Centro de Educação Superior do Norte Goiano
Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás
Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009
1-69
PLANO DE DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA
1º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
ANATOMIA HUMANA
40
40
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
80
4
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução, conceito, posições e divisão da anatomia. Estudo dos aspectos morfológicos dos
sistemas: esquelético, articular e muscular. Estudo descritivo dos órgãos que constituem os
diversos sistemas. Estudo dos aspectos morfológicos dos sistemas: nervoso, circulatório,
digestório, respiratório, genital masculino e feminino, endócrino, sensorial, urinário e
tegumentar. Estudo descritivo dos órgãos que constituem os diversos sistemas. Principais
doenças que afetam esses sistemas. Principais doenças que afetam esses sistemas. Prática em
laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Fornecer ao acadêmico de farmácia, as mais diversas bases, noções e conceitos do estudo
teórico e prático da Anatomia Humana, permitindo aos mesmos, adquirir o conhecimento
estrutural, morfológico e funcional do corpo, para com isso, formamos profissionais com
capacidade de avaliação técnica e crítica em seu meio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANGELO, Fattini. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas,
músculos, vasos e nervos. São Paulo: Atheneu, 2006.
MOSES, Kenneth; BANKS JR.; John C.; NAVA, Pedro B.; PETERSEN, Darrel. Atlas fotográfico de
anatomia clínica.1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e
extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 01.
SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e
extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 02.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KIERNAN, John. Neuroanatomia humana de Barr. 7. ed. São Paulo: Manole, 2002.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
ROHEN, Joahannes W. et al. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6.
ed. São Paulo: Manole, 2007.
SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. São Paulo: Manole, 1991.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
40
20
2-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução ao estudo da teoria celular. Componentes químicos da célula: água, sais minerais,
proteínas, carboidratos e lipídeos. Núcleo. Biomembranas. Citoplasma: ribossomos, retículo
endoplasmático, complexo de Golgi, lisossomos, citoesqueleto, cílios e flagelos, mitocôndrias,
cloroplastos, peroxissomos e vacúolo. Ciclo celular: mitose e meiose. Morte celular. Estudo da
bioquímica energética celular. Estrutura e função de ácidos nucléicos. Replicação, transcrição e
tradução. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
O objetivo geral da disciplina é proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos e práticos sobre
a organização estrutural e molecular da célula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole,
2007.
DE ROBERTIS, Eduardo M. F. Bases da biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DE ROBERTIS (Jr), Eduardo M. F. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MORISCOT, A. S. et al. Histologia para fisioterapia e outras áreas de reabilitação. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
METODOLOGIA DE PESQUISA
40
-
3-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Fundamentos da metodologia científica. Conhecimento e ciência. Farmácia como ciência. Técnicas de
leitura e reprodução de textos: relatório, esquema, fichamento, síntese, resumo e resenha. Redação de
textos científicos. Elaboração e apresentação de um projeto de pesquisa. Métodos e técnicas de
pesquisa. Tipos de apresentação de trabalhos acadêmicos: relatório de pesquisa, artigo científico,
projeto de pesquisa, monografia, dissertação, tese. Tipos de pesquisas. Banco de dados na área da
saúde. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Citação bibliográfica. Normas de trabalhos acadêmicos e
de publicações científicas. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Aprimorar o espírito científico, orientando-o para a leitura, análise, produção de textos técnicocientíficos, pesquisa, reflexão, objetivos da visão universitária de aquisição do saber, bem
como subsidiar os alunos com estudos sintetizados que favoreçam a compreensão da
disciplina teórica do ensino e da formação de contextos organizados, intencionalmente, para
que ocorra a aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.
São Paulo, Atlas, 2005.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004.
REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008.
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho cientifico: elaboração de
trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
OUTRAS BIBLIOGRAFIAS
FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos
acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012.
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Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
LÍNGUA PORTUGUESA
40
-
4-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Linguagem e comunicação verbal. Níveis de linguagem, registros e contexto. Língua oral e
escrita. Textos verbais e não verbais. Leitura, interpretação e produção de texto. Fundamentos
da textualidade. Argumentação e persuasão. Coesão e coerência. Léxico. Denotação e
conotação. Dificuldades da língua portuguesa. Dissertação. O texto dissertativo acadêmico e
alguns de seus gêneros: resenha, síntese, resumo e artigos acadêmicos. Estrutura do
parágrafo. Frase-núcleo. Delimitação do assunto e fixação do objetivo. Ideias centrais e
secundárias. Levantamento e organização de ideias. Plano da dissertação. Vocabulário técnicocientífico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
O curso de Língua Portuguesa tem como objetivo geral mediar os estudantes no domínio de
recursos linguísticos para sua adequação às diversas situações comunicativas a fim de que
adquiram a habilidade de ler e produzir textos que circulam no cotidiano da formação superior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUE, Antônio. Língua portuguesa: noções básicas para
cursos superiores. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21. ed. São Paulo: Ática, 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CIPRO NETO, P. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2003.
GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2.
ed. São Paulo: Rideel, 2008.
KOCK, Ingedore; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 2005.
MESQUITA. R. M. Gramática da Língua Portuguesa. 8. ed. São Paulo: Scipione, 2003.
TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco de. Ortografia: novo acordo ortográfico da Língua
Portuguesa. São Paulo: Atlas, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA
40
20
5-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Ligações químicas. Compostos de coordenação. Propriedades gerais e particulares dos
elementos e dos grupos da tabela periódica. Leis das combinações químicas. Estrutura
atômica. Classificação periódico e ligações químicas. Estequiometria. Soluções. Normas de
segurança. O laboratório de Química. Vidraria, equipamentos e procedimentos. Literatura
química. Purificação de substâncias. Determinação de propriedades físicas das substâncias.
Cálculos em reações químicas. Preparo de soluções. Acidez e alcalinidade. Reações químicas.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Tratar as teorias e os princípios fundamentais da Química, relacionando-os com o curso de
farmácia, habilitando e capacitando os acadêmicos com o vocabulário específico da química.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P. W.; JONES, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
GONÇALVES, J. C. S. Tabela atômica: um estudo completo da tabela periódica. Curitiba: Atômica,
2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard, E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Vol. 01.
BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard, E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Vol. 02.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02.
LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. 5. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA ORGÂNICA I
40
20
6-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
História da Química Orgânica. Características principais das ligações químicas em moléculas
orgânicas. Principais grupos funcionais em Química Orgânica: propriedades. físico-químicas,
nomenclatura, isomeria e estereoquímica. Introdução a reações químicas: Controle cinético e
termodinâmico; Acidez e basicidade; Reações de substituição nucleofílica e eliminação;
Reações de adição eletrofílica. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao acadêmico de Farmácia fundamentos teóricos básicos de Química Orgânica,
através do estudo de propriedades físicas, reatividade, alguns mecanismos de reação das
classes de compostos estudadas, fornecendo subsídios necessários para o estudo de assuntos
mais específicos e aplicados em outras disciplinas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2010.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de
produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 01.
SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 02.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
40
-
7-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Origem e a história da profissão farmacêutica no mundo e Brasil; Estrutura curricular do Curso
de Farmácia; Principais áreas de atuação do farmacêutico; Legislação e função social do
farmacêutico; Entidades de classes; Experiências de profissionais farmacêuticos de diferentes
áreas; Nomenclatura, classificação e definições sobre medicamentos; Noções sobre realidade
atual e perspectivas da Farmácia em Goiás e no Brasil; Simbologia da Farmácia e dia dos
farmacêuticos; Atenção Farmacêutica no Sistema Único de Saúde; Noções sobre realidade da
Farmácia em outros países. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Situar o acadêmico que ingressa no curso de farmácia no contexto da Faculdade do Norte
Goiano, do Curso de Farmácia e da profissão Farmacêutica e estabelecer subsídios para
compreensão do modelo de saúde vigente no Brasil, visualizando o processo de saúde/doença
e seus conceitos, inserido na coletividade e seus movimentos sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DADER, M. J. F.; MUÑOZ, P. A.; MARTÍNEZ-MARTÍNEZ, F. Atenção Farmacêutica: conceitos,
processos e casos práticos. São Paulo: RCN, 2010.
PANDIT, Nita K. Introdução às Ciências Farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SANTOS, J. S. Farmácia Brasileira: utopia e realidade. Brasília: CFF, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EDLER, Flavio Coelho. Boticas & Pharmacias: uma história ilustrada da farmácia no Brasil. Rio de
Janeiro: Casa das Palavras, 2006.
SANTOS, M. R. C. Profissão Farmacêutica no Brasil: história, ideologia e ensino. Ribeirão Preto: Holos,
1999.
ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime, 2004.
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8-69
2º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
MATEMÁTICA APLICADA
40
-
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Funções: Definição, domínio, imagem, gráfico. Função composta e função inversa. Funções
especiais: polinômios, logaritmos e exponenciais. Limites: definição, teoremas sobre limites,
limites no infinito, limites infinitos, formas indeterminadas. Continuidade de funções. Derivadas.
A derivada no ponto. Interpretação geométrica e cinemática. Função derivada. Regras de
derivação. Regra da Cadeia. Derivação implícita e Taxas relacionadas. Valores extremos,
crescimento e decrescimento de uma função. Problemas de máximos e mínimos. Introdução a
Função de várias variáveis e derivadas parciais. Integrais: Integral definida e suas
propriedades, Teorema Fundamental do Cálculo e Integral indefinida. Método da substituição e
da integração por partes. Aplicações de integral definida. A equação diferencial x’(t)=k x(t) e
suas aplicações à Biologia e à Química.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver os conceitos de limite e continuidade para o posterior estudo da derivada de um
função e suas diversas aplicações, e com o foco no conceito de integração e suas aplicações,
além de trabalhar dois tipos de equações diferenciais que trazem consigo aplicações à Biologia
e à Química.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIOVANNI, José Ruy; BONJORNO, José Roberto. Matemática uma nova abordagem: versão
progressões. São Paulo: FTD, 2000. Vol. 01.
MORETTIN, Pedro. A. BUSSAB. W.; HAZZAN, S. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São
Paulo: Saraiva, 2005.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos
superiores. São Paulo: Atlas, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BONARA JÚNIOR, Dorival; NAVARRO, Isabel Cristina de Oliveira. Matemática: complementos e
aplicações nas áreas de Ciências Contábeis, Administração e Economia. 4. ed. São Paulo: Ícone,
2006.
GENTIL, Nelson et al. Matemática para o 2º grau. 11. ed. São Paulo: Ática, 1998. Vol. 01.
SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências
contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997.
SPINELLI, Walter; SOUZA, Maria Helena de. Matemática: ensino fundamental. São Paulo: Ática,
2003.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
60
20
9-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
80
4
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução à citologia. Histórico, estrutura e composição da célula. Fisiologia celular. Estudo
dos aspectos estruturais em nível microscópico dos diversos tecidos e órgãos. Conceitos e
formações embrionárias em geral. Desenvolvimento embrionário. Origem dos vários tecidos e
fases da evolução embrionária. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da
disciplina.
OBJETIVO GERAL
Ao final da disciplina o aluno será capaz de construir o conhecimento básico a cerca da
composição os tecidos que constituem o corpo humano, bem como, compreender as suas
origens embriológicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MOORE, Keith L.; PERSUAD, T. V. N. 6. ed. Embriologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOWE, James N.; STEVENS, Alan. Histologia humana. São Paulo: Manole, 2001.
MELLO, R. A. Embriologia humana. São Paulo: Atheneu. 2002.
MOORE, Clement C.; PERSAUD, T. V, N. Embriologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de histologia. 7. ed. São Paulo: Guanabara Koogan,
2007.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FISIOLOGIA HUMANA
40
20
10-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Fisiologia celular. Neurofisiologia, noções gerais sobre estruturas e funções do sistema
nervoso, aspecto fisiológico das sensações (sistemas sensoriais, motores e integrativos e os
sentidos especiais). O sistema digestório, enzimas, hormônios e absorção. Sistema urinário e
suas funções na excreção da urina. Fisiologia do sistema muscular: integração entre sistemas
neuromuscular e reflexos. Fisiologia do sistema cardiovascular: Estruturas e funções, variáveis
fisiológicas e respostas fisiológicas a diferentes tipos de stress. Fisiologia do sistema
respiratório, variáveis respiratórias, estruturas e funções e integração com sistema
cardiovascular. Avaliações fisiológicas. Práticas em laboratório. Vocabulário técnico-científico
da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Propiciar o aprendizado de conhecimentos atualizados dos mecanismos de funcionamento
normal em Fisiologia do organismo humano, ressaltando a importância dos conhecimentos de
fisiologia na prática farmacêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
KENDALL, Florence Perterson et al. Músculos, provas e funções: com postura e dor. 5. ed. Barueri,
SP: Manole, 2007.
WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP:
Manole, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
HANSEN John T. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre: Artmed, 2003.
SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. São Paulo: Manole, 1991.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
GENÉTICA BÁSICA E CITOGENÉTICA
40
20
11-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
A genética humana. Variação fenotípica e análise de cariótipos. Aspectos gerais de herança. As
aberrações cromossômicas e as principais síndromes. Grupos sanguíneos. A evolução
humana: biológica e cultural. Raças e espécies. Mendelismo. Prática em laboratório.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Introduzir os conceitos básicos da genética humana, assim como os modernos conceitos de
genética molecular, enfatizando a aplicação destas informações na prática farmacêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michel J.; WHITE, Raymond L. Genética médica. 3.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GRIFFITHS, J. F. et al. Introdução a genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
MILLER, Jeffrey H.; GELBART, William M.; SUZUKI, David T. Introdução a genética. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BIOQUÍMICA GERAL
40
20
12-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA ORGÂNICA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Noções gerais sobre bioquímica. Proteínas, vitaminas e enzimas. A química dos carboidratos,
lipídeos e nucleotídeos. Metabolismo dos carboidratos, glicogênio, lipídeos, aminoácidos e
nucleotídeos. Bioquímica do sangue, metabolismo da bilirrubina, equilíbrio ácido básico e
hormônios. Estruturas moleculares. Soluções, pH e sua regulação. Difusão e osmose.
Bioeletrogênese. Contração muscular. Transporte através de membranas. Biofísica de
sistemas. Metodologia de radioisótopos e suas aplicações na biologia. Prática em laboratório.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Identificar a estrutura química e caracterizar os componentes moleculares das células.
Entender as principais transformações metabólicas que a célula utiliza para o metabolismo das
proteínas, carboidratos e lipídios. Compreender os processos gerais de integração e regulação
metabólica celular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SACKHEIM, G.I. Química e bioquímica para ciências biomédicas. Barueri: São Paulo: Manole,
2001.
TORRES, B. B.; MARZZOCO, A. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
VOET, Donald. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed-Bookman, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAMPE, Pamela. C. et al. Bioquímica ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Blücher,
2007.
HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9. ed. Rio de Janeiro, LTC, 1998.
LEHNINGER, A. L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Tecmedd, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FILOSOFIA
E
APLICADAS À SAÚDE
ANTROPOLOGIA
40
-
13-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Diferentes concepções de caráter filosófico acerca do ser humano e da sociedade: do lugar do
ser humano como cidadão e como profissional da saúde à luz de uma fundamentação de
natureza filosófica. Introdução à antropologia: origem, conceitos fundamentais, problemas e
temas relevantes. Compreensão do processo evolutivo do homem. Relação entre saúde e
conceitos básicos, como etnia, raça, cultura, civilização, etnocentrismo, preconceito, racismo.
Discussão de questões ligadas à saúde sob uma perspectiva educativa filo-antropológica:
práticas místicas, rituais simbólicos e espirituais relativos ao corpo, à vida, à doença, à dor e à
morte. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Ao final da disciplina o aluno será capaz de compreender os principais conceitos da Filosofia e
Antropologia, bem como relacionar com área de saúde, promovendo uma reflexão sobre a
diferença cultural e o exercício da profissão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2003.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2006.
MINAYO, M. C. S.; COIMBRA, C. E. A (Orgs.). Antropologia, saúde e envelhecimento. Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2006.
JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1971.
ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
IANNI, Octávio. A sociedade global. 12. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA ORGÂNICA II
40
20
14-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA ORGÂNICA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Aldeídos, cetonas, iminas: Reações de adição nucleofílica à carbonila; Reações envolvendo
iminas, enaminas, enóis, enolatos; Derivados carbonilados α,β-insaturados: Adição nucleofílica
1,2 x adição conjugada (1,4); Derivados α e β-dicarbonilados; Ácidos carboxílicos e derivados:
Reações de substituição nucleofílica à carbonila. Alcanos e reações radicalares. Olefinas e
acetilenos: reações de adição eletrofílica e adição de radicais livres. Introdução à química de
hetorocíclicos. Química de aminoácidos, peptídeos e carboidratos. Introdução à Síntese de
Fármacos. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Fornecer ao acadêmico os conhecimentos básicos sobre compostos orgânicos, suas
nomenclaturas, propriedades e estruturas moleculares, além de correlacionar a química
orgânica diretamente com sua aplicabilidade nas ciências farmacêuticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2010.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de
produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 01.
SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 02.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01.
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15-69
3º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
PARASITOLOGIA GERAL
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Estudo das principais espécies de protozoários, helmintos e suas inter-relações com o homem
e o ambiente. Estudo da morfologia, biologia e profilaxia das principais espécies de artrópodes
de importância epidemiológica regional. Principais métodos de diagnóstico laboratorial das
doenças parasitárias. Parasitismo e prevenção das doenças parasitárias. Prática em
laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Descrever as características dos parasitas que foram apresentados no tocante a epidemiologia,
morfologia, habitat, ciclo biológico, modos de transmissão, patologia causada, maneiras de
efetuar o diagnóstico, medidas profiláticas e ter noções sobre procedimentos para tratamento,
envolvendo aspectos éticos profissionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
NEVES, David P. et al. Parasitologia humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro:
Medsi, 2003.
CIMERMAN, Sérgio; CIMERMAN Benjamin. Parasitologia humana e seus fundamentos. 2 ed. São
Paulo: Atheneu, 2008.
FARIA, Helvio J. de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São
Paulo: Atheneu, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA
40
20
16-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Conhecimentos básicos de microbiologia e micologia. Principais métodos de coloração.
Antibióticos e quimioterápicos. Relação patógeno-hospedeiro. Meios de prevenção das
doenças produzidas por bactérias e fungos. Relação entre microrganismos e infecções
humanas. Coleta, conservação e transporte de material. Prática em laboratório. Vocabulário
técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Conhecer os principais grupos de microrganismos bem como as técnicas utilizadas em
procedimentos microbiológico e a relevância da interação homem / microrganismos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu,
2005.
BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
INFORMÁTICA APLICADA A SAÚDE
-
40
17-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
EMENTA
Manuseio do microcomputador. Edição de documentos através de software de processamento
de textos. Elaboração de estatísticas, planilhas de cálculos e gráficos. Organização,
armazenamento e recuperação de informações em arquivos. Prática em laboratório.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Contribuir para o conhecimento acerca da Tecnologia e informática no curso de farmácia
utilizando conceitos e métodos básicos de sistemas de informação em saúde, enfatizando as
suas aplicações na formação profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORNACHIONI Jr., Edgar. Informática: aplicada às áreas de contabilidade, administração e
economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
RESENDE, Denis Alcides. Planejamento de sistemas de informação e informática: guia prático
para planejar a tecnologia da informação integrada ao planejamento estratégico das organizações. São
Paulo: Atlas, 2003.
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARÇULA, Marcelo; BENINI FILHO, Pio A. Informática: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo:
Érica, 2007.
MORAZ, Eduardo; FERRARI, Fabrício Augusto. Crie planilhas profissionais em Excel. São Paulo:
Digerati Editorial, 2005.
SANTOS, Aldemar de Araújo. Informática na empresa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SILVA, Mário Gomes da. Informática: terminologia básica, Windows XP e Office. São Paulo: Érica,
2004.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FÍSICO-QUÍMICA
40
20
18-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Gases ideais e reais; Leis da Termodinâmica;Termoquímica; Termodinâmica; Funções de Gibbs
e Helmholtz; Termodinâmica de sistemas abertos; Termodinâmica das substâncias puras;
Grandezas parciais molares; Solução ideal, estados padrões; Propriedades coligativas;
Adsorção; Colóides; Suspensões e soluções de macromoléculas; Eletroquímica; Cinética
Química. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Conhecer os principais conceitos físico-químicos de processos e reações químicas, priorizando
sistemas químicos da área da saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
NETZ, Paulo A.; ORTEGA, George González. Fundamentos de Físico-Química: uma abordagem
conceitual para as ciências farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008.
MOORE, Walter J. Físico-Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 01.
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 02.
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 03.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jeare. Fundamentos de física: gravitação, ondas e
termodinâmica 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Vol. 02.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA ORGÂNICA III
40
20
19-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA ORGÂNICA II
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Segurança em laboratório químico. Vidraria: uso, manuseio e limpeza. Introdução a técnicas
básicas em laboratório de química orgânica. Solubilidade dos compostos orgânicos em
solventes diversos. Classificação sistemática em grupos de solubilidade. Cromatografia em
camada fina e em papel. Destilação simples e fracionada à pressão normal e reduzida e por
arraste de vapor. Ponto de ebulição e de fusão. Extração por partição (líquido-líquido). Agentes
dessecantes. Cristalização. Métodos cromatográficos. Preparação e purificação de compostos
orgânicos. Reações de caracterização de aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, ésteres,
amidas, aminas, carboidratos e heterocíclicos aromáticos. Análise qualitativa de compostos
orgânicos utilizando métodos químicos e físicos (testes preliminares, propriedades físicas,
análise elementar qualitativa, solubilidade, reações de caracterização dos grupos funcionais.
Purificação da amostra. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Executar as técnicas e operações básicas de laboratório e aplicá-las em trabalhos
experimentais simples, envolvendo análises estequiométricas e equilíbrio químico,
selecionando e utilizando corretamente o equipamento necessário, e preparar soluções e
realizar dosagens mais comuns.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CONSTANTINO, Maurício Gomes; SILVA, Gil Valdo Jose da Silva; DONATE, Paulo Marcos.
Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2004.
TRINDADE, Diamantino Fernandes. Química Básica Experimental. 5. ed. São Paulo: Ícone, 2013.
SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de
produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2010.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACODINÂMICA
60
20
20-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
80
4
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FISIOLOGIA HUMANA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Farmacodinâmica: princípios gerais; Mecanismos de ação dos Fármacos; Receptores e seu
papel farmacológico; Receptores de reserva; Sitio de ação farmacológica; Agonista: total e
parcial; Antagonistas: reversíveis, irreversíveis, competitivos, alostéricos, químicos,
farmacológicos e fisiológicos; Principais alvos para ação dos fármacos: canais iônicos,
receptores, enzimas e proteínas estruturais; Intensidade dos efeitos farmacológicos; Eficácia
farmacológica; Mecanismos de transdução de sinais, afinidade, atividade intrínseca, eficácia e
potência. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver no acadêmico o raciocínio a partir de fundamentos fisiológicos e fisiopatológicos
para melhor compreender o mecanismo de ação, efeitos, indicações, contraindicações e
reações adversas dos principais fármacos utilizados no tratamento, profilaxia e diagnóstico,
proporcionando uma base científica segura para orientar na seleção e uso de medicamentos a
serem abordados nos próximos períodos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ:
EPUB, 2010. Edição Auro.
GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2.
ed. São Paulo: Rideel, 2008.
LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995.
WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005.
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TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOCINÉTICA
40
-
21-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FISIOLOGIA HUMANA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Farmacocinética: revisão geral de conceitos; Definição de biodisponibilidade, farmacocinética e
importância da sua avaliação; Cinéticas de ordem zero e de ordem um: características;
Administração intravenosa rápida; Parâmetros de distribuição; Parâmetros de eliminação:
constante de velocidade, tempo de semi-vida, depuração (clearance); Área sob a curva;
Perfusão: concentração no equilíbrio; Noção de compartimento: modelos de um e de dois
compartimentos; Administração extravascular única: velocidade de absorção; Absorção: tipos,
condicionantes, efeito nos parâmetros farmacocinéticos; Distribuição: ligação a componentes
de tecidos e órgãos; efeito nos parâmetros farmacocinéticos; Metabolização: efeitos de
primeira passagem; Eliminação: renal, hepática, intestinal, pulmonar; Doses múltiplas;
Posologia e efeito de acumulação: dose de ação imediata e dose de manutenção; Alteração de
parâmetros farmacocinéticos: peso, fluxo sanguíneo, esvaziamento gástrico, temperatura;
ligação às proteínas; Correção de posologias: insuficiência renal e hepática. Vocabulário
técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
A disciplina permite o(a) acadêmico(a) faça uma avaliação ampla em farmacologia clínica, bem
como à compreensão das vias de administração dos fármacos, sua absorção, distribuição
biotransformação e eliminação do organismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ:
EPUB, 2010. Edição Auro.
GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2.
ed. São Paulo: Rideel, 2008.
LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995.
WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005.
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22-69
4º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOVIGILÂNCIA E FARMACOEPIDEMIOLOGIA
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Conceitos gerais de farmacovigilância e farmacoepidemiologia; A situação do Brasil na
vigilância de medicamentos; Registros de medicamentos; Etapas no desenvolvimento de novos
fármacos; Produtos controlados e seus limites máximos de resíduos – LMR; Áreas da
farmacovigilância e farmacoepidemiologia; Panorama da farmacovigilância mundial e nacional;
Fundamentos epidemiológicos para estudo dos determinantes do processo saúde e doença;
Epidemiologia descritiva. Estrutura epidemiológica; Vigilância epidemiológica; Metodologia e
investigação epidemiológica; Dinâmica da população; Diagnóstico de Saúde da comunidade;
Compreensão dos papeis do profissional da área da saúde na vigilância de medicamentos e das
entidades nacionais e internacionais que controlam o desenvolvimento e a utilização de
fármacos; Farmacovigilância e uso racional de medicamentos; Bases legais da
farmacovigilância e farmacoepidemiologia. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver no acadêmico de farmácia senso crítico na identificação, validação, quantificação,
avaliação e minimização de efeitos adversos nos medicamentos e produtos de saúde visando
promover a sua segurança e avaliando a respectiva relação benefício-risco.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MASTROIANNI, Patrícia; VARALLO, Fabiana Rossi. Farmacovigilância para promoção do uso
correto de medicamentos. Porto Alegre: Artmed, 2013.
YANG, Yi; WEST-STRUM, Donna. Compreendendo a farmacoepidemiologia (Lange). Porto Alegre:
McGraw-Hill, 2013.
CORRER, Cassyano J.; OTUKI, Michel F. A prática farmacêutica na farmácia comunitária. Porto
Alegre: Artmed, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Edina Alves. Vigilância sanitária: proteção e defesa da saúde. São Paulo: Sobravime, 2004.
FRANCO, Joel Laércio; PASSOS, Afonso Dinis Costa (Orgs.). Fundamentos de epidemiologia.
Barueri, SP: Manole, 2005.
MEDRONHO, Roberto A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2006.
PASSOS, Afonso D. C., FRANCO, Laércio J. Fundamentos de epidemiologia. São Paulo: Manole,
2011.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
40
IMUNOLOGIA E VIROLOGIA
-
23-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução à imunologia e virologia. Sistema imunológico. Mecanismos imunológicos.
Prevenção e tratamento das doenças. Modalidade de imunoproteção. Noções gerais a respeito
das reações sobre antigino-anticorpo “in vitro”. Propriedades gerais dos vírus, o mecanismo de
patogênese viral, a resposta do hospedeiro as infecções virais, o diagnóstico laboratorial das
doenças virais, o papel dos vírus nas doenças e sua transmissão ao homem, os vírus não
convencionais (Príons). Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Possibilitar aos alunos a compreensão dos princípios básicos do funcionamento do sistema
imunológico humano, propiciando, desta forma, o entendimento dos mecanismos envolvidos
nas reações imunológicas in vivo e in vitro, e fornecer aos discentes os conhecimentos teórico
e prático sobre as propriedades gerais dos vírus, as principais formas incluindo vírus não
convencionais, mecanismo de replicação, transmissão, epidemiologia, patogênese bem como
os principais métodos de diagnóstico em virologia, tratamento e prevenção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
BIER, Otto G.; SILVA, Wilmar D.; MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
SANTOS, N.S.O.; ROMANOS, M.T.V. Introdução à virologia humana. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
BALESTIERI, Filomena Maria P. Imunologia. São Paulo: Manole, 2006.
CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole,
2007.
GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
ROITT, Ivan M.; DELVES, Peter J. Fundamentos de imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOBOTÂNICA
40
20
24-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA ORGÂNICA III
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Conceitos de taxonomia vegetal e sistemas de classificação; Célula Vegetal (Parede celular,
Plastídios, Vacúolo - Inclusões citoplasmáticas e histoquímica vegetal: Carboidratos. Lipídios e
óleos essenciais. Lignina. Taninos); Histologia Vegetal (Meristemas. Sistema de revestimento:
Epiderme e Periderme; Sistema fundamental: Parênquima, Colênquima e Esclerênquima.
Estruturas secretoras encontradas nos sistemas de revestimento e fundamental. Sistema
Vascular: xilema e floema). Anatomia dos órgãos vegetativos (Raiz e Caule: estrutura primária e
secundária. Folha). Drogas de uso corrente na indústria farmacêutica e pela população.
Falsificações e substituições de drogas oficiais. Conhecimento científico e identificação correta
das plantas medicinais; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio
ativo; manejo das plantas medicinais (plantio, ambulação, colheita, secagem), utilização de
plantas medicinais na região do Estado de Goiás abrangendo toda a região Norte. Vocabulário
técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Possibilitar o conhecimento acerca dos tipos celulares, dos tecidos e órgãos que compõem os
vegetais, correlacionando estrutura e função, bem como fornecer subsídios para que o aluno
aplique tais conceitos no estudo farmacognóstico, visando o controle de qualidade de matériasprimas, bem como de fitoterápicos industrializados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo:
Atheneu, 2005.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia
vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem
aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA ANALÍTICA I
60
20
25-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
80
4
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA
QUÍMICA ORGÂNICA III
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Introdução a Química Analítica; Análise Qualitativa: separação e análise de cátions e ânions;
Análise Quantitativa: preparação de amostras, análises gravimétricas, análises volumétricas
(volumetrias de neutralização, precipitação, óxido-redução e complexação); Saúde Coletiva
vinculada à análises de medicamentos e métodos analíticos. Vocabulário técnico-científico da
disciplina.
OBJETIVO GERAL
Apresentar ao aluno métodos e técnicas fundamentais teóricas e práticas da análise química
qualitativa e quantitativa, com o foco no desenvolvimento do raciocínio analítico de forma a
capacitar o aluno para a prática de análises químicas e resultados analíticos de laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
VOGEL, Arthur I. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SKOOG, Douglas A.; WEST, Donald M.; HOLLER, F. James; CROUCH, Stanley R. Fundamentos de
química analítica. São Paulo: Thomson, Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de
produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BIOESTATÍSTICA
40
-
26-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Estudo dos conceitos estatísticos básicos; coeficientes e indicadores de saúde; coleta e
análise descritiva de dados. Amostragem. Qualidade de testes diagnósticos. Introdução à
probabilidade. Construção de faixas de referência. Interpretação de resultados, leitura e
utilização das técnicas apresentadas na graduação em farmácia. Vocabulário técnico-científico
da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Disponibilizar aos acadêmicos os conhecimentos estatísticos básicos que proporcionem meios
de compreensão e resolução de problemas relacionados com a Estatística em outras
disciplinas do curso como também aplicar esses conhecimentos no desenvolvimento de
atividades profissionais onde se faça necessário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003.
VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatísica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980.
TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000.
NAZARETH, Helenalda. Curso básico de estatística. 12. ed. São Paulo: Ática, 2005.
VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE
40
-
27-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Identificação dos aspectos psicológicos, afetivos e cognitivos relacionados ao graduando em
farmácia e ao paciente no cuidado da saúde, da doença, da dor e da morte. Observação dos
aspectos psiquicodinâmicos determinantes do relacionamento do farmacêutico com o paciente,
com a família do paciente e com a equipe interdisciplinar de saúde, nos vários contextos de
cuidados (domiciliar, ambulatorial, hospitalar) das organopatologias e psicopatologias.
Caracterização dos aspectos psicológicos condicionantes de um atendimento humanizado ao
paciente e sua família. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Ao final da disciplina pretende-se que o acadêmico de farmácia, reconheça a importância da
psicologia para a otimização da atuação profissional, conheça recursos da área da psicologia
úteis para a atuação do profissional da saúde e saiba quando utilizá-los, reconheça situações
em que é necessário o encaminhamento para o psicólogo, desenvolva o senso crítico com
relação a questões relevantes da área e aprimore a capacidade de trabalho em equipe, com
vistas ao trabalho interdisciplinar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTHIKAD, Jacob. Psicologia para enfermagem. São Paulo: Reichmann e Autores e Editores, 2005.
MYERS, David G. Psicologia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
STRAUB, Richard O. Psicologia da Saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAPTISTA, Makilim Nunes; DIAS, R. R. Psicologia hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos.
São Paulo: Guanabara Koogan, 2003.
BOCK, Ana Mercês B. et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo:
Saraiva, 2002.
CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. 2. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2002.
FIGUEIREDO, Luís Claudio Mendonça. Psicologia, uma (nova) introdução: uma visão histórica da
psicologia como ciência. 2. ed. São Paulo: EDUC, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
PARASITOLOGIA CLÍNICA
40
20
28-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
PARASITOLOGIA GERAL
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Estudo dos principais métodos laboratoriais para isolamento e identificação de protozoários e
helmintos: colheita, preparo, conservação e análise de amostras biológicas; Preparo de
reativos e corantes; Métodos específicos que permitam o diagnóstico laboratorial de
protozoários intestinais, teciduais e sanguíneos e de helmintos; Coprológico funcional;
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Compreender a metodologia de identificação dos parasitas de interesse médico, manipular
corretamente as amostras biológicas, executar as técnicas de identificação e expressar os
resultados obtidos com segurança necessária e indispensável ao profissional da saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARLI, Geraldo Attilio de. Parasitologia clínica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São
Paulo: Atheneu, 2008.
REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CIMERMAN, Sérgio; CIMERMAN Benjamin. Parasitologia humana e seus fundamentos. 2 ed. São
Paulo: Atheneu, 2008.
FARIA, Helvio J. de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São
Paulo: Atheneu, 2008.
.
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29-69
5º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOLOGIA GERAL
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACODINÂMICA
FARMACOCINÉTICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Aspectos farmacocinéticos, do mecanismo de ação, dos efeitos farmacológicos, da toxicidade,
dos usos clínicos e das interações medicamentosas dos grupos farmacológicos relacionados à
Farmacologia Neuroendócrina (SNA; SNC: anorexígenos, psicoestimulantes, antipsicóticos,
antidepressivos, ansiolíticos, hipnóticos). Anticonvulsivantes; farmacologia da dor e opiáceos;
farmacologia da enxaqueca; farmacologia dos anestésicos locais; farmacologia endócrina;
farmacologia da inflamação, farmacologia do sistema digestivo, farmacologia do aparelho
respiratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Compreender os princípios gerais que regem as ações do organismo sobre as drogas e as
ações das drogas sobre o organismo, fornecendo subsídios para a boa prática profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ:
EPUB, 2010. Edição Auro.
GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2.
ed. São Paulo: Rideel, 2008.
LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995.
WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOGNOSIA I
40
20
30-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOBOTÂNICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Aspectos químico e farmacológico de produtos provenientes de planta medicinal e demais
derivados dessa (droga vegetal, fitofármaco e fitoterápicos). Conhecimento das principais
classes de constituintes químicos de origem vegetal, que podem ser utilizados na saúde
humana. Metodologia de extração e identificação química utilizando cromatografia,
desenvolvimento do perfil cromatográfico. Terpenóides: substâncias voláteis (óleos
essenciais). Terpenóides: triterpenos, esteroides e saponinas. Substâncias fenólicas:
compostos fenólicos simples e alguns heterosídeos fenólicos. Substâncias fenólicas:
derivados antraqunônicos. Substâncias fenólicas: flavonoides. Substâncias fenólicas: taninos e
cumarinas. Alcalóides. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao acadêmico de Farmácia o conhecimento da diversidade química existentes em
plantas medicinais e suas aplicações à saúde humana, utilizando métodos de identificação
química dessas classes de acordo com o descrito na literatura, com o foco no conhecimento
básico sobre as atividades biológico-farmacológica de espécies vegetais, mediante o
conhecimento químico das mesmas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIAVATTI, Maique Weber. Práticas de farmacognosia. Santa Catarina: UNIVALI, 2007.
SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira et al (Orgs.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed.
Florianópolis: UFSC, 2010.
SOUZA, Gustavo Henrique Bianco de; MELLO, João Carlos Palazzo de; LOPES, Norberto Peporine
(Orgs.). Farmacognosia coletânea cientifica. Ouro Preto: UFOP, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem
aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo:
Atheneu, 2005.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia
vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
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Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA FARMACÊUTICA I
40
20
31-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA
QUÍMICA ORGÂNICA III
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Estudo da influência das propriedades físico-químicas e estereoquímicas de um fármaco na sua
atividade biológica. Etapas envolvidas no planejamento de fármacos. Mecanismos de
melhoramento estrutural: estratégias aplicadas na síntese de novos análogos (variação de
substituintes, simplificação estrutural, bioisosterismo, contração/extensão de cadeias e anéis,
rigidificação estrutural). Estudo da relação-estrutura atividade. Noções de relação estruturaatividade quantitativa (QSAR). Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Compreender as razões moleculares envolvidas nas interações entre o fármaco e o receptor,
bem como as etapas envolvidas no desenvolvimento de fármacos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos.
2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman.
12. ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2012.
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química
combinatória e modelagem molecular: um curso prático. São Paulo: Manole, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA ANALÍTICA II
40
20
32-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA ANALÍTICA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Introdução a Química Analítica Instrumental. Análises Instrumentais: Potenciometria;
Fotomêtria de Chama; Espectrofotometria no UV-Visível, no Infravermelho, de Absorção
Atômica, de Plasma, de Fluorescência Molecular; Cromatografia em Camada Fina, Gasosa e
Líquida. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Apresentar ao acadêmico os principais métodos e técnicas instrumentais de análise química
instrumental, com o foco no desenvolvimento do raciocínio analítico de forma a capacitar o
acadêmico para a prática de análises químicas e resultados analíticos de laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
VOGEL, Arthur I. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
SKOOG, Douglas A.; WEST, Donald M.; HOLLER, F. James; CROUCH, Stanley R. Fundamentos de
química analítica. São Paulo: Thomson, Cengage Learning, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de
produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01.
USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
40
BIOFÍSICA
-
33-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução à Biofísica, sistemas biológicos e as grandezas físicas. Biofísica da água. Biofísica
da célula, transportes através da membrana. Osmose, osmometria. Termodinâmica.
Eletrobiologia e Bioeletrogênese, potenciais biológicos, meios de medida do pH das soluções.
Potencial de membrana e de ação. Biofísica das radiações. Radioatividade, séries naturais,
particulares. Unidade de radiobiologia, radioproteção, radioterapia. Produção de radioisótopo.
Biofísica das funções circulatória, respiratória e renal. Ótica, Biofísica da visão.
OBJETIVO GERAL
Levar o acadêmico à aprender e interpretar fenômenos biológicos utilizando os princípios da
Biofísica, privilegiando sempre as inter-relações com os processos celulares e moleculares,
garantindo os conhecimentos teóricos e práticos para o bom desempenho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DURÁN, J. E. R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002.
HENEINE, I. F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HALL, S.J. Biomecânica Básica. 5. ed. São Paulo: Manole, 2009.
MOURÃO, C. A.; ABRAMOV, D. M. Biofísica essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
WACHTER, P. H. et al. Biofísica para ciências biomédicas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
PATOLOGIA GERAL
60
20
34-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
80
4
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução à patologia. Estudo, natureza e evolução das doenças. Alterações anatômicas e
funcionais resultantes das interações entre hóspede e hospedeiro. Alterações sistêmicas no
organismo humano. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Capacitar os universitários a compreender os conceitos básicos dos processos patológicos do
organismo humano, habilitando-os, a saber, as etiologias das doenças, seus mecanismos
formadores e as alterações anatômicas e funcionais que esses processos desencadeiam.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
FARIA, José Lopes de. Patologia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
FRANCO, Marcello; MONTENEGRO, Mario R. Patologia: processos gerais. 4. ed. São Paulo:
Atheneu, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
MENDES, René. Patologia do trabalho. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM SAÚDE COLETIVA
40
-
35-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
O papel do farmacêutico nos Sistema Único de Saúde. Medicamentos essenciais. Política
Nacional de Medicamentos. Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Componentes da
assistência farmacêutica: básico, estratégico e especializado. Ciclo da assistência
farmacêutica: pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos; seleção, programação,
aquisição, armazenamento, distribuição, prescrição e dispensação de medicamentos. Avaliação
da assistência farmacêutica. Informação sobre medicamentos. Vocabulário técnico-científico da
disciplina.
OBJETIVO GERAL
Propiciar conhecimentos e desenvolver habilidades e competências para o gerenciamento da
assistência farmacêutica no Sistema Único de Saúde em todos os níveis da atenção a saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURRIE, Jay D. Guia prático da atenção farmacêutica. São Paulo: Pharmabooks, 2010.
GENARO, Alfonso R. Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004.
STORPIRTIS, Sílvia. Ciências Farmacêuticas: farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Sergio R. Saúde coletiva e promoção da saúde. São Paulo: Hucitec, 2006.
PAIM, Jairnilson Silva. Desafios para a saúde coletiva no século XXI. Salvador: EDUFBA, 2006.
FRANCO, Joel Laércio; PASSOS, Afonso Dinis Costa (Orgs.). Fundamentos de epidemiologia.
Barueri, SP: Manole, 2005.
ROZENFELD, Suely. Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000.
SILVEIRA, Mario M. Política Nacional de saúde pública. Rio de Janeiro: Revan, 2005.
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36-69
6º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOLOGIA APLICADA
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOLOGIA GERAL
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Aspectos farmacocinéticos, do mecanismo de ação, dos efeitos farmacológicos, da toxicidade,
dos usos clínicos e das interações medicamentosas dos grupos farmacológicos relacionados à
Farmacologia do sistema cardiovascular; do sistema urinário; da quimioterapia; da
antibioticoterapia
(antibacterianos,
antivirais,
antiparasitários,
antifúgicos);
dos
anticoagulantes; dos anticoncepcionais orais e injetáveis; dos antineoplásicos. Vocabulário
técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Compreender os mecanismos moleculares de ação das classes de fármacos discutidas, bem
como suas implicações fisiológicas, para então adquirir a capacidade de discutir sua
farmacocinética, farmacodinâmica, aplicações terapêuticas, efeitos adversos e interações
medicamentosas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ:
EPUB, 2010. Edição Auro.
GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2.
ed. São Paulo: Rideel, 2008.
LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995.
WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOGNOSIA II
40
20
37-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOGNOSIA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Conhecimento químico e farmacológico de plantas medicinais, drogas vegetais e fitoterápicos
provenientes das seguintes espécies: Ginkgo biloba, Maytenus ilicifolia, Aesculus
hippocastanus, Peumus boldus, Hamamelis virginiana, Rhamnus purshiana, Senna alexandrina,
Calendula officinalis, Hypericum perforatum, Paullinia cupana, Matricaria recutita e outras;
Fitoterápicos utilizados na terapêutica, visando o entendimento de sua utilização clínica;
Paralelo a este entendimento, o conhecimento químico das espécies exploradas, ou seja,
descrição dos princípios ativos presentes, sua função farmacológica e biológica; Avaliação da
qualidade do fitoterápico e espécies vegetais, do perfil cromatográfico esperado em drogas
vegetais comercializadas nos estabelecimentos farmacêuticos; Tipos de extratos, preparações
usuais e as mais indicadas para algumas espécies. Avaliação de espécies disponíveis no
mercado. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar a compreensão dos aspectos técnico-científicos fundamentais da farmacognosia,
adequando e desenvolvendo a capacidade cognitiva e analítica do acadêmico em consonância
com a formação generalista, humanista, crítica, reflexiva e com base no rigor científico, com
enfoque na promoção de sua atuação profissional efetiva nas áreas do conhecimento que
interrelacionam-se ao uso de produtos de origem natural na assistência farmacêutica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIAVATTI, Maique Weber. Práticas de farmacognosia. Santa Catarina: UNIVALI, 2007.
SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira et al (Orgs.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed.
Florianópolis: UFSC, 2010.
SOUZA, Gustavo Henrique Bianco de; MELLO, João Carlos Palazzo de; LOPES, Norberto Peporine
(Orgs.). Farmacognosia coletânea cientifica. Ouro Preto: UFOP, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem
aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo:
Atheneu, 2005.
OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia
vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOTÉCNICA I
40
20
38-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FÍSICO-QUÍMICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Boas práticas de manipulação; Operações unitárias aplicadas à Farmácia: Pesagem, medição
de volume, medidas posológicas farmacêuticas. Operações Básicas: Separação de corpos
sólidos, separação sólido-líquido ou de líquidos imiscíveis, divisão de sólidos. Operações
Físicas: refrigeração, evaporação, secagem, liofilização, sublimação, cristalização, destilação,
fusão. Operações e incompatibilidades farmacêuticas. Formas e fórmulas farmacêuticas:
Formas Farmacêuticas Líquidas. Formas Farmacêuticas obtidas por extração. Formas
Farmacêuticas obtidas por dissolução: hidróleos, alcoóleos, sacaróleos, gliceróleos, oleóleos.
Forma Farmacêutica obtida por dispersão mecânica: emulsão, suspensão e dispersões
coloidais. Formas Farmacêuticas sólidas: pós, granulados e cápsulas. Vocabulário técnicocientífico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção,
conservação e dispensação dos medicamentos magistrais, oficinais e industrializados, com o
foco em identificar e caracterizar as diferentes formas farmacêuticas líquidas não estéreis,
aplicando desta forma as boas práticas de manipulação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000.
CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado.
Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01.
STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AULTON, M. E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas em farmacotécnica. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BIOQUÍMICA CLÍNICA
40
20
39-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
BIOQUÍMICA GERAL
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Organização de um laboratório de Bioquímica Clínica; princípios e cuidados na coleta de
amostras biológicas Métodos bioquímicos de análise laboratorial utilizados no diagnóstico e
pesquisa clínica e interpretação e análise dos resultados. Enzimologia clínica Metabolismos de
nitrogenados e função renal; Urinálises,; Proteínas plasmáticas; Função hepática; Metabolismo
dos carboidratos e lipídeos e suas correlações patológicas; Análise bioquímica da função
cardíaca; Marcadores bioquímicos de cardiopatia; Doenças moleculares. Vocabulário técnicocientífico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Realizar e interpretar os exames laboratoriais e correlacioná-los com as respectivas doenças
ligadas à Bioquímica, interpretando os resultados encontrados, bem como praticar as normas
de biossegurança e realizar o controle de qualidade dos exames.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURTIS, C. A.; ASHWOOD, E. R.; BRUNS, D. E. Tietz fundamentos de química clínica. 6. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008.
DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2000.
MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A.; RODWELL, V. W. Harper: bioquímica ilustrada. 27.
ed. São Paulo: McGrawHill, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Blücher,
2007.
LEHNINGER, A. L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Tecmedd, 2006.
MILLER, O.; GONÇALVES, R. R. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo:
Manole, 2008.
SACKHEIM, G.I. Química e bioquímica para ciências biomédicas. Barueri: São Paulo: Manole,
2001.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA FARMACÊUTICA II
40
20
40-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA FARMACÊUTICA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Aspectos gerais da Tecnologia Farmacêutica; Indústria Farmacêutica e Normas de Produção.
Tecnologia de áreas limpas, áreas produtivas classificadas. Pesquisa e desenvolvimento de
produtos. Controle e Monitoramento de áreas fabris. Planejamento de área industrial.
Tecnologia de filtração. Tecnologia de fabricação de sólidos orais (comprimidos, drágeas,
comprimidos revestidos, cápsulas) e critérios de controle de qualidade (dureza, friabilidade,
desintegração e dissolução de formas farmacêuticas sólidas, peso médio, homogeneidade de
conteúdo e de dose). Formas farmacêuticas revestidas. Micropartículas. Formas farmacêuticas
sólidas de liberação modificada. Controles em Processo. Tecnologia das formas farmacêuticas
de aplicação retal e vaginal, parenterais, oftálmicas, auriculares, nasais de aerossóis, inalantes
e sprays. Segurança e controle do processo industrial. Esterilização. Estabilidade de
Medicamentos, aspectos tecnológicos e legais. Processos biotecnológicos aplicados aos
produtos farmacêuticos. Desenvolvimento de processos tecnológicos para a obtenção de
formas farmacêuticas. Aplicação de diferentes operações unitárias e técnicas utilizadas em
escala laboratorial e industrial. Higienização e assepsia de áreas fabris. Incompatibilidade em
formulações farmacêuticas. Estudo de formas farmacêuticas de interesse da indústria
farmoquímica.
OBJETIVO GERAL
Permitir um conhecimento amplo de matérias-primas e técnicas de produção industrial,
capacitando para o desenvolvimento de formulações farmacêuticas, considerando
características físico-químicas, tecnologia, controle de qualidade e de estabilidade, bem como
eficácia e segurança. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos.
2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
GAUTO, Marcelo; ROSA, Gilber. Química industrial. Porto Alegre: Bookman, 2013.
LIMA, Urgel de Almeida. Biotecnologia industrial. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química
combinatória e modelagem molecular: um curso prático. São Paulo: Manole, 2003.
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman.
12. ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2012.
RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
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Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMÁCIA HOSPITALAR E CLINICA
40
20
41-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Inter-relação administrativa, financeira e técnica da farmácia hospitalar e os demais setores do
hospital; Estruturação e funcionamento administrativo, financeiro, técnico e de recursos
humanos da farmácia hospitalar e clínica; Sistemas de distribuição de medicamentos (incluindo
a implantação do regime de dose unitária ao paciente) e material médico-hospitalar;
Administração de recursos materiais: compras, preços, cobranças, gerenciamento de estoques
de medicamentos e material médico hospitalar; Armazenamento de medicamentos e materiais
médico hospitalares: aspectos administrativos, financeiros e técnicos; Comissões assessoras:
comissão de padronização de medicamentos, comissão de controle de infecção hospitalar e
outras. Farmacotécnica hospitalar: fórmulas magistrais, preparo e diluição de germicidas e
detergentes, preparo de misturas intravenosas, soluções de nutrição parenteral e citostáticos,
fórmulas galênicas e outros conforme as Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos;
Interpretação, escrituração e documentação da dispensação dos medicamentos: prescrições
médicas, prontuários, medicamentos conforme regulamentação legal (escrituração e controle);
Dispensação conforme requisitos exigidos para medicamentos e correlatos; Informações sobre
medicamentos: identificando as necessidades de informação e os meios para distribuí-la e
percebendo o farmacêutico como profissional responsável por esta função. Farmácias
satélites: importância, funções e atividades. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Propiciar conhecimentos e habilidades para o desempenho das atividades técnicas e clínicas
da Farmácia Hospitalar e Clínica de forma a propiciar respaldo à formação de farmacêuticos
comprometidos com a necessidade social da saúde coletiva na atenção terciária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES FILHO, Waladmir Mendes; FERRACINI, Fabio Teixeira. Prática farmacêutica no ambiente
hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2010.
BRAGA, Roberta Joly Ferreira. ABC da farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2013.
CAVALLINI, Míriam Elias; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia Hospitalar: um enfoque em sistemas
de saúde. São Paulo: Manole, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CIPRIANO, Sonia Lucena; PINTO, Vanusa Barbosa; CHAVES, Cleuber Esteves. Gestão estratégica
em farmácia hospitalar: aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo:
Atheneu, 2009.
CURRIE, Jay D. Guia prático da atenção farmacêutica. São Paulo: Pharmabooks, 2010.
GENARO, Alfonso R. Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004.
STORPIRTIS, Sílvia. Ciências Farmacêuticas: farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
ESTÁGIO
TOTAL
DISCIPLINA
ESTÁGIO CURRICULAR I
-
80
42-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
-
-
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA
QUÍMICA ORGÂNICA III
MATEMÁTICA APLICADA
BIOQUÍMICA GERAL
PARASITOLOGIA CLÍNICA
MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA
FÍSICO-QUÍMICA
IMUNOLOGIA E VIROLOGIA
FARMACOBOTÂNICA
QUÍMICA ANALÍTICA II
FARMACOLOGIA GERAL
FARMACOGNOSIA I
QUÍMICA FARMACÊUTICA I
PATOLOGIA GERAL
ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM SAÚDE COLETIVA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA: Participar das atividades básicas do ciclo
de Assistência farmacêutica; Organização do armazenamento e da dispensação dos
medicamentos existentes no Sistema Único de Saúde na Gestão Municipal; Participação e
colaboração em todas as atividades de rotina desenvolvidas no local de estágio (farmácia SUS);
Promover atividades educacionais realizadas nas escolas municipais da região; Atividades
educativas aos docentes do ensino fundamental e médio da rede de ensino municipal e
particular, com temas no âmbito de básicas de higiene, prevenção de doenças, prevenção ao
uso de drogas e comportamento; Durante o estágio de Práticas em Saúde Pública, os
acadêmicos realizam visitas domiciliares, permitindo uma melhor compreensão do meio em que
ele está inserido, que condições de saúde, higiene e saneamento vivem determinadas famílias.
Traçar metas para melhorar e individualizar a assistência às famílias no âmbito da atenção
farmacêutica.
OBJETIVO GERAL
Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência
prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido
pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das
relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas
na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de
atuação do farmacêutico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
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43-69
7º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
TOXICOLOGIA GERAL
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Aspectos toxicocinéticos (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) e
toxicodinâmicos (mecanismo de ação tóxica) dos medicamentos e drogas de abuso. Correlação
entre a toxicocinética e toxicodinâmica com o delineamento de uma análise toxicológica
enfocando como os agentes tóxicos em questão são abordados laboratorialmente tanto do
ponto de vista de avaliação de toxicidade quanto de prevenção, diagnóstico e tratamento das
possíveis intoxicações. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Transmitir aos acadêmicos os conhecimentos das fontes de intoxicações inseridos em um
contexto que abranja as diferentes áreas da Toxicologia, com características dos acidentes,
mecanismos de ação dos venenos, vias de exposição, manifestações clínicas, diagnóstico
diferencial, tratamento, uso de antídotos, aspectos de primeiros socorros e prevenção destes
acidentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP:
Manole, 2001.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
HEMATOLOGIA CLÍNICA
40
20
44-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
BIOQUÍMICA CLÍNICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Conceito e generalidades em hematologia. Hematopoiese – estudo dos órgãos
hematopoieticos, fases da hematopoiese, linhagem, maturação dos elementos figurados do
sangue; Patologia eritrocitária. Classificações morfológica e etiológica das anemias,
hemoglobinopatias e talassemias, diagnostico laboratorial das patologias eritrocitárias;
patologia leucocitária, qualitativos e quantitativos da série leucocitária diante dos processos
infecciosos; leucemias, classificações, etiopatogenia e diagnóstico laboratorial das leucemias;
hemostasia e coagulação, hemostasia primaria e secundaria, mecanismo da coagulação
sanguínea, mecanismo de controle da coagulação, fibrinólise, diagóstico laboratorial dos
distúrbios da coagulação sanguínea; Imunohematologia, sistema ABO e Rh, doença hemolítica
do recém-nascido, anemias autoimunes e iso-imunes, classificação sanguínea e técnica
laboratoriais imunohematológicas.
OBJETIVO GERAL
Transmitir os conceitos de morfologia, fisiologia e fisiopatologia da Hematologia Clínica,
possibilitando compreender os conceitos básicos aos procedimentos complexos de exames
laboratoriais que conduzam a diagnósticos seguros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREUND, Mathias. Hematologia microscópica prática. 11. ed. São Paulo: Editora Santos, 2013.
MOURA, Roberto de Almeida et al. Técnica de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
TEIXEIRA, José Eduardo Cavalcanti. Diagnóstico laboratorial em hematologia. São Paulo: Roca,
2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada: manual e atlas colorido. 3. ed. São
Paulo: Manole, 2001.
MILLER, O.; GONÇALVES, R. R. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
ZAGO, M. A.; FALCÃO, R. P.; PASQUINI, R. Hematologia: fundamentos e prática. São Paulo:
Atheneu, 2001.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
QUÍMICA DE ALIMENTOS
40
20
45-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA
QUÍMICA ORGÂNICA III
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Introdução: conceito, histórico e perspectivas. Aspectos gerais de produção, industrialização e
comercialização de alimentos. Fundamentos, química e importância tecnológica de
carboidratos, lipídeos; proteínas; enzimas; vitaminas e minerais. Análises qualitativas e
quantitativas básicas. Determinação de polissacarídeos e de taninos. Separação das proteínas
do leite. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Adquirir conhecimentos sobre os principais constituintes dos alimentos e as transformações
físicas e químicas a que eles estão sujeitos antes e após sua produção e industrialização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009.
ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de alimentos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
MORETTO, E.; FETT, R.; CONZAGA, L. V.; KUSKOSKI, E. M. Introdução à ciência dos alimentos.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
CITOPATOLOGIA CLÍNICA E UROANÁLISE
40
20
46-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
BIOQUÍMICA CLÍNICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Fundamentos da citopatologia: célula em todos os tecidos formados de epitélio, citologia de
secreções e excreções, líquido sinovial, líquido seminal, liquor, citologia vaginal e cervical,
mama. Exames citopatológicos em saúde preventiva, em processos inflamatórios e
degenerativos, em carcinomas de endométrio e colo uterino, pulmonar e mamária. Introdução a
uroanálise. Fisiologia do trato urogenital. Formação de urina. Distúrbios de Micção. Métodos de
coleta de urina. Colheita e conservação do material biológico. Pesquisas e dosagens na urina.
Exame físico, exame químico e sedimentoscopia urinária qualitativa e quantitativa. Análises
químicas dos cálculos urinários. Análise laboratorial de fluidos biológicos extravasculares.
Análise fecal. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Transmitir conhecimentos teórico-práticos relacionados à urinálise e citopatologia clínica, pois
em qualquer laboratório de Análises Clínicas, o profissional terá que executar e interpretar
diversos exames relacionados ao perfil e conteúdo urinário e citopatológico em sua rotina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, G. Atlas de Citologia: malignidade e pré-malignidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.
CONSOLARO, Márcia Edilaine Lopes; ENGLER, Silvya Stuchi Maria. Citologia Clínica CérvicoVaginal: Texto e Atlas. São Paulo: Roca, 2012.
STRASINGER, Susan King. Urinálise e Fluidos Corporais. 5. ed. São Paulo: Livraria Médica
Paulista, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURTIS, C. A.; ASHWOOD, E. R.; BRUNS, D. E. Tietz fundamentos de química clínica. 6. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008.
DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2000.
MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A.; RODWELL, V. W. Harper: bioquímica ilustrada. 27.
ed. São Paulo: McGrawHill, 2007.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOTÉCNICA II
40
20
47-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOTÉCNICA I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Biofarmácia. Formas farmacêuticas semi-sólidas. Formas farmacêuticas plásticas e reologia.
Formas farmacêuticas cavitárias. Preparações dermatológicas. Aspectos técnicos e práticos
para o desenvolvimento de sabonetes, xampus, condicionadores, perfumes, máscaras faciais,
maquiagem compacta, batons, alisantes e onduladores, tinturas capilares, cremes e loções
cremosas. Radiação Ultravioleta e Formulações Antisolares. Vocabulário técnico-científico da
disciplina.
OBJETIVO GERAL
Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção,
conservação e dispensação dos medicamentos magistrais, oficinais e cosméticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000.
CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado.
Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01.
STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AULTON, M. E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas em farmacotécnica. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
MICROBIOLOGIA CLÍNICA E IMUNOLOGIA CLÍNICA
40
20
48-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
IMUNOLOGIA E VIROLOGIA
MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Aspectos epidemiológicos fisopatológicos e diagnósticos das principais doenças infectocontagiosas. Principais fontes de material. Preparo de material e amostras utilizados em
laboratório de microbiologia. Coleta de material. Técnicas de isolamento e/ou identificação e
controle de microorganismos potencialmente patogênicos (bactérias, fungos e vírus).
Antibiograma. Autovacinas. Os imunoensaios: técnicas, interpretações e aplicações
diagnósticas. Problemas das reações in vitro e critérios para estabelecer um controle de
qualidade eficaz. Imunologia das infecções bacterianas, fúngicas, parasitológicas e virais.
Doenças autoimunes, alérgicas e imunologia dos transplantes. Vocabulário técnico-científico
da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Executar exames bacteriológicos e imunológicos rotineiros, conhecendo a importância da
Microbiologia e Imunologia Clínica na elucidação do diagnóstico de doenças.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu,
2005.
BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
BIER, Otto G.; SILVA, Wilmar D.; MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.
SANTOS, N.S.O.; ROMANOS, M.T.V. Introdução à virologia humana. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
APLICADAS AO FARMACÊUTICO
40
-
49-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Ética na história do pensamento ocidental. Ética na formação do cidadão e do profissional
farmacêutico. Bioética. Humanização da assistência. O desafio e o problema da ética na
atualidade. Ética nos campos da ciência da saúde e tecnologia. Estudo histórico da legislação
em farmácia. Regulamentação do exercício profissional. Lei do exercício profissional. As
comissões e o Código de Ética de Farmácia. Direitos e deveres do paciente e do profissional.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Compreender a importância da ética e bioética para a vida pessoal e profissional,
desenvolvendo interesse pelos conhecimentos fundamentais que norteiam um comportamento,
de acordo com os princípios da profissão e os valores morais da sociedade em que vivem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DE SÁ, Antônio Lopes. Ética profissional. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
OLIVEIRA, Silvia Teodoro de. Tópicos em deontologia e legislação para farmacêuticos. Belo
Horizonte: COOPMED, 2009.
ZUBIOLI, Arnaldo. Ética farmacêutica. São Paulo: SOBRAVIME, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONSTANTINO, Lúcio Santoro de. Médico e pacientes: questões éticas e jurídicas. Porto Alegre:
EDIPUCR, 2002.
FORTES, Paulo A. de C. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais. São Paulo: EPU,
2007.
OGUISSO, Taka; ZOBOLI, Elma L. C. P. Ética e bioética: desafios para a enfermagem e a saúde.
São Paulo: Manole, 2005.
SEGRE, Marco. A questão ética e a saúde humana. São Paulo: Atheneu, 2006.
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Centro de Educação Superior do Norte Goiano
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
ESTÁGIO
TOTAL
DISCIPLINA
ESTÁGIO CURRICULAR II
-
80
50-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
-
-
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
ESTÁGIO CURRICULAR I
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA HOSPITALAR: Capacitar o estudante a
desenvolver habilidades para integrar equipes multidisciplinares em saúde; Compreender
funções exercidas pelo farmacêutico na Farmácia Hospitalar considerando o aspecto da
atuação técnica, das relações humanas, ética profissional, gerenciamento da Farmácia;
Proporcionar a visualização da farmácia hospitalar como prestador de serviço de saúde e
manutenção da mesma; Desenvolver nos estudantes comportamentos e atitudes para
integração efetiva do profissional farmacêutico nas equipes multidisciplinares; Propiciar ao
estudante observar a organização e rotina da farmácia de um Hospital e seus vários setores.
OBJETIVO GERAL
Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência
prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido
pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das
relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas
na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de
atuação do farmacêutico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
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51-69
8º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
ANÁLISES TOXICOLÓGICAS
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
TOXICOLOGIA GERAL
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Aspectos toxicocinéticos (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) e
toxicodinâmicos (mecanismo de ação tóxica) dos medicamentos, drogas de abuso, metais,
solventes, praguicidas e contaminantes ambientais e de alimentos. Adicionalmente, aborda
como essas substâncias podem ser analisadas laboratorialmente tanto do ponto de vista de
avaliação de toxicidade quanto de prevenção, diagnóstico e tratamento das possíveis
intoxicações.
OBJETIVO GERAL
Capacitar o aluno a desenvolver um raciocínio toxicológico, que lhe permita reconhecer e
avaliar a natureza e a intensidade da resposta do organismo aos xenobióticos, a fim de prevenir
ou minimizar os efeitos adversos que possam ocorrer, e quando da ocorrência destes, auxiliar
no diagnóstico e tratamento das intoxicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
MOREAU, Regina Lúcia de Moraes; SIQUEIRA, Maria Elisa Pereira Bastos de. Toxicologia analítica.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP:
Manole, 2001.
SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA
40
20
52-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FÍSICO-QUÍMICA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Garantia de Qualidade na indústria farmacêutica e de cosméticos. Boas Práticas de Fabricação
e Controle (BPFC). Especificação de matérias-primas e de medicamentos. Técnica de
amostragem. Controle em processo, controle de material de acondicionamento e de embalagem
e controle físico de medicamentos e cosméticos. Funções de padrões de referência/substâncias
químicas de referência. Identificação de substâncias em medicamentos e cosméticos. Métodos
físico-químicos no controle de qualidade de medicamentos e cosméticos. Métodos de análise
de princípios ativos, produtos de degradação e compostos relacionados. Validação de métodos
analíticos. Estabilidade de medicamentos e cosméticos e fotoestabilidade. Análise de matériasprimas e de água. Determinação de matérias estranhas de drogas vegetais e fitoterápicos.
Ensaios físico-químicos empregados no controle de sólidos, líquidos e semi-sólidos de
medicamentos e cosméticos. Análise estatística de resultados analíticos. Ensaios físicoquímicos de materiais de acondicionamento e de embalagem para uso farmacêutico. Análise de
água para fins farmacêuticos. Espectrofotometria e métodos cromatográficos, de eletroforese,
de análise térmicas, volumetria e gravimetria. Principais ensaios no controle de qualidade de
insumos farmacêuticos, de medicamentos e de cosméticos. Planejamento e ensaios no estudo
de estabilidade e fotoestabilidade. Análise macroscópica e microscópica de drogas vegetais.
Identificação e quantificação de princípios ativos vegetais. Redação de POP´s analíticos.
OBJETIVO GERAL
Orientar para o planejamento, organização e funcionamento de um laboratório de controle de
qualidade na indústria farmacêutica, e avaliar métodos, equipamentos e técnicas de análises
físico-químicas adequados ao controle da qualidade de fármacos e medicamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
CARDOSO, Caroly M. Zanella. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais. São
Paulo: Pharmabooks, 2009.
GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 2. ed. São Paulo: Pharmabooks,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 01.
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 02.
ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 03.
NETZ, Paulo A.; ORTEGA, George González. Fundamentos de Físico-Química: uma abordagem
conceitual para as ciências farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008.
MOORE, Walter J. Físico-Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
FARMACOTÉCNICA HOMEOPÁTICA
40
20
53-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOTÉCNICA II
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Histórico: O vitalismo de Hipócrates à Hahanemnn, campo eletromagnético do corpo humano.
Comprovações científicas. História da Homeopatia e Farmácia Homeopática no Brasil.
Fundamentos: a lei dos semelhantes, medicamento único: caracterização e classificação do
medicamento homeopático: diluição e dinamização, individualização do paciente. Experimentos
Pategenéticos. Relação patologia e cura: lei de cura de Hering, lei da substituição. Dinâmica
miasmática: sintomas como defesa, doenças agudas, doenças crônicas, agravação, ação do
medicamento homeopático e formas de tratamento. Escalas Homeopáticas para preparação de
formas farmacêuticas centesimal, decimal e cinquenta-milesimal. Métodos de Preparação das
Formas Farmacêuticas Homeopáticas. Métodos: Korsakov e Fluxo Contínuo. Formas
Farmacêuticas Homeopáticas de Uso Interno: Líquidos, Pós, Glóbulos. Farmacotécnica
Homeopática: Técnica de preparo de tinturas-mãe. Técnica de preparo de medicamentos nas
escalas: centesimal, decimal e cinquenta-milesimal. Preparo das Formas Farmacêuticas
derivadas em homeopatia.
OBJETIVO GERAL
Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção,
conservação e dispensação dos medicamentos homeopáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORNILLOT, Pierre. Tratado de Homeopatia. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FONTES, O. L. Farmácia Homeopática: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Manole, 2005.
SAREMBAUD, A. Homeopatia: conceitos básicos. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000.
CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado.
Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01.
EGITO, J. L. Homeopatia: conceitos filosóficos. São Paulo: Robe, 2002.
STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
FARMACÊUTICAS
40
-
54-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Aspectos básicos da economia. Produção e distribuição. Fluxo circular de renda. Indicadores
macroeconômicos. Sistemas de preços e problemas econômicos. Empresa farmacêutica: tipos
de empresas. Crédito, moeda e bancos. Comércio internacional; balanço de pagamentos.
Economia brasileira: processo de desenvolvimento; obstáculos, formas de alcançar o
desenvolvimento. Aspectos administrativos nas empresas farmacêuticas. Administração de
vencimento de lotes. Logística na aquisição materiais diversos (compras) no setor público.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Adquirir conceitos básicos para participar da administração de empresas farmacêuticas, bem
como noções de empreendedorismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2003.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada,
estratégias financeiras, orçamento empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KASSAI, Roberto. Retorno de investimento: abordagem matemática e contábil do lucro empresarial
3. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
LODI, João Bosco. História da administração. São Paulo: Pioneira Thonsom Learning, 2003.
MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. 15. ed. Rio de
Janeiro: Record, 2004.
MUNIZ, Adir Jaime de Oliveira. Teoria geral da administração: noções básicas. 4. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
MELLAGI, Filho. Mercado financeiro e de capitais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
WRIGHT, Peter; KROLL, Mark J.; PARNEL, John. Administração estratégica: conceitos. São Paulo:
Atlas, 2000.
.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
COSMETOLOGIA
40
20
55-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
FARMACOTÉCNICA II
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS
EMENTA
Definições em Cosmetologia; Classificação dos Cosméticos; História da Cosmetologia;
Anatomohistofisiologia da Pele e Anexos (glândulas sebácea e sudorípara, pêlo e unha);
Permeabilidade seletiva da superfície cutânea. Adjuvantes. Perfumes. Matérias-primas e
Desenvolvimento Cosméticos: Propriedades e características que justificam sua aplicação;
Técnicas de preparação, Preparações de liberação modificada. Lipossomas e nanopartículas.
Produtos de uso infantil. Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Legislação aplicada à
Cosmetologia; Formas Cosméticas; Fitocosméticos; Visão Geral da Indústria Cosmética;
Desenvolvimento e Lançamento de Novos Cosméticos; Controle de Qualidade de Cosméticos;
Avaliação da Segurança e Eficácia de Cosméticos; Avaliação da Estabilidade de Cosméticos;
Marketing em Cosmetologia; Mercado Cosmético Brasileiro. Vocabulário técnico-científico da
disciplina.
OBJETIVO GERAL
Permitir um conhecimento amplo de matérias-primas e técnicas de produção industrial, com a
finalidade de capacitar para o desenvolvimento de formulações cosméticas, considerando:
características físico-químicas dos componentes da fórmula, tecnologia envolvida, controle de
qualidade e de estabilidade dos produtos desenvolvidos, bem como eficácia e segurança dos
mesmos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORRÊA, Marcos Antonio. Cosmetologia: ciência e técnica. São Paulo: MedFarma, 2012.
GOMES, Rosaline Kelly; DAMAZIO, Marlene Gabriel. Cosmetologia: descomplicando os princípios
ativos. 4. ed. São Paulo: Livraria Médica Paulista Editora, 2013.
RIBEIRO, C. Cosmetologia aplicada a dermoestética. 2.ed. São Paulo: Pharmabooks, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. 2. ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008.
SANTI, Erika de. Dicionário de princípios ativos em cosmetologia. São Paulo: Andrei, 2003.
SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e
extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 01.
SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e
extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 02.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
ESTÁGIO
TOTAL
DISCIPLINA
ESTÁGIO CURRICULAR III
-
200
56-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
-
-
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
ESTÁGIO CURRICULAR II
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA DE DISPENSAÇÃO: Oportunizar a vivência do
ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades na farmácia de
dispensação/comunitária, comportamento profissional e ético, relacionamento pessoal e
profissional. Aspectos legais: constituição da empresa, registro na Junta Comercial, inscrição
no CRF, licenciamento na Secretaria da Saúde e ANVISA; Organização administrativa e
financeira; Administração de recursos humanos; Administração de recursos materiais:
fornecedores, controle de estoque e cálculo de preços; Interpretação, escrituração e
documentação da dispensação dos medicamentos: prescrições médicas, medicamentos
controlados (escrituração e controle), de acordo com as normas legais vigentes; Estruturação e
organização do espaço físico; Dispensação de medicamentos e materiais acessórios conforme
requisitos exigidos para medicamentos e correlatos conforme legislações que dispõe sobre
Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da
comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e
drogarias. Dispensação de informações sobre medicamentos, identificando as necessidades de
informação e os meios para distribuí-la e percebendo o farmacêutico como o profissional
responsável por esta função; Prestação de serviço de saúde a população em geral; Orientação
sobre o uso correto dos medicamentos; Desenvolvimento de Programas de Saúde destinados a
grupos especiais.
OBJETIVO GERAL
Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência
prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido
pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das
relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas
na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de
atuação do farmacêutico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
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57-69
9º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BROMATOLOGIA EM SAÚDE
40
20
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
QUÍMICA DE ALIMENTOS
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Conceito e evolução histórica da bromatologia. Nutrientes (macro e micro). Correlações entre
Nutrientes, Dieta e Saúde. Doenças carenciais. Recomendações Dietéticas. Biodisponibilidade e
Interações. Legislação. Alimentos Funcionais e Nutracêuticos. Alimentos para Dietas Especiais.
Deterioração e Prazo de Validade. Rotulagem, Consumerismo e Vigilância Sanitária.
Determinação de umidade e voláteis, resíduo mineral fixo, lipídios, proteínas e nitrogênio total,
fibra bruta, vitaminas, açúcares redutores e não redutores. Análise de água de abastecimento.
Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Possibilitar uma visão integrada dos principais problemas de alimentação e nutrição, desde a
caracterização do alimento até as necessidades de nutrientes para manutenção do equilíbrio
orgânico. Identificar a importância da inter-relação farmacologia/nutrição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos: nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca,
2005.
RAMALHO, A. Alimentos e sua ação terapêutica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008.
SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: introdução à bromatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNINI, Giovanna C. Nutrição e saúde: a terapia por meio dos alimentos. São Paulo: Ibrasa, 2005.
COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009.
GERMANO, Pedro M. Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância sanitária de
alimentos. 3. ed. Barueri, SP: Manole, 2008.
LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São Paulo: Livraria Varela,
2005.
ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
(TCC-I)
40
-
58-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
TRABALHO
DOCENTE
SOB
ORIENTAÇÃO
EMENTA
Elaboração de projeto do tema de pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e
desenvolvimento da monografia correspondente, com tema vinculado a disciplinas do Curso de
Farmácia. Execução de projeto de pesquisa em farmácia: delimitação do tema, do referencial
teórico e metodológico, levantamento bibliográfico. Apresentação do projeto de pesquisa.
Elaboração de nota prévia.
OBJETIVO GERAL
Subsidiar os alunos com estudos sintetizados que favoreçam a compreensão da disciplina
teórica do ensino e da formação de contextos organizados, intencionalmente, para que ocorra a
aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.
São Paulo, Atlas, 2005.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CERVO, Amado Luiz et al. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008.
OUTRAS BIBLIOGRAFIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação:
trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011.
______. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT,
2003.
______. NBR 6023: informação e documentação: Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
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59-69
______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos - Apresentação. Rio de
Janeiro, 2002.
FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos
acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012.
______. Regulamento para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso (TCC).
Porangatu: FNG, 2012.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
CONTROLE DE QUALIDADE BIOLÓGICO E
MICROBIOLÓGICO
40
20
60-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
60
3
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Ensaios biológicos e microbiológicos para controle e avaliação de medicamentos, cosméticos e
correlatos. Bioterismo e seleção de animais. Padronização biológica e unidades internacionais.
Metodologias de ensaios biológicos: respostas biológicas, curvas dose-resposta,
administração em animais, desenho experimental, potência relativa. Ensaios toxicológicos e de
inocuidade: toxicidade aguda, anormal, irritabilidade e sensibilidade cutânea e ocular,
fototoxicidade e fotoalergia. Controle de produtos estéreis: teste de esterilidade, controle
ambiental, validação de processos. Pirogênio: testes in vivo e in vitro. Controle de produtos
não-estéreis: curvas de sobrevivência de microrganismo, pesquisa e identificação de
microrganismos, preservantes, teste desafio. Controle de antibióticos, vitaminas e
imunobiológicos. Validação dos resultados e análise estatística.
OBJETIVO GERAL
Executar procedimentos de amostragem, investigar fontes de contaminação, realizar contagem
e pesquisa de microrganismos em matérias-primas, preparações farmacêuticas não estéreis,
estéreis e cosméticas. Relacionar o controle de qualidade microbiológico e os demais setores
da indústria, com o propósito de fortalecer as boas práticas de fabricação, garantindo ao
consumidor qualidade, credibilidade e segurança na preservação de sua própria saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
PINTO, T. J. A.; KANEKO, T. M.; OHARA, M. T. Controle biológico de qualidade de produtos
farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
WINN, W. et al. Koneman diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu,
2005.
BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
ESTÁGIO
TOTAL
DISCIPLINA
ESTÁGIO CURRICULAR IV
-
240
61-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
-
-
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
ESTÁGIO CURRICULAR III
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA COM MANIPULAÇÃO E/OU MANIPULAÇÃO
HOMEOPÁTICA: Aspectos legais: constituição da empresa, registro na Junta Comercial,
inscrição no CRF e licenciamento na Secretaria da Saúde e ANVISA; Organização administrativa
e financeira; Administração de recursos humanos; Administração de recursos materiais:
fornecedores, controle de estoque e cálculo de preços; Interpretação, escrituração e
documentação da dispensação dos medicamentos conforme normas legais vigentes;
Manipulação de fórmulas prescritas, de produtos na biofarmácia, formas farmacêuticas semisólidas, plásticas, reologia, cavitárias, preparações dermatológicas, aspectos técnicos e
práticos para o desenvolvimento de sabonetes, xampus, condicionadores, perfumes, máscaras
faciais, maquiagem compacta, batons, alisantes e onduladores, tinturas capilares, cremes e
loções cremosas de acordo com as Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em
conformidade com as bases legais que dispõem sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o
controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da
prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias. Dispensação conforme
requisitos exigidos para medicamentos e correlatos embasados nas legislações vigentes.
Orientação sobre o uso correto dos medicamentos e das formas farmacêuticas; Assistência
farmacêutica.
OBJETIVO GERAL
Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência
prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido
pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das
relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas
na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de
atuação do farmacêutico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
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62-69
10º PERÍODO
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
(TCC-II)
40
-
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO I (TCC-I)
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
TRABALHO
DOCENTE
SOB
ORIENTAÇÃO
EMENTA
Elaboração de trabalho de conclusão de curso: coleta de dados, análise dos dados, elaboração
do relatório final. Apresentação do trabalho de conclusão de curso. Elaboração de Artigo
Científico e de resumos/abstract, elaboração de pôsteres e data-show.
OBJETIVO GERAL
É possibilitar ao aluno o desenvolvimento de sua capacidade intelectual e científica, além de
contribuir com a formação técnica do aluno na elaboração do TCC em conformidade às normas
vigentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2005.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed.
São Paulo, Atlas, 2005.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de
trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CERVO, Amado Luiz et al. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008.
OUTRAS BIBLIOGRAFIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação:
trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011.
______. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT,
2003.
______. NBR 6023: informação e documentação: Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
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63-69
______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos - Apresentação. Rio de
Janeiro, 2002.
FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos
acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012.
______. Regulamento para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso (TCC).
Porangatu: FNG, 2012.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
ESTÁGIO
TOTAL
DISCIPLINA
ESTÁGIO CURRICULAR V
-
340
64-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
-
-
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
ESTÁGIO CURRICULAR IV
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
SIM
-
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS, INDÚSTRIAS DE
MEDICAMENTOS, ALIMENTOS E COSMÉTICOS: Planejamento, elaboração, execução e
avaliação das estratégias de intervenção da farmácia na área específica de Análises Clínicas.
Fundamentos da formação profissional do analista clínico. Administração de laboratórios de
análises clínicas e toxicológicas. Controle de qualidade no laboratório de análises clínicas.
Coleta, transporte e processamento do material clínico. Métodos de coloração. Diagnósticos
laboratoriais. Correlação clínico-laboratorial. Legislação e administração em laboratório de
análises clínicas; Procedimentos em Boas Práticas em Análises Clínicas e Toxicológicas.
Participação nas etapas pré-analítica, analítica e pós-analítica. Análise Química quantitativa e
qualitativa em fluidos biológicos. Procedimentos preconizados pelas boas práticas em análises
clínicas. Realizar técnicas citológicas para a identificação morfológica e funcional de células e
materiais biológicos. Realizar análise microbiológica e parasitológica em material biológico.
Realizar análises nas áreas de Bioquímica Clínica, Imunologia, Uroanálise, Micologia,
Hematologia e Citologia Clínica. Participar da elaboração de laudos. Complemento do
conhecimento sobre legislação e administração em indústria farmacêutica. Consolidação dos
conhecimentos sobre coleta e processamento de material, controle de qualidade, diagnósticos
laboratoriais, correlação clínico-laboratorial. Responsabilidade ética e profissional.
Consolidação dos conhecimentos sobre execução e interpretação de exames laboratoriais,
sobre tecnologia e controle de qualidade em indústria farmacêutica, alimentícia, cosmética.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar a prática profissional, vivenciando as rotinas desenvolvidas no ambiente do
laboratório de Análises Clínicas, com o foco em oportunizar a vivência das rotinas
desenvolvidas neste ambiente, buscando a aplicação prática no que for de competência desse
segmento, consolidando os conceitos teóricos das disciplinas precedentes e desenvolver
habilidades e competências, buscando atuação junto a equipe multiprofissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma
adaptação que o coordenador julgar necessária.
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65-69
DISCIPLINAS OPTATIVAS
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
EMPREENDEDORISMO
40
-
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
-
SIM
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Nova realidade do mundo do trabalho. Empreendedorismo e o empreendedor: conceitos e
definições. Ética no empreendedorismo. Metas e objetivos na ação empreendedora. Perfil do
empreendedor e auto-avaliação. Análise de indicadores socioeconômicos da região do
empreendimento. Análise de mercado. Construção da visão de negócio. Construção da rede de
relações (network). Elaboração e apresentação de um plano de negócios. Vocabulário técnicocientífico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao acadêmico o conhecimento das características empreendedoras, a busca das
oportunidades de negócios e o desenvolvimento do plano de negócios de empresas de apoio
ao desenvolvimento sustentável.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRANTES, José. Associativismo e cooperativismo: como a união de pequenos empreendedores
pode gerar emprego e renda no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
BARON, Robert A.; Shane, Scott Andrew. Empreendedorismo: uma visão do Processo. São Paulo:
Thomson, 2008.
SOUZA, Eda Castro Lucas de; GUIMARÃES, Tomás de Aquino. Empreendedorismo além do plano
de negócio. São Paulo: Atlas, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e
dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003.
DOLABELA, Fernando C. O segredo de Luisa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como
nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura, 1999.
LENZI, Fernando Cesar; Kiesel, Marcio Daniel. Empreendedor de visão. São Paulo: Atlas, 2009.
MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de sucesso.
São Paulo: Atlas, 2009.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO
40
-
66-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
-
SIM
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Negociação: origem e conceito. Origens dos conflitos. Cooperação, competição e conflito.
Conceitos, métodos e técnicas em negociação. Modelos e processos de negociação. Ética,
juízo de razoabilidade, responsabilidade, características da negociação. Perfil do negociador.
Aspectos culturais das partes conflitantes. Elementos, estratégias e táticas em negociação.
Modelo de influência situacional. Processo e resultado da negociação. Solução negocial.
Aplicações simuladas: jogos de negociação. Vocabulário técnico-científico da disciplina.
OBJETIVO GERAL
Identificar comportamentos empreendedores e apresentar os mecanismos e procedimentos
para o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios, para que os estudantes e
profissionais possam se comportar como agentes de mudanças em suas organizações,
melhorando processos e desenvolvendo novos negócios em consonância com o mercado,
através da negociação, criatividade e inovação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZERMAN, Max H.; NEALE, Margaret A. Negociando racionalmente. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
LEWICKI, Roy J.; HIAN, Alexander. MBA compacto: estratégias de negociação e Fechamento. Rio de
Janeiro: Campus, 2002.
MARTINELLI, Dante P. Negociação e solução de conflitos. São Paulo: Atlas, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Ana Paula de. Negociação: como transformar confronto em cooperação. São Paulo: Atlas,
1997.
CLEQQ, Brian. Negociação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.
MARTINELLI, Dante P. Negociação: como transformar confronto em cooperação. São Paulo: Atlas,
2006.
MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de sucesso.
São Paulo: Atlas, 2009.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
40
-
67-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
-
SIM
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
EMENTA
Aspectos da língua de sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda. Introdução
aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): fonologia, morfologia,
sintaxe. Noções básicas da comunicação por meio dos sinais. Processo de aquisição da língua
de sinais observando as similaridades existentes entre esta e a língua portuguesa.
OBJETIVO GERAL
Conhecer o sujeito surdo e compreender o sistema linguístico da Língua Brasileira de Sinais
para mediar o desenvolvimento da linguagem do cliente surdo, numa perspectiva da
abordagem educacional bilíngue, a qual considera a Língua de Sinais como língua materna e a
Língua Portuguesa (modalidade escrita) como segunda língua.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação de surdos: ideologias e práticas
pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
FERNANDES, EULALIA. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2005.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico Ilustrado
LIBRAS: língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão:
dificuldades de comunicação e sinalização: surdez. 3. ed. Brasília: MEC, 2005.
LACERDA, Cristina Broglia F. de; GÓES, Maria Cecília R. de (Orgs.). Surdez: processos educativos e
subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Língua brasileira de sinais. Brasília: MEC, 1997.
SKLIAR, Carlos (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
BIOTECNOLOGIA
40
-
68-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
-
SIM
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Estudo das fermentações na produção industrial de: bebidas, combustível, solventes e
produtos produzidos a partir das fermentações. Estudo da atuação das enzimas nas produções
industriais, produzindo medicamentos, alimentos, e bebidas. Aplicabilidade farmacêutica da
tecnologia do DNA recombinante, clonagem e transgenia.
OBJETIVO GERAL
Propiciar aos alunos conhecimentos sobre os fundamentos básicos das Biotecnologias
Clássica e Moderna de microrganismos, plantas e animais e suas aplicações para a pesquisa de
novos fármacos, produção de insumos farmacêuticos, diagnósticos de doenças e terapia
gênica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, U. A. et al. Biotecnologia industrial: fundamentos. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. Vol. 01.
LIMA, U. A. at al. Biotecnologia industrial: engenharia bioquímica. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
Vol. 02.
LIMA, U.A. at al. Biotecnologia industrial: processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo: Edgard
Blucher, 2001. Vol. 03.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole,
2007.
JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michel J.; WHITE, Raymond L. Genética médica. 3.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
GRIFFITHS, J. F. et al. Introdução a genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
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CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
(hora/aula)
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
DISCIPLINA
TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS
40
-
69-69
CARGA HORÁRIA
SEMANAL
(hora/aula)
40
2
CLASSIFICAÇÃO
PRÉ-REQUISITO
SEM PRÉ-REQUISITO
OBRIGATÓRIA
OPTATIVA
-
SIM
CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE
EMENTA
Introdução a Toxicologia de alimentos. Toxinfecções alimentares, substâncias tóxicas
naturalmente presentes em alimentos, contaminantes diretos de alimentos (micotoxinas, metais
tóxicos, aditivos alimentares), contaminantes indiretos de alimentos (promotores do
crescimento animal, inseticidas, migrantes de embalagens); toxicologia dos inseticidas,
herbicidas e fungicidas, aditivos, hormônios, fatores antinutricionais, antibióticos e sulfas.
Reações adversas a alimentos; alimentos geneticamente modificados; toxicologia do
processamento de alimentos; pesquisa, identificação e análise de toxinas e micotoxinas.
Metodologia analítica aplicada à toxicologia de alimentos; análise e determinação de resíduos
de praguicidas e avaliação toxicológica de aditivos; aspectos de regulamentação.
OBJETIVO GERAL
Adquirir conhecimentos sobre as principais substâncias tóxicas presentes nos alimentos e
apresentar as substâncias de maior relevância relacionadas à segurança alimentar, com o risco
no consumo de alimentos contaminados e com os aspectos relacionados a regulamentação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009.
ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.
BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005.
BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006.
RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de alimentos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2004.
MORETTO, E.; FETT, R.; CONZAGA, L. V.; KUSKOSKI, E. M. Introdução à ciência dos alimentos.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
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Ementas Matriz 2014