manual
da aplicação
informática
modelo de avalição da biblioteca escolar
v2011.12
Rede Bibliotecas Escolares
Manual da aplicação informática: modelo de avaliação da biblioteca escolar
Rede de Bibliotecas Escolares – Ministério da Educação
Travessa Terras de Sant’Ana, 15
1250­‑269 Lisboa
http://www.rbe.min‑edu.pt
[email protected]‑edu.pt
Design Gráfico RBE
outubro de 2011
PORTUGAL. Rede de Bibliotecas Escolares
Manual da aplicação informática: modelo de avaliação da biblioteca escolar
CDU 371
027
005
sumário
Modelo de avaliação da biblioteca escolar
1
Seleção do domínio
1
Parametrização dos instrumentos de recolha de informação
2
Criação e preenchimento de exemplares dos instrumentos de recolha
3
Elaboração do relatório de avaliação
8
Rede Bibliotecas Escolares

Modelo de avaliação da biblioteca escolar
O modelo de avaliação da biblioteca escolar (MABE) é um instrumento criado pela Rede de
Bibliotecas Escolares (RBE) para que as bibliotecas possam, de uma forma estruturada e
fundamentada, realizar a avaliação da sua ação e definir estratégias de melhoria e desenvolvimento
das suas práticas nos diferentes domínios de atuação.
O modelo faz uso, a par da utilização de outras técnicas e meios de obtenção de informação, de um
conjunto de instrumentos de recolha de dados, entre os quais se contam diversos inquéritos por
questionário, grelhas de observação de competências e listas de verificação.
Para facilitar a aplicação destes instrumentos, é disponibilizado pelo Gabinete RBE um serviço, em
linha, para registo, tratamento da informação e elaboração do relatório de avaliação. Espera-se,
assim, tornar mais acessível e ágil às escolas o trabalho relacionado com a recolha, manuseamento,
análise e interpretação da informação, cujos resultados deverão integrar o relatório de avaliação da
biblioteca escolar.
A aplicação de apoio à implementação do processo de avaliação, 2011/ 12, encontra-se disponível
a partir do Sistema de Informação RBE [http://www.rbe.min-edu.pt/si], cujo acesso é efetuado com
os dados utilizados no registo das atividades do Plano Nacional de Leitura (Fig. n.º1).
Fig. n.º 1 – Acesso ao Sistema de Informação RBE.

Seleção do domínio
O primeiro procedimento a efetuar, após a autenticação no Sistema de Informação RBE, é a seleção
do domínio que será objeto de avaliação (Fig. n.º2). As escolas devem selecionar o domínio que
estão efetivamente a aplicar no corrente ano letivo. A opção tomada, nesta fase do processo, é
irreversível, uma vez que a aplicação não possibilita a livre navegação pelos diferentes domínios.
Fig. n.º 2 Seleção do domínio.
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
Parametrização dos instrumentos de recolha de informação
A parametrização dos instrumentos de recolha de informação é obrigatória para a totalidade dos
questionários, grelhas de observação e listas de verificação, uma vez que só após este procedimento
se poderá acionar o comando concluir parametrização, que permite o acesso à fase seguinte: 3.
Criação e preenchimento de exemplares dos instrumentos de recolha.
O processo de parametrização (Fig. n.º 3) é reversível em qualquer etapa do processo, não
afetando a informação que tenha, entretanto, dado entrada no sistema.
Fig. n.º 3 Parametrização dos instrumentos de recolha de informação.
A parametrização possibilita a introdução de um texto de enquadramento ao formulário/ grelha (Fig. n.º
4) e/ou a inserção, na parte final do questionário, de questões adicionais (Fig. n.º 5 e 6). Sublinha-se,
no entanto, que estas questões não serão objeto de tratamento estatístico pela aplicação, uma vez
que são equiparadas a campos semânticos, logo não mensuráveis. Não obstante, pode o professor
bibliotecário proceder ao tratamento desta tipologia de questões, à semelhança do que já ocorre com
as perguntas de resposta aberta existentes nos diferentes questionários.
Fig. n.º 4 Criação de um texto de enquadramento ao formulário.
As questões adicionadas (Fig. n.º 5) assumem, nos questionários, a configuração de campo de
texto, i.e., de resposta aberta; nas grelhas de observação, por defeito, a escala de valores prédefinida para as restantes perguntas (Fig. n.º 6). Estas questões poderão, em qualquer fase do
processo, ser removidas e/ou alteradas, bastando para o efeito acionar a opção reparametrizar.
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Fig. n.º 5 Adicionar questões.
Fig. n.º 6 Adicionar questões nas grelhas de observação.
Uma vez efetuada a parametrização individual de todos os instrumentos deverá ser acionado o
comando concluir parametrização (vide Fig. n.º 3).


Criação e preenchimento de exemplares dos instrumentos de recolha
Nesta fase do processo (Fig. n.º 7), a aplicação possibilita:
 o envio de exemplares aos inquiridos;
 a visualização dos questionários submetidos;
 o registo de dados agrupados;
 a consulta do relatório de respostas.
Fig. n.º 7 Criação e preenchimento de exemplares.

 Envio de exemplares
Para se efetuar o envio individual deverá ser ativada a opção Enviar exemplar (Fig. n.º 8). Após ativação
deste comando, pode redigir uma pequena mensagem de contextualização do formulário. Esta
mensagem não substitui a informação introduzida no decurso da parametrização (Fig. n.º 4). Deverá,
ainda, ser inserido o endereço de correio eletrónico do destinatário.
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Fig. n.º 8 Envio individual de exemplares.
Para o envio a vários inquiridos, deverá ser ativada a opção Enviar exemplares (lote de endereços) (Fig.
n.º 9). Os endereços (máximo de 100), a inserir, deverão ser separados por espaços ou linhas. Pode,
ainda, à semelhança da opção anterior, redigir um pequeno texto de contextualização do formulário e
selecionar a fase.
A aplicação mantém, em permanência, um registo atualizado dos endereços para os quais foram
enviados exemplares, com indicação da data e hora (Fig. n.º 10). Esta informação possibilita ao
professor bibliotecário um controlo do número e identidade dos inquiridos. Contudo, como poderá
constar-se no ponto 2, o anonimato dos inquiridos é assegurado, uma vez que não é possível, em caso
algum, determinar a autoria dos questionários recebidos pelo sistema.
Fig. n.º 9 Envio para vários inquiridos.
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Fig. n.º 10 Registo de exemplares enviados.
 Visualização dos questionários
Após o envio dos exemplares, os inquiridos recebem uma mensagem de correio eletrónico contendo
uma hiperligação que lhes possibilita o acesso, em linha, ao formulário (Fig. n.º 11). Uma vez
preenchido e submetido pelo utilizador, o formulário dá entrada no sistema, ficando disponível para
visualização, bastando, para o efeito, ativar o menu Exemplares Recebidos (Fig. n.º 12).
Fig. n.º 11 Mensagem de correio eletrónico.
Fig. n.º 12 Visualização de exemplares recebidos.
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O sistema atribui, de forma aleatória, um número de entrada a cada questionário, registando
internamente o endereço de correio eletrónico que lhe deu origem. No entanto, apenas o n.º de entrada
é visível, garantindo- se, deste modo, o anonimato dos inquiridos.
Ativando a hiperligação Exemplares Recebidos acede-se à lista de formulários (Fig. n.º 12) que deram
entrada no sistema, para visualizar individualmente os questionários deverá ser acionada a respetiva
ligação.
No decurso da visualização do questionário (Fig. n.º 13), o sistema permite o acesso à opção Não
considerar o exemplar para apuramento de resultados. Esta opção poderá ser particularmente útil nos
casos em que o número de questionários recebidos já tenha excedido a amostra pretendida ou em
situações em que as respostas tenham sido, deliberadamente, enviesadas pelos inquiridos.
Fig. n.º 13 Visualização do questionário.
O professor bibliotecário pode, em determinadas circunstâncias, encerrar temporariamente o
preenchimento de exemplares, para o efeito basta ativar a opção Encerrar preenchimento dos
exemplares (Fig. n.º14). Esta opção permite controlar a amostragem, nos casos em que o n.º de
exemplares enviados é superior ao pretendido. Uma vez ativada esta opção, os utilizadores que tenham
recebido convite para o preenchimento de formulários ficam impedidos de o fazer.
Este procedimento é reversível em qualquer fase do processo, bastando para o efeito acionar a opção
Cancelar encerramento do preenchimento de exemplares (Fig. n.º 15).
Fig. n.º 14 Encerrar o preenchimento dos questionários.
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Fig. n.º 15 Cancelar o preenchimento dos questionários.
 Registo de dados agrupados
A introdução da informação recolhida por meios externos à aplicação, p. ex., em suporte papel, é
efetuada em lote, não havendo necessidade de realizar qualquer registo individual, para o efeito basta
selecionar a opção Registar dados agrupados (Fig. n.º 16). Após o registo dos dados agrupados,
deverá ser acionado o comando Gravar, localizado no final da página.
As questões de resposta aberta não serão objeto de tratamento pela aplicação, uma vez que são
equiparadas a campos semânticos, logo não suscetíveis de serem mensurados. Por este motivo, não é
possível a introdução de informação naqueles campos.
Fig. n.º 16 Registo de dados agrupados.
 A consulta do relatório de respostas.
Em qualquer fase do processo, pode ser visualizado, a partir da opção Consultar relatório de
respostas, um relatório (Fig. n.º 17) com a distribuição das respostas às questões de escolha
fechada nos questionários, nas grelhas de observação e nas listas de verificação.
Os relatórios, gerados pelo sistema, estão, em qualquer fase do processo, disponíveis para
descarregar.
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Fig. n.º 17 Visualização do relatório de respostas.


 Elaboração do relatório de avaliação
O relatório, estruturado em cinco secções, está acessível a partir da opção Editar relatório
(Fig. n.º 18):
● Contexto e caracterização: contexto e intervenientes no processo de avaliação;
● Secção A: elementos relativos ao domínio avaliado;
● Perfis de desempenho: seleção dos perfis de desempenho da biblioteca escolar;
● Secção B: elementos relativos ao trabalho desenvolvido nos restantes domínios;
● Secção C: síntese referente à avaliação nos quatro domínios.
A navegação entre as diferentes secções faz-se a partir do menu disponível na parte superior da
página (Fig. n.º 19). O relatório está disponível em permanência, pelo que é possível inserir de
forma gradual a informação pretendida. Contudo, sempre que se verifique a introdução de dados
deverá, posteriormente, proceder-se à sua gravação, ativando o comando Gravar na parte inferior
de cada secção. O sistema possui, ainda, um mecanismo automático de salvaguarda da
informação que é ativado na transição entre secções (Fig. n.º 20).
Atendendo ao facto do preenchimento da Secção C do relatório ser feito de forma gradual, a
informação inserida, em cada ano letivo, irá transitar para o ciclo seguinte do processo de
avaliação. Deste modo, possibilita-se, em cada ano letivo, a inserção de informação relativa ao
ciclo anterior.
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Fig. n.º 18 Elaboração do relatório de avaliação.
Fig. n.º 19 Relatório de avaliação.
Fig. n.º 20 Gravar informação.
Após a conclusão do relatório de avaliação, o utilizador pode disponibilizar o documento às
diferentes estruturas de coordenação e supervisão pedagógica, docentes e outros destinatários.
Para o efeito, deverão ser inseridos os endereços de correio eletrónico (Fig. n.º 21) e,
opcionalmente, um pequeno texto de contextualização, após esta operação o sistema envia uma
mensagem contendo uma hiperligação, que possibilita o acesso ao relatório final do processo de
avaliação.
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Fig. n.º 21 Envio do relatório de avaliação.
A aplicação disponibiliza, ainda, o acesso ao relatório e anexos em formato PDF e a uma folha de
cálculo com a totalidade dos dados recolhidos pelos questionários, grelhas de observação e listas
de verificação. Estas funcionalidades estão acessíveis a partir das opções Descarregar relatório de
respostas [XLS]; relatório [PDF] e anexos [PDF] (Fig. n.º 19).
O professor bibliotecário deverá, até 15 de agosto, Concluir o processo de avaliação (Fig. n.º 18),
para o efeito basta acionar o referido comando. 

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