FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE MACHADO
CENTRO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA DE MACHADO
Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500
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PROJETO PEDAGÓGICO
BACHARELADO EM ENFERMAGEM
MACHADO - MG
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM
1. Perfil Institucional da IES
1.1. Denominação
Nome: Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado
Endereço: Rua Dr. Athayde Pereira de Souza, 730 – Bairro: Centro
CEP/ Município/Estado: 37.750-000 – Machado (MG)
e-mail: [email protected]
1.2. Histórico da instituição
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem uma grande tradição no ensino superior. Sua
história tem início no ano de 1968 quando foram aprovados os primeiros cursos da então Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José Augusto Vieira" - FAFIMA, autorizada pelo Parecer CEE/MG
12/1968, de 20 de fevereiro de 1.968, publicado em 20 de fevereiro de 1.968. A implantação da IES
representou um momento histórico para a comunidade regional. Até então o acesso ao nível superior era
privilégio dos poucos que tinham condições de buscar a sua formação em centros maiores. Além disso,
coerentemente com as necessidades mais urgentes da comunidade, os cursos autorizados eram na área da
licenciatura. Portanto, a criação da instituição, preocupada em formar profissionais voltados para a
educação, permitiu equacionar um sério problema que era a da falta de professores qualificados para o
ensino de primeiro e segundo graus (atual ensino básico).
Inserida no extremo sul do Estado, em uma microrregião até então pouco desenvolvida, mas fazendo
deste fator adverso sua principal motivação, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras "Prof. José
Augusto Vieira" - FAFIMA tornou-se um ponto de referência educacional na região. Apesar das
dificuldades, a Instituição lançou raízes fortes e profundas, cresceu, consolidou-se e naturalmente nasceu
a perspectiva para novos horizontes. As necessidades da sociedade local, reclamando mais
oportunidades de ensino em nível superior, motivaram a Mantenedora a ampliar suas ofertas de cursos e
serviços. Surgiu então a Faculdade de Administração e Finanças de Machado – FAAFI, pelo Decreto
71.440 de 27 de novembro de 1972 e em seguida a Escola Superior de Agricultura e Ciências de
Machado – ESACMA, pelo Decreto 74.315 de 23 de julho de 1.974.
Em 2004 a Instituição pioneira passou por uma unificação com as demais Faculdades, resultando deste
processo o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado. A alteração regimental que formalizou a
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mudança foi aprovada em 29 de fevereiro de 2003 pelo Egrégio Conselho Estadual de Educação de
Minas Gerais ratificada pelo Decreto Estadual de 29 de janeiro de 2004, publicado em 30 de janeiro de
2004.
1.3. Missão
Formar cidadãos com competência técnica e compromisso social, e transmitir valores éticos de
disciplina, respeito, liberdade e seriedade.
Ao se analisar o papel da educação nos dias de hoje, alguns aspectos se evidenciam, como:
mundo globalizado;
exigência da comunidade aspirando por melhores padrões de consumo e qualidade de
vida;
rápido avanço da tecnologia;
educação como forma de desenvolvimento;
educação como forma de inserção social.
Estes fatores fazem com que os profissionais de diferentes áreas revejam suas práticas e leiam as
repercussões que essa nova realidade impõe às pessoas e aos trabalhadores. Neste sentido o ensino
superior tem o papel fundamental da formação de recursos humanos que atuem como cidadãos do
mundo, além de trabalhadores qualificados, inseridos nesta realidade em transformação.
A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está sintonizada com esta realidade. A
Instituição busca a formação de profissionais com competências profissionais, aptos para inserção em
setores da vida produtiva, que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade regional e
brasileira, críticos, participantes ativos em suas comunidades e estabelecendo com esta uma relação de
reciprocidade. Ao mesmo tempo estende seu olhar para a função social inerente a uma instituição de
ensino superior. A mesma tem consciência da responsabilidade social que a acompanha. Por isso
caracteriza suas ações pelo comprometimento com a comunidade, buscando a democratização das
oportunidades educacionais e criando condições de inserção social para os egressos do ensino médio da
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região. Ao formar profissionais capacitados está ainda contribuindo para um processo de
desenvolvimento sustentável que é hoje um dos anseios da sociedade.
A Instituição preocupa-se enfim, em todas as suas ações, buscar o equilíbrio entre competência técnica-científica e competência humanística. Sua ação se orienta, não só pelos desafios científico-tecnológicos
mas, também pela questão ética.
1.4. Objetivos institucionais
Em síntese, são objetivos e finalidades do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado:
1. Formar profissionais e especialistas nas diferentes áreas de conhecimento, habilitando-os para
inserção nos setores profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade regional e
brasileira;
2. Preparar profissionais com base na constituição de competências, habilidades, atitudes, valores e na
aquisição, construção e produção de conhecimentos indispensáveis a sua formação;
3. Congregar cursos de graduação, pós-graduação, oferecidos em nível superior, bem como outros
programas especiais em seus diversos níveis;
4. Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;
5. Proporcionar ao estudante condições e meios para uma educação integral, o que inclui os valores
humanos, científicos e tecnológicos, conquistas da tradição e da modernidade, pelos quais devem se
pautar os atos de seus dirigentes e professores, sobretudo na aplicação correta e rigorosa dos preceitos
legais e regimentais;
6. Incentivar a investigação científica, visando o desenvolvimento da educação e da tecnologia e da
criação e difusão da cultura, notadamente em nível regional. Desse modo, desenvolver o entendimento
do homem e do meio em que vive, com vistas a uma ação consciente sobre a realidade através da
educação;
7. Promover a extensão, visando a difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e
da pesquisa científico-tecnológica geradas na instituição, em benefício da comunidade local, regional e
8. Manter relações com estabelecimentos congêneres e instituições de pesquisa, quer sejam públicas,
particulares, nacionais ou internacionais, para intercâmbio de idéias;
9. Desenvolver as metodologias de educação à distância.
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10. Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional, possibilitando a
correspondente concretização, integrando os conhecimentos que serão adquiridos numa estrutura
intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração.
1.5. Princípios educacionais que norteiam a prática pedagógica institucional
A prática acadêmica está alicerçada em uma integração com a sociedade onde está inserida. Isto se dá ao
se considerar toda a região como campo de atividade didática, ao se firmar parcerias com instituições
públicas e privadas, ao se oferecer programas e cursos para a comunidade, ao se estabelecer canais
eficientes de comunicação com a mesma, finalmente ao se conduzir um programa eficiente e eficaz de
extensão.
“A primeira questão que se coloca para a universidade, a fim de que ela possa redefinir seu papel, diz
respeito a que modelo ou estratégia de desenvolvimento ela está a serviço. Duas alternativas extremas
podem ser esboçadas aqui: o modelo concentrador, que busca aproximar o país do padrão
internacional pelo fortalecimento científico-tecnológico de determinados setores da sociedade, a partir
do qual se aceita a exclusão de enormes segmentos sociais e, de outro lado, o modelo includente, para o
qual o desenvolvimento deve ser igualitário, centrado no princípio da cidadania como patrimônio
universal, de modo que todos os cidadãos possam partilhar os avanços alcançados.
De qualquer forma, um papel se impõe à universidade contemporânea. Trata-se de sua função social.
Aquela que se orienta pelo direito de todas as pessoas à vida digna. Mais ainda, no contexto desta nova
sociedade do conhecimento, a que propicia a ampliação democratizante do acesso a esse conhecimento.
Ela deverá se orientar, em primeira instância, não só pelos desafios tecnológicos, mas também pela
questão ética que diz respeito a toda a amplitude da existência humana. Assim, parece fundamental que
a universidade, por todas as suas ações, busque o equilíbrio entre vocação técnico-científica e vocação
humanística. Nesta “intersecção parece residir o amplo papel de instituição promotora da cultura”.
(Plano Nacional de Graduação).
Se, a Instituição deve estar a serviço da comunidade onde está inserida, bastam serem analisadas as
características regionais dentro de um contexto mais amplo, para que se possa definir o papel a ser
desenvolvido por ela no seu trabalho educacional.
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Cidade pequena, sem peso político, Machado é mais uma entre as centenas do Estado a disputar a
atenção e recursos do governo estadual. À sociedade cabe parcela significativa na implementação de
ações que viabilizem o seu desenvolvimento. O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado
também tem consciência que a solução dos problemas regionais não pode ser de responsabilidade apenas
dos poderes legalmente constituídos. Assim, a Instituição assume sua responsabilidade social e busca
realizar um trabalho amplo indo muito além do que seria seu eventual compromisso, dentro do conceito
de uma Instituição de Ensino. Sabe que é primordial para o desenvolvimento, que a região, coloque
como alternativa, privilegiar os seus recursos humanos.
Portanto, a filosofia de trabalho está focada em uma ação educacional diferenciada, para a formação de
um profissional apto ao mercado de trabalho, ético, crítico e criativo, dotado de competências,
comportamentos e habilidades e que tenha de forma muito clara, consciência de suas responsabilidades
perante a sociedade, contribuindo para a melhoria do meio no qual convive.
Para formar diplomados aptos para inserção em todos os setores profissionais, que participem no
desenvolvimento da sociedade regional e brasileira, é fundamental que o processo ensino-aprendizagem
seja alicerçado em uma integração com a sociedade onde está inserida.
Esta proposta está organizada com base:
I – Na autonomia didático-científica e administrativa e de gestão financeira e patrimonial;
II – No cumprimento das normas gerais da educação nacional e avaliação da qualidade pelo Poder
Público;
III – Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei 9.394/96;
IV – No Regimento da Instituição;
V – Nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores;
VI – No Plano de Desenvolvimento Institucional;
VII – Nos Planos Pedagógicos dos Cursos.
E centra-se:
I - numa função política, capaz de colocar a educação como fator de inovação e mudanças na região;
II - numa função ética, de forma que, ao desenvolver a sua missão, a Instituição observe e dissemine os
valores positivos que dignificam o homem e a sua vida em sociedade;
III - numa proposta de transformação social, voltada para a região;
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IV - no comprometimento da comunidade acadêmica com o desenvolvimento do País e em especial
da região do município de Machado, sua principal área de atuação;
V - num modelo de gestão que tem como metas: a relevância da educação, a busca constante da
qualidade da educação ofertada e a construção de uma sociedade justa e solidária.
1.6. Inserção Regional
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado está localizado em Machado, município mineiro
encravado na região conhecida como Sul de Minas Gerais, e tem área de influência com abrangência
que vai muito além da sede, atingindo entre outros municípios, os seguintes: Silvianópolis, Poço Fundo,
São João da Mata, Serrania, Divisa Nova, Campestre, Bandeira do Sul, Botelhos, Paraguaçu, Fama,
Areado, Alterosa, Carvalhópolis, Turvolândia, Cordislândia, Elói Mendes, Carmo da Cachoeira.
O Sul de Minas Gerais viu iniciar-se na década de noventa uma radical transformação em seu perfil
econômico. A região de Machado não foi exceção. Antes dependente do setor primário, com o processo
da industrialização, os municípios começaram a crescer em ritmo acelerado. O programa de incentivo
fiscal instituído pelo Governo Mineiro privilegiou de forma especial o extremo sul do Estado, em razão
da proximidade com os grandes centros consumidores que são Belo Horizonte, São Paulo e Rio de
Janeiro e pelo acesso facilitado com a duplicação da rodovia Fernão Dias. Essa característica fez com
que a região passasse a ser uma das alternativas, quando se intensificou o processo de deslocamento
industrial da capital de São Paulo para o interior do Brasil, provocado pela pressão sindical, custo da
mão-de-obra e a dificuldade de expansão física das unidades produtoras nas áreas de tradição industrial.
Desta forma, muitas indústrias foram deslocadas ou implantadas no Sul Mineiro. A prosperidade é uma
realidade, ainda que em vários aspectos a infra-estrutura frágil, e a falta de mão de obra qualificada
representem um problema recorrente.
Movida por esse crescimento, a região de Machado teve suas funções urbanas reestruturadas de forma a
requerer profissionais para atuar nas múltiplas atividades econômicas e sociais responsáveis pelo
desenvolvimento.
Por outro lado, é reconhecida nacionalmente, a revolução promovida na educação pelo Estado de Minas
Gerais - principalmente na área do ensino fundamental, e o crescimento exponencial de matrículas no
ensino médio em todo Brasil.
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A conjugação dos dois aspectos comentados, que são o crescimento econômico regional e o
desenvolvimento educacional no ensino básico, provocou grande procura por vagas no ensino superior e
conseqüentemente a necessidade de investimentos na criação de novos cursos superiores.
A atuação do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca atender aos anseios da
comunidade regional, contribuindo, através da prática educacional com a promoção social, cultural,
cívica e moral do cidadão e com o desenvolvimento da comunidade e da região.
Resumidamente pode-se dizer que a formação de profissionais qualificados é fundamental para um
processo de desenvolvimento econômico/social da região.
2.
Do Curso
2.1. Denominação e características
Curso
: Enfermagem
Regime Escolar
: Semestral
Duração
: 10 semestres
Integralização:
Mínimo: 10 semestres (5anos)
Máximo: 15 semestres (7,5 anos)
Número de Vagas
: 60 (anuais)
Turno de Funcionamento
: Noturno
Caracterização da Área
: Bacharelado
2.2.Carga Horária
Carga Horária Total do Curso = 4022 Horas
Disciplinas = 3222 Horas
Estágio Supervisionado = 600 Horas
Atividades Complementares = 200 Horas
Libras (optativa) = 36 Horas
2.3. Concepção
Coerente com as diretrizes do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, o curso de Bacharelado
em Enfermagem busca a formação de profissionais com competências profissionais, aptos para inserção
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em setores da vida produtiva, que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade regional e
brasileira, críticos, participantes ativos em suas comunidades e estabelecendo com esta uma relação de
reciprocidade. Ao mesmo tempo o curso, estende seu olhar para a função social inerente a uma
instituição de ensino superior.
O curso tem consciência da responsabilidade social que o acompanha. Por isso caracteriza suas ações
pelo comprometimento com a comunidade, buscando a democratização das oportunidades educacionais
e criando condições de inserção social para os egressos do ensino médio da região. Ao formar
profissionais capacitados estará ainda contribuindo para um processo de desenvolvimento sustentável
que é hoje um dos anseios da sociedade. Para se atingir este objetivo, várias políticas são concretizadas.
Entre elas as que contribuem para a permanência do aluno na instituição, como por exemplo, o
financiamento estudantil com recursos próprios da instituição, por meio do programa denominado FAE
– Fundo de Assistência ao Estudante ou então a possibilidade de serem beneficiados com Bolsas
Trabalho que têm como contrapartida a prestação de serviços na Instituição fora do horário de aulas,
além das Bolsas de Monitoria, Extensão e outras de interesse do curso.
Assim, ao estabelecer como filosofia de trabalho a inserção permanente na realidade social da
comunidade onde está localizado, o curso de Bacharelado em Enfermagem está contribuindo para a
redução das desigualdades sociais e regionais.
Os pressupostos que norteiam o Curso de Enfermagem são fundamentados numa concepção holística,
onde cada ser humano é sujeito de sua história, um ser singular, devendo ser concebido e compreendido
no seu todo e em um todo, considerando a concepção sistêmica - ecológica.
A partir dessa premissa, entende-se que a essência da profissão será o Cuidado Humano, decorrente da
importância e do significado da relação e interação interhumana, na busca de preservação da vida com
qualidade.
Na área da Educação, a Enfermagem absorve idéias no que concerne à abordagem do professor como
um facilitador do processo de aprendizagem, o aluno um protagonista nesse processo e as bases
tecnológicas ou conteúdo serão aqueles que orientam a problematização da realidade individual, na qual
o aluno está inserido, considerando os valores do professor, do aluno e da Instituição.
Desses pressupostos, entende-se o professor como um mediador do processo de ensino-aprendizagem
que por meio de ações interdisciplinares, desperta a reflexão, o desejo de aprender-conhecer, aprenderser, aprender-conviver, aprender-fazer e aprender-comunicar. Logo, o professor ensina aprendendo e
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aprende ensinando. Desta forma desenvolve a capacidade de enfrentar desafios frente a situações e
tomar decisões em relação ao Cuidado Humano.
2.4.
Missão/Justificativa
Missão
As constantes transformações que o sistema se saúde vigente do Brasil vem passando, requer
profissionais com competência e habilidades aprimoradas com a realidade atual. O curso de Graduação
em Enfermagem, embasado na missão da instituição de ensino tem como competência formar
profissionais com espírito crítico, observador e transformador, que seja capaz de atuar na comunidade
local e regional.
O Curso de Graduação em Enfermagem do CESEP procura estar sempre engajado para manter um
currículo adequado às mudanças pelas quais a sociedade vem passando, sem contudo deixar de priorizar
a assistência sistematizada de enfermagem ao indivíduo, família e grupos de comunidade, por meio de
ações integradas de promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde, nas diferentes fases do
ciclo-vital e do processo saúde-doença. Compreendendo-o como uma relação dinâmica, determinada por
múltiplos fatores e pelo contínuo agir do homem frente ao universo físico, mental e social em que vive.
Reconhece que a produção dos serviços de saúde é também determinada pela formação em saúde,
procurando resgatar princípios de resolutividade, integralidade, e isonomia, no atendimento à população,
reafirmando assim, as proposições do Sistema Único de Saúde.
Sendo assim, o Curso de Graduação em Enfermagem deve se empenhar em manter o compromisso
ético, filosófico, político-social e técnico-científico, junto à sociedade.
Justificativa
As Instituições de Ensino Superior (IES), em nosso país, passam por um momento de profunda reflexão,
impondo-se discussões sobre autonomia universitária, financiamento, avaliação e articulação com outros
setores da sociedade. O papel do Estado na Educação e na Saúde, bem como a função social e relevância
das Instituições de Ensino Superior são questões centrais destas discussões e exigem definições.
No que se refere à formação dos profissionais da área da saúde, particularmente, há que se considerarem
questões específicas da área – processo acelerado de mudanças do Sistema de Saúde e respectivo
financiamento, transformações no perfil epidemiológico, na composição sócio-demográfica da
população e os avanços técnico-científicos que exigem da IES novas práticas de ensino, visando à
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formação de um profissional que seja capaz de trabalhar em equipe, seja ético, atento às mudanças,
buscando informações que o levem ao aprimoramento contínuo e que compreenda sua capacidade de
transformar a sociedade.
Neste sentido, o ser humano é capaz de transformar as condições de sua existência através de uma visão
de mundo que permeia as suas relações sociais, relações essas que determinam a estrutura de
organização e produção da sociedade, fazendo parte de um grupo social, que conforme suas inserções no
processo de produção poderá determinar o processo de saúde e doença, exigindo do enfermeiro
competências para intervir na realidade em que está inserido.
Assim, o enfermeiro, considerando esse paradigma, deve ter responsabilidade política e profissional para
realizar um trabalho intencional, tornando-se um agente de transformação social. A partir do
desenvolvimento do raciocínio clínico, epidemiológico e investigativo, para que possa atuar nas áreas de
assistência, gerência, educação e pesquisa, contribuindo efetivamente para a transformação da realidade
e implementação das políticas públicas de saúde.
Para que ele se torne este sujeito, deve entender a educação como uma prática social que contribui para o
desenvolvimento do ser humano na sua integralidade, possibilitando ações transformadoras na
construção da cidadania e a Enfermagem uma ciência e arte interdisciplinar, social, política e
historicamente determinada, que visa cuidar do ser humano em seu contexto de vida, contribuindo para a
promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde.
Para tanto o ensino de graduação significa dar aos aspectos formativos, a importância equivalente aos
informativos, para que o aluno aprenda a conhecer, aprenda a fazer, aprenda a conviver, aprenda a ser e
aprenda a comunicar, de acordo com a Declaração Mundial sobre a Educação Superior para o Século
XXI da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, UNESCO (Paris, 1998) que apresentou os quatro
pilares para Educação do século XXI, considerando-se assim a concepção de um currículo que se
fundamenta na defesa da vida, tendo a saúde como direito do cidadão.
Desta forma, o Curso de Enfermagem do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, propõe-se
formar, um Enfermeiro generalista, com perspectiva humanista, sujeito que adquira conhecimentos,
competências e habilidades, com experiências que possibilitem desempenho profissional crítico,
reflexivo e ético. A educação profissional iniciada no curso de graduação através da articulação do
ensino/pesquisa/extensão deverá desenvolver a capacidade de ser protagonista de seu processo de
aprendizado e estar preparado para o exercício profissional e de pós-graduação.
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Considerando como eixos norteadores deste processo de ensino e aprendizagem a construção da
cidadania; o processo saúde e doença; a transformação do modelo assistencial; a integração entre ensino,
serviço e comunidade; a ética e o humanismo; a associação entre teoria e prática, contemplando a ação e
reflexão; a transformação das práticas; a qualidade de assistência; o raciocínio investigativo; o estudo do
homem a partir do núcleo familiar; a avaliação como processo e as experiências de ensino e
aprendizagem estruturadas na problematização do cotidiano e na Educação Integral.
2.5. Objetivos
Gerais
A estrutura curricular tem a preocupação de formar enfermeiros generalistas, qualificados para o
exercício de Enfermagem, através de uma perspectiva humanista, crítica e reflexiva, pautado nos
princípios éticos. Capazes de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença do ser
humano, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes durante todo o ciclo
evolutivo.
Específicos
-
Desenvolver no aluno a competência de comunicação, liderança e tomada de decisão no processo
de administração e gerenciamento dos serviços de saúde e de enfermagem;
-
Desenvolver no aluno habilidades técnico-cientificas, ético-políticas e sócio-educativas para prestar
assistência inerente ao exercício da profissão;
-
Proporcionar ao aluno a reflexão da teoria-prática através da sua inserção na realidade possibilitando
a problematização e a intervenção na transformação do modelo assistencial;
-
Capacitar o aluno para aprender continuamente na sua formação e na sua prática, demostrando
compromisso com sua educação e treinamento;
-
Preparar os alunos para desenvolver uma práxis multiprofissional considerando os princípios e
diretrizes das políticas públicas de educação e saúde;
-
Instrumentalizar e o incentivar o aluno para desenvolvimento de pesquisa na área da Saúde e
Educação, oriundos da integração do ensino/pesquisa/extensão;
-
Preparar enfermeiros capazes de identificar determinantes do processo saúde-doença na
coletividade, colaborando na elaboração e efetivação dos programas de saúde;
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-
Levar o aluno a intervir estrategicamente em níveis de promoção, prevenção e reabilitação da saúde
dando atenção integral a saúde das pessoas, das famílias e das comunidades;
-
Desenvolver a possibilidade de estar apto a realizar ações de prevenção, promoção e reabilitação da
saúde do indivíduo e da coletividade.
2.6. Perfil do Egresso
O enfermeiro desenvolve atividades técnico-científicas da enfermagem nas áreas de Assistência,
Administração, Ensino e Pesquisa, no âmbito sócio-político e cultural, para a satisfação das necessidades
humanas básicas do individuo, família e comunidade com intervenções sistematizadas de amplo alcance,
nos níveis de atenção primária, secundária e terciária nas diversas fases do ciclo evolutivo da vida,
respeitando os princípios éticos que norteiam a profissão.
Este perfil confere ao enfermeiro postura profissional transformadora em qualquer nível de
desenvolvimento dos programas de saúde, atendendo aos princípios da universalidade, integralidade,
equidade, solidariedade e hierarquização que norteiam o sistema de saúde vigente no país.
Profissionalismo, Humanismo e Competência são os atributos que hoje devem caracterizar os
profissionais que se dedicam à enfermagem e o desenvolvimento de tais condições é um foco de
preocupação.
O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca um profissional generalista, humanista,
crítico e reflexivo. Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor
científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de intervir sobre os
problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com
ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus
determinantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a
cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.
Consciente dos direitos e deveres preconizados pelo Código de Ética e pela Lei do Exercício
Profissional, agente de transformação no processo de desenvolvimento humano, político e social;
preparado para desenvolver a práxis fundamentada nos princípios e diretrizes das políticas públicas de
saúde no trabalho multiprofissional e interdisciplinar. Instrumentalizado para desenvolver pesquisa na
área da Saúde e Educação.
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É importante que o estudante que pretende seguir a carreira de enfermeiro tenha afinidade com as
disciplinas da área biológica, como também com as da área de humanas, sobretudo educação,
antropologia, psicologia, economia, política, sociologia, pois estas contribuem para uma maior e mais
aprofundada compreensão das questões relacionadas ao processo saúde-doença. Além disso, o Curso de
Enfermagem do CESEP faz questão de contar com pessoas bem informadas, com espírito crítico e
preocupadas com sua própria atualização, sendo estas atitudes pré-requisitos importantes para quem
desejar obter um bom desempenho nas disciplinas do curso.
2.7. Possíveis Áreas de Atuação
O profissional enfermeiro pode trabalhar em hospitais gerais e especializados, clínicas, consultórios,
cetros de saúde, escolas, creches, instituições geriátricas, centros de reabilitação, centros comunitários,
empresas, atender em domicílio, estende-se também para área de pesquisa e de formação de recursos
humanos da enfermagem.
2.8. Aptidões, Competências e Habilidades
A formação do profissional Enfermeiro deve desenvolver as competências requeridas para sua atuação
no Sistema de Saúde vigente, devendo buscar adequação dos modelos assistenciais aos princípios dos
SUS; deve ter como competência básica, agir interativamente com os demais profissionais e liderar a
equipe de enfermagem, dentre eles enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. O profissional de
enfermagem deve alem de todas as competências citadas acima ter capacidade de pensar criticamente;
propor soluções viáveis e criativas para os problemas.
Assim o graduando deverá ser capaz de:
-
desenvolver formação técnico-científica que lhe possibilite qualidade ao exercício profissional considerando
também o respeito aos princípios éticos, legais e humanísticos da profissão;
-
reconhecer e compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, a saúde como direito e parte
de condições dignas de vida e atuar buscando a implementação dos princípios e diretrizes desta;
-
atuar nos diferentes cenários da prática profissional, identificando as necessidades individuais e coletivas de
saúde da população, seus condicionantes e determinantes, considerando os pressupostos clínicos e
epidemiológicos;
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-
intervir no processo saúde/doença responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de
enfermagem ao ser humano em seus diferentes níveis de atenção à saúde, na perspectiva da integridade da
assistência;
-
gerenciar o processo de trabalho em enfermagem em todos os âmbitos de atuação profissional,
reconhecendo-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem, integrando as ações de
enfermagem às ações multiprofissionais;
-
participar como sujeito no processo de formação de recursos humanos, planejando e implementando
programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem;
-
planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde considerando a especificidade
apresentada pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos sociais considerando os distintos
processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento;
-
desenvolver, participar e utilizar a pesquisa e a produção de conhecimento que objetivem a qualificação da
prática profissional;
-
identificar as necessidades educativas da população e ser o agente de promoção da saúde, bem como o
mobilizador das ações em saúde contribuindo assim para a formação da consciência sanitária, social e
política da população.
3. ESTRUTURA CURRICULAR
Os conteúdos essenciais para o Curso de Enfermagem devem estar articulados com todo o processo saúdedoença do ser humano, da família e comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional,
proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Enfermagem.
Os conteúdos teóricos articulados com as atividades teórico-práticas são oferecidos em forma de áreas temáticas,
considerando 03 grandes áreas:
• Ciências Biológicas e da Saúde, inclui em seus conteúdos, tanto teóricos quanto práticos, as bases
moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgão, sistemas e
aparelhos, aplicados a situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática
assistencial de Enfermagem;
•
Ciências Humanas e Sociais incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação
indivíduo/sociedade, contribuindo para compreensão dos determinantes sociais culturais, comportamentais,
psicológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo do processo saúde doença;
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•
Ciências da Enfermagem, incluem-se Fundamentos de Enfermagem: conteúdos técnicos,
metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do enfermeiro e da enfermagem em nível
individual e coletivo; Assistência de Enfermagem: conteúdos (teóricos e práticos) que compõem assistência de
enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, a mulher e ao idoso
considerando os determinantes socioculturais e econômicos do processo saúde-doença, bem como os princípios
éticos, legais e humanísticos; Planejamento e Gestão em Enfermagem: conteúdos (teóricos e práticos) da
administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; Fundamentos da Prática
Educativa: conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro.
4. MATRIZ CURRICULAR
1º Período
Disciplinas
Anatomia Humana
Educação Ambiental
Introdução a Saúde Coletiva
Bioestatística
Bioquímica I
Fundamentos Históricos da Enfermagem
Língua Portuguesa
Citologia, Histologia e Embriologia
Total
Carga
Horária
Semestral
72
36
36
36
36
36
36
72
360
2º Período
Disciplinas
Morfofisiologia
Bioquímica II
Biofísica
Microbiologia
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem I
Metodologia da Pesquisa Científica
Imunologia
Total
Carga
Horária
Semestral
72
36
36
54
72
36
54
360
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3º Período
Disciplinas
Farmacologia
Parasitologia
Patologia
Fisiologia
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem II
Ética Legislação e Antropologia
Total
Carga
Horária
Semestral
72
36
54
72
72
54
360
4º Período
Disciplinas
Genética
Psicologia Aplicada à Enfermagem
Enfermagem em Saúde Mental I
Farmacologia Aplicada à Enfermagem
Cuidados de Enfermagem
Enfermagem em Centro Cirúrgico
Epidemiologia
Total
Carga
Horária
Semestral
54
36
54
36
72
72
36
360
5º Período
Disciplinas
Enfermagem no Processo de cuidar da criança e
adolescente
Introdução à Administração
Enfermagem em Saúde Coletiva
Sistematização da Assistência da Enfermagem
Enfermagem em Saúde Mental II
Total
Carga
Horária
Semestral
108
54
108
36
54
360
6º Período
Disciplinas
Enfermagem no Processo de Cuidar do Adulto I
Enfermagem no Processo de Cuidar do Idoso
Carga
Horária
Semestral
108
54
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Planejamento e Gestão em Enfermagem I
Interpretação de Exames Laboratoriais
Nutrição aplicada à Enfermagem
Enfermagem no Processo de Cuidar da Saúde da Mulher
I
Total
54
36
36
72
360
7º Período
Disciplinas
Enfermagem em Terapia Intensiva
Enfermagem no Processo de cuidar de situações de
urgência
Central de Material e Esterilização
Enfermagem no Processo de Cuidar do Adulto II
Planejamento e Gestão II
Enfermagem no Processo de cuidar da Saúde da Mulher
II
Total
Carga
Horária
Semestral
72
72
36
72
54
54
360
8º Período
Disciplinas
Enfermagem Neonatal e Pediátrica I
TCC I
Administração em Rede Básica dos Serviços de Saúde I
Fundamentos da Prática Educativa
Tópicos Especiais em Curativos
Enfermagem em Doenças Transmissíveis
Total
Estágio Supervisionado I
Carga
Horária
Semestral
72
36
72
54
54
72
360
100
9º Período
Disciplinas
TCC II
Enfermagem em Saúde da Família
Administração em Rede Básica dos Serviços de Saúde II
Inglês Instrumental
Carga
Horária
Semestral
72
72
72
36
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Informática
Total
Estágio Supervisionado II
36
288
100
10º Período
Carga
Horária
Semestral
54
54
400
Disciplinas
TCC III
Total
Estágio Supervisionado III
Carga Horária Total do Curso
Disciplinas
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Libras (optativa)
= 4022 Horas
= 3222 Horas
=
600 Horas
=
200 Horas
=
36 Horas
5. Ementário e Bibliografia
1º SEMESTRE
ANATOMIA HUMANA
Ementa
A ciência morfológica, o desenvolvimento e o conhecimento dos sistemas orgânicos. Identificação das
principais estruturas dos sistemas do corpo humano, reconhecimento e correlações dos órgãos dos
sistemas esquelético, articular, muscular, respiratório e circulatório em peças apresentadas de forma
metódica, sistematizada.
Bibliografia Básica
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2007.
ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional.
São Paulo: Manole, 2007.
TORTORA, G.; GRAMBOWSKY, S. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6. ed.
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Porto Alegre: Artmed, 2008.
Bibliografia Complementar
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu,
2005.
MACHADO, ABM. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SOBOTTA. J; BECHER, H. Atlas de anatomia humana. V1 e V2. 21 ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 2006.
WILLIAMS, P.L. et al. Gray – Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Ementa
Saúde Ambiental – Relevância para a civilização: Relações ecológicas; cadeias alimentares. Fenômenos
vitais (níveis organizacionais; energia; ciclos bioquímicos); Ecossistema: natureza do processo
evolutivo; adaptativo. Subsídio para a prática da Saúde Ambiental: Sistemas de vidas; ciclos;
crescimento populacional; capacidade de suporte. Desenvolvimento de Ambiente: urbanização e
alterações ambientais. Desequilíbrios Ambientais: os poluentes. Controle Biológico: saneamento.
Mecanismo para a preservação do Ecossistema. Legislação Ambiental.
BEGON, M. Fundamentos em ecologia. 2. ed. PortoAlegre: Artmed, 2006.
PELICIONI, M. C. F. Educação ambiental: desenvolvimento de cursos e projetos. São Paulo: USP,
2002.
VEIGA, J. E. da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 2. ed. Rio de Janeiro:
Garamond, 2007.
Bibliografia Complementar
BAIRD, O . Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BRAGA, B. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
BRANCO, S. M.; MURGEL, E. Poluição do ar. São Paulo: Moderna, 2004.
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DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
INTRODUÇÃO A SAÚDE COLETIVA
Ementa
Introdução à Saúde Coletiva – Histórico: A Saúde Coletiva no Brasil. Conceitos (termos de uso mais
freqüentes). O profissional de enfermagem em Saúde Pública: função; atribuição. Qualidade de vida:
mensuração da qualidade de vida – definição e importância dos indicadores de saúde. Conhecimentos do
processo de saúde-doença.
Políticas de saúde para o desenvolvimento da qualidade de saúde da
população. Educação em saúde. Introdução as políticas que norteiam o SUS. Sistemas de Informação
(SIM, SINASC, SINAN, SIAB, SAI, SIH).
Bibliografia Básica
FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis,
2008.
OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X. de S. Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed.
São Paulo: Martinari, 2010.
SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções.
São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011.
AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo:
Manole, 2010.
CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, /Fiocruz,
2009.
FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde
pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora,
2008.
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Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500
PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP,
2006.
MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009.
RIZZOTTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: AB,
1999.
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008..
BIOESTATÍSTICA
Ementa
Apuração de dados. Tipos de variáveis, distribuição de freqüências: construção de tabelas e gráficos.
Medidas de tendência acentral, de variabilidade, de associação e de correlação. Espaço amostral e
probabilidade. Distribuições: binomial e normal. Métodos de coleta, tabulação e análise de fatos
numéricos, nas ciências da vida ou a estatística aplicada às ciências da vida.
Bibliografia Básica
BERQUÓ, E. S. Bioestatística. São Paulo: EPU, 2006.
BUSSAB, W. de; MORETTIN, P. A. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, 2007.
CALEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Artmed, 2006.
Bibliografia Complementar
COSTA, S. F. Introdução ilustrada à estatística. São Paulo: Harbra, 2005.
CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2006
FONSECA, J. S. da; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006
MARTINS, G. de A. Estatística geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2006.
BIOQUÍMICA I
Ementa
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Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas e coenzimas. Vitaminas. Síntese protéica.
Bioquímica de carboidratos e lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia. Controle do
metabolismo. Processo digestivo. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas.
Bibliografia Básica
CHAMPE, P.C. et al. Bioquímica ilustrada. 32. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007..
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Editora Sarvier,
2011..
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007
Bibliografia Complementar
BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole,
2003.
CONN, E. C.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007.
SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo:
Manole, 2001.
STRYER, L. et all. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004..
UCKO, D.A.. Química para ciências da saúde. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992.
FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA ENFERMAGEM
Ementa
Através do conhecimento histórico, cultural e econômico, essa disciplina abordará o desenvolvimento
das práticas de saúde e da Enfermagem no Brasil e no mundo, levando o aluno a compreender a
Enfermagem enquanto ideal, arte e profissão. Proporcionará ao aluno, uma reflexão sobre o contexto
atual e as perspectivas futuras da profissão.
Bibliografia Básica
ATKINSON, L. D.;MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
GEOVANINI, T. ett all. História da enfermagem: versões e interpretações. 3. ed. Rio de Janeiro:
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Revinter, 2005.
RIZZOTTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: AB,
1999.
Bibliografia Complementar
LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011
OGUISSO, T.; CAMPOS, P.F. de S.; FREITAS, G.F. de (orgs). Pesquisa em história da enfermagem.
2 ed. São Paulo: Manole, 2011.
PORTO, F.; AMORIM, W. História da enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
LÌNGUA PORTUGUESA
Ementa
Elementos pré-textuais e seu papel na construção do texto; conceito de texto; estudo dos fatores de
textualidade – coerência e coesão; estudo da estrutura básica da dissertação e da narração; papel dos
pronomes, advérbios e conjunções na produção de sentidos no texto.
Bibliografia Básica
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. KOCH,
I.G. V; TRAVAGLIA, L.C. A coerência textual. 17. ed. São Paulo: Contexto, 2006. 118 p.
VIANA, A. C. (coord). Roteiro de redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 2006.
Bibliografia Complementar
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. 672 p.
BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. 22. ed. São Paulo: Ática, 2006. 104 p.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 25. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 540 p.
KOCH, I.G.V. A Coesão textual. 20. ed. São Paulo: Contexto, 2005. 84 p.
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KOCH, I.G.V. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 2006. 240 p.
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e
administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 438 p.
PASQUALE, C. N., INFANTE, U. Gramática da língua portuguesa. São Paulo: Scipione, 2008.
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino da gramática. 10. ed.
São Paulo: Ática, 2005. 245 p.
CITOLOGIA, HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
Ementa
Métodos de estudo da célula. Estrutura, função e modelos moleculares da superfície da célula. Células
procarióticas e eucarióticas. Parede celular e membrana plasmática. Componentes celulares. Núcleo:
carioteca e cromatina. Ciclos celulares e fatores controladores. As etapas do desenvolvimento
ontogenético. Aparelhos Reprodutores. Gametogênese: espermatogênese e ovogênese. Fecundação,
clivagem e blastulação. Gastrulação. Organogênese. Métodos de estudo em histologia. Tecido epitelial,
conjuntivo, adiposo, ósseo, nervoso, muscular, hematopoético e anexos.
Bibliografia Básica
JUNQUEIRA, L.C; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
JUNQUEIRA, L. C. e CARNEIRO, J. Histologia básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
MOORE, K.L., PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
Bibliografia Complementar
CARLSON, B.M. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1996.
CATALA, M. Embriologia: desenvolvimento humano inicial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
DE ROBERTIS, E.F.M.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro:
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Guanabara Koogan, 2006.
GARTNER, L. P. e HIATT, J. L. Tratado de Histologia em Cores. 2 ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
MELLO, R. de A. Embriologia humana. São Paulo: Atheneu, 2000.
MOORE, K.L., PERSAUD, T.V.N. Embriologia clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
SADLER, T.W. Langman: embriologia médica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
SOBOTTA. Histologia: atlas colorido de citologia, histologia e anatomia microscópica humana. 5. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999
STEVENS, A. . LOWE, J. Histologia humana. 2. ed. São Paulo: Manole, 2001.
2º SEMESTRE
MORFOFISIOLOGIA
Ementa
Desenvolvimento e o conhecimento dos sistemas orgânicos; principais estruturas dos sistemas do corpo
humano, com especial atenção para o sistema digestório (digestivo); glândulas anexas do tubo digestivo;
sistema urinário; sistema reprodutor feminino; sistema reprodutor masculino; sistema endócrino e ao
sistema nervoso. Conceitos fundamentais em ciências morfofuncionais. Morfofisiologia do sistema
nervoso, do aparelho locomotor, do sistema nervoso autônomo, do sistema circulatório e do sistema
respiratório. Correlações clínicas relativas a estes sistemas.
Bibliografia Básica
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia humana sistêmica e segmentar. 2. ed. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2007.
ROHEN, J.W.; YOKOCHI, C. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional.
São Paulo: Manole, 2007.
TORTORA, G.; GRAMBOWSKY, S. Corpo Humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. 6 ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
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Bibliografia Complementar
DÂNGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. São Paulo: Atheneu,
2005.
MACHADO, ABM. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SOBOTTA. J; BECHER, H. Atlas de anatomia humana. V1 e V2. 21 ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 2006.
WILLIAMS, P.L. et al. Gray – Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
BIOQUÍMICA II
Ementa
Água. Bioquímica de aminoácidos e proteínas, enzimas e coenzimas. Vitaminas. Síntese protéica.
Bioquímica de carboidratos e lipídeos. Oxidação biológica. Obtenção de energia. Controle do
metabolismo. Processo digestivo. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas.
Bibliografia Básica
CHAMPE, P.C. et all. Bioquímica ilustrada. 32. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2011.
MARZZOCO, A .; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007.
Bibliografia Complementar
BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole,
2003.
CONN, E. C.; STUMPF, P. K. Introdução à bioquímica. São Paulo: Edgard Blücher, 2007.
SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo:
Manole, 2001.
STRYER, L. et all. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
UCKO, D.A.. Química para ciências da saúde. 2. ed. São Paulo: Manole, 1992.
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BIOFÍSICA
Ementa
A química da célula. Bioenergética. Energética da hidratação de solutos polares e apolares. Membranas
biológicas: estrutura e função. Transporte através das membranas. Bioeletrogênese. Canais iônicos e
Excitabilidade celular. Acoplamento excitação contração. Contração muscular. Princípios do
eletrocardiograma. Tamponamento dos sistemas biológicos. Transporte dos gases respiratórios no
sangue.
Bibliografia Básica
ALBERTS, B. et all. Biologia molecular da célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
HEINEINE, I. F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2006.
OKUNO, E.; CHOW, C.; CALDAS, I.L. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo:
Harbra, 1986.
Bibliografia Complementar
AIRES, M.M. Fisiologia. Rio de JaneiroGuanabara-Koogan. 2005.
DURÁN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2009.
GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002.
GERHARD, M. Biofísica. São Paulo:Nobel, 1981.
OLIVEIRA, J. de. Biofísica para ciências biomédicas. 2. ed. Porto Alegre: Edipucs, 2009.
MICROBIOLOGIA
Ementa
Os mecanismos de defesa do organismo humano contra infecções, bem como os microorganismos que
têm capacidade de infectar e colonizar os tecidos humanos. Agentes causadores das doenças infecciosas,
seu modo de vida, meios e formas de transmissão, adaptação ao organismo humano bem como os
processos patológicos que desencadeiam é condição necessária para a compreensão da Microbiologia.
Conhecimentos básicos sobre três, dos principais grupos de microorganismos (bactérias, fungos e vírus),
avaliando suas relações e aplicações nos campos clínico, ambiental e biotecnológico da microbiologia
aplicada à prática da enfermagem..
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Bibliografia Básica
BURTON, G. R. W.; ENGELKIRK, P. G. Microbiologia para as ciências da saúde. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre: Artmed Editora,
2006.
TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
Bibliografia Complementar
BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
FORTE, W. N. Imunologia: do básico ao aplicado. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
JAWETZ, E. et al. Microbiologia médica. 18. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São
Paulo: Makron Books, 1996.
ROITT, I. M. Imunologia. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM I
Ementa
A disciplina fornece elementos técnicos necessários para prática do cuidar na enfermagem holística,
contemplando os seguintes conteúdos para o início da prática da enfermagem: o cuidar, necessidades
humanas básicas, saúde e doença, introdução grupal ao processo de assistência de enfermagem.
Comunicação: interpessoal, grupal, terapêutica, relação enfermeira – paciente, Elaboração e aplicação de
instrumentos de coleta de dados; Apresentação do prontuário do paciente; Registro e relato;
Transferência e encaminhamentos; Terminologia médica e abreviaturas; Introdução a Anamnese e
Exame físico; Segurança biológica; Princípios e verificação dos sinais vitais; Higiene e práticas de
higiene; Conforto; Princípios de assepsia; Necessidades de estimulação motora; Necessidades de
nutrição; Auxiliares de deambulação; Técnicas de transporte e transferência do paciente; Técnicas de
colocação de comadre e papagaio; Técnicas de administração de alimento oral, Técnicas de aplicação
quente e fria; Paciente terminal e morte.
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Bibliografia Básica
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações
2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
BICKLEY, L. S.;SZILAGY, P. Bates - Propedêutica Médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed,
2011.
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo,
2005.
SILVA, C.R.L. da; SILVA, R.C.L. da; SANTIAGO, L.C. Semiologia em enfermagem. São Paulo:
Roca, 2011.
SWEARINGEN, P.L.; HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTIFICA
Ementa
Método Científico. A lógica aplicada à ciência. A Pesquisa em Ciências da Saúde. Métodos gerais para o
estudo. Subsídios para a realização das tarefas que surgirão no decorrer do desenvolvimento de seu
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trabalho intelectual. A abordagem construtivista, conduzi ao processo de estudo, pesquisa e reflexão à
partir de técnicas e normas práticas.
Bibliografia Básica
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2007.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia Complementar
ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 .
MARTINS , Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São
Paulo. Atlas, 2007.
NETO, Alvim Antônio de Oliveira. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a
apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005.
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras
Novas, 2003.
IMUNOLOGIA
Ementa
Conceitos sobre os mecanismos naturais resistentes que formam o sistema imune, além dos mecanismos
patológicos associados a esta resposta. Resposta humoral. Respostas celulares e outras moléculas
associadas à resposta imune, relação existente entre este e os sistemas que compõe o organismo humano.
Reações antígeno-anticorpo. Imunopatologia.
Bibliografia Básica
FORTE, W. N. Imunologia: básica e aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2004.
ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. São Paulo: Manole, 2003.
STITES, D. P. ; TERR, A. I. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
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Bibliografia Complementar
ABBAS, A.K.; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. Imunologia: celular e molecular. 6 ed. Rio de janeiro:
Elsevier, 2008.
SILVA, W.D. da; MOTA, I. Bier Imunologia: básica e aplicada. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
MALAGUTTI, W. Imunização, imunologia e vacinas. Rio de Janeiro: Rubio, 2011.
MALE, D. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo: Manole, 1988.
PARHAN, P. O Sistema imune. Porto Alegre: Artmed, 2001.
3º SEMESTRE
FARMACOLOGIA
Ementa
Farmacologia básica: princípios. Farmacocinética, os princípios básicos da Farmacologia Molecular e as
características dos principais sistemas. Farmacologia Clínica e de grupos especiais.
Bibliografia Básica
HOWLAND, R.D. ; MYCEK,M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
KATSUNG, B.G. Farmacologia: básica e clínica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Bibliografia Complementar
EQUIPE LIPPICOTT WILLIAMS & WILKINS. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. (editores). Goodman & Gilman’s: as bases
farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
RANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul,
2009.
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PARASITOLOGIA
Ementa
As principais doenças parasitárias, suas formas de diagnóstico, tratamento, profilaxia e controle. Relação
parasito-hospedeiro e ecologia parasitária. Estudo dos principais protozoários e helmintos. Classificação
zoológica, biologia, patogenia, quadro clínico, diagnóstico, epidemiologia e profilaxia. Estudo dos
principais artrópodes transmissores e veiculadores de doenças no homem. Acidentes por animais
peçonhentos.
Bibliografia Básica
MARKELL, E.K.; JOHN, D.T.; KROTOSKI, W.A. Parasitologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
NEVES, D.P.; MELO,A.L.;GENARO,O.e LINARDI, P.M. Parasitologia humana. 11. ed. São Paulo:
Atheneu, 2005.
REY, LUIS. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
Bibliografia Complementar
BITTENCOURT NETO, J.B; NEVES, D.P. Atlas didático de parasitologia. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2008.
CIMERMAN, B.; CIMERMAN, S. Parasitologia Humana e seus fundamentos gerais. São Paulo:
Atheneu, 1999.
FILIPPIS, T. de; NEVES, D.P. Parasitologia básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010.
LUZ NETO, L.S. da et al. Microbiologia e parasitologia: uma contribuição para a formação de
profissionais de saúde. 2 ed. São Paulo: AB Editora, 2008.
NEVES, D.P.; Parasitologia dinâmica. São Paulo: Atheneu, 2003.
PATOLOGIA
Ementa
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Reações do organismo frente às variadas formas de agressão. Lesões fundamentais das células e tecidos
ressaltando as reações destas frente ao estímulo agressivo. Bases fisiopatológicas para o entendimento
das relações clínico-patológicas. Causas e evoluções das doenças e influências dos seus tratamentos.
Bibliografia Básica
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo – Patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
CAMARGO, J. L. V. de; OLIVEIRA, D. E. de. Patologia geral: abordagem multidisciplinar. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
NEVES, D.P.; MELO,A.MONTENEGRO, M R; FRANCO, M. Patologia: processos gerais. 5. ed. São
Paulo: Atheneu, 2010.
Bibliografia Complementar
BRANDÃO, J.P. de L.; CAPARICA FILHO, N.U.; MENDES, M.R. Manual de patologia clínica. São
Paulo: Imperial Novomilenio, 2008.
FARIA, J.L. de et al. Patologia geral: fundamentos das doenças, com aplicações médicas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
GANONG, W. F. Fisiologia médica 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1972.
KLATT, E.C.; KUMAR, V. Perguntas e respostas em patologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsavier, 2011.
KUMAR, V.; MITCHELL, R.N. ROBBINS&COTRAN: patologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
FISIOLOGIA
Ementa
Bases funcionais do corpo humano, estudo dos diferentes órgãos e sistemas. Princípios básicos de
Fisiologia Geral que compreendem principalmente os sistemas muscular, nervoso e cardiovascular, e sua
participação na homeostasia corporal. Funcionamento do corpo humano, nos diversos sistemas, como o
sistema cardiovascular, renal, respiratório, nervoso e endócrino.
Bibliografia Básica
GUYTON, A.C. Fisiologia humana. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
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GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1998.
SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 2. ed. São Paulo: Manole, 2003.
Bibliografia Complementar
AIRES, M.M. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
CONSTANZO, L. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
DAVIES, A. et al. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GANONG, W. F. Fisiologia médica 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1972.
GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
TORTORA, G..J. & GRABOWSKI, S.R. Princípios de anatomia e fisiologia. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2002.
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA EM ENFERMAGEM II
Ementa
A disciplina fornece conhecimento para avaliação clínica em que o enfermeiro levanta dados pertinentes
ao estado físico do paciente permitindo a identificação de problemas de enfermagem. Aborda os
seguintes conteúdos: Método clínico e seus componentes aplicando-o na avaliação do estado de saúde
do indivíduo de forma holística, tendo por referência os padrões fisiológicos do organismo humano;
Relação do exame físico do indivíduo e o processo saúde doença: Exame neurológico; Exame físico
geral do tórax; Exame físico da cabeça e pescoço; Exame físico do abdome; Exame físico das genitálias
masculina e feminina; Exame dos membros superiores e inferiores. Exame físico do sistema tegumentar;
Aplicar os procedimentos e técnicas utilizadas no processo de avaliação física; Estuda as técnicas que
envolvem o cuidado de enfermagem: dados vitais, técnicas de curativos e cuidados com feridas,
cateterismo e sondagens, oxigenoterapia; Estuda os cuidados de enfermagem em nutrição enteral e
parental; transfusões de sangue.
Bibliografia Básica
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações
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2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
BICKLEY, L. S.;SZILAGY, P. Bates: propedêutica médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed,
2011.
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo,
2005.
SILVA, C.R.L. da; SILVA, R.C.L. da; SANTIAGO, L.C. Semiologia em enfermagem. São Paulo:
Roca, 2011.
SWEARINGEN, P.L.; HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
ÉTICA, LEGISLAÇÃO E ANTROPOLOGIA
Ementa
Ética. Fatores Fundamentais. Conceito de vida e morte e as implicações ético-legais. Código de ética:
Processo Ético. Categorias e funções da Enfermagem. Sigilo profissional. Imperícia; Negligência; e
Imprudência na enfermagem. Entidades de Classe. ABEn,
COFEn e COREn. Regulamentos do
exercício profissional: Lei 7.498/86; Decreto nº 94.406/87. História de enfermagem: desenvolvimento.
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Bibliografia Básica
GELAIN, I. A ética, a bioética e os profissionais de enfermagem. 4 ed. São Paulo: EPU, 2010.
GEOVANINI, T. História da Enfermagem: versões e interpretações. Rio de Janeiro: Revinter, 2005.
LINTON, R. O Homem: uma introdução à antropologia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Bibliografia Complementar
BARBOSA, P. A. A Ética e a bioética. Brasil: CONFEF, 2006.
DAMATTA, R. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987.
ENGELHARDT JUNIOR, H. T. Fundamentos da bioética. São Paulo: Loyola, 2004.
PEIRANO, M. A Teoria Vivida: e outros ensaios de antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
RIZZOTTO, M.L.F. História da Enfermagem e sua relação com a saúde pública. Rio de Janeiro:
Revinter, 1999.
SÁ, A. L. de. Ética profissional. São Paulo: Atlas, 2010.
TAILLE, Y. de L. Moral e ética: dimensões intelectuais e afetivas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
4º SEMESTRE
GENÉTICA
Ementa
Estrutura e funcionamento dos genes normais; causas e origem das principais doenças genéticas e
cromossômicas; aplicações dos princípios da Biologia molecular no diagnóstico e tratamento das
doenças genéticas.
Bibliografia Básica
BURNS, G. W.; BOTTINO, P. J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
GRIFFTHS, AJF; WESSLER, SR; LEWONTIN, RC; GELBART, WM; SUZUKI, DT; MILLER, JH.
Introdução à genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
OTTO, P. M; OTTO, P. A; FROTA-PESSOA, O.(2004) Genética humana e clínica. São Paulo: Rocca,
2004.
Bibliografia Complementar
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JORDE, L.B. et al. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
NUSSBAUM, R. L. et all. Genética médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
PASTERNAK, J. J. Genética humana clínica. São Paulo: Manole, 2002.
PIERCE, B.A. Genética: um enfoque conceitual . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
RINGO, J. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
PSICOLOGIA APLICADA A ENFERMAGEM
Ementa
Saúde e relações mente/corpo. Concepção psicossomática do binômio saúde/doença. O papel do
enfermeiro no lidar com o doente e os mecanismos subjacentes à doença. As implicações práticas,
teóricas e éticas produzidas para a intervenção em saúde pelos conceitos de subjetividade, de
relacionamento e de comunicação, propostos pela Psicologia. Os aspectos da subjetividade relevantes
para a atuação do profissional da Enfermagem.
Bibliografia Básica
BARROS, C. S. G. Pontos de psicologia geral. São Paulo: Ática, 2007.
BOCK, A. M. B. Psicologia: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2005
SPINK, M. J. P. Psicologia social e saúde. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
Bibliografia Complementar:
DIAS, A. C. G. (org). Psicologia e saúde: pesquisas e reflexões. Santa Maria: UFSM, 2009.
GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
GESELL, A. A criança do 0 aos 5 anos. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
_________ A criança do 5 aos 10 anos. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
GRUBITS, S. Psicologia da saúde. São Paulo: Vetor, 2007.
TELES, A. X. Psicologia moderna. São Paulo: Ática, 1995.
ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL I
Ementa
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Estudo das políticas públicas brasileiras de saúde mental com ênfase na Atenção Básica. Contexto
histórico, político e assistencial de enfermagem. O Processo saúde-doença na concepção da
determinação social e da teoria existencialista. Situações de vulnerabilidade e risco. Fundamentação
teórica e assistência de enfermagem em Saúde Mental: papéis e princípios da enfermagem na saúde
mental. O processo de comunicação terapêutica e a relação ajuda. Relacionamento interpessoal.
Entrevista de ajuda baseada nos princípios da não diretividade. Noções de Trabalho em grupo. O
sofrimento mental: estress, ansiedade, síndrome depressiva, situações de crise, expectativa de vida e
auto-estima. Luto e tristeza. Saúde mental na Atenção Básica: família, populações vulneráveis.
Promoção da Saúde Mental.
Bibliografia Básica
TOWNSEND, M. C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
RIBEIRO, P.R.M. Saúde mental: dimensão histórica e pontos de atuação. São Paulo: EPU, 1996.
ROCHA, R.M. Enfermagem em saúde mental. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2005.
Bibliografia Complementar
BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2008.
PHILLIPS, Adam. Louco para ser normal. São Paulo: ZAHAR, 2008.
STEELE, C.D. Cuidados na demência: em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011.
TANSELLA, M.; THORNICROFT, G. Boas práticas em saúde mental comunitária. São Paulo:
Manole, 2009.
FARMACOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM
Ementa
Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo (agonistas colinérgicos e adrenérgicos e seus respectivos
antagonistas: anticolinesterásticos). Farmacologia do Sistema Cardiovascular (drogas anti-hipertensivas
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e glicosídeos cardiotônicos). Farmacologia do processo inflamatório e drogas antiinflamatórias, tais
como glicorticóides e antiinflamatórios não esteroidais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATSUNG, B.G. Farmacologia: básica e clínica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
HOWLAND, R.D. ; MYCEK,M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EQUIPE LIPPICOTT WILLIAMS & WILKINS. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
BRUNTON, L.L.; LAZO, J.S.; PARKER, K.L. (editores). Goodman & Gilman’s: as bases
farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
RANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul,
2009.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Ementa
Princípios e cuidados na coleta de exames laboratoriais: urina, fezes, sangue, escarro, secreções.
Cuidado perioperatório. Ressucitação. Assistência de enfermagem em nível primário, secundário e
terciário em nível hospitalar desenvolvendo atividades de acordo com os conhecimentos adquiridos em
Semiologia e Semiotécnica I e II, farmacologia e farmacologia aplicada a enfermagem.
Bibliografia Básica
ATKINSON, L. D.; MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de
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Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
Bibliografia Complementar
BICKLEY, L. S.; SZILAGY, P. Bates: propedêutica médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
MEEKER, M. H. ROTHROCK, J. C. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
POTTER, P.; PERRY, G. O grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo, 2005.
SILVA, S.C. da; SIQUEIRA, I.L.C.P. de; SANTOS, A.E. dos. Procedimentos básicos. São Paulo:
Atheneu, 2008.
VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul,
2008.
ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO
Ementa
Unidade de Centro Cirúrgico, Recuperação Pós-Anestésica; Infecção Hospitalar; conceitos e práticas
assistenciais. Centro cirúrgico: Evolução histórica da cirurgia. Caracterização do paciente cirúrgico.
Ambiente Cirúrgico: dependências básicas; materiais e equipamentos.
Bibliografia Básica
POSSARI, J. F. Centro cirúrgico: planejamento, organização e gestão. 5. ed. São Paulo: Iátria, 2011.
SANTOS, N. C. M. Centro cirúrgico e os cuidados de enfermagem. 6 ed. São Paulo: Iátria, 2010.
SILVA, M. A . Enfermagem em unidade de centro cirúrgico. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2006.
Bibliografia Complementar
BONFIM, I.M.; MALAGUTTI, W.(orgs). Enfermagem em centro cirúrgico. 2 ed. São Paulo:
Martinari, 2011.
CARVALHO, R. de; BIANCHI, E. R. F.(orgs). Enfermagem em centro cirúrgico e recuperação. São
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Paulo: Manole, 2010.
FIGUEIREDO, N.N.A. de; LEITE, J.L.; MACHADO, W.C.A. Centro cirúrgico: atuação, internação e
cuidados. 2 ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011.
MEEKER, M. H. ROTHROCK, J. C. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
SAMAMA, G. Enfermagem em centro cirúrgico. V1. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2004.
SAMAMA, G. Enfermagem em centro cirúrgico. V2. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2005.
EPIDEMIOLOGIA
Ementa
Epidemiologia descritiva. Caracteres e estrutura epidemiológica. Epidemias e vigilância epidemiológica.
Epidemiologia analítica; método epidemiológico. Ações de educação em saúde para a formação da
consciência sanitária, social e política da população.
Bibliografia Básica
ALMEIDA FILHO, N. de; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. 2. ed. São Paulo; Santos,
2010.
FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
Bibliografia Complementar
BENSENOR, I.M.; LOTUFO, P.A. Epidemiologia: abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2011.
FRANCO, L.J.; PASSOS, A.D.C. (orgs). Fundamentos de epidemiologia. São Paulo: Manole, 2010.
GREENLAND, S.; LASH, T.L.; ROTHAMAN, K.J. Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011.
HERMANN, H.; PEGORARO, A. S. Enfermagem em doenças transmissíveis. São Paulo: EPU. 2006.
PEREIRA, M.G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
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5º SEMESTRE
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Ementa
Estatuto da criança e do adolescente. Crescimento e desenvolvimento infanto-juvenil afetado pelo
processo saúde-doença mais comuns na infância e adolescência. Atendimento a família; orientações
preventivas e a utilização da recreação e do preparo da criança para situações traumatizantes.
Hospitalização: tipos de abordagens. Problemática da hospitalização: aspectos psicológicos. Segurança e
controle da infecção durante a hospitalização. Admissão. Sistematização da assistência de enfermagem.
Bibliografia Básica
BORGES, A.L.V.; FUJIMORI,E.(orgs). Enfermagem e a saúde do adolescente na atenção básica.
São Paulo: Manole 2009.
GIRIBELA, F. et all. Terapêutica em pediatria. São Paulo: Manole, 2010.
LA TORRE, F. P. F. et all. Emergências em pediatria: protocolos da Santa Casa. São Paulo: Manole,
2011.
Bibliografia Complementar
EQUIPE LIPPICOTT. Williams & Wilkins: enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
FUJIMORI, E.; OHARA, C.V. da S. (orgs). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. São
Paulo: Manole, 2009.
MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo:
Atheneu, 2008
OLIVEIRA, B.R.G. de. Manual de enfermagem em pediatria. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2010.
REIS, M.C. dos; ZAMBON, M.P. Manual de urgências e emergências em pediatria. 2 ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2010.
SCHVASTSMAN, C.R.; GORETE, A.; FARHAT, S.C.L.S. Pronto socorro. São Paulo: Manole.
SPRING HOUSE CORPORATION. Enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
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INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO
Ementa
Introdução à administração Hospitalar. Teorias administrativas e os serviços; Estrutura organizacional e
os serviços; Planejamento em instituições de saúde; Métodos e processos; Marketing Hospitalar;
Métodos de qualidade; processo de avaliação: infecção hospitalar, ítem de controle de qualidade.
Administração de recursos humanos; Administração de recursos físicos; Sistema de saúde e Sistema
Único de Saúde; Administração dos serviços de prontuário; Auditoria e avaliação em saúde;
Administração do serviço de higiene e lavanderia; Administração do serviço de nutrição e dietética;
Administração de materiais; Administração financeira e orçamentária e tributária e ética, bioética e
Legislação.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
KURCGANT, P.
Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
Bibliografia Complementar
FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991.
MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2011.
VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA
Ementa
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Competências de Enfermagem em saúde pública. Programa Viva Vida. Programa de Tubercolose.
Programa de Hanseníase.Teste do pezinho/orelhinha. Programa de Medicamentos excepcionais.
Programa de imunização. Educação em saúde. Programa de Saúde da família como estratégia de
mudança no modelo assistencial no Estado de Minas Gerais: Planejamento de Estratégias e ações; A
equipe: composição e atribuições; Competência no nível Central; regional, municipal. Educação como
estratégia de mudanças individuais e coletivas. Técnicas de abordagem em educação individual e
coletiva.
Bibliografia Básica
FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis,
2008.
FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde
pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e
soluções. São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo:
Manole, 2010.
CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.
FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora,
2008.
PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP,
2006.
MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009.
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Ementa
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Estudo da sistematização da assistência da Enfermagem centrada na compreensão do indivíduo, família
e comunidade. Consulta de enfermagem: cuidar/cuidado; estudos dos procedimentos e técnicas para
elaboração dos diagnósticos de enfermagem, planejamento, prescrição de enfermagem, implementação e
avaliação no plano de cuidados.
Bibliografia Básica
ATKINSON, L. D.;MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem: introdução ao processo de
enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
CARPENITO- MOYET,L. J. Manual de diagnósticos de enfermagem. 13. ed. Porto Alegre: Artmed,
2011.
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações
2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar
CARPENITO- MOYET,L. J. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 13. ed . Porto
Alegre: Artmed, 2011.
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
LEFEVRE, R.A. Aplicação do processo de enfermagem: uma ferramenta para o pensamento crítico. 7.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL II
Ementa
Aspectos epidemiológicos dos transtornos mentais e comportamentais. Semiologia psiquiátrica.
Processo de Enfermagem em Saúde Mental e em Psiquiatria. Transtornos Mentais e comportamentais
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com ênfase na assistência de enfermagem. Tratamento com as psicoterapias e psicofarmacologia.
Psicofármacos. Psiquiatria no Hospital Geral.
Bibliografia Básica
TOWNSEND, M. C. Enfermagem psiquiátrica: conceitos de cuidados. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011.
RIBEIRO, P.R.M. Saúde mental: dimensão histórica e pontos de atuação. São Paulo: EPU, 1996.
ROCHA, R.M. Enfermagem em saúde mental. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2005.
Bibliografia Complementar
BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental. 5 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. Porto Alegre:
Artes Médicas, 2008.
PHILLIPS, Adam. Louco para ser normal. São Paulo: ZAHAR, 2008.
TANSELLA, M.; THORNICROFT, G. Boas práticas em saúde mental comunitária. São Paulo:
Manole, 2009.
STEELE, C.D. Cuidados na demência: em enfermagem. Porto Alegre: AMGH, 2011
6º SEMESTRE
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DO ADULTO I
Ementa
Disciplina teórica que aborda os cuidados de enfermagem sistematizados aos usuários do sistema de
saúde com disfunções cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, renais e urinárias, endócrinas,
gastrintestinais
e multissistêmicos. Inclui a família e a comunidade em
seus aspectos
técnicohumanísticos.
Bibliografia Básica
BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo:
Manole, 2006.
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POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo,
2005.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações
2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul,
2008.
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DO IDOSO
Ementa
Introdução ao estudo do envelhecimento e da velhice. Planejamento e adaptação do Ambiente para
pessoas idosas. Imunização do idoso. Fisiologia do envelhecimento. Patologias mais incidentes no
idoso. Política de atenção ao idoso. O idoso e a família, religiosidade e espiritualidade. Afetividade,
intimidade e sexualidade na velhice. Violência, negligência e maus tratos contra o idoso.
Bibliografia Básica
CENDOROGLO, M.S.; RAMOS, L.R. Guia de geriatria e gerontologia. 2. ed. São Paulo: Manole,
2011.
DOMINGUES, M. A.; LEMOS, N.D.(coords). Gerontologia: os desafios nos diversos cenários de
atenção. São Paulo: Manole, 2010.
PAPALÉO NETTO, M. Gerontologia. São Paulo: Atheneu, 2010.
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Bibliografia Complementar
ELIOPOULOS, C. Enfermagem gerontológica. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
FREITAS, E V; et al. Tratado de geriatria e gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011.
GURIENTO, M.E.; NERI, A.L. (orgs). Assistência ambulatorial ao idoso. Campinas,SP: Alínea, 2010.
LOURENÇO, R.; VERAS, R. Formação humana em geriatria e gerontologia: uma perspectiva
interdisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: DOC, 2010.
TONINI, T.; FIGUEIREDO, N. M.A de (orgs). Gerontologia: atuação da enfermagem no processo de
envelhecimento. São Caetano do Sul: Yendis, 2008.
PLANEJAMENTO E GESTÃO EM ENFERMAGEM I
Histórico das teorias administrativas, aplicadas ao serviço de Enfermagem, qualidade do trabalho
administrativo nas unidades hospitalares e rede básica de saúde, desempenho da prática da assistência de
acordo com as necessidades do cliente e a satisfação de todos os membros que atuam nesse
contexto.Aspectos administrativos na Sistematização da Assistência de Enfermagem. Modalidades de
prestação de assistência. Sistema de comunicação para a educação em saúde a clientes e familiares.
Relações interpessoais. Liderança. Política pessoal e dimensionamento de recursos humanos de
Enfermagem. Desempenho funcional. Gerenciamento da Assistência de Enfermagem e Avaliação.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
KURCGANT, P.
Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
Bibliografia Complementar
FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991.
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MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 6. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2011.
VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS
Ementa
Interpretação de resultados de exames laboratoriais relacionados com o metabolismo da glicose, das
lipoproteínas, hematológicos e urinários. Balanço hidroeletrolítico e dosagens de eletrólitos. Provas das
funções, renal e hepática, assim como distúrbios ácidos-básicos.
Bibliografia Básica
FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos.
8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
LORENZI, T.F. et al. Manual de hematologia: propedêutica e clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
WALLACH, J. Interpretação de exames laboratoriais. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2011.
Bibliografia Complementar
BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole,
2003.
FERREIRA, W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: das principais doenças infecciosoas e autoimunes. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
MOTTA, V. T. Bioquímica clínica para o laboratório. 5..ed. Rio de Janeiro: Medbook, 2009. LIMA,
A.O. et al. Métodos de laboratório aplicados à clínica: técnica e interpretação. 8. ed. Guanabara
Koogan, 2010.
MARINHO, R. de C. Manual de práticas e assistência de enfermagem no setor de diagnóstico por
imagem. São Paulo: Látria, 2010.
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SACKHEIM, G.I.; Lehman, D. D. Química e bioquímica para ciências biomédicas. São Paulo:
Manole, 2001.
NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM
Ementa
Alimentação para manutenção da saúde e prevenção de doença no atendimento ao ciclo vital. Conceitos
dos nutrientes através dos alimentos, seu papel e necessidades de acordo com as faixas etárias. Papel do
enfermeiro na equipe multidisciplinar com foco na Dietoterapia.
Bibliografia Básica
LEÃO, L. S. C. de S.; GOMES, M. do C. R. Manual de nutrição clínica: para atendimento
ambulatorial do adulto. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2007.
ORNELLAS, L. H. Técnica Dietética: seleção e preparo de alimentos. 8. ed. São Paulo: Atheneu,
2007.
PHILIPPI, S. T. Nutrição e técnica dietética. 2. ed. São Paulo: Manole, 2006.
Bibliografia Complementar
ASSIS, F. de; VASCONCELOS, G. de Avaliação Nutricional de Coletividades. 4 ed. Florianópolis:
UFSC, 2008.
COZZOLINO, S. M. F. Biodisponibilidade de Nutrientes. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007.
CUPPARI, L.(coord.). Nutrição: nutrição clínica no adulto. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007
FISBERG, R. M. et all. Inquéritos Alimentares – métodos e bases científicos. São Paulo: Manole,
2005.
FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos. 9 ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
MAHAN, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição & dietoterapia. 11 ed. São Paulo: Roca,
2005.
NEPA-UNICAMP. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos. 2 ed. Campinas: NEPAUNICAMP, 2006.
PALMA, D.;ESCRIVÃO, M.A.M.S.; OLIVEIRA, F.L.C. Nutrição clínica: na infância e na
adolescência. São Paulo: Manole, 2009.
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SHILS, M.E. et al. (editores). Nutrição moderna: na saúde e na doença. 10. ed. São Paulo: Manole,
2009.
SILVA, S.M.C.S. da; MURA, J.D.P. Tratado de alimentação, nutrição & dietoterapia. 2 ed. São
Paulo: Roca 2011.
WAITZBERG, D.L.; DIAS, M.C.G. Guia básico de terapia nutricional: manual de boas práticas. 2
ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
WAITZBERG, D.L.Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica.v1 e v2. 4. ed. São
Paulo:Atheneu, 2009.
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER I
Ementa
Conceitos fundamentais da mulher durante pré-natal e a gestação; contendo os seguintes tópicos:
diagnóstico de gravidez, modificações gravídicas, assistência pré-natal. Ações preventivas e educativas
durante o ciclo gravídico-puerperal. Assistência humanizada à gestante, parturiente, puérpera e recémnascido. Causas de morbimortalidade obstétricas mais freqüentes. Diretrizes do Programa de Atenção
Integral à Saúde da Mulher (PAISM). Planejamento familiar. Evolução genital da mulher. Controle das
afecções ginecológicas. Câncer ginecológico e doenças sexualmente transmissíveis. Base conceitual da
neonatologia e a prática assistencial de enfermagem ao recém nascido normal, de risco e patológico.
Atendimento à mulher e ao recém nascido em alojamento conjunto.
Bibliografia Básica
BARROS, S. M. Enfermagem obstétrica e ginecológica. 2. ed. São Paulo: Rocca, 2009.
CABRAL, A. C. V. et all. Guia de bolso de obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2010.
LEVENO, K. J.; ISLABÃO, A. G. Manual de obstetrícia de Willian: complicações na gestação. 22.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, G. M. de. Enfermagem em obstetrícia. 3. ed. São Paulo: EPU, 2007.
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
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MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo:
Atheneu, 2008.
MARBA, S.T.M.; MEZZACAPPA FILHO, F. Manual de neonatologia UNICAMP: CAISM – Centro
de Atenção Integral à Saúde da Mulher. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
SILVA, G. T. R.; ALBUQUERQUE, R. S. Enfermagem obstétrica. São Paulo: Martinari, 2006.
7º SEMESTRE
ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA
Ementa
Sistematização da assistência de Enfermagem, ao paciente em UTI. Cuidados aos pacientes gravemente
enfermos. Aspectos organiacionais em Unidade de Terapia Intensiva. Drogas Vasoativas. Suporte
mecânico da circulação. Ventilação mecânica. Monitorização Hemodinâmica Invasiva (Pressão venosa
central, Monitorização da pressão da artéria pulmonar). Monitorização Hemodinâmica não invasiva.
Avaliação neurológica do Paciente inconsciente em Unidade de Terapia Intensiva. Infecções
Hospitalares em Terapia Intensiva.
Bibliografia Básica
KIMURA, H. M.; DELGADO, A.F.; TROSTER, E.J. Terapia intensiva. São Paulo: Manole, 2010.
KROGER, M. M. A. et all. Enfermagem em terapia Intensiva: do ambiente da unidade à assistência
ao paciente. São Paulo: Martinari, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, C. R. R. Situações extremas em terapia intensiva. São Paulo: Manole, 2010.
CINTRA, E. A.; NISHIDE, V. M.; NUNES, W. A. Assistência de enfermagem ao paciente
gravemente enfermo. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2011.
IRVIN, R. S.; RIPPE, J. M. Terapia intensiva. V1 e V2. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
MARTINS, H. S, et al. Emergências clínicas: abordagem prática. 6. ed. Barueri: Manole, 2011.
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MORTON, P. G.; FONTAINE, D. K. Cuidados críticos de enfermagem. 9. ed. São Paulo: Guanabara
Koogan, 2011.
ENFERMAGEM NO PROCESSO EM CUIDAR EM SITUAÇÕES DE URGÊNCIA
Ementa
Sistematização da assistência de Enfermagem, ao paciente crítico, a aplicação na promoção, proteção e
reabilitação destes. Cuidados aos pacientes/vítimas acometidos de distúrbios clínicos, disfunções,
traumatismos no âmbito das emergências/urgências clínicas e cirúrgicas.
Bibliografia Básica
BERGERON, J. D. et al. Primeiros socorros. São Paulo: Atheneu, 2007.
PIRES, M. T. B.; STARLING, S. V. Manual de urgência em pronto socorro. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
CINTRA, E. A. et al. Assistência de enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2. ed. São Paulo:
Atheneu, 2005.
FALCÃO, L.F. dos R.; BRANDÃO, J.C.M. Primeiros socorros. São Paulo: Martinari, 2010.
FORTES, J.I. Enfermagem em emergências. 2. ed. São Paulo: EPU, 2008.
MARTINS, H. S. et al. Emergências clínicas: abordagem prática. 6. ed. Barueri: Manole, 2011.
MORTON, P.G.; FONTAINE, D.K. Cuidados críticos de enfermagem: uma abordagem holística. 9.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO
Ementa
Papel do enfermeiro no planejamento e gerenciamento do Centro de Material e Esterilização.
Organização do material. Os métodos e processos de proteção antiinfecciosa, limpeza e desinfecção de
artigos e áreas hospitalares e esterilização de artigos em unidades de saúde.
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Bibliografia Básica
MOURA, M. L. P. A. Enfermagem em centro de material e esterilização. 10. ed. São Paulo: Senac,.
2007.
POSSARI, João Francisco. Centro de material e esterilização. 4. ed. São Paulo: Iátria, 2010.
GRAZIANO, K. U; SILVA, A.; PSALTIKIDIS, E.M. (orgs). Enfermagem em centro de material e
esterilização. São Paulo: Manole, 2011.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA FILHO, N. de; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à epidemiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
BEAGLEHOLE, R.; BONITA, R.; KJELLSTRÖM, T. Epidemiologia básica. 2. ed. São Paulo; Santos,
2010.
COUTO, R. C.; PEDROSA, T. M. G. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia,
controle e terapêutica. 2 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2009.
COUTO, R. C; PEDROSA, T. M. G; NOGUEIRA, J. M.; AMARAL, D.B. do. Infecções hospitalares:
e outras complicações não infecciosas da doença. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
LIMA, M.V.R. Condutas em controle de infecção hospitalar: uma abordagem simplificada. São
Paulo: Iátria, 2007.
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DO ADULTO II
Ementa
Assistência de enfermagem à pacientes com distúrbios metabólicos, endócrinos, renais e portadores de
câncer.
Bibliografia Básica
BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo:
Manole, 2006.
POTTER, P. & PERRY, G. O Grande tratado de enfermagem prática. 3. ed. São Paulo. Tempo,
2005.
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SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
DOENGES, M E. et all. Diagnósticos de enfermagem: intervenções, prioridades, fundamentos. 10.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificações
2009-2011. Porto Alegre: Artmed, 2010.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
VIANA, D. L. Manual de cálculo e administração de medicamentos. 3. ed. São Caetano do Sul,
2008.
PLANEJAMENTO E GESTÃO EM ENFERMAGEM II
Ementa
Filosofia do Serviço de Enfermagem; Sistemas de Comunicação e Informação do Serviço de
Enfermagem;Supervisão em Enfermagem; Implicações Administrativas, Disciplinares e Penais;
Planejamento da Assistência de Enfermagem; Habilidades Gerenciais; Tomada de Decisão; Ética e
Gerenciamento em Enfermagem; Auditoria em Enfermagem;Gerenciamento de Recursos Materiais em
Enfermagem;Dimensionamento do Pessoal de Enfermagem;Recrutamento, Seleção e Treinamento de
Pessoal de Enfermagem; Educação Permanente; Legislação Trabalhista; Escala de Enfermagem.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2011.
KURCGANT, P.
Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MALAGON-LONDONO, G. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
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Bibliografia Complementar
FONTINELLE JUNIOR, K. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
KURCGANT, P. Administração em enfermagem. São Paulo: EPU, 1991.
MARQUIS, B. L; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem. 6. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2011.
VECINA NETO, G.; MALIK, A.M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
ENFERMAGEM NO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE DA MULHER II
Ementa
Humanização na Assistência obstétrica. Legislação em Obstetrícia. Período intrapartal. Assistência ao
parto e puerpério. Complicações no puerpério. Assistência ao binômio mãe-filho durante o trabalho de
parto e puerpério.
Bibliografia Básica
BARROS, S. M. Enfermagem obstétrica e ginecológica. 2. ed. São Paulo: Rocca, 2009.
CABRAL, A. C. V. et all. Guia de bolso de obstetrícia. São Paulo: Atheneu, 2010.
LEVENO, K. J.; ISLABÃO, A. G. Manual de obstetrícia de Willian: complicações na gestação. 22.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, G. M. de. Enfermagem em obstetrícia. 3. ed. São Paulo: EPU, 2007.
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010
MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo:
Atheneu, 2008.
MARBA, S.T.M. Manual de neonatologia UNICAMP: CAISM – Centro de Atenção Integral à Saúse
da Mulher. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2009.
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SILVA, G. T. R.; ALBUQUERQUE, R. S. Enfermagem obstétrica. São Paulo: Martinari, 2006.
8º SEMESTRE
ENFERMAGEM NEONATAL E PEDIÁTRICA
Ementa
Estudo dos cuidados ao neonato e à criança e ao adolescente hospitalizados, tendo como enfoque o
vínculo do binômio mãe/filho, prevenção e detecção de possíveis intercorrências neste período. Ênfase
ao processo de saúde e doença, crescimento e desenvolvimento, ao processo de enfermagem e na família
como unidade de cuidado.
Bibliografia Básica
CARVALHO, G. M. de et all. Diagnósticos e intervenções de enfermagem em ginecologia,
obstetrícia e neonatologia. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
GIRIBELA, F. et all. Terapêutica em pediatria. São Paulo: Manole, 2009.
VAZ, F.A.C.; DINIZ, E.M. de A.; CECCON, M.E.J.R.; KREBS, V.L.J. Neonatologia. São Paulo:
Manole, 2010.
Bibliografia Complementar
EQUIPE LIPPICOTT. Williams & Wilkins: enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
FUJIMORI, E.; OHARA, C.V. da S. (orgs). Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. São
Paulo: Manole, 2009.
LA TORRE, F. P. F. et all. Emergências em pediatria: protocolos da Santa Casa. São Paulo: Manole,
2011.
MAGALHÃES, M.; RODRIGUES, F. P. M. Normas e condutas em neonatologia. São Paulo:
Atheneu, 2008.
OLIVEIRA, B.R.G. de. Manual de enfermagem em pediatria. 2. ed. São Paulo: AB Editora, 2010.
REIS, M.C. dos; ZAMBON, M.P. Manual de urgências e emergências em pediatria. 2 ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2010.
SPRING HOUSE CORPORATION. Enfermagem pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
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2006.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Ementa
Elaboração do projeto de pesquisa tendo como base o rigor metodológico. Apresenta a pesquisa
científica sob orientação metodológica.
Bibliografia Básica
MARCONI, M. A. ; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 2007.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.
Bibliografia Complementar
ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 .
MARTINS , Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São
Paulo. Atlas, 2007.
NETO, Alvim Antônio de Oliveira. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a
apresentação de trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005.
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras
Novas, 2003.
ADMINISTRAÇÃO EM REDE BÁSICA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE I
Ementa
Reflexão sobre a estrutura organizacional do SUS. Conhecimento dos aspectos organizacionais do
Sistema Municipal de Saúde e Atenção Básica dos Serviços de Saúde até os níveis de atenção
secundária e terciária. Rede de complexidade da prestação dos serviços de saúde. Gestão da Clínica.
Organização da articulação do Sistema de Saúde segundo os parâmetros epidemiológicos da área de
atuação e discussão do papel do enfermeiro na assistência integrada e gerencial do SUS.
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Bibliografia Básica
Bibliografia Básica
BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (organizadoras). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo:
Manole, 2006.
FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde
pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e
soluções. São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011.
CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.
FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis,
2008.
MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009.
PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP,
2006..
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
FUNDAMENTOS DA PRÁTICA EDUCATIVA
Ementa
Métodos educacionais, recursos e avaliação. Serviços de Educação Continuada. Práticas educativas em
saúde e o papel educativo do Enfermeiro. Formação educativa e atividades dos profissionais da área de
Enfermagem.
Bibliografia Básica
BORDENAVE, J.D.; PEREIRA, A.M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 30. ed. Petrópolis:
Vozes, 2010.
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DEMO, P. Princípio científico e educativo. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática pedagógica. 23 ed. Rio de Janeiro:
Paz e Terra, 1996.
Bibliografia Complementar
BLASTABLE, S.B. O enfermeiro como educador: princípios de ensino-aprendizagem para a prática
da enfermagem. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
MELLO, Guiomar N. Cidadania e competitividade: desafios educacionais do terceiro milênio. 7 ed.
São Paulo: Cortez, 1998.
MIZUKAMI, M. da G. N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.
VIANA, D.L. (org). Curso didático de enfermagem: livro do professor. São Caetano do Sul, SP:
Yendis, 2010.
TÓPICOS ESPECIAIS EM CURATIVO
Ementa
Utilização adequada de meios e coberturas adequadas para prevenção e o tratamento de lesões
cutâneas.Histofisiologia da pele , processo de cicatrização,classificação das feridas e fatores adversos à
cicatrização, ambiente favorável a cicatrização,meio úmido X meio seco. Avaliação da ferida.
Desbridamento
de
feridas:
cortante,
cirúrgico,
autolítico,enzimático,
osmótico.Limpeza
de
feridas.Competência ético-legal do enfermeiro na avaliação e tratamento de feridas.Úlceras por
pressão,Úlceras
diabéticas,Úlceras
vasculogênicas,
Feridas oncológicas,ostomias.Feridas cirúrgicas.Tratamento através de oxigênio hiperbárico como
coadjuvante no tratamento de feridas (indicações e contra-indicações).
Bibliografia básica
ELSTON, D.; SCEMONS, D. Cuidados com feridas: em enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 2011.
RIBEIRO, A. G.; SANDERBERG, L. M. ; SANDERBERG, J.A. G. N. Tratamento de feridas. São
Paulo: AB Editora, 2004.
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SILVA, R.C. L. da; FIGUEIREDO, N.M.A. de; MEIRELES, I.B. Feridas: fundamentos e atualizações
em enfermagem. 3 ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2011.
Bibliografia complementar:
BALAN, M. Guia terapêutico para tratamento de feridas. São Paulo: Difusão, 2006.
DEALEY, C. Cuidando de feridas: um guia prático para as enfermeiras. 3. ed. São Paulo: Atheneu,
2008.
GUIMARÃES, M.C. Feridas e curativos: uma forma simples e prática de tratar. Rio de Janeiro: Rubio,
2011.
GUYTON, A.C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan, 1998.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS
Ementa
A importância epidemiológica no controle das doenças transmissíveis. Conhecimentos e procedimentos
para a sistematização da assistência de enfermagem no processo saúde – doença na área de infectologia.
Processo saúde-doença. Controle das doenças sexualmente transmissíveis.
Bibliografia Básica
ARONE, E.M.; PHILIPPI, M.L. dos S. Enfermagem em doenças transmissíveis. 11. ed. São Paulo:
SENAC, 2008.
COLOMBRINI, M.R.C.; FIGUEIREDO, R.M.de; MARCHIORI, A.G. Enfermagem em infectologia:
cuidados com o paciente internado. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S.W. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
Bibliografia Complementar
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AGUIAR, Z.N.; RIBEIRO, M.C.S. (orgs). Vigilância e controle das doenças transmissíveis. 3 ed. São
Paulo: Martinari, 2009.
BENSENOR, I.M.; LOTUFO, P.A. Epidemiologia: abordagem prática. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2011.
CHIN, J. et al Manual de controle das doenças transmissíveis. 17. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GREENLAND, S.; LASH, T.L.; ROTHAMAN, K.J. Epidemiologia moderna. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2011.
HERMANN, H.; PEGORARO, A. S. Enfermagem em doenças transmissíveis. São Paulo: EPU. 2006.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Ementa
Aplicação do conhecimento adquirido durante a formação, em todo o processo vital do indivíduo,
considerando suas diversas dimensões, sejam bio-psico-social-espiritual.
Bibliografia Básica
SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo:
Yendis. 2010.
SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3.
ed. São Paulo: Martinari, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos.
8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011.
SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001.
TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
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9º SEMESTRE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Ementa
Elaboração da monografia de conclusão do curso pela realização do projeto de pesquisa. Apresentação
escrita e oral.
Bibliografia Básica
MARCONI, M. A. ; LAKATOS, E. M. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. RUDIO,
F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1986..
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
Bibliografia Complementar
ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007 .
MARTINS , G. de A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São Paulo.
Atlas, 2007.
NETO, A. A. de O. Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de
trabalhos acadêmicos. Florianópolis: Visual Books, 2005.
RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SOUZA, J. V. Manual para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. São Paulo: Letras
Novas, 2003.
ENFERMAGEM EM SAÚDE DA FAMÍLIA
Ementa
Princípios do PSF. Resolução 1794, Resolução 846. NASF. Constituição e Atribuição dos membros da
equipe de PSF. Protocolos em PSF. Classificação de risco das Famílias em PSF. Genograma.
Acolhimento de risco em Atenção Básica. Mapeamento e cadastramento de famílias. Mapeamento de
risco. Grupos operativos.
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Bibliografia Básica
FIGUEIREDO, NMA. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Difusão
Enfermagem, 2005.
OHARA, E.C.C.; SAITO, R.X. de S. Saúde da família: considerações teóricas e aplicabilidade. 2. ed.
São Paulo: Martinari, 2010.
SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e soluções.
São Paulo: Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMARAL, J.J.G. do; BARACAT, E.C.; SILVA, L. da. Atualização em saúde da família. São Paulo:
Manole, 2010.
COHN, A. (org). Saúde da família e SUS: convergências e dissonâncias. Rio de Janeiro: Beco do
Azougue; São Paulo: CEDEC, 2009.
FONTINELE JUNIOR, K. Programa saúde da família: PSF comentado. 2. ed. São Paulo: AB Editora,
2008.
PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP,
2006.
MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009.
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
ADMINISTRAÇÃO EM REDE BÁSICA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE II
Ementa
Conhecimentos básicos sobre os modelos de gestão do SUS, territorialização e Programa Saúde da
Família como estratégias de descentralização organizativa, administrativa e financeira do SUS. Atenção
aos Programas de ação em nível de referência primária nas áreas de Dermatologia e Pneumologia
sanitárias, Imunização, DST/AIDS, Saúde do Idoso e Saúde do Trabalhador.
Bibliografia Básica
BRÊTAS, A.C.P.; GAMBA, M.A. (orgs). Enfermagem e saúde do adulto. São Paulo: Manole, 2006.
FIGUEIREDO, N. M. A. de ; TONINI, D. (orgs). SUS e PSF: práticas para o cuidado em saúde
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pública. São Caetano do Sul: Yendis, 2010.
SANTOS, I. dos. Enfermagem e campos de prática em saúde coletiva: realidade, questões e
soluções. São Paulo: Atheneu, 2008.
Bibliografia Complementar
AGUIAR, Z.N. SUS (Sistema Único de Saúde). São Paulo: Martinari, 2011.
CAMPOS, G.W. de S. et all (orgs). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.
FIGUEIREDO, N. M. A. de. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul: Yendis,
2008.
MATTOS, T.M. et al. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 2009.
PATRÍCIO, Z. M.; GRISOTTI, M. A Saúde coletiva: entre discursos e práticas. São Paulo: FAPESP,
2006.
ROCHA, A. A.; CESAR, C. L. G. Saúde pública: bases conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
INGLÊS INSTRUMENTAL
Ementa
Capacitar o aluno, através de estratégias e técnicas de leitura, num período curto de tempo, a ler e
compreender textos em inglês, específicos da sua área de atuação. Desenvolver a autonomia do aluno na
consulta de literaturas específicas de sua área de atuação.
Bibliografia Básica
MURPHY.R. English Grammar in use. Cambridge, 2003.
RICHARDS, J.C. New Interchange – English for International Communications. Cambridge, 2002.
TORRES.N. Gramática Prática da Língua Inglesa: o inglês descomplicado. 9º ed.São Paulo:
Saraiva, 2004.
Bibliografia complementar:
HORNBY, A.S. Oxford Advanced Learner’s Dictionary of Current English. Oxford, 2005.
DIXON, R. J. Graded Exercises in English. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1998.
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Av. Dr. Athaíde Pereira de Souza, n.º 730 – 37750-000 – Machado-MG – Tel-(35) 3295-9500
RICHARD, Jack. New Interchange. Cambridge: University Press, 2003.
SCHOEMBERG, I. E. Foccus on Grammar: A Basic Course off reference and practice. New York:
Addison-Wesley, 1994.
SELLEN, D. Grammar World. São Paulo: SBS, 2000.
INFORMÁTICA
Ementa
Recursos da informática: multimídia. Análise estatística de dados e uso da internet. Sistemas de
informação, a comunicação e a avaliação de dados em geral e aplicação na saúde.
Bibliografia Básica
CAPRON, H. L.; JOHSON, J. A. Introdução à informática. 8. ed. São Paulo: Prentence Hall, 2004.
NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 2007.
OLIVEIRA, R. Informática educativa: dos planos e discursos a sala de aula. Campinas: Papirus,
2007.
Bibliografia Complementar
COOPER, B. Como pesquisar na internet. São Paulo: Publifolha, 2002.
MANZANO, A. L. N. G. Estudo dirigido: Microsoft Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004.
SANTANA FILHO, O. V. Introdução à internet: tudo o que você precisa saber para navegar bem na
rede. São Paulo: SENAC, 2006.
STAIR, R. M.e REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. 9. ed. Rio de Janeiro:
Cengage, 2010.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. São Paulo: Campus. 2004.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
Ementa
Estratégias situacionais em que o aluno possa experienciar a troca de realidades e vivências do ser
enfermeiro em sua totalidade e com autonomia dentro do processo ensino-aprendizagem. Oportunidade
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ao aluno para reconhecer sua identidade profissional, sob a forma de treinamento prático,
aperfeiçoamento técnico-científico, cultural e de relacionamento humano.
Bibliografia Básica
SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo:
Yendis. 2010.
SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3.
ed. São Paulo: Martinari, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
FISCHBACH, F.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos.
8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011.
SANTOS, V. E. P dos. Estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2006.
SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001.
TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
10º SEMESTRE
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO III
Ementa
Elaboração da monografia de conclusão do curso pela realização do projeto de pesquisa. Apresentação
escrita e oral.
Bibliografia Básica
CAPRON, H. L.; JOHSON, J. A. Introdução à informática. 8 ed. São paulo: Prentence Hall, 2004.
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NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 2007.
OLIVEIRA, R. Informática educativa: dos planos e discursos a sala de aula. Campinas: Papirus,
2007.
Bibliografia Complementar
COOPER, B. Como pesquisar na internet. São Paulo: Publifolha, 2002.
MANZANO, A. L. N. G. Estudo dirigido: Microsoft Office Excel 2003. São Paulo: Érica, 2004
SANTANA FILHO, O. V. Introdução à internet: tudo o que você precisa saber para navegar bem na
rede. São Paulo: SENAC, 2006.
STAIR, R. M.e REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação. 9 ed. Rio de Janeiro:
Cengage, 2010.
VELLOSO, F. C. Informática: conceitos básicos. 4. ed. São Paulo: Campus, 2004.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
Ementa
Estratégias situacionais em que o aluno possa experienciar a troca de realidades e vivências do ser
enfermeiro em sua totalidade e com autonomia dentro do processo ensino-aprendizagem. Oportunidade
ao aluno para reconhecer sua identidade profissional, sob a forma de treinamento prático,
aperfeiçoamento técnico-científico, cultural e de relacionamento humano.
Bibliografia Básica
SANTOS, V. E. P. et al. Fundamentos e práticas para estágio em enfermagem. 4 ed. São Paulo:
Yendis. 2010.
SILVA, M.T. da; SILVA, S.R.L.P. T. da. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. 3.
ed. São Paulo: Martinari, 2010.
SMELTEZER, S. C., BARE, G.G. Tratado de enfermagem médico cirúrgico. V1 e V2. 11. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Bibliografia Complementar
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FISCHBACH, F. T.; DUNNING III, M.B. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e
diagnósticos. 7. ed. Rio de Janeiro:Guanabara, 2010.
NETTINA, Sandra. Prática de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2011.
PORTELA, C. R et al. Manual de consultas para estágio em enfermagem. São Paulo: Yendis, 2011.
SWEARINGEN, P.L.& HOWARD, C.A. Atlas fotográfico de procedimentos de enfermagem. 3. ed.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2001.
TIMBY, Barbara K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
6. Metodologia
6.1. Aspectos Gerais
O curso assenta-se numa pedagogia de concepção mais crítica sobre as relações existentes entre
educação, sociedade e trabalho, que possibilite:
•
despertar o interesse e o gosto pela área da enfermagem de modo a possibilitar uma
aprendizagem significativa;
•
demonstrar que o processo de aquisição de conhecimento é compreendido como decorrência da
interação do aluno com o meio no qual está inserido, cabendo ao professor mediar o processo e
articular essa interação;
•
utilizar métodos de ensino fundamentados nos princípios da psicologia cognitiva, que privilegie
a atividade e iniciativa dos alunos, além de propiciar o diálogo, respeitar os interesses e os
diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos mesmos;
•
utilizar uma abordagem que privilegie a sua dimensão crítica e criativa, permitindo resgatar a
dimensão humana do trabalho, a intervenção nos processos e o fortalecimento do exercício da
cidadania;
•
adotar procedimentos que visem à problematização dos assuntos tratados e à assimilação ativa
dos conhecimentos, visando preparar o aluno para um desempenho profissional e ético coerente
com o desempenho de um enfermeiro;
•
criar condições para o desenvolvimento das capacidades de abstração e reflexão sobre a atividade
realizada, no sentido de criar no aluno um processo de senso crítico e analítico com relação aos
fatos da enfermagem e sociais;
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•
orientar o aluno no processo de aprender, e capacitá-lo a ter controle sobre sua capacidade de
receber e processar informações.
Considerando o perfil desejado, as práticas pedagógicas não se atêm às estratégias didáticas tradicionais.
Ao invés de simplesmente despejar conteúdo e esperar que o aluno assimile maior quantidade de
informações possíveis, é necessário, levá-lo a uma participação ativa no processo ensino-aprendizagem.
O ensino deverá estar sintonizado com o mundo real, sensível às necessidades da comunidade e às
mudanças que vão acontecendo na área da enfermagem, podem e devem fazer parte do cotidiano das
aulas. O aluno deve ser estimulado ao questionamento, à procura de “outras verdades”, a não se
contentar com o óbvio, a “buscar” o mundo no seu processo de aprendizagem. Dessa forma estará apto
mesmo após a conclusão do curso, a continuar buscando por si mesmo, seu aperfeiçoamento pessoal e
técnico.
Para tanto, são utilizadas dentre outras, para consecução dos objetivos do curso, as seguintes estratégias
didáticas:
•
aulas expositivas e dialogadas com utilização de recursos audiovisuais;
•
aulas práticas no Laboratório de Enfermagem;
•
aplicação e utilização de tecnologia de processamento de dados e da Internet;
•
seminários abordando temas atuais;
•
palestras com profissionais de notório saber da área da enfermagem;
•
desenvolvimento de pesquisas de campo, realização de trabalhos científicos e de extensão;
•
visitas a hospitais, postos de saúde, pronto socorro e empresas de áreas afins;
•
estruturação e desenvolvimento de projetos e estudos de casos.
Além das estratégias elencadas, o processo ensino-aprendizagem é intensificado com o
desenvolvimento das atividades práticas e no Trabalho de Conclusão de Curso.
A idéia é de que o processo deixe de ser apenas técnico/teórico, que coloque o aluno frente a situações
que ocorrem no cotidiano da enfermagem, apresentando-lhe desafios a serem vencidos e indicando-lhe o
ferramental a ser utilizado, orientando-o, de forma efetiva, na busca das soluções.
Ao professor responsável pela disciplina, incumbe, a elaboração e o cumprimento do plano de ensino de
sua disciplina, fixando-lhe os objetivos; a orientação, a direção e a condução do ensino de sua disciplina,
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com cumprimento integral do programa e da carga horária fixados; a elaboração e a execução de
projetos de pesquisa; a organização, aplicação e julgamento de instrumentos de avaliação do
aproveitamento e dos resultados apresentados pelos alunos, de forma a aferir se, efetivamente
adquiriram o nível de aproveitamento desejado.
6.2. Pesquisa
Centro Superior de Ensino e Pesquisa Machado, tem os programas de Iniciação Científica, de Pesquisa e
de Extensão, como atividades intrínsicamente vinculadas á sua identidade, constituindo uma
comunidade acadêmica formada por docentes e discentes, que promove de modo rigoroso e crítico o
desenvolvimento da pessoa humana e do patrimônio cultural da sociedade, mediante o incentivo à
iniciação científica, à pesquisa, à extensão e à docência, a formação continuada, bem assim os diversos
serviços oferecidos às comunidades local e regional.
Por ser uma faculdade isolada será dada ênfase especial ao Programa de Iniciação Científica que tem
como objetivo possibilitar aos alunos dos cursos de graduação, a iniciação em projetos de pesquisa e
investigação científica, tendo em vista ampliar sua base de conhecimentos conceituais e práticos, no
desenvolvimento de seus estudos, bem como prepará-los para projetos futuros, que são pré-requisitos
para ingresso em cursos de pós-graduação.
O Programa de Iniciação Científica tem os seguintes objetivos:
•
Despertar no aluno o interesse pela pesquisa científica;
•
Fortalecer a Instituição como local de produção, criação e valorização do trabalho científico
discente;
•
Propiciar o diálogo entre as áreas de conhecimento, incentivando projetos interdisciplinares e
transdisciplinares de iniciação científica;
Dessa forma a iniciação científica está contribuindo tanto para a melhoria qualitativa do ensino, quanto
para a geração de novos conhecimentos que possam contribuir para o desenvolvimento da sociedade.
6.3. Extensão
Os projetos de extensão universitária procuram atender às necessidades da comunidade através de cursos
e/ou programas que possam contribuir com a atualização e capacitação de profissionais da Enfermagem,
nas suas diferentes áreas de atuação.
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A extensão do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado busca evitar confundir extensão com
ações filantrópicas. A participação do aluno em qualquer projeto de extensão deve ser parte do seu
aprendizado prático. O objetivo é o ensino, mas a implementação da extensão também busca a interação
com a sociedade, ao discutir e implementar soluções para os diversos problemas apresentados que
possam interferir no desenvolvimento local. Essas ações podem ser pontuais ou envolver instituições
públicas e privadas, a sociedade civil e outras instituições educacionais. A elaboração e implantação, de
projetos e programas é importante instrumento para a inserção do Centro Superior de Ensino e Pesquisa
de Machado na comunidade e que ao oferecer sua contribuição para a melhoria da qualidade de vida e
aprimoramento da produção de bens e serviços procura cumprir sua parte na responsabilidade social.
Através da extensão busca-se:
a)
estreitar as relações entre o Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado e a comunidade
externa;
b)
colaborar com o desenvolvimento regional seja através da difusão de novos conhecimentos,
como contribuindo com o enriquecimento cultural da mesma;
c)
elevar os níveis de eficácia, eficiência e efetividade do aprendizado do aluno. Quanto mais
próximo ele estiver do mercado de trabalho, maiores serão suas chances de combinar os estudos
teóricos com sua aplicação empírica, devendo-se ressaltar que teoria e prática não são
excludentes mas sim complementares;
d)
possibilitar ganhos não somente para a comunidade acadêmica mas também para comunidade
que estará recebendo profissionais mais qualificados e competentes para solucionar problemas.
Em última instância, a médio e em longo prazo, toda a sociedade se beneficia com jovens mais
bem preparados.
De qualquer forma a linha básica da política de extensão é a da inserção da Instituição no contexto
regional, como instrumento ativo no processo de construção e desenvolvimento sócio-econômico,
político e cultural; a integração com empresas e instituições comunitárias de produção de conhecimento
e tecnologia da região; o estímulo à criatividade e à originalidade e a consciência da mudança e da
necessidade de uma educação permanente. Isso significa, então, voltar-se aos compromissos assumidos
com a região, destacando aqueles que mais se afinam com a ação extensionista: o de contribuir para o
desenvolvimento regional; o de estimular o desenvolvimento cultural da região e de promover a difusão
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cultural, e o de contribuir para a melhoria da educação como um todo. Estes compromissos traduzem-se
em duas políticas institucionais: a Política de Apoio ao Desenvolvimento Regional e Política de Apoio
Cultural. Essas políticas abrangem áreas temáticas como: Inclusão Social, Desenvolvimento econômico
e social, Meio Ambiente, Memória Regional, Produção Artística e do Patrimônio Cultural, Educação e
Saúde.
6.4. Avaliação
A avaliação da aprendizagem do curso de Enfermagem fundamenta-se na premissa de que avaliar é um
processo contínuo e cumulativo com função diagnóstica e formativa, centrado na aprendizagem do
aluno.
O professor assume o papel de investigador, de esclarecedor, de organizador de experiências
significativas de aprendizagem. Seu compromisso é o de agir refletidamente, criando e recriando
alternativas pedagógicas adequadas a partir da melhor observação e conhecimento de cada um dos
alunos, sem perder a observação do conjunto e promovendo ações interativas. A avaliação da
aprendizagem consiste na observação permanente das manifestações de aprendizagem para proceder a
uma ação educativa que otimize os percursos individuais.
A avaliação é mediadora da ação pedagógica reflexiva. Ela é uma ação que promove a melhoria da
qualidade do ensino.
A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem tem por objetivo:
•
Diagnosticar e registrar os progresso do aluno e suas dificuldades;
•
Possibilitar que os alunos auto-avaliem sua aprendizagem;
•
Orientar o aluno quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades;
•
Orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem envolve a análise do conhecimento e das técnicas
específicas adquiridas pelo aluno e também dos aspectos formativos, através da observação de suas
atitudes referentes à presença as aulas, participação nas atividades pedagógicas e responsabilidades com
que assume o cumprimento de seu papel.
Os alunos são avaliados através de provas escritas, trabalhos individuais e em grupos, relatórios,
pesquisas e outros. Deve ser destacado que o Regimento prevê que também nas avaliações haja
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interdisciplinaridade, pois uma das provas em cada bimestre letivo é integradora. Isto é feito através da
formulação de questões que relacionam conhecimentos de várias disciplinas do período cursado ou
mesmo através de um estudo de caso composto por conhecimentos adicionados por várias disciplinas do
período.
Os exercícios escolares, em número de 04 (quatro) por semestre, visam à avaliação progressiva do
aproveitamento do aluno e constam de:
I - duas provas parciais, realizadas uma em cada bimestre;
II - duas Avaliações Interdisciplinares, uma em cada bimestre, sendo que o percentual da pontuação da
Avaliação Interdisciplinar corresponde a 20% (vinte por cento) da pontuação fixada para o bimestre.
Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais
atividades escolares, é aprovado:
I - independentemente de exame final, o aluno que obtiver média semestral igual ou superior a 7,0 (sete)
calculada na forma do disposto no § 4º do Artigo 56;
II -mediante exame final, o aluno que tendo obtido média semestral inferior a 7,0 (sete), mas igual ou
superior a 5,0 (cinco), obtiver no exame final nota igual ou superior a 7,0 (sete).
6.5. Estágio Supervisionado
CAPÍTULO I – DA NATUREZA
o
Art. 1 - O Estágio Curricular do Curso de Enfermagem é oferecido como atividade supervisionada por
docente do CESEP e/ou enfermeiro das Instituições conveniadas. Integraliza carga horária
obrigatória no currículo do curso, sendo realizado nos 8º, 9º e 10º períodos após aprovação em
todas as disciplinas do 1º ao 7º períodos.
Art. 2o - O Estágio Curricular do Curso de Enfermagem tem carga horária mínima de 600 h, podendo
ser realizado em instituições públicas ou privadas, desde que conveniadas.
Art. 3o - As atividades programadas são realizadas nas áreas de Saúde Coletiva e Hospitalar.
CAPÍTULO II – DO OBJETIVO
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Art. 4o - Proporcionar ao acadêmico de enfermagem a oportunidade de planejar, implementar e avaliar a
assistência de enfermagem individual e coletiva, e a gerência de serviços fundamentada em
princípios científicos e éticos.
CAPÍTULO III – DA COORDENAÇÃO
Art. 5o – O planejamento, a organização e a coordenação das atividades de estágio serão realizados pela
Coordenação do Curso de Enfermagem, bem como o controle e divulgação das avaliações.
CAPÍTULO IV – DOS INSTRUMENTOS LEGAIS
Art. 6o - O estágio deve estar apoiado em instrumento jurídico, celebrado entre o CESEP e o campo
concedente do estágio, em que estarão acordadas todas as condições para sua realização
Art. 7o – O aluno, antes de iniciar o estágio, deverá firmar Termo de Compromisso com a instituição
concedente, com a interveniência do CESEP, constituindo comprovante exigível pela autoridade
competente da inexistência de vínculo empregatício.
CAPÍTULO V – DOS PROCEDIMENTOS
Art. 8o - Semestralmente a Coordenadoria do Curso de Enfermagem divulgará o cronograma de
atividades relativas ao Estágio Curricular.
CAPÍTULO VI – DAS ATRIBUIÇÕES
Art. 9o - À Coordenação Geral do CESEP compete contatar, credenciar e firmar convênio entre o
CESEP e a(s) Instituição (ões) de interesse para o Estágio Curricular.
Art. 10 - À Coordenadoria do Curso de Enfermagem compete analisar as solicitações dos interessados
para credenciamento da Instituição para firmar convênio.
Art. 11 - À Coordenadoria do Curso de Enfermagem compete:
I. Estabelecer o regulamento de estágio curricular para o Curso de Enfermagem.
II. Encaminhar à Coordenação Geral a relação dos estagiários, período de estágio, local e carga
horária.
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III.
Divulgar o calendário (semestral) de atividades do Estágio Curricular.
IV.
Coordenar e controlar o estágio.
V.
Julgar solicitações de desligamento ou mudanças do Estágio Curricular.
VI.
Encaminhar para a Coordenadoria de Registros Acadêmicos a nota e carga horária do
estagiário para registro.
Art. 12 - Ao professor responsável pelo estágio compete:
I. Elaborar e encaminhar à Comissão o Plano de Atividades do estágio sob sua
responsabilidade, obedecendo ao cronograma estabelecido
II. Encaminhar à Coordenadoria de Curso as alterações na programação do estágio.
III.
Supervisionar e avaliar o estagiário.
IV. Encaminhar ao final de cada etapa a avaliação de desempenho (com carga horária cumprida),
nota da avaliação escrita e relatório de atividades a Coordenadoria de Curso,
Art. 13 - Ao estagiário compete:
I. Cumprir o horário e as atividades previamente fixados, assim como se apresentar
devidamente uniformizado conforme Normas para Uniforme estabelecidas para o Curso de
Enfermagem.
II. Manter a ordem e a disciplina no local de execução do estágio, conforme normas internas da
Instituição conveniada.
III. Zelar pelos equipamentos e materiais utilizados durante o período de estágio.
IV. Providenciar paramentos e acessórios para proteção individual.
V. Elaborar relatórios de atividades parciais e atestar a freqüência no estágio a cada etapa,
dentro das normas e cronograma estabelecidos pela Coordenadoria de Curso
CAPÍTULO VII – DA SOLICITAÇÃO PARA TROCA DE PLANTÕES
Art. 14 - Será permitida a troca ou alteração de horário de plantão após análise do professor responsável,
mediante justificativa.
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Art. 15 - Para solicitar trocas de plantões e/ou turno o aluno deverá preencher o Termo de
Responsabilidade, em 04 (quatro) vias, comunicando a troca à Coordenadoria de Curso,
especificando o motivo, o aluno que irá substituí-lo e o período, com antecedência de pelo
menos 05 (cinco) dias.
§ 1º - A Coordenadoria de Curso deverá comunicar a troca autorizada, à Instituição de Saúde e
ao supervisor.
§ 2º - Cada aluno poderá estar envolvido no máximo em 02 (duas) trocas por etapa, não
podendo deixar, em hipótese alguma, o setor descoberto.
§ 3º -Não será permitido adiantamento de plantão, exceto pelo sistema de trocas, previamente
autorizado pelo professor responsável e Coordenadoria de Curso.
CAPÍTULO VIII - DA REPOSIÇÃO DE FALTAS
Art. 16 - As faltas transcorridas sem envolvimento do processo de troca serão repostas em carga horária
dobrada conforme escalonamento da Coordenadoria de Curso. Esta situação será considerada
para efeito de avaliação.
Art. 17 - As dispensas aprovadas pelo Colegiado do Curso para participação em Congressos, Jornadas e
Cursos serão repostas quando ultrapassarem 25% da carga horária na subárea e/ou setor
escalado.
Art. 18 - As reposições de faltas decorrentes de licenças à gestante e outras licenças médicas serão
decididas pela Coordenadoria de Curso.
Art. 19 - O supervisor deverá ser comunicado quanto à reposição do estágio pelo aluno.
Art. 20 - A reposição de faltas e os plantões, em sistema de troca, não poderão exceder 12 horas
consecutivas.
CAPÍTULO IX - DO RELACIONAMENTO E COMPORTAMENTO EM CAMPOS DE ESTÁGIO
Art. 21 - Atitudes inadequadas de comportamento e dificuldades de relacionamento em ambiente de
estágio serão motivos de abertura de inquérito administrativo e aplicação das penalidades
cabíveis, conforme o Estatuto, o Regimento e o Manual de Normas Acadêmicas.
Art. 22 - Atitudes contra a ética, referentes à postura, ao relacionamento e às atitudes que envolvam
negligência, imperícia e imprudência em ambiente de estágio serão motivos para penalidades.
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Art. 23 - Não será permitido ao aluno o uso de telefones, microcomputadores e impressos da instituição
de saúde para fins particulares.
CAPÍTULO X – DOS RISCOS OCUPACIONAIS
Art. 24 - O atendimento a acidentes com material biológico deverá seguir as Normas de Biossegurança
do Curso de Enfermagem.
CAPÍTULO XI – DA AVALIAÇÃO
Art. 25 - A avaliação do aluno realizada pelo professor e com valor de 10 pontos será dividida em
avaliação escrita e de desempenho conforme o que se segue:
I - A avaliação de desempenho realizada pelo professor responsável será registrada em
impresso próprio, com o valor de 6,0 (seis) pontos.
II - Ao final de cada etapa, prevista no calendário de estágio, o aluno será submetido a
avaliação escrita (prova ou trabalho), a critério de cada professor responsável, com valor de 4,0
(quatro) pontos.
III - Caso o aluno tenha estagiado em mais de um local, será computada a média das avaliações.
Art. 26 - Além das avaliações citadas nos incisos anteriores, o aluno será submetido a uma prova com
conteúdos das disciplinas relacionada nas áreas Hospitalar e Saúde Coletiva, ao final das
respectivas etapas.
Art. 27 - Ao final do semestre será computado um total de 10 (DEZ) pontos, sendo 5 (CINCO) pontos
para Área de Saúde Coletiva e 5 (PONTOS) pontos para Área Hospitalar.
Art. 28 - O aluno que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete), será considerado aprovado.
CAPÍTULO XII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 29 - As situações não previstas serão tratadas junto à Coordenadoria de Curso, conforme
solicitação do estagiário ou professor responsável.
Art. 30 - Revogam-se as disposições em contrário.
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Art. 31 - O presente regulamento passa a vigorar a partir de sua aprovação pela Coordenação do Curso
de Enfermagem e Coordenação Geral do CESEP.
6.6. Trabalho de Conclusão de Curso
Realizado nos períodos 8º, 9º e 10º, este trabalho de pesquisa prevê acompanhamento por professor da
área, segundo a natureza do tema e a qualificação docente. É apresentado e defendido diante de uma
banca avaliadora e é condição básica para a conclusão do curso.
O acadêmico elabora um projeto cujo tema mantenha uma ligação com uma das áreas de formação
específica ou de abrangência, na área em que tiver mais afinidade.
O projeto deverá ser transformado em trabalho de conclusão de curso (Monografia), apresentado dentro
dos padrões formais e técnicos de pesquisa científica.
6.7. Atividades Complementares
As atividades complementares de integralização curricular, são ações acadêmicas que objetivam atender
ás demandas e desenvolver as potencialidades individuais, com especial atenção ao conhecimento
cientifico e tecnológico.
Serão consideradas como atividades complementares se realizadas durante a fase de integralização do
curso, devendo o aluno acumular ao final da graduação no mínimo as horas estipuladas na estrutura
curricular
A regularização das atividades complementares será feita junto ao Coordenador (a) do Curso, de acordo
com o Regulamento das Atividades Complementares.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Estabelece normas para oferta das Atividades Complementares dos cursos do Centro Superior de Ensino
e Pesquisa de Machado.
Art. 1° As Atividades Complementares integram a parte flexível do currículo dos cursos de graduação
do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado, sendo o seu integral cumprimento quando
previsto no Projeto Pedagógico do curso, indispensável para a obtenção dos diplomas de graduação.
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Parágrafo único. A coordenação das Atividades Complementares é de responsabilidade do Coordenador
de cada curso de graduação.
Art. 2° As atividades complementares têm como objetivo estimular o aluno a participar de experiências
diversificadas que contribuam para o seu futuro profissional.
Art. 3° Compõem as Atividades Complementares as seguintes disciplinas e atividades, com a respectiva
carga horária:
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Atividades de iniciação científica ou
equivalentes realizadas na IES ou em
instituições públicas ou privadas
reconhecidas,
com
a
devida
comprovação
mediante
a
apresentação de relatórios.
Atividades de monitoria realizadas
junto aos cursos da IES.
Cursos
de
extensão
e
aperfeiçoamento relacionados à área
de cada curso, realizados em
Instituições de Ensino Superior
reconhecidas pelo Ministério da
Educação.
DOCUMENTO
COMPROBATÓRIO
NÚMERO DE
HORAS VÁLIDAS
VALOR
MÁXIM
O
Relatório
de
acompanhamento dos
órgãos de fomento e do
professor/ orientador/
pesquisador.
20 horas por semestre
computadas após a
participação
em 80 horas
projetos de pesquisa,
quando
da
apresentação
do
relatório de atividades.
Relatório de atividades Computada 1 hora de
de
monitoria atividade
desenvolvidas.
complementar
para
cada 1 hora de
monitoria
realizada,
80 horas
considerando
no
máximo 20 horas por
semestre
atribuídas
após cada monitoria,
ao final do semestre.
Certificado
de
20 horas
Computada 1 hora de
participação.
por
atividade
curso e
complementar
para
100
cada 1 hora de aula.
horas no
Válido para cursos de,
total
no mínimo, 8 horas.
Certificado
Cursos ministrados por instituições
participação.
de
reconhecida
competência
acadêmica
ou
do
mercado,
relacionados à área do curso, e
chancelados pela coordenação.
Participação como espectador de Certificado
de Computada 1 hora de
atividade
complementar
para
cada 1 hora de aula.
Válido para cursos de,
no mínimo, 8 horas.
de Computada 1 hora de
20 horas
por
curso e
40 horas
no total.
10 horas
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Palestras, Seminários, Cursos, Mini- participação.
cursos e eventos de natureza
acadêmica
ou
profissional
comprovados mediante apresentação
do certificado de participação.
Apresentação
de
Palestras, Certificado
Seminários, Cursos, Mini-cursos, participação.
Painéis, Trabalhos em congressos ou
em eventos de natureza acadêmica
ou
profissional
comprovados
mediante apresentação do certificado
de participação.
Certificado
participação.
Intercâmbio.
atividade
complementar
para
cada 1 hora do evento.
Válido para eventos de,
no mínimo, 2 horas
de Computadas 2 horas de
atividade
complementar
para
cada 1 hora de
participação no evento.
Válido para eventos de,
no mínimo, 2 horas.
de Computada 1 hora de
atividade
complementar
para
cada 1 hora aula
realizada
no
intercâmbio.
das
Equivalência total do
número
de
horas
no
destinadas ao projeto.
Relatório
Participação em projetos da IES que
atividades
guardem coerência com a área do
desenvolvidas
curso.
projeto.
Relatório
das
Atividades comunitárias isoladas
atividades
desenvolvidas pela IES.
desenvolvidas.
Cópia
do
artigo
científico
publicado
Publicação em periódicos científicos
com referência do
como autor ou co-autor.
volume e data de
publicação.
Cópia do capítulo do
Publicação de capítulo de livro como livro com referência do
autor ou co-autor.
título do livro, volume,
local e data de edição.
Cópia
do
artigo
científico
publicado
Publicação em anais de congressos
com referência do
acadêmicos como autor ou co-autor.
volume, local e data de
publicação.
Certificado
de
participação
como
Organização de eventos acadêmicos.
organizador do evento.
por
evento e
80 horas
no total
4 horas
por
evento e
60 horas
no total
72 Horas
80 horas
Equivalência total do
número
de
horas 30 horas
destinadas à atividade.
20 horas.
60 horas
30 horas.
60 horas
5 horas.
30 horas
Computada 1 hora de
atividade
60 horas
complementar
para
cada 1 hora de evento.
Estágio extracurricular em empresas Relatório assinado pelo 20 horas por semestre,
80 horas
públicas ou privadas em atividades orientador
ou computadas após a
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afins ao curso, com a devida responsável pela área.
comprovação
mediante
a
apresentação de relatório.
Visitas técnicas a instituições
públicas ou privadas, promovidas
pelo curso.
Disciplinas eletivas cursadas, que
não pertençam a grade do curso,
como por exemplo, disciplinas afins
oferecidas por outro curso ou
instituição de ensino.
Relatório de visita.
apresentação
relatório.
4 horas por visita.
do
30 horas
Declaração
da No final do semestre
secretaria, informando serão computadas:
o nome da disciplina, 10 h de atividade
carga-horária e data de complementar para
realização.
disciplinas
de 2
h/semanais;
15 h de atividade
80 horas
complementar para
disciplinas
de 3
h/semanais;
20 h de atividade
complementar para
disciplinas
de 4
h/semanais.
Parágrafo único. O aluno deve cumprir, entre o primeiro e o último período letivo do curso, a carga
horária total prevista de Atividades Complementares.
Art. 4° O registro e a publicação da carga horária das Atividades Complementares serão feitos
semestralmente pela Secretaria, após a validação do cumprimento das horas pela Coordenação de Curso,
constando do histórico escolar apenas a carga horária total.
Art. 5° Não se consideram Atividades Complementares, aquelas desenvolvidas fora do período de
integralização do curso, salvo nos casos de equivalência, a serem estudados pelo colegiado de cada
curso.
Art. 6° O presente regulamento só pode ser alterado pelo voto da maioria absoluta dos membros do
Conselho Superior.
Art. 7° Compete ao Conselho Superior dirimir dúvidas referentes à interpretação deste regulamento,
assim como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários.
Art. 8° Este Regulamento entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.
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Programas de Atendimento ao Discente
Apoio Psico-pedagógico ao discente - O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem
consciência que é possível atingir um maior grau de eficiência no desempenho escolar dos alunos, com a
adoção de medidas simples para melhor adaptar e ajustar o discente. Assim a Instituição criou o APsi Núcleo de Apoio Psico-pedagógico aos Discentes. Este projeto pretende basicamente, servir de apoio
para a melhoria do desempenho dos alunos e que também favorece a realização de suas atividades
acadêmicas, bem como seu desempenho como futuros profissionais.
Programas de Financiamento - Através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado, a Fundação Educacional de Machado está cadastrada junto ao FIES e oferece ainda o
Programa FAFE – Fundo de Amparo ao Fomento do Estudante, que é um programa de financiamento de
estudos da Instituição Mantenedora, semelhante ao do Ministério de Educação.
Bolsas de Estudo - Também através de sua Mantida, Centro Superior de Ensino e Pesquisa de
Machado, a Fundação Educacional de Machado está cadastrado junto ao ProUni. A instituição, também
oferece bolsas beneficiando, entre outros, alunos do Programa de Monitoria, do Programa de Iniciação
Científica e do Programa de Extensão.
Programa de Nivelamento - O Programa de Nivelamento é constituído de um conjunto de ações
voltadas para a recuperação das deficiências de formação do aluno que ingressam no Centro Superior de
Ensino e Pesquisa de Machado.
A iniciativa permite o desenvolvimento dos conceitos básicos necessários ao acompanhamento do curso
de graduação oferecido pela instituição.
Acompanhamento de Egressos - O Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado tem o Programa
de Acompanhamento de Egressos, que objetiva rastrear a trajetória futura dos alunos que passam pela
instituição. Com o acompanhamento da vida profissional do ex-aluno no mercado de trabalho, a
instituição terá um instrumento para validar ou não sua contribuição para a comunidade em que está
inserida.
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Buscar-se-á manter cadastros atualizados dos ex-alunos, para saber em que medida o curso superior
possibilitou ou contribuiu para a ascensão profissional, onde trabalham e o que fazem.
Programa de Monitoria - A atividade de monitoria está vinculada especialmente ao ensino. São
montados grupos de monitores formados por alunos, para dar suporte aos docentes no preparo e
desenvolvimento das aulas e acompanhamento aos alunos que apresentarem dificuldades no processo de
aprendizagem. Tais monitores podem aproveitar as horas dedicadas, computadas como Atividades
Complementares.
Iniciação Científica - O Programa de Iniciação Científica pretende estimular os alunos a darem os
primeiros passos no caminho da produção do saber. O objetivo é possibilitar aos mesmos a iniciação em
projetos de pesquisa e investigação científica, tendo em vista ampliar sua base de conhecimentos
conceituais e práticos, no desenvolvimento de seus estudos.
Apoio em Participação de Eventos - Tem por objetivo apoiar a promoção de eventos internos e
estimular os discentes a participarem em eventos como congressos, encontros, seminários, workshops,
como forma de aprofundamento e aperfeiçoamento dos conhecimentos, promovendo a melhoria da
qualidade do ensino adquirido.
Orientação Didática - Trata-se de uma política de orientação acadêmica aos discentes no que diz
respeito à sua vida escolar e à sua aprendizagem. Para sua consecução parte dos docentes terá carga
horária especificamente destinada para o atendimento em horário diferente do horário das aulas, de tal
forma que os alunos possam se beneficiar deste programa.
Extensão - A política de extensão é a da inserção da Instituição no contexto regional. Isso significa,
voltar-se aos compromissos assumidos com a região, destacando aqueles que mais se afinam com a ação
extensionista: o de contribuir para o desenvolvimento regional; o de estimular o desenvolvimento
cultural da região e de promover a difusão cultural.
7. Infra- estrutura
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7.1. Sala de professores e sala de reuniões
A sala de professores e de reuniões, com 89,1746 metros quadrados, está localizada no Pavilhão de
Salas de Aula. Instalação de alvenaria, pintura acrílica, piso em cerâmica, forro de material termo
acústico, janelas e porta em vidro temperado, boas condições de ventilação e iluminação, iluminação
artificial com lâmpadas fluorescentes. Possui sanitários, masculino e feminino, exclusivos. Equipada
com: 1 aparelho de telefone sem fio – GE, 4 computadores completos DELL com acessos à internet, 2
armarinhos de fórmica branca, 2 mesinhas fórmica branca, 2 cabines de fórmica, 1 mesa de fórmica para
computadores, 4 armários de aço com divisões para guarda individual de material docente, 2
ventiladores – Arno, 1 aparelho de telefone – Premium, 1 mural, 1 estante de aço, 21 cadeiras de
estofados verdes, 2 mesas grandes de fórmicas, 1 mesa cinza de fórmica, 2 lixeiras.
Existe cozinha anexa com 8,2754 metros quadrados, equipada com 1 balcão de pedra de mármore com
armário de fórmica, 1 refrigerador 310 litros – Electrolux, 1 pia de inox com fogão de 4 bocas com
gabinete – GHEL PLUS, 1 suporte para água com galão, 1 suporte de copo de café e água, 1 botijão de
gás, 1 lixeira.
Durante o período das aulas o atendimento aos docentes é feito por funcionário e a segurança da sala é
reforçada por sistema de alarme interno.
Para reuniões também podem ser utilizadas salas de aula não utilizadas atualmente para atividades
didáticas, no Pavilhão de Salas de Aula. Além disso, pode ser usado o auditório que tem 400 metros
quadrados, e está equipado com 250 cadeiras para o público e palco com mesa central
7.2 Gabinetes de trabalho para professores
Para o coordenador de curso, existe gabinete individual na sala de coordenação que está instalada na sala
2 do Pavilhão de Salas de Aula forro de material termo acústico, boas condições de ventilação e
iluminação, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes. Possui duas repartições isoladas, para
atendimento reservado. Equipada com 6 armarinhos de fórmica branca, 6 mesinhas fórmica branca, 6
cabines de fórmica, conexão para internet. Existem ainda dois computadores para uso dos docentes.
Integrantes do NDE têm à disposição para os trabalhos, a sala anexa à Biblioteca Prof. Norberto Vilas
Boas, medindo 16 metros quadrados, piso em granilite, forro em madeira, porta em aço, iluminação
artificial com lâmpadas fluorescentes, e com boas condições de iluminação natural.
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7.3 Salas de aula
Construção em alvenaria, piso acimentado, pintura acrílica, forro em laje, boas condições de ventilação e
iluminação natural, iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes e condições adequadas de acústica.
Salas equipadas com carteiras universitárias, mesas/cadeiras professor, ventiladores de teto. Estão
disponíveis equipamentos audiovisuais como data show, computador, retroprojetor, televisor, que são
instalados quando requisitados pelo docente. A limpeza e conservação são mantidas de forma
permanente. A segurança é reforçada por sistema de alarme e durante o período noturno com a presença
de equipe de segurança.
I. Pavilhão de Salas de Aula - Inferior
Sala (3 + 4) - Inferior: Com 100m2.
Sala 5 – Inferior: Com 50m2.
Sala 6 – Inferior: Com 50m2
Sala 7 – Inferior: Com 50m2.
Sala 8 – Inferior: Com 50m2.
Sala 9 – Inferior: Com 50m2.
Sala 10 – Inferior: Com 50m2.
Sala (11 + 12) – Inferior: Com 100m2.
Sala 14 – Inferior: Com 50 m2
Sala 15 – Inferior: Com 50 m2.
Sala 16 – Inferior: Com 50m2.
Sala 17 – Inferior: Com 50m2.
Sala 18 – Inferior: Com 50m2.
Sala 19 – Inferior: Com 50m2.
Sala 20 – Inferior: Com 50m2.
II. Pavilhão de Salas de Aula - Superior
Sala 01 – Superior: Com 100m2.
Sala 02 – Superior: Com 100m2.
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Sala 03 – Superior: Com 100m2.
Sala 04 – Superior: Com 100m2.
Sala 05 – Superior: Com 100m2.
Sala 06 – Superior: Com 100m2.
Sala 07 – Superior: Com 100m2.
Sala 08 – Superior: Com 100m2.
Sala 09 – Superior: Com 100m2.
Sala 10 – Superior: Com 100m2.
III - BLOCOS NOVOS DE SALAS DE AULAS
BLOCO I
Sala 1 – Com 96m2
Sala 2 - Com112m2
BLOCO II
Sala 1 – Com 48m2
Sala 2 - Com48m2
Sala 3 - Com48m2
Sala 4 - Com48m2
7.4 Acesso dos alunos a equipamentos de informática
Laboratório de Informática I
Medindo 64 m2, equipado com 2 quadro branco, 2 ar condicionado, 1 armário de aço, 35 computadores
completos DELL, 43 mesas de computadores, 60 cadeiras fórmicas 1 cadeira de estofado, 2 lixeira
grandes.
Laboratório de Informática II
Medindo 64m2, equipado com 1 quadros branco, 3 ventiladores Arno de parede , 24 computadores
completos Positivo, 24 mesas de computadores, 1 lixeiras , 46 cadeiras de estofados.
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Todos os computadores dos laboratórios estão conectados à internet e fora dos horários em que estejam
sendo utilizados para alguma aula, estão à disposição de alunos e professores., nos períodos diurno e
noturno.
Existem ainda na biblioteca à disposição dos alunos, onze terminais de acesso à Internet.
7.5. Biblioteca
A - Espaço Físico
A Biblioteca foi planejada para disponibilizar à comunidade acadêmica uma infra-estrutura facilitadora
das atividades de consulta, pesquisa e estudo individual ou em grupo. Para tal, foi projetada em
ambiente agradável, inteiramente em acordo com as normas de segurança, dispondo de iluminação e
instalações adequadas e devidamente sinalizadas, além de um constante serviço de limpeza e segurança.
A Biblioteca conta com uma área total de 222,80 m², divididos em vários ambientes. A Biblioteca conta
com fácil acesso para portadores de deficiência física.
Instalações para o Acervo
O Acervo Bibliográfico encontra-se distribuído em estantes de aço, distribuído por assunto, em espaço
específico.
Instalações para Estudos em Grupo
A Biblioteca dispõe de sala para estudos em grupo.
Instalações para acesso à Internet
Existem à disposição dos alunos 11 (onze) terminais de acesso à Internet.
B - Funcionamento
Nível de Informatização da Biblioteca
A Biblioteca encontra-se totalmente informatizada no seu acervo geral de livros e periódicos, contando
com o sistema de gerenciamento de informações bibliográficas de qualidade.
Os alunos têm à disposição terminais informatizados de pesquisa, que lhes permitem acesso
bibliográfico direto, por título, assunto e pista.
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É importante ressaltar que os 3 (três) computadores utilizados pelos funcionários, também estão
conectados à rede internacional.
Além da consulta na biblioteca, ainda existe a possibilidade de consultas on line, através do site da
instituição que possui link de biblioteca virtual.
Em relação à rede de comutação bibliográfica, a Biblioteca está associada ao COMUT e BIREME
incluindo também as bases de dados do PROBE através da FAPESP, SCIELO e Portal CAPES.
Facilidades para Recuperação da Informação
Em função das ferramentas de catalogação bibliográfica, já apresentadas, o aluno poderá realizar
sua pesquisa por meio de qualquer informação disponível a respeito da obra: Título, Autor, Assunto,
Pista, Tombo, Classificação, Palavra-chave, data da publicação, Indexação dos artigos das revistas
técnico-científicas
Condições de Acesso ao Material Bibliográfico
O acesso ao acervo é livre. A pesquisa e leitura na Biblioteca podem ser feitas por qualquer pessoa, seja
ela pertencente à comunidade acadêmica, ou não.
Formas de Consultas e Empréstimos
A biblioteca adota o sistema de “empréstimos” de até três livros por vez, devendo o aluno, devolvê-los
no prazo de sete dias, podendo, no entanto, haver renovação do empréstimo por até duas vezes
consecutivas, no caso em que a publicação não esteja sendo requisitada por outro leitor.
A publicação entregue ao usuário ficará sob sua inteira responsabilidade, enquanto esta permanecer em
seu poder, respondendo o mesmo pelos danos e perdas que porventura se verificar. Na perda de qualquer
título deverá, obrigatoriamente, repor a obra, ou substituí-la por outra do mesmo assunto e igual valor.
Existe uma integração entre bibliotecas de outras instituições, onde o empréstimo de livros e periódicos
se faz possível através de formulário.
Tipo de Catalogação
A Biblioteca utiliza o Sistema de Classificação Decimal de Dewey, que o divide em grandes áreas.
A catalogação utiliza normas internacionais, AACR2
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Recursos Humanos
Bibliotecária: Carmen Lúcia D’Andrea - CRB 6-1080
Auxiliares: a profissional tem o apoio de duas auxiliares
Formas de Atualização e Expansão do Acervo
O constante avanço do conhecimento nas diversas áreas do saber faz com que exista uma política de
atualização e incremento da Biblioteca bastante séria e eficiente para garantir o dinamismo do
planejamento acadêmico.
Para tanto, a Instituição utiliza um sistema em que os coordenadores de cada curso, por meio de
formulário próprio, encaminham as solicitações para a Biblioteca, tanto dos professores quanto dos
alunos, explicitando a importância e urgência da aquisição.
Para facilitar as indicações são colocados à disposição da comunidade acadêmica, catálogos de
lançamentos das diferentes editoras, bem como periódicos especializados.
Nesta etapa, a Bibliotecária também possui uma função bastante importante. Faz suas sugestões tendo
como base o índice de procura e interesse dos professores e alunos em relação a determinada obra. Além
das relações encaminhadas antes do início de cada semestre letivo, são adquiridos em sua totalidade os
títulos indicados na bibliografia básica de cada curso em fase de implantação são ainda acatadas pela
biblioteca, durante o transcorrer do semestre, as solicitações de aquisição de novos lançamentos ou
edições.
Horário de Funcionamento
A Biblioteca funciona em dois períodos: tarde e noite, totalizando 10 horas/dia de atendimento. O
horário de funcionamento da Biblioteca é das 12 h às 22 horas, de segunda a sexta feira. Aos sábados a
Biblioteca tem expediente das 8:00 às 12:00 horas. Este procedimento facilita a freqüência de
professores, alunos e comunidade em geral.
Sob esta ótica, a Biblioteca se estabelece como um importante centro de integração entre a comunidade
acadêmica e usuários da região.
Serviços Oferecidos
•
Catálogo do acervo impressos disponível para consulta local
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•
Acesso disponível pela intranet aos serviços
•
Acesso disponível pela internet aos serviços
•
Acesso disponível pela intranet ao acervo eletrônico
•
Acesso disponível pela internet ao acervo eletrônico
•
Acesso disponível pela internet aos catálogos
•
Acesso disponível pela intranet aos catálogos
•
Participação em redes de biblográfica
•
Comutação bibliográfica – COMUT
•
Apoio à elaboração de trabalhos acadêmicos
•
Reserva da bibliografia usada nos cursos – Coleção Reserva
•
Horário de funcionamento diário ininterrupto
•
Acervo aberto, possibilitando ao usuário o manuseio do acervo
•
Acesso para portadores de necessidades especiais
•
Capacitação de usuários
•
Pesquisa bibliográfica
•
Página web da biblioteca
•
Elaboração de fichas catalográficas para os alunos
•
Atendimento a comunidade em geral, incluindo ex-alunos.
Apoio na Elaboração de Trabalhos Acadêmicos
Toda a comunidade acadêmica da Instituição recebe por parte do pessoal técnico e administrativo da
Biblioteca, apoio necessário para a elaboração dos trabalhos acadêmicos. Este apoio traduz-se em
indicações bibliográficas, dicas de sites disponíveis, pesquisas em periódicos e revista, indicações de
autores, e outros. Ressalta-se ainda o importante trabalho que o bibliotecário realiza junto aos alunos e
professores, através de cursos e orientação individual a respeito de utilização das normas técnicas.
A Biblioteca possui conjunto de normas da ABNT para normatização e que está à disposição dos
usuários. Além disso, há também na Biblioteca manual com as exigências específicas para a
apresentação de trabalhos técnicos e científicos da IES.
Segurança
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Existem armários para guarda de material do usuário. Está instalado sensor anti-furto, para segurança e
proteção do acervo.
7.6. Laboratórios especializados
Laboratório de Anatomia
8X12= 96m2
5 bancadas de alvenaria de ardósia, 1 quadro branco, 1 quadro pintado na parede para giz, 1 mesa de
ardósia, 1 armário de aço, 27 banquetas branca de madeira, 1 lixeira.
Laboratório de Biologia
8X12= 96m2
3 bancada de alvenaria de ardósia, 1 mesa de ardósia, 1 cadeira de fórmica, 1 quadro branco, 5 armário
de aço, 1 pia de inox, 3 botijão de gás, 37 banquetas de madeira, 1 lixeira.
Laboratório e Enfermagem ( Semiologia e Semiotécnica)
8x9,5= 76m2
1 quadro branco, 4 mesas brancas de madeiras, 3 armários brancos de aço,1 prateleira e aço, 1 arquivo
de 4 divisão de aço, 1, 156 banquetas brancas de madeiras, 1 gabinete de ardósia com 2 pias, 1
ventilador de pé, 1 lixeira.
Laboratório de Nutrição
8X9= 72m2
2 mesas grandes brancas,2 armários de aço, 1 armário de aço com vidro, 22 banquetas brancas, 1 quadro
branco, 40 cadeiras com braços, 1 pias de ardósia. 1 lixeira.
Laboratório de Química
8X8= 64m2
2 bancadas de alvenaria de ardósia,3 armários de aço, 25 banquetas brancas de madeiras, 3 botijão, 1
quadro pintado na parede para giz, 1 mesa de pedra. 1 lixeira.
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Laboratório de Microbiologia
Sala de entrada
5X3,8= 19m2
1 pia de inox de ardósia
Sala de Aparelhos
3,8X3,10= 9,68m2
1 pia de inox de ardósia
Sala de aula pratica
8X9= 72m2
1 quadro branco,1 mesa de fórmica, 1 cadeira estofada, 4 bancada de alvenaria de ardósia, 23 banquetas
bancas de madeiras, 2 armários de aço, 1 mesa de computador, 1 cadeira de estofado, 2 tanques brancos
de louças, 1 pia de inox de ardósia.
Banheiro
3,20X1,94= 6,20 m2
2 vasos sanitários, 1 lavatórios, 1 espelho, 2 lixeiras, 1 porta saboneteira, 1 porta papel higiênico.
Câmera de Crescimento
1,75X6,12= 10,71m2
1 estante de fórmica branca com 5 divisões e com 3 prateleiras, 1 refrigerador de ar com ventiladores
MACQUAY, 1 Tayme – Siemens, 1 termostático regulador de temperatura.
7.7. Sala para membros do NDE – Núcleo Docente Estruturante
Existe espaço destinado aos membros do NDE, localizada em sala anexa à Biblioteca.
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ENFERMAGEM - reavaliação MEC