MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS REESTRUTURAÇÃO DE PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE/FCS/UFGD DOURADOS/MS 2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 1. INTRODUÇÃO 1.1. Histórico da UFGD: A história da UFGD começou com a implantação do Centro Pedagógico de Dourados (CPD) da Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT), inaugurado no dia 20 de dezembro de 1970. Suas atividades tiveram início em fevereiro de 1971 com o vestibular para os cursos de Letras e Estudos Sociais (Licenciatura Curta). Ainda CPD, foi implantado, também o curso de História. E, em 1978, a Agronomia iniciou suas atividades quando o CPD passou a se denominar Centro Universitário de Dourados (CEUD). Com a divisão do Estado de Mato Grosso, a UEMT, federalizou e passou a ser denominada Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). À partir de então foram sendo, progressivamente, instituídos novos cursos de graduação como: Pedagogia, Geografia, Ciências Contábeis, Ciências Biológicas, Análise de Sistemas. Sendo que no ano de 2000 foi criado o Curso de Medicina, juntamente com os Cursos de Administração e Direito. À partir da década de 90 tiveram início programas de pós-graduação strictu sensu como os mestrados em agronomia, história, entomologia e conservação da biodiversidade, geografia. Em 2010 foi iniciada a primeira turma de mestrado e em 2014 a primeira turma de doutorado em Ciências da Saúde da FCS. O campus de Dourados passou a se destacar pela excelência de seu corpo docente que permitiu o desenvolvimento da iniciação científica e a obtenção de recursos por Projetos de Pesquisa, o oferecimento de vários cursos de especialização e a realização de eventos científicos. Concomitantemente, a cidade de Dourados, apresentava um grande desenvolvimento econômico e populacional sendo considerada a quarta cidade média brasileira com maior índice de crescimento no Brasil no período de 1996 à 2000. A região ao seu redor acompanhou esse desenvolvimento, principalmente devido ao crescimento do setor agroindustrial e, mais recentemente, do setor de biocombustíveis. Essa região foi considerada uma 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS região privilegiada pelo Governo Federal em localização, pois está próxima da região sudeste e de fronteiras podendo se constituir em região de alta competitividade e eficiência econômica, gerar empregos e se integrar com o MERCOSUL. A região era habitada inicialmente por índios Kaiowás e Guaranis que estão concentrados, atualmente, nas reservas indígenas na periferia da cidade juntamente com os índios Terenas trazidos para a região pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI). A formação da população de Dourados continuou com a fixação na região, no final do século XIX, de excombatentes da Guerra do Paraguai, de gaúchos fugitivos da revolução federalista que ocorreu nessa época no Rio Grande do Sul, por famílias Mineiras pelo desenvolvimento da criação de animais de pasto e paulistas trazidos pela construção da estrada de ferro Noroeste do Brasil. Em meados do século XX, houve a migração de Nordestinos atraídos pela criação da Colônia Agrícola Nacional de Dourados. Nos anos 60 houve um aumento da população principalmente pela migração de gaúchos e de imigrantes japoneses que incrementaram ainda mais a atividade agrícola e granjas da região. Dessa forma, também houve um crescimento importante das atividades de comércio e indústria associados às essas atividades, bem como a oferta de serviços na região urbana. Esse desenvolvimento econômico fez com que a cidade se tornasse um pólo regional da chamada Grande Dourados. Essa região homologada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em 2003, compreende 12 municípios: Dourados, Caarapó, Juti, Itaporã, Douradina, Rio Brilhante, Nova Alvorada do Sul, Fátima do Sul, Vicentina, Jateí, Glória de Dourados e Deodápolis. A população total dessas cidades é de 321.205 habitantes (IBGE, 2006). No entanto, sua área de influência abrange mais de 27 municípios que constitui a chamada Região da Grande Dourados. Além dos 12 já citados, fazem parte dessa região os municípios de: Amambai, Anaurilândia, Angélica, Antônio João, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Eldorado, Iguatemi, Itaquiraí, Ivinhema, Japorã, Laguna Carapã, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete Quedas, Tacuru, Taquarussu Dessa forma, o campus de Dourados chegou à um limite de seu desenvolvimento, não atendendo mais à necessidade de vagas de ensino superior para a região, bem como o 3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS desenvolvimento de tecnologias próprias para as necessidades regionais. Dessa forma, o Governo Federal, através de um programa de expansão, instituiu a UFGD, através da Lei nº ; 11.153 de 27 de julho de 2005. Sob a tutoria da Universidade Federal de Goiás (UFG) (decreto n 5.646 de 28 de dezembro de 2005 do MEC) foi desencadeado o processo de implantação da UFGD. O CEUD foi reformado, mobiliado e equipado para abrigar a administração central da UFGD. Como também foi iniciado o processo de compras de mobiliário e equipamentos para as Faculdades. Ao mesmo tempo, foram lançados os editais para a contratação de novos Docentes para os diversos cursos da Universidade. Essa tutoria durou até julho de 2006. No Projeto Pedagógico institucional (PPI) foi definida a importância da Inserção Regional podendo a Universidade servir de laboratório de experiências de alta produtividade e eficiência em tecnologia e serviços. As quatro linhas mestras de trabalho da UFGD como instituição de ensino são: 1) a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; 2) gestão democrática; 3) compromisso social; 4) gratuidade do ensino. Ainda dentro do PPI, a política de ensino se constitui num ensino público, gratuito e de qualidade procurando promover a integração das diversas áreas do conhecimento. Implementação de programas que visem a melhoria contínua da qualidade dos cursos de graduação através do acompanhamento contínuo dos Projetos Políticos Pedagógicos, das atividades Docentes e estruturas curriculares dos cursos de graduação. As Políticas de Pesquisa se caracterizam por apoio às atividades de pesquisa, incentivo ao desenvolvimento de redes de pesquisa, expansão da pós-graduação, especialmente os strictu sensu; apoio à divulgação da produção científica; disseminação da cultura e registro de patentes. As Políticas de Extensão incluem o incentivo à esse tipo de atividade de forma integrada com o ensino e à pesquisa; acompanhamento de projetos dirigidos à implementação de Política Públicas e melhoria da qualidade de vida; convênios com poderes públicos para qualificação de recursos humanos e assessoramento no desenvolvimento de projetos sociais e acompanhamento da formação do Egresso e sua inserção no mercado de trabalho. 4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Por fim, a UFGD tem como Compromisso Social o desenvolvimento pleno de seu corpo Discente, Docente e técnico-administrativo. O preparo dos mesmos para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Visa também a diminuição das desigualdades sociais principalmente através da inclusão e desenvolvimento regional. Entendemos que é dentro deste contexto que devemos construir o PPC do Curso de Medicina da UFGD. 1.2. Necessidade social do curso: Os avaliadores do MEC que vistoriaram o curso de Medicina em 2005, apesar das falhas apontadas, foram favoráveis à implantação de uma nova instituição de ensino superior pública na região da grande Dourados. Pois, das 9917 vagas em cursos superiores que eram oferecidas na região, somente 2230 (menos de 25% do total de vagas) eram oferecidas por instituições públicas. Levaram em conta que a rede pública da região produzia 4763 egressos/ano que em geral vêm de famílias de baixa renda, havia, portanto, uma carência na oferta de vagas para jovens sem que houvesse um sacrifício do orçamento familiar. Nesse sentido, devemos considerar a grande proporção de candidatos/vagas dos vestibulares para o Curso de Medicina de Dourados, que, atualmente, é o mais concorrido do estado como mostra a Tabela 1. Tabela 1- nº de candidatos/vaga nos vestibulares de 2000-2014 para o Curso de Medicina de Dourados Turma TURMA 1 TURMA 2 TURMA 3 TURMA 4 TURMA 5 TURMA 6 TURMA 7 Vestibular VESTIBULAR ESPECIAL UFMS VESTIBULAR VERÃO UFMS VESTIBULAR VERÃO UFMS VESTIBULAR INVERNO UFMS VESTIBULAR INVERNO UFMS VESTIBULAR INVERNO UFMS VESTIBULAR VERÃO UFMS Ano 2000 2001 2002 2002 2003 2004 2006 Candidatos/vaga 46,96 17,66 40,16 68,34 74,72 78,50 15,48 5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS TURMA 8 TURMA 9 TURMA 10 TURMA 11 TURMA 12 TURMA 13 TURMA 14 TURMA 15 VESTIBULAR VERÃO UFGD VESTIBULAR VERÃO UFGD VESTIBULAR UFGD VESTIBULAR UFGD VESTIBULAR UFGD VESTIBULAR UFGD VESTIBULAR UFGD VESTIBULAR UFGD 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 52,42 56,20 65,70 86,7 102,30 105,30 87,12 103,73 Por outro lado, no cadastro do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul em dezembro de 2007, moravam na região da Grande Dourados 650 médicos em atividade para uma população de 765.643 habitantes, portanto contava com aproximadamente 1/1178 médicos por habitantes, o que não estaria dentro do preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que é de 1 médico/1000 habitantes. Para agravar a situação, 340 desses médicos estão concentrados na cidade de Dourados (1/539,28), na sua grande maioria especialistas, havendo carência de médicos generalistas, inclusive com o município encontrando dificuldade para preenchimento das vagas de médicos nos 34 Programas de Saúde da Família do município (29 urbanos e 5 rurais). Portanto, havia uma população de 582.286 habitantes dos outros municípios da região que contava com apenas 310 médico residentes nesses municípios (1/1878 médicos/habitantes), havendo, portanto uma carência de profissionais. Além disso, como a distância para a Capital do Estado é maior para alguns municípios, Dourados acaba atendendo a demanda por serviços de saúde de média e de alta complexidade dos 27 municípios da Região da Grande Dourados. Com a falta de algumas especialidades na cidade de Dourados, há uma carência para esses municípios, também, de serviços de referência de médica e alta complexidade que acabam por sobrecarregar a Capital, Campo Grande. Por isso, entendemos que Dourados, como a segunda cidade do Estado, necessita também ser um pólo regional de saúde para esta região. É nesse sentido que consideramos imprescindível que o Hospital Universitário de Dourados, incorporado à UFGD em janeiro de 2009, seja estruturado para atender a demanda por alta complexidade da região, especialmente da população carente. E que o curso de medicina, além de formar médicos generalistas, também deverá incentivar a formação de profissionais que possam atender a demanda por serviços de média complexidade da região. 6 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 1.3. Histórico do Curso O Curso de Medicina da cidade Dourados iniciou suas atividades no ano de 2000, após um vestibular, em junho de 1999, bastante concorrido, com uma proporção de 46,6 candidatos por vaga. Como campus da UFMS, seguiu o currículo do Curso de Medicina de Campo Grande, capital do Estado. Foi um início difícil, pois, durante os 6 primeiros anos contou apenas com um professor efetivo, poucos professores do curso de Campo Grande se dispuseram à ministrar aulas em Dourados. Dessa forma, houve a necessidade de se contratar professores substitutos e contar com a adesão de professores voluntários. Apesar da construção de um prédio para o curso de medicina ter sido iniciado no ano de 2000, durante os 7 primeiros anos do curso, as aulas teóricas ocorreram no CEUD e eram utilizados os laboratórios do curso de Enfermagem da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Devido à um pacto entre a Prefeitura, a Associação Médica da cidade e o Curso de Medicina de Dourados, com o início das atividades clínicas, os alunos passaram a estagiar nos postos de saúde da cidade e nos Hospitais Evangélico, Hospital da Mulher e no Pronto Atendimento Médico (PAM), através de convênios firmados com a Prefeitura e com os Hospitais. Os alunos do Curso de Medicina se mostraram bastante ativos, implantaram diversas Ligas e Fundaram o Centro Acadêmico (CA) Camilo Ermelindo de Souza e lutaram incansavelmente por melhores condições de aprendizagem. Em 2005, o Ministério da Educação (MEC), realizou a primeira avaliação do Curso de Medicina de Dourados, um pouco antes de ser instituída a UFGD. No geral, não foi uma avaliação positiva, mas que desencadeou uma série de questionamentos e mudanças à partir daquele momento. Com a transformação do campus de Dourados da UFMS em UFGD, o curso de Medicina passou a fazer parte da Faculdade de Ciências da Saúde (FCS) e recebeu investimento 7 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS do Governo Federal que está sendo utilizado para corrigir as falhas apontadas pelos avaliadores do MEC. As salas de aula e a administração de prédio da FCS foram mobiliados e os laboratórios foram equipados para as aulas práticas. Neste ano, tiveram início os Estágios Supervisionados com a contratação temporária de preceptores. E, por fim, no início de 2009, o Hospital Universitário de Dourados foi definitivamente incorporado pela UFGD após discussões e estudos com a orientação da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Foi firmado um convênio com a Prefeitura Municipal de Dourados de 5 anos, com prorrogação de mais 5 anos previsto ao final do primeiro para realização de práticas nas estratégias de Saúde da Família, Postos de Saúde, centro de referência da saúde do trabalhador (CEREST), centro de apoio psicossocial (CAPS), sistema de atendimento móvel de urgência (SAMU), Hospital de Urgências e Trauma (HUT). Iniciaremos um grupo Pet Saúde para desenvolver estudos na Atenção Básica. Além disso, com a inauguração da UPA em 2014, pretendemos criar um estágio supervisionado em emergência e inserir nossos alunos com supervisão docente nesse novo cenário de aprendizado. No ano de 2012 e 2013 foi negociada a expansão do curso de medicina de 50 vagas anuais para 80 vagas anuais sendo ofertadas duas turmas de 40 alunos semestrais com entrada única no início do ano. Os recursos necessários para a realização da expansão após acordo com o MEC encontram-se descrito na Resolução nº041 de 08 de março de 2013 do Conselho Diretor da Faculdade de Ciências da Saúde e resolução número 43 de 02 de maio de 2013 do Conselho Universitário (COUNI/UFGD). Em 2014, as 80 vagas foram preenchidas via SISU e vestibular e a primeira turma da expansão iniciou-se no segundo semestre de 2014. Progressivamente foram realizadas as contratações de novos professores e ao final do ano de 2015 teremos 98 professores para os cursos de medicina e nutrição na Faculdade de Ciências de Saúde. Por fim trabalhamos na construção de um novo Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de acordo com as atuais Diretrizes Curriculares para os Cursos de Medicina. Procuramos adaptá-lo 8 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS às necessidades regionais, às orientações do Programa de Reforma e Reestruturação do Ensino Superior (REUNI) e ao PPI. 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.1 Curso: Medicina 2.2 Grau acadêmico conferido: Bacharel em Medicina 2.3 Modalidade de ensino: presencial 2.4. Regime de matrícula: Semestral por componente curricular 2.5. Período de integralização: mínimo: 06(seis) anos e máximo: 09(nove) anos 2.6. Carga horária total do curso: 8.754 horas-aula ou 7.305 horas 2.7. Número de vagas: 80(oitenta) vagas, com uma entrada única anual, sendo que 50% das vagas através do processo seletivo vestibular/UFGD e 50% através do SISU. Em relação aos ingressantes 40(quarenta) alunos iniciam as atividades acadêmicas no 1º semestre e 40(quarenta) alunos no 2º semestre. 2.8. Número de alunos por turmas: 40 (quarenta) 2.9. Turno de funcionamento: integral 2.10. Local de funcionamento: Faculdade de Ciências da Saúde, Rodovia Dourados –Itahum Km 12. Cidade Universitária - Dourados/MS - CEP:7900-000 e Hospital Universitário de Dourados: Rua Gerônimo Marques, 558. Altos do Indaiá. CEP: 79823-855. 2.11. Da forma de ingresso: A UFGD disponibiliza 40(quarenta) vagas por turmas semestralmente para o curso de medicina e a ocupação das vagas oferecidas dar-se-á por meio de dois sistemas de ingresso: acesso universal (50%) cinquenta por cento, e reserva de vagas(50%) cinquenta por cento, nos termos da Lei nº 12.711, de 29/08/2012, conforme distribuição expressa no quadro de vagas. Distribuição das Vagas Reserva de vagas para alunos da Escola Pública Renda Fam. Inf. ou igual a Renda Fam. Superior a Curso Modalidade Turno Universal 1,5 s.m. per cap 1,5 s.m. per cap Pretos, Pretos, Pardos e Outros Pardos e Outros Indígenas Indígenas Medicina Bacharel In 20 6 4 6 4 LEGENDA: (TURNO) Código dos turnos de funcionamento dos cursos: (IN) Integral 9 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 3. CONCEPÇÃO DO CURSO 3.1. Fundamentação teórico-metodológica Após a visita de reconhecimento de curso dos consultores ad hoc do Ministério da Educação em agosto de 2005, foi elaborado um relatório de avaliação do curso. Este foi o instrumento que despertou nos docentes, discentes e corpo técnico administrativo a necessidade de se trabalhar para um currículo que integrasse as grandes áreas do conhecimento sem perder o foco na qualidade da formação médica desta instituição. A fragilidade do modelo pedagógico vigente citada pelos avaliadores do MEC abrangia desde um corpo docente sem titulação e vinculação efetiva com a instituição à própria estrutura física que não comportava as ações necessárias de ensino para integralização dos seis anos de curso médico. Encaminhadas estas pendências, procedeu-se à revisão da estrutura curricular do curso propriamente dita. A construção do novo projeto políticopedagógico visa reformular a conceituação e a operacionalização do curso fornecendo as diretrizes para a integração curricular e de novos processos ensino-aprendizagem para o curso de medicina da FCS/UFGD. Além disso, a adesão da UFGD ao programa de reforma e reestruturação do ensino superior (REUNI) do governo federal permitiu que fossem introduzidos temas de conhecimentos gerais para os alunos dos cursos de saúde. Essa inserção permitiu a ampliação da visão social e humana dos novos profissionais, também um conhecimento mais aprofundado da região onde estão inseridos. Dessa forma, esperamos que as disciplinas comuns, também contribuam para que os novos médicos tenham a capacidade de trabalhar de forma multidisciplinar. Esse currículo, também, segue as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos de Medicina instituídos pelo Governo Federal pela Resolução CNE/CES nº3 de 20 de junho de 2014. Essas diretrizes foram desenvolvidas devido a necessidade de se adequar o ensino médico às atuais necessidades assistenciais, pois devido ao grande avanço da Medicina houve a necessidade de mudanças nas políticas de saúde que estão tendo implicações 10 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS significativas para os currículos dos Cursos de Medicina no Brasil. Foram definidas competências e habilidades gerais e específicas visando assegurar a qualidade dos serviços de saúde e o respeito aos pacientes e outros profissionais de saúde e o bem-estar não só do paciente, mas de toda a população. Desde o ano da instituição das DCN, o Governo Federal, vêm implantando Programas de incentivo para que as escolas médicas promovam mudanças nos seus PPCs, como o Prómed e mais recentemente o Pró-Saúde por entender que esse movimento dificilmente ocorre espontaneamente devido aos vários interesses, principalmente econômicos e de poder no interior das Faculdade de Medicina, de grupos específicos. Neste sentido, o curso de Medicina da UFGD participa do Programa interministerial (MEC/MS) denominado de PET-saúde que visa desenvolver um programa sustentável de ensino da atenção básica e vigilância em saúde. As DCN e as discussões atuais sobre reforma curricular na formação médica têm como referência as Recomendações das I e II Conferência Mundial de Educação Médica que ocorreram em 1988 e 1993 respectivamente. Estes encontros tiveram como precursores a Conferência Mundial sobre Atenção Primária em Saúde que ocorreu em Alma Alta no ano de 1978 onde foi lançado o Programa Saúde para Todos no ano 2000. Um dos enfoques principais dessas conferências foi a chamada atenção básica ou primária em saúde que privilegia a prevenção, o atendimento e controle das doenças crônicas mais freqüentes de forma a evitar as complicações dessas doenças. Além do atendimento de patologias que não necessitam de exames complementares ou terapêuticos dispendiosos para o seu diagnostico e tratamento. Estima-se que 80% dos problemas de saúde podem ser solucionados à nível de atenção básica. Mas para tanto, há necessidade de médicos que sejam capacitados para o atendimento generalista e preventivo. Essas conferências, também, chamaram atenção para o distanciamento das Faculdades de Medicina dos problemas sociais e de que os avanços na área biomédica estavam levando à um atendimento médico pouco humanizado. Os avanços tecnológicos e as melhorias dos sistemas de saúde, que deveriam contribuir para um melhor cuidado com o paciente e a comunidade e para uma maior equidade no atendimento, fizeram com que os 11 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS médicos se tornassem incapazes de monitorar as implicações dos custos de suas decisões clínicas. Por isso a educação médica tinha a necessidade urgente de uma reformulação. Essas mudanças já tinham começado a ocorrer em algumas escolas com a incorporação nos currículos de novos conceitos de promoção de saúde e do tratamento de doenças, incorporação de métodos mais efetivos de ensino e programas que passaram à ir além dos grupos acadêmicos para chegar a realidade social onde as necessidades de saúde são maiores. Por outro lado, a ética médica tem sido considerada cada vez mais importante nos currículos médicos com a necessidade de sair das salas de aula para a beira do leito e para a comunidade para que os alunos aprendam o convívio com o outro. Os avanços da ciência e a falta de recursos em algumas localidades fizeram surgir novas questões éticas no que diz respeito ao valor do dinheiro, a ética na priorização de alocação de recursos em relação às necessidades dos pacientes e da comunidade. Tudo isso levou à conclusão de que o modelo das ciências médicas não podia ser somente biomédico, mas deveria ser também social e psicológico. Ao mesmo tempo, está ocorrendo uma transição da saúde: nos países desenvolvidos está havendo uma mudança das doenças de deficiência e infecções para doenças crônicas degenerativas, especialmente as cardiovasculares, o diabetes e as neoplasias. Os custos de tratamento dessas doenças são maiores do que o das doenças agudas e infecciosas com as quais os países em desenvolvimento também estão ainda em constante desafio. Além disso, a população mundial está cada vez mais idosa apontando a necessidade de se rever os conteúdos das escolas médicas que privilegiam os adultos jovens. Outro grande problema é o desequilíbrio entre médicos especialistas e generalistas. Com a própria população preferindo consultar especialistas, mesmo com queixas corriqueiras. Este fato acontece também nos países desenvolvidos onde os Médicos de Família não são vistos como especiais mesmo que tenham excelente formação e diplomas de pós-graduação. Além disso, para acompanhar os grandes avanços científicos, os médicos precisariam adquirir novos conhecimentos e habilidades. A ênfase em conteúdos é atualmente 12 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS insustentável, tendo que o estudante aprender o essencial e adquirir a habilidade de aprender a aprender de forma continuada e crítica. Os educadores médicos de vários países, após debates intensos, propuseram em 1988 as reformas da Declaração de Edinburgo que são: 1) Ambientes educacionais relevantes 2) Currículos baseados nas necessidades de saúde 3) Aprendizagem ativa e duradoura 4) Aprendizagem com base na competência 5) Professores treinados para serem educadores 6) Envolvimento dos alunos no planejamento e avaliação da escola médica 7) Integração da ciência com a prática clínica 8) Seleção de alunos também por atributos intelectuais e não cognitivo 9) Coordenação da educação médica com os cuidados de saúde 10) Formação equilibrada de tipos de médicos 11) Treinamento multiprofissional 12) Educação médica continuada Paralelamente, nos últimos meses de 1992 e medos de 1993 ocorreu um intenso processo de reflexão na América Latina sobre o impacto que as mudanças sócio-econômicas e as transformações das práticas médicas exercem sobre a educação médica. Essas discussões culminaram na construção de um documento-base apresentado na II Conferência Mundial de Educação Médica. A contribuição da América Latina foi principalmente relacionada à integração do ensino com os serviços de saúde. No Brasil, nas décadas de 80 e 90, o sistema de saúde passava por transformações que culminou na criação do Sistema Único de Saúde (SUS) através da Lei nº 8080 de setembro de 1990. O SUS foi instituído pelo governo federal com o objetivo de garantir a universalidade do acesso aos serviços de saúde em todos os níveis. Esse sistema avançou em vários aspectos até o momento principalmente na descentralização de resolubilidade através da distribuição de atribuições e recursos paras as esferas estaduais e municipais. Na assistência houve uma 13 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS grande expansão e melhora da qualidade da atenção básica com a implantação das Estratégias de Saúde da Família e com a organização das ações de média e alta complexidade com o mapeamento das redes de referência em regiões estabelecidas. Entre outras ações do SUS destacam-se a vigilância sanitária, saúde das populações indígenas, regulação da atenção suplementar à saúde e a implantação dos Sistemas de Atendimento Móveis de Urgência (SAMUs). Atualmente, cerca de 90% da população de algum modo é usuária do SUS. Sendo, atualmente o maior empregador de profissionais da área de saúde do Brasil, e entendendo que as escolas médicas devem atender as principais demandas de saúde da sociedade, é imprescindível que as mesmas modifiquem a visão dos alunos de medicina de que sua atuação no processo saúde-doença consiste apenas em tratar patologias e suas complicações. Essa visão se deve porque as maiorias dos cursos médicos ainda privilegiam o aprendizado em centros de alta complexidade, o aprendizado de especialidades de forma fragmentada que impede que o aluno adquira uma visão global do paciente, Frente às essas considerações é que foram construídas as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de medicina em 2001, fazendo necessário a implantação de novos Projetos Políticos Pedagógicos (P.P.Ps), que garantissem entre outros valores a construção da interdisciplinaridade, a inserção precoce dos estudantes em ambientes de prática profissional, a formação generalista e humanística, motes hoje imprescindíveis na formação médica de qualidade. Ao se considerar que o projeto pedagógico do curso é o documento que explicita a concepção de ensino e aprendizagem de um curso e proporciona diretrizes de orientação e ação aos docentes os quais são diretamente responsáveis por sua execução, buscou-se um processo de construção coletiva utilizando abordagens participativas na definição de conteúdos e enfoques metodológicos. O PPC do Curso de Medicina de Dourados busca responder à demanda da sociedade pela formação de profissionais que aliem competência clínica com compromisso social. Visa evitar o estabelecimento de um curso alheio à realidade onde está inserido, avançando na maior 14 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS sensibilidade às necessidades sociais, mediante sensibilidade e flexibilidade para incorporar as mudanças necessárias de acordo com o contexto. Isto implica na construção de processos de educação permanente, a aliança entre trabalho e formação, a consolidação de parcerias formais e de redes de cooperação e, principalmente, o reconhecimento de que os processos de formação e de trabalho produzem conhecimentos transdisciplinares necessários para caracterizar o compromisso social da instituição formadora. Ao mesmo tempo, este PPC, visa uma transição gradual da concepção de ensino tradicional no qual o professor é o centro e responsável pelas experiências educacionais sendo o aluno apenas um receptor do conhecimento transmitido, para um currículo no qual os objetivos são centrados em como o aluno aprende e no qual possam intervir diretamente para provocar mudanças na sociedade, como também possam levar ao seu desenvolvimento como pessoa e à autonomia. Tornando-se dessa forma além de profissionais competentes, cidadãos. 3.2 Fundamentação legal: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional No. Documento: Lei nº 9.394 Data de Publicação: 20/12/1996 Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Medicina No. Documento: Resolução nº 3 CNE/CES Data de Publicação: 20 de junho de 2014 Carga Horária Mínima para o curso de Medicina: 7.200 horas Nº. Documento: Resolução nº 2 CNE/CES Data de Publicação: 18 de junho de 2007 Internato fora da UF sede do curso: máximo de 25%(vinte e cinco por cento) No. Documento: Parecer nº 189 CNE/CES 15 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Data de Publicação: 15 de julho de 2002 Internato fora da UF sede do curso por motivo de saúde dos pais No. Documento: Parecer nº 224 CNE/CES Data de Publicação: 7 de novembro de 2007 Renovação do reconhecimento do curso de Medicina da UFGD No. Documento: Portaria nº 775 CNE/CES Data de Publicação: 7 de novembro de 2008 3.3. Adequação do Projeto Pedagógico ao Projeto Político Institucional (PPI) e ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). O curso de medicina da FCS faz parte de uma instituição maior que é a UFGD e, portanto, segue as linhas mestras do seu PPI, ou seja, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; a gestão democrática, o compromisso social e a gratuidade do ensino. Procuramos inserir desde o início do curso uma capacitação para a pesquisa através da disciplina de metodologia científica, por entender, que esse aprendizado é imprescindível para que o aluno possa aprender ã aprender de maneira crítica e reflexiva. A ampliação dos cenários de ensino permitirá que os alunos se insiram dentro das comunidades e desenvolvam projetos de pesquisa e educacionais dentro das mesmas. A gestão administrativa e acadêmica tem a participação de professores, alunos e dos servidores técnico-administrativos no seu Conselho Diretor e nas Comissões de ensino, pesquisa e extensão. A participação de médicos do Hospital Universitário de Dourados na Comissão de Estágio Supervisionado e na preceptoria do internato médico. As ementas dos estágios supervisionados do sexto ano foram construídas por oficinas realizadas com os preceptores. Procuramos adequar o nosso PPC para a formação do médico generalista que possa resolver 80% dos problemas de saúde na Atenção Básica, ou seja, apto a exercer sua profissão sem necessitar de uma especialização. Essa sólida formação básica também possibilitará para aqueles que desejarem seguir uma formação especializada de qualidade, sem perderem a visão global e humanizada de seus pacientes, procurando 16 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS atender a demanda por serviços de média e alta complexidade na região da Grande Dourados. Sendo uma Universidade Federal, o ensino é inteiramente gratuito, sendo que a UFGD vai destinar 25% de suas vagas para egressos do ensino público. Com um currículo desenvolvido em eixos, procuramos integrar disciplinas e professores, pois no currículo atual cada professor desenvolvia sua atividade de forma isolada. Além disso, com a adesão da UFGD ao REUNI, os nossos professores e alunos terão a oportunidade de discutirem temas gerais com profissionais e alunos das diversas áreas do conhecimento. Dentro do nosso PPC, estamos instituindo formas de avaliação do mesmo consagradas em instituições como a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) , a Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Uma dessas formas de avaliação é o acompanhamento de egressos e sua inserção no mercado de trabalho. Dessa forma procuraremos detectar as necessidades de modificações nesse PPC. Como parte do desenvolvimento do corpo discente, docente e técnico-administrativo, especialmente dos dois últimos, estamos trabalhando na instituição para a implantação de uma pós-graduação na área da saúde. Que também possibilitará a qualificação de profissionais da rede de saúde da região. Por fim, dentre os objetivos deste PPC, está à formação de um profissional que além de sólidos conhecimentos, tenha a capacidade de procurar uma formação continuada e que procure contribuir para os avanços técnicos e sociais na área da saúde. Esta formação está de acordo com o PDI da UFGD que estabeleceu que a nossa missão é “gerar, sistematizar e socializar conhecimento, saberes e valores, por meio de ensino, pesquisa extensão de excelência, formando profissionais e cidadãos capazes de transformar a sociedade no sentido de promover a justiça social”. Este documento, atualizado em 2014, é resultado de um diálogo coletivo, a partir da Comissão de Ensino e Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso, o que permitiu discussões, entre discentes, técnicos administrativos, docentes e gestores da área da saúde e da educação, sobre o fazer político pedagógico do curso, tendo como objetivo refletir sobre o momento atual e buscar transformações que atendam às necessidades da sociedade e da atuação do médico enquanto agente transformador e promotor de saúde. Instruídos pela resolução número 084 de 19 de abril de 2013 do conselho diretor da FCS, o NDE é composto dos 17 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS docentes: Luiz Augusto Freire Lopes, Aroldo Henrique da Silva Boigues, Maria Aparecida dos Santos Pires, Rosangela da Costa Lima, Mario Orlando Dossi, Sidney Antonio Lagrosa Garcia e Marcio Eduardo de Barros. As reuniões acontecem trimensalmente e as atualizações no PPC são realizadas anualmente. O curso de Medicina atende às determinações da Resolução CNE/CP nº 01/2004, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e a Resolução CNE/CP nº 01/2012, que estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. A Educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, indígenas e aos direitos humanos estão inclusas nas atividades curriculares do curso através da oferta dos Componentes Comuns à Universidade como: “Interculturalidade e Relações Étnico-raciais”, “Educação, Sociedade e Cidadania”, “Direitos Humanos, Cidadania e Diversidades” e “Territórios e Fronteiras”. Esses componentes contribuem para a formação da dimensão social e humana do aluno de forma transversal. Além disso, a UFGD possui um Núcleo de Estudos Afro-brasileiro (NEAB) criado pela Resolução 89/2007 do COUNI que tem com a finalidade atuar nas áreas de pesquisa, ensino e extensão relacionadas à diversidade étnico-racial, políticas públicas de combate à discriminação e ao racismo, produção de materiais, eventos, encontros, seminários, contribuindo assim para a implementação da Lei 11.645/08, que dispõem sobre o ensino da História da África e História da Cultura afro-brasileira e História Indígena. A instituição também possui uma Faculdade Intercultura Indígena, à qual está vinculado o curso de Licenciatura Intercultural Indígena, destinado às populações das etnias Guarani e Kaiowá, o que possibilita um intercâmbio cultural na universidade e o convívio entre diversidades étnicas. Desde o ano de 2013, a UFGD sedia a Cátedra UNESCO “Diversidade Cultural, Gênero e Fronteira”, desenvolvendo pesquisas e eventos sobre a temática de gênero e diversidade cultural visando à construção de uma prática de respeito aos diretos humanos e à solidariedade com as comunidades étnicas. O curso de Medicina também atende à Resolução CNE/CP nº 02/2012, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. A Educação Ambiental está presente nas atividades curriculares do curso de modo transversal, contínuo e permanente, 18 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS com a oferta dos Componentes Comuns à Universidade, como: “Sociedade, Meio Ambiente e Sustentabilidade” e “Sustentabilidade na Produção de Alimentos e de Energia”. Além disso, a instituição aprovou em 2013 sua Política Ambiental (Resolução COUNI/UFGD nº 6/2013), cuja finalidade é orientar, propor e promover ações sobre a temática ambiental na universidade. 4- ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA: COORDENADOR DO CURSO 4.1. Atuação do Coordenador Conforme o Art. 57 e 58 do Regimento Geral da UFGD e a Norma Acadêmica da Graduação são atribuições do coordenador: I - Quanto ao projeto pedagógico: a) definir, em reunião com os Vice-Diretores das Unidades que integram o Curso, o projeto pedagógico, em consonância com a missão institucional da Universidade, e submeter a decisão ao Conselho Diretor da Unidade; b) propor ao Conselho Diretor alterações curriculares que, sendo aprovadas nesta instância, serão encaminhadas ao Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura. II - Quanto ao acompanhamento do curso: a) orientar, fiscalizar e coordenar sua realização; b) propor anualmente ao Conselho Diretor, ouvido a Coordenadoria Acadêmica, o número de vagas a serem preenchidas com transferências, mudanças de curso e matrícula de graduados; c) propor critérios de seleção, a serem aprovados no Conselho Diretor, para o preenchimento de vagas. III - Quanto aos programas e planos de ensino: a) traçar diretrizes gerais dos programas; b) harmonizar os programas e planos de ensino que deverão ser aprovados em reunião com os Vice-Diretores das Unidades que oferecem disciplinas para o Curso; c) observar o cumprimento dos programas. IV - Quanto ao corpo docente: a) propor intercâmbio de professores; 19 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS b) propor a substituição ou aperfeiçoamento de professores, ou outras providências necessárias à melhoria do ensino. c) propor ao Conselho Diretor das Unidades envolvidas a distribuição de horários, salas e laboratórios para as atividades de ensino. 4.2 Quanto ao corpo discente a) manifestar sobre a validação de disciplinas cursadas em outros estabelecimentos ou cursos, para fins de dispensa, ouvindo, se necessários, os Vice-Diretores das unidades que participam do curso ou o Conselho Diretor; b) conhecer dos recursos dos alunos sobre matéria do curso, inclusive trabalhos escolares e promoção, ouvindo, se necessário, Vice-Diretores das unidades que participam do curso ou o Conselho Diretor; c) aprovar e encaminhar à Direção da Unidade Acadêmica a relação dos alunos aptos a colar grau. 4.3. Formação do Coordenador O Coordenador do Curso de Medicina deverá ser um médico, docente do curso de Medicina com título de Mestre ou Doutor de acordo com orientação do regimento geral da UFGD. 4.4. Dedicação do Coordenador à administração e condução do Curso. Deverá dedicar 20 horas semanais para as atividades administrativas e de condução do curso. 5. OBJETIVOS Assegurar conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que possibilitem a formação 20 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS inicial do médico apto a: • perceber aqueles a quem atende de forma integral, ou seja, físico-mentalsocial. Construindo sobre essa percepção a relação médico-paciente; • comunicar-se adequadamente com o paciente e seus familiares, com a equipe de saúde e com a comunidade científica; • demonstrar atitude empática com o sofrimento; • lidar coma as próprias frustrações e com a diversidade do comportamento e culturas; • raciocinar e agir de forma crítica na interpretação de dados, na identificação da natureza dos problemas e na resolução destes; • dar atendimento à comunidade segundo uma concepção e prática médicas que compreendam a importância e a integração dos vários níveis de atenção á saúde; • contribuir para a promoção da saúde, prevenção das doenças e a reabilitação dos incapacitados, levando em conta as condições sócio-econômicas e culturais da comunidade; • promover e consolidar junto à comunidade a valorização do médico de família; • aperfeiçoar o uso dos recursos propedêuticos, valorizando o método clínico; • reconhecer e encaminhar adequadamente pacientes portadores de problemas que fogem ao alcance de sua formação médica; • conduzir-se estritamente dentro da lei, da ética profissional, sintonizada com os imperativos sociais; • buscar a formação continuada e permanente em sua área profissional, sintonizada com os imperativos sociais e científicos; • contribuir para o avanço do conhecimento teórico e prático da área, sistematizando e socializando sua experiência profissional e integrando-se na comunidade médica; • atuar eficientemente em equipe de saúde, valorizando e respeitando as competências específicas de seus integrantes. 21 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 6- PERFIL DESEJADO DO EGRESSO O curso de medicina da UFGD visa formar o profissional médico com o seguinte perfil de formação e competência: com sólidos conhecimentos técnico-científicos fundados sobre as bases humanistas; com postura ética, consciência e responsabilidade social e compromisso com a cidadania; com capacidade para comunicar-se e disposição de valorizar a relação médicopaciente; com visão e ação médicas orientadas para a proteção e promoção da saúde, enfatizando a saúde pública e preventiva, sem desprezar a medicina curativa, a partir da formação acadêmica geral; com capacidade para atuar frente às doenças mais prevalentes nas grandes áreas da Saúde Coletiva, Clínica Médica, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Clinica Cirúrgica, utilizando, com propriedade, exames complementares; com capacidade de compreensão, integração e aplicação dos conhecimentos adquiridos nos anos iniciais com prática profissional; com capacidade para resolver com qualidade os problemas prevalentes de saúde e para realizar o primeiro atendimento das urgências e emergências; com capacidade para atuar em pesquisas com vistas ao desenvolvimento da própria capacidade de aprender a aprender, ou seja, ao processo de formação permanente e à contribuição para o conhecimento técnico-científico na área; Com capacidade de analisar criticamente os dados da literatura científica Com capacidade de analisar criticamente o próprio desempenho; 22 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Com capacidade de atuação em equipe de saúde multiprofissional. 7 ESTRUTURA CURRICULAR, CARGA HORÁRIA E LOTAÇÃO COMPONENTES CHT CHP CH CURRICULARES/DISCIPLINAS LOTAÇÃ Total O COMPONENTES DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE Eixo temático de formação comum à Universidade 72 -- 72 - Eixo temático de formação comum à Universidade 72 -- 72 - DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO COMUM À ÁREA Bioquímica 54 18 72 FCS Células 54 18 72 FCS Epidemiologia 54 18 72 FCS Metodologia Científica 54 18 72 FCS CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO BÁSICA* As disciplinas do “Eixo de Formação Comum à Área” ajudarão a compor este núcleo de “formação básica”. Anatomia Humana I 72 72 144 FCS Anatomia Humana II 90 90 180 FCS Bases das Doenças Infecciosas I 72 36 108 FCS Bases das Doenças Infecciosas II 36 18 54 FCS Bases das Doenças Infecciosas III 36 18 54 FCS Bases das Doenças Infecciosas IV 36 18 54 FCS Farmacologia Humana I 54 18 72 FCS Farmacologia Humana II 54 36 90 FCS Fisiologia Humana I 72 18 90 FCS Fisiologia Humana II 72 36 108 FCS Patologia Humana I 36 18 54 FCS Patologia Humana II 54 18 72 FCS Formação do Ser Humano Biológico I 54 18 72 FCS Formação do Ser Humano Biológico II 54 18 72 FCS 23 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Habilidades Básicas em Medicina 36 54 90 FCS Saúde da Comunidade I 72 36 108 FCS Saúde da Comunidade II 54 36 90 FCS Tecidos I 90 36 126 FCS Tecidos II 108 54 162 FCS CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL* Bases da Cirurgia 36 54 90 FCS Clínica Cirúrgica I 36 54 90 FCS Clínica Cirúrgica II 54 72 126 FCS Clínica Cirúrgica III 54 72 126 FCS Clínica Cirúrgica IV 36 54 90 FCS Clínica Médica I 36 72 108 FCS Clínica Médica II 36 72 108 FCS Clínica Médica III 54 72 126 FCS Diagnóstico por Imagem 18 54 72 FCS Ginecologia e Obstetrícia I 36 54 90 FCS Ginecologia e Obstetrícia II 36 54 90 FCS Medicina Legal 54 - 54 FCS Pediatria I 36 54 90 FCS Pediatria II 36 54 90 FCS Psiquiatria 36 54 90 FCS Saúde da Família I 54 36 90 FCS Saúde da Família II 54 36 90 FCS Saúde da Família III 54 72 126 FCS Semiologia I 36 72 108 FCS Semiologia II 36 72 108 FCS Administração de Recursos Humanos 72 - 72 FACE Atividades Integrativas I 36 36 72 FCS DISCIPLINAS ELETIVAS 24 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Atividades Integrativas II 36 36 72 FCS Atividades Integrativas III 36 36 72 FCS Atividades Integrativas IV 24 48 72 FCS Atividades Integrativas V 24 48 72 FCS Cardiologia 36 36 72 FCS Dermatologia 36 36 72 FCS Doenças auto-imunes sistêmicas 36 36 72 FCS Doenças infecciosas negligenciadas, emergentes e re- 36 36 72 FCS 36 36 72 FCS Estágio Supervisionado Complementar I - 414 414 FCS Estágio Supervisionado Complementar II - 414 414 FCS Estágio Supervisionado Eletivo 52 200 252 FCS Estudos Independentes Supervisionados I 72 - 72 FCS Estudos Independentes Supervisionados II 72 - 72 FCS Estudos Independentes Supervisionados III 72 - 72 FCS Introdução à Antropologia 72 - 72 FCH Inglês Instrumental 72 - 72 FACALE LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais 54 18 72 FAED Medicina Baseada em Evidência 36 36 72 FCS Neurociências 36 36 72 FCS Nutrição Clínica 36 36 72 FCS Ortopedia 36 36 72 FCS Psicologia social 72 - 72 FCH Saúde Indígena 18 54 72 FCS Tópicos em Farmacologia 36 36 72 FCS - - 216 FCS 104 400 504 FCS emergentes Endocrinologia ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECÍFICAS Atividades Complementares Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva I 25 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Estágio Supervisionado em Clínica Médica I 104 400 504 FCS Estágio Supervisionado em Pediatria I 104 400 504 FCS Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica I 104 400 504 FCS Estágio Supervisionado em Clínica Médica II 104 400 504 FCS Estágio Supervisionado em Pediatria II 54 450 504 FCS Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica II 54 450 504 FCS Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia 54 450 504 FCS Legenda: CHT – Carga Horária Teórica. CHP – Carga Horária Prática 8. RESUMO GERAL DA ESTRUTURA CURRICULAR COMPONENTE CURRICULAR CH COMPONENTES DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE 144 DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO COMUM À AREA 288 DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DO CURSO (A+B) A. Formação Básica 1.800 B. Formação Profissional 1.962 ATIVIDADES ACADÊMICAS ESPECÍFICAS (C+D) C. Estágios 4.032 D. Atividades Complementares 216 DISCIPLINAS ELETIVAS 324 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO em horas aula (50min) 8.766 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO em horas 7.305 9. TABELA DE EQUIVALÊNCIAS Em vigor até 2008 CH A partir de 2009 CH Anatomia Humana 324 Anatomia Humana I 144 26 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Anatomia Humana II 180 Bioestatística 54 Metodologia Científica 72 Bioquímica 180 Bioquímica 72 Citologia e Genética 72 Células 72 Embriologia 54 Formação do Ser Humano 72 do Ser Humano 72 biológico I Formação Biológico II Epidemiologia 54 Epidemiologia 72 Histologia Humana 180 Tecidos I 126 Patologia Geral 108 Tecidos II 162 Psicologia Médica 54 Saúde da Comunidade I 108 Saúde da Comunidade 72 Nutrição 54 Fisiologia e Biofísica 216 Fisiopatologia Humana I 144 Anatomia Patológica Especial 180 Fisiopatologia Humana II 180 Imunologia 90 Bases das Doenças Infecciosas I 162 Microbiologia 90 Bases das Doenças Infecciosas II 108 Parasitologia 144 Prática de Enfermagem 72 Habilidades Básicas em Medicina 90 Saúde 72 Saúde da Comunidade II 90 e 54 Saúde da Família V 90 90 Farmacologia Humana I 72 Farmacologia Humana II 90 Clínica Médica I 144 Clínica Cirúrgica I 90 Bases da Cirurgia 90 Administração em Pública Deontologia Médica Medicina do Trabalho Farmacologia Propedêutica e Semiologia 252 Médicas Técnica Cirúrgica 90 27 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Anestesiologia Cardiologia 72 e Cirurgia Clínica Cirúrgica II 126 Clínica Médica II 144 Torácica 108 Pneumologia 72 Neurologia e Neurocirurgia 72 Endocrinologia 90 Clínica Médica III 144 Hematologia 72 Saúde da Família IV 126 Nefrologia 72 Dermatologia 72 Clínica Médica IV 162 Moléstias Infecto-Parasitárias 90 Saúde da Família IV 126 Reumatologia 72 Gastroenterologia 90 Saúde Mental 90 Saúde da Família I 90 Ortopedia 90 Clínica Cirúrgica III 126 Urologia 54 Cirurgia Vascular 54 72 Clínica cirúrgica IV 90 252 Saúde da Família II 90 Pediatria I 90 Pediatria II 90 Saúde da Família III 90 Ginecologia e Obstetrícia I 90 Oftalmo e Otorrinolaringologia Pediatria e Puericultura Ginecologia e Obstetrícia 252 Ginecologia e Obetetrícia II 90 Estágio Supervisionado em 500 Clínica Médica Estágio Supervisionado em 500 em 500 Estágio Supervisionado em Saúde 500 Clínica Médica I Estágio Supervisionado Clínica Médica II Estágio Supervisionado em 480 28 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Saúde Coletiva Estágio Coletiva I Supervisionado em 500 Clínica Cirúrgica Estágio Supervisionado em 250 em 500 em 500 Supervisionado em 500 Supervisionado em 500 Clínica Cirúrgica I Estágio Supervisionado Clínica Cirúrgica II Estágio Supervisionado em 500 Ginecologia e Obstetrícia Estágio Supervisionado Estágio supervisionado ginecologia obstetrícia em 500 Pediatria e Puericultura Estágio Pediatria I Estágio Pediatria II Em vigor até 2011 CH A partir de 2012 Estágio 250 Estágio 250 Clínica Cirúrgica I 162 Bases das doenças Infecciosas I 108 Bases das doenças Infecciosas II 54 Bases das doenças Infecciosas III 54 Bases das doenças Infecciosas IV 54 Supervisionado Eletivo Estágio Supervisionado Supervisionado CH em 500 em Clínica Cirúrgica I Bases das doenças Infecciosas I Bases das doenças Infecciosas 108 II Em vigor até 2012 CH A partir de 2013 CH Clínica Médica I 144 Clínica Médica I 108 Clínica Médica II 144 Clínica Médica II 108 Clínica Médica III 144 Clínica Médica III 108 Clínica Médica IV 162 Clínica Médica IV 126 Saúde da Família III 90 Saúde da Família III 126 Saúde da Família IV 126 Saúde da Família IV 90 Em vigor até 2014 CH A partir de 2015 CH Atividades Complementares 200 Atividades Complementares 216 Clínica Médica I 108 Semiologia I 108 29 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Clínica Médica II 108 Clínica Médica I 108 Clínica Médica III 108 Clínica Médica II 108 Clínica Médica IV 126 Clínica Médica III 126 500 Estágio Supervisionado em Clínica 504 Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica I Estágio Supervisionado Cirúrgica I em 500 Clínica Cirúrgica II Estágio Supervisionado Supervisionado em 500 Supervisionado em 500 Supervisionado em 500 Estágio Supervisionado em Clínica 504 Estágio Supervisionado em 504 Estágio Supervisionado em Pediatria 504 Ginecologia e Obstetrícia em 500 Pediatria I Estágio 504 Médica II Ginecologia e Obstetrícia Estágio Estágio Supervisionado em Clínica Médica I Clínica Médica II Estágio 504 Cirúrgica II Clínica Médica I Estágio Estágio Supervisionado em Clínica I Supervisionado em 500 Pediatria II Estágio Supervisionado em Saúde 504 II 500 Coletiva I Estudos Independentes Estágio Supervisionado em Pediatria Estágio Supervisionado em Saúde 504 Coletiva I 72 Semiologia II(OBR) 108 Saúde da Família IV 90 Psiquiatria 90 Fisiopatologia Humana I 144 Fisiologia Humana I 90 Patologia Humana I 54 Fisiologia Humana II 108 Supervisionados IV (ELT) Fisiopatologia Humana II 180 Patologia Humana II 72 Diagnóstico por Imagem (ELT) 72 Diagnóstico por Imagem (Obr) 72 Inglês Instrumental (Obr) 72 Inglês Instrumental (ELT) 72 30 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 10. TABELA DE DISCIPLINAS COM PRÉ-REQUISITO Lotação Disciplina CH Pré-Requisito CH Estágio Supervisionado em 500 Clínica Cirúrgica II 126 500 Clínica Cirúrgica III 126 500 Clínica Médica II 108 500 Clínica Médica III 126 500 Ginecologia e Obstetrícia I 90 Ginecologia e Obstetrícia II 90 Pediatria I 90 Pediatria II 90 Clínica Cirúrgica I FCS Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica II FCS Estágio Supervisionado em Clínica Médica I Estágio Supervisionado em Clínica Médica II FCS Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia FCS Estágio Supervisionado em Pediatria I 500 11. EMENTÁRIO 11.1 DISCIPLINAS DO EIXO DE FORMAÇÃO COMUM À UNIVERSIDADE: ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: da produção ao consumo. Modelos alimentares: dieta ocidental, dieta mediterrânea, dieta vegetariana, dietas alternativas, guia alimentar; Diretrizes para uma alimentação saudável; Elos da cadeia produtiva: produção, indústria, comércio e consumo; Relação da produção de alimentos e alimentação saudável. APRECIAÇÃO ARTÍSTICA NA CONTEMPORANEIDADE. Conceituações de arte; Degustação de obras de arte diversas; Modalidades artísticas; Arte clássica e arte popular; Artes do cotidiano; Engajamento estético, político, ideológico na arte; Valores expressos pela arte. 31 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS CIÊNCIA E COTIDIANO. Poder, discurso, legitimação e divulgação da ciência na contemporaneidade; Princípios científicos básicos no cotidiano; Democratização do acesso à ciência; Ficção científica e representações sobre ciência e cientistas. CONHECIMENTO E TECNOLOGIAS. Diferentes paradigmas do conhecimento e o saber tecnológico; Conhecimento, tecnologia, mercado e soberania; Tecnologia, inovação e propriedade intelectual; Tecnologias e difusão do conhecimento; Tecnologia, trabalho, educação e qualidade de vida. CORPO, SAÚDE E SEXUALIDADE. Teorias do corpo; Arte e corpo; Corpo: organismo, mercadoria, objeto e espetáculo; O corpo disciplinado, a sociedade do controle e o trabalho; O corpo libidinal e a sociedade; Corpo, gênero e sexualidade. DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E DIVERSIDADES. Compreensão histórica dos direitos humanos; Multiculturalismo e relativismo cultural; Movimentos sociais e cidadania; Desigualdades e políticas públicas; Democracia e legitimidade do conflito. ECONOMIAS REGIONAIS, ARRANJOS PRODUTIVOS E MERCADOS. Globalização, produção e mercados; Desenvolvimento e desigualdades regionais; Arranjos produtivos e economias regionais; Regionalismo e Integração Econômica. EDUCAÇÃO, SOCIEDADE E CIDADANIA. A educação na formação das sociedades; Educação, desenvolvimento e cidadania; Políticas públicas e participação social; Políticas afirmativas; Avaliação da educação no Brasil; Educação, diferença e interculturalidade. ESTADO, TERRITÓRIO E FRONTEIRAS. Estado, nação, culturas e identidades; Processos de Globalização/ Mundialização, Internacionalização e Multinacionalização; Espaço econômico mundial; Soberania e geopolítica; Territórios e fronteiras nacionais e étnicas; Fronteiras vivas. ÉTICA E PARADIGMAS DO CONHECIMENTO. Epistemologia e paradigmas do conhecimento; Conhecimento científico e outras formas de conhecimento; Conhecimento, moral e ética; Interface entre ética e ciência; Bioética. 32 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS INTERCULTURALIDADE E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS. Teorias da Etnicidade; Teorias Raciais; Interculturalidade, Diversidade de Saberes e Descolonização dos Saberes; História e Cultura Afrobrasileira em Mato Grosso do Sul; História e Cultura Indígena em Mato Grosso do Sul; Colonialidade e Relações de Poder nas Relações Étnico-raciais; O fenômeno do Preconceito Étnico-racial na Sociedade Brasileira; Políticas Afirmativas e a Sociedade Brasileira. LINGUAGENS, LÓGICA E DISCURSO. Linguagem, mídia e comunicação; Princípios de retórica e argumentação; Noções de lógica; Diversidades e discursos. SOCIEDADE, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE. Relações entre sociedade, meio ambiente e sustentabilidade; Modelos de Desenvolvimento; Economia e meio ambiente; Políticas públicas e gestão ambiental; Responsabilidade Social e Ambiental; Educação ambiental. SUSTENTABILIDADE NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS E DE ENERGIA. Sustentabilidade econômica, social e ambiental; Uso sustentável de recursos naturais e capacidade de suporte dos ecossistemas; Padrões de consumo e impactos da produção de alimentos e energia; Relação de sustentabilidade nos processos e tecnologias de produção de alimentos e energia; Produção Interligada de Alimentos e Energia. TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. Redes De comunicação; Mídias digitais; Segurança da informação; Direito digital; E-science (e-ciência); Cloud Computing; Cidades inteligentes; Bioinformática; Elearning; Dimensões sociais, políticas e econômicas da tecnologia da informação e comunicação; Sociedade do conhecimento, cidadania e inclusão digital; Oficinas e atividades práticas. 11.2 DISCIPLINAS DO EIXO DE FORMAÇÃO COMUM À ÁREA BIOQUÍMICA: Introdução à Bioenergética - utilização de energia pelos seres vivos. Glicólise e Gliconeognese. Ciclo de Krebs, do ácido cítrico ou do ácido tricarboxílico. Oxidação dos ácidos graxos (beta-oxidação). Síntese de ácidos graxos. Cadeia de transporte de elétrons e fosforilação oxidativa. Metabolismo de aminoácidos e outros compostos nitrogenados: entrada de aminoácidos nas reações do Ciclo de Krebs para obtenção de energia, Ciclo da uréia, metabolismo de compostos nitrogenados. Regulação e integração metabólica. 33 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS CÉLULAS: Estrutura e função das células e seus componentes. Principais processos e alterações celulares durante a diferenciação celular, durante o seu ciclo de vida e frente às agressões. EPIDEMIOLOGIA: Conceitos básicos, evolução histórica e áreas de aplicação da epidemiologia. Tipos de estudos epidemiológicos. Epidemiologia descritiva, analítica e clínica. METODOLOGIA CIENTÍFICA: Conceito, tipos e etapas do trabalho acadêmico. Conceitos básicos de bioestatística. 11.3 - DISCIPLINAS ESPECÍFICAS DO CURSO ANATOMIA HUMANA I: Conceituação geral. Corpo humano: organização e estrutura macroscópica. Estudo topográfico, seguimentar e radiológico dos membros superiores e inferiores, da cabeça e pescoço, do tórax e do sistema cardiovascular. Implicações do conhecimento de anatomia na prática médica. ANATOMIA HUMANA II: Estudo topográfico, seguimentar e radiológico do abdome, da pelve e do sistema nervoso. Implicações do conhecimento de anatomia na prática médica. BASES DA CIRURGIA: Técnicas cirúrgicas básicas. Profilaxia de infecções cirúrgicas. Treinamento da equipe cirúrgica. Iniciação à cirurgia experimental. Capacitação para instrumentação cirúrgica, diérese, hemostasia e síntese de tecidos cutâneos, cateterização de veias, punções e drenagens. Compreensão sobre laparotomia e traqueostomia. BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS I – Princípios gerais da imunologia. Indução, produção e regulação da resposta imune. Hipersensibilidade. Principais métodos de diagnóstico. Imunidade à infecção e imunodeficências. Imonoprofilaxia, Imunologia dos transplantes. Imunologia dos tumores. Introdução à Parasitologia, principais aspectos das hemoparasitoses, vetores biológicos das parasitoses e artrópodes de interesse médico. BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS II – Microbiologia aplicada à saúde 34 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS III – Parasitos intestinais e de outros sistemas de maior prevalência no Brasil. Principais diagnósticos em Parasitologia. BASES DAS DOENÇAS INFECCIOSAS IV – Princípios gerais da virologia e micologia, principais técnicas laboratoriais em virologia e micologia, proteínas infectantes de interesse na saúde. CLÍNICA CIRÚRGICA I: Semiologia sistemática em clínica cirúrgica: exame clínico do abdômen; semiologia do nariz e seios da face; semiologia do aparelho vestíbulo-coclear; avaliação do paciente com queixas oculares; fundo de olho. Semiologia do aparelho osteomuscular. Semiologia Vascular. Semiologia urológica. CLÍNICA CIRÚRGICA II: Gastroenterologia: Introdução à Gastroenterologia Cirúrgica. Cuidados gerais pré, per e pós operatórios. Principais urgências e emergências em Gastroenterologia. Megaesôfago. Tumores do esôfago. Doença por refluxo gastroesofágico. Hérnia do hiato e do diafragma. Úlcera péptica. Complicações da úlcera péptica. Tratamento da úlcera péptica. Tumores do estômago. Doenças do intestino delgado e grosso. Doenças do apêndice. Moléstia diverticular do cólon. Obstrução intestinal. Tumores do cólon. Megacólon. Doenças proctológicas. Doenças do reto. Cistos e tumores do pâncreas. Doenças do fígado e das vias biliares. Doenças do pâncreas. Hipertensão portal. Hemorragia digestiva. CLÍNICA CIRÚRGICA III: Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico das patologias mais freqüentes em urologia, cirurgia vascular e ortopedia. CLÍNICA CIRÚRGICA IV: Diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico das patologias mais freqüentes em otorrinolaringologia, oftalmologia. CLÍNICA MÉDICA I: Diagnóstico e tratamento das doenças cardíacas e pneumológicas mais comuns. Exercício de associação dos sintomas e sinais neurológicos com a função e estrutura anatômica correspondente das principais doenças estruturais do Sistema Nervoso Central e Sistema Nervoso Periférico. 35 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS CLÍNICA MÉDICA II: Diagnóstico e tratamento das doenças mais comuns em endocrinologia, nefrologia e hematologia. CLINICA MÉDICA III: Desenvolvimento de raciocínio clínico e interpretação de exames complementares. Conhecimento da epidemiologia, do quadro clínico e tratamento das principais doenças em reumatologia, dermatologia, infectologia e gastroenterologia. Integração dos aspectos morfológicos, anátomo-clínicos das principais dermatoses e neoplasias cutâneas. Dinâmica da relação hospedeiro-agente microbiano nas doenças infecciosas. DIAGNÓSTICO POR IMAGEM: Efeitos biológicos das radiações. Contrastes radiológicos do organismo. Meios de contrastes utilizados habitualmente. Terminologia e conceitos relacionados com o diagnóstico radiológico. Tipos de incidências radiológicas. Métodos radiológicos utilizados para o estudo do coração e do tórax. Métodos radiológicos utilizados para o estudo do aparelho digestivo e urinário. Calcificações normais e patológicas. Alterações das partes moles com expressão radiológica. Interpretação dos exames: ultra-sonografia, ressonância magnética, tomografia, medicina nuclear e outros. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA I: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de Clínica Cirúrgica, conduzida em instituições que atuam na área de atenção básica a saúde. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA CIRÚRGICA II: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica cirúrgica a nível hospitalar. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA MÉDICA I: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica médica, conduzida em instituições que atuam na área de atenção básica a saúde. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CLÍNICA MÉDICA II: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de clínica médica a nível hospitalar. 36 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de ginecologia e obstetrícia a nível hospitalar. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA I: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de pediatria, conduzida em instituições que atuam na área de atenção básica a saúde. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PEDIATRIA II: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de Pediatria a nível hospitalar. ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE COLETIVA I: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área de saúde pública, conduzida em instituições que atuam na área de atenção básica a saúde. FARMACOLOGIA HUMANA I: Princípios da farmacocinética, farmacodinâmica, biodisponibilidade e das interações medicamentosas. Estudo dos receptores farmacológicos. Introdução à farmacologia clínica. FARMACOLOGIA HUMANA II: Aspectos farmacológicos e terapêuticos relevantes dos medicamentos utilizados nas doenças. FISIOPATOLOGIA HUMANA I: Fisiologia dos sistemas nervoso, dos músculos e ossos, do sistema endócrino e reprodutor, pulmonar e gastrointestinal. Fisiopatologia e anatomia patológica das principais doenças dos sistemas: nervoso, muscular, ósseo, endócrino e reprodutor, pulmonar e gástrico. Anatomia patológica da pele. FISIOPATOLOGIA HUMANA II: Fisiologia dos sistemas cardiovascular, hematológico, renal e da visão. Fisiopatologia e anatomia patológica dos sistemas cardiovascular, hematológico e renal. 37 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FORMAÇÃO DO SER HUMANO BIOLÓGICO I: Introdução à genética. Da gametogênese à formação do embrião e dos anexos embrionários. FORMAÇÃO DO SER HUMANO BIOLÓGICO II: Teratologia; organogênese e má-formação dos sistemas. Aberrações cromossômicas e síndromes decorrentes. Genética de populações e genética molecular. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA I: Patologias ginecológicas e obstétricas a nível ambulatorial. GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA II: Patologias ginecológicas e obstétricas a nível hospitalar. HABILIDADES BÁSICAS EM MEDICINA: Atividades assistenciais em saúde nos postos de saúde, laboratórios de coleta de exames, banco de sangue, clínicas e enfermaria. Ambiente terapêutico. Documentação e registro. Cuidados com o corpo após a morte. Centro cirúrgico e controle de material. Biossegurança. MEDICINA LEGAL: Introdução ao estudo da medicina legal. Perícias em geral. Antropologia forense. Traumatologia forense. Tanatologia forense. Asfixiologia, toxicologia e psicopatologia forense. Tocoginecologia forense. Deontologia médica. PEDIATRIA I: Pediatria ambulatorial: assistência à criança em consultórios, diagnóstico e tratamento das patologias mais prevalentes. PEDIATRIA II: Cuidados com recém nascido: alojamento conjunto. Afecções mais comuns no período neonatal. Anomalias congênitas. A criança criticamente enferma: Suporte básico e avançado de vida em pediatria, urgências e emergência em pediatria. PSIQUIATRIA: Psiquiatria clínica. Psicofarmacologia. Terapêutica emergencial e eletiva. SAÚDE DA COMUNIDADE I: Estrutura e organização de uma comunidade na promoção da saúde como novo paradigma da Saúde Pública. Educação em Saúde. 38 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS SAÚDE DA COMUNIDADE II: Planejamento e programação em saúde. Planejamento em nível local, diagnóstico, programação, execução e avaliação. Programas de saúde. Acessória. A formação médica. A família e a relação com o médico. A relação médico-paciente. Saúde do Idoso. SAÚDE DA FAMÍLIA I: A gênese da personalidade, o funcionamento mental e patologia da personalidade. Manifestações psicossomáticas. Psicodiagnóstico e terapia psicológica. Alterações do desenvolvimento. Semiologia em saúde mental. Noções de Toxicologia. Ações interdisciplinares em saúde mental. Visão crítica da organização da assistência à saúde mental. Assistência à saúde do idoso em nível de atenção básica. SAÚDE DA FAMÍLIA II: Atenção integral à saúde da criança e do adolescente em nível de atenção básica. Entrevista e exame da criança e do adolescente. SAÚDE DA FAMÍLIA III: A saúde do adulto em nível de atenção básica. SEMIOLOGIA I: Estudo da Semiologia Geral. Relação Médico Paciente. Anamnese Abrangente e Especifica. Revisão dos Sistemas. Fisiopatologia e compressão dos Sinais e Sintomas. Semiótica. Semiologia Baseada em Evidencia. Sistema circulatório. Sistema respiratório. Exame clinico racional a beira do leito. SEMIOLOGIA II: Semiologia do Aparelho Digestório. Semiologia do aparelho Urinário. Lesões fundamentais em dermatologia. Semiologia Neurológica. Exame clínico racional a beira do leito. TECIDOS I: Estrutura e função dos tecidos humanos: epitelial, glandular, conjuntivo e adiposo. Vias e regulação do metabolismo humano. TECIDOS II: Estrutura, função, caracterização dos elementos bioquímicos dos tecidos cartilaginoso, ósseo, nervoso, muscular, hematopoiético, digestivo, respiratório, urinário, 39 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS reprodutor feminino e masculino, olho e ouvido. Linhas gerais das respostas dos tecidos frente às agressões. Regulação e integração metabólica. Distúrbios de processos metabólicos na gênese e amplificação de estados patológicos. 11.4 DISCIPLINAS ELETIVAS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS: Fundamentos da administração de recursos humanos (RH). Papéis de RH. Planejamento das necessidades de Recursos Humanos. Descrição, análise e avaliação de cargos. Recrutamento, seleção e Integração. Avaliação de desempenho. Treinamento e desenvolvimento de RH. Gestão estratégica de pessoas. Gestão de competências. Remuneração estratégica: salários, benefícios, vantagens. Relações trabalhistas, sindicais e previdenciárias. Gestão de equipes com foco na qualidade. Negociação. ATIVIDADES INTEGRATIVAS I: Discussão e análise crítica de publicações científicas selecionados pelos professores do semestre. ATIVIDADES INTEGRATIVAS II: Seminários, discussão de casos clínicos e artigos científicos orientados pelos professores do semestre. ATIVIDADES INTEGRATIVAS III: Seminários painéis, mesas redondas e discussão de casos clínicos procurando a discussão integrada entre as disciplinas do semestre. ATIVIDADES INTEGRATIVAS IV: Sessões anátomo-rádio-clínicas. ATIVIDADES INTEGRATIVAS V: Sessões anátomo-rádio-clínicas. CARDIOLOGIA: Cardiologia clínica pela anamnese cardiológica, exame clínico, exames complementares com aulas teóricas e praticas ambulatorial e hospitalar. Cirurgia do tórax: pré, per e pós-operatório. 40 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS DERMATOLOGIA: O curso teórico-prático de Dermatologia, inserido no curso de graduação em Medicina da UFGD, formaliza a importância do ensino-aprendizagem em Dermatologia na formação médica, revelada pela alta prevalência das doenças de pele na população observada pelas demandas ambulatoriais do país. Visando a integração com os aspectos morfológicos clínicos das principais dermatoses e neoplasias cutâneas são oferecidas aulas teóricas, práticas e teórico-práticas, com aspectos dermatopatológicos importantes para o diagnóstico diferencial e entendimento de mecanismos de doença DOENÇAS AUTO-IMUNE SISTÊMICAS: Fisiopatologia e desenvolvimento de raciocínio clínico para diagnóstico e tratamento das doenças auto-imune sistêmicas. DOENÇAS INFECCIOSAS NEGLIGENCIADAS, EMERGENTES E REEMERGENTES: Doenças negligenciadas, emergentes e re-emergentes. Aspectos relacionados epidemiologia, diagnóstico, tratamento e peculiaridades da Região da Grande Dourados. As aulas serão em forma de seminário apresentado pelos alunos nos diferentes temas relacionados. ENDOCRINOLOGIA: Hormônios: estrutura química, mecanismos de ação e controle hormonal. Diabetes mellitus tipo 1 e 2. Tireóide: hipertireoidismo, hipotireoidismo, bócio endêmico, tireoidites e neoplasias. Hipotálamo-hipófise: hipopituitarismo, hiperpituitarismo, diabetes insipidus e síndrome secreção inapropriada do ADH. Adrenal (córtex): hipofunção, hiperfunção. Gônadas: hipogonadismo, puberdade precoce atraso puberal, crescimento normal e anormal. Paratireóides: metabolismo do cálcio e fósforo, hiperparatireoidismo primário e secundário e hipoparatireoidismo. Obesidade. Síndrome Metabólica. Dislipidemias .Principais urgências e emergências. ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMPLEMENTAR I: Estágio prático de treinamento em serviço em clinica geral, com enfoque principal em pacientes ambulatoriais sob supervisão. 41 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMPLEMENTAR II: Estágio prático de treinamento em serviço em clinica geral com acompanhamento de pacientes internados ambulatoriais e de emergência, sob supervisão. ESTÁGIO SUPERVISIONADO ELETIVO: Atividade prática supervisionada da aplicação dos conhecimentos teóricos na área a ser definida pelo aluno. Podendo o mesmo cursar esse estágio fora da Unidade Federativa. ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS I: Estudos tutoriados como aprofundamento de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização. ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS II: Estudos tutoriados como aprofundamento de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização. ESTUDOS INDEPENDENTES SUPERVISIONADOS III: Estudos tutoriados como aprofundamento de disciplinas selecionadas pelos acadêmicos através de problematização. INGLÊS INSTRUMENTAL: Leitura, interpretação e análise crítica de textos técnicos e científicos atuais em língua inglesa sobre os temas pertinentes à área. Estudo de itens gramaticais comuns em textos científicos (tempos verbais, modais, voz passiva, artigos, adjetivos, advérbios, conjunções e preposições) para promover uma abordagem instrumental de Língua Inglesa com ênfase nas habilidades de leitura e de escrita dos estudantes da área. INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA: A constituição e o desenvolvimento da Antropologia como campo científico. Categorias analíticas básicas: cultura, sociedade, morfologia social, cosmologia, identidade, grupo étnico, etnicidade. Principais correntes teórico-metodológicas do período de constituição da Antropologia. LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: Análise dos princípios e leis que enfatizam a inclusão de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais nos cursos de formação docente. Apresentação das novas investigações teóricas acerca do bilingüismo, identidades e culturas surdas. As 42 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS especificidades da construção da linguagem, leitura e produção textual dos educandos surdos. Os princípios básicos da língua de sinais. O processo de construção da leitura e escrita de sinais e produção literária em LIBRAS. MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIA: Dar aos alunos habilidades em avaliações críticas da literatura médica e desenvolvimento de projetos. Através da Medicina baseada em evidências (MBE), da qualidade nas evidências de desenhos de pesquisa, procurando a melhor evidência clínica. Diagnóstico, causalidade, prognóstico, terapêutica e prevenção. Revisões sistemáticas (inclusive metanálise) e diretrizes clínicas. NEUROCIÊNCIAS: Abordagem neurobiológica da mente; neurociência cognitiva; princípios de neuropsicologia; neuroanatomia; neurofisiologia da dor; estados de consciência; ritmos biológicos; ciclo sono e vigília; atenção seletiva; memória e aprendizagem, lateralidade e linguagem; funções integrativas do SNA; neurobiologia das emoções e dos estados de humor e de ansiedade; vascularização do SNC; correlações anátomo-clínicas na neurologia. NUTRIÇÃO CLÍNICA: Dietoterapia na prevenção e tratamento de diversas patologias. ORTOPEDIA: Sistema Osteo – articular. Introdução ao estudo de ortopedia. Cuidados gerais pré, per e pós-operatório. Principais urgências e emergências na Ortopedia. Fisiopatologia e classificação das fraturas. Fraturas expostas. Complicações das fraturas. Fraturas do membro superior, inferior, da coluna vertebral. Tuberculose osteoarticular. Osteocondromatoses. Neoplasias ósseas. Más formações congênitas. Amputações. Deformidade da coluna vertebral. Infecção óssea. PSICOLOGIA SOCIAL: Evolução histórica, conceitos básicos, métodos de pesquisa, relações com outras ciências e questões éticas. Principais teorias da interação social. Estudos e análise de pesquisas contemporânea em Psicologia Social. SAÚDE INDÍGENA: Estágio prático em estratégias saúde da família indígena. Centro de Referência de Recuperação Nutricional para crianças indígenas e assistência hospitalar em 43 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS nível secundário através de atendimento de pacientes, atividades preventivas na comunidade e visitas domiciliares supervisionadas. TÓPICOS EM FARMACOLOGIA: antihelminticos/antiprotozoários, antibióticos, Antianêmicos, antifúngicos, antivirais, anticoagulantes, antineoplásicos, anticonvulsivantes. Farmacologia de doenças neurodegenerativas. Farmacologia de doenças endócrinas. Toxicocinética e agentes tóxicos, ensaios toxicológicos. 12. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR 12.1-DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS A Formação do Ser Humano Biológico II: Bibliografia Básica GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução à Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. JORDE, LB et al. Genética Médica. 4 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. MOORE, K. L., PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 7 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. Peter Turnpenny; Sian Ellard. Emery: Genética médica. 13 ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. SADLER, T.W. Langman´s Embriologia Médica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. THOMPSON, J.S.; THOMPSON, M. Thompson & Thompson, genética medica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Bibliografia Complementar 44 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS GARCIA, S.M.L.; Garcia Fernandez, C. Embriologia. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. GELEHRTER, T.D.; COLLINS, F.S. Fundamentos de Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N; Shiota, K. Atlas colorido de embriologia clinica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MOORE, KEITH L.; PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. NORA, J.J.; FRASER, F.C. Genética Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. SADLER, T.W. Langman embriologia medica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Anatomia Humana I: Bibliografia Básica DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2004. DRAKE, R.L.; VOGL, W.; MITCHELL, A.W.M. GRAY'S. Anatomia para estudantes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MOORE, K.L.; DALLEY, A.F. Anatomia orientada para a clinica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2003. SOBOTTA, J.; PUTZ, R.; PABST, R. Atlas de anatomia humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. ANDREW B. et al. Paul e Juhl - Interpretação radiológica. 60 ed. Rido de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 PRANDO, A. et al. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem - Elselvier, 2007 Bibliografia Complementar MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2003. 45 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS MCMINN, R.M.H.; ABRAHAM, P.H.; HUTCHINGS, R.T; MARKS Jr., S.C. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. Barueri: Manole, 2003. MOSES, K.P.; et al. Atlas fotográfico de anatomia clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. ROHEN, J.W.; YO-KOCHI, C.; LUTJE-DRECOLL, E. Anatomia humana atlas topográfico de anatomia sistêmica e regional. 6 ed. São Paulo: Manole, 2007. Anatomia Humana II: Bibliografia Básica DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2004. DRAKE, R.L.; VOGL, W.; MITCHELL, A.W.M. GRAY'S. Anatomia para estudantes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MOORE, K.L.; DALLEY, A.F. Anatomia orientada para a clinica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. NETTER, F.H. Atlas de anatomia humana. Porto Alegre: Artmed, 2003. SOBOTTA, J.; PUTZ, R.; PABST, R. Atlas de anatomia humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. ANDREW B. et al. Paul e Juhl - Interpretação radiológica. 60 ed. Rido de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000 PRANDO, A. et al. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem - Elselvier, 2007 Bibliografia Complementar MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. São Paulo: Atheneu, 2003. MCMINN, R.M.H.; ABRAHAM, P.H.; HUTCHINGS, R.T; MARKS Jr., S.C. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. Barueri: Manole, 2003. MOSES, K.P.; et al. Atlas fotográfico de anatomia clinica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. 46 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS ROHEN, J.W.; YO-KOCHI, C.; LUTJE-DRECOLL, E. Anatomia humana atlas topográfico de anatomia sistêmica e regional. 6 ed. São Paulo: Manole, 2007. Bases da Cirurgia: CATANEO, A.J.M.; KOBAYASI, S. Clínica cirúrgica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. FERRAZ, A. A.B.; MATHIAS, C.A.C.; FERRAZ, E.M. Condutas em cirurgia geral. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. FERRAZ, A.A; FERRAZ , E.M. Bases da técnica cirúrgica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. GOFFI, F.S.; TOLOSA, E.M.C; et al. Técnica cirúrgica. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. HAIMOVICI, H. Cirurgia vascular. Rio de Janeiro: Revinter, 2006. TOWSEND, C.M. Sabiston, tratado de cirurgia. 17 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. Bases das Doenças Infecciosas I Bibliografia básica ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; POBER, J.S. Imunologia celular e molecular. 4 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. BIER, O.; SILVA, W.D.; MOTA, I. Imunologia básica e aplicada. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. NEVES, D.P. Parasitologia humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia. Conceitos e aplicações : volume 1. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2005. Bibliografia complementar BARBOSA, H.R.; TORRES, B.B. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. BROCK, T.D. Microbiologia. 10 ed. São Paulo: Prentice hall, 2004. BURTON, G.R.W.; ENGELKIRK, P.G. Microbiologia para as ciências da saúde. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2005. 47 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia humana e seus fundamentos gerais. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2001. MINS, C. [et al]. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MURRAY, P.R. Microbiologia medica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. PARSLOW, T.G. et al. Imunologia médica. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. REY, L. Bases da parasitologia médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nas Américas e na África. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. SHARON, J. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.RIBEIRO, M.C.; SOARES, M.M.S.R. Microbiologia prática. Roteiro e manual de bactérias e fungos. São Paulo: Atheneu, 2005. STROHL, W.A.; ROUSE, H.; FISHER, B.D. Microbiologia ilustrada. Porto Alegre: Artmed, 2004. TORTORA, G.J..; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. São Paulo: Atheneu, 2004. ANTUNES, L.J. Imunologia básica. São Paulo: Atheneu, 1991. BALESTIERI, F.M.P. Imunologia. Barueri: Manole, 2006. CIMERMAN, B. Atlas de parasitologia: artrópodes, protozoários e helmintos. São Paulo: Atheneu, 2002. JANEWAY, C. et al. Imunologia. o sistema imune na saúde e na doença. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Markell & Voze, parasitologia médica. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. NEVES, D.P. Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003. 48 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PEAKMAN, M.; VERGANI, D. Imunologia básica e clínica. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1999. ROITT, I.M.; DELVES, P.J. Roitt, fundamentos de imunologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bases das Doenças Infecciosas II Bibliografia Básica ABBAS, A.K. et al. Imunologia Celular e Molecular. 3 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000. ANTUNES, L.J.; MATOS, K.T. F. Imunologia Médica. São Paulo: Atheneu, 1992. ROITT, I.M.; DELVES, P.J. Roitt, fundamentos de imunologia. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. NEVES, D.P. Parasitologia humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. REY ,L. Bases da Parasitologia. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001 REY ,L. Parasitologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2002. Bibliografia Complementar BIER, O.; SILVA, W.D.; MOTA, I. Imunologia básica e aplicada. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. PEAKMAN, M.; VERGANI, D. Imunologia Básica e Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. PELCZAR JR., M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia. Conceitos e aplicações : volume 1. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2005. TRABULSI, L.R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4 ed. 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Estágio Supervisionado Eletivo: Semelhante ao Estágio Supervisionado que o aluno escolher Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica I: Bibliografia das disciplinas Clínica Cirúrgica I, Clínica Cirúrgica II, Clínica Cirúrgica III, Clínica Cirúrgica IV Estágio Supervisionado em Clínica Cirúrgica II: Bibliografia das disciplinas Clínica Cirúrgica I, Clínica Cirúrgica II, Clínica Cirúrgica III, Clínica Cirúrgica IV Estágio Supervisionado em Clínica Médica: Bibliografia das disciplinas Clínica Médica I, Clínica Médica II, Clínica Médica III, Clínica Médica IV Estágio Supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia: Bibliografia das disciplinas Saúde da Família III, Ginecologia e Obstetrícia I e Ginecologia e Obstetrícia II Estágio Supervisionado em Pediatria I: Bibliografia das disciplinas Saúde da Família II, Pediatria I e Pediatria II Estágio Supervisionado em Pediatria II: Bibliografia das disciplinas Saúde da Família II, Pediatria I e Pediatria II Estágio Supervisionado em Saúde Coletiva: Bibliografia das disciplinas Saúde da Comunidade I, Saúde da Comunidade II, Saúde da Família I, Saúde da Família II, Saúde da Família III, Saúde da Família IV e Saúde da Família V Farmacologia Humana I: Bibliografia Básica HANG, H. 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Williams, Tratado de Endocrinologia, Editora Monole LTDA, edição atualizada. DeGroot, Endocrinology, Editora Médica Panamericana, edição atualizada Kasper, D.Jameson, J. Hauser. Harrisons Principles of Internal Medicine. Mc Graw Hill, 2006. Greenspan, F.S.; GARDNER, D.G. Endocrinologia Básica e Clínica. 7ed. Mc Graw Hill. 2006. Vitor Coronha, Andy Petroianu, Tratado de Endocrinologia e cirurgia endócrina, Guanabara Koogan, 2001. Dennis L. Kasper; Anthony S. Fauci; Dan L. Longo; Eugene Braunwald; Stephen L. Hauser; J. Larry Jameson. Medicina Interna Harrison; Parte XIV – Endocrinologia e metabolismo . 16ª. edição. Mc Grow –Hill. Estágio Supervisionado Complementar I: 1) THAUSAND, C.M.; BEAUCHAMP, R.D.; EVERS, B.M. Sabiston: Tratado de Cirurgia 2 vols. Com CD. 170 Ed. Elsevier, 2007 2) GOLDMAN, L.; BENNET, J.C. Eds. Cecil Textbook of Internal Medicine. 210edição. Philadelphia, W.B.Saunders, 2000. 3) FAUCI, A.S.; BRAUNWALD, E.; ISSELBACHER, K.J. EDS. HARRISSON’S PRINCIPLES OF INTERNAL MEDICINE. 140 Edição. New York; Macgraw-Hill, 1998. 4) LOPES, A.C.; AMATO NETO, V. Tratado de Clínica Médica. Rocca, 2006 5) FREITAS, F.; COSTA, S.H.M.; RAMOS, J.G.; MAGALHÃES, J.A. Rotinas em Obstetrícia. Quinta edição. 75 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Artmed, 2005. 6) MENKE, C.H.; FREITAS, F.; RIVOIRE, W. Rotinas em Ginecologia. Quarta edição. Artmed, 2001. 7) MARCONDES, E. Pediatria Básica. 90 edição. São Paulo. Savier, 2003. 8) BERHMAN, R.; KLEIGMAN, R.M.; JENSON, H.B. Nelson Tratado de Pediatria. 160 edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1) GOODMAN & GILLMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 110 edição. MacGraw-Hill, 2007 2) CORREA, L.; REGIANE, C.; LUQUE, A.L.F. Assistência à Saúde da criança. Atenção primária: do nascimento aos 2 anos de idade. Primeira edição. Editora Érica, 2006. 3) ISSLER, H.; LEONE, C.; MARCONDES, E. Pediatria na Atenção Primária. Primeira edição. Savier, 2002. 4) SMITH, M.I.; DUNCAN, B.D.; GRULIAN, R.J. et al. Medicina Ambulatorial. Condutas de Atenção Primária Basada em Evidência. Editora Artmed. Terceira edição, 2004. 5) JUHL, J.H.; CRUMMY, A.B.; KUHLMAN, J.E. Paul & Juhul. Interpretação Radiológica. Sétima edição. Guanabara Koogan. 6) STRANGE, G.R. Curso de Emergância Pediátrica. Guanabara Koogan, 2001. 7) RUGOLO, L.M. S. Manual de Neonatologia. Revinter, 2000. Estágio Supervisionado Complementar II: 9) THAUSAND, C.M.; BEAUCHAMP, R.D.; EVERS, B.M. Sabiston: Tratado de Cirurgia 2 vols. Com CD. 170 Ed. Elsevier, 2007 10) GOLDMAN, L.; BENNET, J.C. Eds. Cecil Textbook of Internal Medicine. 210edição. Philadelphia, W.B.Saunders, 2000. 11) FAUCI, A.S.; BRAUNWALD, E.; ISSELBACHER, K.J. EDS. HARRISSON’S PRINCIPLES OF INTERNAL MEDICINE. 140 Edição. New York; Macgraw-Hill, 1998. 12) LOPES, A.C.; AMATO NETO, V. Tratado de Clínica Médica. Rocca, 2006 13) FREITAS, F.; COSTA, S.H.M.; RAMOS, J.G.; MAGALHÃES, J.A. Rotinas em Obstetrícia. Quinta edição. Artmed, 2005. 14) MENKE, C.H.; FREITAS, F.; RIVOIRE, W. Rotinas em Ginecologia. Quarta edição. Artmed, 2001. 15) MARCONDES, E. Pediatria Básica. 90 edição. São Paulo. Savier, 2003. 76 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 16) BERHMAN, R.; KLEIGMAN, R.M.; JENSON, H.B. Nelson Tratado de Pediatria. 160 edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 8) GOODMAN & GILLMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 110 edição. MacGraw-Hill, 2007 9) CORREA, L.; REGIANE, C.; LUQUE, A.L.F. Assistência à Saúde da criança. Atenção primária: do nascimento aos 2 anos de idade. Primeira edição. Editora Érica, 2006. 10) ISSLER, H.; LEONE, C.; MARCONDES, E. Pediatria na Atenção Primária. Primeira edição. Savier, 2002. 11) SMITH, M.I.; DUNCAN, B.D.; GRULIAN, R.J. et al. Medicina Ambulatorial. Condutas de Atenção Primária Basada em Evidência. Editora Artmed. Terceira edição, 2004. 12) JUHL, J.H.; CRUMMY, A.B.; KUHLMAN, J.E. Paul & Juhul. Interpretação Radiológica. Sétima edição. Guanabara Koogan. 13) STRANGE, G.R. Curso de Emergância Pediátrica. Guanabara Koogan, 2001. RUGOLO, L.M. S. Manual de Neonatologia. Revinter, 2000. Estudos Independentes Supervisionados I: De acordo com a área ofertada no terceiro semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do Curso de Medicina. Estudos Independentes Supervisionados II: De acordo com a área ofertada no quarto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do Curso de Medicina. Estudos Independentes Supervisionados III: De acordo com a área ofertada no quinto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do Curso de Medicina. Estudos Independentes Supervisionados IV De acordo com a área ofertada no sexto semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do Curso de Medicina. Estudos Independentes Supervisionados V De acordo com a área ofertada no sétimo semestre, dentro da bibliografia das disciplinas obrigatórias do Curso de Medicina. 77 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Introdução à Antropologia: Bibliografia Básica CUCHE, D. A noção de cultura nas ciências sociais. 2. ed. Trad. de V. Ribeiro. Bauru: Edusc, 1999. KUPPER, A. Cultura: a visão dos antropólogos. Bauru: EDUSC, 2002. LABURTHE-TOLRA, P.; WARNIER, J.-P. Etnologia – Antropologia. Petrópolis: Vozes, 1997. QUEIROZ, R. da S. Não vi e não gostei: o fenômeno do preconceito. 5 ed. São Paulo: Moderna, 1997. Bibliografia Complementar DA MATTA, R. Relativizando: uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. HARRIS, M. El desarrollo de la teoría antropológica. Una historia de las teorías de la cultura. 10 ed. México: Siglo XXI, 1993. LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 6 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1992. LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural dois. 4 ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1993. ROCHA, E. P. O que é etnocentrismo. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1988. SEEGER, A. Os índios e nós: ensaios sobre as sociedades tribais brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, 1980. Periódicos CAPES. Medicina Baseada em Evidência: Bibliografia básica Atallah, Alvaro Nagib. Evidence-based medicine in Brazil. São Paulo Med. J., July 1999, vol. 117 nº4 ISSN 1516-3118 Atallah, Álvaro Negib and Castro, Aldemar Araujo Uniform requirements for manuscripts, CONSORT statement and more informative abstracts: three fundamental papers for improving the quality of medical publitions. São Paulo Med. J., January 1999, vol 117 n°1 ISSN 1516-3180 Atallah, Álvaro Negib. Essential clinical epidemiology in clinical education. São Paulo Med J., July 1998, vol 116 n°4 ISSN 1516-3180 Atallah, Álvaro Negib. Physical Diagnosis in the contemporary Era. São Paulo Med. J., September 1998, vol 116 n°5 ISSN 1516-3180 Atallah, Álvaro Negib. The Cochrane collaboration in the third world. São Paulo Med J., May 1998, vol 116 n°3 ISSN 1516-3180 Atallah, Álvaro Negib. The Cochrane Collaboration: shared evidence for improving decision-making in human health. São Paulo Med. J., September 1999, vol 117 n°5. ISSN 1516-3118 78 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Castro, Aldemar Araújo, Clark Otávio Augusto Câmara and Atallah, Álvaro Negib Optmal Search strategy for clinical trials in the Latin America and Caribean Health Science Literature Database (LILACS database): update São Paulo Med. J., May 1999, vol. 117 n°3 ISSN 1516-3118 Guyatt, Gordon; Rennie, Drummond, M.D.; Cook, Deborah; Meade, Maurren O. Diretrizes Para Utilização da Literatura Médica-fundamentos Para Prática Clínica da Medicina Baseada. McGee, Steven R. / Elsevier. Evidence Based Physical Diagnosis. 3ª edição Bickley, Lynn S. Bates Propedêutica Médica - 10ª Ed. 2010 Bensenor, Isabela M.; Martins, Milton de Arruda; Atta, José Antonio / SARVIER. Semiologia Clínica. Edição: 1 / 2002 Porto, Celmo Celeno; Porto, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 7ª Ed. 2013 Bibliografia complementar Fletcher Robert H, Fletcher Suzane W, Epidemiologia Clinica, Elementos Essenciais. Guyatt Gordon, Rennie Drumond. Diretrizes para Utilização da Literatura Médica. Sachett David L, Straus Sharon E, Richardson W Scott. Medicina Baseada em Evidências Neurociências: Bibliografia básica Felten, DL, Jozefowicz,RF. Atlas de neurociência humana de Netter, ed Artmed, 2005. Ivry,RB Gazzaniga,MS Mangun GR Neurociência cognitiva, ed Artmed 2006. Guyton & Hall, Tratado de fisiologia médica, ed Guanabara Koogan, 11a ed Machado,AOBM, Neuroanatomia funcional, ed Atheneu, 2005. Bibliografia complementar Meneses,MS, Neuroanatomia aplicada, ed Guanabara Koogan, 2006. Kandel ER, Schwartz JH, Jessel TM, Princípios da neurociência, ed Manole, 2003. Nutrição Clínica: Bibliografia Básica CUPPARI, L. Guia de nutrição clínica no adulto. São Paulo: Unifesp/EPM: Manole, 2 ed. 2005. DUTRA-DE-OLIVEIRA, J.E. Ciências Nutricionais. São Paulo: Sarvier, 2008. MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 11ª ed. São Paulo: Editora 79 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Roca, 2005. SHILS, Maurice E. et al. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença – Shils. São Paulo: Manole, 2009. WAITZBERG, D. L. Nutrição oral enteral e parenteral na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2001. 3 ed. V. I e II. Bibliografia Complementar ANGELIS, R.C. Riscos e prevenção da obesidade - Fundamentos Fisiológicos e Nutricionais para Tratamento. São Paulo: Atheneu, 2003. BARBIERI, D.; PALMA, D. Gastroenterologia e Nutrição. São Paulo: Atheneu, 2001. BUSSE, S.R. Anorexia, Bulimia e Obesidade. São Paulo: Editora Manole, 2004. CLAUDINO, A.M.; ZANELLA, M.T. Transtornos alimentares e obesidade - UNIFESP. São Paulo: Manole, 2005. CUNHA, L.N. Anorexia, bulimia e compulsão alimentar. São Paulo: Atheneu, 2008. DÂMASO, A. Obesidade. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. DÂMASO, A. Nutrição e exercício na prevenção de doenças. São Paulo: Medsi, 2001. DOUGLAS. Fisiologia aplicada à nutrição. São Paulo: Editora Metha, 2006. FERNANDES, M.H. Transtornos alimentares (Anorexia e Bulimia). São Paulo: Metha, 2006. FERRO, H.C. Nutrição Parenteral e Enteral em UTI. São Paulo: Atheneu, 2001. GARRIDO JR., A.B. et al. Cirurgia da obesidade. São Paulo: Editora Atheneu, 2003. GOLDMAN, L.; BENNETT, J.C. CECIL: tratado de medicina interna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. HALPERN, A.; MANCINI, M.C. Manual de obesidade para o clínico. São Paulo: Editora Metha, 2002. KFOURI FILHO, M.; AKAMINE, D. Terapia Nutricional Parenteral. São Paulo: Atheneu, 2005. KING, J.E. Guia da clínica Mayo sobre saúde digestiva. São Paulo: Editora Metha, 2003. SILVA, S. M. C. S.; MURA, J.D.P. Tratado de alimentação, nutrição & dietoterapia. São Paulo: Editora Roca, 2007. Ortopedia: Bibliografia básica REIS, F.B. Fraturas: Técnica s recomendadas pela SBOT(Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).Ed. São Paulo. Autores Associados. 2000. 80 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS SIZINIO, H.; XAVIER, R.; PARDINI JUNIOR, A.G. Ortopedia e Traumatologia: Princípios e Práticas. 3 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2007. Bibliografia complementar REIS, F. B.; FERNANDES, H. J. Evidências em Traumatologia Ortopédica. São Paulo: EPM Editora de Projetos Médicos, 2005. Psicologia Social: Bibliografia Básica BERGER, P.L; LUCKMANN, T.A. Construção da Realidade: Tratado de sociologia do conhecimento. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. JACQUES, M.G. et al. Psicologia social contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2000. SPINK, S.T.M.; SAWAIA, B.B.; FREITAS, M.F.Q.; CAMPOS, R.H.F. Psicologia social comunitária: da solidariedade à autonomia. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 2000. STREY, N.M Psicologia Social Contemporânea: livro-texto. Petrópolis: Vozes, 1998. Bibliografia Complementar: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicólogo Brasileiro. Práticas emergentes e desafios para a formação. Casa do Psicólogo. 1994. FARR, R. M. As raízes da psicologia social moderna. RJ: Vozes, 1996. GOFFMAN, E. Manicômios, Presídios e Conventos. São Paulo: Perspectiva, 2001. KRUGER, H.; RAPPAPORT, C.R. Introdução à Psicologia Social. São Paulo: EPU, 1986. LANE, M. T. S. O que é Psicologia Social. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense. 1981. LANE, S. O que é Psicologia Social? São Paulo: Brasiliense, 1983. LANE, S. T. N.; CODO, W. (Org.). Psicologia social: o homem em movimento. São Paulo: Brasiliense, 1994. LANE, S. T. M.; SAWAIA, B.B (orgs). Novas Veredas da Psicologia Social. São Paulo: Brasiliense, 1995. LIMA, A.E.M.; ASSUNÇÃO A.A.; FRANCISCO, D.S.M.J. “Aprisionado pelos ponteiros de um relógio: o caso de um transtorno mental desencadeado no trabalho”. In: JACQUES, M.D.G.; CODO, W. (org.). Saúde Mental & Trabalho: Leituras. Petrópolis: Vozes. 2002. 81 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS MALUF, M. R. Formação e atuação do Psicólogo na educação: dinâmica de transformação. IN: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Psicólogo Brasileiro. Práticas emergentes e desafios para a formação. Casa do Psicólogo. São Paulo: 1994. PROENÇA. M. SEMINÁRIO DE COORDENADORES DE CURSOS DE PSICOLOGIA - ABEP/INEP/CFP de 12 a 13 de dezembro de 2007 - Brasília DF. Formação e ação do psicólogo na educação, organização e outros cenários: desafios e perspectivas. RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia Social. 23 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. SAMPAIO, J. dos R. As três faces da Psicologia do Trabalho. PSIQUÊ. Revista do Departamento de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Letras. Ano 5. N0. 6 – Maio de 2005. Periódicos CAPES. Saúde Indígena: Bibliografia Básica BRASIL. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. 2 ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. _______. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. Manual de atenção à saúde da criança indígena: Situação de saúde da criança indígena no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. SILVA, F.A.B. et al. Diagnóstico da situação das populações indígena no Brasil. Brasília: IPEA, 2005. DUNCAN, B.C., Medicina Ambulatorial: Condutas de Atenção Primária Baseadas Em Evidências. 3 ed., ArtMed, 2004. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão / Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Departamento de Apoio à Descentralização. CoordenaçãoGeral de Apoio à Gestão Descentralizada. – Brasília: 76 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção à Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 60 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Série Pactos pela Saúde 2006, v. 4) Tópicos em Farmacologia: Bibliografia Básica Rang, H.P.; Dale, M.M.; Titter, J. M. Farmacologia. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 82 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Brunton, L.L., Lazo J. S., Parker K.L.. Goodman & Gilman As bases farmacológicas da terapêutica. 11a Ed. MacGraw Hill Companies, 2007, Rio de Janeiro, RJ. KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 9 ed., Guanabara Koogan:Rio de Janeiro, 2006. Fuchs, FD; Wannmacher, L. Farmacologia Clínica - Fundamentos da Terapêutica Racional. 2a ed., Guanabara, 1998. CASARETT,L. and DOULL, J. Toxicology: The Basic Sciences of Poisons. Eds. M.O. Amdur, J. Doull e C.D. Klaassen. Pergamon Press, 1996. FUCHS, F.D.; WANNMACHER, L. Exercícios de Farmacologia Aplicada. 2. ed. Passo Fundo: Editora da Universidade de Passo Fundo, 1999. Graeff FG, Guimarães ER. Fundamentos de Psicofarmacologia, SP:Ed. Atheneu, 2000. Bibliografia Complementar SMITH, C.M.; REYNARD, A.M. Essentials of Pharmacology. Ed. W.B Sauders Company, 1995. Luellmann H, Mohr K, Hein L, Bieger D. Color atlas Pharmacology. 2005 3rd edition. Georg Thieme Verlag Seibel SD, Toscano A J. Dependência de Drogas. SP:Ed. Atheneu, 2001. 13. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Os estudantes do Curso de Graduação em Medicina serão avaliados conforme as diretrizes do Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFGD, aprovado pela Resolução nº. 53 de 01 de Julho de 2010 do Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura/CEPEC/UFGD e pelo Regulamento do Internato do Curso de Medicina/FCS, aprovado pela resolução/CEPEC nº. 156 de 06 de setembro de 2013. Quanto à forma de avaliação educacional do desempenho dos alunos, o curso de medicina, segue sua organização por disciplinas. A avaliação dos estudantes dá-se de maneira convencional, com ênfase na avaliação somativa, e em alguns casos formativa, privilegiando conceitos. A partir do terceiro ano médico há o início de formas de avaliação de habilidades, atitudes e competências, nos estágios voltados à prática profissional. 14. SISTEMA DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO 83 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Serão adotados dois instrumentos além da avaliação de egressos para avaliação do curso que poderão indicar necessidades de mudanças no Projeto Pedagógico: I- Instrumentos: 1) Questionário de Valoração do Curso (QVC): O QVC é um instrumento de 36 itens, adaptado do Course Valuing Inventory de NEHARI, M. e BENDER, H. (1978), mediante versão em português e modificação da terminologia para refletir a perspectiva da vivência curricular global e não somente de uma disciplina isolada. Estudos têm demonstrado que esse instrumento serve como indicador da percepção do aluno sobre o valor e significado dos desfechos de aprendizado (SOBRAL, D.T.; OLIVEIRA, P.G., 2006). Quanto mais alto o significado para os mesmos do que está sendo ensinado, melhor será seu aprendizado. Dessa forma, este instrumento avaliará a motivação do acadêmico do curso em sua amplitude geral e não apenas de uma disciplina (Nehari M, Bender H. Meaningfulness of a course experience: a measure for educational outcomes in higher education. Higher Education 1978; 7:1-11.) (Sobral, .T.; Oliveira, P. G. Avaliação seriada versus exame vestibular: semelhanças e diferenças entre Coortes no Curso de Medicina da Universidade de Brasília. Rev. bras. educ. med. vol.30 no.3 Rio de Janeiro Sept./Dec. 2006) 2) Teste de Progresso: esse teste seguirá os moldes do teste realizado desde o ano de 2001 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com o objetivo de avaliar o ganho de conhecimento ao longo do tempo e que mostrou ter uma correlação positiva com o desempenho acadêmico e com a entrada na residência no caso de cursos de Medicina. Este teste serve, também, para avaliação de mudanças curriculares e de disciplinas específicas. Será feita uma prova anual, organizada pela ABEM com o mesmo conteúdo para os alunos de todos os semestres contendo 100 questões: 33 da área básica, 33 das disciplinas específicas e 34 das atividades dos estágios. Essas questões serão na forma de teste de múltipla escolha com cinco opções. II- Avaliação de Egressos 84 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS O acompanhamento dos egressos do Curso de Medicina/FCS tem os seguintes objetivos: 1) Avaliação do Curso de Medicina; 2) Avaliar o impacto dos egressos na sociedade; 3) Avaliar a compatibilidade da formação dos profissionais com as necessidades do mercado de trabalho. A avaliação dos egressos do Curso de Medicina/FCS será realizada da seguinte maneira: Será solicitado ao egresso o preenchimento de uma ficha que informe após a formatura seu endereço e situação profissional (inserção no mercado de trabalho, aprovação em concursos, especialização, etc). 15. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO As atividades acadêmicas não se restringirão à aula expositiva. O projeto curricular contempla um conjunto de meios intra e extra-sala, tais como análise de textos, experimentação, vídeos, debates, projetos multidisciplinares, pesquisa na biblioteca e na internet, estudos de casos e visitas a comunidades carentes e populações excluídas. Concomitante com as atividades curriculares, o desenvolvimento de atividades complementares é de fundamental importância para a formação do profissional que se deseja formar. Entre os principais programas que auxiliam a interação entre ensino/pesquisa e ensino/extensão e extensão/pesquisa estão: 1) Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC/CNPq); 2) Programa de Extensão; 3) Programa de Monitoria; 4) Programa de educação tutorial (PET); 5) Participação de eventos; 85 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 6) Organização de seminários; 7) Elaboração de monografia; 8) Estágio Supervisionado; 9) Vivência profissional complementar; 10) Trabalho de Conclusão de Curso Será oferecida monitoria nas disciplinas com carga horária prática, de acordo com a disponibilidade docente. O curso intenciona no âmbito da Pesquisa, estudar aspectos pertinentes às ciências da saúde, introduzindo os acadêmicos nos trabalhos de iniciação científica. Os projetos de extensão serão desenvolvidos no Hospital Universitário, Postos de Saúde, Aldeia Indígena, Instituições de Ensino e de Atendimento à Comunidade como creches, asilo, enfatizando o atendimento às instituições de cunho filantrópico. No campo de ações do ensino além das disciplinas contidas na Matriz Curricular serão oferecidas atividades que visam complementar os conhecimentos do acadêmico. A proposta do curso integra desde o início do curso uma integração entre as atividades teóricas e práticas das disciplinas e uma possibilidade de vivenciar a prática da profissão. Também, de acordo com a legislação em vigor, o estágio curricular supervisionado é obrigatório e no curso deve ser implementado dispondo de mecanismos sistemáticos de acompanhamento e de cumprimento do estágio prevendo a existência de professores disponíveis para orientação e avaliação. Além disso, o aluno pode apresentar uma monografia ao final do décimo semestre através de mecanismos efetivos de acompanhamento, orientação e avaliação. A monografia é um importante articulador e integrador dos conhecimentos disponibilizados durante o curso e constituindo-se uma ferramenta de avaliação importante no intuito de consolidar a formação 86 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS complementar em pesquisa e extensão. A monografia obedecerá a regulamento próprio aprovado pelo Conselho da Faculdade de Ciências da Saúde. 16. CORPO DOCENTE O Curso de Medicina da FCS tem como política buscar formas de garantir que o corpo docente tenha formação compatível com os conteúdos das disciplinas pelas quais é responsável e que, preferencialmente, esta formação seja em nível de doutorado. Professor Titulação Regime de Experiência Docente trabalho (anos) (horas/semana) 1 Adauto Tsutomu Ikejiri Mestre 40 13 anos 2 Ajax de Oliveira Leite Mestre 20 5 anos 3 Allan Longhi Mestre 40 5 anos 4 Ana Doutora DE 4 anos 40 13 anos Especialista 20 1 ano Doutora 40 4 anos 20 4 anos Doutor DE 15 anos Doutora DE 13 anos Mestre 40 10 anos Doutora DE 5 anos Paula Dossi de Guimarães e Queiroz 5 Antônio Pedro Lucas Bittencourt Especialista em nefrologia 6 Aracele Franzen 7 Ariany Carvalho dos Santos Especialista 8 Aroldo Henrique da Silva Boigues em Cancerologia Cirúrgica 9 Arquimedes Gasparotto Júnior 10 Cândida Aparecida Kassuya Leite 11 Carmem Lúcia de Almeida Santos 12 Crhistinne Cavalheiro 87 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Maymone Gonçalves 13 Elizabete Castelon Konkiewitz Doutora 20 11 anos 14 Emerson Henklain Ferruzi Mestre 40 8 anos 15 Fábio Juliano Negrão Doutor DE 6 anos 16 Fábio Rocha Lima Mestre 40 12 anos 17 Fábio Sechi Mestre 40 10 anos 18 Frederico Somaio Neto Mestre 40 15 anos 19 Geraldo Ferreira Oliveira Mestre 40 10 anos 20 Herintha Doutora DE 3 anos Coeto Neitzke Abreu 21 João Vidigal Mestre 40 11 anos 22 José Carlos Chaves Mestre 40 9 anos 23 José Raul Espinosa Cacho Mestre 40 9 anos 24 José Mestre 40 14 anos Doutor 40 28 anos Doutor DE 7 anos Mestre 40 6 anos Sebastian Miranda Gomez 25 José Roberto Barco Martinez 26 Júlio Henrique Rosa Croda 27 Karla Lucena Sampaio Calado 28 Luís Augusto Freire Lopes Doutor 40 6 anos 29 Márcia Midori Shinzato Doutora DE 9 anos 30 Márcio Eduardo de Barros Doutor DE 7 anos 31 Mário Orlando Dossi Especialista 20 4 anos 40 9 anos Doutor 40 4 anos Especialista 40 10 anos 32 Maria Aparecida Santos Pires 33 Mauro Nakayama 34 Nei Quirino Cavalcante dos Especialista em hematologia 88 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS em pneumologia 35 Nelson Carvalho Farias Júnior 36 37 Doutor DE 6 anos 40 14 anos 40 6 anos 40 6 anos 40 6 anos 20 4 anos Doutor DE 1,5 anos Doutora DE 10 anos Doutor DE 12 anos Mestre 20 20 anos Mestre 20 4 meses Doutorado DE 4 meses Doutora DE 25 anos Doutora DE 12 anos Paulo Roberto da Cruz Especialista Oliveira em pediatria Paulo Roberto Bertoletto 38 Mestre Especialista Renata Maronna Praça em doenças infectocontagiosas 39 Ricardo Luis de Lúcia Mestre Especialista 40 Rogério Massaru Watanabe em Cirurgia Geral e Gastrocirurgia 41 Roosevelt Isaias Carvalho Souza 42 Rosângela da Costa Lima 43 Sebastião Martins de Souza Neto 44 Sidney Antonio Lagrosa Garcia 45 Silmara Harumi Nomoto 46 Silvana Beutinger Marchioro 47 Silvia Aparecida Oesterreich 48 Silvia Olinto Cristina Figueira 89 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 49 Teresinha Regina Ribeiro de Oliveira 50 Virgínia Demarchi Kappel Trichez Mestre DE 13 anos Doutora DE 2 anos 20 6 anos Especialista 51 Waldno Pereira de Lucena em Medicina Júnior da Família e Comunidade 17. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO Técnico Formação/titulação Função/setor Graduação em Direito e Assistente em Administração Especialização em Direito 1 Adriana de Almeida 2 Ana Paula Schveiger da Silva CAD/FCS e Processo do Trabalho Graduação em Ciências Assistente em Administração Contábeis Secretaria Acadêmica 3 Graduação em Responsável Biomedicina Agruslávia Rezende de Souza técnica pelo e laboratório de Histopatologia e Especialização em Gestão Genética Hospitalar 4 Alexsandra Vila Maior Souza de Graduação em Farmácia, Responsável Anahy Arruda Burigato pelos e Mestre em Ciências da laboratórios de Farmacologia e Saúde 5 técnica Bioquímica Graduação Enfermagem Responsável Especial em técnica pelo Saúde laboratório de Técnica Cirúrgica Pública 6 Anália Gomes da Cruz Técnica de enfermagem Responsável técnica laboratório de fitoterapia 7 Graduação em Negócios Assistente em administração Imobiliários e 90 pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Célia Garcia de Deus Especialização em Secretaria da Direção Metodologia do Ensino Superior 8 Cleide Adriane Signor Tirloni Graduação em Farmácia e Responsável técnica pelo Mestre em Ciências da laboratório de Parasitologia Saúde 9 Daniela Torres Cantadori Graduação em Medicina Médica Veterinária, responsável Veterinária e Mestre em Técnica Ciência Animal 10 Débora Regina Hoff Brait Graduação laboratório de Técnica Cirúrgica em Responsável Biomedicina Especialização pelo técnica pelo e laboratório de Microbiologia Geral em Microbiologia 11 Doralino Zarate Técnico de Enfermagem Responsável técnico pelo laboratório de Técnica Cirúrgica 12 Evando Pinheiro Pimentel Graduação em Direito Assistente em Administração Secretaria Acadêmica 13 Flora Martinez Figueira Graduação Moreira Biomedicina Especialização em Responsável e laboratório técnica de Pesquisa em Ciências da Saúde Análises Clínica 14 Jacenir Vieira da Silva Graduação em Laboratório de Anatomia Enfermagem 15 Karina Harumi Oshiro Teruya Graduação em Administradora Administração e Mestre em Desenvolvimento CAD/FCS Local 91 pelo em MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS 16 Letícia Horbach Gonçalves Ensino Médio Assistente em Administração Secretaria de Pós Graduação 17 Lujan Nunes Sanabria Graduação em Responsável Biomedicina e Mestre em laboratório Ciências da Saúde 18 Marcelo Tomporoski Perez técnica de Pesquisa pelo em Ciências da Saúde Graduação em Análise de Técnico de Laboratório/área de Sistemas e Especialização informática em Segurança de Rede e Telecomunicações 19 20 Mariana Bento Tatara Michel Coutinho dos Santos Graduação em Responsável técnica Ciências Biológicas laboratório e Mestre em Agronomia Ciências da Saúde Graduação Enfermagem Especialização de em Responsável e laboratório Pesquisa técnico de pelo em pelo Habilidades em Médicas Enfermagem Cirúrgica 21 Norberto Schons Graduação em Administrador Administração de CAD/FCS Empresas e Especialização em Gestão Financeira 22 Priscila Elly Vieira Hattori Graduação em Ciências Responsável Biológicas técnica pelo e laboratório de Anatomia Especialização em gestão em Saúde Pública 23 Ramão de Souza de Deus Graduação em Ciências Responsável Júnior Biológicas e Mestre em laboratório Ciências da Saúde 24 Thays Nogueira da Silva Graduação técnico de pelo Imunologia Humoral em Assistente em Administração Biotecnologia 92 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Secretaria Acadêmica 18. INSTALAÇÕES FÍSICAS As instalações utilizadas, na maioria das atividades do Curso, encontram-se no bloco da Faculdade de Ciências da Saúde do Campus II da UFGD, situado na Rodovia Dourados/Itahum, km12, Cidade Universitária em Dourados, MS. As salas de aula, os ambientes e demais instalações destinadas ao curso, são compatíveis em termos de dimensão (86 m2), iluminação, ventilação, limpeza, condições de acesso, entre outros. a) BIBLIOTECA A Biblioteca Central da UFGD atende todos os cursos de graduação e pós-graduação da UFGD e os acadêmicos da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-UEMS e com a qual compartilhamos o acervo bibliográfico, que ocupa um espaço nesta Biblioteca Central. ESTRUTURA A Biblioteca Central possui um mezanino e dois pavimentos, com uma área total de 3.520,29m². Primeiro Andar No primeiro andar está instalado: o acervo de livros, a Sala de leitura, que possui 52 mesas e 240 cadeiras e um pequeno laboratório de informática com 07 computadores com acesso à Internet. Conta ainda com uma sala acústica disponibilizada para trabalhos em grupo. Mezanino No mezanino estão instaladas 90 cabines para estudo individual. Térreo No térreo está localizado o Laboratório de Informática com 23 computadores. Também no térreo localiza-se a Coleção de Revistas e Jornais juntamente com as monografias de 93 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS graduação da UFGD. A Biblioteca possui vários computadores de pesquisa em vários pontos estratégicos de seu recinto. Para a conservação de seu acervo, conta com uma Sala de Preservação de Materiais Bibliográficos onde são restaurados os livros danificados pelo uso. Na perspectiva da inclusão dos portadores de deficiência visual há uma sala com tratamento acústico que deverá ser equipada para a leitura de materiais bibliográficos não disponíveis em Braille. BDTD – Biblioteca Digital de Teses e Dissertações A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFGD, coordenada pela Biblioteca Central, está integrada à BDTD/IBICT Nacional, onde disponibiliza online toda a produção técnico-científica dos programas de pós-graduação da Universidade. RI – Repositório Institucional da UFGD A Biblioteca Central coordena o Repositório Institucional da UFGD, onde toda a produção científica, tanto da graduação como da pós-graduação está sendo coletada e disponibilizada no link da UFGD de forma gradual e progressiva, ampliando a visibilidade dessas publicações científicas produzidas no âmbito da Universidade. É o resultado de um projeto aprovado pelo Ibict, voltado para todas as Bibliotecas Universitárias, com a finalidade de divulgar as produções científicas. POLITICA DE AQUISIÇÀO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÀO DO ACERVO Para a atualização do acervo bibliográfico foi criada a Comissão de Seleção e Aquisição de Materiais Bibliográficos, composta por um professor de cada faculdade, por bibliotecários e representantes da graduação e pós-graduação, que elaborou a Política de Formação e Desenvolvimento de Coleções, a qual estabelece critérios e prioridades na seleção e aquisição do material que comporá o acervo de nossa biblioteca, possibilitando a formação, desenvolvimento e atualização dos materiais bibliográficos de acordo com os objetivos da UFGD, permitindo um processo de seleção sistematizado nas diferentes áreas que dão suporte ao ensino, pesquisa e extensão. SERVIÇOS 94 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS A Biblioteca mantém os serviços de COMUT, acesso ao Portal de Periódicos da CAPES, empréstimo entre bibliotecas, normatização bibliográfica e catalogação na fonte. Sua Biblioteca Digital de Teses e Dissertações está integrada à DTD/IBICT nacional, facilitando o acesso on-line à produção dos programas de pós-graduação da Universidade. Já foi aprovado pelo IBICT e está em processo de implantação (com financiamento da FINEP) o Repositório Institucional da UFGD, integrado ao Portal Oasis. BR, que efetuará o registro e a disseminação da produção científica da instituição. Além disso, em 2012 foi adquirida a assinatura do UPTODATE® e disponibilizado acesso irrestrito a todos os computadores da Universidade. Acervo Geral: 99.084 Exemplares Acervo da Biblioteca do Hospital Universitário: 467 Títulos e 1.784 Exemplares ÁREAS ESPECÍFICAS E CORRELATAS: b) ÁREA TÍTULOS EXEMPLARES MEDICINA 1922 4672 FARMACIA 48 132 QUÍMICA 334 1264 ENG. ALIMENTOS 202 547 NUTRIÇÃO 69 333 PSICOLOGIA 685 1484 EDUCAÇÃO FÍSICA 96 260 ANTROPOLOGIA 321 887 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS 132 547 BIOTECNOLOGIA 47 257 BIOQUÍMICA 57 327 TOTAL 3913 10780 INSTALAÇÕES ESPECIAIS E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS (Indicar cenários/ambiente/laboratórios para a formação geral/básica) Laboratório de Microbiologia Aplicada (LMA) 95 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Área: 55,00 m2 O laboratório de Microbiologia é utilizado para o isolamento de microrganismos e é destinado para ensino, pesquisa e extensão, além de servir de apoio, para o Hospital Universitário. A sala de preparação de amostras é composto pelos seguintes equipamentos: bico de bunsen, estufas de incubação, banho-maria de incubação, contadores de colônias, centrifuga refrigerada, microscópios, destilador de água, medidor de pH, estufa de incubação B.O.D., vidraria. Este laboratório possui três salas de apoio denominadas, Bacteriologia, Virologia e Esterilização, onde ficam armazenados os materiais de consumo, vidrarias e alguns equipamentos como, a balança de precisão utilizada para a pesagem dos meios de cultura; um filtro de osmose reversa, para a obtenção de água purificada; uma capela de exaustão para manipulação com gases tóxicos. Os materiais de consumo como os meios de cultura, os swabs, bateria de corantes, algodão, potes coletores, papel toalha etc, e as vidrarias como, erlenmayer, becker, tubos de ensaio, funis, placas de petri, também são armazenados nesse laboratório. Nesse local não ocorre nenhuma manipulação com material contaminado, ficando disponível apenas para o preparo de materiais de suporte, conta ainda com uma pia para a lavagem das mãos, mesas e computador utilizados como recurso para as aulas. A sala de virologia conta com armários de concreto e madeira, servido apenas para o armazenamento de substâncias químicas, ficando isolada e controlada, já que se encontram reagentes altamente tóxicos quando mal manipulados. Na sala de esterilização são realizados os processos de descontaminação, desinfecção e esterilização dos materiais que foram e que serão utilizados, conta com todos os equipamentos necessários, como estufa de esterilização, autoclave, destilador e deionizador, que promove água pura e isenta de íons, para a lavagem de vidrarias, um lavador de pipetas automáticas e uma geladeira para armazenar kits de reagentes bioquímicos, além de materiais de suporte para a limpeza e materiais de consumo, como detergentes, hipocloritos, alcoóis, sacos de lixo e sacos específicos para autoclave, escova para tubos, luvas, papel toalha, entre outros. Existem normas, POps (Procedimentos Operacionais Padrão) de segurança quanto à lavagem e esterilização. O acesso fica restrito aos funcionários, pós-graduandos e alunos de iniciação científica. Professor responsável: Fábio Juliano Negrão Técnica responsável: Débora Regina Hoff Braitt 96 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Laboratório de imunologia Humoral (IM) Área: 54,00 m2 Este laboratório será utilizado para exames de rotina de pacientes internados na enfermaria de Clínica Médica e na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Universitário da UFGD e que necessitem de definição de diagnóstico rápido, pois o atraso no mesmo pode retardar o tratamento e levar à seqüelas para os pacientes. Os alunos poderão acompanhar a realização dos exames de seus pacientes aprendendo assim à interpretar criticamente os mesmos, pois terão noção das dificuldades para a realização desses exames e dos fatores que podem resultar em falsos positivos e negativos. Além disso será utilizado para trabalhos de pesquisa e extensão. O Laboratório é equipado com um microscópio de epifluorescência. Uma capela de fluxo laminar, uma estufa, um banho – Maria, uma placa aquecedora, pipetas e vidrarias. Professora Responsável: Márcia Midori Shinzato Técnico: Ramão Souza de Deus Júnior Laboratório de Histologia e Patologia e Genética (LHPG) Área: 152,20 m2 O laboratório de Histologia e Patologia da FCS é utilizado para a realização de técnicas histopatológicas, servindo para a confecção de lâminas histológicas. Este laboratório é destinado para ensino, pesquisa e extensão, além de servir de apoio, para o Hospital Universitário. Ele é composto pelos seguintes equipamentos: 3 bancadas laterais grandes (com tampo de mármore) com armários, 1 pia, 1 microtómo de parafina, 1 processador de tecidos, 1 dispensador de parafina, 1 chapa de aquecimento, 1 agitador magnético com aquecimento, 1 banho-maria histológico, 1 estufa, vidrarias, 4 armários de aço para armazenamento de material, 1 frezer, 1 geladeira, 1 escrivaninha com gavetas, 3 cadeiras, 1 computador, 1 ventilador de parede e 1 ar condicionado split. Em comunicação com este laboratório, encontra-se uma outra sala onde são ministradas aulas práticas de Biologia Celular e Histologia para a primeira série do curso de medicina e de nutrição. Esta sala possui 5 bancadas com tampo de mármore, 2 bancadas laterais (tampo de mármore) com armários, 25 cadeiras, 8 pias, 2 armários de aço (com 50 caixas de laminário de histologia), 5 televisores, 25 97 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS microscópios Nikon em uso, 1 microscópio Olympus BX51, com câmera acoplada (para captura de imagem) e 1 ar condicionado split. Professores responsáveis: Fábio Rocha Lima, Roosevelt Isaías Carvalho Souza e Silvia Aparecida Oesterreich; Técnica responsável: Agruslávia Rezende de Souza Laboratório de Anatomia (Anato) Área: 198,60 m² O laboratório de Anatomia contém: 1 Sala de aula com peças e cadáveres e possui os seguintes equipamentos: 52 banquetas, 7 mesas para necropsia/autópsia, armário tubular zincada, leito aço inoxidável, c/ rebaixo para reter liquido e tubo de escoamento, rodas giratórias; 1 Sala para a dissecção contendo 8 banquetas, 1 mesas para necropsia/autópsia, armário tubular zincada, leito aço inoxidável, c/ rebaixo para reter liquido e tubo de escoamento, rodas giratórias; 1 Sala para Técnico de Anatomia, com ambiente com chuveiro, 1 (um) armário de aço, e 01 (uma) mesa com cadeira; e 1 Sala de tanque para cadáveres, com peças para aulas de anatomia patológicas conservadas em formol em potes plásticos, 3 (três) tanques para cadavares. Professor responsável: José Sebastian Miranda Técnica Responsável: Priscila Ely Vieira Hattori Laboratório de Parasitologia (LPR) Área: 133,00 m² O laboratório de Parasitologia é composta por 2 salas, sendo 1 sala de aula e outra sala de apoio, onde são realizados procedimentos de ensino, pesquisa e extensão. Estas salas possuem os seguintes equipamentos: 1 centrífuga, 1 mesa de fórmica com gaveteiro, 1 cadeira giratória, 2 armários de aço, 1 balança analítica de precisão, 19 microscópios binoculares Olympus, 5 microscópios monoculares Olympus, 1 microscópio triocular Olympus, 1 televisor, 1 geladeira Frost Free, 1 esteroscópio. Professor responsável: Silvana Beutinger Marchioro e Sebastião Martins de Souza Neto Técnica responsável: Cleide Adriane Signor Tirloni 98 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Laboratório de Bioquímica (LB) Área: 108,40 m² O laboratório de bioquímica possui como suporte equipamentos como espectrofotômetro, banhos-maria, estufa, geladeiras para os kits bioquímicos, centrífugas, um aparelho medidor de pH (phmetro) e microcentrífuga, bem como materiais como os kits de reagentes, vidrarias, micropipetas, ponteiras, tubos de ensaio etc. as aulas são programadas previamente pelo professor e posteriormente executadas em grupos pequenos de alunos proporcionando um aprendizado efetivo. Professor responsável: Cândida Aparecida Kassuya Leite, Nelson Carvalho Farias Júnior e Márcio Eduardo de Barros Técnica responsável: Alexsandra Vila Maior de Souza Laboratório de Habilidades (LH) Área: 86m2 Este laboratório conta com simuladores de ausculta cardíaca e pulmonar, injeção endovenosa e intramuscular, coleta de líquor, de sondagem nasogástrica/nasoenteral e vesical, de exame ginecológico e de reanimação cardiopulmonar. Além disso conta com ambiente que simula um consultório médico, um leito de enfermaria e de materiais para medidas antropométricas . Professor Responsável: Antonio Pedro Lucas Bittencourt Técnico Responsável: Michel Coutinho dos Santos Esterilização: Área: 30,00 m2 São realizados os processos de descontaminação, desinfecção e esterilização dos materiais que foram e que serão utilizados. Equipamentos: 1 estufa de esterilização, 1 autoclave, 1 destilador e deionizador (promove água pura e isenta de íons para a lavagem de vidrarias), 1 lavador de pipetas, materiais de suporte para a limpeza e materiais de consumo (detergentes, hipocloritos, alcoóis, sacos de lixo e sacos específicos para autoclave, escova para tubos, luvas, papel toalha etc.). POPs (Procedimentos Operacionais Padrão) de segurança quanto à lavagem e esterilização. 99 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Professor Responsável: Cândida Aparecida Leite Kassuya, Silvana Beutinger Marchioro, Sebastião Martins de Souza Neto, Márcio Eduardo de Barros, Fábio Juliano Negrão e Nelson Carvalho Farias Júnior Técnicos: Débora Regina Hoff Brait, Cleide Adriane Signor Tirloni e Alexsandra Vila Maior de Souza Biotério I: Área: 54,00 m2 Biotério para criação de ratos utilizados nas aulas práticas dos cursos de graduação e em experimentos da pós-graduação. Equipamentos: 2 estantes em aço, 3 estantes de madeira, 1 mesa pequena, 80 caixas para ratos contendo grades e bebedouros, 1 ar condicionado, 1 termostato, 1 exaustor, 1 timer. Biotério II: Área: 54,00 m2 Biotério para criação de camundongos utilizados nas aulas práticas dos cursos de graduação e em experimentos da pós-graduação. Equipamentos: 1 estante refrigerada para camundongos, 60 caixas contendo grades e bebedouros,1 mesa de madeira, 1 ar condicionado. Laboratório de Técnica Cirúrgica (TC) Área: 206 m2 Os procedimentos cirúrgicos básicos são imprescindíveis para o trabalho do médico generalista. Várias situações de emergência podem ser resolvidas por meio através de intervenções cirúrgicas pequenas e médias, cujo domínio técnico deve ser obrigatório para todos os médicos, para que o paciente não seja exposto a riscos indesejáveis. A Unidade de técnicas cirúrgicas inicia este processo de aprendizagem cirúrgica no curso de Medicina. No Laboratório de Técnicas Cirúrgicas da UCG, os acadêmicos conhecem as normas de comportamento no centro cirúrgico, têm conhecimento e domínio dos instrumentos utilizados nas cirurgias mais comuns, das técnicas de assepsia e anti-sepsia rotineiramente empregadas 100 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS e, principalmente, têm o treinamento nos atos cirúrgicos básicos baseados nos chamados “princípios fundamentais”. O laboratório, dividido em quatro ambientes, simula um centro cirúrgico tanto na parte de vestiário, sala de escovação, sala cirúrgica com 4 mesas, central de esterilização e guarda de materiais, quanto em relação aos equipamentos autoclave, mesas cirúrgicas, instrumentais, focos cirúrgicos, aparelhos de anestesia, bisturi elétrico, fios cirúrgicos, instrumental necessário para a realização de cirurgias gerais de pequeno porte, anestésicos, sondas entre outros medicamentos. Considerando-se as dificuldades na obtenção de cadáveres, as aulas práticas do laboratório são realizadas em suínos. Responsável: Rogério Massaru Watanabe, Paulo Roberto Berttoleto Técnicos: Daniela Torres Cantadori, Anahy Arruda Burigatto e Doralino Zarate Laboratório de Pesquisa em Ciências da Saúde (LPCS): Área: 300 m² Laboratório inaugurado no início de 2014, conta com gerador próprio e destinado exclusivamente aos cursos de Pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde. Equipamentos: Bico de Bunsen, 6 estufas de incubação, 2 banhos-maria de incubação, 2 banhos-maria secos, 1 cuba de ultrassom, contadores de colônias, microscópio, capela de fluxo laminar luz UV, destilador de água, phmêtro, vidraria, 2 autoclaves, 4 capelas de fluxo laminar, 1 freezer -20ºC horizontal, 1 freezer -20ºC vertical, 1 freezer -80ºC, 9 geladeiras, 1 Magpix (Luminex), 1 Shakerincubator, 1 B.O.D (estufa), 2 fotodocumentadores, 1 DNA WorsSatation, 2 microcentrífugas, 2 agitadores magnéticos, 2 vórtex, 2 microcentrífugas refrigeradas, 2 centrifugas, 1 Elisa (leitor), 2 termocicladores, 1 água milique, 3 estufas de secagem e esterilização, 1 coagulador, 2 phmêtros, 2 balanças eletrônicas analíticas, 4 microscópios, 1 chapa aquecedora de lâminas, 4 cubas de corrida de gel. Professor Responsável: Júlio Henrique Rosa Croda Técnicos: Mariana Bento Tatara, Lujan Nunes Sanabria Aliatti e Flora Martinez Figueira Moreira Laboratório de Informática (LI) Área: 54,00 m2 101 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS O Laboratório de Informática constitui uma importante infraestrutura e funciona como instrumento de apoio para as atividades acadêmicas a serem desenvolvidas. O Laboratório de Informática FCS, oferece espaço e equipamentos de informática e multimídia para atividades de ensino, pesquisa e extensão, que visem, especificamente, a: Estimular e promover o conhecimento das tecnologias informatizadas aplicadas à comunicação e ao aprendizado em geral aos alunos dos cursos regulares de graduação e pós-graduação; além de suporte para projetos de pesquisa e extensão individuais ou coletivos. Técnico Responsável: Marcelo Tomporoski Perez Hospital Universitário (HU) Área construída: 13.126 m² O HU possui as seguintes dependências: - quantidade de banheiros = 222 - quantidade de copas = 15 - quantidade de cozinhas = 01 - quantidade de expurgos/ dml = 16 - quantidade de lavatórios ≡ 300 O HU conta com 173 leitos de média complexidade assim distribuídos: 99 leitos nas clínicas, 9 leitos na UTI adulto e 6 leitos na UTI pediátrica. Possui também ambulatórios com 28 consultórios, contendo 20 leitos de observação e 6 leitos do Pronto Atendimento Pediátrico. E realizado uma média de 1100/dia entre consultas, exames, internações e procedimentos cirúrgicos. 19- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Lei número 11.153 de 27 de julho de 2005 – Criação da UFGD Decreto n 5.646 de 28 de dezembro de 2005 - Decreto de implantação da UFGD sob tutoria da UFG. 102 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Resolução nº. 53 de 01 de Julho de 2010 do Conselho de ensino, pesquisa, extensão e cultura/UFGD - Regulamento Geral dos Cursos de Graduação. Resolução número 04 de 7 de novembro de 2001 do CNE/CES (Conselho Nacional de Educação/Câmara de Ensino Superior) – Diretrizes Curriculares do Curso de Medicina Resolução número 02 de 18 de junho de 2007 do CNE/CES (Conselho Nacional de Educação/Câmara de Ensino Superior) – Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Parecer número 189 de 04 de junho de 2002 do CNE/CES (Conselho Nacional de Educação/Câmara de Ensino Superior) – Consulta sobre a realização do Internato do curso de Medicina fora da instituição ou do Distrito Geoeducacional Parecer número de 04 de junho de 2002 do CNE/CES (Conselho Nacional de Educação/Câmara de Ensino Superior) – Parecer que abre exceção para aluna realizar internato fora da UF por motivo de saúde dos pais. Resolução no 89 de 1 de setembro de 2008. Proposta e Diretrizes para implantação do REUNI na UFGD. Portaria MEC 775/2008 de 7 de novembro de 2008 - Renova o reconhecimento do curso de Medicina da UFGD Sobral, D.T.; Oliveira, P.G. Avaliação seriada versus exame vestibular: semelhanças e diferenças entre Coortes no Curso de Medicina da Universidade de Brasília. Rev. bras. educ. med. vol.30 no.3. Rio de Janeiro Sept./Dec. 2006. 103 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Sobral D.T. Valor e significado da vivência no primeiro ano do curso de medicina: apreciação de aprendizado pessoal e contexto em uma série histórica. Rev. bras. educ. med; Vol. 32 no.1. Rio de Janeiro Jan./Mar. 2008. 104