70
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A GESTANTE NA PRIMEIRA CONSULTA DE PRÉ-NATAL
Alisséia Guimarães Lemes ¹
RESUMO
A assistência de enfermagem a gestante na primeira consulta de pré-natal deve ser realizada pelo profissional
enfermeiro realizando o histórico de enfermagem e o exame físico necessários a uma gestante, certificando da saúde
materna e fetal. O (a) enfermeiro (a) deve ser um profissional dotado de conhecimentos científicos sobre as alterações
maternas e do desenvolvimento fetal, preenchendo o cartão da gestante e o prontuário com o máximo de informações
necessárias para possíveis intercorrências, garantindo a continuidade de sua assistência. A gestante deve ser atendida
em um ambiente acolhedor, calmo e aconchegante, garantindo um bom relacionamento entre profissional e a gestante.
PALAVRAS CHAVES: Enfermagem; Gestante, Materno-Fetal e Pré-natal.
ABSTRACT
Thenursing
care
forpregnant
womenat
the
firstprenatalconsultationshould
be
undertaken
bynursesperformingnursinghistoryand physical examinationrequired for apregnant woman, sureofmaternal and fetal
health. The(a) nurse(a) must beprovided witha professionalscientific knowledgeabout the changesofmaternalandfetal
development, filling the cardandmedical recordsof pregnant womenwithas much informationneededfor
possiblecomplications, ensuring their continuedassistance. A pregnant woman shouldbetreated ina warm, quiet and
cozy, ensuring a good relationshipbetweenprofessionalandpregnant.
KEYWORDS: Nursing,Pregnancy, Maternal-Fetal andPrenatal.
1- Enfermeira Supervisora de Estágio das Faculdades Unidas do Vale do Araguaia; Enfermeira do ESF Benjamim
Correa Miranda no Pontal do Araguaia. Graduanda em Enfermagem e Pedagogia e Pós Graduada em Saúde Pública.
[email protected]
1. INTRODUÇÃO
Segundo Shimizu e Lima (2009, p. 1), a
atenção materno-infantil tem sido considerada uma
área prioritária, principalmente no que diz respeito aos
cuidados da mulher durante a gestação.
A Lei do Exercício profissional de
Enfermagem no Brasil torna a enfermeira legalmente
competente para realizar consulta de enfermagem à
mulher durante a gestação, solicitar exames de rotina e
complementares, bem como prescrever medicamentos
previamente estabelecidos em programas de saúde
pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde
(BARROS 2009).
Brasil (2005, p. 12) descreve sobre o
Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde da
Mulher (PAISM) sendo um importante instrumento
para a organização da assistência e que propõe uma
nova e diferenciada abordagem, com ênfase no
atendimento à saúde reprodutiva das mulheres no
âmbito da atenção integral, com vistas ao
aperfeiçoamento do controle do pré-natal, parto e
puerpério.O PAISM estabeleceu os seguintes
procedimentos para: captar a gestante na comunidade
até nó máximo em 120 dias de gestação, fazer os
controles periódicos com consultas e exames, bem
como reuniões educativas, prover área física adequada,
equipamento e instrumental mínimo; oferecer
medicamentos básicos.
Esta revisão bibliográfica tem como objetivo
geral descrever como deve ser realizada a abordagem
pelo profissional enfermeiro (a) a gestante na sua
On-line http://revista.univar.edu.br
ISSN 1984-431X
primeira consulta de pré-natal. E como objetivos
específicos elencar os tópicos que deveram ser
questionados para uma boa coleta de dados e exame
físico garantindo um preenchimento eficaz de
anotações no prontuário e no cartão da gestante.
2. MATERIAL E MÉTODOS
Foi realizado revisões bibliográficas de
publicações recentes, livros de ginecologia e
obstetrícia, dicionários de termos técnicos, bases de
dados eletrônicos como Scielo.
2.1 Primeira Consulta de Pré-Natal & Assistência
de Enfermagem
A assistência de enfermagem deve ser
realizada em todo o processo de vida do ser humano,
devendo ser realizado uma assistência cientificamente
estudada e utilizada. Para isto os enfermeiros utilizam a
Sistematização de Assistência a Enfermagem – SAE,
embasada em dados que poderão levar a novas
descobertas e principalmente ao bem estar dos
pacientes e familiares.
Segundo Smeltzer e Bare (2005, p.1447) “A
saúde da mulher é uma especialidade única dos
cuidados de saúde”. Sendo que a enfermeiro (a) além
de compreender a anatomia e fisiologia femininas
normais, precisa compreender as influências físicas, do
desenvolvimento, psicológicos e socioculturais sobre a
saúde das mulheres e uso do cuidado em saúde.
Interdisciplinar: Revista Eletrônica da Univar (2012) n.º8 Vol – 1
p. 70 -73
71
De acordo com Barros (2009, p. 107),
aconsulta de enfermagem é o momento em que a
enfermeira tem a oportunidade de obter e analisar
dados, estabelecer os diagnósticos de enfermagem e
adequar às intervenções de enfermagem de modo
holístico e individualizado.
De acordo com Nettina (2007, p. 1153), A
gravidez pode ser determinada pela cessação da
menstruação, aumento do útero e resultado positivo de
um teste de gravidez, sendo o teste Beta hCG o mais
indicado para confirmação ou não da gestação, caso
negativo poderá ser repetido em 15 dias.Montenegro e
Rezende (2011, p. 126) citam que o teste de Beta hCG
apoia-se na produção de gonadotrofina coriônica
humana. Uma semana após a fertilização, o
troboblasto, implantado no endométrio, principia a
elaborar o hCG em quantidades crescentes que podem
ser encontrados no plasma ou na urina maternos.
A fase reprodutiva da mulher é compreendida
entre a menarca e a menopausa. De acordo com a
Organização Mundial de Saúde, as mulheres na faixa
etária entre 10 e 49 anos geralmente iniciam a vida
sexual. Fisiologicamente é considerado como um
processo normal à gravidez, o trabalho de parto e o
parto e a duração da gestação é variável, porém
podemos dizer que a época da concepção até o
nascimento dura, aproximadamente, 256 dias ou 38
semanas.
Branden (2000, p. 53) descreve que todo o
período de pré-natal, os membros da equipe de
assistência à saúde empenham-se em garantir a saúde
da gestante e do filho, sendo que a enfermeira deve
seguir as etapas do processo de enfermagem, visando a
todo o momento atualizar as informações da equipe de
saúde sobre o estado da gestante.
Para Barros (2009, p. 107) é na primeira
consulta que se estabelecem as primeiras reações,
positivas ou negativas, entre a gestante e o profissional.
Portanto, é fundamental que a enfermeira conquiste a
confiança e a simpatia da gestante, recebendo-ade
maneira atenciosa, estabelecendo um vínculo, o que
auxilia no sucesso e continuidade da assistência.
É de suma importância que a enfermeira no
inicio da consulta de pré-natal inicie, cumprimentando
a gestante pelo nome, apresentando-se a seguir,
esclarecendo sua função e envolvimento no
atendimento.
Branden (2000, p. 56) cita que as consultas de
pré-natal devem ser realizada em uma sala confortável
e reservada, e a enfermeira deve ajudar a gestante a
relaxar. Iniciando a consulta realizando os
procedimentos que causam menor acanhamento, como
sinais vitais, altura e peso, e passe para aqueles mais
delicados como a manobra de Leopold. Realize a
consulta sem demonstrar pressa. Cubra a paciente de
acordo com as necessidades, a fim de respeitar seu
pudor, observando quaisquer sinais de desconforto. É
necessário que a enfermeira explique a paciente as
etapas dos exames a serem realizados diminuindo a
ansiedade da gestante.
Durante o desenvolvimento da consulta, a
enfermeira deve certificar-se de que as dúvidas estão
On-line http://revista.univar.edu.br
ISSN 1984-431X
sendo esclarecidas, as expectativas alcançadas e as
orientações relacionadas ao acompanhamento pré-natal
assimiladas, de tal forma, que a gestante conscientize
da importância da assiduidade nas consultas.
Os contatos repetidos entre a enfermeira e a
paciente
possibilitam
que
na
primeira
consultaaprofissional monitore o bem-estar da gestante,
o desenvolvimento do feto e o aparecimento de
quaisquer problemas. Aproveitando esses momentos de
encontros e contatos com a gestante pararealizar
palestras informativas e educativas referente à gestação
e os cuidados com o bebê, tais como vestuário, Asseio
e higiene, alimentação, pirose, náuseas e vômitos,
constipação intestinal, peso, exercício e repouso,
viagens, imunização, vertigens / desmaios, fumo e
álcool, higiene mental, atividade sexual, drogas e
medicamentos, palpitação e taquicardia, insônia e
hipersônia, cãibras, orientações sobre o parto e o
trabalho de parto e orientações sobre o bebê. .
Para Gonzalez (1994, p.109) os objetivos da
assistência ao pré-natal são:
 Assegurar um bom desenvolvimento
fetal;
 Evitar complicações, acidentes,
doenças;
 Proteger a saúde materna;
 Preparar a mãe para o parto, física e
psicologicamente;
 Orientar a mãe em relação aos
cuidados com o bebê.
Para Brasil (2005, p. 10), os estados e
municípios, por meio das unidades integrantes de seu
sistema de saúde, devem garantir atenção pré-natal e
puerperal realizada em conformidade com os
parâmetros estabelecidos, como a captação precoce das
gestantes com realização da primeira consulta de prénatal até 120 dias da gestação. Sendo necessário o
cadastramento da gestante no SISPRENATAL.
Roteiro da primeira consulta de pré-natalde acordo com
Brasil (2005, p. 25 a 29):
3.1 História Clínica (observar o cartão da gestante)
 Identificação:nome;número
do
SISPRENATAL;
idade;cor;naturalidade;procedência;endereço
atual;unidade de referência.
 Dados socioeconômicos;
 Grau de instrução;
 Profissão / ocupação;
 Estado civil / união;
 Número e idade de dependentes (avaliar a
sobrecarga do trabalho doméstico);
 Renda familiar;
 Pessoas da família com renda;
 Condições de moradia (tipo, nº de cômodos);
 Condições de saneamento (água, esgoto,
coleta de lixo);
 Distância da residência até a unidade de
saúde;
 Patologias familiares de doenças crônicas ou
agudas;
Interdisciplinar: Revista Eletrônica da Univar (2012) n.º8 Vol – 1
p. 70 -73
72





Antecedentes pessoais doenças crônicas ou
agudas;
Antecedentes ginecológicos;
Sexualidade;
Antecedentes
obstétricos:
número
de
gestações (incluindo abortamentos, gravidez
ectópica, mola hidatiforme); número de partos
(domiciliares,
hospitalares,
vaginais
espontâneos, fórceps, cesáreas – indicações);
número de abortamentos (espontâneos,
provocados, causados por DST, complicados
por infecções, curetagem pós-abortamento);
número de filhos vivos; idade na primeira
gestação; intervalo entre as gestações (em
meses); Isoimunização RH;
- número de recém – nascidos: pré-termo
(antes da 37ª semana de gestação), pós-termo
(igual ou mais de 42 semanas de gestação);
número de recém- nascidos de baixo peso
(menos de 2.500 g) e com mais de 4.000 g;
mortes neonatais precoces: até sete dias de
vida (número e motivos dos óbitos); mortes
neonatais tardias: entre sete a 28 dias de vida
(número e motivo dos óbitos); natimortos
(morte fetal intra-útero e idade gestacional em
que ocorreu); recém-nascidos com inctéricia,
transfusão,
hipoglicemia,
ex-sanguíneotransfusões; intercorrências ou complicações
em gestações anteriores
(especificar);
complicações nos puerpérios (descrever);
história de aleitamentos anteriores (durante o
motivo do desmame).
Gestação atual: data do primeiro dia/mês/ano
da última menstruação – DUM (anotar certeza
ou dúvidas); peso prévio e altura; sinais e
sintomas na gestação em curso; hábitos
alimentares; medicamentos usados na
gestação;
internação
durante
essa
gestação;hábitos: fumo (número de cigarros /
dia), álcool e drogas ilícitas; ocupação
habitual (esforço físico intenso, exposição a
agentes químicos e físicos potencialmente
nocivos, estresse); aceitação ou não da
gravidez pela mulher, pelo parceiro e pela
família, principalmente se for adolescente;
identificar gestantes com fraca rede de suporte
social.

2.2 Exame físico


Geral:determinação do peso e da altura;
medida da pressão arterial;
- inspeção da pele e mucosas; palpação da
tireóide e de todo o pescoço, região cervical e
axiliar (pesquisa de nódulos ou outras
anormalidades); ausculta cardiopulmonar;
exame do abdômen; exame dos membros
inferiores;
- pesquisa de edema (face, tronco, membros).
Específicos
(gineco-obstétricos):
exame
clínico das mamas (ECM): Orientar a
realização dos exercícios de Hoffman para
On-line http://revista.univar.edu.br
ISSN 1984-431X
aumentar a protrusão dos mamilos e o uso de
protetores de mama a partir do 3º trimestre de
gestação; Palpação obstétrica a partir da 12ª
semana de gestação, principalmente no
terceiro trimestre, identificação da situação e
apresentação fetal; medida da altura uterina a
partir da 12ª semana de gestação; ausculta dos
batimentos cardíacos fetais (com sonar, após
12 semanas, e com estetoscópio de Pinard,
após 20 semanas); inspeção dos genitais
externos; exame especular e toque vaginal de
acordo com a necessidade, orientados pela
história e queixas da paciente, e quando for
realizada coleta de material para exame
colpocitológico.

2.3 Exames complementares
Na primeira consulta deve solicitar os seguintes
exames laboratoriais:
 Grupo sanguíneo e fator Rh, na primeira
consulta.
 Sorologia para sífilis – VDRL um exame na
primeira consulta e outro próximo à 30ª
semana de gestação.
 Urina (tipo I) um exame na primeira consulta
e outro próximo à 30ª semana de gestação.

Hemoglobina e hematócrito (Hb / Ht) na
primeira consulta.
 Glicemia de jejum, um exame na primeira
consulta e outro próximo à 30ª semana de
gestação.
 Oferta deteste Anti-HIV um exame na
primeira consulta e outro próximo à 30ª
semana de gestação, sempre que possível.
 Sorologia para hepatite B (HbsAg), um exame
na primeira consulta e outro próximo à 30ª
semana de gestação, se disponível.
 Sorologia para toxoplasmose na primeira
consulta se disponível.
 Colpocitologia oncótica (Papanicolau), se
necessário.
 Sorologia para Rubéola,na primeira consulta
se disponível.
Brasil (2005, p. 29) descreve que a não realização
de ultrassonografia durante a gestação não constitui
omissão, nem diminui a qualidade do pré-natal. Sendo
indicada apenas em situação de indicação específica
orientada por suspeita clínica, notadamente como
complemento da avaliação da vitalidade fetal ou outras
características gestacionais ou do feto. Já Barro (2009,
p. 119) descreve que existe evidência científica de que
a realização da USG obstétrica precoce durante a
gravidez relaciona-se com uma melhor determinação
da idade gestacional, detecção precoce de gestação
múltipla e malformações fetais clinicamente não
suspeitas.
A atenção ao pré-natal de acordo com Brasil
(2005, p. 25), deverá ser realizada as anotações tanto
no prontuário da unidade quanto no cartão da gestante.
Avaliando em cada consulta o risco obstétrico e
perinatal. A presença dessas anotações deverá ser
Interdisciplinar: Revista Eletrônica da Univar (2012) n.º8 Vol – 1
p. 70 -73
73
interpretada pelo profissional de saúde com sinal de
alerta.
Sexual e Saúde Reprodutiva. Brasília: Ministério da
Saúde, 2010.
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dicionário de termos médicos e de enfermagem /
organização DeclecianoTorrieri Guimarães – 1ª ed. –
São Paulo: Rideel, 2002.
Com base na bibliografia utilizada, pode-se
concluir que a primeira consulta de pré-natal a gestante
deve se realizada pelo profissional enfermeiro (a) em
um ambiente apropriado e acolhedor desenvolvendo
um elo de confiança entre o (a) profissional e a
paciente.
É de suma importância à atuação de
enfermagem frente a gestantes em sua primeira
consulta, utilizando um instrumento capaz de abordar
todas as questões necessárias para uma análise
profissional do caso individualizado de cada gestante.
A enfermagem tem um papel fundamental e
primordial quanto à orientação da gestante e de seus
familiares, como objetivo de tirar as dúvidas e manter a
gestante calma e consciente da importância de realizar
todas as consultas e exames de pré-natal necessárias
garantindo a saúde materna e fetal.
O enfermeiro deve desenvolver suas ações de
forma simples e direta, protegendo seu paciente de
qualquer negligência, imperícia e imprudência,
atendendo-o com competência, responsabilidade e
honestidade, garantindo a continuidade da assistência.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
AME:
Dicionário
de
Administração
de
Medicamentos na Enfermagem: 2009/2010. RJ:
EPUB, 2009.
ASPERHEIM, Mary Kaye. Farmacologia
Enfermagem, - Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
para
BARROS, Sonia Maria Oliveira. Enfermagem
Obstetrica e ginecológica: guia para a prática
assistencial.2ed.São Paulo-SP: Roca, 2009. Cap.6, 7
e8, p. 93 - 141 – Saúde Materno e Fetal; Prática de
enfermagem durante a gravidez; HIV / AIDS na
gestação: Profilaxia da Transmissão Vertical.
BRANDEN, PennieSessler. Enfermagem Maternoinfantil. 2.ed. Rio de Janeiro–RJ: Reichmann&
Affonso Editores, 2000. Cap. 5, p. 53 a 72. O período
de Pré-natal normal.
GONZALEZ, Helcye. Enfermagem em ginecologia e
obstetrícia. 14ª ed. São Paulo – SP: Editora Senac São
Paulo, 1994. Cap. 3. P. 101 a 132. Diagnóstico de
gravidez.
HORTA, Wanda de Aguiar. Processo de enfermagem.
São Paulo – SP: editora EPU, 1979.
MONTENEGRO,
CarlosAntonio
Barbosa
e
REZENDE, Jorge Filho. Obstetrícia Fundamental .
12ª edição. Rio de Janeiro – RJ: Guanabara Koogan,
2011.
NETTINA, Sandra M. Prática de enfermagem. 8ª ed.
Rio de Janeiro – RJ: editora Guanabara Koogan, 2007.
Cap. 36, p. 1152 a 1175. Saúde Materna e Fetal.
SENAC. DN. Saúde e prevenção de doenças. Rio de
Janeiro – RJ: Senac Nacional, 2009.
SHIMIZU, HelenaEri; LIMA, MariaGoreti. As
dimensões do cuidado pré-natal na consulta de
enfermagem.
Rev.
Brasileira
de
enfermagem. vol.62 nº. 3 Brasília May/June 2009.
SILVA, Carlos Roberto Lyra da Silva. Dicionário de
Saúde: compacto. – São Caetano do SUI, SP :Yendis
Editora, 2006.
SMELTZER,
S.C.
&BARE,
B.G.
Brunner
&Suddarth.Tratado de
enfermagem
medicocirurgica. 10ºed. Rio de Janeiro-RJ: Ed.Guanabara
Koogan S.A. 2005. Cap. 46, p. 14461490- Histórico e
Tratamento dos Processos Fisiológicos Femininos.
TANNURE, MeireChucre& PINHEIRO, Ana Maria.
SAE:
Sistematização
da
Assistência
de
Enfermagem: Guia Prático. 2ª edição. Rio de Janeiro
– RJ: Guanabara Koogan, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à
saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Área Técnica de Saúde da Mulher.
Manual Técnico: Pré-natal e Puerpério _ Atenção
Qualificada e Humanizada. Brasília: Ministério da
Saúde, 2005. Cap. 3,4, 5, 6 e 7 p. 17 a 39. Avaliação
Pré-Concepcional / Diagnóstico da gravidez / Fatores
de risco reprodutivo / Atenção ao Pré- natal / e /
Aspectos Emocionais da Gravidez e do Puerpério.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção à
saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde
On-line http://revista.univar.edu.br
ISSN 1984-431X
Interdisciplinar: Revista Eletrônica da Univar (2012) n.º8 Vol – 1
p. 70 -73
Download

70 1. INTRODUÇÃO Segundo Shimizu e Lima (2009, p. 1