Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Ano 2009 Página 1 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Título Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Versão VE1 Autores Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Ficheiro UCGIC TL 20100712 Relatório NM 2009 VE1 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 2 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Índice 1. Siglas e Abreviaturas ............................................................................................................................... 4 2. Introdução ................................................................................................................................................ 7 3. Objectivos e Métodos .............................................................................................................................. 9 3.1. Indicadores ............................................................................................................................... 11 4. Sumário Executivo ................................................................................................................................. 13 5. Reflexões ............................................................................................................................................... 23 6. Tabelas e Ilustrações............................................................................................................................. 28 7. 8. 6.1. Tabelas ..................................................................................................................................... 28 6.2. Gráficos ..................................................................................................................................... 30 Análise da Procura e Oferta para Tratamento Cirúrgico ....................................................................... 32 7.1. País ........................................................................................................................................... 32 7.2. Regiões ..................................................................................................................................... 45 7.3. Grupos Nosológicos.................................................................................................................. 58 7.4. Grupos de Serviços .................................................................................................................. 66 7.5. Hospitais com maior casuística operatória (65% da actividade) .............................................. 68 Formulário .............................................................................................................................................. 83 A tabela seguinte descreve os indicadores utilizados no relatório de patologias oncológicas 2009. ........... 83 9. Glossário ................................................................................................................................................ 88 9.1. Conceitos .................................................................................................................................. 88 9.2. Siglas dos Hospitais e Serviços .............................................................................................. 102 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 3 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 1. Siglas e Abreviaturas A ACSS – Administração Central do Sistema de Saúde, IP APCA – Associação Portuguesa de Cirurgia de Ambulatório ARS – Administração Regional de Saúde C C. H. – Centro Hospitalar D DGS – Direcção Geral da Saúde E ERS – Entidade Reguladora da Saúde H H. - Hospital HC – Hospital Convencionado HD – Hospital de Destino HO – Hospital de Origem I ICD9 – International Classification of Diseases (version 9) IGIF – Instituto de Gestão Financeira da Saúde IGS – Inspecção Geral de Saúde Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 4 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 L LIC – Lista de Inscritos para Cirurgia LVT – Lisboa e Vale do Tejo M M – Meses MRA – Modalidade Remuneratória Alternativa (Produção realizada pela equipa cirúrgica fora do seu horário de trabalho estabelecido) MRC – Modalidade Remuneratória Convencional (Produção realizada pela equipa cirúrgica dentro do seu horário de trabalho estabelecido) N NC – Não Conformidades NM – Procedimentos cirúrgicos em oncologia (Neoplasias Malignas) de ressecção NSNS – Outros subsistemas de saúde fora do SNS NT – Nota de Transferência NT/VC – Nota de Transferência/Vale Cirurgia O ORL – Otorrinolaringologia P P – Prioridade P1 – Nível de prioridade clínica 1 (normal) P2 – Nível de prioridade clínica 2 (prioritária) P3 – Nível de prioridade clínica 3 (muito prioritária) P4 – Nível de prioridade clínica 4 (urgência diferida) Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 5 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 S SIC – Sistema de Informação Central SIGIC – Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia SIGLIC – Sistema Informático de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia SIH – Sistema de Informação Hospitalar SNS – Serviço Nacional de Saúde T TMRG – Tempo Máximo de Resposta Garantido TE – Tempo de Espera TC – Tribunal de Contas U ULS – Unidade Local Saúde UCGIC – Unidade Central Gestão Inscritos para Cirurgias UHGIC – Unidade Hospitalar Gestão Inscritos para Cirurgias URGIC - Unidade Regional Gestão Inscritos para Cirurgias V VC – Vale-Cirurgia Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 6 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 2. Introdução O tratamento do cancro faz-se com recurso a um conjunto integrado de procedimentos médicos, cirúrgicos, psicológicos e de intervenção social. O papel da cirurgia é o mais significativo determinante da possibilidade de cura para os tumores sólidos. O tempo de resposta às necessidades da população no tratamento oncológico é da máxima relevância dada a gravidade e o estigma social associado a estas situações. É neste contexto que se efectuou mais um estudo dos episódios cirúrgicos, relativo a utentes que estavam propostos para cirurgia de ressecção por doença oncológica. O presente relatório foi elaborado com o objectivo de avaliar o acesso e a actividade cirúrgica em neoplasias malignas no país, efectua-se uma análise mais pormenorizada dos hospitais públicos que representam 65% da casuística operatória padronizada do país. Os hospitais identificados de acordo com o critério supra referido e por ordem de volume de actividade foram: 1. IPO Porto 2. IPO Lisboa 3. C. H. Lisboa Norte 4. H. Univer. de Coimbra 5. H.S. João - Porto 6. IPO Coimbra 7. C.H. Lisboa Central 8. C.H. Porto 9. H. Garcia de Orta - Almada 10. C.H.V. Nova de Gaia/Espinho 11. C.H. Lisboa Ocidental 12. H. Curry Cabral Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 7 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O conjunto de mapas de indicadores, agora apresentado, insere-se no projecto de transparência e proximidade entre os serviços e o cidadão. Decorre directamente dos dados registados nos sistemas de informação hospitalar que transitam por processos automáticos para uma base de dados central. Traduzem a actividade normal dos hospitais, quer no que respeita à consulta e registo de utentes para cirurgia, quer no que respeita ao registo da actividade cirúrgica. Esta gestão de informação suporta-se nos registos normais da actividade e impôs uma necessidade de actualidade e rigor da informação que tem vindo a ser progressivamente melhorada. Em alguns hospitais que estão a reformular os seus sistemas de informação, podemse ainda observar algumas incorrecções na informação disponibilizada, em geral decorrente da não actualização atempada dos registos. Os indicadores estão agora disponíveis, com uma periodicidade, para dados agregados, semestral e são publicados, nos portais institucionais. O objectivo é incrementar a capacidade de organização e controlo nos hospitais, para que estes possam fornecer às populações, de uma forma clara e transparente, um melhor serviço e informação, centrados nas necessidades do cidadão. A avaliação do acesso é efectuada ainda só a partir da inscrição na lista cirúrgica. Estão em desenvolvimento ferramentas para poder determinar o tempo global de espera desde a referenciação do utente para o hospital. Nos relatórios passados relativos à Cirurgia Oncológica incluiu-se o grupo de neoplasias de comportamento incerto e de natureza não especificada. Estas deveriam representar um valor residual e a razão da sua inclusão decorria do principio de: na dúvida, tratar em tempo útil como se de uma neoplasia maligna se tratasse. Não obstante a verificação de um número inadequadamente elevado de classificações nesta classe obrigou à exclusão destas patologias. Nas Comparações evolutivas referentes a anos transactos os indicadores foram recalculados para permitir ter dados comparáveis. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 8 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 3. Objectivos e Métodos Constituem principais objectivos do presente relatório: Contribuir para uma avaliação da resposta do Serviço Nacional de Saúde à procura de tratamento cirúrgico em neoplasias malignas, tanto numa perspectiva global como segmentada; Permitir a identificação de situações de acesso inadequado, traduzidas por um desajustamento entre a procura e a oferta de cuidados apropriados, no tratamento cirúrgico de doença oncológica. Os dados que constituem a matéria do presente relatório referem-se ao ano de 2009, tendo a sua extracção sido realizada em 6 de Abril de 2010. São ainda observados dados referentes a 2007 e 2008 para análises comparativas, extraídos a 23 de Janeiro de 2008 e a 27 de Fevereiro de 2009, respectivamente. Os dados utilizados neste estudo têm as seguintes características: População: episódios cirúrgicos 1 correspondentes a processos hospitalares registados na base de dados SIGLIC, provenientes dos hospitais e referentes a: Episódios cirúrgicos em LIC com propostas activas para cirurgia programada; Episódios cirúrgicos referentes a registos de saídas de LIC (episódios referentes a utentes com cirurgias programadas realizadas e episódios cancelados referentes a utentes com cirurgias programadas, que não vieram a ser operados, no âmbito das respectivas propostas); Episódios cirúrgicos referentes a registos de entradas em LIC para cirurgia programada; Na contabilização do tempo de espera (TE) em LIC é excluído o tempo em que o utente, por motivos pessoais ou clínicos, não pode ser submetido a cirurgia (tempo de pendência) e o tempo que decorre entre a emissão de uma nota de transferência ou vale cirurgia e a sua cativação num hospital destino, no caso das transferências. O tempo em 1 Episódios cirúrgicos – conjunto de eventos referentes a utentes propostos para cirurgia programada (incluindo urgências diferidas e excluindo pequenas cirurgias e quaisquer procedimentos efectuados fora do bloco operatório) desde a admissão no Hospital até à conclusão do processo após efectivação da cirurgia ou cancelamento da proposta. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 9 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 que por motivos administrativos o episódio está suspenso para evitar transferência ou agendamento (tempo de suspensão) não é excluído. Também é contabilizado o tempo de espera, no HD, após transferência; Os dados utilizados provêm em exclusivo dos sistemas de informação dos hospitais, sendo estes responsáveis pelos mesmos; Os hospitais foram notificados de que se estavam a efectuar extracções de dados tendolhes sido solicitado que corrigissem eventuais erros nas respectivas LIC e nos registos de produção; Foram contactados individualmente os hospitais, nos quais se identificaram eventuais anomalias de registo, com o intuito de os induzir à sua correcção; Os dados foram agregados por regiões de saúde, entidades hospitalares, grupos de serviços, grupos nosológicos; Foram utilizados métodos de estatística descritiva. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 10 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 3.1. Indicadores Os indicadores do presente relatório referem-se a episódios que se constituem na inscrição de um utente na lista de inscritos em cirurgia oncológica (LIC NM). Traduzem duas realidades diferentes, os atributos referentes a utentes inscritos à espera de cirurgia a 31 de Dezembro de 2007, 2008 e 2009 (LIC NM) e os atributos referentes a utentes operados em cirurgia programada durante o período de 2007, 2008 e 2009 (Operados). Os dados são apresentados nos seguintes modos de agregação: País Regiões Grupos Nosológicos Grupos de Serviços Hospitais com maior casuística operatória Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 11 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 São analisados diversos tipos de indicadores, definidos no formulário anexo a este relatório, dos quais se enumeram os alguns dos mais importantes: Relativos à Procura •LIC, Entradas em LIC, Taxa de Crescimento da LIC, Mediana TE da LIC, Expurgo e Motivos de Expurgo Relativos à Produção Cirúrgica •Operados, Média TE dos Operados , % Pendência dos Operados, Média do Peso Relativo dos Operados, Valor e % dos Operados dentro e fora da região de residência do utente, % dos Operados sobre a Pop. Residente por 1000 ou 100.000 habitantes, % dos Operados Ambulatório, % dos Operados em MRA , % dos Operados em MRC, Operados padrão, % dos Operados em relação à região, Desvio padrão do TE dos Operados /Média de TE dos Operados Relativos à adequação do volume de doentes em LIC em relação à actividade operatória observada no período em análise •LIC / Operados por mês, LIC / (Operados +Expurgo ) por mês Relativos à equidade no acesso ao tratamento cirúrgico •% da LIC > TMRG, % da LIC intransferível> TMRG, % da LIC não transferida por falta de oferta > TMRG, % dos Operados > TMRG Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 12 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 4. Sumário Executivo O número de utentes inscritos em cirurgia (LIC) a 31 de Dezembro de 2009 era de 164.751 episódios. Destes, no grupo de utentes inscritos para cirurgia oncológica de recessão (NM) contabilizavam-se 3.109, o que corresponde a 1,9% da totalidade de utentes inscritos. Em 2009, o número de entradas em LIC NM é de 41.545 (7,4%), num universo de 560.695 entradas em LIC. Das 8.968 cirurgias, por semana, efectuadas no país, 711 são relativas a episódios NM. Em 2009, 24,2% das cirurgias NM foram efectuadas em Ambulatório. A produção em hospitais públicos, remunerada por episódio, representa 8,6%, para este grupo de utentes. O número de utentes em LIC NM diminuiu 12,8% em 2009 relativamente a 2008, apesar do crescimento nas inscrições ter aumentado em 4%. Isto foi conseguido à custa de um crescimento da actividade (4,9% aumento de saídas no mesmo período). A idade média dos utentes em LIC NM é de 66 anos, sendo 56,1% do sexo masculino. Nos utentes do grupo NM cerca de 55,6% pertencem ao SNS e os restantes a subsistemas diversos. Nos últimos 3 anos observa-se uma diminuição continuada quer da mediana do tempo de espera (TE) em LIC NM, quer da média do tempo de espera que os utentes operados em 2009 permaneceram em LIC. Tabela 1: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até 2009 Indicadores Entradas em LIC NM Operados NM H. Públicos Média Peso Relativo H. Públicos Expurgo NM (H. Públicos) Operados NM H. Convencionados Média Peso Relativo H. Convencionados % NC Agendamento NM/ Operados NM 2007 36.503 32.491 1,68 3.775 36 1,42 0,5% 2008 39.965 35.940 1,60 3.647 140 1,33 15,9% 2009 41.545 37.248 1,41 3.994 432 1,22 10,1% ∆ Homóloga 2008/2009 (%) 4,0% 3,6% -11,9% 9,5% 208,6% -8,3% -36,4% Dos utentes inscritos saídos da LIC 9,6% são expurgo (saídas sem cirurgia). Destes, 32% deve-se a erros administrativos, 21% a perda de indicação cirúrgica, 20% por desistência e 17% foram operados em cirurgia urgente ou fora do sector público. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 13 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 2: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 Indicadores Indicadores da LIC LIC NM Mediana TE da LIC NM em dias % LIC NM > TMRG / LIC NM % LIC NM > 2×TMRG % LIC NM intransferível > TMRG /LIC NM > TMRG % LIC NM não transferida por falta de oferta > TMRG / LIC NM> TMRG Indicadores dos Operados Média TE dos Operados NM em dias Tempo Médio de Pendência dos Op. NM em dias Mediana Operados NM em dias Coeficiente de Variação Operados NM % Operados NM > TMRG % Operados NM P1 % Operados NM P2 % Operados NM P3 % Operados NM P4 2007 2008 2009 ∆ homóloga 2008/2009 (%) 3.493 40 47,0% 23,9% 7,4% 3.567 35 37,5% 17,5% 12,8% 3.109 27 19,9% 7,6% 17,5% -12,8% -22,9% -47,0% -56,9% 36,8% 13,5% 19,0% 9,5% -49,7% 30,16 0,21 17 1,44 25,3% 30,8% 45,6% 20,6% 3,1% 29,64 0,16 18 1,33 24,4% 29,2% 49,9% 17,5% 3,3% 26,01 0,53 18 1,25 18,6% 26,9% 52,9% 17,3% 3,0% -12,2% 224,2% 0,0% -5,6% -23,9% -8,1% 5,9% -1,5% -10,1% No quadro anterior, que ilustra a evolução entre 2007 e 2009, sobressai: a diminuição da mediana do TE da LIC NM; a percentagem de casos que ultrapassam o tempo ajustado à prioridade (TMRG) que reduziu para quase metade; o número de utentes colocados como intransferíveis aumentou. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 14 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 As Regiões Numa leitura regional, podemos observar que todas as regiões aumentaram a actividade cirúrgica, no entanto este crescimento é particularmente significativo na região do Algarve com um crescimento de 25,1%. A região do Alentejo e a região Centro são as mais dependentes das outras regiões para o tratamento dos seus residentes, com 22,4% e 17%, respectivamente, de utentes operados fora da região. Tabela 3: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país em NM e TP no ano 2009 Indicadores População Residente Operados TP Operados NM Operados TP / 1000 habitantes (Pop. Residente) Operados NM / 1000 habitantes (Pop. Residente) ∆ homóloga Operados NM/1000 Habitantes (%) Alentejo Algarve Centro LVT Norte País 507.481 19.970 1.039 430.084 18.445 1.509 1.788.295 3.664.010 3.745.439 10.627.250 97.637 162.655 176.586 475.293 7.360 15.004 12.768 37.680 39,4 42,9 54,6 44,4 47,1 44,7 2,0 3,5 4,1 4,1 3,4 3,5 9,9% 25,1% 5,0% 2,8% 3,6% 4,4% A região Centro e a região LVT são as que apresentam uma casuística operatória NM maior por 1000 habitantes residentes (4,1). No extremo oposto encontra-se o Alentejo (2,0) com cerca de metade de cirurgias por 1000 habitantes. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 15 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os Grupos Nosológicos Tabela 4: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e Operados em NM no ano 2009 Grupo Nosológico Neoplasias malignas da pele Cancro da mama Cancro do Cólon e recto Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM Cancro da cabeça e pescoço Carcinoma do útero (corpo e cervix) Esófago ou estômago por NM Outros cancros da região torácica Cancro da próstata Outro na Região pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos genitais femininos ou Região abdominal por NM Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos Mediana do TE da LIC NM (dias) Operados NM 736 339 298 639 338 124 96 75 279 28 17 17 31 27 20 21 16 35 7.853 5.119 5.024 4.705 4.411 2.506 1.743 1.653 1.527 106 32 1.371 43 22 884 36 23 884 LIC NM As neoplasias malignas da pele, o Cancro da mama, Cancro do Cólon e recto, Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM e Cancro da cabeça e pescoço são as que pela ordem apresentada correspondem à maior actividade cirúrgica. O Cancro da próstata, Outro na Região pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos genitais femininos ou Região abdominal por NM e Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM são as que apresentam maior mediana de TE em LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 16 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os Grupos de Serviço Tabela 5: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM no ano 2009, excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios Grupo de Serviço Cirurgia Geral Cirurgia Plástica / Dermatologia Urologia Ginecologia/ Obstetrícia Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia) Cirurgia Cardiotóracica Neurocirurgia Outros Oftalmologia Ortopedia Cirurgia Pediátrica Total LIC NM Mediana de % LIC NM > TE da LIC TMRG / LIC NM (dias) NM Operados NM Média de TE % Operados dos Operados NM > TMRG NM (dias) 939 21 13,2% 15.463 21,5 13,2% 693 27 19,9% 7.095 25,2 15,1% 981 196 32 17 25,6% 16,3% 6.785 3.806 40,0 24,5 33,7% 15,6% 219 28 25,6% 2.763 28,4 32,0% 40 12 17 8 3 1 3.109 16 3 22 52 217 48 27 15,0% 8,3% 29,4% 37,5% 66,7% 0,0% 19,9% 750 519 182 138 96 78 37.680 16,8 6,0 28,7 21,4 6,4 8,9 26,01 8,0% 3,5% 6,6% 13,0% 4,2% 3,8% 18,6% Os 5 grupos de especialidade com maior expressão na casuística operatória NM global são a Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica / Dermatologia, Urologia, Ginecologia/ Obstetrícia e Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia). A Ortopedia e a Oftalmologia são os grupos de serviços com maior TE na LIC NM. Reportando ao TE dos operados, a Urologia é o grupo de serviço onde se observa maior tempo de espera. Importa ainda referir que na maioria dos grupos de serviços, mais de 15% dos utentes em LIC NM ultrapassaram o TMRG. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 17 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Dispersão dos serviços em função dos Operados NM e %Operados NM > TMRG em 2009 1800 HCC - URO 1600 1400 Operados NM 1200 HSA - DER 1000 800 HSJ - URO IPOCROL - ORL 600 HUC - CIR 2 IPOCROC - CCP HUC - DERMA HUC - URO IPOCROL - DER IPOCROL - URO 400 200 IPOCROC - PELE IPOCROC - DERMA IPOCROL - CG IPOCROL - GIN IPOCROP - URO IPOCROP - ORL 0 0% 20% 40% 60% 80% 100% %Operados NM >TMRG Ilustração 1: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009 Existem 248 serviços que operam menos de 50 casos NM por ano. Existem 172 serviços que ultrapassam o TMRG em mais de 10% dos casos operados NM. Há 95 serviços que operam mais de 50 episódios NM ano e que ultrapassam o TMRG em menos de 10%. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 18 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião Padrão no Ano de 2009 90 87 80 Nº de Serviços 70 62 60 50 40 34 31 31 30 25 20 10 7 0 1-5 6 - 10 11 - 20 21 - 30 31 - 40 41 - 50 >50 Nº de Cirurgias Padrão NM por Cirurgião Padrão /Ano Ilustração 2: País – Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião Padrão no Ano de 2009 Pode observar-se que em 87 serviços cada cirurgião padrão fez no ano de 2009 entre 1 a 5 cirurgias padrão NM. Apenas em 34 serviços cada cirurgião padrão fez mais de 50 cirurgias padrão NM no ano de 2009. Existem 224 serviços em que não houve cirurgias padrão NM. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 19 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os Hospitais Dos 57 hospitais do SNS, 56 apresentam actividade cirúrgica programada neoplásica maligna. Destes, 12 hospitais realizaram 65% da casuística operatória em NM, tal como se observa nas tabelas seguintes. A primeira sintetiza os indicadores oncológicos dos três IPO do país e na segunda apresentam-se os restantes 9. Tabela 6: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 IPO Coimbra Saídas NM Entradas NM LIC NM Mediana TE da LIC NM em dias %LIC NM> TMRG/LIC NM Operados NM padrão Total Operados 2.279 2.267 248 21 10,1% 2.789 2.113 ∆ homóloga 2008/2009 (%) -2,2% 8,0% 54,0% 5,0% -99,5% -13,8% -0,1% Média TE dos Operados NM em dias 29,76 Indicadores % Operados NM> TMRG/ Operados NM Coeficiente de Variação dos Operados NM % Operados NM P1 % Operados NM P2 % Operados NM P3 % Operados NM P4 % Expurgo/Saídas % NC Agendamento/ Operados NM IPO Lisboa IPO Porto 4.599 4.468 406 28 17,7% 5.765 3.895 ∆ homóloga 2008/2009 (%) 10,8% 5,1% -20,5% -24,3% -99,6% -7,5% 4,3% -26,8% 36,62 18,6% -31,3% 0,74 10,6% 78,0% 9,4% 1,9% 6,8% 3,3% Ano 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 5.028 5.366 451 32 15,7% 6.311 4.413 ∆ homóloga 2008/2009 (%) 3,9% 12,6% 15,9% -3,0% -99,5% -9,3% 4,7% -6,1% 27,94 -31,3% 38,9% -7,1% 17,8% -59,7% -32,9% 0,86 -8,1% 0,81 1,6% -45,0% 13,1% -5,6% 14,0% -20,0% -68,9% 16,8% 68,5% 14,2% 0,5% 15,1% 10,0% -25,8% 12,4% -9,9% -22,6% 52,5% -55,4% 25,8% 71,4% 2,7% 0,1% 9,0% 0,0% 9,3% 4,2% -65,6% -28,3% -25,6% -100% Ano 2009 Ano 2009 Página 20 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 7: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos 9 hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 Hospital C. H. Lisboa Norte C.H. Lisboa Central C.H. Lisboa Ocidental C.H. Porto C.H. V. Nova de Gaia/Espinho H. Curry Cabral H. Garcia de Orta – Almada H. S. João – Porto H. Univer. de Coimbra LIC NM Mediana TE da LIC NM em dias Média TE Operados dos NM Operados padrão NM em dias % Operados % % NC NM> Expurgo/ Agendamento TMRG/ Saídas /Operados Operados NM 11,5% 9,1% 25,9% 16,2% 8,0% 5,9% 7,9% 6,0% 22,2% 16,6% 8,4% 13,0% 159 115 31 124 29 24 16 35 3.422 1.976 1.356 1.896 22,7 26,0 18,4 27,1 62 27 1.486 23,3 11,4% 9,0% 5,4% 90 22 1.208 29,6 13,6% 10,2% 15,3% 106 28 1.514 17,5 9,0% 10,2% 15,6% 125 152 14 21 2.899 3.353 24,3 22,9 16,2% 21,3% 7,8% 7,9% 4,2% 10,0% O Centro Hospitalar Lisboa Norte, os Hospitais da Universidade de Coimbra e H. S. João – Porto são as instituições com maior casuística operatória em oncologia maligna. O IPO de Lisboa e o IPO de Coimbra são os que apresentam maiores TE dos utentes operados e destes, o IPO de Lisboa apresenta um maior volume relativo de utentes em LIC NM que no entanto tem vindo a diminuir. No que respeita à mediana de TE em LIC, o C.H. Hospitalar do Porto e o IPO Porto são os que apresentam piores resultados com 35 e 32 dias, respectivamente. No que concerne ainda a percentagem de episódios com cirurgia realizada que ultrapassaram o TMRG, por ventura o indicador mais relevante no que se refere à adequação do acesso, os H. Univer. Coimbra e o IPO de Lisboa são os que apresentam piores resultados com 21,3% e 38,9% respectivamente nos casos que ultrapassaram o TMRG. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 21 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 400 Relação entre a actividade cirúrgica e a Percentagem de Operados NM com TE > TMRG nos hospitais com 65% casuística em 2009 IPO Lisboa: 1,06 Nº episódios operados NM por mês 350 IPO Porto: 1,08 300 250 150 100 50 IPO Coimbra: 1,31 C.H.Lisboa Norte: 0,95 200 H. Univer. Coimbra: 0,82 H.S. João -Porto: 0,85 C.H. Porto: 0,97 H. Garcia de Orta: 0,69 C.H. Lisboa C.H. Lisboa Ocidental:0,35 Central:0,93 H. Curry C.H.V. Nova Cabral: 0,97 Gaia/Espinho: 0,79 0 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% % Operados NM com TE >TMRG Volume da esfera: LIC NM / (Operados NM+Expurgo NM ) por mês Cor da esfera: Tx crescimento da LIC NM Ilustração 3: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e a percentagem de Operados NM com TE>TMRG nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 22 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 5. Reflexões O tratamento do cancro faz-se com recurso a um conjunto integrado de procedimentos, médicos, cirúrgicos, psicológicos e de intervenção social. O papel da cirurgia é o mais significativo, determinante da possibilidade de cura para os tumores sólidos. Diversas entidades entre as quais o Parlamento manifestam grande preocupação relativa à abordagem no SNS desta Patologia. Uma das questões críticas na abordagem deste problema prende-se com a necessidade de competências específicas para o tratamento das situações mais diferenciadas. Estas competências, para terem qualidade garantida, obrigam a um esforço importante de capacitação material e técnica das instituições e a uma casuística operatória suficiente para garantir eficácia e eficiência nos tratamentos. As situações referidas condicionam a capacidade de mobilidade dos utentes entre instituições. O conhecimento sobre a evolução da procura e oferta ao nível das estruturas de gestão em vários hospitais, apesar da publicação mensal de indicadores, é ainda diminuto, o que dificulta a compreensão das dificuldades existentes e consequentemente a sua resolução. A rede oficial de referenciação em cirurgia oncológica não tem aplicação prática e a orientação da produção decorre em grande medida das políticas dos serviços orientadas de acordo com a vocação dos seus elementos. Assim, importa, a par de melhorar os sistemas de medida e de relatório, promover na administração central e nas administrações hospitalares uma gestão sustentada em informação qualificada, orientada para o Acesso, para a Eficiência e para a Eficácia dos tratamentos prestados. Na interacção que existiu ao longo da recolha dos dados podemos constatar que em vários hospitais, o rigor, a actualidade e a utilidade da informação registada embora tenham melhorado não é ainda o desejado. O hábito de analisar indicadores de produção com o detalhe agora exigido é, em muitos hospitais, diminuto, e tem evoluído lentamente, razão pela qual, o número significativo de casos não são tomadas medidas correctivas. Não obstante, em termos gerais, muitos hospitais reagiram positivamente às solicitações efectuadas, tendo-se observado nestes, uma melhoria na qualidade dos dados. Este processo é, de acordo com a nossa experiência, tanto mais eficaz quanto mais personalizado e regular for o acompanhamento, desde que resulte da percepção, por parte do hospital, da necessidade de apoio e que este seja explicitamente requerido pelos Conselhos de Administração. A observação contínua dos dados e a interacção com os hospitais através da sua confrontação com os indicadores apurados são dos determinantes mais importantes na melhoria contínua da qualidade processual. Este processo Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 23 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 de acompanhamento que acreditamos promover a eficiência exige alocação de recursos e motivação adequados dos intervenientes. A patologia oncológica tem a particularidade de modificar o prognóstico de sobrevida dos doentes em função da sua extensão, à data do primeiro tratamento. Sendo o processo da doença a multiplicação celular que tende à desorganização e défice de controlo em função de uma linha de tempo, resulta que o tempo de espera pelo tratamento se traduz na modificação do prognóstico. Se em determinadas neoplasias o processo é galopante e a evidência da afirmação anterior é facilmente demonstrada, noutras os tempos de aquiescência e a evolução lenta dos processos biológicos tornam difícil estabelecer a curva do prognóstico em função do tempo. No entanto, mesmo nestas, existe na linha temporal, um ponto em que a doença de local se torna sistémica e em que a probabilidade de sobrevivência decai significativamente. Outro aspecto prende-se com a extensão das sequelas terapêuticas em função da extensão da doença. Como observamos, esta correlaciona-se com o tempo de evolução e as sequelas podem variar entre uma pequena cicatriz e uma desfuncionalidade importante como deixar de poder mastigar, falar, urinar, andar o que pode tornar o doente dependente, até para as mais elementares tarefas. Por fim, referindo-nos ainda à linha de tempo, uma situação menos dramática mas não desprezível, prende-se com o estigma da doença e a relação psicológica que o doente e sociedade envolvente estabelecem com o processo de cura. Quanto mais tempo estiver o doente exposto ao conhecimento da doença e à expectativa de tratamento, maior a ansiedade e o sofrimento. Acresce a esta situação que durante o tempo que o utente espera pelo tratamento, frequentemente, encontra-se inabilitado para o trabalho e a consumir outros recursos do SNS (medicamentos, consultas, meios complementares de diagnóstico, etc.) Parece pois, pelo exposto, que é de toda a conveniência que estes doentes beneficiem de um tratamento célere. A portaria nº 1529/2008 de 26 de Dezembro, que regulamenta os tempos máximos de espera garantidos (TMRG), determina que para doentes oncológicos, o tempo máximo de espera é de 2 meses para os tumores mais indulgentes, de 45 dias para a generalidade das situações, de 15 dias para as neoplasias mais agressivas e 72h para as situações que cursem com risco de vida eminente. Resulta da observação dos dados, que em muitos serviços mais de metade dos utentes ultrapassam os tempos de espera recomendados o que constitui uma situação eminentemente deletéria do interesse público. Será inevitável esta conduta? Observando os dados, verificamos que as situações de neoplasia maligna representam na LIC apenas cerca de 1,9% e, nos utentes operados cerca de 7,9%. Observando o comportamento dos hospitais, constata-nos que foram operados em 2009, 302.673 utentes não prioritários em tempo inferior Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 24 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 ao TMRG com patologia não oncológica, destes, 38.758 foram operados em menos de 7 dias. Dos casos de neoplasias malignas operados, cerca de 7 mil foram-no após os tempos estabelecidos pelos próprios hospitais que os inscreveram. Parece pois que o sistema no seu todo comportaria os recursos necessários à resolução atempada destes casos. Observados estes aspectos ao nível de cada serviço encontram-se por vezes estrangulamentos que, na maioria dos casos, nos parece que seriam passíveis de resolução com uma regulação adequada da LIC. Um aspecto particular prende-se com os IPO. Estas instituições vocacionadas para o tratamento oncológico, reúnem ¼ da casuística operatória do país e em alguns grupos nosológicos como os relacionados com a cirurgia de cabeça e pescoço concentram quase metade da actividade. Os IPO são as instituições que globalmente apresentam maiores dificuldades em gerir atempadamente a procura. Nestas instituições, em que a maioria dos casos é prioritária, as situações complexas e a exigência técnica elevada teriam de ter uma organização orientada para a celeridade processual e efectividade técnica, conduzida por colaboradores dedicados em tempo completo de forma a garantir resultados apropriados. Noutra vertente da análise da doença oncológica importa referir que a patologia oncológica tem a particularidade de ter uma expressão local, regional e sistémica. Apresenta-se como uma doença crónica que após período de carência clínica mais ou menos prolongada culmina com uma evolução exponencial que tende a afectar múltiplos órgãos e sistemas. A parca expressão sintomática, a par da pequena expressão volumétrica nas fases iniciais da doença é outro aspecto que irá condicionar as atitudes diagnósticas e terapêuticas. Estas características determinam que o necessário instrumental terapêutico e diagnóstico seja extenso, complexo e articulado. Assim, a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia completadas com suporte nutricional, psicológico e de cuidados continuados, são peças obrigatórias que têm de funcionar em conjunto. Também os meios complementares de diagnóstico têm de ser sofisticados, não podendo uma instituição que trata doentes com cancro dispensar tomografia axial computorizada, ressonância magnética, endoscopia digestiva, endoscopia respiratória, laboratórios de anatomia patológica e de patologia clínica, gamagrafia e, actualmente e cada vez mais, o recurso a tomografia por emissão de positrões. Mas, centrandonos só na cirurgia, que não só é o tema em análise, como também é o instrumento terapêutico mais relevante no combate das formas iniciais de tumores sólidos, importa relembrar que, pela necessidade da aniquilação de todo o tecido doente, e pela forma como a doença se propaga, envolvendo múltiplos órgãos, a perícia técnica e a multidisciplinaridade são particularmente necessárias e pertinentes. Tendo em conta a raridade relativa da casuística operatória no todo Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 25 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 de intervenções sem uma concentração intencional dos casos oncológicos, não é possível obter a experiência exigível ao correcto tratamento desta doença. Se tivermos em conta que o impacto do primeiro tratamento cirúrgico é um dos factores prognósticos mais importantes em muitas formas de cancro, podemos compreender a importância de garantir um tratamento de excelência na primeira abordagem. Vejamos então se estas considerações têm na análise dos dados, o reflexo desejado. Efectivamente, 12 dos 56 hospitais públicos concentram 65% da casuística operatória sendo 28% das intervenções efectuadas em instituições concebidas especialmente para o tratamento desta doença, isto é os três IPO. Os outros nove hospitais são também grandes unidades dotadas de todas as valências necessárias ao tratamento do cancro. No entanto, encontramos 47 hospitais por onde se dispersam os restantes doentes, muitos deles com poucos recursos tecnológicos e com muito pouca experiência no tratamento do cancro. Só num hospital é que não encontramos qualquer produção oncológica. Parece-nos pois que o panorama seria mais favorável se 75% da casuística se distribuísse por apenas 10 hospitais (3 na Região Norte, 3 na Região Centro, 3 na Região LVT e 1 no Alentejo / Algarve), em vez dos actuais 17 e a restante casuística (25% da casuística) se distribuísse por outros 10 hospitais, em vez dos actuais 38. Poder-se-iam assim conseguir mais facilmente economias de escala, experiência dos prestadores e comodidade e segurança para os utentes. Note-se também que um utente intervencionado num hospital sem tomografia axial computorizada, endoscopia, radioterapia ou oncologia médica, fica sujeito a ter de circular entre diversas instituições para completar o seu programa terapêutico com as dificuldades, riscos e custos que lhe estão associados e que, se nesse processo algo correr mal, provavelmente acabará por ser transferido para um hospital habilitado com a totalidade das valências e com as competências necessárias para concluir o processo terapêutico. No contexto do exposto importa reforçar a importância de uma consciencialização do papel de cada organismo no tratamento do cancro e controlar a resposta nas áreas a que estão acometidas, função de um plano global. Nesta vertente, tendo em conta os desempenhos observados e a exclusividade de funções em várias áreas, o papel dos IPO deve de ser aferido. É necessário verificar as suas capacitações técnicas e competências, dotá-los dos meios que se vierem a demonstrar necessários, instruí-los numa lógica organizacional orientada para a integração da prestação dos cuidados de saúde centrada nas necessidades do utente, clarificar que os objectivos institucionais primários devem corresponder às necessidades de acesso do cidadão em particular nas áreas em que as alternativas efectivas são escassas ou inexistentes. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 26 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O tratamento do cancro é uma vocação de muitos, a quem se reconhece dádivas generosas de tempo e dedicação, muitas vezes com sacrifícios pessoais que em larga medida ultrapassam o que é exigível e que têm permitido um apoio reconhecido por parte dos Utentes. No entanto a modernidade exige que, para além desta prestação benévola, exista um sistema de controlo preciso que garanta o acesso em todas as suas dimensões: Equidade – significando tratamento igual para igual necessidade; Qualidade – na óptica do utente, da sociedade e dos profissionais; Oportunidade – prestação atempada no nível de cuidados e locais apropriados; Transparência - qualidade que caracteriza o resultado do processo de comunicação em que os interlocutores adquirem os conhecimentos necessários para agirem de acordo com os seus melhores interesses; Flexibilidade – capacidade de adaptação ao contexto; Eficácia – os melhores resultados observáveis num contexto específico (conceito teórico); Efectividade – os melhores resultados possíveis no contexto específico; Eficiência – os melhores resultados ao mais baixo custo. Só neste contexto podem os cidadãos anuir em participar numa viagem difícil e muitas vezes arriscada, enunciada no seu plano de cuidados, com a segurança de que as medidas possíveis foram tomadas para minimizar o risco e maximizar os resultados desejados. É nas situações como esta, do tratamento oncológico, em que a vida do cidadão depende directamente das acções tomadas, que os valores Humanistas do SNS se devem afirmar inequivocamente. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 27 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 6. Tabelas e Ilustrações 6.1. Tabelas Tabela 1: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até 2009.................................................................................................................................................................. 13 Tabela 2: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 ............................................. 14 Tabela 3: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país em NM e TP no ano 2009....................................................................................................................................... 15 Tabela 4: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e Operados em NM no ano 2009 .................................. 16 Tabela 5: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM no ano 2009, excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios .................. 17 Tabela 6: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 ................................................ 20 Tabela 7: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos 9 hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009.......................................................................................................................................... 21 Tabela 8: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até 2009.................................................................................................................................................................. 37 Tabela 9: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 ............................................. 44 Tabela 10: Regiões – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas por região em NM no ano 2009 ....................... 45 Tabela 11: Regiões – Relação entre os episódios operados em cada região e os operados tendo em conta a região de residência dos utentes em NM no ano 2009 .................................................................................... 45 Tabela 12: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país em NM e TP no ano 2009................................................................................................................................. 46 Tabela 13: Grupo Nosológico – Indicadores sobre os episódios operados NM em relação à população residente no país por 100.000 habitantes, no ano 2009 ................................................................................... 47 Tabela 14: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ........................................................... 51 Tabela 15: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ......................................................................... 51 Tabela 16: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 .............................................................................. 52 Tabela 17: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 ......................................................................... 53 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 28 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 18: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ................................................ 55 Tabela 19: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Algarve na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ................................................ 55 Tabela 20: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ............................................................. 56 Tabela 21: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 .................................................................. 56 Tabela 22: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 ............................................................. 57 Tabela 23: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e dos Operados NM em 2009 ...................................... 64 Tabela 24: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, no ano 2009, excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios .................. 66 Tabela 25: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, por hospital público da Região Norte .... 68 Tabela 26: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região Centro ... 69 Tabela 27: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região LVT ....... 70 Tabela 28: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do Alentejo............................................................................................................................................................. 70 Tabela 29: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do Algarve71 Tabela 30: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM sobre os serviços dos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 .................................................................................................................... 79 Tabela 31: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 .............................................. 81 Tabela 32: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos restantes 9 hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ........................................................................................................................... 82 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 29 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 6.2. Gráficos Ilustração 1: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009...................... 18 Ilustração 2: País – Actividade Cirúrgica Padrão NM por Cirurgião Padrão no Ano de 2009 ........................... 19 Ilustração 3: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e a percentagem de Operados NM com TE>TMRG nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ............................................. 22 Ilustração 4: País – Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM e Restantes Patologias desde 2007 até 2009.................................................................................................................................................................. 32 Ilustração 5: País – Evolução da taxa de crescimento da LIC NM no País desde 2007 até 2009.................... 33 Ilustração 6: País – Distribuição da LIC NM por classes etárias em 2009........................................................ 33 Ilustração 7: País – Distribuição dos Operados NM por classes etárias em 2009 ............................................ 34 Ilustração 8: País – Evolução dos Operados em NM desde 2007 até 2009 ..................................................... 35 Ilustração 9: País – Evolução da LIC e dos Operados em NM por semana em 2009 ...................................... 35 Ilustração 10: País – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas em NM por SNS e Não SNS em 2009 .............. 36 Ilustração 11: País – Evolução da Mediana de TE da LIC NM e Média de TE dos Operados NM desde 2007 até 2009............................................................................................................................................................ 37 Ilustração 12: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por Classes Etárias no País em 2009 ..................................................................................................................... 38 Ilustração 13: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por Classes de Peso Relativo no País em 2009 .................................................................................................... 39 Ilustração 14: País – Evolução dos Operados NM em MRC e MRA nos hospitais públicos e dos Operados NM nos hospitais convencionados desde 2007 até 2009 ................................................................................. 40 Ilustração 15: País – Evolução % dos Operados> TMRG desde 2007 até 2009 ............................................. 41 Ilustração 16: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento do Total de Operados desde 2007 até 2009.................................................................................................................................................................. 41 Ilustração 17: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento dos Operados em Internamento desde 2007 até 2009................................................................................................................................................... 42 Ilustração 18: País – Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados desde 2007 até 2009......................... 42 Ilustração 19: País – Indicadores sobre o Expurgo NM por grupos de motivos em 2009 ................................ 43 Ilustração 20: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009 ................... 49 Ilustração 21: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE da LIC NM por Região em 2009.................................................................................................................................................................. 50 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 30 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Ilustração 22: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE dos Operados NM por Região em 2009 ............................................................................................................................................... 54 Ilustração 23: Grupos Nosológicos – Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 ........ 59 Ilustração 24: Grupos Nosológicos – Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo Nosológico em desde 2007 até 2009 ........................................................................................................................................ 60 Ilustração 25: Grupos Nosológicos – Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009.................................................................................................................................................................. 61 Ilustração 26: Grupos Nosológicos – Evolução da Média de TE dos Operados NM por Grupo Nosológico em desde 2007 até 2009 ........................................................................................................................................ 62 Ilustração 27: Grupos de Serviço – Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em NM no ano 2009 para os Grupos de Serviço com LIC > 100 episódios ................................................................................................... 67 Ilustração 28: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC em NM nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ..................................................................................... 72 Ilustração 29: Hospitais – Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e da LIC NM nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ............................................................................................. 73 Ilustração 30: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade cirúrgica oncológica excepto os IPO desde 2007 até 2009 ............................................................................................ 74 Ilustração 31: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos IPO’s desde 2007 até 2009......................... 75 Ilustração 32: Hospitais – Mediana de TE da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade cirúrgica oncológica em 2007/2008/2009 ......................................................................................................... 76 Ilustração 33: Hospitais – Dispersão da LIC NM e Mediana de TE da LIC NM por Serviço nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009............................................................................................................ 77 Ilustração 34: Hospitais – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM >TMRG por Serviço nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 ..................................................................................... 78 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 31 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 7. Análise da Procura e Oferta para Tratamento Cirúrgico 7.1. País O número de utentes em LIC a 31 de Dezembro de 2009 era de 164.751. Destes, no grupo NM, contabilizavam-se 3.109, o que corresponde a 1,9% da totalidade de utentes inscritos. Em 2009, o número de entradas em LIC NM é de 41.545 (7,4%) do total de entradas, num universo de 560.695 entradas em LIC. Em relação às saídas (doentes operados mais episódios expurgados), em 2009 observaram-se 41.674 saídas NM, correspondendo a (7,3%) do total de saídas. Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM no País entre 2007 e 2009 Restantes Patologias Neoplasias Malignas 600.000 7,4% 500.000 7,6% 6,9% Entradas Entradas Entradas 2007 2008 2009 Saídas 2007 7,3% 7,2% 7,3% Nº Episódios 400.000 300.000 200.000 1,8% 2,0% 1,9% LIC 2008 LIC 2009 100.000 0 LIC 2007 Saídas 2008 Saídas 2009 Ilustração 4: País – Evolução da LIC, Entradas e Saídas em NM e Restantes Patologias desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 32 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Evolução do Crescimento da LIC NM no País entre 2007 e 2009 2007 1,0% 0,0% -1,0% -2,0% -3,0% -4,0% -5,0% -6,0% -7,0% 2008 2009 0,6% 0,6% -0,3% -2,2% -5,7% -6,3% Taxa de crescimento da LIC NM Taxa de crescimento da LIC TP Ilustração 5: País – Evolução da taxa de crescimento da LIC NM no País desde 2007 até 2009 Pode concluir-se da observação do gráfico acima, que o número de utentes em LIC NM diminuiu em 2009, não obstante o crescimento do nº de entradas de 4%, em 2009. Isto deve-se a um crescimento igualmente significativo na resposta dos serviços (saídas) (4,9%). A idade média dos utentes em LIC NM é de 66 anos, sendo 56,1% do sexo masculino. Distribuição da LIC NM por Classes Etárias no País em 2009 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90 ≤10 ≤20 ≤30 ≤40 ≤50 ≤60 ≤70 ≤80 ≤90 Homens Mulheres Ilustração 6: País – Distribuição da LIC NM por classes etárias em 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 33 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 A maioria dos utentes em LIC situa-se dentro das faixas etárias dos 60 aos 80 anos, sendo que até à faixa dos 50 anos, há uma prevalência do sexo feminino, sendo que esta tendência inverte-se a partir deste ponto até aos 80 anos. A idade média dos operados NM é de 65, sendo 48,1% homens. Distribuição dos Operados NM por Classes Etárias no País em 2009 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90 ≤10 ≤20 ≤30 ≤40 ≤50 ≤60 ≤70 ≤80 ≤90 Homens Mulheres Ilustração 7: País – Distribuição dos Operados NM por classes etárias em 2009 A maioria dos utentes operados NM situa-se nas faixas etárias dos 60 aos 80 anos, sendo que até à faixa dos 60, há uma prevalência do sexo feminino, sendo que esta tendência invertese a partir deste ponto até aos 90 anos. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 34 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Evolução mensal da Produção Cirúrgica Oncológica de 01/01/2007 até 31/12/2009 4.500 Período de Férias de Verão Período de Férias de Verão 4.000 Período de Férias de Verão 3.500 3.000 Carnaval Carnaval Páscoa Páscoa Natal 2.500 Carnaval Páscoa Natal Natal 2.000 1.500 1.000 500 0 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 2007 2009 2008 Operados NM Potencial (Operados NM) Ilustração 8: País – Evolução dos Operados em NM desde 2007 até 2009 Das 8.968 cirurgias, por semana, efectuadas no país, 711 são relativas a episódios NM. Evolução Semanal da LIC, Entradas e Operados em NM no País em 2009 LIC NM Entradas NM Operados NM 4.000 1.200 Nº episódios NM 1.000 3.500 800 3.000 600 400 2.500 200 2.000 0 01 14 1º trimestre 27 2º trimestre 40 3º trimestre 53 Semanas 4º trimestre Ilustração 9: País – Evolução da LIC e dos Operados em NM por semana em 2009 A distribuição da actividade cirúrgica ao longo do ano não é homogénea, podendo-se observar entalhes profundos, relativos aos períodos tradicionais de férias ou de feriados. A curva Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 35 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 da LIC NM mostra uma discreta tendência a diminuir, particularmente visível no segundo trimestre de 2009. São objecto do presente estudo, todos os utilizadores dos hospitais públicos, independentemente do responsável financeiro. Distribuição das NM por Entidade Financeira Responsável no País - 2009 % Episódios % SNS 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% % Não SNS 44,4% 44,4% 44,2% 55,6% 55,6% 55,8% LIC Entradas Saídas Ilustração 10: País – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas em NM por SNS e Não SNS em 2009 Nos utentes do grupo NM, cerca de 56% pertencem ao SNS. Os restantes pertencem a outros subsistemas. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 36 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os episódios em LIC NM apresentam um tempo mediano de espera cerca de 27 dias. Evolução do TE da LIC e dos Operados em NM no País 2007 45 2008 2009 TE em dias 40 35 30 40,0 35,0 25 30,2 27,0 29,6 26,0 20 Mediana TE da LIC NM Média TE dos Operados NM Ilustração 11: País – Evolução da Mediana de TE da LIC NM e Média de TE dos Operados NM desde 2007 até 2009 Um dos aspectos mais interessantes é a aproximação entre os TE observados na LIC e os TE na actividade cirúrgica em NM, nestes últimos 3 anos, relevando uma preocupação crescente com a equidade no acesso. Num sistema ideal a Mediana do TE da LIC é inferior à Média do TE dos Operados. Tabela 8: País - Evolução dos indicadores de Procura e Oferta em Neoplasias Malignas desde 2007 até 2009 Indicadores Entradas em LIC NM Operados NM H. Públicos Média Peso Relativo H. Públicos Operados NM H. Convencionados Média Peso Relativo H. Convencionados Expurgo NM (H. Públicos) Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 2007 36.503 32.491 1,68 36 1,42 3.775 2008 39.965 35.940 1,6 140 1,33 3.647 2009 41.545 37.248 1,41 432 1,22 3.994 ∆ homóloga 2008/2009 (%) 4,0% 3,6% -11,9% 208,6% -8,3% 9,5% Página 37 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Média do TE dos Operados NM em dias por Classes Etárias no País em 2009 Média do TE dos Operados NM em dias 30 25 20 15 10 0< idade 10< idade 20< idade 30< idade 40< idade 50< idade 60< idade 70< idade 80< idade idade >90 ≤10 ≤20 ≤30 ≤40 ≤50 ≤60 ≤70 ≤80 ≤90 Classes Etárias Média TE dos Operados NM em dias Ilustração 12: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por Classes Etárias no País em 2009 2 2 A média do TE de cada classe é ajustada à distribuição dos diversos níveis de prioridade em função do observado no País. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 38 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Média do TE dos Operados NM por Classes de Peso Relativo no País em 2009 Média do TE dos Operados NM em dias 35 30 3.612 8.233 4.399 10.261 25 2.258 7.985 20 15 0< peso 0,4< peso 0,8< peso 1,2< peso 1,6< peso peso relativo relativo ≤ 0,4 relativo ≤0,8 relativo ≤1,2 relativo ≤1,6 relativo ≤2,0 >2,0 Classes de Peso Relativo Volume da esfera: Operados Ilustração 13: País – Média do TE dos Operados NM ajustado à Frequência Relativa das Prioridades por Classes de Peso Relativo no País em 2009 3 3 A média do TE de cada classe é ajustada à distribuição dos diversos níveis de prioridade em função do observado no País Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 39 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 No gráfico seguinte, podemos observar a evolução da produção cirúrgica programada, realizada, quer pelos hospitais públicos, quer pelas entidades convencionadas. Evolução da actividade cirúrgica em NM nos hospitais públicos entre 2007 e 2009 35.000 Nº episódios operados 30.000 34.062 33.223 30.738 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000 1.753 0 432 140 2007 MRC 3.186 2.717 36 2008 MRA 2009 Operados em Convencionados Ilustração 14: País – Evolução dos Operados NM em MRC e MRA nos hospitais públicos e dos Operados NM nos hospitais convencionados desde 2007 até 2009 A cirurgia NM é residual nos Hospitais Convencionados e apesar de ter crescido a modalidade MRA nos hospitais públicos mantêm-se inferior a 10% da totalidade da produção. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 40 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Evolução da % dos Operados > TMRG entre 2007 e 2009 %Operados > TMRG 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 2007 2008 NM 2009 TP Ilustração 15: País – Evolução % dos Operados> TMRG desde 2007 até 2009 Evolução do Tempo Médio de Internamento do Total de Operado entre 2007 e 2009 Dias de Internamento 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2007 2008 Operados NM 2009 Operados TP Ilustração 16: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento do Total de Operados desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 41 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Evolução do Tempo Médio de Internamento dos Operados em Internamento entre 2007 e 2009 Dias de Internamento 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2007 2008 Operados Internamento NM 2009 Operados Internamento TP Ilustração 17: País – Evolução do Tempo Médio de Internamento dos Operados em Internamento desde 2007 até 2009 Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados entre 2007 e 2009 Média do Peso Relativo 1,8 1,6 1,4 1,2 1,0 0,8 2007 2008 Operados NM 2009 Operados TP Ilustração 18: País – Evolução do Peso Médio Relativo dos Operados desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 42 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O expurgo da LIC NM de 3.994 episódios, em 2009 (9,6% do total de saídas NM), corresponde aos utentes que, tendo estado inscritos, não vieram a ser operados no âmbito da cirurgia que tinham programada. Motivos de Expurgo da LIC NM no País em 2009 234 6% Expurgo : 3.994 episódios % Expurgo/Saídas: 9,6% 169 4% 1.295 32% 679 17% 793 20% Erro processual Perda de indicação cirúrgica Desistência 824 21% Operado fora do SIGIC Óbito VC/NT expirado Ilustração 19: País – Indicadores sobre o Expurgo NM por grupos de motivos em 2009 O motivo principal (32% dos casos) deve-se a erro processual4, totalizando 3,1% das saídas NM. O segundo motivo mais frequente é a perda de indicação cirúrgica, que corresponde a 2% do total de saídas NM. Em 2009, ocorreram 234 óbitos de utentes inscritos para cirurgia NM. 4 Por exemplo, greve, incapacidade do hospital em manter a proposta, enganos médicos, duplicação de registos, erros administrativos genéricos do hospital, falta de validação clínica, entre outros. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 43 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 9: País – Evolução dos resultados na LIC em NM desde 2007 até 2009 Indicadores Indicadores da LIC LIC NM Mediana TE da LIC NM em dias % LIC NM > TMRG / LIC NM % LIC NM > TMRG intransferível/LIC NM > TMRG % LIC NM > TMRG não transferida por falta de oferta / LIC NM> TMRG % LIC NM > 2×TMRG Indicadores dos Operados Média TE dos Operados NM em dias Tempo Médio de Pendência Mediana Operados NM Coeficiente de Variação Operados NM Coeficiente de Pearson Operados NM % Operados NM > TMRG % Operados NM P1 % Operados NM P2 % Operados NM P3 % Operados NM P4 2007 2008 2009 ∆ homóloga 2008/2009 (%) 3.493 40 47,0% 7,4% 3.567 35 37,5% 12,8% 3.109 27 19,9% 17,5% -12,8% -22,9% -47,0% 36,8% 13,5% 19,0% 9,5% -49,7% 23,9% 17,5% 7,6% -56,9% 30,16 0,21 17 1,44 0,02 25,3% 30,8% 45,6% 20,6% 3,1% 29,64 0,16 18 1,33 0,02 24,4% 29,2% 49,9% 17,5% 3,3% 26,01 0,53 18 1,25 0,02 18,6% 26,9% 52,9% 17,3% 3,0% -12,2% 224,2% 0,0% -5,6% 0,2% -23,9% -8,1% 5,9% -1,5% -10,1% No quadro anterior, que ilustra a evolução entre 2007 e 2009, sobressai: a diminuição da mediana do TE da LIC; a percentagem de casos em LIC que ultrapassam o TMRG que também reduziu para quase metade. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 44 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 7.2. Regiões Na distribuição da LIC, as regiões que apresentam maior peso de utentes a aguardar por cirurgia em NM são a região LVT com 36,8% dos 3.109 episódios (1.145 episódios), seguindo-se a região do Norte com 35% (1.089 episódios). A região do Centro reúne 24,6% (765 episódios) da LIC nacional, o Alentejo 3% (94 episódios) e o Algarve 0,5% (16 episódios). Tabela 10: Regiões – Indicadores da LIC, Entradas e Saídas por região em NM no ano 2009 Região Alentejo Algarve Centro LVT Norte País LIC NM 94 16 765 1.145 1.089 3.109 Entradas NM ∆ homóloga 2008/2009 Operados Entradas NM NM (%) 1.172 1.570 7.924 16.559 14.320 41.545 6,8% 21,4% 7,0% 1,2% 3,7% 4,0% ∆ homóloga 2008/2009 Operados NM (%) 1.039 1.509 7.360 15.004 12.768 37.680 % Operados NM Ambulatório / Operados NM % Operados NM MRA / Operados NM 9,5% 44,2% 25,8% 26,3% 19,6% 21,10% 9,9% 4,2% 6,6% 10,8% 10,5% 7,9% 9,9% 25,1% 5,0% 2,8% 3,6% 4,4% % Op. NM > TMRG 12,8% 11,5% 21,7% 19,4% 17,1% 18,6% Expurgo NM 84 94 605 1.785 1.426 3.994 A relação entre a residência dos utentes operados e a região onde os mesmos são tratados, estabelece a auto-suficiência de cada região para o tratamento cirúrgico oncológico. Tabela 11: Regiões – Relação entre os episódios operados em cada região e os operados tendo em conta a região de residência dos utentes em NM no ano 2009 Região onde foram operados Alentejo Região de residência Alentejo 906 Algarve 0 Centro 0 LVT 133 Norte 0 Regiões Autónomas 0 Total Operados NM Centro LVT Norte Total 5 1.499 0 4 0 1 20 14 7.003 257 53 13 235 97 353 14.284 13 22 1 2 1.079 5 11.673 8 1.167 1.612 8.435 14.683 11.739 44 1.039 1.509 7.360 15.004 12.768 37.680 261 113 1.432 399 66 - 22,4% 7,0% 17,0% 2,7% 0,6% - Operados NM fora da região de residência % Operados NM fora da região de residência Algarve A região com mais utentes oncológicos a recorrerem a outras é a região do Alentejo, sendo a menos dependente, a do Norte. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 45 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Quando se comparam regiões de saúde é importante ter em conta a população residente que servem. Na tabela seguinte, são apresentados alguns indicadores tendo em conta a população residente por região. Tabela 12: Regiões – Indicadores sobre os episódios operados, em relação à população residente no país em NM e TP no ano 2009 Indicadores População Residente5 Operados TP nos Hospitais da Região de: Operados NM nos Hospitais da Região de: Operados TP / 1000 habitantes (Pop. Residente) Operados NM / 1000 habitantes (Pop. Residente) ∆ homóloga Operados NM/1000 Habitantes (%) Alentejo 507.481 Algarve Centro LVT Norte 430.084 1.788.295 3.664.010 3.745.439 País 10.627.250 19.970 18.445 97.637 162.655 176.586 475.293 1.039 1.509 7.360 15.004 12.768 37.680 39,4 42,9 54,6 44,4 47,1 44,7 2,0 3,5 4,1 4,1 3,4 3,5 9,9% 25,1% 5,0% 2,8% 3,6% 4,4% As regiões do Centro e de LVT são as que operam mais utentes NM por 1000 habitantes residentes (4,1) e no extremo oposto encontra-se o Alentejo, com metade do número de cirurgias NM por 1000 habitantes (2,0). 5 A distribuição da população residente distribuída pelas diferentes regiões apresenta uma diferença significativa relativamente aos dados apresentados no relatório de 2008 pois a distribuição da população pelas diferentes regiões tinha sido mal elaborada. Por consequência alguns valores desta tabela foram influenciados com esta alteração. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 46 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Para ser possível a percepção da distribuição da actividade cirúrgica pelas várias patologias, os dados foram agrupadas de acordo com as regiões. Tabela 13: Grupo Nosológico – Indicadores sobre os episódios operados NM em relação à população residente no país por 100.000 habitantes, no ano 2009 Grupo Nosológico Neoplasias malignas da pele Pele e Tecido celular subcutâneo da cabeça e pescoço por NM excepto Melanoma Pele e tec. Cel. Subcutâneo por NM Melanoma Cancro da mama Mama por NM Cancro do Cólon e recto Cólon por NM Recto e ânus por NM Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM Bexiga ou Uretra por NM Rim ou ureteres por NM Cancro da cabeça e pescoço Tiróide por NM Outros em cabeça e pescoço por NM Cavidade Oral (inclui Lábio e Glândulas Salivares) por NM Faringe, Laringe e Traqueia por NM Gânglios da Cabeça e Pescoço por NM Carcinoma do útero (corpo e cervix) Útero por NM Ovário e anexos por NM Esófago ou estômago por NM Esófago ou estômago por NM Outros cancros da região torácica Gânglios da Região Torácica e Axilar em NM Pulmão, Pleura, Brônquio por NM Outros na região torácica por NM Cancro da próstata Próstata por NM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Alentejo Algarve Centro 14,8 122,5 93,7 LVT 88,9 Norte 61,9 País 73,9 4,7 66,3 61,9 53,8 37,7 45,2 9,7 0,4 41,6 41,6 44,3 25,6 18,7 38,1 18,1 56,5 56,5 42,1 24,2 17,9 23,2 8,6 55,5 55,5 54,6 32,8 21,8 23,9 11,2 53,2 53,2 54,0 33,7 20,3 16,5 7,7 46,0 46,0 44,3 27,1 17,2 20,0 8,8 48,2 48,2 47,3 28,9 18,4 40,0 45,3 45,4 50,3 44,1 44,3 31,7 8,3 11,0 1,6 5,9 44,2 1,2 29,5 1,9 21,9 34,8 10,5 48,3 11,4 16,3 40,8 9,5 46,0 8,7 12,4 35,4 8,8 44,8 18,2 5,5 35,7 8,6 41,5 11,5 10,1 2,8 5,1 8,9 11,4 6,8 8,2 0,4 0,4 13,0 11,2 1,8 14,6 14,6 3,3 0,5 0,2 12,3 11,4 0,9 13,0 13,0 7,2 4,8 6,9 24,2 21,6 2,6 17,3 17,3 18,7 8,2 5,2 30,6 28,7 1,9 15,6 15,6 22,2 8,1 6,3 22,2 21,1 1,1 19,5 19,5 12,2 6,5 5,2 23,6 22,0 1,6 16,4 16,4 15,6 3,15 7,2 6,6 10,2 6,6 7,4 0,20 0,0 13,0 13,0 0,0 0,0 7,2 7,2 11,1 1,0 16,8 16,8 11,0 1,0 16,0 16,0 5,0 0,5 14,5 14,5 7,4 0,7 14,4 14,4 Página 47 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Grupo Nosológico Alentejo Algarve Centro Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. Ou 7,1 10,0 22,1 fem. ou Reg. Abd. por NM Outros nos Genitais masculinos por NM 5,3 5,8 12,1 Outros na Reg. abdominal por NM 1,6 0,9 3,4 Outros na Reg. pélvica por NM 0,0 1,9 3,8 Outros nos Órgãos genitais femininos 0,2 1,4 2,9 por NM LVT Norte País 12,9 11,3 12,9 4,5 3,8 2,2 3,7 3,6 2,1 5,4 3,2 2,2 2,5 1,9 2,1 Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM 1,6 3,5 9,0 10,9 8,1 8,3 Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM 1,6 3,5 9,0 10,9 8,1 8,3 Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos 0,4 1,6 5,9 8,7 12,0 8,3 Outros em Órgãos intracraneanos por NM 0,0 0,5 1,6 5,6 7,7 4,9 0,4 0,9 4,1 2,8 3,6 3,0 0,0 0,2 0,2 0,2 0,7 0,4 Outros não enquadráveis em outros agrupamentos por NM Outros na Coluna vertebral por NM As regiões da mama, pele, cólon e recto e rim ou ureteres ou bexiga ou uretra são as mais intervencionadas em casos de neoplasias malignas. A região do Alentejo tem um número de intervenções por NM muito abaixo das outras regiões em várias áreas, sendo particularmente notório, pele e cabeça e pescoço. No Algarve, as intervenções na pele são as que ocorrem em maior frequência comparativamente ao país. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 48 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Dispersão dos serviços em função dos Operados NM e %Operados NM > TMRG em 2009 1800 HCC - URO 1600 1400 Operados NM 1200 HSA - DER 1000 800 HSJ - URO IPOCROL - ORL 600 HUC - CIR 2 IPOCROC - CCP HUC - DERMA HUC - URO IPOCROL - DER IPOCROL - URO 400 200 IPOCROC - PELE IPOCROC - DERMA IPOCROL - CG IPOCROL - GIN IPOCROP - URO IPOCROP - ORL 0 0% 20% 40% 60% 80% 100% %Operados NM >TMRG Ilustração 20: Serviços – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM > TMRG em 2009 Existem 248 serviços que operam menos de 50 casos NM por ano. Existem 172 serviços que ultrapassam o TMRG em mais de 10% dos casos operados NM. Há 95 serviços que operam mais de 50 episódios NM ano e que ultrapassam o TMRG em menos de 10%. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 49 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Mediana do TE da LIC NM em dias 500,00 UHEM - ORT UHMJD - UPC 400,00 HSMB - ORL CHEDV - OFTAL 300,00 HNSAS - CIRG ULSM - GINTMR HUC - ORTO ONC 200,00 ULSM - OTRL ULSNA - Gin HNSR - URO IPOCROC - GINAMB ULSNA - Cirgp UHG - HGOFT 100,00 HGO - GIN ULSM - UROPGE HSMB - CPR HBLO - URO HUC - CPR UHSJCD - UROHDE UHSA - CMF 0,00 Alentejo Algarve Centro LVT Norte ARS Ilustração 21: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE da LIC NM por Região em 2009 A identificação de “outliers” é fundamental para compreender desvios que podem corresponder a dificuldades de registo ou problemas concretos na resolução cirúrgica de utentes inscritos. Todos eles serão alvo de análise circunstancial nas tabelas seguintes, por região. É de notar que o número de Outliers de 2008 para 2009 reduziu-se de 33 para 20. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 50 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 14: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 LIC NM % LIC > TMRG Mediana do % Operados TE da LIC Operados NM NM (dias) > TMRG Média TE dos Operados NM (dias) Entidade Hospitalar Sigla HospitalServiço ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA - Cirgp6 4 100,0% 139 106 5,7% 13,13 ULSNA - Gin7 1 100,0% 176 15 33,3% 29,27 Tabela 15: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 Entidade Hospitalar C.H. Coimbra H. Univer. de Coimbra IPO Coimbra ULS Guarda Sigla HospitalServiço LIC NM UHG - HGOFT8 HUC - CPR9 HUC - ORTO ONC10 IPOCROC - GINAMB11 HNSAS - CIRG12 1 4 1 1 1 % LIC > TMRG Mediana do % Operados TE da LIC Operados NM NM (dias) > TMRG 100,0% 75,0% 100,0% 100,0% 100,0% 99,0 91,5 217,0 120,0 260,0 6 À data de 17/06/2010, estão 10 episódios em LIC com mediada do TE de 34,5 dias. 7 À data de 17/06/2010, está um episódio em LIC com mediana do TE de 35 dias. 8 À data de 17/06/2010, está um episódio em LIC com TE de 21 dias. 9 À data de 17/06/2010, têm um episódio em LIC com 51 dias de espera. 9 18 34 103 37 10 À data de 17/06/2010, têm um episódio em LIC, um agendado e outro com NT/VC emitido. 11 À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC. 12 À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 33,3% 22,2% 0,0% 11,7% 5,4% Média TE dos Operados NM (dias) 60,1 54,0 3,7 31,2 6,9 Página 51 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 16: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 Entidade Hospitalar Sigla HospitalServiço LIC NM % LIC > TMRG C. H. Barreiro Montijo C.H. Lisboa Central HNSR - URO13 UHSJCD - UROHDE14 1 100,0% 1 100,0% 148,0 71,0 C.H. Lisboa Ocidental UHEM - ORT15 1 100,0% 475,0 2 100,0% 7 71,4% 73,5 98,0 16 C.H. Oeste Norte HBLO - URO H. Garcia de Orta - Almada HGO - GIN17 123 Média TE dos Operados NM (dias) 51,2% 38,1 313 11,8% Mediana do % Operados TE da LIC Operados NM NM (dias) > TMRG 14,4 13 À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC. 14 À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC. 15 À data de 17/06/2010, não está nenhum episódio em LIC. 16 À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito, e outro com NT/VC emitido, a mediana do TE é de 22 dias. 17 À data de 17/06/2010, estão 3 episódios agendados, 6 inscritos e 2 com NT/VC emitidos. A mediana do TE é de 26 dias. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 52 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 17: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE da LIC NM em 2009 Entidade Hospitalar C. H. Entre o Douro e Vouga C.H. Porto H. S. Marcos - Braga ULS Matosinhos Sigla HospitalServiço LIC NM % LIC > TMRG Mediana do TE da LIC NM (dias) % Operados Operados> NM TMRG Média TE dos Operados NM (dias) CHEDV - OFTAL18 1 100,0% 331,0 1 100,0% 126,0 UHMJD - UPC19 UHSA - CMF20 HSMB - CPR21 HSMB - ORL22 ULSM - GINTMR23 ULSM - OTRL24 ULSM - UROPGE25 1 1 3 2 1 1 1 100,0% 100,0% 66,7% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 362,0 73,0 84,0 361,5 237,0 232,0 85,0 1 18 6 24 15 32 3 0,0% 0,0% 0,0% 12,5% 40,0% 37,5% 33,3% 44,0 3,0 14,2 15,3 52,9 10,1 57,7 É na região do Centro e na região Norte que se observam as maiores dispersões de serviços na LIC NM. Os tempos de espera dos episódios operados, nos vários serviços cirúrgicos, variam menos que os TE da LIC. 18 À data de 17/06/2010, este serviço não tem LIC NM. 19 À data de 17/06/2010, este serviço encontra-se inactivo. 20 À data de 17/06/2010, estão 2 episódios inscritos com mediana do TE de 22 dias. 21 À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito e 2 agendados. 22 À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito. 23 À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC. 24 À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC. 25 À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 53 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 350,00 Média do TE dos Operados em dias ULSM - UROHBP 300,00 250,00 UHG - BBGINOUT 200,00 150,00 HDP - GIN AMB CHEDV - OFTAL HNSR - URO-AMB UHVRPR - DER UHMBB - GINENDP HSJ - CIR/VBIL ULSG - LAPAROS 100,00 HLA - URO UHPORT - GINOBST UHG - EST 50,00 HSA - GIN 0,00 Alentejo Algarve Centro LVT Norte ARS Ilustração 22: Regiões – Dispersão dos Serviços dos Hospitais em relação ao TE dos Operados NM por Região em 2009 Do ano de 2008 para 2009 observa-se uma diminuição do número de outliers de 21 para 13, genericamente todas as regiões diminuíram a dispersão da média dos operados nos diversos Serviços. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 54 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 18: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Alentejo na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 Entidade Hospitalar H. Litoral Alent. Sant. Cacém Sigla HospitalServiço LIC NM HLA - URO26 % LIC > TMRG 23 Mediana do % Média TE dos Operados TE da LIC NM Operados Operados NM NM (dias) > TMRG (dias) 30,4% 31,0 68 54,4% 57,1 Tabela 19: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Algarve na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 Entidade Hospitalar Sigla HospitalServiço LIC NM C.H. Barlav. Algarvio UHPORT - GINOBST27 Portimão 2 % LIC > TMRG 50,0% Média TE Mediana do % Operados dos TE da LIC Operados NM Operados NM (dias) > TMRG NM (dias) 108,5 18 26 À data de 17/06/2010, estão 13 episódios agendados, 12 inscritos e 2 episódios com NT/VC emitidos. 27 À data de 17/06/2010, estão 7 episódios inscritos com uma mediana do TE de 36 dias. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 38,9% Página 55 de 163 54,4 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 20: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Centro na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 Entidade Hospitalar Sigla HospitalServiço LIC NM % LIC > TMRG Mediana do TE da LIC NM (dias) UHG - BBGINOUT28 C.H. Coimbra 1 100,0% 232,0 UHG - EST 1 100,0% 77,0 UHMBB - GINENDP30 2 100,0% 98,0 31 4 50,0% 71,2 29 H. St. André - Leiria Média TE % Operados dos Operados NM Operados > TMRG NM (dias) HSA - GIN 32 H.D. Pombal HDP - GIN AMB 1 100,0% 133,0 ULS Guarda ULSG - LAPAROS33 1 100,0% 85,0 Tabela 21: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região de LVT na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 Entidade Hospitalar Sigla HospitalServiço LIC NM % LIC > TMRG C. H. Barreiro Montijo HNSR - URO-AMB34 28 À data de 17/06/2010, não existem episódios NM em LIC. 29 À data de 17/06/2010, não existem episódios NM em LIC. 30 À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito e outro agendado. 31 À data de 17/06/2010, está um episódio inscrito. 32 À data de 17/06/2010, não tem episódios em LIC. 33 À data de 17/06/2010, o serviço está inactivo. 34 À data de 17/06/2010, não tem episódio em LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Mediana do TE da LIC NM (dias) Média TE % Operados dos Operados NM Operados > TMRG NM (dias) 1 100,0% 111,0 Página 56 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 22: Serviços – Indicadores da LIC e Operados em NM sobre os Serviços outliers da região do Norte na sua dispersão em relação ao seu TE dos Operados NM em 2009 Sigla HospitalServiço LIC NM C. H. Entre o Douro e Vouga CHEDV - OFTAL35 1 100,0% 331,0 1 100,0% 126,0 C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro UHVRPR - DER36 9 11,1% 28,0 140 36,4% 105,4 H. S. João - Porto HSJ - CIR/VBIL37 1 100,0% 84,0 ULS Matosinhos ULSM - UROHBP38 2 100,0% 302,5 Entidade Hospitalar % LIC > TMRG Média TE Mediana do % dos Operados TE da LIC Operados Operados NM NM (dias) > TMRG NM (dias) 35 À data de 17/06/2010, não existem episódios em LIC. 36 À data de 17/06/2010, 3 episódios estão agendados e 10 inscritos, sendo a mediana do TE de 15 dias 37 À data de 17/06/2010, este serviço não tem episódios em LIC. 38 À data de 17/06/2010, este serviço não tem episódios em LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 57 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 7.3. Grupos Nosológicos Os grupos nosológicos agrupam os episódios de acordo com a patologia e procedimentos cirúrgicos, tendo em conta as grandes regiões anatómicas e patologias/procedimentos mais frequentes, estabelecendo desta forma um conjunto abrangente e compreensível para leitores não especializados (ver glossário). O gráfico seguinte apresenta a evolução da LIC NM, em função dos tempos máximos de reposta garantidos dos utentes por grupo nosológico, que estão definidos por níveis de prioridade na Portaria nº 1529/2008 de 26 de Dezembro. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 58 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 LIC<TME LIC>TME 2007 NM da pele - 2008 2009 2007 Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM - 2008 2009 2007 Cancro da mama - 2008 2009 2007 Cancro da cabeça e pescoço - 2008 2009 2007 Cancro do Cólon e recto - 2008 2009 2007 Cancro da próstata - 2008 2009 2007 Carcinoma do útero (corpo e cervix) - 2008 2009 2007 Outros na Reg. pélvica ou ou Órgãos Genit. Mas. ou Fem. ou Reg. … 2009 Esófago ou estômago por NM - 2007 Esófago ou estômago por NM - 2008 2009 2007 Outros cancros da região torácica - 2008 2009 2007 Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM - 2008 2009 2007 NM não enquadráveis em outros agrupamentos - 2008 2009 0 200 400 600 800 1000 Nº episódios em LIC NM Ilustração 23: Grupos Nosológicos – Evolução da LIC NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 Na maioria dos casos de cirurgia NM a par de uma diminuição do total de utentes em LIC, a percentagem de casos que ultrapassam o TMRG previsto tem diminuído, correspondendo em todas as patologias NM a menos de 35%. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 59 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Nos diversos grupos nosológicos, a mediana do tempo de espera da LIC NM varia entre 16 e 35 dias, em 2009. Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo Nosológico 2007 2008 2009 67 Cancro da próstata 49 35 40 42 Outros na Região pélvica ou Genit. Masc. ou fem. ou Região abd.por NM 32 42 Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM 36 31 45 NM da pele 40 28 45 Cancro da cabeça e pescoço 41 27 49 NM não enquadráveis em outros agrupamentos 40 23 40 37 Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM 22 27 Esófago ou estômago por NM 20 21 40 Carcinoma do útero (corpo e cervix) 35 20 27 Cancro do Cólon e recto 21 17 28 27 Cancro da mama 17 36 Outros cancros da região torácica 29 16 0 10 20 30 40 50 60 70 Mediana de TE da LIC NM em dias Ilustração 24: Grupos Nosológicos – Evolução da Mediana de TE da LIC NM por Grupo Nosológico em desde 2007 até 2009 O grupo das neoplasias malignas da próstata, seguido de outros na região pélvica ou genitais masculinos ou órgãos genitais femininos ou região abdominal, são aqueles que apresentam maiores tempos de espera. Os grupos nosológicos com menor espera são os do cólon e recto, mama e outros na região torácica, próximos dos 15 dias de mediana de TE. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 60 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 A observação dos valores dos operados NM em 2009 mostra um crescimento da actividade cirúrgica em quase todas as patologias. Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 Operados < TME Operados > TME 2007 NM da pele - 2008 2009 2007 Cancro da mama - 2008 2009 2007 Cancro do Cólon e recto - 2008 2009 2007 Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM - 2008 2009 2007 Cancro da cabeça e pescoço - 2008 2009 2007 Carcinoma do útero (corpo e cervix) - 2008 2009 2007 Esófago ou estômago por NM - 2008 2009 2007 Outros cancros da região torácica - 2008 2009 2007 Cancro da próstata - 2008 2009 2007 Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. ou fem. ou Reg. Abd. por NM… 2009 2007 NM não enquadráveis em outros agrupamentos - 2008 2009 0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 Nº episódios operados NM Ilustração 25: Grupos Nosológicos – Evolução dos Operados NM por Grupo Nosológico desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 61 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Nos diversos grupos nosológicos a média do tempo de espera dos Operados NM varia entre 10 e 51 dias. Evolução da Média de TE dos Operados NM por Grupo Nosológico 2007 2008 2009 65 65 Cancro da próstata 51 41 41 Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM 37 36 Cancro da cabeça e pescoço 39 33 37 Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc. ou fem. ou Reg. Abd. por NM 34 28 32 30 Carcinoma do útero (corpo e cervix) 27 29 29 Cancro da mama 25 32 NM da pele 28 24 18 19 19 Outros cancros da região torácica 17 18 17 Cancro do Cólon e recto 14 15 14 Esófago ou estômago por NM 15 17 13 Figado ou pâncreas ou vesicula biliar ou vias biliares por NM 16 15 NM não enquadráveis em outros agrupamentos 10 0 10 20 30 40 50 60 70 Média do TE dos Operados NM em dias Ilustração 26: Grupos Nosológicos – Evolução da Média de TE dos Operados NM por Grupo Nosológico em desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 62 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os doentes operados a próstata são os que têm maior média do TE. No pólo oposto os doentes de esófago ou estômago e fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares são os que aguardam menos tempo pela cirurgia. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 63 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Nos diversos grupos nosológicos oncológicos, vários hospitais executam menos de 10 intervenções cirúrgicas por ano, sendo que para algumas patologias é possível encontrar 20 hospitais, nestas circunstâncias. Tabela 23: Grupos Nosológicos – Indicadores da LIC e dos Operados NM em 2009 Grupo Nosológico NM da pele Pele e Tecido celular subcutâneo da cabeça e pescoço por NM excepto Melanoma Pele e tec. Cel. Subcutâneo por NM Melanoma Cancro da mama Mama por NM Cancro do Cólon e recto Cólon por NM Recto e ânus por NM Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM Bexiga ou Uretra por NM Rim ou ureteres por NM Cancro da cabeça e pescoço Tiróide por NM Outros em cabeça e pescoço por NM Cavidade Oral (inclui Lábio e Glândulas Salivares) por NM Faringe, Laringe e Traqueia por NM Gânglios da Cabeça e Pescoço por NM Carcinoma do útero (corpo e cervix) Útero por NM Ovário e anexos por NM Esófago ou estômago por NM Esófago ou estômago por NM Outros cancros da região torácica Gânglios da Região Torácica e Axilar em NM Pulmão, Pleura, Brônquio por NM Outros na região torácica por NM 736 Nº Hospitais Nº Hospitais % Operados Nº c/ <10 c/ <20 NM face o Hospitais cirurgias/ano cirurgias/ano total NM 7.853 12 16 50 20,8% 491 4.800 14 16 46 12,7% 186 59 339 339 298 166 132 2.123 930 5.119 5.119 5.024 3.072 1.952 15 15 4 4 3 3 3 22 19 9 9 3 5 13 46 30 47 47 49 49 48 5,6% 2,5% 13,6% 13,6% 13,3% 8,2% 5,2% 639 4.705 5 5 43 12,5% 489 150 338 87 3.793 912 4.411 1.221 4 14 13 18 6 24 20 27 42 39 49 43 10,1% 2,4% 11,7% 3,2% 82 1.076 21 28 40 2,9% 86 869 21 28 36 2,3% 45 693 12 16 25 1,8% 38 552 22 28 34 1,5% 124 118 6 96 96 75 2.506 2.334 172 1.743 1.743 1.653 10 10 31 2 2 19 18 18 36 14 14 24 47 46 36 47 47 38 6,7% 6,2% 0,5% 4,6% 4,6% 4,4% 30 789 20 29 38 2,1% 43 2 789 75 2 5 2 8 12 9 2,1% 0,2% LIC NM Operados NM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 64 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 279 279 Nº Hospitais Nº Hospitais % Operados Nº c/ <10 c/ <20 NM face o Hospitais cirurgias/ano cirurgias/ano total NM 1.527 8 13 39 4,1% 1.527 8 13 39 4,1% 106 1.371 18 25 46 3,6% 61 572 19 32 39 1,5% 28 343 27 34 38 0,9% 10 235 22 25 28 0,6% 7 221 21 22 25 0,6% Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM 43 884 21 31 40 2,3% Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM 43 884 21 31 40 2,3% 36 884 22 23 35 2,3% 17 526 5 7 16 1,4% 17 320 24 26 32 0,8% 2 38 13 13 13 0,1% Grupo Nosológico Cancro da próstata Próstata por NM Outros na Reg. Pélv. ou Genit. Masc.s ou fem. ou Reg. Abd. por NM Outros nos Genitais masculinos por NM Outros na Região abdominal por NM Outros na Região pélvica por NM Outros nos Órgãos genitais femininos por NM NM não enquadráveis em outros agrupamentos Outros em Órgãos intracraneanos por NM Outros não enquadráveis em outros agrupamentos por NM Outros na Coluna vertebral por NM LIC NM Operados NM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 65 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 7.4. Grupos de Serviços Os grupos de serviços agregam serviços afins, concentrando as propostas operatórias em grupos homogéneos, em que as especialidades médicas e cirúrgicas se juntam. Assim, por exemplo, no grupo designado de Cirurgia Cardiotorácica encontram-se, para além dos serviços de Cirurgia Cardiotorácica, a actividade dos serviços de Cardiologia e de Pneumologia (ver glossário). Tabela 24: Grupos de Serviço – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, no ano 2009, excluindo a especialidade de Cirurgia Vascular cuja actividade cirúrgica oncológica é inferior a 50 episódios Grupo de Serviço Cirurgia Geral Cirurgia Plástica / Dermatologia Urologia Ginecologia/ Obstetrícia Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia) Cirurgia Cardiotóracica Neurocirurgia Outros Oftalmologia Ortopedia Cirurgia Pediátrica Total LIC NM Mediana de TE da LIC NM (dias) % LIC NM > TMRG / LIC NM Média de TE Operados % Operados dos Operados NM NM > TMRG NM (dias) 939 21 13,2% 15.463 21,51 13,2% 693 27 19,9% 7.095 25,24 15,1% 981 196 32 17 25,6% 16,3% 6.785 3.806 39,99 24,52 33,7% 15,6% 219 28 25,6% 2.763 28,38 32,0% 40 12 17 8 3 1 3.109 15,5 2,5 22 52 217 48 27 15,0% 8,3% 29,4% 37,5% 66,7% 0,0% 19,9% 750 519 182 138 96 78 37.680 16,8 6,03 28,7 21,37 6,39 8,85 26,01 8,0% 3,5% 6,6% 13,0% 4,2% 3,8% 18,6% Os 5 grupos de especialidade com maior expressão na casuística operatória NM global são a Cirurgia Geral, Cirurgia Plástica / Dermatologia, Urologia, Ginecologia/ Obstetrícia e Cirurgia Cabeça e Pescoço (inclui ORL, Estomatologia). A Ortopedia e Oftalmologia são os grupos de serviços com maior TE na LIC NM. Reportando ao TE dos operados, a Urologia e Outros são os grupos de serviço onde se observam maiores tempos de espera. Importa ainda referir que na maioria dos grupos de serviços, mais de 15% dos utentes em LIC NM ultrapassaram o TMRG. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 66 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O próximo gráfico relaciona número de episódios em LIC NM (YY), mediana de tempo de espera em LIC NM (XX), relação entre a LIC NM e o número de cirurgias oncológicas realizadas por mês (volume da esfera) e o desvio padrão sobre a média do tempo de espera dos utentes operados em NM (cor da esfera). Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em NM por grupo de serviço em 2009 de entre os que têm LIC > 100 episódios Nº episódios em LIC NM 1200 Urologia: 1,74 1000 C. Geral: 0,73 800 C. Plástica/ Dermatologia: 1,17 600 400 C.Cabeça e Pescoço: 0,95 200 Gin/Obes:0,62 0 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Mediana de TE da LIC NM em dias Volume da esfera: LIC NM / Operados NM por mês Cor da esfera: Desvio padrão do TE dos Operados NM/Média de TE dos Operados NM Ilustração 27: Grupos de Serviço – Relação entre a actividade cirúrgica e a LIC em NM no ano 2009 para os Grupos de Serviço com LIC > 100 episódios Tendo em conta o volume da esfera que mostra a relação entre o número de utentes em LIC NM e a actividade do serviço, observa-se que, de entre os serviços com mais de 100 episódios em LIC NM a Cirurgia Geral, a Urologia e a Cirurgia Plástica/ Dermatologia são os grupos de serviços com maior volume de utentes em LIC NM, em função da respectiva capacidade cirúrgica. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 67 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 7.5. Hospitais com maior casuística operatória (65% da actividade) A actividade cirúrgica programada em NM distribui-se entre 56 instituições hospitalares públicas e 56 convencionadas. Nas tabelas seguintes apresenta-se por hospital, o número de episódios inscritos para cirurgia e respectiva mediana de tempo de espera, o número de episódios operados e a respectiva percentagem em relação à actividade cirúrgica da região, à qual pertencem. Os hospitais estão agrupados em função das respectivas regiões. Os hospitais que fazem parte do grupo com 65% da casuística operatória em NM a nível nacional estão sublinhados a cor verde escura. Tabela 25: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM, por hospital público da Região Norte Hospital IPO Porto H. S. João - Porto C.H. Porto C.H. V. Nova de Gaia/Espinho ULS Matosinhos H. S. Marcos - Braga C.H. Alto Ave - Guimarães ULS Alto Minho - V. Castelo C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro C. H. Entre o Douro e Vouga C.H. Tâmega e Sousa C.H. Médio Ave - Famalicão C.H. Póvoa do Varzim/VC C.H. Nordeste - Bragança H. Stª Maria Maior - Barcelos H. Nª Sª da Conceição Valongo Mediana do TE da LIC NM (dias) LIC NM ∆ homóloga da Mediana 2008/2009 (%) Operados NM % Operados > TMRG % Operados NM em relação à região ∆ homóloga % Operados > TMRG 2008/2009 (%) 451 125 124 62 56 70 35 34 32 14 35 27 31,5 21 14 24 -3% -39% -3% -2% -28% -44% -46% -11% 4.413 1.638 1.394 835 656 528 518 498 18% 16% 17% 11% 26% 6% 11% 18% 35% 13% 11% 7% 5% 4% 4% 4% -60% -43% -11% -19% -39% -41% -20% -25% 45 17 -79% 494 19% 4% -10% 39 8 21 2 8 8 45 4 15 5 16,5 20,5 105% -85% -25% -86% -60% -27% 436 414 229 214 170 88 19% 3% 12% 18% 4% 19% 3% 3% 2% 2% 1% 1% 135% -81% -49% -1% -63% -15% 1 59 90% 7 0% 0% -100% Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 68 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 26: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região Centro Hospital IPO Coimbra H. Univer. de Coimbra H. S. Teotónio - Viseu C.H. Coimbra H. St. André - Leiria C.H. Cova da Beira - Covilhã H. Infante D. Pedro - Aveiro ULS Guarda H.D. Figueira da Foz ULS Castelo Branco H. Dr. Franc. Zagalo - Ovar H. José Luc. de Castro Anadia H.D. Águeda H. Visc. Salreu - Estarreja H.D. Pombal H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede Mediana do TE da LIC NM LIC NM (dias) 248 152 106 87 58 36 33 11 22 7 3 21 21 31 32 29 30,5 31 35 19 17 8 1 32 1 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 8 ∆ % ∆ homóloga homóloga % Operados % Operados da Operados Operados NM em > TMRG Mediana NM > TMRG relação à 2008/2009 2008/2009 região (%) (%) 5% 2.113 19% 29% -31% -51% 1.984 21% 27% -26% -45% 785 24% 11% 7% 23% 657 14% 9% -2% -19% 545 24% 7% 75% -75% 253 40% 3% -5% -9% 250 22% 3% -34% 30% 216 6% 3% 0% 0% 204 10% 3% -7% 70% 162 30% 2% 7% -60% 24 17% 0% -17% -32% 19 26% 0% 65% 10 7 4 0% 14% 50% 0% 0% 0% -100% -77% -50% 3 0% 0% Página 69 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 27: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região LVT Hospital IPO Lisboa C. H. Lisboa Norte H. Garcia de Orta - Almada C.H. Lisboa Central H. Curry Cabral C.H. Lisboa Ocidental H.D. Santarém C. H. Barreiro Montijo H. Fern. da Fonseca - Lx C.H. Setúbal C.H. Médio Tejo -T. Novas Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx C.H. Oeste Norte HPP - H. Cascais H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira C.H. Torres Vedras Inst. Oft. Dr. Gama Pinto - Lx LIC NM 406 159 106 115 90 31 50 38 40 35 28 5 22 8 % ∆ homóloga Mediana ∆ homóloga % Operados % Operados do TE da da Mediana Operados Operados NM em > TMRG LIC NM 2008/2009 NM > TMRG relação à 2008/2009 (dias) (%) região (%) 28 -24% 3.895 39% 26% -7% 29 -12% 1.820 11% 12% -16% 28 -61% 1.628 9% 11% -32% 24 -43% 1.363 16% 9% 6% 22 -36% 998 14% 7% -32% 16 -72% 997 8% 7% -31% 22 -19% 801 10% 5% 2% 34 74% 743 19% 5% -9% 15 -57% 710 15% 5% -9% 21 -52% 699 17% 5% 15% 21 -38% 414 8% 3% -60% 17 6% 274 3% 2% -21% 23 5% 169 7% 1% -11% 28,5 -32% 166 3% 1% -56% 10 40 8% 142 20% 1% 16% 2 3 -63% 117 1 7% 0% 1% 0% 53% Tabela 28: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do Alentejo Hospital H. Espírito Santo - Évora ULS Norte Alentejano Portalegre ULS Baixo Alentejo - Beja H. Litoral Alent. - Sant. Cacém ∆ % ∆ homóloga Mediana homóloga % Operados % Operados do TE da da Operados LIC NM Operados NM em > TMRG LIC NM Mediana NM > TMRG relação à 2008/2009 (dias) 2008/2009 região (%) (%) 37 15 -44% 374 9% 36% -19% 14 15 28 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 41 17 29 -7% -39% 53% 251 249 163 13% 8% 29% 24% 24% 16% Página 70 de 163 58% -24% 4% Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela 29: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM por hospital público da Região do Algarve Hospital H. Faro C.H. Barlav. Algarvio Portimão ∆ ∆ % homóloga Mediana homóloga % Operados % do TE da da Operados Operados NM em Operados > LIC NM Mediana NM > TMRG relação à TMRG (dias) 2008/2009 região 2008/2009 (%) (%) LIC NM 7 13 -41% 1.065 14% 71% -42% 9 78 63% 441 5% 29% -62% Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 71 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O quadro seguinte apresenta a relação entre a actividade cirúrgica oncológica dos hospitais face à respectiva procura, tendo em conta o número de episódios operados por mês (YY), a média de tempo de espera dos utentes operados (XX), o rácio LIC/ (Operados+Expurgo) por mês (volume da esfera) e a taxa de crescimento da LIC (cor da esfera). Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC em NM nos hospitais com 65% casuística em 2009 400 IPO Lisboa: 1,06 Nº episódios operados NM por mês 350 IPO Porto: 1,08 300 250 H. Univer. Coimbra: 0,82 IPO Coimbra: 1,31 H.S. João -Porto: H. Garcia de Orta: 0,69 0,85 C.H.Lisboa C.H. Porto: 0,97 Norte: 0,95 C.H. Lisboa Central:0,93 C.H. Lisboa H. Curry Cabral: 0,97 C.H.V. Nova Ocidental:0,35 Gaia/Espinho: 0,79 200 150 100 50 0 15 20 25 30 35 40 Média de TE dos Operados NM em dias Volume da esfera: LIC NM / (Operados NM+Expurgo NM ) por mês Cor da esfera: Tx crescimento da LIC NM Ilustração 28: Hospitais – Relação entre a actividade cirúrgica e o crescimento da LIC em NM nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 A distribuição representada no gráfico acima, revela que o IPO de Lisboa é o que apresenta pior desempenho, em termos do tempo que os utentes operados aguardaram pelo tratamento. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 72 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 No gráfico seguinte observa-se a evolução do crescimento das LIC TP e NM, nos hospitais com maior casuística operatório nos últimos 3 anos. Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 Total de Patologias C.H. Lisboa Ocidental H. Garcia de Orta - Almada-10,5% IPO Lisboa -10,1% H. Curry Cabral H. S. João - Porto Neoplasias Malignas -5,8% -6,4% -3,4% -2,9% -4,0% -2,5% 1,7% -2,1% 2,3% IPO Coimbra -0,5% 2,0% H. Univer. de Coimbra 0,0% C.H. Lisboa Central -3,2% C.H. Porto -3,2% 0,7% 1,1% 5,5% C.H. V. Nova de Gaia/Espinho C. H. Lisboa Norte 1,6% -3,3% 3,7% 1,2% IPO Porto -12,0% -10,0% -8,0% -6,0% -4,0% -2,0% 6,3% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% Ilustração 29: Hospitais – Relação entre a taxa de crescimento da LIC TP e da LIC NM nos hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 No ano 2009, dos hospitais do grupo dos 65% com maior casuística operatória em NM, o H.S. João – Porto, IPO Coimbra, H. Univer. de Coimbra, C.H.V. Nova de Gaia/Espinho e o IPO Porto tiveram um crescimento positivo da LIC TP. Relativamente à LIC NM, 5 hospitais tiveram um crescimento positivo entre os 0,7% e os 6,3%. O hospital com melhor desempenho neste indicador foi o C.H. Lisboa Ocidental, estando do lado oposto o IPO Porto. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 73 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Os utentes em espera por tratamento cirúrgico oncológico distribuem-se assimetricamente pelos diversos hospitais do grupo que reúne a maioria da casuística em causa. Só os IPO são responsáveis por 71,1% de todos os utentes NM em espera. Evolução da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística oncológica desde 2007 até 2009 LIC NM < TME LIC NM > TME 2007 C. H. Lisboa Norte - 2008 2009 2007 H. Univer. de Coimbra - 2008 2009 2007 H. S. João - Porto - 2008 2009 2007 C.H. Porto - 2008 2009 2007 C.H. Lisboa Central - 2008 2009 2007 H. Garcia de Orta - Almada - 2008 2009 2007 H. Curry Cabral - 2008 2009 2007 C.H. V. Nova de Gaia/Espinho - 2008 2009 2007 C.H. Lisboa Ocidental - 2008 2009 0 50 100 150 200 250 Nº episódios em LIC NM Ilustração 30: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade cirúrgica oncológica excepto os IPO desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 74 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Verifica-se que na maioria destes hospitais tenha existido progresso relativamente ao número de utentes em LIC NM que já ultrapassaram o TMRG. Dos 12 hospitais já referidos, 3 apresentam mais de 25% dos utentes a ultrapassar os TMRG. Evolução da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística oncológica desde 2007 até 2009 LIC NM < TME LIC NM > TME 2007 IPO Porto - 2008 2009 2007 IPO Lisboa - 2008 2009 2007 IPO Coimbra - 2008 2009 0 100 200 300 400 500 600 700 Nº episódios em LIC NM Ilustração 31: Hospitais – Evolução da LIC NM por Hospital nos IPO’s desde 2007 até 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 75 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 A mediana de TE dos utentes oncológicos em LIC NM tem vindo a diminuir globalmente. Evolução da Mediana de TE da LIC NM nos hospitais com 65% da casuística oncológica desde 2007 até 2009 2007 2008 2009 25 C.H. Porto 36 35 46 IPO Porto 33 32 C. H. Lisboa Norte 33 40 29 37,5 37 IPO Lisboa 28 H. Garcia de Orta - Almada 71 28 26,5 27,5 27 C.H. V. Nova de Gaia/Espinho 46,5 C.H. Lisboa Central 42 24 39 H. Curry Cabral 34,5 22 38 IPO Coimbra 20 21 24,5 H. Univer. de Coimbra 43 21 74 C.H. Lisboa Ocidental 58 16 27 H. S. João - Porto 23 14 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Mediana do TE da LIC NM em dias Ilustração 32: Hospitais – Mediana de TE da LIC NM por Hospital nos hospitais com 65% da capacidade cirúrgica oncológica em 2007/2008/2009 Presentemente o C.H. Porto é o que apresenta uma maior mediana de TE dos utentes em LIC NM, logo seguido do IPO Porto. O H.S. João – Porto é o que apresenta a mediana do TE mais baixa. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 76 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O quadrante supra-direito do próximo quadro identifica os serviços que pelo número de episódios em LIC NM e pelo excessivo tempo de espera mediano que apresentam, devem ser detalhadamente analisados. Dispersão dos serviços dos hospitais com 65% casuística oncológica em função da LIC NM e TE da LIC NM em 2009 Nº episódios em LIC NM 1000 IPOCROL - URO: 34 IPOCROP - URO :34 HGO - URO: 36 100 UHSM - URO: 35 UHSA - URO: 41 UHSJCD - DERMHSAC: 37 HCC - URO: 39 UHSA - DER: 36 IPOCROP - CCP: 36 20 10 1 1 10 100 34 Mediana de TE da LIC NM em dias 1000 Ilustração 33: Hospitais – Dispersão da LIC NM e Mediana de TE da LIC NM por Serviço nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 No gráfico encontram-se identificados os serviços, com a sigla do hospital/unidade hospitalar, do serviço e da mediana do TE da LIC NM em dias (ver glossário), que tendo um número significativo de utentes em LIC (>20 utentes) apresentam tempos de espera maiores do que a mediana (>35 dias). Nestas circunstâncias, identificaram-se 9 serviços, chamando a atenção o facto que 6 pertencem a serviços de urologia. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 77 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O quadrante supra-direito do próximo quadro identifica os serviços que pelo número de episódios operados NM e pela excessiva percentagem dos episódios operados com tempo de espera superior ao TMRG, devem ser detalhadamente analisados. Dispersão dos serviços dos hospitais com 65% casuística oncológica em função dos Operados NM e a %Operados NM> TMRG em 2009 Operados NM 10000 UHSJCD - UROHSJ: 379 HSJ - URO:385 IPOCROP - ORL: 288 100 IPOCROL - CG: 1574 IPOCROL - CCP:1002 IPOCROP - URO: 358 1000 UHSA - URO: 345 HUC - URO: 296 IPOCROL - ORL:326 IPOCROC - DERMA: 210 IPOCROL - URO: 212 IPOCROP - GIN:178 100 10 1 10% 40% 100% %Operados NM >TMRG Ilustração 34: Hospitais – Dispersão dos Operados NM e da %Operados NM >TMRG por Serviço nos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 78 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Na tabela seguinte, observam-se os indicadores sobre a LIC NM e a actividade cirúrgica dos serviços identificados, no gráfico anterior. Tabela 30: Hospitais – Indicadores da LIC e dos Operados em NM sobre os serviços dos hospitais com 65% da casuística oncológica em 2009 Região Centro Centro LVT LVT LVT LVT LVT LVT LVT LVT Sigla Hospital Entidade Serviço HUC HUC - URO39 IPOCROC IPOCROC DERMA40 CHLN UHSM - URO41 HCC HCC - URO42 HGO HGO - URO43 IPOCROL IPOCROL CCP44 IPOCROL IPOCROL ORL45 IPOCROL IPOCROL URO46 UHSJCD UHSJCD DERMHSAC47 UHSJCD UHSJCD UROHSJ48 39 Coeficiente % de Média TE Operados Mediana Variação dos NM > TME TE da LIC do TE da Operados % LIC NM / LIC NM LIC NM Operados NM > TME / Operados NM (dias) (dias) NM (dias) LIC NM NM 76 22 0,96 296 43,47 19,7% 53,7% 40 33 0,57 210 38,24 12,5% 53,3% 81 34 46 35 39 36 0,6 0,51 1,06 499 226 178 42,24 50,59 46,6 23,5% 26,5% 41,3% 24,0% 35,8% 39,9% 95 24 0,61 1.002 29,16 21,1% 40,4% 13 27 0,58 326 36,99 23,1% 62,3% 46 34 0,52 212 53,85 34,8% 50,9% 49 37 0,73 16 17,38 8,2% 0,0% 24 23 0,59 379 47,02 4,2% 40,9% À data de 22/06/2010, estão 8 episódios agendados, 3 pendente/suspenso, 1 transferido para a UCGIC, 6 com NT/VC emitido e 27 inscritos. 40 À data de 22/06/2010, estão 15 episódios agendados, 8 inscritos, 1 pendente/suspenso e 1 transferido para a UCGIC. 41 À data de 17/06/2010, estão 24 episódios agendados, 3 pendente/suspenso, 2 com NT/VC emitidos e 59 inscritos. 42 À data de 17/06/2010, estão 12 episódios agendados e 15 inscritos. 43 À data de 17/06/2010, estão 7 agendados e 14 inscritos. 44 À data de 22/06/2010, estão 60 episódios agendados, 4 pendente/suspenso, 3 transferidos para a UCGIC, 1 com NT/VC emitido e 24 inscritos. 45 À data de 22/06/2010, estão 7 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido e 19 inscritos. 46 À data de 17/06/2010, estão 11 episódios agendados, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido e 42 inscritos. 47 À data de 17/06/2010, estão 29 episódios inscritos e 4 pendente/suspenso. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 79 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Região Norte Norte Norte Norte Norte Norte Sigla Hospital Entidade Serviço CHP UHSA - DER49 CHP UHSA - URO50 HSJ HSJ - URO51 IPOCROP IPOCROP CCP52 IPOCROP IPOCROP ORL53 IPOCROP IPOCROP URO54 48 Mediana TE da LIC LIC NM NM (dias) 28 36 57 41 41 16 Coeficiente % de Média TE Operados Variação dos NM > TME do TE da Operados % LIC NM / LIC NM Operados NM > TME / Operados (dias) NM (dias) LIC NM NM 0,94 261 23,96 28,6% 2,7% 1,33 345 50 40,4% 52,8% 0,62 385 35,77 7,3% 40,0% 26 36 0,65 259 27,28 38,5% 17,0% 46 31,5 0,86 288 41,85 26,1% 40,3% 134 34 0,69 358 45,85 14,9% 54,2% À data de 22/06/2010, estão 7 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 1 pendente/suspenso, 1 com NT/VC emitido, e 19 inscritos. 49 À data de 17/06/2010, estão 9 agendados, 9 inscritos, 1 pendente/suspenso e 3 com NT/VC emitido. 50 À data de 17/06/2010, estão 6 episódios agendados, 1 devolvido para o HO, 49 inscritos e 6 com NT/VC emitido. 51 À data de 22/06/2010, estão 20 episódios agendados, 10 inscritos e 1 com NT/VC emitido. 52 À data de 17/06/2010, estão 4 episódios agendados, 4 devolvidos para o HO, 3 com NT/VC emitidos e 21 inscritos. 53 À data de 22/06/2010, estão 2 episódios agendados, 2 devolvidos HO, 22 inscritos, 1 transferido para a UCGIC e 21 com NT/VC emitidos. 54 À data de 17/06/2010, estão 14 episódios agendados, 8 devolvidos HO, 2 transferidos para a UCGIC, 24 com NT/VC emitido e 46 inscritos. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 80 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 A tabela seguinte apresenta um resumo de indicadores sobre a procura e oferta em cirurgia programada nos 3 IPO. Tabela 31: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos IPO em 2009 Indicadores Saídas NM Entradas NM LIC NM Mediana TE da LIC NM em dias %LIC NM> TMRG/LIC NM Operados NM padrão Total Operados Média TE dos Operados NM em dias % Operados NM> TMRG/ Operados NM Coeficiente de Variação dos Operados NM % Operados NM P1 % Operados NM P2 % Operados NM P3 % Operados NM P4 ∆ homóloga 2008/2009 IPO Lisboa (%) 2.279 -2,2% 4.599 2.267 8,0% 4.468 248 54,0% 406 IPO Coimbra ∆ homóloga ∆ homóloga 2008/2009 IPO Porto 2008/2009 (%) (%) 10,8% 5.028 3,9% 5,1% 5.366 12,6% -20,5% 451 15,9% 21 5,0% 28 -24,3% 32 -3,0% 10,1% 2.789 2.113 -99,5% -99,6% 4,3% 15,7% 6.311 4.413 -99,5% -0,1% 17,7% 5.765 3.895 29,76 -26,8% 36,62 -6,1% 27,94 -31,3% 18,6% -31,3% 38,9% -7,1% 17,8% -59,7% 0,74 -32,9% 0,86 -8,1% 0,81 1,6% 10,6% 78,0% 9,4% 1,9% -45,0% 13,1% -5,6% 14,0% 16,8% 68,5% 14,2% 0,5% -25,8% 12,4% -9,9% -22,6% 25,8% 71,4% 2,7% 0,1% 9,3% 4,2% -65,6% -28,3% Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 4,7% Página 81 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Na tabela seguinte, são apresentados os mesmos indicadores sobre a procura e oferta em cirurgia programada nos restantes 9 hospitais com maior casuística operatória em NM. Os hospitais encontram-se ordenados de forma decrescente por número de entradas em LIC. Tabela 32: Hospitais – Síntese dos indicadores oncológicos nos restantes 9 hospitais com 65% da actividade cirúrgica oncológica em 2009 ∆ homóloga ∆ Mediana ∆ homóloga % LIC ∆ homóloga Entradas das Entradas homóloga TE da LIC da Mediana NM > % LIC NM Hospital LIC NM NM NM da LIC NM em TE da LIC NM TMRG / >TMRG 2008/2009(%) NM dias 2008/2009(%) LIC NM 2008/2009 2.085 4,0% 159 16,1% 29 -12,1% 24,5% -13,8% C. H. Lisboa Norte 1.496 2,5% 115 -14,8% 24 -42,9% 10,4% -73,9% C.H. Lisboa Central C.H. Lisboa 1.003 -13,7% 31 -66,7% 16 -72,4% 12,9% -75,0% Ocidental 1.549 2,9% 124 5,1% 35 -2,8% 29,0% -4,9% C.H. Porto C.H. V. Nova de 958 4,6% 62 24,0% 27 -1,8% 16,1% -55,2% Gaia/Espinho 1.089 -5,1% 90 -31,8% 22 -36,2% 15,6% -53,3% H. Curry Cabral H. Garcia de Orta 1.789 1,2% 106 -48,0% 28 -60,6% 33,0% -42,4% Almada 1.739 8,5% 125 -2,3% 14 -39,1% 2,4% -89,0% H. S. João - Porto H. Univer. de 2.227 6,6% 152 -24,0% 21 -51,2% 20,4% -55,7% Coimbra Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 82 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 8. Formulário A tabela seguinte descreve os indicadores utilizados no relatório de patologias oncológicas 2009. Indicador Descrição/Fórmula Procura Entradas NM Número de episódios, referentes a Neoplasias Malignas, que entraram em LIC durante um período tempo (2007, 2008 ou 2009), independentemente do seu estado actual (exclui as transferências de utentes para o hospital). Identifica a procura de tratamento cirúrgico num determinado período. Δ homóloga Entradas NM (%) Entradas Número de episódios que entraram em LIC durante um período tempo (2007, 2008 ou 2009), independentemente do seu estado actual (exclui as transferências de utentes para o hospital). Também pode-se designar por Entradas TP (Entradas Total Patologia). LIC LIC NM Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes e Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009). Identifica o número de casos/episódios em espera de resolução cirúrgica numa determinada data. Δ homóloga LIC NM (%) % LIC NM não transferida por falta de Percentagem da LIC NM não transferida por falta de oferta superior ao TMRG em relação oferta > TMRG /LIC à LIC NM superior ao TMRG a 31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009. NM> TMRG LIC NM / (Operados Nº meses que demorará a resolver a LIC NM actual face ao histórico de operados e de NM + Expurgo NM) por expurgo no hospital. mês Δ homóloga Expurgo NM (%) Δ homóloga Média Peso Relativo NM H. Convencionado (%) Δ homóloga Média Peso Relativo NM H. Público(%) Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 83 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Indicador Descrição/Fórmula 50% dos episódios que se encontram em LIC NM, têm um tempo de espera menor ou Mediana TE da LIC NM igual à mediana. O tempo de espera é em dias. É um indicador da percepção da espera por parte da maioria dos inscritos em listas para cirurgia. Δ Mediana TE da LIC NM (%) LIC LIC NM > TMRG LIC NM < TMRG Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009). Também pode-se designar LIC TP (LIC Total Patologias). Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a 31.12.2009, ultrapassando o tempo máximo de espera para a respectiva prioridade. Número de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a 31.12.2009, que não ultrapassavam o tempo máximo de espera para a respectiva prioridade. % LIC NM > TMRG/LIC NM % LIC NM intransferível > TMRG / LIC NM > TMRG Percentagem de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes a Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009), ultrapassando o tempo máximo de espera para a respectiva prioridade, e que foram classificados pelo hospital como intransferível em relação à LIC NM > TMRG. % LIC NM não transferida por falta de oferta > TMRG / LIC NM> TMRG Percentagem de episódios criados pelo hospital de origem (exclui utentes transferidos de outras instituições e inclui os episódios transferidos para outras instituições), referentes e Neoplasias Malignas, que se encontravam a aguardar na lista de inscritos para cirurgia, a uma determinada data (31.12.2007, 31.12.2008, 31.12.2009), ultrapassando o tempo máximo de espera para a respectiva prioridade, e sem possibilidade de oferta cirúrgica no exterior em relação à LIC NM > TMRG. Oferta Saídas NM Saídas Operados NM Número de episódios saídos da LIC NM, por terem intervenção registada ou por cancelamento, em 2009. Número de episódios saídos da LIC, por terem intervenção registada ou por cancelamento, no período tempo (2007,2008, 2009). Também pode-se designar saídas TP (Total Patologia). Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios operados pelo próprio enquanto hospital de destino num período de tempo (2007, 2008, 2009). Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 84 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Indicador Descrição/Fórmula Δ homóloga Operados NM (%) Operados TP Média TE dos Operados NM Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, em 2009.Também pode-se designar por Operados. Operados NM H Públicos Tempo médio de espera dos episódios operados, referentes a Neoplasias Malignas. O Tempo de médio de espera é em dias. Número de episódios operados de forma programada por hospitais públicos, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, no período de tempo (2007, 2008, 2009). Operados NM H Convencionados Número de episódios operados de forma programada por hospitais convencionados, no período tempo (2007, 2008, 2009). Operados NM MRC Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade remuneratória convencional (dentro do horário base da equipa cirúrgica), em 2009. Operados NM MRA Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade remuneratória alternativa (horas extraordinárias da equipa cirúrgica), em 2009. Operados NM > TMRG Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, que ultrapassam o tempo máximo de espera para a sua prioridade, no período de tempo (2007, 2008 ou 2009). Operados NM < TMRG Número de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino, que não ultrapassam o tempo máximo de espera para a sua prioridade, no período de tempo (2007, 2008 ou 2009). % Operados NM ambulatório Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em regime de ambulatório, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009. % Operados NM MRC/Operados NM Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade remuneratória convencional (dentro do horário base da equipa cirúrgica), referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009. % Operados NM MRA/Operados NM Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, em modalidade remuneratória alternativa (horas extraordinárias da equipa cirúrgica), referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009. Δ homóloga Média TE Operados NM (%) Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 85 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Indicador Descrição/Fórmula Δ homóloga Operados NM H Públicos (%) Δ homóloga Operados NM H Convencionados(%) Operados NM Padrão Operados NM fora da região de residência Número de episódios operados de forma programada pelos hospitais públicos, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelos próprios enquanto hospitais de destino em 2009, ajustado à complexidade das cirurgias realizadas (média do pesos relativos das cirurgias). Número de episódios operados de forma programada, referentes a Neoplasias Malignas, de uma dada região de residência menos os episódios operados na sua região de residência em 2009. %Operados NM Percentagem dos operados Ambulatórios de Neoplasias Malignas dividindo pelo número Ambulatório/Operados Operados NM. NM Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a % Operados NM/ 1000 Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto habitantes hospital de destino em 2009 em função da população residente por 1000 habitantes. (Pop residente) Indica a capacidade cirúrgica de cada região em função da respectiva população. % Operados NM face operados NM por região Média peso relativo NM H públicos Média peso relativo NM H convencionados % Operados TP/ 1000 habitantes (Pop residente) % Operados NM / 100.000 habitantes (Pop. Residente) % Operados NM fora da região de residência % Pendência dos Operados NM Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, referentes a Neoplasias Malignas, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009 face aos operados NM da região. Média do peso relativo do total dos episódios cirúrgicos operados em hospitais públicos, referente a neoplasias malignas, tendo em conta a Portaria nº110-A/2007 a 23 de Janeiro. Média do peso relativo do total dos episódios cirúrgicos operados em hospitais convencionados, referente a neoplasias malignas, tendo em conta a Portaria nº110A/2007 a 23 de Janeiro. Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009 em função da população residente por 1000 habitantes. Indica a capacidade cirúrgica de cada região em função da respectiva população. Percentagem de episódios operados de forma programada pelo hospital, incluindo os episódios cativados e operados pelo próprio enquanto hospital de destino em 2009 em função da população residente por 100.000 habitantes. Indica a capacidade cirúrgica de cada região em função da respectiva população. Percentagem de episódios operados de forma programada, referentes a Neoplasias Malignas, fora da sua região de residência em relação ao total de operados da região. Somatório dos tempos de pendência dos operados de NM em relação ao somatório do tempo de espera total dos Operados NM (inclui os tempos de pendência) realizadas no período de tempo (2007, 2008 ou 2009). Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 86 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Indicador Descrição/Fórmula Δ homóloga % Pendência dos Operados NM Desvio padrão do TE dos Operados NM/Média de TE dos Operados NM Expurgo NM em H Públicos %Operados NM P1 %Operados NM P2 Rácio entre o desvio padrão do TE dos Operados NM e a Média de TE dos Operados NM em dias, em relação ao ano 2009. Número de episódios referentes a neoplasias malignas cancelados pelo hospital (exclui cancelados por terem sido operados no HD) no período tempo (2007, 2008 ou 2009). Também pode-se designar por Expurgo NM. Este indicador refere aos utentes que tendo sido inscritos em LIC são dela retirados sem que tenha existido cirurgia. Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 1 em relação ao total de operados NM. Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 2 em relação ao total de operados NM. %Operados NM P3 Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 3 em relação ao total de operados NM. %Operados NM P4 Percentagem de Operados referentes a neoplasias malignas com prioridade 4 em relação ao total de operados NM. Qualidade LIC NM / Operados NM por mês LIC NM / (Operados NM+Expurgo NM ) por mês Taxa de Crescimento da LIC TP Taxa de Crescimento da LIC NM %NC Agendamento NM /Operados NM Rácio entre a LIC NM a 31/12/2009 e os Operados NM em 2009. Este indicador permite comparar entre grupos o número de inscritos em cirurgia já que relativiza a LIC à capacidade operatória de cada grupo. Rácio entre a LIC NM a 31/12/2009 e os Operados NM e Expurgo NM em 2009. Este indicador permite comparar entre grupos o número de inscritos em cirurgia já que relativiza a LIC à capacidade operatória e de expurgo de cada grupo. Identifica em que medida o volume de episódios acumulados em espera esta a crescer ou a diminuir em relação ao Total de Patologias no ano 2009. Identifica em que medida o volume de episódios acumulados em espera esta a crescer ou a diminuir em Neoplasias Malignas no ano 2009. Percentagem de não conformidades de agendamento referentes a episódios NM(não conformidade de agendamento, não conformidade de intra-LIC e inter-LIC) geradas no período de tempo (2007, 2008, 2009), face à totalidade de operados NM. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 87 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 9. Glossário 9.1. Conceitos A Agrupamentos de indicadores – grupos que servem para agregar episódios na construção de indicadores, sendo os mais utilizados o País, Região, Hospital, Grupo de Serviço (especialidade), e Grupo Nosológico. Agrupamento/Grupo de estrutura – hospitais agrupados com características semelhanças de acordo com os critérios definidos pela ACSS, tendo em conta a sua estrutura de custo. Acto cirúrgico – Evento que ocorre, obrigatoriamente, numa sala de Bloco Operatório (BO) onde se realizam um ou mais procedimentos cirúrgicos, simultâneos ou sequenciais, num determinado período de tempo, em que o utente permanece anestesiado e presente nas instalações do BO, sob a alçada de um cirurgião responsável por estes procedimentos. Com esta definição fica estabelecido que vários procedimentos realizados durante um mesmo período anestésico sem que o utente tenha abandonado as instalações do BO contam como um episódio de cirurgia. Assim, a situação de um utente que já tendo saído do bloco tenha que retornar para ser reintervencionado, esta cirurgia conta como um novo episódio cirúrgico. Na situação, em que para a resolução de dois ou mais problemas (com duas ou mais propostas), duas ou mais equipas cirúrgicas diferentes realizem simultaneamente ou sequencialmente duas ou mais intervenções no mesmo tempo anestésico, devem ser contabilizados apenas um acto cirúrgico, sendo o problema mais relevante identificado como principal e os outros como secundários. C Cativação – formalização no SIGLIC da aceitação voluntária por parte do utente da sua transferência para o hospital de destino, podendo ser públicos (no caso de cativação de notas de transferência e vales cirurgia para hospitais públicos) ou convencionados (no caso de cativação de vales de cirurgia para hospitais convencionados). Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 88 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Cancelados – episódios cirúrgicos que saíram da LIC por razões distintas da realização da cirurgia programada pelo hospital, incluí os episódios referentes a utentes operados em outras instituições no âmbito do SIGIC e os que o foram noutras modalidades de cirurgia (urgência,…) Cirurgia programada – aquela que é efectuada no bloco operatório com data de realização previamente marcada e não inclui a pequena cirurgia. Cirurgia de ambulatório – é uma intervenção cirúrgica programada, realizada sob anestesia geral, loco-regional ou local que, sendo habitualmente efectuada em regime de internamento, pode ser realizada em instalações próprias, com segurança e de acordo com a actual legis artis, em regime de admissão e alta no período máximo de vinte e quatro horas e não inclui a pequena cirurgia. Cirurgia urgente – aquela que é efectuada no bloco operatório, sem data de realização previamente marcada, por equipas afectas ao serviço de urgência. Complicações - todas as situações novas de doença ou limitação funcional não esperada que surjam na sequência da instituição das terapêuticas e não sejam imputáveis a situações independentes dos procedimentos instituídos. D Diagnóstico pré-operatório – descreve o problema ou condição patológica que determina uma dada proposta terapêutica. Diagnóstico principal – O diagnóstico principal, ao qual corresponde o procedimento principal é o que o clínico no evento em causa estabelece como o mais relevante no contexto em que se insere, no caso de relevância equivalente o clínico elege arbitrariamente um como principal Diagnóstico secundário – Os diagnósticos secundários correspondem a condições clínicas que se podem considerar de forma autónoma em relação ao diagnóstico principal ou a outros secundários, esta autonomia significa que poderiam ser abordados, em boa prática, em eventos distintos, na perspectiva da construção diagnóstica ou das acções terapêuticas. . Diagnóstico associado – Os diagnósticos associados estão sempre na dependência de um diagnóstico principal ou secundário e servem para melhor enquadrar ou definir o designado problema traduzido no código principal ou secundário . Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 89 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 E Episódio cirúrgico – Episódio cirúrgico corresponde, no SIGIC, a um conjunto de acontecimentos e correspondentes registos que ocorrem num período temporal e referem-se a um conjunto de problemas identificados num plano de acção (proposta cirúrgica) que contenha pelo menos a previsão de um acto cirúrgico. Este episódio incluí todos os eventos (actos) e respectivos documentos relativos ao plano de acção (proposta cirúrgica) nomeadamente consultas, MCDT, cirurgias em regime de internamento e cirurgias de ambulatório. Um episódio em SIGIC inicia-se com a inscrição do utente na lista de inscritos em cirurgia (LIC) através duma proposta cirúrgica consentida pelo utente e validada pelo hospital – incorpora todas as consultas hospitalares prévias à proposta respeitantes à abordagem dos problemas referenciados nesta, incorpora ainda eventos relacionados subsequentes (consultas, MCDT, internamentos), a cirurgia e respectivo internamento caso exista e os eventos pós-cirúrgicos até à conclusão que ocorre após término dos serviços associados ao plano terapêutico estabelecido ou após vencidos os prazos regulamentares – O que presentemente, nas situações gerais é de 2 meses após alta hospitalar após cirurgia e no caso da cirurgia bariátrica, 3 anos após cirurgia – ou ainda à data do cancelamento. Entradas – episódios cirúrgicos que entraram na LIC do hospital num determinado período de tempo. Expurgo – episódios cirúrgicos que saíram da LIC por razões distintas da realização de cirurgia programada no hospital, incluindo os operados fora das modalidades de cirurgia programada MRA e MRC. Não inclui episódios, que tendo sido cancelados no HO foram submetidos a cirurgia num HD por via de uma transferência SIGIC. Episódio activo – Episódio que encontra na lista de inscritos para Cirurgia de um hospital, no estado inscrito, ou seja não se encontra pendente, agendado ou em processo de transferência para outro hospital. G Grupo A (em CA) – É um grupo que contém um conjunto de procedimentos normalmente passíveis de serem realizados pela Cirurgia Ambulatória, que foi elaborado pela APCA (Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória). Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 90 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Tabela dos procedimentos do Grupo A Artroscopia do joelho Excisão de cartilagem semilunar do joelho Extracção cirúrgica de dente NCOP Operação no cristalino (cirurgia de catarata) Reparação de hérnia inguinal Reparação de hérnia femoral Reparação de hérnia umbilical Reparação de outro tipo de hérnia Dilatação e curetagem do útero, NCOP Laqueação e stripping de veias varicosas Amigdalectomia (sem adenoidectomia) Amigdalectomia com adenoidectomia Adenoidectomia sem amigdalectomia Miringotomia com inserção de tubo Destr / oclusão endoscópica bilateral das trompas de Falópio Operação nos músculos extraoculares (estrabismo) Reparações e operações plásticas no nariz (rinoplastia) Excisão local de lesão da mama Hemorroidectomia Excisão de quisto ou sinus pilonidal Circuncisão Libertação de contractura de Dupuytren (fasciotomia da mão) Libertação do túnel cárpico Orquidectomia e orquidopexia Vasectomia e laqueação do canal deferente Excisão e reparação de calo e outras deform dedos pés Extracção de prótese de fixação interna de osso Exérese de quisto de Baker Abortamento cirúrgico Fístula ou Fissura anal Incontinência Urinária Feminina Histeroscopia Grupo de serviço – agrupamentos, tendo em conta as áreas de intervenção, das designações constantes dos sistemas de informação dos hospitais que correspondem aos serviços a que estão associadas às propostas cirúrgicas: Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 91 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Descrição do Tipo de Serviço SIGLA Grupo de Serviço Anestesiologia ANES G50 Unidade de cuidados pos anestésicos (recobro) UCPA G50 Cirurgia Cabeça e pescoço CCP G01 Cirurgia Cardiotorácica CCT G02 Cirurgia Geral CIRG G03 Cirurgia Maxilofacial CMF G01 Cirurgia Pediátrica CPED G04 Cirurgia Plástica (Reconstrutiva) CPR G05 Cirurgia Vascular CIRV G06 Neurocirurgia NCIR G07 Cirurgia Digestiva CDIG G03 Cirurgia Digestiva Alta CDA G03 Cirurgia Digestiva Baixa (cólon e recto) CDB G03 Unidade Vertebro-Medular UVM G07 Colheita Multi-Orgânica CMO G03 Transplante (Hepático, Pancreático, Renal) TRA G03 Dermatologia DER G08 Estomatologia EST G01 Ginecologia GIN G09 Obstetrícia OBST G09 Oftalmologia OFT G10 Otorrinolaringologia ORL G01 Urologia URO G11 Ortopedia ORT G12 Senologia SEN G03 Traumatologia TRAU G12 Uroginecologia UUROG G09 Medicina dentária MEDD G01 Medicina Reprodutiva MEDR G09 Cateterismos CAT G03 Hemodinamica (Cardíaca) HEMD G02 Unidade de Queimados UQUE G05 Protologia PROT G03 Transplante Medula Óssea TMO G60 SERVIÇOS DE ANESTESIOLOGIA SERVIÇOS CIRURGICOS SERVIÇOS MÉDICO CIRURGICOS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 92 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Descrição do Tipo de Serviço SIGLA Grupo de Serviço Anatomia Patológica APAT G50 Imuno-Hemoterapia IMUH G50 Imagiologia IMG G50 Patologia Clínica PATC G50 Medicina Nuclear MEDN G50 Laboratório de Citologia LCIT G50 Neuroradiologia NEUR G50 Neuropatologia NEUP G50 Cardiologia CARD G02 Endocrinologia END G03 Medicina Física de Reabilitação (Fisiatria) MFR G60 Gastrenterologia GASTR G03 Hematologia HEM G60 Imunoalergologia IMUA G60 Medicina MED G03 Nefrologia NEFR G11 Neurologia NEU G07 Oncologia médica OM G03 Pediatria PED G04 Pneumologia PNEU G02 Psiquiatria PSI G60 Reumatologia REU G60 Cardiologia Pediátrica CARP G02 Dor DOR G50 Broncoscopia BRO G02 Clínica Oncológica CLIO G03 Clínica Geral (medicina familiar) CLIG G03 Hospital dia HDIA G50 Infertilidade INFT G09 Infecciologia INFC G03 Unidade de cuidados Intensivos Coronários UCIC G60 Unidade de cuidados Intensivos Hematológicos UCIH G60 Unidade de cuidados Intensivos Polivalente UCIP G60 Unidade de Imunodeficiência UID G60 MCDT SERVIÇOS MÉDICOS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 93 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Descrição do Tipo de Serviço SIGLA Grupo de Serviço Bloco (operatório) BO G50 Urgência URG G60 Radioterapia RAD G60 Curieterapia CUR G60 Unidades de Cuidados Intensivos/intermédios UCI G60 Administrativo ADM G70 Consulta de Grupo / Consulta de decisão terapêutica CDT G50 Gabinete de Apoio ao Utente GAU G70 Hemoterapia HET G60 Serviço de atendimento não Programado SAN G60 Serviço de Gestão de Doentes SGD G70 Psicologia PSIC G60 Outros OUT G99 OUTROS SERVIÇOS Descrição dos Grupos de Serviço Grupos Descrição do Grupo de Serviço 01 Cirurgia Cabeça Estomatologia) 02 Cirurgia Cardiotorácica CCT 03 Cirurgia Geral CG 04 Cirurgia Pediátrica CPED 05 Cirurgia Plástica / Dermatologia CPR 06 Cirurgia Vascular CV 07 Neurocirurgia NC 09 Ginecologia/ Obstetrícia GIN 10 Oftalmologia OFT 11 Urologia URO 12 Ortopedia ORT 50 Serviços clínicos de apoio SCA 60 Outros serviços clínicos OSC 70 Serviços administrativos SA 99 Outros O Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia e Pescoço SIGLA (inclui ORL, CCP Página 94 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Grupo nosológico – episódios agrupados de acordo com o tipo de patologia (infecciosa, neoplásica, …), com a região afectada e com os procedimentos empregues, tendo em conta a frequência da sua ocorrência. Código N21 N67 N49 N64 N81 N22 N47 N63 N33 N43 N66 N62 N42 N484_683 N99 N44 N28 N29 N51 N482 N38 N46 N31 N98 N32 N61 N24 N45 N19 N41 N65 N489_689_78 9_889 N483 N39 Descrição Grupos Nosológicos Procedimentos em Doença do Olhos e anexos Procedimentos em Ossos, tecidos moles e articulações Procedimentos em Outras doenças da região abdominopélvica (inclui esófago) Procedimentos em Lipomas, quisto sebáceo, adiposidade localizada e lesões benignas da pele Procedimentos em Neoplasias malignas da pele Procedimentos em Doença das Amígdalas, adenóides, nariz, seios perinasais, ouvido Procedimentos em Doença do útero e anexos Procedimentos em Hérnias Inguino-femurais Procedimentos em Cancro da mama Procedimentos em Cancro do Cólon e recto Procedimentos em Varizes dos membros inferiores Procedimentos em Quisto sinovial, Dupuytran, sind. do túnel cárpico, dedo em gatilho Procedimentos em Doença da Vesícula Biliar Procedimentos no Rim ou ureteres ou Bexiga ou Uretra por NM Outras referências não enquadráveis em outros agrupamentos Procedimentos em Hemorróidas, outras doenças anais, prolapsos e incontinência Procedimentos em Cancro da cabeça e pescoço Procedimentos em Outras doenças da cabeça e pescoço Procedimentos em Carcinoma do útero (corpo e cervix) Procedimentos no Esófago ou estômago por NM Procedimentos em Outros cancros da região torácica Procedimentos em Cancro da próstata Procedimentos em Doença benigna da mama Procedimentos em Neoplasias malignas não enquadráveis em outros agrupamentos Procedimentos em Doença do Coração Procedimentos em Coluna Vertebral Procedimentos em Doença da Tiróide Procedimentos em Doença benigna da próstata Procedimentos em Doença do Sistema nervoso central Procedimentos em Doença do Cólon (intestino grosso) Procedimentos em Obesidade Outros Procedimentos na Região pélvica ou Genitais masculinos ou Órgãos genitais femininos ou Região abdominal por NM Procedimentos no Fígado ou pâncreas ou vesícula biliar ou vias biliares por NM Procedimentos em Outras doenças da região torácica Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 95 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 H Hospital de origem – unidade hospitalar do SNS, do sector privado ou do sector social onde é efectuado pela primeira vez o registo do utente na LIC, para um determinado tratamento cirúrgico, sendo o responsável pelo seu tratamento. Hospital de destino – unidade hospitalar do SNS ou unidade convencionada no âmbito do SIGIC, onde é realizada a intervenção cirúrgica que foi identificada como necessária no hospital de origem do utente, aquando do seu registo na LIC. I Intervenção cirúrgica – Equivalente a acto Cirúrgico. Intercorrências – todas as situações passíveis de causar limitações à normal função de órgãos e sistemas do utente, como acidentes ou eclosão de patologias independentes. L Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) – conjunto das inscrições dos utentes que aguardam a realização de uma intervenção cirúrgica, independentemente da necessidade de internamento ou do tipo de anestesia utilizada, proposta e validada por médicos especialistas num hospital do SNS ou numa instituição do sector privado ou do sector social que contratou com aquele Serviço a prestação de cuidados aos seus beneficiários e para a realização da qual esses mesmos utentes já deram o seu consentimento expresso. LIC transferida – episódios cirúrgicos em LIC que estão transferidos do hospital de origem, incluindo os que não têm ainda nota de transferência ou vale de cirurgia emitido, os que já têm a nota e o vale de cirurgia emitido e os que estão cativados em hospitais de destino. LIC no destino – episódios cirúrgicos que se encontram cativados por hospitais de destino. M Mediana do tempo de espera da LIC – ao tempo de espera situado no centro da distribuição dos tempos de espera dos utentes inscritos na LIC, 50 % dos quais aguarda acima e os restantes 50 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 96 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 % abaixo daquele valor central. Representa em dias se for entidade convencionada ou situações de Neoplasia Maligna e em meses se for entidade pública. Mediana do tempo de espera dos operados – ao tempo de espera situado no centro da distribuição dos tempos de espera dos utentes operados, 50 % dos quais aguardou acima e os restantes 50 % abaixo daquele valor central. Representa em dias se for entidade convencionada ou situações de Neoplasia Maligna e em meses se for entidade pública. Médico assistente – aquele que em cada momento está designado pelo utente como representante dos seus interesses, no que respeita à saúde. Movimentos – Nº de eventos realizados no âmbito de um episódio, desde a introdução da préinscrição até à sua conclusão financeira ou cancelamento. Estão incluídos as criações de registo, anulações e novas criações desses mesmos registos. N Nível de prioridade – a classe em que um determinado utente é integrado, tendo em conta o tempo máximo que pode esperar pelo procedimento cirúrgico proposto, avaliado em função da doença e problemas associados, patologia de base, gravidade, impacto na esperança de vida, na autonomia e na qualidade de vida do utente, velocidade de progressão da doença e tempo de exposição à doença. Não Conformidades – são situações em que se verifica incumprimento das regras previstas no regulamento do SIGIC. A percentagem de não conformidades é calculada face ao número total de: a) Movimentos; b) Episódio Movimentados; c) Operados Nota de consentimento Informado – documento que recolhe a concordância do utente com a proposta de intervenção cirúrgica e com a sua inscrição na LIC e a aceitação do conjunto de normas do Regulamento do SIGIC que servirão de base para a gestão da proposta cirúrgica. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 97 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 O Operados (actual) – episódios cirúrgicos com cirurgia programada realizada pelo hospital, durante um determinado período de tempo, incluindo os episódios cirúrgicos cativados e operados pelo hospital enquanto hospital de destino. P Processo do utente – conjunto de documentos em suporte físico ou electrónico com informação relevante e suficiente para a gestão da proposta cirúrgica. Proposta cirúrgica – proposta terapêutica na qual está prevista a realização de uma intervenção cirúrgica com os recursos da cirurgia programada. Proposta terapêutica – documento que sintetiza o conjunto de acções que o hospital se predispõe a realizar com vista à resolução de problemas de saúde do utente. Produção base – produção contratada no início do ano, considerando o histórico de produção do hospital, a melhoria da eficiência e a evolução da sua procura. Produção adicional – produção que excede a produção base contratualizada com os hospitais do SNS, bem como a efectuada pelas entidades convencionadas no âmbito do SIGIC. Prótese – Dispositivo médico activo ou não activo para ser totalmente ou parcialmente introduzido, destinado a ficar implantado por um longo prazo superior a 30 dias (Baseado no DL 145/2009 de 17 de Junho anexo 9.1.3). R Registo provisório – registo de um utente na LIC que se encontra ainda por validar ou não foi ainda objecto de consentimento por escrito. Registo activo – registo de um utente na LIC, provisoriamente inscrito, após validação da proposta cirúrgica e obtenção do seu consentimento escrito, que não se encontra pendente ou suspenso administrativamente, nem agendado ou nem ainda em processo de transferência. Registo cancelado – anulação do registo de um utente na LIC determinado por motivos supervenientes à inscrição, clínicos ou outros, que impedem a realização da cirurgia. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 98 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 Registo pendente – alteração temporária do registo de um utente na LIC que, a seu pedido, fundado em motivo plausível, ou a pedido do médico proponente da cirurgia, decorrente de uma situação clínica que o impede temporariamente de ser operado, fica pendente por um período definido de tempo, findo o qual é novamente activado, mantendo -se o interesse do utente em submeter -se a uma intervenção cirúrgica no hospital. O tempo de pendência não pode ultrapassar o TMRG da patologia e da prioridade com que foi classificado. Registo suspenso administrativamente – alteração temporária do registo de um utente na LIC, decorrente de problemas técnicos ou de insuficiência de informação, por um período máximo de 5 dias úteis consecutivos ou 10 dias úteis interpolados, que o impede de ser movimentado, mas não interrompe a contagem do tempo de espera. Readmissão – consiste na reincorporação em LIC de um utente indevidamente cancelado, relevando o tempo já decorrido para efeito de contagem de tempo de espera. Reinscrição – consiste no recomeço, a partir de zero, da contagem do tempo de espera para um dado utente que a seu pedido, mantendo -se a indicação cirúrgica, é inscrito de novo na LIC. S Saídas – episódios cirúrgicos que saíram da LIC do hospital por via de cirurgia programada efectuada pelo hospital (operados) ou por outras vias (cancelados), num determinado período de tempo. T Transferência - deslocação do utente do seu hospital de origem para outra unidade hospitalar do SNS ou convencionada, designada hospital de destino. Tempo de Espera (TE) – o número de dias de calendário que medeia entre o momento em que é proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e a observação, o cancelamento do registo ou a saída do utente da LIC. Tempo de Espera Oficial – o número de dias de calendário que medeia entre o momento em que é proposta uma intervenção cirúrgica pelo médico especialista e a observação, o cancelamento Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 99 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 do registo ou a saída do utente da LIC. A este tempo é descontado os tempos de pendências por motivos plausíveis (Pessoais ou Médicos) que possam ocorrer na origem e no destino e o tempo desde a emissão de NT/VC até à cativação ou cancelamento do mesmo. Tempo máximo de Resposta Garantidos (TMRG) – é o número máximo de dias que um utente, tendo em conta sua a classificação de prioridade, pode aguardar no HO pela realização da intervenção cirúrgica. Outras designações para o mesmo conceito: TCA (Tempo Crítico Aceitável), TME (Tempos Máximos de Espera). TEMPOS MÁXIMOS DE RESPOSTA GARANTIDOS (TMRG) NÍVEL DE PRIORIDADE GRUPO DE PATOLOGIA TMRG em dias P1 – NORMAL GERAL a) 270 OBESIDADE 270 CATARATAS 160 ONCOLOGIA 60 P2 – PRIORITÁRIO GERAL 60 P3 - MUITO PRIORITÁRIO ONCOLOGIA GERAL 45 15 ONCOLOGIA 15 GERAL 3 ONCOLOGIA 3 P4 - URGÊNCIA DIFERIDA a) Inclui a cirurgia para correcção morfológica, em resultado de cirurgia oncológica. Tempo máximo de espera (TME) – período máximo de dias que o utente pode aguardar pela realização da intervenção cirúrgica, contabilizando-se o tempo em que o doente esteve com a inscrição activa, garantido por nível de prioridade, por patologia ou por grupo de patologias. Tempo médio de espera da LIC – tempo de espera que resulta do somatório dos tempos de espera dos utentes inscritos na LIC, dividido pelo número total de doentes inscritos. Tempo de espera no destino – número de dias de calendário que medeia entre o momento em que o vale cirurgia é cativado no hospital de destino e a observação, a devolução ou a saída do utente da LIC. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 100 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2009 U Unidade funcional – estrutura constituída na dependência de um serviço cirúrgico com equipas médicas designadas quando a escassez de recursos justifica a necessidade de manter LIC independentes dentro de um serviço. Urgência diferida - situação em que um utente que se encontra em crise aguda e é proposto para uma intervenção cirúrgica com os recursos da cirurgia programada. V Vale cirurgia/Nota de Transferência – documento pré-numerado, pessoal e intransmissível que só pode ser utilizado para a realização da cirurgia proposta ou equivalente, dentro do prazo de validade aposto. Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 101 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 9.2. Siglas dos Hospitais e Serviços Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CHBM CARDIOLOGIA CARD CHBM-CARD CHBM CIRURGIA GERAL CIRG CHBM-CIRG CIR-LAP CHBM-CIR-LAP CIR-AMB CHBM-CIR-AMB CIR-PED CHBM-CIR-PED CPR CHBM-CPR CPR-AMB CHBM-CPR-AMB CHBM CHBM CHBM CHBM CHBM CIRURGIA GERAL LAPAROSCOPIA CIRURGIA GERALAMBULATORIO CIRURGIA PEDIATRICA CIRURGIA PLASTICA E RECONSTRUTIVA CIRURGIA PLÁSTICAAMBULATORIO CHBM CIRURGIA-MONTIJO CIR-MTJ CHBM-CIR-MTJ CHBM CURGIA PLASTICA-MONTIJO CP-MTJ CHBM-CP-MTJ CHBM GINECOLOGIA GIN CHBM-GIN CHBM GINECOLOGIA-AMBULATÓRIO GIN-AMB CHBM-GIN-AMB CHBM OFTALMOLOGIA OFTAL CHBM-OFTAL Página 102 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Centro Hospitalar Barreiro Montijo, E.P.E. Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CHBM OFTALMOLOGIAAMBULATORIO OFT-AMB CHBM-OFT-AMB CHBM ORL-AMB ORL-AMB CHBM-ORL-AMB CHBM ORTOPEDIA ORT CHBM-ORT CHBM ORTOPEDIA-AMBULATÓRIO ORT-AMB CHBM-ORT-AMB CHBM ORTOPEDIA-ARTROSCOPIA ORT-ART CHBM-ORT-ART CHBM OTORRINOLARINGOLOGIA ORL CHBM-ORL CHBM UROLOGIA URO CHBM-URO CHBM UROLOGIA-AMBULATORIO URO-AMB CHBM-URO-AMB CHBM UROLOGIA-MONTIJO URO-MTJ CHBM-URO-MTJ HNSR CARDIOLOGIA CARD HNSR-CARD HNSR CIRURGIA GERAL CIRG HNSR-CIRG CIR LAP HNSR-CIR LAP CG-AMB HNSR-CG-AMB CPR HNSR-CPR HNSR HNSR HNSR CIRURGIA GERAL LAPAROSCOPIA CIRURGIA GERALAMBULATORIO CIRURGIA PLÁSTICA E RECONSTRUTIVA Página 103 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM C. H. Barreiro Montijo CHBM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital de Nossa Senhora do Rosário, EPE Hospital Distrital do Montijo Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CPR-AMB HNSR-CPR-AMB DERM HNSR-DERM GIN HNSR-GIN GIN-AMB HNSR-GIN-AMB HNSR CIRURGIA PLASTICAAMBULATORIO HNSR DERMATOLOGIA HNSR GINECOLOGIA HNSR GINECOLOGIA-AMBULATORIO HNSR OFTALMOLOGIA OFT HNSR-OFT HNSR OFTALMOLOGIAAMBULATORIO OFT-AMB HNSR-OFT-AMB HNSR ORL-AMBULATORIO ORL-AMB HNSR-ORL-AMB HNSR ORTOPEDIA ORT HNSR-ORT HNSR ORTOPEDIA-AMBULATORIO ORT-AMB HNSR-ORT-AMB HNSR OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HNSR-ORL HNSR PEDIATRIA CIR PED HNSR-CIR PED HNSR UROLOGIA URO HNSR-URO HNSR UROLOGIA-AMBULATORIO URO-AMB HNSR-URO-AMB HDMT CIRURGIA CIR HDMT-CIR Página 104 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C. H. Barreiro Montijo C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHBM CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV CHEDV Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Hospital Distrital do Montijo Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Centro Hospitalar Entre o Douro e Vouga, E.P.E. Hospital Distrital de Oliveira de Azeméis Hospital Distrital S. João da Madeira Hospital Distrital S. João da Madeira Hospital Distrital S. João da Madeira Hospital Distrital S. João da Madeira Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço URO HDMT-URO CG CHEDV-CG CIR PLAS CHEDV-CIR PLAS HDMT UROLOGIA CHEDV CIRURGIA GERAL CHEDV CIRURGIA PLASTICA CHEDV GINECOLOGIA GIN CHEDV-GIN CHEDV OBSTETRICIA OBST CHEDV-OBST CHEDV OFTALMOLOGIA OFTAL CHEDV-OFTAL CHEDV ORTOPEDIA ORT CHEDV-ORT CHEDV OTORRINO ORL CHEDV-ORL CHEDV UROLOGIA URO CHEDV-URO HSMO CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED HSMO-CPED HDSJM CIRURGIA CIR HDSJM-CIR HDSJM GINECOLOGIA GIN HDSJM-GIN HDSJM OFTALMOLOGIA OFT HDSJM-OFT HDSJM ORL ORL HDSJM-ORL Página 105 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Entre o Douro e Vouga C. H. Lisboa Norte Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHEDV CHEDV Hospital Distrital S. João da Madeira Hospital Distrital S. João da Madeira Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HDSJM ORTOPEDIA ORT HDSJM-ORT HDSJM UROLOGIA URO HDSJM-URO CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS CIRURGIA GERAL CIRG HSS-CIRG CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS CIRURGIA PLÁSTICA CPR HSS-CPR CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS CIRURGIA PRIVADA CIRPRIV HSS-CIRPRIV CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS GINECOLOGIA GIN HSS-GIN CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS OBSTETRÍCIA OBST HSS-OBST CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS OFTALMOLOGIA OFT HSS-OFT CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS ORTOPEDIA ORT HSS-ORT CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HSS-ORL CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS OUTROS OUTROS HSS-OUTROS CHEDV Hospital São Sebastião, EPE HSS UROLOGIA URO HSS-URO CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA 1 CIR 1 UHSM-CIR 1 Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 106 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA 2 CIR 2 UHSM-CIR 2 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA 3 CIR 3 UHSM-CIR 3 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA CARDIOTORÁCICA CCT UHSM-CCT C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED UHSM-CPED C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA PLÁSTICA CPLAS UHSM-CPLAS C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA TORACICA CTOR UHSM-CTOR C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA VASCULAR 1 CVASC1 UHSM-CVASC1 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM CIRURGIA VASCULAR 2 CVASC2 UHSM-CVASC2 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM ESTOMATOLOGIA EST UHSM-EST C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM GINECOLOGIA GINEC UHSM-GINEC C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM NEUROCIRURGIA NEUROC UHSM-NEUROC C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM OBSTETRÍCIA OBST UHSM-OBST Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 107 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM OFTALMOLOGIA OFTAL UHSM-OFTAL C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM ORTOPEDIA ORTOP UHSM-ORTOP C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM OTORRINOLARINGOLOGIA 1 ORL 1 UHSM-ORL 1 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM OTORRINOLARINGOLOGIA 2 ORL 2 UHSM-ORL 2 C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM OUTROS OUTROS UHSM-OUTROS C. H. Lisboa Norte CHLN Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE - H. Santa Maria UHSM UROLOGIA URO UHSM-URO C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CARDIOLOGIA CAR CHAA-CAR C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CIRUR C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CIRURPED CHAA-CIRUR CHAACIRURAMB CHAA-CIRURPED C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CPEDAMB CHAA-CPEDAMB C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CIRURGIA GERAL CIRURGIA GERAL AMBULATORIO CIRURGIA PEDIATRICA CIRURGIA PEDIATRICA AMBULATORIO CIRURGIA PLASTICA CIRURPLA CHAA-CIRURPLA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA CIRURGIA VASCULAR CIRURVAS CHAA-CIRURVAS C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA DERM CHAA-DERM C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA DERAMB CHAA-DERAMB C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA DERMATOLOGIA DERMATOLOGIA AMBULATORIO ESTOMATOLOGIA ESTO CHAA-ESTO Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia CIRURAMB Página 108 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA ESTOMATOLOGIA AMBULATORIO GINECOLOGIA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA GINECOLOGIA AMBULATORIO C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA MEDICINA REPRODUCAO MEDICINA REPRODUCAO AMBULATORIO OBSTETRICIA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA C.H. Alto Ave - Guimarães Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ESTOAMB CHAA-ESTOAMB GINE CHAA-GINE GINEAMB CHAA-GINEAMB MEDRP OBST CHAA-MEDRP CHAAMEDRPAMB CHAA-OBST MEDRPAMB OFTA CHAA-OFTA OFTAAMB CHAA-OFTAAMB CHAA OFTALMOLOGIA OFTALMOLOGIA AMBULATORIO ORTOPEDIA ORTO CHAA-ORTO Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA ORTOPEDIA AMBULATORIO ORTOAMB CHAA-ORTOAMB CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA OTORRINO ORL CHAA-ORL C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA OTORRINO AMBULATORIO ORLAMB CHAA-ORLAMB C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA OUTROS OUTROS CHAA-Outros C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA UROLOGIA URO CHAA-URO C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave CHAA UROLOGIA AMBULATORIO UROAMB CHAA-UROAMB C.H. Alto Ave - Guimarães CHAA Centro Hospitalar do Alto Ave Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão CHAA UTC-OBESIDADE UTCOB CHAA-UTCOB UHPORT CARDIOLOGIA CARD UHPORT-CARD UHPORT CIRURGIA GERAL CIRG UHPORT-CIRG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 109 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Barlav. Algarvio Portimão CHBALG C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, EPE Portimão Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço DER UHPORT-DER GASTR UHPORT-GASTR GINOBST UHPORTGINOBST UHPORT DERMATOLOGIA UHPORT GASTROENTEROLOGIA UHPORT GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA UHPORT OFTALMOLOGIA OFT UHPORT-OFT UHPORT ORTOPEDIA ORT UHPORT-ORT UHPORT OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHPORT-ORL UHPORT UROLOGIA URO UHPORT-URO BBGINAM UHG-BBGINAM BBGINEN UHG-BBGINEN BBGINMR UHG-BBGINMR UHG UHG UHG BB-GINECOLOGIA DE AMBULATÓRIO BB-GINECOLOGIA ENDOSCOPICA BB-GINECOLOGIA MED REPRODUÇÃO Página 110 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHG BB-GINECOLOGIA ONCOLOGICA BBGINON UHG-BBGINON UHG BB-GINECOLOGIA OUTROS BBGINOUT UHG-BBGINOUT UHG BB-GINECOLOGIA UROLOGICA BBGINUR UHG-BBGINUR UHG BB-OBSTETRÍCIA AMBULATÓRIO BBOBSAMB UHG-BBOBSAMB UHG BB-OBSTETRÍCIA CESARIANA BBOBSCES UHG-BBOBSCES UHG CIRURGIA Cirurg UHG-Cirurg UHG CIRURGIA MAXILO FACIAL CMF UHG-CMF UHG CIRURGIA TORÁCICA CIRTOR UHG-CIRTOR UHG ESTOMATOLOGIA EST UHG-EST UHG HG-ESTOMATOLOGIA HGEST UHG-HGEST UHG HG-NEUROCIRURGIA HGNCIR UHG-HGNCIR UHG HG-OFTALMOLOGIA HGOFT UHG-HGOFT UHG HG-ORTOPEDIA HGORT UHG-HGORT UHG HG-OTORRINO HGORL UHG-HGORL Página 111 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HPCT UHG-HPCT UHG HP-CIRURGIA TORÁCICA UHG HP-CIRURGIA I HPCIR-I UHG-HPCIR-I UHG HP-CIRURGIA II HPCIR-II UHG-HPCIR-II UHG HP-CIRURGIA PLÁSTICA HPCPLAS UHG-HPCPLAS UHG HP-ESTOMATOLOGIA HPEST UHG-HPEST UHG HP-NEUROCIRURGIA HPNCIR UHG-HPNCIR UHG HP-OFTALMOLOGIA HPOFT UHG-HPOFT UHG HP-ORL HPORL UHG-HPORL UHG HP-ORTOPEDIA HPORT UHG-HPORT UHG HP-UROLOGIA HPUROL UHG-HPUROL UHG NEUROCIRURGIA NCIR UHG-NCIR UHG ORTOPEDIA ORT UHG-ORT UHG OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHG-ORL UHG UNIDADE TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE UTCO UHG-UTCO Página 112 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Geral Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - H. Pediátrico de Coimbra Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHG UROLOGIA URO UHG-URO UHP CIRURGIA E QUEIMADOS CIRP UHP-CirP UHP CIRURGIA TORÁCICA CIRTOR UHP-CIRTOR UHP ESTOMATOLOGIA EST UHP-EST UHP NEUROCIRURGIA NCIR UHP-NCIR UHP OFTALMOLOGIA OFT UHP-OFT UHP ORL ORL UHP-ORL UHP ORTOPEDIA ORT UHP-ORT MEDR GIN UHMBB-MEDR GIN UHMBB GINECOLOGIA - MEDICINA REPRODUTIVA Página 113 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Coimbra CHC C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã CHCB CHCB Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar de Coimbra, EPE - Maternidade Bissaya Barreto Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHMBB GINECOLOGIA DE AMBULATÓRIO GIN AMB UHMBB-GIN AMB UHMBB GINECOLOGIA ENDOSCOPICA GINENDP UHMBBGINENDP UHMBB GINECOLOGIA ONCOLOGICA GINONC UHMBB-GINONC UHMBB GINECOLOGIA OUTROS GINOUT UHMBB-GINOUT UHMBB GINECOLOGIA UROLOGICA UROGIN UHMBB-UROGIN UHMBB OBSTETRÍCIA - CESARIANA OBST CES UHMBB-OBST CES UHMBB OBSTETRÍCIA DE AMBULATÓRIO OBST AMB UHMBB-OBST AMB UHMBB OBSTETRÍCIA OUTROS OBST OUT UHMBB-OBST OUT CHCB CIRURGIA GERAL CIRG CHCB-CIRG CHCB CIRURGIA PLÁSTICA CPR CHCB-CPR Página 114 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã C.H. Cova da Beira Covilhã Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHCB CHCB CHCB CHCB CHCB CHCB CHCB CHCB CHCB Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. D. Estefânia Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CHCB DERMATOLOGIA DER CHCB-DER CHCB ESPECIALIDADES ESPE CHCB-ESPE CHCB ESTOMATOLOGIA EST CHCB-EST CHCB NEUROCIRURGIA NCIR CHCB-NCIR CHCB OBSTETRÍCIA OBST CHCB-OBST CHCB OFTALMOLOGIA OFT CHCB-OFT CHCB ORL ORL CHCB-ORL CHCB ORTOPEDIA ORT CHCB-ORT CHCB UROLOGIA URO CHCB-URO UHDE HDE - CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED HDE UHDE-CPED HDE C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. D. Estefânia UHDE HDE - GINECOLOGIA GIN HDE UHDE-GIN HDE C.H. Lisboa Central UHSJCD Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. D. Estefânia UHDE HDE - ORTOPEDIA ORT HDE UHDE-ORT HDE C.H. Lisboa Central UHSJCD Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. D. Estefânia UHDE HDE OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HDE UHDE-ORL HDE Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 115 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHSJCD HDE- CIR. PLASTICA REC CPRHDE UHSJCD-CPRHDE UHSJCD HDE- ESTOMATOLOGIA ESTHDE UHSJCD-ESTHDE UHSJCD HDE- GASTRENTEROLOGIA GASTRHDE UHSJCDGASTRHDE UHSJCD HDE-BRONCOLOGIA BRONHDE UHSJCDBRONHDE UHSJCD HDE-CIRURGIA PEDIATRICA CPEDHDE UHSJCDCPEDHDE UHSJCD HDE-GINECOLOGIA GINEHDE UHSJCDGINEHDE UHSJCD HDE-NEUROCIRURGIA NCIRHDE UHSJCDNCIRHDE UHSJCD HDE-OBSTETRICIA OBSTHDE UHSJCDOBSTHDE UHSJCD HDE-OFTALMOLOGIA OFTHDE UHSJCD-OFTHDE Página 116 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ORTOHDE UHSJCDORTOHDE UHSJCD HDE-ORTOPEDIA UHSJCD HDE-OTORRINOLARINGOLOGIA ORLHDE UHSJCD-ORLHDE UHSJCD HDE-QUEIMADOS QUEIHDE UHSJCDQUEIHDE UHSJCD HDEST - UROLOGIA UROHDEST UHSJCDUROHDEST UHSJCD HDE-UROLOGIA UROHDE UHSJCD-UROHDE UHSJCD HSAC - CIRURGIA 6 CIRHSAC6 UHSJCDCIRHSAC6 UHSJCD HSAC - NEUROCIRURGIA NCIRHSAC UHSJCDNCIRHSAC UHSJCD HSAC - OFTALMOLOGIA OFTHSAC UHSJCDOFTHSAC UHSJCD HSAC-CIRURGIA 5 CIRHSAC5 UHSJCDCIRHSAC5 Página 117 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço DERMHSAC UHSJCDDERMHSAC UHSJCD HSAC-DERMATOLOGIA UHSJCD HSJ - CIRURGIA 1 CIRHSJ1 UHSJCD-CIRHSJ1 UHSJCD HSJ - CIRURGIA MAXILO FACIAL CMFHSJ UHSJCD-CMFHSJ UHSJCD HSJ - CIRURGIA PLÁSTICA RECONSTRUTIVA CPRHSJ UHSJCD-CPRHSJ UHSJCD HSJ - ESTOMATOLOGIA EST UHSJCD-EST UHSJCD HSJ - ORTOPEDIA S1 E S2 ORTHSJ1 UHSJCDORTHSJ1 UHSJCD HSJ - ORTOPEDIA S3 ORTHSJ3 UHSJCDORTHSJ3 UHSJCD HSJ - OTORRINOLARINGOLOGIA ORLHSJ UHSJCD-ORLHSJ UHSJCD HSJ - U VERTEBRO MEDULAR UVM UHSJCD-UVM Página 118 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UQUE UHSJCD-UQUE UHSJCD HSJ - UNIDADE DE QUEIMADOS UHSJCD HSJ - UROLOGIA UROHSJ UHSJCD-UROHSJ UHSJCD HSJ-NEUROCIRURGIA NCIRHSJ UHSJCD-NCIRHSJ UHSJCD HSM- CIRURGIA VASCULAR CIRVHSM UHSJCDCIRVHSM UHSJCD HSM-CCT CARDIACA ADULT C/CEC CCTCCHSM UHSJCDCCTCCHSM UHSJCD HSM-CCT CARDIACA ADULT S/CEC CCTSCEC UHSJCD-CCTSCEC UHSJCD HSM-CCT PEDIATRICA C/CEC CCTPED1 UHSJCDCCTPED1 UHSJCD HSM-CCT TORACICA S/CEC CCT2HSM UHSJCDCCT2HSM UHSJCD HSM-CIRURGIA CARDIOTORACICA CCTHSM UHSJCD-CCTHSM Página 119 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Central UHSJCD C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. S. José/Capuchos/Desterro Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. Sta. Marta Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE - H. Sta. Marta Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. de Santa Cruz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. de Santa Cruz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. de Santa Cruz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UTCODM UTCODM UHSJCDUTCODM UHSM HSM - CIRURGIA VASCULAR CIRVHSM UHSM-CIRVHSM UHSM OUTROS OUTROS UHSM-OUTROS UHSC CIRURGIA CARDIOTORÁCICA CCardT UHSC-CCardT UHSC CIRURGIA GERAL CIRG UHSC-CIRG UHSC CIRURGIA PLÁSTICA CPlast UHSC-CPlast UHEM CIRURGIA GERAL I CIRG 1 UHEM-CIRG 1 UHEM CIRURGIA GERAL II CIRG II UHEM-CIRG II UHEM CIRURGIA PLÁSTICA CPR UHEM-CPR UHSJCD Página 120 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. Egas Moniz Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHEM CIRURGIA TORÁCICA CIRTOR UHEM-CIRTOR UHEM CIRURGIA VASCULAR CVasc UHEM-CVasc UHEM ESTOMATOLOGIA EST UHEM-EST UHEM NEUROCIRURGIA NCIR UHEM-NCIR UHEM OFTALMOLOGIA OFT UHEM-OFT UHEM ORTOPEDIA ORT UHEM-ORT UHEM OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHEM-ORL UHEM UROLOGIA URO UHEM-URO UHSFX CIRURGIA GERAL CIRG UHSFX-CIRG Página 121 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Lisboa Ocidental CHLO C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão CHMA CHMA CHMA Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, EPE - H. S. Francisco Xavier Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - Famalicão Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - Famalicão Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - Famalicão Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHSFX CIRURGIA PLÁSTICA CPR UHSFX-CPR UHSFX CIRURGIA VASCULAR CIRV UHSFX-CIRV UHSFX GINECOLOGIA GIN UHSFX-GIN UHSFX NEUROCIRURGIA NCIR UHSFX-NCIR UHSFX ORTOPEDIA ORT UHSFX-ORT UHSFX OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHSFX-ORL UHSFX OUTROS OUTROS UHSFX-OUTROS UHFAM CIRURGIA GERAL CIRG UHFAM-CIRG UHFAM GINECOLOGIA/OBSTETRICIA GIN/OBST UHFAMGIN/OBST UHFAM OFTALMOLOGIA OFT UHFAM-OFT Página 122 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Ave Famalicão C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHMA CHMA CHMA CHMA CHMA CHMA CHMA CHMT CHMT CHMT CHMT CHMT CHMT CHMT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - Famalicão Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - Famalicão Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - St. Tirso Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - St. Tirso Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - St. Tirso Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - St. Tirso Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE - St. Tirso Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHFAM ORL ORL UHFAM-ORL UHFAM ORTOPEDIA ORT UHFAM-ORT UHST CIRURGIA CIR UHST-CIR UHST GINECOLOGIA GIN UHST-GIN UHST OFTALMOLOGIA OFT UHST-OFT UHST ORTOPEDIA ORT UHST-ORT UHST OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHST-ORL CHMT CIRURGIA - ABT CIR ABT CHMT-CIR ABT CHMT CIRURGIA - TMR CIR TMR CHMT-CIR TMR CHMT CIRURGIA - TNO CIR TNO CHMT-CIR TNO CHMT CIRURGIA PLÁSTICA - TMR CPR TMR CHMT-CPR TMR CHMT GINECOLOGIA - ABT GIN ABT CHMT-GIN ABT CHMT GINECOLOGIA - TNO GIN TNO CHMT-GIN TNO CHMT OFTALMOLOGIA - TMR OFT TMR CHMT-OFT TMR Página 123 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas C.H. Médio Tejo -T. Novas Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHMT CHMT CHMT CHMT C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CHMT ORTOPEDIA - ABT ORT ABT CHMT-ORT ABT CHMT ORTOPEDIA -TMR ORT TMR CHMT-ORT TMR CHMT OTORRINOLARINGOLOGIA ABT ORL ABT CHMT-ORL ABT CHMT UROLOGIA - TMR URO TMR CHMT-URO TMR CHN BRG-CIRURGIA GERAL BRG-CG CHN-BRG-CG CHN BRG-ESTOMATOLOGIA BRG-ESTO CHN-BRG-ESTO CHN BRG-GINECOLOGIA BRG-GIN CHN-BRG-GIN CHN BRG-NEFROLOGIA BRG-NEFR CHN-BRG-NEFR CHN BRG-OBSTETRICIA BRG-OBST CHN-BRG-OBST CHN BRG-OFTALMOLOGIA BRG-OFT CHN-BRG-OFT CHN BRG-OTORRINOLARINGOLOGIA BRG-ORL CHN-BRG-ORL CHN BRG-UROLOGIA BRG-UROL CHN-BRG-UROL CHN MAC-ORTOPEDIA MAC-ORTO CHN-MAC-ORTO CHN MACOTORRINOLARINGOLOGIA MAC-ORL CHN-MAC-ORL Página 124 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Bragança Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Macedo Cavaleiros Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Macedo Cavaleiros Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CHN MIR-CIRURGIA GERAL MIR-CG CHN-MIR-CG CHN MIR-GINECOLOGIA MIR-GIN CHN-MIR-GIN CHN MIR-OFTALMOLOGIA MIR-OFT CHN-MIR-OFT UHB CIRURGIA GERAL CIRG UHB-CIRG UHB ESTOMATOLOGIA EST UHB-EST UHB GINECOLOGIA GIN UHB-GIN UHB NEFROLOGIA NEFR UHB-NEFR UHB OBSTETRÍCIA OBST UHB-OBST UHB OFTALMOLOGIA OFT UHB-OFT UHB ORTOPEDIA ORT UHB-ORT UHB UROLOGIA URO UHB-URO UHMC ORTOPEDIA ORT UHMC-ORT UHMC OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHMC-ORL Página 125 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Nordeste - Bragança CHN C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Mirandela Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Mirandela Centro Hospitalar do Nordeste, EPE - Mirandela Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Centro Hospitalar Caldas da Rainha Hospital Bernardino Lopes Oliveira Hospital Bernardino Lopes Oliveira Hospital Bernardino Lopes Oliveira Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHM CIRURGIA CIR UHM-CIR UHM GINECOLOGIA GIN UHM-GIN UHM OFTALMOLOGIA OFT UHM-OFT CHCR CIRURGIA GERAL CIRG CHCR-CIRG CHCR DERMATOLOGIA DER CHCR-DER CHCR GINECOLOGIA GIN CHCR-GIN CHCR OFTALMOLOGIA OFT CHCR-OFT CHCR ORTOPEDIA ORT CHCR-ORT CHCR OTORRINOLARINGOLOGIA ORL CHCR-ORL CHCR OUTROS OUTROS CHCR-OUTROS HBLO CIRURGIA GERAL CIRG HBLO-CIRG HBLO CIRURGIA GINECOLOGICA GIN HBLO-GIN HBLO UROLOGIA URO HBLO-URO HSPGT CIRURGIA GERAL CIRG HSPGT-CIRG Página 126 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Oeste Norte CHON C.H. Oeste Norte CHON Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo Hospital S. Pedro Gonçalves Telmo Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HSPGT ORTOPEDIA ORT HSPGT-ORT HSPGT UROLOGIA URO HSPGT-URO UHSA CIRURGIA 1 CIR 1 UHSA-CIR 1 C.H. Porto CHP C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA CIRURGIA 2 CIR 2 UHSA-CIR 2 C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA CIRURGIA 3 CIR 3 UHSA-CIR 3 C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA CIRURGIA DE AMBULATORIO CIRAMB UHSA-CIRAMB C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA CIRURGIA VASCULAR CIRV UHSA-CIRV C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA DERMATOLOGIA DER UHSA-DER C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA ESTOMAT/CIR.MAX_FACIAL CMF UHSA-CMF C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA GINECOLOGIA GIN UHSA-GIN C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA NEFROLOGIA NEFR UHSA-NEFR C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA NEUROCIRURGIA NCIR UHSA-NCIR Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 127 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA O.R.L ORL UHSA-ORL C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA OFTALMOLOGIA OFT UHSA-OFT C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA ORTOPEDIA ORT UHSA-ORT C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA OUTROS OUTROS UHSA-OUTROS C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António UHSA UNIDADE DE NEUROPATOLOGIA UNeurop UHSA-UNeurop C.H. Porto CHP UHSA UROLOGIA URO UHSA-URO C.H. Porto CHP UHMP CIRURGIA CIR UHMP-CIR C.H. Porto CHP UHMP CIRURGIA PLÁSTICA CPR UHMP-CPR C.H. Porto CHP UHMP ESTOMATOLOGIA EST UHMP-EST C.H. Porto CHP UHMP NEUROCIRURGIA NCIR UHMP-NCIR C.H. Porto CHP UHMP ORTOPEDIA ORT UHMP-ORT C.H. Porto CHP UHMP OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHMP-ORL C.H. Porto CHP UHMP UROLOGIA URO UHMP-URO Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. G. Santo António Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Centro Hospitalar do Porto, EPE - H. Maria Pia Página 128 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço GIN UHMJD-GIN GINEC UHMJD-Ginec C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD OBSTETRICIA Obstet UHMJD-Obstet C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD OBSTETRÍCIA OBST UHMJD-OBST C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD PATOLOGIA DO COLO UPcolo UHMJD-UPcolo C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD UNIDADE PATOLOGIA DO COLO UPC UHMJD-UPC C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD UROGINECOLOGIA UROGIN UHMJD-UROGIN C.H. Porto CHP Centro Hospitalar do Porto, EPE - Maternidade Júlio Dinis UHMJD Uroginec UHMJD-Uroginec GINECOLOGIA C.H. Póvoa do Varzim/VC CHPVVC Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde CHPVVC CIRURGIA GERAL CIRG CHPVVC-CIRG C.H. Póvoa do Varzim/VC CHPVVC Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde CHPVVC CIRURGIA VASCULAR CIRV CHPVVC-CIRV C.H. Póvoa do Varzim/VC CHPVVC Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde CHPVVC GINECOLOGIA GIN CHPVVC-GIN C.H. Póvoa do Varzim/VC CHPVVC Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde CHPVVC OBSTETRÍCIA OBST CHPVVC-OBST Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 129 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar C.H. Póvoa do Varzim/VC Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar CHPVVC Centro Hospitalar Póvoa do Varzim/Vila do Conde Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar CHPVVC Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ORTOPEDIA ORT CHPVVC-ORT C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB CARDIOLOGIA CARD UHSB-CARD C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB CIRURGIA GERAL CIRG UHSB-CIRG C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED UHSB-CPED C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB CIRURGIA PLÁSTICA MAXILO FACIAL CPRMF UHSB-CPRMF C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB DERMATOLOGIA DER UHSB-DER C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB ESTOMATOLOGIA EST UHSB-EST C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB GASTROENTEROLOGIA GASTR UHSB-GASTR C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB GINECOLOGIA GIN UHSB-GIN C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB NEFROLOGIA NEFR UHSB-NEFR C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB OBSTETRÍCIA OBST UHSB-OBST C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB OFTALMOLOGIA OFT UHSB-OFT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 130 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHSB-ORL C.H. Setúbal CHS Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo UHSB UNIDADE TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE UTCO UHSB-UTCO C.H. Setúbal CHS UHSB UROLOGIA URO UHSB-URO C.H. Setúbal CHS UHOSO ORTOPEDIA I ORT 1 UHOSO-ORT 1 C.H. Setúbal CHS UHOSO ORTOPEDIA II ORT 2 UHOSO-ORT 2 C.H. Tâmega e Sousa CHTS CIR UHPA-CIR C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Setúbal H. de São Bernardo Centro Hospitalar de Setúbal H. Ortopédico de Sant'iago do Outão Centro Hospitalar de Setúbal H. Ortopédico de Sant'iago do Outão Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo UHPA CIRURGIA UHPA CIRURGIA PLASTICA CIRPLA UHPA-CIRPLA UHPA CIRURGIA VASCULAR-U VASC-U UHPA-VASC-U UHPA GINECOLOGIA - U GINE-U UHPA-GINE-U UHPA OBSTETRÍCIA - U OBST-U UHPA-OBST-U Página 131 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Tâmega e Sousa CHTS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHPA ORTOPEDIA ORT UHPA-ORT UHPA OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHPA-ORL UHPA UCA CIRURGIA UCACIR-U UHPA-UCACIR-U UHPA UCA CIRURGIA PLASTICA UCAPLA-U UHPA-UCAPLA-U UHPA UCA CIRURGIA VASCULAR UCAVAS-U UHPA-UCAVAS-U UHPA UCA GINECOLOGIA UCAGIN-U UHPA-UCAGIN-U UHPA UCA OFTALMOLOGI OFT-Uca UHPA-OFT-Uca UHPA UCA ORTOPEDIA UCAORT-U UHPA-UCAORT-U UHPA UCA UROLOGIA UCAURO-U UHPA-UCAUROU Página 132 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Tâmega e Sousa CHTS C.H. Torres Vedras CHTV C.H. Torres Vedras CHTV C.H. Torres Vedras CHTV C.H. Torres Vedras CHTV Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE - H. Padre Américo Centro Hospitalar de Torres Vedras Centro Hospitalar de Torres Vedras Centro Hospitalar de Torres Vedras Centro Hospitalar de Torres Vedras Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHPA UROLOGIA URO UHPA-URO CHTV CIRURGIA GERAL CIRG CHTV-CIRG CHTV GINECOLOGIA GIN CHTV-GIN CHTV ORTOPEDIA ORT CHTV-ORT CHTV OTORRINOLARINGOLOGIA ORL CHTV-ORL UHC CIRURGIA GERAL CIRG UHC-CIRG GINOBST UHC-GINOBST OFT UHC-OFT TRAU UHC-TRAU C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves UHC GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves UHC OFTALMOLOGIA C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves UHC ORTOTRAUMATOLOGIA C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves UHC OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHC-ORL C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD UHC UROLOGIA URO UHC-URO C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD UHL CIRURGIA GERAL CIRG UHL-CIRG Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Chaves Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego Página 133 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro Lamego Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHL GINECOLOGIA GIN UHL-GIN UHL ORTOPEDIA ORT UHL-ORT UHL OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHL-ORL UHL UROLOGIA URO UHL-URO CIR REG UHVRPR-CIR REG UHVRPR CIRURGIA - REGUA UHVRPR CIRURGIA GERAL CIRG UHVRPR-CIRG UHVRPR CIRURGIA MAXILO FACIAL CMF UHVRPR-CMF UHVRPR CIRURGIA PLÁSTICA CPR UHVRPR-CPR UHVRPR CIRURGIA TORACICA CIRT UHVRPR-CIRT Página 134 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. Trás-os-Montes e Alt. Douro CHTMAD C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Trás-osMontes e Alto Douro - Vila Real Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHVRPR CIRURGIA VASCULAR CIRV UHVRPR-CIRV UHVRPR DERMATOLOGIA DER UHVRPR-DER UHVRPR GINECOLOGIA GIN UHVRPR-GIN UHVRPR OFTALMOLOGIA OFT UHVRPR-OFT UHVRPR OFTALMOLOGIA - REGUA OFT REG UHVRPR-OFT REG UHVRPR ORTOPEDIA ORT UHVRPR-ORT UHVRPR OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHVRPR-ORL UHVRPR UROLOGIA URO UHVRPR-URO UHVNG CIRURGIA CARDIOTORÁCICA CCT UHVNG-CCT Página 135 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHVNG CIRURGIA GERAL CIRG UHVNG-CIRG UHVNG CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED UHVNG-CPED UHVNG CIRURGIA PLÁSTICA E RECONSTRUTIVA CPREST UHVNG-CPREST UHVNG CIRURGIA VASCULAR CIRV UHVNG-CIRV UHVNG DERMATOLOGIA DERMA UHVNG-DERMA UHVNG ESTOMATOLOGIA EST UHVNG-EST UHVNG GINECOLOGIA GIN UHVNG-GIN UHVNG NEUROCIRURGIA NCIR UHVNG-NCIR UHVNG OFTALMOLOGIA OFT UHVNG-OFT Página 136 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE C.H. V. Nova de Gaia/Espinho CHVNGE Centro Oft. Alameda H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede COA HAJC HAJC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho VNGaia Centro Oftalmológico da Alameda Hospital Arcebispo João Crisóstomo Hospital Arcebispo João Crisóstomo Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UHVNG ORT 0rtop UHVNG-0rtop UHVNG ORTOPEDIA ORT UHVNG-ORT UHVNG OTORRINO ORL UHVNG-ORL UHVNG UROLOGIA URO UHVNG-URO UHVNG UROLOGIA - CIRURGIA URETRA U-URETRA UHVNG-UURETRA UHVNG UROLOGIA - INCONTINÊNCIA URINÁRIA U-INCONT UHVNG-UINCONT UHVNG UROLOGIA - PATOLOGIA LITIASICA U-LITIAS UHVNG-U-LITIAS COA OFTALMOLOGIA OFT COA-OFT HAJC CIRURGIA GERAL CIRG HAJC-CIRG HAJC GINECOLOGIA GIN HAJC-GIN Página 137 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede H. Arc. J. Crisóst. Cantanhede H. Cândido Figueiredo Tondela Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar HAJC HAJC HAJC HAJC Hospital Arcebispo João Crisóstomo Hospital Arcebispo João Crisóstomo Hospital Arcebispo João Crisóstomo Hospital Arcebispo João Crisóstomo Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HAJC OFTALMOLOGIA OFT HAJC-OFT HAJC ORTOPEDIA ORT HAJC-ORT HAJC OUTROS OUTROS HAJC-OUTROS HAJC UROLOGIA URO HAJC-URO HCF Hospital Cândido Figueiredo HCF CIRURGIA CIR HCF-CIR H. Cândido Figueiredo Tondela HCF Hospital Cândido Figueiredo HCF ORTOPEDIA ORT HCF-ORT H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC CIRURGIA GERAL CIRG HCC-CIRG H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC DERMATOLOGIA DER HCC-DER H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC HEPATO BILIAR CHB HCC-CHB H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC NEFROLOGIA NEFR HCC-NEFR H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC ORT HCC-ORT H. Curry Cabral HCC Hospital Curry Cabral HCC UTCO HCC-UTCO H. Curry Cabral H. Dr. Franc. Zagalo Ovar H. Dr. Franc. Zagalo Ovar H. Dr. Franc. Zagalo Ovar HCC Hospital Curry Cabral HCC ORTOPEDIA UNIDADE TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE UROLOGIA URO HCC-URO HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ CIRURGIA GERAL CIRG HDFZ-CIRG HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ OFTALMOLOGIA OFT HDFZ-OFT HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ ORTOPEDIA ORT HDFZ-ORT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 138 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar H. Dr. Franc. Zagalo Ovar H. Dr. Franc. Zagalo Ovar H. Dr. Franc. Zagalo Ovar H. Espírito Santo - Évora Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ORL HDFZ-ORL OUTROS HDFZ-OUTROS HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ OTORRINOLARINGOLOGIA HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ OUTROS HDFZ Hospital Dr. Francisco Zagalo HDFZ UROLOGIA URO HDFZ-URO HESE Hospital do Espírito Santo HESE CARDIOLOGIA CARD HESE-CARD H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA AMBULATORIO CIRAMB HESE-CIRAMB H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA BARIATICA A CBARA HESE-CBARA H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA BARIATICA B CBARB HESE-CBARB H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA BARIATICA C CBARC HESE-CBARC H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA FLEBOLOGIA CFLB HESE-CFLB H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA GERAL CIRG HESE-CIRG H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA I CIR 1 HESE-CIR 1 H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CPR HESE-CPR H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CPRCA HESE-CPRCA H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE CIRURGIA PLÁSTICA CIRURGIA PLÁSTICA AMBULATORIO DERMATOLOGIA DER HESE-DER H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ESTOMATOLOGIA EST HESE-EST H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE GIN. PLANEAMENTO FAMILIAR GINPF HESE-GINPF H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE GINECOLOGIA GIN HESE-GIN H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE NEFROLOGIA NEFR HESE-NEFR H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE OBSTETRÍCIA OBST HESE-OBST H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE OFTALMOLOGIA OFT HESE-OFT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 139 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE OFTALMOLOGIA RETINA OFTRE HESE-OFTRE H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ORL INFANTIL ORLINF HESE-ORLINF H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ORTOPEDIA ORT HESE-ORT H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ORTOPEDIA IMP. PROTESES ORTPR HESE-ORTPR H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ORTOPEDIA INFANTIL ORT PED HESE-ORT PED H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA ORTRM HESE-ORTRM H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HESE-ORL H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE PEDIATRIA CIRURGICA CIRP HESE-CIRP H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE UROLOGIA URO HESE-URO H. Espírito Santo - Évora HESE Hospital do Espírito Santo HESE UROLOGIA FEMININA UROFEM HESE-UROFEM H. Faro HF Hospital de Faro HF CIRURGIA GERAL CIRG HF-CIRG H. Faro HF Hospital de Faro HF CIRURGIA PEDIATRICA GERAL CPG HF-CPG H. Faro HF Hospital de Faro HF CIRURGIA PLÁSTICA CPR HF-CPR H. Faro HF Hospital de Faro HF DERMATOLOGIA CIRURGICA DERMAT HF-DERMAT H. Faro HF Hospital de Faro HF ESTOMATOLOGIA EST HF-EST H. Faro HF Hospital de Faro HF GINECOLOGIA / OBSTETRÍCIA GINOBST HF-GINOBST H. Faro HF Hospital de Faro HF NEUROCIRURGIA NCIR HF-NCIR H. Faro HF Hospital de Faro HF OFTALMOLOGIA OFT HF-OFT H. Faro HF Hospital de Faro HF ORTOPEDIA ORT HF-ORT H. Faro HF Hospital de Faro HF OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HF-ORL H. Faro HF Hospital de Faro HF PNEUMOLOGIA PNEU HF-PNEU H. Faro HF Hospital de Faro HF SENOLOGIA SEN HF-SEN Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 140 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UTCO HF-UTCO URO HF-URO H. Faro HF Hospital de Faro HF H. Faro HF Hospital de Faro HF UNIDADE TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE UROLOGIA H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF CIRURGIA - 3C CIR 3C HFF-CIR 3C H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF CIRURGIA 3-B CIR 3B HFF-CIR 3B H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF CIRURGIA MAXILO FACIAL CMF HFF-CMF H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED HFF-CPED H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF CIRURGIA PLÁSTICA CPR HFF-CPR H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF GINECOLOGIA GINEC HFF-GINEC H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF NEFROLOGIA NEFR HFF-NEFR H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF OFTALMOLOGIA OFT HFF-OFT H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF ORTOPEDIA - A ORT A HFF-ORT A H. Fern. da Fonseca - Lx HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HFF-ORL H. Fern. da Fonseca - Lx H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada HFF Hospital Fernando da Fonseca HFF UROLOGIA URO HFF-URO HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO CIRURGIA CIR HGO-CIR HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED HGO-CPED HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO CIRURGIA PLÁSTICA CPR HGO-CPR HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO CIRURGIA VASCULAR CIRV HGO-CIRV HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO DERMATOLOGIA (CA) DER HGO-DER Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 141 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Garcia de Orta Almada H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço GIN HGO-GIN HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO GINECOLOGIA HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO NEFROLOGIA (CA) NEFR HGO-NEFR HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO NEUROCIRURGIA NCIR HGO-NCIR HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO OBSTETRÍCIA (CA) OBST HGO-OBST HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO OFTALMOLOGIA OFT HGO-OFT HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO ORTOPEDIA ORT HGO-ORT HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HGO-ORL HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO PNEUMOLOGIA PNEU HGO-PNEU HGO Hospital Garcia de Orta, EPE HGO UROLOGIA URO HGO-URO HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP CARDIOLOGIA CARD HIDP-CARD HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP CIRURGIA CIR HIDP-CIR HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP DERMATOLOGIA DER HIDP-DER HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP ESTOMATOLOGIA EST HIDP-EST HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP GASTROENTEROLOGIA GASTR HIDP-GASTR Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 142 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. Infante D. Pedro Aveiro H. José Luc. de Castro Anadia H. José Luc. de Castro Anadia H. José Luc. de Castro Anadia H. Litoral Alent. - Sant. Cacém H. Litoral Alent. - Sant. Cacém H. Litoral Alent. - Sant. Cacém H. Litoral Alent. - Sant. Cacém H. Litoral Alent. - Sant. Cacém Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP GINECOLOGIA GIN HIDP-GIN HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP OBSTETRÍCIA OBST HIDP-OBST HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP OFTALMOLOGIA OFT HIDP-OFT HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP ORTOPEDIA ORT HIDP-ORT HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HIDP-ORL HIDP Hospital Infante D. Pedro, EPE HIDP UROLOGIA URO HIDP-URO HJLC CIRURGIA GERAL CIRG HJLC-CIRG HJLC CIRURGIA UROLOGICA URO HJLC-URO HJLC ORTOPEDIA ORT HJLC-ORT HJLC HJLC HJLC Hospital José Luciano de Castro Hospital José Luciano de Castro Hospital José Luciano de Castro HLA Hospital do Litoral Alentejano HLA CIRURGIA GERAL CIRG HLA-CIRG HLA Hospital do Litoral Alentejano HLA GINECOLOGIA GIN HLA-GIN HLA Hospital do Litoral Alentejano HLA OFTALMOLOGIA OFT HLA-OFT HLA Hospital do Litoral Alentejano HLA ORTOPEDIA ORT HLA-ORT HLA Hospital do Litoral Alentejano HLA OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HLA-ORL Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 143 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar H. Litoral Alent. - Sant. Cacém H. Nª Sª da Conceição Valongo H. Nª Sª da Conceição Valongo H. Nª Sª da Conceição Valongo H. Nª Sª da Conceição Valongo H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira H. Reyn. dos Santos - V. F. Xira H. S. João - Porto Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar HLA Hospital do Litoral Alentejano Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UROLOGIA URO HLA-URO HNSC CIRURGIA GERAL CIR HNSC-CIR HNSC CIRURGIA PLÁSTICA CPR HNSC-CPR HNSC ORTOPEDIA ORT HNSC-ORT HNSC OUTROS OUTROS HNSC-OUTROS HLA HSJ Hospital Nossa Senhora da Conceição Hospital Nossa Senhora da Conceição Hospital Nossa Senhora da Conceição Hospital Nossa Senhora da Conceição Hospital de Reynaldo dos Santos Hospital de Reynaldo dos Santos Hospital de Reynaldo dos Santos Hospital de Reynaldo dos Santos Hospital de Reynaldo dos Santos Hospital de São João, EPE H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRURGIA CARDIOTORÁCICA CCT HSJ-CCT H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRG HSJ-CIRG H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRG/AMB HSJ-CIRG/AMB H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRURGIA GERAL CIRURGIA GERAL/UF AMBULATÓRIO CIRURGIA GERAL/UF PATOLOGIA TIROIDE CIR/PTIR HSJ-CIR/PTIR HNSC HNSC HNSC HNSC HRS HRS HRS HRS HRS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia HRS CIRURGIA GERAL CIRG HRS-CIRG HRS DERMATOLOGIA DER HRS-DER HRS GINECOLOGIA GIN HRS-GIN HRS ORTOPEDIA ORT HRS-ORT HRS UROLOGIA URO HRS-URO HSJ ANESTESIA ANES HSJ-ANES Página 144 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CIR/VBIL HSJ-CIR/VBIL CPR HSJ-CPR CIRV HSJ-CIRV H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRURGIA GERAL/UF PATOLOGIA VESICULA BILIAR CIRURGIA PLÁSTICA H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRURGIA VASCULAR H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ DERMATOLOGIA DERMAT HSJ-DERMAT H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ ESTOMATOLOGIA EST HSJ-EST H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ GINECOLOGIA GIN HSJ-GIN H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ NEUROCIRURGIA NCIR HSJ-NCIR H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OBSTETRÍCIA OBST HSJ-OBST H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT HSJ-OFT H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OF/PACO HSJ-OF/PACO H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT/COPO HSJ-OFT/COPO H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT/ESTR HSJ-OFT/ESTR H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT/GLAU HSJ-OFT/GLAU H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT/IREF HSJ-OFT/IREF H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFT/VRET HSJ-OFT/VRET H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OFTALMOLOGIA OFTALMOLOGIA/PLANO AC.CIR.OFTAL. OFTALMOLOGIA/UF CORNEA,OCULO-PLASTICA E ORBITA OFTALMOLOGIA/UF ESTRABISMO E OFTAL.PEDIATRICA OFTALMOLOGIA/UF GLAUCOMA OFTALMOLOGIA/UF IMPLANTO-REFRACTIVA OFTALMOLOGIA/UF VITREO RETINA ORTO/UF DEFORM.PATOL.DEG.COL.VERT ORTCVER HSJ-ORTCVER Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 145 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ ORTOPEDIA ORT HSJ-ORT H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HSJ-ORL H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ PAVIMENTO PELVICO PAV.PELV HSJ-PAV.PELV H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ CIRP HSJ-CIRP H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ UTCO HSJ-UTCO H. S. João - Porto HSJ Hospital de São João, EPE HSJ PEDIATRIA CIRURGICA UNIDADE TRATAMENTO CIRURGICO DA OBESIDADE UROLOGIA URO HSJ-URO H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB CIRURGIA GERAL CIRG HSMB-CIRG H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB CIRURGIA I CIR 1 HSMB-CIR 1 H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB CIRURGIA II CIR 2 HSMB-CIR 2 H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB CIRURGIA PLÁSTICA CPR HSMB-CPR H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB CIRURGIA VASCULAR CIRV HSMB-CIRV H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB DERMATOLOGIA DER HSMB-DER H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB ESTOMATOLOGIA EST HSMB-EST H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB GINECOLOGIA GIN HSMB-GIN H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB NEUROCIRURGIA NCIR HSMB-NCIR H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB OBSTETRÍCIA OBST HSMB-OBST H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB OFTALMOLOGIA OFT HSMB-OFT H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB ORTOPEDIA ORT HSMB-ORT H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HSMB-ORL H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB OUTROS OUTROS HSMB-OUTROS H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB URGÊNCIA URG HSMB-URG H. S. Marcos - Braga HSMB Hospital de São Marcos HSMB UROLOGIA URO HSMB-URO Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 146 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIRURGIA I CIR 1 HST-CIR 1 H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIR 2 HST-CIR 2 H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIRPCI2 HST-CIRPCI2 H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIRURGIA II CIRURGIA II - PEQUENA CIRURGIA CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED HST-CPED H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIRURGIA PLÁSTICA CPR HST-CPR H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST CIRURGIA VASCULAR CIRVASC HST-CIRVASC H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST DERMATOLOGIA DER HST-DER H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST GASTROENTEROLOGIA GASTR HST-GASTR H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST GINECOLOGIA GIN HST-GIN H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST NEUROCIRURGIA NCIR HST-NCIR H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST OBSTETRÍCIA OBST HST-OBST H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST OFTALMOLOGIA OFT HST-OFT H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST ORL ORL HST-ORL H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST ORTOPEDIA ORT HST-ORT H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST OUTROS OUTROS HST-OUTROS H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST URO HST-URO H. S. Teotónio - Viseu HST Hospital de São Teotónio HST UROPCI HST-UROPCI H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA UROLOGIA UROLOGIA - PEQUENA CIRURGIA CIRURGIA I CIR 1 HSA-CIR 1 H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA CIRURGIA II CIR 2 HSA-CIR 2 H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA DERMATOLOGIA DER HSA-DER H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA GINECOLOGIA GIN HSA-GIN H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA NEUROCIRURGIA NEUROC HSA-NEUROC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 147 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA OBSTETRÍCIA OBST HSA-OBST H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA OFTALMOLOGIA OFT HSA-OFT H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA ORL ORL HSA-ORL H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA ORTOPEDIA I ORT I HSA-ORT I H. St. André - Leiria HSA Hospital Santo André, EPE HSA ORTOPEDIA II ORT II HSA-ORT II H. St. André - Leiria H. Stª Maria Maior Barcelos H. Stª Maria Maior Barcelos H. Stª Maria Maior Barcelos H. Stª Maria Maior Barcelos H. Stª Maria Maior Barcelos H. Stª Maria Maior Barcelos HSA Hospital Santo André, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospital Santa Maria Maior, EPE Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra HSA UROLOGIA URO HSA-URO HSMM CIRURGIA GERAL CIR HSMM-CIR HSMM GINECOLOGIA GIN HSMM-GIN HSMM OFTALMOLOGIA OFT HSMM-OFT HSMM ORL ORL HSMM-ORL HSMM ORTOPEDIA ORT HSMM-ORT HSMM OUTROS OUTROS HSMM-OUTROS HSMM HSMM HSMM HSMM HSMM HSMM H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia HUC CIRURGIA 1 CIR 1 HUC-CIR 1 HUC CIRURGIA 2 CIR 2 HUC-CIR 2 HUC CIRURGIA 3 CIR 3 HUC-CIR 3 HUC CIRURGIA CARDIOTORÁCICA CCT HUC-CCT Página 148 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HUC CIRURGIA DA OBESIDADE CIR OBES HUC-CIR OBES HUC CIRURGIA MAXILO FACIAL CMF HUC-CMF HUC CIRURGIA PLÁSTICA CPR HUC-CPR HUC CIRURGIA VASCULAR CIRV HUC-CIRV HUC DERMATOLOGIA DERMA HUC-DERMA HUC GINECOLOGIA GIN HUC-GIN NCIRUENF HUC-NCIRUENF NCIRUCC HUC-NCIRUCC NCIRUCNV HUC-NCIRUCNV NCIRTCE HUC-NCIRTCE NCIRTUM HUC-NCIRTUM OBST HUC-OBST OFTCORN HUC-OFTCORN OFTESTR HUC-OFTESTR HUC HUC HUC HUC HUC HUC HUC HUC NEUROCIRURGIA - UNID. ESTERE E NEUROC. FUNCIONAL NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE CIRURGIA DE COLUNA NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE CIRURGIA NEUROVASCULAR NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE T.C.E. NEUROCIRURGIA - UNIDADE DE TUMORES CEREBRAIS OBSTETRÍCIA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE CÓRNEA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE ESTRABISMO Página 149 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar HUC HUC HUC HUC HUC HUC OFTALMOLOGIA - SECÇÃO DE GLAUCOMA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO IMPLANTO REFRACTIVA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO OCULOPLÁSTICA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO ONCOLOGIA OFTALMOLOGIA - SECÇÃO VÍTREO RETINA OFTL - SECÇÃO CIRURGIA REFRACTIVA Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço OFTGLAU HUC-OFTGLAU OFTIMPR HUC-OFTIMPR OFTOCUP HUC-OFTOCUP OFTONC HUC-OFTONC OFTVITR HUC-OFTVITR OFTCIRR HUC-OFTCIRR HUC ORTOPEDIA - ANCA ORTANCA HUC-ORTANCA HUC ORTOPEDIA - COLUNA ORTCOLU HUC-ORTCOLU HUC ORTOPEDIA - JOELHO ORTJOEL HUC-ORTJOEL HUC ORTOPEDIA - MÃO ORTMAO HUC-ORTMAO HUC ORTOPEDIA - OMBRO ORTOMBR HUC-ORTOMBR HUC ORTOPEDIA - ONCOLOGICA ORTONC HUC-ORTONC HUC ORTOPEDIA - PATOLOGIA SÉPTICA ORTPATS HUC-ORTPATS HUC ORTOPEDIA - PÉ ORTPE HUC-ORTPE Página 150 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Univer. de Coimbra HUC H. Visc. Salreu - Estarreja HVS Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospitais Universitários de Coimbra Hospital Visconde de Salreu Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HUC ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA ORTTRAU HUC-ORTTRAU HUC ORTOPEDIA ANCA ORTO ANC HUC-ORTO ANC HUC ORTOPEDIA COLUNA ORTO COL HUC-ORTO COL HUC ORTOPEDIA JOELHO ORTO JOE HUC-ORTO JOE HUC ORTOPEDIA MÃO ORTO MAO HUC-ORTO MAO HUC ORTOPEDIA OMBRO ORTO OMB HUC-ORTO OMB HUC ORTOPEDIA ONCOLOGICA ORTO ONC HUC-ORTO ONC HUC ORTOPEDIA PATOLOGIA SÉPTICA ORTO SEP HUC-ORTO SEP HUC ORTOPEDIA PÉ ORTO PÉ HUC-ORTO PÉ HUC ORTOPEDIA TRAUMATOLOGIA ORTO TRA HUC-ORTO TRA HUC OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HUC-ORL HUC UNIDADE DE QUEIMADOS UNQUE HUC-UNQUE URO HUC-URO CIRG HVS-CIRG HUC HVS UROLOGIA E TRANSPLANTAÇÃO RENAL CIRURGIA GERAL Página 151 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar H. Visc. Salreu - Estarreja HVS Hospital Visconde de Salreu HVS H. Visc. Salreu - Estarreja HVS Hospital Visconde de Salreu HVS H. Visc. Salreu - Estarreja HVS Hospital Visconde de Salreu H.D. Águeda HDA H.D. Águeda Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço GINE HVS-GINE OFTA AMB HVS-OFTA AMB HVS GINECOLOGIA OFTALMOLOGIA AMBULATORIO ORTOPEDIA ORT HVS-ORT Hospital Distrital de Águeda HDA CIRURGIA GERAL CIRG HDA-CIRG HDA Hospital Distrital de Águeda HDA OFTALMOLOGIA OFT HDA-OFT H.D. Águeda HDA HDA ORTOPEDIA ORT HDA-ORT H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF CIRURGIA GERAL CIRG HDFF-CIRG H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF GINECOLOGIA/OBSTETRICIA GIN/OBST HDFF-GIN/OBST H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF OFTALMOLOGIA OFT HDFF-OFT H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF ORTOPEDIA ORT HDFF-ORT H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HDFF-ORL H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF OUTROS OUTROS HDFF-OUTROS H.D. Figueira da Foz HDFF HDFF UROLOGIA URO HDFF-URO H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Águeda Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital da Figueira da Foz, EPE Hospital Distrital de Pombal HDP CIRURGIA DE AMBULATÓRIO CIR AMB HDP-CIR AMB H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP CIRURGIA GERAL CIRG HDP-CIRG H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP GINECOLOGIA GIN HDP-GIN H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP GINECOLOGIA AMBULATORIO GIN AMB HDP-GIN AMB H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP OFTALMOLOGIA OFT HDP-OFT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 152 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço OFT AMB HDP-OFT AMB ORT HDP-ORT ORT AMB HDP-ORT AMB URO HDP-URO URO AMB HDP-URO AMB H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP OFTALMOLOGIA AMBULATORIO ORTOPEDIA H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP ORTOPEDIA AMBULATORIO H.D. Pombal HDP Hospital Distrital de Pombal HDP UROLOGIA H.D. Pombal HDP HDP UROLOGIA AMBULATORIO H.D. Santarém HDS HDS CIRURGIA CIR HDS-CIR H.D. Santarém HDS HDS CIRURGIA PLÁSTICA CPR HDS-CPR H.D. Santarém HDS HDS CIRURGIA VASCULAR CIRV HDS-CIRV H.D. Santarém HDS HDS DERMATOLOGIA DER HDS-DER H.D. Santarém HDS HDS GINECOLOGIA GIN HDS-GIN H.D. Santarém HDS HDS OFTALMOLOGIA OFT HDS-OFT H.D. Santarém HDS HDS ORTOPEDIA ORT HDS-ORT H.D. Santarém HDS HDS OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HDS-ORL H.D. Santarém HDS Hospital Distrital de Pombal Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE Hospital Distrital de Santarém, EPE HDS UROLOGIA URO HDS-URO HPP - H. Cascais HPP-Cascais HPP - Hospital de Cascais HPP-Cascais CIRURGIA GERAL CIRG HPP - H. Cascais HPP-Cascais HPP - Hospital de Cascais HPP-Cascais GINECOLOGIA Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia 1 HPP-CascaisCIRG HPP-Cascais-1 Página 153 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço HPP - H. Cascais HPP-Cascais HPP - Hospital de Cascais HPP-Cascais OFTALMOLOGIA OFT HPP-Cascais-OFT HPP - H. Cascais HPP-Cascais HPP - Hospital de Cascais HPP-Cascais ORTOPEDIA ORT HPP-Cascais-ORT HPP - H. Cascais Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx Inst. Oft. Dr. Gama Pinto Lx HPP-Cascais HPP - Hospital de Cascais Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto Instituto Oftalmológico Dr. Gama Pinto Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE HPP-Cascais OTORRINOLARINGOLOGIA ORL HPP-Cascais-ORL Oft-Est IOGP-Oft-Est IOGP IOGP IOGP IOGP IOGP IPO Coimbra IPOCROC IPO Coimbra IPOCROC IPO Coimbra IOGP ESTRABISMO IOGP OFTAL - CATARATA OFT-CAT IOGP-OFT-CAT IOGP OFTAL - CIRURGIA REFRACTIVA OFT-CR IOGP-OFT-CR IOGP OFTALMOLOGIA OFT IOGP-OFT IOGP RETINA CIRURGICA Oft-RC IOGP-Oft-RC GINAMB IPOCROCGINAMB IPOCROC GINECOLOGIA AMB Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE IPOCROC CIRURGIA CIR IPOCROC-CIR IPOCROC Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE IPOCROC CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO CCP IPOCROC-CCP IPO Coimbra IPOCROC Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE IPOCROC DERMATOLOGIA DERMA IPOCROC-DERMA IPO Coimbra IPOCROC Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE IPOCROC GINECOLOGIA GIN IPOCROC-GIN IPO Coimbra IPOCROC Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE IPOCROC PELE PELE IPOCROC-PELE Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 154 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar IPO Coimbra IPOCROC IPO Coimbra IPOCROC IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Lisboa IPOCROL IPO Porto IPOCROP Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE Instituto Português de Oncologia de Coimbra, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia de Lisboa, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço PeleAmb IPOCROCPeleAmb IPOCROC PELE AMBULATÓRIO IPOCROC UROLOGIA URO IPOCROC-URO IPOCROL CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO CCP IPOCROL-CCP IPOCROL CIRURGIA GERAL CG IPOCROL-CG IPOCROL CIRURGIA PLÁSTICA E RECONSTRUTIVA CPR IPOCROL-CPR IPOCROL DERMATOLOGIA DER IPOCROL-DER IPOCROL ESTOMATOLOGIA EST IPOCROL-EST IPOCROL GINECOLOGIA GIN IPOCROL-GIN IPOCROL OFTALMOLOGIA OFT IPOCROL-OFT IPOCROL OTORRINOLARINGOLOGIA ORL IPOCROL-ORL IPOCROL PEDIATRIA PED IPOCROL-PED IPOCROL UROLOGIA URO IPOCROL-URO IPOCROP CIRURGIA CABEÇA E PESCOÇO CCP IPOCROP-CCP Página 155 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço IPOCROP CIRURGIA DIGESTIVA CDIG IPOCROP-CDIG IPOCROP CIRURGIA MAMA SEN IPOCROP-SEN IPOCROP CIRURGIA MELANOMAS CIRMM IPOCROP-CIRMM IPOCROP CIRURGIA PEDIÁTRICA CPED IPOCROP-CPED IPOCROP CIRURGIA PLÁSTICA E RECONSTRUTIVA CPR IPOCROP-CPR IPOCROP CIRURGIA SARCOMAS CIRSAR IPOCROP-CIRSAR IPOCROP CIRURGIA TORÁCICA CIRTOR IPOCROP-CIRTOR IPOCROP CIRURGIA TUMORES ENDOCRINOS CIREND IPOCROP-CIREND IPOCROP CIRURGIA VASCULAR CIRV IPOCROP-CIRV IPOCROP DERMATOLOGIA DER IPOCROP-DER IPOCROP ESTOMATOLOGIA EST IPOCROP-EST IPOCROP GINECOLOGIA GIN IPOCROP-GIN IPOCROP NEUROCIRURGIA NCIR IPOCROP-NCIR IPOCROP OFTALMOLOGIA OFT IPOCROP-OFT Página 156 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP IPO Porto IPOCROP Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Mat. Dr. Alfr. Costa - Lx MAC Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Instituto Português de Oncologia do Porto, EPE Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Maternidade Dr. Alfredo da Costa Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço IPOCROP ORL ORL IPOCROP-ORL IPOCROP ORTOPEDIA ORT IPOCROP-ORT IPOCROP STMO ( SERVIÇO DE TRANSPLANTAÇÃO DE MEDULA OSSEA ) SERTMO IPOCROPSERTMO IPOCROP UROLOGIA URO IPOCROP-URO MAC GINECOLOGIA GIN MAC-GIN MAC GINECOLOGIA HISTERO/LASER hist/las MAC-hist/las MAC INFERTILIDADE inf MAC-inf MAC OBSTETRÍCIA OBST MAC-OBST MAC ONCO PLASTICA oncplast MAC-oncplast MAC ONCOLOGIA onc MAC-onc MAC SENOLOGIA SEN MAC-sen MAC UCA uca MAC-uca MAC UROGINECOLOGIA urog MAC-urog Página 157 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo ULS Alto Minho - V. Castelo Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULSAM ULS Baixo Alentejo - Beja ULSBA ULS Baixo Alentejo - Beja ULSBA ULS Baixo Alentejo - Beja ULS Baixo Alentejo - Beja Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Alto Minho Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ULSAM CIRURGIA GERAL CIRG ULSAM-CIRG ULSAM CIRURGIA PLÁSTICA CPR ULSAM-CPR ULSAM ESTOMATOLOGIA EST ULSAM-EST ULSAM GINECOLOGIA GIN ULSAM-GIN ULSAM OBSTETRÍCIA OBST ULSAM-OBST ULSAM OFTALMOLOGIA OFT ULSAM-OFT ULSAM ORTOPEDIA ORT ULSAM-ORT ULSAM OTORRINOLARINGOLOGIA ORL ULSAM-ORL ULSAM UROLOGIA URO ULSAM-URO CIRG 1 UHB-CIRG 1 UHB CIRURGIA GERAL I Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja UHB GINECOLOGIA GIN UHB-GIN ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja UHB OFTALMOLOGIA OFT UHB-OFT ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja UHB ORTOPEDIA ORT UHB-ORT Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 158 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ULS Baixo Alentejo - Beja ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja UHB OTORRINOLARINGOLOGIA ORL UHB-ORL ULS Baixo Alentejo - Beja ULSBA Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, EPE - Beja UHB UROLOGIA URO UHB-URO ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB CARDIOLOGIA CARD ULSCB-CARD ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB CIRURGIA GERAL CIRG ULSCB-CIRG ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB DERMATOLOGIA DER ULSCB-DER ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB ESTOMATOLOGIA EST ULSCB-EST ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB GINECOLOGIA GIN ULSCB-GIN ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB NEFROLOGIA Nefro ULSCB-Nefro ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB OFTALMOLOGIA OFT ULSCB-OFT ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB ORTOPEDIA ORT ULSCB-ORT ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB OTORRINOLARINGOLOGIA ORL ULSCB-ORL ULS Castelo Branco ULSCB Hospital Amato Lusitano ULSCB PEQUENA CIRURGIA PCIR ULSCB-PCIR ULS Castelo Branco ULSCB ULSCB UROLOGIA URO ULSCB-URO ULS Guarda ULSG HNSAS CIRURGIA GERAL CIRG HNSAS-CIRG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG Hospital Amato Lusitano Hospital de Nossa Senhora da Assunção Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia ULSG AMB CIRURGIA CIR/AMB ULSG-CIR/AMB ULSG AMB O.R.L. ORL/AMB ULSG-ORL/AMB ULSG AMB ORTOPEDIA ORT/AMB ULSG-ORT/AMB ULSG CARDIOLOGIA CARD ULSG-CARD Página 159 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Guarda ULSG ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde da Guarda Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço CIR ULSG-CIR ULSG CIRURGIA ULSG DERMATOLOGIA DERM ULSG-DERM ULSG GASTROENTEROLOGIA GASTR ULSG-GASTR ULSG GINECOLOGIA GIN ULSG-GIN ULSG LAPAROSCOPIA LAPAROS ULSG-LAPAROS ULSG O. R. L. ORL ULSG-ORL ULSG OFTALMOLOGIA OFT ULSG-OFT ULSG ORTOPEDIA ORT ULSG-ORT ULSG ORTOPEDIA /COLUNA ORT/COLU ULSG-ORT/COLU ULSG OUTROS OUTROS ULSG-OUTROS ULSG PNEUMOLOGIA PNEU ULSG-PNEU ULSG UROLOGIA UROLOGIA ULSG-UROLOGIA ULSM CIRURGIA GERAL CIRG ULSM-CIRG ULSM CIRURGIA MAXILO-FACIAL CIRMF ULSM-CIRMF Página 160 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ULSM CIRURGIA PLASTICA CPR ULSM-CPR ULSM CIRURGIA VASCULAR CIRV ULSM-CIRV ULSM GINECOLOGIA GERAL GING ULSM-GING ULSM GINECOLOGIA LAPAROSCOPICA GINLAP ULSM-GINLAP ULSM GINECOLOGIA TMR GINTMR ULSM-GINTMR ULSM NEUROCIRURGIA NCIR ULSM-NCIR ULSM OBSTETRICIA OBST ULSM-OBST ULSM OFTALMOLOGIA OFT ULSM-OFT ULSM OFTALMOLOGIA ANEXOS OFTANX ULSM-OFTANX ULSM OFTALMOLOGIA ESTRABISMO OFTEST ULSM-OFTEST OFTSA ULSM-OFTSA OFTSP ULSM-OFTSP OTRL ULSM-OTRL ORLOTO ULSM-ORLOTO ULSM ULSM OFTALMOLOGIA SEGMENTO ANTERIOR OFTALMOLOGIA SEGMENTO POSTERIOR ULSM ORL ULSM ORL OTOLOGIA Página 161 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM ULS Matosinhos ULSM Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço ORLPAT ULSM-ORLPAT ORT ULSM-ORT ULSM ORL PATOLOGIA OROFARINGEA ULSM ORTOPEDIA ULSM ORTOPEDIA COLUNA VERTEBRAL ORTCV ULSM-ORTCV ULSM ORTOPEDIA GERAL ORTG ULSM-ORTG ULSM ORTOPEDIA INFANTIL ORTINF ULSM-ORTINF ULSM ORTOPEDIA JOELHO ORTJOE ULSM-ORTJOE ULSM ORTOPEDIA OMBRO ORTOMB ULSM-ORTOMB ULSM OUTROS OUTROS ULSM-OUTROS ULSM UROGINECOLOGIA UROGIN ULSM-UROGIN ULSM UROLOGIA URO ULSM-URO ULSM UROLOGIA AAU UROAAU ULSM-UROAAU ULSM UROLOGIA HBP UROHBP ULSM-UROHBP ULSM UROLOGIA IU UROIU ULSM-UROIU ULSM UROLOGIA ON UROON ULSM-UROON Página 162 de 163 Relatório da Actividade em Cirurgia Oncológica Programada Ano 2008 Grupo Hospitalar Sigla do Grupo Hospital / Unidade Hospitalar Hospitalar ULS Matosinhos ULSM ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA ULS Norte Alentejano Portalegre Unidade Local de Saúde de Matosinhos,EPE Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano Sigla do Hospital / Unid. Serviço Hospitalar Sigla Serviço Sigla do Hospital / Unid. Hosp. + Serviço UROPGE ULSM-UROPGE ULSM UROLOGIA PGE ULSNA CARDIOLOGIA - HSLE CARD ULSNA-Card Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA CIRURGIA GERAL - HDJMG Cirgp ULSNA-Cirgp ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA CIRURGIA GERAL - HSLE Cirge ULSNA-Cirge ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA GINECOLOGIA - HDJMG GIN ULSNA-Gin ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA OFTALMOLOGIA - HDJMG OFT ULSNA-Oft ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA ORTOPEDIA - HDJMG Ortp ULSNA-Ortp ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA ORTOPEDIA - HSLE Orte ULSNA-Orte ULS Norte Alentejano Portalegre ULSNA Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano ULSNA UROLOGIA - HDJMG Urol ULSNA-Urol Unidade Central de Gestão de Inscritos para Cirurgia Página 163 de 163