Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 1-69 PLANO DE DISCIPLINAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA 1º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA ANATOMIA HUMANA 40 40 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 80 4 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução, conceito, posições e divisão da anatomia. Estudo dos aspectos morfológicos dos sistemas: esquelético, articular e muscular. Estudo descritivo dos órgãos que constituem os diversos sistemas. Estudo dos aspectos morfológicos dos sistemas: nervoso, circulatório, digestório, respiratório, genital masculino e feminino, endócrino, sensorial, urinário e tegumentar. Estudo descritivo dos órgãos que constituem os diversos sistemas. Principais doenças que afetam esses sistemas. Principais doenças que afetam esses sistemas. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Fornecer ao acadêmico de farmácia, as mais diversas bases, noções e conceitos do estudo teórico e prático da Anatomia Humana, permitindo aos mesmos, adquirir o conhecimento estrutural, morfológico e funcional do corpo, para com isso, formamos profissionais com capacidade de avaliação técnica e crítica em seu meio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANGELO, Fattini. Anatomia básica dos sistemas orgânicos: com a descrição dos ossos, junturas, músculos, vasos e nervos. São Paulo: Atheneu, 2006. MOSES, Kenneth; BANKS JR.; John C.; NAVA, Pedro B.; PETERSEN, Darrel. Atlas fotográfico de anatomia clínica.1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 01. SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 02. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KIERNAN, John. Neuroanatomia humana de Barr. 7. ed. São Paulo: Manole, 2002. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. ROHEN, Joahannes W. et al. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. São Paulo: Manole, 2007. SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. São Paulo: Manole, 1991. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR 40 20 2-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução ao estudo da teoria celular. Componentes químicos da célula: água, sais minerais, proteínas, carboidratos e lipídeos. Núcleo. Biomembranas. Citoplasma: ribossomos, retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossomos, citoesqueleto, cílios e flagelos, mitocôndrias, cloroplastos, peroxissomos e vacúolo. Ciclo celular: mitose e meiose. Morte celular. Estudo da bioquímica energética celular. Estrutura e função de ácidos nucléicos. Replicação, transcrição e tradução. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL O objetivo geral da disciplina é proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos e práticos sobre a organização estrutural e molecular da célula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007. DE ROBERTIS, Eduardo M. F. Bases da biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DE ROBERTIS (Jr), Eduardo M. F. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. MORISCOT, A. S. et al. Histologia para fisioterapia e outras áreas de reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA METODOLOGIA DE PESQUISA 40 - 3-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Fundamentos da metodologia científica. Conhecimento e ciência. Farmácia como ciência. Técnicas de leitura e reprodução de textos: relatório, esquema, fichamento, síntese, resumo e resenha. Redação de textos científicos. Elaboração e apresentação de um projeto de pesquisa. Métodos e técnicas de pesquisa. Tipos de apresentação de trabalhos acadêmicos: relatório de pesquisa, artigo científico, projeto de pesquisa, monografia, dissertação, tese. Tipos de pesquisas. Banco de dados na área da saúde. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Citação bibliográfica. Normas de trabalhos acadêmicos e de publicações científicas. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Aprimorar o espírito científico, orientando-o para a leitura, análise, produção de textos técnicocientíficos, pesquisa, reflexão, objetivos da visão universitária de aquisição do saber, bem como subsidiar os alunos com estudos sintetizados que favoreçam a compreensão da disciplina teórica do ensino e da formação de contextos organizados, intencionalmente, para que ocorra a aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed. São Paulo, Atlas, 2005. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004. REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008. ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho cientifico: elaboração de trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. OUTRAS BIBLIOGRAFIAS FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA LÍNGUA PORTUGUESA 40 - 4-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Linguagem e comunicação verbal. Níveis de linguagem, registros e contexto. Língua oral e escrita. Textos verbais e não verbais. Leitura, interpretação e produção de texto. Fundamentos da textualidade. Argumentação e persuasão. Coesão e coerência. Léxico. Denotação e conotação. Dificuldades da língua portuguesa. Dissertação. O texto dissertativo acadêmico e alguns de seus gêneros: resenha, síntese, resumo e artigos acadêmicos. Estrutura do parágrafo. Frase-núcleo. Delimitação do assunto e fixação do objetivo. Ideias centrais e secundárias. Levantamento e organização de ideias. Plano da dissertação. Vocabulário técnicocientífico da disciplina. OBJETIVO GERAL O curso de Língua Portuguesa tem como objetivo geral mediar os estudantes no domínio de recursos linguísticos para sua adequação às diversas situações comunicativas a fim de que adquiram a habilidade de ler e produzir textos que circulam no cotidiano da formação superior. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUE, Antônio. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2004. BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21. ed. São Paulo: Ática, 2005. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CIPRO NETO, P. Gramática da Língua Portuguesa. São Paulo: Scipione, 2003. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2008. KOCK, Ingedore; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 2005. MESQUITA. R. M. Gramática da Língua Portuguesa. 8. ed. São Paulo: Scipione, 2003. TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco de. Ortografia: novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. São Paulo: Atlas, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA 40 20 5-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Ligações químicas. Compostos de coordenação. Propriedades gerais e particulares dos elementos e dos grupos da tabela periódica. Leis das combinações químicas. Estrutura atômica. Classificação periódico e ligações químicas. Estequiometria. Soluções. Normas de segurança. O laboratório de Química. Vidraria, equipamentos e procedimentos. Literatura química. Purificação de substâncias. Determinação de propriedades físicas das substâncias. Cálculos em reações químicas. Preparo de soluções. Acidez e alcalinidade. Reações químicas. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Tratar as teorias e os princípios fundamentais da Química, relacionando-os com o curso de farmácia, habilitando e capacitando os acadêmicos com o vocabulário específico da química. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. W.; JONES, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. GONÇALVES, J. C. S. Tabela atômica: um estudo completo da tabela periódica. Curitiba: Atômica, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard, E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Vol. 01. BRADY, James E.; HUMISTON, Gerard, E. Química geral. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Vol. 02. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02. LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. 5. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA ORGÂNICA I 40 20 6-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA História da Química Orgânica. Características principais das ligações químicas em moléculas orgânicas. Principais grupos funcionais em Química Orgânica: propriedades. físico-químicas, nomenclatura, isomeria e estereoquímica. Introdução a reações químicas: Controle cinético e termodinâmico; Acidez e basicidade; Reações de substituição nucleofílica e eliminação; Reações de adição eletrofílica. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao acadêmico de Farmácia fundamentos teóricos básicos de Química Orgânica, através do estudo de propriedades físicas, reatividade, alguns mecanismos de reação das classes de compostos estudadas, fornecendo subsídios necessários para o estudo de assuntos mais específicos e aplicados em outras disciplinas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2010. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 01. SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 02. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02. . (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS 40 - 7-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Origem e a história da profissão farmacêutica no mundo e Brasil; Estrutura curricular do Curso de Farmácia; Principais áreas de atuação do farmacêutico; Legislação e função social do farmacêutico; Entidades de classes; Experiências de profissionais farmacêuticos de diferentes áreas; Nomenclatura, classificação e definições sobre medicamentos; Noções sobre realidade atual e perspectivas da Farmácia em Goiás e no Brasil; Simbologia da Farmácia e dia dos farmacêuticos; Atenção Farmacêutica no Sistema Único de Saúde; Noções sobre realidade da Farmácia em outros países. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Situar o acadêmico que ingressa no curso de farmácia no contexto da Faculdade do Norte Goiano, do Curso de Farmácia e da profissão Farmacêutica e estabelecer subsídios para compreensão do modelo de saúde vigente no Brasil, visualizando o processo de saúde/doença e seus conceitos, inserido na coletividade e seus movimentos sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DADER, M. J. F.; MUÑOZ, P. A.; MARTÍNEZ-MARTÍNEZ, F. Atenção Farmacêutica: conceitos, processos e casos práticos. São Paulo: RCN, 2010. PANDIT, Nita K. Introdução às Ciências Farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008. SANTOS, J. S. Farmácia Brasileira: utopia e realidade. Brasília: CFF, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EDLER, Flavio Coelho. Boticas & Pharmacias: uma história ilustrada da farmácia no Brasil. Rio de Janeiro: Casa das Palavras, 2006. SANTOS, M. R. C. Profissão Farmacêutica no Brasil: história, ideologia e ensino. Ribeirão Preto: Holos, 1999. ZUBIOLI, A. Ética Farmacêutica. São Paulo: Sobravime, 2004. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 8-69 2º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA MATEMÁTICA APLICADA 40 - CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Funções: Definição, domínio, imagem, gráfico. Função composta e função inversa. Funções especiais: polinômios, logaritmos e exponenciais. Limites: definição, teoremas sobre limites, limites no infinito, limites infinitos, formas indeterminadas. Continuidade de funções. Derivadas. A derivada no ponto. Interpretação geométrica e cinemática. Função derivada. Regras de derivação. Regra da Cadeia. Derivação implícita e Taxas relacionadas. Valores extremos, crescimento e decrescimento de uma função. Problemas de máximos e mínimos. Introdução a Função de várias variáveis e derivadas parciais. Integrais: Integral definida e suas propriedades, Teorema Fundamental do Cálculo e Integral indefinida. Método da substituição e da integração por partes. Aplicações de integral definida. A equação diferencial x’(t)=k x(t) e suas aplicações à Biologia e à Química. OBJETIVO GERAL Desenvolver os conceitos de limite e continuidade para o posterior estudo da derivada de um função e suas diversas aplicações, e com o foco no conceito de integração e suas aplicações, além de trabalhar dois tipos de equações diferenciais que trazem consigo aplicações à Biologia e à Química. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIOVANNI, José Ruy; BONJORNO, José Roberto. Matemática uma nova abordagem: versão progressões. São Paulo: FTD, 2000. Vol. 01. MORETTIN, Pedro. A. BUSSAB. W.; HAZZAN, S. Cálculo: funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONARA JÚNIOR, Dorival; NAVARRO, Isabel Cristina de Oliveira. Matemática: complementos e aplicações nas áreas de Ciências Contábeis, Administração e Economia. 4. ed. São Paulo: Ícone, 2006. GENTIL, Nelson et al. Matemática para o 2º grau. 11. ed. São Paulo: Ática, 1998. Vol. 01. SILVA, Sebastião Medeiros da. Matemática para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1997. SPINELLI, Walter; SOUZA, Maria Helena de. Matemática: ensino fundamental. São Paulo: Ática, 2003. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 60 20 9-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 80 4 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução à citologia. Histórico, estrutura e composição da célula. Fisiologia celular. Estudo dos aspectos estruturais em nível microscópico dos diversos tecidos e órgãos. Conceitos e formações embrionárias em geral. Desenvolvimento embrionário. Origem dos vários tecidos e fases da evolução embrionária. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Ao final da disciplina o aluno será capaz de construir o conhecimento básico a cerca da composição os tecidos que constituem o corpo humano, bem como, compreender as suas origens embriológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de histologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Histologia básica: texto e atlas. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. MOORE, Keith L.; PERSUAD, T. V. N. 6. ed. Embriologia básica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOWE, James N.; STEVENS, Alan. Histologia humana. São Paulo: Manole, 2001. MELLO, R. A. Embriologia humana. São Paulo: Atheneu. 2002. MOORE, Clement C.; PERSAUD, T. V, N. Embriologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de histologia. 7. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2007. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FISIOLOGIA HUMANA 40 20 10-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Fisiologia celular. Neurofisiologia, noções gerais sobre estruturas e funções do sistema nervoso, aspecto fisiológico das sensações (sistemas sensoriais, motores e integrativos e os sentidos especiais). O sistema digestório, enzimas, hormônios e absorção. Sistema urinário e suas funções na excreção da urina. Fisiologia do sistema muscular: integração entre sistemas neuromuscular e reflexos. Fisiologia do sistema cardiovascular: Estruturas e funções, variáveis fisiológicas e respostas fisiológicas a diferentes tipos de stress. Fisiologia do sistema respiratório, variáveis respiratórias, estruturas e funções e integração com sistema cardiovascular. Avaliações fisiológicas. Práticas em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Propiciar o aprendizado de conhecimentos atualizados dos mecanismos de funcionamento normal em Fisiologia do organismo humano, ressaltando a importância dos conhecimentos de fisiologia na prática farmacêutica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. KENDALL, Florence Perterson et al. Músculos, provas e funções: com postura e dor. 5. ed. Barueri, SP: Manole, 2007. WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. GUYTON, Arthur C. Tratado de fisiologia médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. HANSEN John T. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre: Artmed, 2003. SPENCE, Alexander P. Anatomia humana básica. São Paulo: Manole, 1991. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA GENÉTICA BÁSICA E CITOGENÉTICA 40 20 11-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA A genética humana. Variação fenotípica e análise de cariótipos. Aspectos gerais de herança. As aberrações cromossômicas e as principais síndromes. Grupos sanguíneos. A evolução humana: biológica e cultural. Raças e espécies. Mendelismo. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Introduzir os conceitos básicos da genética humana, assim como os modernos conceitos de genética molecular, enfatizando a aplicação destas informações na prática farmacêutica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michel J.; WHITE, Raymond L. Genética médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GRIFFITHS, J. F. et al. Introdução a genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. MILLER, Jeffrey H.; GELBART, William M.; SUZUKI, David T. Introdução a genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BIOQUÍMICA GERAL 40 20 12-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA ORGÂNICA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Noções gerais sobre bioquímica. Proteínas, vitaminas e enzimas. A química dos carboidratos, lipídeos e nucleotídeos. Metabolismo dos carboidratos, glicogênio, lipídeos, aminoácidos e nucleotídeos. Bioquímica do sangue, metabolismo da bilirrubina, equilíbrio ácido básico e hormônios. Estruturas moleculares. Soluções, pH e sua regulação. Difusão e osmose. Bioeletrogênese. Contração muscular. Transporte através de membranas. Biofísica de sistemas. Metodologia de radioisótopos e suas aplicações na biologia. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Identificar a estrutura química e caracterizar os componentes moleculares das células. Entender as principais transformações metabólicas que a célula utiliza para o metabolismo das proteínas, carboidratos e lipídios. Compreender os processos gerais de integração e regulação metabólica celular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SACKHEIM, G.I. Química e bioquímica para ciências biomédicas. Barueri: São Paulo: Manole, 2001. TORRES, B. B.; MARZZOCO, A. Bioquímica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. VOET, Donald. Bioquímica. Porto Alegre: Artmed-Bookman, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAMPE, Pamela. C. et al. Bioquímica ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Blücher, 2007. HEIN, Morris; ARENA, Susan. Fundamentos de química geral. 9. ed. Rio de Janeiro, LTC, 1998. LEHNINGER, A. L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Tecmedd, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FILOSOFIA E APLICADAS À SAÚDE ANTROPOLOGIA 40 - 13-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Diferentes concepções de caráter filosófico acerca do ser humano e da sociedade: do lugar do ser humano como cidadão e como profissional da saúde à luz de uma fundamentação de natureza filosófica. Introdução à antropologia: origem, conceitos fundamentais, problemas e temas relevantes. Compreensão do processo evolutivo do homem. Relação entre saúde e conceitos básicos, como etnia, raça, cultura, civilização, etnocentrismo, preconceito, racismo. Discussão de questões ligadas à saúde sob uma perspectiva educativa filo-antropológica: práticas místicas, rituais simbólicos e espirituais relativos ao corpo, à vida, à doença, à dor e à morte. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Ao final da disciplina o aluno será capaz de compreender os principais conceitos da Filosofia e Antropologia, bem como relacionar com área de saúde, promovendo uma reflexão sobre a diferença cultural e o exercício da profissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2003. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2006. MINAYO, M. C. S.; COIMBRA, C. E. A (Orgs.). Antropologia, saúde e envelhecimento. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11. ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2006. JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico. São Paulo: Cultrix, 1971. ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da educação. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. IANNI, Octávio. A sociedade global. 12. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005 (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA ORGÂNICA II 40 20 14-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA ORGÂNICA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Aldeídos, cetonas, iminas: Reações de adição nucleofílica à carbonila; Reações envolvendo iminas, enaminas, enóis, enolatos; Derivados carbonilados α,β-insaturados: Adição nucleofílica 1,2 x adição conjugada (1,4); Derivados α e β-dicarbonilados; Ácidos carboxílicos e derivados: Reações de substituição nucleofílica à carbonila. Alcanos e reações radicalares. Olefinas e acetilenos: reações de adição eletrofílica e adição de radicais livres. Introdução à química de hetorocíclicos. Química de aminoácidos, peptídeos e carboidratos. Introdução à Síntese de Fármacos. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Fornecer ao acadêmico os conhecimentos básicos sobre compostos orgânicos, suas nomenclaturas, propriedades e estruturas moleculares, além de correlacionar a química orgânica diretamente com sua aplicabilidade nas ciências farmacêuticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2010. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 01. SOLOMONS, T. W.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Vol. 02. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 15-69 3º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA PARASITOLOGIA GERAL 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Estudo das principais espécies de protozoários, helmintos e suas inter-relações com o homem e o ambiente. Estudo da morfologia, biologia e profilaxia das principais espécies de artrópodes de importância epidemiológica regional. Principais métodos de diagnóstico laboratorial das doenças parasitárias. Parasitismo e prevenção das doenças parasitárias. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Descrever as características dos parasitas que foram apresentados no tocante a epidemiologia, morfologia, habitat, ciclo biológico, modos de transmissão, patologia causada, maneiras de efetuar o diagnóstico, medidas profiláticas e ter noções sobre procedimentos para tratamento, envolvendo aspectos éticos profissionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. NEVES, David P. et al. Parasitologia humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. CIMERMAN, Sérgio; CIMERMAN Benjamin. Parasitologia humana e seus fundamentos. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. FARIA, Helvio J. de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA 40 20 16-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Conhecimentos básicos de microbiologia e micologia. Principais métodos de coloração. Antibióticos e quimioterápicos. Relação patógeno-hospedeiro. Meios de prevenção das doenças produzidas por bactérias e fungos. Relação entre microrganismos e infecções humanas. Coleta, conservação e transporte de material. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Conhecer os principais grupos de microrganismos bem como as técnicas utilizadas em procedimentos microbiológico e a relevância da interação homem / microrganismos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HINRICHSEN, Sylvia L. DIP – Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA INFORMÁTICA APLICADA A SAÚDE - 40 17-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO EMENTA Manuseio do microcomputador. Edição de documentos através de software de processamento de textos. Elaboração de estatísticas, planilhas de cálculos e gráficos. Organização, armazenamento e recuperação de informações em arquivos. Prática em laboratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Contribuir para o conhecimento acerca da Tecnologia e informática no curso de farmácia utilizando conceitos e métodos básicos de sistemas de informação em saúde, enfatizando as suas aplicações na formação profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORNACHIONI Jr., Edgar. Informática: aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2001. RESENDE, Denis Alcides. Planejamento de sistemas de informação e informática: guia prático para planejar a tecnologia da informação integrada ao planejamento estratégico das organizações. São Paulo: Atlas, 2003. VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: conceitos básicos. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARÇULA, Marcelo; BENINI FILHO, Pio A. Informática: conceitos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Érica, 2007. MORAZ, Eduardo; FERRARI, Fabrício Augusto. Crie planilhas profissionais em Excel. São Paulo: Digerati Editorial, 2005. SANTOS, Aldemar de Araújo. Informática na empresa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SILVA, Mário Gomes da. Informática: terminologia básica, Windows XP e Office. São Paulo: Érica, 2004. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FÍSICO-QUÍMICA 40 20 18-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Gases ideais e reais; Leis da Termodinâmica;Termoquímica; Termodinâmica; Funções de Gibbs e Helmholtz; Termodinâmica de sistemas abertos; Termodinâmica das substâncias puras; Grandezas parciais molares; Solução ideal, estados padrões; Propriedades coligativas; Adsorção; Colóides; Suspensões e soluções de macromoléculas; Eletroquímica; Cinética Química. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Conhecer os principais conceitos físico-químicos de processos e reações químicas, priorizando sistemas químicos da área da saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 2009. NETZ, Paulo A.; ORTEGA, George González. Fundamentos de Físico-Química: uma abordagem conceitual para as ciências farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008. MOORE, Walter J. Físico-Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 01. ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 02. ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 03. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jeare. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Vol. 02. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA ORGÂNICA III 40 20 19-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA ORGÂNICA II OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Segurança em laboratório químico. Vidraria: uso, manuseio e limpeza. Introdução a técnicas básicas em laboratório de química orgânica. Solubilidade dos compostos orgânicos em solventes diversos. Classificação sistemática em grupos de solubilidade. Cromatografia em camada fina e em papel. Destilação simples e fracionada à pressão normal e reduzida e por arraste de vapor. Ponto de ebulição e de fusão. Extração por partição (líquido-líquido). Agentes dessecantes. Cristalização. Métodos cromatográficos. Preparação e purificação de compostos orgânicos. Reações de caracterização de aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, ésteres, amidas, aminas, carboidratos e heterocíclicos aromáticos. Análise qualitativa de compostos orgânicos utilizando métodos químicos e físicos (testes preliminares, propriedades físicas, análise elementar qualitativa, solubilidade, reações de caracterização dos grupos funcionais. Purificação da amostra. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Executar as técnicas e operações básicas de laboratório e aplicá-las em trabalhos experimentais simples, envolvendo análises estequiométricas e equilíbrio químico, selecionando e utilizando corretamente o equipamento necessário, e preparar soluções e realizar dosagens mais comuns. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CONSTANTINO, Maurício Gomes; SILVA, Gil Valdo Jose da Silva; DONATE, Paulo Marcos. Fundamentos de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2004. TRINDADE, Diamantino Fernandes. Química Básica Experimental. 5. ed. São Paulo: Ícone, 2013. SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2010. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACODINÂMICA 60 20 20-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 80 4 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FISIOLOGIA HUMANA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Farmacodinâmica: princípios gerais; Mecanismos de ação dos Fármacos; Receptores e seu papel farmacológico; Receptores de reserva; Sitio de ação farmacológica; Agonista: total e parcial; Antagonistas: reversíveis, irreversíveis, competitivos, alostéricos, químicos, farmacológicos e fisiológicos; Principais alvos para ação dos fármacos: canais iônicos, receptores, enzimas e proteínas estruturais; Intensidade dos efeitos farmacológicos; Eficácia farmacológica; Mecanismos de transdução de sinais, afinidade, atividade intrínseca, eficácia e potência. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Desenvolver no acadêmico o raciocínio a partir de fundamentos fisiológicos e fisiopatológicos para melhor compreender o mecanismo de ação, efeitos, indicações, contraindicações e reações adversas dos principais fármacos utilizados no tratamento, profilaxia e diagnóstico, proporcionando uma base científica segura para orientar na seleção e uso de medicamentos a serem abordados nos próximos períodos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ: EPUB, 2010. Edição Auro. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2008. LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995. WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOCINÉTICA 40 - 21-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FISIOLOGIA HUMANA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Farmacocinética: revisão geral de conceitos; Definição de biodisponibilidade, farmacocinética e importância da sua avaliação; Cinéticas de ordem zero e de ordem um: características; Administração intravenosa rápida; Parâmetros de distribuição; Parâmetros de eliminação: constante de velocidade, tempo de semi-vida, depuração (clearance); Área sob a curva; Perfusão: concentração no equilíbrio; Noção de compartimento: modelos de um e de dois compartimentos; Administração extravascular única: velocidade de absorção; Absorção: tipos, condicionantes, efeito nos parâmetros farmacocinéticos; Distribuição: ligação a componentes de tecidos e órgãos; efeito nos parâmetros farmacocinéticos; Metabolização: efeitos de primeira passagem; Eliminação: renal, hepática, intestinal, pulmonar; Doses múltiplas; Posologia e efeito de acumulação: dose de ação imediata e dose de manutenção; Alteração de parâmetros farmacocinéticos: peso, fluxo sanguíneo, esvaziamento gástrico, temperatura; ligação às proteínas; Correção de posologias: insuficiência renal e hepática. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL A disciplina permite o(a) acadêmico(a) faça uma avaliação ampla em farmacologia clínica, bem como à compreensão das vias de administração dos fármacos, sua absorção, distribuição biotransformação e eliminação do organismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ: EPUB, 2010. Edição Auro. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2008. LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995. WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 22-69 4º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOVIGILÂNCIA E FARMACOEPIDEMIOLOGIA 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Conceitos gerais de farmacovigilância e farmacoepidemiologia; A situação do Brasil na vigilância de medicamentos; Registros de medicamentos; Etapas no desenvolvimento de novos fármacos; Produtos controlados e seus limites máximos de resíduos – LMR; Áreas da farmacovigilância e farmacoepidemiologia; Panorama da farmacovigilância mundial e nacional; Fundamentos epidemiológicos para estudo dos determinantes do processo saúde e doença; Epidemiologia descritiva. Estrutura epidemiológica; Vigilância epidemiológica; Metodologia e investigação epidemiológica; Dinâmica da população; Diagnóstico de Saúde da comunidade; Compreensão dos papeis do profissional da área da saúde na vigilância de medicamentos e das entidades nacionais e internacionais que controlam o desenvolvimento e a utilização de fármacos; Farmacovigilância e uso racional de medicamentos; Bases legais da farmacovigilância e farmacoepidemiologia. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Desenvolver no acadêmico de farmácia senso crítico na identificação, validação, quantificação, avaliação e minimização de efeitos adversos nos medicamentos e produtos de saúde visando promover a sua segurança e avaliando a respectiva relação benefício-risco. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MASTROIANNI, Patrícia; VARALLO, Fabiana Rossi. Farmacovigilância para promoção do uso correto de medicamentos. Porto Alegre: Artmed, 2013. YANG, Yi; WEST-STRUM, Donna. Compreendendo a farmacoepidemiologia (Lange). Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013. CORRER, Cassyano J.; OTUKI, Michel F. A prática farmacêutica na farmácia comunitária. Porto Alegre: Artmed, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COSTA, Edina Alves. Vigilância sanitária: proteção e defesa da saúde. São Paulo: Sobravime, 2004. FRANCO, Joel Laércio; PASSOS, Afonso Dinis Costa (Orgs.). Fundamentos de epidemiologia. Barueri, SP: Manole, 2005. MEDRONHO, Roberto A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2006. PASSOS, Afonso D. C., FRANCO, Laércio J. Fundamentos de epidemiologia. São Paulo: Manole, 2011. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA 40 IMUNOLOGIA E VIROLOGIA - 23-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução à imunologia e virologia. Sistema imunológico. Mecanismos imunológicos. Prevenção e tratamento das doenças. Modalidade de imunoproteção. Noções gerais a respeito das reações sobre antigino-anticorpo “in vitro”. Propriedades gerais dos vírus, o mecanismo de patogênese viral, a resposta do hospedeiro as infecções virais, o diagnóstico laboratorial das doenças virais, o papel dos vírus nas doenças e sua transmissão ao homem, os vírus não convencionais (Príons). Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Possibilitar aos alunos a compreensão dos princípios básicos do funcionamento do sistema imunológico humano, propiciando, desta forma, o entendimento dos mecanismos envolvidos nas reações imunológicas in vivo e in vitro, e fornecer aos discentes os conhecimentos teórico e prático sobre as propriedades gerais dos vírus, as principais formas incluindo vírus não convencionais, mecanismo de replicação, transmissão, epidemiologia, patogênese bem como os principais métodos de diagnóstico em virologia, tratamento e prevenção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. BIER, Otto G.; SILVA, Wilmar D.; MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. SANTOS, N.S.O.; ROMANOS, M.T.V. Introdução à virologia humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. BALESTIERI, Filomena Maria P. Imunologia. São Paulo: Manole, 2006. CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007. GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. ROITT, Ivan M.; DELVES, Peter J. Fundamentos de imunologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOBOTÂNICA 40 20 24-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA ORGÂNICA III OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Conceitos de taxonomia vegetal e sistemas de classificação; Célula Vegetal (Parede celular, Plastídios, Vacúolo - Inclusões citoplasmáticas e histoquímica vegetal: Carboidratos. Lipídios e óleos essenciais. Lignina. Taninos); Histologia Vegetal (Meristemas. Sistema de revestimento: Epiderme e Periderme; Sistema fundamental: Parênquima, Colênquima e Esclerênquima. Estruturas secretoras encontradas nos sistemas de revestimento e fundamental. Sistema Vascular: xilema e floema). Anatomia dos órgãos vegetativos (Raiz e Caule: estrutura primária e secundária. Folha). Drogas de uso corrente na indústria farmacêutica e pela população. Falsificações e substituições de drogas oficiais. Conhecimento científico e identificação correta das plantas medicinais; influência de fatores abióticos e bióticos na produção do princípio ativo; manejo das plantas medicinais (plantio, ambulação, colheita, secagem), utilização de plantas medicinais na região do Estado de Goiás abrangendo toda a região Norte. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Possibilitar o conhecimento acerca dos tipos celulares, dos tecidos e órgãos que compõem os vegetais, correlacionando estrutura e função, bem como fornecer subsídios para que o aluno aplique tais conceitos no estudo farmacognóstico, visando o controle de qualidade de matériasprimas, bem como de fitoterápicos industrializados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo: Atheneu, 2005. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA ANALÍTICA I 60 20 25-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 80 4 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA QUÍMICA ORGÂNICA III OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Introdução a Química Analítica; Análise Qualitativa: separação e análise de cátions e ânions; Análise Quantitativa: preparação de amostras, análises gravimétricas, análises volumétricas (volumetrias de neutralização, precipitação, óxido-redução e complexação); Saúde Coletiva vinculada à análises de medicamentos e métodos analíticos. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Apresentar ao aluno métodos e técnicas fundamentais teóricas e práticas da análise química qualitativa e quantitativa, com o foco no desenvolvimento do raciocínio analítico de forma a capacitar o aluno para a prática de análises químicas e resultados analíticos de laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. VOGEL, Arthur I. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SKOOG, Douglas A.; WEST, Donald M.; HOLLER, F. James; CROUCH, Stanley R. Fundamentos de química analítica. São Paulo: Thomson, Cengage Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BIOESTATÍSTICA 40 - 26-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Estudo dos conceitos estatísticos básicos; coeficientes e indicadores de saúde; coleta e análise descritiva de dados. Amostragem. Qualidade de testes diagnósticos. Introdução à probabilidade. Construção de faixas de referência. Interpretação de resultados, leitura e utilização das técnicas apresentadas na graduação em farmácia. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Disponibilizar aos acadêmicos os conhecimentos estatísticos básicos que proporcionem meios de compreensão e resolução de problemas relacionados com a Estatística em outras disciplinas do curso como também aplicar esses conhecimentos no desenvolvimento de atividades profissionais onde se faça necessário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLEGARI-JACQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2003. VIEIRA, Sonia. Introdução à bioestatísica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980. TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. DOWNING, Douglas. Estatística aplicada. São Paulo: Saraiva, 2000. NAZARETH, Helenalda. Curso básico de estatística. 12. ed. São Paulo: Ática, 2005. VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA PSICOLOGIA APLICADA À SAÚDE 40 - 27-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Identificação dos aspectos psicológicos, afetivos e cognitivos relacionados ao graduando em farmácia e ao paciente no cuidado da saúde, da doença, da dor e da morte. Observação dos aspectos psiquicodinâmicos determinantes do relacionamento do farmacêutico com o paciente, com a família do paciente e com a equipe interdisciplinar de saúde, nos vários contextos de cuidados (domiciliar, ambulatorial, hospitalar) das organopatologias e psicopatologias. Caracterização dos aspectos psicológicos condicionantes de um atendimento humanizado ao paciente e sua família. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Ao final da disciplina pretende-se que o acadêmico de farmácia, reconheça a importância da psicologia para a otimização da atuação profissional, conheça recursos da área da psicologia úteis para a atuação do profissional da saúde e saiba quando utilizá-los, reconheça situações em que é necessário o encaminhamento para o psicólogo, desenvolva o senso crítico com relação a questões relevantes da área e aprimore a capacidade de trabalho em equipe, com vistas ao trabalho interdisciplinar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTHIKAD, Jacob. Psicologia para enfermagem. São Paulo: Reichmann e Autores e Editores, 2005. MYERS, David G. Psicologia. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. STRAUB, Richard O. Psicologia da Saúde. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAPTISTA, Makilim Nunes; DIAS, R. R. Psicologia hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos. São Paulo: Guanabara Koogan, 2003. BOCK, Ana Mercês B. et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. CARPIGIANI, Berenice. Psicologia: das raízes aos movimentos contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. FIGUEIREDO, Luís Claudio Mendonça. Psicologia, uma (nova) introdução: uma visão histórica da psicologia como ciência. 2. ed. São Paulo: EDUC, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA PARASITOLOGIA CLÍNICA 40 20 28-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO PARASITOLOGIA GERAL OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Estudo dos principais métodos laboratoriais para isolamento e identificação de protozoários e helmintos: colheita, preparo, conservação e análise de amostras biológicas; Preparo de reativos e corantes; Métodos específicos que permitam o diagnóstico laboratorial de protozoários intestinais, teciduais e sanguíneos e de helmintos; Coprológico funcional; Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Compreender a metodologia de identificação dos parasitas de interesse médico, manipular corretamente as amostras biológicas, executar as técnicas de identificação e expressar os resultados obtidos com segurança necessária e indispensável ao profissional da saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARLI, Geraldo Attilio de. Parasitologia clínica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2008. REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CIMERMAN, Sérgio; CIMERMAN Benjamin. Parasitologia humana e seus fundamentos. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. FARIA, Helvio J. de. Doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. NEVES, David Pereira; BITTENCOURT NETO, João Batista. Atlas didático de parasitologia. São Paulo: Atheneu, 2008. . (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 29-69 5º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOLOGIA GERAL 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACODINÂMICA FARMACOCINÉTICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Aspectos farmacocinéticos, do mecanismo de ação, dos efeitos farmacológicos, da toxicidade, dos usos clínicos e das interações medicamentosas dos grupos farmacológicos relacionados à Farmacologia Neuroendócrina (SNA; SNC: anorexígenos, psicoestimulantes, antipsicóticos, antidepressivos, ansiolíticos, hipnóticos). Anticonvulsivantes; farmacologia da dor e opiáceos; farmacologia da enxaqueca; farmacologia dos anestésicos locais; farmacologia endócrina; farmacologia da inflamação, farmacologia do sistema digestivo, farmacologia do aparelho respiratório. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Compreender os princípios gerais que regem as ações do organismo sobre as drogas e as ações das drogas sobre o organismo, fornecendo subsídios para a boa prática profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ: EPUB, 2010. Edição Auro. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2008. LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995. WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOGNOSIA I 40 20 30-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOBOTÂNICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Aspectos químico e farmacológico de produtos provenientes de planta medicinal e demais derivados dessa (droga vegetal, fitofármaco e fitoterápicos). Conhecimento das principais classes de constituintes químicos de origem vegetal, que podem ser utilizados na saúde humana. Metodologia de extração e identificação química utilizando cromatografia, desenvolvimento do perfil cromatográfico. Terpenóides: substâncias voláteis (óleos essenciais). Terpenóides: triterpenos, esteroides e saponinas. Substâncias fenólicas: compostos fenólicos simples e alguns heterosídeos fenólicos. Substâncias fenólicas: derivados antraqunônicos. Substâncias fenólicas: flavonoides. Substâncias fenólicas: taninos e cumarinas. Alcalóides. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao acadêmico de Farmácia o conhecimento da diversidade química existentes em plantas medicinais e suas aplicações à saúde humana, utilizando métodos de identificação química dessas classes de acordo com o descrito na literatura, com o foco no conhecimento básico sobre as atividades biológico-farmacológica de espécies vegetais, mediante o conhecimento químico das mesmas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIAVATTI, Maique Weber. Práticas de farmacognosia. Santa Catarina: UNIVALI, 2007. SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira et al (Orgs.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed. Florianópolis: UFSC, 2010. SOUZA, Gustavo Henrique Bianco de; MELLO, João Carlos Palazzo de; LOPES, Norberto Peporine (Orgs.). Farmacognosia coletânea cientifica. Ouro Preto: UFOP, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo: Atheneu, 2005. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA FARMACÊUTICA I 40 20 31-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA QUÍMICA ORGÂNICA III OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Estudo da influência das propriedades físico-químicas e estereoquímicas de um fármaco na sua atividade biológica. Etapas envolvidas no planejamento de fármacos. Mecanismos de melhoramento estrutural: estratégias aplicadas na síntese de novos análogos (variação de substituintes, simplificação estrutural, bioisosterismo, contração/extensão de cadeias e anéis, rigidificação estrutural). Estudo da relação-estrutura atividade. Noções de relação estruturaatividade quantitativa (QSAR). Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Compreender as razões moleculares envolvidas nas interações entre o fármaco e o receptor, bem como as etapas envolvidas no desenvolvimento de fármacos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 12. ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2012. ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química combinatória e modelagem molecular: um curso prático. São Paulo: Manole, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA ANALÍTICA II 40 20 32-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA ANALÍTICA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Introdução a Química Analítica Instrumental. Análises Instrumentais: Potenciometria; Fotomêtria de Chama; Espectrofotometria no UV-Visível, no Infravermelho, de Absorção Atômica, de Plasma, de Fluorescência Molecular; Cromatografia em Camada Fina, Gasosa e Líquida. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Apresentar ao acadêmico os principais métodos e técnicas instrumentais de análise química instrumental, com o foco no desenvolvimento do raciocínio analítico de forma a capacitar o acadêmico para a prática de análises químicas e resultados analíticos de laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. VOGEL, Arthur I. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. SKOOG, Douglas A.; WEST, Donald M.; HOLLER, F. James; CROUCH, Stanley R. Fundamentos de química analítica. São Paulo: Thomson, Cengage Learning, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. SARKER, S. D.; NAHAR, L. Química para estudantes de farmácia: química Geral, orgânica e de produtos naturais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 01. USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. Vol. 02. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA 40 BIOFÍSICA - 33-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução à Biofísica, sistemas biológicos e as grandezas físicas. Biofísica da água. Biofísica da célula, transportes através da membrana. Osmose, osmometria. Termodinâmica. Eletrobiologia e Bioeletrogênese, potenciais biológicos, meios de medida do pH das soluções. Potencial de membrana e de ação. Biofísica das radiações. Radioatividade, séries naturais, particulares. Unidade de radiobiologia, radioproteção, radioterapia. Produção de radioisótopo. Biofísica das funções circulatória, respiratória e renal. Ótica, Biofísica da visão. OBJETIVO GERAL Levar o acadêmico à aprender e interpretar fenômenos biológicos utilizando os princípios da Biofísica, privilegiando sempre as inter-relações com os processos celulares e moleculares, garantindo os conhecimentos teóricos e práticos para o bom desempenho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURÁN, J. E. R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002. HENEINE, I. F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALL, S.J. Biomecânica Básica. 5. ed. São Paulo: Manole, 2009. MOURÃO, C. A.; ABRAMOV, D. M. Biofísica essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. WACHTER, P. H. et al. Biofísica para ciências biomédicas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA PATOLOGIA GERAL 60 20 34-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 80 4 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução à patologia. Estudo, natureza e evolução das doenças. Alterações anatômicas e funcionais resultantes das interações entre hóspede e hospedeiro. Alterações sistêmicas no organismo humano. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Capacitar os universitários a compreender os conceitos básicos dos processos patológicos do organismo humano, habilitando-os, a saber, as etiologias das doenças, seus mecanismos formadores e as alterações anatômicas e funcionais que esses processos desencadeiam. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FARIA, José Lopes de. Patologia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. FRANCO, Marcello; MONTENEGRO, Mario R. Patologia: processos gerais. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASILEIRO FILHO, Gerando. Bogliolo-patologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MENDES, René. Patologia do trabalho. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM SAÚDE COLETIVA 40 - 35-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA O papel do farmacêutico nos Sistema Único de Saúde. Medicamentos essenciais. Política Nacional de Medicamentos. Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Componentes da assistência farmacêutica: básico, estratégico e especializado. Ciclo da assistência farmacêutica: pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos; seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição, prescrição e dispensação de medicamentos. Avaliação da assistência farmacêutica. Informação sobre medicamentos. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Propiciar conhecimentos e desenvolver habilidades e competências para o gerenciamento da assistência farmacêutica no Sistema Único de Saúde em todos os níveis da atenção a saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CURRIE, Jay D. Guia prático da atenção farmacêutica. São Paulo: Pharmabooks, 2010. GENARO, Alfonso R. Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STORPIRTIS, Sílvia. Ciências Farmacêuticas: farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Sergio R. Saúde coletiva e promoção da saúde. São Paulo: Hucitec, 2006. PAIM, Jairnilson Silva. Desafios para a saúde coletiva no século XXI. Salvador: EDUFBA, 2006. FRANCO, Joel Laércio; PASSOS, Afonso Dinis Costa (Orgs.). Fundamentos de epidemiologia. Barueri, SP: Manole, 2005. ROZENFELD, Suely. Fundamentos da vigilância sanitária. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000. SILVEIRA, Mario M. Política Nacional de saúde pública. Rio de Janeiro: Revan, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 36-69 6º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOLOGIA APLICADA 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOLOGIA GERAL OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Aspectos farmacocinéticos, do mecanismo de ação, dos efeitos farmacológicos, da toxicidade, dos usos clínicos e das interações medicamentosas dos grupos farmacológicos relacionados à Farmacologia do sistema cardiovascular; do sistema urinário; da quimioterapia; da antibioticoterapia (antibacterianos, antivirais, antiparasitários, antifúgicos); dos anticoagulantes; dos anticoncepcionais orais e injetáveis; dos antineoplásicos. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Compreender os mecanismos moleculares de ação das classes de fármacos discutidas, bem como suas implicações fisiológicas, para então adquirir a capacidade de discutir sua farmacocinética, farmacodinâmica, aplicações terapêuticas, efeitos adversos e interações medicamentosas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASPERHEIM, Mary K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. AME – Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem – 10 anos: 2009/2010. RJ: EPUB, 2010. Edição Auro. GUIMARÃES, Deocleciano Torrieri. Dicionário de termos médicos, enfermagem e de radiologia. 2. ed. São Paulo: Rideel, 2008. LIMA, Ana Beatriz D. de. Interações medicamentosas. São Paulo: Senac, 1995. WOLKOFF, Alexandre. Dicionário ilustrado de termos médicos e saúde. São Paulo: Ridel, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOGNOSIA II 40 20 37-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOGNOSIA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Conhecimento químico e farmacológico de plantas medicinais, drogas vegetais e fitoterápicos provenientes das seguintes espécies: Ginkgo biloba, Maytenus ilicifolia, Aesculus hippocastanus, Peumus boldus, Hamamelis virginiana, Rhamnus purshiana, Senna alexandrina, Calendula officinalis, Hypericum perforatum, Paullinia cupana, Matricaria recutita e outras; Fitoterápicos utilizados na terapêutica, visando o entendimento de sua utilização clínica; Paralelo a este entendimento, o conhecimento químico das espécies exploradas, ou seja, descrição dos princípios ativos presentes, sua função farmacológica e biológica; Avaliação da qualidade do fitoterápico e espécies vegetais, do perfil cromatográfico esperado em drogas vegetais comercializadas nos estabelecimentos farmacêuticos; Tipos de extratos, preparações usuais e as mais indicadas para algumas espécies. Avaliação de espécies disponíveis no mercado. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Proporcionar a compreensão dos aspectos técnico-científicos fundamentais da farmacognosia, adequando e desenvolvendo a capacidade cognitiva e analítica do acadêmico em consonância com a formação generalista, humanista, crítica, reflexiva e com base no rigor científico, com enfoque na promoção de sua atuação profissional efetiva nas áreas do conhecimento que interrelacionam-se ao uso de produtos de origem natural na assistência farmacêutica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIAVATTI, Maique Weber. Práticas de farmacognosia. Santa Catarina: UNIVALI, 2007. SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira et al (Orgs.). Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed. Florianópolis: UFSC, 2010. SOUZA, Gustavo Henrique Bianco de; MELLO, João Carlos Palazzo de; LOPES, Norberto Peporine (Orgs.). Farmacognosia coletânea cientifica. Ouro Preto: UFOP, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis W. M. Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre: Artmed, 2011. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de Farmacobotânica. 2. ed., São Paulo: Atheneu, 2005. OLIVEIRA, Fernando de; AKISUE, Gokithi. Fundamentos de farmacobotânica e de morfologia vegetal. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. RAVEN, P. H.; EVERT, R. E.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. SALISBURY, Frank B.; ROSS, Cleon W. Fisiologia das plantas. São Paulo: Cengage Learning, 2012. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOTÉCNICA I 40 20 38-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FÍSICO-QUÍMICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Boas práticas de manipulação; Operações unitárias aplicadas à Farmácia: Pesagem, medição de volume, medidas posológicas farmacêuticas. Operações Básicas: Separação de corpos sólidos, separação sólido-líquido ou de líquidos imiscíveis, divisão de sólidos. Operações Físicas: refrigeração, evaporação, secagem, liofilização, sublimação, cristalização, destilação, fusão. Operações e incompatibilidades farmacêuticas. Formas e fórmulas farmacêuticas: Formas Farmacêuticas Líquidas. Formas Farmacêuticas obtidas por extração. Formas Farmacêuticas obtidas por dissolução: hidróleos, alcoóleos, sacaróleos, gliceróleos, oleóleos. Forma Farmacêutica obtida por dispersão mecânica: emulsão, suspensão e dispersões coloidais. Formas Farmacêuticas sólidas: pós, granulados e cápsulas. Vocabulário técnicocientífico da disciplina. OBJETIVO GERAL Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção, conservação e dispensação dos medicamentos magistrais, oficinais e industrializados, com o foco em identificar e caracterizar as diferentes formas farmacêuticas líquidas não estéreis, aplicando desta forma as boas práticas de manipulação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado. Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01. STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AULTON, M. E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas em farmacotécnica. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2007. THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Porto Alegre: Artmed, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BIOQUÍMICA CLÍNICA 40 20 39-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO BIOQUÍMICA GERAL OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Organização de um laboratório de Bioquímica Clínica; princípios e cuidados na coleta de amostras biológicas Métodos bioquímicos de análise laboratorial utilizados no diagnóstico e pesquisa clínica e interpretação e análise dos resultados. Enzimologia clínica Metabolismos de nitrogenados e função renal; Urinálises,; Proteínas plasmáticas; Função hepática; Metabolismo dos carboidratos e lipídeos e suas correlações patológicas; Análise bioquímica da função cardíaca; Marcadores bioquímicos de cardiopatia; Doenças moleculares. Vocabulário técnicocientífico da disciplina. OBJETIVO GERAL Realizar e interpretar os exames laboratoriais e correlacioná-los com as respectivas doenças ligadas à Bioquímica, interpretando os resultados encontrados, bem como praticar as normas de biossegurança e realizar o controle de qualidade dos exames. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURTIS, C. A.; ASHWOOD, E. R.; BRUNS, D. E. Tietz fundamentos de química clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A.; RODWELL, V. W. Harper: bioquímica ilustrada. 27. ed. São Paulo: McGrawHill, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEVLIN, Thomas M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 6. ed. São Paulo: Blücher, 2007. LEHNINGER, A. L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo: Tecmedd, 2006. MILLER, O.; GONÇALVES, R. R. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. HENRY, J. B. Diagnósticos clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20. ed. São Paulo: Manole, 2008. SACKHEIM, G.I. Química e bioquímica para ciências biomédicas. Barueri: São Paulo: Manole, 2001. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA FARMACÊUTICA II 40 20 40-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA FARMACÊUTICA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Aspectos gerais da Tecnologia Farmacêutica; Indústria Farmacêutica e Normas de Produção. Tecnologia de áreas limpas, áreas produtivas classificadas. Pesquisa e desenvolvimento de produtos. Controle e Monitoramento de áreas fabris. Planejamento de área industrial. Tecnologia de filtração. Tecnologia de fabricação de sólidos orais (comprimidos, drágeas, comprimidos revestidos, cápsulas) e critérios de controle de qualidade (dureza, friabilidade, desintegração e dissolução de formas farmacêuticas sólidas, peso médio, homogeneidade de conteúdo e de dose). Formas farmacêuticas revestidas. Micropartículas. Formas farmacêuticas sólidas de liberação modificada. Controles em Processo. Tecnologia das formas farmacêuticas de aplicação retal e vaginal, parenterais, oftálmicas, auriculares, nasais de aerossóis, inalantes e sprays. Segurança e controle do processo industrial. Esterilização. Estabilidade de Medicamentos, aspectos tecnológicos e legais. Processos biotecnológicos aplicados aos produtos farmacêuticos. Desenvolvimento de processos tecnológicos para a obtenção de formas farmacêuticas. Aplicação de diferentes operações unitárias e técnicas utilizadas em escala laboratorial e industrial. Higienização e assepsia de áreas fabris. Incompatibilidade em formulações farmacêuticas. Estudo de formas farmacêuticas de interesse da indústria farmoquímica. OBJETIVO GERAL Permitir um conhecimento amplo de matérias-primas e técnicas de produção industrial, capacitando para o desenvolvimento de formulações farmacêuticas, considerando características físico-químicas, tecnologia, controle de qualidade e de estabilidade, bem como eficácia e segurança. Vocabulário técnico-científico da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. GAUTO, Marcelo; ROSA, Gilber. Química industrial. Porto Alegre: Bookman, 2013. LIMA, Urgel de Almeida. Biotecnologia industrial. 3. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDREI, C. C.; FERREIRA, D. T.; FACCIONE, M.; FARIA, T. J. Da química medicinal à química combinatória e modelagem molecular: um curso prático. São Paulo: Manole, 2003. KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 12. ed. Rio de Janeiro: McGraw Hill, 2012. RANG, H. P.; MOORE, P. K.; RITTER, J. M. Farmacologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMÁCIA HOSPITALAR E CLINICA 40 20 41-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Inter-relação administrativa, financeira e técnica da farmácia hospitalar e os demais setores do hospital; Estruturação e funcionamento administrativo, financeiro, técnico e de recursos humanos da farmácia hospitalar e clínica; Sistemas de distribuição de medicamentos (incluindo a implantação do regime de dose unitária ao paciente) e material médico-hospitalar; Administração de recursos materiais: compras, preços, cobranças, gerenciamento de estoques de medicamentos e material médico hospitalar; Armazenamento de medicamentos e materiais médico hospitalares: aspectos administrativos, financeiros e técnicos; Comissões assessoras: comissão de padronização de medicamentos, comissão de controle de infecção hospitalar e outras. Farmacotécnica hospitalar: fórmulas magistrais, preparo e diluição de germicidas e detergentes, preparo de misturas intravenosas, soluções de nutrição parenteral e citostáticos, fórmulas galênicas e outros conforme as Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos; Interpretação, escrituração e documentação da dispensação dos medicamentos: prescrições médicas, prontuários, medicamentos conforme regulamentação legal (escrituração e controle); Dispensação conforme requisitos exigidos para medicamentos e correlatos; Informações sobre medicamentos: identificando as necessidades de informação e os meios para distribuí-la e percebendo o farmacêutico como profissional responsável por esta função. Farmácias satélites: importância, funções e atividades. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Propiciar conhecimentos e habilidades para o desempenho das atividades técnicas e clínicas da Farmácia Hospitalar e Clínica de forma a propiciar respaldo à formação de farmacêuticos comprometidos com a necessidade social da saúde coletiva na atenção terciária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES FILHO, Waladmir Mendes; FERRACINI, Fabio Teixeira. Prática farmacêutica no ambiente hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2010. BRAGA, Roberta Joly Ferreira. ABC da farmácia hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2013. CAVALLINI, Míriam Elias; BISSON, Marcelo Polacow. Farmácia Hospitalar: um enfoque em sistemas de saúde. São Paulo: Manole, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CIPRIANO, Sonia Lucena; PINTO, Vanusa Barbosa; CHAVES, Cleuber Esteves. Gestão estratégica em farmácia hospitalar: aplicação prática de um modelo de gestão para qualidade. São Paulo: Atheneu, 2009. CURRIE, Jay D. Guia prático da atenção farmacêutica. São Paulo: Pharmabooks, 2010. GENARO, Alfonso R. Remington: a ciência e a prática da farmácia. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. STORPIRTIS, Sílvia. Ciências Farmacêuticas: farmácia clínica e atenção farmacêutica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA ESTÁGIO TOTAL DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR I - 80 42-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) - - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA QUÍMICA ORGÂNICA III MATEMÁTICA APLICADA BIOQUÍMICA GERAL PARASITOLOGIA CLÍNICA MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA FÍSICO-QUÍMICA IMUNOLOGIA E VIROLOGIA FARMACOBOTÂNICA QUÍMICA ANALÍTICA II FARMACOLOGIA GERAL FARMACOGNOSIA I QUÍMICA FARMACÊUTICA I PATOLOGIA GERAL ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM SAÚDE COLETIVA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM SAÚDE PÚBLICA: Participar das atividades básicas do ciclo de Assistência farmacêutica; Organização do armazenamento e da dispensação dos medicamentos existentes no Sistema Único de Saúde na Gestão Municipal; Participação e colaboração em todas as atividades de rotina desenvolvidas no local de estágio (farmácia SUS); Promover atividades educacionais realizadas nas escolas municipais da região; Atividades educativas aos docentes do ensino fundamental e médio da rede de ensino municipal e particular, com temas no âmbito de básicas de higiene, prevenção de doenças, prevenção ao uso de drogas e comportamento; Durante o estágio de Práticas em Saúde Pública, os acadêmicos realizam visitas domiciliares, permitindo uma melhor compreensão do meio em que ele está inserido, que condições de saúde, higiene e saneamento vivem determinadas famílias. Traçar metas para melhorar e individualizar a assistência às famílias no âmbito da atenção farmacêutica. OBJETIVO GERAL Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 43-69 7º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA TOXICOLOGIA GERAL 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Aspectos toxicocinéticos (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) e toxicodinâmicos (mecanismo de ação tóxica) dos medicamentos e drogas de abuso. Correlação entre a toxicocinética e toxicodinâmica com o delineamento de uma análise toxicológica enfocando como os agentes tóxicos em questão são abordados laboratorialmente tanto do ponto de vista de avaliação de toxicidade quanto de prevenção, diagnóstico e tratamento das possíveis intoxicações. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Transmitir aos acadêmicos os conhecimentos das fontes de intoxicações inseridos em um contexto que abranja as diferentes áreas da Toxicologia, com características dos acidentes, mecanismos de ação dos venenos, vias de exposição, manifestações clínicas, diagnóstico diferencial, tratamento, uso de antídotos, aspectos de primeiros socorros e prevenção destes acidentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2001. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA HEMATOLOGIA CLÍNICA 40 20 44-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO BIOQUÍMICA CLÍNICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Conceito e generalidades em hematologia. Hematopoiese – estudo dos órgãos hematopoieticos, fases da hematopoiese, linhagem, maturação dos elementos figurados do sangue; Patologia eritrocitária. Classificações morfológica e etiológica das anemias, hemoglobinopatias e talassemias, diagnostico laboratorial das patologias eritrocitárias; patologia leucocitária, qualitativos e quantitativos da série leucocitária diante dos processos infecciosos; leucemias, classificações, etiopatogenia e diagnóstico laboratorial das leucemias; hemostasia e coagulação, hemostasia primaria e secundaria, mecanismo da coagulação sanguínea, mecanismo de controle da coagulação, fibrinólise, diagóstico laboratorial dos distúrbios da coagulação sanguínea; Imunohematologia, sistema ABO e Rh, doença hemolítica do recém-nascido, anemias autoimunes e iso-imunes, classificação sanguínea e técnica laboratoriais imunohematológicas. OBJETIVO GERAL Transmitir os conceitos de morfologia, fisiologia e fisiopatologia da Hematologia Clínica, possibilitando compreender os conceitos básicos aos procedimentos complexos de exames laboratoriais que conduzam a diagnósticos seguros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREUND, Mathias. Hematologia microscópica prática. 11. ed. São Paulo: Editora Santos, 2013. MOURA, Roberto de Almeida et al. Técnica de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2002. TEIXEIRA, José Eduardo Cavalcanti. Diagnóstico laboratorial em hematologia. São Paulo: Roca, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. HOFFBRAND, A. V.; PETTIT, J. E. Hematologia clínica ilustrada: manual e atlas colorido. 3. ed. São Paulo: Manole, 2001. MILLER, O.; GONÇALVES, R. R. Laboratório para o clínico. 8. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. ZAGO, M. A.; FALCÃO, R. P.; PASQUINI, R. Hematologia: fundamentos e prática. São Paulo: Atheneu, 2001. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA QUÍMICA DE ALIMENTOS 40 20 45-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA GERAL E INORGÂNICA QUÍMICA ORGÂNICA III OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Introdução: conceito, histórico e perspectivas. Aspectos gerais de produção, industrialização e comercialização de alimentos. Fundamentos, química e importância tecnológica de carboidratos, lipídeos; proteínas; enzimas; vitaminas e minerais. Análises qualitativas e quantitativas básicas. Determinação de polissacarídeos e de taninos. Separação das proteínas do leite. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Adquirir conhecimentos sobre os principais constituintes dos alimentos e as transformações físicas e químicas a que eles estão sujeitos antes e após sua produção e industrialização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de alimentos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. MORETTO, E.; FETT, R.; CONZAGA, L. V.; KUSKOSKI, E. M. Introdução à ciência dos alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA CITOPATOLOGIA CLÍNICA E UROANÁLISE 40 20 46-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO BIOQUÍMICA CLÍNICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Fundamentos da citopatologia: célula em todos os tecidos formados de epitélio, citologia de secreções e excreções, líquido sinovial, líquido seminal, liquor, citologia vaginal e cervical, mama. Exames citopatológicos em saúde preventiva, em processos inflamatórios e degenerativos, em carcinomas de endométrio e colo uterino, pulmonar e mamária. Introdução a uroanálise. Fisiologia do trato urogenital. Formação de urina. Distúrbios de Micção. Métodos de coleta de urina. Colheita e conservação do material biológico. Pesquisas e dosagens na urina. Exame físico, exame químico e sedimentoscopia urinária qualitativa e quantitativa. Análises químicas dos cálculos urinários. Análise laboratorial de fluidos biológicos extravasculares. Análise fecal. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Transmitir conhecimentos teórico-práticos relacionados à urinálise e citopatologia clínica, pois em qualquer laboratório de Análises Clínicas, o profissional terá que executar e interpretar diversos exames relacionados ao perfil e conteúdo urinário e citopatológico em sua rotina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, G. Atlas de Citologia: malignidade e pré-malignidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. CONSOLARO, Márcia Edilaine Lopes; ENGLER, Silvya Stuchi Maria. Citologia Clínica CérvicoVaginal: Texto e Atlas. São Paulo: Roca, 2012. STRASINGER, Susan King. Urinálise e Fluidos Corporais. 5. ed. São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURTIS, C. A.; ASHWOOD, E. R.; BRUNS, D. E. Tietz fundamentos de química clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. MURRAY, R. K.; GRANNER, D. K.; MAYES, P. A.; RODWELL, V. W. Harper: bioquímica ilustrada. 27. ed. São Paulo: McGrawHill, 2007. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOTÉCNICA II 40 20 47-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOTÉCNICA I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Biofarmácia. Formas farmacêuticas semi-sólidas. Formas farmacêuticas plásticas e reologia. Formas farmacêuticas cavitárias. Preparações dermatológicas. Aspectos técnicos e práticos para o desenvolvimento de sabonetes, xampus, condicionadores, perfumes, máscaras faciais, maquiagem compacta, batons, alisantes e onduladores, tinturas capilares, cremes e loções cremosas. Radiação Ultravioleta e Formulações Antisolares. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção, conservação e dispensação dos medicamentos magistrais, oficinais e cosméticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado. Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01. STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AULTON, M. E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. DESTRUTI, A. B. C. B. Noções básicas em farmacotécnica. 3. ed. São Paulo: SENAC, 2007. THOMPSON, J. E. A prática farmacêutica na manipulação de medicamentos. Porto Alegre: Artmed, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA MICROBIOLOGIA CLÍNICA E IMUNOLOGIA CLÍNICA 40 20 48-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO IMUNOLOGIA E VIROLOGIA MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Aspectos epidemiológicos fisopatológicos e diagnósticos das principais doenças infectocontagiosas. Principais fontes de material. Preparo de material e amostras utilizados em laboratório de microbiologia. Coleta de material. Técnicas de isolamento e/ou identificação e controle de microorganismos potencialmente patogênicos (bactérias, fungos e vírus). Antibiograma. Autovacinas. Os imunoensaios: técnicas, interpretações e aplicações diagnósticas. Problemas das reações in vitro e critérios para estabelecer um controle de qualidade eficaz. Imunologia das infecções bacterianas, fúngicas, parasitológicas e virais. Doenças autoimunes, alérgicas e imunologia dos transplantes. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Executar exames bacteriológicos e imunológicos rotineiros, conhecendo a importância da Microbiologia e Imunologia Clínica na elucidação do diagnóstico de doenças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABBAS, Abul K.; LICHTMAN, Andrew H. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. JAWETZ, Ernest; LEVINSON, Warren. Microbiologia médica e imunologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. BIER, Otto G.; SILVA, Wilmar D.; MOTA, Ivan. Imunologia básica e aplicada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. GUYTON, Arthur C; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. SANTOS, N.S.O.; ROMANOS, M.T.V. Introdução à virologia humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA ÉTICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL APLICADAS AO FARMACÊUTICO 40 - 49-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Ética na história do pensamento ocidental. Ética na formação do cidadão e do profissional farmacêutico. Bioética. Humanização da assistência. O desafio e o problema da ética na atualidade. Ética nos campos da ciência da saúde e tecnologia. Estudo histórico da legislação em farmácia. Regulamentação do exercício profissional. Lei do exercício profissional. As comissões e o Código de Ética de Farmácia. Direitos e deveres do paciente e do profissional. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Compreender a importância da ética e bioética para a vida pessoal e profissional, desenvolvendo interesse pelos conhecimentos fundamentais que norteiam um comportamento, de acordo com os princípios da profissão e os valores morais da sociedade em que vivem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE SÁ, Antônio Lopes. Ética profissional. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, Silvia Teodoro de. Tópicos em deontologia e legislação para farmacêuticos. Belo Horizonte: COOPMED, 2009. ZUBIOLI, Arnaldo. Ética farmacêutica. São Paulo: SOBRAVIME, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONSTANTINO, Lúcio Santoro de. Médico e pacientes: questões éticas e jurídicas. Porto Alegre: EDIPUCR, 2002. FORTES, Paulo A. de C. Ética e saúde: questões éticas, deontológicas e legais. São Paulo: EPU, 2007. OGUISSO, Taka; ZOBOLI, Elma L. C. P. Ética e bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo: Manole, 2005. SEGRE, Marco. A questão ética e a saúde humana. São Paulo: Atheneu, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA ESTÁGIO TOTAL DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR II - 80 50-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) - - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO ESTÁGIO CURRICULAR I OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA HOSPITALAR: Capacitar o estudante a desenvolver habilidades para integrar equipes multidisciplinares em saúde; Compreender funções exercidas pelo farmacêutico na Farmácia Hospitalar considerando o aspecto da atuação técnica, das relações humanas, ética profissional, gerenciamento da Farmácia; Proporcionar a visualização da farmácia hospitalar como prestador de serviço de saúde e manutenção da mesma; Desenvolver nos estudantes comportamentos e atitudes para integração efetiva do profissional farmacêutico nas equipes multidisciplinares; Propiciar ao estudante observar a organização e rotina da farmácia de um Hospital e seus vários setores. OBJETIVO GERAL Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 51-69 8º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA ANÁLISES TOXICOLÓGICAS 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO TOXICOLOGIA GERAL OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Aspectos toxicocinéticos (absorção, distribuição, biotransformação e excreção) e toxicodinâmicos (mecanismo de ação tóxica) dos medicamentos, drogas de abuso, metais, solventes, praguicidas e contaminantes ambientais e de alimentos. Adicionalmente, aborda como essas substâncias podem ser analisadas laboratorialmente tanto do ponto de vista de avaliação de toxicidade quanto de prevenção, diagnóstico e tratamento das possíveis intoxicações. OBJETIVO GERAL Capacitar o aluno a desenvolver um raciocínio toxicológico, que lhe permita reconhecer e avaliar a natureza e a intensidade da resposta do organismo aos xenobióticos, a fim de prevenir ou minimizar os efeitos adversos que possam ocorrer, e quando da ocorrência destes, auxiliar no diagnóstico e tratamento das intoxicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, D. R. Manual de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. MOREAU, Regina Lúcia de Moraes; SIQUEIRA, Maria Elisa Pereira Bastos de. Toxicologia analítica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIES A., BLAKELEY, A. G. H., KIDD, C. Fisiologia humana. Porto Alegre: Artmed, 2002. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. KATZUNG, Bertram G. Farmacologia básica e clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia: do esporte e do exercício. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2001. SPRINGHOUSE CORPORATION. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO-QUÍMICA 40 20 52-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FÍSICO-QUÍMICA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Garantia de Qualidade na indústria farmacêutica e de cosméticos. Boas Práticas de Fabricação e Controle (BPFC). Especificação de matérias-primas e de medicamentos. Técnica de amostragem. Controle em processo, controle de material de acondicionamento e de embalagem e controle físico de medicamentos e cosméticos. Funções de padrões de referência/substâncias químicas de referência. Identificação de substâncias em medicamentos e cosméticos. Métodos físico-químicos no controle de qualidade de medicamentos e cosméticos. Métodos de análise de princípios ativos, produtos de degradação e compostos relacionados. Validação de métodos analíticos. Estabilidade de medicamentos e cosméticos e fotoestabilidade. Análise de matériasprimas e de água. Determinação de matérias estranhas de drogas vegetais e fitoterápicos. Ensaios físico-químicos empregados no controle de sólidos, líquidos e semi-sólidos de medicamentos e cosméticos. Análise estatística de resultados analíticos. Ensaios físicoquímicos de materiais de acondicionamento e de embalagem para uso farmacêutico. Análise de água para fins farmacêuticos. Espectrofotometria e métodos cromatográficos, de eletroforese, de análise térmicas, volumetria e gravimetria. Principais ensaios no controle de qualidade de insumos farmacêuticos, de medicamentos e de cosméticos. Planejamento e ensaios no estudo de estabilidade e fotoestabilidade. Análise macroscópica e microscópica de drogas vegetais. Identificação e quantificação de princípios ativos vegetais. Redação de POP´s analíticos. OBJETIVO GERAL Orientar para o planejamento, organização e funcionamento de um laboratório de controle de qualidade na indústria farmacêutica, e avaliar métodos, equipamentos e técnicas de análises físico-químicas adequados ao controle da qualidade de fármacos e medicamentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 2009. CARDOSO, Caroly M. Zanella. Manual de controle de qualidade de matérias-primas vegetais. São Paulo: Pharmabooks, 2009. GIL, E. S. Controle físico-químico de qualidade de medicamentos. 2. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 01. ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 02. ATKINS, Peter; PAULA, Júlio de. Físico-Química. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Vol. 03. NETZ, Paulo A.; ORTEGA, George González. Fundamentos de Físico-Química: uma abordagem conceitual para as ciências farmacêuticas. Porto Alegre: Artmed, 2008. MOORE, Walter J. Físico-Química. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA FARMACOTÉCNICA HOMEOPÁTICA 40 20 53-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOTÉCNICA II OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Histórico: O vitalismo de Hipócrates à Hahanemnn, campo eletromagnético do corpo humano. Comprovações científicas. História da Homeopatia e Farmácia Homeopática no Brasil. Fundamentos: a lei dos semelhantes, medicamento único: caracterização e classificação do medicamento homeopático: diluição e dinamização, individualização do paciente. Experimentos Pategenéticos. Relação patologia e cura: lei de cura de Hering, lei da substituição. Dinâmica miasmática: sintomas como defesa, doenças agudas, doenças crônicas, agravação, ação do medicamento homeopático e formas de tratamento. Escalas Homeopáticas para preparação de formas farmacêuticas centesimal, decimal e cinquenta-milesimal. Métodos de Preparação das Formas Farmacêuticas Homeopáticas. Métodos: Korsakov e Fluxo Contínuo. Formas Farmacêuticas Homeopáticas de Uso Interno: Líquidos, Pós, Glóbulos. Farmacotécnica Homeopática: Técnica de preparo de tinturas-mãe. Técnica de preparo de medicamentos nas escalas: centesimal, decimal e cinquenta-milesimal. Preparo das Formas Farmacêuticas derivadas em homeopatia. OBJETIVO GERAL Aplicar os conceitos teóricos e as habilidades práticas na área de desenvolvimento, produção, conservação e dispensação dos medicamentos homeopáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORNILLOT, Pierre. Tratado de Homeopatia. Porto Alegre: Artmed, 2006. FONTES, O. L. Farmácia Homeopática: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Manole, 2005. SAREMBAUD, A. Homeopatia: conceitos básicos. 2. ed. São Paulo: Andrei, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANSEL, H. C.; POPOVICH, N. G.; LOYD, A. Jr. Farmacotécnica. 6. ed. São Paulo: Premier, 2000. CONRADO, Maria Filomena L.; CORDEIRO, Pedro Paulo Miron. CORDEIRO, Paulo César Conrado. Gestão farmacotecnica magistral. 2. ed. Santa Catarina: Basse, 2008. Vol. 01. EGITO, J. L. Homeopatia: conceitos filosóficos. São Paulo: Robe, 2002. STORPIRTIS, S.; GONÇALVEZ, J. E.; CHIANN, C; GAI, M. N. Biofarmacotécnica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS FARMACÊUTICAS 40 - 54-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Aspectos básicos da economia. Produção e distribuição. Fluxo circular de renda. Indicadores macroeconômicos. Sistemas de preços e problemas econômicos. Empresa farmacêutica: tipos de empresas. Crédito, moeda e bancos. Comércio internacional; balanço de pagamentos. Economia brasileira: processo de desenvolvimento; obstáculos, formas de alcançar o desenvolvimento. Aspectos administrativos nas empresas farmacêuticas. Administração de vencimento de lotes. Logística na aquisição materiais diversos (compras) no setor público. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Adquirir conceitos básicos para participar da administração de empresas farmacêuticas, bem como noções de empreendedorismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KASSAI, Roberto. Retorno de investimento: abordagem matemática e contábil do lucro empresarial 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. LODI, João Bosco. História da administração. São Paulo: Pioneira Thonsom Learning, 2003. MOTTA, Paulo Roberto. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. 15. ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. MUNIZ, Adir Jaime de Oliveira. Teoria geral da administração: noções básicas. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001. MELLAGI, Filho. Mercado financeiro e de capitais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. WRIGHT, Peter; KROLL, Mark J.; PARNEL, John. Administração estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2000. . (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA COSMETOLOGIA 40 20 55-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO FARMACOTÉCNICA II OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS EMENTA Definições em Cosmetologia; Classificação dos Cosméticos; História da Cosmetologia; Anatomohistofisiologia da Pele e Anexos (glândulas sebácea e sudorípara, pêlo e unha); Permeabilidade seletiva da superfície cutânea. Adjuvantes. Perfumes. Matérias-primas e Desenvolvimento Cosméticos: Propriedades e características que justificam sua aplicação; Técnicas de preparação, Preparações de liberação modificada. Lipossomas e nanopartículas. Produtos de uso infantil. Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Legislação aplicada à Cosmetologia; Formas Cosméticas; Fitocosméticos; Visão Geral da Indústria Cosmética; Desenvolvimento e Lançamento de Novos Cosméticos; Controle de Qualidade de Cosméticos; Avaliação da Segurança e Eficácia de Cosméticos; Avaliação da Estabilidade de Cosméticos; Marketing em Cosmetologia; Mercado Cosmético Brasileiro. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Permitir um conhecimento amplo de matérias-primas e técnicas de produção industrial, com a finalidade de capacitar para o desenvolvimento de formulações cosméticas, considerando: características físico-químicas dos componentes da fórmula, tecnologia envolvida, controle de qualidade e de estabilidade dos produtos desenvolvidos, bem como eficácia e segurança dos mesmos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORRÊA, Marcos Antonio. Cosmetologia: ciência e técnica. São Paulo: MedFarma, 2012. GOMES, Rosaline Kelly; DAMAZIO, Marlene Gabriel. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. 4. ed. São Paulo: Livraria Médica Paulista Editora, 2013. RIBEIRO, C. Cosmetologia aplicada a dermoestética. 2.ed. São Paulo: Pharmabooks, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEONARDI, G. R. Cosmetologia aplicada. 2. ed. São Paulo: Santa Isabel, 2008. SANTI, Erika de. Dicionário de princípios ativos em cosmetologia. São Paulo: Andrei, 2003. SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 01. SOBOTTA, editado por R. Putz e R. Pabst. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Vol. 02. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA ESTÁGIO TOTAL DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR III - 200 56-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) - - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO ESTÁGIO CURRICULAR II OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA DE DISPENSAÇÃO: Oportunizar a vivência do ambiente de trabalho do farmacêutico em exercício de suas atividades na farmácia de dispensação/comunitária, comportamento profissional e ético, relacionamento pessoal e profissional. Aspectos legais: constituição da empresa, registro na Junta Comercial, inscrição no CRF, licenciamento na Secretaria da Saúde e ANVISA; Organização administrativa e financeira; Administração de recursos humanos; Administração de recursos materiais: fornecedores, controle de estoque e cálculo de preços; Interpretação, escrituração e documentação da dispensação dos medicamentos: prescrições médicas, medicamentos controlados (escrituração e controle), de acordo com as normas legais vigentes; Estruturação e organização do espaço físico; Dispensação de medicamentos e materiais acessórios conforme requisitos exigidos para medicamentos e correlatos conforme legislações que dispõe sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias. Dispensação de informações sobre medicamentos, identificando as necessidades de informação e os meios para distribuí-la e percebendo o farmacêutico como o profissional responsável por esta função; Prestação de serviço de saúde a população em geral; Orientação sobre o uso correto dos medicamentos; Desenvolvimento de Programas de Saúde destinados a grupos especiais. OBJETIVO GERAL Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 57-69 9º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BROMATOLOGIA EM SAÚDE 40 20 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO QUÍMICA DE ALIMENTOS OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Conceito e evolução histórica da bromatologia. Nutrientes (macro e micro). Correlações entre Nutrientes, Dieta e Saúde. Doenças carenciais. Recomendações Dietéticas. Biodisponibilidade e Interações. Legislação. Alimentos Funcionais e Nutracêuticos. Alimentos para Dietas Especiais. Deterioração e Prazo de Validade. Rotulagem, Consumerismo e Vigilância Sanitária. Determinação de umidade e voláteis, resíduo mineral fixo, lipídios, proteínas e nitrogênio total, fibra bruta, vitaminas, açúcares redutores e não redutores. Análise de água de abastecimento. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Possibilitar uma visão integrada dos principais problemas de alimentação e nutrição, desde a caracterização do alimento até as necessidades de nutrientes para manutenção do equilíbrio orgânico. Identificar a importância da inter-relação farmacologia/nutrição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAHAN, L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos: nutrição e dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005. RAMALHO, A. Alimentos e sua ação terapêutica. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008. SALINAS, R. D. Alimentos e Nutrição: introdução à bromatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNINI, Giovanna C. Nutrição e saúde: a terapia por meio dos alimentos. São Paulo: Ibrasa, 2005. COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. GERMANO, Pedro M. Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância sanitária de alimentos. 3. ed. Barueri, SP: Manole, 2008. LINDEN, Sônia. Educação nutricional: algumas ferramentas de ensino. São Paulo: Livraria Varela, 2005. ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC-I) 40 - 58-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA TRABALHO DOCENTE SOB ORIENTAÇÃO EMENTA Elaboração de projeto do tema de pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e desenvolvimento da monografia correspondente, com tema vinculado a disciplinas do Curso de Farmácia. Execução de projeto de pesquisa em farmácia: delimitação do tema, do referencial teórico e metodológico, levantamento bibliográfico. Apresentação do projeto de pesquisa. Elaboração de nota prévia. OBJETIVO GERAL Subsidiar os alunos com estudos sintetizados que favoreçam a compreensão da disciplina teórica do ensino e da formação de contextos organizados, intencionalmente, para que ocorra a aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed. São Paulo, Atlas, 2005. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. CERVO, Amado Luiz et al. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008. OUTRAS BIBLIOGRAFIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ______. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6023: informação e documentação: Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 59-69 ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos - Apresentação. Rio de Janeiro, 2002. FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012. ______. Regulamento para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu: FNG, 2012. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA CONTROLE DE QUALIDADE BIOLÓGICO E MICROBIOLÓGICO 40 20 60-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 60 3 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO MICROBIOLOGIA E MICOLOGIA OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Ensaios biológicos e microbiológicos para controle e avaliação de medicamentos, cosméticos e correlatos. Bioterismo e seleção de animais. Padronização biológica e unidades internacionais. Metodologias de ensaios biológicos: respostas biológicas, curvas dose-resposta, administração em animais, desenho experimental, potência relativa. Ensaios toxicológicos e de inocuidade: toxicidade aguda, anormal, irritabilidade e sensibilidade cutânea e ocular, fototoxicidade e fotoalergia. Controle de produtos estéreis: teste de esterilidade, controle ambiental, validação de processos. Pirogênio: testes in vivo e in vitro. Controle de produtos não-estéreis: curvas de sobrevivência de microrganismo, pesquisa e identificação de microrganismos, preservantes, teste desafio. Controle de antibióticos, vitaminas e imunobiológicos. Validação dos resultados e análise estatística. OBJETIVO GERAL Executar procedimentos de amostragem, investigar fontes de contaminação, realizar contagem e pesquisa de microrganismos em matérias-primas, preparações farmacêuticas não estéreis, estéreis e cosméticas. Relacionar o controle de qualidade microbiológico e os demais setores da indústria, com o propósito de fortalecer as boas práticas de fabricação, garantindo ao consumidor qualidade, credibilidade e segurança na preservação de sua própria saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURTON. Microbiologia para as ciências da saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PINTO, T. J. A.; KANEKO, T. M.; OHARA, M. T. Controle biológico de qualidade de produtos farmacêuticos, correlatos e cosméticos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2003. WINN, W. et al. Koneman diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Heloísa Ramos; TORRES, Bayardo Baptista. Microbiologia básica. São Paulo: Atheneu, 2005. BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MIMS; DOCKRELL; GOERING et al. Microbiologia médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. MURRAY, Patrick R.; ROSENTHAL, Ken S.; KOBAYASHI, George S. Microbiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA ESTÁGIO TOTAL DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR IV - 240 61-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) - - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO ESTÁGIO CURRICULAR III OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM FARMÁCIA COM MANIPULAÇÃO E/OU MANIPULAÇÃO HOMEOPÁTICA: Aspectos legais: constituição da empresa, registro na Junta Comercial, inscrição no CRF e licenciamento na Secretaria da Saúde e ANVISA; Organização administrativa e financeira; Administração de recursos humanos; Administração de recursos materiais: fornecedores, controle de estoque e cálculo de preços; Interpretação, escrituração e documentação da dispensação dos medicamentos conforme normas legais vigentes; Manipulação de fórmulas prescritas, de produtos na biofarmácia, formas farmacêuticas semisólidas, plásticas, reologia, cavitárias, preparações dermatológicas, aspectos técnicos e práticos para o desenvolvimento de sabonetes, xampus, condicionadores, perfumes, máscaras faciais, maquiagem compacta, batons, alisantes e onduladores, tinturas capilares, cremes e loções cremosas de acordo com as Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos em conformidade com as bases legais que dispõem sobre Boas Práticas Farmacêuticas para o controle sanitário do funcionamento, da dispensação e da comercialização de produtos e da prestação de serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias. Dispensação conforme requisitos exigidos para medicamentos e correlatos embasados nas legislações vigentes. Orientação sobre o uso correto dos medicamentos e das formas farmacêuticas; Assistência farmacêutica. OBJETIVO GERAL Propiciar ao acadêmico do Curso de Farmácia da Faculdade do Norte Goiano, experiência prática do exercício profissional farmacêutico, relacionando o conteúdo teórico desenvolvido pela prática da profissão farmacêutica, oportunizando uma visão do campo de trabalho, das relações humanas, da ética profissional e vivenciando a aplicação das ciências farmacêuticas na assistência ao paciente e treinamento no exercício profissional competente nas áreas de atuação do farmacêutico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 62-69 10º PERÍODO CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II (TCC-II) 40 - CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I (TCC-I) OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA TRABALHO DOCENTE SOB ORIENTAÇÃO EMENTA Elaboração de trabalho de conclusão de curso: coleta de dados, análise dos dados, elaboração do relatório final. Apresentação do trabalho de conclusão de curso. Elaboração de Artigo Científico e de resumos/abstract, elaboração de pôsteres e data-show. OBJETIVO GERAL É possibilitar ao aluno o desenvolvimento de sua capacidade intelectual e científica, além de contribuir com a formação técnica do aluno na elaboração do TCC em conformidade às normas vigentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7. ed. São Paulo, Atlas, 2005. SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. 22 ed. São Paulo: Cortez, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2005. CERVO, Amado Luiz et al. Metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. FACHINE, Odília. Fundamentos de metodologia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2005. FERNANDES, José. Técnicas de estudo e pesquisa. 7. ed. Goiânia: Kelps, 2004. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. REIS, Linda G. Produção de monografia: da teoria à prática. 2. ed. Brasília: Senac-DF, 2008. OUTRAS BIBLIOGRAFIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2011. ______. NBR 6027: Informação e documentação – Sumário – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ______. NBR 6023: informação e documentação: Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 63-69 ______. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos - Apresentação. Rio de Janeiro, 2002. FACULDADE DO NORTE GOIANO. Manual para elaboração e formatação de trabalhos acadêmicos e trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu, GO: FNG, 2012. ______. Regulamento para elaboração e apresentação do trabalho de conclusão de curso (TCC). Porangatu: FNG, 2012. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA ESTÁGIO TOTAL DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR V - 340 64-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) - - CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO ESTÁGIO CURRICULAR IV OBRIGATÓRIA OPTATIVA SIM - CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANÁLISES CLÍNICAS E TOXICOLÓGICAS, INDÚSTRIAS DE MEDICAMENTOS, ALIMENTOS E COSMÉTICOS: Planejamento, elaboração, execução e avaliação das estratégias de intervenção da farmácia na área específica de Análises Clínicas. Fundamentos da formação profissional do analista clínico. Administração de laboratórios de análises clínicas e toxicológicas. Controle de qualidade no laboratório de análises clínicas. Coleta, transporte e processamento do material clínico. Métodos de coloração. Diagnósticos laboratoriais. Correlação clínico-laboratorial. Legislação e administração em laboratório de análises clínicas; Procedimentos em Boas Práticas em Análises Clínicas e Toxicológicas. Participação nas etapas pré-analítica, analítica e pós-analítica. Análise Química quantitativa e qualitativa em fluidos biológicos. Procedimentos preconizados pelas boas práticas em análises clínicas. Realizar técnicas citológicas para a identificação morfológica e funcional de células e materiais biológicos. Realizar análise microbiológica e parasitológica em material biológico. Realizar análises nas áreas de Bioquímica Clínica, Imunologia, Uroanálise, Micologia, Hematologia e Citologia Clínica. Participar da elaboração de laudos. Complemento do conhecimento sobre legislação e administração em indústria farmacêutica. Consolidação dos conhecimentos sobre coleta e processamento de material, controle de qualidade, diagnósticos laboratoriais, correlação clínico-laboratorial. Responsabilidade ética e profissional. Consolidação dos conhecimentos sobre execução e interpretação de exames laboratoriais, sobre tecnologia e controle de qualidade em indústria farmacêutica, alimentícia, cosmética. OBJETIVO GERAL Proporcionar a prática profissional, vivenciando as rotinas desenvolvidas no ambiente do laboratório de Análises Clínicas, com o foco em oportunizar a vivência das rotinas desenvolvidas neste ambiente, buscando a aplicação prática no que for de competência desse segmento, consolidando os conceitos teóricos das disciplinas precedentes e desenvolver habilidades e competências, buscando atuação junto a equipe multiprofissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A bibliografia é aquela que compõe a programação de conteúdo do curso, facultada alguma adaptação que o coordenador julgar necessária. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 65-69 DISCIPLINAS OPTATIVAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA EMPREENDEDORISMO 40 - CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA - SIM CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Nova realidade do mundo do trabalho. Empreendedorismo e o empreendedor: conceitos e definições. Ética no empreendedorismo. Metas e objetivos na ação empreendedora. Perfil do empreendedor e auto-avaliação. Análise de indicadores socioeconômicos da região do empreendimento. Análise de mercado. Construção da visão de negócio. Construção da rede de relações (network). Elaboração e apresentação de um plano de negócios. Vocabulário técnicocientífico da disciplina. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao acadêmico o conhecimento das características empreendedoras, a busca das oportunidades de negócios e o desenvolvimento do plano de negócios de empresas de apoio ao desenvolvimento sustentável. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRANTES, José. Associativismo e cooperativismo: como a união de pequenos empreendedores pode gerar emprego e renda no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. BARON, Robert A.; Shane, Scott Andrew. Empreendedorismo: uma visão do Processo. São Paulo: Thomson, 2008. SOUZA, Eda Castro Lucas de; GUIMARÃES, Tomás de Aquino. Empreendedorismo além do plano de negócio. São Paulo: Atlas, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003. DOLABELA, Fernando C. O segredo de Luisa: uma ideia, uma paixão e um plano de negócios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. São Paulo: Cultura, 1999. LENZI, Fernando Cesar; Kiesel, Marcio Daniel. Empreendedor de visão. São Paulo: Atlas, 2009. MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de sucesso. São Paulo: Atlas, 2009. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO 40 - 66-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA - SIM CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Negociação: origem e conceito. Origens dos conflitos. Cooperação, competição e conflito. Conceitos, métodos e técnicas em negociação. Modelos e processos de negociação. Ética, juízo de razoabilidade, responsabilidade, características da negociação. Perfil do negociador. Aspectos culturais das partes conflitantes. Elementos, estratégias e táticas em negociação. Modelo de influência situacional. Processo e resultado da negociação. Solução negocial. Aplicações simuladas: jogos de negociação. Vocabulário técnico-científico da disciplina. OBJETIVO GERAL Identificar comportamentos empreendedores e apresentar os mecanismos e procedimentos para o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios, para que os estudantes e profissionais possam se comportar como agentes de mudanças em suas organizações, melhorando processos e desenvolvendo novos negócios em consonância com o mercado, através da negociação, criatividade e inovação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZERMAN, Max H.; NEALE, Margaret A. Negociando racionalmente. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. LEWICKI, Roy J.; HIAN, Alexander. MBA compacto: estratégias de negociação e Fechamento. Rio de Janeiro: Campus, 2002. MARTINELLI, Dante P. Negociação e solução de conflitos. São Paulo: Atlas, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Ana Paula de. Negociação: como transformar confronto em cooperação. São Paulo: Atlas, 1997. CLEQQ, Brian. Negociação. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000. MARTINELLI, Dante P. Negociação: como transformar confronto em cooperação. São Paulo: Atlas, 2006. MENDES, Jerônimo. Manual do empreendedor: como construir um empreendimento de sucesso. São Paulo: Atlas, 2009. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 40 - 67-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA - SIM CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS EMENTA Aspectos da língua de sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda. Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): fonologia, morfologia, sintaxe. Noções básicas da comunicação por meio dos sinais. Processo de aquisição da língua de sinais observando as similaridades existentes entre esta e a língua portuguesa. OBJETIVO GERAL Conhecer o sujeito surdo e compreender o sistema linguístico da Língua Brasileira de Sinais para mediar o desenvolvimento da linguagem do cliente surdo, numa perspectiva da abordagem educacional bilíngue, a qual considera a Língua de Sinais como língua materna e a Língua Portuguesa (modalidade escrita) como segunda língua. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação de surdos: ideologias e práticas pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. FERNANDES, EULALIA. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico Ilustrado LIBRAS: língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão: dificuldades de comunicação e sinalização: surdez. 3. ed. Brasília: MEC, 2005. LACERDA, Cristina Broglia F. de; GÓES, Maria Cecília R. de (Orgs.). Surdez: processos educativos e subjetividade. São Paulo: Lovise, 2000. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Língua brasileira de sinais. Brasília: MEC, 1997. SKLIAR, Carlos (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA BIOTECNOLOGIA 40 - 68-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA - SIM CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Estudo das fermentações na produção industrial de: bebidas, combustível, solventes e produtos produzidos a partir das fermentações. Estudo da atuação das enzimas nas produções industriais, produzindo medicamentos, alimentos, e bebidas. Aplicabilidade farmacêutica da tecnologia do DNA recombinante, clonagem e transgenia. OBJETIVO GERAL Propiciar aos alunos conhecimentos sobre os fundamentos básicos das Biotecnologias Clássica e Moderna de microrganismos, plantas e animais e suas aplicações para a pesquisa de novos fármacos, produção de insumos farmacêuticos, diagnósticos de doenças e terapia gênica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, U. A. et al. Biotecnologia industrial: fundamentos. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. Vol. 01. LIMA, U. A. at al. Biotecnologia industrial: engenharia bioquímica. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. Vol. 02. LIMA, U.A. at al. Biotecnologia industrial: processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. Vol. 03. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Hernandes. F.; RECCO-PIMENTAL, Sirlei Maria. A célula. 2. ed. São Paulo: Manole, 2007. JORDE, Lynn B.; CAREY, John C.; BAMSHAD, Michel J.; WHITE, Raymond L. Genética médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. GRIFFITHS, J. F. et al. Introdução a genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RINGO, John. Genética básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br Centro de Educação Superior do Norte Goiano Rua 06 esq. com 01, n.º 21, Setor Leste, 76.550-000, Porangatu-Goiás Portaria de Autorização nº. 65 de 13 de Janeiro de 2009 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL (hora/aula) TEÓRICA PRÁTICA TOTAL DISCIPLINA TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS 40 - 69-69 CARGA HORÁRIA SEMANAL (hora/aula) 40 2 CLASSIFICAÇÃO PRÉ-REQUISITO SEM PRÉ-REQUISITO OBRIGATÓRIA OPTATIVA - SIM CONTEÚDOS DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE FARMÁCIA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE EMENTA Introdução a Toxicologia de alimentos. Toxinfecções alimentares, substâncias tóxicas naturalmente presentes em alimentos, contaminantes diretos de alimentos (micotoxinas, metais tóxicos, aditivos alimentares), contaminantes indiretos de alimentos (promotores do crescimento animal, inseticidas, migrantes de embalagens); toxicologia dos inseticidas, herbicidas e fungicidas, aditivos, hormônios, fatores antinutricionais, antibióticos e sulfas. Reações adversas a alimentos; alimentos geneticamente modificados; toxicologia do processamento de alimentos; pesquisa, identificação e análise de toxinas e micotoxinas. Metodologia analítica aplicada à toxicologia de alimentos; análise e determinação de resíduos de praguicidas e avaliação toxicológica de aditivos; aspectos de regulamentação. OBJETIVO GERAL Adquirir conhecimentos sobre as principais substâncias tóxicas presentes nos alimentos e apresentar as substâncias de maior relevância relacionadas à segurança alimentar, com o risco no consumo de alimentos contaminados e com os aspectos relacionados a regulamentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. GAVA, A. J. Tecnologia de alimentos: princípios e aplicações. São Paulo: Nobel, 2009. ORDÓÑEZ, J. A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. W.; Jones, P. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001. BROWN, Theodore L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, Bruce E. Química: a ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2005. BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2006. RIBEIRO, E. P.; SERAVALLI, E. A. G. Química de alimentos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. MORETTO, E.; FETT, R.; CONZAGA, L. V.; KUSKOSKI, E. M. Introdução à ciência dos alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2008. (62) 3367-1090 [email protected] www.facporangatu.com.br