
10000
UHSJCD - UROHSJ: 379
HSJ - URO:385
IPOCROP - ORL: 288
100
IPOCROL - CG: 1574
IPOCROL - CCP:1002
IPOCROP - URO: 358 1000
UHSA - URO: 345
HUC - URO: 296
IPOCROL - ORL:326
IPOCROC - DERMA: 210
IPOCROL - URO: 212
IPOCROP - GIN:178
100
10
1
10%
40%
100%
%Operados NM >TMRG
Ilustração 34: Hospitais – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM >TMRG por
Serviço nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009
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Ano 2009
Na tabela seguinte, observam-se os indicadores sobre a LIC NM e a actividade cirúrgica
dos serviços identificados, no gráfico anterior.
Tabela 30: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM sobre os serviços dos
hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009
Região
Centro
Centro
LVT
LVT
LVT
LVT
LVT
LVT
LVT
LVT
Sigla
Hospital Entidade
Serviço
HUC
HUC - URO39
IPOCROC IPOCROC
DERMA40
CHLN
UHSM - URO41
HCC
HCC - URO42
HGO
HGO - URO43
IPOCROL IPOCROL
CCP44
IPOCROL IPOCROL
ORL45
IPOCROL IPOCROL
URO46
UHSJCD UHSJCD
DERMHSAC47
UHSJCD UHSJCD
UROHSJ48
39
Coeficiente
%
de
Média TE
Operados
Mediana Variação
dos
NM > TME
TE da LIC do TE da
Operados % LIC NM
/
LIC
NM
LIC NM Operados
NM
> TME /
Operados
NM
(dias)
(dias)
NM
(dias)
LIC NM
NM
76
22
0,96
296
43,47
19,7%
53,7%
40
33
0,57
210
38,24
12,5%
53,3%
81
34
46
35
39
36
0,6
0,51
1,06
499
226
178
42,24
50,59
46,6
23,5%
26,5%
41,3%
24,0%
35,8%
39,9%
95
24
0,61
1.002
29,16
21,1%
40,4%
13
27
0,58
326
36,99
23,1%
62,3%
46
34
0,52
212
53,85
34,8%
50,9%
49
37
0,73
16
17,38
8,2%
0,0%
24
23
0,59
379
47,02
4,2%
40,9%
À data de 22/06/2010, estão 8 episódios agendados, 3 pendente/suspenso, 1 transferido para a UCGIC, 6 com NT/VC
emitido e 27 inscritos.
40
À data de 22/06/2010, estão 15 episódios agendados, 8 inscritos, 1 pendente/suspenso e 1 transferido para a UCGIC.
41
À data de 17/06/2010, estão 24 episódios agendados, 3 pendente/suspenso, 2 com NT/VC emitidos e 59 inscritos.
42
À data de 17/06/2010, estão 12 episódios agendados e 15 inscritos.
43
À data de 17/06/2010, estão 7 agendados e 14 inscritos.
44
À data de 22/06/2010, estão 60 episódios agendados, 4 pendente/suspenso, 3 transferidos para a UCGIC, 1 com NT/VC
emitido e 24 inscritos.
45
À data de 22/06/2010, estão 7 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido e
19 inscritos.
46
À data de 17/06/2010, estão 11 episódios agendados, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido e 42 inscritos.
47
À data de 17/06/2010, estão 29 episódios inscritos e 4 pendente/suspenso.
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Ano 2009
Região
Norte
Norte
Norte
Norte
Norte
Norte
Sigla
Hospital Entidade
Serviço
CHP
UHSA - DER49
CHP
UHSA - URO50
HSJ
HSJ - URO51
IPOCROP IPOCROP
CCP52
IPOCROP IPOCROP
ORL53
IPOCROP IPOCROP
URO54
48
Mediana
TE da LIC
LIC
NM
NM
(dias)
28
36
57
41
41
16
Coeficiente
%
de
Média TE
Operados
Variação
dos
NM > TME
do TE da
Operados % LIC NM
/
LIC NM Operados
NM
> TME /
Operados
(dias)
NM
(dias)
LIC NM
NM
0,94
261
23,96
28,6%
2,7%
1,33
345
50
40,4%
52,8%
0,62
385
35,77
7,3%
40,0%
26
36
0,65
259
27,28
38,5%
17,0%
46
31,5
0,86
288
41,85
26,1%
40,3%
134
34
0,69
358
45,85
14,9%
54,2%
À data de 22/06/2010, estão 7 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido,
e 19 inscritos.
49
À data de 17/06/2010, estão 9 agendados, 9 inscritos, 1 pendente/suspenso e 3 com NT/VC emitido.
50
À data de 17/06/2010, estão 6 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 49 inscritos e 6 com NT/VC emitido.
51
À data de 22/06/2010, estão 20 episódios agendados, 10 inscritos e 1 com NT/VC emitido.
52
À data de 17/06/2010, estão 4 episódios agendados, 4 devolvidos para o HO, 3 com NT/VC emitidos e 21 inscritos.
53
À data de 22/06/2010, estão 2 episódios agendados, 2 devolvidos HO, 22 inscritos, 1 transferido para a UCGIC e 21 com
NT/VC emitidos.
54
À data de 17/06/2010, estão 14 episódios agendados, 8 devolvidos HO, 2 transferidos para a UCGIC, 24 com NT/VC
emitido e 46 inscritos.
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Ano 2009
A tabela seguinte apresenta um resumo de indicadores sobre a procura e oferta em
cirurgia programada nos 3 IPO.
Tabela 31: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009
Indicadores
Saídas NM
Entradas NM
LIC NM
Mediana TE da LIC NM em
dias
%LIC NM> TMRG/LIC NM
Operados NM padrão
Total Operados
Média TE dos Operados
NM em dias
% Operados NM> TMRG/
Operados NM
Coeficiente de Variação
dos Operados NM
% Operados NM P1
% Operados NM P2
% Operados NM P3
% Operados NM P4
∆ homóloga
2008/2009 IPO Lisboa
(%)
2.279
-2,2%
4.599
2.267
8,0%
4.468
248
54,0%
406
IPO
Coimbra
∆ homóloga
∆ homóloga
2008/2009 IPO Porto 2008/2009
(%)
(%)
10,8%
5.028
3,9%
5,1%
5.366
12,6%
-20,5%
451
15,9%
21
5,0%
28
-24,3%
32
-3,0%
10,1%
2.789
2.113
-99,5%
-99,6%
4,3%
15,7%
6.311
4.413
-99,5%
-0,1%
17,7%
5.765
3.895
29,76
-26,8%
36,62
-6,1%
27,94
-31,3%
18,6%
-31,3%
38,9%
-7,1%
17,8%
-59,7%
0,74
-32,9%
0,86
-8,1%
0,81
1,6%
10,6%
78,0%
9,4%
1,9%
-45,0%
13,1%
-5,6%
14,0%
16,8%
68,5%
14,2%
0,5%
-25,8%
12,4%
-9,9%
-22,6%
25,8%
71,4%
2,7%
0,1%
9,3%
4,2%
-65,6%
-28,3%
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4,7%
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Na tabela seguinte, são apresentados os mesmos indicadores sobre a procura e oferta em
cirurgia programada nos restantes 9 hospitais com maior casuística operatória em NM. Os
hospitais encontram-se ordenados de forma decrescente por número de entradas em LIC.
Tabela 32: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos restantes 9 hospitais com
65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009
∆ homóloga
∆
Mediana ∆ homóloga
% LIC
∆ homóloga
Entradas das Entradas
homóloga TE da LIC da Mediana
NM >
% LIC NM
Hospital
LIC NM
NM
NM
da LIC
NM em TE da LIC NM TMRG /
>TMRG
2008/2009(%)
NM
dias
2008/2009(%) LIC NM 2008/2009
2.085
4,0%
159
16,1%
29
-12,1%
24,5%
-13,8%
C. H. Lisboa Norte
1.496
2,5%
115
-14,8%
24
-42,9%
10,4%
-73,9%
C.H. Lisboa Central
C.H. Lisboa
1.003
-13,7%
31
-66,7%
16
-72,4%
12,9%
-75,0%
Ocidental
1.549
2,9%
124
5,1%
35
-2,8%
29,0%
-4,9%
C.H. Porto
C.H. V. Nova de
958
4,6%
62
24,0%
27
-1,8%
16,1%
-55,2%
Gaia/Espinho
1.089
-5,1%
90
-31,8%
22
-36,2%
15,6%
-53,3%
H. Curry Cabral
H. Garcia de Orta 1.789
1,2%
106
-48,0%
28
-60,6%
33,0%
-42,4%
Almada
1.739
8,5%
125
-2,3%
14
-39,1%
2,4%
-89,0%
H. S. João - Porto
H. Univer. de
2.227
6,6%
152
-24,0%
21
-51,2%
20,4%
-55,7%
Coimbra
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Ano 2009
8. Formulário
A tabela seguinte descreve os indicadores utilizados no relatório de patologias oncológicas
2009.
Indicador
Descrição/Fórmula
Procura
Entradas NM
Número de episódios, referentes a Neoplasias Malignas, que entraram em LIC durante um
período tempo (2007, 2008 ou 2009), independentemente do seu estado actual (exclui as
transferências de utentes para o hospital). Identifica a procura de tratamento cirúrgico
num determinado período.
Δ homóloga Entradas
NM (%)
Entradas
Número de episódios que entraram em LIC durante um período tempo (2007, 2008 ou
2009), independentemente do seu estado actual (exclui as transferências de utentes para
o hospital). Também pode-se designar por Entradas TP (Entradas Total Patologia).
LIC
LIC NM
Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes e
Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a
uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009). Identifica o número de
casos/episódios em espera de resolução cirúrgica numa determinada data.
Δ homóloga LIC NM
(%)
% LIC NM não
transferida por falta de Percentagem da LIC NM não transferida por falta de oferta superior ao TMRG em relação
oferta > TMRG /LIC
à LIC NM superior ao TMRG a 31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009.
NM> TMRG
LIC NM / (Operados
Nº meses que demorará a resolver a LIC NM actual face ao histórico de operados e de
NM + Expurgo NM) por
expurgo no hospital.
mês
Δ homóloga Expurgo
NM (%)
Δ homóloga Média
Peso Relativo NM H.
Convencionado (%)
Δ homóloga Média
Peso Relativo NM H.
Público(%)
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Indicador
Descrição/Fórmula
50% dos episódios que se encontram em LIC NM, têm um tempo de espera menor ou
Mediana TE da LIC NM igual à mediana. O tempo de espera é em dias. É um indicador da percepção da espera
por parte da maioria dos inscritos em listas para cirurgia.
Δ Mediana TE da LIC
NM (%)
LIC
LIC NM > TMRG
LIC NM < TMRG
Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), que se
encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a uma determinada data
(31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009). Também pode-se designar LIC TP (LIC Total
Patologias).
Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a
Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a
31.12.2009, ultrapassando o tempo máximo de espera para a respectiva prioridade.
Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a
Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a
31.12.2009, que não ultrapassavam o tempo máximo de espera para a respectiva
prioridade.
% LIC NM > TMRG/LIC
NM
% LIC NM
intransferível > TMRG
/ LIC NM > TMRG
Percentagem de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a
Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a
uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009), ultrapassando o tempo
máximo de espera para a respectiva prioridade, e que foram classificados pelo hospital
como intransferível em relação à LIC NM > TMRG.
% LIC NM não
transferida por falta
de oferta > TMRG /
LIC NM> TMRG
Percentagem de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de
outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes e
Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a
uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009), ultrapassando o tempo
máximo de espera para a respectiva prioridade, e sem possibilidade de oferta cirúrgica no
exterior em relação à LIC NM > TMRG.
Oferta
Saídas NM
Saídas
Operados NM
Número de episódios saídos da LIC NM, por terem intervenção registada ou por
cancelamento, em 2009.
Número de episódios saídos da LIC, por terem intervenção registada ou por
cancelamento, no período tempo (2007,2008, 2009). Também pode-se designar saídas TP
(Total Patologia).
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios operados pelo próprio enquanto hospital de
destino num período de tempo (2007, 2008, 2009).
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Indicador
Descrição/Fórmula
Δ homóloga Operados
NM (%)
Operados TP
Média TE dos
Operados NM
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os
episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, em
2009.Também pode-se designar por Operados.
Operados NM H
Públicos
Tempo médio de espera dos episódios operados, referentes a Neoplasias Malignas. O
Tempo de médio de espera é em dias.
Número de episódios operados de forma programada por hospitais públicos, incluindo os
episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, no período de
tempo (2007, 2008, 2009).
Operados NM H
Convencionados
Número de episódios operados de forma programada por hospitais convencionados, no
período tempo (2007, 2008, 2009).
Operados NM MRC
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade
remuneratória convencional (dentro do horário base da equipa cirúrgica), em 2009.
Operados NM MRA
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade
remuneratória alternativa (horas extraordinárias da equipa cirúrgica), em 2009.
Operados NM > TMRG
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
hospital de destino, que ultrapassam o tempo máximo de espera para a sua prioridade,
no período de tempo (2007, 2008 ou 2009).
Operados NM < TMRG
Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
hospital de destino, que não ultrapassam o tempo máximo de espera para a sua
prioridade, no período de tempo (2007, 2008 ou 2009).
% Operados NM
ambulatório
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em regime de
ambulatório, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e
operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009.
% Operados NM
MRC/Operados NM
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade
remuneratória convencional (dentro do horário base da equipa cirúrgica), referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
hospital de destino em 2009.
% Operados NM
MRA/Operados NM
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade
remuneratória alternativa (horas extraordinárias da equipa cirúrgica), referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
hospital de destino em 2009.
Δ homóloga Média TE
Operados NM (%)
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Indicador
Descrição/Fórmula
Δ homóloga Operados
NM H Públicos (%)
Δ homóloga Operados
NM H
Convencionados(%)
Operados NM Padrão
Operados NM fora da
região de residência
Número de episódios operados de forma programada pelos hospitais públicos, referentes
a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelos próprios
enquanto hospitais de destino em 2009, ajustado à complexidade das cirurgias realizadas
(média do pesos relativos das cirurgias).
Número de episódios operados de forma programada, referentes a Neoplasias Malignas,
de uma dada região de residência menos os episódios operados na sua região de
residência em 2009.
%Operados NM
Percentagem dos operados Ambulatórios de Neoplasias Malignas dividindo pelo número
Ambulatório/Operados
Operados NM.
NM
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a
% Operados NM/ 1000 Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
habitantes
hospital de destino em 2009 em função da população residente por 1000 habitantes.
(Pop residente)
Indica a capacidade cirúrgica de cada região em função da respectiva população.
% Operados NM face
operados NM por
região
Média peso relativo
NM H públicos
Média peso relativo
NM H convencionados
% Operados TP/ 1000
habitantes
(Pop residente)
% Operados NM /
100.000 habitantes
(Pop. Residente)
% Operados NM fora
da região de residência
% Pendência dos
Operados NM
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a
Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto
hospital de destino em 2009 face aos operados NM da região.
Média do peso relativo do total dos episódios cirúrgicos operados em hospitais públicos,
referente a neoplasias malignas, tendo em conta a Portaria nº110-A/2007 a 23 de Janeiro.
Média do peso relativo do total dos episódios cirúrgicos operados em hospitais
convencionados, referente a neoplasias malignas, tendo em conta a Portaria nº110A/2007 a 23 de Janeiro.
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os
episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009 em
função da população residente por 1000 habitantes. Indica a capacidade cirúrgica de cada
região em função da respectiva população.
Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os
episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009 em
função da população residente por 100.000 habitantes. Indica a capacidade cirúrgica de
cada região em função da respectiva população.
Percentagem de episódios operados de forma programada, referentes a Neoplasias
Malignas, fora da sua região de residência em relação ao total de operados da região.
Somatório dos tempos de pendência dos operados de NM em relação ao somatório do
tempo de espera total dos Operados NM (inclui os tempos de pendência) realizadas no
período de tempo (2007, 2008 ou 2009).
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Indicador
Descrição/Fórmula
Δ homóloga %
Pendência dos
Operados NM
Desvio padrão do TE
dos Operados
NM/Média de TE dos
Operados NM
Expurgo NM em H
Públicos
%Operados NM P1
%Operados NM P2
Rácio entre o desvio padrão do TE dos Operados NM e a Média de TE dos Operados NM
em dias, em relação ao ano 2009.
Número de episódios referentes a neoplasias malignas cancelados pelo hospital (exclui
cancelados por terem sido operados no HD) no período tempo (2007, 2008 ou 2009).
Também pode-se designar por Expurgo NM. Este indicador refere aos utentes que tendo
sido inscritos em LIC são dela retirados sem que tenha existido cirurgia.
Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 1 em relação
ao total de operados NM.
Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 2 em relação
ao total de operados NM.
%Operados NM P3
Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 3 em relação
ao total de operados NM.
%Operados NM P4
Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 4 em relação
ao total de operados NM.
Qualidade
LIC NM / Operados NM
por mês
LIC NM / (Operados
NM+Expurgo NM ) por
mês
Taxa de Crescimento
da LIC TP
Taxa de Crescimento
da LIC NM
%NC Agendamento
NM /Operados NM
Rácio entre a LIC NM a 31/12/2009 e os Operados NM em 2009. Este indicador permite
comparar entre grupos o número de inscritos em cirurgia já que relativiza a LIC à
capacidade operatória de cada grupo.
Rácio entre a LIC NM a 31/12/2009 e os Operados NM e Expurgo NM em 2009. Este
indicador permite comparar entre grupos o número de inscritos em cirurgia já que
relativiza a LIC à capacidade operatória e de expurgo de cada grupo.
Identifica em que medida o volume de episódios acumulados em espera esta a crescer ou
a diminuir em relação ao Total de Patologias no ano 2009.
Identifica em que medida o volume de episódios acumulados em espera esta a crescer ou
a diminuir em Neoplasias Malignas no ano 2009.
Percentagem de não conformidades de agendamento referentes a episódios NM(não
conformidade de agendamento, não conformidade de intra-LIC e inter-LIC) geradas no
período de tempo (2007, 2008, 2009), face à totalidade de operados NM.
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Ano 2009
9. Glossário
9.1. Conceitos
A
Agrupamentos de indicadores – grupos que servem para agregar episódios na construção de
indicadores, sendo os mais utilizados o País, Região, Hospital, Grupo de Serviço
(especialidade), e Grupo Nosológico.
Agrupamento/Grupo de estrutura – hospitais agrupados com características semelhanças de
acordo com os critérios definidos pela ACSS, tendo em conta a sua estrutura de custo.
Acto cirúrgico – Evento que ocorre, obrigatoriamente, numa sala de Bloco Operatório (BO) onde
se realizam um ou mais procedimentos cirúrgicos, simultâneos ou sequenciais, num determinado
período de tempo, em que o utente permanece anestesiado e presente nas instalações do BO,
sob a alçada de um cirurgião responsável por estes procedimentos.
Com esta definição fica estabelecido que vários procedimentos realizados durante um mesmo
período anestésico sem que o utente tenha abandonado as instalações do BO contam como um
episódio de cirurgia. Assim, a situação de um utente que já tendo saído do bloco tenha que
retornar para ser reintervencionado, esta cirurgia conta como um novo episódio cirúrgico.
Na situação, em que para a resolução de dois ou mais problemas (com duas ou mais propostas),
duas ou mais equipas cirúrgicas diferentes realizem simultaneamente ou sequencialmente duas
ou mais intervenções no mesmo tempo anestésico, devem ser contabilizados apenas um acto
cirúrgico, sendo o problema mais relevante identificado como principal e os outros como
secundários.
C
Cativação – formalização no SIGLIC da aceitação voluntária por parte do utente da sua
transferência para o hospital de destino, podendo ser públicos (no caso de cativação de notas de
transferência e vales cirurgia para hospitais públicos) ou convencionados (no caso de cativação
de vales de cirurgia para hospitais convencionados).
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Ano 2009
Cancelados – episódios cirúrgicos que saíram da LIC por razões distintas da realização da
cirurgia programada pelo hospital, incluí os episódios referentes a utentes operados em outras
instituições no âmbito do SIGIC e os que o foram noutras modalidades de cirurgia (urgência,…)
Cirurgia programada – aquela que é efectuada no bloco operatório com data de realização
previamente marcada e não inclui a pequena cirurgia.
Cirurgia de ambulatório – é uma intervenção cirúrgica programada, realizada sob anestesia
geral, loco-regional ou local que, sendo habitualmente efectuada em regime de internamento,
pode ser realizada em instalações próprias, com segurança e de acordo com a actual legis artis,
em regime de admissão e alta no período máximo de vinte e quatro horas e não inclui a pequena
cirurgia.
Cirurgia urgente – aquela que é efectuada no bloco operatório, sem data de realização
previamente marcada, por equipas afectas ao serviço de urgência.
Complicações - todas as situações novas de doença ou limitação funcional não esperada que
surjam na sequência da instituição das terapêuticas e não sejam imputáveis a situações
independentes dos procedimentos instituídos.
D
Diagnóstico pré-operatório – descreve o problema ou condição patológica que determina uma
dada proposta terapêutica.
Diagnóstico principal – O diagnóstico principal, ao qual corresponde o procedimento principal é o
que o clínico no evento em causa estabelece como o mais relevante no contexto em que se
insere, no caso de relevância equivalente o clínico elege arbitrariamente um como principal
Diagnóstico secundário – Os diagnósticos secundários correspondem a condições clínicas que
se podem considerar de forma autónoma em relação ao diagnóstico principal ou a outros
secundários, esta autonomia significa que poderiam ser abordados, em boa prática, em eventos
distintos, na perspectiva da construção diagnóstica ou das acções terapêuticas.
.
Diagnóstico associado – Os diagnósticos associados estão sempre na dependência de um
diagnóstico principal ou secundário e servem para melhor enquadrar ou definir o designado
problema traduzido no código principal ou secundário
.
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E
Episódio cirúrgico – Episódio cirúrgico corresponde, no SIGIC, a um conjunto de
acontecimentos e correspondentes registos que ocorrem num período temporal e referem-se a
um conjunto de problemas identificados num plano de acção (proposta cirúrgica) que contenha
pelo menos a previsão de um acto cirúrgico. Este episódio incluí todos os eventos (actos) e
respectivos documentos relativos ao plano de acção (proposta cirúrgica) nomeadamente
consultas, MCDT, cirurgias em regime de internamento e cirurgias de ambulatório. Um episódio
em SIGIC inicia-se com a inscrição do utente na lista de inscritos em cirurgia (LIC) através duma
proposta cirúrgica consentida pelo utente e validada pelo hospital – incorpora todas as consultas
hospitalares prévias à proposta respeitantes à abordagem dos problemas referenciados nesta,
incorpora ainda eventos relacionados subsequentes (consultas, MCDT, internamentos), a
cirurgia e respectivo internamento caso exista e os eventos pós-cirúrgicos até à conclusão que
ocorre após término dos serviços associados ao plano terapêutico estabelecido ou após
vencidos os prazos regulamentares – O que presentemente, nas situações gerais é de 2 meses
após alta hospitalar após cirurgia e no caso da cirurgia bariátrica, 3 anos após cirurgia – ou ainda
à data do cancelamento.
Entradas – episódios cirúrgicos que entraram na LIC do hospital num determinado período de
tempo.
Expurgo – episódios cirúrgicos que saíram da LIC por razões distintas da realização de cirurgia
programada no hospital, incluindo os operados fora das modalidades de cirurgia programada
MRA e MRC. Não inclui episódios, que tendo sido cancelados no HO foram submetidos a
cirurgia num HD por via de uma transferência SIGIC.
Episódio activo – Episódio que encontra na lista de inscritos para Cirurgia de um hospital, no
estado inscrito, ou seja não se encontra pendente, agendado ou em processo de transferência
para outro hospital.
G
Grupo A (em CA) – É um grupo que contém um conjunto de procedimentos normalmente
passíveis de serem realizados pela Cirurgia Ambulatória, que foi elaborado pela APCA
(Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória).
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Tabela dos procedimentos do Grupo A
Artroscopia do joelho
Excisão de cartilagem semilunar do joelho
Extracção cirúrgica de dente NCOP
Operação no cristalino (cirurgia de catarata)
Reparação de hérnia inguinal
Reparação de hérnia femoral
Reparação de hérnia umbilical
Reparação de outro tipo de hérnia
Dilatação e curetagem do útero, NCOP
Laqueação e stripping de veias varicosas
Amigdalectomia (sem adenoidectomia)
Amigdalectomia com adenoidectomia
Adenoidectomia sem amigdalectomia
Miringotomia com inserção de tubo
Destr / oclusão endoscópica bilateral das trompas de Falópio
Operação nos músculos extraoculares (estrabismo)
Reparações e operações plásticas no nariz (rinoplastia)
Excisão local de lesão da mama
Hemorroidectomia
Excisão de quisto ou sinus pilonidal
Circuncisão
Libertação de contractura de Dupuytren (fasciotomia da mão)
Libertação do túnel cárpico
Orquidectomia e orquidopexia
Vasectomia e laqueação do canal deferente
Excisão e reparação de calo e outras deform dedos pés
Extracção de prótese de fixação interna de osso
Exérese de quisto de Baker
Abortamento cirúrgico
Fístula ou Fissura anal
Incontinência Urinária Feminina
Histeroscopia
Grupo de serviço – agrupamentos, tendo em conta as áreas de intervenção, das designações
constantes dos sistemas de informação dos hospitais que correspondem aos serviços a que
estão associadas às propostas cirúrgicas:
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Anestesiologia
ANES
G50
Unidade de cuidados pos anestésicos (recobro)
UCPA
G50
Cirurgia Cabeça e pescoço
CCP
G01
Cirurgia Cardiotorácica
CCT
G02
Cirurgia Geral
CIRG
G03
Cirurgia Maxilofacial
CMF
G01
Cirurgia Pediátrica
CPED
G04
Cirurgia Plástica (Reconstrutiva)
CPR
G05
Cirurgia Vascular
CIRV
G06
Neurocirurgia
NCIR
G07
Cirurgia Digestiva
CDIG
G03
Cirurgia Digestiva Alta
CDA
G03
Cirurgia Digestiva Baixa (cólon e recto)
CDB
G03
Unidade Vertebro-Medular
UVM
G07
Colheita Multi-Orgânica
CMO
G03
Transplante (Hepático, Pancreático, Renal)
TRA
G03
Dermatologia
DER
G08
Estomatologia
EST
G01
Ginecologia
GIN
G09
Obstetrícia
OBST
G09
Oftalmologia
OFT
G10
Otorrinolaringologia
ORL
G01
Urologia
URO
G11
Ortopedia
ORT
G12
Senologia
SEN
G03
Traumatologia
TRAU
G12
Uroginecologia
UUROG
G09
Medicina dentária
MEDD
G01
Medicina Reprodutiva
MEDR
G09
Cateterismos
CAT
G03
Hemodinamica (Cardíaca)
HEMD
G02
Unidade de Queimados
UQUE
G05
Protologia
PROT
G03
Transplante Medula Óssea
TMO
G60
SERVIÇOS DE ANESTESIOLOGIA
SERVIÇOS CIRURGICOS
SERVIÇOS MÉDICO CIRURGICOS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Anatomia Patológica
APAT
G50
Imuno-Hemoterapia
IMUH
G50
Imagiologia
IMG
G50
Patologia Clínica
PATC
G50
Medicina Nuclear
MEDN
G50
Laboratório de Citologia
LCIT
G50
Neuroradiologia
NEUR
G50
Neuropatologia
NEUP
G50
Cardiologia
CARD
G02
Endocrinologia
END
G03
Medicina Física de Reabilitação (Fisiatria)
MFR
G60
Gastrenterologia
GASTR
G03
Hematologia
HEM
G60
Imunoalergologia
IMUA
G60
Medicina
MED
G03
Nefrologia
NEFR
G11
Neurologia
NEU
G07
Oncologia médica
OM
G03
Pediatria
PED
G04
Pneumologia
PNEU
G02
Psiquiatria
PSI
G60
Reumatologia
REU
G60
Cardiologia Pediátrica
CARP
G02
Dor
DOR
G50
Broncoscopia
BRO
G02
Clínica Oncológica
CLIO
G03
Clínica Geral (medicina familiar)
CLIG
G03
Hospital dia
HDIA
G50
Infertilidade
INFT
G09
Infecciologia
INFC
G03
Unidade de cuidados Intensivos Coronários
UCIC
G60
Unidade de cuidados Intensivos Hematológicos
UCIH
G60
Unidade de cuidados Intensivos Polivalente
UCIP
G60
Unidade de Imunodeficiência
UID
G60
MCDT
SERVIÇOS MÉDICOS
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
Descrição do Tipo de Serviço
SIGLA
Grupo de Serviço
Bloco (operatório)
BO
G50
Urgência
URG
G60
Radioterapia
RAD
G60
Curieterapia
CUR
G60
Unidades de Cuidados Intensivos/intermédios
UCI
G60
Administrativo
ADM
G70
Consulta de Grupo / Consulta de decisão terapêutica
CDT
G50
Gabinete de Apoio ao Utente
GAU
G70
Hemoterapia
HET
G60
Serviço de atendimento não Programado
SAN
G60
Serviço de Gestão de Doentes
SGD
G70
Psicologia
PSIC
G60
Outros
OUT
G99
OUTROS SERVIÇOS
Descrição dos Grupos de Serviço
Grupos
Descrição do Grupo de Serviço
01
Cirurgia
Cabeça
Estomatologia)
02
Cirurgia Cardiotorácica
CCT
03
Cirurgia Geral
CG
04
Cirurgia Pediátrica
CPED
05
Cirurgia Plástica / Dermatologia
CPR
06
Cirurgia Vascular
CV
07
Neurocirurgia
NC
09
Ginecologia/ Obstetrícia
GIN
10
Oftalmologia
OFT
11
Urologia
URO
12
Ortopedia
ORT
50
Serviços clínicos de apoio
SCA
60
Outros serviços clínicos
OSC
70
Serviços administrativos
SA
99
Outros
O
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e
Pescoço
SIGLA
(inclui
ORL,
CCP
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Ano 2009
Grupo nosológico – episódios agrupados de acordo com o tipo de patologia (infecciosa,
neoplásica, …), com a região afectada e com os procedimentos empregues, tendo em conta a
frequência da sua ocorrência.
Código
N21
N67
N49
N64
N81
N22
N47
N63
N33
N43
N66
N62
N42
N484_683
N99
N44
N28
N29
N51
N482
N38
N46
N31
N98
N32
N61
N24
N45
N19
N41
N65
N489_689_78
9_889
N483
N39
Descrição Grupos Nosológicos
Procedimentos em Doença do Olhos e anexos
Procedimentos em Ossos, tecidos moles e articulações
Procedimentos em Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago)
Procedimentos em Lipomas, quisto sebáceo, adiposidade localizada e lesões benignas da
pele
Procedimentos em Neoplasias malignas da pele
Procedimentos em Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais, ouvido
Procedimentos em Doença do útero e anexos
Procedimentos em Hérnias Inguino-femurais
Procedimentos em Cancro da mama
Procedimentos em Cancro do Cólon e recto
Procedimentos em Varizes dos membros inferiores
Procedimentos em Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho
Procedimentos em Doença da Vesícula Biliar
Procedimentos no Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM
Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos
Procedimentos em Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência
Procedimentos em Cancro da cabeça e pescoço
Procedimentos em Outras doenças da cabeça e pescoço
Procedimentos em Carcinoma do útero (corpo e cervix)
Procedimentos no Esófago ou estômago por NM
Procedimentos em Outros cancros da região torácica
Procedimentos em Cancro da próstata
Procedimentos em Doença benigna da mama
Procedimentos em Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos
Procedimentos em Doença do Coração
Procedimentos em Coluna Vertebral
Procedimentos em Doença da Tiróide
Procedimentos em Doença benigna da próstata
Procedimentos em Doença do Sistema nervoso central
Procedimentos em Doença do Cólon (intestino grosso)
Procedimentos em Obesidade
Outros Procedimentos na Região pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos genitais
femininos ou Região abdominal por NM
Procedimentos no Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM
Procedimentos em Outras doenças da região torácica
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Ano 2009
H
Hospital de origem – unidade hospitalar do SNS, do sector privado ou do sector social onde é
efectuado pela primeira vez o registo do utente na LIC, para um determinado tratamento
cirúrgico, sendo o responsável pelo seu tratamento.
Hospital de destino – unidade hospitalar do SNS ou unidade convencionada no âmbito do SIGIC,
onde é realizada a intervenção cirúrgica que foi identificada como necessária no hospital de
origem do utente, aquando do seu registo na LIC.
I
Intervenção cirúrgica – Equivalente a acto Cirúrgico.
Intercorrências – todas as situações passíveis de causar limitações à normal função de órgãos e
sistemas do utente, como acidentes ou eclosão de patologias independentes.
L
Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) – conjunto das inscrições dos utentes que aguardam a
realização de uma intervenção cirúrgica, independentemente da necessidade de internamento
ou do tipo de anestesia utilizada, proposta e validada por médicos especialistas num hospital do
SNS ou numa instituição do sector privado ou do sector social que contratou com aquele Serviço
a prestação de cuidados aos seus beneficiários e para a realização da qual esses mesmos
utentes já deram o seu consentimento expresso.
LIC transferida – episódios cirúrgicos em LIC que estão transferidos do hospital de origem,
incluindo os que não têm ainda nota de transferência ou vale de cirurgia emitido, os que já têm a
nota e o vale de cirurgia emitido e os que estão cativados em hospitais de destino.
LIC no destino – episódios cirúrgicos que se encontram cativados por hospitais de destino.
M
Mediana do tempo de espera da LIC – ao tempo de espera situado no centro da distribuição dos
tempos de espera dos utentes inscritos na LIC, 50 % dos quais aguarda acima e os restantes 50
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Ano 2009
% abaixo daquele valor central. Representa em dias se for entidade convencionada ou situações
de Neoplasia Maligna e em meses se for entidade pública.
Mediana do tempo de espera dos operados – ao tempo de espera situado no centro da
distribuição dos tempos de espera dos utentes operados, 50 % dos quais aguardou acima e os
restantes 50 % abaixo daquele valor central. Representa em dias se for entidade convencionada
ou situações de Neoplasia Maligna e em meses se for entidade pública.
Médico assistente – aquele que em cada momento está designado pelo utente como
representante dos seus interesses, no que respeita à saúde.
Movimentos – Nº de eventos realizados no âmbito de um episódio, desde a introdução da préinscrição até à sua conclusão financeira ou cancelamento. Estão incluídos as criações de
registo, anulações e novas criações desses mesmos registos.
N
Nível de prioridade – a classe em que um determinado utente é integrado, tendo em conta o
tempo máximo que pode esperar pelo procedimento cirúrgico proposto, avaliado em função da
doença e problemas associados, patologia de base, gravidade, impacto na esperança de vida,
na autonomia e na qualidade de vida do utente, velocidade de progressão da doença e tempo de
exposição à doença.
Não Conformidades – são situações em que se verifica incumprimento das regras previstas no
regulamento do SIGIC. A percentagem de não conformidades é calculada face ao número total
de:
a) Movimentos;
b) Episódio Movimentados;
c) Operados
Nota de consentimento Informado – documento que recolhe a concordância do utente com a
proposta de intervenção cirúrgica e com a sua inscrição na LIC e a aceitação do conjunto de
normas do Regulamento do SIGIC que servirão de base para a gestão da proposta cirúrgica.
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Ano 2009
O
Operados (actual) – episódios cirúrgicos com cirurgia programada realizada pelo hospital,
durante um determinado período de tempo, incluindo os episódios cirúrgicos cativados e
operados pelo hospital enquanto hospital de destino.
P
Processo do utente – conjunto de documentos em suporte físico ou electrónico com informação
relevante e suficiente para a gestão da proposta cirúrgica.
Proposta cirúrgica – proposta terapêutica na qual está prevista a realização de uma intervenção
cirúrgica com os recursos da cirurgia programada.
Proposta terapêutica – documento que sintetiza o conjunto de acções que o hospital se
predispõe a realizar com vista à resolução de problemas de saúde do utente.
Produção base – produção contratada no início do ano, considerando o histórico de produção do
hospital, a melhoria da eficiência e a evolução da sua procura.
Produção adicional – produção que excede a produção base contratualizada com os hospitais do
SNS, bem como a efectuada pelas entidades convencionadas no âmbito do SIGIC.
Prótese – Dispositivo médico activo ou não activo para ser totalmente ou parcialmente
introduzido, destinado a ficar implantado por um longo prazo superior a 30 dias (Baseado no DL
145/2009 de 17 de Junho anexo 9.1.3).
R
Registo provisório – registo de um utente na LIC que se encontra ainda por validar ou não foi
ainda objecto de consentimento por escrito.
Registo activo – registo de um utente na LIC, provisoriamente inscrito, após validação da
proposta cirúrgica e obtenção do seu consentimento escrito, que não se encontra pendente ou
suspenso administrativamente, nem agendado ou nem ainda em processo de transferência.
Registo cancelado – anulação do registo de um utente na LIC determinado por motivos
supervenientes à inscrição, clínicos ou outros, que impedem a realização da cirurgia.
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Ano 2009
Registo pendente – alteração temporária do registo de um utente na LIC que, a seu pedido,
fundado em motivo plausível, ou a pedido do médico proponente da cirurgia, decorrente de uma
situação clínica que o impede temporariamente de ser operado, fica pendente por um período
definido de tempo, findo o qual é novamente activado, mantendo -se o interesse do utente em
submeter -se a uma intervenção cirúrgica no hospital. O tempo de pendência não pode
ultrapassar o TMRG da patologia e da prioridade com que foi classificado.
Registo suspenso administrativamente – alteração temporária do registo de um utente na LIC,
decorrente de problemas técnicos ou de insuficiência de informação, por um período máximo de
5 dias úteis consecutivos ou 10 dias úteis interpolados, que o impede de ser movimentado, mas
não interrompe a contagem do tempo de espera.
Readmissão – consiste na reincorporação em LIC de um utente indevidamente cancelado,
relevando o tempo já decorrido para efeito de contagem de tempo de espera.
Reinscrição – consiste no recomeço, a partir de zero, da contagem do tempo de espera para um
dado utente que a seu pedido, mantendo -se a indicação cirúrgica, é inscrito de novo na LIC.
S
Saídas – episódios cirúrgicos que saíram da LIC do hospital por via de cirurgia programada
efectuada pelo hospital (operados) ou por outras vias (cancelados), num determinado período de
tempo.
T
Transferência - deslocação do utente do seu hospital de origem para outra unidade hospitalar do
SNS ou convencionada, designada hospital de destino.
Tempo de Espera (TE) – o número de dias de calendário que medeia entre o momento em que é
proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e a observação, o cancelamento do
registo ou a saída do utente da LIC.
Tempo de Espera Oficial – o número de dias de calendário que medeia entre o momento em que
é proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e a observação, o cancelamento
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2009
do registo ou a saída do utente da LIC. A este tempo é descontado os tempos de pendências por
motivos plausíveis (Pessoais ou Médicos) que possam ocorrer na origem e no destino e o tempo
desde a emissão de NT/VC até à cativação ou cancelamento do mesmo.
Tempo máximo de Resposta Garantidos (TMRG) – é o número máximo de dias que um utente,
tendo em conta sua a classificação de prioridade, pode aguardar no HO pela realização da
intervenção cirúrgica. Outras designações para o mesmo conceito: TCA (Tempo Crítico
Aceitável), TME (Tempos Máximos de Espera).
TEMPOS MÁXIMOS DE RESPOSTA GARANTIDOS (TMRG)
NÍVEL DE PRIORIDADE
GRUPO DE PATOLOGIA
TMRG em dias
P1 – NORMAL
GERAL a)
270
OBESIDADE
270
CATARATAS
160
ONCOLOGIA
60
P2 – PRIORITÁRIO
GERAL
60
P3 - MUITO PRIORITÁRIO
ONCOLOGIA
GERAL
45
15
ONCOLOGIA
15
GERAL
3
ONCOLOGIA
3
P4 - URGÊNCIA DIFERIDA
a) Inclui a cirurgia para correcção morfológica, em resultado de cirurgia oncológica.
Tempo máximo de espera (TME) – período máximo de dias que o utente pode aguardar pela
realização da intervenção cirúrgica, contabilizando-se o tempo em que o doente esteve com a
inscrição activa, garantido por nível de prioridade, por patologia ou por grupo de patologias.
Tempo médio de espera da LIC – tempo de espera que resulta do somatório dos tempos de
espera dos utentes inscritos na LIC, dividido pelo número total de doentes inscritos.
Tempo de espera no destino – número de dias de calendário que medeia entre o momento em
que o vale cirurgia é cativado no hospital de destino e a observação, a devolução ou a saída do
utente da LIC.
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Ano 2009
U
Unidade funcional – estrutura constituída na dependência de um serviço cirúrgico com equipas
médicas designadas quando a escassez de recursos justifica a necessidade de manter LIC
independentes dentro de um serviço.
Urgência diferida - situação em que um utente que se encontra em crise aguda e é proposto
para uma intervenção cirúrgica com os recursos da cirurgia programada.
V
Vale cirurgia/Nota de Transferência – documento pré-numerado, pessoal e intransmissível que
só pode ser utilizado para a realização da cirurgia proposta ou equivalente, dentro do prazo de
validade aposto.
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Ano 2008
9.2. Siglas dos Hospitais e Serviços
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CHBM
CARDIOLOGIA
CARD
CHBM-CARD
CHBM
CIRURGIA GERAL
CIRG
CHBM-CIRG
CIR-LAP
CHBM-CIR-LAP
CIR-AMB
CHBM-CIR-AMB
CIR-PED
CHBM-CIR-PED
CPR
CHBM-CPR
CPR-AMB
CHBM-CPR-AMB
CHBM
CHBM
CHBM
CHBM
CHBM
CIRURGIA GERAL LAPAROSCOPIA
CIRURGIA GERALAMBULATORIO
CIRURGIA PEDIATRICA
CIRURGIA PLASTICA E
RECONSTRUTIVA
CIRURGIA PLÁSTICAAMBULATORIO
CHBM
CIRURGIA-MONTIJO
CIR-MTJ
CHBM-CIR-MTJ
CHBM
CURGIA PLASTICA-MONTIJO
CP-MTJ
CHBM-CP-MTJ
CHBM
GINECOLOGIA
GIN
CHBM-GIN
CHBM
GINECOLOGIA-AMBULATÓRIO
GIN-AMB
CHBM-GIN-AMB
CHBM
OFTALMOLOGIA
OFTAL
CHBM-OFTAL
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Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Centro Hospitalar Barreiro
Montijo, E.P.E.
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CHBM
OFTALMOLOGIAAMBULATORIO
OFT-AMB
CHBM-OFT-AMB
CHBM
ORL-AMB
ORL-AMB
CHBM-ORL-AMB
CHBM
ORTOPEDIA
ORT
CHBM-ORT
CHBM
ORTOPEDIA-AMBULATÓRIO
ORT-AMB
CHBM-ORT-AMB
CHBM
ORTOPEDIA-ARTROSCOPIA
ORT-ART
CHBM-ORT-ART
CHBM
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
CHBM-ORL
CHBM
UROLOGIA
URO
CHBM-URO
CHBM
UROLOGIA-AMBULATORIO
URO-AMB
CHBM-URO-AMB
CHBM
UROLOGIA-MONTIJO
URO-MTJ
CHBM-URO-MTJ
HNSR
CARDIOLOGIA
CARD
HNSR-CARD
HNSR
CIRURGIA GERAL
CIRG
HNSR-CIRG
CIR LAP
HNSR-CIR LAP
CG-AMB
HNSR-CG-AMB
CPR
HNSR-CPR
HNSR
HNSR
HNSR
CIRURGIA GERAL LAPAROSCOPIA
CIRURGIA GERALAMBULATORIO
CIRURGIA PLÁSTICA E
RECONSTRUTIVA
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
C. H. Barreiro Montijo
CHBM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital de Nossa Senhora do
Rosário, EPE
Hospital Distrital do Montijo
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CPR-AMB
HNSR-CPR-AMB
DERM
HNSR-DERM
GIN
HNSR-GIN
GIN-AMB
HNSR-GIN-AMB
HNSR
CIRURGIA PLASTICAAMBULATORIO
HNSR
DERMATOLOGIA
HNSR
GINECOLOGIA
HNSR
GINECOLOGIA-AMBULATORIO
HNSR
OFTALMOLOGIA
OFT
HNSR-OFT
HNSR
OFTALMOLOGIAAMBULATORIO
OFT-AMB
HNSR-OFT-AMB
HNSR
ORL-AMBULATORIO
ORL-AMB
HNSR-ORL-AMB
HNSR
ORTOPEDIA
ORT
HNSR-ORT
HNSR
ORTOPEDIA-AMBULATORIO
ORT-AMB
HNSR-ORT-AMB
HNSR
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HNSR-ORL
HNSR
PEDIATRIA
CIR PED
HNSR-CIR PED
HNSR
UROLOGIA
URO
HNSR-URO
HNSR
UROLOGIA-AMBULATORIO
URO-AMB
HNSR-URO-AMB
HDMT
CIRURGIA
CIR
HDMT-CIR
Página 104 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C. H. Barreiro Montijo
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHBM
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
CHEDV
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Hospital Distrital do Montijo
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Centro Hospitalar Entre o
Douro e Vouga, E.P.E.
Hospital Distrital de Oliveira
de Azeméis
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
URO
HDMT-URO
CG
CHEDV-CG
CIR PLAS
CHEDV-CIR PLAS
HDMT
UROLOGIA
CHEDV
CIRURGIA GERAL
CHEDV
CIRURGIA PLASTICA
CHEDV
GINECOLOGIA
GIN
CHEDV-GIN
CHEDV
OBSTETRICIA
OBST
CHEDV-OBST
CHEDV
OFTALMOLOGIA
OFTAL
CHEDV-OFTAL
CHEDV
ORTOPEDIA
ORT
CHEDV-ORT
CHEDV
OTORRINO
ORL
CHEDV-ORL
CHEDV
UROLOGIA
URO
CHEDV-URO
HSMO
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
HSMO-CPED
HDSJM
CIRURGIA
CIR
HDSJM-CIR
HDSJM
GINECOLOGIA
GIN
HDSJM-GIN
HDSJM
OFTALMOLOGIA
OFT
HDSJM-OFT
HDSJM
ORL
ORL
HDSJM-ORL
Página 105 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Entre o Douro e
Vouga
C. H. Lisboa Norte
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHEDV
CHEDV
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Hospital Distrital S. João da
Madeira
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HDSJM
ORTOPEDIA
ORT
HDSJM-ORT
HDSJM
UROLOGIA
URO
HDSJM-URO
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
CIRURGIA GERAL
CIRG
HSS-CIRG
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HSS-CPR
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
CIRURGIA PRIVADA
CIRPRIV
HSS-CIRPRIV
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
GINECOLOGIA
GIN
HSS-GIN
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
OBSTETRÍCIA
OBST
HSS-OBST
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
OFTALMOLOGIA
OFT
HSS-OFT
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
ORTOPEDIA
ORT
HSS-ORT
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HSS-ORL
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
OUTROS
OUTROS
HSS-OUTROS
CHEDV
Hospital São Sebastião, EPE
HSS
UROLOGIA
URO
HSS-URO
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA 1
CIR 1
UHSM-CIR 1
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 106 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA 2
CIR 2
UHSM-CIR 2
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA 3
CIR 3
UHSM-CIR 3
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA CARDIOTORÁCICA
CCT
UHSM-CCT
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
UHSM-CPED
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA PLÁSTICA
CPLAS
UHSM-CPLAS
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA TORACICA
CTOR
UHSM-CTOR
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA VASCULAR 1
CVASC1
UHSM-CVASC1
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
CIRURGIA VASCULAR 2
CVASC2
UHSM-CVASC2
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
ESTOMATOLOGIA
EST
UHSM-EST
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
GINECOLOGIA
GINEC
UHSM-GINEC
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
NEUROCIRURGIA
NEUROC
UHSM-NEUROC
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
OBSTETRÍCIA
OBST
UHSM-OBST
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 107 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
OFTALMOLOGIA
OFTAL
UHSM-OFTAL
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
ORTOPEDIA
ORTOP
UHSM-ORTOP
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
OTORRINOLARINGOLOGIA 1
ORL 1
UHSM-ORL 1
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
OTORRINOLARINGOLOGIA 2
ORL 2
UHSM-ORL 2
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
OUTROS
OUTROS
UHSM-OUTROS
C. H. Lisboa Norte
CHLN
Centro Hospitalar Lisboa
Norte, EPE - H. Santa Maria
UHSM
UROLOGIA
URO
UHSM-URO
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CARDIOLOGIA
CAR
CHAA-CAR
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CIRUR
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CIRURPED
CHAA-CIRUR
CHAACIRURAMB
CHAA-CIRURPED
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CPEDAMB
CHAA-CPEDAMB
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CIRURGIA GERAL
CIRURGIA GERAL
AMBULATORIO
CIRURGIA PEDIATRICA
CIRURGIA PEDIATRICA
AMBULATORIO
CIRURGIA PLASTICA
CIRURPLA
CHAA-CIRURPLA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
CIRURGIA VASCULAR
CIRURVAS
CHAA-CIRURVAS
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
DERM
CHAA-DERM
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
DERAMB
CHAA-DERAMB
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
DERMATOLOGIA
DERMATOLOGIA
AMBULATORIO
ESTOMATOLOGIA
ESTO
CHAA-ESTO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
CIRURAMB
Página 108 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
ESTOMATOLOGIA
AMBULATORIO
GINECOLOGIA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
GINECOLOGIA AMBULATORIO
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
MEDICINA REPRODUCAO
MEDICINA REPRODUCAO
AMBULATORIO
OBSTETRICIA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
C.H. Alto Ave - Guimarães
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ESTOAMB
CHAA-ESTOAMB
GINE
CHAA-GINE
GINEAMB
CHAA-GINEAMB
MEDRP
OBST
CHAA-MEDRP
CHAAMEDRPAMB
CHAA-OBST
MEDRPAMB
OFTA
CHAA-OFTA
OFTAAMB
CHAA-OFTAAMB
CHAA
OFTALMOLOGIA
OFTALMOLOGIA
AMBULATORIO
ORTOPEDIA
ORTO
CHAA-ORTO
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
ORTOPEDIA AMBULATORIO
ORTOAMB
CHAA-ORTOAMB
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
OTORRINO
ORL
CHAA-ORL
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
OTORRINO AMBULATORIO
ORLAMB
CHAA-ORLAMB
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
OUTROS
OUTROS
CHAA-Outros
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
UROLOGIA
URO
CHAA-URO
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
CHAA
UROLOGIA AMBULATORIO
UROAMB
CHAA-UROAMB
C.H. Alto Ave - Guimarães
CHAA
Centro Hospitalar do Alto Ave
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
CHAA
UTC-OBESIDADE
UTCOB
CHAA-UTCOB
UHPORT
CARDIOLOGIA
CARD
UHPORT-CARD
UHPORT
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHPORT-CIRG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 109 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Barlav. Algarvio Portimão
CHBALG
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar do
Barlavento Algarvio, EPE Portimão
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
DER
UHPORT-DER
GASTR
UHPORT-GASTR
GINOBST
UHPORTGINOBST
UHPORT
DERMATOLOGIA
UHPORT
GASTROENTEROLOGIA
UHPORT
GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA
UHPORT
OFTALMOLOGIA
OFT
UHPORT-OFT
UHPORT
ORTOPEDIA
ORT
UHPORT-ORT
UHPORT
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHPORT-ORL
UHPORT
UROLOGIA
URO
UHPORT-URO
BBGINAM
UHG-BBGINAM
BBGINEN
UHG-BBGINEN
BBGINMR
UHG-BBGINMR
UHG
UHG
UHG
BB-GINECOLOGIA DE
AMBULATÓRIO
BB-GINECOLOGIA
ENDOSCOPICA
BB-GINECOLOGIA MED
REPRODUÇÃO
Página 110 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHG
BB-GINECOLOGIA
ONCOLOGICA
BBGINON
UHG-BBGINON
UHG
BB-GINECOLOGIA OUTROS
BBGINOUT
UHG-BBGINOUT
UHG
BB-GINECOLOGIA UROLOGICA
BBGINUR
UHG-BBGINUR
UHG
BB-OBSTETRÍCIA
AMBULATÓRIO
BBOBSAMB UHG-BBOBSAMB
UHG
BB-OBSTETRÍCIA CESARIANA
BBOBSCES
UHG-BBOBSCES
UHG
CIRURGIA
Cirurg
UHG-Cirurg
UHG
CIRURGIA MAXILO FACIAL
CMF
UHG-CMF
UHG
CIRURGIA TORÁCICA
CIRTOR
UHG-CIRTOR
UHG
ESTOMATOLOGIA
EST
UHG-EST
UHG
HG-ESTOMATOLOGIA
HGEST
UHG-HGEST
UHG
HG-NEUROCIRURGIA
HGNCIR
UHG-HGNCIR
UHG
HG-OFTALMOLOGIA
HGOFT
UHG-HGOFT
UHG
HG-ORTOPEDIA
HGORT
UHG-HGORT
UHG
HG-OTORRINO
HGORL
UHG-HGORL
Página 111 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HPCT
UHG-HPCT
UHG
HP-CIRURGIA TORÁCICA
UHG
HP-CIRURGIA I
HPCIR-I
UHG-HPCIR-I
UHG
HP-CIRURGIA II
HPCIR-II
UHG-HPCIR-II
UHG
HP-CIRURGIA PLÁSTICA
HPCPLAS
UHG-HPCPLAS
UHG
HP-ESTOMATOLOGIA
HPEST
UHG-HPEST
UHG
HP-NEUROCIRURGIA
HPNCIR
UHG-HPNCIR
UHG
HP-OFTALMOLOGIA
HPOFT
UHG-HPOFT
UHG
HP-ORL
HPORL
UHG-HPORL
UHG
HP-ORTOPEDIA
HPORT
UHG-HPORT
UHG
HP-UROLOGIA
HPUROL
UHG-HPUROL
UHG
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHG-NCIR
UHG
ORTOPEDIA
ORT
UHG-ORT
UHG
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHG-ORL
UHG
UNIDADE TRATAMENTO
CIRÚRGICO DA OBESIDADE
UTCO
UHG-UTCO
Página 112 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Geral
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - H. Pediátrico
de Coimbra
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHG
UROLOGIA
URO
UHG-URO
UHP
CIRURGIA E QUEIMADOS
CIRP
UHP-CirP
UHP
CIRURGIA TORÁCICA
CIRTOR
UHP-CIRTOR
UHP
ESTOMATOLOGIA
EST
UHP-EST
UHP
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHP-NCIR
UHP
OFTALMOLOGIA
OFT
UHP-OFT
UHP
ORL
ORL
UHP-ORL
UHP
ORTOPEDIA
ORT
UHP-ORT
MEDR GIN
UHMBB-MEDR
GIN
UHMBB
GINECOLOGIA - MEDICINA
REPRODUTIVA
Página 113 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Coimbra
CHC
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
CHCB
CHCB
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar de
Coimbra, EPE - Maternidade
Bissaya Barreto
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHMBB
GINECOLOGIA DE
AMBULATÓRIO
GIN AMB
UHMBB-GIN
AMB
UHMBB
GINECOLOGIA ENDOSCOPICA
GINENDP
UHMBBGINENDP
UHMBB
GINECOLOGIA ONCOLOGICA
GINONC
UHMBB-GINONC
UHMBB
GINECOLOGIA OUTROS
GINOUT
UHMBB-GINOUT
UHMBB
GINECOLOGIA UROLOGICA
UROGIN
UHMBB-UROGIN
UHMBB
OBSTETRÍCIA - CESARIANA
OBST CES
UHMBB-OBST
CES
UHMBB
OBSTETRÍCIA DE
AMBULATÓRIO
OBST AMB
UHMBB-OBST
AMB
UHMBB
OBSTETRÍCIA OUTROS
OBST OUT
UHMBB-OBST
OUT
CHCB
CIRURGIA GERAL
CIRG
CHCB-CIRG
CHCB
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
CHCB-CPR
Página 114 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
C.H. Cova da Beira Covilhã
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
CHCB
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar Cova da
Beira, EPE
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. D. Estefânia
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CHCB
DERMATOLOGIA
DER
CHCB-DER
CHCB
ESPECIALIDADES
ESPE
CHCB-ESPE
CHCB
ESTOMATOLOGIA
EST
CHCB-EST
CHCB
NEUROCIRURGIA
NCIR
CHCB-NCIR
CHCB
OBSTETRÍCIA
OBST
CHCB-OBST
CHCB
OFTALMOLOGIA
OFT
CHCB-OFT
CHCB
ORL
ORL
CHCB-ORL
CHCB
ORTOPEDIA
ORT
CHCB-ORT
CHCB
UROLOGIA
URO
CHCB-URO
UHDE
HDE - CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED HDE
UHDE-CPED HDE
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. D. Estefânia
UHDE
HDE - GINECOLOGIA
GIN HDE
UHDE-GIN HDE
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. D. Estefânia
UHDE
HDE - ORTOPEDIA
ORT HDE
UHDE-ORT HDE
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. D. Estefânia
UHDE
HDE OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL HDE
UHDE-ORL HDE
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 115 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHSJCD
HDE- CIR. PLASTICA REC
CPRHDE
UHSJCD-CPRHDE
UHSJCD
HDE- ESTOMATOLOGIA
ESTHDE
UHSJCD-ESTHDE
UHSJCD
HDE- GASTRENTEROLOGIA
GASTRHDE
UHSJCDGASTRHDE
UHSJCD
HDE-BRONCOLOGIA
BRONHDE
UHSJCDBRONHDE
UHSJCD
HDE-CIRURGIA PEDIATRICA
CPEDHDE
UHSJCDCPEDHDE
UHSJCD
HDE-GINECOLOGIA
GINEHDE
UHSJCDGINEHDE
UHSJCD
HDE-NEUROCIRURGIA
NCIRHDE
UHSJCDNCIRHDE
UHSJCD
HDE-OBSTETRICIA
OBSTHDE
UHSJCDOBSTHDE
UHSJCD
HDE-OFTALMOLOGIA
OFTHDE
UHSJCD-OFTHDE
Página 116 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ORTOHDE
UHSJCDORTOHDE
UHSJCD
HDE-ORTOPEDIA
UHSJCD
HDE-OTORRINOLARINGOLOGIA
ORLHDE
UHSJCD-ORLHDE
UHSJCD
HDE-QUEIMADOS
QUEIHDE
UHSJCDQUEIHDE
UHSJCD
HDEST - UROLOGIA
UROHDEST
UHSJCDUROHDEST
UHSJCD
HDE-UROLOGIA
UROHDE
UHSJCD-UROHDE
UHSJCD
HSAC - CIRURGIA 6
CIRHSAC6
UHSJCDCIRHSAC6
UHSJCD
HSAC - NEUROCIRURGIA
NCIRHSAC
UHSJCDNCIRHSAC
UHSJCD
HSAC - OFTALMOLOGIA
OFTHSAC
UHSJCDOFTHSAC
UHSJCD
HSAC-CIRURGIA 5
CIRHSAC5
UHSJCDCIRHSAC5
Página 117 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
DERMHSAC
UHSJCDDERMHSAC
UHSJCD
HSAC-DERMATOLOGIA
UHSJCD
HSJ - CIRURGIA 1
CIRHSJ1
UHSJCD-CIRHSJ1
UHSJCD
HSJ - CIRURGIA MAXILO FACIAL
CMFHSJ
UHSJCD-CMFHSJ
UHSJCD
HSJ - CIRURGIA PLÁSTICA
RECONSTRUTIVA
CPRHSJ
UHSJCD-CPRHSJ
UHSJCD
HSJ - ESTOMATOLOGIA
EST
UHSJCD-EST
UHSJCD
HSJ - ORTOPEDIA S1 E S2
ORTHSJ1
UHSJCDORTHSJ1
UHSJCD
HSJ - ORTOPEDIA S3
ORTHSJ3
UHSJCDORTHSJ3
UHSJCD
HSJ - OTORRINOLARINGOLOGIA
ORLHSJ
UHSJCD-ORLHSJ
UHSJCD
HSJ - U VERTEBRO MEDULAR
UVM
UHSJCD-UVM
Página 118 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UQUE
UHSJCD-UQUE
UHSJCD
HSJ - UNIDADE DE QUEIMADOS
UHSJCD
HSJ - UROLOGIA
UROHSJ
UHSJCD-UROHSJ
UHSJCD
HSJ-NEUROCIRURGIA
NCIRHSJ
UHSJCD-NCIRHSJ
UHSJCD
HSM- CIRURGIA VASCULAR
CIRVHSM
UHSJCDCIRVHSM
UHSJCD
HSM-CCT CARDIACA ADULT
C/CEC
CCTCCHSM
UHSJCDCCTCCHSM
UHSJCD
HSM-CCT CARDIACA ADULT
S/CEC
CCTSCEC
UHSJCD-CCTSCEC
UHSJCD
HSM-CCT PEDIATRICA C/CEC
CCTPED1
UHSJCDCCTPED1
UHSJCD
HSM-CCT TORACICA S/CEC
CCT2HSM
UHSJCDCCT2HSM
UHSJCD
HSM-CIRURGIA
CARDIOTORACICA
CCTHSM
UHSJCD-CCTHSM
Página 119 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Central
UHSJCD
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. S.
José/Capuchos/Desterro
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. Sta. Marta
Centro Hospitalar de Lisboa
Central, EPE - H. Sta. Marta
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. de Santa
Cruz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. de Santa
Cruz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. de Santa
Cruz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UTCODM
UTCODM
UHSJCDUTCODM
UHSM
HSM - CIRURGIA VASCULAR
CIRVHSM
UHSM-CIRVHSM
UHSM
OUTROS
OUTROS
UHSM-OUTROS
UHSC
CIRURGIA CARDIOTORÁCICA
CCardT
UHSC-CCardT
UHSC
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHSC-CIRG
UHSC
CIRURGIA PLÁSTICA
CPlast
UHSC-CPlast
UHEM
CIRURGIA GERAL I
CIRG 1
UHEM-CIRG 1
UHEM
CIRURGIA GERAL II
CIRG II
UHEM-CIRG II
UHEM
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
UHEM-CPR
UHSJCD
Página 120 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. Egas
Moniz
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHEM
CIRURGIA TORÁCICA
CIRTOR
UHEM-CIRTOR
UHEM
CIRURGIA VASCULAR
CVasc
UHEM-CVasc
UHEM
ESTOMATOLOGIA
EST
UHEM-EST
UHEM
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHEM-NCIR
UHEM
OFTALMOLOGIA
OFT
UHEM-OFT
UHEM
ORTOPEDIA
ORT
UHEM-ORT
UHEM
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHEM-ORL
UHEM
UROLOGIA
URO
UHEM-URO
UHSFX
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHSFX-CIRG
Página 121 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Lisboa Ocidental
CHLO
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
CHMA
CHMA
CHMA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar de Lisboa
Ocidental, EPE - H. S.
Francisco Xavier
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - Famalicão
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - Famalicão
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - Famalicão
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHSFX
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
UHSFX-CPR
UHSFX
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
UHSFX-CIRV
UHSFX
GINECOLOGIA
GIN
UHSFX-GIN
UHSFX
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHSFX-NCIR
UHSFX
ORTOPEDIA
ORT
UHSFX-ORT
UHSFX
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHSFX-ORL
UHSFX
OUTROS
OUTROS
UHSFX-OUTROS
UHFAM
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHFAM-CIRG
UHFAM
GINECOLOGIA/OBSTETRICIA
GIN/OBST
UHFAMGIN/OBST
UHFAM
OFTALMOLOGIA
OFT
UHFAM-OFT
Página 122 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Ave Famalicão
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHMA
CHMA
CHMA
CHMA
CHMA
CHMA
CHMA
CHMT
CHMT
CHMT
CHMT
CHMT
CHMT
CHMT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - Famalicão
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - Famalicão
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - St. Tirso
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - St. Tirso
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - St. Tirso
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - St. Tirso
Centro Hospitalar do Médio
Ave, EPE - St. Tirso
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHFAM
ORL
ORL
UHFAM-ORL
UHFAM
ORTOPEDIA
ORT
UHFAM-ORT
UHST
CIRURGIA
CIR
UHST-CIR
UHST
GINECOLOGIA
GIN
UHST-GIN
UHST
OFTALMOLOGIA
OFT
UHST-OFT
UHST
ORTOPEDIA
ORT
UHST-ORT
UHST
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHST-ORL
CHMT
CIRURGIA - ABT
CIR ABT
CHMT-CIR ABT
CHMT
CIRURGIA - TMR
CIR TMR
CHMT-CIR TMR
CHMT
CIRURGIA - TNO
CIR TNO
CHMT-CIR TNO
CHMT
CIRURGIA PLÁSTICA - TMR
CPR TMR
CHMT-CPR TMR
CHMT
GINECOLOGIA - ABT
GIN ABT
CHMT-GIN ABT
CHMT
GINECOLOGIA - TNO
GIN TNO
CHMT-GIN TNO
CHMT
OFTALMOLOGIA - TMR
OFT TMR
CHMT-OFT TMR
Página 123 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
C.H. Médio Tejo -T.
Novas
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHMT
CHMT
CHMT
CHMT
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do Médio
Tejo, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CHMT
ORTOPEDIA - ABT
ORT ABT
CHMT-ORT ABT
CHMT
ORTOPEDIA -TMR
ORT TMR
CHMT-ORT TMR
CHMT
OTORRINOLARINGOLOGIA ABT
ORL ABT
CHMT-ORL ABT
CHMT
UROLOGIA - TMR
URO TMR
CHMT-URO TMR
CHN
BRG-CIRURGIA GERAL
BRG-CG
CHN-BRG-CG
CHN
BRG-ESTOMATOLOGIA
BRG-ESTO
CHN-BRG-ESTO
CHN
BRG-GINECOLOGIA
BRG-GIN
CHN-BRG-GIN
CHN
BRG-NEFROLOGIA
BRG-NEFR
CHN-BRG-NEFR
CHN
BRG-OBSTETRICIA
BRG-OBST
CHN-BRG-OBST
CHN
BRG-OFTALMOLOGIA
BRG-OFT
CHN-BRG-OFT
CHN
BRG-OTORRINOLARINGOLOGIA
BRG-ORL
CHN-BRG-ORL
CHN
BRG-UROLOGIA
BRG-UROL
CHN-BRG-UROL
CHN
MAC-ORTOPEDIA
MAC-ORTO
CHN-MAC-ORTO
CHN
MACOTORRINOLARINGOLOGIA
MAC-ORL
CHN-MAC-ORL
Página 124 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Bragança
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Macedo
Cavaleiros
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Macedo
Cavaleiros
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CHN
MIR-CIRURGIA GERAL
MIR-CG
CHN-MIR-CG
CHN
MIR-GINECOLOGIA
MIR-GIN
CHN-MIR-GIN
CHN
MIR-OFTALMOLOGIA
MIR-OFT
CHN-MIR-OFT
UHB
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHB-CIRG
UHB
ESTOMATOLOGIA
EST
UHB-EST
UHB
GINECOLOGIA
GIN
UHB-GIN
UHB
NEFROLOGIA
NEFR
UHB-NEFR
UHB
OBSTETRÍCIA
OBST
UHB-OBST
UHB
OFTALMOLOGIA
OFT
UHB-OFT
UHB
ORTOPEDIA
ORT
UHB-ORT
UHB
UROLOGIA
URO
UHB-URO
UHMC
ORTOPEDIA
ORT
UHMC-ORT
UHMC
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHMC-ORL
Página 125 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Nordeste - Bragança
CHN
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Mirandela
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Mirandela
Centro Hospitalar do
Nordeste, EPE - Mirandela
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Centro Hospitalar Caldas da
Rainha
Hospital Bernardino Lopes
Oliveira
Hospital Bernardino Lopes
Oliveira
Hospital Bernardino Lopes
Oliveira
Hospital S. Pedro Gonçalves
Telmo
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHM
CIRURGIA
CIR
UHM-CIR
UHM
GINECOLOGIA
GIN
UHM-GIN
UHM
OFTALMOLOGIA
OFT
UHM-OFT
CHCR
CIRURGIA GERAL
CIRG
CHCR-CIRG
CHCR
DERMATOLOGIA
DER
CHCR-DER
CHCR
GINECOLOGIA
GIN
CHCR-GIN
CHCR
OFTALMOLOGIA
OFT
CHCR-OFT
CHCR
ORTOPEDIA
ORT
CHCR-ORT
CHCR
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
CHCR-ORL
CHCR
OUTROS
OUTROS
CHCR-OUTROS
HBLO
CIRURGIA GERAL
CIRG
HBLO-CIRG
HBLO
CIRURGIA GINECOLOGICA
GIN
HBLO-GIN
HBLO
UROLOGIA
URO
HBLO-URO
HSPGT
CIRURGIA GERAL
CIRG
HSPGT-CIRG
Página 126 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Oeste Norte
CHON
C.H. Oeste Norte
CHON
Hospital S. Pedro Gonçalves
Telmo
Hospital S. Pedro Gonçalves
Telmo
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HSPGT
ORTOPEDIA
ORT
HSPGT-ORT
HSPGT
UROLOGIA
URO
HSPGT-URO
UHSA
CIRURGIA 1
CIR 1
UHSA-CIR 1
C.H. Porto
CHP
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
CIRURGIA 2
CIR 2
UHSA-CIR 2
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
CIRURGIA 3
CIR 3
UHSA-CIR 3
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
CIRURGIA DE AMBULATORIO
CIRAMB
UHSA-CIRAMB
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
UHSA-CIRV
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
DERMATOLOGIA
DER
UHSA-DER
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
ESTOMAT/CIR.MAX_FACIAL
CMF
UHSA-CMF
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
GINECOLOGIA
GIN
UHSA-GIN
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
NEFROLOGIA
NEFR
UHSA-NEFR
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHSA-NCIR
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 127 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
O.R.L
ORL
UHSA-ORL
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
OFTALMOLOGIA
OFT
UHSA-OFT
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
ORTOPEDIA
ORT
UHSA-ORT
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
OUTROS
OUTROS
UHSA-OUTROS
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
UHSA
UNIDADE DE
NEUROPATOLOGIA
UNeurop
UHSA-UNeurop
C.H. Porto
CHP
UHSA
UROLOGIA
URO
UHSA-URO
C.H. Porto
CHP
UHMP
CIRURGIA
CIR
UHMP-CIR
C.H. Porto
CHP
UHMP
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
UHMP-CPR
C.H. Porto
CHP
UHMP
ESTOMATOLOGIA
EST
UHMP-EST
C.H. Porto
CHP
UHMP
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHMP-NCIR
C.H. Porto
CHP
UHMP
ORTOPEDIA
ORT
UHMP-ORT
C.H. Porto
CHP
UHMP
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHMP-ORL
C.H. Porto
CHP
UHMP
UROLOGIA
URO
UHMP-URO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. G. Santo António
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - H. Maria Pia
Página 128 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
GIN
UHMJD-GIN
GINEC
UHMJD-Ginec
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
OBSTETRICIA
Obstet
UHMJD-Obstet
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
OBSTETRÍCIA
OBST
UHMJD-OBST
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
PATOLOGIA DO COLO
UPcolo
UHMJD-UPcolo
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
UNIDADE PATOLOGIA DO COLO
UPC
UHMJD-UPC
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
UROGINECOLOGIA
UROGIN
UHMJD-UROGIN
C.H. Porto
CHP
Centro Hospitalar do Porto,
EPE - Maternidade Júlio Dinis
UHMJD
Uroginec
UHMJD-Uroginec
GINECOLOGIA
C.H. Póvoa do Varzim/VC
CHPVVC
Centro Hospitalar Póvoa do
Varzim/Vila do Conde
CHPVVC
CIRURGIA GERAL
CIRG
CHPVVC-CIRG
C.H. Póvoa do Varzim/VC
CHPVVC
Centro Hospitalar Póvoa do
Varzim/Vila do Conde
CHPVVC
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
CHPVVC-CIRV
C.H. Póvoa do Varzim/VC
CHPVVC
Centro Hospitalar Póvoa do
Varzim/Vila do Conde
CHPVVC
GINECOLOGIA
GIN
CHPVVC-GIN
C.H. Póvoa do Varzim/VC
CHPVVC
Centro Hospitalar Póvoa do
Varzim/Vila do Conde
CHPVVC
OBSTETRÍCIA
OBST
CHPVVC-OBST
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 129 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
C.H. Póvoa do Varzim/VC
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
CHPVVC
Centro Hospitalar Póvoa do
Varzim/Vila do Conde
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
CHPVVC
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ORTOPEDIA
ORT
CHPVVC-ORT
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
CARDIOLOGIA
CARD
UHSB-CARD
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHSB-CIRG
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
UHSB-CPED
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
CIRURGIA PLÁSTICA MAXILO
FACIAL
CPRMF
UHSB-CPRMF
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
DERMATOLOGIA
DER
UHSB-DER
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
ESTOMATOLOGIA
EST
UHSB-EST
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
GASTROENTEROLOGIA
GASTR
UHSB-GASTR
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
GINECOLOGIA
GIN
UHSB-GIN
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
NEFROLOGIA
NEFR
UHSB-NEFR
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
OBSTETRÍCIA
OBST
UHSB-OBST
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
OFTALMOLOGIA
OFT
UHSB-OFT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 130 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHSB-ORL
C.H. Setúbal
CHS
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
UHSB
UNIDADE TRATAMENTO
CIRÚRGICO DA OBESIDADE
UTCO
UHSB-UTCO
C.H. Setúbal
CHS
UHSB
UROLOGIA
URO
UHSB-URO
C.H. Setúbal
CHS
UHOSO
ORTOPEDIA I
ORT 1
UHOSO-ORT 1
C.H. Setúbal
CHS
UHOSO
ORTOPEDIA II
ORT 2
UHOSO-ORT 2
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
CIR
UHPA-CIR
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo
Centro Hospitalar de Setúbal H. Ortopédico de Sant'iago do
Outão
Centro Hospitalar de Setúbal H. Ortopédico de Sant'iago do
Outão
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
UHPA
CIRURGIA
UHPA
CIRURGIA PLASTICA
CIRPLA
UHPA-CIRPLA
UHPA
CIRURGIA VASCULAR-U
VASC-U
UHPA-VASC-U
UHPA
GINECOLOGIA - U
GINE-U
UHPA-GINE-U
UHPA
OBSTETRÍCIA - U
OBST-U
UHPA-OBST-U
Página 131 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHPA
ORTOPEDIA
ORT
UHPA-ORT
UHPA
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHPA-ORL
UHPA
UCA CIRURGIA
UCACIR-U
UHPA-UCACIR-U
UHPA
UCA CIRURGIA PLASTICA
UCAPLA-U
UHPA-UCAPLA-U
UHPA
UCA CIRURGIA VASCULAR
UCAVAS-U
UHPA-UCAVAS-U
UHPA
UCA GINECOLOGIA
UCAGIN-U
UHPA-UCAGIN-U
UHPA
UCA OFTALMOLOGI
OFT-Uca
UHPA-OFT-Uca
UHPA
UCA ORTOPEDIA
UCAORT-U
UHPA-UCAORT-U
UHPA
UCA UROLOGIA
UCAURO-U
UHPA-UCAUROU
Página 132 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Tâmega e Sousa
CHTS
C.H. Torres Vedras
CHTV
C.H. Torres Vedras
CHTV
C.H. Torres Vedras
CHTV
C.H. Torres Vedras
CHTV
Centro Hospitalar do Tâmega
e Sousa, EPE - H. Padre
Américo
Centro Hospitalar de Torres
Vedras
Centro Hospitalar de Torres
Vedras
Centro Hospitalar de Torres
Vedras
Centro Hospitalar de Torres
Vedras
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHPA
UROLOGIA
URO
UHPA-URO
CHTV
CIRURGIA GERAL
CIRG
CHTV-CIRG
CHTV
GINECOLOGIA
GIN
CHTV-GIN
CHTV
ORTOPEDIA
ORT
CHTV-ORT
CHTV
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
CHTV-ORL
UHC
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHC-CIRG
GINOBST
UHC-GINOBST
OFT
UHC-OFT
TRAU
UHC-TRAU
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
UHC
GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
UHC
OFTALMOLOGIA
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
UHC
ORTOTRAUMATOLOGIA
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
UHC
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHC-ORL
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
UHC
UROLOGIA
URO
UHC-URO
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
UHL
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHL-CIRG
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego
Página 133 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHL
GINECOLOGIA
GIN
UHL-GIN
UHL
ORTOPEDIA
ORT
UHL-ORT
UHL
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHL-ORL
UHL
UROLOGIA
URO
UHL-URO
CIR REG
UHVRPR-CIR REG
UHVRPR
CIRURGIA - REGUA
UHVRPR
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHVRPR-CIRG
UHVRPR
CIRURGIA MAXILO FACIAL
CMF
UHVRPR-CMF
UHVRPR
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
UHVRPR-CPR
UHVRPR
CIRURGIA TORACICA
CIRT
UHVRPR-CIRT
Página 134 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. Trás-os-Montes e
Alt. Douro
CHTMAD
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila
Real
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHVRPR
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
UHVRPR-CIRV
UHVRPR
DERMATOLOGIA
DER
UHVRPR-DER
UHVRPR
GINECOLOGIA
GIN
UHVRPR-GIN
UHVRPR
OFTALMOLOGIA
OFT
UHVRPR-OFT
UHVRPR
OFTALMOLOGIA - REGUA
OFT REG
UHVRPR-OFT
REG
UHVRPR
ORTOPEDIA
ORT
UHVRPR-ORT
UHVRPR
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHVRPR-ORL
UHVRPR
UROLOGIA
URO
UHVRPR-URO
UHVNG
CIRURGIA CARDIOTORÁCICA
CCT
UHVNG-CCT
Página 135 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHVNG
CIRURGIA GERAL
CIRG
UHVNG-CIRG
UHVNG
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
UHVNG-CPED
UHVNG
CIRURGIA PLÁSTICA E
RECONSTRUTIVA
CPREST
UHVNG-CPREST
UHVNG
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
UHVNG-CIRV
UHVNG
DERMATOLOGIA
DERMA
UHVNG-DERMA
UHVNG
ESTOMATOLOGIA
EST
UHVNG-EST
UHVNG
GINECOLOGIA
GIN
UHVNG-GIN
UHVNG
NEUROCIRURGIA
NCIR
UHVNG-NCIR
UHVNG
OFTALMOLOGIA
OFT
UHVNG-OFT
Página 136 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
C.H. V. Nova de
Gaia/Espinho
CHVNGE
Centro Oft. Alameda
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
COA
HAJC
HAJC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Hospitalar de Vila
Nova de Gaia/Espinho VNGaia
Centro Oftalmológico da
Alameda
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UHVNG
ORT
0rtop
UHVNG-0rtop
UHVNG
ORTOPEDIA
ORT
UHVNG-ORT
UHVNG
OTORRINO
ORL
UHVNG-ORL
UHVNG
UROLOGIA
URO
UHVNG-URO
UHVNG
UROLOGIA - CIRURGIA URETRA
U-URETRA
UHVNG-UURETRA
UHVNG
UROLOGIA - INCONTINÊNCIA
URINÁRIA
U-INCONT
UHVNG-UINCONT
UHVNG
UROLOGIA - PATOLOGIA
LITIASICA
U-LITIAS
UHVNG-U-LITIAS
COA
OFTALMOLOGIA
OFT
COA-OFT
HAJC
CIRURGIA GERAL
CIRG
HAJC-CIRG
HAJC
GINECOLOGIA
GIN
HAJC-GIN
Página 137 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede
H. Cândido Figueiredo Tondela
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
HAJC
HAJC
HAJC
HAJC
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Hospital Arcebispo João
Crisóstomo
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HAJC
OFTALMOLOGIA
OFT
HAJC-OFT
HAJC
ORTOPEDIA
ORT
HAJC-ORT
HAJC
OUTROS
OUTROS
HAJC-OUTROS
HAJC
UROLOGIA
URO
HAJC-URO
HCF
Hospital Cândido Figueiredo
HCF
CIRURGIA
CIR
HCF-CIR
H. Cândido Figueiredo Tondela
HCF
Hospital Cândido Figueiredo
HCF
ORTOPEDIA
ORT
HCF-ORT
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
CIRURGIA GERAL
CIRG
HCC-CIRG
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
DERMATOLOGIA
DER
HCC-DER
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
HEPATO BILIAR
CHB
HCC-CHB
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
NEFROLOGIA
NEFR
HCC-NEFR
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
ORT
HCC-ORT
H. Curry Cabral
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
UTCO
HCC-UTCO
H. Curry Cabral
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
HCC
Hospital Curry Cabral
HCC
ORTOPEDIA
UNIDADE TRATAMENTO
CIRÚRGICO DA OBESIDADE
UROLOGIA
URO
HCC-URO
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
CIRURGIA GERAL
CIRG
HDFZ-CIRG
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
OFTALMOLOGIA
OFT
HDFZ-OFT
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
ORTOPEDIA
ORT
HDFZ-ORT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 138 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
H. Dr. Franc. Zagalo Ovar
H. Espírito Santo - Évora
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ORL
HDFZ-ORL
OUTROS
HDFZ-OUTROS
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
OTORRINOLARINGOLOGIA
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
OUTROS
HDFZ
Hospital Dr. Francisco Zagalo
HDFZ
UROLOGIA
URO
HDFZ-URO
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CARDIOLOGIA
CARD
HESE-CARD
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA AMBULATORIO
CIRAMB
HESE-CIRAMB
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA BARIATICA A
CBARA
HESE-CBARA
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA BARIATICA B
CBARB
HESE-CBARB
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA BARIATICA C
CBARC
HESE-CBARC
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA FLEBOLOGIA
CFLB
HESE-CFLB
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA GERAL
CIRG
HESE-CIRG
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA I
CIR 1
HESE-CIR 1
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CPR
HESE-CPR
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CPRCA
HESE-CPRCA
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
CIRURGIA PLÁSTICA
CIRURGIA PLÁSTICA AMBULATORIO
DERMATOLOGIA
DER
HESE-DER
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ESTOMATOLOGIA
EST
HESE-EST
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
GIN. PLANEAMENTO FAMILIAR
GINPF
HESE-GINPF
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
GINECOLOGIA
GIN
HESE-GIN
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
NEFROLOGIA
NEFR
HESE-NEFR
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
OBSTETRÍCIA
OBST
HESE-OBST
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
OFTALMOLOGIA
OFT
HESE-OFT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 139 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
OFTALMOLOGIA RETINA
OFTRE
HESE-OFTRE
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ORL INFANTIL
ORLINF
HESE-ORLINF
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ORTOPEDIA
ORT
HESE-ORT
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ORTOPEDIA IMP. PROTESES
ORTPR
HESE-ORTPR
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ORTOPEDIA INFANTIL
ORT PED
HESE-ORT PED
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA
ORTRM
HESE-ORTRM
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HESE-ORL
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
PEDIATRIA CIRURGICA
CIRP
HESE-CIRP
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
UROLOGIA
URO
HESE-URO
H. Espírito Santo - Évora
HESE
Hospital do Espírito Santo
HESE
UROLOGIA FEMININA
UROFEM
HESE-UROFEM
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
CIRURGIA GERAL
CIRG
HF-CIRG
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
CIRURGIA PEDIATRICA GERAL
CPG
HF-CPG
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HF-CPR
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
DERMATOLOGIA CIRURGICA
DERMAT
HF-DERMAT
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
ESTOMATOLOGIA
EST
HF-EST
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA
GINOBST
HF-GINOBST
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
NEUROCIRURGIA
NCIR
HF-NCIR
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
OFTALMOLOGIA
OFT
HF-OFT
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
ORTOPEDIA
ORT
HF-ORT
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HF-ORL
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
PNEUMOLOGIA
PNEU
HF-PNEU
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
SENOLOGIA
SEN
HF-SEN
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 140 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UTCO
HF-UTCO
URO
HF-URO
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
H. Faro
HF
Hospital de Faro
HF
UNIDADE TRATAMENTO
CIRÚRGICO DA OBESIDADE
UROLOGIA
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
CIRURGIA - 3C
CIR 3C
HFF-CIR 3C
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
CIRURGIA 3-B
CIR 3B
HFF-CIR 3B
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
CIRURGIA MAXILO FACIAL
CMF
HFF-CMF
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
HFF-CPED
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HFF-CPR
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
GINECOLOGIA
GINEC
HFF-GINEC
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
NEFROLOGIA
NEFR
HFF-NEFR
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
OFTALMOLOGIA
OFT
HFF-OFT
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
ORTOPEDIA - A
ORT A
HFF-ORT A
H. Fern. da Fonseca - Lx
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HFF-ORL
H. Fern. da Fonseca - Lx
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
HFF
Hospital Fernando da Fonseca
HFF
UROLOGIA
URO
HFF-URO
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
CIRURGIA
CIR
HGO-CIR
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
HGO-CPED
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HGO-CPR
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
HGO-CIRV
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
DERMATOLOGIA (CA)
DER
HGO-DER
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 141 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Garcia de Orta Almada
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
GIN
HGO-GIN
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
GINECOLOGIA
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
NEFROLOGIA (CA)
NEFR
HGO-NEFR
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
NEUROCIRURGIA
NCIR
HGO-NCIR
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
OBSTETRÍCIA (CA)
OBST
HGO-OBST
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
OFTALMOLOGIA
OFT
HGO-OFT
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
ORTOPEDIA
ORT
HGO-ORT
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HGO-ORL
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
PNEUMOLOGIA
PNEU
HGO-PNEU
HGO
Hospital Garcia de Orta, EPE
HGO
UROLOGIA
URO
HGO-URO
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
CARDIOLOGIA
CARD
HIDP-CARD
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
CIRURGIA
CIR
HIDP-CIR
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
DERMATOLOGIA
DER
HIDP-DER
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
ESTOMATOLOGIA
EST
HIDP-EST
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
GASTROENTEROLOGIA
GASTR
HIDP-GASTR
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 142 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. Infante D. Pedro Aveiro
H. José Luc. de Castro Anadia
H. José Luc. de Castro Anadia
H. José Luc. de Castro Anadia
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
GINECOLOGIA
GIN
HIDP-GIN
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
OBSTETRÍCIA
OBST
HIDP-OBST
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
OFTALMOLOGIA
OFT
HIDP-OFT
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
ORTOPEDIA
ORT
HIDP-ORT
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HIDP-ORL
HIDP
Hospital Infante D. Pedro, EPE
HIDP
UROLOGIA
URO
HIDP-URO
HJLC
CIRURGIA GERAL
CIRG
HJLC-CIRG
HJLC
CIRURGIA UROLOGICA
URO
HJLC-URO
HJLC
ORTOPEDIA
ORT
HJLC-ORT
HJLC
HJLC
HJLC
Hospital José Luciano de
Castro
Hospital José Luciano de
Castro
Hospital José Luciano de
Castro
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
HLA
CIRURGIA GERAL
CIRG
HLA-CIRG
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
HLA
GINECOLOGIA
GIN
HLA-GIN
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
HLA
OFTALMOLOGIA
OFT
HLA-OFT
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
HLA
ORTOPEDIA
ORT
HLA-ORT
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
HLA
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HLA-ORL
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 143 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
H. Litoral Alent. - Sant.
Cacém
H. Nª Sª da Conceição Valongo
H. Nª Sª da Conceição Valongo
H. Nª Sª da Conceição Valongo
H. Nª Sª da Conceição Valongo
H. Reyn. dos Santos - V.
F. Xira
H. Reyn. dos Santos - V.
F. Xira
H. Reyn. dos Santos - V.
F. Xira
H. Reyn. dos Santos - V.
F. Xira
H. Reyn. dos Santos - V.
F. Xira
H. S. João - Porto
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
HLA
Hospital do Litoral Alentejano
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UROLOGIA
URO
HLA-URO
HNSC
CIRURGIA GERAL
CIR
HNSC-CIR
HNSC
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HNSC-CPR
HNSC
ORTOPEDIA
ORT
HNSC-ORT
HNSC
OUTROS
OUTROS
HNSC-OUTROS
HLA
HSJ
Hospital Nossa Senhora da
Conceição
Hospital Nossa Senhora da
Conceição
Hospital Nossa Senhora da
Conceição
Hospital Nossa Senhora da
Conceição
Hospital de Reynaldo dos
Santos
Hospital de Reynaldo dos
Santos
Hospital de Reynaldo dos
Santos
Hospital de Reynaldo dos
Santos
Hospital de Reynaldo dos
Santos
Hospital de São João, EPE
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRURGIA CARDIOTORÁCICA
CCT
HSJ-CCT
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRG
HSJ-CIRG
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRG/AMB
HSJ-CIRG/AMB
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRURGIA GERAL
CIRURGIA GERAL/UF
AMBULATÓRIO
CIRURGIA GERAL/UF
PATOLOGIA TIROIDE
CIR/PTIR
HSJ-CIR/PTIR
HNSC
HNSC
HNSC
HNSC
HRS
HRS
HRS
HRS
HRS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
HRS
CIRURGIA GERAL
CIRG
HRS-CIRG
HRS
DERMATOLOGIA
DER
HRS-DER
HRS
GINECOLOGIA
GIN
HRS-GIN
HRS
ORTOPEDIA
ORT
HRS-ORT
HRS
UROLOGIA
URO
HRS-URO
HSJ
ANESTESIA
ANES
HSJ-ANES
Página 144 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CIR/VBIL
HSJ-CIR/VBIL
CPR
HSJ-CPR
CIRV
HSJ-CIRV
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRURGIA GERAL/UF
PATOLOGIA VESICULA BILIAR
CIRURGIA PLÁSTICA
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRURGIA VASCULAR
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
DERMATOLOGIA
DERMAT
HSJ-DERMAT
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
ESTOMATOLOGIA
EST
HSJ-EST
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
GINECOLOGIA
GIN
HSJ-GIN
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
NEUROCIRURGIA
NCIR
HSJ-NCIR
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OBSTETRÍCIA
OBST
HSJ-OBST
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT
HSJ-OFT
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OF/PACO
HSJ-OF/PACO
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT/COPO
HSJ-OFT/COPO
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT/ESTR
HSJ-OFT/ESTR
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT/GLAU
HSJ-OFT/GLAU
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT/IREF
HSJ-OFT/IREF
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFT/VRET
HSJ-OFT/VRET
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OFTALMOLOGIA
OFTALMOLOGIA/PLANO
AC.CIR.OFTAL.
OFTALMOLOGIA/UF
CORNEA,OCULO-PLASTICA E
ORBITA
OFTALMOLOGIA/UF
ESTRABISMO E
OFTAL.PEDIATRICA
OFTALMOLOGIA/UF
GLAUCOMA
OFTALMOLOGIA/UF
IMPLANTO-REFRACTIVA
OFTALMOLOGIA/UF VITREO
RETINA
ORTO/UF
DEFORM.PATOL.DEG.COL.VERT
ORTCVER
HSJ-ORTCVER
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 145 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
ORTOPEDIA
ORT
HSJ-ORT
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HSJ-ORL
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
PAVIMENTO PELVICO
PAV.PELV
HSJ-PAV.PELV
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
CIRP
HSJ-CIRP
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
UTCO
HSJ-UTCO
H. S. João - Porto
HSJ
Hospital de São João, EPE
HSJ
PEDIATRIA CIRURGICA
UNIDADE TRATAMENTO
CIRURGICO DA OBESIDADE
UROLOGIA
URO
HSJ-URO
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
CIRURGIA GERAL
CIRG
HSMB-CIRG
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
CIRURGIA I
CIR 1
HSMB-CIR 1
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
CIRURGIA II
CIR 2
HSMB-CIR 2
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HSMB-CPR
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
HSMB-CIRV
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
DERMATOLOGIA
DER
HSMB-DER
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
ESTOMATOLOGIA
EST
HSMB-EST
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
GINECOLOGIA
GIN
HSMB-GIN
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
NEUROCIRURGIA
NCIR
HSMB-NCIR
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
OBSTETRÍCIA
OBST
HSMB-OBST
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
OFTALMOLOGIA
OFT
HSMB-OFT
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
ORTOPEDIA
ORT
HSMB-ORT
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HSMB-ORL
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
OUTROS
OUTROS
HSMB-OUTROS
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
URGÊNCIA
URG
HSMB-URG
H. S. Marcos - Braga
HSMB
Hospital de São Marcos
HSMB
UROLOGIA
URO
HSMB-URO
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 146 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIRURGIA I
CIR 1
HST-CIR 1
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIR 2
HST-CIR 2
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIRPCI2
HST-CIRPCI2
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIRURGIA II
CIRURGIA II - PEQUENA
CIRURGIA
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
HST-CPED
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HST-CPR
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
CIRURGIA VASCULAR
CIRVASC
HST-CIRVASC
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
DERMATOLOGIA
DER
HST-DER
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
GASTROENTEROLOGIA
GASTR
HST-GASTR
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
GINECOLOGIA
GIN
HST-GIN
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
NEUROCIRURGIA
NCIR
HST-NCIR
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
OBSTETRÍCIA
OBST
HST-OBST
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
OFTALMOLOGIA
OFT
HST-OFT
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
ORL
ORL
HST-ORL
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
ORTOPEDIA
ORT
HST-ORT
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
OUTROS
OUTROS
HST-OUTROS
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
URO
HST-URO
H. S. Teotónio - Viseu
HST
Hospital de São Teotónio
HST
UROPCI
HST-UROPCI
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
UROLOGIA
UROLOGIA - PEQUENA
CIRURGIA
CIRURGIA I
CIR 1
HSA-CIR 1
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
CIRURGIA II
CIR 2
HSA-CIR 2
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
DERMATOLOGIA
DER
HSA-DER
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
GINECOLOGIA
GIN
HSA-GIN
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
NEUROCIRURGIA
NEUROC
HSA-NEUROC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
OBSTETRÍCIA
OBST
HSA-OBST
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
OFTALMOLOGIA
OFT
HSA-OFT
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
ORL
ORL
HSA-ORL
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
ORTOPEDIA I
ORT I
HSA-ORT I
H. St. André - Leiria
HSA
Hospital Santo André, EPE
HSA
ORTOPEDIA II
ORT II
HSA-ORT II
H. St. André - Leiria
H. Stª Maria Maior Barcelos
H. Stª Maria Maior Barcelos
H. Stª Maria Maior Barcelos
H. Stª Maria Maior Barcelos
H. Stª Maria Maior Barcelos
H. Stª Maria Maior Barcelos
HSA
Hospital Santo André, EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospital Santa Maria Maior,
EPE
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
HSA
UROLOGIA
URO
HSA-URO
HSMM
CIRURGIA GERAL
CIR
HSMM-CIR
HSMM
GINECOLOGIA
GIN
HSMM-GIN
HSMM
OFTALMOLOGIA
OFT
HSMM-OFT
HSMM
ORL
ORL
HSMM-ORL
HSMM
ORTOPEDIA
ORT
HSMM-ORT
HSMM
OUTROS
OUTROS
HSMM-OUTROS
HSMM
HSMM
HSMM
HSMM
HSMM
HSMM
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
HUC
CIRURGIA 1
CIR 1
HUC-CIR 1
HUC
CIRURGIA 2
CIR 2
HUC-CIR 2
HUC
CIRURGIA 3
CIR 3
HUC-CIR 3
HUC
CIRURGIA CARDIOTORÁCICA
CCT
HUC-CCT
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HUC
CIRURGIA DA OBESIDADE
CIR OBES
HUC-CIR OBES
HUC
CIRURGIA MAXILO FACIAL
CMF
HUC-CMF
HUC
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HUC-CPR
HUC
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
HUC-CIRV
HUC
DERMATOLOGIA
DERMA
HUC-DERMA
HUC
GINECOLOGIA
GIN
HUC-GIN
NCIRUENF
HUC-NCIRUENF
NCIRUCC
HUC-NCIRUCC
NCIRUCNV
HUC-NCIRUCNV
NCIRTCE
HUC-NCIRTCE
NCIRTUM
HUC-NCIRTUM
OBST
HUC-OBST
OFTCORN
HUC-OFTCORN
OFTESTR
HUC-OFTESTR
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
NEUROCIRURGIA - UNID.
ESTERE E NEUROC. FUNCIONAL
NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE
CIRURGIA DE COLUNA
NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE
CIRURGIA NEUROVASCULAR
NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE
T.C.E.
NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE
TUMORES CEREBRAIS
OBSTETRÍCIA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE
CÓRNEA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE
ESTRABISMO
Página 149 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
HUC
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE
GLAUCOMA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO
IMPLANTO REFRACTIVA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO
OCULOPLÁSTICA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO
ONCOLOGIA
OFTALMOLOGIA - SECÇÃO
VÍTREO RETINA
OFTL - SECÇÃO CIRURGIA
REFRACTIVA
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
OFTGLAU
HUC-OFTGLAU
OFTIMPR
HUC-OFTIMPR
OFTOCUP
HUC-OFTOCUP
OFTONC
HUC-OFTONC
OFTVITR
HUC-OFTVITR
OFTCIRR
HUC-OFTCIRR
HUC
ORTOPEDIA - ANCA
ORTANCA
HUC-ORTANCA
HUC
ORTOPEDIA - COLUNA
ORTCOLU
HUC-ORTCOLU
HUC
ORTOPEDIA - JOELHO
ORTJOEL
HUC-ORTJOEL
HUC
ORTOPEDIA - MÃO
ORTMAO
HUC-ORTMAO
HUC
ORTOPEDIA - OMBRO
ORTOMBR
HUC-ORTOMBR
HUC
ORTOPEDIA - ONCOLOGICA
ORTONC
HUC-ORTONC
HUC
ORTOPEDIA - PATOLOGIA
SÉPTICA
ORTPATS
HUC-ORTPATS
HUC
ORTOPEDIA - PÉ
ORTPE
HUC-ORTPE
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Univer. de Coimbra
HUC
H. Visc. Salreu - Estarreja
HVS
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospitais Universitários de
Coimbra
Hospital Visconde de Salreu
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HUC
ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA
ORTTRAU
HUC-ORTTRAU
HUC
ORTOPEDIA ANCA
ORTO ANC
HUC-ORTO ANC
HUC
ORTOPEDIA COLUNA
ORTO COL
HUC-ORTO COL
HUC
ORTOPEDIA JOELHO
ORTO JOE
HUC-ORTO JOE
HUC
ORTOPEDIA MÃO
ORTO MAO
HUC-ORTO MAO
HUC
ORTOPEDIA OMBRO
ORTO OMB
HUC-ORTO OMB
HUC
ORTOPEDIA ONCOLOGICA
ORTO ONC
HUC-ORTO ONC
HUC
ORTOPEDIA PATOLOGIA
SÉPTICA
ORTO SEP
HUC-ORTO SEP
HUC
ORTOPEDIA PÉ
ORTO PÉ
HUC-ORTO PÉ
HUC
ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA
ORTO TRA
HUC-ORTO TRA
HUC
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HUC-ORL
HUC
UNIDADE DE QUEIMADOS
UNQUE
HUC-UNQUE
URO
HUC-URO
CIRG
HVS-CIRG
HUC
HVS
UROLOGIA E
TRANSPLANTAÇÃO RENAL
CIRURGIA GERAL
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
H. Visc. Salreu - Estarreja
HVS
Hospital Visconde de Salreu
HVS
H. Visc. Salreu - Estarreja
HVS
Hospital Visconde de Salreu
HVS
H. Visc. Salreu - Estarreja
HVS
Hospital Visconde de Salreu
H.D. Águeda
HDA
H.D. Águeda
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
GINE
HVS-GINE
OFTA AMB
HVS-OFTA AMB
HVS
GINECOLOGIA
OFTALMOLOGIA
AMBULATORIO
ORTOPEDIA
ORT
HVS-ORT
Hospital Distrital de Águeda
HDA
CIRURGIA GERAL
CIRG
HDA-CIRG
HDA
Hospital Distrital de Águeda
HDA
OFTALMOLOGIA
OFT
HDA-OFT
H.D. Águeda
HDA
HDA
ORTOPEDIA
ORT
HDA-ORT
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
CIRURGIA GERAL
CIRG
HDFF-CIRG
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
GINECOLOGIA/OBSTETRICIA
GIN/OBST
HDFF-GIN/OBST
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
OFTALMOLOGIA
OFT
HDFF-OFT
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
ORTOPEDIA
ORT
HDFF-ORT
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HDFF-ORL
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
OUTROS
OUTROS
HDFF-OUTROS
H.D. Figueira da Foz
HDFF
HDFF
UROLOGIA
URO
HDFF-URO
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Águeda
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital da Figueira
da Foz, EPE
Hospital Distrital de Pombal
HDP
CIRURGIA DE AMBULATÓRIO
CIR AMB
HDP-CIR AMB
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
CIRURGIA GERAL
CIRG
HDP-CIRG
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
GINECOLOGIA
GIN
HDP-GIN
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
GINECOLOGIA AMBULATORIO
GIN AMB
HDP-GIN AMB
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
OFTALMOLOGIA
OFT
HDP-OFT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 152 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
OFT AMB
HDP-OFT AMB
ORT
HDP-ORT
ORT AMB
HDP-ORT AMB
URO
HDP-URO
URO AMB
HDP-URO AMB
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
OFTALMOLOGIA
AMBULATORIO
ORTOPEDIA
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
ORTOPEDIA AMBULATORIO
H.D. Pombal
HDP
Hospital Distrital de Pombal
HDP
UROLOGIA
H.D. Pombal
HDP
HDP
UROLOGIA AMBULATORIO
H.D. Santarém
HDS
HDS
CIRURGIA
CIR
HDS-CIR
H.D. Santarém
HDS
HDS
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
HDS-CPR
H.D. Santarém
HDS
HDS
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
HDS-CIRV
H.D. Santarém
HDS
HDS
DERMATOLOGIA
DER
HDS-DER
H.D. Santarém
HDS
HDS
GINECOLOGIA
GIN
HDS-GIN
H.D. Santarém
HDS
HDS
OFTALMOLOGIA
OFT
HDS-OFT
H.D. Santarém
HDS
HDS
ORTOPEDIA
ORT
HDS-ORT
H.D. Santarém
HDS
HDS
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HDS-ORL
H.D. Santarém
HDS
Hospital Distrital de Pombal
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
Hospital Distrital de
Santarém, EPE
HDS
UROLOGIA
URO
HDS-URO
HPP - H. Cascais
HPP-Cascais
HPP - Hospital de Cascais
HPP-Cascais
CIRURGIA GERAL
CIRG
HPP - H. Cascais
HPP-Cascais
HPP - Hospital de Cascais
HPP-Cascais
GINECOLOGIA
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
1
HPP-CascaisCIRG
HPP-Cascais-1
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Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
HPP - H. Cascais
HPP-Cascais
HPP - Hospital de Cascais
HPP-Cascais
OFTALMOLOGIA
OFT
HPP-Cascais-OFT
HPP - H. Cascais
HPP-Cascais
HPP - Hospital de Cascais
HPP-Cascais
ORTOPEDIA
ORT
HPP-Cascais-ORT
HPP - H. Cascais
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx
HPP-Cascais
HPP - Hospital de Cascais
Instituto Oftalmológico Dr.
Gama Pinto
Instituto Oftalmológico Dr.
Gama Pinto
Instituto Oftalmológico Dr.
Gama Pinto
Instituto Oftalmológico Dr.
Gama Pinto
Instituto Oftalmológico Dr.
Gama Pinto
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
HPP-Cascais
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
HPP-Cascais-ORL
Oft-Est
IOGP-Oft-Est
IOGP
IOGP
IOGP
IOGP
IOGP
IPO Coimbra
IPOCROC
IPO Coimbra
IPOCROC
IPO Coimbra
IOGP
ESTRABISMO
IOGP
OFTAL - CATARATA
OFT-CAT
IOGP-OFT-CAT
IOGP
OFTAL - CIRURGIA REFRACTIVA
OFT-CR
IOGP-OFT-CR
IOGP
OFTALMOLOGIA
OFT
IOGP-OFT
IOGP
RETINA CIRURGICA
Oft-RC
IOGP-Oft-RC
GINAMB
IPOCROCGINAMB
IPOCROC
GINECOLOGIA AMB
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
IPOCROC
CIRURGIA
CIR
IPOCROC-CIR
IPOCROC
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
IPOCROC
CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO
CCP
IPOCROC-CCP
IPO Coimbra
IPOCROC
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
IPOCROC
DERMATOLOGIA
DERMA
IPOCROC-DERMA
IPO Coimbra
IPOCROC
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
IPOCROC
GINECOLOGIA
GIN
IPOCROC-GIN
IPO Coimbra
IPOCROC
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
IPOCROC
PELE
PELE
IPOCROC-PELE
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
IPO Coimbra
IPOCROC
IPO Coimbra
IPOCROC
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Lisboa
IPOCROL
IPO Porto
IPOCROP
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Coimbra, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia de Lisboa, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
PeleAmb
IPOCROCPeleAmb
IPOCROC
PELE AMBULATÓRIO
IPOCROC
UROLOGIA
URO
IPOCROC-URO
IPOCROL
CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO
CCP
IPOCROL-CCP
IPOCROL
CIRURGIA GERAL
CG
IPOCROL-CG
IPOCROL
CIRURGIA PLÁSTICA E
RECONSTRUTIVA
CPR
IPOCROL-CPR
IPOCROL
DERMATOLOGIA
DER
IPOCROL-DER
IPOCROL
ESTOMATOLOGIA
EST
IPOCROL-EST
IPOCROL
GINECOLOGIA
GIN
IPOCROL-GIN
IPOCROL
OFTALMOLOGIA
OFT
IPOCROL-OFT
IPOCROL
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
IPOCROL-ORL
IPOCROL
PEDIATRIA
PED
IPOCROL-PED
IPOCROL
UROLOGIA
URO
IPOCROL-URO
IPOCROP
CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO
CCP
IPOCROP-CCP
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
IPOCROP
CIRURGIA DIGESTIVA
CDIG
IPOCROP-CDIG
IPOCROP
CIRURGIA MAMA
SEN
IPOCROP-SEN
IPOCROP
CIRURGIA MELANOMAS
CIRMM
IPOCROP-CIRMM
IPOCROP
CIRURGIA PEDIÁTRICA
CPED
IPOCROP-CPED
IPOCROP
CIRURGIA PLÁSTICA E
RECONSTRUTIVA
CPR
IPOCROP-CPR
IPOCROP
CIRURGIA SARCOMAS
CIRSAR
IPOCROP-CIRSAR
IPOCROP
CIRURGIA TORÁCICA
CIRTOR
IPOCROP-CIRTOR
IPOCROP
CIRURGIA TUMORES
ENDOCRINOS
CIREND
IPOCROP-CIREND
IPOCROP
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
IPOCROP-CIRV
IPOCROP
DERMATOLOGIA
DER
IPOCROP-DER
IPOCROP
ESTOMATOLOGIA
EST
IPOCROP-EST
IPOCROP
GINECOLOGIA
GIN
IPOCROP-GIN
IPOCROP
NEUROCIRURGIA
NCIR
IPOCROP-NCIR
IPOCROP
OFTALMOLOGIA
OFT
IPOCROP-OFT
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
IPO Porto
IPOCROP
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx
MAC
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Instituto Português de
Oncologia do Porto, EPE
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Maternidade Dr. Alfredo da
Costa
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
IPOCROP
ORL
ORL
IPOCROP-ORL
IPOCROP
ORTOPEDIA
ORT
IPOCROP-ORT
IPOCROP
STMO ( SERVIÇO DE
TRANSPLANTAÇÃO DE MEDULA
OSSEA )
SERTMO
IPOCROPSERTMO
IPOCROP
UROLOGIA
URO
IPOCROP-URO
MAC
GINECOLOGIA
GIN
MAC-GIN
MAC
GINECOLOGIA HISTERO/LASER
hist/las
MAC-hist/las
MAC
INFERTILIDADE
inf
MAC-inf
MAC
OBSTETRÍCIA
OBST
MAC-OBST
MAC
ONCO PLASTICA
oncplast
MAC-oncplast
MAC
ONCOLOGIA
onc
MAC-onc
MAC
SENOLOGIA
SEN
MAC-sen
MAC
UCA
uca
MAC-uca
MAC
UROGINECOLOGIA
urog
MAC-urog
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
ULS Alto Minho - V.
Castelo
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULSAM
ULS Baixo Alentejo - Beja
ULSBA
ULS Baixo Alentejo - Beja
ULSBA
ULS Baixo Alentejo - Beja
ULS Baixo Alentejo - Beja
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Alto Minho
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ULSAM
CIRURGIA GERAL
CIRG
ULSAM-CIRG
ULSAM
CIRURGIA PLÁSTICA
CPR
ULSAM-CPR
ULSAM
ESTOMATOLOGIA
EST
ULSAM-EST
ULSAM
GINECOLOGIA
GIN
ULSAM-GIN
ULSAM
OBSTETRÍCIA
OBST
ULSAM-OBST
ULSAM
OFTALMOLOGIA
OFT
ULSAM-OFT
ULSAM
ORTOPEDIA
ORT
ULSAM-ORT
ULSAM
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
ULSAM-ORL
ULSAM
UROLOGIA
URO
ULSAM-URO
CIRG 1
UHB-CIRG 1
UHB
CIRURGIA GERAL I
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
UHB
GINECOLOGIA
GIN
UHB-GIN
ULSBA
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
UHB
OFTALMOLOGIA
OFT
UHB-OFT
ULSBA
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
UHB
ORTOPEDIA
ORT
UHB-ORT
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Página 158 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ULS Baixo Alentejo - Beja
ULSBA
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
UHB
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
UHB-ORL
ULS Baixo Alentejo - Beja
ULSBA
Unidade Local de Saúde do
Baixo Alentejo, EPE - Beja
UHB
UROLOGIA
URO
UHB-URO
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
CARDIOLOGIA
CARD
ULSCB-CARD
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
CIRURGIA GERAL
CIRG
ULSCB-CIRG
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
DERMATOLOGIA
DER
ULSCB-DER
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
ESTOMATOLOGIA
EST
ULSCB-EST
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
GINECOLOGIA
GIN
ULSCB-GIN
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
NEFROLOGIA
Nefro
ULSCB-Nefro
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
OFTALMOLOGIA
OFT
ULSCB-OFT
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
ORTOPEDIA
ORT
ULSCB-ORT
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
OTORRINOLARINGOLOGIA
ORL
ULSCB-ORL
ULS Castelo Branco
ULSCB
Hospital Amato Lusitano
ULSCB
PEQUENA CIRURGIA
PCIR
ULSCB-PCIR
ULS Castelo Branco
ULSCB
ULSCB
UROLOGIA
URO
ULSCB-URO
ULS Guarda
ULSG
HNSAS
CIRURGIA GERAL
CIRG
HNSAS-CIRG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
Hospital Amato Lusitano
Hospital de Nossa Senhora da
Assunção
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
ULSG
AMB CIRURGIA
CIR/AMB
ULSG-CIR/AMB
ULSG
AMB O.R.L.
ORL/AMB
ULSG-ORL/AMB
ULSG
AMB ORTOPEDIA
ORT/AMB
ULSG-ORT/AMB
ULSG
CARDIOLOGIA
CARD
ULSG-CARD
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Guarda
ULSG
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde da
Guarda
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
CIR
ULSG-CIR
ULSG
CIRURGIA
ULSG
DERMATOLOGIA
DERM
ULSG-DERM
ULSG
GASTROENTEROLOGIA
GASTR
ULSG-GASTR
ULSG
GINECOLOGIA
GIN
ULSG-GIN
ULSG
LAPAROSCOPIA
LAPAROS
ULSG-LAPAROS
ULSG
O. R. L.
ORL
ULSG-ORL
ULSG
OFTALMOLOGIA
OFT
ULSG-OFT
ULSG
ORTOPEDIA
ORT
ULSG-ORT
ULSG
ORTOPEDIA /COLUNA
ORT/COLU
ULSG-ORT/COLU
ULSG
OUTROS
OUTROS
ULSG-OUTROS
ULSG
PNEUMOLOGIA
PNEU
ULSG-PNEU
ULSG
UROLOGIA
UROLOGIA
ULSG-UROLOGIA
ULSM
CIRURGIA GERAL
CIRG
ULSM-CIRG
ULSM
CIRURGIA MAXILO-FACIAL
CIRMF
ULSM-CIRMF
Página 160 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ULSM
CIRURGIA PLASTICA
CPR
ULSM-CPR
ULSM
CIRURGIA VASCULAR
CIRV
ULSM-CIRV
ULSM
GINECOLOGIA GERAL
GING
ULSM-GING
ULSM
GINECOLOGIA LAPAROSCOPICA
GINLAP
ULSM-GINLAP
ULSM
GINECOLOGIA TMR
GINTMR
ULSM-GINTMR
ULSM
NEUROCIRURGIA
NCIR
ULSM-NCIR
ULSM
OBSTETRICIA
OBST
ULSM-OBST
ULSM
OFTALMOLOGIA
OFT
ULSM-OFT
ULSM
OFTALMOLOGIA ANEXOS
OFTANX
ULSM-OFTANX
ULSM
OFTALMOLOGIA ESTRABISMO
OFTEST
ULSM-OFTEST
OFTSA
ULSM-OFTSA
OFTSP
ULSM-OFTSP
OTRL
ULSM-OTRL
ORLOTO
ULSM-ORLOTO
ULSM
ULSM
OFTALMOLOGIA SEGMENTO
ANTERIOR
OFTALMOLOGIA SEGMENTO
POSTERIOR
ULSM
ORL
ULSM
ORL OTOLOGIA
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Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Matosinhos
ULSM
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
ORLPAT
ULSM-ORLPAT
ORT
ULSM-ORT
ULSM
ORL PATOLOGIA
OROFARINGEA
ULSM
ORTOPEDIA
ULSM
ORTOPEDIA COLUNA
VERTEBRAL
ORTCV
ULSM-ORTCV
ULSM
ORTOPEDIA GERAL
ORTG
ULSM-ORTG
ULSM
ORTOPEDIA INFANTIL
ORTINF
ULSM-ORTINF
ULSM
ORTOPEDIA JOELHO
ORTJOE
ULSM-ORTJOE
ULSM
ORTOPEDIA OMBRO
ORTOMB
ULSM-ORTOMB
ULSM
OUTROS
OUTROS
ULSM-OUTROS
ULSM
UROGINECOLOGIA
UROGIN
ULSM-UROGIN
ULSM
UROLOGIA
URO
ULSM-URO
ULSM
UROLOGIA AAU
UROAAU
ULSM-UROAAU
ULSM
UROLOGIA HBP
UROHBP
ULSM-UROHBP
ULSM
UROLOGIA IU
UROIU
ULSM-UROIU
ULSM
UROLOGIA ON
UROON
ULSM-UROON
Página 162 de 163
Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada
Ano 2008
Grupo Hospitalar
Sigla do Grupo Hospital / Unidade
Hospitalar
Hospitalar
ULS Matosinhos
ULSM
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
ULS Norte Alentejano Portalegre
Unidade Local de Saúde de
Matosinhos,EPE
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
Sigla do Hospital
/ Unid.
Serviço
Hospitalar
Sigla
Serviço
Sigla do Hospital
/ Unid. Hosp. +
Serviço
UROPGE
ULSM-UROPGE
ULSM
UROLOGIA PGE
ULSNA
CARDIOLOGIA - HSLE
CARD
ULSNA-Card
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
CIRURGIA GERAL - HDJMG
Cirgp
ULSNA-Cirgp
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
CIRURGIA GERAL - HSLE
Cirge
ULSNA-Cirge
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
GINECOLOGIA - HDJMG
GIN
ULSNA-Gin
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
OFTALMOLOGIA - HDJMG
OFT
ULSNA-Oft
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
ORTOPEDIA - HDJMG
Ortp
ULSNA-Ortp
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
ORTOPEDIA - HSLE
Orte
ULSNA-Orte
ULS Norte Alentejano Portalegre
ULSNA
Unidade Local de Saúde do
Norte Alentejano
ULSNA
UROLOGIA - HDJMG
Urol
ULSNA-Urol
Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia
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