MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE AGRONOMIA Bambuí – MG 2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ PRESIDENTA DA REPÚBLICA Dilma Vana Roussef MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Aloizio Mercadante SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Marco Antonio de Oliveira REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS Caio Mário Bueno Silva DIRETOR-GERAL DO CAMPUS BAMBUÍ, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS Flávio Vasconcelos Godinho DIRETORA DE ENSINO Wellingta Cristina Almeida Nascimento Benevenuto DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO Áureo Rodrigues Pereira DIRETOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO Adriano Geraldo CHEFE DE GABINETE Samuel Pereira Dias COORDENADOR DE CURSOS DE GRADUAÇÃO Luciano Donizete Gonçalves COORDENADORA DE CURSOS TÉCNICOS Maria Carolina Gaspar Botrel COORDENADORA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Luciana Gomes Germano Andrino COORDENADOR GERAL DE PRODUÇÃO José Aparecida Bahia COORDENADORA GERAL DE ASSUNTOS DIDÁTICOS E PEDAGÓGICOS Mariângela de Faria COORDENADOR GERAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL Wemerton Luís Evangelista COORDENADORA GERAL DE RECURSOS HUMANOS Rita de Cássia Silva Costa COORDENADOR DO CURSO – BACHARELADO EM AGRONOMIA Fábio Pereira Dias MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ SUMÁRIO: Bambuí – MG..............................................................................................................................1 2012.............................................................................................................................................1 PRESIDENTA DA REPÚBLICA...............................................................................................1 Dilma Vana Roussef....................................................................................................................1 MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO.............................................................................1 Aloizio Mercadante.....................................................................................................................1 SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA.................................1 Marco Antonio de Oliveira......................................................................................................... 1 REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.........1 DE MINAS GERAIS..................................................................................................................1 Caio Mário Bueno Silva..............................................................................................................1 DIRETOR-GERAL DO CAMPUS BAMBUÍ, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO,............................................................................................................................. 1 CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS...................................................................1 Flávio Vasconcelos Godinho.......................................................................................................1 DIRETORA DE ENSINO...........................................................................................................1 Wellingta Cristina Almeida Nascimento Benevenuto.................................................................1 DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO.......................................................1 Áureo Rodrigues Pereira.............................................................................................................1 DIRETOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO...........................................1 Adriano Geraldo..........................................................................................................................2 CHEFE DE GABINETE.............................................................................................................2 Samuel Pereira Dias....................................................................................................................2 COORDENADOR DE CURSOS DE GRADUAÇÃO.............................................................. 2 Luciano Donizete Gonçalves...................................................................................................... 2 COORDENADORA DE CURSOS TÉCNICOS........................................................................2 Maria Carolina Gaspar Botrel.....................................................................................................2 COORDENADORA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS....................................2 Luciana Gomes Germano Andrino............................................................................................. 2 COORDENADOR GERAL DE PRODUÇÃO...........................................................................2 José Aparecida Bahia.................................................................................................................. 2 COORDENADORA GERAL DE ASSUNTOS DIDÁTICOS E PEDAGÓGICOS..................2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ Mariângela de Faria.................................................................................................................... 2 COORDENADOR GERAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL............................................. 2 Wemerton Luís Evangelista........................................................................................................ 2 COORDENADORA GERAL DE RECURSOS HUMANOS....................................................2 Rita de Cássia Silva Costa.......................................................................................................... 2 COORDENADOR DO CURSO – BACHARELADO EM AGRONOMIA..............................2 Fábio Pereira Dias.......................................................................................................................2 SUMÁRIO:.................................................................................................................................3 REPRESENTANTES..................................................................................................................4 Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................................................... 5 Núcleo Docente Estruturante – NDE............................................................................................................................................................................... 6 DADOS DO CURSO..................................................................................................................7 1.INTRODUÇÃO....................................................................................................................... 8 Apresentação......................................................................................................................................................................................................................... 8 1.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA.....................................................................9 Contexto Educacional.......................................................................................................................................................................................................... 9 Políticas institucionais no âmbito do curso..................................................................................................................................................................... 9 Objetivos................................................................................................................................................................................................................................. 9 Objetivo geral.................................................................................................................. 9 Objetivos específicos....................................................................................................... 9 Perfil do egresso.................................................................................................................................................................................................................... 9 Estrutura Curricular............................................................................................................................................................................................................. 9 Matriz curricular............................................................................................................... 9 Estrutura curricular do Curso de Agronomia do IFMG-Bambuí Turma 6..................................9 Planos de Ensino – ementas......................................................................................... 12 Agricultura Geral.......................................................................................................... 12 Cálculo I........................................................................................................................13 Citologia........................................................................................................................14 Gênese e Morfologia dos Solos.................................................................................... 15 Práticas desportiva e ergonomia....................................................................................16 Química geral................................................................................................................17 Desenho técnico............................................................................................................ 17 Relações Interpessoais.................................................................................................. 18 Zoologia........................................................................................................................ 19 Metodologia Científica................................................................................................. 20 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ Cálculo II.......................................................................................................................21 Levantamento e Classificação do solo..........................................................................22 Histologia e Anatomia de Angiosperma........................................................................23 Química orgânica..........................................................................................................24 Química Analítica......................................................................................................... 26 Estatística Básica...........................................................................................................27 Física............................................................................................................................. 28 Microbiologia Geral......................................................................................................29 Bioquímica....................................................................................................................30 Estatística Experimental................................................................................................31 Fertilidade do Solo........................................................................................................32 Hidráulica......................................................................................................................33 Informática Básica........................................................................................................ 34 Morfologia e sistemática vegetal.................................................................................. 35 Planimetria.................................................................................................................... 36 Altimetria...................................................................................................................... 37 Conservação do solo..................................................................................................... 38 Construções rurais.........................................................................................................39 Ecologia Agrícola..........................................................................................................40 Economia...................................................................................................................... 41 Fisiologia Vegetal..........................................................................................................42 Máquinas e Mecanização Agrícola............................................................................... 43 Metodologia de Pesquisa.............................................................................................. 44 Zootecnia Geral.............................................................................................................45 Administração............................................................................................................... 46 Bioclimatologia Agrícola.............................................................................................. 47 Controle de Plantas Daninhas....................................................................................... 48 Correção e Adubação do solo e da Planta.....................................................................49 Genética na agropecuária..............................................................................................50 Gestão Ambiental..........................................................................................................51 Irrigação e Drenagem I................................................................................................. 52 Sementes I.....................................................................................................................53 Silvicultura I..................................................................................................................54 Bromatologia.................................................................................................................55 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ Melhoramento Genético de Plantas.............................................................................. 56 Entomologia geral.........................................................................................................57 Fitopatologia Geral....................................................................................................... 58 Floricultura e Paisagismo..............................................................................................59 Forragicultura................................................................................................................60 Irrigação e Drenagem II................................................................................................61 Sementes II....................................................................................................................62 Silvicultura II................................................................................................................ 63 Orientação de TCC I..................................................................................................... 64 Alimentos e Alimentação dos animais..........................................................................65 Olericultura I.................................................................................................................66 Entomologia aplicada....................................................................................................67 Fitopatologia Aplicada.................................................................................................. 68 Fruticultura I................................................................................................................. 69 Gestão do Agronegócio.................................................................................................70 Milho, sorgo, arroz e mandioca.....................................................................................71 Processamento de Alimentos I...................................................................................... 72 Orientação de TCCII.....................................................................................................73 Zootecnia I (Aves e suínos)...........................................................................................74 Cafeicultura e Cana de Açúcar......................................................................................75 Elaboração de Projetos Agropecuários......................................................................... 75 Fruticultura II................................................................................................................ 76 Olericultura II................................................................................................................77 Processamento de Alimentos II.....................................................................................78 Receituário agronômico e tecnologia de aplicação de defensivos................................79 Sociologia e Extensão Rural......................................................................................... 80 Soja, feijão e Algodão................................................................................................... 81 Trabalho de Conclusão de Curso.................................................................................. 82 Zootecnia II (Bovinos)..................................................................................................83 Disciplinas Optativas..................................................................................................... 83 Cultura de Tecidos Vegetais.......................................................................................... 83 Inglês Técnico............................................................................................................... 84 Ensino de LIBRAS........................................................................................................85 Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais ....................................................86 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ 2.METODOLOGIA DE ENSINO............................................................................................ 87 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso.............................................................................................................................................. 87 Sistema de avaliação do projeto de curso..................................................................... 87 Do ponto de vista do aluno e do funcionamento do curso............................................. 87 Do ponto de vista da inserção do egresso no mercado de trabalho.............................. 87 Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem........................................................................................................................ 87 Número de vagas e integralização curricular................................................................................................................................................................ 87 Critérios de aproveitamento e avaliação de competências profissionais anteriormente desenvolvidas .............................................................. 87 3.APOIO AO DISCENTE.........................................................................................................88 4.PERFIL DO CURSO DE AGRONOMIA............................................................................. 89 Atividades do Engenheiro Agrônomo............................................................................................................................................................................ 89 5.CORPO DOCENTE E TUTORIAL...................................................................................... 90 Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE....................................................................................................................................................... 90 Tabela 1: Titulação dos docentes que compõem o núcleo docente estruturante.......................90 Coordenação de curso......................................................................................................................................................................................................... 90 Atuação do coordenador do curso................................................................................. 90 Coordenadores.............................................................................................................. 90 Corpo docente...................................................................................................................................................................................................................... 90 Tabela 2: Titulação, regime de trabalho e carga horária do corpo docente...............................90 Experiência profissional................................................................................................. 94 6.FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO.........................................................95 Constituição do Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................... 95 Competências do Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................. 95 7.INFRAESTRUTURA............................................................................................................96 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI................................................................................................................................... 96 Salas de aula – Curso de Agronomia............................................................................................................................................................................... 96 Acesso dos alunos aos equipamentos de informática.................................................................................................................................................... 96 8.INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS..................................................................................97 9.PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS......................................................................................98 Tabela 4: Acervo por área da biblioteca do IFMG - Campus Bambuí......................................98 ANEXO I................................................................................................................................ 100 Concepção e Composição do Estágio Curricular Supervisionado........................................................................................................................... 100 Normas para Elaboração do Relatório de Estágio Curricular...................................... 100 Composição do Relatório............................................................................................100 Conteúdo Abordado nas Diferentes Partes..................................................................100 ANEXO II...............................................................................................................................101 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC........................................................................................................................................ 101 Da Coordenação dos Trabalhos de Conclusão de Curso.........................................................101 III. Da orientação.................................................................................................................... 101 IV. Dos orientados...................................................................................................................102 V. Das modalidades e forma de apresentação do TCC........................................................... 102 VI . Da avaliação.....................................................................................................................103 Para a aprovação no TCC, o aluno deverá obter 60% do total dos pontos............................. 103 VII. Considerações finais........................................................................................................103 REPRESENTANTES Reitor Pró-Reitor de Ensino Diretor-Geral do Campus Diretor de Ensino Prof. Caio Mário Bueno Silva Prof. Washington Santos Silva Prof. Flávio Vasconcelos Godinho Profª. Wellingta Cristina Almeida Coordenador de Curso Benevenuto Prof. Fábio Pereira Dias Nascimento Colegiado de Curso Coordenador de Curso Coordenador de Cursos Superiores Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Professor Representante Discente Representante Discente Representante Discente Representante Discente Prof. Fábio Pereira Dias Prof. Luciano Donizete Gonçalves Ana Cardoso Clemente F. F. de Paula Antônio Augusto Rocha Athayde Carlos Manoel de Oliveira Cássia Maria Silva Noronha Cláudia Aparecida Campos Erik Campos Dominik Érika Silva Reis Eriks Tobias Vargas Fernanda Gomes da Silveira Gaby Patrícia Teran Ortiz Gislaine Pacheco Tormén Humberto Garcia de Carvalho Jonas Guimarães e Silva Marco Antônio do Carmo Maria Carolina Gaspar Botrel Mário Henrique Nunes Peres Mário Luiz Viana Alvarenga Nathália Nunes Peres Paulino da Cunha Leite Rafael Bastos Teixeira Ricardo Monteiro Correa Ricardo Sousa Cavalcanti Rogério Amaro Gonçalves Ronaldo Goulart Mágno Júnior Sheila Isabel do Carmo Pinto Vássia Carvalho Soares César Ferreira Santos Lorena Martins Oliveira Crystiano Pinto de Resende Patrícia Fernandes Lourenço Núcleo Docente Estruturante – NDE Coordenador Professor Professor Professor Professor Professor Professor Prof. Fábio Pereira Dias Maria Carolina Gaspar Botrel Carlos Manoel de Oliveira Paulino da Cunha Leite Ana Cardoso Clemente Filha Ferreira de Paula Vássia Carvalho Soares Ricardo Monteiro Corrêa DADOS DO CURSO Denominação do curso Modalidade oferecida Título acadêmico conferido Modalidade de ensino Regime de matrícula Tempo de integralização Agronomia Bacharelado Bacharel em Agronomia Presencial Semestral Mínimo: 8 semestres Carga horária mínima Número de vagas oferecidas Turno de funcionamento Endereço do Curso Máximo: 16 semestres 4500 horas 40/ano Integral IFMG/Campus Bambuí - Fazenda Varginha, Rodovia Bambuí/Medeiros Forma de ingresso Km 05 – Bambuí-MG. Vestibular Institucional, Transferência Ato legal de Autorização Interna, SISU, Transferência Externa e Obtenção de Novo Título Resolução 04/2007/CD/CEFET-BAMBUÍ, de 16/05/2007, publicado no Boletim de Ato de Reconhecimento Ato de Reconhecimento Renovação Serviço Maio/2007. Portaria SESU/MEC 470 de 22/11/2011, publicado no DOU em 24/11/2007. de ---- 1. INTRODUÇÃO O Curso de Agronomia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG foi autorizado pela Resolução 04/2007/CD/CEFET-BAMBUÍ, iniciando suas atividades no segundo semestre de 2007, estruturado sob a forma de graduação presencial, na modalidade de Bacharelado, para formação de Engenheiro Agrônomo, profissão regulamentada pela Lei Federal nº 5.194 de 24/12/66. A base legal para a referida estruturação foi à resolução 01/06, do Conselho Nacional de Educação, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Agronomia. O curso tem regime semestral, com processo seletivo realizado anualmente, onde são ofertadas 40 vagas que compreendem a formação de uma turma, de um total de 4 turmas existentes. É integral (diurno) tendo duração mínima de quatro anos (8 semestres) e máxima de oito anos (16 semestres) totalizando 4500 horas aulas sendo 320 horas de estágios curricular supervisionados, 60 horas de trabalho de conclusão de curso e 40 horas de disciplinas optativas. O ingresso dos estudantes ao curso se dará mediante a realização de concurso vestibular aberto ao público para ingresso no primeiro período do curso, para portadores de diploma do ensino médio ou equivalente na forma da lei, em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC ou através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), onde existem um número de vagas para candidatos participantes do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Em casos de candidatos com diplomas obtidos no exterior, estes devem ter o reconhecimento pelo MEC Para candidatos com diploma de curso supletivo, somente serão aceitos os cursos reconhecidos oficialmente pelo MEC. Serão aceitas também, matriculas por transferência de outros cursos do IFMG – Campus Bambuí ou de outras instituições de ensino superior, de acordo com os editais de transferência de curso publicados semestralmente. O campus Bambuí, onde é ofertado o curso de Agronomia está localizado na Fazenda Varginha, Km 5 da Rodovia Bambuí/Medeiros, MG, CEP: 38900-000. Apresentação O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – Campus Bambuí - está localizado no Município de Bambuí, região Centro Oeste do Estado de Minas Gerais. Situa-se a 260 Km de Belo Horizonte e de Uberaba, 240 Km de Passos, 630 Km de Brasília e 660 Km de São Paulo. Tem uma área de abrangência que inclui, além do município, importantes regiões agrícolas do Estado como o Cerrado Mineiro, Oeste de Minas, Noroeste, Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e proximidades da Serra da Canastra. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG foi instituído em dezembro de 2008 pela Lei no 11.892/2008. A criação do IFMG foi realizada com a integração do Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí (CEFET - Bambuí), Centro Federal de Educação Tecnológica de Ouro Preto (CEFET - Ouro Preto) e Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista e os campi de Formiga, Congonhas e Governador Valadares. A instituição possui um campus de 341 hectares e cerca de 70 mil metros quadrados em construção, onde são oferecidos cursos profissionalizantes, de Ensino Médio, de graduação (Tecnologia, Bacharelado e Licenciatura) e pósgraduação. A instituição possui cerca de dois mil alunos e um corpo docente composto por 110 professores, além de 117 servidores da área administrativa e 93 trabalhadores terceirizados. Os cursos técnicos e de nível superior são oferecidos na sede, na cidade de Bambuí, havendo também a oferta de cursos técnicos nas unidades localizadas nas cidades de Piumhi e Oliveira; sendo que esta última, em breve, contará com uma área de 182 hectares, doada pela Prefeitura. Além de formar técnicos, o IFMG-Bambuí qualifica trabalhadores em cursos de curta duração, presta serviços à comunidade e região como análise de solos, consultoria no desenvolvimento de tecnologias em pesquisas e projetos, comercializa o excedente de sua produção, mantendo posto de venda no próprio campus; e disponibiliza suas instalações e equipamentos para a comunidade. A metodologia de ensino tem como objetivo educar com bases metodológicas de ensino sólidas incluindo a prática profissional como um elemento integrante do processo ensino-aprendizagem, visando formar profissionais aptos e competitivos com o mercado de trabalho. Para isto, conta com uma infra-estrutura de ensino, permanência e convivência para utilização de cursos de horário integral ou meio horário, abrangendo os três turnos. O Instituto oferece internato com capacidade para 300 alunos e em média 900 refeições/dia, entre almoço e jantar, assistência médica, serviço de psicologia e acompanhamento ao estudante, entre outros. Suas instalações são utilizadas por todos os cursos. As normas de funcionamento são comuns, havendo um esforço constante para fortalecimento da identidade e autonomia da instituição, cuja Missão é “Colaborar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, formando e qualificando profissionais de nível básico, técnico e superior e difundindo tecnologia de produção e serviços, tendo em vista as demandas do mundo do trabalho e o exercício da cidadania”. 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Contexto Educacional O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG é tradicional em oferecer cursos e formar profissionais na área de ciências agrárias, conhecidos em todo território nacional. Considerando toda a infra-estrutura para o ensino agrário criada desde os idos tempos de Escola Agrotécnica Federal de Bambuí e a vocação da região com uma economia essencialmente rural, a idealização desse curso está assentada numa visão voltada para o amplo mercado de trabalho do profissional da área de ciências agrárias. Assim, atendendo-se a uma análise de necessidades e vocação regionais e microrregionais o curso de Agronomia apresenta como propósito básico a formação de profissionais com competências e habilidades que atendam plenamente as exigências de um mercado globalizado onde a agricultura e o agronegócio têm um destaque marcante na economia sem danificar o meio, socializando os recursos, com objetivo de servir. Políticas institucionais no âmbito do curso O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG foi instituído em dezembro de 2008 pela Lei no 11.892/2008. A criação do IFMG foi realizada com a integração do Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí (CEFET - Bambuí), Centro Federal de Educação Tecnológica de Ouro Preto (CEFET – Ouro Preto) e Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista e os campi em implantação de Formiga, Congonhas e Governador Valadares. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais — Campus Bambuí (IFMG) originou-se da reversão ao IFMG do patrimônio do CEFET - Bambuí, que foi criado a partir da transformação da Escola Agrotécnica Federal de Bambuí, através do Decreto Presidencial de 17 de dezembro de 2002, publicado no D.O.U. no dia 18 do mesmo mês, nos termos das Leis nos 6.545, de 30 de junho de 1978; 7.863, de 31 de outubro de 1989, 8.711, de 28 de setembro de 1993 e 8.948, de 08 de dezembro de 1994. Para promover a consolidação do curso de agronomia de acordo com as normas desta instituição buscar-se-á a implementação das políticas institucionais constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI que estejam relacionadas ao curso de agronomia. Para isso, os seguintes aspectos são considerados: - Consolidação do curso através de contratação de pessoal; construção, manutenção, ampliação, modernização e reforma da infraestrutura utilizada pelo curso e também por meio de constantes atualizações do Projeto Político Pedagógico. - Aquisição, atualização e manutenção de equipamentos para laboratórios e outros ambientes, como os setores de produção agrícola. - Promover maior participação dos discentes em projetos de pesquisa, com criação de novas linhas de pesquisa, com a ampliação do número de doutores, com a promoção de convênios com outras instituições de pesquisa e empresas e com a ampliação do acesso à base de dados do portal CAPES e aumentando o número de assinaturas de revistas indexadas. - Buscar a qualificação do corpo docente e técnicos administrativos. - Buscar ações de atividades de extensão promovendo cursos, visitas técnicas e parcerias com outras instituições e empresas. Objetivos Objetivo geral Formar Engenheiros Agrônomos eficientes, éticos, dinâmicos, ecléticos e aptos a enfrentar os diferentes ambientes e as constantes mudanças do setor agrário, otimizando recursos físicos, materiais, econômicos e temporais, garantindo a qualidade de vida, tendo como base a responsabilidade social, observando no processo de inovação tecnológica, a compatibilização do desenvolvimento econômico com a sustentabilidade ambiental para o desenvolvimento regional e nacional. Objetivos específicos Ofertar ao setor produtivo, profissionais que atuem nos diferentes nichos de mercado, utilizando os recursos naturais, ambientais e tecnológicos de forma sustentável; Gerar tecnologias e métodos para superar os desafios do setor produtivo; Estimular os trabalhos de iniciação científica e extensão rural, com o objetivo de capacitar o aluno destacando a realidade agrícola regional. Divulgar os resultados gerados pelo conhecimento científico, cultural e tecnológico, por meio de publicações, seminários, encontros técnicos, simpósios, dias de campo e congressos. Perfil do egresso O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG, tradicionalmente conhecido pela competência na formação de profissionais na área de ciências agrárias, tem como expectativa de seu egresso: Um profissional com sólida formação básica, humanística e técnica que lhe favoreçam uma visão holística e sistêmica do agronegócio e uma consciência social, econômica, cultural e ambiental na busca de melhorias para a qualidade de vida das pessoas em todos os segmentos da sociedade. Profissional com um espírito empreendedor, sempre vislumbrando novas oportunidades de atuação, atuando nos setores públicos e privados em atividades de planejamento agropecuário, incluindo a implantação, manejo e preparo da produção, incluindo colheita, armazenamento e processamento industrial. Profissional apto para o gerenciamento das atividades como marketing e comercialização dos produtos, avaliação econômica dos empreendimentos e em atividades ligadas ao ensino, pesquisa e extensão; trabalhar em equipe e/ou grupos sociais, compreendendo sua posição e espaço sócio-profissional em relação aos outros, articulando parcerias, envolvendo entidades, agregando pessoas e explorando com isso as potencialidades disponíveis frente a realidade dos diferentes setores de produção agrícola. Estrutura Curricular Matriz curricular Estrutura curricular do Curso de Agronomia do IFMG-Bambuí Turma 6 1º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Bio – 01 Citologia 40 20 60 - Cex – 01 Cálculo I 60 0 60 - Cso – 01 Gênese e Morfologia do solo 40 20 60 - Ead – 01 Metodologia Científica 20 0 20 - Ead – 02 Relações Interpessoais 40 0 40 - Fit – 01 Agricultura Geral 40 20 60 - Bio – 02 Zoologia 20 40 60 - Edf – 01 Práticas Desportivas e ergonomia 0 40 40 - Eng – 01 Desenho Técnico 0 60 60 - Qui – 01 Química Geral 60 0 60 - 320 200 520 CH t CH p CH T Pré Req Total 2º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA Bio – 03 Histologia e anatomia de Angiospermas 40 20 60 Bio-01 Bio – 04 Microbiologia Geral 40 20 60 Bio-01 Cex – 02 Física 80 0 80 Cex – 03 Cálculo II 60 0 60 Cex – 04 Estatística Básica 60 0 60 Qui – 02 Química Analítica 40 20 60 Qui – 03 Química Orgânica 60 0 60 Cso – 02 Levantamento e Classificação do solo 40 40 80 420 100 520 Total Cex-01 Qui-01 Cso-01 3º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Cso – 03 Fertilidade do solo 60 40 100 Cso -02 Qui – 04 Bioquímica 40 20 60 Bio -01, Qui – 03 Bio – 05 Morfologia e Sistemática Vegetal 40 20 60 Cex – 05 Estatística experimental 40 40 80 Cex – 04 Eng – 02 Planimetria 20 40 60 Eng 01 Inf – 01 Informática Aplicada 0 40 40 Eng – 04 Hidráulica 40 40 80 Optativa 40 Total 240 240 520 Cex -02 4º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Ead – 03 Economia 60 0 60 Cex-01; Cex-04 Bio – 06 Fisiologia Vegetal 40 40 80 Bio-01; Bio-03; Qui-04 Eng – 05 Máquinas e Mecanização agrícola 40 40 80 Cex-02 Zoo – 01 Zootecnia Geral 40 20 60 Cso – 04 Conservação do solo 40 20 60 Bio – 07 Ecologia Agrícola 40 20 60 Ead – 04 Metodologia de Pesquisa 20 0 20 Ead-01; Cex-05 Eng – 06 Altimetria 20 40 60 Eng-02 Eng – 07 Construções Rurais 40 20 60 Eng-04; Eng-01 340 200 540 Total Cso-03 5º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Bio-01; Cex-04; Qui04 Bio – 08 Genética na Agropecuária 40 40 80 Eng – 08 Bioclimatologia Agrícola 40 20 60 Cso – 05 Correção e adubação do solo e da planta 40 20 60 Eng – 09 Irrigação e Drenagem I 40 20 60 Fit – 02 Sementes I 40 20 60 Cso-03; Eng-05 Eng-02; Eng-04; Cso-04 Bio-01; Bio-03; Qui04 Ead – 05 Administração 40 0 40 Ead-03 Ead – 06 Gestão Ambiental 40 0 40 Bio-07 San-01 Controle de Plantas Daninhas 40 0 40 Fit – 03 Silvicultura I 40 20 60 360 140 500 Total 6º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Eng – 10 Irrigação e Drenagem II 40 40 80 Eng-09 San – 02 Entomologia Geral 40 20 60 Bio-02 San – 03 Fitopatologia Geral 40 20 60 Bio-04 Zoo – 02 Forragicultura 40 0 40 Bio-06; Cso-05 Fit – 04 Sementes II 40 20 60 Fit-02 Fit – 05 Melhoramento Genético de Plantas 40 0 40 Bio-08; Cex-05 Cal – 01 Bromatologia 40 20 60 Qui-04 Fit – 06 Silvicultura II 40 20 60 Fit-03 Fit – 07 Floricultura e Paisagismo 40 20 60 Bio-06; Cso-05 Total 360 160 520 7º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req San – 04 Entomologia Aplicada 40 20 60 San-02 San – 05 Fitopatologia Aplicada 40 20 60 San-03 Fit – 08 Fruticultura I 40 20 60 Bio-06; Cso-05 Fit – 09 Olericultura I 40 20 60 Bio-06; Cso-05 Ead -08 Gestão do Agronegócio 40 0 40 Ead-03; Ead-05 Zoo-03 Alimentos e Alimentação dos Animais 40 0 40 Zoo-01; Cal-01 Fit – 10 Milho, sorgo, arroz e mandioca 40 40 80 Bio-06; Cso-05 Cal – 02 Processamento de Alimentos I 0 40 40 Qui-04 Zoo – 04 Zootecnia I (aves e suínos) 40 20 60 Zoo-01 Ead – 09 Orientação de TCC 40 0 40 360 180 540 Total 8º PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Ead – 10 Cal – 03 Elaboração de Projetos Agropecuários Processamento de Alimentos II 0 0 20 40 20 40 Ead-08 Qui-04 Zoo – 05 Zootecnia II (bovinos) 40 20 60 Zoo-01; Zoo-02; Zoo-03 Fit – 12 Olericultura II 40 40 80 Fit-09 Fit – 11 Fruticultura II 40 40 80 Fit-08 Fit – 13 40 40 80 San – 06 Cafeicultura e Cana de açúcar Receituário Agronômico e Tecnologia de Aplicação de Defensivos 20 0 20 Bio-06; Cso-05 San-01; San-04; San-05 Ead – 11 Sociologia e Extensão Rural 40 0 40 Fit – 13 Soja, Feijão e Algodão 40 40 80 Bio-06; Cso-05 Ead – 12 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC 20 0 20 Ead-09 Total 280 240 520 TOTAL: 4140 HORAS ESTÁGIOS CÓDIGO Ead-13 DISCIPLINA CH T Estágio Supervisionado 320 Total 320 OPTATIVA CÓDIGO DISCIPLINA CH t CH p CH T Pré Req Ensino de Libras 20 20 40 - Cultura de Tecidos Vegetais 40 20 60 Qui-04; Bio-06 Inglês Técnico 20 0 20 Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais 40 0 40 120 40 160 Total Disciplinas Estágio Optativa Total Teórica Prática TOTAL 2680 1460 320 - 4140 320 40 4500 Planos de Ensino – ementas Agricultura Geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Agricultura Geral Carga Horária Prática 20 Semestre: 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Agricultura e agronomia, evolução e caracterização do perfil do Engenheiro Agrônomo legislação e ética agronômica, principais campos de atividade do Engenheiro Agrônomo importância do agronegócio brasileiro, potencialidades das regiões produtoras do país novas fronteiras agrícolas e oportunidades atuais para os profissionais de ciências agrárias, noções de manejo, fertilidade e conservação do solo e da água, multiplicação de plantas, técnicas de cultivo, controle fitossanitário, regulagem de máquinas e implementos agrícolas. CONTEUDO PROGRAMATICO Histórico e importância da agricultura no Brasil e no mundo: tendências e perspectivas; Áreas de atuação do Engenheiro Agrônomo; Potencialidades das regiões produtoras nacionais; Estrutura fundiária no Brasil: classificação das propriedades agrícolas, medidas mais utilizadas; Noções de dimensionamento de área, arranjo e espaçamento das culturas, declividade do solo e curvas de nível; Noções de solo e suas influências sobre as plantas: Fase líquida, gasosa e sólida (física, minera orgânica): conservação do solo, disponibilidade de água, fertilidade e absorção de nutriente pelas plantas; Noções de manejo e controle fitossanitário; Noções de recomendação de produtos fitossanitários, utilização de EPIs, Noções de mecanização agrícola. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas; Trabalho prático (implantação e manejo de uma cultura anual); RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show; Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia); PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individua em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 3 avaliações descritivas no valor de 30 pontos cada; BIBLIOGRAFIA Básica BERETTA, Cláudio Catani. Tração animal na agricultura. São Paulo: Nobel, 1988. 103 p. CERQUEIRA, Joaquim M. C. Agricultura solos e clima. Li sboa: Livraria Popular de Francisco Franco 1978. 169 p. BARRETO, Celso Xim. Prática em agricultura orgânica. 2 ed. São Paulo: Ícone, 1985. 196 p. Mialhe, Luiz Geraldo. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Agronômica Ceres, 1974. 301 p. COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, Lavras. Recomendaçõe para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p César, Heitor Pinto. Manual prático do enxertador: e criador de mudas de árvores frutíferas e do arbustos ornamentais. 8 ed. São Paulo: Nobel, 1976. 158 p. CAMPBELL, Stu. Manual de compostagem para hortas e jardins: como aproveitar bem o lixo orgânico doméstico. São Paulo: Nobel, 1995. 149 p. Kimati, Hiroshi et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 3 ed. São Paulo Agronômica Ceres, 1997. v.2. 774 p. ISBN 8531800080. FRANCISCO NETO, João. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. Sã Paulo, SP: Nobel, 2002. 141 p. ISBN 8521308256. Complementar Revista Informe Agropecuário Hill, L. Segredos da propagação de plantas. São Paulo: NOBEL. 1996. 245p. Cálculo I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Cálculo I Carga Horária Teórica 60 Carga Horária Prática - Semestre: 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Funções 1º e 2º graus e Gráficos - Limites - Função Derivada - Regras de Derivação - Taxa de Variação e aplicações - Derivadas de Ordem Superior - Teoremas Fundamentais do Cálculo - Integrais Indefinidas Métodos de Integração - Integrais Definidas - Aplicações Físicas e Geométricas CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade I: Funções e Gráficos Função 1º e 2º graus Aplicação de funções Gráfico de funções Unidade II: Limites Conceito de limite Definição de limite Propriedades dos limites Limites laterais Limites infinitos Símbolos de indeterminação Continuidade Unidade III: Derivada Definição Notação Propriedades Regras de derivação Derivadas de função algébricas Derivadas da função composta Derivadas de função implícita Taxa de variação Reta tangente Velocidade e aceleração Máximos e mínimos Derivados de ordem superior O teste da derivada Segunda Unidade IV: Integral Diferenciada Definição Propriedades Fórmulas de integração Integrais de funções polinomiais Integração por substituição de variáveis Integração por decomposição Integração por partes Integração por frações parciais Unidade V: Integral Definida Notação Área Volume Propriedades Teorema fundamental do cálculo Aplicações físicas e geométricas Quadro e giz METODOLOGIA DE ENSINO RECURSOS DIDÁTICOS Quadro e giz PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Aplicação de provas e trabalhos individuais BIBLIOGRAFIA Larson, R. , Edwards, Bruce H. Cálculo com aplicações . Rio de Janeiro. LTC, 2005. Sexta edição Ávila, G. Introdução ao Cálculo. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos. 1998. Swokowski, E. W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo. Makron Books. 1995. V 1 Iezze, G. Murakami, C. Fundamentos de Matemática elementar. Editora Atual. 1991 Citologia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Citologia Semestre: Carga Horária Prática 20 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Aulas teóricas: Origem e evolução celular. Organização molecular da célula. Envoltórios membranas. Parede celular. Citoesqueleto. Estruturas citoplasmáticas. Núcleo. Ciclo celular e meiose. Aulas práticas: Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio de luz. Coloração. Permeabilidade seletiva da membrana. Célula vegetal: Parede celular. Organela celulares: Retículo endoplasmático, Complexo de Golgi, Lisossomos, Mitocôndrias. Núcleo e Nucléolo Mitose e cromossomos. Meiose CONTEUDO PROGRAMATICO AULAS TEÓRICAS: UNIDADE I: Origem e evolução celular -Histórico; -Níveis de organização da vida; -Organização geral da célula. UNIDADE II: Organização molecular da célula -Água e sais minerais; -Carboidratos; -Lipídeos; -Proteínas -Ácidos Nucléicos. UNIDADE III: Envoltórios e membranas: -Membranas biológicas; -Transporte através das membranas; UNIDADE IV: Parede celular: -Estrutura molecular da parede celular; -Formação da parede celular; -Degradação da parede celular. UNIDADE V: -Citoesqueleto: microtúbulos, microfilamentos e filamentos intermediários. UNIDADE VI: Estruturas citoplasmáticas: -Retículo endoplasmático liso; -Retículo endoplasmático rugoso; -Ribossomos; -Aparelho de Golgi; -Lisossomas; -Vacúolos; -Mitocôndrias; -Plastos; -Peroxissomas e Glioxissomos. UNIDADE VII: Núcleo: -Variações e estruturas UNIDADE VIII: Ciclo celular e meiose: -Intérfase; -Mitose; -Controle do ciclo celular; -Meiose; -Diferenciação celular. AULAS PRÁTICAS: - Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. - Utilização do microscópio de luz. - Coloração. - Permeabilidade seletiva da membrana. - Célula vegetal: Parede celular. - Organelas celulares: Retículo endoplasmático, Complexo de Golgi, Lisossomos, Mitocôndrias - Núcleo e Nucléolo. - Mitose e cromossomos - Meiose METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas em salas de aula e aulas práticas em laboratório RECURSOS DIDÁTICOS - Quadro de giz, retroprojetor, laboratório de biologia e data-show. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Provas individuais teóricas e práticas: 80 pontos - Trabalhos: 20 pontos BIBLIOGRAFIA Básica DE ROBERTIS, P.D.E.; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 14ª ed. 2003. 413 p. JUNQUEIRA.L.C.; CARNEIRO, J.Biologia celular e molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabar Koogan, 2005. 332p. LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; LODI, W.R.N. Princípios de Bioquímica. São Paulo; Sarvier, 1995 839p. PIMENTEL-RECCO.M.S.; CARVALHO.F.H. A célula.2º ed. São Paulo: Manole, 2007. Complementar GUERRA, M. Introdução à citogenética geral. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988, 142 p. CUTTER, E.G. Anatomia Vegetal. São Paulo: Sarvier, 1985. 725p. HOLTZMAN, E. NOKOFF, A. B. Células e estruturas celulares. 3ª ed, Rio de Janeiro: Interamericana 1985. 630p. VIDAL,B. de. MELO, M.L.S. Biologia celular. São Paulo. Livraria Atheneu. 1987. 347p. Gênese e Morfologia dos Solos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Gênese e Morfologia dos Solos Carga Horária Teórica 40 Carga Horária Prática 20 Semestre: 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Estratificação do solo para amostragem; Aplicação de metodologia de coleta de amostras de solo no campo para fins de fertilidade; Identificar os fatores locais do solo correlacionados com o potencial do sítio; Aplicar técnicas de aumento da eficiência de uso da água e dos fertilizantes; Aplicar técnicas que favorecem as relações de mutualismo entre cultura, plantas invasoras e microorganismos do solo; Compreender os processos de intemperização, solubilização, precipitação, adsorção, dessorção imobilização microbiana, absorção, exudação, reciclagens geoquímica e bioquímica, para o constituintes químicos da planta; Compreender as exigências nutricionais das culturas; Compreender os princípios de disponibilidade dos nutrientes às raízes e folhas; Compreender os princípios de estresses nutricionais e suas relações com os sistemas de defesa das plantas. CONTEUDO PROGRAMATICO Gênese do solo – Fatores de formação dos solos; Processos pedogenéticos; Constituintes do solo. O solo como sistema trifásico Propriedades físicas e morfológicas do solo Água do solo. Temperatura do solo Classificação de solos – Perfil do solo; Horizontes orgânicos e minerais dos solos; Caractere morfológicos do perfil do solo. Solos e ambientes brasileiros. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas) RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor, laboratórios de solos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Serão realizados trabalhos práticos e realizadas avaliações teóricas. BIBLIOGRAFIA Básica RAIJ, B. VAN Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Ceres, Potafós, 1991. AMARAL, N.D. Noções de Conservação do Solo. 2ed. São Paulo:Nobel,[ ]. 120p. JORGE, J. A. Física e manejo dos Solos Tropicais. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensin Agrícola, 1986. 328p Complementar BERTONI, J. & LOBARDI NETO, F. Conservação do Solo. SP. Ícone, 1990. FERNANDES, V.L.B. et al. Recomendações de adubação e calagem para o estado do Cera. Fortaleza UFC, 1973. KIEHL, E. J. Manual de edafologia. São Paulo: Ceres, 1979. OLIVEIRA, J. B. et al. Classes gerais dos solos do Brasil: Guia auxiliar para seu reconhecimento Jaboticabal: Funep, 1992. PRIMAVESI, A. M. Manejo ecológico do solo: A agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 1995. VIEIRA, L. S. Manual de ciência do solo: com ênfase aos solos tropicais. São Paulo: Ceres, 1988. Práticas desportiva e ergonomia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica - Práticas desportiva e ergonomia Semestre: Carga Horária Prática 40 1º Carga Horária Total 40 EMENTA - PRÁTICAS ESPORTIVAS: Esportes coletivos e individuais: Regras, fundamentos básicos, preparaçã técnica e tática. - ERGONOMIA: Conceito, importância e suas principais atribuições. Patologias relacionadas ao trabalho (L.E.R & D.O.R.T). Atividade física e qualidade de vida do trabalhador. CONTEUDO PROGRAMATICO Esportes coletivos: Handebol, Futsal e Futebol de campo, Basquetebol e Voleibol; Esportes individuais: Atletismo (Corridas, saltos e arremessos) e Natação; Ergonomia: Conceituação e aplicação; Avaliação postural; Fatores que influenciam a qualidade de vida do trabalhador; Doenças relacionadas ao trabalho; Exercícios físicos e qualidade de vida do trabalhador. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas práticas nas dependências da escola RECURSOS DIDÁTICOS Aulas Práticas; Aulas expositivas; Trabalhos individuais e em grupos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Observação da participação nas atividades desenvolvidas; Desempenho em Trabalhos individuais e em grupos; Desempenho em testes de conhecimento. BIBLIOGRAFIA DELAMARCHE, Paul. Anatomia, fisiologia e biomecânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006. MARCELLINO, Nelson Carvalho (org.) Repertório de atividades de recreação e lazer: para hotéis, acampamentos, prefeituras, clubes e outros. Campinas, SP: Papirus, 2002. (Coleção Fazer/Lazer) MARTINA, Caroline de Oliveira. Ginástica Laboral: no escritório. Jundiaí, SP: Fontoura, 2001. Química geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Química geral Carga Horária Teórica 60 Semestre: Carga Horária Prática EMENTA Introdução à Química Matéria, substâncias e suas transformações Átomos, moléculas e íons Tabela Periódica Ligações Químicas Compostos Inorgânicos Reações químicas Cálculo Estequiométrico CONTEUDO PROGRAMATICO Introdução à Química - Conceito - A química em nosso cotidiano Matéria, substâncias e suas transformações - Fases de um sistema - Estados da matéria - Identificação de um átomo Unidades de medida Processos de separação de misturas Propriedades das substâncias Átomos, moléculas e íons - Teoria atômica Isótopos, Isóbaros e Isótonos Modelo dos orbitais atômicos Distribuição eletrônica Tabela Periódica Ligações Químicas - Regra do octeto - Ligação iônica - Ligação covalente Carga Horária Total 60 1º - Ligação metálica Polaridade Forças intermoleculares Geometria molecular Alotropia Oxidação e redução Compostos Inorgânicos - Óxidos - Ácidos - Bases - Sais Reações químicas - Balanceamento das equações químicas - Classificação das reações químicas Cálculo Estequiométrico METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas em salas de aula RECURSOS DIDÁTICOS Transparência; slides; videocassete; computador; laboratórios; impressos (apostilas, textos). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações Individuais - Trabalhos em grupo - Seminários - Lista de exercícios - Detalhamento do sistema: 80% referente às provas 20% referente às demais atividades BIBLIOGRAFIA Básica - MASTERTON, W. et al. Princípios de Química. 6 ed. Rio de Janeiro: Livros técnicos científicos 1990. 681p. BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. Química Ciências Central. 7 ed. Rio de Janeiro LTC, 1999. 702p. RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makrons Books, 1994. (volumes 1 e 2) ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001. Complementar - BRADY, J.; HUMISTON, G. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos 2002. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J.; Química um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1996 Desenho técnico Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica - Desenho técnico Semestre: Carga Horária Prática 60 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Conhecer procedimentos de Desenho Técnico aplicáveis no desenvolvimento de projetos arquitetônico agroindustriais, zootécnicos e agrícolas. CONTEUDO PROGRAMATICO Desenho Técnico: Formatos. Traços. Teoria das projeções. Vistas. Disposição das vistas. Vista principais. Vistas laterais. Cortes. Indicação e disposição de cortes. Indicação de partes de um edificação: portas, portões, janelas, telhado, pilares, etc Desenho de Arquitetura: Desenhos de localização, escadas; mobiliário, cotagem de plantas e de cortes. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas práticas em salas de aula de desenho RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor, laboratórios de informática PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Serão realizados trabalhos em sala de aula onde serão avaliados o correto uso das técnicas de desenho baseando nas Normas Técnicas da ABNT. BIBLIOGRAFIA Básica ABNT. Coletânea de normas de desenho técnico. São Paulo: SENAI-DTE-DMT. 1990. 86p. (Programa de Publicações Técnicas e Didáticas, Série Organização e Administração, 1). del PINO, M. A. I. T.; Rodarte, J. F. Apostila de desenho técnico 1. Lavras: UFLA, 1998. 44p. Complementar OBERG, L. Desenho Arquitetônico. 31ed.Rio de Janeiro, 1997. 156p. MICELI, M.T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. 2ed.Rio de Janeiro, 2004. 143p. Relações Interpessoais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Relações Interpessoais Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática - 1º Carga Horária Total 40 EMENTA Empregar as várias formas de comunicação e de interação social; Adotar comportamento adequado e desenvolvimento da auto-estima como formas de obter sucesso profissional; Aprender a resolver conflitos no trabalho; Opinar, defender posicionamentos e apresentar argumentos com clareza; Promover a qualidade de vida no trabalho, através do afeto no relacionamento; Participar de trabalho em equipe usando a conduta assertiva. CONTEUDO PROGRAMATICO Qualidade de Vida no Trabalho; Relacionamento; Auto-estima; Afeto nas Relações de Trabalho; Como falar em público; Aprendendo com o erro; Trabalho em equipe; Ser chefe e ser líder; Como fazer e enviar um currículo para uma empresa; Análise de casos de empresa; Comportamento assertivo, manipulativo, agressivo e não assertivo. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, dialogada e com debates RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, retroprojetor, projetor de multimídia e dinâmicas em sala de aula. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Apresentação (oral) individual; Apresentação (oral) em grupo; Avaliação escrita; Trabalhos de pesquisa – individuais e em grupo. BIBLIOGRAFIA Básica BOM SUCESSO, E. de P Trabalho e Qualidade de Vida.. Rio de Janeiro: Quality/Dunya Ed., 1997; MINICUCCI, A. Relações Humanas: Psicologia das Relações Interpessoais. 6º ed. São Paulo: Atlas 2001. 240p. SILVA, J.M. Conceitos para aprender, conviver e Liderar. Belo Horizonte: UFMG, 1988 VOLLES, R.L. Como conduzir seminários e Workshops. 6ª ed. Capinas: papirus, 1995. Complementar Revista mensal VOCÊ – Abril Ed., São Paulo-SP; Revista mensal VENDA MAIS, Quantum Ed., Curitiba-PR; A técnica da comunicação humana. PENTEADO, J.R.W. S São Paulo: Pioneira. 6ª ed. 1977. VOLLES, R.L. Como conduzir seminários e Workshops. 6ª ed. Capinas: papirus, 1995. Zoologia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Zoologia Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática 20 1º Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução ao estudo dos seres vivos, estudo dos protozoários e animais. CONTEUDO PROGRAMATICO Introdução ao estudo dos protozoários e animais, taxonomia e sistemática. Conceitos importantes e protozoários. Poríferos e Cnidários. Platelmintos e Nematóides. Moluscos e Anelídeos. Artrópodes classes: Crustácea, aracnídea, Diplópoda, Quilópoda. Artrópodes classe: Insecta Equinodermos e introdução ao estudo dos cordados. Cordados: Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves, Mamíferos: introdução, monotrêmata, Marsupialia, Eutéria: principais ordens METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas em salas de aula e aulas práticas em laboratórios RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor. Utilização de microscópio e estereoscópios. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Prova: 02 de 40 pontos cada; Trabalho apresentado em sala; 1 de 10 pontos Sabatinas: 5 pontos Participação e interesse: 5 pontos; BIBLIOGRAFIA Básica STORER T. I. et al. Zoologia Geral. 6 ed. São Paulo: Nacional, 2003. 816 p. Complementar Lopes S. BIO. Editora Saraiva: São Paulo. 1 ed., 2004, 606 p. Purves et al. Vida. A ciência da biologia. Vol. III. Plantas e animais. 6 ed. Editora Artmed, 2006 Santos E. Contribuições à zoologia agrícola do Brasil, Edições SIA, 1966, 92 p. Soerensesn B. Animais peçonhentos. Livraria Atheneu Editora, 1990, 138 p. Storer T.; Usinger R. L. Zoologia geral. 3 ed. Companhia editora nacional, 1977, 757 p. Barros A. Zoologia. Livraria Nobel: São Paulo, 1976. 275 p. Rodrigues S. A. Zoologia. Editora Cultrix: São Paulo. 299 p. Henring Azevedo. Zoologia. Editora Sagra: Porto alegre, 318 p. Santos E. Miscelânea Zoológica. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1987. 118p. Santos E. O mundo dos artrópodes. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1982 197p. Santos E. Os insetos. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1982. 203p. Purves et al. Vida. A ciência da biologia. Vol. II. Evolução, diversidade e ecologia. 6 ed. Editora Artmed, 2006 Metodologia Científica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Metodologia Científica Carga Horária Teórica 20 Semestre: Carga Horária Prática 1o Carga Horária Total 20 EMENTA Importância e objetivo da metodologia científica na graduação. Conhecimento. Método. Pesquis científica. Hipóteses. Variáveis. Tipos de trabalhos científicos nos cursos de graduação. CONTEUDO PROGRAMATICO Ciência: Conceitos e Fundamentos. Conhecimento: o conhecimento humano e seus tipos. Os métodos de pesquisa. O Método científico e sua utilização na pesquisa científica. Tipos de pesquisa. As etapas da pesquisa científica. Textos acadêmicos e científicos: resumo, relatório, apresentação de seminários, publicações científicas artigo científico, comunicado, monografia, dissertação, tese. Normas para as citações de documentos e referências bibliográficas, METODOLOGIA DE ENSINO Os temas serão apresentados em aulas expositivas, análise de artigos científicos, noticiários e debate em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS - Quadro, retroprojetor e data-show. - Uso de biblioteca. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será através da participação dos alunos em seminários, trabalho científicos e realização de avaliações escritas. BIBLIOGRAFIA Básica CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 5ª ed. São Paulo:Prentice Hall, 2002. 242p. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1983. MARCONI, M.A; LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 6 ED. São Paulo: Atlas, 2005. 315 p SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2004. 334p. Complementar CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica: para uso dos estudante universitários. 2 ed. São Paulo: McGrawhill, 1977. 144 p. CRUZ, C. C.; RIBEIRO, U. Metodologia Científica: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books 324P. Cálculo II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Cálculo II Carga Horária Teórica 60 Carga Horária Prática 0 Semestre: 2º Carga Horária Total 60 EMENTA Integral - Teorema fundamental do cálculo - Cálculo de áreas - Volume de um sólido - Integrais imprópria - Funções de várias variáveis -Integrais duplas e triplas - Equações de 1º e 2 graus - Transformada inversa e aplicações CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade I: Integral Integração por substituição de variáveis Integração por partes Integral definida Propriedades Teorema fundamental do cálculo Cálculo de áreas Unidade II: Aplicações da integral definida Comprimento de arco de uma curva Área de uma região plana Volume de um sólido Área da superfície de um sólido Integrais impróprias Funções de várias variáveis Integrais duplas e triplas Aplicações físicas e geométricas Unidade III: Equações diferenciais Equações de 1º e 2 graus Aplicações físicas e geométricas Unidade IV: Transformada de La Place Conceito Transformada inversa e aplicações METODOLOGIA DE ENSINO Quadro e giz RECURSOS DIDÁTICOS Quadro e giz PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Aplicação de provas e trabalhos individuais BIBLIOGRAFIA Básica Munem, M. A., Foulis, DL. Cálculo. Rio de Janeiro. Guanabara Dois. 1982. V 2 Simmons, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo. McGraw Hill. 1987. V 2 Swokowski, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Ed São Paulo. Makron Books. 1995. V 1 e 2 Bassanezi, R. C. Equações diferenciais: com aplicações. São Paulo. Harbra. 1988 Leithold, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo. Harbra. 1994. 3ª Ed. V2 Complementar Ayres Jr., F. Equações diferenciais. Rio de Janeiro. (Coleção Schaum) Ao livro técnico. 1996 Levantamento e Classificação do solo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Levantamento e Classificação do solo Semestre: Carga Horária Prática 40 2º Carga Horária Total 80 EMENTA Importância e princípios básicos da classificação dos solos. Elaboração da legenda preliminar dos solo na paisagem, mediante a interpretação de cartas planialtimétricas e imagens de sensoriamento remoto Ajuste da legenda preliminar após reconhecimento dos solos da paisagem no campo. Seleção de locai representativos para estudos de perfis de solo. Descrição morfológica de horizontes dos perfis Reconhecimento dos horizontes diagnósticos (de classes ) superficiais e subsuperficiais. Característica analíticas dos horizontes de um perfil de solo( morfológicas, físicas, químicas, e mineralógicas ) Classificação no Sistema Brasileiro. Utilização de normas para elaboração de mapa, legenda e relatório técnico do levantamento. CONTEUDO PROGRAMATICO Importância da classificação e seus princípios básicos. Elaboração de legenda preliminar de uma microbacia mediante interpretação de imagens cartas. Visita ao campo e ajuste da legenda preliminar. Seleção de locais representativos e de localização estratégica para o levantamento. Descrição morfológica dos horizontes dos perfis no campo. Reconhecimento dos horizontes diagnósticos superficiais e subsuperficiais. Interpretação das características analíticas dos horizontes (morfológicas, físicas, químicas mineralógicas). Classificação das manchas de áreas delimitadas, reagrupando-as em classes definitivas, tomando por base os critérios do Sistema Brasileiro de classificação do Solo. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas) RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, e recursos multimídia. Aulas práticas nas unidades de produção do CEFET. Aulas práticas em excursões de campo, dentro dos municípios vizinhos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 3 avaliações descritivas no valor de 25 pontos cada; 10 pontos para trabalhos em grupo; 15 pontos para participação dos alunos em aulas teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA Básica RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B. & CORRÊA, G.F. Pedologia: base para distinção d ambientes. 4.ed. Viçosa, NEPUT, 2002. 367p OLIVEIRA, J.B.; JACOMINE, P.K.T. & CAMARGO, M.N. Classes gerais de solos do Brasi Jaboticabal: FUNEP/ FCAV, 1992. 201p. LEMOS, R.C. & SANTOS, R.D. Manual de descrição de coleta de solo no campo. 3.ed. Campinas Sociedade Brasileira de Ciência de Solo, 1996. 83p. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Rio d Janeiro, 1999. 412p. BRADY,N.C. Natureza e Propriedades dos Solos. 7. ed., Rio de Janeiro: F. Bastos, 1989. 647p. (cap 1, 12, 13 e 14). OLIVEIRA, J.B.; JACOMINE, P.T.K. & CAMARGO, M. Classe gerais de solos do Brasil. Funep Jaboticabal, 201 p. 1992 LEMOS, R.C. & SANTOS, R.D. Manual de descrição e coleta de solo no campo.4a ed. Viçosa Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2001, 86 p. Complementar Relatórios técnicos de levantamentos de solos elaborados pela Embrapa. Histologia e Anatomia de Angiosperma Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Histologia e Anatomia de Angiosperma Semestre: Carga Horária Prática 20 2º Carga Horária Total 60 EMENTA Origem e organização do corpo vegetal (diferenças da formação celular, tecidos e órgãos). Meristema primários. Tecidos simples: parênquima, colênquima, esclerênquima e epiderme. Meristema secundários. Tecidos complexos: xilema, floema e estruturas secretoras. Órgãos vegetais: raiz, caule e folha. Órgãos reprodutores: flor, fruto e semente. CONTEUDO PROGRAMATICO Apresentação do conteúdo programático: introdução ao estudo dos vegetais, apresentação d conceitos básicos; organização do corpo vegetal (origem e função dos órgãos vegetativos e reprodutivos); organização e origem do embrião (partes fundamentais e tecido embrionário). Célula vegetal: caracterização, generalidades constituintes protoplasmáticos, diferenciação celular, totipotência, polaridade. protoplasmáticos e não Histologia vegetal: Meristemas (classificação) e sistemas de tecidos: Proteção/ dérmico revestimento (epiderme, periderme e anexos); fundamental ou de preenchimento (parênquimas e suas especializações); sustentação (tecidos mecânicos: colênquima e esclerênquima); vascula ou condução (xilema: caracterização, função, origem e desenvolvimento, evolução, constituição elementos típicos, xilema primário e secundário e floema: caracterização função, origem e desenvolvimento, evolução, constituição, elementos químicos, floema primário e secundário) sistema de secreção / excreção; sistema de reserva: tecidos adaptados ou modificados para reserva. Anatomia vegetal: Estrutura primária e secundária de raiz – modificações e adaptações de tecido aos diversos ambientes (morfologia básica, distribuição dos tecidos, endoderme e periciclo estágios primário e secundário de crescimento, crescimento anômalo, diferenças entre grupo vegetais); Estrutura primária e secundária de caules – modificações e adaptações de tecidos ao diversos ambientes (Caule: morfologia básica, distribuição dos tecidos, estágios primário e secundário de crescimento, crescimento anômalo, anéis de crescimento, diferenças entre o grupos vegetais, anatomia da madeira); Anatomia de folha - modificações e adaptações de tecidos aos diversos ambientes (morfologia básica, origem e desenvolvimento, evolução distribuição dos tecidos); Anatomia de órgãos reprodutivos (flor, fruto e semente) morfologia básica, anatomia, origem e desenvolvimento (meristemas reprodutores), evolução, ciclo reprodutivos, mega e microesporogênese, mega e microgametogênese METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas em sala de aula e prática em laboratório RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro e Giz Data-show Retro projetor Livro didático / Apostilas Laboratório de Microscopia (microscópio e lupas) PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações; Trabalhos extra classe; Exercícios, Estudos dirigidos e testes; Seminários; Participação em eventos ligados a disciplinas. BIBLIOGRAFIA Básica APEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S.M. Anatomia vegetal. 2ª ed.Viçosa: UFV 2006. 438 p. : il. CUTTER, E.G. Anatomia vegetal - Parte I: Células e tecidos. 2. ed. São Paulo: Livraria Roca Ltda 1987. 304p. CUTTER, E.G. Anatomia vegetalI - Parte II: Órgãos, experimentos e interpretação. 2. ed. São Paulo Livraria Roca Ltda, 1987. 316p. ESAU, K. Anatomia vegetal. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1974. 293p. ESAU, K. Anatomia vegetal. 3 ed. Barcelona, Ediciones Omega, S.A., 1985. 779p. FAHN, A. Anatomia vegetal. 2 ed. Madrid: H. Blume Ediciones, 1990. 643p. FERRI, M. G. BOTÂNICA: MORFOLOGIA INTERNA DAS PLANTAS. Editora Nobel. 1994.113 p. Complementar GAVILANES, M. L. e CASTRO, E. M Histologia e Anatomia Vegetal. Textos acadêmicos. Lavras UFLA/FAEPE, 1998. 90p. FERRI, M. G. Botânica (Morfologia Interna das Plantas (Anatomia) são Paulo : Nobel, 1999. Química orgânica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Química orgânica Carga Horária Teórica 60 Carga Horária Prática 0 Semestre: 2º Carga Horária Total 60 EMENTA Identificar conhecimentos da Química Orgânica aplicáveis.Fornecendo aos alunos subsídios suficiente para serem aplicados nos estudos de Química e outras disciplinas que tenham relação com a Química Orgânica. CONTEUDO PROGRAMATICO Apresentação do Professor e alunos (as). Apresentação do plano de curso. Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação. A disciplina no currículo e intergração com outras disciplinas. A disciplina de formação do profissional e da pessoa. INTRODUÇÃO: Ligações Intermoleculares A polaridade das ligações covalentes Ligações covalente polar e apolar As forças de Van der Waals Pontes de hidrogênio Raio covalente e raio de Van der Waals O Átomo de Carbono e a Química Orgânica As idéias de Van’t Hoff e Le Bel A hibridação no carbono As cadeias carbônicas Breve histórico da Química Orgânica e Hidrocarbonetos: Alcanos, Cicloalcanos, Alquenos, Alquinos e Compostos Aromáticos Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação Estereoquímica Histórico e Importância Determinação da Configuração Absoluta Atividade Óptica Exercícios de fixação Haletos de Alquila e Arila Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação Álcoois, Fenóis e Éteres Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação Compostos Nitrogenados – Aminas – amidas Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação Aldeídos e Cetonas Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação Ácidos Carboxílicos e Derivados Nomenclatura Propriedades físico-químicas Principais reações Exercícios de fixação METODOLOGIA DE ENSINO RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, retroprojetor, projetor de multimídia e laboratório. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO O monitoramento/avaliação de resultados dos(as) alunos durante o curso será feito através de apresentações de trabalhos em grupo e provas individuais escritas sobre os temas discutidos durante a atividades pedagógicas tais como palestras, oficinas, excursões, aulas, entre outras formas de abordagem. BIBLIOGRAFIA Básica Allinger, Norman L. Química Orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 1976. 961 p. Barbosa, Luiz Cláudio de Almeida.Introdução à Química Orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004 311 p. Brown, Theodore L; Lemay Jr., H Eugene; Bursten, Bruce E. Química: ciência central. 7 ed. Rio d Janeiro, RJ: Livros técnicos e científicos, 1999. 701 p. Campos, Marcello Moura (Coord.). Fundamentos de Química orgânica. São Paulo, SP: Edgar Blücher, 2001. 606 p. Complementar Solomons, Graham; Fryhle, Graig. Química orgânica. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e Científicos, 2000. 643 p. Química Analítica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Química Analítica Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática 20 2º Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução à Química Analítica; Soluções; Cinética Química; Equilíbrio Químico; Equilíbrio ácido-base Volumetria; Análise Instrumental. CONTEUDO PROGRAMATICO Parte Teórica Introdução à Química Analítica Soluções - Dispersões - Soluções - Como ocorre as reações Concentração de soluções Diluição de soluções Mistura de soluções Propriedades Coligativas Cinética Química - Velocidade das reações Fatores que influenciam a velocidade das reações Equlíbrio Químico - Estudo geral dos equilíbrios químicos - Deslocamento químico Equilíbrio Ácido-base - Equilíbrio iônico - Equilíbrio iônico da água - Volumetria de preciptação pH e pOH Indicadores ácido-base Solução tampão Hidrólise de sais Volumetria - Volumetria de neutralização - Volumetria de complexacão Volumetria de oxi-redução Análise Instrumental Parte Prática Regras de segurança em laboratórios de química. Conhecendo vidrarias. Preparo de soluções. Fatores que influenciam a velocidade de uma reação. Titulação e padronização de soluções. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas em sala e práticas em laboratório RECURSOS DIDÁTICOS Transparência; slides; computador; laboratórios; impressos (apostilas, textos). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Avaliações Individuais - Trabalhos em grupo - Seminários - Relatórios de aulas práticas - Lista de exercícios - Detalhamento do sistema: 80% referente às provas 20% referente às demais atividades BIBLIOGRAFIA Básica - BACCAN, N. et. al. Química Analítica Quantitativa Elementar, 3ª ed. São Paulo: Editora Edgar Blucher Ltda, 2001. - HARRIS, D. Análise Química Quantitativa, 5a ed, Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003. - SKOOG D. A. et. al. Princípios de Analítica Instrumental, 5a ed, Porto Alegre: Editora Bookman, 2002 - VOGEL, A. I. Análise química quantitativa. Rio de Janeiro, 5 ed. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora. 1992. 712p. - RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makrons Books, 1994. (volumes 1 e 2) ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001. Complementar - BROWN, T.L., LEMAY, H.E., BURSTEN, B.E. Química Ciência Central. 7 ed. Rio de Janeiro, LTC Livros Técnicos e Científicos Editora.1997. 702p. - KOTZ, J.C. & TREICHEL, P. Química & Reações Químicas.3 ed. Rio de Janeiro, LTC - Livros Técnico e Científicos Editora. 1998. vol.1 e 2, 730p. - MASTERTON, W.L., SLOWINSKI, E.J., STANITSKI, C.L. Princípios de Química. 6 ed. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan. 1990. 681 p. Estatística Básica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 60 Estatística Básica Carga Horária Prática - Semestre: 2 Carga Horária Total 60 EMENTA Somatório e Produtório. Estatística Descritiva. Medidas de Tendência Central e Medidas de Variabilidade Probabilidades. Distribuição de Probabilidades. Noções de Técnicas de Amostragem. Teoria d Estimação. Teoria da Decisão. Coeficiente de Correlação. Regressão Linear Simples. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Somatório e Produtório Estatística Descritiva: Definição de Estatística, Apresentação e Organização dos Dados em Tabelas e Gráficos. Distribuição de Freqüências Absolutas, Relativas e Percentuais. Histograma e Polígono de Freqüências. Freqüências Acumuladas Acima e Abaixo de. Ogivas. Medidas de Tendência Central: Médias, Mediana e Moda para Dados Brutos e Agrupados. Medidas de Variabilidade: Amplitude Total, Variância, Desvio Padrão, Coeficiente de Variação para Dado Brutos e Agrupados Probabilidade: Noções Gerais, Definição de Probabilidade. Probabilidade Condicional. Teorema d Bayes. Distribuição de Probabilidades e Distribuições Teóricas: Distribuição Binomial, Poisson. Distribuição Normal: Aplicações. Aproximação Normal das Distribuições Binomial e Poisson. Função de Distribuição acumulada Distribuição de Probabilidades Conjuntas em Variáveis Discretas e Contínuas. Distribuições Marginais Distribuições Condicionais. Técnicas de amostragem: Amostragem Simples ao Acaso, Sistemática, Conglomerados, Estratificada. Teoria da Estimação: Estimação por Ponto e por Intervalo. Estimação de Médias, Variâncias Proporções. Erro de Estimação e Dimensionamento da Amostra. Teoria da Decisão: Importância na Tomada de Decisão. Hipótese Estatística e Erros Envolvidos no processo de Decisão. Construção de uma Regra de Decisão e Mecânica Operacional de Testes. Testes para Médias e Variâncias. Distribuição t, qui-quadrado e F. Testes de Independência, Aderência e Comprovação de Leis. Coeficiente de Correlação: Distribuição Conjunta de Variáveis. Correlação. Uso do Coeficiente de Correlação. Regressão Linear Simples: Diagrama de Dispersão. Reta de Mínimos Quadrados. Análise de Variância da Regressão. Coeficiente de Determinação. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas (software SISVAR e R) Avaliações individuais e em grupo RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro Material de apoio e bibliografia Laboratório de informática, planilhas eletrônicas e softwares PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação individual Resolução de listas de exercícios Trabalhos em grupo e individual BIBLIOGRAFIA Básica DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística: para engenharia e ciências. São Paulo: Thomson, 2006. 692p FERREIRA, Daniel Furtado. Estatística básica. Lavras, MG: UFLA, 2005. xii, 664 p Morettin, Luiz Gonzaga, 1941-. Estatística básica: volume 1 : probabilidade. 7. ed. São Paulo: Makron Books, c1999. ix, 210 p Morettin, Luiz Gonzaga, 1941-. Estatística básica: volume 2 : inferência. São Paulo: Makron Books, 2000 182 p. Morettin, Pedro Alberto, 1942-; Bussab, Wilton de Oliveira, 1940-. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 526 p Complementar: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6 ed. São Paulo, SP: Atlas, 1996. 320 p FREUND, John E; SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9 ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2002. 404 p. Magalhães, Marcos Nascimento, 1952-; Lima, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e estatística. 6. ed. rev. São Paulo: Edusp, 2005. xv, 392 p. Peternelli, Luiz Alexandre; Mello, Márcio Pupin de,1983-. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa: Ed. UFV, 2007. 181 p. Física Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 80 Semestre: Física Carga Horária Prática 0 2 Carga Horária Total 80 EMENTA Vetores. Força, movimento e as Leis de Newton. Trabalho e Energia. Conservação da Energia. Corrente, tensão e resistência elétrica. Circuitos e as Leis de Kirchhohh. Temas variados relacionados à Física. CONTEUDO PROGRAMATICO 1) Grandezas escalares e vetoriais. Álgebra vetorial. Força, movimento e as Leis de Newton. Força de atrito. 1) Teorema Trabalho-Energia. Energia Cinética. Energia Potencial Gravitacional. Energia Potencia Elástica. Forças conservativas e dissipativas. Conservação da energia. Potência mecânica. 2) Corrente, tensão e resistência elétrica. A Lei de Ohm. Força eletromotriz e circuitos elétricos. A Leis de Kirchhoff. Potência elétrica. O Efeito Joule. 3) Conteúdos adicionais abordados: As estações do ano, As fases da Lua, Sistema Solar, A Teoria do Big Bang, A Física dos motores, Fenômenos Ópticos, As Leis da Termodinâmica, Sistemas de vácuo. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas com o uso frequente de exemplificações e analogias. Exercícios em classe com o acompanhamento do Professor e exercícios extraclasse com o acompanhamento do Monitor. Resolução de exercícios. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro, giz e projetor multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 75 % dos pontos são distribuídos em 3 provas individuais e sem consulta de 25 pontos cada. Os 25 % restantes são distribuídos na forma de um seminário de 25 pontos apresentado por grupos de 4 alunos O tema do seminário é escolhido por cada grupo de uma lista de temas atuais ou da sua área de atuação que estejam relacionados à Física. BIBLIOGRAFIA Básica 1) HALLIDAY, David; RESNICK; KRANE, Kenneth S., Jearl. Física 1. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livro Técnicos e Científicos, 2002. 1) HALLIDAY, David; RESNICK; KRANE, Kenneth S., Jearl. Física 3. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livro Técnicos e Científicos, 2002. Complementar 1) GASPAR, Alberto Física 1 Mecânica. 1° Edição. Editora Ática. 2) GASPAR, Alberto Física 3 Eletromagnetismo e Física Moderna. 1° Edição. Editora Ática. Microbiologia Geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Microbiologia Geral Semestre: Carga Horária Prática 20 2º Semestre Carga Horária Total 60 EMENTA Objetivos e evolução da microbiologia; caracterização e classificação dos microrganismos; morfologia e ultra-estrutura bacteriana; cultivo de bactérias; crescimento bacteriano; culturas puras e característica culturais; enzimas e sua regulação; metabolismo bacteriano; fungos; vírus; Fatores que afetam desenvolvimento microbiano. CONTEUDO PROGRAMATICO Teórica: Introdução ao estudo da microbiologia –Importância, objetivos e evolução d microbiologia; Teórica: Caracterização e classificação dos microrganismos; Teórica: Morfologia e ultra-estrutura bacteriana; Teórica: Cultivo de bactérias; Teórica: Formas de quantificação do crescimento microbiano Teórica: Metabolismo microbiano; Teórica: Fatores que afetam o desenvolvimento microbiano; Teórica: Estudo de enzimas e fatores que afetam sua atividade; Prática: Regras para utilização do laboratório de microbiologia; Prática: Técnicas de esterilização e desinfecção de materiais; Prática: Meios de cultura – apresentação dos diferentes meios de cultura, finalidade, modo de preparo e forma de utilização; Prática: Técnica de semeadura e isolamento de culturas em meio sólido; Prática: Técnicas de Isolamento e Contagem de Microrganismos; Prática: Técnicas de coloração diferencial; Prática: Observação microscópica – morfologia bacteriana, formas e agrupamentos; Prática: Controle do desenvolvimento bacteriano – agentes físicos e agentes químicos; Prática: Fatores que afetam a atividade enzimática – temperatura, concentração de substrato, pH e presença de inibidores; Prática: Observação microscópica de bactérias, fungos e leveduras; METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas em sala de aula; Aulas práticas no laboratório de microbiologia; Uso de apostilas teóricas e práticas para acompanhamento do assunto abordado RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro, retroprojetor, data-show e apostilas teóricas de práticas; Aulas práticas no laboratório de microbiologia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas e práticas), trabalhos em grupo e grupos de discussão de temas relevantes. BIBLIOGRAFIA Básica MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. Krieg. Microbiologia: Conceitos e Aplicações V1. 2a Edição. São Paulo. Editora MAKRON Books, 1996. MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. KRIEG. Microbiologia: Conceitos e Aplicações V2. 2a Edição. São Paulo. Editora MAKRON Books, 1996. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4a Edição Editora Atheneu; 2004. TORTORA, G.J.; FUNKE, B. R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8a Edição. Porto Alegre. Editora Artmed 2005. Complementar RIBEIRO, M. C. Microbiologia Pratica Roteiro e Manual. Editora: Atheneu. Rio de Janeiro. 2002 ; VERMELHO, A.B.; PEREIRA, A. F.; COELHO, R.R.R. Práticas de Microbiologia. Editora: Guanabar Koogan, São Paulo 2006, 256p. Bioquímica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Bioquímica Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática 20 3º Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução ao estudo da Bioquímica. Biomoléculas: Estruturas, Características e Funções. Bioenergética e Metabolismo. Metabolismo de carboidratos. Metabolismo de Lipídeos. Metabolismo dos Composto Nitrogenados. CONTEUDO PROGRAMATICO 1- INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA BIOQUÍMICA: 1.1- A lógica molecular da vida; 1.2- Composição da matéria viva. 2- BIOMOLÉCULAS: ESTRUTURAS, CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES: 2.1- Aminoácidos e proteínas; 2.2- Enzimas; 2.3- Carboidratos e Glicoconjugados 2.4- Lipídeos. 3- BIOENERGÉTICA E METABOLISMO: 3.1- Energia; 3.2- Metabolismo. 4- METABOLISMO DE CARBOIDRATOS: 4.1- Glicólise; 4.2- Gliconeogênese e Glicogenólise; 4.3- Via das Pentoses-Fosfato; 4.4- Ciclo de Krebs; 4.5- Ciclo do Glioxilato; 4.6- Cadeia de Transporte de Elétrons e Fosforilação oxidativa; 5- METABOLISMO DE LIPÍDEOS: 5.1- ß-Oxidação; 5.2- Síntese de Ácidos Graxos; 6- METABOLISMO DOS COMPOSTOS NITROGENADOS: 6.1- Síntese de Aminoácidos; 6.2- Degradação de Aminoácidos; 6.3- Redução e assimilação do nitrato; 6.4- Fixação do nitrogênio. METODOLOGIA DE ENSINO Utilização de recursos como quadro negro. RECURSOS DIDÁTICOS Retro projetor e projetor multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas individuais: 80 pts Trabalhos : 20 pts BIBLIOGRAFIA Básica NELSON, D.L.; COX, M.M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2002. 975p. CHAMPE, P.C.; HARVEY,R.A. Bioquímica Ilustrada. 2ed. Porto Alegre, RS, Artmed, 2002. 446p. VOET, D.; VOET.G.J., PRATT,C.W. Fundamentos de Bioquímica. 1ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2002. 931p. Estatística Experimental Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Estatística Experimental Carga Horária Prática 40 Semestre: 3 Carga Horária Total 80 EMENTA Princípios básicos da experimentação. A técnica da análise de variância. Comparações múltiplas Delineamento inteiramente ao acaso. Delineamentos em blocos casualizados. Delineamento em quadrado latino. Experimentos em esquema fatorial. Pressuposições da análise de variância Planejamento de experimentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Princípios básicos da experimentação: repetição, casualização e controle local A técnica da análise de variância Delineamento inteiramente ao acaso: modelo fixo e aleatório, tratamentos com número de repetiçõe diferentes, análise de variância Delineamentos em blocos casualizados: análise variância e exemplo com uma ou duas parcelas perdidas Comparações múltiplas: contrastes, testes LSD de Fisher, Tukey, Duncan, Dunnett, Scheffé, SNK Delineamento em quadrado latino: sorteio dos tratamentos e análise de variância Experimentos em esquema fatorial: tratamentos qualitativos, esquema em parcelas subdivididas tratamentos quantitativos Pressuposições da análise de variância: aditividade dos efeitos, homocedasticidade, normalidade do resíduos, independência dos efeitos. Transformação dos dados Planejamento de experimentos METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas (software SISVAR e R) Avaliações individuais e em grupo RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro Material de apoio e bibliografia Laboratório de informática, planilhas eletrônicas e softwares Calculadora PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação individual Resolução de listas de exercícios Trabalhos em grupo e individual BIBLIOGRAFIA Básica PIMENTEL-GOMES, Frederico. Curso de estatística experimental. 14. ed. Piracicaba, SP: ESALQ, 2000. 477 p Storck, Lindolfo (Org.). Experimentação vegetal. 2. ed. Santa Maria: Ed.UFSM, 2006. 198 p. Vieira, Sonia. Estatística experimental. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1999. 185.: il p. Complementar Peternelli, Luiz Alexandre; Mello, Márcio Pupin de,1983-. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa: Ed. UFV, 2007. 181 p. SAMPAIO, Ivan Barbosa Machado. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. ed. Belo Horioznte: Fundação de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2007. 264 p. Fertilidade do Solo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Fertilidade do Solo Componente curricular: Carga Horária Teórica 60 Carga Horária Prática 40 Semestre: 3 Carga Horária Total 100 EMENTA Conceito de solo fértil. Composição do solo. Absorção e troca de íons. Reação do solo. Acidez do solo e calagem. Matéria orgânica do solo. Nitrogênio do solo. Fósforo do solo. Potássio do solo. Cálcio e magnetismo do solo. Enxofre do solo. Micronutrientes do solo. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Conceito de fertilidade e de solo fértil 2 Propriedades físicas do solo e suas relações com a fertilidade 2.1 Clima 2.2 Profundidade de horizontes 2.3 Influência do material de origem 2.4 Influência do relevo 2.5 Correlação da cor 2.6 Correlação da textura 2.7 Correlação da estrutura 2.8 Correlação da consistência 2.9 Correlação da densidade 2.10 Correlação da porosidade 2.11 Correlação da permeabilidade 2.12 Correlação da drenagem 3 Propriedades biológicas e suas relações com a fertilidade 3.1 Biodiversidade 3.2 Simbioses 3.3 Matéria orgânica 3.4 Homogeneidade no perfil 3.5 Consórcio de culturas 3.6 Intercalação de culturas 3.7 Rotação de culturas 4 Propriedades química do solo e suas relações com a fertilidade 4.1 Mineralogia 4.2 Cargas elétrica – positivas e negativas 4.3 CTC e CTA 4.4 Caráter ( álico, alítico, alumínico, distrófico, eutrófico, êutrico, ácrico Tb, Ta) 4.5 SB, m%, T, t, relação Ca++/Mg++/K++, Prem. 4.8 Nutrientes (macro, micro, elementos benéficos) 5 Interação das fases (sólida, líquida, gasosa) 6 Harmonização entre fatores de crescimento (genético, ambiental) 7 Exploração do solo pelas raízes (crescimento de raízes, competição por espaço e nutrientes) 8 Critérios de essencialidade 9 Leis da fertilidade METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Quadro, giz, data show RECURSOS DIDÁTICOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas = 7,0 Relatório de aulas práticas = 1,0 Apresentação de trabalhos = 2,0 BIBLIOGRAFIA Básica AGUIAR, A. de P. A. Manejo de Fertilidade do solo sob pastagem, calagem e adubação. Guaíba: Agropecuária, 1998. BRADY, N.C. Natureza e Propriedades dos solos. 5. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979. KIEHL, E.J. Manual de Edafologia : Relação Solo-Planta. Campinas: Agronômica Ceres, 1979. MALAVOLTA, E. Seminário Sobre Corretivos Agrícolas. Campinas: Fundação Cargill, 1985. MELLO, F.A.F.et al. Fertilidade do solo. 3 Ed. São Paulo: Nobel, 1987. RAIJ, B. Van. Fertilidade do solo e Adubação. Campinas: Agronômica Ceres, 1991. Complementar Revista Brasileira de Ciência do Solo. Revista Pesquisa Agropecuária Brasileira Hidráulica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Hidráulica Semestre: Carga Horária Prática 40 3 Carga Horária Total 80 EMENTA Importância da Hidráulica (Introdução), Hidrostática, Hidrodinâmica, Hidrometria, Captação e distribuiçã de água, Instalações elevatórias – Bombas, Orifícios e bocais. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 - INTRODUÇÃO - Conceito de Hidráulica e suas Subdivisões - Evolução da Hidráulica - Revisão sobre Sistemas de Unidades - Propriedades Fundamentais dos Fluidos 2 - HIDROSTÁTICA - Pressão Efetiva e Pressão Absoluta. - Lei de Stevin e Lei de Pascal - Empuxo em Superfície Plana - Manometria: estudo de manômetros 3 - HIDRODINÂMICA - Fundamentos do Escoamento dos Fluidos - Categorias do Movimento e Regimes de Escoamento - Equação da Continuidade e Conceito de Vazão - Teorema de Bernoulli - extensão aos casos práticos - Perda de Carga Contínua e Localizada 4 – HIDROMETRIA - Medição de Vazão e Velocidade do escoamento. - Principais Tipos Medidores - Equações - Cuidados nas Instalações dos Medidores (orifício, venturímetro, medidor magnético, vertedor, calha WSC, flutuador, molinete) 5 - CAPTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA - Condutos Livres ou Canais: Dimensionamento - Condutos Forçados por Gravidade: Dimensionamento - Adução por Recalque (Bombeamento): Dimensionamento 6 – INSTALAÇÕES ELEVATÓRIAS - BOMBAS - Instalação Elevatória Típica - Classificação das Bombas Hidráulicas - Escolha da Bomba. Potência necessária ao acionamento - Estudo do Aríete Hidráulico (Carneiro Hidráulico) - Estudo do Conjunto Roda D’água - Bomba de Pistão 7 - ORIFÍCIOS E BOCAIS - Velocidade e Vazão - Coeficientes (Contração, Velocidade e Descarga) - Principais Tipos de Orifícios e Bocais – Perda de Carga METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas com utilização do quadro, retroprojetor e notas de aulas específicas. Aulas práticas com elaboração de relatórios específicos, aplicando a teoria ensinada. Visita técnica. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz e retroprojetor PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas (75%): Prova 1 – 25% Prova 2 – 25% Prova 3 – 25% Relatórios e Trabalhos Práticos (15%) Sabatinas (10%): aplicadas em aulas teóricas, abordando o assunto ministrado durante a aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVETO NETO, J.M., FERNANDEZ, M.F., ARAÚJO, R., ITO, A.E. Manual de Hidráulica. Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo-SP. 1998. 670p. COMPLEMENTAR AVILA, G.S. Hidráulica General. Editorial Limusa. México. 1974. 551p. BERNARDO, S. Manual de Irrigação. 6a edição. UFV, Imprensa Universitária. Viçosa-MG. 1995. 657p. CARVALHO, D.F. Instalações Horizonte. Ed. FUMARC. 1979. 353p. Elevatórias: Bombas. Belo DENÍCULI, W. Bombas Hidráulicas. UFV, Imprensa Universitária (apostila nº 331). Viçosa-MG. 1993. 162p. DENÍCULI, W. Medidores de Vazão tipo Orifício. UFV, Imprensa Universitária (apostila nº 229). Viçosa-MG. 1990. 43p. HUGHES, W.F., BRIGHTON, J.A. Dinâmica dos Fluidos. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda. São Paulo. 1974. 358p. LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. 2a edição. Ed Edgard Blucher Ltda. São Paulo. 1972. 411p. NEVES, E.T. Curso de Hidráulica. 9a edição. Editora Globo. São Paulo. 1989. 577p. SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Livros Técnicos e Científicos Editora. Rio de Janeiro. 1983. 316p. VIANNA, M.R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros. 3 edição. Imprimatur. Belo Horizonte. 1997. 581p. VIEIRA, R.C.C. Atlas de Mecânica dos Fluidos: Fluidodinâmica. Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo 1971. 281p. Informática Básica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica --- Informática Básica Semestre: Carga Horária Prática 40 3 Carga Horária Total 40 EMENTA Conhecer o básico da história do computador para saber utilizá-lo a favor da profissão. Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seu periféricos. Usufruir dos recursos de organização de arquivos do sistema operacional. Utilizar os recursos de formatação de textos. Utilizar os recursos de criação e formatação de slides. Utilizar os recursos da Internet para pesquisas – (Realizar pesquisas, coletas e organização d informações retiradas da Internet). CONTEUDO PROGRAMATICO Criação e organização de atalhos, pastas, diretórios, configurações básicas e manutenção básic do sistema operacional. Digitação e Formatação de: textos, tabelas, convites, folders, cartões de apresentação, página em geral. Criação, configuração, formatação e utilização de efeitos e música de forma organizada dentro dos padrões do aplicativo de apresentações utilizado. Utilização da Internet com o objetivo de pesquisa educacional e correta formatação. METODOLOGIA DE ENSINO Exposição oral e interativa; debates; atividades individuais e em grupo; palestras; avaliações práticas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro e pincel; Retroprojetor; Data Show; Computador; PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 20 pontos para trabalhos individuais ou em grupo 2 avaliações práticas – 25 pontos cada 30 pontos para avaliação final (individual teórica e prática) BIBLIOGRAFIA Básica: VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. 7ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier Campus, 2004. CAPRON, H.L. Johnson, J.A. Introdução à Informática. 8ª edição. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hal 2004. Complementar: RAMALHO, José Antônio. Introdução a Informática. São Paulo: Berkeley, 1998. Morfologia e sistemática vegetal Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Morfologia e sistemática vegetal Carga Horária Prática 20 Semestre: 3 Carga Horária Total 60 EMENTA Origem e evolução das estruturas existentes nos vegetais superiores. Tecidos meristemáticos permanentes. Morfologia externa dos órgãos vegetativos (raiz, caule e folha) e reprodutivos (flor, fruto e semente). Morfologia interna de raiz, caule e folha. Grandes grupos vegetais e ciclos reprodutivos. Herborização e herbáreo. Conceito de evolução filogenia em plantas. Conceito de espécie. Unidades sistemáticas. Nomenclatura botânica Generalidades sobre Botânica sistemática. Sistemas de Engler e Cronquist (principais famílias espécies de interesse agronômico). Sistemática e evolução de Gimnospermas e Angiospermas Dicotiledôneas e Monocotiledôneas. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Tecidos meristemáticos 2. Tecidos permanentes 2.1 Epiderme 2.2 Periderme 2.3 Parênquima 2.4 Colênquima 2.5 Esclerênquima 2.6 Xilema 2.7 Floema 3 Morfologia dos órgãos 3.1 Raiz 3.2 Caule 3.3 Folha 3.4 Flor 3.5 Fruto 3.5 Semente 4 Herbário 5 Unidades taxonômicas 6 Nomenclatura botânica 7 Evolução e filogenia das plantas 8 Principais famílias e espécies de interesse agronômico. 8.1 Gimnospermas 8.2 Angiosperma 8.2.1 Monocotiledônea 8.2.2 Dicotiledônea METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Aulas práticas evidenciando a morfologia dos órgãos reprodutivos e vegetativos e as características da espécie dentro de cada família botânica. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação formal = 7,0 Herbário = 1,0 Relatório de aulas práticas = 2,0 BIBLIOGRAFIA Básica ALVES, P.L.C.A. & PAVANI, M.C.M.D. Instrução básica para a coleta e preparo de material a ser herborizado. Jaboticabal: FUNEP, 1991. FERRI, M. G. et al. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel 1981. JOLY, A. B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo: Nacional. 1977. SCHULTZ, A.R. Botânica Sistemática. Ed. Globo, 1963, v.2, 472 p. ilust. BARROSO, G. Frutos e sementes: morfologia aplicada. Viçosa : UFV, 1994. DAMIÃO FILHO, C. F.; MORO, F. V. Morfologia Externa das Espermatófitas. Jaboticabal: Unesp, 2001 DAMIÃO FILHO, C. F. Morfologia vegetal. Jaboticabal: UNESP, 1993. Complementar DENARDIN & VERONA. Morfologia externa da raiz ao caule. Grifos. DENARDIN & VERONA. Morfologia externa do fruto e da semente. Grifos. Planimetria Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Planimetria Carga Horária Teórica 20 Carga Horária Prática 40 Semestre: 3 Carga Horária Total 60 EMENTA A topografia no contexto das técnicas geodésicas de medição e métodos de tratamento de dado gráficos. Métodos planimétricos de levantamentos, locações e cálculos de áreas aplicadas a agronomia. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Topografia 1.1 Introdução 1.2 Objetivo da topografia 1.3 Definição e divisão da topografia 1.4 Plano topográfico 1.5 Limite do plano topográfico 1.6 Sistemas de coordenadas 1.7 Sistemas de medidas 2. Planimetria 2.1 Introdução 2.2 Características 2.3 Elementos planimétricos 2.4 Processo de medição da distância 2.4.1 Medição direta 2.4.1.1 Descrição e uso dos instrumentos 2.4.1.2 Determinação da distância 2.4.2 Medição indireta 2.4.2.1 Descrição e uso dos instrumentos 2.4.2.2 Determinação da distância 2.4.3 Medição eletrônica da distância 2.4.3.1 Descrição e uso dos instrumentos 2.4.3.2 Determinação da distância 2.4.4 Erros cometidos nas medições das distâncias 2.5 Processo de medição de ângulos 2.5.1 Ângulo interno 2.5.2 Ângulo externo 2.5.3 Deflexão 2.5.4 Repetição e reiteração 2.5.5 Erros cometidos nas medições de ângulo 2.6 Métodos de levantamento planimétrico 2.6.1 Triangulação 2.6.2 Ordenadas ou coordenadas retangulares 2.6.3 Alinhamento 2.6.4 Irradiação ou das coordenadas polares 2.6.5 Intersecção 2.6.6 Caminhamento 2.6.7 Combinação dos processos 3. Cálculo das coordenadas 3.1 Erro angular de fechamento 3.2 Erro angular admissível 3.3 Compensação do erro angular 3.4 Cálculo dos azimutes e rumos 3.5 Cálculo das projeções naturais 3.6 Erro linear de fechamento da poligonal 3.7 Erro linear admissível 3.8 Cálculo das projeções naturais compensadas 3.9 Cálculo das coordenadas relativas 3.10 Cálculo das Coordenadas absolutas 4. Cálculo de áreas 4.1 Processo gráfico 4.2 Processo analítico 5. Representação gráfica de um levantamento 5.1 Processos, métodos e instrumentos empregados na reprodução geométrica dos alinhamentos 5.2 Desenho da planta 6. Declinação magnética 6.1 Métodos para a determinação da declinação magnética 6.2 Variação da declinação magnética 6.3 Cartas isogônicas e isopóricas 6.4 Aviventação de rumos e azimutes em função da variação de declinação magnética METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, utilizando quadro / giz e equipamentos áudio / visuais; Aulas de Campo empregando teodolitos digitais, estações totais, trenas, etc. Aulas de exercícios. RECURSOS DIDÁTICOS TV; Computador; Apostila; Quadro Negro; Equipamentos e Acessórios Topográficos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 03 Avaliações escritas – 70 pontos Trabalhos de Campo – 10 pontos Projeto Final – 20 pontos BIBLIOGRAFIA Básica 1. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. Ed. Edgard Blucher Ltda., S. Paulo-SP. 1. CARDÃO, Celso. Topografia. Ed. Engenharia e Arquitetura, Belo Horizonte-MG. 1. DOMINGUES, felipe Augusto Aranha. Topografia e Astronomia de Posição para Engenheiros e Arquitetos. Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda., S. Paulo-SP. 4. ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. Ed. Globo, Rio de Janieor-RJ. 5 – COMASTRI, Jose Aníbal. Topografia. 3° ed. Viçosa: UFV, 1998. 6- ABNT, Associação Brasileira de normas Técnicas: NBR13133 – Execução de levantamentos topográficos. Complementar 1. FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Desenho Topográfico. Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda., S. Paulo-SP. 2. NETO, Antônio Barretto Coutinho. Teodolito e Acessórios. Ed. UFPE, Recife-PE. 3. SEIXAS, José Jorge de. Topografia. Vol. 1., UFPE, Recife-PE. Altimetria Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Altimetria Semestre: Carga Horária Prática 40 4º Carga Horária Total 60 EMENTA A topografia no contexto das técnicas geodésicas de medição e métodos de tratamento de dado gráficos. Métodos altimétricos de levantamentos, nivelamentos, curvas de nível, perfis de terreno locação altimetria de áreas aplicadas á agronomia. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Altimetria 1.1 Princípios, definições e características 1.2 Processos de nivelamento 2. Nivelamento barométrico 2.1 instrumental 3. Nivelamento trigonométrico e estadimétrico 3.1 instrumental 4. Nivelamento geométrico simples e composto 4.1 instrumental 5. Nivelamento com uso de Sistema de Posicionamento Global 5.1 instrumental 6. Avaliação do erro de nivelamento 6.1 Erros instrumentais 6.2 Erros do operador 6.3 Erros devido às condições climáticas e atmosféricas 6.4 Erros devido ao fechamento da poligonal 6.5 Precisão no nivelamento e tolerâncias 6.6 Resultados do processamento 6.7 Valores preconizados pela Norma 7. Plani-altimetria 7.1 Introdução 7.2 Conceitos e definições 7.3 Características 8. Métodos de levantamento plani-altimétrico 8.1 Formas de coleta de dados 8.2 Levantamento por poligonação 8.3 Levantamento por eixo longitudinal e seções transversais 8.4 Levantamento pela quadriculação do terreno 9. Curvas de nível 9.1 Definição 9.2 Características 9.3 Interpolação das curvas de nível 9.3.1 Processo analítico 9.3.2 Processo gráfico 9.4 Demarcação das curvas de nível 9.4.1 Na planta 9.4.2 No campo 10. Perfil longitudinal 10.1 Características e definições 10.2 Procedimentos para determinação de um perfil 10.3 Representação gráfica 11. Greide 12.1 Características e definições 12.2 Rampa 13. Terraplanagem 13.1 Corte e aterro 13.2 Cálculo dos volumes em corte e em aterro 13.3 Planificação em cota predeterminada. 14- Locação altimétrica de obras 14.1 Locação de um ponto de cota desejada 14.2 Locação de um alinhamento em nível 14.3 locação de um alinhamento em gradiente METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, utilizando quadro / giz e equipamentos áudio / visuais; Aulas de Campo empregando teodolitos digitais, estações totais, trenas, etc. Aulas de exercícios. RECURSOS DIDÁTICOS TV; Computador; Apostila; Quadro Negro; Equipamentos e Acessórios Topográficos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 03 Avaliações escritas – 70 pontos Trabalhos de Campo – 10 pontos Projeto Final – 20 pontos BIBLIOGRAFIA Básica 1- COMASTRI, J.A. & TULER, J.C. Topografia – Altimetria. Edit UFV; 2 - GARCIA, G. J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia Aplicada as Ciências Agrárias. 1979. p. 181. 3- ABNT, Associação Brasileira de normas Técnicas: NBR13133 – Execução delevantamentos topográficos. Complementar SOUZA, J. O. de. Estradas de rodagem. São Paulo: Nobel. 1981. 234p. Conservação do solo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Conservação do solo Semestre: Carga Horária Prática 20 4º Carga Horária Total 60 EMENTA Solos. Introdução do manejo e conservação do solo e água. Erosão do solo. Fatores que afetam a erosão. Efeitos negativos da erosão. Práticas de controle de erosão. Modelos de predição de perdas do solo. Domínios pedoerosivos brasileiros. Uso da bacia hidrográfica no manejo de conservação do solo da água. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Erosão do solo 1.1 Reconhecimento 1.2 Causas 1.3 Medidas 1.4 Conseqüências 2 Uso do solo 3Aptidão Agrícola da Terras 3.1 Classe de aptidão agrícola 3.2 Subclasse de aptidão agrícola 3.2 Representação cartográfica das classes 3.4 Simbologia dos grupos de aptidão agrícola METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Quadro, giz, data show RECURSOS DIDÁTICOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas Relatório de aulas práticas Apresentação de trabalhos BIBLIOGRAFIA Básica º Bertoni, J., Neto, F.L., Conservação do solo. São Paulo, 4 ed., Ícone, Coleção Brasil Agrícola, 1999 355p. Brady, N.C. Natureza e Propriedades dos solos. 5. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979. PRADO, H. do, Manejo dos Solos. São Paulo: Nobel, 1991. Complementar Revista Brasileira de Ciência do Solo. Revista Pesquisa Agropecuária Brasileira Construções rurais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Construções rurais Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática 20 4º Carga Horária Total 60 EMENTA Conhecer procedimentos para elaboração de projetos de instalações rurais, técnicas e materiais d construção a serem empregados, custos de implantação, influência do conforto ambiental da instalações zootécnicas na produção animal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - Materiais de construção: materiais básicos, compostos, classificação, composição e uso. - Locação de obras. - Noções de instalações hidráulicas, elétricas e sanitárias prediais. - Arquitetura de instalações zootécnicas: suínos, bovinos, aves de corte e postura. - Conforto ambiental em instalações zootécnicas: controle da Temperatura, umidade relativa, radiação solar, influência dos materiais de construção no conforto ambiental de instalações zootécnicas. - Avaliação e elaboração de custo de implantação das instalações. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas teóricas e práticas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro e giz, retroprojetor e projetor de multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações teóricas e projetos completos de construções rurais. BIBLIOGRAFIA Básica CARNEIRO, O. Construções Rurais. São Paulo. Editora. Nobel, 4 ª ed. 1984. PEREIRA, M.F. Construções Rurais. São Paulo, SP:Nobel, 1974. 231p.. MYRRHA, M.A.L. Guia de Construções Rurais à Base de Cimento. São Paulo,SP: abcp, [ ]. V.2. 54p. Complementar OBERG, L. Desenho Arquitetônico. Rio de Janeiro – RJ: Edgard Blucler Ltda NUNES, S.G. & MARTNS, C.S. Curral para bovinos de corte “Módulo 500”. Campo Grande: EMBRAPA CNPGC, 1998. (EMBRAPA – CNPGC. Circular Técnica, 10). PEREIRA, M. F. Construções Rurais. São Paulo: Ed. Nobel.). SENAR/CINTEFOR(CBC). Informação tecnológica: trator e implementos. (Apostila). 1979. TEIXEIRA, V. H. Construções e Ambiência. Lavras – MG, 1991. Ecologia Agrícola Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Ecologia Agrícola Semestre: Carga Horária Prática 20 4º Carga Horária Total 60 EMENTA Âmbitos ecológicos, Ecossistemas, Energia nos sistemas ecológicos, Ciclos biogeoquímicos, Fatore limitantes, Ambientes físicos, Dinâmica de populações, Populações em comunidades, Desenvolvimento evolução nos ecossistemas. CONTEUDO PROGRAMATICO Conceitos gerais e histórico da Ecologia Relações ecológicas Dinâmica de populações Biomas Sucessão ecológica METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas com recursos didáticos e aulas práticas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro; Giz e Recursos Audiovisuais PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações objetivas; Trabalhos extra classe e Atividades práticas BIBLIOGRAFIA Básica TOWNSEND, Begon & Harper. Fundamentos em Ecologia – 2. ed. Editora Artmed, São Paulo –SP 2006. PURVES, W. K. et. al., Vida: A ciência da Biologia Volume II - 6ª ed. Artmed, São Paulo - SP 2002. ODUM, E. P. Ecologia. Editora Guanabara, Rio de Janeiro - RJ 1988 Complementar RICKLEFS, ROBERT E. A Economia da Natureza. 5. ed. Editora Guanabara, Rio de Janeiro – RJ 2003.. Economia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 60 Economia Semestre: Carga Horária Prática - 4º Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução à Economia, Teoria do Consumidor, Estrutura de Mercado, Demanda e Oferta, Equilíbrio de Mercado, Teoria da Produção, Custos de Produção Macroeconomia: Políticas Econômicas, Mercados Macroeconôm icos. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Introdução à economia: fluxo circular básico; possibilidades de produção; conceitos básicos. 1. Teoria do consumidor: valor de uso, trabalho e troca; utilidade total e marginal; curva de 2. 3. 4. 5. indiferença, restrição orçamentária, maximização do consumo, análise de demanda. Demanda, oferta e equilíbrio de mercado: demanda; oferta; equilíbrio de mercado com fatore exógenos e endógenos. Teoria da produção: isoquanta, isocusto e minimização do custo; função de produção produtividade, Lei dos Rendimentos Decrescentes, isolucro e maximização do lucro. Custos de produção: conceitos básicos de receita, custo e lucro; conceitos marginais; equilíbrio geral neoclássico da produção. Macroeconomia: metas macroeconômicas; políticas econômicas: política monetária, política fisca política cambial, política de rendas; mercados macroeconômicos: mercado de bens e serviços mercado de trabalho, mercado monetário, mercado de títulos, mercado de divisas. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, trabalhos extra-classe, seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor de slides, retroprojetor, apostila didática, quadro e giz. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas, trabalhos extra-classe, exercícios avaliativos. BIBLIOGRAFIA Básica REIS, Ricardo Pereira. Introdução à teoria econômica. Lavras, MG: Ufla, 1998. 108 p., il. GREMAUD, Amaury Patrick et al. Manual de Economia. 5. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2004. 606 p. VASCONCELLOS, Marco A. Sandoval de. Economia: macro e micro: teoria e exercícios, glossário com os 260 principais conceitos econômicos. Marco A. Sandoval de Vasconcellos. 3.. São Paulo, SP: Atlas, 2002. 439 p.; il. Complementar SINGER, Paul. Aprender economia. 6. ed. São Paulo, SP: Brasiliense, 1986. 183 p. Fisiologia Vegetal Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de ____________ Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Fisiologia Vegetal Carga Horária Teórica 40 Carga Horária Prática 40 Semestre: 4º Carga Horária Total 80 EMENTA Fotossíntese; Respiração; Relações Hídricas; Nutrição Mineral; Transporte fotoassimilados; Biociclo vegetal – Hormônios e reguladores de crescimento, germinação de sementes, juvenilidade, maturidad fisiológica e senescência; metabolismo secundário e resposta das plantas a condições adversas. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Fotossíntese 1.1.Pigmentos 1.2. Etapa fotoquímica 1.3. Etapa de fixação do CO2 1.4. Fatores que afetam a fotossíntese 2. Respiração 2.1.Rotas metabólicas 3. Nutrição Mineral 3.1.Aquisição, funções e sintomas de deficiências minerais 4. Relações Hidricas 4.1.Potencial hídrico e seus componentes 4.2.Medidas do potencial Hidrico 4.3.Absorção transporte e perda de água 5. Transporte de solutos orgânicos 5.1.Transporte no floema 6.Biociclo Vegetal – Crescimento e desenvolvimento da planta 6.1.Hormônios e Reguladores de crescimento 6.2. Germinação de sementes 6.3. Juvenilidade 6.4. Maturidade fisiológica 6.5. Senescência e abscisão 7. Resposta das plantas a condições adversas METODOLOGIA DE ENSINO Aulas interativas, exposições orais, aulas teórico-práticas e práticas, aulas em laboratórios e em campo. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro de giz, retroprojetor, projetor de multimídia, laboratório e campo. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, elaboração de projeto d pesquisa (dividido em diferentes etapas). BIBLIOGRAFIA Básica CASTRO, P. R. C. ; KLUGE, R. A.; PERES, L. E. P. Manual de Fisiologia Vegetal . São Paulo: Ed Agronômica Ceres LTDA, 2005. 650 p. TAIZ, L. ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2004, 719 p. Complementar AWAD, M. & CASTRO, P. C. R. Introdução a Fisiologia Vegetal. São Paulo: Livraria Nobel S. A. , 1983. 176 p. FERRI, M. G. Fisiologia Vegetal. São Paulo: EPU/EDUSP. 1980 volumes 1 e 2 KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 452 p MALAVOLTA., E. Elementos da Nutrição Mineral de plantas. São Paulo:Livroceres, 1998. RAVEN, P. H. et al.; Biologia Vegetal Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2000. REVISTA BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL Máquinas e Mecanização Agrícola Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Máquinas e Mecanização Agrícola Carga Horária Prática 40 Semestre: 4º Carga Horária Total 80 EMENTA A disciplina visa transmitir aos alunos, conhecimentos sobre a Importância da Mecanização Agrícola Trabalho e Energia. Torque e potência. Motores de Combustão Interna: Definições. Princípios d Funcionamento. Ciclo Otto e Ciclo Diesel, 2 tempos e 4 tempos O Trator: Definições, Classificação Aplicação. Máquinas agrícolas e implementos usados no preparo do solo. Máquinas agrícolas usadas em semeadura convencional e direta. Máquinas agrícolas usadas em aplicação de defensivos agrícolas Máquinas agrícolas usadas na colheita de grãos. Análise operacional e desempenho operacional da máquinas agrícolas. Seleção de máquinas agrícolas. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. INTRODUÇÃO 1.1.Apresentação do professor e aluno 1.2.Apresentação do plano de curso 1.3.Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação 1.4.A disciplina de formação profissional e da pessoa 2. TRABALHO, ENERGIA E FONTES ALTERNATIVAS. 2.1. Energia, trabalho, Torque e Potência. 2.2. Fontes de Potência na Agricultura 2.3. Os motores de combustão como fonte de potência 3. CONSTITUIÇÃO BÁSICA DOS MOTORES DE COMBUSTÃO 3.1.Definições Fundamentais 3.2.Princípios de Funcionamento. Motores do Ciclo Otto e Ciclo Diesel. Ciclos de 2 tempos e 4 tempos. 4. MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA O PREPARO PERIÓDICO DO SOLO 4.1. Arados 4.2. Grades 4.3. Enxadas Rotativas 4.4. Escarificadores 4.5. Regulagens e manutenção 5.SEMEADORAS ADUBADORAS PARA SEMEADURA CONVENCINAL E DIRETA 5.1. Classificação e constituição básica 5.2. Princípios de funcionamento 5.3. Mecanismos dosadores e sulcadores 5.4. Regulagens e manutenção 6.TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS – DEFENSIVOS AGÍCOLAS 6.1. Classificação dos equipamentos de aplicação por via líquida 6.2. Constituição básica e princípio de funcionamento 6.3. Bicos de pulverização 6.4. Calibração de pulverizadores 6.5. Cuidados e manutenção 7. MÁQUINAS PARA COLHEITA 7.1. Colhedoras de: milho 7.2. Colhedoras de cereais 7.3. Regulagens e manutenção 7.4. Determinação de perdas 8.GERENCIAMENTO DE OPERAÇÕES AGRÍCOLAS MECANIZADAS 8.1. Desempenho operacional da maquinaria agrícola 8.2. Seleção de máquinas e implementos agrícolas 8.3. Determinação do número de conjuntos motomecanizados 8.4. Exigência de força e de potência nas operações mecanizadas 8.5. Custo operacional de máquinas agrícolas METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, teórica e prática RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, retroprojetor, projetor multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação escrita BIBLIOGRAFIA Básica BALASTREIRE, L.A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. MIALHE, L.G. Máquinas agrícolas: ensaios e certificação. São Paulo: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, 1996. MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. v. I e II. São Paulo: Edusp, 1980. ORTIZ-CANAVATE, J.; HERNANZ, J.L. Tecnica de la mecanizacion agraria. Madrid: Mundi-prensa, 1989. SAAD, O. Seleção do equipamento agrícola. São Paulo: Nobel, 1976. Complementar SRIVASTAVA, A.K.; GOERING, C.E.; ROHRBACH, R.P. Engineering principles of agricultural machines. St. Joseph : ASAE, 1993. MIALHE, L.G. Manual de Mecanização Agrícola. Agronômica Ceres Ltda. São Paulo, 1974. 297p. ORTIZ-CAÑAVATE, J. Las Máquinas Agrícolas y su Aplicación. Mundi-Prensa, Madrid, 1995. 465p. Metodologia de Pesquisa Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Metodologia de Pesquisa Semestre: Carga Horária Prática 0 4° Carga Horária Total 20 EMENTA Bases do conhecimento: introdução à Metodologia científica; um pouco sobre conhecimento; pesquisa científica; trabalhos científicos. Elaboração de um Projeto de Pesquisa: introdução; definição do problema de pesquisa, escolha do tema ; determinação dos objetivos; levantamento bibliográfico; Estrutura do Projeto de Pesquisa; apresentação de trabalhos científicos. CONTEUDO PROGRAMATICO Pesquisa Científica: Conceitos e definições. Tipos de pesquisa. Projetos de pesquisa. Projetos de pesquisa. Elaboração de projetos de pesquisa. Fases da pesquisa científica. Estrutura dos Projetos de pesquisa. Relatório de pesquisa. Estrutura dos Relatórios de Pesquisa. Apresentação dos Projetos de Pesquisa. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas; Trabalho prático (Elaboração de um projeto de pesquisa) RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro de giz, retroprojetor e data-show; Artigos científicos PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, elaboração de projeto de pesquisa (dividido em diferentes etapas). BIBLIOGRAFIA Básica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE, ABNT. Referência Bibliográfica. NRB 6023. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. BARROS, A. P. de e LEHFELD, N. A de S. Fundamentos de metodologia. Um guia para a iniciação científica. São Paulo, McGrraw-Hill do Brasil, 1986. CERVO, A. L. e BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo, McGrraw-Hill, 1977. GOLDEMBERG, S; GUIMARÃES, C A; CASTRO, A A. Elaboração e apresentação de comunicação científica. São Paulo: Metodologia org, 2003. LAKATOS, E M; MARCONI, M A. Metodologia Científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2004. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3º ed. São Paulo: Atlas, 1996. 159p. Complementar BAPTISTA, Myrian Veras. Planejamento, introdução à metodologia do planejamento social. . 4ª ed . São Paulo: Morais, 1991. 103p. MARCANTONIO, A.T., SANTOS, M. M., LEHFELD, N. A. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993. 92p. OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica: Projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997. 320p, REY, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgar Blucher, 1993. RUIZ, J A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991. Zootecnia Geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Zootecnia Geral Semestre: Carga Horária Prática 20 4º Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução a Zootecnia: Histórico e desenvolvimento da zootecnia. Importância social e econômica d Zootecnia. Melhoramento genético animal: noções básicas de melhoramento genético: seleção,cruzamento avaliação genética. Forragicultura:Características agronômicas das principais espécies forrageiras tropicais. Manejo utilização de pastagens. Conservação de forragens. Bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os animais. Adaptaçõe anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente. Manejo, instalações e alimentação dos animais no climas brasileiros. Conceitos básicos de etologia e bem estar animal. Noções básicas de nutrição animal: anatomia e fisiologia digestiva dos animais (monogástricos ruminantes); classificação e composição dos alimentos, estudo dos alimentos volumosos, concentrados energéticos e protéicos. Fontes suplementares de vitaminas e minerais. Métodos para formulações d rações balanceadas, segundo as exigências nutricionais de cada espécie. Produção animal: avicultura de postura/corte, suinocultura, bovinocultura de leite e corte caprinocultura/ovinocultura, bubalinocultura, apicultura, piscicultura, cunicultura, etc. CONTEUDO PROGRAMATICO I- Introdução a zootecnia: História e desenvolvimento da zootecnia. Importância social e econômica da Zootecnia. II - Melhoramento animal: Noções básicas de melhoramento genético: seleção,cruzamento e avaliação genética. III - Forragicultura: Características agronômicas das principais espécies forrageiras tropicais. Formação de pastagens. Manejo e utilização de pastagens. Conservação de forragem. IV - Bioclimatologia e bem estar animal Fatores climáticos que atuam sobre os animais. Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente. Manejo, instalações e alimentação de animais nos climas brasileiros. Conceitos básicos de etologia e bem estar animal. V - Nutrição animal: Noções básicas de anatomia e fisiologia digestiva dos animais (monogástricos e ruminantes); classificação e composição dos alimentos, estudo dos alimentos volumosos, concentrados, energéticos e protéicos. Fontes suplementares de vitaminas e minerais. Aditivos nutricionais. Métodos para formulações de rações balanceadas, segundo as exigências nutricionais de cada espécie. VI - Produção animal: avicultura de postura e corte, suinocultura, bovinocultura de leite e corte, caprinocultura/ovinocultura, bubalinocultura, apicultura, piscicultura, cunicultura, etc. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas RECURSOS DIDÁTICOS Biblioteca, quadro negro, giz, retroprojetor, videos e data show. Visitas aos setores produtivos do instituto PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Aspectos a serem avaliados: Assiduidade e pontualidade; iniciativa e interesse; conhecimento do conteúdos abordados; participação nas aulas. A avaliação acontecerá sob a forma de instrumentos que verificarão o desenvolvimento de competências através das atividades práticas, elaboração de relatórios trabalhos de pesquisa individual e em grupos, discussões em seminários, prova prática e escrita. Prova 1 - 20 protos Prova 2 - 20 pontos Prova 3 - 20 pontos Seminários, Trabalhos e Grupos de discussão – 40 pontos BIBLIOGRAFIA Básica ANDRIGUETTO, PERLY, MINARDI e outros. Nutrição animal. São Paulo: Nobel, 1991. 2v. ATHIÊ, Flávia. Gado leiteiro : uma proposta adequada de manejo. São Paulo: Nobel, 1993. BATTISTON, Walter Cazellato. Gado leiteiro: manejo, alimentação e tratamento. Campinas-SP: Institut Campineiro de Ensino Agrícola, 1980. 404 p. BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1997. 273p. CAMPOS, Egladson João (Ed.). Produção e qualidade de pintos de um dia. Belo Horizonte: [s.n], 1981 362 p CAVALCANTE, S.S. Produção de suínos. Campinas, SP: Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, 1984 453p. COLE, H. H. Produccion animal. 2ed. Zaragoza-Espanha: Acribia, 1973. 898 p. GODINHO, J.F. Suinocultura: tecnologia moderada, formação e manejo de pastagens. São Paulo: Nobel 1991. CORRÊA, Afonso Nogueira Simões. Gado de corte: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa, 1996. 208 p. MEDEIRO, Luiz Pinto et al. Caprinos: princípios básicos para sua exploração. Brasília: Embrapa, 1994 177 p MILLEN, Eduardo. Zootecnia e veterinária: teoria e práticas gerais. Campinas: Instituto Campineiro d Ensino Agrícola, 1980. v.1. 409 p. MORENG, Robert E; Avens, John S.. Ciência e produção de aves. São Paulo, SP: Roca, 1990. 380 p. PEIXOTO, Aristeu Mendes (Ed.). 6º Simpósio sobre produção animal. Piracicaba-SP: Fealq, 1989. 165 p PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. Bel Horizonte, MG: FEPMVZ, 2005. 195 p PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético Aplicado à produção animal. 4º Ed. B. Horizonte,MG FEPMVZ, 2004. 607p. REGINA, Régis. Manual do produtor de ovos. São Paulo: Fundação Cargill, 43 p. ROSTAGNO, Horácio Santiago, et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. Viçosa, MG: UFV, 2005. 186p. Complementar SILVA, Iran José Oliveira. Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos. Piracicaba, SP: Fealq 1999. 247p. Simpósio sobre manejo das pastagem, 6. Piracicaba-SP: Esalq, 1980. 263 p. SOBESTIANSKY, Jurij et a. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: DF Embrapa, 1998. 388p. TEIXEIRA, Antonio Soares. Alimentos e alimentação dos animais. 4 ed. Lavras, MG: Ufla/Faepe, 1997. 402 p ZAVA, Marco Arcángelo Rafael Antonio. Produção de búfalos. Campinas-SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1987. 273 p. WIESE, Helmuth. Apicultura. 2 ed. Brasília: Embrater, 1986. 71 p. Curso de cunicultura; curso de apicultura. 4 ed. Campinas-SP: Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, 1975 371 p. 3º curso de pecuária leiteira. 2 ed. Coronel Pacheco: ANPL/Embrapa/Emater, 1984. 163 p. Revistas e periódicos de Zootecnia www.agricultura.gov.br www.embrapa.gov.br www.cna.org.br Administração Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Administração Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática - 5º Carga Horária Total 40 EMENTA Caracterização das unidades de produção agrícola. Teorias de Administração aplicadas. O processo Administrativo. As funções empresariais. Comercialização agrícola. Processo de tomada de decisões Estratégias de uso de uma propriedade agrícola dentro de um enfoque sistêmico e integrado da produção. Formas de associativismo. CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade l – Características das unidades de produção agrícola - Introdução à Administração Rural; - Características peculiares do setor agrícola; - Variáveis que afetam o setor agrícola; Unidade ll – Teorias da Adminstração aplicadas à empresa rural - Abordagem Clássica da Administração; - Abordagem Humanística da Administração; - Abordagem Sistêmica da Administração. Unidade lll – O processo Administrativo - Planejamento; - Organização; - Direção; - Controle Unidade IV – As funções empresariais na empresa agrícola _ A função produção; - A função marketing; - A função recursos humanos; - A função vendas. - A função finanças. Unidade V - Comercialização Agrícola - Estratégias de comercialização; - Margens de comercialização; - Crédito agrícola Unidade VI - O processo de tomada de decisões - Níveis de decisões; - A informação para tomada de decisão; - Feed back no processo de tomada de decisões. Unidade VII - Uso racional da propriedade agrícola; - Estratégias de diversificação; - Integração entre as unidades de produção. Unidade VIII - Assistência e extensão rural; - Associativismo; - Cooperativismo. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas; debate; trabalhos em grupo; estudos de casos; visitas técnicas RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro; data show; retro - projetor; textos PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 3 provas no valor de 25 pontos; 1 trabalho de 20 pontos; Participação 05 pontos; Total 100 pontos BIBLIOGRAFIA Básica ARAÚJO. M. J. Fundamentos de Agronegócios. São Paulo: Atlas, 2002. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro:Campus, vol. I e II, 2005. DRUCKER, Peter Ferdinand. A Administração na próxima sociedade. São Paulo: Nobel, 2003. HOFFMANN, Rodolfo; ENGLER, Joaquim de Camargo; SERRANO, Ondalva; THAMER, Antonio C. de Menezes; NEVES, Evaristo Marzabal. Administração de Empresa Agrícola. São Paulo: Pioneira, 1984. IRRIBARREM, Cilotér Clovis. Gestão da propriedade rural. Disponível em: . Acesso em 26 set 2009. NANTES, José Flávio Diniz; SCARPELLI, Moacir. Gestão da Produção Rural no Agronegócio. In BATALHA, Mario Otávio (Coord.). Gestão Agroindustrial: GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. Vol. 1. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001. p. 556 – 584 [7]. Complementar Revista: AGROANALYSIS – São Paulo, EESP/FGV, 2010. Bioclimatologia Agrícola Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Bioclimatologia Agrícola Carga Horária Prática 20 Semestre: 5° Carga Horária Total 60 EMENTA Meteorologia e Climatologia Agrícola. Atmosfera Terrestre. Termodinâmica e estática do ar atmosférico Psircometria. Instrumentação meteorológica. Relações astronômicas. Radiação solar e terrestre Evapotranspiração. Secas e Veranicos.. Temperatura do ar e do solo. Umidade do ar. Evaporação e evapotranspiração. Precipitação atmosférica. Balanço hídrico. Mudanças Climáticas. CONTEUDO PROGRAMATICO Introdução à Meteorologia e Climatologia Agrícola. A atmosfera terrestre. A atmosfera terrestre; Termodinâmica e estática do ar atmosférico. Termodinâmica e estática do ar atmosférico; Dinâmica do ar atmosférico. Dinâmica do ar atmosférico; Psicrometria. Psicrometria; Aparelhos de medição de umidade do ar; Psicrômetro. Instrumentação meteorológica (psicrometria) Exercícios (psicrometria): cálculos pscrométricos, tabel psicrométrica e gráfico psicrométrico. Relações astronômicas Terra-Sol; Cosmologia; Coordenadas Celestes. Radiação Solar no sistema terra-atmosfera. Radiação Solar no sistema terra-atmosfera; Leis da Radiação (Planck, Wien e Stefan-Boltzman Radiação Solar Direta; Radiação Solar difusa. Distribuição da Radiação na superfície da Terra; Radiação Solar Direta; Radiação Solar difusa; Balanço de Radiação; Seminários: influencia do clima na produção da cana-de-açúcar; zoneamento agroclimático Evapotranspiração. Índice de seca de Palmer. Ambiência em Construções Rurais. Secas e veranicos. Mudanças Climáticas. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas em sala de aula; Apresentação de seminários pelos alunos; Leitura de materiais complementares. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro, retroprojetor, data-show e materiais complementares (resumos, livros) PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas), trabalhos em grupo e apresentação de seminários. BIBLIOGRAFIA Básica MOTA, F. S. Meteorologia Agrícola. Nobel. São Paulo: 1983.brasileiras”. Ed Nobel. 1ªEd. VIANELLO, R. L. e ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. Imprensa Universitária da UFV Viçosa: 1991 Complementar AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. Difel. São Paulo: 1986. TUBELIS, A. e NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicaçõe brasileiras. Nobel. São Paulo:1987 Controle de Plantas Daninhas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Controle de Plantas Daninhas Carga Horária Prática - Semestre: 5° Carga Horária Total 40 EMENTA Biologia de plantas daninhas. Interferência de plantas daninhas com culturas; Alelopatia; Sobrevivência multiplicação e disseminação de plantas daninhas; Manejo integrado de plantas daninhas (controle manual, mecânico, físico e biológico); Estudo dos herbicidas; Dinâmica dos herbicidas no solo; dinâmic dos herbicidas na planta; Destino dos herbicidas no ambiente. (Res. 104/2003-CEP). Controle químico conceitos relacionados aos herbicidas (nomenclatura, épocas de aplicação, caracterização química) aspectos relacionados a fisiologia dos herbicidas nas plantas daninhas e cultivadas: mecanismos d ação. Modo de ação dos herbicidas. CONTEUDO PROGRAMATICO 11234- 56- 789- Introdução Visão da importância do estudo sobre plantas daninhas O impacto das plantas daninhas no ambiente e na cultura Histórico do estudo de plantas daninhas Interferência de plantas daninhas a. Competição b. Alelopatia c. Fatores envolvidos na interferência Biologia de plantas daninhas a. Principais famílias b. Identificação de plantas daninhas Métodos de controle de plantas daninhas a. Erradicação b. Prevenção c. Mecânico d. Físico e. Biológico f. Cultural g. Químico Tecnologia de aplicação de Herbicidas Comportamento Ambiental de Herbicidas Classificação de Herbicidas 10- Absorção e Translocação de Herbicidas 11- Mecanismos de Ação de Herbicidas 12- Resistências de plantas daninhas aos Herbicidas METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas para proporcionar ao aluno os fundamentos de plantas daninhas, manejo e modo d ação de herbicidas. Aulas praticas em campo para capacitar o aluno na identificação de espécies de plantas daninhas. Seminário para capacitar o aluno no manejo de plantas daninhas em culturas anuais e perenes. Trabalho em grupo para construção de herbário de plantas daninhas RECURSOS DIDÁTICOS - Utilização de quadro negro e de data show. Uso de aula prática no campo com apresentação d equipamentos de aplicação de herbicidas, aula prática em laboratório com uso de lupa par reconhecimento de plantas daninhas. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas dissertativa abordando o assunto lecionado em aulas teóricas. Prova prática com assuntos relacionados aula teórica. Trabalhos práticos e coleção de 20 plantas daninhas. Avaliação de participação dos alunos na sala de aula BIBLIOGRAFIA Básica DEUBER, R. Ciência das plantas daninhas: Fundamentos. Jaboticabal: FUNEP, 2002. 932p. KISSMAN, K.G. Plantas nocivas e infestantes. São Paulo, BASF. Volumes: 1, 2 e 3. 2000. LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas. 6.ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2006. 179 p. RODRIGUES, R. N.; ALMEIDA, F.S. Guia de herbicidas. 5. ed. Londrina: Ed. Dos autores, 2005. Complementar Vidal, R.A. Herbicidas: mecanismos de ação e resistência de plantas. Ribás A.Vidal. Porto Alegre, 165p 1997. Correção e Adubação do solo e da Planta Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Correção e Adubação do solo e da Semestre: Planta Carga Horária Prática 20 5º Carga Horária Total 60 EMENTA Identificação de fatores limitantes à produção agrícola relacionados a característica químicas do solo, como acidez, elementos nocivos, deficiência e toxidez de nutrientes correção e adubação via solo e foliar, considerando o solo, a planta e os recurso naturais. CONTEUDO PROGRAMATICO Análise química do solo e da planta, amostragem e interpretação dos resultado de análise de solo e foliar; Características dos corretivos, reações dos corretivos no solo, cálculo da necessidade e quantidade de calagem e gessagem; Recomendação dos corretivos para as principais culturas anuais e perenes considerando as reações que ocorrem no solo (acidez do solo), troca de cátion e relação entre nutrientes; Reações dos corretivos no solo: correção da acidez ativa e potencial. Principais fertilizantes minerais e orgânicos: origem, características físicas químicas e físico-químicas (macronutrientes e micronutrientes); Formulação de fertilizantes mistos: com ou sem carga; Recomendações de adubação para culturas anuais e perenes (via solo e foliar). METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas; Trabalho prático (coleção de adubos simples e formulados); RECURSOS DIDÁTICOS Exposição do conteúdo no quadro negro; Projeção de transparências; Visita técnica. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações escritas (90%) Trabalho em grupo (coleção de adubos) (10%) BIBLIOGRAFIA Básica COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, Lavras. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p. Antônio Eduardo Furtini Neto, Fabiano Ribeiro do Valle, Álvaro Vilela de Resende, Liuz Roberto Guimarães Guilherme, Geraldo Aparecido de Aquino Guedes. Fertilidade do solo. 2001, 252p. UFLA/FAEPE. (Texto Acadêmico) Complementar RAIJ, Bernardo Van. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba-SP: Agronômica Ceres, 1991. 343 p. Genética na agropecuária Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Genética na agropecuária Carga Horária Prática 40 Semestre: 5 Carga Horária Total 80 EMENTA Introdução à Genética. Bases químicas da herança. Gene e cromossomos. Herança citoplasmática Mutações e reparo biológico. Divisões celulares. Alterações cromossômicas. Padrões de Herança Probabilidade e Grau de concordância. Ligação gênica, crossing-over. Determinação do sexo e herança relacionada ao sexo. Genética de populações. Genética quantitativa. Genética molecular CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Introdução à Genética 1.1. Conceito 1.2. Histórico 1.3. Importância 1.4. Áreas 2. Bases químicas da herança 2.1. DNA – Estrutura e replicação 2.2. RNA – Transcrição e processamento 2.3. Proteínas e sua síntese 2.4. Regulação da transcrição gênica 3. Genes e cromossomos 3.1. Estrutura 3.2. Características 4. Herança citoplasmática 4.1. Cromossomos organelares 5. Mutações e reparo biológico 5.1. Tipos de mutações 5.2. Conseqüências das mutações 5.3. Vias de reparo 6. Divisões celulares 6.1. Mitose 6.2. Meiose 7. Alterações cromossômicas 7.1. Numéricas 7.2. Estruturais 8. Padrões de Herança 8.1.Princípios Mendelianos (Herança Monohíbrida e Dihíbrida) 8.2. Interação gênica (Dominância completa e incompleta, Co-dominância, Complementação, Epistasia Supressores) 8.3. Alelismo múltiplo 9. Probabilidade e Grau de concordância 9.1. Leis de probabilidade 9.2. Expressão binomial 9.3. Aplicação genética do binomio 9.4. Teste do qui-quadrado a sua aplicação 10. Ligação gênica, crossing-over 10.1. Conceito 10.2. Importância 11. Determinação do sexo e herança relacionada ao sexo 11.1. Cromossomos sexuais 11.2. Diferenciação sexual 11.3. Herança ligada ao sexo 11.4. Herança limitada ao sexo 12. Genética de populações 12.1. Freqüência genotípica 12.2. Freqüência alélica 12.3. Equilíbrio Hardy-Weinberg 12.4. Fatores que afetam a gênica 13. Genética quantitativa 13.1. Características qualitativas e quantitativas 13.2. Conceitos de estatística (média, variância, covariância, correlações, regressão) 13.3. Divisão das variâncias 13.4. Herdabilidade 14. Genética molecular 14.1. Organismos Transgênicos 14.2. Genômica 14.3. Marcadores moleculares METODOLOGIA DE ENSINO Textos, Apostilas, Exercícios e Seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro, Projetor multimídia (slides), PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações escritas, listas de exercícios, seminários e trabalhos em grupo. BIBLIOGRAFIA Básica RAMALHO, M. et al. Genética na Agropecuária. 4ª ed., Editora Globo/UFLA, Lavras. 1990. VIANA, José Marcelo Soriano. et al. Genética - Vol. 1 – Fundamentos. 2ª ed., Editora UFV, Viçosa. 2003 Complementar GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à Genética. 8ª ed., Guanabara Koogan. 2006. BURNS, G.W. e BOTTINO, P. J. Genética . 6ª ed., Guanabara Koogan. 1991. NICHOLAS, F.W. Introdução à Genética Veterinária. Editora Artes Médicas Sul. 1999 OTTO, P. G. Genética Básica para Veterinária. 4ª ed., Roca. 2006 Gestão Ambiental Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Gestão Ambiental Semestre: Carga Horária Prática - 5 Carga Horária Total 40 EMENTA Conceitos sociais elementares, O poder de Policia, A tutela estatal ambiental, A gestão Ambienta conceitos e aplicações cotidianas. Relações externas e Internas. Monitoria Ambiental. Auditoria ambiental. ISO 14000, controladoria de documentos. Aplicação pratica. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 – ELEMENTOS SOCIAIS ELEMENTARES - Ditados populares - Moral - Ética - Direito 2 – O PODER DE POLICIA - A atuação estatal - a liberdade e a propriedade na legislação nacional - O Estado como fiscal 3 – A TUTELA ESTATAL AMBIENTAL - Tutela civil - Tutela penal - Tutela Administrativa 4 – DA GESTÃO AMBIENTAL: - Conceitos cotidianos - Relações externas e internas - capacitação empresarial - módulos de gestão - desenvolvimento sustentável - auditoria ambiental - monitoria ambiental - controladoria ambiental - documentação - ISO 14000 - aplicação pratica de gestão ambiental METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas objetivando a analise e o debate crítico; Atividades individuais e em grupo, em classe e extraclasse; Debates e discussões sobre o conteúdo e textos apresentados; Elaboração e apresentação de trabalhos de pesquisa e Estudos dirigidos. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro e pincel; Retroprojetor; Data Show; Jornais, livros e Revistas; Visitas técnicas na Biblioteca. Visita ao campo e em empresas PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - apresentação de trabalhos individuais e em grupo - participação em debates em sala de aula e em atividades extra classe - avaliações escritas - assiduidade e freqüência BIBLIOGRAFIA Básica ANTUNES, Paulo Bessa. Curso de Direito Ambiental. 5ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2001. BARREIRA, Péricles Antunes, Trabalho de Mestrado pela UFGO (2005) CARNEIRO, Ricardo. Direito Ambiental: Uma Abordagem Econômica. Rio de Janeiro: Forense, 2001. Congresso Internacional de Direito ambiental. São Paulo: 2001. “O Futuro do Controle da Poluição e da Implementação Ambiental.” Organização:Antônio Hermann Benjamin e José Carlos Meloni Sicolli. FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2000. FREITAS, Vladimir Passos de. A Constituição Federal e a Efetividade das Normas Ambientais. Sã Paulo: Revista dos Tribunais, 2000. _______, Vladimir Passos e FREITAS, Gilberto Passos. Crimes contra o Meio Ambiente. SP: Revist Dos Tribunais, 2001. GUERRA, Isabella Franco. Ação Civil Pública e Meio ambiente. Rio de Janeiro: Forense, 2000. LEITE, José Rubens Morato. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. Revista do Tribunais, 2000. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 7ª ed. São Paulo: Malheiros, 1998. MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Ação Civil Pública em Defesa do Meio Ambiente, do Patrimônio Cultural E dos Consumidores. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001. MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. São Paulo: Revista Dos Tribunais, 2000. MORAES, Luís Carlos da Silva. Curso de Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2001. ______, Luís Carlos Silva de. Código Florestal Comentado. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2001. MUKAI, Toshio. Directo Urbano-Ambiental brasileiro. São Paulo: Dialética, 2002. PRADO, Alexandra Rapáis Mascareñas. Proteção Penal do Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2000. PRADO, Luiz Regis. Crimes Contra o Meio Ambiente. 2ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2.000. REBELLO FILHO, Wanderley e BERNARDO, Christine. Guia Prático de Direito Ambiental. 2ª ed. Ri de Janeiro, 1999. SILVA SOARES, Guido Fernando. Direito Internacional do Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2001. SILVA, Vicente Gomes da. Legislação Ambiental Comentada. Belo Horizonte: Forum, 2002. SIRVINSKAS, Luís Paulo. Manual de Direito Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2002. SIRVINSKAS, Luís Paulo. Tutela Penal do Meio Ambiente. São Paulo: Saraiva, 2002. SOUZA, Marcelo Pereira de, Instrumentos de Gestão Ambiental, Fundamentos e pratica. São Paulo: Riani Costa, 2000 Complementar ALMEIDA, Josimar Ribeiro; MELLO, Claudia S. e CAVALC ANTI, Yara. Gestão Ambiental. Rio d Janeiro: Thex, 2000. FINK, Daniel Roberto et alii. Aspectos Jurídicos do Licenciamento Ambiental. Rio de Janeiro Forense, 2002. GRAYSON, David e HODGES, Adman. Compromisso Social e Gestão Empresaria. São Paulo Publifolha, 2002. MORAES, Luís Carlos. Código Florestal Comentado. São Paulo; Atlas, 2002. MOURA, Luís Antônio Abdala. Qualidade & Gestão Ambiental. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002. RIBAS, Luiz César. A Problemática Ambiental. São Paulo: Direito, 1999. SAMPAIO, Francisco José Marques. Responsabilidade Civil e Reparação de Danos ao meio Ambiente. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 1998. VARELLA, Marcelo Dias e BORGES, Roxana Cardoso B. ( Org. ). O Novo em Direito Ambiental. BH Del Rey, 1998. VITERBO JÚNIOR, Ênio. Sistema integrado de gestão ambiental. São Paulo: Aquariana, 1998. WAINER, Anna Helen. Legislação Ambiental Brasileira. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999 Irrigação e Drenagem I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Irrigação e Drenagem I Semestre: Carga Horária Prática 20 5º Carga Horária Total 60 EMENTA Importância da irrigação para a agricultura. Principais características da agricultura irrigada. Situaçã atual e perspectivas. A importância da água na produção vegetal. A constituição do solo. Armazenament de água no perfil do solo. Disponibilidade da água no solo. Métodos e sistemas de irrigação. Irrigação po aspersão. Irrigação localizada. Manejo do Pivô Central. CONTEUDO PROGRAMATICO 1ª parte: Relação água-solo-planta-atmosfera; 2ª parte: Irrigação por Aspersão (irrigação convencional); 3ª parte: Irrigação Localizada: Gotejamento; 4ª parte: Irrigação Localizada: Microaspersão 5ª parte: Manejo do sistema de Irrigação por Pivô Central METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas; - Aulas práticas em campo. RECURSOS DIDÁTICOS - Quadro, retroprojetor e data-show. - Materiais de irrigação (aspersão, gotejamento, microaspersão, pivô central) PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Provas teóricas. - Avaliações práticas e participação do aluno em aulas práticas. - Trabalhos teóricos escritos. BIBLIOGRAFIA Básica 1) BERNARDO, S. Manual de Irrigação. UFV-Imprensa Universitária Viçosa 6 edição 1995. 657p. 2) DAKER, Alberto. A água na agricultura. 7. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987-1988. 3 v. 3) REICHARDT, Klaus. Relação no sistema solo-planta-atmosfera. 4.ed. Piracicaba, SP: Fundaçã Cargill, 1985. 445P.; 4) OLITTA, Antônio Fernando Lordelo. Os métodos de irrigação. São Paulo: Nobel, 1977-87. 267p Sementes I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Sementes I Semestre: 5 Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Carga Horária Total 40 20 60 EMENTA Importância das sementes no contexto agrícola; Embriologia; Fisiologia de sementes e germinação Dormência; Fatores que afetam a produção de sementes; Testes de qualidade em sementes; Instalaçã de campos de produção de sementes; Classes de sementes; Tratamento de sementes; Produção d sementes assexuais. CONTEUDO PROGRAMATICO - Importância das sementes na agricultura. População mundial versus demanda de alimentos; - Definição de semente botânica e não botânica. - Embriologia. Formação da flor, processos reprodutivos e processos de macro e microesporogênese; - Fisiologia de sementes. Germinação, dormência e fatores que afetam estes processos; - Testes de qualidade em sementes. Testes de qualidade genética, fisiológica, sanitária e pureza. Regr para análise de sementes (RAS). - Fatores que afetam a produção de sementes. Efeito do clima, solo, topografia e fatores fitotécnicos; - Instalação de campos de produção de sementes: legislação, metodologias, tamanho dos campos. - Classes de sementes: Genética, Básica e Certificada; - Tratamento de sementes: objetivos, principais métodos, equipamentos e produtos utilizados. Principai espécies tratadas quimicamente - Produção de sementes assexuais: Sistema de produção de batata-semente. METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas. RECURSOS DIDÁTICOS - Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Os alunos serão avaliados por meio de: * Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre; * Testes ao final da aula; * 1 trabalho para apresentação oral e escrita; * Coleção de sementes BIBLIOGRAFIA CARVALHO N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 588 p. Editora FUNEP. 2000. FERREIRA A. G.; BORGHETTI, F. Germinação: Do básico ao aplicado. Editora ArtMed. 2004. 323. ZAMBOLIM L. Sementes: qualidade fitossanitária. 502p. Editora UFV. 2005. APPAZZATO DA GLÓRIA B.; GUERREIRO S. M. C. Anatomia Vegetal. 2º edição revista e atualizada. 438 p. 2006 Complementar LAWRENCE, O. C.; MCDONALD M. F. Principles of seed science and technology. New York. 3º ed. 1995. 409 p. TOLEDO, F. F.; MARCOS FILHO. Manual das sementes: Tecnologia da Produção., M. 224 p. 1997. GUIMARÃES, R. M.; OLIVEIRA, J. A. Produção e tecnologia de sementes – Desenvolvimento e formação de sementes e plântulas. 1997. 97 p. Texto Acadêmico UFLA. Periódicos - Revista Brasileira de Sementes; - Revista Brasileira de Armazenamento; - Revista Horticultura Brasileira; - Scientia Horticulturae - Pesquisa Agropecuária Brasileira - Informe Agropecuário Sites www.agricultura.gov.br www.ima.mg.gov.br www.pioneersementes.com.br www.sakata.com.br/institucional www.horticeres.com.br www.sementesfeltrin.com.br Silvicultura I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Silvicultura I Semestre: Carga Horária Prática 20 5 Carga Horária Total 60 EMENTA Conceito e importância da silvicultura. Noções de Ecologia Florestal e dendrologia. Melhoramento e enriquecimento de matas naturais. Seleção de espécie para plantio. Sementes e viveiro floresta Implantação florestal. Sistemas silviculturais. Classificação de povoamentos. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Terminologia Florestal 2 Processo de seleção de espécies 2.1 Floresta produção 2.2 Floresta de proteção 3 Viveiro de mudas 3.1 Tipos de viveiros 3.2 Localização dos viveiros 3.3 Produção de mudas 3.4 Produção de sementes 3.5 Tratos silviculturais 3.6 Métodos de propagação 4 Implantação de povoamentos florestais 4.1 Demarcação da área 4.2 Limpeza do terreno 4.3 Combate às formigas cortadeiras 4.4 Preparo do solo 4.5 Espaçamento de plantio 4.6 Métodos de plantio 4.7 Replantio 4.8 Adubação 4.9 Controle da vegetação invasora 5 Classificação de povoamentos 6 Sistemas silviculturais 6.1 Sistema porta semente 6.2 Sistema de cobertura 6.3 Talhadia 6.4 Sistema de enriquecimento 6.5 Plantio por mudas METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Visitas técnicas RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação escrita Relatório de aula prática Apresentação de seminário BIBLIOGRAFIA Básica Charles, J. T. Introdução a Silvicultura Tropical. Rio de Janeiro, 1969. Galvão, A. P. M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais Colombo, Embrapa Floresta, 2000. Haag, H. P. Nutrição mineral de Eucalyptus, Pinus, Araucária e Gmelina no Brasil. Campinas, Fundação Cargil, 1983. Complementar Alfenas, A. C. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa, UFV, 2004. Lorenzi, H. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2002. Bromatologia Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Bromatologia Semestre: Carga Horária Prática 20 6o Carga Horária Total 60 EMENTA Determinação da composição química do alimento, como umidade, lipídeos, proteínas, fibras, sai minerais e glicídeos, e a função destes compostos. CONTEUDO PROGRAMATICO 1.Determinação da composição centesimal de alimentos 1.1 Determinação de umidade 1.2 Determinação de extrato etéreo 1.3 Determinação da fração protéica 1.4 Determinação de cinzas 1.5 Determinação da fração fibra 1.6 Determinação da fração glicídica - ENN 2. Determinação de acidez em alimentos 2.1 Determinação de acidez titulável 2.2 Determinação de pH METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas; - Aulas práticas em laboratório. - Leitura de livros e artigos científicos para confecção dos relatórios. RECURSOS DIDÁTICOS - Quadro, retroprojetor e data-show. - Laboratório de análises de alimentos com reagentes, vidrarias e equipamentos necessários. - Uso de biblioteca. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será através da apresentação de relatórios de aulas práticas, pesquisa participação, realização de avaliações escritas. BIBLIOGRAFIA Básica CECCHI, HELOISA MÁSCIA. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Campinas UNICAMP, 2003. INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz. V.1. São Paulo: O Instituto 1985. MACEDO, J.A. B. Métodos Laboratoriais de análises físico-químicas e microbiológicas. 3º ed. Bel Horizonte: CRQ, 2005. SILVA, D.J.; QUEIROZ, A. C. de. Análise de alimentos - Métodos químicos e biológicos. 3ed. Viçosa: UFV, 2002. 235p. Complementar AOAC (Association of Official Analytical Chemists). Official methods of analysis. 11th ed., Washington 1970. 1015p. BOBBIO, F. BOBBIO, A. Manual de laboratório de Química dos Alimentos. São Paulo: Varella, 2003. FRANCO, G. Tabela de Composição Química de Alimentos.. 9º Edição. São Paulo: Atheneu, 2002. MORITA, T.; ASSUNPÇÃO, R.M.V Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. São Paulo: Edgar Blucher Ltda. 2003. Melhoramento Genético de Plantas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Melhoramento Genético de Plantas Carga Horária Prática - Semestre: 6° Carga Horária Total 40 EMENTA Recursos Genéticos Vegetais, Melhoramento Genético de Plantas, Métodos de Melhoramento de plantas Autógamas, Métodos de Melhoramento de plantas Alógamas, Aplicações do Melhoramento Genético de Plantas, Ferramentas para o Melhoramento Genético de Plantas. CONTEUDO PROGRAMATICO - Importância do Melhoramento Genético de Plantas - Definições em Melhoramento Genético de Plantas - Evolução das espécies cultivadas - Recursos Genéticos Vegetais - Centros de Diversidade. - Erosão e Vulnerabilidade Genética. - Bancos de Germoplasma (Tipos de Coleções). - Revisão sobre reprodução de plantas. - Bases genéticas do Melhoramento Genético de Plantas - Seleção de Genitores. Tipos de Cruzamentos. - Tipos de Cultivares. - Métodos de Melhoramento de plantas autógamas - Métodos de Melhoramento de plantas alógamas - Resistência de plantas a pragas e doenças - Aplicações da biotecnologia no Melhoramento Genético de Plantas - Perspectivas do Melhoramento Genético de Plantas METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Visitas técnicas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 40 pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e um conjunto de trabalhos (resumos, relatórios, questionários) realizado individualmente, no valor de 10 pontos. BIBLIOGRAFIA Básica Allard, R.W. Princípios do Melhoramento Genético de Plantas. Rio de Janeiro: USAID, 1971. 381 p. Borém, A.; Miranda, G. Melhoramento de Plantas. Viçosa: Editora UFV, 2009. 529 p. Mendes, A.N.G.; Bueno, L.C.S.; Carvalho, S.P. Melhoramento genético de plantas – Princípios e Procedimentos. Lavras: Editora UFLA, 2006. 319 p. Complementar Ramalho, M.A.P.; Santos, J.B.; Pinto, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Lavras: Editora UFLA, 2004. 472 p. TORRES, A. C.; CALDAS, L. S. e BUSO, J. A. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília: EMBRAPA, 1998. v.1. p.509. Entomologia geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Entomologia geral Semestre: Carga Horária Prática 20 6º Total 60 EMENTA Metodologia para coleta e coleção de insetos. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Morfologi externa do corpo do inseto. Nomenclatura zoológica. Ordens de insetos. Anatomia e fisiologia interna. CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade 1. Introdução 1.1. Conteúdo geral da disciplina 1.2. Metodologia de ensino 1.3. Sistema de avaliação 1.4. Bibliografia básica Unidade 2. Coleção de insetos 2.1. Organização geral de uma coleção entomológica: coleta, sacrifício, montagem e conservação de insetos. Unidade 3: Classificação, reprodução e desenvolvimento dos insetos 3.1. Os insetos no reino Animal. Características do filo Arthropoda. A classe Insecta. Insetos: importância e sucesso biológico. 3.2. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Ecdise e metamorfose. 3.3. Tipos de larvas e pupas. Unidade 4. Morfologia externa do corpo do inseto. 4.1. Divisão do corpo do inseto: cabeça, tórax e abdome. 4.2. Estudo da cabeça: Tipos de antenas 4.3. Estudo da cabeça: Tipos de aparelho bucal 4.4. Estudo do tórax: constituição típica e apêndices torácicos. 4.5. Tipos de pernas 4.6. Tipos de Asas 4.7. Estudo do abdome: características gerais e apêndices. Unidade 5. Nomenclatura zoológica e divisão dos insetos em ordens 5.1. Noções de Nomenclatura zoológica. 5.2.Ordens Orthoptera e Isoptera. 5.3. Ordens Thysanoptera e Odonata 5.4. Ordens Dermaptera e Neuroptera. 5.5. Ordem Hemiptera 5.6. Ordem Lepidoptera. 5.7. Ordem Diptera. 5.8. Orden Coleoptera 5.9. Ordem Hymenoptera. Unidade 6. Morfologia e anatomia interna. 6.1. Aparelhos digestivo e circulatório 6.2. Aparelhos respiratório e reprodutor. 6.3. Sistemas nervoso e glandular. METODOLOGIA DE ENSINO Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow e retroprojetor. Aulas práticas com uso d microscópio estereoscópico para observação de partes do corpo do inseto e uso de chave dicotômica para classificação de insetos preservados a seco ou álcool. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas individuais, coleção entomológica e provas práticas com insetos preservados a seco. BIBLIOGRAFIA Básica: - Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.; Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S. & Omoto, C. 2002. Entomologia Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p. - Borror, D.J. & DeLong, J. Introdução ao Estudo dos Insetos. 1969. Rio de Janeiro, Programa de Publicações Didáticas, 653 p. - Ribeiro-Costa, C.S. & Rocha, R.M. 2006. Invertebrados – manual de aulas práticas. Ribeirão Preto, Editora Holos, 271 p. Complementar: - Lara, F.M. Princípios de Entomologia. 1979. Piracicaba, Livroceres, 295 p. - Carrera, M. Entomologia para Você. 1980. 7ª. Edição, São Paulo, Ed. Nobel, 185 p. - Mariconi, F.A.M. 1977. Insetos daninhos às plantas cultivadas. São Paulo, Ed. Nobel, 123 p. - Vilela, E.F.; Della Lucia, T.M.C. 1987. Feromônios de insetos: biologia, química e emprego no manejo de pragas. Viçosa, Ed. UFV, 155p. Fitopatologia Geral Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Fitopatologia Geral Carga Horária Prática 20 Semestre: 6º Carga Horária Total 60 EMENTA Histórico da fitopatologia e importância das doenças de plantas. Terminologias peculiares (conceitos) d fitopatologia. Natureza e classificação das doenças de plantas. Sintomatologia e diagnose de doença em vegetais (postulados de Koch). Ciclo das relações patógeno-hospedeiro em diferentes patossistemas Princípios básicos de epidemiologia e controle de doenças de plantas. Identificação, isolamento caracterização e transmissão dos patógenos. Variabilidade genética de fitopatógenos. Noções sobr patologia de sementes. CONTEUDO PROGRAMATICO Apresentação (professor e alunos); apresentação do plano de curso; exposição de metodologias e técnicas de avaliação; a interrelação da Fitopatologia e disciplinas afins; a importância da Fitopatologia no âmbito da agricultura moderna e sustentável; conceituação e terminologias de uso comum. Histórico da Fitopatologia; as linhas de pesquisa relacionadas à Fitopatologia; interferência de fitopatógenos na produção e qualidade dos produtos agrícolas; patógenos de plantas: fungos, bactérias, vírus e nematóides. Fungos: Importância e classificação; reinos Protista, Chromista e Fungi; morfologia e biologia dos principais fungos fitopatogênicos pertencentes aos reinos Protista, Chromista (Oomycota) e Fungi (Chytridiomycota; Zygomycota; Ascomycota e anamorfos; Basidiomycota). Nematóides fitopatogênicos: Importância dos nematóides na agricultura; aspectos biológicos; gêneros de maior importância no Brasil; disseminação, sobrevivência e medidas de controle; aspectos morfológicos; técnicas de extração; os nematóides e o ambiente do solo. Bactérias fitopatogênicas: Importância econômica e classificação; anatomorfologia e suas implicações correlatas; sintomatologia, disseminação, penetração, colonização e sobrevivência. Vírus e viróides: importância e características dos vírus de plantas; estrutura do fitovirus: composição química e morfologia; nomenclatura e principais grupos de vírus e viróides que infectam plantas; sintomatologia e transmissão dos fitovírus; medidas gerais de controle das viroses de plantas; reconhecimento em campo de viroses de importância econômica. Parasitismo e patogenicidade; ciclo das relações patógeno/hospedeiro (inoculação, penetração, colonização, disseminação e sobrevivência dos patógenos); princípios gerais de controle de doenças de plantas: exclusão, erradicação, resistência, proteção, terapia; epidemiologia e manejo; variabilidade genética de fitopatógenos. Postulados de Koch; inoculação artificial de fitopatógenos; preparações microscópicas; preparo e aplicação de fungicidas. Doenças de grande importância econômica; perdas e danos ocasionados por doenças de plantas; classificação de doenças; sintomatologia: os sintomas morfológicos, os sinais e sua importância na diagnose. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas em laboratório; Aplicação de exercícios individuais e em grupos; Visitas ao campo; Trabalhos de pesquisa, com apresentação na forma de seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro de giz, datashow, notebook, retroprojetor, microscópios estereoscópios, microscópios compostos reagentes e utensílios e equipamentos de laboratório. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalho, seminários e relatórios. - Detalhamento do sistema: - 05 notas no valor de 20 pontos cada uma, obtendo-se a soma das cinco. BIBLIOGRAFIA Básica AGRIOS, G.N. 1997. Plant Pathology (4th. ed.), Academic Press, San Diego, 635 pp. BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H. & AMORIM, L. (eds.) 1995. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 1. 929 pp. BLUM, L.E.B.; CARES, J.E.; UESUGI, C.H. 2007. Fitopatologia: O estudo das doenças de plantas. Otimismo, Brasília, 265 pp. Complementar ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas. 7. ed. [s.l.]: Andrei, 2005. 1142 p. BERGAMIN FILHO, A. & AMORIM, L. 1996. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle econômico. CERES: São Paulo, 299p. CAMPOS, V.P. 1999. Manejo de doenças causadas por fitonematóides. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 106 pp. DEACON, J.W. 1997. Modern Mycology (3rd. ed.). Blackwell Science, Oxford, 302 pp. FIDALGO, O. & FIDALGO, M.E.P.K. 1967. Dicionário Micológico. Rickia Supl. 2, 232 pp. FIGUEIRA, A.R. 2000. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças viróticas. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 106 pp. KENDRICK, W.B. 1992. The fifth kingdom. 2nd. ed., Mycologue Publications, Waterloo, Canada, 406 pp. KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. & REZENDE, J.A.M. (eds.) 1997. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 2. 774p. MATTHEWS, R.E.F. 1991. Plant virology. Academic Press, San Diego, 3rd. Ed., 835 pp. MENDES, M.A.S. (ed.) 1998. Fungos em plantas do Brasil. EMBRAPA, Brasilia DF, 569 p. MENEZES, M. & OLIVEIRA, S.M.A. 1993. Fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária, Recife PE, 277 p. MENEZES, M. & SILVA-HANLIN, D.M.W. 1997. Guia prático para fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária, Recife PE, 106 p. POZZA, E.A. & ALVES, E. 1999 Princípios e conceitos em manejo de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras MG, 68p. POZZA, E.A. 2000. Manejo de epidemias de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras-MG, 91p. REIS, E.M.; REIS, A.C.; FORCELINI, C.A. 2007. Manual de fungicidas. Guia para o controle químico de doenças de plantas. Passo Fundo: Editora Universidade de Passo Fundo. 153 p. ROMEIRO, R.S. 1995. Bactérias fitopatogênicas. Editora UFV, Viçosa MG, 283 p. ROMEIRO, R. da S. Controle biológico de doenças de plantas: fundamentos. Viçosa: UFV, 2007a. 269p. SOUZA, R.M. 1999. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças bacterianas. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 52 p. ZAMBOLIM, Laércio (ed.). Manejo integrado: doenças, pragas e plantas daninhas. Viçosa (MG): UFV, 2000. 416 p. ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças. v.1. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879. ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças. v.2. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879. PERIÓDICOS: Tropical Plant Pathology, editada pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia - SBF, Brasília DF. Summa Phytopathologica, editada pelo Grupo Paulista de Fitopatologia - GPF, Jaboticabal SP. Phytopathology, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA. Plant Disease, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA. Floricultura e Paisagismo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Floricultura e Paisagismo Carga Horária Prática 20 Semestre: 6º Carga Horária Total 60 EMENTA A. Floricultura: Introdução à floricultura; Multiplicação e propagação de plantas floríferas e ornamentais; Floricultura tropical; Produção de flores de corte, plantas ornamentais ou mudas; Cultura das principais flores de corte e de plantas floríferas ou ornamentais cultivadas e comercializadas em vasos ou em mudas. B. Paisagismo: Introdução e histórico; Estilos de jardins; Os elementos e suas características; Noções gerais de composição artística; Macropaisagismo; Micropaisagismo. CONTEUDO PROGRAMATICO A-Floricultura 1- Introdução 2 -Propagação 2.1 – propagação sexual 2.2 – propagação assexual ou vegetativa 2.2.1 -processos naturais de propagação assexual Bulbos, cormos, rizomas, tubérculo, raízes tuberosas, estolhos ou estolões, bulbilhos aéreos, rebentos e filhotes, folhas, esporos. 2.2.2 - processos artificiais de propagação assexual Estaquia, mergulhia, alporquia, enxertia, cultura de tecidos ou micropropagação 3 - floricultura tropical 3.1- perfil técnico do agronegócio 3.2 -cultivo das principais espécies 4 - floricultura de clima temperado 4.1 - perfil técnico do agronegócio 4.2 - cultivo das principais espécies (rosas, crisântemos e gladíolos) B - Paisagismo 1 - Conceito e importância. 2 - Histórico da arte dos jardins. 3 - Elementos de trabalho: plantas ornamentais (árvores, palmeiras, arbustos, herbáceas, forrações gramados, trepadeiras), materiais arquitetônicos, características dos elementos, composição artística. 4 - Implantação do projeto. 5 - Manejo do jardim. 6 - Jardim rural. 7 - Macropaisagismo. 8 – Micropaisagismo. 9 - Arborização de ruas. METODOLOGIA DE ENSINO Ensino por módulos; Discussão dirigida; Seminários; Aulas práticas. RECURSOS DIDÁTICOS Projetor data show; computador; quadro; viveiro de jardinocultra; plantas ornamentais do campus; impressos (livros, apostilas, textos). PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas escritas, relatórios, simulações, trabalhos e seminários. BIBLIOGRAFIA Básica BARBOSA, A. C. S. Paisagismo, jardinagem & plantas ornamentais, 5a Ed. São Paulo: Iglu Editora 1989, 231p. LIRA FILHO, J. A. Paisagismo - Princípios básicos, Série planejamento paisagístico, Ed. Aprenda Fáci Viçosa, 2001, 166p. LIRA FILHO, J. A. Paisagismo - Elementos de Composição e Estética, Série planejament paisagístico, Ed. Aprenda Fácil, Viçosa, 2002, 194p. BARBOSA, A.C.S. Características das espécies ornamentais. Ediflora Comercial de Livros Ltda. São Paulo-SP. 2ª ed. 2001. 365p. LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3 ed. rev. e ampl. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2005. PAIVA, P.de O.D. PAISAGISMO. Conceitos e Aplicações. Lavras: Editora UFLA, 2008. 608p. Complementar Informe Agropecuário, Belo Horizonte: EMAPIG, v. 26, n. 227, p. 30-35, 2005. Sites úteis: www.hortibras.com.br www.ibraflor.com.br www.aflori.com.br Forragicultura Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Forragicultura Semestre: Carga Horária Prática 0 6º Carga Horária Total 40 EMENTA IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS FORRAGEIRAS: CARACTERIZAÇÂO DAS PRINCIPAIS GRAMÍNEAS E LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS TROPICAIS; FATORES CLIMÁTICOS E PRODUÇÃO FORRAGEIRA VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS FORRAGEIRAS; CARACTERÍSTICAS MORFOFISIOLÓGICAS DAS FORRAGEIRAS; FORMAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS; CONSORCIAÇÃO DE PASTAGENS CONSERVAÇÃO DE FORRAGENS NAS FORMAS DE SILAGEM E FENO. CONTEUDO PROGRAMATICO PROGRAMA E AVALIAÇÕES, BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA, CENÁRIO E IMPORTÂNCIA DAS PASTAGENS NA PECUÁRIA NACIONAL, CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DOS PRICIPAIS GÊNEROS DE GRAMÍNEAS E LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES FORRAGEIRAS, MORFOFISIOLOGIA DE FORRAGEIRAS, FORMAÇÃO E ESTABELECIMENTO DE PASTAGENS, PRÁTICAS AGRONÔMICAS; ADUBAÇÃO, ESCOLHA DE SEMENTES, CONSORCIAÇÃO DE PASTAGENS, MANEJO DE PASTAGENS: PRINCÍPIOS; OBJETIVOS; SISTEMAS DE PASTEJO; TERMINOLOGIA TÉCNICA, TAXA DE LOTAÇÃO; CAPACIDADE DE SUPORTE. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas e demonstrativas das principais plantas forrageiras e sua finalidade e utilização na alimentação animal. Datashow Retroprojetor Quadro negro Giz RECURSOS DIDÁTICOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO (3) avaliações sendo (15, 20 e 15) pontos cada. 1 Apresentação de trabalho em grupo ( 25 pontos) e coleção de plantas em escicatas em grupo (15) pontos e 10 pontos de Presença e participação individua BIBLIOGRAFIA Básica: BENEDETTI, E. Leguminosas na Produção de Ruminantes nos Trópicos. 2005. AGUIAR, A. P. Manejo de pastagens, 2000. EVANGELISTA, A.R., ROCHA, G. P. / FORRAGICULTURA / UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS / FAEPE / 1998. Complementar: PERIÓDICOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE PRODUÇÃO ANIMAL REVISTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA BOGDAM, A. V. / TROPICAL PASTURE AND FODDER PLANTS, LONDRES, LONGMAN, 1977 Irrigação e Drenagem II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Irrigação e Drenagem II Carga Horária Prática 20 Semestre: 6º Carga Horária Total 60 EMENTA Histórico e difusão da irrigação; métodos de irrigação; sistematização de terreno para irrigação; irrigação por sulcos; irrigação por faixa; irrigação por inundação; sistemas de drenagem e projetos de irrigação e drenagem CONTEUDO PROGRAMATICO A. Histórico e difusão da irrigação B. Recomendações sobre licenciamento ambiental C. Métodos de irrigação: 1. Considerações gerais; 2. Critérios de escolha. 3. Vantagens e desvantagens dos diversos métodos de irrigação; 4. Classificação dos diversos métodos de irrigação e seus sistemas. D. Importância e viabilidade de uso das Técnicas de Irrigação no Agronegócio. E. Qualidade d’água para irrigação F. Quantidade de água necessária para os diversos sistemas de irrigação, dotação de rega G. Métodos de determinação de vazão para projetos de irrigação H. Determinações de vazão para projetos de irrigação I. Sistematização de terreno para elaboração de projetos de irrigação por superfície: 1. Considerações gerais e sua importância para os diversos projetos de irrigação 2. Levantamento Topográfico 3. Cálculos e determinação das curvas de nível de um terreno 4. Determinação (posição e cota) do Centróide 5. Declividade que melhor se adapta ao terreno 6. Ajustamento de Corte e Aterro 4. Cálculo do Volume de Terra 5. Marcação de Corte e Aterros no Terreno 6. Máquinas e equipamentos utilizados 7. Dimensionamento de máquinas para sistematização 8. Custo da sistematização J. Barragens de terras e canais de irrigação de terra e revestidos L. Dimensionamento de moto-bombas e funcionamento M. Sistemas de irrigação por sulco: 1. Características dos sulcos 2. Determinação do comprimento máximo do sulco 3. Dimensionamento hidráulico dos sulcos 4. Sistemas semi-automáticos de irrigação por sulcos 5. Dimensionamento projeto de irrigação por sulcos 6. Implantação de um projeto de irrigação por sulcos N. Irrigação por faixas: 1. Características físicas das faixas 2. Dimensionamento hidráulico 3. Construção de diques 4. Dimensionamento de projeto de irrigação por faixas O. Irrigação por inundação: 1. Determinação do volume de água para irrigação 2. Planejamento da área a ser irrigada 3. Locação de estradas, canais e estruturas hidráulicas 4. Dimensionamento dos tabuleiros ou quadras 5. Manejo da água de irrigação dos projetos de irrigação por inundação 6. Projetos de irrigação por inundação intermitente e contínua P. Drenagem agrícola: 1. Definição e importância 2. Drenagem superficial 3. Drenagem subterrânea 4. Capacidade dos drenos 5. Profundidade e espaçamento dos drenos 6. Dimensionamento dos drenos METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas Apostila de exercícios (deverão ser resolvidos fora das aulas com correção nas aulas – poderá haver necessidade de aulas extras) Aulas práticas (a cada aula prática elaboração de relatório) Quadro e giz Datashow Apostilas Visitas técnicas Setores de produção RECURSOS DIDÁTICOS AVALIAÇÃO - O aproveitamento do aluno será avaliado através de 3 (três) exames parciais ( 30;22.5 e 22,5 pontos) , projeto (10 pontos), apresentação de seminários (5 pontos) e freqüência (10 pontos) e 1(um) exame final - A data de cada exame será notificada com antecedência mínima de uma semana e só ao professor cabe a decisão de alterá-la. - O rendimento final (RF) será obtido pela média aritmética de todas as avaliações. - O aluno estará aprovado por média se e somente se NF > ou = 60 BIBLIOGRAFIA Básica BERNARDO, Salassier. Manual de Irrigação / Salassier Bernardo, Antonio Alves Soares, Everardo Chartuni Mantovani. - Viçosa: Ed.UFV, 2006. 625 p.:il. Col.;27cm MILLAR, Agustin A. Drenagem de terras agrícolas. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,1978. 276p. Complementar Tecnologias mais limpas na lavoura arroz e na propriedade/Vera Regina Mussoi Macedo...(et al). Cachoeirinha: IRGA. Divisão de Pesquisa, 2007 (Boletim Técnico, 4) 40p.:color Sites Internet: http://www.agrosoft.com/ http://www.deg.ufla.br/ gpid.vila.bol.com.br Sementes II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Sementes II Semestre: 6 Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Carga Horária Total 40 20 60 EMENTA Colheita de sementes, Secagem de sementes, Beneficiamento e armazenamento de sementes Comercialização. CONTEUDO PROGRAMATICO - Colheita de sementes: identificação do ponto de maturidade fisiológica (PMF) em diferentes culturas Objetivos do processo de colheita, Marcadores morfológicos no PMF. - Planejamento da colheita de sementes e fatores que interferem no processo. Antecipação da colheita vantagens e desvantagens. - Uso de dessecantes no processo de colheita. - Perdas de sementes no processo de colheita. Como evitar perdas e maximizar o processo produtivo. - Tipos de colheita: corte da espiga, arrancamento das plantas, colheita de inflorescências, colheita de frutos carnosos, colheita de sementes forrageiras, colheita de sementes de grandes culturas. - Colheitadeiras: elementos e aplicações. Regulagens e redução de danos mecânicos. - Secagem de sementes: descrição do processo, influência da espécie, temperatura e umidade. - Aplicação do gráfico psicométrico na secagem de sementes. - Dimensionamento de ventiladores, tipos e escolha de ventiladores. - Estimativa da perda de peso na secagem. Previsão do tempo de secagem. - Métodos de secagem: Quanto à utilização de equipamentos mecânicos, quanto ao aquecimento do ar quanto à movimentação das sementes. - Monitoramento do teor de água nas sementes durante a secagem. - Beneficiamento de sementes: bases da separação por tamanho, forma, textura, peso e separadore eletrônicos por cores. - Transportadores e elevadores para sementes. - Bases para o planejamento das unidades de beneficiamento. - Equipamentos que compõem a usina de beneficiamento de sementes (UBS). - Problemas que ocorrem durante o processo de secagem e beneficiamento que podem prejudicar qualidade das sementes. METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas. - Visita Técnica em Usina de Beneficiamento de sementes. RECURSOS DIDÁTICOS - Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Os alunos serão avaliados por meio de: * Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre; * Testes ao final da aula; * 1 trabalho para apresentação oral e escrita; BIBLIOGRAFIA Básica CARVALHO N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 588 p. Editora FUNEP. 2000. CARVALHO N. M. A secagem de sementes. 2º Edição. FUNEP. 2005. OLIVEIRA, J. A.; VON PINHO, E. V. R. A secagem de sementes. Universidade Federal de Lavras. Apostila do Curso de Pós-Graduação Latu Sensu Produção e Tecnologia de Sementes. 2001. 43p. VON PINHO, E. V. R. Beneficiamento de Sementes. Universidade Federal de Lavras. Apostila do Curso de Pós-Graduação Latu Sensu Produção e Tecnologia de Sementes. 2001. 39p. Complementar PORTELLA J. A; EICHELBERGER L. Secagem de grãos. Embrapa. 2004. LAWRENCE, O. C.; MCDONALD M. F. Principles of seed science and technology. New York. 3º ed. 1995. 409 p. TOLEDO, F. F.; MARCOS FILHO. Manual das sementes: Tecnologia da Produção., M. 224 p. 1997. GUIMARÃES, R. M.; OLIVEIRA, J. A. Secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes. 1997. 105p. Texto Acadêmico UFLA. Periódicos - Revista Brasileira de Sementes; - Revista Brasileira de Armazenamento; - Revista Horticultura Brasileira; - Scientia Horticulturae - Pesquisa Agropecuária Brasileira - Informe Agropecuário Sites www.agricultura.gov.br www.ima.mg.gov.br www.pioneersementes.com.br www.sakata.com.br/institucional www.horticeres.com.br www.sementesfeltrin.com.br Silvicultura II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Silvicultura II Semestre: Carga Horária Prática 20 6 Carga Horária Total 60 EMENTA Noções de inventário florestal. Manejo de Florestas Nativas. Manejo de florestas plantadas. Preservação de madeira. Espécies florestais. CONTEUDO PROGRAMATICO 1 Inventário Florestal 1.1 Características medidas no inventário 1.2 Método da árvore média 1.3 Método da árvores média estratificada 1.4 Cubagem rigorosa 2 Manejo de Florestas Nativas 3 Manejo de Florestas Plantadas 3.1 Manejo de regime de Pinus 3.2 Manejo de regime de Eucalyptus 4 Preservação de madeira 4.1 Formas de deterioração da madeira 4.2 Classificação das técnicas de preservação de madeira 4.3 Fatores que afetam o tratamento de madeira 4.4 Tipos de preservativos 4.5 Métodos de tratamento 5 Espécies florestais METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Visitas técnicas RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação formal Relatórios Apresentação de seminário BIBLIOGRAFIA Básica Charles, J. T. Introdução a Silvicultura Tropical. Rio de Janeiro, 1969. Galvão, A. P. M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais Colombo, Embrapa Floresta, 2000. Haag, H. P. Nutrição mineral de Eucalyptus, Pinus, Araucária e Gmelina no Brasil. Campinas, Fundação Cargil, 1983. Complementar Alfenas, A. C. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa, UFV, 2004. Lorenzi, H. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2002. Orientação de TCC I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Orientação de TCC I Carga Horária Prática 0 Semestre: 6º Carga Horária Total 20 EMENTA Pesquisa científica, modalidades de pesquisa (básica, aplicada , experimental, exploratória desenvolvimento de protótipo, softwares, produtos, revisão literária); Elaboração e execução de um projeto visando a produção de uma monografia com temas científico relacionados aos conteúdos do curso, com a produção de um trabalho final para integração do conhecimentos adquiridos ao longo do curso. CONTEUDO PROGRAMATICO Aspectos legais do TCC Regulamentação do TCC do Curso de Agronomia – IFMG/ Bambuí O que é o trabalho de conclusão de curso Relação orientador /orientado Co-orientação Tipos de TCC – modalidades de pesquisa (básica, aplicada , experimental, exploratória, desenvolvimento de protótipo, softwares, produtos, revisão literária). Critérios de amostragem aplicados ao desenvolvimento do trabalho Elementos componentes para cada tipo de modalidade Tema Problema Justificativa Objetivos A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão ) METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho RECURSOS DIDÁTICOS Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o orientador. BIBLIOGRAFIA Básica Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo: Atlas 1996. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa. MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Complementar Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002. Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977. Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983. Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. Alimentos e Alimentação dos animais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Alimentos e Alimentação dos animais Semestre: Carga Horária Teórica 40 Carga Horária Prática 0 7 Carga Horária Total 40 EMENTA Classificar os alimentos mais utilizados na alimentação animal. Supervisionar e planejar o manejo e alimentação de animais domésticos. Calcular dietas completas para os animais de interesse zootécnico. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Introdução – Conceitos Importantes 1. Classificação dos Alimentos 2. Caracterização dos Alimentos 3. Formas de Processamento 4. Aditivos na Alimentação Animal 5. Métodos de Formulação de Ração 6. Consumo de Alimentos METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas, com dinâmicas de grupo, visitas técnicas, etc. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia, retroprojetor e visitas à fábrica de ração. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Atividades: Provas escritas, relatórios, apresentação de trabalhos e seminários BIBLIOGRAFIA Básica TEIXEIRA, Júlio César. Nutrição de ruminantes. Lavras, MG: UFLA, 2001. 182 p. Andriguetto, José Milton et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da Nutrição Animal: os alimentos. 4 ed. São Paulo: Nobel, 1990. v.1. 395 p. Andriguetto, José Milton et al. Nutrição Animal: alimentação Animal: Nutrição Animal aplicada. 3 ed. São Paulo: Nobel, 1989. v.2. 425 p. Complementar TEIXEIRA, Antonio Soares. Alimentos e alimentação dos animais. 4 ed. Lavras, MG: Ufla/Faepe, 1997 402 p. BERTECHINI, Antônio Gilberto. Nutrição de monogástricos. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1997. 273 p. , il. Olericultura I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Olericultura I Carga Horária Prática 20 Semestre: 7° Carga Horária Total 60 EMENTA Introdução à Olericultura. Caracterização da exploração e de plantas olerícolas. Fatores ambientais na produção de hortaliças. Produção de sementes de hortaliças. Propagação d Hortaliças.Aspectos gerais do manejo da produção de hortaliças. Produção orgânica d Hortaliças. Plasticultura. Colheita, conservação pós-colheita e comercialização de hortaliças. CONTEUDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução à Olericultura - Panorama geral da produção de hortaliças - Importância econômica, social e alimentar 2. Caracterização da exploração e de plantas olerícolas. - Olericultura dentro do contexto da Fitotecnia e da Horticultura - Características da exploração olerícola - Tipos de exploração olerícola. - Classificação das espécies olerícolas pelas famílias botânicas, pelas partes comerciais e pelas exigências climáticas. 3 - Fatores ambientais na produção de hortaliças - Temperatura - Termoperiodicidade diária e estacional - Luz: intensidade e fotoperíodo. - Disponibilidade de água - Interação genótipo por ambientes. 10- Produção de sementes de hortaliças - Caracterização da produção de sementes de hortaliças - Diferenças entre produção de sementes e produção comercial de hortaliças - Produção de sementes híbridas 11- Propagação de hortaliças - Semeadura direta - Semeadura indireta: métodos de produção de mudas. - Hortaliças de propagação vegetativa. 4. Aspectos gerais do manejo da produção de hortaliças. - Nutrição e Adubação de Hortaliças. - Irrigação e Fertirrigação de Hortaliças. - Controle fitossanitário: manejo integrado de pragas e doenças na produção de hortaliças. 5.Produção orgânica de Hortaliças - Noções gerais: legislação de produção orgânica, adubação orgânica, métodos alternativos de controle de pragas e doenças. 6. Plasticultura - Cultivo protegido de hortaliças - Cobertura de solo 13. Colheita, conservação pós-colheita e comercialização de hortaliças. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Visitas técnicas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 40 pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e um conjunto de trabalhos (resumos, relatórios, questionários) realizado individualmente, no valor de 10 pontos. BIBLIOGRAFIA Básica CASTELLANE, P.D.; NICOLOSI, W.M.; HASEGAWA, M. Produção de sementes de hortaliças. Jaboticabal, FCAV/FUNEP. 1990. 161p. FERREIRA, M.E.; CASTELLANE, P.D.; CRUZ, M.C.P.(eds.) Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba, POTAFÓS. 1993. 480p. FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura- Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2a edição. Viçosa, UFV. 2003. 412p. Complementar CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: ESAL/FAEPE, 1990. 293 p. COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais - 5ª Aproximação. Viçosa, MG, 1999. 359p. FILGUEIRA, F.A.R. Manual de Olericultura. 2a edição. vol.1. São Paulo, Ceres, 1981.338 p. FILGUEIRA, F.A.R. Manual de Olericultura. 2a edição. vol.2. São Paulo, Ceres, 1982. 357 p. Marouelli, W.A.; Silva, H.R.; Silva, W.L.C. Manejo da Irrigação de Hortaliças. EMBRAPA, CNPH; Brasília. Circular Técnica, 2. 1986 .12 p. GALLO, D.; O. NAKANO; S. SILVEIRA-NETO; R. P. L. CARVALHO; G. C. DEBATISTA; E. BERTI-FILHO; J. R. P. PARRA; R. A. ZUCCHI; S. B. ALVES & J. D. VENDRAMIM. 2002. Manual de entomologia agrícola. Piracicaba, FEALQ, 920 p. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. Manual de Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005. v. 2, 663p. SGANZERLA, E. Nova Agricultura: a fascinante arte de cultivar com os plástico. 5ª ed. Agropecuária, Guaíba.1995, 342p. SOUZA, J.L. de, RESENDE, P. Manual de Horticultura Orgânica, Viçosa, MG. 2003. 560p. Entomologia aplicada Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Entomologia aplicada Carga Horária Teórica 40 Carga Horária Prática 20 Semestre: 7 Carga Horária Total 60 EMENTA Métodos de controle de pragas. Manejo integrado de pragas. Insetos de importância agrícola reconhecimento, biologia, danos e controle. CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade 1. Métodos de controle de pragas: métodos legislativos, físicos, mecânicos, culturais autocida. Resistência de plantas e controle por comportamento. Controle biológico. Controle Químico. Manejo integrado de pragas. Unidade 2. Grupos de inseticidas. Resistência de pragas e desequilíbrio biológico. Cálculo d dosagens de inseticidas. Uso de equipamentos de proteção individual. Unidade 3. Formigas e cupins. Unidade 4. Pragas de cultivos protegidos – reconhecimento, biologia, danos e controle. Unidade 5. Pragas de grãos armazenados – reconhecimento, biologia, danos e controle. Unidade 6. Pragas de grandes culturas: algodoeiro, cafeeiro, pastagens, soja, feijão, milho, cana-de açúcar, frutíferas e olerícolas – reconhecimento, biologia, danos e controle. METODOLOGIA DE ENSINO Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow e retroprojetor. Aulas práticas com uso d plantas com sintomas de ataque e insetos-praga vivos ou preservados a seco. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas individuais e trabalhos de campo e escritos. BIBLIOGRAFIA Básica: Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.; Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S.; Omoto, C. 2002. Entomologia Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p. Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Zucchi, R.A. 1981. Entomologia Econômica. Piracicaba, Esalq-USP, 314 p. Lara, F.M. Princípios de Entomologia. 1979. Piracicaba, Livroceres, 295 p. Complementar: - Mariconi, F.A.M. 1977. Insetos daninhos às plantas cultivadas. São Paulo, Ed. Nobel, 123 p. - Mariconi, F.A.M. 1977. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas. 3a. edição, Piracicaba, Ed Nobel, 305 p. - Vilela, E.F.; Della Lucia, T.M.C. 1987. Feromônios de insetos: biologia, química e emprego no manejo de pragas. Viçosa, Ed. UFV, 155p. - Controle biológico. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 15, n. 167, p.81, 1991. - Compêndio de defensivos agrícolas. 2003. 6ª edição, São Paulo, SP, Ed. Andrei, 302 p. Fitopatologia Aplicada Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Fitopatologia Aplicada Semestre: Carga Horária Prática 20 7º Carga Horária Total 60 EMENTA Estratégias de manejo integrado de doenças de plantas. Caracterização dos principais grupos d doenças de plantas quanto a etiologia, sintomatologia e ciclo de infecção. Manejo de patógenos em sementes. Manejo de doenças fúngicas, bacterianas, virais e nematoses, de importância econômica, em hortaliças, grandes culturas, forrageiras, plantas semi-perenes e perenes, fruteiras e florestas. CONTEUDO PROGRAMATICO Apresentação do professor; apresentação do plano de curso; exposição de metodologias e técnicas d avaliação; explanações a respeito da coleção de material vegetal infectado; visitas ao laboratório e ao campo. Manejo Integrado de Doenças; fungicidas (tecnologia de aplicação, grupos químicos, modo de ação e caldas fungicidas); resistência genética. Doenças de plantas florestais: “damping off”, podridão de raízes, caule e frutos, hiperplasias, ferrugens oídios. Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em olerícolas. Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (batata e tomateiro) e em plantas forrageiras. Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (feijoeiro, soja algodoeiro e mandioca). Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (cafeeiro, milho, arroz trigo e cana-de-açucar. Importância, diagnose e tratamento de doenças em sementes. Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em frutíferas (mamoeiro, maracujazeiro bananeira, abacaxizeiro e mangueira). Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em frutíferas (citros, figueira, videira goiabeira). Importância, ocorrência e controle de viroses em grandes culturas, em culturas perenes e semi-perenes técnicas de identificação de fitoviroses. Importância, ocorrência e controle de viroses em olerícolas, em culturas perenes e semi-perenes técnicas de identificação de fitoviroses em laboratório; sintomatologia e epidemiologia de viroses em plantas. Podridões moles e outras doenças causadas por bactérias fastidiosas. Murchas, queimas, manchas foliares e cancros causados por bacterioses. Nematóides causadores de doenças em plantas; nematóides em olerícolas e em grandes culturas relação patógeno-hospedeiro e aspectos epidemiológicos. Nematóides em frutíferas e em culturas perenes: epidemiologia e manejo. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas em laboratório; Aplicação de exercícios individuais e em grupos; Visitas ao campo; Trabalhos de pesquisa, com apresentação na forma de seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro de giz, datashow, notebook, retroprojetor, microscópios estereoscópios, microscópios compostos reagentes e utensílios e equipamentos de laboratório. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalho, seminários e relatórios. - Detalhamento do sistema: - 05 notas no valor de 20 pontos cada uma, obtendo-se a soma das cinco. BIBLIOGRAFIA Básica AGRIOS, G.N. 1997. Plant Pathology (4th. ed.), Academic Press, San Diego, 635 pp. BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H. & AMORIM, L. (eds.) 1995. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 1. 929 pp. BLUM, L.E.B.; CARES, J.E.; UESUGI, C.H. 2007. Fitopatologia: O estudo das doenças de plantas. Otimismo, Brasília, 265 pp. Complementar ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas. 7. ed. [s.l.]: Andrei, 2005. 1142 p. BERGAMIN FILHO, A. & AMORIM, L. 1996. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle econômico. CERES: São Paulo, 299p. CAMPOS, V.P. 1999. Manejo de doenças causadas por fitonematóides. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 106 pp. DEACON, J.W. 1997. Modern Mycology (3rd. ed.). Blackwell Science, Oxford, 302 pp. FIDALGO, O. & FIDALGO, M.E.P.K. 1967. Dicionário Micológico. Rickia Supl. 2, 232 pp. FIGUEIRA, A.R. 2000. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças viróticas. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 106 pp. KENDRICK, W.B. 1992. The fifth kingdom. 2nd. ed., Mycologue Publications, Waterloo, Canada, 406 pp. KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. & REZENDE, J.A.M. (eds.) 1997. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 2. 774p. MATTHEWS, R.E.F. 1991. Plant virology. Academic Press, San Diego, 3rd. Ed., 835 pp. MENDES, M.A.S. (ed.) 1998. Fungos em plantas do Brasil. EMBRAPA, Brasilia DF, 569 p. MENEZES, M. & OLIVEIRA, S.M.A. 1993. Fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária, Recife PE, 277 p. MENEZES, M. & SILVA-HANLIN, D.M.W. 1997. Guia prático para fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária, Recife PE, 106 p. POZZA, E.A. & ALVES, E. 1999 Princípios e conceitos em manejo de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras MG, 68p. POZZA, E.A. 2000. Manejo de epidemias de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras-MG, 91p. REIS, E.M.; REIS, A.C.; FORCELINI, C.A. 2007. Manual de fungicidas. Guia para o controle químico de doenças de plantas. Passo Fundo: Editora Universidade de Passo Fundo. 153 p. ROMEIRO, R.S. 1995. Bactérias fitopatogênicas. Editora UFV, Viçosa MG, 283 p. ROMEIRO, R. da S. Controle biológico de doenças de plantas: fundamentos. Viçosa: UFV, 2007a. 269p. SOUZA, R.M. 1999. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças bacterianas. Editora UFLA – FAEPE, Lavras MG, 52 p. ZAMBOLIM, Laércio (ed.). Manejo integrado: doenças, pragas e plantas daninhas. Viçosa (MG): UFV, 2000. 416 p. ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças. v.1. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879. ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças. v.2. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879. PERIÓDICOS: Tropical Plant Pathology, editada pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia - SBF, Brasília DF. Summa Phytopathologica, editada pelo Grupo Paulista de Fitopatologia - GPF, Jaboticabal SP. Phytopathology, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA. Plant Disease, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA. Fruticultura I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Fruticultura I Semestre: 7 Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Carga Horária Total 40 20 60 EMENTA Fruticultura Geral. Classificação das fruteiras quanto ao clima. Mercado nacional e internacional de fruteiras. Importância social, econômica e alimentar das frutas. Classificação botânica e hortícola da fruteiras. Propagação. Poda. Fatores edafoclimáticos que afetam a produção. Controle fitossanitário Planejamento de plantio. Manejo integrado de pragas e doenças. Adubação em fruteiras. Colheita Pós Colheita e comercialização. CONTEUDO PROGRAMATICO - Introdução à Fruticultura. Tipos de Fruteiras existentes no mercado e variabilidade da existência de frutas. - Classificação das fruteiras quanto ao clima: Tropical, Subtropical e Temperado. Influência do clima da na produção das fruteiras. - Mercado nacional e internacional de frutas. Frutas exportadas pelo Brasil. Exportação de suco de laranja concentrado congelado (SLCC). - Importância das frutas no contexto social econômico e nutricional. Papel das frutas na dieta alimentar. - Classificação botânica e hortícola das frutas. Pseudofrutos e frutos verdadeiros. - Propagação de fruteiras: sexual e assexual. Uso da cultura de tecidos na produção assexual de mudas Principais espécies e laboratórios que produzem mudas por micropropagação. - Poda. Definição, objetivos e tipos de podas. Principais fruteiras exigentes em poda. - Fatores edafoclimáticos na produção de frutas. Efeito dos tipos de solos: composição química e textura Efeito da temperatura e umidade na produtividade. - Controle fitossanitário. Aplicação de defensivos em lavouras fruteiras. Métodos de aplicação Importância do uso de EPI. Formas de evitar desperdício e preservação do meio ambiente. - Planejamento de plantio: escolha do local, topografia, clima, solo, escolha das espécies, aquisição de mudas e outros insumos. - Manejo integrado de pragas e doenças. Aplicado do MIP e MID no controle das principais pragas e doenças em fruteiras. - Adubação em fruteiras. Principais fontes de nutrientes na forma orgânica e mineral. Importância d correção do solo. Adubação versus a qualidade de frutas. - Colheita e Pós colheita de frutas. Principais formas de colher frutas. Cuidados na colheita. Processo de limpeza de tratamentos pós-colheita. - Comercialização. Principais tipos de embalagens e formas de comercializar frutas. METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas. RECURSOS DIDÁTICOS - Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Os alunos serão avaliados por meio de: * Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre; * Testes ao final da aula; * Redação e apresentação de um projeto para produção de fruteiras; BIBLIOGRAFIA Básica GOMES, P. Fruticultura Brasileira. Editora Nobel. 13º Edição. São Paulo. 446 p. 2007. GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, v. 10, 920 p. 2002. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; FILHO, A. B.; CAMARGO, L. E. A. Manual de Fitopatologia 4º Edição. v. 2. 2005. São Paulo. Editora Agronômica Ceres. SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998, 760p. SOUZA, I. Poda das plantas frutíferas. São Paulo: Nobel, 1990. 219p. Complementar DONADIO, L. C.; MARTINS, A. B. G.; VALENTE, J. P. Fruticultura Tropical. FUNEP. 1992. 268 p. SOUZA, P. E.; DUTRA, M. R. Fungicidas no controle e manejo de doenças de plantas. Editora UFLA. 174 p. 2003. Periódicos - Revista Brasileira de Fruticultura - Pesquisa Agropecuária Brasileira - Informe Agropecuário Sites www.iac.sp.gov.br www.ceasaminas.br www.ceagesp.gov.br www.todafruta.com.br Gestão do Agronegócio Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Gestão do Agronegócio Carga Horária Prática - Semestre: 7 Carga Horária Total 40 EMENTA Gestão do Agronegócio: Importância e Principais conceitos do Agronegócio; Processos administrativo na perspectiva de gestão do Agronegócio; A Gestão Integrada do Agronegócio; O Conceito de Cadeia d Agronegócio; Os diferentes agentes que atuam na cadeia do agronegócio. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. Histórico do Agronegócio 2. Sistemas agroindustriais: definições e correntes metodológicas 2.1 Níveis de análise do sistema Agroindustrial 2.1.1 Commodity System Approach (CSA) e o conceito de Agribusiness 2.1.2 Análise de Filiere (ou cadeias de produção) 2.1.3. Complexo Agroindustrial 3. Comercialização de produtos Agroindustriais 4. Particularidades dos produtos Agroindustriais 4.1. Caracterização dos produtos 4.2. Aspectos da demanda 4.3. Aspectos da oferta 4.4. Papel de desafios da comercialização de produtos agroindustriais 5. Mecanismos de Comercialização 5.1 Transações de commodities 5.2. Mercado spot 5.3. Mercados de Futuros 6. Agribusiness Cooperativo 7. Marketing em Agronegócios 8.A competência do Agronegócio Brasileiro METODOLOGIA DE ENSINO Textos, Apostilas, Exercícios e Seminários. RECURSOS DIDÁTICOS Datashow, Quadro, giz, retroprojetor PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 2 provas (30,0) 3 Exercícios avaliativos (10,0) Frequência e participação (10,0) BIBLIOGRAFIA Básica Gestão Agroindustrial. BATALHA, M. O. São Paulo: Atlas. V1. 1997. Gestão Agroindustrial. BATALHA, M. O. São Paulo: Atlas. V2. 1997. Economia e gestão dos negócios agroalimentares. ZYLBERSZTAIN, D.; NEVES, M.F. (org). São Paulo: Pioneira, 2000. Complementar Administração entre a tradição e a renovação. Antoff, O São Paulo: Atlas, 1996. Gestão Agroindustrial. GEPAL. São Paulo: Atlas: 1997. VOL 2. Estudos de caso em agribusiness: focalizando as seguintes empresas: Moinho Pacífico, Ilycaffé Cocamar, Sadia , Iochpe. Maxion, Norpac. São Paulo: Pioneira, 1997. Milho, sorgo, arroz e mandioca Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Milho, sorgo, arroz e mandioca Semestre: Carga Horária Prática 40 7º Carga Horária Total 80 EMENTA Estudo das culturas: Milho, Sorgo, Arroz e Mandioca. Evolução histórica e origem. Descrição Botânica Importância Econômica e Social, Zoneamento agrícola. Implantação da cultura: tipos de solo e clima cultivares, preparo do solo, nutrição e adubação, tratos culturais. Controle de pragas e doenças. Control de plantas daninhas. Colheita, processamento, armazenamento e comercialização. CONTEUDO PROGRAMATICO Sistema de produção da cultura do milho; Sistema de produção da cultura do sorgo; Sistema de produção da cultura do arroz; Sistema de produção da cultura da mandioca; METODOLOGIA DE ENSINO Aulas problematizadoras a partir de referenciais teóricos; Estudo de casos de artigos publicados em jornais e revistas especializadas; RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show; Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia); PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações: 02 avaliações de 35 pontos cada; Apresentação seminário: Novas tecnologia de produção das culturas do milho, sorgo, arroz e mandioca, no valor de 30 pontos BIBLIOGRAFIA Básica CANECHIO FILHO, Vicente; ALMEIDA, Tharcízio de Campos. Principais culturas-II. Campinas-SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1972. 395 p Manual técnico: Abertura e manejo de cerrados MG, MT., GO. e DF. Brasília, DF: [s.n.], 1982. 219 p. (Manuais; v.17). Coordenadoria de assitência técnica integral. Manual técnico das culturas: tomo I. 2 ed. Campinas-SP: CATI, 1999. 578 p. (Manual; 8). Fundamentos para a cultura do arroz irrigado. Campinas-SP: Fundação Cargill, 1999. 317 p. Complementar Revista Informe Agropecuário www.ibge.gov.br http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/ Processamento de Alimentos I Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 0 Processamento de Alimentos I Carga Horária Prática 40 Semestre: 7 Carga Horária Total 40 EMENTA Alimentos. Alteração de Alimentos. Conservação de Alimentos. Composição do leite. Propriedades físico químicos do leite. Obtenção higiênica do leite. Tratamento térmico do leite. Produtos derivados do leite Carne. Abate de animais. Propriedades da carne fresca. Produtos derivados da carne. CONTEUDO PROGRAMATICO Alimentos: definição de alimentos, funções dos alimentos, definição de tecnologia de alimentos. Alterações de Alimentos: classificação dos alimentos segundo a resistência aos processos de alterações causas de alterações, alterações favorecida por condições do alimento, alterações por enzimas, po agentes físicos e por microrganismos. Conservação de alimentos: processos auxiliares, objetivo da conservação de alimentos e métodos d conservação de alimentos - conservação pelo calor, pelo frio, pelo açúcar, por fermentações, por aditivos pelo controle de umidade, pelo sal, por defumação e métodos mistos. Composição do leite: considerações sobre os componentes principais do leite, leite colostro e composição de leite de animais não bovinos. Propriedades físico-química do leite: acidez, densidade, teor de gordura e matéria seca (análises d rotina de leite). Obtenção Higiênica do leite: Cuidados na ordenha, cuidados com leite ordenhado e resfriamento do leite Tratamento térmico do leite: pasteurização e esterilização. Produtos derivados do leite: Processamento de queijo, doce de leite e iogurte. Carne: Definições, composição química e valor nutritivo. Processos de abate de aves, suínos e bovinos. Propriedades da carne fresca: capacidade de retenção de água, cor e textura/maciez. Processamento de lingüiças, bacon e apresuntados. METODOLOGIA DE ENSINO Método de Aula Expositiva, Método de Palestras, Resumo de Leitura (apontamentos) e Filmes Educativos ou Videotapes. RECURSOS DIDÁTICOS Aulas expositivas utilizando: quadro e giz, retroprojetor e transparências, datas show. Aulas nas agroindústrias de processamento de carnes e processamento de leite. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, grupos de discussão d temas relevantes; Provas teóricas;Provas práticas com desenvolvimento de trabalhos práticos. BIBLIOGRAFIA Básica GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 1a ed, São Paulo. Editora Nobel, 2002. EVANGELISTA, E. Tecnologia de alimentos. 2a ed, São Paulo. Editora ATHENEU. BARUFFALDI, R; OLIVEIRA, N. Fundamentos da Tecnologia de Alimentos. , São Paulo. Editor ATHENEU, 2004. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite. 1a ed, São Paulo. Editora NOBEL, 1987. PARDI, M. C. et al. Ciência, higiene e tecnologia da carne. Vol 1 e 2 Goiânia. Editora Universidad Federal de Goiás, 1995. Complementar COELHO, D. T.; ROCHA, J. A. A. Práticas de Processamento de Produtos de Origem Animal. Cadernos Didáticos. 2 ed. Viçosa: UFV, 2000. Orientação de TCCII Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Orientação de TCCII Carga Horária Prática 0 Semestre: 7º Carga Horária Total 20 EMENTA Elaboração e execução de um projeto visando a produção de uma monografia com temas científico relacionados aos conteúdos do curso, com a produção de um trabalho final para integração do conhecimentos adquiridos ao longo do curso. CONTEUDO PROGRAMATICO Critérios de amostragem aplicados ao desenvolvimento do trabalho Elementos componentes para cada tipo de modalidade Tema Problema Justificativa Objetivos A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão ) METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho RECURSOS DIDÁTICOS Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o orientador. BIBLIOGRAFIA Básica Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo: Atlas, 1996. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa. MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Complementar Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002. Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977. Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983. Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. Zootecnia I (Aves e suínos) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Zootecnia I (Aves e suínos) Carga Horária Prática 20 Semestre: 7º Carga Horária Total 60 EMENTA AVICULTURA: Introdução à Avicultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Comercialização. SUINOCULTURA: Introdução à suinocultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução da alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Manejo do dejetos. CONTEUDO PROGRAMATICO I- Introdução a avicultura Desenvolvimento da avicultura nacional Importância social e econômica da avicultura. Panorama mundial da produção de frangos de corte e poedeiras Melhoramento genético: Raças e linhagens mais usadas no Brasil Instalações adequadas à bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os animais. Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente. Manejo e alimentação de frangos de corte. Manejo e alimentação de poedeiras Conceitos de controle sanitário Comercialização II- Introdução a suinocultura Desenvolvimento da suinocultura nacional Importância social e econômica da suinocultura. Panorama mundial da produção de suínos Melhoramento genético de suínos: - Raças e linhagens mais usadas Instalações, Bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os animais. Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente. Manejo de criação Manejo reprodutivo Biosseguridade e controle sanitário Manejo de dejetos Comercialização METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas RECURSOS DIDÁTICOS Biblioteca, quadro negro, giz, retroprojetor, videos e multimídia. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Aspectos a serem avaliados: Assiduidade e pontualidade; iniciativa e interesse; conhecimento do conteúdos abordados; participação nas aulas. A avaliação acontecerá sob a forma de instrumentos que verificarão o desenvolvimento de competências através das atividades práticas, elaboração de relatórios trabalhos de pesquisa individual e/ou em grupos, discussões em seminários, provas. Avicultura: 50 pontos ( Prova 1: 20 pontos Estudos dirigidos: 20 pontos Trabalho: 10 pontos) Suinocultura: 50 pontos (Prova 1: 20 pontos Estudos dirigidos: 20 pontos Trabalho: 10 pontos) BIBLIOGRAFIA Aves: Boas Práticas de Produção de Frangos de Corte. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações > Circulares Técnicas. Boas Práticas de Produção de Postura Comercial. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações > Circulares Técnicas. Como e Porque Vacinar Matrizes, Frangos e Poedeiras. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações > Circulares Técnicas. FISCHER, G., VARGAS, G.A., ANCIUTI, M.A., BORDIN, R.A., RUTZ, F. Necropsia de aves. Ed. Gráfica UFPel. 2006. MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária, aplicada a frangos de corte. FACTA. Ed. FUNEP. Campinas, 2002 MACARI, M., MENDES, A.A. Manejo de matrizes de corte. FACTA. Prol Editora Gráfica. Campinas, 2005. Manual de criação de Aves coloniais: Matrizes, poedeiras e frangos de corte – Linhagens EMBRAPA 041 e 051. Disponíveis em www.cnpsa.embrapa.br – Publicações gratuitas. Manual de criação de Aves de corte: matrizes e frangos. Disponíveis em ww.aviagen.com.br –produtos. Manual de criação de Aves de postura e de corte. Disponíveis em www.granjaplanalto.com.br –produtos. MENDES, A.A., NÄÄS, I.A., MACARI, M. Produção de Frangos de corte. FACTA. OESP Gráfica S/A. Campinas/SP. 2004. MORENG, R.E., AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. Ed. Roca. 1990. RIVERA, E.A.B., AMARAL, M.H., NASCIMENTO, V.P. Ética e Bioética. Ed. Gráfica UFG. Goiânia 2006. SALES, M.N.G. Criação de galinhas em sistemas Agroecológicos. Ed. INCAPER. 2005 SOUZA-SOARES, LEONOR ALMEIDA, SIEWERDT, FRANK (organizadores). Aves e Ovos. Ed. E Gráfica UFPel. 2005. Suínos: BARCELLOS, D., SOBESTIANSKY, J. Atlas de doenças. Goiânia:Art3, 2003, 207p. BERTOLIN, A. Suinocultura. Curitiba, Lítero-Técnica, 1992. 302 p. BONETT, L.P., MONTICELLI, C.J. Suínos: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília:EmbrapaSPI; Concórdia, 1997, 243p. (Coleção 500 perguntas 500 respostas). BORTOLOZZO, F.P., WENTZ, I., BENNEMANN, P.E., BERNARDI, M.L., WOLLMANN, E.B., FERREIRA, F.M. BORCHART NETO, G. Inseminação artificial na suinocultura tecnificada. Porto Alegre:Palllotti 2005, 185p. BORTOLOZZO, F.P., WENTZ, I., BERNARDI, M.L., AMARAL FILHA, W.S. MELLAGI, A.P.G., FURTADO, C.S.D. A Fêmea suína de reposição. Porto Alegre:Palllotti 2006, 128p. CAVALCANTI, S.S. Suinocultura dinâmica. FEP-MVZ Editora. 1998. 494p. EMBRAPA. Curso de Suinocultura. Concórdia, SC:Embrapa-CNPSA, 1997. 127p. LIMA, J.A.F. Suinocultura. Lavras-MG, ESAL/FAEP, 1991. 161 p. OLIVEIRA, P.A.V. de, LIMA, G.J.M.M. de, FÁVERO, J.A., et al. Suinocultura - noções básicas. Concórdia SC:Embrapa-CNPSA, 1993. 37p. (EMBRAPA-CNPSA,. Documentos, 31). SOBESTIANSK, J, BARCELLOS, D., MORES, N., CARVALHO, L.F., OLIVEIRA, S. de, Clínica e Patologia Suína. Goiânia:Art3, 2001. 464p. SOBESTIANSK, J., WENTZ, I., SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A. Suinocultura intensiva:produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília:Embrapa-SPI; Concórdia:Embrapa-CNPSA, 1998.388p. UPNMOOR, I. Produção de suínos - 1. Da concepção ao desmame; 2. Período de creche; 3. Crescimento, terminação e abate; 4. A matriz. Guaíba-RS:Agropecuária (Coleção de quatro livros). 2000. PERIÓDICOS Poultry Science, The Journal of Applied Poultry Science, Revista Brasileira de Ciência Avícola, Revista Brasileira de Zootecnia e World's Poultry Science Journal. Industria porcina, Suinocultura industrial, Journal of nutrition, Porkworld Pig international, Journal of animal science, Pig news e Suíno & Cia SITES RECOMENDADOS www.avisite.com.br, www.aviculturaindustrial.com.br ,www.uba.org.br, www.abef.com.br,www.poultryscience.orgwww.porkworld.com.br, www.suinoculturaindustrial.com.br, www.abcs.com.br, www.acsurs.com.br, www.sossuinos.ezdir.net, www.pigplus.com, www.suino.com, www.cnpsa.embrapa.br, www.fnp.com.br, www.pigsite.com, Cafeicultura e Cana de Açúcar Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Cafeicultura e Cana de Açúcar Carga Horária Teórica 40 Semestre: Carga Horária Prática 40 8º Carga Horária Total 80 EMENTA Importância econômica e social da cultura; origem e evolução, melhoramento genético, cultivares fisiologia da planta; produção de mudas, clima, solo, implantação da lavoura ; manejo da lavoura calagem e adubação; controle fitossanitário; colheita, pós colheita e qualidade. CONTEUDO PROGRAMATICO Café e cana de açúcar: Classificação botânica e descrição da planta; Origem e histórico; Importância econômica e social; A cultura no mundo e no Brasil; Melhoramento genético; Principais espécies e cultivares; Fisiologia; Produção de Mudas; multiplicação vegetativa; Clima e solo; Implantação da lavoura; Manejo e condução da lavoura; Calagem, gessagem, adubação e nutrição mineral; Manejo fitossanitário (pragas, doenças e plantas daninhas); Colheita, pós colheita e qualidade do café. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas); RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro (lousa), retroprojetor; projetor de slides e data show; Viveiros de mudas, destilarias/ou usina (produtor), lavouras do IFMG-Campus Bambuí. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações escritas, trabalhos práticos (coleção); BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica Cana de açúcar PARANHOS, S,B. Cana de açúcar: cultivo e utilização. Campinas, 1987. 430p. ORLANDO FILHO, J. Adubação e nutrição da cana de açúcar no Brasil. Piracicaba, Planalsucar, 1983. 368p. CASAGRANDE, A.J. Tópicos de morfologia e fisiologia da cana de açúcar. Jaboticabal, FUNEP, 1991 157p. ANDRADE, L.A.B.; CARDOSO, M.B. Cultura da cana de açúcar. Lavras: UFLA/FAEPE, 2004. 45p. Café MATIELLO, J.B.; SANTINATO, R.; GRACIA, A.W.R.; ALMEIDA, S.R.; FERNANDES, D.R. Cultura de Café no Brasil.MAPA/PROCAFÉ. Rio de Janeiro. 2010. 542p.; COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendação para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa, 1999, 359p. Bibliografia Complementar Pesquisa Agropecuária Brasileira. Brasília: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Mensal.; Revista da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, Campinas, SP: Ciência Rural, Santa Maria, RS: Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Ciências Rurais; Revista Informe Agropecuário – EPAMIG, MG. Revista Ciência e Agrotecnologia – UFLA; Lavras Elaboração de Projetos Agropecuários Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Elaboração de Projetos Agropecuários Semestre: Carga Horária Teórica 0 Carga Horária Prática 20 8 Carga Horária Total 20 EMENTA Planejamento; Conceito e importância de projeto; Elaboração de projetos agropecuários; Etapas d elaboração de projetos agropecuários. CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade I 1. Planejamento - Conceito e importância do planejamento nas empresas rurais; - Planejamento estratégico Unidade II 1. Elaboração de Projetos - Conceito e importância de projetos para as empresas rurais - Principais características que devem ser consideradas na elaboração de projetos - Elaboração de projetos como ferramenta de tomada de decisão Unidade III 2. Etapas de elaboração de projetos agropecuários - Projeto de investimento como plano estratégico - Projeto como ferramenta de busca de financiamento METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas; Elaboração e apresentação de trabalhos RECURSOS DIDÁTICOS Quadro e giz; Retroprojetor; Data Show PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Prova: 30% Etapas de elaboração de projetos: 10% Projeto Agropecuário: 30% Projeto final (financiamento): 30% BIBLIOGRAFIA Básica HOFFMANN, et.al. Administração da Empresa Agrícola. 2ª ed. Pioneira. São Paulo, 1979. NORONHA, J.F. (1987). Projetos Agropecuários: Orçamentos Administração Financeira e viabilidade Econômica. Atlas.São Paulo. SP. Complementar CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. Teoria Geral da Administração (TGA). 6. ed. Rio de Janeiro. Editora Campus, 2001. SOUZA, R.; GUIMARÃES, J. M. P.; MORAIS, V. A.; ANDRADE, J.G. A administração da fazenda (Coleção do agricultor, Economia). São Paulo. Ed. Globo, 1992. Fruticultura II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Fruticultura II Semestre: 8 Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Carga Horária Total 40 40 80 EMENTA Fruticultura Tropical, Subtropical e Temperada. Cultura da Banana. Cultura do Abacaxi. Cultura d Laranja. Cultura do Figo. Cultura da Uva. CONTEUDO PROGRAMATICO - Introdução à Fruticultura Tropical, Subtropical e Temperada. Principais fruteiras de cada clima. - Cultura da Banana: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita. - Cultura do Abacaxi: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita. - Cultura da Laranja: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento d plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita. - Cultura do Figo: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento d plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita. - Cultura da Uva: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de plantio implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita. METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas. RECURSOS DIDÁTICOS - Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Os alunos serão avaliados por meio de: * Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre; * Testes ao final da aula; * Redação e apresentação de um projeto para produção de fruteiras; BIBLIOGRAFIA Básica DONADIO, L. C.; MARTINS, A. B. G.; VALENTE, J. P. Fruticultura Tropical. FUNEP. 1992. 268 p. GOMES, P. Fruticultura Brasileira. Editora Nobel. 13º Edição. São Paulo. 446 p. 2007. KOLLER, O. C. Citricultura: Laranja – Tecnologia de produção, pós-colheita, industrialização e comercialização. Editora Cinco Continentes. 396 p. 2006. SILVA, C. R. R. Fruticultura Tropical. Texto Acadêmico. Editora UFLA. 178 p. 2001. SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998, 760p. Complementar GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, v. 10, 920 p. 2002. SOUZA, P. E.; DUTRA, M. R. Fungicidas no controle e manejo de doenças de plantas. Editora UFLA. 174 p. 2003. INFORME AGROPECUÁRIO. Citricultura, v. 22, n. 209, mar/abr. 2001. INFORME AGROPECUÁRIO. Viticultura, Ano 10 nº 117. Set. 1984. Periódicos - Revista Brasileira de Fruticultura - Pesquisa Agropecuária Brasileira - Informe Agropecuário Sites www.iac.sp.gov.br www.ceasaminas.br www.ceagesp.gov.br www.todafruta.com.br Olericultura II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Olericultura II Semestre: Carga Horária Prática 40 8° Carga Horária Total 80 EMENTA Caracterização agronômica e Técnicas de Produção, armazenamento e comercialização de plantas da principais famílias: Solanaceae, Aliaceae, Apiaceae, Brassicaceae, Asteraceae, Fabaceae Convolvulaceae, Chenopodiaceae, Cucurbitaceae, Rosaceae, Malvaceae, Liliaceae. CONTEUDO PROGRAMÁTICO 1. Solanaceae: Batata, tomate e pimentão 1. Aliaceae: Alho e Cebola 2. Brassicaceae: Couve, Couve-flor, Repolho e Couve-brócoles 3. Asteraceae: Alface e outras folhosas 4. Apiaceae: Cenoura e mandioquinha-salsa 5. Cucurbitaceae: Pepino, Melancia, Melão, Abóboras e Morangas. 6. Quenopodiaceae: Beterraba 7. Rosaceae: Morango 8. Hortaliças diversas de interesse econômico e Hortaliças não convencionais METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. Visitas técnicas. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 35 pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e planejamento e implantação de um projeto No valor de 20 pontos. BIBLIOGRAFIA Básica ALVARENGA, M.A.R. Tomate: Produção em campo, em casa-de-vegetação e em hidroponia. Lavras Editora UFLA, 2004. 400 p. FERREIRA, M.E.; CASTELLANE, P.D.; CRUZ, M.C.P.(eds.) Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba, POTAFÓS. 1993. 480p. FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura- Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2a edição. Viçosa, UFV. 2003. 412p. Complementar CASTELLANE, P.D.; NICOLOSI, W.M.; HASEGAWA, M. Produção de sementes de hortaliças. Jaboticabal, FCAV/FUNEP. 1990. 161p. CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. Lavras: ESAL/FAEPE, 1990. 293 p. COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais - 5ª Aproximação. Viçosa, MG, 1999. 359p. FILGUEIRA, F.A.R. Solanáceas - Agrotecnologia Moderna na Produção de Tomate, Batata, Pimentão, Berinjela e Jiló. Lavras: Editora UFLA, 2003.331 p. INFORME AGROPECUÁRIO. Cultura da Cebola. Belo Horizonte. EPAMIG, v.23, n. 218, 2002. 104 p. INFORME AGROPECUÁRIO. Doenças de Hortaliças 2. Belo Horizonte, EPAMIG, v.17. n. 183, 1995. 80p. INFORME AGROPECUÁRIO. Tomate para Mesa. Belo Horizonte, EPAMIG, v. 24, n. 219, 2003. 136 p. LOPES, C. A. ; BUSO, J.A, Edit. Cultivo da Batata (Solanum tuberosum L). Instruções Técnicas da EMBRAPA, Brasília, 1997. 35 p. SOUZA, R. J. ; PASQUAL, M.; MACHADO, A Q.; GONÇALVES, L. D. Cultura do alho. Lavras: Ed. UFLA, 2002. 90 p. SOUZA, J. R.; MACHADO, A Q.; GONÇALVES, L. D.; YURI, J. E.; MOTA, J. H.; RESENDE, G. M. Cultura da Cenoura. Lavras: Ed. UFLA, 2002. 68 p. SOUZA, R. J; RESENDE, G. M. Cultura da Cebola. Lavras: Ed. UFLA, 2002. 112 p. Processamento de Alimentos II Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 0 Processamento de Alimentos II Carga Horária Prática 40 Semestre: 8º Carga Horária Total 40 EMENTA Matérias - Primas de origem vegetal. Fisiologia e manuseio. Pós – colheita de frutas e hortaliças Alterações em vegetais e métodos de conservação. Açúcar. Álcool. Análise sensorial de alimentos. CONTEUDO PROGRAMATICO Matérias - Primas de origem vegetal: frutos e hortaliças, definição e classificação e composição química. Fisiologia e manuseio: ciclo vital de frutos: crescimento, maturação, amadurecimento, senescência morte celular. Atividade respiratória: frutos climatérios e não climatérios. Pós – colheita de frutos e hortaliças: perdas pós - colheitas, avaliação das perdas e tipos de perdas Qualidade pós - colheita: aparência, textura, “flavor” (sabor e aroma) e rendimento da matéria prima. Principais alterações em vegetais e métodos de conservação. Açúcar – Fluxograma, matéria-prima, recepção e condução da cana, purificação do caldo, evaporação d água do caldo, cozimento do xarope, cristalização, secagem, classificação, acondicionamento armazenamento. Álcool – Fluxograma, matéria-prima, salas e dornas de fermentação, preparo dos mostos, agentes da fermentação alcoólica, fermentação alcoólica do mosto, destilação, retificação e desidratação. Processamento de doces, geléias, polpas, desidratados, álcool e açúcar mascavo. Análise sensorial de alimentos: Definições e aplicações, o papel da análise sensorial, métodos sensoriai – métodos afetivos. Reconhecimento de gostos primários. METODOLOGIA DE ENSINO Método de Aula Expositiva, Método de Palestras, Resumo de Leitura (apontamentos) e Filmes Educativos ou Videotapes. RECURSOS DIDÁTICOS Aulas expositivas utilizando: quadro e giz, retroprojetor e transparências, datas show. Aulas na agroindústria de processamento de processamento de frutos. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, grupos de discussão d temas relevantes; Provas teóricas; Provas práticas com desenvolvimento de trabalhos práticos. BIBLIOGRAFIA Básica CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós – Colheita de Frutos e Hortaliças Fisiologia e Manuseio. 2 ed. Editora: UFLA, 2005. LIMA DELGADO, A. A. Tecnologia dos Produtos Agropecuários. Tecnologia do Açúcar e das Fermentações Industriais. Departamento de Tecnologia Rural. ESALQ/USP, 1975. LIMA, U. A. Biotecnologia Industrial. São Paulo: Edgard Blucher, v. 4, 2001. MARQUES, M. O. Tecnologia do açúcar. Produção e Industrialização da cana-de-açúcar. 1ª Ed. Jaboticabal-SP, Funep, 2001.170p. MINIM, V. P. R. Análise Sensorial – Estudos com Consumidores. Viçosa: Ed. UFV, 2006 Complementar GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 1a ed, São Paulo. Editora Nobel, 2002. Receituário agronômico e tecnologia de aplicação de defensivos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Receituário agronômico e tecnologia de Semestre: 8º aplicação de defensivos Carga Horária Teórica 20 Carga Horária Prática 0 Carga Horária Total 20 EMENTA Receituário agronômico: o que é, legislação, procedimentos para elaboração e modelos. Tecnologia de aplicação: conceituação; roteiro para uma boa aplicação; componentes e escolha do equipamento; tipo e cuidados na aplicação; avaliação das pulverizações; cuidados antes, durante e após a aplicação; us de EPI. Descarte de embalagens. CONTEUDO PROGRAMATICO Unidade 1. Introdução – 1.5. Conteúdo geral da disciplina 1.6. Metodologia de ensino 1.7. Sistema de avaliação 1.8. Bibliografia básica Unidade 2. Receituário agronômico. 2.1. Definição, competência legal e profissional e objetivos 2.2. Legislação 2.3. Procedimentos para elaboração 2.4. Modelos Unidade 3. Tecnologia de aplicação 3.1. Conceituação; roteiro para uma boa aplicação 3.2. Componentes (filtros, barra e pontas) e escolha do equipamento (costal e tratorizado manual, motorizado e turbo) 3.3. Tipos de aplicação (terrestre e aérea, calibração) 3.4. Avaliação das pulverizações (faixa de deposição, metodologias empregadas) 3.5. Cuidados antes, durante e após a aplicação; tríplice lavagem 3.6. Segurança do aplicador (formas de exposição direta e indireta, risco, sinais, sintomas primeiros socorros, informações de rótulo das embalagens, período de carência) 3.7. Uso de EPI 3.8. Cuidados com o ambiente 3.9. Armazenamento de agrotóxicos 3.10. Destinação de embalagens METODOLOGIA DE ENSINO Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo. RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow, retroprojetor e demonstração de materia PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Provas individuais e trabalhos escritos. BIBLIOGRAFIA Básica: Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.; Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S.; Omoto, C. 2002. Entomologia Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p. - Compêndio de defensivos agrícolas. 2003. 6ª edição, São Paulo, SP, Ed. Andrei, 302 p. - Vernalha, M.M. et al. 1977. Toxicologia dos inseticidas. Paraná, UFPR, v.5, 86 p. Complementar: - Silva Júnior, D.F. Legislações Estaduais – agrotóxicos e afins. Piracicaba, Fealq, 2006. 408 p. - Moraes, J.C. Receituário Agronômico. Em: www. den.ufla.br/Professores/Jair/ApostilaRA_Sanexos PDF. - Associação Nacional de Defesa Vegetal. Manuais de aplicação e proteção do aplicador. Em www.andef.com.br/manuais. - Ministério da Agricultura principal_agrofit_cons. - Sistema AGROFIT. Em: agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons Sociologia e Extensão Rural Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Sociologia e Extensão Rural Semestre: Carga Horária Prática - 8º Carga Horária Total 40 EMENTA O meio rural e sua caracterização sociológica; Mudanças sociais no meio rural brasileiro; Educação comunitária e economia popular; Comunicação X extensão rural; Trabalho voltado para grupos Assistência técnica e extensão rural; Orientações técnicas no campo; A extensão rural em Minas Gerais. CONTEUDO PROGRAMATICO 1. O objeto da sociologia rural 1. As bases geográficas da sociologia rural 2. Classes sociais e meio rural 3. A sociologia rural diante das instituições em mudança 4. Revoluções sociais no campo 5. Anotações sobre capitalismo agrário e mudança social no Brasil 6. Populações rurais brasileiras 7. Relações de produção e proletariado rural 8. Do rural ao urbano no Brasil 9. O sentido do associativismo empresarial no Brasil agrário 10. O papel da educação escolar e da assistência técnica 11. Educação popular comunitária 12. Economia de solidariedade e organização popular 13. Origem e desenvolvimento da extensão rural 14. Prática profissional como intervenção 15. Intervenção na concepção participativa 16. A extensão rural em Minas Gerais 17. O futuro da extensão rural METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro, giz, data show, DVD e televisão PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação formal = 8,0 Relatórios = 0,5 Apresentação de seminário = 1,5 BIBLIOGRAFIA Básica CAMPOS, Glênio Wilson de; ALMEIDA, Alecsandra de. Extensão rural: dos livros que a gente lê à realidade que ninguém vê. Taubaté, SP: Cabral, 2006. 121 p. ISBN 8589550788. COELHO, France Maria Gontijo. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e métodos. Viçosa, MG: UFV, 2005. 139 p. ISBN 8572692266 (broch.). GADOTTI, Moacir; GUTIÉRREZ, Francisco. Educação comunitária e economia popular. São Paulo, SP: Cortez, 1993. 120 p. (Coleção questões da nossa época; v.25). ISBN 852490500X. RIBEIRO, José Paulo. A saga da extensão rural em Minas Gerais. São Paulo, SP: Annablume, 2000. 270 p. , il. ISBN 8574191140. SZMRECSÁNYI, Tamás (Org.); QUEDA, Oriowaldo. Vida rural e mudança social. 2. ed. São Paulo, SP Nacional, 1976. 256 p. (Biblioteca universitária. Série 2º. Ciências Socias; v. 46). Complementar BRESSAN, Valéria Gama Fully; MUNIZ, José Norberto Muniz; REZENDE, João Batista. Avaliação de resultados da extensão rural pública no Estado de Minas Gerais. REVISTA CERES, Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, v.56, n.03, p. 241-248, maio/jun. 2009. Freire, Paulo. Extensão ou comunicação?. 10. ed. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 1988. 93 p. (O mundo hoje; 24). PINARE, Angel Gabriel Vivallo. Pequenos agricultores: métodos de pesquisa em sistemas sócioeconômicos. Angel Gabriel Vivallo Pinare. Petrolina, PE: Embrapa, 1984. v. 1. 231 p. PITOMBO, Luiz H. Universidade, extensão e cooperativa: produtores ganham com isso. Balde Branco, São Paulo, SP: Cooperativa Central de Laticínios do Estado de São Paulo, v.46, n.551, p. 28-30, set. 2010. SILVA, Ana Paula da ; OLIVEIRA, Julieta Teresa Aier de . O modelo cooperativo de extensão dos Estados Unidos: contribuições possíveis para o Brasil. REVISTA CERES, Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, v.57, n.03, p. 297-306, maio/jun. 2010. Soja, feijão e Algodão Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Soja, feijão e Algodão Semestre: Carga Horária Prática 40 8° Carga Horária Total 80 EMENTA Estudo das culturas: Soja ,Feijão e Algodão. Descrição Botânica. Importância Econômica e Socia Zoneamento agrícola. Implantação da cultura: tipos de solo e clima, cultivares, preparo do solo, nutrição e adubação, tratos culturais. Controle de pragas e doenças. Controle de plantas daninhas. Colheita processamento, armazenamento e comercialização. CONTEUDO PROGRAMATICO Sistema de produção da cultura da soja; Sistema de produção da cultura do feijão; Sistema de produção da cultura do algodão; METODOLOGIA DE ENSINO Aulas problematizadoras a partir de referenciais teóricos; Estudo de casos de artigos publicados em jornais e revistas especializadas; RECURSOS DIDÁTICOS Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show; Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia); PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliações: 03 avaliações de 30 pontos cada; Apresentação seminário: Novas tecnologia de produção das culturas da soja, feijão e algodão, n valor de 10 pontos BIBLIOGRAFIA Básica Gomes, Pimentel. A soja. 5 ed. São Paulo: Nobel, 1988. 152 p. ABRAHÃO, Jairo Teixeira Mendes; D'ARCE, Marisa Aparecida B Regitano; FONSECA, Homero. Algodão produção, pré-processamento e transformação agroindustrial. São Paulo: Fealq, [19--?]. 96 p. Coordenadoria de assitência técnica integral. Manual técnico das culturas: tomo I. 2 ed. Campinas-SP: CATI, 1999. 578 p. (Manual; 8). Trabalho de Conclusão de Curso Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Trabalho de Conclusão de Curso Carga Horária Prática 0 Semestre: 8 Carga Horária Total 20 EMENTA Apresentação de um trabalho de conclusão de curso na forma escrita e oral, utilizando linguagem científica embasados nos temas trabalhados nas disciplinas de TCC 1 , 2, e 3 e extra-classe com o auxilio de um orientador. As três disciplinas (TCC I, II, II) darão suporte para a elaboração e apresentaçã escrita e oral da monografia. CONTEUDO PROGRAMATICO Elementos componentes para cada tipo de modalidade Metodologias para apresentação de trabalho oral Aspectos relevantes na apresentação do trabalho escrito Revisão sobre elementos da Metodologia Cientifica (citações de referencias, elementos pré-textuais, e pos textuais) e aspectos da estética das apresentações. A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão ) A banca Apresentação do TCC A defesa propriamente dita ( regulamentação e cronograma) METODOLOGIA DE ENSINO Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho RECURSOS DIDÁTICOS Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o orientador. BIBLIOGRAFIA Básica Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo: Atlas 1996. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa. MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Complementar Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981. Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980. Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002. Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977. Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983. Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. Zootecnia II (Bovinos) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Zootecnia II (Bovinos) Carga Horária Prática 20 Semestre: 8° Carga Horária Total 60 EMENTA Utilizar alimentos de boa qualidade para os bovinos. Auxiliar no planejamento dos programas de reprodução direcionada e de biosseguridade, vistoriando melhorando a suas eficácias. Preparar a produção observando a relação custo:benefício. Divulgar produtos em eventos agropecuários. Discutir e analisar diferentes sistemas de produção leiteira e produção de corte. Planejar e executar projetos na atividade leiteira e atividade de corte Reconhecer e prevenir os principais problemas sanitários do rebanho. Produzir leite com qualidade, livre de resíduos. Produzir Carne com qualidade, livre de resíduos. Estabilizar o rebanho conservando e melhorando os índices técnicos e zootécnicos. CONTEUDO PROGRAMATICO INTRODUÇÃO: Apresentação do Professor (a) e alunos (as) Apresentação do plano de curso Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação A disciplina no currículo e integração com outras disciplinas A disciplina de formação do profissional e da pessoa PANORAMA DA PECUÁRIA LEITEIRA Produção e produtividade de leite no mundo, Brasil e Minas Gerais. Mercado do leite no Brasil e no Mundo. RAÇAS E CRUZAMENTOS Raças e tipos raciais utilizados na bovinocultura leiteira Cruzamentos e o conceito da heterose O gado mestiço Brasileiro Cruzamento de raças européias com animais zebuínos. O animal PC, PO, PCOD, PCOC e GHB Exigências para um animal PC se transformar em PO SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE Tipos e escolhas de sistemas (extensivo, semi - intensivo e intensivo) Potencialidade do pastejo rotacionado. O confinamento total. Opções de instalações para confinamento (loose housing, free-stall, tie-stal). CARACTERÍSTICAS DO EXTERIOR DA VACA LEITEIRA Aspectos morfológicos PRINCÍPIOS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA DA GLÂNDULA MAMÁRIA Conceitos básicos em anatomia da glândula mamária Fisiologia da secreção e ejeção do leite O ciclo lactacional A persistência do pico da lactação A condição corporal da vaca leiteira CONTROLE E QUALIDADE DO LEITE Impacto econômico da mastite Principais patógenos causadores de mastite Controle da mastite Monitoramento de qualidade do leite e saúde da glândula mamária Contagem de células somáticas CRIAÇÃO DE BEZERROS E NOVILHAS EM BOVINOCULTURA LEITEIRA Cuidados sanitários com o bezerro recém nascido Fornecimento e qualidade de colostro Aleitamento artificial em bezerros Parâmetros de desmame PANORAMA DA PECUÁRIA DE CORTE Produção e produtividade de carne bovina no mundo, Brasil e Minas Gerais. Mercado de carne bovina no Brasil e no Mundo. RAÇAS E CRUZAMENTOS Raças e tipos raciais utilizados na bovinocultura de corte SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE Tipos e escolhas de sistemas (extensivo, semi - intensivo e intensivo) O confinamento total. CARACTERÍSTICAS DO EXTERIOR DOS ANIMAIS DE CORTE Aspectos morfológicos CRIAÇÃO DE BEZERROS E NOVILHAS EM BOVINOCULTURA DE CORTE Cuidados sanitários com o bezerro recém nascido Fornecimento e qualidade de colostro Parâmetros de desmame CONTROLE E QUALIDADE DA CARNE Parâmetros de avaliação visual O que seria qualidade de carne? ASPECTOS REPRODUTIVOS DA BOVINOCULTURA: Fisiologia e anatomia reprodutiva Uso da IA, monta natural, IATF, TE e FIVE. Sincronização de cio Uso de hormônios na reprodução Principais desordens reprodutivas. ASPECTOS SANITÁRIOS DA CRIAÇÃO Principais doenças (Bacterianas, virais e parasitárias). Doenças de bezerros. Calendário de vacinação. GERENCIAMENTO DE REBANHO Uso da informática na coleta de dados. Interpretação e formação de índices. Formação de equipes de trabalho. Avaliação de custo de produção. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados. RECURSOS DIDÁTICOS Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia retroprojetor e setor de produção; bovinocultura de leite. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Valor das atividades 100% cada. Atividades: Provas escritas, relatórios, exercícios, simulações, trabalho e seminários. BIBLIOGRAFIA Básica LEDIC, I. L. Gir: o grande trunfo da nossa pecuária de leite. São Paulo, SP: Peirópolis, 2000. 91 p. BATTISTON, W. C. Gado leiteiro: manejo, alimentação e tratamento. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1980. 404 p. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 7 ed. São Paulo: Nobel, 2007. 586 p. Complementar PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens, Ed, Nobel SISSON, S.. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Interamericana, 1981. v.1. 1134 p. SWENSON, M.J. (Ed.) Dukes/ Fisiologia dos animais domésticos. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1996. 856 p. Informe Agropecuário Boletins técnicos Circulares técnicas e série documentos dos centros nacionais da EMBRAPA (CNPGL, CNPGC, CPAC) Anais de congressos, simpósios, workshops e encontros sobre bovinocultura de leite Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia Revista Balde Branco Pesquisa Agropecuária Brasileira Revista o Girolando Boletim da Indústria Animal Disciplinas Optativas Cultura de Tecidos Vegetais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Cultura de Tecidos Vegetais Optativa Semestre: Carga Horária Teórica Carga Horária Prática Carga Horária Total 40 20 60 EMENTA - Histórico; Panorama atual e perspectivas; Organização do laboratório; Meios nutritivos; Preparação e composição de meios nutritivos; Explantes; Fatores ambientais; Micropropagação; Controle de contaminantes persistentes; Cultura de ápices caulinares e recuperação de plantas livres de vírus; Conservação in vitro de recursos genéticos; Aclimatação. CONTEUDO PROGRAMATICO - Introdução à Cultura de Tecidos. Início do cultivo de células. Descoberta dos hormônios. - Aplicações da cultura de tecidos no melhoramento genético de plantas. - Aplicações da cultura de tecidos na fitopatologia. - Organização do laboratório de cultura de tecidos de plantas. - Meios nutritivos: preparo e principais tipos de meios. - Cultura de ápices caulinares: introdução, princípios da técnica e principais plantas recuperadas. - Micropropagação: definição de explantes, princípios da técnica e principais plantas micropropagadas. Aplicação comercial. - Contaminação In vitro: principais agentes contaminantes e meios de controle. - Conservação in vitro de plantas: introdução, principais técnicas e aplicação na agricultura e biologia. - Aclimatação de plantas: introdução, técnicas de aclimatação e fatores que afetam a rustificação das mudas. METODOLOGIA DE ENSINO - Aulas expositivas teóricas e práticas. RECURSOS DIDÁTICOS - Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Os alunos serão avaliados por meio de: * Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre; * Testes ao final da aula; * Redação e apresentação de um projeto de Micropropagação de espécies ameaçadas de extinção. BIBLIOGRAFIA Básica CID, L. P. B. Cultivo in vitro de plantas. Embrapa. 303p. 2010. TORRES, A.C.; CALDAS, L.S.; BUSO, J.A.(eds.) Cultura de Tecidos e Transformação Genética de Plantas. Brasília, Embrapa/CBAB, v.1 e 2. 1998. 864p. TRIGIANO, R.N.; GRAY, D.J. (eds.) Plant Tissue Culture. New York, CRC Press, 2000, 454p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 3º Edição.2004. Editora Artmed.719p. Complementar COLLIN, H.A.; EDWARDS, S. Plant Cell Culture. New York, Springer-Verlag, 1998, 157p. DODDS, J.H.; ROBERTS, L.W. Experiments in Plant Tissue Culture. New York, Cambridge University Press, 1995. GAMBORG, O.L.; PHILLIPS, G.C. (eds) Plant Cell, Tissue and Organ Culture – Fundamental Methods. Berlin, Springer, 1995. PÉREZ PONCE, J.N. Propagación y Mejora Genética de Plantas por Biotecnología. Villa Clara, Instituto de Biotecnología de las Plantas, 1998, 390p. Periódicos - Plant Cell Culture & Micropropagation - Pesquisa Agropecuária Brasileira - Revista Horticultura Brasileira Inglês Técnico Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Inglês Técnico (Optativa) Semestre: Carga Horária Prática 0 Optativa Carga Horária Total 20 EMENTA Fundamentos da língua inglesa para a leitura e identificação de palavras, termos e frases orientados para a área de Agronomia. Essa disciplina trabalhará com os textos científicos em inglês, com o objetivo de familiarizar os alunos com o linguajar técnico e cientifico da língua inglesa. CONTEUDO PROGRAMATICO Estratégias de Leitura (Skimming,Scanning, Prediction, Inference) Tempos Verbais, Pronomes, Preposições , cognatas e falsas cognatas, Vocabulário agronômico. METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas e práticas. Os alunos farão leituras de textos da área de agronomia em inglês. RECURSOS DIDÁTICOS Apostila elaborada pelo professor e textos da área. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação se dará no dia a dia da disciplina,através da observação e desenvolvimento pessoal dos alunos. Para atender as formalidades haverá uma avaliação individual, sobre as técnicas de leitura trabalhadas e uma avaliação em duplas prática. Com cada dupla traduzindo um texto da área. BIBLIOGRAFIA Básica Munhoz, R. Inglês Instrumental. Estratégias de Leitura/Módulo I. São Paulo:Mundo Novo, 2000 Complementar Murphy, R. Essencial Grammar in Use. Gramática Básica da Língua Inglesa. Cambridge University Press, 2000 Ensino de LIBRAS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 20 Ensino de LIBRAS Carga Horária Prática 20 Semestre: Optativa Carga Horária Total 40 EMENTA Língua Brasileira de Sinais e seu conhecimento básico para aplicação na prática docente. Retrospectiva histórica do povo surdo. Fonologia das línguas de sinais. Gramática em línguas de sinais. A educação de surdos e questões de linguagem. CONTEUDO PROGRAMATICO - História da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); - Cultura e Comunidade surdas; - Breve retrospectiva da educação de surdos no Brasil; - Estrutura da LIBRAS; - Sistema de transcrição; - O alfabeto manual e as configurações das mãos; - A Datilologia; - Expressões faciais e corporais, postura; - Cumprimentos; - Sinais relacionados aos meios de comunicação e trabalho; - Sinais para cores e tonalidades - Numerais (cardinais e ordinais), calendário e horário; - Utilização de sinais para valores monetários; - Substantivos e adjetivos; - Tipos de frases e o tempo verbal; - Estruturação das frases em LIBRAS: - Advérbios de modo incorporados ao verbo; - O intensificador (advérbio); - Pronomes: pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos; - Advérbios, Pronomes e expressões interrogativas; - Advérbios comparativos e figuras de comparação; - Dicionário básico de libras: animais, educação, família, vestimenta, casa, alimentação, informática, profissões, transportes, diversão, tempo, natureza. - Aula expositiva; - Aulas práticas; - Dinâmicas de grupo; METODOLOGIA DE ENSINO - Teatro; - Projeção de filmes; - Seminário. RECURSOS DIDÁTICOS - Utilização de data-show, DVD e televisão; - Uso de retroprojetor; - Apostilas; - Quadro e giz. PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO - Trabalhos individuais e em grupo; - Avaliações orais e escritas. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica: 1) QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de Sinais Brasileira – estudos lingüísticos. 1ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004. 2) ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades Ilustradas em Sinais da LIBRAS. 1ª ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. Bibliografia complementar: 1) 2) SILVA, Ivani Rodrigues. Cidadania, Surdez e Linguagem Desafios e Realidades. 1ª ed. São Paulo: Plexus Editora, 2003. SANTANA, Ana Paula. Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas. 1ª ed. São Paulo: Summus, 2007. 3) QUADROS, R.M. – Educação e Surdez: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Campus Bambuí Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia Ementário e Organização de Conteúdos Componente curricular: Carga Horária Teórica 40 Levantamento e Avaliação de Impactos Semestre: Ambientais Carga Horária Prática 0 Optativa Carga Horária Total 40 EMENTA Introdução. Conceitos fundamentais. Documentos para licenciamento ambiental. Evolução das metodologias de avaliação de impactos ambientais. Metodologias para identificação, descrição, qualificação e quantificação de impactos ambientais. Aplicação das técnicas de avaliação de impactos ambientais em países desenvolvidos e em desenvolvimento. CONTEUDO PROGRAMATICO Introdução: histórico e evolução do Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais no Brasil e nos países desenvolvidos; Conceitos Fundamentais para o Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais; Documentos necessários para o licenciamento ambiental; Evolução das metodologias de avaliação de impactos ambientais; Metodologias para identificação, descrição, qualificação e quantificação de impactos ambientais; Aplicação das técnicas de avaliação de impactos ambientais; Estudos de caso; Seminários METODOLOGIA DE ENSINO Aulas teóricas expositivas em sala de aula; Aulas de campo e visitas técnicas; Seminários; Leitura de materiais complementares. RECURSOS DIDÁTICOS Quadro negro, retroprojetor, data-show e materiais complementares (resumos, livros) PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas), trabalhos em grupo e apresentação de seminários. BIBLIOGRAFIA Básica SANCHES, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. Oficina de Textos. São Paulo: 2008. 1ªEd. SILVA. E.Técnicas de avaliação de impactos ambientais. CPT-Viçosa. Viçosa: 1999. Complementar MÜLLER. A. C. Hidrelétricas, Meio Ambiente e Desenvolvimento. Makron Books. São Paulo: 1995. VERDUM. R. MEDEIROS. R.M. RIMA: Relatório de Impacto Ambiental – Legislação, elaboração e resultados. Editora da Universidade. Porto Alegre. 2002. PORTO-GONÇALVES. C.W. O desafio Ambiental. Ed Record. Rio de Janeiro. 2004 2. METODOLOGIA DE ENSINO Os procedimentos metodológicos priorizados nos conteúdos do curso levam em consideração, sobretudo, o princípio da unidade entre teoria e prática e a interdependência dinâmica dos conteúdos e a sua problematização. Para isso, as atividades do curso de Agronomia compreendem basicamente a participação dos alunos em: atividades em classe proporcionando a fundamentação teórica; atividades práticas em laboratório e campo; trabalhos de pesquisa e extensão com acompanhamento docente e relacionados às disciplinas do currículo; estágio extracurricular podendo ser realizado internamente nos setores de produção da própria instituição ou em ou em outras instituições de caráter publico ou privado de interesse do próprio acadêmico; estágio curricular em que o acadêmico terá oportunidade de conhecer o mercado de trabalho e expandir os conhecimentos adquiridos durante o curso em empresas públicas e privadas conveniadas com a instituição; eventos participativos de aquisição de conhecimentos (seminários, congressos, ciclo de palestras, oficinas, mini-curso, etc); produção científica a partir de projetos de pesquisa e Trabalhos de Conclusão de Curso orientados pelos professores; visitas técnicas com finalidade de complementar o conhecimento adquirido nas disciplinas e demonstrar a realidade do mercado de trabalho; grupo de estudos em temas específicos da área de formação com o objetivo de complementar e aprimorar a formação do acadêmico. monitorias de disciplinas em que o acadêmico desempenha atividades ligadas ao ensino, em disciplinas que obteve aprovação. As atividades de pesquisa e produção científica do curso são promovidos por meio da implementação de projetos de pesquisas sob a coordenação do corpo docente e com a participação de órgãos de fomentos pela concessão de bolsas de iniciação e também de auxílios concedidos pela própria instituição. A produção científica será também promovido pela participação em eventos científicos externos e promovidos pela instituição. As atividades iniciação científica e extensão realizadas pelos estudantes em qualquer etapa do curso poderão ser computadas na totalização da carga horária do Estágio Curricular supervisionado até 120 (cento e vinte) horas. De acordo com a legislação federal estas atividades podem ser computadas na carga horária de estagio desde que previstas no PPC (§ 30, art 20 / 11788/2008). As atividades de extensão compreendem projetos de extensão sob coordenação do corpo docente e a concessão de bolsas de extensão é feita pela própria instituição. Os trabalhos de extensão têm como objetivo levar o conhecimento de modo a viabilizar a relação transformadora entre instituição e comunidade. Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso Sistema de avaliação do projeto de curso A avaliação institucional sistemática, realizada pela comissão própria de avaliação (CPA), considerando o disposto na Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, demonstra uma avaliação global do curso e permite detectar os pontos fortes do curso e suas falhas. Outras formas de avaliação interna e externa são feitas: Do ponto de vista do aluno e do funcionamento do curso Ao final dos semestres, em reuniões do colegiado, considerando a avaliação global dos alunos, em termos qualitativos e quantitativos, ou seja, quanto às competências pessoais, de gestão e tecnológicas; Durante o curso, pelo acompanhamento constante das atividades, em reuniões com docentes e discentes e por disciplinas; Através de questionário da CPA, tratado do ponto de vista estatístico e analisado considerando a eficácia e eficiência do processo desenvolvido; Ao final do curso, pela auto-avaliação das competências em fichas ou em seminários. Do ponto de vista da inserção do egresso no mercado de trabalho Através do retorno dos estagiários, quanto à eficiência do curso, pelas avaliações feitas pelas empresas. Reuniões com os representantes do setor para avaliar o curso quanto à adequação do perfil e das competências. Reunião dos egressos do curso a cada dois anos, ocasião em que informarão sobre a atuação dos profissionais formados no mercado de trabalho, servindo como referência para revisão dos currículos. O encontro de Ex-alunos configura-se como fonte importante para acompanhamento dos egressos da instituição. Através deste evento são obtidas informações relevantes tocante às práticas de ensino aplicadas e sua relação com o mercado de trabalho, e, principalmente informações referentes à percepção dos egressos com relação à qualidade dos cursos oferecidos, servindo assim como subsídio para a tomada de decisões que consolidem a Instituição como referência na qualidade de ensino, pesquisa e extensão. Procedimentos de avaliação dos processos de ensinoaprendizagem Consiste em avaliar o desempenho do estudante quanto ao domínio das competências previstas, em vista do perfil necessário à sua formação profissionalizante, acompanhando todo o processo, durante e ao final do processo de aprendizagem. Permite diagnosticar a situação do estudante, em face da proposta pedagógica da Instituição e orientar decisões quanto à condução da prática educativa. Como tal, é contínua e cumulativa, considerando a prevalência de aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados durante o período letivo sobre os finais (LDB 9394/96). Para tanto, o estudante deve saber o que será trabalhado em ambientes de aprendizagem, os objetivos para o estudo de temas e de conteúdos, e as estratégias que são necessárias para que possa superar as dificuldades apresentadas no processo. A avaliação será feita por disciplina, a cada semestre, considerando as habilidades sob os pontos de vista quantitativo e qualitativo e o desenvolvimento das competências previstas para que o estudante seja considerado “aprovado”. As avaliações podem apresentar várias formas, como, por exemplo, provas e testes, auto-avaliação, trabalhos individuais ou coletivos, entre outros. O aproveitamento acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada semestre letivo, obtido a partir processos de avaliação, será expresso por uma nota, na escala de 0 (zero) a 100 (cem). Ao final de cada semestre, será aprovado o estudante que obtiver aproveitamento igual ou superior a 60% e freqüência igual ou superior a 75% em cada disciplina. Durante o semestre, o professor pode promover situações paralelas de recuperação de aprendizagem no momento em que o estudante apresentar dificuldades. Também, caso o estudante não tenha sido considerado “aprovado”, poderá ter uma última oportunidade de complementar as competências necessárias à conclusão do semestre, por meio de provas de recuperação. O estudante que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40 (quarenta) e inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do semestre, terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo definido no calendário acadêmico. O aluno que na disciplina não obtiver presença igual ou superior a 75% da carga horária e/ou 60% de rendimento escolar em cada disciplina ficará em dependência. O aluno que foi aprovado em todas as disciplinas, com o mínimo de 60% de aproveitamento e 75% de freqüência, que fez o estágio supervisionado, cumpriu a carga horária exigida das atividades acadêmico-cientifico-culturais e estiver em situação regular com o ENADE, receberá o Diploma de Bacharel em Agronomia. Número de vagas e integralização curricular O curso tem regime semestral, com processo seletivo realizado anualmente, onde são ofertadas 40 vagas. É integral (diurno) tendo duração mínima de quatro anos (8 semestres) e máxima de oito anos (16 semestres) totalizando 4500 horas aulas sendo 320 horas de estágios curricular supervisionados, 60 horas de trabalho de conclusão de curso e 40 horas de disciplinas optativas. O dimensionamento das turmas compreende quarenta alunos nas aulas teórico-expositivas e nas atividades práticas, as turmas são de 10 a 20 alunos. A integralização curricular ficará vinculada a freqüência mínima de 75% nas atividades teóricas bem como, nas práticas de cada disciplina. As disciplinas serão organizadas em períodos e ou módulos, possuindo aulas teóricas, práticas de campo e ou laboratórios. Na estrutura atual, o aluno necessita cursar 74 disciplinas obrigatórias oferecidas para a sua formação profissional. Também são oferecidas 4 disciplinas optativas como forma de complementação profissional, tendo o aluno que cumprir no mínimo 40 horas em disciplinas optativas. Serão oferecidas oportunidades de atividades complementares, como monitoria, estágio, pesquisa, extensão aos alunos com o objetivo de serem consideradas como um reforço da estrutura básica das disciplinas obrigatórias. Critérios de aproveitamento e avaliação de competências profissionais anteriormente desenvolvidas Os alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG, nos termos do art.41 e do § 2° do art. 47 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, poderão ter competências avaliadas para fins de proseguimentos de estudos, desde que atendidas as exigências estabelecidas na portaria n°216, de 30 de dezembro de 2009, desta instituição. 3. APOIO AO DISCENTE O atendimento aos discentes do curso de Agronomia é realizado pela coordenação do curso, pelos professores que lecionam no mesmo, pelo Setor de Assuntos Didáticos e Pedagógicos e pelo Setor de Assistência Estudantil. O coordenador do curso é professor efetivo com dedicação exclusiva à instituição e para facilitar o atendimento ao aluno, dispõe de horários pré-estabelecidos para esse fim. Os demais professores que lecionam no curso possuem salas onde realizam os atendimentos de acordo com as necessidades de cada disciplina e de cada turma. Além destes atendimentos a instituição conta com um Setor de Assuntos Didáticos e Pedagógicos com pedagogos e técnicos em assuntos educacionais. Existe ainda à disposição dos discentes o Setor de Assistência Estudantil com um psicólogo, um médico, um enfermeiro, um dentista e uma assistente social. Além disso a instituição possui um refeitório que fornece café da manhã, almoço, jantar e café da noite; alojamento estudantil e áreas destinadas à realização de atividades de lazer (quadras, campo de futebol, piscina, ginásio poliesportivo, sala de ginástica, sala de TV/vídeo, dentre outros). O instituto conta ainda com bolsas de pesquisa, extensão, auxílio alimentação, moradia e transporte. 4. PERFIL DO CURSO DE AGRONOMIA O curso de Agronomia do IFMG-Bambuí deve ensejar sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologias; desenvolver o senso crítico e a criatividade na identificação e resolução de problemas e situações novas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade; compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais, e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, sociais e organizativos, bem como utilização de recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente. Atividades do Engenheiro Agrônomo Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais previstas na Resolução nº. 218, de 29/06/1973, do CONFEA e atuar nos seguintes setores referentes à engenharia rural: construções para fins rurais e suas instalações complementares: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica; assistência, assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra e serviço técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico; condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e reparo; operação e manutenção de equipamento e instalação; execução de desenho técnico; irrigação e drenagem para fins agrícolas; fitotecnia e zootecnia; melhoramento animal e vegetal; recursos naturais renováveis; ecologia, agrometeorologia; defesa sanitária; química agrícola; alimentos; tecnologia de transformação (açúcar, amidos, óleos, laticínios, vinhos e destilados); beneficiamento e conservação dos produtos animais e vegetais; agropecuária; edafologia; fertilizantes e corretivos; processo de cultura e de utilização de solo; microbiologia agrícola; biometria; parques e jardins; mecanização na agricultura; implementos agrícolas; nutrição animal; agrostologia; bromatologia e rações; economia rural e crédito rural; economia e administração rural; sociologia e desenvolvimento rural; cooperativismo; assistência técnica e extensão rural; políticas públicas para a agricultura e meio rural; legislação agrária e profissional, seus serviços afins. 5. CORPO DOCENTE E TUTORIAL Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE A partir da Resolução n°18 de 02 de março de 2011 fica instituído a criação dos Núcleos Docentes Estruturantes dos cursos de graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Agronomia, constitui-se de um grupo de docentes com atribuições acadêmicas de acompanhamento atuante nos processos de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. O Núcleo Docente Estruturante foi composto considerando os critérios previstos na Resolução n°18, prevendo no mínimo cinco professores pertencentes ao corpo docente do curso, sendo que sessenta por cento, pelo menos, de seus membros devem ter titulação acadêmica obtida em programas de pós graduação stricto sensu, com a recomendação de que seja alcançado o percentual de cem por cento, considerou-se também que fizesse parte deste núcleo um professor que ministrasse disciplinas na área básicas no curso. O coordenador do curso é membro nato do NDE. A tabela abaixo apresenta os componentes do NDE e sua titulação: Tabela 1: Titulação dos docentes que compõem o núcleo docente estruturante Docente Fábio Pereira Dias Maria Carolina Gaspar Botrel Paulino da Cunha Leite Ana Cardoso C. Filha Ferreira de Paula Carlos Manoel de Oliveira Vássia Carvalho Soares Ricardo Monteiro Corrêa Titulação Doutor Mestre Doutor Doutor Doutor Doutor Doutor Coordenação de curso A coordenação dos Cursos Superiores e de Tecnologia é exercida por um professor do Instituto Federal de Minas Gerais, campus Bambuí, indicado pelo Diretor Geral. Atuação do coordenador do curso Como gestor do curso e com base no plano de desenvolvimento institucional, no projeto pedagógico institucional, nas diretrizes curriculares do Curso de Agronomia e no projeto pedagógico do curso, o coordenador atua atento às seguintes competências e prioridades, dentre outras compatíveis com a função: coordenar e supervisionar as atividades do Curso; conduzir o processo de elaboração de programas, planos de curso e ementas, apresentando os resultados ao Conselho de Curso; representar o Curso no Conselho Tecnológico e outros órgãos; participar da elaboração, implementação e avaliação dos projetos pedagógicos dos cursos; apreciar o currículo pleno do curso, bem como suas modificações, submetendo-o ao Conselho Tecnológico; participar da reestruturação curricular, quando de sua necessidade; acompanhar e avaliar o desenvolvimento do curso, turmas e alunos, sugerindo reformulações da proposta curricular; apresentar proposta de trabalho, no início de cada semestre letivo, ao Conselho Tecnológico e Diretoria; elaborar e apresentar relatório semestral das atividades executadas e em execução; propor cursos e atividades relacionadas à Pesquisa, Extensão e Pósgraduação; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades da Instituição, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor; propor medidas capazes de oportunizar a interlocução entre os diferentes órgãos da Instituição; convocar e coordenar as reuniões do Conselho e Colegiado de Curso; orientar e acompanhar o processo de avaliação dos alunos, inclusive determinando prazos de entrega de resultados à Setor de Registros Escolares, bem como zelar pelo cumprimento do regimento escolar e a execução dos programas e horários; orientar os alunos, prestando-lhes informações sobre os cursos, currículos, ementas, mercado de trabalho e representação estudantil; analisar os processos de transferência e dispensas; orientar o Corpo Discente no ato da matrícula; coordenar o processo de seleção do corpo docente e sugerir as contratações e dispensas; zelar pelo cumprimento dos critérios para contratação de professores e distribuições de aulas; solicitar e definir a disponibilidade semestral dos professores; definir a oferta semestral de componentes modulares, de acordo com a estrutura curricular; fornecer ao Coordenador de Atividades Pedagógicas subsídios par elaboração do quando de horários das aulas, no prazo estabelecido pela Instituição; fornecer subsídios à Biblioteca quanto à aquisição de acervo, consultado o Conselho de Curso; zelar pelo registro e documentação relativos às atividades do Curso; responder a consultas que lhe forem encaminhadas pelo Conselho Tecnológico; solucionar, nos limites de sua competência, os casos omissos neste Regimento; exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas em lei e neste regimento. Coordenadores Fábio Pereira Dias é formado em Agronomia pela Universidade Federal de Lavras (1995), com mestrado e doutorado em Agronomia (2000 e 2004) por esta mesma instituição. Em julho de 2002 ingressou no quadro de docentes do Centro Educacional de Patos de Minas (UNIPAM), ministrando disciplinas no curso superior de Agronomia, onde teve sua primeira experiência com docência. Atualmente é professor dos cursos de Agronomia e Técnico em Agricultura e Zootecnia no Instituto Federal de Minas Gerais, campus Bambuí. Tem experiência na área de Produção Vegetal, atuando principalmente com a cultura do café. Possui 10 (dez) anos de experiência no magistério superior. Regime Jurídico Único (RJU) - Dedicação exclusiva. (Coordenador). Carlos Manoel de Oliveira é Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal de Uberlândia (1997), com Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) pela Universidade Federal de Uberlândia (2013). Em Agosto de 2001 ingressou no quadro de docentes do Centro Universitário do Planalto de Araxá - UNIARAXÁ ministrando disciplinas nos cursos superiores de Ciências Biológicas, Gestão de Agronegócios, Administração e Agronomia, tornando-se, em 2005, Coordenador do Curso Sequencial em Gestão de Agronegócios e em 2008, Coordenador do Curso de Agronomia. Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Minas Gerais IFMG - Campus Bambuí. Possui experiência em técnicas de produção vegetal, especialmente em grandes culturas com milho e soja. Tem experiência na área de Botânica, atuando principalmente com os seguintes temas: mudas, substratos, cultivo de plantas, produtividade e perda de massa. Possui 09 (nove) anos e seis meses de experiência no magistério superior. Regime Jurídico Único (RJU) Dedicação exclusiva. (Coordenador substituto) Corpo docente O corpo docente do curso de Agronomia é constituído por professores qualificados para o ensino, a pesquisa e a extensão que assumam o compromisso de respeitar a missão, os valores, as políticas, os objetivos e as finalidades propostas pela instituição, considerando o processo global de educação. Compõem o curso de Agronomia 50 (cinquenta) professores (Tabela 2). Destes, 24 (vinte e quatro) são doutores, 24 (vinte e quatro) mestres (destes, 26% são doutorandos), 1 com especialização e 1 com graduação, que está substituindo outro que está concluindo o doutorado. Tabela 2: Titulação, regime de trabalho e carga horária do corpo docente Docente Adriano Geraldo Alcilene de Abreu Pereira Ana Cardoso C. Filha F. de Paula André Luís da Costa Paiva Antonio Augusto Rocha Athayde Antônio Divino Jacob Augusto Aloísio Benevenuto Júnior Áureo Rodrigues Pereira Carlos Manoel de Oliveira Cássia Maria Silva Noronha Claudia Aparecida de Campos Cláudia Figueiredo Garrido Cabanellas Cláudio Miguel Alves de Faria Erik Campos Dominik Érika Soares Reis Eriks Tobias Vargas Fábio Pereira Dias Fabiola Adriane Cardoso Santos Fernanda Gomes da Silveira Gaby Patrícia Terán Ortiz Gabriel de Castro Jacques Geraldo Henrique Alves Pereira Gislaine Pacheco Tormen Gustavo Augusto Lacorte Hudson Rosemberg Pocesch e Campos Humberto Garcia de Carvalho Joel Guimarães Brito Júnior Jonas Guimarães e Silva Júlio César dos Santos Luciano Donizete Gonçalves Marco Antônio do Carmo Maria Carolina Gaspar Botrel Mario Luiz Viana Alvarenga Mayler Martins Neimar de Freitas Duarte Nathália Nunes Peres Paulino da Cunha Leite Titulação Regime de trabalho C.H. Doutorado Mestrado Doutorado Doutorado Doutorado Mestrado Mestrado Doutorado Doutorado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Mestrado Doutorado Mestrado Mestrado Doutorado Mestrado Especialização Mestrado Doutorado Mestrado Mestrado Doutorado Mestrado Mestrado Doutorado Doutorado Mestrado Doutorado Doutorado Doutorado Graduação Doutorado Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva CCT/CLT Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva CCT/CLT Dedicação Exclusiva 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s Pedro Renato Pereira Barros Rafael Bastos Teixeira Ricardo Souza Cavalcante Ricardo Monteiro Corrêa Rogério Amaro Gonçalves Ronaldo Goulart Magno Júnior Rosemary Pereira Costa Sheila Isabel do Carmo Pinto Silvana Lúcia dos Santos Medeiros Stella Maria Gomes Tomé Valter de Mesquita Vássia Carvalho Soares Wellingta C. de Almeida N. Benevenuto Mestrado Doutorado Doutorado Doutorado Doutorado Mestrado Doutorado Doutorado Doutorado Mestrado Mestrado Doutorado Doutorado Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva 40 h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40 h/s 40 h/s 40h/s 40h/s 40 h/s 40h/s Experiência profissional A experiência dos docentes do Curso Agronomia oferece aos alunos conteúdos que vão ao encontro das necessidades do curso. Compõe o corpo docente profissionais da área básica e profissionalizante, sendo todas as atividades comprovadas na Currículo Lattes. 6. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO Constituição do Colegiado de Curso O Colegiado de Curso é constituído: I – pelo Coordenador Geral de Ensino; II – pelo Coordenador de Curso; III – pelos professores do Curso; IV – pelos representantes do corpo discente de cada turma. Competências do Colegiado de Curso Compete ao Colegiado de Curso: I – deliberar sobre a admissão de monitor; II – exercer as demais competências que lhe sejam atribuídas em lei e neste Regimento; III – discutir e avaliar as atividades didático-pedagógicas e propor medidas corretivas; IV – resolver casos omissos no processo de avaliação dos alunos; V – planejar atividades interdisciplinares. 7. INFRAESTRUTURA Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI O Instituto Federal Minas Gerais em seu campus Bambuí possui 40 salas de professores, divididas por áreas afins. Conta com uma sala de reuniões no prédio administrativo, além de 3 (três) Auditórios que também funcionam como sala de reuniões. Cada professor tem seu gabinete, que é compartilhado com outros que atuam na mesma área. Salas de aula – Curso de Agronomia A Agronomia possui um pavilhão próprio dentro do Campus com 4 (quatro) salas de aula com capacidade para 40 alunos cada sala. Acesso dos alunos aos equipamentos de informática Laboratórios de aula disponíveis para acesso dos alunos quando fora do horário de aulas e desde que tenhamos monitores. Laboratório 1 - 30 computadores* Laboratório 2 - 24 computadores (ficará com 30 também)* Laboratório 3 (NAI) - 20 computadores* *Laboratórios disponíveis para acesso dos alunos mediante existência de monitores. Biblioteca - 8 computadores Telecentro - 10 computadores Laboratório na Diretoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão – 8 computadores 8. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS A listagem abaixo apresenta os laboratórios e setores que são utilizados no Curso de Agronomia. Tais laboratórios/setores são utilizados como ambientes de aprendizado em aulas práticas, além de servirem como ferramentas para a realização de estudos e pesquisas pelos alunos do Curso de Agronomia. - Laboratórios: Laboratório de Solos Laboratório de Nutrição Animal (Bromatologia) Laboratório Multidisciplinar de Biologia (LAMUBI) Laboratório de Físico-químico Laboratório de Informática Laboratório de Desenho Técnico Laboratório de Microbiologia - Setores de produção: Setor de Carnes Setor de Frutos e Hortaliças Setor de Laticínios Setor de Culturas Anuais +Setor de Olericultura Setor de Culturas Permanentes Setor de Bovinocultura Setor de Suinocultura Setor de Avicultura Setor de Apicultura Setor de Caprinocultura e Ovinocultura Setor de Jardinagem Setor de Produção de Mudas 9. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS A situação atual do acervo da biblioteca do IFMG – Campus Bambuí é exibida na Tabela 3. Tabela 4: Acervo por área da biblioteca do IFMG - Campus Bambuí Área Ciências Exatas e da Terra Ciências Biológicas Engenharias / Tecnologia Ciências da Saúde Ciências Agrárias Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas Linguística, Letras e Artes Outros Títulos 777 496 149 200 2356 711 1203 1729 62 Volumes 1580 836 286 287 4039 1653 1457 2268 87 Abaixo encontra-se listada os periódicos especializados em Ciências Agrárias: A Granja Ag Leiloes Agroanalysis Agrogeoambiental Aveworld Avicultura Industrial Balde Branco Benjamin Constant Better Crops Ceres Cerne Coffee Science Dbo Rural Globo Rural Industria De Laticinios Informe Agropecuario Leite Integral Mg.Biota O Berro Panorama Da Aquicultura Pesquisa Agropecuaria Brasileira-Pab Plasticultura Porkworld Scientia Agricola Suinocultura Industrial ANEXO I Concepção e Composição do Estágio Curricular Supervisionado A concepção e composição do Estagio Curricular Supervisionado do Curso de Agronomia está regulamentado em conformidade com a Lei n 0 11788 de 25 de setembro de 2008. O estágio supervisionado, concebido como conteúdo curricular obrigatório, é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido em ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em Instituições de educação. O estágio visa assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo o aprimoramento do conhecimento. Visa também, o desenvolvimento de competências e habilidades próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, preparando o educando para a vida cidadã e para o trabalho. O Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Agronomia é desenvolvido em Instituições/Empresas conveniadas com o IFMG-Bambuí e são supervisionados por um representante da Instituição/Empresa, orientados pelo corpo docente e acompanhados pela supervisão de estágio. Todas estas ações estão subordinadas e registrados pelo setor de relações Institucionais/ Estágios – IFMG- Bambuí, que é responsável pela celebração do convênio, termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a Instituição de ensino em conformidade a Lei 11788/2008 nos capítulos I. II, III e IV que determinam a responsabilidades das partes. O estágio será realizado em empresas que possuem estruturas compatíveis para a realização de atividades relativas a ciências agrárias, especialmente ao curso de agronomia, possibilitando conhecimento da realidade in loco das atividades agrárias e de sua aplicabilidade nos diferentes setores da cadeia produtiva visando aplicação dos conhecimentos. Para concluir o curso e consequentemente colar grau o discente deverá cumprir uma carga horária mínima de 320 (trezentos e vinte) horas de Estágio Curricular Supervisionado. O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser iniciado a partir do momento que o discente tiver matriculado no quinto do curso. O discente devera cumprir uma carga horária mínima de 100 (cem) horas em cada empresa que estagiar, para que o estágio seja considerado válido na carga horária prevista para o curso. As atividades de monitoria, iniciação científica e extensão, realizadas pelos estudantes em qualquer etapa do curso poderão ser computadas na totalização da carga horária do Estágio Curricular supervisionado até 120 (cento e vinte) horas. De acordo com a legislação federal estas atividades podem ser computadas na carga horária de estagio desde que previstas no PPC (§ 3 0, art 20 / 11788/2008). O curso de Agronomia alterna teoria e prática, sendo assim em conformidade com inciso II, artigo 10 da Lei 11.788 de vinte e cinco de setembro de 2008, o discente poderá cumprir uma jornada diária máxima de seis horas e jornada semanal de 30 horas de atividades em estagio. Nos períodos que não estiverem programadas aulas presenciais o estágio poderá ter uma jornada semanal de ate quarenta horas. Normas para Elaboração do Relatório de Estágio Curricular Composição do Relatório O relatório deve conter informações básicas e deixar explícitas todas as atividades desenvolvidas dando à devida relevância às mesmas. Deve ser composto basicamente de capa, folha de rosto, sumário, introdução, caracterização da empresa, atividades desenvolvidas, considerações finais, referencias, glossário (opcional), anexo (opcional), apêndice (opcional). Todo o texto deve ser digitado em editor de texto compatível com word , espaçamento de 1,5 entre linhas, fonte Times ou Arial 12, justificado. Os títulos deverão ser digitados em caixa alta, em negrito, numerados em seqüência com números cardinais. Dos títulos para o texto deve-se deixar espaçamento e 1,5 para iniciar o texto. Os subtítulos não deverão ser digitados em caixa alta. As margens de todo os texto deve ser de 3 cm para margem esquerda e de 2 cm para a margem superior, inferior e direita. Conteúdo Abordado nas Diferentes Partes I. Introdução Nesta etapa o estudante deverá introduzir o assunto do estágio realizado mostrando uma visão geral do assunto, contendo os objetivos da realização do referido estágio naquela área. II. Caracterização da empresa Nesta etapa o estudante deverá apresentar as seguintes informações: nome da empresa, localização, atividades, organização da empresa (cooperativa, privada, governamental, etc), área da empresa (dimensão), número de funcionários, supervisão (incluindo a formação profissional), produtos comercializados ou serviços prestados, nível tecnológico adotado, destino da produção, condições de trabalho oferecidas e relacionamento interpessoal. III. Atividades Desenvolvidas Nesta parte o aluno deverá descrever com detalhes todas as atividades acompanhadas ou realizadas. As atividades desenvolvidas deverão ser comparadas e ou respaldadas com sugestões e recomendações da literatura pertinente. As atividades deverão ser separadas em subitens, diante do seu perfil e numeradas em ordem crescente. Exemplo 3.1 – subdivisão do título ou ainda 3.1.1 tópico entro da subdivisão do título. Podem ser inseridas ilustrações (caso necessário) para elucidação e demonstração da atividade desenvolvida. Neste caso devem aparecer no texto logo após serem citadas pela primeira vez. Elas deverão ser apresentadas em seqüência e os números devem ser citados no texto em ordem consectutiva, como Figura 1, Fiura 2, etc. IV. Considerações Finais Neste espaço devem ser apresentados as recomendações, sugestões para superar as dificuldades encontradas durante a realização do estágio, bem como para melhorar o aproveitamento e rendimento durante o estágio. V. Referências Bibliográficas Deve ser elaborada de acordo com normas da ABNT. ANEXO II Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC I. Das disposições preliminares O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório, a ser realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teórico prática ou de formação profissional, como atividade de síntese, integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa (CNE-CES Resolução 1 de 02/02/2006). Esta resolução que Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de engenharia Agronômica ou Agronomia, no artigo 10, parágrafo único determina que a Instituição deverá emitir regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho Superior Acadêmico, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, além das diretrizes e das técnicas de pesquisa relacionadas com a elaboração do Trabalho de Conclusão de curso necessários para obter o título de Agrônomo. 2.1 Conceito e objetivos O TCC é uma atividade acadêmica cuja finalidade é complementar o aprendizado do aluno levando-o a aplicar na área de sua escolha os conhecimentos adquiridos durante o curso e preparando-o para desenvolver idéias e projetos em sua vida profissional. Este trabalho será desenvolvido, de forma individual, mediante controle, orientação e avaliação do docente, visando à aplicação dos conhecimentos das diversas áreas adquiridos no decorrer do curso. Da Coordenação dos Trabalhos de Conclusão de Curso À coordenação dos trabalhos de conclusão de curso compete: a) Supervisionar as atividades e fazer cumprir as normas contidas neste regulamento; b) Informar o orientado sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação; c) Elaborar o calendário de atividades, estabelecendo datas e prazos limites; d) Elaborar um cadastro dos professores orientadores detalhando suas respectivas áreas de pesquisa para facilitar a escolha do estudante; e) Promover reuniões com orientadores para discutir questões relativas a organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação do trabalho de Conclusão de curso; f) Supervisionar o limite máximo de orientações de trabalhos de conclusão por orientador; g) Acompanhar o processo de desenvolvimento dos trabalhos; h) Cumprir e fazer toda a regulamentação relativa a elaboração do TCC no Curso Superior em Agronomia e decidir, em comum acordo com a coordenação do curso, os casos omissos neste regulamento. III. Da orientação a) A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento técnico será de responsabilidade dos docentes pré-definidos do Curso Superior em Agronomia; b) Os professores orientadores devem possuir conhecimentos técnicos suficientes na área escolhida pelo aluno para desenvolver o trabalho; c) Cada professor poderá orientar no máximo cinco trabalhos de conclusão de curso; d) Caberá ao professor orientador: - Acompanhar e orientar o aluno no desenvolvimento de todas as etapas da elaboração e da apresentação do TCC, tendo em vista seus objetivos; - Atribuir e direcionar as tarefas periódicas dos orientados a fim de garantir a realização dos trabalhos dentro do prazo estabelecido. - Registrar e controlar a presença do estudante aos encontros de orientação e acompanhamento dos trabalhos e encaminhar os atestados de freqüências a coordenação do TCC; - Fazer parte como membro indispensável da banca examinadora do TCC; - Exigir de seus orientados a entrega de no mínimo três copias do TCC, à coordenação, para serem entregues aos componentes da banca, no prazo mínimo de quinze dias antes da defesa; - Definir junto com seu orientado os componentes da banca (no mínimo três), mediante a aceitação dos mesmos; - Definir a data e horário para a defesa do TCC com antecedência de 15 dias para que sejam tomadas as demais providências em tempo hábil. - Se comprometer a orientar e acompanhar as atividades do orientado e atestar que o trabalho desenvolvido pelo orientado se encontra em condições para a apresentação a Banca examinadora em formulário próprio disponibilizado pela coordenação do TCC. OBS: Ficará a critério do orientador juntamente com seu orientado a entrega de um artigo científico submetido ou aceito em algum periódico a banca examinadora a título de valorização dos trabalhos de TCC, mas nunca em substituição a monografia em molde préestabelecido. IV. Dos orientados a) O estudante deverá procurar um professor orientador cuja área de conhecimento esteja relacionada com o trabalho a ser desenvolvido; b) A responsabilidade pelos resultados apresentados no trabalho bem como os dados e quaisquer outras informações nele contidas são de inteira responsabilidade do estudante e de seu orientador; 3- Compete ao estudante: - Comparecer as reuniões combinadas pelo professor orientador e apresentar os relatórios que lhe forem solicitados para o bom andamento e qualidade do trabalho; - Elaborar seu trabalho de acordo com as disposições contidas neste regulamento e com orientações da coordenação; - Cumprir o calendário de atividades divulgado pela coordenação no que se concerne a entrega do trabalho final a banca examinadora com a devida antecedência, conforme estipulado pela coordenação no cronograma de atividades; - Entregar à coordenação até o prazo definido no calendário, três volumes impressos do TCC, devidamente assinados pelo orientador; - Comparecer em dia, hora e local determinados para a apresentação e defesa do TCC, perante a Banca Examinadora; - Entregar à coordenação após a defesa e a aprovação do trabalho um arquivo digital em CD-ROM, contendo o TCC com as devidas correções sugeridas pelos membros da banca examinadora, bem como, um arquivo digital contendo um painel na forma que foi realizada a apresentação oral. . V. Das modalidades e forma de apresentação do TCC 1 - As principais modalidades de trabalhos que poderá ser realizado como Trabalho de Conclusão de curso são: a) Desenvolvimento de um protótipo – pode ser de uma semeadora, um pulverizador, entre outros. Devem ser apresentados todos os passos para elaboração do protótipo final; b) Desenvolvimento de um software – Devem ser apresentados todos os passos para elaboração do programa, sua finalidade e aplicações; c) Revisão de literatura – De qualquer assunto pertinente à agronomia, devendo ser utilizado para a sua elaboração no mínimo 20 artigos científicos; d) Pesquisa experimental, exploratória e/ou documental - Devem ser apresentados todos os passos desde a descrição clara do problema, suas justificativas, objetivos, metodologia, resultados e discussão, conclusão e referencias bibliográficas. Deve conter pelo menos 10 artigos científicos citados 2 - A formatação e estruturação da Monografia será realizada de acordo com as normas da ABNT e suas respectivas NBR e constará dos seguintes elementos: a) Elementos pré-textuais - Capa - Folha de rosto - Páginas opcionais (Dedicatória - Agradecimentos – Epígrafe) - Sumário (Apresentar por ordem de ocorrência todos os ítens que constituem o estudo apresentado) - Resumo (Texto que apresenta todo o trabalho ao leitor, não deve exceder 300 palavras e deve conter pelo menos 3 palavras-chave) b) Elementos textuais 1 – Para trabalhos experimentais, desenvolvimento de protótipo ou softwares - Introdução (o estado da arte e justificativas) Revisão de literatura ou referencial teórico [informações da literatura que fundamentam e justificam o trabalho, deve conter informações atuais de artigos científicos (pelo menos 10), livros e outras fontes formais.] Evitar citações de internet. - Objetivos (gerais e específicos) - Materiais e métodos (descrever de forma detalhada como o trabalho foi conduzido, caso seja necessário dividir em tópicos para maior compreensão) - Resultados e discussão (mostrar por meio de tabelas, gráficos e fotos os resultados e discutindo os mesmos com literatura pertinente e atual) - Conclusões (Apresentar de forma objetiva o que se pode concluir do trabalho, evitar conclusões evasivas que não fizeram parte do seu estudo) 2 – Para elaboração de revisão de literatura - Introdução (o estado da arte e justificativas) - Revisão de literatura ou referencial teórico [informações da literatura que fundamentam e justificam o trabalho, deve conter informações atuais de artigos científicos (pelo menos 20), livros e outras fontes formais]. Evitar citações de internet. - Considerações finais (apresentar uma súmula destacando os elementos mais importantes do trabalho) c) Elementos pós textuais 1 – Para trabalhos experimentais, desenvolvimento de protótipo ou softwares - Referências bibliográficas - (atentar para citar todas as referências citadas ao longo do texto seguindo as normas da ABNT) - Anexos - (quadro de análise de variância, esquema do protótipo, planta- baixa, figuras e fotos) 2 – Para elaboração de revisão de literatura - Referências bibliográficas - (atentar para citar todas as referências citadas ao longo do texto seguindo as normas da ABNT). - Anexos - (figuras e tabelas, fotos). VI . Da avaliação Para a aprovação no TCC, o aluno deverá obter 60% do total dos pontos. 1 – Da composição da Banca examinadora: a) A banca examinadora será composta por no mínimo três membros, devendo ser a presença do professor-orientador obrigatória; b) Todo professor do curso de Agronomia deverá estar disponível para participar das bancas, conforme designação da Coordenação do Curso; c) A apresentação e a defesa oral do trabalho são de natureza pública, sendo estimulada a participação dos demais estudantes do curso no referido evento respeitando as limitações físicas do local; 2 - Da apresentação oral: a) Para a apresentação do TCC estará a disposição o retro projetor e o data show. Outros meios auxiliares necessários deverão ser providenciados com antecedência pelos alunos e orientador. b) O trabalho deverá ser apresentado num tempo de 20 minutos perante a banca examinadora e cada membro desta disporá de no máximo 05 minutos para argüição e comentários; 3 – Da atribuição da nota a) A atribuição da nota dar-se-á após o encerramento da etapa de argüição em reunião coordenada pelo orientador, quando se reunirão apenas os membros da banca examinadora, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador, levando em consideração o conteúdo do trabalho (parte escrita), a sua exposição oral e a defesa na argüição pela banca examinadora. b) Serão utilizadas para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais onde o professor expõe suas notas para cada item a ser considerado; c) A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora. VII. Considerações finais a) O estudante terá três semanas, a contar da data da defesa oral, para realizar as correções que porventura tenham sido exigidas e/ou sugeridas pela banca examinadora do seu trabalho. b) A versão final do trabalho em CD-ROM deve ser entregue à coordenação dentro do prazo estipulado e após o consentimento do orientador. c) O aluno que não comparecer no dia e horário marcado para a defesa oral fica automaticamente reprovado no TCC. d) O aluno que for reprovado no TCC terá dois meses para realizar uma nova apresentação e defesa de seu trabalho após ser considerado apto pelo seu orientador. Obs: Os casos não previstos neste regulamento ficarão sujeitos à análise e parecer do Coordenador do TCC juntamente com o Coordenador do Curso de Agronomia.