MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
REESTRUTURAÇÃO DE PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA
DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE/FCS/UFGD
DOURADOS/MS
2014
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1. INTRODUÇÃO
1.1. Histórico da UFGD:
A história da UFGD começou com a implantação do Centro Pedagógico de Dourados
(CPD) da Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT), inaugurado no dia 20 de dezembro
de 1970. Suas atividades tiveram início em fevereiro de 1971 com o vestibular para os cursos
de Letras e Estudos Sociais (Licenciatura Curta). Ainda CPD, foi implantado, também o curso de
História. E, em 1978, a Agronomia iniciou suas atividades quando o CPD passou a se
denominar Centro Universitário de Dourados (CEUD).
Com a divisão do Estado de Mato Grosso, a UEMT, federalizou e passou a ser
denominada Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). À partir de então foram
sendo, progressivamente, instituídos novos cursos de graduação como: Pedagogia, Geografia,
Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Análise de Sistemas. Sendo que no ano de 2000 foi
criado o Curso de Medicina, juntamente com os Cursos de Administração e Direito.
À partir da década de 90 tiveram início programas de pós-graduação strictu sensu
como os mestrados em agronomia, história, entomologia e conservação da biodiversidade,
geografia. Em 2010 foi iniciada a primeira turma de mestrado e em 2014 a primeira turma de
doutorado em Ciências da Saúde da FCS.
O campus de Dourados passou a se destacar pela excelência de seu corpo docente que
permitiu o desenvolvimento da iniciação científica e a obtenção de recursos por Projetos de
Pesquisa, o oferecimento de vários cursos de especialização e a realização de eventos
científicos.
Concomitantemente, a cidade de Dourados, apresentava um grande desenvolvimento
econômico e populacional sendo considerada a quarta cidade média brasileira com maior
índice de crescimento no Brasil no período de 1996 à 2000.
A região ao seu redor
acompanhou esse desenvolvimento, principalmente devido ao crescimento do setor agroindustrial e, mais recentemente, do setor de biocombustíveis. Essa região foi considerada uma
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região privilegiada pelo Governo Federal em localização, pois está próxima da região sudeste e
de fronteiras podendo se constituir em região de alta competitividade e eficiência econômica,
gerar empregos e se integrar com o MERCOSUL.
A região era habitada inicialmente por índios Kaiowás e Guaranis que estão
concentrados, atualmente, nas reservas indígenas na periferia da cidade juntamente com os
índios Terenas trazidos para a região pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI). A formação da
população de Dourados continuou com a fixação na região, no final do século XIX, de excombatentes da Guerra do Paraguai, de gaúchos fugitivos da revolução federalista que ocorreu
nessa época no Rio Grande do Sul, por famílias Mineiras pelo desenvolvimento da criação de
animais de pasto e paulistas trazidos pela construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil.
Em meados do século XX, houve a migração de Nordestinos atraídos pela criação da Colônia
Agrícola Nacional de Dourados. Nos anos 60 houve um aumento da população principalmente
pela migração de gaúchos e de imigrantes japoneses que incrementaram ainda mais a
atividade agrícola e granjas da região. Dessa forma, também houve um crescimento
importante das atividades de comércio e indústria associados às essas atividades, bem como a
oferta de serviços na região urbana. Esse desenvolvimento econômico fez com que a cidade se
tornasse um pólo regional da chamada Grande Dourados.
Essa região homologada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em 2003,
compreende 12 municípios: Dourados, Caarapó, Juti, Itaporã, Douradina, Rio Brilhante, Nova
Alvorada do Sul, Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Glória de Dourados e Deodápolis. A população
total dessas cidades é de 321.205 habitantes (IBGE, 2006). No entanto, sua área de influência
abrange mais de 27 municípios que constitui a chamada Região da Grande Dourados. Além
dos 12 já citados, fazem parte dessa região os municípios de: Amambai, Anaurilândia, Angélica,
Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia,
Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Laguna Carapã, Maracaju, Mundo Novo,
Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete
Quedas, Tacuru, Taquarussu
Dessa forma, o campus de Dourados chegou à um limite de seu desenvolvimento, não
atendendo mais à necessidade de vagas de ensino superior para a região, bem como o
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desenvolvimento de tecnologias próprias para as necessidades regionais. Dessa forma, o
Governo Federal, através de um programa de expansão, instituiu a UFGD, através da Lei nº ;
11.153 de 27 de julho de 2005.
Sob a tutoria da Universidade Federal de Goiás (UFG) (decreto n 5.646 de 28 de
dezembro de 2005 do MEC) foi desencadeado o processo de implantação da UFGD. O CEUD foi
reformado, mobiliado e equipado para abrigar a administração central da UFGD. Como
também foi iniciado o processo de compras de mobiliário e equipamentos para as Faculdades.
Ao mesmo tempo, foram lançados os editais para a contratação de novos Docentes para os
diversos cursos da Universidade. Essa tutoria durou até julho de 2006.
No Projeto Pedagógico institucional (PPI) foi definida a importância da Inserção
Regional podendo a Universidade servir de laboratório de experiências de alta produtividade e
eficiência em tecnologia e serviços. As quatro linhas mestras de trabalho da UFGD como
instituição de ensino são: 1) a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; 2) gestão
democrática; 3) compromisso social; 4) gratuidade do ensino.
Ainda dentro do PPI, a política de ensino se constitui num ensino público, gratuito e de
qualidade procurando promover a integração das diversas áreas do conhecimento.
Implementação de programas que visem a melhoria contínua da qualidade dos cursos de
graduação através do acompanhamento contínuo dos Projetos Políticos Pedagógicos, das
atividades Docentes e estruturas curriculares dos cursos de graduação.
As Políticas de Pesquisa se caracterizam por apoio às atividades de pesquisa, incentivo
ao desenvolvimento de redes de pesquisa, expansão da pós-graduação, especialmente os
strictu sensu; apoio à divulgação da produção científica; disseminação da cultura e registro de
patentes.
As Políticas de Extensão incluem o incentivo à esse tipo de atividade de forma
integrada com o ensino e à pesquisa; acompanhamento de projetos dirigidos à implementação
de Política Públicas e melhoria da qualidade de vida; convênios com poderes públicos para
qualificação de recursos humanos e assessoramento no desenvolvimento de projetos sociais e
acompanhamento da formação do Egresso e sua inserção no mercado de trabalho.
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Por fim, a UFGD tem como Compromisso Social o desenvolvimento pleno de seu corpo
Discente, Docente e técnico-administrativo. O preparo dos mesmos para o exercício da
cidadania e qualificação para o trabalho. Visa também a diminuição das desigualdades sociais
principalmente através da inclusão e desenvolvimento regional.
Entendemos que é dentro deste contexto que devemos construir o PPC do Curso de
Medicina da UFGD.
1.2. Necessidade social do curso:
Os avaliadores do MEC que vistoriaram o curso de Medicina em 2005, apesar das
falhas apontadas, foram favoráveis à implantação de uma nova instituição de ensino
superior pública na região da grande Dourados. Pois, das 9917 vagas em cursos superiores
que eram oferecidas na região, somente 2230 (menos de 25% do total de vagas) eram
oferecidas por instituições públicas. Levaram em conta que a rede pública da região
produzia 4763 egressos/ano que em geral vêm de famílias de baixa renda, havia, portanto,
uma carência na oferta de vagas para jovens sem que houvesse um sacrifício do
orçamento familiar.
Nesse sentido, devemos considerar a grande proporção de candidatos/vagas dos
vestibulares para o Curso de Medicina de Dourados, que, atualmente, é o mais concorrido
do estado como mostra a Tabela 1.
Tabela 1- nº de candidatos/vaga nos vestibulares de 2000-2014 para o Curso de Medicina
de Dourados
Turma
TURMA 1
TURMA 2
TURMA 3
TURMA 4
TURMA 5
TURMA 6
TURMA 7
Vestibular
VESTIBULAR ESPECIAL UFMS
VESTIBULAR VERÃO UFMS
VESTIBULAR VERÃO UFMS
VESTIBULAR INVERNO UFMS
VESTIBULAR INVERNO UFMS
VESTIBULAR INVERNO UFMS
VESTIBULAR VERÃO UFMS
Ano
2000
2001
2002
2002
2003
2004
2006
Candidatos/vaga
46,96
17,66
40,16
68,34
74,72
78,50
15,48
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TURMA 8
TURMA 9
TURMA 10
TURMA 11
TURMA 12
TURMA 13
TURMA 14
TURMA 15
VESTIBULAR VERÃO UFGD
VESTIBULAR VERÃO UFGD
VESTIBULAR UFGD
VESTIBULAR UFGD
VESTIBULAR UFGD
VESTIBULAR UFGD
VESTIBULAR UFGD
VESTIBULAR UFGD
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
52,42
56,20
65,70
86,7
102,30
105,30
87,12
103,73
Por outro lado, no cadastro do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul
em dezembro de 2007, moravam na região da Grande Dourados 650 médicos em atividade
para uma população de 765.643 habitantes, portanto contava com aproximadamente 1/1178
médicos por habitantes, o que não estaria dentro do preconizado pela Organização Mundial de
Saúde (OMS) que é de 1 médico/1000 habitantes. Para agravar a situação, 340 desses médicos
estão concentrados na cidade de Dourados (1/539,28), na sua grande maioria especialistas,
havendo carência de médicos generalistas, inclusive com o município encontrando dificuldade
para preenchimento das vagas de médicos nos 34 Programas de Saúde da Família do município
(29 urbanos e 5 rurais). Portanto, havia uma população de 582.286 habitantes dos outros
municípios da região que contava com apenas 310 médico residentes nesses municípios
(1/1878 médicos/habitantes), havendo, portanto uma carência de profissionais.
Além disso, como a distância para a Capital do Estado é maior para alguns municípios,
Dourados acaba atendendo a demanda por serviços de saúde de média e de alta complexidade
dos 27 municípios da Região da Grande Dourados. Com a falta de algumas especialidades na
cidade de Dourados, há uma carência para esses municípios, também, de serviços de
referência de médica e alta complexidade que acabam por sobrecarregar a Capital, Campo
Grande.
Por isso, entendemos que Dourados, como a segunda cidade do Estado, necessita
também ser um pólo regional de saúde para esta região. É nesse sentido que consideramos
imprescindível que o Hospital Universitário de Dourados, incorporado à UFGD em janeiro de
2009, seja estruturado para atender a demanda por alta complexidade da região,
especialmente da população carente. E que o curso de medicina, além de formar médicos
generalistas, também deverá incentivar a formação de profissionais que possam atender a
demanda por serviços de média complexidade da região.
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1.3. Histórico do Curso
O Curso de Medicina da cidade Dourados iniciou suas atividades no ano de 2000, após
um vestibular, em junho de 1999, bastante concorrido, com uma proporção de 46,6
candidatos por vaga. Como campus da UFMS, seguiu o currículo do Curso de Medicina de
Campo Grande, capital do Estado.
Foi um início difícil, pois, durante os 6 primeiros anos contou apenas com um professor
efetivo, poucos professores do curso de Campo Grande se dispuseram à ministrar aulas em
Dourados. Dessa forma, houve a necessidade de se contratar professores substitutos e contar
com a adesão de professores voluntários.
Apesar da construção de um prédio para o curso de medicina ter sido iniciado no ano
de 2000, durante os 7 primeiros anos do curso, as aulas teóricas ocorreram no CEUD e eram
utilizados os laboratórios do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Mato Grosso
do Sul (UEMS).
Devido à um pacto entre a Prefeitura, a Associação Médica da cidade e o Curso de
Medicina de Dourados, com o início das atividades clínicas, os alunos passaram a estagiar nos
postos de saúde da cidade e nos Hospitais Evangélico, Hospital da Mulher e no Pronto
Atendimento Médico (PAM), através de convênios firmados com a Prefeitura e com os
Hospitais. Os alunos do Curso de Medicina se mostraram bastante ativos, implantaram
diversas Ligas e Fundaram o Centro Acadêmico (CA) Camilo Ermelindo de Souza e lutaram
incansavelmente por melhores condições de aprendizagem.
Em 2005, o Ministério da Educação (MEC), realizou a primeira avaliação do Curso de
Medicina de Dourados, um pouco antes de ser instituída a UFGD. No geral, não foi uma
avaliação positiva, mas que desencadeou uma série de questionamentos e mudanças à partir
daquele momento.
Com a transformação do campus de Dourados da UFMS em UFGD, o curso de
Medicina passou a fazer parte da Faculdade de Ciências da Saúde (FCS) e recebeu investimento
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do Governo Federal que está sendo utilizado para corrigir as falhas apontadas pelos
avaliadores do MEC.
As salas de aula e a administração de prédio da FCS foram mobiliados e os laboratórios
foram equipados para as aulas práticas. Neste ano, tiveram início os Estágios Supervisionados
com a contratação temporária de preceptores. E, por fim, no início de 2009, o Hospital
Universitário de Dourados foi definitivamente incorporado pela UFGD após discussões e
estudos com a orientação da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).
Foi firmado um convênio com a Prefeitura Municipal de Dourados de 5 anos, com
prorrogação de mais 5 anos previsto ao final do primeiro para realização de práticas nas
estratégias de Saúde da Família, Postos de Saúde, centro de referência da saúde do
trabalhador (CEREST), centro de apoio psicossocial (CAPS), sistema de atendimento móvel de
urgência (SAMU), Hospital de Urgências e Trauma (HUT). Iniciaremos um grupo Pet Saúde para
desenvolver estudos na Atenção Básica. Além disso, com a inauguração da UPA em 2014,
pretendemos criar um estágio supervisionado em emergência e inserir nossos alunos com
supervisão docente nesse novo cenário de aprendizado.
No ano de 2012 e 2013 foi negociada a expansão do curso de medicina de 50 vagas
anuais para 80 vagas anuais sendo ofertadas duas turmas de 40 alunos semestrais com
entrada única no início do ano. Os recursos necessários para a realização da expansão após
acordo com o MEC encontram-se descrito na Resolução nº041 de 08 de março de 2013 do
Conselho Diretor da Faculdade de Ciências da Saúde e resolução número 43 de 02 de maio de
2013 do Conselho Universitário (COUNI/UFGD). Em 2014, as 80 vagas foram preenchidas via
SISU e vestibular e a primeira turma da expansão iniciou-se no segundo semestre de 2014.
Progressivamente foram realizadas as contratações de novos professores e ao final do ano de
2015 teremos 98 professores para os cursos de medicina e nutrição na Faculdade de Ciências
de Saúde.
Por fim trabalhamos na construção de um novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de
acordo com as atuais Diretrizes Curriculares para os Cursos de Medicina. Procuramos adaptá-lo
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às necessidades regionais, às orientações do Programa de Reforma e Reestruturação do Ensino
Superior (REUNI) e ao PPI.
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1 Curso: Medicina
2.2 Grau acadêmico conferido: Bacharel em Medicina
2.3 Modalidade de ensino: presencial
2.4. Regime de matrícula: Semestral por componente curricular
2.5. Período de integralização: mínimo: 06(seis) anos e máximo: 09(nove) anos
2.6. Carga horária total do curso: 8.754 horas-aula ou 7.305 horas
2.7. Número de vagas: 80(oitenta) vagas, com uma entrada única anual, sendo que 50% das
vagas através do processo seletivo vestibular/UFGD e 50% através do SISU. Em relação aos
ingressantes 40(quarenta) alunos iniciam as atividades acadêmicas no 1º semestre e
40(quarenta) alunos no 2º semestre.
2.8. Número de alunos por turmas: 40 (quarenta)
2.9. Turno de funcionamento: integral
2.10. Local de funcionamento: Faculdade de Ciências da Saúde, Rodovia Dourados –Itahum Km 12. Cidade Universitária - Dourados/MS - CEP:7900-000 e Hospital Universitário de
Dourados: Rua Gerônimo Marques, 558. Altos do Indaiá. CEP: 79823-855.
2.11.
Da forma de ingresso:
A UFGD disponibiliza 40(quarenta) vagas por turmas
semestralmente para o curso de medicina e a ocupação das vagas oferecidas dar-se-á por
meio de dois sistemas de ingresso: acesso universal (50%) cinquenta por cento, e reserva de
vagas(50%) cinquenta por cento, nos termos da Lei nº 12.711, de 29/08/2012, conforme
distribuição expressa no quadro de vagas.
Distribuição das Vagas
Reserva de vagas para alunos da Escola Pública
Renda Fam. Inf. ou igual a Renda Fam. Superior a
Curso
Modalidade
Turno
Universal
1,5 s.m. per cap
1,5 s.m. per cap
Pretos,
Pretos,
Pardos e
Outros
Pardos e
Outros
Indígenas
Indígenas
Medicina
Bacharel
In
20
6
4
6
4
LEGENDA: (TURNO) Código dos turnos de funcionamento dos cursos: (IN) Integral
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3. CONCEPÇÃO DO CURSO
3.1. Fundamentação teórico-metodológica
Após a visita de reconhecimento de curso dos consultores ad hoc do Ministério da
Educação em agosto de 2005, foi elaborado um relatório de avaliação do curso. Este foi o
instrumento que despertou nos docentes, discentes e corpo técnico administrativo a
necessidade de se trabalhar para um currículo que integrasse as grandes áreas do
conhecimento sem perder o foco na qualidade da formação médica desta instituição.
A fragilidade do modelo pedagógico vigente citada pelos avaliadores do MEC abrangia
desde um corpo docente sem titulação e vinculação efetiva com a instituição à própria
estrutura física que não comportava as ações necessárias de ensino para integralização dos
seis anos de curso médico. Encaminhadas estas pendências, procedeu-se à revisão da
estrutura curricular do curso propriamente dita. A construção do novo projeto políticopedagógico visa reformular a conceituação e a operacionalização do curso fornecendo as
diretrizes para a integração curricular e de novos processos ensino-aprendizagem para o curso
de medicina da FCS/UFGD.
Além disso, a adesão da UFGD ao programa de reforma e reestruturação do ensino
superior (REUNI) do governo federal permitiu que fossem introduzidos temas de
conhecimentos gerais para os alunos dos cursos de saúde. Essa inserção permitiu a ampliação
da visão social e humana dos novos profissionais, também um conhecimento mais
aprofundado da região onde estão inseridos. Dessa forma, esperamos que as disciplinas
comuns, também contribuam para que os novos médicos tenham a capacidade de trabalhar
de forma multidisciplinar.
Esse currículo, também, segue as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os
cursos de Medicina instituídos pelo Governo Federal pela Resolução CNE/CES nº3 de 20 de
junho de 2014. Essas diretrizes foram desenvolvidas devido a necessidade de se adequar o
ensino médico às atuais necessidades assistenciais, pois devido ao grande avanço da Medicina
houve a necessidade de mudanças nas políticas de saúde que estão tendo implicações
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significativas para os currículos dos Cursos de Medicina no Brasil.
Foram definidas
competências e habilidades gerais e específicas visando assegurar a qualidade dos serviços de
saúde e o respeito aos pacientes e outros profissionais de saúde e o bem-estar não só do
paciente, mas de toda a população.
Desde o ano da instituição das DCN, o Governo Federal, vêm implantando Programas
de incentivo para que as escolas médicas promovam mudanças nos seus PPCs, como o Prómed e mais recentemente o Pró-Saúde por entender que esse movimento dificilmente ocorre
espontaneamente devido aos vários interesses, principalmente econômicos e de poder no
interior das Faculdade de Medicina, de grupos específicos. Neste sentido, o curso de Medicina
da UFGD participa do Programa interministerial (MEC/MS) denominado de PET-saúde que visa
desenvolver um programa sustentável de ensino da atenção básica e vigilância em saúde.
As DCN e as discussões atuais sobre reforma curricular na formação médica têm como
referência as Recomendações das I e II Conferência Mundial de Educação Médica que
ocorreram em 1988 e 1993 respectivamente. Estes encontros tiveram como precursores a
Conferência Mundial sobre Atenção Primária em Saúde que ocorreu em Alma Alta no ano de
1978 onde foi lançado o Programa Saúde para Todos no ano 2000.
Um dos enfoques principais dessas conferências foi a chamada atenção básica ou
primária em saúde que privilegia a prevenção, o atendimento e controle das doenças crônicas
mais freqüentes de forma a evitar as complicações dessas doenças. Além do atendimento de
patologias que não necessitam de exames complementares ou terapêuticos dispendiosos para
o seu diagnostico e tratamento. Estima-se que 80% dos problemas de saúde podem ser
solucionados à nível de atenção básica. Mas para tanto, há necessidade de médicos que sejam
capacitados para o atendimento generalista e preventivo.
Essas conferências, também, chamaram atenção para o distanciamento das
Faculdades de Medicina dos problemas sociais e de que os avanços na área biomédica
estavam levando à um atendimento médico pouco humanizado. Os avanços tecnológicos e as
melhorias dos sistemas de saúde, que deveriam contribuir para um melhor cuidado com o
paciente e a comunidade e para uma maior equidade no atendimento, fizeram com que os
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médicos se tornassem incapazes de monitorar as implicações dos custos de suas decisões
clínicas. Por isso a educação médica tinha a necessidade urgente de uma reformulação.
Essas mudanças já tinham começado a ocorrer em algumas escolas com a
incorporação nos currículos de novos conceitos de promoção de saúde e do tratamento de
doenças, incorporação de métodos mais efetivos de ensino e programas que passaram à ir
além dos grupos acadêmicos para chegar a realidade social onde as necessidades de saúde são
maiores.
Por outro lado, a ética médica tem sido considerada cada vez mais importante nos
currículos médicos com a necessidade de sair das salas de aula para a beira do leito e para a
comunidade para que os alunos aprendam o convívio com o outro. Os avanços da ciência e a
falta de recursos em algumas localidades fizeram surgir novas questões éticas no que diz
respeito ao valor do dinheiro, a ética na priorização de alocação de recursos em relação às
necessidades dos pacientes e da comunidade. Tudo isso levou à conclusão de que o modelo
das ciências médicas não podia ser somente biomédico, mas deveria ser também social e
psicológico.
Ao mesmo tempo, está ocorrendo uma transição da saúde: nos países desenvolvidos
está havendo uma mudança das doenças de deficiência e infecções para doenças crônicas
degenerativas, especialmente as cardiovasculares, o diabetes e as neoplasias. Os custos de
tratamento dessas doenças são maiores do que o das doenças agudas e infecciosas com as
quais os países em desenvolvimento também estão ainda em constante desafio. Além disso, a
população mundial está cada vez mais idosa apontando a necessidade de se rever os
conteúdos das escolas médicas que privilegiam os adultos jovens.
Outro grande problema é o desequilíbrio entre médicos especialistas e generalistas.
Com a própria população preferindo consultar especialistas, mesmo com queixas corriqueiras.
Este fato acontece também nos países desenvolvidos onde os Médicos de Família não são
vistos como especiais mesmo que tenham excelente formação e diplomas de pós-graduação.
Além disso, para acompanhar os grandes avanços científicos, os médicos precisariam
adquirir novos conhecimentos e habilidades. A ênfase em conteúdos é atualmente
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insustentável, tendo que o estudante aprender o essencial e adquirir a habilidade de aprender
a aprender de forma continuada e crítica.
Os educadores médicos de vários países, após debates intensos, propuseram em 1988 as
reformas da Declaração de Edinburgo que são:
1) Ambientes educacionais relevantes
2) Currículos baseados nas necessidades de saúde
3) Aprendizagem ativa e duradoura
4) Aprendizagem com base na competência
5) Professores treinados para serem educadores
6) Envolvimento dos alunos no planejamento e avaliação da escola médica
7) Integração da ciência com a prática clínica
8) Seleção de alunos também por atributos intelectuais e não cognitivo
9) Coordenação da educação médica com os cuidados de saúde
10) Formação equilibrada de tipos de médicos
11) Treinamento multiprofissional
12) Educação médica continuada
Paralelamente, nos últimos meses de 1992 e medos de 1993 ocorreu um intenso processo
de reflexão na América Latina sobre o impacto que as mudanças sócio-econômicas e as
transformações das práticas médicas exercem sobre a educação médica. Essas discussões
culminaram na construção de um documento-base apresentado na II Conferência Mundial de
Educação Médica. A contribuição da América Latina foi principalmente relacionada à
integração do ensino com os serviços de saúde.
No Brasil, nas décadas de 80 e 90, o sistema de saúde passava por transformações que
culminou na criação do Sistema Único de Saúde (SUS) através da Lei nº 8080 de setembro de
1990. O SUS foi instituído pelo governo federal com o objetivo de garantir a universalidade do
acesso aos serviços de saúde em todos os níveis. Esse sistema avançou em vários aspectos até
o momento principalmente na descentralização de resolubilidade através da distribuição de
atribuições e recursos paras as esferas estaduais e municipais. Na assistência houve uma
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grande expansão e melhora da qualidade da atenção básica com a implantação das Estratégias
de Saúde da Família e com a organização das ações de média e alta complexidade com o
mapeamento das redes de referência em regiões estabelecidas. Entre outras ações do SUS
destacam-se a vigilância sanitária, saúde das populações indígenas, regulação da atenção
suplementar à saúde e a implantação dos Sistemas de Atendimento Móveis de Urgência
(SAMUs). Atualmente, cerca de 90% da população de algum modo é usuária do SUS.
Sendo, atualmente o maior empregador de profissionais da área de saúde do Brasil, e
entendendo que as escolas médicas devem atender as principais demandas de saúde da
sociedade, é imprescindível que as mesmas modifiquem a visão dos alunos de medicina de que
sua atuação no processo saúde-doença consiste apenas em tratar patologias e suas
complicações. Essa visão se deve porque as maiorias dos cursos médicos ainda privilegiam o
aprendizado em centros de alta complexidade, o aprendizado de especialidades de forma
fragmentada que impede que o aluno adquira uma visão global do paciente,
Frente às essas considerações é que foram construídas as Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Curso de medicina em 2001, fazendo necessário a implantação de novos Projetos
Políticos Pedagógicos (P.P.Ps), que garantissem entre outros valores a construção da
interdisciplinaridade, a inserção precoce dos estudantes em ambientes de prática profissional,
a formação generalista e humanística, motes hoje imprescindíveis na formação médica de
qualidade.
Ao se considerar que o projeto pedagógico do curso é o documento que explicita a
concepção de ensino e aprendizagem de um curso e proporciona diretrizes de orientação e
ação aos docentes os quais são diretamente responsáveis por sua execução, buscou-se um
processo de construção coletiva utilizando abordagens participativas na definição de
conteúdos e enfoques metodológicos.
O PPC do Curso de Medicina de Dourados busca responder à demanda da sociedade pela
formação de profissionais que aliem competência clínica com compromisso social. Visa evitar o
estabelecimento de um curso alheio à realidade onde está inserido, avançando na maior
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sensibilidade às necessidades sociais, mediante sensibilidade e flexibilidade para incorporar as
mudanças necessárias de acordo com o contexto. Isto implica na construção de processos de
educação permanente, a aliança entre trabalho e formação, a consolidação de parcerias
formais e de redes de cooperação e, principalmente, o reconhecimento de que os processos
de formação e de trabalho produzem conhecimentos transdisciplinares necessários para
caracterizar o compromisso social da instituição formadora.
Ao mesmo tempo, este PPC, visa uma transição gradual da concepção de ensino
tradicional no qual o professor é o centro e responsável pelas experiências educacionais sendo
o aluno apenas um receptor do conhecimento transmitido, para um currículo no qual os
objetivos são centrados em como o aluno aprende e no qual possam intervir diretamente para
provocar mudanças na sociedade, como também possam levar ao seu desenvolvimento como
pessoa e à autonomia. Tornando-se dessa forma além de profissionais competentes, cidadãos.
3.2 Fundamentação legal:
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
No. Documento: Lei nº 9.394
Data de Publicação: 20/12/1996
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Medicina
No. Documento: Resolução nº 3 CNE/CES
Data de Publicação: 20 de junho de 2014
Carga Horária Mínima para o curso de Medicina: 7.200 horas
Nº. Documento: Resolução nº 2 CNE/CES
Data de Publicação: 18 de junho de 2007
Internato fora da UF sede do curso: máximo de 25%(vinte e cinco por cento)
No. Documento: Parecer nº 189 CNE/CES
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Data de Publicação: 15 de julho de 2002
Internato fora da UF sede do curso por motivo de saúde dos pais
No. Documento: Parecer nº 224 CNE/CES
Data de Publicação: 7 de novembro de 2007
Renovação do reconhecimento do curso de Medicina da UFGD
No. Documento: Portaria nº 775 CNE/CES
Data de Publicação: 7 de novembro de 2008
3.3. Adequação do Projeto Pedagógico ao Projeto Político Institucional (PPI) e ao Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI).
O curso de medicina da FCS faz parte de uma instituição maior que é a UFGD e,
portanto, segue as linhas mestras do seu PPI, ou seja, a indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão; a gestão democrática, o compromisso social e a gratuidade do ensino.
Procuramos inserir desde o início do curso uma capacitação para a pesquisa através da
disciplina de metodologia científica, por entender, que esse aprendizado é imprescindível para
que o aluno possa aprender ã aprender de maneira crítica e reflexiva. A ampliação dos
cenários de ensino permitirá que os alunos se insiram dentro das comunidades e desenvolvam
projetos de pesquisa e educacionais dentro das mesmas. A gestão administrativa e acadêmica
tem a participação de professores, alunos e dos servidores técnico-administrativos no seu
Conselho Diretor e nas Comissões de ensino, pesquisa e extensão. A participação de médicos
do Hospital Universitário de Dourados na Comissão de Estágio Supervisionado e na preceptoria
do internato médico. As ementas dos estágios supervisionados do sexto ano foram construídas
por oficinas realizadas com os preceptores. Procuramos adequar o nosso PPC para a formação
do médico generalista que possa resolver 80% dos problemas de saúde na Atenção Básica, ou
seja, apto a exercer sua profissão sem necessitar de uma especialização. Essa sólida formação
básica também possibilitará para aqueles que desejarem seguir uma formação especializada
de qualidade, sem perderem a visão global e humanizada de seus pacientes, procurando
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atender a demanda por serviços de média e alta complexidade na região da Grande Dourados.
Sendo uma Universidade Federal, o ensino é inteiramente gratuito, sendo que a UFGD vai
destinar 25% de suas vagas para egressos do ensino público.
Com um currículo desenvolvido em eixos, procuramos integrar disciplinas e
professores, pois no currículo atual cada professor desenvolvia sua atividade de forma isolada.
Além disso, com a adesão da UFGD ao REUNI, os nossos professores e alunos terão a
oportunidade de discutirem temas gerais com profissionais e alunos das diversas áreas do
conhecimento.
Dentro do nosso PPC, estamos instituindo formas de avaliação do mesmo consagradas
em instituições como a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) , a
Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Uma dessas formas de avaliação é o
acompanhamento de egressos e sua inserção no mercado de trabalho. Dessa forma
procuraremos detectar as necessidades de modificações nesse PPC.
Como parte do desenvolvimento do corpo discente, docente e técnico-administrativo,
especialmente dos dois últimos, estamos trabalhando na instituição para a implantação de
uma pós-graduação na área da saúde. Que também possibilitará a qualificação de profissionais
da rede de saúde da região.
Por fim, dentre os objetivos deste PPC, está à formação de um profissional que além
de sólidos conhecimentos, tenha a capacidade de procurar uma formação continuada e que
procure contribuir para os avanços técnicos e sociais na área da saúde. Esta formação está de
acordo com o PDI da UFGD que estabeleceu que a nossa missão é “gerar, sistematizar e
socializar conhecimento, saberes e valores, por meio de ensino, pesquisa extensão de
excelência, formando profissionais e cidadãos capazes de transformar a sociedade no sentido
de promover a justiça social”.
Este documento, atualizado em 2014, é resultado de um diálogo coletivo, a partir da
Comissão de Ensino e Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso, o que permitiu discussões,
entre discentes, técnicos administrativos, docentes e gestores da área da saúde e da educação,
sobre o fazer político pedagógico do curso, tendo como objetivo refletir sobre o momento
atual e buscar transformações que atendam às necessidades da sociedade e da atuação do
médico enquanto agente transformador e promotor de saúde. Instruídos pela resolução
número 084 de 19 de abril de 2013 do conselho diretor da FCS, o NDE é composto dos
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docentes: Luiz Augusto Freire Lopes, Aroldo Henrique da Silva Boigues, Maria Aparecida dos
Santos Pires, Rosangela da Costa Lima, Mario Orlando Dossi, Sidney Antonio Lagrosa Garcia e
Marcio Eduardo de Barros. As reuniões acontecem trimensalmente e as atualizações no PPC
são realizadas anualmente.
O curso de Medicina atende às determinações da Resolução CNE/CP nº 01/2004, que
institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e a
Resolução CNE/CP nº 01/2012, que estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação em Direitos Humanos. A Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o
tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, indígenas e aos
direitos humanos estão inclusas nas atividades curriculares do curso através da oferta dos
Componentes Comuns à Universidade como: “Interculturalidade e Relações Étnico-raciais”,
“Educação, Sociedade e Cidadania”, “Direitos Humanos, Cidadania e Diversidades” e
“Territórios e Fronteiras”. Esses componentes contribuem para a formação da dimensão social
e humana do aluno de forma transversal.
Além disso, a UFGD possui um Núcleo de Estudos Afro-brasileiro (NEAB) criado pela
Resolução 89/2007 do COUNI que tem com a finalidade atuar nas áreas de pesquisa, ensino e
extensão relacionadas à diversidade étnico-racial, políticas públicas de combate à
discriminação e ao racismo, produção de materiais, eventos, encontros, seminários,
contribuindo assim para a implementação da Lei 11.645/08, que dispõem sobre o ensino da
História da África e História da Cultura afro-brasileira e História Indígena.
A instituição também possui uma Faculdade Intercultura Indígena, à qual está
vinculado o curso de Licenciatura Intercultural Indígena, destinado às populações das etnias
Guarani e Kaiowá, o que possibilita um intercâmbio cultural na universidade e o convívio entre
diversidades étnicas. Desde o ano de 2013, a UFGD sedia a Cátedra UNESCO “Diversidade
Cultural, Gênero e Fronteira”, desenvolvendo pesquisas e eventos sobre a temática de gênero
e diversidade cultural visando à construção de uma prática de respeito aos diretos humanos e
à solidariedade com as comunidades étnicas.
O curso de Medicina também atende à Resolução CNE/CP nº 02/2012, que estabelece
as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. A Educação Ambiental está
presente nas atividades curriculares do curso de modo transversal, contínuo e permanente,
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com a oferta dos Componentes Comuns à Universidade, como: “Sociedade, Meio Ambiente e
Sustentabilidade” e “Sustentabilidade na Produção de Alimentos e de Energia”. Além disso, a
instituição aprovou em 2013 sua Política Ambiental (Resolução COUNI/UFGD nº 6/2013), cuja
finalidade é orientar, propor e promover ações sobre a temática ambiental na universidade.
4- ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA: COORDENADOR DO CURSO
4.1. Atuação do Coordenador
Conforme o Art. 57 e 58 do Regimento Geral da UFGD e a Norma Acadêmica da
Graduação são atribuições do coordenador:
I - Quanto ao projeto pedagógico:
a) definir, em reunião com os Vice-Diretores das Unidades que integram o Curso, o
projeto pedagógico, em consonância com a missão institucional da Universidade, e submeter a
decisão ao Conselho Diretor da Unidade;
b) propor ao Conselho Diretor alterações curriculares que, sendo aprovadas nesta
instância, serão encaminhadas ao Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura.
II - Quanto ao acompanhamento do curso:
a) orientar, fiscalizar e coordenar sua realização;
b) propor anualmente ao Conselho Diretor, ouvido a Coordenadoria Acadêmica, o
número de vagas a serem preenchidas com transferências, mudanças de curso e matrícula de
graduados;
c) propor critérios de seleção, a serem aprovados no Conselho Diretor, para o
preenchimento de vagas.
III - Quanto aos programas e planos de ensino:
a) traçar diretrizes gerais dos programas;
b) harmonizar os programas e planos de ensino que deverão ser aprovados em
reunião com os Vice-Diretores das Unidades que oferecem disciplinas para o Curso;
c) observar o cumprimento dos programas.
IV - Quanto ao corpo docente:
a) propor intercâmbio de professores;
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b) propor a substituição ou aperfeiçoamento de professores, ou outras providências
necessárias à melhoria do ensino.
c) propor ao Conselho Diretor das Unidades envolvidas a distribuição de horários, salas
e laboratórios para as atividades de ensino.
4.2 Quanto ao corpo discente
a) manifestar sobre a validação de disciplinas cursadas em outros estabelecimentos ou
cursos, para fins de dispensa, ouvindo, se necessários, os Vice-Diretores das unidades que
participam do curso ou o Conselho Diretor;
b) conhecer dos recursos dos alunos sobre matéria do curso, inclusive trabalhos
escolares e promoção, ouvindo, se necessário, Vice-Diretores das unidades que participam do
curso ou o Conselho Diretor;
c) aprovar e encaminhar à Direção da Unidade Acadêmica a relação dos alunos aptos a
colar grau.
4.3. Formação do Coordenador
O Coordenador do Curso de Medicina deverá ser um médico, docente do curso de
Medicina com título de Mestre ou Doutor de acordo com orientação do regimento geral da
UFGD.
4.4. Dedicação do Coordenador à administração e condução do Curso.
Deverá dedicar 20 horas semanais para as atividades administrativas e de condução do
curso.
5. OBJETIVOS
Assegurar conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que possibilitem a formação
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inicial do médico apto a:
•
perceber aqueles a quem atende de forma integral, ou seja, físico-mentalsocial. Construindo sobre essa percepção a relação médico-paciente;
•
comunicar-se adequadamente com o paciente e seus familiares, com a equipe
de saúde e com a comunidade científica;
•
demonstrar atitude empática com o sofrimento;
•
lidar coma as próprias frustrações e com a diversidade do comportamento e
culturas;
•
raciocinar e agir de forma crítica na interpretação de dados, na identificação da
natureza dos problemas e na resolução destes;
•
dar atendimento à comunidade segundo uma concepção e prática médicas
que compreendam a importância e a integração dos vários níveis de atenção á
saúde;
•
contribuir para a promoção da saúde, prevenção das doenças e a reabilitação
dos incapacitados, levando em conta as condições sócio-econômicas e
culturais da comunidade;
•
promover e consolidar junto à comunidade a valorização do médico de família;
• aperfeiçoar o uso dos recursos propedêuticos, valorizando o método clínico;
•
reconhecer e encaminhar adequadamente pacientes portadores de problemas
que fogem ao alcance de sua formação médica;
•
conduzir-se estritamente dentro da lei, da ética profissional, sintonizada com
os imperativos sociais;
•
buscar a formação continuada e permanente em sua área profissional,
sintonizada com os imperativos sociais e científicos;
•
contribuir para o avanço do conhecimento teórico e prático da área,
sistematizando e socializando sua experiência profissional e integrando-se na
comunidade médica;
•
atuar eficientemente em equipe de saúde, valorizando e respeitando as
competências específicas de seus integrantes.
21
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6- PERFIL DESEJADO DO EGRESSO
O curso de medicina da UFGD visa formar o profissional médico com o seguinte perfil de
formação e competência:

com sólidos conhecimentos técnico-científicos fundados sobre as bases humanistas;

com postura ética, consciência e responsabilidade social e compromisso com a
cidadania;

com capacidade para comunicar-se e disposição de valorizar a relação médicopaciente;

com visão e ação médicas orientadas para a proteção e promoção da saúde,
enfatizando a saúde pública e preventiva, sem desprezar a medicina curativa, a partir
da formação acadêmica geral;

com capacidade para atuar frente às doenças mais prevalentes nas grandes áreas da
Saúde Coletiva, Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Clinica Cirúrgica,
utilizando, com propriedade, exames complementares;

com capacidade de compreensão, integração e aplicação dos conhecimentos
adquiridos nos anos iniciais com prática profissional;

com capacidade para resolver com qualidade os problemas prevalentes de saúde e
para realizar o primeiro atendimento das urgências e emergências;

com capacidade para atuar em pesquisas com vistas ao desenvolvimento da própria
capacidade de aprender a aprender, ou seja, ao processo de formação permanente e à
contribuição para o conhecimento técnico-científico na área;

Com capacidade de analisar criticamente os dados da literatura científica

Com capacidade de analisar criticamente o próprio desempenho;
22
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
Com capacidade de atuação em equipe de saúde multiprofissional.
7 ESTRUTURA CURRICULAR, CARGA HORÁRIA E LOTAÇÃO
COMPONENTES
CHT CHP CH
CURRICULARES/DISCIPLINAS
LOTAÇÃ
Total O
COMPONENTES DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE
Eixo temático de formação comum à Universidade
72
--
72
-
Eixo temático de formação comum à Universidade
72
--
72
-
DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO COMUM À ÁREA
Bioquímica
54
18
72
FCS
Células
54
18
72
FCS
Epidemiologia
54
18
72
FCS
Metodologia Científica
54
18
72
FCS
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA*
As disciplinas do “Eixo de Formação Comum à Área” ajudarão a compor este núcleo
de “formação básica”.
Anatomia Humana I
72
72
144
FCS
Anatomia Humana II
90
90
180
FCS
Bases das Doenças Infecciosas I
72
36
108
FCS
Bases das Doenças Infecciosas II
36
18
54
FCS
Bases das Doenças Infecciosas III
36
18
54
FCS
Bases das Doenças Infecciosas IV
36
18
54
FCS
Farmacologia Humana I
54
18
72
FCS
Farmacologia Humana II
54
36
90
FCS
Fisiologia Humana I
72
18
90
FCS
Fisiologia Humana II
72
36
108
FCS
Patologia Humana I
36
18
54
FCS
Patologia Humana II
54
18
72
FCS
Formação do Ser Humano Biológico I
54
18
72
FCS
Formação do Ser Humano Biológico II
54
18
72
FCS
23
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Habilidades Básicas em Medicina
36
54
90
FCS
Saúde da Comunidade I
72
36
108
FCS
Saúde da Comunidade II
54
36
90
FCS
Tecidos I
90
36
126
FCS
Tecidos II
108
54
162
FCS
CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL*
Bases da Cirurgia
36
54
90
FCS
Clínica Cirúrgica I
36
54
90
FCS
Clínica Cirúrgica II
54
72
126
FCS
Clínica Cirúrgica III
54
72
126
FCS
Clínica Cirúrgica IV
36
54
90
FCS
Clínica Médica I
36
72
108
FCS
Clínica Médica II
36
72
108
FCS
Clínica Médica III
54
72
126
FCS
Diagnóstico por Imagem
18
54
72
FCS
Ginecologia e Obstetrícia I
36
54
90
FCS
Ginecologia e Obstetrícia II
36
54
90
FCS
Medicina Legal
54
-
54
FCS
Pediatria I
36
54
90
FCS
Pediatria II
36
54
90
FCS
Psiquiatria
36
54
90
FCS
Saúde da Família I
54
36
90
FCS
Saúde da Família II
54
36
90
FCS
Saúde da Família III
54
72
126
FCS
Semiologia I
36
72
108
FCS
Semiologia II
36
72
108
FCS
Administração de Recursos Humanos
72
-
72
FACE
Atividades Integrativas I
36
36
72
FCS
DISCIPLINAS ELETIVAS
24
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Atividades Integrativas II
36
36
72
FCS
Atividades Integrativas III
36
36
72
FCS
Atividades Integrativas IV
24
48
72
FCS
Atividades Integrativas V
24
48
72
FCS
Cardiologia
36
36
72
FCS
Dermatologia
36
36
72
FCS
Doenças auto-imunes sistêmicas
36
36
72
FCS
Doenças infecciosas negligenciadas, emergentes e re-
36
36
72
FCS
36
36
72
FCS
Estágio Supervisionado Complementar I
-
414
414
FCS
Estágio Supervisionado Complementar II
-
414
414
FCS
Estágio Supervisionado Eletivo
52
200
252
FCS
Estudos Independentes Supervisionados I
72
-
72
FCS
Estudos Independentes Supervisionados II
72
-
72
FCS
Estudos Independentes Supervisionados III
72
-
72
FCS
Introdução à Antropologia
72
-
72
FCH
Inglês Instrumental
72
-
72
FACALE
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
54
18
72
FAED
Medicina Baseada em Evidência
36
36
72
FCS
Neurociências
36
36
72
FCS
Nutrição Clínica
36
36
72
FCS
Ortopedia
36
36
72
FCS
Psicologia social
72
-
72
FCH
Saúde Indígena
18
54
72
FCS
Tópicos em Farmacologia
36
36
72
FCS
-
-
216
FCS
104
400
504
FCS
emergentes
Endocrinologia
ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECÍFICAS
Atividades Complementares
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I
25
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Estágio Supervisionado em Clínica Médica I
104
400
504
FCS
Estágio Supervisionado em Pediatria I
104
400
504
FCS
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica I
104
400
504
FCS
Estágio Supervisionado em Clínica Médica II
104
400
504
FCS
Estágio Supervisionado em Pediatria II
54
450
504
FCS
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica II
54
450
504
FCS
Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia
54
450
504
FCS
Legenda: CHT – Carga Horária Teórica. CHP – Carga Horária Prática
8. RESUMO GERAL DA ESTRUTURA CURRICULAR
COMPONENTE CURRICULAR
CH
COMPONENTES DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE
144
DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO COMUM À AREA
288
DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DO CURSO (A+B)
A. Formação Básica
1.800
B. Formação Profissional
1.962
ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECÍFICAS (C+D)
C. Estágios
4.032
D. Atividades Complementares
216
DISCIPLINAS ELETIVAS
324
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO em horas aula (50min)
8.766
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO em horas
7.305
9. TABELA DE EQUIVALÊNCIAS
Em vigor até 2008
CH
A partir de 2009
CH
Anatomia Humana
324
Anatomia Humana I
144
26
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Anatomia Humana II
180
Bioestatística
54
Metodologia Científica
72
Bioquímica
180
Bioquímica
72
Citologia e Genética
72
Células
72
Embriologia
54
Formação
do
Ser
Humano
72
do
Ser
Humano
72
biológico I
Formação
Biológico II
Epidemiologia
54
Epidemiologia
72
Histologia Humana
180
Tecidos I
126
Patologia Geral
108
Tecidos II
162
Psicologia Médica
54
Saúde da Comunidade I
108
Saúde da Comunidade
72
Nutrição
54
Fisiologia e Biofísica
216
Fisiopatologia Humana I
144
Anatomia Patológica Especial
180
Fisiopatologia Humana II
180
Imunologia
90
Bases das Doenças Infecciosas I
162
Microbiologia
90
Bases das Doenças Infecciosas II
108
Parasitologia
144
Prática de Enfermagem
72
Habilidades Básicas em Medicina
90
Saúde
72
Saúde da Comunidade II
90
e
54
Saúde da Família V
90
90
Farmacologia Humana I
72
Farmacologia Humana II
90
Clínica Médica I
144
Clínica Cirúrgica I
90
Bases da Cirurgia
90
Administração
em
Pública
Deontologia
Médica
Medicina do Trabalho
Farmacologia
Propedêutica
e
Semiologia
252
Médicas
Técnica Cirúrgica
90
27
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Anestesiologia
Cardiologia
72
e
Cirurgia
Clínica Cirúrgica II
126
Clínica Médica II
144
Torácica
108
Pneumologia
72
Neurologia e Neurocirurgia
72
Endocrinologia
90
Clínica Médica III
144
Hematologia
72
Saúde da Família IV
126
Nefrologia
72
Dermatologia
72
Clínica Médica IV
162
Moléstias Infecto-Parasitárias
90
Saúde da Família IV
126
Reumatologia
72
Gastroenterologia
90
Saúde Mental
90
Saúde da Família I
90
Ortopedia
90
Clínica Cirúrgica III
126
Urologia
54
Cirurgia Vascular
54
72
Clínica cirúrgica IV
90
252
Saúde da Família II
90
Pediatria I
90
Pediatria II
90
Saúde da Família III
90
Ginecologia e Obstetrícia I
90
Oftalmo
e
Otorrinolaringologia
Pediatria e Puericultura
Ginecologia e Obstetrícia
252
Ginecologia e Obetetrícia II
90
Estágio
Supervisionado
em
500
Clínica Médica
Estágio
Supervisionado
em
500
em
500
Estágio Supervisionado em Saúde
500
Clínica Médica I
Estágio
Supervisionado
Clínica Médica II
Estágio
Supervisionado
em
480
28
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Saúde Coletiva
Estágio
Coletiva I
Supervisionado
em
500
Clínica Cirúrgica
Estágio
Supervisionado
em
250
em
500
em
500
Supervisionado
em
500
Supervisionado
em
500
Clínica Cirúrgica I
Estágio
Supervisionado
Clínica Cirúrgica II
Estágio
Supervisionado
em
500
Ginecologia e Obstetrícia
Estágio
Supervisionado
Estágio
supervisionado
ginecologia obstetrícia
em
500
Pediatria e Puericultura
Estágio
Pediatria I
Estágio
Pediatria II
Em vigor até 2011
CH
A partir de 2012
Estágio
250
Estágio
250
Clínica Cirúrgica I
162
Bases das doenças Infecciosas I
108
Bases das doenças Infecciosas II
54
Bases das doenças Infecciosas III
54
Bases das doenças Infecciosas IV
54
Supervisionado
Eletivo
Estágio
Supervisionado
Supervisionado
CH
em
500
em
Clínica Cirúrgica I
Bases das doenças Infecciosas
I
Bases das doenças Infecciosas
108
II
Em vigor até 2012
CH
A partir de 2013
CH
Clínica Médica I
144
Clínica Médica I
108
Clínica Médica II
144
Clínica Médica II
108
Clínica Médica III
144
Clínica Médica III
108
Clínica Médica IV
162
Clínica Médica IV
126
Saúde da Família III
90
Saúde da Família III
126
Saúde da Família IV
126
Saúde da Família IV
90
Em vigor até 2014
CH
A partir de 2015
CH
Atividades Complementares
200
Atividades Complementares
216
Clínica Médica I
108
Semiologia I
108
29
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Clínica Médica II
108
Clínica Médica I
108
Clínica Médica III
108
Clínica Médica II
108
Clínica Médica IV
126
Clínica Médica III
126
500
Estágio Supervisionado em Clínica
504
Estágio
Supervisionado
em
Clínica Cirúrgica I
Estágio
Supervisionado
Cirúrgica I
em
500
Clínica Cirúrgica II
Estágio
Supervisionado
Supervisionado
em
500
Supervisionado
em
500
Supervisionado
em
500
Estágio Supervisionado em Clínica
504
Estágio
Supervisionado
em
504
Estágio Supervisionado em Pediatria
504
Ginecologia e Obstetrícia
em
500
Pediatria I
Estágio
504
Médica II
Ginecologia e Obstetrícia
Estágio
Estágio Supervisionado em Clínica
Médica I
Clínica Médica II
Estágio
504
Cirúrgica II
Clínica Médica I
Estágio
Estágio Supervisionado em Clínica
I
Supervisionado
em
500
Pediatria II
Estágio Supervisionado em Saúde
504
II
500
Coletiva I
Estudos Independentes
Estágio Supervisionado em Pediatria
Estágio Supervisionado em Saúde
504
Coletiva I
72
Semiologia II(OBR)
108
Saúde da Família IV
90
Psiquiatria
90
Fisiopatologia Humana I
144
Fisiologia Humana I
90
Patologia Humana I
54
Fisiologia Humana II
108
Supervisionados IV (ELT)
Fisiopatologia Humana II
180
Patologia Humana II
72
Diagnóstico por Imagem (ELT)
72
Diagnóstico por Imagem (Obr)
72
Inglês Instrumental (Obr)
72
Inglês Instrumental (ELT)
72
30
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10. TABELA DE DISCIPLINAS COM PRÉ-REQUISITO
Lotação
Disciplina
CH
Pré-Requisito
CH
Estágio Supervisionado em
500
Clínica Cirúrgica II
126
500
Clínica Cirúrgica III
126
500
Clínica Médica II
108
500
Clínica Médica III
126
500
Ginecologia e Obstetrícia I
90
Ginecologia e Obstetrícia II
90
Pediatria I
90
Pediatria II
90
Clínica Cirúrgica I
FCS
Estágio Supervisionado em
Clínica Cirúrgica II
FCS
Estágio Supervisionado em
Clínica Médica I
Estágio Supervisionado em
Clínica Médica II
FCS
Estágio Supervisionado em
Ginecologia e Obstetrícia
FCS
Estágio Supervisionado em
Pediatria I
500
11. EMENTÁRIO
11.1 DISCIPLINAS DO EIXO DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE:
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: da produção ao consumo. Modelos alimentares: dieta ocidental,
dieta mediterrânea, dieta vegetariana, dietas alternativas, guia alimentar; Diretrizes para uma
alimentação saudável; Elos da cadeia produtiva: produção, indústria, comércio e consumo;
Relação da produção de alimentos e alimentação saudável.
APRECIAÇÃO ARTÍSTICA NA CONTEMPORANEIDADE. Conceituações de arte; Degustação de
obras de arte diversas; Modalidades artísticas; Arte clássica e arte popular; Artes do cotidiano;
Engajamento estético, político, ideológico na arte; Valores expressos pela arte.
31
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CIÊNCIA E COTIDIANO. Poder, discurso, legitimação e divulgação da ciência na
contemporaneidade; Princípios científicos básicos no cotidiano; Democratização do acesso à
ciência; Ficção científica e representações sobre ciência e cientistas.
CONHECIMENTO E TECNOLOGIAS. Diferentes paradigmas do conhecimento e o saber
tecnológico; Conhecimento, tecnologia, mercado e soberania; Tecnologia, inovação e
propriedade intelectual; Tecnologias e difusão do conhecimento; Tecnologia, trabalho,
educação e qualidade de vida.
CORPO, SAÚDE E SEXUALIDADE. Teorias do corpo; Arte e corpo; Corpo: organismo,
mercadoria, objeto e espetáculo; O corpo disciplinado, a sociedade do controle e o trabalho; O
corpo libidinal e a sociedade; Corpo, gênero e sexualidade.
DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E DIVERSIDADES. Compreensão histórica dos direitos
humanos; Multiculturalismo e relativismo cultural; Movimentos sociais e cidadania;
Desigualdades e políticas públicas; Democracia e legitimidade do conflito.
ECONOMIAS REGIONAIS, ARRANJOS PRODUTIVOS E MERCADOS. Globalização, produção e
mercados; Desenvolvimento e desigualdades regionais; Arranjos produtivos e economias
regionais; Regionalismo e Integração Econômica.
EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E CIDADANIA. A educação na formação das sociedades; Educação,
desenvolvimento e cidadania; Políticas públicas e participação social; Políticas afirmativas;
Avaliação da educação no Brasil; Educação, diferença e interculturalidade.
ESTADO, TERRITÓRIO E FRONTEIRAS. Estado, nação, culturas e identidades; Processos de
Globalização/ Mundialização, Internacionalização e Multinacionalização; Espaço econômico
mundial; Soberania e geopolítica; Territórios e fronteiras nacionais e étnicas; Fronteiras vivas.
ÉTICA E PARADIGMAS DO CONHECIMENTO. Epistemologia e paradigmas do conhecimento;
Conhecimento científico e outras formas de conhecimento; Conhecimento, moral e ética;
Interface entre ética e ciência; Bioética.
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INTERCULTURALIDADE E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Teorias da Etnicidade; Teorias Raciais;
Interculturalidade, Diversidade de Saberes e Descolonização dos Saberes; História e Cultura
Afrobrasileira em Mato Grosso do Sul; História e Cultura Indígena em Mato Grosso do Sul;
Colonialidade e Relações de Poder nas Relações Étnico-raciais; O fenômeno do Preconceito
Étnico-racial na Sociedade Brasileira; Políticas Afirmativas e a Sociedade Brasileira.
LINGUAGENS, LÓGICA E DISCURSO. Linguagem, mídia e comunicação; Princípios de retórica e
argumentação; Noções de lógica; Diversidades e discursos.
SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE. Relações entre sociedade, meio
ambiente e sustentabilidade; Modelos de Desenvolvimento; Economia e meio ambiente;
Políticas públicas e gestão ambiental; Responsabilidade Social e Ambiental; Educação
ambiental.
SUSTENTABILIDADE NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS E DE ENERGIA. Sustentabilidade
econômica, social e ambiental; Uso sustentável de recursos naturais e capacidade de suporte
dos ecossistemas; Padrões de consumo e impactos da produção de alimentos e energia;
Relação de sustentabilidade nos processos e tecnologias de produção de alimentos e energia;
Produção Interligada de Alimentos e Energia.
TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. Redes De comunicação; Mídias digitais;
Segurança da informação; Direito digital; E-science (e-ciência); Cloud Computing; Cidades
inteligentes; Bioinformática; Elearning; Dimensões sociais, políticas e econômicas da
tecnologia da informação e comunicação; Sociedade do conhecimento, cidadania e inclusão
digital; Oficinas e atividades práticas.
11.2 DISCIPLINAS DO EIXO DE FORMAÇÃO COMUM À ÁREA
BIOQUÍMICA: Introdução à Bioenergética - utilização de energia pelos seres vivos. Glicólise e
Gliconeognese. Ciclo de Krebs, do ácido cítrico ou do ácido tricarboxílico. Oxidação dos ácidos
graxos (beta-oxidação). Síntese de ácidos graxos. Cadeia de transporte de elétrons e
fosforilação oxidativa. Metabolismo de aminoácidos e outros compostos nitrogenados:
entrada de aminoácidos nas reações do Ciclo de Krebs para obtenção de energia, Ciclo da
uréia, metabolismo de compostos nitrogenados. Regulação e integração metabólica.
33
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CÉLULAS: Estrutura e função das células e seus componentes. Principais processos e alterações
celulares durante a diferenciação celular, durante o seu ciclo de vida e frente às agressões.
EPIDEMIOLOGIA: Conceitos básicos, evolução histórica e áreas de aplicação da epidemiologia.
Tipos de estudos epidemiológicos. Epidemiologia descritiva, analítica e clínica.
METODOLOGIA CIENTÍFICA: Conceito, tipos e etapas do trabalho acadêmico. Conceitos
básicos de bioestatística.
11.3 - DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DO CURSO
ANATOMIA HUMANA I: Conceituação geral.
Corpo humano: organização e estrutura
macroscópica. Estudo topográfico, seguimentar e radiológico dos membros superiores e
inferiores, da cabeça e pescoço, do tórax e do sistema cardiovascular. Implicações do
conhecimento de anatomia na prática médica.
ANATOMIA HUMANA II: Estudo topográfico, seguimentar e radiológico do abdome, da pelve e
do sistema nervoso. Implicações do conhecimento de anatomia na prática médica.
BASES DA CIRURGIA: Técnicas cirúrgicas básicas. Profilaxia de infecções cirúrgicas.
Treinamento da equipe cirúrgica. Iniciação à cirurgia experimental.
Capacitação para
instrumentação cirúrgica, diérese, hemostasia e síntese de tecidos cutâneos, cateterização de
veias, punções e drenagens. Compreensão sobre laparotomia e traqueostomia.
BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS I – Princípios gerais da imunologia. Indução, produção e
regulação da resposta imune. Hipersensibilidade. Principais métodos de diagnóstico.
Imunidade à infecção e imunodeficências. Imonoprofilaxia, Imunologia dos transplantes.
Imunologia dos tumores. Introdução à Parasitologia, principais aspectos das hemoparasitoses,
vetores biológicos das parasitoses e artrópodes de interesse médico.
BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS II – Microbiologia aplicada à saúde
34
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BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS III – Parasitos intestinais e de outros sistemas de maior
prevalência no Brasil. Principais diagnósticos em Parasitologia.
BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS IV – Princípios gerais da virologia e micologia, principais
técnicas laboratoriais em virologia e micologia, proteínas infectantes de interesse na saúde.
CLÍNICA CIRÚRGICA I: Semiologia sistemática em clínica cirúrgica: exame clínico do abdômen;
semiologia do nariz e seios da face; semiologia do aparelho vestíbulo-coclear; avaliação do
paciente com queixas oculares; fundo de olho.
Semiologia do aparelho osteomuscular.
Semiologia Vascular. Semiologia urológica.
CLÍNICA CIRÚRGICA II: Gastroenterologia: Introdução à Gastroenterologia Cirúrgica. Cuidados
gerais pré, per e pós operatórios. Principais urgências e emergências em Gastroenterologia.
Megaesôfago. Tumores do esôfago. Doença por refluxo gastroesofágico. Hérnia do hiato e do
diafragma. Úlcera péptica. Complicações da úlcera péptica. Tratamento da úlcera péptica.
Tumores do estômago. Doenças do intestino delgado e grosso. Doenças do apêndice. Moléstia
diverticular do cólon. Obstrução intestinal. Tumores do cólon. Megacólon. Doenças
proctológicas. Doenças do reto. Cistos e tumores do pâncreas. Doenças do fígado e das vias
biliares. Doenças do pâncreas. Hipertensão portal. Hemorragia digestiva.
CLÍNICA CIRÚRGICA III: Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico das patologias mais
freqüentes em urologia, cirurgia vascular e ortopedia.
CLÍNICA CIRÚRGICA IV: Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico das patologias mais
freqüentes em otorrinolaringologia, oftalmologia.
CLÍNICA MÉDICA I: Diagnóstico e tratamento das doenças cardíacas e pneumológicas mais
comuns. Exercício de associação dos sintomas e sinais neurológicos com a função e estrutura
anatômica correspondente das principais doenças estruturais do Sistema Nervoso Central e
Sistema Nervoso Periférico.
35
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CLÍNICA MÉDICA II: Diagnóstico e tratamento das doenças mais comuns em endocrinologia,
nefrologia e hematologia.
CLINICA MÉDICA III: Desenvolvimento de raciocínio clínico e interpretação de exames
complementares. Conhecimento da epidemiologia, do quadro clínico e tratamento das
principais doenças em reumatologia, dermatologia, infectologia e gastroenterologia.
Integração dos aspectos morfológicos, anátomo-clínicos das principais dermatoses e
neoplasias cutâneas. Dinâmica da relação hospedeiro-agente microbiano nas doenças
infecciosas.
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Efeitos biológicos das radiações. Contrastes radiológicos do
organismo. Meios de contrastes utilizados habitualmente. Terminologia e conceitos
relacionados com o diagnóstico radiológico. Tipos de incidências radiológicas. Métodos
radiológicos utilizados para o estudo do coração e do tórax. Métodos radiológicos utilizados
para o estudo do aparelho digestivo e urinário. Calcificações normais e patológicas. Alterações
das partes moles com expressão radiológica. Interpretação dos exames: ultra-sonografia,
ressonância magnética, tomografia, medicina nuclear e outros.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA I: Atividade prática supervisionada da
aplicação dos conhecimentos teóricos na área de Clínica Cirúrgica, conduzida em instituições
que atuam na área de atenção básica a saúde.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA II: Atividade prática supervisionada da
aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica cirúrgica a nível hospitalar.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA MÉDICA I: Atividade prática supervisionada da
aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica médica, conduzida em instituições
que atuam na área de atenção básica a saúde.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA MÉDICA II: Atividade prática supervisionada da
aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica médica a nível hospitalar.
36
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ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
EM
GINECOLOGIA
E
OBSTETRÍCIA:
Atividade
prática
supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de ginecologia e obstetrícia a
nível hospitalar.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA I: Atividade prática supervisionada da aplicação
dos conhecimentos teóricos na área de pediatria, conduzida em instituições que atuam na
área de atenção básica a saúde.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA II: Atividade prática supervisionada da aplicação
dos conhecimentos teóricos na área de Pediatria a nível hospitalar.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA I: Atividade prática supervisionada da
aplicação dos conhecimentos teóricos na área de saúde pública, conduzida em instituições que
atuam na área de atenção básica a saúde.
FARMACOLOGIA
HUMANA
I:
Princípios
da
farmacocinética,
farmacodinâmica,
biodisponibilidade e das interações medicamentosas. Estudo dos receptores farmacológicos.
Introdução à farmacologia clínica.
FARMACOLOGIA HUMANA II: Aspectos farmacológicos e terapêuticos relevantes dos
medicamentos utilizados nas doenças.
FISIOPATOLOGIA HUMANA I: Fisiologia dos sistemas nervoso, dos músculos e ossos, do
sistema endócrino e reprodutor, pulmonar e gastrointestinal. Fisiopatologia e anatomia
patológica das principais doenças dos sistemas: nervoso, muscular, ósseo, endócrino e
reprodutor, pulmonar e gástrico. Anatomia patológica da pele.
FISIOPATOLOGIA HUMANA II: Fisiologia dos sistemas cardiovascular, hematológico, renal e da
visão. Fisiopatologia e anatomia patológica dos sistemas cardiovascular, hematológico e renal.
37
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FORMAÇÃO DO SER HUMANO BIOLÓGICO I: Introdução à genética. Da gametogênese à
formação do embrião e dos anexos embrionários.
FORMAÇÃO DO SER HUMANO BIOLÓGICO II: Teratologia; organogênese e má-formação dos
sistemas. Aberrações cromossômicas e síndromes decorrentes. Genética de populações e
genética molecular.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA I: Patologias ginecológicas e obstétricas a nível ambulatorial.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA II: Patologias ginecológicas e obstétricas a nível hospitalar.
HABILIDADES BÁSICAS EM MEDICINA: Atividades assistenciais em saúde nos postos de saúde,
laboratórios de coleta de exames, banco de sangue, clínicas e enfermaria. Ambiente
terapêutico. Documentação e registro. Cuidados com o corpo após a morte. Centro cirúrgico e
controle de material. Biossegurança.
MEDICINA LEGAL: Introdução ao estudo da medicina legal. Perícias em geral. Antropologia
forense. Traumatologia forense. Tanatologia forense. Asfixiologia, toxicologia e psicopatologia
forense. Tocoginecologia forense. Deontologia médica.
PEDIATRIA I: Pediatria ambulatorial: assistência à criança em consultórios, diagnóstico e
tratamento das patologias mais prevalentes.
PEDIATRIA II: Cuidados com recém nascido: alojamento conjunto. Afecções mais comuns no
período neonatal. Anomalias congênitas. A criança criticamente enferma: Suporte básico e
avançado de vida em pediatria, urgências e emergência em pediatria.
PSIQUIATRIA: Psiquiatria clínica. Psicofarmacologia. Terapêutica emergencial e eletiva.
SAÚDE DA COMUNIDADE I: Estrutura e organização de uma comunidade na promoção da
saúde como novo paradigma da Saúde Pública. Educação em Saúde.
38
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SAÚDE DA COMUNIDADE II: Planejamento e programação em saúde. Planejamento em nível
local, diagnóstico, programação, execução e avaliação. Programas de saúde. Acessória. A
formação médica. A família e a relação com o médico. A relação médico-paciente. Saúde do
Idoso.
SAÚDE DA FAMÍLIA I: A gênese da personalidade, o funcionamento mental e patologia da
personalidade. Manifestações psicossomáticas. Psicodiagnóstico e terapia psicológica.
Alterações do desenvolvimento. Semiologia em saúde mental. Noções de Toxicologia. Ações
interdisciplinares em saúde mental. Visão crítica da organização da assistência à saúde mental.
Assistência à saúde do idoso em nível de atenção básica.
SAÚDE DA FAMÍLIA II: Atenção integral à saúde da criança e do adolescente em nível de
atenção básica. Entrevista e exame da criança e do adolescente.
SAÚDE DA FAMÍLIA III: A saúde do adulto em nível de atenção básica.
SEMIOLOGIA I: Estudo da Semiologia Geral. Relação Médico Paciente. Anamnese Abrangente
e Especifica. Revisão dos Sistemas. Fisiopatologia e compressão dos Sinais e Sintomas.
Semiótica. Semiologia Baseada em Evidencia. Sistema circulatório. Sistema respiratório. Exame
clinico racional a beira do leito.
SEMIOLOGIA II: Semiologia do Aparelho Digestório. Semiologia do aparelho Urinário. Lesões
fundamentais em dermatologia. Semiologia Neurológica. Exame clínico racional a beira do
leito.
TECIDOS I: Estrutura e função dos tecidos humanos: epitelial, glandular, conjuntivo e adiposo.
Vias e regulação do metabolismo humano.
TECIDOS II: Estrutura, função, caracterização dos elementos bioquímicos dos tecidos
cartilaginoso, ósseo, nervoso, muscular, hematopoiético, digestivo, respiratório, urinário,
39
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reprodutor feminino e masculino, olho e ouvido. Linhas gerais das respostas dos tecidos frente
às agressões. Regulação e integração metabólica. Distúrbios de processos metabólicos na
gênese e amplificação de estados patológicos.
11.4 DISCIPLINAS ELETIVAS
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: Fundamentos da administração de recursos
humanos (RH). Papéis de RH. Planejamento das necessidades de Recursos Humanos.
Descrição, análise e avaliação de cargos. Recrutamento, seleção e Integração. Avaliação de
desempenho. Treinamento e desenvolvimento de RH. Gestão estratégica de pessoas. Gestão
de competências. Remuneração estratégica: salários, benefícios, vantagens. Relações
trabalhistas, sindicais e previdenciárias. Gestão de equipes com foco na qualidade.
Negociação.
ATIVIDADES INTEGRATIVAS I: Discussão e análise crítica de publicações científicas
selecionados pelos professores do semestre.
ATIVIDADES INTEGRATIVAS II: Seminários, discussão de casos clínicos e artigos científicos
orientados pelos professores do semestre.
ATIVIDADES INTEGRATIVAS III: Seminários painéis, mesas redondas e discussão de casos
clínicos procurando a discussão integrada entre as disciplinas do semestre.
ATIVIDADES INTEGRATIVAS IV: Sessões anátomo-rádio-clínicas.
ATIVIDADES INTEGRATIVAS V: Sessões anátomo-rádio-clínicas.
CARDIOLOGIA: Cardiologia clínica pela anamnese cardiológica, exame clínico, exames
complementares com aulas teóricas e praticas ambulatorial e hospitalar. Cirurgia do tórax: pré,
per e pós-operatório.
40
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DERMATOLOGIA: O curso teórico-prático de Dermatologia, inserido no curso de graduação em
Medicina da UFGD, formaliza a importância do ensino-aprendizagem em Dermatologia na
formação médica, revelada pela alta prevalência das doenças de pele na população observada
pelas demandas ambulatoriais do país. Visando a integração com os aspectos morfológicos
clínicos das principais dermatoses e neoplasias cutâneas são oferecidas aulas teóricas, práticas
e teórico-práticas, com aspectos dermatopatológicos importantes para o diagnóstico
diferencial e entendimento de mecanismos de doença
DOENÇAS AUTO-IMUNE SISTÊMICAS: Fisiopatologia e desenvolvimento de raciocínio clínico
para diagnóstico e tratamento das doenças auto-imune sistêmicas.
DOENÇAS INFECCIOSAS NEGLIGENCIADAS, EMERGENTES E REEMERGENTES: Doenças
negligenciadas, emergentes e re-emergentes. Aspectos relacionados epidemiologia,
diagnóstico, tratamento e peculiaridades da Região da Grande Dourados. As aulas serão em
forma de seminário apresentado pelos alunos nos diferentes temas relacionados.
ENDOCRINOLOGIA: Hormônios: estrutura química, mecanismos de ação e controle hormonal.
Diabetes mellitus tipo 1 e 2. Tireóide: hipertireoidismo, hipotireoidismo, bócio endêmico,
tireoidites e neoplasias. Hipotálamo-hipófise: hipopituitarismo, hiperpituitarismo, diabetes
insipidus e síndrome secreção inapropriada do ADH. Adrenal (córtex): hipofunção,
hiperfunção. Gônadas: hipogonadismo, puberdade precoce atraso puberal, crescimento
normal e anormal. Paratireóides: metabolismo do cálcio e fósforo, hiperparatireoidismo
primário e secundário e hipoparatireoidismo. Obesidade. Síndrome Metabólica. Dislipidemias
.Principais urgências e emergências.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMPLEMENTAR I: Estágio prático de treinamento em serviço em
clinica geral, com enfoque principal em pacientes ambulatoriais sob supervisão.
41
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ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMPLEMENTAR II: Estágio prático de treinamento em serviço
em clinica geral com acompanhamento de pacientes internados ambulatoriais e de
emergência, sob supervisão.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO ELETIVO: Atividade prática supervisionada da aplicação dos
conhecimentos teóricos na área a ser definida pelo aluno. Podendo o mesmo cursar esse
estágio fora da Unidade Federativa.
ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS I: Estudos tutoriados como aprofundamento
de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização.
ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS II: Estudos tutoriados como aprofundamento
de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização.
ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS III: Estudos tutoriados como aprofundamento
de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização.
INGLÊS INSTRUMENTAL: Leitura, interpretação e análise crítica de textos técnicos e científicos
atuais em língua inglesa sobre os temas pertinentes à área. Estudo de itens gramaticais
comuns em textos científicos (tempos verbais, modais, voz passiva, artigos, adjetivos,
advérbios, conjunções e preposições) para promover uma abordagem instrumental de Língua
Inglesa com ênfase nas habilidades de leitura e de escrita dos estudantes da área.
INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA: A constituição e o desenvolvimento da Antropologia como
campo científico. Categorias analíticas básicas: cultura, sociedade, morfologia social,
cosmologia, identidade, grupo étnico, etnicidade. Principais correntes teórico-metodológicas
do período de constituição da Antropologia.
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: Análise dos princípios e leis que enfatizam a inclusão
de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais nos cursos de formação docente. Apresentação das
novas investigações teóricas acerca do bilingüismo, identidades e culturas surdas. As
42
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
especificidades da construção da linguagem, leitura e produção textual dos educandos surdos.
Os princípios básicos da língua de sinais. O processo de construção da leitura e escrita de sinais
e produção literária em LIBRAS.
MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIA: Dar aos alunos habilidades em avaliações críticas da
literatura médica e desenvolvimento de projetos. Através da Medicina baseada em evidências
(MBE), da qualidade nas evidências de desenhos de pesquisa, procurando a melhor evidência
clínica. Diagnóstico, causalidade, prognóstico, terapêutica e prevenção. Revisões sistemáticas
(inclusive metanálise) e diretrizes clínicas.
NEUROCIÊNCIAS: Abordagem neurobiológica da mente; neurociência cognitiva; princípios de
neuropsicologia; neuroanatomia; neurofisiologia da dor; estados de consciência; ritmos
biológicos; ciclo sono e vigília; atenção seletiva; memória e aprendizagem, lateralidade e
linguagem; funções integrativas do SNA; neurobiologia das emoções e dos estados de humor e
de ansiedade; vascularização do SNC; correlações anátomo-clínicas na neurologia.
NUTRIÇÃO CLÍNICA: Dietoterapia na prevenção e tratamento de diversas patologias.
ORTOPEDIA: Sistema Osteo – articular. Introdução ao estudo de ortopedia. Cuidados gerais
pré, per e pós-operatório. Principais urgências e emergências na Ortopedia. Fisiopatologia e
classificação das fraturas. Fraturas expostas. Complicações das fraturas. Fraturas do membro
superior, inferior, da coluna vertebral. Tuberculose osteoarticular. Osteocondromatoses.
Neoplasias ósseas. Más formações congênitas. Amputações. Deformidade da coluna vertebral.
Infecção óssea.
PSICOLOGIA SOCIAL: Evolução histórica, conceitos básicos, métodos de pesquisa, relações
com outras ciências e questões éticas. Principais teorias da interação social. Estudos e análise
de pesquisas contemporânea em Psicologia Social.
SAÚDE INDÍGENA: Estágio prático em estratégias saúde da família indígena. Centro de
Referência de Recuperação Nutricional para crianças indígenas e assistência hospitalar em
43
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
nível secundário através de atendimento de pacientes, atividades preventivas na comunidade
e visitas domiciliares supervisionadas.
TÓPICOS
EM
FARMACOLOGIA:
antihelminticos/antiprotozoários,
antibióticos,
Antianêmicos,
antifúngicos,
antivirais,
anticoagulantes,
antineoplásicos,
anticonvulsivantes. Farmacologia de doenças neurodegenerativas. Farmacologia de doenças
endócrinas. Toxicocinética e agentes tóxicos, ensaios toxicológicos.
12. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR
12.1-DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
A Formação do Ser Humano Biológico II:
Bibliografia Básica
GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
JORDE, LB et al. Genética Médica. 4 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
MOORE, K. L., PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Peter Turnpenny; Sian Ellard. Emery: Genética médica. 13 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
SADLER, T.W. Langman´s Embriologia Médica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
THOMPSON, J.S.; THOMPSON, M. Thompson & Thompson, genética medica. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar
44
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
GARCIA, S.M.L.; Garcia Fernandez, C. Embriologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
GELEHRTER, T.D.; COLLINS, F.S. Fundamentos de Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1992.
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N; Shiota, K. Atlas colorido de embriologia clinica. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
MOORE, KEITH L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
NORA, J.J.; FRASER, F.C. Genética Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
SADLER, T.W. Langman embriologia medica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Anatomia Humana I:
Bibliografia Básica
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2004.
DRAKE, R.L.; VOGL, W.; MITCHELL, A.W.M. GRAY'S. Anatomia para estudantes. Rio de Janeiro: Elsevier,
2005.
MOORE, K.L.; DALLEY, A.F. Anatomia orientada para a clinica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2003.
SOBOTTA, J.; PUTZ, R.; PABST, R. Atlas de anatomia humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
ANDREW B. et al. Paul e Juhl - Interpretação radiológica. 60 ed. Rido de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
PRANDO, A. et al. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem - Elselvier, 2007
Bibliografia Complementar
MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2003.
45
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
MCMINN, R.M.H.; ABRAHAM, P.H.; HUTCHINGS, R.T; MARKS Jr., S.C. Atlas colorido de anatomia humana
de McMinn. Barueri: Manole, 2003.
MOSES, K.P.; et al. Atlas fotográfico de anatomia clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
ROHEN, J.W.; YO-KOCHI, C.; LUTJE-DRECOLL, E. Anatomia humana atlas topográfico de anatomia
sistêmica e regional. 6 ed. São Paulo: Manole, 2007.
Anatomia Humana II:
Bibliografia Básica
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2004.
DRAKE, R.L.; VOGL, W.; MITCHELL, A.W.M. GRAY'S. Anatomia para estudantes. Rio de Janeiro: Elsevier,
2005.
MOORE, K.L.; DALLEY, A.F. Anatomia orientada para a clinica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2003.
SOBOTTA, J.; PUTZ, R.; PABST, R. Atlas de anatomia humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
ANDREW B. et al. Paul e Juhl - Interpretação radiológica. 60 ed. Rido de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
PRANDO, A. et al. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem - Elselvier, 2007
Bibliografia Complementar
MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2003.
MCMINN, R.M.H.; ABRAHAM, P.H.; HUTCHINGS, R.T; MARKS Jr., S.C. Atlas colorido de anatomia humana
de McMinn. Barueri: Manole, 2003.
MOSES, K.P.; et al. Atlas fotográfico de anatomia clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
46
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
ROHEN, J.W.; YO-KOCHI, C.; LUTJE-DRECOLL, E. Anatomia humana atlas topográfico de anatomia
sistêmica e regional. 6 ed. São Paulo: Manole, 2007.
Bases da Cirurgia:
CATANEO, A.J.M.; KOBAYASI, S. Clínica cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003.
FERRAZ, A. A.B.; MATHIAS, C.A.C.; FERRAZ, E.M. Condutas em cirurgia geral. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
FERRAZ, A.A; FERRAZ , E.M. Bases da técnica cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
GOFFI, F.S.; TOLOSA, E.M.C; et al. Técnica cirúrgica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
HAIMOVICI, H. Cirurgia vascular. Rio de Janeiro: Revinter, 2006.
TOWSEND, C.M. Sabiston, tratado de cirurgia. 17 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
Bases das Doenças Infecciosas I
Bibliografia básica
ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; POBER, J.S. Imunologia celular e molecular. 4 ed. Rio de Janeiro: Revinter,
2003.
BIER, O.; SILVA, W.D.; MOTA, I. Imunologia básica e aplicada. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
NEVES, D.P. Parasitologia humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia. Conceitos e aplicações : volume 1. 2 ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2005.
Bibliografia complementar
BARBOSA, H.R.; TORRES, B.B. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005.
BROCK, T.D. Microbiologia. 10 ed. São Paulo: Prentice hall, 2004.
BURTON, G.R.W.; ENGELKIRK, P.G. Microbiologia para as ciências da saúde. 7 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara koogan, 2005.
47
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2001.
MINS, C. [et al]. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
MURRAY, P.R. Microbiologia medica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
PARSLOW, T.G. et al. Imunologia médica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
REY, L. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
SHARON, J. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.RIBEIRO, M.C.; SOARES, M.M.S.R.
Microbiologia prática. Roteiro e manual de bactérias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2005.
STROHL, W.A.; ROUSE, H.; FISHER, B.D. Microbiologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2004.
TORTORA, G.J..; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
ANTUNES, L.J. Imunologia básica. São Paulo: Atheneu, 1991.
BALESTIERI, F.M.P. Imunologia. Barueri: Manole, 2006.
CIMERMAN, B. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo: Atheneu, 2002.
JANEWAY, C. et al. Imunologia. o sistema imune na saúde e na doença. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Markell & Voze, parasitologia médica. 8 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
NEVES, D.P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
PEAKMAN, M.; VERGANI, D. Imunologia básica e clínica. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1999.
ROITT, I.M.; DELVES, P.J. Roitt, fundamentos de imunologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
Bases das Doenças Infecciosas II
Bibliografia Básica
ABBAS, A.K. et al. Imunologia Celular e Molecular. 3 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
ANTUNES, L.J.; MATOS, K.T. F. Imunologia Médica. São Paulo: Atheneu, 1992.
ROITT, I.M.; DELVES, P.J. Roitt, fundamentos de imunologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
NEVES, D.P. Parasitologia humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
REY ,L. Bases da Parasitologia. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001
REY ,L. Parasitologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2002.
Bibliografia Complementar
BIER, O.; SILVA, W.D.; MOTA, I. Imunologia básica e aplicada. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
PEAKMAN, M.; VERGANI, D. Imunologia Básica e Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia. Conceitos e aplicações : volume 1. 2 ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2005.
TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
TORTORA, G. J. FUNKE, B. R., CASE, C. L. Microbiologia, 6ª ed. ArtMed, Porto Alegre, 2002.
BARRAVIEIRA, B . Aspectos Clínicos e Terapêuticos dos Acidentes por Animais Peçonhentos . 1ed. Rio de
Janeiro : EPUB. 1999.
BARRAVIEIRA, B .Ofídios estudo Clínico dos Acidentes: Educação Continuada em Infectologia. 1ed. Rio de
Janeiro: EPUB. 1999.
FERREIRA JR, R.S.; BARRAVIEIRA, B. Artrópodes de importância Médica. 1ed. Rio de Janeiro: EPUB. 2002.
49
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Clínica Cirúrgica I:
Bibliografia Básica:
LYNN, S.; BICKLEY, R. Propedêutica Médica Bates. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
LOPEZ, M.L.; Semiologia Médica. 4 ed. São Paulo: Revinter, 1999.
PORTO, C.C; Semiologia Médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
RAMOS, JR.; Semiotecnica da Observação Clínica. 9 ed. São Paulo: Sarvier, 1998.
Clínica Cirúrgica II:
Bibliografia Básica
DE VITA JR, V.T., et al. Cancer Principles and Practice of Oncology. 6ª ed. Philadelphia, USA: J.B. Lippincott
Company, 2005.
ABRAHAM, J. et al. Bethesda Handbook of Clinical Oncology. Maryland, USA: Lippincont Willians e
Wilkins, 2006.
FORONES N.M. et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar de Oncologia. UNIFESP/EPM. São
Paulo, Brasil: Manole, 2005.
FRANCO, T. Princípios de Cirúrgia Plástica. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2002.
ORTENSI, A.V.; TARDELLI, M.A. Anestesiologia - SAESP, São Paulo, Brasil: Atheneu, 1996.
Bibliografia Complementar
FERREIRA, C.G.; ROCHA, J.C. Oncologia Molecular. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2004.
ROCHA, S.; ROBERTO, P. Cirurgia Ambulatorial. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 1999.
DU VIVIER, A. Atlas de Dermatologia Clínica, 2ª ed. São Paulo, Brasil: Manoele, 1997.
GOFFI, F.S. Técnica Cirúrgica. 4ª ed. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2001.
MELEGA, J.M. Cirurgia Plástica Fundamentos e Arte. Rio de Janeiro, Brasil: Médica e Científica Ltda, 2002.
AULER J.R., et al. Manual Teórico para o aluno de Graduação. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2003.
MANICA, J.T. et al. Anestesiologia: Princípios e Técnicas. Porto Alegre, Brasil: Artes Médicas, 1992.
Clínica Cirúrgica III:
Bibliografia Básica:
50
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
DALL’OGLIO, M. et al. Guia de urologia. Barueri: Manole, 2007.
HAIMOVICI, H. Cirurgia vascular. Rio de Janeiro: Revinter, 2006.
SIZINIO, H.; et al. Ortopedia e traumatologia. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BRITO, C. J. Cirurgia vascular. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
HERNANDEZ, A.J; CARRERA, E.F. Ortopedia do adulto. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
SROUGI, M. Urologia básica. Barueri: Manole, 2006.
Clínica Cirúrgica IV:
Bibliografia Básica
TAKAHASHI, W.Y. Traumatismos e emergências oculares. São Paulo: Rocca, 2003.
CURSINO, J. W. Patologia Ocular. São Paulo: Cultura Médica, 2002.
FIGUEREDO, R. Urgencias e emergencias em otorrinolaringologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2006.
CAMPOS, C.A.H.; et al. Tratado de otorrinolaringologia. São Paulo: Roca, 2002.
CATANEO, A.J.M.; K. S. Clinica cirúrgica. Rio de Janeiro : Botucatu: Revinter : UNESP, Faculdade de
Medicina, 2003
URAS, R. Óptica e Refração Ocular. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1999.
COSTA, S.S.; et al. Otorrinolaringologia. Princípios e pratica. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
THAL, E.R.; et al. Tratamento cirúrgico do trauma. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2003.
51
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Clínica Médica I:
Bibliografia Básica
HARRISON, T.R. Harrison Medicina Interna. 16 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LYNN, S.; BICKLEY, R. Propedêutica Médica Bates. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
LOPEZ, M.L.; Semiologia Médica. 4 ed. São Paulo: Revinter, 1999.
PORTO, C.C; Semiologia Médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
RAMOS, JR.; Semiotecnica da Observação Clínica. 9 ed. São Paulo: Sarvier, 1998.
AZULAY, R.D. Dermatologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SAMPAIO, S.A.P; RIVITTI, E.A. Dermatologia. 3 ed. São Paulo: Artes Médicas, 2007.
Clínica Medica II:
Bibliografia Básica
BRAUNWAULD, R. et al. Heart Disease. 7ª ed. Philadelphia, EUA: Saunders, 2005.
FORTUNA, P. Pós-Operatório Imediato em Cirúrgia Cardíaca. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2002.
MERRITT, H.H.; Tratado de Neurologia. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
GREENBERG, M.S. Manual de neurocirurgia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
Bibliografia Complementar
COUTO A.A., et al. Semiologia Cardiovascular. Rio de Janeiro, Brasil: Atheneu, 2001.
RAMIRES, J.A.; OLIVEIRA S.A. Tranchesi Eletrocardiograma Normal e Patólogico. São Paulo, Brasil: Roca,
2001.
LIBERMAN, A.; FREITAS, E.V.; SAVIOLI, F.; TADDEI, C.F.G. Cardiologia Geriátrica. São Paulo, Brasil: Manole,
2005.
NOBRE, F.; SERRANO, C. V. Tratado de Cardiologia da Socesp. São Paulo, Brasil: Manole, 2006.
BATLOUNI, M; RAMIRES, J. A. F. Farmacologia Cardiovascular. Rio de Janeiro, Brasil: Atheneu, 1999.
CIVETTA, J.; TAYLOR, R.; KIRBY, R. Tratado de Terapia Intensiva. São Paulo, Brasil: Manole, 1992.
FERREIRA J.R,; BARBOSA H.; AMÂNCIO A. Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 2ª ed.: São Paulo, Brasil:
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GALUCCI, C. Traumatismo Torácicos. São Paulo, Brasil: Panamed, 1982.
JORGE FILHO, I. Cirurgia Geral: Pré e Pós-Operatório. São Paulo, Brasil: Atheneu, 1995.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
MARQUES, E. Tórax Agudo. São Paulo, Brasil: Sarvier, 1992.
NESRALLA I. Tratamento Cirúrgico das Cardiopatias. São Paulo, Brasil: Byk Procienx, 1982.
KIRKLIN J.W.; BARRAT-BOYES, B.G. Cardiac Surgery. New York, Brasil: Willey & Sons, 1986.
SIBBALD, W.J. Compêndio de Terapia Intensiva. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Revinter, 1990.
ZERBINI, E.J. Clínica Cirúrgica Alípio Correa Netto. 4ª ed, V. 1, São Paulo, Brasil: Sarvier, 1988.
GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
SNELL, R. Neuroanatomia clinica para estudantes de medicina. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
Clínica Medica III:
Bibliografia Básica
VERRASTRO, T.; et al. Hematologia e Hemoterapia: Fundamentos de morfologia, Fisiologia, Patologia e
Clínica. 2ª ed. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2005.
CARLOS, M.R.; et al. Nefrologia. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara koogan, 1996.
CORREA DA SILVA, L.C. Condutas em Pneumologia. Rio De Janeiro, Brasil: Revinter, 2001.
Bibliografia Complementar
BARROS, E.; et al. Nefrologia. 2ª ed., Porto Alegre, Brasil: Artmed, 1999.
Lorenzi, T. F.; et al. Manual de Hematologia: Propedêutica e Clínica. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Medsi Médica e Científica Ltda, 2003.
Zago, M.A.; et al. Hematologia: Fundamentos e Prática. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2004.
BETHLEN, N. Pneumologia 4ª ed. São Paulo, Brasil: Atheneu, 1997.
PALOMBINI, B. Doenças das Vias Aéreas: Visão Clínica Integradora. Rio de Janeiro, Brasil: Revinter, 2002.
TARANTINO, A.B. Doenças Pulmonares. 6ª ed. Rio de Janeiro, Brasil. Guanabara koogan, 2007.
DA SILVEIRA, I. C. O Pulmão na Prática Médica. 3ª ed. São Paulo, Brasil: EPUB, 2000.
EGAN, S. Fundamentos da Terapia Respiratória de Egan. 7ª ed. São Paulo, Brasil: Manole, 2000.
NERY, L.E; et al. Guia de Pneumologia. São Paulo, Brasil: Manole, 2006.
ZAMBONI, M. Pneumologia: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2007.
Clinica Medica IV:
Bibliografia Básica
53
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
AZULAY, R.D.; AZULAY, D.R. Dermatologia. 4ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 2006
BENNET, J.C.; PLUM, F.C. Tratado de Medicina Interna. 22ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan,
2005.
CECIL, R.F. Tratado de Medicina Interna. 21ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 2001
VILAR, L. Endocrinologia Clínica. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 2006.
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de Infectologia. 2ª ed. Sao Paulo, Brasil: Atheneu, 2004.
Stephen Hauser; TEPHEN HAUSER; DAN LONGO; EUGENE BRAUNWALD; J. LARRY JAMESON; ANTHONY
FAUCI E DENNIS KASPER - MEDICINA INTERNA DE HARRISON - 2 VOLUMES - 18ª EDIÇÃO. Editora Artmed.
2013
Bibliografia Complementar
SAMPAIO, S.A.P.; RIVITI, E. A. Dermatologia Básica. 3ª ed. São Paulo, Brasil: Artes Médicas, 2000.
LEVER, W.F., LEVER, G.S. Lever's Histopathology of the Skin. 8ª ed. Philadelphia, EUA: Lippincott-Raven,
1997.
CUZZI, T.M.; MACEIRA, J.M. Dermatopatologia: Bases para o diagnóstico morfológico. São Paulo, Brasil:
2001
SETIAN, N. Endocrinologia Pediátrica: Aspectos físicos e Metabólicas do recém nascido ao adolescente.
2ª. ed. São Paulo, Brasil: Sarvier, 2002.
WILSON, J.D.; FOSTER, D.W. Tratado de Endocrinologia. 7ª ed. São Paulo, Brasil: Manole, 1988.
SCHECHTER, M.; MARANGONI, D.V. Doencas Infecciosas: Conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio
de JaneirO, BRASIL: GUANABARA KOOGAN, 1998.
WALTER, A.; AVILA, S.L.M. Diagnóstico Laboratorial: Avaliação de métodos de diagnostico das principais
doenças infecciosas eparasitárias e auto-imunes. 2ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 2001.
KASPER, D.L. Principles of internal medicine. 16ª ed. New York, EUA: McGraw-Hill, 2004.
WILSON, J.D.; et al. Medicina Interna. 14ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 1998.
YOSHINARI, N.H.; BONFÁ, E.S.D. Reumatologia para o Clínico. São Paulo, Brasil: Rocca, 2000.
MOREIRA, C.; CARVALHO, A.M.P. Reumatologia: Diagnóstico e Tratamento. 2ª ed. Rio de Janeiro, Brasil:
Medsi, 2001.
DANI, R. Gastroenterologia Essencial. 2ª ed. Belo Horizonte, Brasil: Guanabara Koogan, 2001.
MINCIS, M. Gastroenterologia e Hepatologia: Diagnóstico e Tratamento. 3ª ed. São Paulo, Brasil: Lemos,
54
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
1997.
DOOLEY, J.; SHERLOCK, S. Doenças do Fígado e do Sistema Biliar. 11ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara
Koogan S.A., 2004.
Sleisenger, M.H.; Fordtran, J.S.G. Gastrointestinal and Liver Disease: Pathophysiology, diagnosis,
managment. 7ª ed. São Paulo, Brasil: Saunders, 2002.
Estágio Supervisionado Eletivo:
Semelhante ao Estágio Supervisionado que o aluno escolher
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica I:
Bibliografia das disciplinas Clínica Cirúrgica I, Clínica Cirúrgica II, Clínica Cirúrgica III, Clínica Cirúrgica IV
Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica II:
Bibliografia das disciplinas Clínica Cirúrgica I, Clínica Cirúrgica II, Clínica Cirúrgica III, Clínica Cirúrgica IV
Estágio Supervisionado em Clínica Médica:
Bibliografia das disciplinas Clínica Médica I, Clínica Médica II, Clínica Médica III, Clínica Médica IV
Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia:
Bibliografia das disciplinas Saúde da Família III, Ginecologia e Obstetrícia I e Ginecologia e Obstetrícia II
Estágio Supervisionado em Pediatria I:
Bibliografia das disciplinas Saúde da Família II, Pediatria I e Pediatria II
Estágio Supervisionado em Pediatria II:
Bibliografia das disciplinas Saúde da Família II, Pediatria I e Pediatria II
Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva:
Bibliografia das disciplinas Saúde da Comunidade I, Saúde da Comunidade II, Saúde da Família I, Saúde da
Família II, Saúde da Família III, Saúde da Família IV e Saúde da Família V
Farmacologia Humana I:
Bibliografia Básica
HANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia/ 4a Ed. Rio de Janeiro; Editora Guanabara Koogan,
2001.
KATSUNG, BERTRAM G. Farmacologia Básica & Clínica. 8a Ed. Rio de Janeiro; Editora Guanabara Koogan,
2003.
GOODMAN & GILMAN. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 12ª Ed. Rio de Janeiro; Editora
55
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Guanabara Koogan. 2012
GOLAN, David E., Armen H. Tashiian Jr. Princípios de Farmacologia. A Base Fisiopatológica da
Farmacoterapia. Ehrin Armstrong, April Armstrong. Guanabara Koogan, 3ª edição, 2009
SILVA, PENILDON. Farmacologia 6a Ed. Rio de Janeiro; Editora Guanabara Koogan, 2002.
Tavares, W. e col. Antibióticos e Quimioterápicos para o uso clínico. Editora Atheneu, 2ª edição, 2009.
Farmacologia Humana II:
Bibliografia Básica
HANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
KATSUNG, BERTRAM G. Farmacologia Básica & Clínica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
SILVA, PENILDON. Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
GOODMAN & GILMAN. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 10ª Ed. Rio de Janeiro; Editora
Guanabara Koogan. 2003.
Fisiopatologia Humana I:
Bibliografia Básica
BERNE, R.M. et al. Fisiologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
BOGLIOLO, L. Patologia geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
DOUGLAS, C.R. Fisiologia aplicada à nutrição. São Paulo: Metha, 2006.
GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 12 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
ROBBINS, S.L.; COTRAN, R.S. Patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
KOEPPEN, Bruce M. STANTON, Bruce A. Fisiologia. 6.ed. Elsevier, 2009.
SILVERTHORN. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 5.ed. Artmed, 2010.
CUKIER, C.; MAGNONI, D.; ALVAREZ, T. Nutrição baseada na fisiologia dos orgãos e sistemas. São Paulo:
Sarvier, 2005.
Fisiopatologia Humana II:
Bibliografia Básica
56
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
BERNE, R.M. et al. Fisiologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
COTRAN, R.S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins: patologia estrutural e funcional. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
CUKIER, C.; MAGNONI, D.; ALVAREZ, T. Nutrição baseada na fisiologia dos orgãos e sistemas. São Paulo:
Sarvier, 2005.
DOUGLAS, C.R. Fisiologia aplicada à nutrição. São Paulo: Metha, 2006.
GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de fisiologia médica. 11 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
MONTENEGRO, M.R.; FRANCO, M. Patologia. São Paulo: Atheneu, 2006.
PORTH, C.; KUNERT, M.P. Fisiopatologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
Ginecologia e Obstetrícia I:
Bibliografia Básica
FREITAS, F.; et al. Rotinas em ginecologia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FREITAS, F.et al. Rotinas em obstetrícia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
NEME, B. Obstetrícia básica. 3 ed. São Paulo: Sarvier, 2005.
REZENDE, J. Obstetrícia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BENZECRY, R.; OLIVEIRA, H.C.; LEMGRUBER, I. Tratado de obstetrícia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
WILLIAMS, J.W.. Manual de obstetrícia de Williams. 21 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Ginecologia e Obstetrícia II
Bibliografia Básica
BENZECRY, R.; OLIVEIRA, H.C.; LEMGRUBER, I. Tratado de obstetrícia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
FREITAS, F.; et al. Rotinas em ginecologia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FREITAS, F.et al. Rotinas em obstetrícia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
PINOTTI, J.A.; FONSECA, A.M.; BAGNOLI, V.R. Tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
REZENDE, J.; MONTENEGRO, C.A.B.. Obstetrícia fundamental. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
Habilidades Básicas em Medicina:
57
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Bibliografia Básica
ATKINSON, L.D., MURRAY, M.E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de políticas de Saúde, Coordenação Nacional DST e AIDS. Manual
de Condutas - Exposição Ocupacional a Material Biológico: Hepatite e HIV. Brasília: Ministério da Saúde,
2000.
CABRAL, I.E. (revisão técnica) - Administração de Medicamentos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso,
2002.
COSTA, A. de O. Esterilização e desinfecção: fundamentos básicos, processos e controles. 2 ed. São Paulo:
Cortez, 1993.
HESS, C.T. Tratamento de feridas e úlceras. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002.
MAYOR, E.R.C., MENDES, E. M. T., OLIVEIRA, K. R. Manual de procedimentos e assistência de
enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1999.
Bibliografia Complementar
ASPERHEIM, M.K. Farmacologia para a enfermagem. 7 ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
BRASIL. Ministério da Saúde, Secretaria de políticas de Saúde, Coordenação Nacional DST e AIDS. Controle
de infecções e a prática odontológica em tempos de aids: manual de condutas. Brasília: Ministério da
Saúde, 2000.
MUSSI, N.M. et al. Técnicas fundamentais de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 1995.
NERY, M.E.S., VANZIN, A.S. Enfermagem em saúde pública: Fundamentação para o exercício do
enfermeiro na comunidade. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1998.
POHL, F.F.; PETROIANU, A. Tubos, sondas e drenos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
SMELTZER, S.C., BARE, B.G. Brunner & Suddart, Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. Rio de
janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SMITH-TEMPLE, J. Guia para procedimentos de Enfermagem. 3 ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
SKELLEY, E.G. Medicação e matemática para a enfermagem. São Paulo: EPU, 1997.
STIER, C.J.N. et al. Rotinas em controle de infecção hospitalar. Curitiba: Netsul, 1995.
VEIGA, D.A., CROSSETI, M.G.O. Manual de técnicas de enfermagem. 8 ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto,
1998.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Medicina Legal:
Bibliografia Básica
CROCE, D.; CROCE JUNIOR, D. Manual de medicina legal. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
ECA, A.J. Roteiro de medicina legal. Rio de Janeiro: Forense, 2003.
FRANCA, G.V. Medicina legal. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
ALENCASTRO, H.R. Pericia medica judicial. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GOMES, H. Medicina legal. 33 ed. Rio de Janeiro: F. Bastos, 2004.
Pediatria I:
Bibliografia Básica
Lopez, F. A. campos Júnior, Dioclésio. Tratado de Pediatria. Manole. 2007.
Behrman, R.E.; Kliegman, R.M.; Auvim, A.M. Nelson Tratado de Pediatria. Guanabara Koogan. 19a ed.
2013;
Sucupira, A.C.S.L. Et Al. Pediatria Em Consultório. Savier, 4ª Ed. São Paulo, 2006.
Marcondes, E. - Pediatria Básica - 9ª Ed. - São Paulo: Savier, 2003;
Morais, Mauro Batista et al. Guia de Pediatria. Manole. 2005.
Bibliografia Complementar:
Souza, Ronald. Manual de Adolescência. Sociedade Brasileira de Pediatria. 1990.
Strange, Gary R. Curso de Emergência Pediátrica. Goonabara Koogan. 2001.
Rugolo, Ligia M. S. Manual de Neonatologia. Revinter. 2000.
Isler et al. Pediatria na Atenção Primária. Sarvier.2002.
Pediatria II:
Bibliografia Básica:
LOPEZ, F. A. campos Júnior, Dioclésio. Tratado de Pediatria. Manole. 2007.
BEHRMAN, R.E.; Kliegman, R.M.; Auvim, A.M. Nelson Tratado de Pediatria. Guanabara Koogan. 19a ed.
2013;
SUCUPIRA, A.C.S.L. Et Al. Pediatria Em Consultório. Savier, 4ª Ed. São Paulo, 2006.
MARCONDES, E. - Pediatria Básica - 9ª Ed. - São Paulo: Savier, 2003;
Bibliografia Complementar:
MORAIS, M.B.; et al. Guia de Pediatria. Manole. 2005.
59
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
SOUZA, R. Manual de Adolescência. Sociedade Brasileira de Pediatria. 1990.
STRANGE, G.R. Curso de Emergência Pediátrica. Goonabara Koogan. 2001.
RUGOLO, L.M. S. Manual de Neonatologia. Revinter. 2000.
Isler et al. Pediatria na Atenção Primária. Sarvier.2002.
Saúde da Comunidade I:
Bibliografia Básica
D’ANDREA, F. Desenvolvimento da Personalidade. 17 ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2006.
MIRANDA-SA JR., L.S. Compêndio de psicopatologia e semiologia psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed,
2001.
ROCHA, A.A.; CESAR, C.L.G. Saúde pública - Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008
VASCONCELOS, E.M. Educação popular e a atenção à saúde da família. São Paulo: Metha, 2006.
Bibliografia Complementar
FLETCHER, R.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clinica. elementos essenciais. 4 ed. Porto Alegre: Artmed,
2007.
HELMAN, C.G. Cultura, saúde e doença. São Paulo: Metha, 2003.
LAURENTI, R. et al. Estatísticas de saúde. 2 ed. São Paulo: EPU, 2005.
MEDRONHO, R.A.; CARVALHO, D.M. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
NEGRI, B.; FARIA, R.; VIANA, A.L.A. Recursos humanos em saude. politica, desenvolvimento e mercado de
trabalho. Campinas: Unicamp, 2002.
PAIM, J.S.; ALMEIDA FILHO, N. A crise da saúde pública e a utopia da saúde coletiva. Salvador: Casa da
Qualidade, 2000.
Saúde da Comunidade II:
60
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Bibliografia Básica
D’ANDREA, F. Desenvolvimento da Personalidade. 17 ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2006.
MIRANDA-SA JR., L.S. Compêndio de psicopatologia e semiologia psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed,
2001.
ROCHA, A.A.; CESAR, C.L.G. Saúde pública - Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008
VASCONCELOS, E.M. Educação popular e a atenção à saúde da família. São Paulo: Metha, 2006.
Bibliografia Complementar
FLETCHER, R.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clinica. elementos essenciais. 4 ed. Porto Alegre: Artmed,
2007.
HELMAN, C.G. Cultura, saúde e doença. São Paulo: Metha, 2003.
LAURENTI, R. et al. Estatísticas de saúde. 2 ed. São Paulo: EPU, 2005.
MEDRONHO, R.A.; CARVALHO, D.M. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
NEGRI, B.; FARIA, R.; VIANA, A.L.A. Recursos humanos em saude. politica, desenvolvimento e mercado de
trabalho. Campinas: Unicamp, 2002.
PAIM, J.S.; ALMEIDA FILHO, N. A crise da saúde pública e a utopia da saúde coletiva. Salvador: Casa da
Qualidade, 2000.
Saúde da Família I:
Bibliografia Básica
CARLAT, D.J. Entrevista Psiquiátrica. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
MELEIRO, A.M.A. S. O médico como paciente. São Paulo: Lemos, 1999.
Paim, I. Tratado clínico de psiquiatria: 3°edição. EPU, 2006.
QUEVEDO, J.; Schmitt, R.; Kapczinski, F. e cols. Emergências Psiquiátricas: 2° edição. Artmed, 2007.
61
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
GABBARD, G.O. Psiquiatria Psicodinâmica na Prática Clínica: 4°edição. Artmed, 2006.
TASMAN, A.; Kay, J. Psiquiatria: Ciência Comportamental e Fundamentos Clínicos. Manole, 2002.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa – Cadernos de Atenção Básica. nº 19. Brasília, Ministério da
Saúde, 2006.
Bibliografia Complementar
BARLOW, D.H. Transtornos Psicológicos. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BECK, Aaron T., FREEMAN, A., DAVIS, D. et al. Terapia cognitiva dos transtornos de personalidade. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
BECK, Judith S. Terapia cognitiva para desafios clínicos: o que fazer quando o básico não funciona. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
BERGERET, J. et al. Psicopatologia: Teoria e Clínica, 9ª ed.,Porto Alegre: Artmed,2006.
CAIXETA, M. Psiquiatria Clínica. São Paulo: Lemos, 2004.
DANDREA, F. F. Desenvolvimento da personalidade. São Paulo: Ed. Bertrand Brasil, 2000;
Saúde da Família II (criança e adolescente):
Bibliografia Básica
PORTO, C.C. Semiologia Médica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
LYNN, S.; BICKLEY, R. Propedêutica Médica Bates. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
LOPEZ, M.L. Semiologia Médica. 4 ed. São Paulo: Revinter, 1999.
RAMOS JR. Semiotécnica da Observação Clínica. 9 ed. São Paulo: Sarvier, 1998.
HARRISON, T.R. Harrison Medicina Interna. 16 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LOPEZ, F.A.; Campos Júnior, D. Tratado de Pediatria – Sociedade Brasileira de Pediatria. Barueri: Manole,
2007.
Saúde da Família III (saúde da Mulher):
Bibliografia Básica:
Melo, V.H,; Pires do Rio, S,M. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.
Assistência Pré-natal. Projeto Diretrizes. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
11/06/2006
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle
dos Canceres do Colo do Útero e da Mama – Cadernos de Atenção Básica. nº 13. Brasília, Ministério da
Saúde, 2006.
BRASIL. Assistência pré-natal: Manual técnico. Janine Schimer et al. 3a edição. Brasília, 2000.
BRASIL. Ministério da Saúde. Pré-natal e puerpério: assistência humanizada a mulher. Ministério da
Saúde. Brasília, 2002.
Bibliografia Complementar:
BENZECRY, R.; OLIVEIRA, H.C.; LEMGRUBER, I. Tratado de obstetrícia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
FREITAS, F.; et al. Rotinas em ginecologia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FREITAS, F.et al. Rotinas em obstetrícia. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
PINOTTI, J.A.; FONSECA, A.M.; BAGNOLI, V.R. Tratado de ginecologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
REZENDE, J.; MONTENEGRO, C.A.B.. Obstetrícia fundamental. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
Saúde da Família IV (saúde do adulto):
Bibliografia Básica:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Obesidade – Cadernos de Atenção Básica. nº 12. Brasília, Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual
Técnico para o Controle da Tuberculose – Cadernos de Atenção Básica. nº 148. Brasília, Ministério da
Saúde, 2002.
COSTA, E. A.; CARBONE, M.H. Saúde da Família-Uma Abordagem Interdiciplinar. Ed. Rúbio, 2004.
DUNCAN, B.B. Medicina Ambulatorial: Condutas de Atenção Primária Baseada em Evidências. 3 ed. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
LUNA, R.L.; Saibra, A. Medicina da Família. Saúde do Adulto e do Idoso. Guanabara Kogan, 2006.
Bibliografia Complementar:
BRAUNWAULD, E. et al. Heart Disease. 7 ed. Philadelphia Saunders, 2005.
63
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
LIBERMAN, A. et al. Cardiologia Geriátrica. 1 ed. Manole, 2005
HARRISON T.R. Harrison Medicina Interna. 16 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
CECIL C.R.L. Tratado de medicina interna. 22 ed. Elsevier. 2005.
BETHLEN, N.; Pneumologia. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 1997.
SILVA, L.C.C. Condutas em pneumologia. 1 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
NERY, L.E. Pneumologia. 1 ed. Barueri: Manole, 2006.
BENNET, J.C.; PLUM, F. Tratado de Medicina Interna. 22ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan,
2005.
WILSON, J.D., et al. Medicina Interna. 14ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 1998.
YOSHINARI, N.H.; BONFÁ, E.S.D. Reumatologia para o Clínico. 1ª ed. São Paulo, Brasil: Rocca, 2000.
MOREIRA, C,; CARVALHO, A.M.P. Reumatologia: Diagnóstico e Tratamento. 2ª ed. São Paulo, Brasil:
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Willians e Wilkins, 2006.
FORONES N.M., et al. Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar de Oncologia - UNIFESP/EPM. São
Paulo, Brasil: Manole, 2005.
FERREIRA, C.G.; ROCHA, J.C. Oncologia Molecular. São Paulo, Brasil: Atheneu, 2004.
ROCHA, S.; ROBERTO, P. Cirurgia Ambulatorial. 3ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan, 1999.
Du VIVIER, A.. Atlas de Dermatologia Clínica. 2ª ed. São Paulo, Brasil: Manoele, 1995.
Saúde da Família V
Bibliografia Básica:
BERGERET, J.; et al. Psicopatologia: Teoria e Clínica. 9ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BOTEGA, N.J; et al. Prática psiquiátrica no hospital geral: interconsulta e emergência. 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
CORDÁS, T.A.; MORENO, R.A. Condutas em Psiquiatria. 3ª ed., São Paulo:Lemos Ed., 1999.
Ministério da Saúde do Brasil. Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador. RENAST, SUS,
Ministério da Saúde, 2006.
Bibliografia Complemntar
CAIXETA, M. Psiquiatria Clínica. São Paulo: Lemos, 2004.
CARLAT, D.J. Entrevista Psiquiátrica. 2ªed., Porto Alegre: Artmed, 2007.
LOUZÃ Neto,M.R.; et al. Psiquiatria Básica. 2ª ed.Porto Alegre:Artmed,2007.
MATTHEWS, E. Mente: conceitos chaves em filosofia. São Paulo: Artmed, 2007.
TABORDA, J.G.V.; et al. Psiquiatria forense. Porto Alegre: Artmed, 2004.
Ministério do Trabalho. Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho. Legislação de segurança e saúde no
trabalho. Brasília: SSST, 1999.
SALIBA T.M.; SALIBA S.C. R. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. Sao
Paulo: LTr, 2002.
Tecidos I:
Bibliografia Básica
AARESTRUP. Histologia Essencial. Guanabara-Koogan, 2012.
BERG, J.M. et al. Bioquímica. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 2004.
BOGLIOLO, L. Patologia geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
CHAMPE, P.C et al. Bioquímica ilustrada. 3ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
JUNQUEIRA L.C. Histologia Básica, 12ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2013.
KUMAR, V.; COLLINS, T. & FAUSTO, N. Robbins e Cotran Bases Patológicas das Doenças. 7 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
65
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
MONTENEGRO, M.R.; Franco, M - Patologia Processo Gerais - 4ª edição. São Paulo: Atheneu, 1999.
OVALLE. Netter: Bases de Histologia. Elsevier, 2008.
Bibliografia Complementar
EDWARD, C.E. Introdução à Bioquímica. 4ª. São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
LEHNINGER, A. et al. Princípios de bioquímica. 4ª. DIST. DO BEM, 2006
MARZZOCO, A. et al. Bioquímica básica. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
VOET, D. Bioquímica. 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
ROSS, M. Histologia (Texto e Atlas), 2ª ed. Editora Panamericana, SP, 1993.
DI FIORE. Atlas de Histologia, 7ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2000.
ZHANG, SHU-XIN. Atlas de Histologia, 1ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2001.
BERMAN, I. Atlas colorido de Histologia Básica, 2ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2000.
Tecidos II:
Bibliografia Básica
CHAMPE, P.C et al. Bioquímica ilustrada. 3ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BERG, J.M. et al. Bioquímica. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 2004.
JUNQUEIRA L.C. Histologia Básica, 10ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2004.
KUMAR, V.; COLLINS, T. & FAUSTO, N. Robbins e Cotran Bases Patológicas das Doenças. 7 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
MONTENEGRO, M.R.; Franco, M - Patologia Processo Gerais - 4ª edição. São Paulo: Atheneu, 1999.
BOGLIOLO, L. Patologia geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
66
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Bibliografia Complementar
EDWARD, C.E. Introdução à Bioquímica. 4ª. São Paulo: Edgard Blücher, 1980.
LEHNINGER, A. et al. Princípios de bioquímica. 4ª. DIST. DO BEM, 2006
MARZZOCO, A. et al. Bioquímica básica. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
VOET, D. Bioquímica. 3ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
ROSS, M. Histologia (Texto e Atlas), 2ª ed. Editora Panamericana, SP, 1993.
DI FIORE. Atlas de Histologia, 7ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2000.
ZHANG, SHU-XIN. Atlas de Histologia, 1ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2001.
BERMAN, I. Atlas colorido de Histologia Básica, 2ª ed. Editora Guanabara Koogan, RJ, 2000.
11.2- DISCIPLINAS COMUNS À ÁREA
A Formação do Ser Humano Biológico I:
Bibliografia Básica
GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
MOORE, K. L., PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
SADLER, T.W. Langman´s Embriologia Médica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
THOMPSON, J.S.; THOMPSON, M. Thompson & Thompson, genética medica. 6 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
Bibliografia Complementar
GARCIA, S.M.L.; Garcia Fernandez, C. Embriologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
GELEHRTER, T.D.; COLLINS, F.S. Fundamentos de Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1992.
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N; Shiota, K. Atlas colorido de embriologia clinica. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
67
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
MOORE, KEITH L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
NORA, J.J.; FRASER, F.C. Genética Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
SADLER, T.W. Langman embriologia medica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Bioquímica:
Bibliografia Básica
DEVLIN, T. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 7 ed. São Paulo: Blucher, 2011.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; COX, M.M. Princípios de bioquímica. 4 ed. São Paulo: Sarvier, 2006.
MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
Bibliografia Complementar
BERG, J.M; TYMOCZKO, J.L; SBTRYER, L. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro. Guanabara-Koogan, 2008.
CHAMPE, P. Bioquímica ilustrada. 4 ed. Porto Alegre. Artmed, 2009.
RODWELL, V.W; BENDER, B.A; WEIL, P.A; KENNELY, P.J; BOTHEM, K.M; MURRAY, R.K; Bioquímica ilustrada
de Harper. 29 ed. Porto Alegre. Artmed, 2013.
VOET, D; VOET, J.G; PRATT, C.W. Fundamentos de Bioquímica. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
Células:
Bibliografia Básica
ALBERTS, B. et al. Fundamentos da Biologia Celular. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
De ROBERTIS, E.D.P; HIB, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. 4 ed. Rio de Janeiro. GuanabaraKoogan, 2008.
JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
Bibliografia Complementar
BOGLIOLO, L. Patologia geral. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
CARVALHO, H.F; RECCO-PIMENTEL, S.M. A Célula. 3 ed. São Paulo. Manole, 2013
68
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular. Uma introdução a patologia. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
KUMAR, V.; COLLINS, T. & FAUSTO, N. Robbins e Cotran Bases Patológicas das Doenças. 7 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005.
MONTENEGRO, M. R.; FRANCO, M. Patologia processos gerais. 5 ed. São Paulo:Atheneu, 2010.
LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
MITCHELL, R.N. et al. Robbins & Cotran, fundamentos de patologia. 7 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Epidemiologia:
Bibliografia Básica
FLETCHER, R.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clinica. elementos essenciais. 4 ed. Porto Alegre: Artmed,
2007.
GREENBERG R.S. clinica. 4 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2005.
ROQUAYROL, M.Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia & Saúde. 7 ed, Rio de Janeiro: MEDSI, 2013.
ROTHMAN, K.J; GREENLAND, S; LASH, T.L. Epidemiologia Moderna. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2011
MEDRONHO, R.A.; CARVALHO, D.M. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2004.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, N.; ROQUAYROL, M.Z. Introdução a epidemiologia. 3 ed, Rio de Janeiro: MEDSI, 2002.
PEREIRA, M.G. Epidemiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Inglês Instrumental:
Bibliografia Básica:
69
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
ARAÚJO, Antonia Dilamar [et al]. Caminhos para Leitura: Inglês Instrumental. Teresina: Alínea Publicações
Editora, 2002.
BOHN, Hilário [et al.] orgs. Tópicos de lingüística aplicada: o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis:
UFSC, 1988.
EVARISTO, S & AL. Inglês Instrumental - estratégias de Leitura. Teresina, PI: Halley S.A.,1996.
MURPHY, R. English Grammar in Use. C.U.P, 1999.
MIKULECKY, B.S.& JEFFREIS, L. More Reading Power. Ann Harbour: Michigan University Press, 1996.
MOITA, Lopes, L. P. Por uma lingüística aplicada indisciplinar. SP: Parábola, 2006.
SOUZA, Adriana Grade Fiori [et al.] Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo:
DISAL, 2005.
Bibliografia Complementar:
Dicionários, revistas impressas e on-line, jornais e periódicos científicos.
HEWINGS, Martin. Advanced grammar in use. Cambridge: Cambridge University Press, 2010
HUTCHINSON, Tom; WATERS, Alan. English for specific purposes: a learning-centred approach.
Cambridge: Cambridge University Press, 2001
READENCE, John E. et al. Prereading activities for content area: reading and learning. 3.ed. Newark:
International Reading Association, 2000
SAVAGE, Alice & MAYER, Patricia. Effective academic writing: Level 2 - the short essay. 2.ed. Oxford:
Oxford University Press, 2013
WIDDOWSON, H.G. O Ensino de Línguas para a Comunicação. Campinas/SP: Pontes Editores, 1991.
Metodologia Científica:
Bibliografia Básica
HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em ciencias da saúde. Roca, 2004
HULLEY, S.B. et al. Delineando a pesquisa clínica: uma Abordagem Epidemiológica. 2 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 374 p.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade.Fundamentos de Metodologia Científica
LEITE, F.H.C. et al. Normas para o trabalho de conclusão de curso. Dourados: Indústria Gráfica e Editora
70
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Ltda, 2008. 160p.
MORAES, Irany Novah; AMATO, Alexandre Campos Moraes. Metodologia da Pesquisa Científica.
VIEIRA, S.; HOSSNE, W.H. Metodologia científica para a área de saúde. 3.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2001.
192 p.
VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M.M. Introdução a metodologia do trabalho cientifico. Elaboração de trabalhos na graduação.
8 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BARROS, F. C.; VICTORA, C. G. Epidemiologia da saúde infantil: um manual para diagnósticos
comunitários. 2 ed. Säo Paulo; Hucitec-UNICEF; 1994. 177 p.
BRANDÃO, C.R. Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense, 2006.
CARVALHO, M.C.M. Construindo o saber. Metodologia científica: fundamentos e técnicas. 19 ed.
Campinas: Papirus, 2008.
CERVO, A.L.; BERVIAN, P.A.; SILVA, R. Metodologia cientifica. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
COSTA, A.F.G. Guia para elaboração de monografias, relatórios de pesquisa. 3 ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2008.
JACOBINI, M.L.P. Metodologia do trabalho acadêmico. Campinas: Alínea, 2003.
LAKATOS, E.M.; MARCONI, M.A. Fundamentos de metodologia cientifica. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MEDEIROS, J.B. Redação cientifica. a pratica de fichamento, resumos, resenhas. 10 ed. São Paulo: Atlas,
2008.
71
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho cientifico. 23 ed. Rio de Janeiro: Cortez, 2007.
11.3- DISCIPLINAS ELETIVAS
Administração de Recursos Humanos:
Bibliografia Básica
BOOG, G.; BOOG, M. Manual de gestão de pessoas e equipes. 2v. São Paulo: Editora Gente, 2002.
CARVALHO, A.V.; NASCIMENTO, L. P. Administração de recursos humanos. 2. ed. São Paulo: Pioneira
Tompson Learning, 2002.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
RIBEIRO, A.L. Gestão de pessoas. São Paulo: Saraiva, 2006.
ULRICH, D. (Org.) Recursos Humanos: novas perspectivas para os profissionais de recursos humanos. 3.
ed. São Paulo: Futura, 2000.
Bibliografia Complementar
FERNANDES, Bruno Henrique Rocha. Competências e desempenho organizacional: o que há além do
Balanced Scorecard. São Paulo: Saraiva, 2006.
GIL, A. C. Gestão de pessoas: um enfoque profissional. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
KOONTZ, H.; O'DONNELL, C. Recursos humanos: desenvolvimento de administradores. São Paulo:
Pioneira, 1988.
LUCENA, M. D. da S. Avaliação de desempenho. São Paulo: Atlas, 1995.
MARRAS, Jean Pierre. Relações trabalhistas no Brasil: administração e estratégia. São Paulo: Futura, 2001.
MATOS, F.G.; CHIAVENATO, I. Visão e ação estratégica. São Paulo: Makron Books, 1999.
MILKOVICH, G. e BORDEAU, J. W. Administração de recursos humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
WOOD, T. Jr.; FILHO, V. P. Remuneração por habilidades e por competências: preparando a organização
para a era das empresas de conhecimento intensivo. São Paulo: Atlas, 1999.
Periódicos CAPES.
Atividades Integrativas I:
Artigos selecionados a partir Periódico CAPES
Atividades Integrativas II:
Artigos selecionados a partir Periódico CAPES
72
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Atividades Integrativas III:
Artigos selecionados de acordo com os casos clínicos selecionados à partir do portal de periódicos da
CAPES
Atividades integrativas IV:
Artigos selecionados de acordo com os casos clínicos à partir do portal de periódicos da CAPES
Cardiologia:
Bibliografia Básica
BRAUNWAULD. R.et HEART DISEASE. 7ª ED. Philadelphia Saunders, 2005.
COUTO A.A., NANI.E, MESQUITA.E.T, PINHEIRO A.F, ROMÊO L.J.M, BRUNO W.
Semiologia Cardiovascular . Editora Atheneu, 2001.
RAMIRES J.A, OLIVEIRA S.A, - TRANCHESI ELETROCARDIOGRAMA
NORMAL E PATOLÓGICO; 1ª Edição. Editora Roca 2001.
LIBERMAN A, FREITAS E.V, SAVIOLI F, TADDEI C. F.G, - CARDIOLOGIA
GERIATRICA ; 1ª edição. Editora Manole. 2005
NOBRE F, SERRANO C. V, - TRATADO DE CARDIOLOGIA DA SOCESP, 1ª Edição. Editora Manole. 2006.
BATLOUNI M, RAMIRES J. A. F, - FARMACOLOGIA CARDIOVASCULAR, 1ª Edição. Editora Atheneu - 1999
ARAUJO S.; TERZI R.- Técnicas Básicas em UTI. Manole,São Paulo, 1992.
CIVETTA J.; TAYLOR R.; KIRBY R. – Tratado de Terapia Intensiva. Vs. 1,2,3, Manole, São Paulo, 1992.
FERREIRA J.R,; BARBOSA H.; AMÂNCIO A. – Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 2ª ed, Atheneu, São
Paulo, 1964.
FORTUNA PRADO- Pós-Operatório Imediato em Cirúrgia Cardíaca; 01ª ed, Atheneu, SãoPaulo, 2002.
GALUCCI C. – Traumatismo torácicos, Panamed, São Paulo, 1982.
JORGE FILHO, ISAC – Cirurgia Geral: Pré e Pós-Operatório; Atheneu; São Paulo; 1.995.
MARQUES E. – Tórax Agudo. Sarvier, São Paulo, 1992.
NESRALLA I.- Tratamento Cirúrgico das Cardiopatias. Byk Procienx, São Paulo, 1982.
Dermatologia:
Azulay, RD.&Azulay, DR. Dermatologia. 2 ed. Rio de Janeiro.Editora Guanabara Koogan, 4°ed.2006.
Sampaio & Riviti. Dermatologia Básica. 3ª ed. Saõ Paulo.Editora Artes Médicas, 2000.
73
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Lippincott-Raven, Lever’s Histopathology of the Skin, 1997.
MAYA, Tullia Cuzzi; MACEIRA, Juan Pinheiro. Dermatopatologia. Bases para o Diagnóstico Morfológico,
Editora Roca, 2001.
Vieira, Maria Ines; Lyon, Sandra; Petroianu, Andy. Manual de Dermatologia Clínica e Cirúrgica –
Diagnóstico e Tratamento. Edição: 1 / 2013
Diagnóstico por Imagem:
Bibliografia Básica:
Haaga, JR – Computed Tomography and Magnetic Resonance Imaging of Whole Body, 40edição – Mosby
Machado, A – Neuroanatomia functional – Ateneu
Paul e Juhl – Interpretação radiológica, 60 edição – Guanabara Koogan, 2000
Prando, A e Moreira, F- Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem – Elselvier, 2007
Sutton, D- Radiologia e Imagenologia- Manole 2002
Bibliografia Complementar
Brant, Willian E & Ahelms, C – Fundamental of Diagnostic Radiology, 30 edição - Tecmedd, 2007
Fleckenstein, P – Anatomy in Diagnostic Imaging - WB Saunders.
Doenças Auto-imune Sistêmicas:
Bibliografia básica
CECIL C.R.L. Tratado de medicina interna. 22 ed. Elsevier. 2005.
YOSHINARI, N.H.; BONFÁ, E.S.D. Reumatologia para o Clínico. 1ª ed. São Paulo, Brasil: Rocca, 2000.
MOREIRA, C,; CARVALHO, A.M.P. Reumatologia: Diagnóstico e Tratamento. 2ª ed. São Paulo, Brasil:
Medsi, 2001.
Bibliografia complementar
HARRISON T.R. Harrison Medicina Interna. 16 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SATO, E. I. Reumatologia. Barueri: Manole. 2004.
74
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Doenças Infecciosas Negligenciadas, Emergentes e Reemergentes:
Bibliografia básica
MANDELL B.D. Principles and Practice of Infectious Diseases. 6 ed., 2004
COOK G., ZULMA A.I. Manson’s Tropical Diseases, 21 ed., 2002
COX W., BENZ F. Oxford Textbook of Medicine, 4 ed., 2003
VERONESI, R.; FOCACCIA, R. Tratado de infectologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
Bibliografia Complementar
CECIL C.R.L. Tratado de medicina interna. 22 ed. Elsevier. 2005.
SCHECHTER, M.; MARANGONI, D.V. Doencas Infecciosas: Conduta diagnóstica e terapêutica. 2ª ed. Rio
de Janeiro, BRASIL: GUANABARA KOOGAN, 1998.
Endocrinologia:
Bibliografia Básica
Vilar, Lúcio. Endocrinologia clinica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006
Nuvarte Setian. Endocrinologia Pediátrica, Sarvier. Edição atualizada.
Williams, Tratado de Endocrinologia, Editora Monole LTDA, edição atualizada.
DeGroot, Endocrinology, Editora Médica Panamericana, edição atualizada Kasper, D.Jameson, J. Hauser.
Harrisons Principles of Internal Medicine. Mc Graw Hill, 2006.
Greenspan, F.S.; GARDNER, D.G. Endocrinologia Básica e Clínica. 7ed. Mc Graw Hill. 2006.
Vitor Coronha, Andy Petroianu, Tratado de Endocrinologia e cirurgia endócrina, Guanabara Koogan, 2001.
Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Eugene Braunwald; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson.
Medicina Interna Harrison; Parte XIV – Endocrinologia e metabolismo . 16ª. edição. Mc Grow –Hill.
Estágio Supervisionado Complementar I:
1) THAUSAND, C.M.; BEAUCHAMP, R.D.; EVERS, B.M. Sabiston: Tratado de Cirurgia 2 vols. Com CD.
170 Ed. Elsevier, 2007
2) GOLDMAN, L.; BENNET, J.C. Eds. Cecil Textbook of Internal Medicine. 210edição. Philadelphia,
W.B.Saunders, 2000.
3) FAUCI, A.S.; BRAUNWALD, E.; ISSELBACHER, K.J. EDS. HARRISSON’S PRINCIPLES OF INTERNAL
MEDICINE. 140 Edição. New York; Macgraw-Hill, 1998.
4) LOPES, A.C.; AMATO NETO, V. Tratado de Clínica Médica. Rocca, 2006
5) FREITAS, F.; COSTA, S.H.M.; RAMOS, J.G.; MAGALHÃES, J.A. Rotinas em Obstetrícia. Quinta edição.
75
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Artmed, 2005.
6) MENKE, C.H.; FREITAS, F.; RIVOIRE, W. Rotinas em Ginecologia. Quarta edição. Artmed, 2001.
7) MARCONDES, E. Pediatria Básica. 90 edição. São Paulo. Savier, 2003.
8) BERHMAN, R.; KLEIGMAN, R.M.; JENSON, H.B. Nelson Tratado de Pediatria. 160 edição. Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
1) GOODMAN & GILLMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 110 edição. MacGraw-Hill,
2007
2) CORREA, L.; REGIANE, C.; LUQUE, A.L.F. Assistência à Saúde da criança. Atenção primária: do
nascimento aos 2 anos de idade. Primeira edição. Editora Érica, 2006.
3) ISSLER, H.; LEONE, C.; MARCONDES, E. Pediatria na Atenção Primária. Primeira edição. Savier,
2002.
4) SMITH, M.I.; DUNCAN, B.D.; GRULIAN, R.J. et al. Medicina Ambulatorial. Condutas de Atenção
Primária Basada em Evidência. Editora Artmed. Terceira edição, 2004.
5) JUHL, J.H.; CRUMMY, A.B.; KUHLMAN, J.E. Paul & Juhul. Interpretação Radiológica. Sétima
edição. Guanabara Koogan.
6) STRANGE, G.R. Curso de Emergância Pediátrica. Guanabara Koogan, 2001.
7) RUGOLO, L.M. S. Manual de Neonatologia. Revinter, 2000.
Estágio Supervisionado Complementar II:
9) THAUSAND, C.M.; BEAUCHAMP, R.D.; EVERS, B.M. Sabiston: Tratado de Cirurgia 2 vols. Com CD.
170 Ed. Elsevier, 2007
10) GOLDMAN, L.; BENNET, J.C. Eds. Cecil Textbook of Internal Medicine. 210edição. Philadelphia,
W.B.Saunders, 2000.
11) FAUCI, A.S.; BRAUNWALD, E.; ISSELBACHER, K.J. EDS. HARRISSON’S PRINCIPLES OF INTERNAL
MEDICINE. 140 Edição. New York; Macgraw-Hill, 1998.
12) LOPES, A.C.; AMATO NETO, V. Tratado de Clínica Médica. Rocca, 2006
13) FREITAS, F.; COSTA, S.H.M.; RAMOS, J.G.; MAGALHÃES, J.A. Rotinas em Obstetrícia. Quinta edição.
Artmed, 2005.
14) MENKE, C.H.; FREITAS, F.; RIVOIRE, W. Rotinas em Ginecologia. Quarta edição. Artmed, 2001.
15) MARCONDES, E. Pediatria Básica. 90 edição. São Paulo. Savier, 2003.
76
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
16) BERHMAN, R.; KLEIGMAN, R.M.; JENSON, H.B. Nelson Tratado de Pediatria. 160 edição. Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
8) GOODMAN & GILLMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 110 edição. MacGraw-Hill,
2007
9) CORREA, L.; REGIANE, C.; LUQUE, A.L.F. Assistência à Saúde da criança. Atenção primária: do
nascimento aos 2 anos de idade. Primeira edição. Editora Érica, 2006.
10) ISSLER, H.; LEONE, C.; MARCONDES, E. Pediatria na Atenção Primária. Primeira edição. Savier,
2002.
11) SMITH, M.I.; DUNCAN, B.D.; GRULIAN, R.J. et al. Medicina Ambulatorial. Condutas de Atenção
Primária Basada em Evidência. Editora Artmed. Terceira edição, 2004.
12) JUHL, J.H.; CRUMMY, A.B.; KUHLMAN, J.E. Paul & Juhul. Interpretação Radiológica. Sétima
edição. Guanabara Koogan.
13) STRANGE, G.R. Curso de Emergância Pediátrica. Guanabara Koogan, 2001.
RUGOLO, L.M. S. Manual de Neonatologia. Revinter, 2000.
Estudos Independentes Supervisionados I:
De acordo com a área ofertada no terceiro semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do
Curso de Medicina.
Estudos Independentes Supervisionados II:
De acordo com a área ofertada no quarto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do
Curso de Medicina.
Estudos Independentes Supervisionados III:
De acordo com a área ofertada no quinto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do
Curso de Medicina.
Estudos Independentes Supervisionados IV
De acordo com a área ofertada no sexto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do
Curso de Medicina.
Estudos Independentes Supervisionados V
De acordo com a área ofertada no sétimo semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do
Curso de Medicina.
77
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Introdução à Antropologia:
Bibliografia Básica
CUCHE, D. A noção de cultura nas ciências sociais. 2. ed. Trad. de V. Ribeiro. Bauru: Edusc, 1999.
KUPPER, A. Cultura: a visão dos antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002.
LABURTHE-TOLRA, P.; WARNIER, J.-P. Etnologia – Antropologia. Petrópolis: Vozes, 1997.
QUEIROZ, R. da S. Não vi e não gostei: o fenômeno do preconceito. 5 ed. São Paulo: Moderna, 1997.
Bibliografia Complementar
DA MATTA, R. Relativizando: uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981.
HARRIS, M. El desarrollo de la teoría antropológica. Una historia de las teorías de la cultura. 10 ed.
México: Siglo XXI, 1993.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 6 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992.
LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural dois. 4 ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1993.
ROCHA, E. P. O que é etnocentrismo. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1988.
SEEGER, A. Os índios e nós: ensaios sobre as sociedades tribais brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 1980.
Periódicos CAPES.
Medicina Baseada em Evidência:
Bibliografia básica
Atallah, Alvaro Nagib. Evidence-based medicine in Brazil. São Paulo Med. J., July 1999, vol. 117 nº4 ISSN
1516-3118
Atallah, Álvaro Negib and Castro, Aldemar Araujo Uniform requirements for manuscripts, CONSORT
statement and more informative abstracts: three fundamental papers for improving the quality of
medical publitions. São Paulo Med. J., January 1999, vol 117 n°1 ISSN 1516-3180
Atallah, Álvaro Negib. Essential clinical epidemiology in clinical education. São Paulo Med J., July 1998, vol
116 n°4 ISSN 1516-3180
Atallah, Álvaro Negib. Physical Diagnosis in the contemporary Era. São Paulo Med. J., September 1998, vol
116 n°5 ISSN 1516-3180
Atallah, Álvaro Negib. The Cochrane collaboration in the third world. São Paulo Med J., May 1998, vol 116
n°3 ISSN 1516-3180
Atallah, Álvaro Negib. The Cochrane Collaboration: shared evidence for improving decision-making in
human health. São Paulo Med. J., September 1999, vol 117 n°5. ISSN 1516-3118
78
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Castro, Aldemar Araújo, Clark Otávio Augusto Câmara and Atallah, Álvaro Negib Optmal Search strategy
for clinical trials in the Latin America and Caribean Health Science Literature Database (LILACS database):
update São Paulo Med. J., May 1999, vol. 117 n°3 ISSN 1516-3118
Guyatt, Gordon; Rennie, Drummond, M.D.; Cook, Deborah; Meade, Maurren O. Diretrizes Para Utilização
da Literatura Médica-fundamentos Para Prática Clínica da Medicina Baseada.
McGee, Steven R. / Elsevier. Evidence Based Physical Diagnosis. 3ª edição
Bickley, Lynn S. Bates Propedêutica Médica - 10ª Ed. 2010
Bensenor, Isabela M.; Martins, Milton de Arruda; Atta, José Antonio / SARVIER. Semiologia Clínica.
Edição: 1 / 2002
Porto, Celmo Celeno; Porto, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 7ª Ed. 2013
Bibliografia complementar
Fletcher Robert H, Fletcher Suzane W, Epidemiologia Clinica, Elementos Essenciais.
Guyatt Gordon, Rennie Drumond. Diretrizes para Utilização da Literatura Médica.
Sachett David L, Straus Sharon E, Richardson W Scott. Medicina Baseada em Evidências
Neurociências:
Bibliografia básica
Felten, DL, Jozefowicz,RF. Atlas de neurociência humana de Netter, ed Artmed, 2005.
Ivry,RB Gazzaniga,MS Mangun GR Neurociência cognitiva, ed Artmed 2006.
Guyton & Hall, Tratado de fisiologia médica, ed Guanabara Koogan, 11a ed
Machado,AOBM, Neuroanatomia funcional, ed Atheneu, 2005.
Bibliografia complementar
Meneses,MS, Neuroanatomia aplicada, ed Guanabara Koogan, 2006.
Kandel ER, Schwartz JH, Jessel TM, Princípios da neurociência, ed Manole, 2003.
Nutrição Clínica:
Bibliografia Básica
CUPPARI, L. Guia de nutrição clínica no adulto. São Paulo: Unifesp/EPM: Manole, 2 ed. 2005.
DUTRA-DE-OLIVEIRA, J.E. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, 2008.
MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 11ª ed. São Paulo: Editora
79
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Roca, 2005.
SHILS, Maurice E. et al. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença – Shils. São Paulo: Manole,
2009.
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral enteral e parenteral na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2001. 3 ed. V.
I e II.
Bibliografia Complementar
ANGELIS, R.C. Riscos e prevenção da obesidade - Fundamentos Fisiológicos e Nutricionais para
Tratamento. São Paulo: Atheneu, 2003.
BARBIERI, D.; PALMA, D. Gastroenterologia e Nutrição. São Paulo: Atheneu, 2001.
BUSSE, S.R. Anorexia, Bulimia e Obesidade. São Paulo: Editora Manole, 2004.
CLAUDINO, A.M.; ZANELLA, M.T. Transtornos alimentares e obesidade - UNIFESP. São Paulo: Manole,
2005.
CUNHA, L.N. Anorexia, bulimia e compulsão alimentar. São Paulo: Atheneu, 2008.
DÂMASO, A. Obesidade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
DÂMASO, A. Nutrição e exercício na prevenção de doenças. São Paulo: Medsi, 2001.
DOUGLAS. Fisiologia aplicada à nutrição. São Paulo: Editora Metha, 2006.
FERNANDES, M.H. Transtornos alimentares (Anorexia e Bulimia). São Paulo: Metha, 2006.
FERRO, H.C. Nutrição Parenteral e Enteral em UTI. São Paulo: Atheneu, 2001.
GARRIDO JR., A.B. et al. Cirurgia da obesidade. São Paulo: Editora Atheneu, 2003.
GOLDMAN, L.; BENNETT, J.C. CECIL: tratado de medicina interna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2001.
HALPERN, A.; MANCINI, M.C. Manual de obesidade para o clínico. São Paulo: Editora Metha, 2002.
KFOURI FILHO, M.; AKAMINE, D. Terapia Nutricional Parenteral. São Paulo: Atheneu, 2005.
KING, J.E. Guia da clínica Mayo sobre saúde digestiva. São Paulo: Editora Metha, 2003.
SILVA, S. M. C. S.; MURA, J.D.P. Tratado de alimentação, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Editora Roca,
2007.
Ortopedia:
Bibliografia básica
REIS, F.B. Fraturas: Técnica s recomendadas pela SBOT(Sociedade Brasileira de Ortopedia e
Traumatologia).Ed. São Paulo. Autores Associados. 2000.
80
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
SIZINIO, H.; XAVIER, R.; PARDINI JUNIOR, A.G. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Práticas. 3 ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2007.
Bibliografia complementar
REIS, F. B.; FERNANDES, H. J. Evidências em Traumatologia Ortopédica. São Paulo: EPM Editora de
Projetos Médicos, 2005.
Psicologia Social:
Bibliografia Básica
BERGER, P.L; LUCKMANN, T.A. Construção da Realidade: Tratado de sociologia do conhecimento. 21 ed.
Petrópolis: Vozes, 2002.
JACQUES, M.G. et al. Psicologia social contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2000.
SPINK, S.T.M.; SAWAIA, B.B.; FREITAS, M.F.Q.; CAMPOS, R.H.F. Psicologia social comunitária: da
solidariedade à autonomia. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
STREY, N.M Psicologia Social Contemporânea: livro-texto. Petrópolis: Vozes, 1998.
Bibliografia Complementar:
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicólogo Brasileiro. Práticas emergentes e desafios para a
formação. Casa do Psicólogo. 1994.
FARR, R. M. As raízes da psicologia social moderna. RJ: Vozes, 1996.
GOFFMAN, E. Manicômios, Presídios e Conventos. São Paulo: Perspectiva, 2001.
KRUGER, H.; RAPPAPORT, C.R. Introdução à Psicologia Social. São Paulo: EPU, 1986.
LANE, M. T. S. O que é Psicologia Social. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense. 1981.
LANE, S. O que é Psicologia Social? São Paulo: Brasiliense, 1983.
LANE, S. T. N.; CODO, W. (Org.). Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1994.
LANE, S. T. M.; SAWAIA, B.B (orgs). Novas Veredas da Psicologia Social. São Paulo: Brasiliense, 1995.
LIMA, A.E.M.; ASSUNÇÃO A.A.; FRANCISCO, D.S.M.J. “Aprisionado pelos ponteiros de um relógio: o caso
de um transtorno mental desencadeado no trabalho”. In: JACQUES, M.D.G.; CODO, W. (org.). Saúde
Mental & Trabalho: Leituras. Petrópolis: Vozes. 2002.
81
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
MALUF, M. R. Formação e atuação do Psicólogo na educação: dinâmica de transformação. IN: CONSELHO
FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicólogo Brasileiro. Práticas emergentes e desafios para a formação. Casa do
Psicólogo. São Paulo: 1994.
PROENÇA. M. SEMINÁRIO DE COORDENADORES DE CURSOS DE PSICOLOGIA - ABEP/INEP/CFP de 12 a 13
de dezembro de 2007 - Brasília DF. Formação e ação do psicólogo na educação, organização e outros
cenários: desafios e perspectivas.
RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia Social. 23 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
SAMPAIO, J. dos R. As três faces da Psicologia do Trabalho. PSIQUÊ. Revista do Departamento de
Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Letras. Ano 5. N0. 6 – Maio de 2005.
Periódicos CAPES.
Saúde Indígena:
Bibliografia Básica
BRASIL. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde,
2006.
_______. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. Manual de atenção à saúde da criança
indígena: Situação de saúde da criança indígena no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
SILVA, F.A.B. et al. Diagnóstico da situação das populações indígena no Brasil. Brasília: IPEA, 2005.
DUNCAN, B.C., Medicina Ambulatorial: Condutas de Atenção Primária Baseadas Em Evidências. 3 ed.,
ArtMed, 2004.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão
/ Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Departamento de Apoio à Descentralização. CoordenaçãoGeral de Apoio à Gestão Descentralizada. – Brasília: 76 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção à Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 60 p. – (Série
A. Normas e Manuais Técnicos) (Série Pactos pela Saúde 2006, v. 4)
Tópicos em Farmacologia:
Bibliografia Básica
Rang, H.P.; Dale, M.M.; Titter, J. M. Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
82
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Brunton, L.L., Lazo J. S., Parker K.L.. Goodman & Gilman As bases farmacológicas da terapêutica. 11a Ed.
MacGraw Hill Companies, 2007, Rio de Janeiro, RJ.
KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 9 ed., Guanabara Koogan:Rio de Janeiro, 2006.
Fuchs, FD; Wannmacher, L. Farmacologia Clínica - Fundamentos da Terapêutica Racional. 2a ed.,
Guanabara, 1998.
CASARETT,L. and DOULL, J. Toxicology: The Basic Sciences of Poisons. Eds. M.O. Amdur, J. Doull e C.D.
Klaassen. Pergamon Press, 1996.
FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L. Exercícios de Farmacologia Aplicada. 2. ed. Passo Fundo: Editora da
Universidade de Passo Fundo, 1999.
Graeff FG, Guimarães ER. Fundamentos de Psicofarmacologia, SP:Ed. Atheneu, 2000.
Bibliografia Complementar
SMITH, C.M.; REYNARD, A.M. Essentials of Pharmacology. Ed. W.B Sauders Company, 1995.
Luellmann H, Mohr K, Hein L, Bieger D. Color atlas Pharmacology. 2005 3rd edition. Georg Thieme Verlag
Seibel SD, Toscano A J. Dependência de Drogas. SP:Ed. Atheneu, 2001.
13. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Os estudantes do Curso de Graduação em Medicina serão avaliados conforme as diretrizes do
Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFGD, aprovado pela Resolução nº. 53 de 01
de Julho de 2010 do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura/CEPEC/UFGD e pelo
Regulamento do Internato do Curso de Medicina/FCS, aprovado pela resolução/CEPEC nº. 156
de 06 de setembro de 2013.
Quanto à forma de avaliação educacional do desempenho dos alunos, o curso de medicina,
segue sua organização por disciplinas. A avaliação dos estudantes dá-se de maneira
convencional, com ênfase na avaliação somativa, e em alguns casos formativa, privilegiando
conceitos. A partir do terceiro ano médico há o início de formas de avaliação de habilidades,
atitudes e competências, nos estágios voltados à prática profissional.
14. SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
83
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Serão adotados dois instrumentos além da avaliação de egressos para avaliação do curso
que poderão indicar necessidades de mudanças no Projeto Pedagógico:
I- Instrumentos:
1) Questionário de Valoração do Curso (QVC): O QVC é um instrumento de 36 itens,
adaptado do Course Valuing Inventory de NEHARI, M. e BENDER, H. (1978), mediante versão em
português e modificação da terminologia para refletir a perspectiva da vivência curricular global
e não somente de uma disciplina isolada. Estudos têm demonstrado que esse instrumento serve
como indicador da percepção do aluno sobre o valor e significado dos desfechos de aprendizado
(SOBRAL, D.T.; OLIVEIRA, P.G., 2006). Quanto mais alto o significado para os mesmos do que está
sendo ensinado, melhor será seu aprendizado. Dessa forma, este instrumento avaliará a
motivação do acadêmico do curso em sua amplitude geral e não apenas de uma disciplina
(Nehari M, Bender H. Meaningfulness of a course experience: a measure for educational
outcomes in higher education. Higher Education 1978; 7:1-11.) (Sobral, .T.; Oliveira, P. G.
Avaliação seriada versus exame vestibular: semelhanças e diferenças entre Coortes no Curso de
Medicina da Universidade de Brasília. Rev. bras. educ. med. vol.30 no.3 Rio de Janeiro Sept./Dec.
2006)
2) Teste de Progresso: esse teste seguirá os moldes do teste realizado desde o ano de
2001 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com o objetivo de
avaliar o ganho de conhecimento ao longo do tempo e que mostrou ter uma correlação positiva
com o desempenho acadêmico e com a entrada na residência no caso de cursos de Medicina.
Este teste serve, também, para avaliação de mudanças curriculares e de disciplinas específicas.
Será feita uma prova anual, organizada pela ABEM com o mesmo conteúdo para os alunos de
todos os semestres contendo 100 questões: 33 da área básica, 33 das disciplinas específicas e 34
das atividades dos estágios. Essas questões serão na forma de teste de múltipla escolha com
cinco opções.
II- Avaliação de Egressos
84
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O acompanhamento dos egressos do Curso de Medicina/FCS tem os seguintes objetivos:
1) Avaliação do Curso de Medicina;
2) Avaliar o impacto dos egressos na sociedade;
3) Avaliar a compatibilidade da formação dos profissionais com as necessidades do
mercado de trabalho.
A avaliação dos egressos do Curso de Medicina/FCS será realizada da seguinte maneira:
Será solicitado ao egresso o preenchimento de uma ficha que informe após a formatura
seu endereço e situação profissional (inserção no mercado de trabalho, aprovação em
concursos, especialização, etc).
15. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO
As atividades acadêmicas não se restringirão à aula expositiva. O projeto curricular contempla
um conjunto de meios intra e extra-sala, tais como análise de textos, experimentação, vídeos,
debates, projetos multidisciplinares, pesquisa na biblioteca e na internet, estudos de casos e
visitas a comunidades carentes e populações excluídas.
Concomitante
com
as
atividades
curriculares,
o
desenvolvimento
de
atividades
complementares é de fundamental importância para a formação do profissional que se deseja
formar. Entre os principais programas que auxiliam a interação entre ensino/pesquisa e
ensino/extensão e extensão/pesquisa estão:
1) Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC/CNPq);
2) Programa de Extensão;
3) Programa de Monitoria;
4) Programa de educação tutorial (PET);
5) Participação de eventos;
85
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6) Organização de seminários;
7) Elaboração de monografia;
8) Estágio Supervisionado;
9) Vivência profissional complementar;
10) Trabalho de Conclusão de Curso
Será oferecida monitoria nas disciplinas com carga horária prática, de acordo com a
disponibilidade docente.
O curso intenciona no âmbito da Pesquisa, estudar aspectos pertinentes às ciências da
saúde, introduzindo os acadêmicos nos trabalhos de iniciação científica.
Os projetos de extensão serão desenvolvidos no Hospital Universitário, Postos de Saúde,
Aldeia Indígena, Instituições de Ensino e de Atendimento à Comunidade como creches, asilo,
enfatizando o atendimento às instituições de cunho filantrópico.
No campo de ações do ensino além das disciplinas contidas na Matriz Curricular serão
oferecidas atividades que visam complementar os conhecimentos do acadêmico. A proposta do
curso integra desde o início do curso uma integração entre as atividades teóricas e práticas das
disciplinas e uma possibilidade de vivenciar a prática da profissão.
Também, de acordo com a legislação em vigor, o estágio curricular supervisionado é
obrigatório e no curso deve ser implementado dispondo de mecanismos sistemáticos de
acompanhamento e de cumprimento do estágio prevendo a existência de professores
disponíveis para orientação e avaliação.
Além disso, o aluno pode apresentar uma monografia ao final do décimo semestre
através de mecanismos efetivos de acompanhamento, orientação e avaliação. A monografia é
um importante articulador e integrador dos conhecimentos disponibilizados durante o curso e
constituindo-se uma ferramenta de avaliação importante no intuito de consolidar a formação
86
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complementar em pesquisa e extensão. A monografia obedecerá a regulamento próprio
aprovado pelo Conselho da Faculdade de Ciências da Saúde.
16. CORPO DOCENTE
O Curso de Medicina da FCS tem como política buscar formas de garantir que o corpo
docente tenha formação compatível com os conteúdos das disciplinas pelas quais é responsável
e que, preferencialmente, esta formação seja em nível de doutorado.
Professor
Titulação
Regime de
Experiência Docente
trabalho
(anos)
(horas/semana)
1
Adauto Tsutomu Ikejiri
Mestre
40
13 anos
2
Ajax de Oliveira Leite
Mestre
20
5 anos
3
Allan Longhi
Mestre
40
5 anos
4
Ana
Doutora
DE
4 anos
40
13 anos
Especialista
20
1 ano
Doutora
40
4 anos
20
4 anos
Doutor
DE
15 anos
Doutora
DE
13 anos
Mestre
40
10 anos
Doutora
DE
5 anos
Paula
Dossi
de
Guimarães e Queiroz
5
Antônio
Pedro
Lucas
Bittencourt
Especialista
em nefrologia
6
Aracele Franzen
7
Ariany Carvalho dos Santos
Especialista
8
Aroldo Henrique da Silva
Boigues
em
Cancerologia
Cirúrgica
9
Arquimedes
Gasparotto
Júnior
10
Cândida Aparecida Kassuya
Leite
11
Carmem Lúcia de Almeida
Santos
12
Crhistinne
Cavalheiro
87
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Maymone Gonçalves
13
Elizabete
Castelon
Konkiewitz
Doutora
20
11 anos
14
Emerson Henklain Ferruzi
Mestre
40
8 anos
15
Fábio Juliano Negrão
Doutor
DE
6 anos
16
Fábio Rocha Lima
Mestre
40
12 anos
17
Fábio Sechi
Mestre
40
10 anos
18
Frederico Somaio Neto
Mestre
40
15 anos
19
Geraldo Ferreira Oliveira
Mestre
40
10 anos
20
Herintha
Doutora
DE
3 anos
Coeto
Neitzke
Abreu
21
João Vidigal
Mestre
40
11 anos
22
José Carlos Chaves
Mestre
40
9 anos
23
José Raul Espinosa Cacho
Mestre
40
9 anos
24
José
Mestre
40
14 anos
Doutor
40
28 anos
Doutor
DE
7 anos
Mestre
40
6 anos
Sebastian
Miranda
Gomez
25
José
Roberto
Barco
Martinez
26
Júlio Henrique Rosa Croda
27
Karla
Lucena
Sampaio
Calado
28
Luís Augusto Freire Lopes
Doutor
40
6 anos
29
Márcia Midori Shinzato
Doutora
DE
9 anos
30
Márcio Eduardo de Barros
Doutor
DE
7 anos
31
Mário Orlando Dossi
Especialista
20
4 anos
40
9 anos
Doutor
40
4 anos
Especialista
40
10 anos
32
Maria
Aparecida
Santos Pires
33
Mauro Nakayama
34
Nei Quirino Cavalcante
dos
Especialista
em
hematologia
88
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em
pneumologia
35
Nelson
Carvalho
Farias
Júnior
36
37
Doutor
DE
6 anos
40
14 anos
40
6 anos
40
6 anos
40
6 anos
20
4 anos
Doutor
DE
1,5 anos
Doutora
DE
10 anos
Doutor
DE
12 anos
Mestre
20
20 anos
Mestre
20
4 meses
Doutorado
DE
4 meses
Doutora
DE
25 anos
Doutora
DE
12 anos
Paulo Roberto da Cruz
Especialista
Oliveira
em pediatria
Paulo Roberto Bertoletto
38
Mestre
Especialista
Renata Maronna Praça
em doenças
infectocontagiosas
39
Ricardo Luis de Lúcia
Mestre
Especialista
40
Rogério Massaru Watanabe
em Cirurgia
Geral e
Gastrocirurgia
41
Roosevelt Isaias Carvalho
Souza
42
Rosângela da Costa Lima
43
Sebastião Martins de Souza
Neto
44
Sidney
Antonio
Lagrosa
Garcia
45
Silmara Harumi Nomoto
46
Silvana
Beutinger
Marchioro
47
Silvia
Aparecida
Oesterreich
48
Silvia
Olinto
Cristina
Figueira
89
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49
Teresinha Regina Ribeiro
de Oliveira
50
Virgínia Demarchi Kappel
Trichez
Mestre
DE
13 anos
Doutora
DE
2 anos
20
6 anos
Especialista
51
Waldno Pereira de Lucena
em Medicina
Júnior
da Família e
Comunidade
17. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
Técnico
Formação/titulação
Função/setor
Graduação em Direito e
Assistente em Administração
Especialização em Direito
1
Adriana de Almeida
2
Ana Paula Schveiger da Silva
CAD/FCS
e Processo do Trabalho
Graduação em Ciências Assistente em Administração
Contábeis
Secretaria Acadêmica
3
Graduação
em Responsável
Biomedicina
Agruslávia Rezende de Souza
técnica
pelo
e laboratório de Histopatologia e
Especialização em Gestão Genética
Hospitalar
4
Alexsandra
Vila
Maior
Souza
de Graduação em Farmácia, Responsável
Anahy Arruda Burigato
pelos
e Mestre em Ciências da laboratórios de Farmacologia e
Saúde
5
técnica
Bioquímica
Graduação Enfermagem Responsável
Especial
em
técnica
pelo
Saúde laboratório de Técnica Cirúrgica
Pública
6
Anália Gomes da Cruz
Técnica de enfermagem
Responsável
técnica
laboratório de fitoterapia
7
Graduação em Negócios Assistente em administração
Imobiliários
e
90
pelo
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Célia Garcia de Deus
Especialização
em Secretaria da Direção
Metodologia do Ensino
Superior
8
Cleide Adriane Signor Tirloni
Graduação em Farmácia e Responsável
técnica
pelo
Mestre em Ciências da laboratório de Parasitologia
Saúde
9
Daniela Torres Cantadori
Graduação em Medicina Médica Veterinária, responsável
Veterinária e Mestre em Técnica
Ciência Animal
10
Débora Regina Hoff Brait
Graduação
laboratório
de
Técnica Cirúrgica
em Responsável
Biomedicina
Especialização
pelo
técnica
pelo
e laboratório de Microbiologia Geral
em
Microbiologia
11
Doralino Zarate
Técnico de Enfermagem
Responsável
técnico
pelo
laboratório de Técnica Cirúrgica
12
Evando Pinheiro Pimentel
Graduação em Direito
Assistente em Administração
Secretaria Acadêmica
13
Flora
Martinez
Figueira Graduação
Moreira
Biomedicina
Especialização
em Responsável
e laboratório
técnica
de
Pesquisa
em Ciências da Saúde
Análises Clínica
14
Jacenir Vieira da Silva
Graduação
em Laboratório de Anatomia
Enfermagem
15
Karina Harumi Oshiro Teruya
Graduação
em Administradora
Administração e Mestre
em
Desenvolvimento
CAD/FCS
Local
91
pelo
em
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
16
Letícia Horbach Gonçalves
Ensino Médio
Assistente em Administração
Secretaria de Pós Graduação
17
Lujan Nunes Sanabria
Graduação
em Responsável
Biomedicina e Mestre em laboratório
Ciências da Saúde
18
Marcelo Tomporoski Perez
técnica
de
Pesquisa
pelo
em
Ciências da Saúde
Graduação em Análise de Técnico de Laboratório/área de
Sistemas e Especialização informática
em Segurança de Rede e
Telecomunicações
19
20
Mariana Bento Tatara
Michel Coutinho dos Santos
Graduação
em Responsável
técnica
Ciências Biológicas
laboratório
e Mestre em Agronomia
Ciências da Saúde
Graduação
Enfermagem
Especialização
de
em Responsável
e laboratório
Pesquisa
técnico
de
pelo
em
pelo
Habilidades
em Médicas
Enfermagem Cirúrgica
21
Norberto Schons
Graduação
em Administrador
Administração
de
CAD/FCS
Empresas e
Especialização em Gestão
Financeira
22
Priscila Elly Vieira Hattori
Graduação em Ciências Responsável
Biológicas
técnica
pelo
e laboratório de Anatomia
Especialização em gestão
em Saúde Pública
23
Ramão de Souza de Deus Graduação em Ciências Responsável
Júnior
Biológicas e Mestre em laboratório
Ciências da Saúde
24
Thays Nogueira da Silva
Graduação
técnico
de
pelo
Imunologia
Humoral
em Assistente em Administração
Biotecnologia
92
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
Secretaria Acadêmica
18. INSTALAÇÕES FÍSICAS
As instalações utilizadas, na maioria das atividades do Curso, encontram-se no bloco
da Faculdade de Ciências da Saúde do Campus II da UFGD, situado na Rodovia
Dourados/Itahum, km12, Cidade Universitária em Dourados, MS.
As salas de aula, os ambientes e demais instalações destinadas ao curso, são compatíveis em
termos de dimensão (86 m2), iluminação, ventilação, limpeza, condições de acesso, entre
outros.
a) BIBLIOTECA
A Biblioteca Central da UFGD atende todos os cursos de graduação e pós-graduação da
UFGD e os acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-UEMS e com a qual
compartilhamos o acervo bibliográfico, que ocupa um espaço nesta Biblioteca Central.
ESTRUTURA
A Biblioteca Central possui um mezanino e dois pavimentos, com uma área total de
3.520,29m².
Primeiro Andar
No primeiro andar está instalado: o acervo de livros, a Sala de leitura, que possui 52
mesas e 240 cadeiras e um pequeno laboratório de informática com 07 computadores com
acesso à Internet. Conta ainda com uma sala acústica disponibilizada para trabalhos em grupo.
Mezanino
No mezanino estão instaladas 90 cabines para estudo individual.
Térreo
No térreo está localizado o Laboratório de Informática com 23 computadores. Também
no térreo localiza-se a Coleção de Revistas e Jornais juntamente com as monografias de
93
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graduação da UFGD. A Biblioteca possui vários computadores de pesquisa em vários pontos
estratégicos de seu recinto.
Para a conservação de seu acervo, conta com uma Sala de Preservação de Materiais
Bibliográficos onde são restaurados os livros danificados pelo uso. Na perspectiva da inclusão
dos portadores de deficiência visual há uma sala com tratamento acústico que deverá ser
equipada para a leitura de materiais bibliográficos não disponíveis em Braille.
BDTD – Biblioteca Digital de Teses e Dissertações
A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFGD, coordenada pela Biblioteca
Central, está integrada à BDTD/IBICT Nacional, onde disponibiliza online toda a produção
técnico-científica dos programas de pós-graduação da Universidade.
RI – Repositório Institucional da UFGD
A Biblioteca Central coordena o Repositório Institucional da UFGD, onde toda a
produção científica, tanto da graduação como da pós-graduação está sendo coletada e
disponibilizada no link da UFGD de forma gradual e progressiva, ampliando a visibilidade
dessas publicações científicas produzidas no âmbito da Universidade.
É o resultado de um projeto aprovado pelo Ibict, voltado para todas as Bibliotecas
Universitárias, com a finalidade de divulgar as produções científicas.
POLITICA DE AQUISIÇÀO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÀO DO ACERVO
Para a atualização do acervo bibliográfico foi criada a Comissão de Seleção e Aquisição
de Materiais Bibliográficos, composta por um professor de cada faculdade, por bibliotecários e
representantes da graduação e pós-graduação, que elaborou a Política de Formação e
Desenvolvimento de Coleções, a qual estabelece critérios e prioridades na seleção e aquisição
do material que comporá o acervo de nossa biblioteca, possibilitando a formação,
desenvolvimento e atualização dos materiais bibliográficos de acordo com os objetivos da
UFGD, permitindo um processo de seleção sistematizado nas diferentes áreas que dão suporte
ao ensino, pesquisa e extensão.
SERVIÇOS
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A Biblioteca mantém os serviços de COMUT, acesso ao Portal de Periódicos da CAPES,
empréstimo entre bibliotecas, normatização bibliográfica e catalogação na fonte. Sua
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações está integrada à DTD/IBICT nacional, facilitando o
acesso on-line à produção dos programas de pós-graduação da Universidade. Já foi aprovado
pelo IBICT e está em processo de implantação (com financiamento da FINEP) o Repositório
Institucional da UFGD, integrado ao Portal Oasis. BR, que efetuará o registro e a disseminação
da produção científica da instituição. Além disso, em 2012 foi adquirida a assinatura do
UPTODATE® e disponibilizado acesso irrestrito a todos os computadores da Universidade.
Acervo Geral: 99.084 Exemplares
Acervo da Biblioteca do Hospital Universitário: 467 Títulos e 1.784 Exemplares
ÁREAS ESPECÍFICAS E CORRELATAS:
b)
ÁREA
TÍTULOS
EXEMPLARES
MEDICINA
1922
4672
FARMACIA
48
132
QUÍMICA
334
1264
ENG. ALIMENTOS
202
547
NUTRIÇÃO
69
333
PSICOLOGIA
685
1484
EDUCAÇÃO FÍSICA
96
260
ANTROPOLOGIA
321
887
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
132
547
BIOTECNOLOGIA
47
257
BIOQUÍMICA
57
327
TOTAL
3913
10780
INSTALAÇÕES
ESPECIAIS
E
LABORATÓRIOS
ESPECÍFICOS
(Indicar
cenários/ambiente/laboratórios para a formação geral/básica)
Laboratório de Microbiologia Aplicada (LMA)
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Área: 55,00 m2
O laboratório de Microbiologia é utilizado para o isolamento de microrganismos e é destinado
para ensino, pesquisa e extensão, além de servir de apoio, para o Hospital Universitário. A sala
de preparação de amostras é composto pelos seguintes equipamentos: bico de bunsen,
estufas de incubação, banho-maria de incubação, contadores de colônias, centrifuga
refrigerada, microscópios, destilador de água, medidor de pH, estufa de incubação B.O.D.,
vidraria. Este laboratório possui três salas de apoio denominadas, Bacteriologia, Virologia e
Esterilização, onde ficam armazenados os materiais de consumo, vidrarias e alguns
equipamentos como, a balança de precisão utilizada para a pesagem dos meios de cultura; um
filtro de osmose reversa, para a obtenção de água purificada; uma capela de exaustão para
manipulação com gases tóxicos. Os materiais de consumo como os meios de cultura, os swabs,
bateria de corantes, algodão, potes coletores, papel toalha etc, e as vidrarias como,
erlenmayer, becker, tubos de ensaio, funis, placas de petri, também são armazenados nesse
laboratório. Nesse local não ocorre nenhuma manipulação com material contaminado, ficando
disponível apenas para o preparo de materiais de suporte, conta ainda com uma pia para a
lavagem das mãos, mesas e computador utilizados como recurso para as aulas. A sala de
virologia conta com armários de concreto e madeira, servido apenas para o armazenamento
de substâncias químicas, ficando isolada e controlada, já que se encontram reagentes
altamente tóxicos quando mal manipulados. Na sala de esterilização são realizados os
processos de descontaminação, desinfecção e esterilização dos materiais que foram e que
serão utilizados, conta com todos os equipamentos necessários, como estufa de esterilização,
autoclave, destilador e deionizador, que promove água pura e isenta de íons, para a lavagem
de vidrarias, um lavador de pipetas automáticas e uma geladeira para armazenar kits de
reagentes bioquímicos, além de materiais de suporte para a limpeza e materiais de consumo,
como detergentes, hipocloritos, alcoóis, sacos de lixo e sacos específicos para autoclave,
escova para tubos, luvas, papel toalha, entre outros. Existem normas, POps (Procedimentos
Operacionais Padrão) de segurança quanto à lavagem e esterilização. O acesso fica restrito aos
funcionários, pós-graduandos e alunos de iniciação científica.
Professor responsável: Fábio Juliano Negrão
Técnica responsável: Débora Regina Hoff Braitt
96
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Laboratório de imunologia Humoral (IM)
Área: 54,00 m2
Este laboratório será utilizado para exames de rotina de pacientes internados na enfermaria de
Clínica Médica e na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Universitário da UFGD e que
necessitem de definição de diagnóstico rápido, pois o atraso no mesmo pode retardar o
tratamento e levar à seqüelas para os pacientes. Os alunos poderão acompanhar a realização
dos exames de seus pacientes aprendendo assim à interpretar criticamente os mesmos, pois
terão noção das dificuldades para a realização desses exames e dos fatores que podem
resultar em falsos positivos e negativos. Além disso será utilizado para trabalhos de pesquisa e
extensão.
O Laboratório é equipado com um microscópio de epifluorescência. Uma capela de fluxo
laminar, uma estufa, um banho – Maria, uma placa aquecedora, pipetas e vidrarias.
Professora Responsável: Márcia Midori Shinzato
Técnico: Ramão Souza de Deus Júnior
Laboratório de Histologia e Patologia e Genética (LHPG)
Área: 152,20 m2
O laboratório de Histologia e Patologia da FCS é utilizado para a realização de técnicas
histopatológicas, servindo para a confecção de lâminas histológicas. Este laboratório é
destinado para ensino, pesquisa e extensão, além de servir de apoio, para o Hospital
Universitário. Ele é composto pelos seguintes equipamentos: 3 bancadas laterais grandes (com
tampo de mármore) com armários, 1 pia, 1 microtómo de parafina, 1 processador de tecidos, 1
dispensador de parafina, 1 chapa de aquecimento, 1 agitador magnético com aquecimento, 1
banho-maria histológico, 1 estufa, vidrarias, 4 armários de aço para armazenamento de
material, 1 frezer, 1 geladeira, 1 escrivaninha com gavetas, 3 cadeiras, 1 computador, 1
ventilador de parede e 1 ar condicionado split. Em comunicação com este laboratório,
encontra-se uma outra sala onde são ministradas aulas práticas de Biologia Celular e Histologia
para a primeira série do curso de medicina e de nutrição. Esta sala possui 5 bancadas com
tampo de mármore, 2 bancadas laterais (tampo de mármore) com armários, 25 cadeiras, 8
pias, 2 armários de aço (com 50 caixas de laminário de histologia), 5 televisores,
25
97
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microscópios Nikon em uso, 1 microscópio Olympus BX51, com câmera acoplada (para captura
de imagem) e 1 ar condicionado split.
Professores responsáveis: Fábio Rocha Lima, Roosevelt Isaías Carvalho Souza e Silvia Aparecida
Oesterreich;
Técnica responsável: Agruslávia Rezende de Souza
Laboratório de Anatomia (Anato)
Área: 198,60 m²
O laboratório de Anatomia contém: 1 Sala de aula com peças e cadáveres e possui os
seguintes equipamentos: 52 banquetas, 7 mesas para necropsia/autópsia, armário tubular
zincada, leito aço inoxidável, c/ rebaixo para reter liquido e tubo de escoamento, rodas
giratórias; 1 Sala para a dissecção contendo 8 banquetas, 1 mesas para necropsia/autópsia,
armário tubular zincada, leito aço inoxidável, c/ rebaixo para reter liquido e tubo de
escoamento, rodas giratórias; 1 Sala para Técnico de Anatomia, com ambiente com chuveiro, 1
(um) armário de aço, e 01 (uma) mesa com cadeira; e 1 Sala de tanque para cadáveres, com
peças para aulas de anatomia patológicas conservadas em formol em potes plásticos, 3 (três)
tanques para cadavares.
Professor responsável: José Sebastian Miranda
Técnica Responsável: Priscila Ely Vieira Hattori
Laboratório de Parasitologia (LPR)
Área: 133,00 m²
O laboratório de Parasitologia é composta por 2 salas, sendo 1 sala de aula e outra sala de
apoio, onde são realizados procedimentos de ensino, pesquisa e extensão. Estas salas
possuem os seguintes equipamentos: 1 centrífuga, 1 mesa de fórmica com gaveteiro, 1 cadeira
giratória, 2 armários de aço, 1 balança analítica de precisão, 19 microscópios binoculares
Olympus, 5 microscópios monoculares Olympus, 1 microscópio triocular Olympus, 1 televisor,
1 geladeira Frost Free, 1 esteroscópio.
Professor responsável: Silvana Beutinger Marchioro e Sebastião Martins de Souza Neto
Técnica responsável: Cleide Adriane Signor Tirloni
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Laboratório de Bioquímica (LB)
Área: 108,40 m²
O laboratório de bioquímica possui como suporte equipamentos como espectrofotômetro,
banhos-maria, estufa, geladeiras para os kits bioquímicos, centrífugas, um aparelho medidor
de pH (phmetro) e microcentrífuga, bem como materiais como os kits de reagentes, vidrarias,
micropipetas, ponteiras, tubos de ensaio etc. as aulas são programadas previamente pelo
professor e posteriormente executadas em grupos pequenos de alunos proporcionando um
aprendizado efetivo.
Professor responsável: Cândida Aparecida Kassuya Leite, Nelson Carvalho Farias Júnior e
Márcio Eduardo de Barros
Técnica responsável: Alexsandra Vila Maior de Souza
Laboratório de Habilidades (LH)
Área: 86m2
Este laboratório conta com simuladores de ausculta cardíaca e pulmonar, injeção endovenosa
e intramuscular, coleta de líquor, de sondagem nasogástrica/nasoenteral e vesical, de exame
ginecológico e de reanimação cardiopulmonar. Além disso conta com ambiente que simula um
consultório médico, um leito de enfermaria e de materiais para medidas antropométricas .
Professor Responsável: Antonio Pedro Lucas Bittencourt
Técnico Responsável: Michel Coutinho dos Santos
Esterilização:
Área: 30,00 m2
São realizados os processos de descontaminação, desinfecção e esterilização dos materiais que
foram e que serão utilizados.
Equipamentos: 1 estufa de esterilização, 1 autoclave, 1 destilador e deionizador (promove
água pura e isenta de íons para a lavagem de vidrarias), 1 lavador de pipetas, materiais de
suporte para a limpeza e materiais de consumo (detergentes, hipocloritos, alcoóis, sacos de
lixo e sacos específicos para autoclave, escova para tubos, luvas, papel toalha etc.). POPs
(Procedimentos Operacionais Padrão) de segurança quanto à lavagem e esterilização.
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Professor Responsável: Cândida Aparecida Leite Kassuya, Silvana Beutinger Marchioro,
Sebastião Martins de Souza Neto, Márcio Eduardo de Barros, Fábio Juliano Negrão e Nelson
Carvalho Farias Júnior
Técnicos: Débora Regina Hoff Brait, Cleide Adriane Signor Tirloni e Alexsandra Vila Maior de
Souza
Biotério I:
Área: 54,00 m2
Biotério para criação de ratos utilizados nas aulas práticas dos cursos de graduação e em
experimentos da pós-graduação.
Equipamentos: 2 estantes em aço, 3 estantes de madeira, 1 mesa pequena, 80 caixas para
ratos contendo grades e bebedouros, 1 ar condicionado, 1 termostato, 1 exaustor, 1 timer.
Biotério II:
Área: 54,00 m2
Biotério para criação de camundongos utilizados nas aulas práticas dos cursos de graduação e
em experimentos da pós-graduação.
Equipamentos: 1 estante refrigerada para camundongos, 60 caixas contendo grades e
bebedouros,1 mesa de madeira, 1 ar condicionado.
Laboratório de Técnica Cirúrgica (TC)
Área: 206 m2
Os procedimentos cirúrgicos básicos são imprescindíveis para o trabalho do médico
generalista. Várias situações de emergência podem ser resolvidas por meio através de
intervenções cirúrgicas pequenas e médias, cujo domínio técnico deve ser obrigatório para
todos os médicos, para que o paciente não seja exposto a riscos indesejáveis. A Unidade de
técnicas cirúrgicas inicia este processo de aprendizagem cirúrgica no curso de Medicina.
No Laboratório de Técnicas Cirúrgicas da UCG, os acadêmicos conhecem as normas de
comportamento no centro cirúrgico, têm conhecimento e domínio dos instrumentos utilizados
nas cirurgias mais comuns, das técnicas de assepsia e anti-sepsia rotineiramente empregadas
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e, principalmente, têm o treinamento nos atos cirúrgicos básicos baseados nos chamados
“princípios fundamentais”.
O laboratório, dividido em quatro ambientes, simula um centro cirúrgico tanto na
parte de vestiário, sala de escovação, sala cirúrgica com 4 mesas, central de esterilização e
guarda de materiais, quanto em relação aos equipamentos autoclave, mesas cirúrgicas,
instrumentais, focos cirúrgicos, aparelhos de anestesia, bisturi elétrico, fios cirúrgicos,
instrumental necessário para a realização de cirurgias gerais de pequeno porte, anestésicos,
sondas entre outros medicamentos. Considerando-se as dificuldades na obtenção de
cadáveres, as aulas práticas do laboratório são realizadas em suínos.
Responsável: Rogério Massaru Watanabe, Paulo Roberto Berttoleto
Técnicos: Daniela Torres Cantadori, Anahy Arruda Burigatto e Doralino Zarate
Laboratório de Pesquisa em Ciências da Saúde (LPCS):
Área: 300 m²
Laboratório inaugurado no início de 2014, conta com gerador próprio e destinado
exclusivamente aos cursos de Pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde.
Equipamentos: Bico de Bunsen, 6 estufas de incubação, 2 banhos-maria de incubação, 2
banhos-maria secos, 1 cuba de ultrassom, contadores de colônias, microscópio, capela de fluxo
laminar luz UV, destilador de água, phmêtro, vidraria, 2 autoclaves, 4 capelas de fluxo laminar,
1 freezer -20ºC horizontal, 1 freezer -20ºC vertical, 1 freezer -80ºC, 9 geladeiras, 1 Magpix
(Luminex), 1 Shakerincubator, 1 B.O.D (estufa), 2 fotodocumentadores, 1 DNA WorsSatation, 2
microcentrífugas, 2 agitadores magnéticos,
2 vórtex, 2 microcentrífugas refrigeradas, 2
centrifugas, 1 Elisa (leitor), 2 termocicladores, 1 água milique, 3 estufas de secagem e
esterilização, 1 coagulador, 2 phmêtros, 2 balanças eletrônicas analíticas, 4 microscópios, 1
chapa aquecedora de lâminas, 4 cubas de corrida de gel.
Professor Responsável: Júlio Henrique Rosa Croda
Técnicos: Mariana Bento Tatara, Lujan Nunes Sanabria Aliatti e Flora Martinez Figueira Moreira
Laboratório de Informática (LI)
Área: 54,00 m2
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O Laboratório de Informática constitui uma importante infraestrutura e funciona como
instrumento de apoio para as atividades acadêmicas a serem desenvolvidas. O Laboratório de
Informática FCS, oferece espaço e equipamentos de informática e multimídia para atividades
de ensino, pesquisa e extensão, que visem, especificamente, a: Estimular e promover o
conhecimento das tecnologias informatizadas aplicadas à comunicação e ao aprendizado em
geral aos alunos dos cursos regulares de graduação e pós-graduação; além de suporte para
projetos de pesquisa e extensão individuais ou coletivos.
Técnico Responsável: Marcelo Tomporoski Perez
Hospital Universitário (HU)
Área construída: 13.126 m²
O HU possui as seguintes dependências:
- quantidade de banheiros = 222
- quantidade de copas = 15
- quantidade de cozinhas = 01
- quantidade de expurgos/ dml = 16
- quantidade de lavatórios ≡ 300
O HU conta com 173 leitos de média complexidade assim distribuídos: 99 leitos nas clínicas, 9
leitos na UTI adulto e 6 leitos na UTI pediátrica. Possui também ambulatórios com 28
consultórios, contendo 20 leitos de observação e 6 leitos do Pronto Atendimento Pediátrico. E
realizado uma média de 1100/dia entre consultas, exames, internações e procedimentos
cirúrgicos.
19- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Lei número 11.153 de 27 de julho de 2005 – Criação da UFGD
Decreto n 5.646 de 28 de dezembro de 2005 - Decreto de implantação da UFGD sob tutoria da
UFG.
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Resolução nº. 53 de 01 de Julho de 2010 do Conselho de ensino, pesquisa, extensão e
cultura/UFGD - Regulamento Geral dos Cursos de Graduação.
Resolução número 04 de 7 de novembro de 2001 do CNE/CES (Conselho Nacional de
Educação/Câmara de Ensino Superior) – Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina
Resolução número 02 de 18 de junho de 2007 do CNE/CES (Conselho Nacional de
Educação/Câmara de Ensino Superior) – Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial.
Parecer número 189 de 04 de junho de 2002 do CNE/CES (Conselho Nacional de
Educação/Câmara de Ensino Superior) – Consulta sobre a realização do Internato do curso de
Medicina fora da instituição ou do Distrito Geoeducacional
Parecer número de 04 de junho de 2002 do CNE/CES (Conselho Nacional de Educação/Câmara
de Ensino Superior) – Parecer que abre exceção para aluna realizar internato fora da UF por
motivo de saúde dos pais.
Resolução no 89 de 1 de setembro de 2008. Proposta e Diretrizes para implantação do REUNI
na UFGD.
Portaria MEC 775/2008 de 7 de novembro de 2008 - Renova o reconhecimento do curso de
Medicina da UFGD
Sobral, D.T.; Oliveira, P.G. Avaliação seriada versus exame vestibular: semelhanças e diferenças
entre Coortes no Curso de Medicina da Universidade de Brasília. Rev. bras. educ. med. vol.30
no.3. Rio de Janeiro Sept./Dec. 2006.
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Sobral D.T. Valor e significado da vivência no primeiro ano do curso de medicina: apreciação de
aprendizado pessoal e contexto em uma série histórica. Rev. bras. educ. med; Vol. 32 no.1. Rio
de Janeiro Jan./Mar. 2008.
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