FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO PROJETO PEDAGÓGICO BACHARELADO EM ENFERMAGEM MACHADO - MG 1 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM 1. Perfil Institucional da IES 1.1. Denominação Nome: Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado Endereço: Rua Dr. Athayde Pereira de Souza, 730 – Bairro: Centro CEP/ Município/Estado: 37.750-000 – Machado (MG) e-mail: [email protected] 1.2. Histórico da instituição O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem uma grande tradição no ensino superior. Sua história tem início no ano de 1968 quando foram aprovados os primeiros cursos da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José Augusto Vieira" - FAFIMA, autorizada pelo Parecer CEE/MG 12/1968, de 20 de fevereiro de 1.968, publicado em 20 de fevereiro de 1.968. A implantação da IES representou um momento histórico para a comunidade regional. Até então o acesso ao nível superior era privilégio dos poucos que tinham condições de buscar a sua formação em centros maiores. Além disso, coerentemente com as necessidades mais urgentes da comunidade, os cursos autorizados eram na área da licenciatura. Portanto, a criação da instituição, preocupada em formar profissionais voltados para a educação, permitiu equacionar um sério problema que era a da falta de professores qualificados para o ensino de primeiro e segundo graus (atual ensino básico). Inserida no extremo sul do Estado, em uma microrregião até então pouco desenvolvida, mas fazendo deste fator adverso sua principal motivação, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José Augusto Vieira" - FAFIMA tornou-se um ponto de referência educacional na região. Apesar das dificuldades, a Instituição lançou raízes fortes e profundas, cresceu, consolidou-se e naturalmente nasceu a perspectiva para novos horizontes. As necessidades da sociedade local, reclamando mais oportunidades de ensino em nível superior, motivaram a Mantenedora a ampliar suas ofertas de cursos e serviços. Surgiu então a Faculdade de Administração e Finanças de Machado – FAAFI, pelo Decreto 71.440 de 27 de novembro de 1972 e em seguida a Escola Superior de Agricultura e Ciências de Machado – ESACMA, pelo Decreto 74.315 de 23 de julho de 1.974. Em 2004 a Instituição pioneira passou por uma unificação com as demais Faculdades, resultando deste processo o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado. A alteração regimental que formalizou a 2 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 mudança foi aprovada em 29 de fevereiro de 2003 pelo Egrégio Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais ratificada pelo Decreto Estadual de 29 de janeiro de 2004, publicado em 30 de janeiro de 2004. 1.3. Missão Formar cidadãos com competência técnica e compromisso social, e transmitir valores éticos de disciplina, respeito, liberdade e seriedade. Ao se analisar o papel da educação nos dias de hoje, alguns aspectos se evidenciam, como: mundo globalizado; exigência da comunidade aspirando por melhores padrões de consumo e qualidade de vida; rápido avanço da tecnologia; educação como forma de desenvolvimento; educação como forma de inserção social. Estes fatores fazem com que os profissionais de diferentes áreas revejam suas práticas e leiam as repercussões que essa nova realidade impõe às pessoas e aos trabalhadores. Neste sentido o ensino superior tem o papel fundamental da formação de recursos humanos que atuem como cidadãos do mundo, além de trabalhadores qualificados, inseridos nesta realidade em transformação. A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está sintonizada com esta realidade. A Instituição busca a formação de profissionais com competências profissionais, aptos para inserção em setores da vida produtiva, que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade regional e brasileira, críticos, participantes ativos em suas comunidades e estabelecendo com esta uma relação de reciprocidade. Ao mesmo tempo estende seu olhar para a função social inerente a uma instituição de ensino superior. A mesma tem consciência da responsabilidade social que a acompanha. Por isso caracteriza suas ações pelo comprometimento com a comunidade, buscando a democratização das oportunidades educacionais e criando condições de inserção social para os egressos do ensino médio da 3 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 região. Ao formar profissionais capacitados está ainda contribuindo para um processo de desenvolvimento sustentável que é hoje um dos anseios da sociedade. A Instituição preocupa-se enfim, em todas as suas ações, buscar o equilíbrio entre competência técnica-científica e competência humanística. Sua ação se orienta, não só pelos desafios científico-tecnológicos mas, também pela questão ética. 1.4. Objetivos institucionais Em síntese, são objetivos e finalidades do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado: 1. Formar profissionais e especialistas nas diferentes áreas de conhecimento, habilitando-os para inserção nos setores profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade regional e brasileira; 2. Preparar profissionais com base na constituição de competências, habilidades, atitudes, valores e na aquisição, construção e produção de conhecimentos indispensáveis a sua formação; 3. Congregar cursos de graduação, pós-graduação, oferecidos em nível superior, bem como outros programas especiais em seus diversos níveis; 4. Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; 5. Proporcionar ao estudante condições e meios para uma educação integral, o que inclui os valores humanos, científicos e tecnológicos, conquistas da tradição e da modernidade, pelos quais devem se pautar os atos de seus dirigentes e professores, sobretudo na aplicação correta e rigorosa dos preceitos legais e regimentais; 6. Incentivar a investigação científica, visando o desenvolvimento da educação e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, notadamente em nível regional. Desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive, com vistas a uma ação consciente sobre a realidade através da educação; 7. Promover a extensão, visando a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científico-tecnológica geradas na instituição, em benefício da comunidade local, regional e 8. Manter relações com estabelecimentos congêneres e instituições de pesquisa, quer sejam públicas, particulares, nacionais ou internacionais, para intercâmbio de idéias; 9. Desenvolver as metodologias de educação à distância. 4 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 10. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que serão adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração. 1.5. Princípios educacionais que norteiam a prática pedagógica institucional A prática acadêmica está alicerçada em uma integração com a sociedade onde está inserida. Isto se dá ao se considerar toda a região como campo de atividade didática, ao se firmar parcerias com instituições públicas e privadas, ao se oferecer programas e cursos para a comunidade, ao se estabelecer canais eficientes de comunicação com a mesma, finalmente ao se conduzir um programa eficiente e eficaz de extensão. “A primeira questão que se coloca para a universidade, a fim de que ela possa redefinir seu papel, diz respeito a que modelo ou estratégia de desenvolvimento ela está a serviço. Duas alternativas extremas podem ser esboçadas aqui: o modelo concentrador, que busca aproximar o país do padrão internacional pelo fortalecimento científico-tecnológico de determinados setores da sociedade, a partir do qual se aceita a exclusão de enormes segmentos sociais e, de outro lado, o modelo includente, para o qual o desenvolvimento deve ser igualitário, centrado no princípio da cidadania como patrimônio universal, de modo que todos os cidadãos possam partilhar os avanços alcançados. De qualquer forma, um papel se impõe à universidade contemporânea. Trata-se de sua função social. Aquela que se orienta pelo direito de todas as pessoas à vida digna. Mais ainda, no contexto desta nova sociedade do conhecimento, a que propicia a ampliação democratizante do acesso a esse conhecimento. Ela deverá se orientar, em primeira instância, não só pelos desafios tecnológicos, mas também pela questão ética que diz respeito a toda a amplitude da existência humana. Assim, parece fundamental que a universidade, por todas as suas ações, busque o equilíbrio entre vocação técnico-científica e vocação humanística. Nesta “intersecção parece residir o amplo papel de instituição promotora da cultura”. (Plano Nacional de Graduação). Se, a Instituição deve estar a serviço da comunidade onde está inserida, bastam serem analisadas as características regionais dentro de um contexto mais amplo, para que se possa definir o papel a ser desenvolvido por ela no seu trabalho educacional. 5 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Cidade pequena, sem peso político, Machado é mais uma entre as centenas do Estado a disputar a atenção e recursos do governo estadual. À sociedade cabe parcela significativa na implementação de ações que viabilizem o seu desenvolvimento. O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado também tem consciência que a solução dos problemas regionais não pode ser de responsabilidade apenas dos poderes legalmente constituídos. Assim, a Instituição assume sua responsabilidade social e busca realizar um trabalho amplo indo muito além do que seria seu eventual compromisso, dentro do conceito de uma Instituição de Ensino. Sabe que é primordial para o desenvolvimento, que a região, coloque como alternativa, privilegiar os seus recursos humanos. Portanto, a filosofia de trabalho está focada em uma ação educacional diferenciada, para a formação de um profissional apto ao mercado de trabalho, ético, crítico e criativo, dotado de competências, comportamentos e habilidades e que tenha de forma muito clara, consciência de suas responsabilidades perante a sociedade, contribuindo para a melhoria do meio no qual convive. Para formar diplomados aptos para inserção em todos os setores profissionais, que participem no desenvolvimento da sociedade regional e brasileira, é fundamental que o processo ensino-aprendizagem seja alicerçado em uma integração com a sociedade onde está inserida. Esta proposta está organizada com base: I – Na autonomia didático-científica e administrativa e de gestão financeira e patrimonial; II – No cumprimento das normas gerais da educação nacional e avaliação da qualidade pelo Poder Público; III – Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei 9.394/96; IV – No Regimento da Instituição; V – Nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores; VI – No Plano de Desenvolvimento Institucional; VII – Nos Planos Pedagógicos dos Cursos. E centra-se: I - numa função política, capaz de colocar a educação como fator de inovação e mudanças na região; II - numa função ética, de forma que, ao desenvolver a sua missão, a Instituição observe e dissemine os valores positivos que dignificam o homem e a sua vida em sociedade; III - numa proposta de transformação social, voltada para a região; 6 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 IV - no comprometimento da comunidade acadêmica com o desenvolvimento do País e em especial da região do município de Machado, sua principal área de atuação; V - num modelo de gestão que tem como metas: a relevância da educação, a busca constante da qualidade da educação ofertada e a construção de uma sociedade justa e solidária. 1.6. Inserção Regional O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está localizado em Machado, município mineiro encravado na região conhecida como Sul de Minas Gerais, e tem área de influência com abrangência que vai muito além da sede, atingindo entre outros municípios, os seguintes: Silvianópolis, Poço Fundo, São João da Mata, Serrania, Divisa Nova, Campestre, Bandeira do Sul, Botelhos, Paraguaçu, Fama, Areado, Alterosa, Carvalhópolis, Turvolândia, Cordislândia, Elói Mendes, Carmo da Cachoeira. O Sul de Minas Gerais viu iniciar-se na década de noventa uma radical transformação em seu perfil econômico. A região de Machado não foi exceção. Antes dependente do setor primário, com o processo da industrialização, os municípios começaram a crescer em ritmo acelerado. O programa de incentivo fiscal instituído pelo Governo Mineiro privilegiou de forma especial o extremo sul do Estado, em razão da proximidade com os grandes centros consumidores que são Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro e pelo acesso facilitado com a duplicação da rodovia Fernão Dias. Essa característica fez com que a região passasse a ser uma das alternativas, quando se intensificou o processo de deslocamento industrial da capital de São Paulo para o interior do Brasil, provocado pela pressão sindical, custo da mão-de-obra e a dificuldade de expansão física das unidades produtoras nas áreas de tradição industrial. Desta forma, muitas indústrias foram deslocadas ou implantadas no Sul Mineiro. A prosperidade é uma realidade, ainda que em vários aspectos a infra-estrutura frágil, e a falta de mão de obra qualificada representem um problema recorrente. Movida por esse crescimento, a região de Machado teve suas funções urbanas reestruturadas de forma a requerer profissionais para atuar nas múltiplas atividades econômicas e sociais responsáveis pelo desenvolvimento. Por outro lado, é reconhecida nacionalmente, a revolução promovida na educação pelo Estado de Minas Gerais - principalmente na área do ensino fundamental, e o crescimento exponencial de matrículas no ensino médio em todo Brasil. 7 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 A conjugação dos dois aspectos comentados, que são o crescimento econômico regional e o desenvolvimento educacional no ensino básico, provocou grande procura por vagas no ensino superior e conseqüentemente a necessidade de investimentos na criação de novos cursos superiores. A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca atender aos anseios da comunidade regional, contribuindo, através da prática educacional com a promoção social, cultural, cívica e moral do cidadão e com o desenvolvimento da comunidade e da região. Resumidamente pode-se dizer que a formação de profissionais qualificados é fundamental para um processo de desenvolvimento econômico/social da região. 2. Do Curso 2.1. Denominação e características Curso : Enfermagem Regime Escolar : Semestral Duração : 10 semestres Integralização: Mínimo: 10 semestres (5anos) Máximo: 15 semestres (7,5 anos) Número de Vagas : 60 (anuais) Turno de Funcionamento : Noturno Caracterização da Área : Bacharelado 2.2.Carga Horária Carga Horária Total do Curso = 4022 Horas Disciplinas = 3222 Horas Estágio Supervisionado = 600 Horas Atividades Complementares = 200 Horas Libras (optativa) = 36 Horas 2.3. Concepção Coerente com as diretrizes do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, o curso de Bacharelado em Enfermagem busca a formação de profissionais com competências profissionais, aptos para inserção 8 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 em setores da vida produtiva, que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade regional e brasileira, críticos, participantes ativos em suas comunidades e estabelecendo com esta uma relação de reciprocidade. Ao mesmo tempo o curso, estende seu olhar para a função social inerente a uma instituição de ensino superior. O curso tem consciência da responsabilidade social que o acompanha. Por isso caracteriza suas ações pelo comprometimento com a comunidade, buscando a democratização das oportunidades educacionais e criando condições de inserção social para os egressos do ensino médio da região. Ao formar profissionais capacitados estará ainda contribuindo para um processo de desenvolvimento sustentável que é hoje um dos anseios da sociedade. Para se atingir este objetivo, várias políticas são concretizadas. Entre elas as que contribuem para a permanência do aluno na instituição, como por exemplo, o financiamento estudantil com recursos próprios da instituição, por meio do programa denominado FAE – Fundo de Assistência ao Estudante ou então a possibilidade de serem beneficiados com Bolsas Trabalho que têm como contrapartida a prestação de serviços na Instituição fora do horário de aulas, além das Bolsas de Monitoria, Extensão e outras de interesse do curso. Assim, ao estabelecer como filosofia de trabalho a inserção permanente na realidade social da comunidade onde está localizado, o curso de Bacharelado em Enfermagem está contribuindo para a redução das desigualdades sociais e regionais. Os pressupostos que norteiam o Curso de Enfermagem são fundamentados numa concepção holística, onde cada ser humano é sujeito de sua história, um ser singular, devendo ser concebido e compreendido no seu todo e em um todo, considerando a concepção sistêmica - ecológica. A partir dessa premissa, entende-se que a essência da profissão será o Cuidado Humano, decorrente da importância e do significado da relação e interação interhumana, na busca de preservação da vida com qualidade. Na área da Educação, a Enfermagem absorve idéias no que concerne à abordagem do professor como um facilitador do processo de aprendizagem, o aluno um protagonista nesse processo e as bases tecnológicas ou conteúdo serão aqueles que orientam a problematização da realidade individual, na qual o aluno está inserido, considerando os valores do professor, do aluno e da Instituição. Desses pressupostos, entende-se o professor como um mediador do processo de ensino-aprendizagem que por meio de ações interdisciplinares, desperta a reflexão, o desejo de aprender-conhecer, aprenderser, aprender-conviver, aprender-fazer e aprender-comunicar. Logo, o professor ensina aprendendo e 9 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 aprende ensinando. Desta forma desenvolve a capacidade de enfrentar desafios frente a situações e tomar decisões em relação ao Cuidado Humano. 2.4. Missão/Justificativa Missão As constantes transformações que o sistema se saúde vigente do Brasil vem passando, requer profissionais com competência e habilidades aprimoradas com a realidade atual. O curso de Graduação em Enfermagem, embasado na missão da instituição de ensino tem como competência formar profissionais com espírito crítico, observador e transformador, que seja capaz de atuar na comunidade local e regional. O Curso de Graduação em Enfermagem do CESEP procura estar sempre engajado para manter um currículo adequado às mudanças pelas quais a sociedade vem passando, sem contudo deixar de priorizar a assistência sistematizada de enfermagem ao indivíduo, família e grupos de comunidade, por meio de ações integradas de promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, nas diferentes fases do ciclo-vital e do processo saúde-doença. Compreendendo-o como uma relação dinâmica, determinada por múltiplos fatores e pelo contínuo agir do homem frente ao universo físico, mental e social em que vive. Reconhece que a produção dos serviços de saúde é também determinada pela formação em saúde, procurando resgatar princípios de resolutividade, integralidade, e isonomia, no atendimento à população, reafirmando assim, as proposições do Sistema Único de Saúde. Sendo assim, o Curso de Graduação em Enfermagem deve se empenhar em manter o compromisso ético, filosófico, político-social e técnico-científico, junto à sociedade. Justificativa As Instituições de Ensino Superior (IES), em nosso país, passam por um momento de profunda reflexão, impondo-se discussões sobre autonomia universitária, financiamento, avaliação e articulação com outros setores da sociedade. O papel do Estado na Educação e na Saúde, bem como a função social e relevância das Instituições de Ensino Superior são questões centrais destas discussões e exigem definições. No que se refere à formação dos profissionais da área da saúde, particularmente, há que se considerarem questões específicas da área – processo acelerado de mudanças do Sistema de Saúde e respectivo financiamento, transformações no perfil epidemiológico, na composição sócio-demográfica da população e os avanços técnico-científicos que exigem da IES novas práticas de ensino, visando à 10 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 formação de um profissional que seja capaz de trabalhar em equipe, seja ético, atento às mudanças, buscando informações que o levem ao aprimoramento contínuo e que compreenda sua capacidade de transformar a sociedade. Neste sentido, o ser humano é capaz de transformar as condições de sua existência através de uma visão de mundo que permeia as suas relações sociais, relações essas que determinam a estrutura de organização e produção da sociedade, fazendo parte de um grupo social, que conforme suas inserções no processo de produção poderá determinar o processo de saúde e doença, exigindo do enfermeiro competências para intervir na realidade em que está inserido. Assim, o enfermeiro, considerando esse paradigma, deve ter responsabilidade política e profissional para realizar um trabalho intencional, tornando-se um agente de transformação social. A partir do desenvolvimento do raciocínio clínico, epidemiológico e investigativo, para que possa atuar nas áreas de assistência, gerência, educação e pesquisa, contribuindo efetivamente para a transformação da realidade e implementação das políticas públicas de saúde. Para que ele se torne este sujeito, deve entender a educação como uma prática social que contribui para o desenvolvimento do ser humano na sua integralidade, possibilitando ações transformadoras na construção da cidadania e a Enfermagem uma ciência e arte interdisciplinar, social, política e historicamente determinada, que visa cuidar do ser humano em seu contexto de vida, contribuindo para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde. Para tanto o ensino de graduação significa dar aos aspectos formativos, a importância equivalente aos informativos, para que o aluno aprenda a conhecer, aprenda a fazer, aprenda a conviver, aprenda a ser e aprenda a comunicar, de acordo com a Declaração Mundial sobre a Educação Superior para o Século XXI da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, UNESCO (Paris, 1998) que apresentou os quatro pilares para Educação do século XXI, considerando-se assim a concepção de um currículo que se fundamenta na defesa da vida, tendo a saúde como direito do cidadão. Desta forma, o Curso de Enfermagem do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, propõe-se formar, um Enfermeiro generalista, com perspectiva humanista, sujeito que adquira conhecimentos, competências e habilidades, com experiências que possibilitem desempenho profissional crítico, reflexivo e ético. A educação profissional iniciada no curso de graduação através da articulação do ensino/pesquisa/extensão deverá desenvolver a capacidade de ser protagonista de seu processo de aprendizado e estar preparado para o exercício profissional e de pós-graduação. 11 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Considerando como eixos norteadores deste processo de ensino e aprendizagem a construção da cidadania; o processo saúde e doença; a transformação do modelo assistencial; a integração entre ensino, serviço e comunidade; a ética e o humanismo; a associação entre teoria e prática, contemplando a ação e reflexão; a transformação das práticas; a qualidade de assistência; o raciocínio investigativo; o estudo do homem a partir do núcleo familiar; a avaliação como processo e as experiências de ensino e aprendizagem estruturadas na problematização do cotidiano e na Educação Integral. 2.5. Objetivos Gerais A estrutura curricular tem a preocupação de formar enfermeiros generalistas, qualificados para o exercício de Enfermagem, através de uma perspectiva humanista, crítica e reflexiva, pautado nos princípios éticos. Capazes de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença do ser humano, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes durante todo o ciclo evolutivo. Específicos - Desenvolver no aluno a competência de comunicação, liderança e tomada de decisão no processo de administração e gerenciamento dos serviços de saúde e de enfermagem; - Desenvolver no aluno habilidades técnico-cientificas, ético-políticas e sócio-educativas para prestar assistência inerente ao exercício da profissão; - Proporcionar ao aluno a reflexão da teoria-prática através da sua inserção na realidade possibilitando a problematização e a intervenção na transformação do modelo assistencial; - Capacitar o aluno para aprender continuamente na sua formação e na sua prática, demostrando compromisso com sua educação e treinamento; - Preparar os alunos para desenvolver uma práxis multiprofissional considerando os princípios e diretrizes das políticas públicas de educação e saúde; - Instrumentalizar e o incentivar o aluno para desenvolvimento de pesquisa na área da Saúde e Educação, oriundos da integração do ensino/pesquisa/extensão; - Preparar enfermeiros capazes de identificar determinantes do processo saúde-doença na coletividade, colaborando na elaboração e efetivação dos programas de saúde; 12 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 - Levar o aluno a intervir estrategicamente em níveis de promoção, prevenção e reabilitação da saúde dando atenção integral a saúde das pessoas, das famílias e das comunidades; - Desenvolver a possibilidade de estar apto a realizar ações de prevenção, promoção e reabilitação da saúde do indivíduo e da coletividade. 2.6. Perfil do Egresso O enfermeiro desenvolve atividades técnico-científicas da enfermagem nas áreas de Assistência, Administração, Ensino e Pesquisa, no âmbito sócio-político e cultural, para a satisfação das necessidades humanas básicas do individuo, família e comunidade com intervenções sistematizadas de amplo alcance, nos níveis de atenção primária, secundária e terciária nas diversas fases do ciclo evolutivo da vida, respeitando os princípios éticos que norteiam a profissão. Este perfil confere ao enfermeiro postura profissional transformadora em qualquer nível de desenvolvimento dos programas de saúde, atendendo aos princípios da universalidade, integralidade, equidade, solidariedade e hierarquização que norteiam o sistema de saúde vigente no país. Profissionalismo, Humanismo e Competência são os atributos que hoje devem caracterizar os profissionais que se dedicam à enfermagem e o desenvolvimento de tais condições é um foco de preocupação. O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca um profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo. Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. Consciente dos direitos e deveres preconizados pelo Código de Ética e pela Lei do Exercício Profissional, agente de transformação no processo de desenvolvimento humano, político e social; preparado para desenvolver a práxis fundamentada nos princípios e diretrizes das políticas públicas de saúde no trabalho multiprofissional e interdisciplinar. Instrumentalizado para desenvolver pesquisa na área da Saúde e Educação. 13 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 É importante que o estudante que pretende seguir a carreira de enfermeiro tenha afinidade com as disciplinas da área biológica, como também com as da área de humanas, sobretudo educação, antropologia, psicologia, economia, política, sociologia, pois estas contribuem para uma maior e mais aprofundada compreensão das questões relacionadas ao processo saúde-doença. Além disso, o Curso de Enfermagem do CESEP faz questão de contar com pessoas bem informadas, com espírito crítico e preocupadas com sua própria atualização, sendo estas atitudes pré-requisitos importantes para quem desejar obter um bom desempenho nas disciplinas do curso. 2.7. Possíveis Áreas de Atuação O profissional enfermeiro pode trabalhar em hospitais gerais e especializados, clínicas, consultórios, cetros de saúde, escolas, creches, instituições geriátricas, centros de reabilitação, centros comunitários, empresas, atender em domicílio, estende-se também para área de pesquisa e de formação de recursos humanos da enfermagem. 2.8. Aptidões, Competências e Habilidades A formação do profissional Enfermeiro deve desenvolver as competências requeridas para sua atuação no Sistema de Saúde vigente, devendo buscar adequação dos modelos assistenciais aos princípios dos SUS; deve ter como competência básica, agir interativamente com os demais profissionais e liderar a equipe de enfermagem, dentre eles enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. O profissional de enfermagem deve alem de todas as competências citadas acima ter capacidade de pensar criticamente; propor soluções viáveis e criativas para os problemas. Assim o graduando deverá ser capaz de: - desenvolver formação técnico-científica que lhe possibilite qualidade ao exercício profissional considerando também o respeito aos princípios éticos, legais e humanísticos da profissão; - reconhecer e compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, a saúde como direito e parte de condições dignas de vida e atuar buscando a implementação dos princípios e diretrizes desta; - atuar nos diferentes cenários da prática profissional, identificando as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes, considerando os pressupostos clínicos e epidemiológicos; 14 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 - intervir no processo saúde/doença responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem ao ser humano em seus diferentes níveis de atenção à saúde, na perspectiva da integridade da assistência; - gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos os âmbitos de atuação profissional, reconhecendo-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem, integrando as ações de enfermagem às ações multiprofissionais; - participar como sujeito no processo de formação de recursos humanos, planejando e implementando programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem; - planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde considerando a especificidade apresentada pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos sociais considerando os distintos processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento; - desenvolver, participar e utilizar a pesquisa e a produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional; - identificar as necessidades educativas da população e ser o agente de promoção da saúde, bem como o mobilizador das ações em saúde contribuindo assim para a formação da consciência sanitária, social e política da população. 3. ESTRUTURA CURRICULAR Os conteúdos essenciais para o Curso de Enfermagem devem estar articulados com todo o processo saúdedoença do ser humano, da família e comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Enfermagem. Os conteúdos teóricos articulados com as atividades teórico-práticas são oferecidos em forma de áreas temáticas, considerando 03 grandes áreas: • Ciências Biológicas e da Saúde, inclui em seus conteúdos, tanto teóricos quanto práticos, as bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgão, sistemas e aparelhos, aplicados a situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem; • Ciências Humanas e Sociais incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para compreensão dos determinantes sociais culturais, comportamentais, psicológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo do processo saúde doença; 15 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 • Ciências da Enfermagem, incluem-se Fundamentos de Enfermagem: conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do enfermeiro e da enfermagem em nível individual e coletivo; Assistência de Enfermagem: conteúdos (teóricos e práticos) que compõem assistência de enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, a mulher e ao idoso considerando os determinantes socioculturais e econômicos do processo saúde-doença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos; Planejamento e Gestão em Enfermagem: conteúdos (teóricos e práticos) da administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; Fundamentos da Prática Educativa: conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro. 4. MATRIZ CURRICULAR 1º Período Disciplinas Anatomia Humana Educação Ambiental Introdução a Saúde Coletiva Bioestatística Bioquímica I Fundamentos Históricos da Enfermagem Língua Portuguesa Citologia, Histologia e Embriologia Total Carga Horária Semestral 72 36 36 36 36 36 36 72 360 2º Período Disciplinas Morfofisiologia Bioquímica II Biofísica Microbiologia Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem I Metodologia da Pesquisa Científica Imunologia Total Carga Horária Semestral 72 36 36 54 72 36 54 360 16 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 3º Período Disciplinas Farmacologia Parasitologia Patologia Fisiologia Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem II Ética Legislação e Antropologia Total Carga Horária Semestral 72 36 54 72 72 54 360 4º Período Disciplinas Genética Psicologia Aplicada à Enfermagem Enfermagem em Saúde Mental I Farmacologia Aplicada à Enfermagem Cuidados de Enfermagem Enfermagem em Centro Cirúrgico Epidemiologia Total Carga Horária Semestral 54 36 54 36 72 72 36 360 5º Período Disciplinas Enfermagem no Processo de cuidar da criança e adolescente Introdução à Administração Enfermagem em Saúde Coletiva Sistematização da Assistência da Enfermagem Enfermagem em Saúde Mental II Total Carga Horária Semestral 108 54 108 36 54 360 6º Período Disciplinas Enfermagem no Processo de Cuidar do Adulto I Enfermagem no Processo de Cuidar do Idoso Carga Horária Semestral 108 54 17 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Planejamento e Gestão em Enfermagem I Interpretação de Exames Laboratoriais Nutrição aplicada à Enfermagem Enfermagem no Processo de Cuidar da Saúde da Mulher I Total 54 36 36 72 360 7º Período Disciplinas Enfermagem em Terapia Intensiva Enfermagem no Processo de cuidar de situações de urgência Central de Material e Esterilização Enfermagem no Processo de Cuidar do Adulto II Planejamento e Gestão II Enfermagem no Processo de cuidar da Saúde da Mulher II Total Carga Horária Semestral 72 72 36 72 54 54 360 8º Período Disciplinas Enfermagem Neonatal e Pediátrica I TCC I Administração em Rede Básica dos Serviços de Saúde I Fundamentos da Prática Educativa Tópicos Especiais em Curativos Enfermagem em Doenças Transmissíveis Total Estágio Supervisionado I Carga Horária Semestral 72 36 72 54 54 72 360 100 9º Período Disciplinas TCC II Enfermagem em Saúde da Família Administração em Rede Básica dos Serviços de Saúde II Inglês Instrumental Carga Horária Semestral 72 72 72 36 18 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Informática Total Estágio Supervisionado II 36 288 100 10º Período Carga Horária Semestral 54 54 400 Disciplinas TCC III Total Estágio Supervisionado III Carga Horária Total do Curso Disciplinas Estágio Supervisionado Atividades Complementares Libras (optativa) = 4022 Horas = 3222 Horas = 600 Horas = 200 Horas = 36 Horas 5. Ementário e Bibliografia 1º SEMESTRE ANATOMIA HUMANA Ementa A ciência morfológica, o desenvolvimento e o conhecimento dos sistemas orgânicos. Identificação das principais estruturas dos sistemas do corpo humano, reconhecimento e correlações dos órgãos dos sistemas esquelético, articular, muscular, respiratório e circulatório em peças apresentadas de forma metódica, sistematizada. Bibliografia Básica DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2007. ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. São Paulo: Manole, 2007. TORTORA, G.; GRAMBOWSKY, S. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed. 19 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Porto Alegre: Artmed, 2008. Bibliografia Complementar DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2005. MACHADO, ABM. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. SOBOTTA. J; BECHER, H. Atlas de anatomia humana. V1 e V2. 21 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2006. WILLIAMS, P.L. et al. Gray – Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. EDUCAÇÃO AMBIENTAL Ementa Saúde Ambiental – Relevância para a civilização: Relações ecológicas; cadeias alimentares. Fenômenos vitais (níveis organizacionais; energia; ciclos bioquímicos); Ecossistema: natureza do processo evolutivo; adaptativo. Subsídio para a prática da Saúde Ambiental: Sistemas de vidas; ciclos; crescimento populacional; capacidade de suporte. Desenvolvimento de Ambiente: urbanização e alterações ambientais. Desequilíbrios Ambientais: os poluentes. Controle Biológico: saneamento. Mecanismo para a preservação do Ecossistema. Legislação Ambiental. BEGON, M. Fundamentos em ecologia. 2. ed. PortoAlegre: Artmed, 2006. PELICIONI, M. C. F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: USP, 2002. VEIGA, J. E. da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 2. ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. Bibliografia Complementar BAIRD, O . Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. BRANCO, S. M.; MURGEL, E. Poluição do ar. São Paulo: Moderna, 2004. 20 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004. RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. INTRODUÇÃO A SAÚDE COLETIVA Ementa Introdução à Saúde Coletiva – Histórico: A Saúde Coletiva no Brasil. Conceitos (termos de uso mais freqüentes). O profissional de enfermagem em Saúde Pública: função; atribuição. Qualidade de vida: mensuração da qualidade de vida – definição e importância dos indicadores de saúde. Conhecimentos do processo de saúde-doença. Políticas de saúde para o desenvolvimento da qualidade de saúde da população. Educação em saúde. Introdução as políticas que norteiam o SUS. Sistemas de Informação (SIM, SINASC, SINAN, SIAB, SAI, SIH). Bibliografia Básica FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X. de S. Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2010. SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2008. Bibliografia Complementar AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011. AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo: Manole, 2010. CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, /Fiocruz, 2009. FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2008. 21 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP, 2006. MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009. RIZZOTTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: AB, 1999. ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.. BIOESTATÍSTICA Ementa Apuração de dados. Tipos de variáveis, distribuição de freqüências: construção de tabelas e gráficos. Medidas de tendência acentral, de variabilidade, de associação e de correlação. Espaço amostral e probabilidade. Distribuições: binomial e normal. Métodos de coleta, tabulação e análise de fatos numéricos, nas ciências da vida ou a estatística aplicada às ciências da vida. Bibliografia Básica BERQUÓ, E. S. Bioestatística. São Paulo: EPU, 2006. BUSSAB, W. de; MORETTIN, P. A. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2007. CALEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Artmed, 2006. Bibliografia Complementar COSTA, S. F. Introdução ilustrada à estatística. São Paulo: Harbra, 2005. CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2006 FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006 MARTINS, G. de A. Estatística geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2006. BIOQUÍMICA I Ementa 22 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas e coenzimas. Vitaminas. Síntese protéica. Bioquímica de carboidratos e lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia. Controle do metabolismo. Processo digestivo. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Bibliografia Básica CHAMPE, P.C. et al. Bioquímica ilustrada. 32. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Editora Sarvier, 2011.. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007 Bibliografia Complementar BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole, 2003. CONN, E. C.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo: Manole, 2001. STRYER, L. et all. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.. UCKO, D.A.. Química para ciências da saúde. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA ENFERMAGEM Ementa Através do conhecimento histórico, cultural e econômico, essa disciplina abordará o desenvolvimento das práticas de saúde e da Enfermagem no Brasil e no mundo, levando o aluno a compreender a Enfermagem enquanto ideal, arte e profissão. Proporcionará ao aluno, uma reflexão sobre o contexto atual e as perspectivas futuras da profissão. Bibliografia Básica ATKINSON, L. D.;MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. GEOVANINI, T. ett all. História da enfermagem: versões e interpretações. 3. ed. Rio de Janeiro: 23 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Revinter, 2005. RIZZOTTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: AB, 1999. Bibliografia Complementar LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011 OGUISSO, T.; CAMPOS, P.F. de S.; FREITAS, G.F. de (orgs). Pesquisa em história da enfermagem. 2 ed. São Paulo: Manole, 2011. PORTO, F.; AMORIM, W. História da enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. LÌNGUA PORTUGUESA Ementa Elementos pré-textuais e seu papel na construção do texto; conceito de texto; estudo dos fatores de textualidade – coerência e coesão; estudo da estrutura básica da dissertação e da narração; papel dos pronomes, advérbios e conjunções na produção de sentidos no texto. Bibliografia Básica FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. KOCH, I.G. V; TRAVAGLIA, L.C. A coerência textual. 17. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 118 p. VIANA, A. C. (coord). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006. Bibliografia Complementar BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. 672 p. BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed. São Paulo: Ática, 2006. 104 p. GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 540 p. KOCH, I.G.V. A Coesão textual. 20. ed. São Paulo: Contexto, 2005. 84 p. 24 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 KOCH, I.G.V. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 2006. 240 p. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 438 p. PASQUALE, C. N., INFANTE, U. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino da gramática. 10. ed. São Paulo: Ática, 2005. 245 p. CITOLOGIA, HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA Ementa Métodos de estudo da célula. Estrutura, função e modelos moleculares da superfície da célula. Células procarióticas e eucarióticas. Parede celular e membrana plasmática. Componentes celulares. Núcleo: carioteca e cromatina. Ciclos celulares e fatores controladores. As etapas do desenvolvimento ontogenético. Aparelhos Reprodutores. Gametogênese: espermatogênese e ovogênese. Fecundação, clivagem e blastulação. Gastrulação. Organogênese. Métodos de estudo em histologia. Tecido epitelial, conjuntivo, adiposo, ósseo, nervoso, muscular, hematopoético e anexos. Bibliografia Básica JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. JUNQUEIRA, L. C. e CARNEIRO, J. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. MOORE, K.L., PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bibliografia Complementar CARLSON, B.M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. CATALA, M. Embriologia: desenvolvimento humano inicial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. DE ROBERTIS, E.F.M.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: 25 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Guanabara Koogan, 2006. GARTNER, L. P. e HIATT, J. L. Tratado de Histologia em Cores. 2 ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MELLO, R. de A. Embriologia humana. São Paulo: Atheneu, 2000. MOORE, K.L., PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. SADLER, T.W. Langman: embriologia médica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. SOBOTTA. Histologia: atlas colorido de citologia, histologia e anatomia microscópica humana. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999 STEVENS, A. . LOWE, J. Histologia humana. 2. ed. São Paulo: Manole, 2001. 2º SEMESTRE MORFOFISIOLOGIA Ementa Desenvolvimento e o conhecimento dos sistemas orgânicos; principais estruturas dos sistemas do corpo humano, com especial atenção para o sistema digestório (digestivo); glândulas anexas do tubo digestivo; sistema urinário; sistema reprodutor feminino; sistema reprodutor masculino; sistema endócrino e ao sistema nervoso. Conceitos fundamentais em ciências morfofuncionais. Morfofisiologia do sistema nervoso, do aparelho locomotor, do sistema nervoso autônomo, do sistema circulatório e do sistema respiratório. Correlações clínicas relativas a estes sistemas. Bibliografia Básica DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2007. ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. São Paulo: Manole, 2007. TORTORA, G.; GRAMBOWSKY, S. Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 26 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Complementar DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu, 2005. MACHADO, ABM. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. SOBOTTA. J; BECHER, H. Atlas de anatomia humana. V1 e V2. 21 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2006. WILLIAMS, P.L. et al. Gray – Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. BIOQUÍMICA II Ementa Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas e coenzimas. Vitaminas. Síntese protéica. Bioquímica de carboidratos e lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia. Controle do metabolismo. Processo digestivo. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Bibliografia Básica CHAMPE, P.C. et all. Bioquímica ilustrada. 32. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2011. MARZZOCO, A .; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. Bibliografia Complementar BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole, 2003. CONN, E. C.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo: Manole, 2001. STRYER, L. et all. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. UCKO, D.A.. Química para ciências da saúde. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992. 27 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 BIOFÍSICA Ementa A química da célula. Bioenergética. Energética da hidratação de solutos polares e apolares. Membranas biológicas: estrutura e função. Transporte através das membranas. Bioeletrogênese. Canais iônicos e Excitabilidade celular. Acoplamento excitação contração. Contração muscular. Princípios do eletrocardiograma. Tamponamento dos sistemas biológicos. Transporte dos gases respiratórios no sangue. Bibliografia Básica ALBERTS, B. et all. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. HEINEINE, I. F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2006. OKUNO, E.; CHOW, C.; CALDAS, I.L. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986. Bibliografia Complementar AIRES, M.M. Fisiologia. Rio de JaneiroGuanabara-Koogan. 2005. DURÁN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2009. GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002. GERHARD, M. Biofísica. São Paulo:Nobel, 1981. OLIVEIRA, J. de. Biofísica para ciências biomédicas. 2. ed. Porto Alegre: Edipucs, 2009. MICROBIOLOGIA Ementa Os mecanismos de defesa do organismo humano contra infecções, bem como os microorganismos que têm capacidade de infectar e colonizar os tecidos humanos. Agentes causadores das doenças infecciosas, seu modo de vida, meios e formas de transmissão, adaptação ao organismo humano bem como os processos patológicos que desencadeiam é condição necessária para a compreensão da Microbiologia. Conhecimentos básicos sobre três, dos principais grupos de microorganismos (bactérias, fungos e vírus), avaliando suas relações e aplicações nos campos clínico, ambiental e biotecnológico da microbiologia aplicada à prática da enfermagem.. 28 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica BURTON, G. R. W.; ENGELKIRK, P. G. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. TORTORA, G. J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2006. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. Bibliografia Complementar BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. FORTE, W. N. Imunologia: do básico ao aplicado. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. JAWETZ, E. et al. Microbiologia médica. 18. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1996. ROITT, I. M. Imunologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 1998. SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM I Ementa A disciplina fornece elementos técnicos necessários para prática do cuidar na enfermagem holística, contemplando os seguintes conteúdos para o início da prática da enfermagem: o cuidar, necessidades humanas básicas, saúde e doença, introdução grupal ao processo de assistência de enfermagem. Comunicação: interpessoal, grupal, terapêutica, relação enfermeira – paciente, Elaboração e aplicação de instrumentos de coleta de dados; Apresentação do prontuário do paciente; Registro e relato; Transferência e encaminhamentos; Terminologia médica e abreviaturas; Introdução a Anamnese e Exame físico; Segurança biológica; Princípios e verificação dos sinais vitais; Higiene e práticas de higiene; Conforto; Princípios de assepsia; Necessidades de estimulação motora; Necessidades de nutrição; Auxiliares de deambulação; Técnicas de transporte e transferência do paciente; Técnicas de colocação de comadre e papagaio; Técnicas de administração de alimento oral, Técnicas de aplicação quente e fria; Paciente terminal e morte. 29 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. PORTO, C. C. Semiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar BICKLEY, L. S.;SZILAGY, P. Bates - Propedêutica Médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005. SILVA, C.R.L. da; SILVA, R.C.L. da; SANTIAGO, L.C. Semiologia em enfermagem. São Paulo: Roca, 2011. SWEARINGEN, P.L.; HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFICA Ementa Método Científico. A lógica aplicada à ciência. A Pesquisa em Ciências da Saúde. Métodos gerais para o estudo. Subsídios para a realização das tarefas que surgirão no decorrer do desenvolvimento de seu 30 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 trabalho intelectual. A abordagem construtivista, conduzi ao processo de estudo, pesquisa e reflexão à partir de técnicas e normas práticas. Bibliografia Básica MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2007. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia Complementar ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 . MARTINS , Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São Paulo. Atlas, 2007. NETO, Alvim Antônio de Oliveira. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras Novas, 2003. IMUNOLOGIA Ementa Conceitos sobre os mecanismos naturais resistentes que formam o sistema imune, além dos mecanismos patológicos associados a esta resposta. Resposta humoral. Respostas celulares e outras moléculas associadas à resposta imune, relação existente entre este e os sistemas que compõe o organismo humano. Reações antígeno-anticorpo. Imunopatologia. Bibliografia Básica FORTE, W. N. Imunologia: básica e aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2004. ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. STITES, D. P. ; TERR, A. I. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 31 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Complementar ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. Imunologia: celular e molecular. 6 ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2008. SILVA, W.D. da; MOTA, I. Bier Imunologia: básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. MALAGUTTI, W. Imunização, imunologia e vacinas. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. MALE, D. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo: Manole, 1988. PARHAN, P. O Sistema imune. Porto Alegre: Artmed, 2001. 3º SEMESTRE FARMACOLOGIA Ementa Farmacologia básica: princípios. Farmacocinética, os princípios básicos da Farmacologia Molecular e as características dos principais sistemas. Farmacologia Clínica e de grupos especiais. Bibliografia Básica HOWLAND, R.D. ; MYCEK,M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. KATSUNG, B.G. Farmacologia: básica e clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar EQUIPE LIPPICOTT WILLIAMS & WILKINS. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. (editores). Goodman & Gilman’s: as bases farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. RANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul, 2009. 32 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 PARASITOLOGIA Ementa As principais doenças parasitárias, suas formas de diagnóstico, tratamento, profilaxia e controle. Relação parasito-hospedeiro e ecologia parasitária. Estudo dos principais protozoários e helmintos. Classificação zoológica, biologia, patogenia, quadro clínico, diagnóstico, epidemiologia e profilaxia. Estudo dos principais artrópodes transmissores e veiculadores de doenças no homem. Acidentes por animais peçonhentos. Bibliografia Básica MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Parasitologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. NEVES, D.P.; MELO,A.L.;GENARO,O.e LINARDI, P.M. Parasitologia humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. REY, LUIS. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Bibliografia Complementar BITTENCOURT NETO, J.B; NEVES, D.P. Atlas didático de parasitologia. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. São Paulo: Atheneu, 1999. FILIPPIS, T. de; NEVES, D.P. Parasitologia básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. LUZ NETO, L.S. da et al. Microbiologia e parasitologia: uma contribuição para a formação de profissionais de saúde. 2 ed. São Paulo: AB Editora, 2008. NEVES, D.P.; Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003. PATOLOGIA Ementa 33 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Reações do organismo frente às variadas formas de agressão. Lesões fundamentais das células e tecidos ressaltando as reações destas frente ao estímulo agressivo. Bases fisiopatológicas para o entendimento das relações clínico-patológicas. Causas e evoluções das doenças e influências dos seus tratamentos. Bibliografia Básica BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo – Patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. CAMARGO, J. L. V. de; OLIVEIRA, D. E. de. Patologia geral: abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. NEVES, D.P.; MELO,A.MONTENEGRO, M R; FRANCO, M. Patologia: processos gerais. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. Bibliografia Complementar BRANDÃO, J.P. de L.; CAPARICA FILHO, N.U.; MENDES, M.R. Manual de patologia clínica. São Paulo: Imperial Novomilenio, 2008. FARIA, J.L. de et al. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações médicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. GANONG, W. F. Fisiologia médica 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1972. KLATT, E.C.; KUMAR, V. Perguntas e respostas em patologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsavier, 2011. KUMAR, V.; MITCHELL, R.N. ROBBINS&COTRAN: patologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. FISIOLOGIA Ementa Bases funcionais do corpo humano, estudo dos diferentes órgãos e sistemas. Princípios básicos de Fisiologia Geral que compreendem principalmente os sistemas muscular, nervoso e cardiovascular, e sua participação na homeostasia corporal. Funcionamento do corpo humano, nos diversos sistemas, como o sistema cardiovascular, renal, respiratório, nervoso e endócrino. Bibliografia Básica GUYTON, A.C. Fisiologia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 34 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 2. ed. São Paulo: Manole, 2003. Bibliografia Complementar AIRES, M.M. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. CONSTANZO, L. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. DAVIES, A. et al. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. GANONG, W. F. Fisiologia médica 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1972. GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. TORTORA, G..J. & GRABOWSKI, S.R. Princípios de anatomia e fisiologia. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2002. SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM II Ementa A disciplina fornece conhecimento para avaliação clínica em que o enfermeiro levanta dados pertinentes ao estado físico do paciente permitindo a identificação de problemas de enfermagem. Aborda os seguintes conteúdos: Método clínico e seus componentes aplicando-o na avaliação do estado de saúde do indivíduo de forma holística, tendo por referência os padrões fisiológicos do organismo humano; Relação do exame físico do indivíduo e o processo saúde doença: Exame neurológico; Exame físico geral do tórax; Exame físico da cabeça e pescoço; Exame físico do abdome; Exame físico das genitálias masculina e feminina; Exame dos membros superiores e inferiores. Exame físico do sistema tegumentar; Aplicar os procedimentos e técnicas utilizadas no processo de avaliação física; Estuda as técnicas que envolvem o cuidado de enfermagem: dados vitais, técnicas de curativos e cuidados com feridas, cateterismo e sondagens, oxigenoterapia; Estuda os cuidados de enfermagem em nutrição enteral e parental; transfusões de sangue. Bibliografia Básica NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações 35 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. PORTO, C. C. Semiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar BICKLEY, L. S.;SZILAGY, P. Bates: propedêutica médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005. SILVA, C.R.L. da; SILVA, R.C.L. da; SANTIAGO, L.C. Semiologia em enfermagem. São Paulo: Roca, 2011. SWEARINGEN, P.L.; HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. ÉTICA, LEGISLAÇÃO E ANTROPOLOGIA Ementa Ética. Fatores Fundamentais. Conceito de vida e morte e as implicações ético-legais. Código de ética: Processo Ético. Categorias e funções da Enfermagem. Sigilo profissional. Imperícia; Negligência; e Imprudência na enfermagem. Entidades de Classe. ABEn, COFEn e COREn. Regulamentos do exercício profissional: Lei 7.498/86; Decreto nº 94.406/87. História de enfermagem: desenvolvimento. 36 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica GELAIN, I. A ética, a bioética e os profissionais de enfermagem. 4 ed. São Paulo: EPU, 2010. GEOVANINI, T. História da Enfermagem: versões e interpretações. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. LINTON, R. O Homem: uma introdução à antropologia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. Bibliografia Complementar BARBOSA, P. A. A Ética e a bioética. Brasil: CONFEF, 2006. DAMATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. ENGELHARDT JUNIOR, H. T. Fundamentos da bioética. São Paulo: Loyola, 2004. PEIRANO, M. A Teoria Vivida: e outros ensaios de antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. RIZZOTTO, M.L.F. História da Enfermagem e sua relação com a saúde pública. Rio de Janeiro: Revinter, 1999. SÁ, A. L. de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2010. TAILLE, Y. de L. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006. 4º SEMESTRE GENÉTICA Ementa Estrutura e funcionamento dos genes normais; causas e origem das principais doenças genéticas e cromossômicas; aplicações dos princípios da Biologia molecular no diagnóstico e tratamento das doenças genéticas. Bibliografia Básica BURNS, G. W.; BOTTINO, P. J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. GRIFFTHS, AJF; WESSLER, SR; LEWONTIN, RC; GELBART, WM; SUZUKI, DT; MILLER, JH. Introdução à genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. OTTO, P. M; OTTO, P. A; FROTA-PESSOA, O.(2004) Genética humana e clínica. São Paulo: Rocca, 2004. Bibliografia Complementar 37 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 JORDE, L.B. et al. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. NUSSBAUM, R. L. et all. Genética médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. PASTERNAK, J. J. Genética humana clínica. São Paulo: Manole, 2002. PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PSICOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM Ementa Saúde e relações mente/corpo. Concepção psicossomática do binômio saúde/doença. O papel do enfermeiro no lidar com o doente e os mecanismos subjacentes à doença. As implicações práticas, teóricas e éticas produzidas para a intervenção em saúde pelos conceitos de subjetividade, de relacionamento e de comunicação, propostos pela Psicologia. Os aspectos da subjetividade relevantes para a atuação do profissional da Enfermagem. Bibliografia Básica BARROS, C. S. G. Pontos de psicologia geral. São Paulo: Ática, 2007. BOCK, A. M. B. Psicologia: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005 SPINK, M. J. P. Psicologia social e saúde. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. Bibliografia Complementar: DIAS, A. C. G. (org). Psicologia e saúde: pesquisas e reflexões. Santa Maria: UFSM, 2009. GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. GESELL, A. A criança do 0 aos 5 anos. São Paulo: Martins Fontes, 1999. _________ A criança do 5 aos 10 anos. São Paulo: Martins Fontes, 2002. GRUBITS, S. Psicologia da saúde. São Paulo: Vetor, 2007. TELES, A. X. Psicologia moderna. São Paulo: Ática, 1995. ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL I Ementa 38 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Estudo das políticas públicas brasileiras de saúde mental com ênfase na Atenção Básica. Contexto histórico, político e assistencial de enfermagem. O Processo saúde-doença na concepção da determinação social e da teoria existencialista. Situações de vulnerabilidade e risco. Fundamentação teórica e assistência de enfermagem em Saúde Mental: papéis e princípios da enfermagem na saúde mental. O processo de comunicação terapêutica e a relação ajuda. Relacionamento interpessoal. Entrevista de ajuda baseada nos princípios da não diretividade. Noções de Trabalho em grupo. O sofrimento mental: estress, ansiedade, síndrome depressiva, situações de crise, expectativa de vida e auto-estima. Luto e tristeza. Saúde mental na Atenção Básica: família, populações vulneráveis. Promoção da Saúde Mental. Bibliografia Básica TOWNSEND, M. C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. RIBEIRO, P.R.M. Saúde mental: dimensão histórica e pontos de atuação. São Paulo: EPU, 1996. ROCHA, R.M. Enfermagem em saúde mental. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2005. Bibliografia Complementar BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2008. PHILLIPS, Adam. Louco para ser normal. São Paulo: ZAHAR, 2008. STEELE, C.D. Cuidados na demência: em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011. TANSELLA, M.; THORNICROFT, G. Boas práticas em saúde mental comunitária. São Paulo: Manole, 2009. FARMACOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM Ementa Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo (agonistas colinérgicos e adrenérgicos e seus respectivos antagonistas: anticolinesterásticos). Farmacologia do Sistema Cardiovascular (drogas anti-hipertensivas 39 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 e glicosídeos cardiotônicos). Farmacologia do processo inflamatório e drogas antiinflamatórias, tais como glicorticóides e antiinflamatórios não esteroidais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KATSUNG, B.G. Farmacologia: básica e clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. HOWLAND, R.D. ; MYCEK,M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EQUIPE LIPPICOTT WILLIAMS & WILKINS. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. (editores). Goodman & Gilman’s: as bases farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. RANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul, 2009. CUIDADOS DE ENFERMAGEM Ementa Princípios e cuidados na coleta de exames laboratoriais: urina, fezes, sangue, escarro, secreções. Cuidado perioperatório. Ressucitação. Assistência de enfermagem em nível primário, secundário e terciário em nível hospitalar desenvolvendo atividades de acordo com os conhecimentos adquiridos em Semiologia e Semiotécnica I e II, farmacologia e farmacologia aplicada a enfermagem. Bibliografia Básica ATKINSON, L. D.; MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de 40 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia Complementar BICKLEY, L. S.; SZILAGY, P. Bates: propedêutica médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MEEKER, M. H. ROTHROCK, J. C. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. POTTER, P.; PERRY, G. O grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005. SILVA, S.C. da; SIQUEIRA, I.L.C.P. de; SANTOS, A.E. dos. Procedimentos básicos. São Paulo: Atheneu, 2008. VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul, 2008. ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO Ementa Unidade de Centro Cirúrgico, Recuperação Pós-Anestésica; Infecção Hospitalar; conceitos e práticas assistenciais. Centro cirúrgico: Evolução histórica da cirurgia. Caracterização do paciente cirúrgico. Ambiente Cirúrgico: dependências básicas; materiais e equipamentos. Bibliografia Básica POSSARI, J. F. Centro cirúrgico: planejamento, organização e gestão. 5. ed. São Paulo: Iátria, 2011. SANTOS, N. C. M. Centro cirúrgico e os cuidados de enfermagem. 6 ed. São Paulo: Iátria, 2010. SILVA, M. A . Enfermagem em unidade de centro cirúrgico. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2006. Bibliografia Complementar BONFIM, I.M.; MALAGUTTI, W.(orgs). Enfermagem em centro cirúrgico. 2 ed. São Paulo: Martinari, 2011. CARVALHO, R. de; BIANCHI, E. R. F.(orgs). Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. São 41 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Paulo: Manole, 2010. FIGUEIREDO, N.N.A. de; LEITE, J.L.; MACHADO, W.C.A. Centro cirúrgico: atuação, internação e cuidados. 2 ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. MEEKER, M. H. ROTHROCK, J. C. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. SAMAMA, G. Enfermagem em centro cirúrgico. V1. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2004. SAMAMA, G. Enfermagem em centro cirúrgico. V2. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2005. EPIDEMIOLOGIA Ementa Epidemiologia descritiva. Caracteres e estrutura epidemiológica. Epidemias e vigilância epidemiológica. Epidemiologia analítica; método epidemiológico. Ações de educação em saúde para a formação da consciência sanitária, social e política da população. Bibliografia Básica ALMEIDA FILHO, N. de; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. 2. ed. São Paulo; Santos, 2010. FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia Complementar BENSENOR, I.M.; LOTUFO, P.A. Epidemiologia: abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2011. FRANCO, L.J.; PASSOS, A.D.C. (orgs). Fundamentos de epidemiologia. São Paulo: Manole, 2010. GREENLAND, S.; LASH, T.L.; ROTHAMAN, K.J. Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. HERMANN, H.; PEGORARO, A. S. Enfermagem em doenças transmissíveis. São Paulo: EPU. 2006. PEREIRA, M.G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 42 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 5º SEMESTRE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ementa Estatuto da criança e do adolescente. Crescimento e desenvolvimento infanto-juvenil afetado pelo processo saúde-doença mais comuns na infância e adolescência. Atendimento a família; orientações preventivas e a utilização da recreação e do preparo da criança para situações traumatizantes. Hospitalização: tipos de abordagens. Problemática da hospitalização: aspectos psicológicos. Segurança e controle da infecção durante a hospitalização. Admissão. Sistematização da assistência de enfermagem. Bibliografia Básica BORGES, A.L.V.; FUJIMORI,E.(orgs). Enfermagem e a saúde do adolescente na atenção básica. São Paulo: Manole 2009. GIRIBELA, F. et all. Terapêutica em pediatria. São Paulo: Manole, 2010. LA TORRE, F. P. F. et all. Emergências em pediatria: protocolos da Santa Casa. São Paulo: Manole, 2011. Bibliografia Complementar EQUIPE LIPPICOTT. Williams & Wilkins: enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FUJIMORI, E.; OHARA, C.V. da S. (orgs). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. São Paulo: Manole, 2009. MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2008 OLIVEIRA, B.R.G. de. Manual de enfermagem em pediatria. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2010. REIS, M.C. dos; ZAMBON, M.P. Manual de urgências e emergências em pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010. SCHVASTSMAN, C.R.; GORETE, A.; FARHAT, S.C.L.S. Pronto socorro. São Paulo: Manole. SPRING HOUSE CORPORATION. Enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 43 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Ementa Introdução à administração Hospitalar. Teorias administrativas e os serviços; Estrutura organizacional e os serviços; Planejamento em instituições de saúde; Métodos e processos; Marketing Hospitalar; Métodos de qualidade; processo de avaliação: infecção hospitalar, ítem de controle de qualidade. Administração de recursos humanos; Administração de recursos físicos; Sistema de saúde e Sistema Único de Saúde; Administração dos serviços de prontuário; Auditoria e avaliação em saúde; Administração do serviço de higiene e lavanderia; Administração do serviço de nutrição e dietética; Administração de materiais; Administração financeira e orçamentária e tributária e ética, bioética e Legislação. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2011. KURCGANT, P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991. MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA Ementa 44 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Competências de Enfermagem em saúde pública. Programa Viva Vida. Programa de Tubercolose. Programa de Hanseníase.Teste do pezinho/orelhinha. Programa de Medicamentos excepcionais. Programa de imunização. Educação em saúde. Programa de Saúde da família como estratégia de mudança no modelo assistencial no Estado de Minas Gerais: Planejamento de Estratégias e ações; A equipe: composição e atribuições; Competência no nível Central; regional, municipal. Educação como estratégia de mudanças individuais e coletivas. Técnicas de abordagem em educação individual e coletiva. Bibliografia Básica FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2008. Bibliografia Complementar AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo: Manole, 2010. CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2008. PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP, 2006. MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009. ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Ementa 45 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Estudo da sistematização da assistência da Enfermagem centrada na compreensão do indivíduo, família e comunidade. Consulta de enfermagem: cuidar/cuidado; estudos dos procedimentos e técnicas para elaboração dos diagnósticos de enfermagem, planejamento, prescrição de enfermagem, implementação e avaliação no plano de cuidados. Bibliografia Básica ATKINSON, L. D.;MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar CARPENITO- MOYET,L. J. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 13. ed . Porto Alegre: Artmed, 2011. CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL II Ementa Aspectos epidemiológicos dos transtornos mentais e comportamentais. Semiologia psiquiátrica. Processo de Enfermagem em Saúde Mental e em Psiquiatria. Transtornos Mentais e comportamentais 46 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 com ênfase na assistência de enfermagem. Tratamento com as psicoterapias e psicofarmacologia. Psicofármacos. Psiquiatria no Hospital Geral. Bibliografia Básica TOWNSEND, M. C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. RIBEIRO, P.R.M. Saúde mental: dimensão histórica e pontos de atuação. São Paulo: EPU, 1996. ROCHA, R.M. Enfermagem em saúde mental. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2005. Bibliografia Complementar BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006. DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre: Artes Médicas, 2008. PHILLIPS, Adam. Louco para ser normal. São Paulo: ZAHAR, 2008. TANSELLA, M.; THORNICROFT, G. Boas práticas em saúde mental comunitária. São Paulo: Manole, 2009. STEELE, C.D. Cuidados na demência: em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011 6º SEMESTRE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DO ADULTO I Ementa Disciplina teórica que aborda os cuidados de enfermagem sistematizados aos usuários do sistema de saúde com disfunções cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, renais e urinárias, endócrinas, gastrintestinais e multissistêmicos. Inclui a família e a comunidade em seus aspectos técnicohumanísticos. Bibliografia Básica BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo: Manole, 2006. 47 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul, 2008. ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DO IDOSO Ementa Introdução ao estudo do envelhecimento e da velhice. Planejamento e adaptação do Ambiente para pessoas idosas. Imunização do idoso. Fisiologia do envelhecimento. Patologias mais incidentes no idoso. Política de atenção ao idoso. O idoso e a família, religiosidade e espiritualidade. Afetividade, intimidade e sexualidade na velhice. Violência, negligência e maus tratos contra o idoso. Bibliografia Básica CENDOROGLO, M.S.; RAMOS, L.R. Guia de geriatria e gerontologia. 2. ed. São Paulo: Manole, 2011. DOMINGUES, M. A.; LEMOS, N.D.(coords). Gerontologia: os desafios nos diversos cenários de atenção. São Paulo: Manole, 2010. PAPALÉO NETTO, M. Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2010. 48 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Complementar ELIOPOULOS, C. Enfermagem gerontológica. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. FREITAS, E V; et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. GURIENTO, M.E.; NERI, A.L. (orgs). Assistência ambulatorial ao idoso. Campinas,SP: Alínea, 2010. LOURENÇO, R.; VERAS, R. Formação humana em geriatria e gerontologia: uma perspectiva interdisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: DOC, 2010. TONINI, T.; FIGUEIREDO, N. M.A de (orgs). Gerontologia: atuação da enfermagem no processo de envelhecimento. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. PLANEJAMENTO E GESTÃO EM ENFERMAGEM I Histórico das teorias administrativas, aplicadas ao serviço de Enfermagem, qualidade do trabalho administrativo nas unidades hospitalares e rede básica de saúde, desempenho da prática da assistência de acordo com as necessidades do cliente e a satisfação de todos os membros que atuam nesse contexto.Aspectos administrativos na Sistematização da Assistência de Enfermagem. Modalidades de prestação de assistência. Sistema de comunicação para a educação em saúde a clientes e familiares. Relações interpessoais. Liderança. Política pessoal e dimensionamento de recursos humanos de Enfermagem. Desempenho funcional. Gerenciamento da Assistência de Enfermagem e Avaliação. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2011. KURCGANT, P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991. 49 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS Ementa Interpretação de resultados de exames laboratoriais relacionados com o metabolismo da glicose, das lipoproteínas, hematológicos e urinários. Balanço hidroeletrolítico e dosagens de eletrólitos. Provas das funções, renal e hepática, assim como distúrbios ácidos-básicos. Bibliografia Básica FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. LORENZI, T.F. et al. Manual de hematologia: propedêutica e clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. WALLACH, J. Interpretação de exames laboratoriais. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. Bibliografia Complementar BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole, 2003. FERREIRA, W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: das principais doenças infecciosoas e autoimunes. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório. 5..ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2009. LIMA, A.O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e interpretação. 8. ed. Guanabara Koogan, 2010. MARINHO, R. de C. Manual de práticas e assistência de enfermagem no setor de diagnóstico por imagem. São Paulo: Látria, 2010. 50 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo: Manole, 2001. NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Ementa Alimentação para manutenção da saúde e prevenção de doença no atendimento ao ciclo vital. Conceitos dos nutrientes através dos alimentos, seu papel e necessidades de acordo com as faixas etárias. Papel do enfermeiro na equipe multidisciplinar com foco na Dietoterapia. Bibliografia Básica LEÃO, L. S. C. de S.; GOMES, M. do C. R. Manual de nutrição clínica: para atendimento ambulatorial do adulto. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2007. ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética: seleção e preparo de alimentos. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. PHILIPPI, S. T. Nutrição e técnica dietética. 2. ed. São Paulo: Manole, 2006. Bibliografia Complementar ASSIS, F. de; VASCONCELOS, G. de Avaliação Nutricional de Coletividades. 4 ed. Florianópolis: UFSC, 2008. COZZOLINO, S. M. F. Biodisponibilidade de Nutrientes. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007. CUPPARI, L.(coord.). Nutrição: nutrição clínica no adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007 FISBERG, R. M. et all. Inquéritos Alimentares – métodos e bases científicos. São Paulo: Manole, 2005. FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição & dietoterapia. 11 ed. São Paulo: Roca, 2005. NEPA-UNICAMP. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2 ed. Campinas: NEPAUNICAMP, 2006. PALMA, D.;ESCRIVÃO, M.A.M.S.; OLIVEIRA, F.L.C. Nutrição clínica: na infância e na adolescência. São Paulo: Manole, 2009. 51 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 SHILS, M.E. et al. (editores). Nutrição moderna: na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole, 2009. SILVA, S.M.C.S. da; MURA, J.D.P. Tratado de alimentação, nutrição & dietoterapia. 2 ed. São Paulo: Roca 2011. WAITZBERG, D.L.; DIAS, M.C.G. Guia básico de terapia nutricional: manual de boas práticas. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. WAITZBERG, D.L.Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.v1 e v2. 4. ed. São Paulo:Atheneu, 2009. ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER I Ementa Conceitos fundamentais da mulher durante pré-natal e a gestação; contendo os seguintes tópicos: diagnóstico de gravidez, modificações gravídicas, assistência pré-natal. Ações preventivas e educativas durante o ciclo gravídico-puerperal. Assistência humanizada à gestante, parturiente, puérpera e recémnascido. Causas de morbimortalidade obstétricas mais freqüentes. Diretrizes do Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM). Planejamento familiar. Evolução genital da mulher. Controle das afecções ginecológicas. Câncer ginecológico e doenças sexualmente transmissíveis. Base conceitual da neonatologia e a prática assistencial de enfermagem ao recém nascido normal, de risco e patológico. Atendimento à mulher e ao recém nascido em alojamento conjunto. Bibliografia Básica BARROS, S. M. Enfermagem obstétrica e ginecológica. 2. ed. São Paulo: Rocca, 2009. CABRAL, A. C. V. et all. Guia de bolso de obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2010. LEVENO, K. J.; ISLABÃO, A. G. Manual de obstetrícia de Willian: complicações na gestação. 22. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar CARVALHO, G. M. de. Enfermagem em obstetrícia. 3. ed. São Paulo: EPU, 2007. CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. 52 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2008. MARBA, S.T.M.; MEZZACAPPA FILHO, F. Manual de neonatologia UNICAMP: CAISM – Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. SILVA, G. T. R.; ALBUQUERQUE, R. S. Enfermagem obstétrica. São Paulo: Martinari, 2006. 7º SEMESTRE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA Ementa Sistematização da assistência de Enfermagem, ao paciente em UTI. Cuidados aos pacientes gravemente enfermos. Aspectos organiacionais em Unidade de Terapia Intensiva. Drogas Vasoativas. Suporte mecânico da circulação. Ventilação mecânica. Monitorização Hemodinâmica Invasiva (Pressão venosa central, Monitorização da pressão da artéria pulmonar). Monitorização Hemodinâmica não invasiva. Avaliação neurológica do Paciente inconsciente em Unidade de Terapia Intensiva. Infecções Hospitalares em Terapia Intensiva. Bibliografia Básica KIMURA, H. M.; DELGADO, A.F.; TROSTER, E.J. Terapia intensiva. São Paulo: Manole, 2010. KROGER, M. M. A. et all. Enfermagem em terapia Intensiva: do ambiente da unidade à assistência ao paciente. São Paulo: Martinari, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar CARVALHO, C. R. R. Situações extremas em terapia intensiva. São Paulo: Manole, 2010. CINTRA, E. A.; NISHIDE, V. M.; NUNES, W. A. Assistência de enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. IRVIN, R. S.; RIPPE, J. M. Terapia intensiva. V1 e V2. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. MARTINS, H. S, et al. Emergências clínicas: abordagem prática. 6. ed. Barueri: Manole, 2011. 53 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 MORTON, P. G.; FONTAINE, D. K. Cuidados críticos de enfermagem. 9. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2011. ENFERMAGEM NO PROCESSO EM CUIDAR EM SITUAÇÕES DE URGÊNCIA Ementa Sistematização da assistência de Enfermagem, ao paciente crítico, a aplicação na promoção, proteção e reabilitação destes. Cuidados aos pacientes/vítimas acometidos de distúrbios clínicos, disfunções, traumatismos no âmbito das emergências/urgências clínicas e cirúrgicas. Bibliografia Básica BERGERON, J. D. et al. Primeiros socorros. São Paulo: Atheneu, 2007. PIRES, M. T. B.; STARLING, S. V. Manual de urgência em pronto socorro. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar CINTRA, E. A. et al. Assistência de enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. FALCÃO, L.F. dos R.; BRANDÃO, J.C.M. Primeiros socorros. São Paulo: Martinari, 2010. FORTES, J.I. Enfermagem em emergências. 2. ed. São Paulo: EPU, 2008. MARTINS, H. S. et al. Emergências clínicas: abordagem prática. 6. ed. Barueri: Manole, 2011. MORTON, P.G.; FONTAINE, D.K. Cuidados críticos de enfermagem: uma abordagem holística. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO Ementa Papel do enfermeiro no planejamento e gerenciamento do Centro de Material e Esterilização. Organização do material. Os métodos e processos de proteção antiinfecciosa, limpeza e desinfecção de artigos e áreas hospitalares e esterilização de artigos em unidades de saúde. 54 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica MOURA, M. L. P. A. Enfermagem em centro de material e esterilização. 10. ed. São Paulo: Senac,. 2007. POSSARI, João Francisco. Centro de material e esterilização. 4. ed. São Paulo: Iátria, 2010. GRAZIANO, K. U; SILVA, A.; PSALTIKIDIS, E.M. (orgs). Enfermagem em centro de material e esterilização. São Paulo: Manole, 2011. Bibliografia Complementar ALMEIDA FILHO, N. de; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. 2. ed. São Paulo; Santos, 2010. COUTO, R. C.; PEDROSA, T. M. G. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e terapêutica. 2 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2009. COUTO, R. C; PEDROSA, T. M. G; NOGUEIRA, J. M.; AMARAL, D.B. do. Infecções hospitalares: e outras complicações não infecciosas da doença. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. LIMA, M.V.R. Condutas em controle de infecção hospitalar: uma abordagem simplificada. São Paulo: Iátria, 2007. ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DO ADULTO II Ementa Assistência de enfermagem à pacientes com distúrbios metabólicos, endócrinos, renais e portadores de câncer. Bibliografia Básica BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo: Manole, 2006. POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005. 55 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações 2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul, 2008. PLANEJAMENTO E GESTÃO EM ENFERMAGEM II Ementa Filosofia do Serviço de Enfermagem; Sistemas de Comunicação e Informação do Serviço de Enfermagem;Supervisão em Enfermagem; Implicações Administrativas, Disciplinares e Penais; Planejamento da Assistência de Enfermagem; Habilidades Gerenciais; Tomada de Decisão; Ética e Gerenciamento em Enfermagem; Auditoria em Enfermagem;Gerenciamento de Recursos Materiais em Enfermagem;Dimensionamento do Pessoal de Enfermagem;Recrutamento, Seleção e Treinamento de Pessoal de Enfermagem; Educação Permanente; Legislação Trabalhista; Escala de Enfermagem. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2011. KURCGANT, P. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 56 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Complementar FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991. MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER II Ementa Humanização na Assistência obstétrica. Legislação em Obstetrícia. Período intrapartal. Assistência ao parto e puerpério. Complicações no puerpério. Assistência ao binômio mãe-filho durante o trabalho de parto e puerpério. Bibliografia Básica BARROS, S. M. Enfermagem obstétrica e ginecológica. 2. ed. São Paulo: Rocca, 2009. CABRAL, A. C. V. et all. Guia de bolso de obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2010. LEVENO, K. J.; ISLABÃO, A. G. Manual de obstetrícia de Willian: complicações na gestação. 22. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar CARVALHO, G. M. de. Enfermagem em obstetrícia. 3. ed. São Paulo: EPU, 2007. CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010 MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2008. MARBA, S.T.M. Manual de neonatologia UNICAMP: CAISM – Centro de Atenção Integral à Saúse da Mulher. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. 57 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 SILVA, G. T. R.; ALBUQUERQUE, R. S. Enfermagem obstétrica. São Paulo: Martinari, 2006. 8º SEMESTRE ENFERMAGEM NEONATAL E PEDIÁTRICA Ementa Estudo dos cuidados ao neonato e à criança e ao adolescente hospitalizados, tendo como enfoque o vínculo do binômio mãe/filho, prevenção e detecção de possíveis intercorrências neste período. Ênfase ao processo de saúde e doença, crescimento e desenvolvimento, ao processo de enfermagem e na família como unidade de cuidado. Bibliografia Básica CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia, obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. GIRIBELA, F. et all. Terapêutica em pediatria. São Paulo: Manole, 2009. VAZ, F.A.C.; DINIZ, E.M. de A.; CECCON, M.E.J.R.; KREBS, V.L.J. Neonatologia. São Paulo: Manole, 2010. Bibliografia Complementar EQUIPE LIPPICOTT. Williams & Wilkins: enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FUJIMORI, E.; OHARA, C.V. da S. (orgs). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. São Paulo: Manole, 2009. LA TORRE, F. P. F. et all. Emergências em pediatria: protocolos da Santa Casa. São Paulo: Manole, 2011. MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo: Atheneu, 2008. OLIVEIRA, B.R.G. de. Manual de enfermagem em pediatria. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2010. REIS, M.C. dos; ZAMBON, M.P. Manual de urgências e emergências em pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2010. SPRING HOUSE CORPORATION. Enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 58 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 2006. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Ementa Elaboração do projeto de pesquisa tendo como base o rigor metodológico. Apresenta a pesquisa científica sob orientação metodológica. Bibliografia Básica MARCONI, M. A. ; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2007. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007. Bibliografia Complementar ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 . MARTINS , Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São Paulo. Atlas, 2007. NETO, Alvim Antônio de Oliveira. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras Novas, 2003. ADMINISTRAÇÃO EM REDE BÁSICA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE I Ementa Reflexão sobre a estrutura organizacional do SUS. Conhecimento dos aspectos organizacionais do Sistema Municipal de Saúde e Atenção Básica dos Serviços de Saúde até os níveis de atenção secundária e terciária. Rede de complexidade da prestação dos serviços de saúde. Gestão da Clínica. Organização da articulação do Sistema de Saúde segundo os parâmetros epidemiológicos da área de atuação e discussão do papel do enfermeiro na assistência integrada e gerencial do SUS. 59 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica Bibliografia Básica BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo: Manole, 2006. FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2008. Bibliografia Complementar AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011. CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009. PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP, 2006.. ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. FUNDAMENTOS DA PRÁTICA EDUCATIVA Ementa Métodos educacionais, recursos e avaliação. Serviços de Educação Continuada. Práticas educativas em saúde e o papel educativo do Enfermeiro. Formação educativa e atividades dos profissionais da área de Enfermagem. Bibliografia Básica BORDENAVE, J.D.; PEREIRA, A.M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 30. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 60 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 DEMO, P. Princípio científico e educativo. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006. FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. 23 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. Bibliografia Complementar BLASTABLE, S.B. O enfermeiro como educador: princípios de ensino-aprendizagem para a prática da enfermagem. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. MELLO, Guiomar N. Cidadania e competitividade: desafios educacionais do terceiro milênio. 7 ed. São Paulo: Cortez, 1998. MIZUKAMI, M. da G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986. VIANA, D.L. (org). Curso didático de enfermagem: livro do professor. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2010. TÓPICOS ESPECIAIS EM CURATIVO Ementa Utilização adequada de meios e coberturas adequadas para prevenção e o tratamento de lesões cutâneas.Histofisiologia da pele , processo de cicatrização,classificação das feridas e fatores adversos à cicatrização, ambiente favorável a cicatrização,meio úmido X meio seco. Avaliação da ferida. Desbridamento de feridas: cortante, cirúrgico, autolítico,enzimático, osmótico.Limpeza de feridas.Competência ético-legal do enfermeiro na avaliação e tratamento de feridas.Úlceras por pressão,Úlceras diabéticas,Úlceras vasculogênicas, Feridas oncológicas,ostomias.Feridas cirúrgicas.Tratamento através de oxigênio hiperbárico como coadjuvante no tratamento de feridas (indicações e contra-indicações). Bibliografia básica ELSTON, D.; SCEMONS, D. Cuidados com feridas: em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2011. RIBEIRO, A. G.; SANDERBERG, L. M. ; SANDERBERG, J.A. G. N. Tratamento de feridas. São Paulo: AB Editora, 2004. 61 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 SILVA, R.C. L. da; FIGUEIREDO, N.M.A. de; MEIRELES, I.B. Feridas: fundamentos e atualizações em enfermagem. 3 ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011. Bibliografia complementar: BALAN, M. Guia terapêutico para tratamento de feridas. São Paulo: Difusão, 2006. DEALEY, C. Cuidando de feridas: um guia prático para as enfermeiras. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. GUIMARÃES, M.C. Feridas e curativos: uma forma simples e prática de tratar. Rio de Janeiro: Rubio, 2011. GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1998. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Ementa A importância epidemiológica no controle das doenças transmissíveis. Conhecimentos e procedimentos para a sistematização da assistência de enfermagem no processo saúde – doença na área de infectologia. Processo saúde-doença. Controle das doenças sexualmente transmissíveis. Bibliografia Básica ARONE, E.M.; PHILIPPI, M.L. dos S. Enfermagem em doenças transmissíveis. 11. ed. São Paulo: SENAC, 2008. COLOMBRINI, M.R.C.; FIGUEIREDO, R.M.de; MARCHIORI, A.G. Enfermagem em infectologia: cuidados com o paciente internado. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Bibliografia Complementar 62 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 AGUIAR, Z.N.; RIBEIRO, M.C.S. (orgs). Vigilância e controle das doenças transmissíveis. 3 ed. São Paulo: Martinari, 2009. BENSENOR, I.M.; LOTUFO, P.A. Epidemiologia: abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2011. CHIN, J. et al Manual de controle das doenças transmissíveis. 17. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. GREENLAND, S.; LASH, T.L.; ROTHAMAN, K.J. Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. HERMANN, H.; PEGORARO, A. S. Enfermagem em doenças transmissíveis. São Paulo: EPU. 2006. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ementa Aplicação do conhecimento adquirido durante a formação, em todo o processo vital do indivíduo, considerando suas diversas dimensões, sejam bio-psico-social-espiritual. Bibliografia Básica SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo: Yendis. 2010. SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3. ed. São Paulo: Martinari, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011. SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001. TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 63 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 9º SEMESTRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Ementa Elaboração da monografia de conclusão do curso pela realização do projeto de pesquisa. Apresentação escrita e oral. Bibliografia Básica MARCONI, M. A. ; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1986.. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2002. Bibliografia Complementar ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 . MARTINS , G. de A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São Paulo. Atlas, 2007. NETO, A. A. de O. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras Novas, 2003. ENFERMAGEM EM SAÚDE DA FAMÍLIA Ementa Princípios do PSF. Resolução 1794, Resolução 846. NASF. Constituição e Atribuição dos membros da equipe de PSF. Protocolos em PSF. Classificação de risco das Famílias em PSF. Genograma. Acolhimento de risco em Atenção Básica. Mapeamento e cadastramento de famílias. Mapeamento de risco. Grupos operativos. 64 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Bibliografia Básica FIGUEIREDO, NMA. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem, 2005. OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X. de S. Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed. São Paulo: Martinari, 2010. SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo: Manole, 2010. COHN, A. (org). Saúde da família e SUS: convergências e dissonâncias. Rio de Janeiro: Beco do Azougue; São Paulo: CEDEC, 2009. FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2008. PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP, 2006. MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009. ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. ADMINISTRAÇÃO EM REDE BÁSICA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE II Ementa Conhecimentos básicos sobre os modelos de gestão do SUS, territorialização e Programa Saúde da Família como estratégias de descentralização organizativa, administrativa e financeira do SUS. Atenção aos Programas de ação em nível de referência primária nas áreas de Dermatologia e Pneumologia sanitárias, Imunização, DST/AIDS, Saúde do Idoso e Saúde do Trabalhador. Bibliografia Básica BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (orgs). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo: Manole, 2006. FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde 65 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010. SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções. São Paulo: Atheneu, 2008. Bibliografia Complementar AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011. CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009. FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009. PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP, 2006. ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. INGLÊS INSTRUMENTAL Ementa Capacitar o aluno, através de estratégias e técnicas de leitura, num período curto de tempo, a ler e compreender textos em inglês, específicos da sua área de atuação. Desenvolver a autonomia do aluno na consulta de literaturas específicas de sua área de atuação. Bibliografia Básica MURPHY.R. English Grammar in use. Cambridge, 2003. RICHARDS, J.C. New Interchange – English for International Communications. Cambridge, 2002. TORRES.N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 9º ed.São Paulo: Saraiva, 2004. Bibliografia complementar: HORNBY, A.S. Oxford Advanced Learner’s Dictionary of Current English. Oxford, 2005. DIXON, R. J. Graded Exercises in English. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1998. 66 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 RICHARD, Jack. New Interchange. Cambridge: University Press, 2003. SCHOEMBERG, I. E. Foccus on Grammar: A Basic Course off reference and practice. New York: Addison-Wesley, 1994. SELLEN, D. Grammar World. São Paulo: SBS, 2000. INFORMÁTICA Ementa Recursos da informática: multimídia. Análise estatística de dados e uso da internet. Sistemas de informação, a comunicação e a avaliação de dados em geral e aplicação na saúde. Bibliografia Básica CAPRON, H. L.; JOHSON, J. A. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: Prentence Hall, 2004. NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 2007. OLIVEIRA, R. Informática educativa: dos planos e discursos a sala de aula. Campinas: Papirus, 2007. Bibliografia Complementar COOPER, B. Como pesquisar na internet. São Paulo: Publifolha, 2002. MANZANO, A. L. N. G. Estudo dirigido: Microsoft Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004. SANTANA FILHO, O. V. Introdução à internet: tudo o que você precisa saber para navegar bem na rede. São Paulo: SENAC, 2006. STAIR, R. M.e REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. 9. ed. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. São Paulo: Campus. 2004. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Ementa Estratégias situacionais em que o aluno possa experienciar a troca de realidades e vivências do ser enfermeiro em sua totalidade e com autonomia dentro do processo ensino-aprendizagem. Oportunidade 67 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 ao aluno para reconhecer sua identidade profissional, sob a forma de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-científico, cultural e de relacionamento humano. Bibliografia Básica SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo: Yendis. 2010. SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3. ed. São Paulo: Martinari, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011. SANTOS, V. E. P dos. Estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2006. SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001. TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 10º SEMESTRE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO III Ementa Elaboração da monografia de conclusão do curso pela realização do projeto de pesquisa. Apresentação escrita e oral. Bibliografia Básica CAPRON, H. L.; JOHSON, J. A. Introdução à informática. 8 ed. São paulo: Prentence Hall, 2004. 68 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 2007. OLIVEIRA, R. Informática educativa: dos planos e discursos a sala de aula. Campinas: Papirus, 2007. Bibliografia Complementar COOPER, B. Como pesquisar na internet. São Paulo: Publifolha, 2002. MANZANO, A. L. N. G. Estudo dirigido: Microsoft Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004 SANTANA FILHO, O. V. Introdução à internet: tudo o que você precisa saber para navegar bem na rede. São Paulo: SENAC, 2006. STAIR, R. M.e REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. 9 ed. Rio de Janeiro: Cengage, 2010. VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. São Paulo: Campus, 2004. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Ementa Estratégias situacionais em que o aluno possa experienciar a troca de realidades e vivências do ser enfermeiro em sua totalidade e com autonomia dentro do processo ensino-aprendizagem. Oportunidade ao aluno para reconhecer sua identidade profissional, sob a forma de treinamento prático, aperfeiçoamento técnico-científico, cultural e de relacionamento humano. Bibliografia Básica SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo: Yendis. 2010. SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3. ed. São Paulo: Martinari, 2010. SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliografia Complementar 69 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 FISCHBACH, F. T.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. 7. ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2010. NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011. PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011. SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001. TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 6. Metodologia 6.1. Aspectos Gerais O curso assenta-se numa pedagogia de concepção mais crítica sobre as relações existentes entre educação, sociedade e trabalho, que possibilite: • despertar o interesse e o gosto pela área da enfermagem de modo a possibilitar uma aprendizagem significativa; • demonstrar que o processo de aquisição de conhecimento é compreendido como decorrência da interação do aluno com o meio no qual está inserido, cabendo ao professor mediar o processo e articular essa interação; • utilizar métodos de ensino fundamentados nos princípios da psicologia cognitiva, que privilegie a atividade e iniciativa dos alunos, além de propiciar o diálogo, respeitar os interesses e os diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos mesmos; • utilizar uma abordagem que privilegie a sua dimensão crítica e criativa, permitindo resgatar a dimensão humana do trabalho, a intervenção nos processos e o fortalecimento do exercício da cidadania; • adotar procedimentos que visem à problematização dos assuntos tratados e à assimilação ativa dos conhecimentos, visando preparar o aluno para um desempenho profissional e ético coerente com o desempenho de um enfermeiro; • criar condições para o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão sobre a atividade realizada, no sentido de criar no aluno um processo de senso crítico e analítico com relação aos fatos da enfermagem e sociais; 70 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 • orientar o aluno no processo de aprender, e capacitá-lo a ter controle sobre sua capacidade de receber e processar informações. Considerando o perfil desejado, as práticas pedagógicas não se atêm às estratégias didáticas tradicionais. Ao invés de simplesmente despejar conteúdo e esperar que o aluno assimile maior quantidade de informações possíveis, é necessário, levá-lo a uma participação ativa no processo ensino-aprendizagem. O ensino deverá estar sintonizado com o mundo real, sensível às necessidades da comunidade e às mudanças que vão acontecendo na área da enfermagem, podem e devem fazer parte do cotidiano das aulas. O aluno deve ser estimulado ao questionamento, à procura de “outras verdades”, a não se contentar com o óbvio, a “buscar” o mundo no seu processo de aprendizagem. Dessa forma estará apto mesmo após a conclusão do curso, a continuar buscando por si mesmo, seu aperfeiçoamento pessoal e técnico. Para tanto, são utilizadas dentre outras, para consecução dos objetivos do curso, as seguintes estratégias didáticas: • aulas expositivas e dialogadas com utilização de recursos audiovisuais; • aulas práticas no Laboratório de Enfermagem; • aplicação e utilização de tecnologia de processamento de dados e da Internet; • seminários abordando temas atuais; • palestras com profissionais de notório saber da área da enfermagem; • desenvolvimento de pesquisas de campo, realização de trabalhos científicos e de extensão; • visitas a hospitais, postos de saúde, pronto socorro e empresas de áreas afins; • estruturação e desenvolvimento de projetos e estudos de casos. Além das estratégias elencadas, o processo ensino-aprendizagem é intensificado com o desenvolvimento das atividades práticas e no Trabalho de Conclusão de Curso. A idéia é de que o processo deixe de ser apenas técnico/teórico, que coloque o aluno frente a situações que ocorrem no cotidiano da enfermagem, apresentando-lhe desafios a serem vencidos e indicando-lhe o ferramental a ser utilizado, orientando-o, de forma efetiva, na busca das soluções. Ao professor responsável pela disciplina, incumbe, a elaboração e o cumprimento do plano de ensino de sua disciplina, fixando-lhe os objetivos; a orientação, a direção e a condução do ensino de sua disciplina, 71 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 com cumprimento integral do programa e da carga horária fixados; a elaboração e a execução de projetos de pesquisa; a organização, aplicação e julgamento de instrumentos de avaliação do aproveitamento e dos resultados apresentados pelos alunos, de forma a aferir se, efetivamente adquiriram o nível de aproveitamento desejado. 6.2. Pesquisa Centro Superior de Ensino e Pesquisa Machado, tem os programas de Iniciação Científica, de Pesquisa e de Extensão, como atividades intrínsicamente vinculadas á sua identidade, constituindo uma comunidade acadêmica formada por docentes e discentes, que promove de modo rigoroso e crítico o desenvolvimento da pessoa humana e do patrimônio cultural da sociedade, mediante o incentivo à iniciação científica, à pesquisa, à extensão e à docência, a formação continuada, bem assim os diversos serviços oferecidos às comunidades local e regional. Por ser uma faculdade isolada será dada ênfase especial ao Programa de Iniciação Científica que tem como objetivo possibilitar aos alunos dos cursos de graduação, a iniciação em projetos de pesquisa e investigação científica, tendo em vista ampliar sua base de conhecimentos conceituais e práticos, no desenvolvimento de seus estudos, bem como prepará-los para projetos futuros, que são pré-requisitos para ingresso em cursos de pós-graduação. O Programa de Iniciação Científica tem os seguintes objetivos: • Despertar no aluno o interesse pela pesquisa científica; • Fortalecer a Instituição como local de produção, criação e valorização do trabalho científico discente; • Propiciar o diálogo entre as áreas de conhecimento, incentivando projetos interdisciplinares e transdisciplinares de iniciação científica; Dessa forma a iniciação científica está contribuindo tanto para a melhoria qualitativa do ensino, quanto para a geração de novos conhecimentos que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade. 6.3. Extensão Os projetos de extensão universitária procuram atender às necessidades da comunidade através de cursos e/ou programas que possam contribuir com a atualização e capacitação de profissionais da Enfermagem, nas suas diferentes áreas de atuação. 72 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 A extensão do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca evitar confundir extensão com ações filantrópicas. A participação do aluno em qualquer projeto de extensão deve ser parte do seu aprendizado prático. O objetivo é o ensino, mas a implementação da extensão também busca a interação com a sociedade, ao discutir e implementar soluções para os diversos problemas apresentados que possam interferir no desenvolvimento local. Essas ações podem ser pontuais ou envolver instituições públicas e privadas, a sociedade civil e outras instituições educacionais. A elaboração e implantação, de projetos e programas é importante instrumento para a inserção do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado na comunidade e que ao oferecer sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida e aprimoramento da produção de bens e serviços procura cumprir sua parte na responsabilidade social. Através da extensão busca-se: a) estreitar as relações entre o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado e a comunidade externa; b) colaborar com o desenvolvimento regional seja através da difusão de novos conhecimentos, como contribuindo com o enriquecimento cultural da mesma; c) elevar os níveis de eficácia, eficiência e efetividade do aprendizado do aluno. Quanto mais próximo ele estiver do mercado de trabalho, maiores serão suas chances de combinar os estudos teóricos com sua aplicação empírica, devendo-se ressaltar que teoria e prática não são excludentes mas sim complementares; d) possibilitar ganhos não somente para a comunidade acadêmica mas também para comunidade que estará recebendo profissionais mais qualificados e competentes para solucionar problemas. Em última instância, a médio e em longo prazo, toda a sociedade se beneficia com jovens mais bem preparados. De qualquer forma a linha básica da política de extensão é a da inserção da Instituição no contexto regional, como instrumento ativo no processo de construção e desenvolvimento sócio-econômico, político e cultural; a integração com empresas e instituições comunitárias de produção de conhecimento e tecnologia da região; o estímulo à criatividade e à originalidade e a consciência da mudança e da necessidade de uma educação permanente. Isso significa, então, voltar-se aos compromissos assumidos com a região, destacando aqueles que mais se afinam com a ação extensionista: o de contribuir para o desenvolvimento regional; o de estimular o desenvolvimento cultural da região e de promover a difusão 73 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 cultural, e o de contribuir para a melhoria da educação como um todo. Estes compromissos traduzem-se em duas políticas institucionais: a Política de Apoio ao Desenvolvimento Regional e Política de Apoio Cultural. Essas políticas abrangem áreas temáticas como: Inclusão Social, Desenvolvimento econômico e social, Meio Ambiente, Memória Regional, Produção Artística e do Patrimônio Cultural, Educação e Saúde. 6.4. Avaliação A avaliação da aprendizagem do curso de Enfermagem fundamenta-se na premissa de que avaliar é um processo contínuo e cumulativo com função diagnóstica e formativa, centrado na aprendizagem do aluno. O professor assume o papel de investigador, de esclarecedor, de organizador de experiências significativas de aprendizagem. Seu compromisso é o de agir refletidamente, criando e recriando alternativas pedagógicas adequadas a partir da melhor observação e conhecimento de cada um dos alunos, sem perder a observação do conjunto e promovendo ações interativas. A avaliação da aprendizagem consiste na observação permanente das manifestações de aprendizagem para proceder a uma ação educativa que otimize os percursos individuais. A avaliação é mediadora da ação pedagógica reflexiva. Ela é uma ação que promove a melhoria da qualidade do ensino. A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem tem por objetivo: • Diagnosticar e registrar os progresso do aluno e suas dificuldades; • Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem; • Orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades; • Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares. A avaliação do processo de ensino e aprendizagem envolve a análise do conhecimento e das técnicas específicas adquiridas pelo aluno e também dos aspectos formativos, através da observação de suas atitudes referentes à presença as aulas, participação nas atividades pedagógicas e responsabilidades com que assume o cumprimento de seu papel. Os alunos são avaliados através de provas escritas, trabalhos individuais e em grupos, relatórios, pesquisas e outros. Deve ser destacado que o Regimento prevê que também nas avaliações haja 74 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 interdisciplinaridade, pois uma das provas em cada bimestre letivo é integradora. Isto é feito através da formulação de questões que relacionam conhecimentos de várias disciplinas do período cursado ou mesmo através de um estudo de caso composto por conhecimentos adicionados por várias disciplinas do período. Os exercícios escolares, em número de 04 (quatro) por semestre, visam à avaliação progressiva do aproveitamento do aluno e constam de: I - duas provas parciais, realizadas uma em cada bimestre; II - duas Avaliações Interdisciplinares, uma em cada bimestre, sendo que o percentual da pontuação da Avaliação Interdisciplinar corresponde a 20% (vinte por cento) da pontuação fixada para o bimestre. Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, é aprovado: I - independentemente de exame final, o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a 7,0 (sete) calculada na forma do disposto no § 4º do Artigo 56; II -mediante exame final, o aluno que tendo obtido média semestral inferior a 7,0 (sete), mas igual ou superior a 5,0 (cinco), obtiver no exame final nota igual ou superior a 7,0 (sete). 6.5. Estágio Supervisionado CAPÍTULO I – DA NATUREZA o Art. 1 - O Estágio Curricular do Curso de Enfermagem é oferecido como atividade supervisionada por docente do CESEP e/ou enfermeiro das Instituições conveniadas. Integraliza carga horária obrigatória no currículo do curso, sendo realizado nos 8º, 9º e 10º períodos após aprovação em todas as disciplinas do 1º ao 7º períodos. Art. 2o - O Estágio Curricular do Curso de Enfermagem tem carga horária mínima de 600 h, podendo ser realizado em instituições públicas ou privadas, desde que conveniadas. Art. 3o - As atividades programadas são realizadas nas áreas de Saúde Coletiva e Hospitalar. CAPÍTULO II – DO OBJETIVO 75 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Art. 4o - Proporcionar ao acadêmico de enfermagem a oportunidade de planejar, implementar e avaliar a assistência de enfermagem individual e coletiva, e a gerência de serviços fundamentada em princípios científicos e éticos. CAPÍTULO III – DA COORDENAÇÃO Art. 5o – O planejamento, a organização e a coordenação das atividades de estágio serão realizados pela Coordenação do Curso de Enfermagem, bem como o controle e divulgação das avaliações. CAPÍTULO IV – DOS INSTRUMENTOS LEGAIS Art. 6o - O estágio deve estar apoiado em instrumento jurídico, celebrado entre o CESEP e o campo concedente do estágio, em que estarão acordadas todas as condições para sua realização Art. 7o – O aluno, antes de iniciar o estágio, deverá firmar Termo de Compromisso com a instituição concedente, com a interveniência do CESEP, constituindo comprovante exigível pela autoridade competente da inexistência de vínculo empregatício. CAPÍTULO V – DOS PROCEDIMENTOS Art. 8o - Semestralmente a Coordenadoria do Curso de Enfermagem divulgará o cronograma de atividades relativas ao Estágio Curricular. CAPÍTULO VI – DAS ATRIBUIÇÕES Art. 9o - À Coordenação Geral do CESEP compete contatar, credenciar e firmar convênio entre o CESEP e a(s) Instituição (ões) de interesse para o Estágio Curricular. Art. 10 - À Coordenadoria do Curso de Enfermagem compete analisar as solicitações dos interessados para credenciamento da Instituição para firmar convênio. Art. 11 - À Coordenadoria do Curso de Enfermagem compete: I. Estabelecer o regulamento de estágio curricular para o Curso de Enfermagem. II. Encaminhar à Coordenação Geral a relação dos estagiários, período de estágio, local e carga horária. 76 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 III. Divulgar o calendário (semestral) de atividades do Estágio Curricular. IV. Coordenar e controlar o estágio. V. Julgar solicitações de desligamento ou mudanças do Estágio Curricular. VI. Encaminhar para a Coordenadoria de Registros Acadêmicos a nota e carga horária do estagiário para registro. Art. 12 - Ao professor responsável pelo estágio compete: I. Elaborar e encaminhar à Comissão o Plano de Atividades do estágio sob sua responsabilidade, obedecendo ao cronograma estabelecido II. Encaminhar à Coordenadoria de Curso as alterações na programação do estágio. III. Supervisionar e avaliar o estagiário. IV. Encaminhar ao final de cada etapa a avaliação de desempenho (com carga horária cumprida), nota da avaliação escrita e relatório de atividades a Coordenadoria de Curso, Art. 13 - Ao estagiário compete: I. Cumprir o horário e as atividades previamente fixados, assim como se apresentar devidamente uniformizado conforme Normas para Uniforme estabelecidas para o Curso de Enfermagem. II. Manter a ordem e a disciplina no local de execução do estágio, conforme normas internas da Instituição conveniada. III. Zelar pelos equipamentos e materiais utilizados durante o período de estágio. IV. Providenciar paramentos e acessórios para proteção individual. V. Elaborar relatórios de atividades parciais e atestar a freqüência no estágio a cada etapa, dentro das normas e cronograma estabelecidos pela Coordenadoria de Curso CAPÍTULO VII – DA SOLICITAÇÃO PARA TROCA DE PLANTÕES Art. 14 - Será permitida a troca ou alteração de horário de plantão após análise do professor responsável, mediante justificativa. 77 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Art. 15 - Para solicitar trocas de plantões e/ou turno o aluno deverá preencher o Termo de Responsabilidade, em 04 (quatro) vias, comunicando a troca à Coordenadoria de Curso, especificando o motivo, o aluno que irá substituí-lo e o período, com antecedência de pelo menos 05 (cinco) dias. § 1º - A Coordenadoria de Curso deverá comunicar a troca autorizada, à Instituição de Saúde e ao supervisor. § 2º - Cada aluno poderá estar envolvido no máximo em 02 (duas) trocas por etapa, não podendo deixar, em hipótese alguma, o setor descoberto. § 3º -Não será permitido adiantamento de plantão, exceto pelo sistema de trocas, previamente autorizado pelo professor responsável e Coordenadoria de Curso. CAPÍTULO VIII - DA REPOSIÇÃO DE FALTAS Art. 16 - As faltas transcorridas sem envolvimento do processo de troca serão repostas em carga horária dobrada conforme escalonamento da Coordenadoria de Curso. Esta situação será considerada para efeito de avaliação. Art. 17 - As dispensas aprovadas pelo Colegiado do Curso para participação em Congressos, Jornadas e Cursos serão repostas quando ultrapassarem 25% da carga horária na subárea e/ou setor escalado. Art. 18 - As reposições de faltas decorrentes de licenças à gestante e outras licenças médicas serão decididas pela Coordenadoria de Curso. Art. 19 - O supervisor deverá ser comunicado quanto à reposição do estágio pelo aluno. Art. 20 - A reposição de faltas e os plantões, em sistema de troca, não poderão exceder 12 horas consecutivas. CAPÍTULO IX - DO RELACIONAMENTO E COMPORTAMENTO EM CAMPOS DE ESTÁGIO Art. 21 - Atitudes inadequadas de comportamento e dificuldades de relacionamento em ambiente de estágio serão motivos de abertura de inquérito administrativo e aplicação das penalidades cabíveis, conforme o Estatuto, o Regimento e o Manual de Normas Acadêmicas. Art. 22 - Atitudes contra a ética, referentes à postura, ao relacionamento e às atitudes que envolvam negligência, imperícia e imprudência em ambiente de estágio serão motivos para penalidades. 78 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Art. 23 - Não será permitido ao aluno o uso de telefones, microcomputadores e impressos da instituição de saúde para fins particulares. CAPÍTULO X – DOS RISCOS OCUPACIONAIS Art. 24 - O atendimento a acidentes com material biológico deverá seguir as Normas de Biossegurança do Curso de Enfermagem. CAPÍTULO XI – DA AVALIAÇÃO Art. 25 - A avaliação do aluno realizada pelo professor e com valor de 10 pontos será dividida em avaliação escrita e de desempenho conforme o que se segue: I - A avaliação de desempenho realizada pelo professor responsável será registrada em impresso próprio, com o valor de 6,0 (seis) pontos. II - Ao final de cada etapa, prevista no calendário de estágio, o aluno será submetido a avaliação escrita (prova ou trabalho), a critério de cada professor responsável, com valor de 4,0 (quatro) pontos. III - Caso o aluno tenha estagiado em mais de um local, será computada a média das avaliações. Art. 26 - Além das avaliações citadas nos incisos anteriores, o aluno será submetido a uma prova com conteúdos das disciplinas relacionada nas áreas Hospitalar e Saúde Coletiva, ao final das respectivas etapas. Art. 27 - Ao final do semestre será computado um total de 10 (DEZ) pontos, sendo 5 (CINCO) pontos para Área de Saúde Coletiva e 5 (PONTOS) pontos para Área Hospitalar. Art. 28 - O aluno que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete), será considerado aprovado. CAPÍTULO XII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 29 - As situações não previstas serão tratadas junto à Coordenadoria de Curso, conforme solicitação do estagiário ou professor responsável. Art. 30 - Revogam-se as disposições em contrário. 79 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Art. 31 - O presente regulamento passa a vigorar a partir de sua aprovação pela Coordenação do Curso de Enfermagem e Coordenação Geral do CESEP. 6.6. Trabalho de Conclusão de Curso Realizado nos períodos 8º, 9º e 10º, este trabalho de pesquisa prevê acompanhamento por professor da área, segundo a natureza do tema e a qualificação docente. É apresentado e defendido diante de uma banca avaliadora e é condição básica para a conclusão do curso. O acadêmico elabora um projeto cujo tema mantenha uma ligação com uma das áreas de formação específica ou de abrangência, na área em que tiver mais afinidade. O projeto deverá ser transformado em trabalho de conclusão de curso (Monografia), apresentado dentro dos padrões formais e técnicos de pesquisa científica. 6.7. Atividades Complementares As atividades complementares de integralização curricular, são ações acadêmicas que objetivam atender ás demandas e desenvolver as potencialidades individuais, com especial atenção ao conhecimento cientifico e tecnológico. Serão consideradas como atividades complementares se realizadas durante a fase de integralização do curso, devendo o aluno acumular ao final da graduação no mínimo as horas estipuladas na estrutura curricular A regularização das atividades complementares será feita junto ao Coordenador (a) do Curso, de acordo com o Regulamento das Atividades Complementares. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Estabelece normas para oferta das Atividades Complementares dos cursos do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado. Art. 1° As Atividades Complementares integram a parte flexível do currículo dos cursos de graduação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, sendo o seu integral cumprimento quando previsto no Projeto Pedagógico do curso, indispensável para a obtenção dos diplomas de graduação. 80 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Parágrafo único. A coordenação das Atividades Complementares é de responsabilidade do Coordenador de cada curso de graduação. Art. 2° As atividades complementares têm como objetivo estimular o aluno a participar de experiências diversificadas que contribuam para o seu futuro profissional. Art. 3° Compõem as Atividades Complementares as seguintes disciplinas e atividades, com a respectiva carga horária: ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Atividades de iniciação científica ou equivalentes realizadas na IES ou em instituições públicas ou privadas reconhecidas, com a devida comprovação mediante a apresentação de relatórios. Atividades de monitoria realizadas junto aos cursos da IES. Cursos de extensão e aperfeiçoamento relacionados à área de cada curso, realizados em Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo Ministério da Educação. DOCUMENTO COMPROBATÓRIO NÚMERO DE HORAS VÁLIDAS VALOR MÁXIM O Relatório de acompanhamento dos órgãos de fomento e do professor/ orientador/ pesquisador. 20 horas por semestre computadas após a participação em 80 horas projetos de pesquisa, quando da apresentação do relatório de atividades. Relatório de atividades Computada 1 hora de de monitoria atividade desenvolvidas. complementar para cada 1 hora de monitoria realizada, 80 horas considerando no máximo 20 horas por semestre atribuídas após cada monitoria, ao final do semestre. Certificado de 20 horas Computada 1 hora de participação. por atividade curso e complementar para 100 cada 1 hora de aula. horas no Válido para cursos de, total no mínimo, 8 horas. Certificado Cursos ministrados por instituições participação. de reconhecida competência acadêmica ou do mercado, relacionados à área do curso, e chancelados pela coordenação. Participação como espectador de Certificado de Computada 1 hora de atividade complementar para cada 1 hora de aula. Válido para cursos de, no mínimo, 8 horas. de Computada 1 hora de 20 horas por curso e 40 horas no total. 10 horas 81 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Palestras, Seminários, Cursos, Mini- participação. cursos e eventos de natureza acadêmica ou profissional comprovados mediante apresentação do certificado de participação. Apresentação de Palestras, Certificado Seminários, Cursos, Mini-cursos, participação. Painéis, Trabalhos em congressos ou em eventos de natureza acadêmica ou profissional comprovados mediante apresentação do certificado de participação. Certificado participação. Intercâmbio. atividade complementar para cada 1 hora do evento. Válido para eventos de, no mínimo, 2 horas de Computadas 2 horas de atividade complementar para cada 1 hora de participação no evento. Válido para eventos de, no mínimo, 2 horas. de Computada 1 hora de atividade complementar para cada 1 hora aula realizada no intercâmbio. das Equivalência total do número de horas no destinadas ao projeto. Relatório Participação em projetos da IES que atividades guardem coerência com a área do desenvolvidas curso. projeto. Relatório das Atividades comunitárias isoladas atividades desenvolvidas pela IES. desenvolvidas. Cópia do artigo científico publicado Publicação em periódicos científicos com referência do como autor ou co-autor. volume e data de publicação. Cópia do capítulo do Publicação de capítulo de livro como livro com referência do autor ou co-autor. título do livro, volume, local e data de edição. Cópia do artigo científico publicado Publicação em anais de congressos com referência do acadêmicos como autor ou co-autor. volume, local e data de publicação. Certificado de participação como Organização de eventos acadêmicos. organizador do evento. por evento e 80 horas no total 4 horas por evento e 60 horas no total 72 Horas 80 horas Equivalência total do número de horas 30 horas destinadas à atividade. 20 horas. 60 horas 30 horas. 60 horas 5 horas. 30 horas Computada 1 hora de atividade 60 horas complementar para cada 1 hora de evento. Estágio extracurricular em empresas Relatório assinado pelo 20 horas por semestre, 80 horas públicas ou privadas em atividades orientador ou computadas após a 82 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 afins ao curso, com a devida responsável pela área. comprovação mediante a apresentação de relatório. Visitas técnicas a instituições públicas ou privadas, promovidas pelo curso. Disciplinas eletivas cursadas, que não pertençam a grade do curso, como por exemplo, disciplinas afins oferecidas por outro curso ou instituição de ensino. Relatório de visita. apresentação relatório. 4 horas por visita. do 30 horas Declaração da No final do semestre secretaria, informando serão computadas: o nome da disciplina, 10 h de atividade carga-horária e data de complementar para realização. disciplinas de 2 h/semanais; 15 h de atividade 80 horas complementar para disciplinas de 3 h/semanais; 20 h de atividade complementar para disciplinas de 4 h/semanais. Parágrafo único. O aluno deve cumprir, entre o primeiro e o último período letivo do curso, a carga horária total prevista de Atividades Complementares. Art. 4° O registro e a publicação da carga horária das Atividades Complementares serão feitos semestralmente pela Secretaria, após a validação do cumprimento das horas pela Coordenação de Curso, constando do histórico escolar apenas a carga horária total. Art. 5° Não se consideram Atividades Complementares, aquelas desenvolvidas fora do período de integralização do curso, salvo nos casos de equivalência, a serem estudados pelo colegiado de cada curso. Art. 6° O presente regulamento só pode ser alterado pelo voto da maioria absoluta dos membros do Conselho Superior. Art. 7° Compete ao Conselho Superior dirimir dúvidas referentes à interpretação deste regulamento, assim como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários. Art. 8° Este Regulamento entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário. 83 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Programas de Atendimento ao Discente Apoio Psico-pedagógico ao discente - O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem consciência que é possível atingir um maior grau de eficiência no desempenho escolar dos alunos, com a adoção de medidas simples para melhor adaptar e ajustar o discente. Assim a Instituição criou o APsi Núcleo de Apoio Psico-pedagógico aos Discentes. Este projeto pretende basicamente, servir de apoio para a melhoria do desempenho dos alunos e que também favorece a realização de suas atividades acadêmicas, bem como seu desempenho como futuros profissionais. Programas de Financiamento - Através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, a Fundação Educacional de Machado está cadastrada junto ao FIES e oferece ainda o Programa FAFE – Fundo de Amparo ao Fomento do Estudante, que é um programa de financiamento de estudos da Instituição Mantenedora, semelhante ao do Ministério de Educação. Bolsas de Estudo - Também através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, a Fundação Educacional de Machado está cadastrado junto ao ProUni. A instituição, também oferece bolsas beneficiando, entre outros, alunos do Programa de Monitoria, do Programa de Iniciação Científica e do Programa de Extensão. Programa de Nivelamento - O Programa de Nivelamento é constituído de um conjunto de ações voltadas para a recuperação das deficiências de formação do aluno que ingressam no Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado. A iniciativa permite o desenvolvimento dos conceitos básicos necessários ao acompanhamento do curso de graduação oferecido pela instituição. Acompanhamento de Egressos - O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem o Programa de Acompanhamento de Egressos, que objetiva rastrear a trajetória futura dos alunos que passam pela instituição. Com o acompanhamento da vida profissional do ex-aluno no mercado de trabalho, a instituição terá um instrumento para validar ou não sua contribuição para a comunidade em que está inserida. 84 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Buscar-se-á manter cadastros atualizados dos ex-alunos, para saber em que medida o curso superior possibilitou ou contribuiu para a ascensão profissional, onde trabalham e o que fazem. Programa de Monitoria - A atividade de monitoria está vinculada especialmente ao ensino. São montados grupos de monitores formados por alunos, para dar suporte aos docentes no preparo e desenvolvimento das aulas e acompanhamento aos alunos que apresentarem dificuldades no processo de aprendizagem. Tais monitores podem aproveitar as horas dedicadas, computadas como Atividades Complementares. Iniciação Científica - O Programa de Iniciação Científica pretende estimular os alunos a darem os primeiros passos no caminho da produção do saber. O objetivo é possibilitar aos mesmos a iniciação em projetos de pesquisa e investigação científica, tendo em vista ampliar sua base de conhecimentos conceituais e práticos, no desenvolvimento de seus estudos. Apoio em Participação de Eventos - Tem por objetivo apoiar a promoção de eventos internos e estimular os discentes a participarem em eventos como congressos, encontros, seminários, workshops, como forma de aprofundamento e aperfeiçoamento dos conhecimentos, promovendo a melhoria da qualidade do ensino adquirido. Orientação Didática - Trata-se de uma política de orientação acadêmica aos discentes no que diz respeito à sua vida escolar e à sua aprendizagem. Para sua consecução parte dos docentes terá carga horária especificamente destinada para o atendimento em horário diferente do horário das aulas, de tal forma que os alunos possam se beneficiar deste programa. Extensão - A política de extensão é a da inserção da Instituição no contexto regional. Isso significa, voltar-se aos compromissos assumidos com a região, destacando aqueles que mais se afinam com a ação extensionista: o de contribuir para o desenvolvimento regional; o de estimular o desenvolvimento cultural da região e de promover a difusão cultural. 7. Infra- estrutura 85 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 7.1. Sala de professores e sala de reuniões A sala de professores e de reuniões, com 89,1746 metros quadrados, está localizada no Pavilhão de Salas de Aula. Instalação de alvenaria, pintura acrílica, piso em cerâmica, forro de material termo acústico, janelas e porta em vidro temperado, boas condições de ventilação e iluminação, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes. Possui sanitários, masculino e feminino, exclusivos. Equipada com: 1 aparelho de telefone sem fio – GE, 4 computadores completos DELL com acessos à internet, 2 armarinhos de fórmica branca, 2 mesinhas fórmica branca, 2 cabines de fórmica, 1 mesa de fórmica para computadores, 4 armários de aço com divisões para guarda individual de material docente, 2 ventiladores – Arno, 1 aparelho de telefone – Premium, 1 mural, 1 estante de aço, 21 cadeiras de estofados verdes, 2 mesas grandes de fórmicas, 1 mesa cinza de fórmica, 2 lixeiras. Existe cozinha anexa com 8,2754 metros quadrados, equipada com 1 balcão de pedra de mármore com armário de fórmica, 1 refrigerador 310 litros – Electrolux, 1 pia de inox com fogão de 4 bocas com gabinete – GHEL PLUS, 1 suporte para água com galão, 1 suporte de copo de café e água, 1 botijão de gás, 1 lixeira. Durante o período das aulas o atendimento aos docentes é feito por funcionário e a segurança da sala é reforçada por sistema de alarme interno. Para reuniões também podem ser utilizadas salas de aula não utilizadas atualmente para atividades didáticas, no Pavilhão de Salas de Aula. Além disso, pode ser usado o auditório que tem 400 metros quadrados, e está equipado com 250 cadeiras para o público e palco com mesa central 7.2 Gabinetes de trabalho para professores Para o coordenador de curso, existe gabinete individual na sala de coordenação que está instalada na sala 2 do Pavilhão de Salas de Aula forro de material termo acústico, boas condições de ventilação e iluminação, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes. Possui duas repartições isoladas, para atendimento reservado. Equipada com 6 armarinhos de fórmica branca, 6 mesinhas fórmica branca, 6 cabines de fórmica, conexão para internet. Existem ainda dois computadores para uso dos docentes. Integrantes do NDE têm à disposição para os trabalhos, a sala anexa à Biblioteca Prof. Norberto Vilas Boas, medindo 16 metros quadrados, piso em granilite, forro em madeira, porta em aço, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes, e com boas condições de iluminação natural. 86 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 7.3 Salas de aula Construção em alvenaria, piso acimentado, pintura acrílica, forro em laje, boas condições de ventilação e iluminação natural, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes e condições adequadas de acústica. Salas equipadas com carteiras universitárias, mesas/cadeiras professor, ventiladores de teto. Estão disponíveis equipamentos audiovisuais como data show, computador, retroprojetor, televisor, que são instalados quando requisitados pelo docente. A limpeza e conservação são mantidas de forma permanente. A segurança é reforçada por sistema de alarme e durante o período noturno com a presença de equipe de segurança. I. Pavilhão de Salas de Aula - Inferior Sala (3 + 4) - Inferior: Com 100m2. Sala 5 – Inferior: Com 50m2. Sala 6 – Inferior: Com 50m2 Sala 7 – Inferior: Com 50m2. Sala 8 – Inferior: Com 50m2. Sala 9 – Inferior: Com 50m2. Sala 10 – Inferior: Com 50m2. Sala (11 + 12) – Inferior: Com 100m2. Sala 14 – Inferior: Com 50 m2 Sala 15 – Inferior: Com 50 m2. Sala 16 – Inferior: Com 50m2. Sala 17 – Inferior: Com 50m2. Sala 18 – Inferior: Com 50m2. Sala 19 – Inferior: Com 50m2. Sala 20 – Inferior: Com 50m2. II. Pavilhão de Salas de Aula - Superior Sala 01 – Superior: Com 100m2. Sala 02 – Superior: Com 100m2. 87 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Sala 03 – Superior: Com 100m2. Sala 04 – Superior: Com 100m2. Sala 05 – Superior: Com 100m2. Sala 06 – Superior: Com 100m2. Sala 07 – Superior: Com 100m2. Sala 08 – Superior: Com 100m2. Sala 09 – Superior: Com 100m2. Sala 10 – Superior: Com 100m2. III - BLOCOS NOVOS DE SALAS DE AULAS BLOCO I Sala 1 – Com 96m2 Sala 2 - Com112m2 BLOCO II Sala 1 – Com 48m2 Sala 2 - Com48m2 Sala 3 - Com48m2 Sala 4 - Com48m2 7.4 Acesso dos alunos a equipamentos de informática Laboratório de Informática I Medindo 64 m2, equipado com 2 quadro branco, 2 ar condicionado, 1 armário de aço, 35 computadores completos DELL, 43 mesas de computadores, 60 cadeiras fórmicas 1 cadeira de estofado, 2 lixeira grandes. Laboratório de Informática II Medindo 64m2, equipado com 1 quadros branco, 3 ventiladores Arno de parede , 24 computadores completos Positivo, 24 mesas de computadores, 1 lixeiras , 46 cadeiras de estofados. 88 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Todos os computadores dos laboratórios estão conectados à internet e fora dos horários em que estejam sendo utilizados para alguma aula, estão à disposição de alunos e professores., nos períodos diurno e noturno. Existem ainda na biblioteca à disposição dos alunos, onze terminais de acesso à Internet. 7.5. Biblioteca A - Espaço Físico A Biblioteca foi planejada para disponibilizar à comunidade acadêmica uma infra-estrutura facilitadora das atividades de consulta, pesquisa e estudo individual ou em grupo. Para tal, foi projetada em ambiente agradável, inteiramente em acordo com as normas de segurança, dispondo de iluminação e instalações adequadas e devidamente sinalizadas, além de um constante serviço de limpeza e segurança. A Biblioteca conta com uma área total de 222,80 m², divididos em vários ambientes. A Biblioteca conta com fácil acesso para portadores de deficiência física. Instalações para o Acervo O Acervo Bibliográfico encontra-se distribuído em estantes de aço, distribuído por assunto, em espaço específico. Instalações para Estudos em Grupo A Biblioteca dispõe de sala para estudos em grupo. Instalações para acesso à Internet Existem à disposição dos alunos 11 (onze) terminais de acesso à Internet. B - Funcionamento Nível de Informatização da Biblioteca A Biblioteca encontra-se totalmente informatizada no seu acervo geral de livros e periódicos, contando com o sistema de gerenciamento de informações bibliográficas de qualidade. Os alunos têm à disposição terminais informatizados de pesquisa, que lhes permitem acesso bibliográfico direto, por título, assunto e pista. 89 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 É importante ressaltar que os 3 (três) computadores utilizados pelos funcionários, também estão conectados à rede internacional. Além da consulta na biblioteca, ainda existe a possibilidade de consultas on line, através do site da instituição que possui link de biblioteca virtual. Em relação à rede de comutação bibliográfica, a Biblioteca está associada ao COMUT e BIREME incluindo também as bases de dados do PROBE através da FAPESP, SCIELO e Portal CAPES. Facilidades para Recuperação da Informação Em função das ferramentas de catalogação bibliográfica, já apresentadas, o aluno poderá realizar sua pesquisa por meio de qualquer informação disponível a respeito da obra: Título, Autor, Assunto, Pista, Tombo, Classificação, Palavra-chave, data da publicação, Indexação dos artigos das revistas técnico-científicas Condições de Acesso ao Material Bibliográfico O acesso ao acervo é livre. A pesquisa e leitura na Biblioteca podem ser feitas por qualquer pessoa, seja ela pertencente à comunidade acadêmica, ou não. Formas de Consultas e Empréstimos A biblioteca adota o sistema de “empréstimos” de até três livros por vez, devendo o aluno, devolvê-los no prazo de sete dias, podendo, no entanto, haver renovação do empréstimo por até duas vezes consecutivas, no caso em que a publicação não esteja sendo requisitada por outro leitor. A publicação entregue ao usuário ficará sob sua inteira responsabilidade, enquanto esta permanecer em seu poder, respondendo o mesmo pelos danos e perdas que porventura se verificar. Na perda de qualquer título deverá, obrigatoriamente, repor a obra, ou substituí-la por outra do mesmo assunto e igual valor. Existe uma integração entre bibliotecas de outras instituições, onde o empréstimo de livros e periódicos se faz possível através de formulário. Tipo de Catalogação A Biblioteca utiliza o Sistema de Classificação Decimal de Dewey, que o divide em grandes áreas. A catalogação utiliza normas internacionais, AACR2 90 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Recursos Humanos Bibliotecária: Carmen Lúcia D’Andrea - CRB 6-1080 Auxiliares: a profissional tem o apoio de duas auxiliares Formas de Atualização e Expansão do Acervo O constante avanço do conhecimento nas diversas áreas do saber faz com que exista uma política de atualização e incremento da Biblioteca bastante séria e eficiente para garantir o dinamismo do planejamento acadêmico. Para tanto, a Instituição utiliza um sistema em que os coordenadores de cada curso, por meio de formulário próprio, encaminham as solicitações para a Biblioteca, tanto dos professores quanto dos alunos, explicitando a importância e urgência da aquisição. Para facilitar as indicações são colocados à disposição da comunidade acadêmica, catálogos de lançamentos das diferentes editoras, bem como periódicos especializados. Nesta etapa, a Bibliotecária também possui uma função bastante importante. Faz suas sugestões tendo como base o índice de procura e interesse dos professores e alunos em relação a determinada obra. Além das relações encaminhadas antes do início de cada semestre letivo, são adquiridos em sua totalidade os títulos indicados na bibliografia básica de cada curso em fase de implantação são ainda acatadas pela biblioteca, durante o transcorrer do semestre, as solicitações de aquisição de novos lançamentos ou edições. Horário de Funcionamento A Biblioteca funciona em dois períodos: tarde e noite, totalizando 10 horas/dia de atendimento. O horário de funcionamento da Biblioteca é das 12 h às 22 horas, de segunda a sexta feira. Aos sábados a Biblioteca tem expediente das 8:00 às 12:00 horas. Este procedimento facilita a freqüência de professores, alunos e comunidade em geral. Sob esta ótica, a Biblioteca se estabelece como um importante centro de integração entre a comunidade acadêmica e usuários da região. Serviços Oferecidos • Catálogo do acervo impressos disponível para consulta local 91 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 • Acesso disponível pela intranet aos serviços • Acesso disponível pela internet aos serviços • Acesso disponível pela intranet ao acervo eletrônico • Acesso disponível pela internet ao acervo eletrônico • Acesso disponível pela internet aos catálogos • Acesso disponível pela intranet aos catálogos • Participação em redes de biblográfica • Comutação bibliográfica – COMUT • Apoio à elaboração de trabalhos acadêmicos • Reserva da bibliografia usada nos cursos – Coleção Reserva • Horário de funcionamento diário ininterrupto • Acervo aberto, possibilitando ao usuário o manuseio do acervo • Acesso para portadores de necessidades especiais • Capacitação de usuários • Pesquisa bibliográfica • Página web da biblioteca • Elaboração de fichas catalográficas para os alunos • Atendimento a comunidade em geral, incluindo ex-alunos. Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos Toda a comunidade acadêmica da Instituição recebe por parte do pessoal técnico e administrativo da Biblioteca, apoio necessário para a elaboração dos trabalhos acadêmicos. Este apoio traduz-se em indicações bibliográficas, dicas de sites disponíveis, pesquisas em periódicos e revista, indicações de autores, e outros. Ressalta-se ainda o importante trabalho que o bibliotecário realiza junto aos alunos e professores, através de cursos e orientação individual a respeito de utilização das normas técnicas. A Biblioteca possui conjunto de normas da ABNT para normatização e que está à disposição dos usuários. Além disso, há também na Biblioteca manual com as exigências específicas para a apresentação de trabalhos técnicos e científicos da IES. Segurança 92 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Existem armários para guarda de material do usuário. Está instalado sensor anti-furto, para segurança e proteção do acervo. 7.6. Laboratórios especializados Laboratório de Anatomia 8X12= 96m2 5 bancadas de alvenaria de ardósia, 1 quadro branco, 1 quadro pintado na parede para giz, 1 mesa de ardósia, 1 armário de aço, 27 banquetas branca de madeira, 1 lixeira. Laboratório de Biologia 8X12= 96m2 3 bancada de alvenaria de ardósia, 1 mesa de ardósia, 1 cadeira de fórmica, 1 quadro branco, 5 armário de aço, 1 pia de inox, 3 botijão de gás, 37 banquetas de madeira, 1 lixeira. Laboratório e Enfermagem ( Semiologia e Semiotécnica) 8x9,5= 76m2 1 quadro branco, 4 mesas brancas de madeiras, 3 armários brancos de aço,1 prateleira e aço, 1 arquivo de 4 divisão de aço, 1, 156 banquetas brancas de madeiras, 1 gabinete de ardósia com 2 pias, 1 ventilador de pé, 1 lixeira. Laboratório de Nutrição 8X9= 72m2 2 mesas grandes brancas,2 armários de aço, 1 armário de aço com vidro, 22 banquetas brancas, 1 quadro branco, 40 cadeiras com braços, 1 pias de ardósia. 1 lixeira. Laboratório de Química 8X8= 64m2 2 bancadas de alvenaria de ardósia,3 armários de aço, 25 banquetas brancas de madeiras, 3 botijão, 1 quadro pintado na parede para giz, 1 mesa de pedra. 1 lixeira. 93 FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500 Laboratório de Microbiologia Sala de entrada 5X3,8= 19m2 1 pia de inox de ardósia Sala de Aparelhos 3,8X3,10= 9,68m2 1 pia de inox de ardósia Sala de aula pratica 8X9= 72m2 1 quadro branco,1 mesa de fórmica, 1 cadeira estofada, 4 bancada de alvenaria de ardósia, 23 banquetas bancas de madeiras, 2 armários de aço, 1 mesa de computador, 1 cadeira de estofado, 2 tanques brancos de louças, 1 pia de inox de ardósia. Banheiro 3,20X1,94= 6,20 m2 2 vasos sanitários, 1 lavatórios, 1 espelho, 2 lixeiras, 1 porta saboneteira, 1 porta papel higiênico. Câmera de Crescimento 1,75X6,12= 10,71m2 1 estante de fórmica branca com 5 divisões e com 3 prateleiras, 1 refrigerador de ar com ventiladores MACQUAY, 1 Tayme – Siemens, 1 termostático regulador de temperatura. 7.7. Sala para membros do NDE – Núcleo Docente Estruturante Existe espaço destinado aos membros do NDE, localizada em sala anexa à Biblioteca. 94