MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CAMPUS BAMBUÍ
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE AGRONOMIA
Bambuí – MG
2012
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CAMPUS BAMBUÍ
PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Dilma Vana Roussef
MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
Aloizio Mercadante
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Marco Antonio de Oliveira
REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
DE MINAS GERAIS
Caio Mário Bueno Silva
DIRETOR-GERAL DO CAMPUS BAMBUÍ, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO,
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
Flávio Vasconcelos Godinho
DIRETORA DE ENSINO
Wellingta Cristina Almeida Nascimento Benevenuto
DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO
Áureo Rodrigues Pereira
DIRETOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
Adriano Geraldo
CHEFE DE GABINETE
Samuel Pereira Dias
COORDENADOR DE CURSOS DE GRADUAÇÃO
Luciano Donizete Gonçalves
COORDENADORA DE CURSOS TÉCNICOS
Maria Carolina Gaspar Botrel
COORDENADORA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS
Luciana Gomes Germano Andrino
COORDENADOR GERAL DE PRODUÇÃO
José Aparecida Bahia
COORDENADORA GERAL DE ASSUNTOS DIDÁTICOS E PEDAGÓGICOS
Mariângela de Faria
COORDENADOR GERAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL
Wemerton Luís Evangelista
COORDENADORA GERAL DE RECURSOS HUMANOS
Rita de Cássia Silva Costa
COORDENADOR DO CURSO – BACHARELADO EM AGRONOMIA
Fábio Pereira Dias
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CAMPUS BAMBUÍ
SUMÁRIO:
Bambuí – MG..............................................................................................................................1
2012.............................................................................................................................................1
PRESIDENTA DA REPÚBLICA...............................................................................................1
Dilma Vana Roussef....................................................................................................................1
MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO.............................................................................1
Aloizio Mercadante.....................................................................................................................1
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA.................................1
Marco Antonio de Oliveira......................................................................................................... 1
REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA.........1
DE MINAS GERAIS..................................................................................................................1
Caio Mário Bueno Silva..............................................................................................................1
DIRETOR-GERAL DO CAMPUS BAMBUÍ, DO INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO,............................................................................................................................. 1
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS...................................................................1
Flávio Vasconcelos Godinho.......................................................................................................1
DIRETORA DE ENSINO...........................................................................................................1
Wellingta Cristina Almeida Nascimento Benevenuto.................................................................1
DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO.......................................................1
Áureo Rodrigues Pereira.............................................................................................................1
DIRETOR DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO...........................................1
Adriano Geraldo..........................................................................................................................2
CHEFE DE GABINETE.............................................................................................................2
Samuel Pereira Dias....................................................................................................................2
COORDENADOR DE CURSOS DE GRADUAÇÃO.............................................................. 2
Luciano Donizete Gonçalves...................................................................................................... 2
COORDENADORA DE CURSOS TÉCNICOS........................................................................2
Maria Carolina Gaspar Botrel.....................................................................................................2
COORDENADORA GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS....................................2
Luciana Gomes Germano Andrino............................................................................................. 2
COORDENADOR GERAL DE PRODUÇÃO...........................................................................2
José Aparecida Bahia.................................................................................................................. 2
COORDENADORA GERAL DE ASSUNTOS DIDÁTICOS E PEDAGÓGICOS..................2
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CAMPUS BAMBUÍ
Mariângela de Faria.................................................................................................................... 2
COORDENADOR GERAL DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL............................................. 2
Wemerton Luís Evangelista........................................................................................................ 2
COORDENADORA GERAL DE RECURSOS HUMANOS....................................................2
Rita de Cássia Silva Costa.......................................................................................................... 2
COORDENADOR DO CURSO – BACHARELADO EM AGRONOMIA..............................2
Fábio Pereira Dias.......................................................................................................................2
SUMÁRIO:.................................................................................................................................3
REPRESENTANTES..................................................................................................................4
Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................................................... 5
Núcleo Docente Estruturante – NDE............................................................................................................................................................................... 6
DADOS DO CURSO..................................................................................................................7
1.INTRODUÇÃO....................................................................................................................... 8
Apresentação......................................................................................................................................................................................................................... 8
1.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA.....................................................................9
Contexto Educacional.......................................................................................................................................................................................................... 9
Políticas institucionais no âmbito do curso..................................................................................................................................................................... 9
Objetivos................................................................................................................................................................................................................................. 9
Objetivo geral.................................................................................................................. 9
Objetivos específicos....................................................................................................... 9
Perfil do egresso.................................................................................................................................................................................................................... 9
Estrutura Curricular............................................................................................................................................................................................................. 9
Matriz curricular............................................................................................................... 9
Estrutura curricular do Curso de Agronomia do IFMG-Bambuí Turma 6..................................9
Planos de Ensino – ementas......................................................................................... 12
Agricultura Geral.......................................................................................................... 12
Cálculo I........................................................................................................................13
Citologia........................................................................................................................14
Gênese e Morfologia dos Solos.................................................................................... 15
Práticas desportiva e ergonomia....................................................................................16
Química geral................................................................................................................17
Desenho técnico............................................................................................................ 17
Relações Interpessoais.................................................................................................. 18
Zoologia........................................................................................................................ 19
Metodologia Científica................................................................................................. 20
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Cálculo II.......................................................................................................................21
Levantamento e Classificação do solo..........................................................................22
Histologia e Anatomia de Angiosperma........................................................................23
Química orgânica..........................................................................................................24
Química Analítica......................................................................................................... 26
Estatística Básica...........................................................................................................27
Física............................................................................................................................. 28
Microbiologia Geral......................................................................................................29
Bioquímica....................................................................................................................30
Estatística Experimental................................................................................................31
Fertilidade do Solo........................................................................................................32
Hidráulica......................................................................................................................33
Informática Básica........................................................................................................ 34
Morfologia e sistemática vegetal.................................................................................. 35
Planimetria.................................................................................................................... 36
Altimetria...................................................................................................................... 37
Conservação do solo..................................................................................................... 38
Construções rurais.........................................................................................................39
Ecologia Agrícola..........................................................................................................40
Economia...................................................................................................................... 41
Fisiologia Vegetal..........................................................................................................42
Máquinas e Mecanização Agrícola............................................................................... 43
Metodologia de Pesquisa.............................................................................................. 44
Zootecnia Geral.............................................................................................................45
Administração............................................................................................................... 46
Bioclimatologia Agrícola.............................................................................................. 47
Controle de Plantas Daninhas....................................................................................... 48
Correção e Adubação do solo e da Planta.....................................................................49
Genética na agropecuária..............................................................................................50
Gestão Ambiental..........................................................................................................51
Irrigação e Drenagem I................................................................................................. 52
Sementes I.....................................................................................................................53
Silvicultura I..................................................................................................................54
Bromatologia.................................................................................................................55
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Melhoramento Genético de Plantas.............................................................................. 56
Entomologia geral.........................................................................................................57
Fitopatologia Geral....................................................................................................... 58
Floricultura e Paisagismo..............................................................................................59
Forragicultura................................................................................................................60
Irrigação e Drenagem II................................................................................................61
Sementes II....................................................................................................................62
Silvicultura II................................................................................................................ 63
Orientação de TCC I..................................................................................................... 64
Alimentos e Alimentação dos animais..........................................................................65
Olericultura I.................................................................................................................66
Entomologia aplicada....................................................................................................67
Fitopatologia Aplicada.................................................................................................. 68
Fruticultura I................................................................................................................. 69
Gestão do Agronegócio.................................................................................................70
Milho, sorgo, arroz e mandioca.....................................................................................71
Processamento de Alimentos I...................................................................................... 72
Orientação de TCCII.....................................................................................................73
Zootecnia I (Aves e suínos)...........................................................................................74
Cafeicultura e Cana de Açúcar......................................................................................75
Elaboração de Projetos Agropecuários......................................................................... 75
Fruticultura II................................................................................................................ 76
Olericultura II................................................................................................................77
Processamento de Alimentos II.....................................................................................78
Receituário agronômico e tecnologia de aplicação de defensivos................................79
Sociologia e Extensão Rural......................................................................................... 80
Soja, feijão e Algodão................................................................................................... 81
Trabalho de Conclusão de Curso.................................................................................. 82
Zootecnia II (Bovinos)..................................................................................................83
Disciplinas Optativas..................................................................................................... 83
Cultura de Tecidos Vegetais.......................................................................................... 83
Inglês Técnico............................................................................................................... 84
Ensino de LIBRAS........................................................................................................85
Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais ....................................................86
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2.METODOLOGIA DE ENSINO............................................................................................ 87
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso.............................................................................................................................................. 87
Sistema de avaliação do projeto de curso..................................................................... 87
Do ponto de vista do aluno e do funcionamento do curso............................................. 87
Do ponto de vista da inserção do egresso no mercado de trabalho.............................. 87
Procedimentos de avaliação dos processos de ensino-aprendizagem........................................................................................................................ 87
Número de vagas e integralização curricular................................................................................................................................................................ 87
Critérios de aproveitamento e avaliação de competências profissionais anteriormente desenvolvidas .............................................................. 87
3.APOIO AO DISCENTE.........................................................................................................88
4.PERFIL DO CURSO DE AGRONOMIA............................................................................. 89
Atividades do Engenheiro Agrônomo............................................................................................................................................................................ 89
5.CORPO DOCENTE E TUTORIAL...................................................................................... 90
Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE....................................................................................................................................................... 90
Tabela 1: Titulação dos docentes que compõem o núcleo docente estruturante.......................90
Coordenação de curso......................................................................................................................................................................................................... 90
Atuação do coordenador do curso................................................................................. 90
Coordenadores.............................................................................................................. 90
Corpo docente...................................................................................................................................................................................................................... 90
Tabela 2: Titulação, regime de trabalho e carga horária do corpo docente...............................90
Experiência profissional................................................................................................. 94
6.FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO.........................................................95
Constituição do Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................... 95
Competências do Colegiado de Curso............................................................................................................................................................................. 95
7.INFRAESTRUTURA............................................................................................................96
Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI................................................................................................................................... 96
Salas de aula – Curso de Agronomia............................................................................................................................................................................... 96
Acesso dos alunos aos equipamentos de informática.................................................................................................................................................... 96
8.INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS..................................................................................97
9.PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS......................................................................................98
Tabela 4: Acervo por área da biblioteca do IFMG - Campus Bambuí......................................98
ANEXO I................................................................................................................................ 100
Concepção e Composição do Estágio Curricular Supervisionado........................................................................................................................... 100
Normas para Elaboração do Relatório de Estágio Curricular...................................... 100
Composição do Relatório............................................................................................100
Conteúdo Abordado nas Diferentes Partes..................................................................100
ANEXO II...............................................................................................................................101
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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS
CAMPUS BAMBUÍ
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC........................................................................................................................................ 101
Da Coordenação dos Trabalhos de Conclusão de Curso.........................................................101
III. Da orientação.................................................................................................................... 101
IV. Dos orientados...................................................................................................................102
V. Das modalidades e forma de apresentação do TCC........................................................... 102
VI . Da avaliação.....................................................................................................................103
Para a aprovação no TCC, o aluno deverá obter 60% do total dos pontos............................. 103
VII. Considerações finais........................................................................................................103
REPRESENTANTES
Reitor
Pró-Reitor de Ensino
Diretor-Geral do Campus
Diretor de Ensino
Prof. Caio Mário Bueno Silva
Prof. Washington Santos Silva
Prof. Flávio Vasconcelos Godinho
Profª. Wellingta Cristina Almeida
Coordenador de Curso
Benevenuto
Prof. Fábio Pereira Dias
Nascimento
Colegiado de Curso
Coordenador de Curso
Coordenador de Cursos Superiores
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Representante Discente
Representante Discente
Representante Discente
Representante Discente
Prof. Fábio Pereira Dias
Prof. Luciano Donizete Gonçalves
Ana Cardoso Clemente F. F. de Paula
Antônio Augusto Rocha Athayde
Carlos Manoel de Oliveira
Cássia Maria Silva Noronha
Cláudia Aparecida Campos
Erik Campos Dominik
Érika Silva Reis
Eriks Tobias Vargas
Fernanda Gomes da Silveira
Gaby Patrícia Teran Ortiz
Gislaine Pacheco Tormén
Humberto Garcia de Carvalho
Jonas Guimarães e Silva
Marco Antônio do Carmo
Maria Carolina Gaspar Botrel
Mário Henrique Nunes Peres
Mário Luiz Viana Alvarenga
Nathália Nunes Peres
Paulino da Cunha Leite
Rafael Bastos Teixeira
Ricardo Monteiro Correa
Ricardo Sousa Cavalcanti
Rogério Amaro Gonçalves
Ronaldo Goulart Mágno Júnior
Sheila Isabel do Carmo Pinto
Vássia Carvalho Soares
César Ferreira Santos
Lorena Martins Oliveira
Crystiano Pinto de Resende
Patrícia Fernandes Lourenço
Núcleo Docente Estruturante – NDE
Coordenador
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Professor
Prof. Fábio Pereira Dias
Maria Carolina Gaspar Botrel
Carlos Manoel de Oliveira
Paulino da Cunha Leite
Ana Cardoso Clemente Filha Ferreira de Paula
Vássia Carvalho Soares
Ricardo Monteiro Corrêa
DADOS DO CURSO
Denominação do curso
Modalidade oferecida
Título acadêmico conferido
Modalidade de ensino
Regime de matrícula
Tempo de integralização
Agronomia
Bacharelado
Bacharel em Agronomia
Presencial
Semestral
Mínimo: 8 semestres
Carga horária mínima
Número de vagas oferecidas
Turno de funcionamento
Endereço do Curso
Máximo: 16 semestres
4500 horas
40/ano
Integral
IFMG/Campus Bambuí
-
Fazenda
Varginha, Rodovia Bambuí/Medeiros Forma de ingresso
Km 05 – Bambuí-MG.
Vestibular
Institucional,
Transferência
Ato legal de Autorização
Interna,
SISU,
Transferência
Externa e Obtenção de Novo Título
Resolução 04/2007/CD/CEFET-BAMBUÍ,
de 16/05/2007, publicado no Boletim de
Ato de Reconhecimento
Ato
de
Reconhecimento
Renovação
Serviço Maio/2007.
Portaria SESU/MEC 470 de 22/11/2011,
publicado no DOU em 24/11/2007.
de
----
1. INTRODUÇÃO
O Curso de Agronomia do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia
de
Minas
Gerais
–
IFMG
foi
autorizado
pela
Resolução
04/2007/CD/CEFET-BAMBUÍ, iniciando suas atividades no segundo semestre de
2007, estruturado sob a forma de graduação presencial, na modalidade de
Bacharelado, para formação de Engenheiro Agrônomo, profissão regulamentada
pela Lei Federal nº 5.194 de 24/12/66. A base legal para a referida estruturação foi à
resolução 01/06, do Conselho Nacional de Educação, que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do curso de graduação em Agronomia.
O curso tem regime semestral, com processo seletivo realizado anualmente,
onde são ofertadas 40 vagas que compreendem a formação de uma turma, de um
total de 4 turmas existentes. É integral (diurno) tendo duração mínima de quatro
anos (8 semestres) e máxima de oito anos (16 semestres) totalizando 4500 horas
aulas sendo 320 horas de estágios curricular supervisionados, 60 horas de trabalho
de conclusão de curso e 40 horas de disciplinas optativas.
O ingresso dos estudantes ao curso se dará mediante a realização de
concurso vestibular aberto ao público para ingresso no primeiro período do curso,
para portadores de diploma do ensino médio ou equivalente na forma da lei, em
instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC ou através do
Sistema de Seleção Unificada (Sisu), onde existem um número de vagas para
candidatos participantes do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Em casos de
candidatos com diplomas obtidos no exterior, estes devem ter o reconhecimento
pelo MEC Para candidatos com diploma de curso supletivo, somente serão aceitos
os cursos reconhecidos oficialmente pelo MEC. Serão aceitas também, matriculas
por transferência de outros cursos do IFMG – Campus Bambuí ou de outras
instituições de ensino superior, de acordo com os editais de transferência de curso
publicados semestralmente.
O campus Bambuí, onde é ofertado o curso de Agronomia está localizado na
Fazenda Varginha, Km 5 da Rodovia Bambuí/Medeiros, MG, CEP: 38900-000.
Apresentação
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais –
Campus Bambuí - está localizado no Município de Bambuí, região Centro Oeste do
Estado de Minas Gerais. Situa-se a 260 Km de Belo Horizonte e de Uberaba, 240
Km de Passos, 630 Km de Brasília e 660 Km de São Paulo. Tem uma área de
abrangência que inclui, além do município, importantes regiões agrícolas do Estado
como o Cerrado Mineiro, Oeste de Minas, Noroeste, Triângulo Mineiro, Alto
Paranaíba e proximidades da Serra da Canastra. O Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia de Minas Gerais – IFMG foi instituído em dezembro de 2008
pela Lei no 11.892/2008. A criação do IFMG foi realizada com a integração do Centro
Federal de Educação Tecnológica de Bambuí (CEFET - Bambuí), Centro Federal de
Educação Tecnológica de Ouro Preto (CEFET - Ouro Preto) e Escola Agrotécnica
Federal de São João Evangelista e os campi de Formiga, Congonhas e Governador
Valadares. A instituição possui um campus de 341 hectares e cerca de 70 mil metros
quadrados em construção, onde são oferecidos cursos profissionalizantes, de
Ensino Médio, de graduação (Tecnologia, Bacharelado e Licenciatura) e pósgraduação.
A instituição possui cerca de dois mil alunos e um corpo docente composto
por 110 professores, além de 117 servidores da área administrativa e 93
trabalhadores terceirizados.
Os cursos técnicos e de nível superior são oferecidos na sede, na cidade de
Bambuí, havendo também a oferta de cursos técnicos nas unidades localizadas nas
cidades de Piumhi e Oliveira; sendo que esta última, em breve, contará com uma
área de 182 hectares, doada pela Prefeitura.
Além de formar técnicos, o IFMG-Bambuí qualifica trabalhadores em cursos
de curta duração, presta serviços à comunidade e região como análise de solos,
consultoria no desenvolvimento de tecnologias em pesquisas e projetos,
comercializa o excedente de sua produção, mantendo posto de venda no próprio
campus; e disponibiliza suas instalações e equipamentos para a comunidade.
A metodologia de ensino tem como objetivo educar com bases metodológicas
de ensino sólidas incluindo a prática profissional como um elemento integrante do
processo ensino-aprendizagem, visando formar profissionais aptos e competitivos
com o mercado de trabalho. Para isto, conta com uma infra-estrutura de ensino,
permanência e convivência para utilização de cursos de horário integral ou meio
horário, abrangendo os três turnos.
O Instituto oferece internato com capacidade para 300 alunos e em média 900
refeições/dia, entre almoço e jantar, assistência médica, serviço de psicologia e
acompanhamento ao estudante, entre outros. Suas instalações são utilizadas por
todos os cursos. As normas de funcionamento são comuns, havendo um esforço
constante para fortalecimento da identidade e autonomia da instituição, cuja Missão
é “Colaborar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, formando e
qualificando profissionais de nível básico, técnico e superior e difundindo tecnologia
de produção e serviços, tendo em vista as demandas do mundo do trabalho e o
exercício da cidadania”.
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Contexto Educacional
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais –
IFMG é tradicional em oferecer cursos e formar profissionais na área de ciências
agrárias, conhecidos em todo território nacional. Considerando toda a infra-estrutura
para o ensino agrário criada desde os idos tempos de Escola Agrotécnica Federal de
Bambuí e a vocação da região com uma economia essencialmente rural, a
idealização desse curso está assentada numa visão voltada para o amplo mercado
de trabalho do profissional da área de ciências agrárias. Assim, atendendo-se a uma
análise de necessidades e vocação regionais e microrregionais o curso de
Agronomia apresenta como propósito básico a formação de profissionais com
competências e habilidades que atendam plenamente as exigências de um mercado
globalizado onde a agricultura e o agronegócio têm um destaque marcante na
economia sem danificar o meio, socializando os recursos, com objetivo de servir.
Políticas institucionais no âmbito do curso
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais –
IFMG foi instituído em dezembro de 2008 pela Lei no 11.892/2008. A criação do
IFMG foi realizada com a integração do Centro Federal de Educação Tecnológica de
Bambuí (CEFET - Bambuí), Centro Federal de Educação Tecnológica de Ouro Preto
(CEFET – Ouro Preto) e Escola Agrotécnica Federal de São João Evangelista e os
campi em implantação de Formiga, Congonhas e Governador Valadares. O Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais — Campus Bambuí
(IFMG) originou-se da reversão ao IFMG do patrimônio do CEFET - Bambuí, que foi
criado a partir da transformação da Escola Agrotécnica Federal de Bambuí, através
do Decreto Presidencial de 17 de dezembro de 2002, publicado no D.O.U. no dia 18
do mesmo mês, nos termos das Leis nos 6.545, de 30 de junho de 1978; 7.863, de
31 de outubro de 1989, 8.711, de 28 de setembro de 1993 e 8.948, de 08 de
dezembro de 1994. Para promover a consolidação do curso de agronomia de acordo
com as normas desta instituição buscar-se-á a implementação das políticas
institucionais constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI que
estejam relacionadas ao curso de agronomia. Para isso, os seguintes aspectos são
considerados:
- Consolidação do curso através de contratação de pessoal; construção,
manutenção, ampliação, modernização e reforma da infraestrutura utilizada pelo
curso e também por meio de constantes atualizações do Projeto Político
Pedagógico.
- Aquisição, atualização e manutenção de equipamentos para laboratórios e
outros ambientes, como os setores de produção agrícola.
- Promover maior participação dos discentes em projetos de pesquisa, com
criação de novas linhas de pesquisa, com a ampliação do número de doutores, com
a promoção de convênios com outras instituições de pesquisa e empresas e com a
ampliação do acesso à base de dados do portal CAPES e aumentando o número de
assinaturas de revistas indexadas.
- Buscar a qualificação do corpo docente e técnicos administrativos.
- Buscar ações de atividades de extensão promovendo cursos, visitas
técnicas e parcerias com outras instituições e empresas.
Objetivos
Objetivo geral
Formar Engenheiros Agrônomos eficientes, éticos, dinâmicos, ecléticos e
aptos a enfrentar os diferentes ambientes e as constantes mudanças do setor
agrário, otimizando recursos físicos, materiais, econômicos e temporais, garantindo
a qualidade de vida, tendo como base a responsabilidade social, observando no
processo de inovação tecnológica, a compatibilização do desenvolvimento
econômico com a sustentabilidade ambiental para o desenvolvimento regional e
nacional.
Objetivos específicos
 Ofertar ao setor produtivo, profissionais que atuem nos diferentes
nichos de mercado, utilizando os recursos naturais, ambientais e
tecnológicos de forma sustentável;
 Gerar tecnologias e métodos para superar os desafios do setor
produtivo;
 Estimular os trabalhos de iniciação científica e extensão rural, com o
objetivo de capacitar o aluno destacando a realidade agrícola regional.
 Divulgar os resultados gerados pelo conhecimento científico, cultural e
tecnológico, por meio de publicações, seminários, encontros técnicos,
simpósios, dias de campo e congressos.
Perfil do egresso
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais –
IFMG, tradicionalmente conhecido pela competência na formação de profissionais
na área de ciências agrárias, tem como expectativa de seu egresso:
 Um profissional com sólida formação básica, humanística e técnica que
lhe favoreçam uma visão holística e sistêmica do agronegócio e uma
consciência social, econômica, cultural e ambiental na busca de
melhorias para a qualidade de vida das pessoas em todos os
segmentos da sociedade.
 Profissional com um espírito empreendedor, sempre vislumbrando
novas oportunidades de atuação, atuando nos setores públicos e
privados em atividades de planejamento agropecuário, incluindo a
implantação, manejo e preparo da produção, incluindo colheita,
armazenamento e processamento industrial.
 Profissional apto para o gerenciamento das atividades como marketing
e
comercialização
dos
produtos,
avaliação
econômica
dos
empreendimentos e em atividades ligadas ao ensino, pesquisa e
extensão; trabalhar em equipe e/ou grupos sociais, compreendendo
sua posição e espaço sócio-profissional em relação aos outros,
articulando parcerias, envolvendo entidades, agregando pessoas e
explorando com isso as potencialidades disponíveis frente a realidade
dos diferentes setores de produção agrícola.
Estrutura Curricular
Matriz curricular
Estrutura curricular do Curso de Agronomia do IFMG-Bambuí Turma 6
1º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Bio – 01
Citologia
40
20
60
-
Cex – 01
Cálculo I
60
0
60
-
Cso – 01
Gênese e Morfologia do solo
40
20
60
-
Ead – 01
Metodologia Científica
20
0
20
-
Ead – 02
Relações Interpessoais
40
0
40
-
Fit – 01
Agricultura Geral
40
20
60
-
Bio – 02
Zoologia
20
40
60
-
Edf – 01
Práticas Desportivas e ergonomia
0
40
40
-
Eng – 01
Desenho Técnico
0
60
60
-
Qui – 01
Química Geral
60
0
60
-
320
200
520
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Total
2º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
Bio – 03
Histologia e anatomia de Angiospermas
40
20
60
Bio-01
Bio – 04
Microbiologia Geral
40
20
60
Bio-01
Cex – 02
Física
80
0
80
Cex – 03
Cálculo II
60
0
60
Cex – 04
Estatística Básica
60
0
60
Qui – 02
Química Analítica
40
20
60
Qui – 03
Química Orgânica
60
0
60
Cso – 02
Levantamento e Classificação do solo
40
40
80
420
100
520
Total
Cex-01
Qui-01
Cso-01
3º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Cso – 03
Fertilidade do solo
60
40
100
Cso -02
Qui – 04
Bioquímica
40
20
60
Bio -01, Qui – 03
Bio – 05
Morfologia e Sistemática Vegetal
40
20
60
Cex – 05
Estatística experimental
40
40
80
Cex – 04
Eng – 02
Planimetria
20
40
60
Eng 01
Inf – 01
Informática Aplicada
0
40
40
Eng – 04
Hidráulica
40
40
80
Optativa
40
Total
240
240
520
Cex -02
4º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Ead – 03
Economia
60
0
60
Cex-01; Cex-04
Bio – 06
Fisiologia Vegetal
40
40
80
Bio-01; Bio-03; Qui-04
Eng – 05
Máquinas e Mecanização agrícola
40
40
80
Cex-02
Zoo – 01
Zootecnia Geral
40
20
60
Cso – 04
Conservação do solo
40
20
60
Bio – 07
Ecologia Agrícola
40
20
60
Ead – 04
Metodologia de Pesquisa
20
0
20
Ead-01; Cex-05
Eng – 06
Altimetria
20
40
60
Eng-02
Eng – 07
Construções Rurais
40
20
60
Eng-04; Eng-01
340
200
540
Total
Cso-03
5º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Bio-01; Cex-04; Qui04
Bio – 08
Genética na Agropecuária
40
40
80
Eng – 08
Bioclimatologia Agrícola
40
20
60
Cso – 05
Correção e adubação do solo e da planta
40
20
60
Eng – 09
Irrigação e Drenagem I
40
20
60
Fit – 02
Sementes I
40
20
60
Cso-03; Eng-05
Eng-02; Eng-04;
Cso-04
Bio-01; Bio-03; Qui04
Ead – 05
Administração
40
0
40
Ead-03
Ead – 06
Gestão Ambiental
40
0
40
Bio-07
San-01
Controle de Plantas Daninhas
40
0
40
Fit – 03
Silvicultura I
40
20
60
360
140
500
Total
6º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Eng – 10
Irrigação e Drenagem II
40
40
80
Eng-09
San – 02
Entomologia Geral
40
20
60
Bio-02
San – 03
Fitopatologia Geral
40
20
60
Bio-04
Zoo – 02
Forragicultura
40
0
40
Bio-06; Cso-05
Fit – 04
Sementes II
40
20
60
Fit-02
Fit – 05
Melhoramento Genético de Plantas
40
0
40
Bio-08; Cex-05
Cal – 01
Bromatologia
40
20
60
Qui-04
Fit – 06
Silvicultura II
40
20
60
Fit-03
Fit – 07
Floricultura e Paisagismo
40
20
60
Bio-06; Cso-05
Total
360
160
520
7º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
San – 04
Entomologia Aplicada
40
20
60
San-02
San – 05
Fitopatologia Aplicada
40
20
60
San-03
Fit – 08
Fruticultura I
40
20
60
Bio-06; Cso-05
Fit – 09
Olericultura I
40
20
60
Bio-06; Cso-05
Ead -08
Gestão do Agronegócio
40
0
40
Ead-03; Ead-05
Zoo-03
Alimentos e Alimentação dos Animais
40
0
40
Zoo-01; Cal-01
Fit – 10
Milho, sorgo, arroz e mandioca
40
40
80
Bio-06; Cso-05
Cal – 02
Processamento de Alimentos I
0
40
40
Qui-04
Zoo – 04
Zootecnia I (aves e suínos)
40
20
60
Zoo-01
Ead – 09
Orientação de TCC
40
0
40
360
180
540
Total
8º PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Ead – 10
Cal – 03
Elaboração de Projetos Agropecuários
Processamento de Alimentos II
0
0
20
40
20
40
Ead-08
Qui-04
Zoo – 05
Zootecnia II (bovinos)
40
20
60
Zoo-01; Zoo-02;
Zoo-03
Fit – 12
Olericultura II
40
40
80
Fit-09
Fit – 11
Fruticultura II
40
40
80
Fit-08
Fit – 13
40
40
80
San – 06
Cafeicultura e Cana de açúcar
Receituário Agronômico e Tecnologia de Aplicação
de Defensivos
20
0
20
Bio-06; Cso-05
San-01; San-04;
San-05
Ead – 11
Sociologia e Extensão Rural
40
0
40
Fit – 13
Soja, Feijão e Algodão
40
40
80
Bio-06; Cso-05
Ead – 12
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
20
0
20
Ead-09
Total
280
240
520
TOTAL: 4140 HORAS
ESTÁGIOS
CÓDIGO
Ead-13
DISCIPLINA
CH T
Estágio Supervisionado
320
Total
320
OPTATIVA
CÓDIGO
DISCIPLINA
CH t
CH p
CH T
Pré Req
Ensino de Libras
20
20
40
-
Cultura de Tecidos Vegetais
40
20
60
Qui-04; Bio-06
Inglês Técnico
20
0
20
Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais
40
0
40
120
40
160
Total
Disciplinas
Estágio
Optativa
Total
Teórica
Prática
TOTAL
2680
1460
320
-
4140
320
40
4500
Planos de Ensino – ementas
Agricultura Geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Agricultura Geral
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Agricultura e agronomia, evolução e caracterização do perfil do Engenheiro Agrônomo
legislação e ética agronômica, principais campos de atividade do Engenheiro Agrônomo
importância do agronegócio brasileiro, potencialidades das regiões produtoras do país
novas fronteiras agrícolas e oportunidades atuais para os profissionais de ciências
agrárias, noções de manejo, fertilidade e conservação do solo e da água, multiplicação
de plantas, técnicas de cultivo, controle fitossanitário, regulagem de máquinas e
implementos agrícolas.
CONTEUDO PROGRAMATICO








Histórico e importância da agricultura no Brasil e no mundo: tendências e perspectivas;
Áreas de atuação do Engenheiro Agrônomo; Potencialidades das regiões produtoras nacionais;
Estrutura fundiária no Brasil: classificação das propriedades agrícolas, medidas mais utilizadas;
Noções de dimensionamento de área, arranjo e espaçamento das culturas, declividade do solo e
curvas de nível;
Noções de solo e suas influências sobre as plantas: Fase líquida, gasosa e sólida (física, minera
orgânica): conservação do solo, disponibilidade de água, fertilidade e absorção de nutriente
pelas plantas;
Noções de manejo e controle fitossanitário;
Noções de recomendação de produtos fitossanitários, utilização de EPIs,
Noções de mecanização agrícola.
METODOLOGIA DE ENSINO


Aulas teóricas e práticas expositivas;
Trabalho prático (implantação e manejo de uma cultura anual);
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show;
 Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia);
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
 Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individua
em aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 3 avaliações descritivas no
valor de 30 pontos cada;
BIBLIOGRAFIA
Básica
BERETTA, Cláudio Catani. Tração animal na agricultura. São Paulo: Nobel, 1988. 103 p.
CERQUEIRA, Joaquim M. C. Agricultura solos e clima. Li sboa: Livraria Popular de Francisco Franco
1978. 169 p.
BARRETO, Celso Xim. Prática em agricultura orgânica. 2 ed. São Paulo: Ícone, 1985. 196 p.
Mialhe, Luiz Geraldo. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Agronômica Ceres, 1974. 301 p.
COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, Lavras. Recomendaçõe
para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p
César, Heitor Pinto. Manual prático do enxertador: e criador de mudas de árvores frutíferas e do
arbustos ornamentais. 8 ed. São Paulo: Nobel, 1976. 158 p.
CAMPBELL, Stu. Manual de compostagem para hortas e jardins: como aproveitar bem o lixo orgânico
doméstico. São Paulo: Nobel, 1995. 149 p.
Kimati, Hiroshi et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 3 ed. São Paulo
Agronômica Ceres, 1997. v.2. 774 p. ISBN 8531800080.
FRANCISCO NETO, João. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. Sã
Paulo, SP: Nobel, 2002. 141 p. ISBN 8521308256.
Complementar
Revista Informe Agropecuário
Hill, L. Segredos da propagação de plantas. São Paulo: NOBEL. 1996. 245p.
Cálculo I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Cálculo I
Carga Horária
Teórica
60
Carga Horária
Prática
-
Semestre:
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Funções 1º e 2º graus e Gráficos - Limites - Função Derivada - Regras de Derivação - Taxa de Variação e
aplicações - Derivadas de Ordem Superior - Teoremas Fundamentais do Cálculo - Integrais Indefinidas
Métodos de Integração - Integrais Definidas - Aplicações Físicas e Geométricas
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade I: Funções e Gráficos
Função 1º e 2º graus
Aplicação de funções
Gráfico de funções
Unidade II: Limites
Conceito de limite
Definição de limite
Propriedades dos limites
Limites laterais
Limites infinitos
Símbolos de indeterminação
Continuidade
Unidade III: Derivada
Definição
Notação
Propriedades
Regras de derivação
Derivadas de função algébricas
Derivadas da função composta
Derivadas de função implícita
Taxa de variação
Reta tangente
Velocidade e aceleração
Máximos e mínimos
Derivados de ordem superior
O teste da derivada Segunda
Unidade IV: Integral Diferenciada
Definição
Propriedades
Fórmulas de integração
Integrais de funções polinomiais
Integração por substituição de variáveis
Integração por decomposição
Integração por partes
Integração por frações parciais
Unidade V: Integral Definida
Notação
Área
Volume
Propriedades
Teorema fundamental do cálculo
Aplicações físicas e geométricas
Quadro e giz
METODOLOGIA DE ENSINO
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro e giz
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Aplicação de provas e trabalhos individuais
BIBLIOGRAFIA
Larson, R. , Edwards, Bruce H. Cálculo com aplicações . Rio de Janeiro. LTC, 2005. Sexta edição
Ávila, G. Introdução ao Cálculo. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos. 1998.
Swokowski, E. W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo. Makron Books. 1995. V 1
Iezze, G. Murakami, C. Fundamentos de Matemática elementar. Editora Atual. 1991
Citologia
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Citologia
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Aulas teóricas: Origem e evolução celular. Organização molecular da célula. Envoltórios
membranas. Parede celular. Citoesqueleto. Estruturas citoplasmáticas. Núcleo. Ciclo celular e meiose.
Aulas práticas: Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio
de luz. Coloração. Permeabilidade seletiva da membrana. Célula vegetal: Parede celular. Organela
celulares: Retículo endoplasmático, Complexo de Golgi, Lisossomos, Mitocôndrias. Núcleo e Nucléolo
Mitose e cromossomos. Meiose
CONTEUDO PROGRAMATICO
AULAS TEÓRICAS:
UNIDADE I: Origem e evolução celular
-Histórico;
-Níveis de organização da vida;
-Organização geral da célula.
UNIDADE II: Organização molecular da célula
-Água e sais minerais;
-Carboidratos;
-Lipídeos;
-Proteínas
-Ácidos Nucléicos.
UNIDADE III: Envoltórios e membranas:
-Membranas biológicas;
-Transporte através das membranas;
UNIDADE IV: Parede celular:
-Estrutura molecular da parede celular;
-Formação da parede celular;
-Degradação da parede celular.
UNIDADE V:
-Citoesqueleto: microtúbulos, microfilamentos e filamentos intermediários.
UNIDADE VI: Estruturas citoplasmáticas:
-Retículo endoplasmático liso;
-Retículo endoplasmático rugoso;
-Ribossomos;
-Aparelho de Golgi;
-Lisossomas;
-Vacúolos;
-Mitocôndrias;
-Plastos;
-Peroxissomas e Glioxissomos.
UNIDADE VII: Núcleo:
-Variações e estruturas
UNIDADE VIII: Ciclo celular e meiose:
-Intérfase;
-Mitose;
-Controle do ciclo celular;
-Meiose;
-Diferenciação celular.
AULAS PRÁTICAS:
- Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz.
- Utilização do microscópio de luz.
- Coloração.
- Permeabilidade seletiva da membrana.
- Célula vegetal: Parede celular.
- Organelas celulares: Retículo endoplasmático, Complexo de Golgi, Lisossomos, Mitocôndrias
- Núcleo e Nucléolo.
- Mitose e cromossomos
- Meiose
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas em salas de aula e aulas práticas em laboratório
RECURSOS DIDÁTICOS
- Quadro de giz, retroprojetor, laboratório de biologia e data-show.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Provas individuais teóricas e práticas: 80 pontos
- Trabalhos: 20 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
DE ROBERTIS, P.D.E.; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan, 14ª ed. 2003. 413 p.
JUNQUEIRA.L.C.; CARNEIRO, J.Biologia celular e molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabar
Koogan, 2005. 332p.
LEHNINGER, A.L.; NELSON, D.L.; LODI, W.R.N. Princípios de Bioquímica. São Paulo; Sarvier, 1995
839p.
PIMENTEL-RECCO.M.S.; CARVALHO.F.H. A célula.2º ed. São Paulo: Manole, 2007.
Complementar
GUERRA, M. Introdução à citogenética geral. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988, 142 p.
CUTTER, E.G. Anatomia Vegetal. São Paulo: Sarvier, 1985. 725p.
HOLTZMAN, E. NOKOFF, A. B. Células e estruturas celulares. 3ª ed, Rio de Janeiro: Interamericana
1985. 630p.
VIDAL,B. de. MELO, M.L.S. Biologia celular. São Paulo. Livraria Atheneu. 1987. 347p.
Gênese e Morfologia dos Solos
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Gênese e Morfologia dos Solos
Carga Horária
Teórica
40
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Estratificação do solo para amostragem;
Aplicação de metodologia de coleta de amostras de solo no campo para fins de fertilidade;
Identificar os fatores locais do solo correlacionados com o potencial do sítio;
Aplicar técnicas de aumento da eficiência de uso da água e dos fertilizantes;
Aplicar técnicas que favorecem as relações de mutualismo entre cultura, plantas invasoras e
microorganismos do solo;
Compreender os processos de intemperização, solubilização, precipitação, adsorção, dessorção
imobilização microbiana, absorção, exudação, reciclagens geoquímica e bioquímica, para o
constituintes químicos da planta;
Compreender as exigências nutricionais das culturas;
Compreender os princípios de disponibilidade dos nutrientes às raízes e folhas;
Compreender os princípios de estresses nutricionais e suas relações com os sistemas de defesa das
plantas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Gênese do solo – Fatores de formação dos solos; Processos pedogenéticos; Constituintes do solo.
O solo como sistema trifásico
Propriedades físicas e morfológicas do solo
Água do solo.
Temperatura do solo
Classificação de solos – Perfil do solo; Horizontes orgânicos e minerais dos solos; Caractere
morfológicos do perfil do solo.
Solos e ambientes brasileiros.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas)
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor, laboratórios de solos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Serão realizados trabalhos práticos e realizadas avaliações teóricas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAIJ, B. VAN Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba: Ceres, Potafós, 1991.
AMARAL, N.D. Noções de Conservação do Solo. 2ed. São Paulo:Nobel,[ ]. 120p.
JORGE, J. A. Física e manejo dos Solos Tropicais. Campinas, SP: Instituto Campineiro de Ensin
Agrícola, 1986. 328p
Complementar
BERTONI, J. & LOBARDI NETO, F. Conservação do Solo. SP. Ícone, 1990.
FERNANDES, V.L.B. et al. Recomendações de adubação e calagem para o estado do Cera. Fortaleza
UFC, 1973.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia. São Paulo: Ceres, 1979.
OLIVEIRA, J. B. et al. Classes gerais dos solos do Brasil: Guia auxiliar para seu reconhecimento
Jaboticabal: Funep, 1992.
PRIMAVESI, A. M. Manejo ecológico do solo: A agricultura em regiões tropicais. São Paulo: Nobel, 1995.
VIEIRA, L. S. Manual de ciência do solo: com ênfase aos solos tropicais. São Paulo: Ceres, 1988.
Práticas desportiva e ergonomia
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
-
Práticas desportiva e ergonomia
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
1º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
- PRÁTICAS ESPORTIVAS: Esportes coletivos e individuais: Regras, fundamentos básicos, preparaçã
técnica e tática.
- ERGONOMIA: Conceito, importância e suas principais atribuições. Patologias relacionadas ao trabalho
(L.E.R & D.O.R.T). Atividade física e qualidade de vida do trabalhador.
CONTEUDO PROGRAMATICO
 Esportes coletivos: Handebol, Futsal e Futebol de campo, Basquetebol e Voleibol;
 Esportes individuais: Atletismo (Corridas, saltos e arremessos) e Natação;
Ergonomia: Conceituação e aplicação; Avaliação postural; Fatores que influenciam a qualidade de vida
do trabalhador; Doenças relacionadas ao trabalho; Exercícios físicos e qualidade de vida do trabalhador.
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas práticas nas dependências da escola
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas Práticas;
 Aulas expositivas;
 Trabalhos individuais e em grupos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
 Observação da participação nas atividades desenvolvidas;
 Desempenho em Trabalhos individuais e em grupos;
 Desempenho em testes de conhecimento.
BIBLIOGRAFIA
DELAMARCHE, Paul. Anatomia, fisiologia e biomecânica. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006.
MARCELLINO, Nelson Carvalho (org.) Repertório de atividades de recreação e lazer: para hotéis,
acampamentos, prefeituras, clubes e outros. Campinas, SP: Papirus, 2002. (Coleção Fazer/Lazer)
MARTINA, Caroline de Oliveira. Ginástica Laboral: no escritório. Jundiaí, SP: Fontoura, 2001.
Química geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Química geral
Carga Horária
Teórica
60
Semestre:
Carga Horária
Prática
EMENTA
 Introdução à Química
 Matéria, substâncias e suas transformações
 Átomos, moléculas e íons
 Tabela Periódica
 Ligações Químicas
 Compostos Inorgânicos
 Reações químicas
 Cálculo Estequiométrico
CONTEUDO PROGRAMATICO
 Introdução à Química
- Conceito
- A química em nosso cotidiano
 Matéria, substâncias e suas transformações
- Fases de um sistema
-
Estados da matéria
-
Identificação de um átomo
Unidades de medida
Processos de separação de misturas
Propriedades das substâncias
 Átomos, moléculas e íons
- Teoria atômica
Isótopos, Isóbaros e Isótonos
Modelo dos orbitais atômicos
Distribuição eletrônica
 Tabela Periódica
 Ligações Químicas
- Regra do octeto
- Ligação iônica
- Ligação covalente
Carga Horária
Total
60
1º
-
Ligação metálica
Polaridade
Forças intermoleculares
Geometria molecular
Alotropia
Oxidação e redução
 Compostos Inorgânicos
- Óxidos
- Ácidos
- Bases
- Sais
 Reações químicas
- Balanceamento das equações químicas
- Classificação das reações químicas
 Cálculo Estequiométrico
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas em salas de aula
RECURSOS DIDÁTICOS
Transparência; slides; videocassete; computador; laboratórios; impressos (apostilas, textos).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Avaliações Individuais
- Trabalhos em grupo
- Seminários
- Lista de exercícios
- Detalhamento do sistema:
80% referente às provas
20% referente às demais atividades
BIBLIOGRAFIA
Básica
-
MASTERTON, W. et al. Princípios de Química. 6 ed. Rio de Janeiro: Livros técnicos científicos
1990. 681p.
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E. Química Ciências Central. 7 ed. Rio de Janeiro
LTC, 1999. 702p.
RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makrons Books, 1994. (volumes 1 e 2)
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001.
Complementar
-
BRADY, J.; HUMISTON, G. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos
2002.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J.; Química um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1996
Desenho técnico
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
-
Desenho técnico
Semestre:
Carga Horária
Prática
60
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Conhecer procedimentos de Desenho Técnico aplicáveis no desenvolvimento de projetos arquitetônico
agroindustriais, zootécnicos e agrícolas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Desenho Técnico: Formatos. Traços. Teoria das projeções. Vistas. Disposição das vistas. Vista
principais. Vistas laterais. Cortes. Indicação e disposição de cortes. Indicação de partes de um
edificação:
portas,
portões,
janelas,
telhado,
pilares,
etc
Desenho de Arquitetura: Desenhos de localização, escadas; mobiliário, cotagem de plantas e de cortes.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas práticas em salas de aula de desenho
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor, laboratórios de informática
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Serão realizados trabalhos em sala de aula onde serão avaliados o correto uso das técnicas de desenho
baseando nas Normas Técnicas da ABNT.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ABNT. Coletânea de normas de desenho técnico. São Paulo: SENAI-DTE-DMT. 1990. 86p. (Programa de
Publicações Técnicas e Didáticas, Série Organização e Administração, 1).
del PINO, M. A. I. T.; Rodarte, J. F. Apostila de desenho técnico 1. Lavras: UFLA, 1998. 44p.
Complementar
OBERG, L. Desenho Arquitetônico. 31ed.Rio de Janeiro, 1997. 156p.
MICELI, M.T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. 2ed.Rio de Janeiro, 2004. 143p.
Relações Interpessoais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Relações Interpessoais
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
-
1º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Empregar as várias formas de comunicação e de interação social;
Adotar comportamento adequado e desenvolvimento da auto-estima como formas de obter sucesso
profissional;
Aprender a resolver conflitos no trabalho;
Opinar, defender posicionamentos e apresentar argumentos com clareza;
Promover a qualidade de vida no trabalho, através do afeto no relacionamento;
Participar de trabalho em equipe usando a conduta assertiva.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Qualidade de Vida no Trabalho;
Relacionamento;
Auto-estima;
Afeto nas Relações de Trabalho;
Como falar em público;
Aprendendo com o erro;
Trabalho em equipe;
Ser chefe e ser líder;
Como fazer e enviar um currículo para uma empresa;
Análise de casos de empresa;
Comportamento assertivo, manipulativo, agressivo e não assertivo.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, dialogada e com debates
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, retroprojetor, projetor de multimídia e dinâmicas em sala de
aula.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Apresentação (oral) individual;
Apresentação (oral) em grupo;
Avaliação escrita;
Trabalhos de pesquisa – individuais e em grupo.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BOM SUCESSO, E. de P Trabalho e Qualidade de Vida.. Rio de Janeiro: Quality/Dunya Ed., 1997;
MINICUCCI, A. Relações Humanas: Psicologia das Relações Interpessoais. 6º ed. São Paulo: Atlas
2001. 240p.
SILVA, J.M. Conceitos para aprender, conviver e Liderar. Belo Horizonte: UFMG, 1988
VOLLES, R.L. Como conduzir seminários e Workshops. 6ª ed. Capinas: papirus, 1995.
Complementar
Revista mensal VOCÊ – Abril Ed., São Paulo-SP;
Revista mensal VENDA MAIS, Quantum Ed., Curitiba-PR;
A técnica da comunicação humana. PENTEADO, J.R.W. S São Paulo: Pioneira. 6ª ed. 1977.
VOLLES, R.L. Como conduzir seminários e Workshops. 6ª ed. Capinas: papirus, 1995.
Zoologia
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Zoologia
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
1º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução ao estudo dos seres vivos, estudo dos protozoários e animais.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Introdução ao estudo dos protozoários e animais, taxonomia e sistemática.
Conceitos importantes e protozoários.
Poríferos e Cnidários.
Platelmintos e Nematóides.
Moluscos e Anelídeos.
Artrópodes classes: Crustácea, aracnídea, Diplópoda, Quilópoda. Artrópodes classe: Insecta
Equinodermos e introdução ao estudo dos cordados.
Cordados: Peixes, Anfíbios, Répteis, Aves, Mamíferos: introdução, monotrêmata, Marsupialia, Eutéria:
principais ordens
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas em salas de aula e aulas práticas em laboratórios
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia e retroprojetor. Utilização de microscópio
e estereoscópios.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Prova: 02 de 40 pontos cada;
Trabalho apresentado em sala; 1 de 10 pontos
Sabatinas: 5 pontos
Participação e interesse: 5 pontos;
BIBLIOGRAFIA
Básica
STORER T. I. et al. Zoologia Geral. 6 ed. São Paulo: Nacional, 2003. 816 p.
Complementar
Lopes S. BIO. Editora Saraiva: São Paulo. 1 ed., 2004, 606 p.
Purves et al. Vida. A ciência da biologia. Vol. III. Plantas e animais. 6 ed. Editora Artmed, 2006
Santos E. Contribuições à zoologia agrícola do Brasil, Edições SIA, 1966, 92 p.
Soerensesn B. Animais peçonhentos. Livraria Atheneu Editora, 1990, 138 p.
Storer T.; Usinger R. L. Zoologia geral. 3 ed. Companhia editora nacional, 1977, 757 p.
Barros A. Zoologia. Livraria Nobel: São Paulo, 1976. 275 p.
Rodrigues S. A. Zoologia. Editora Cultrix: São Paulo. 299 p.
Henring  Azevedo. Zoologia. Editora Sagra: Porto alegre, 318 p.
Santos E. Miscelânea Zoológica. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1987. 118p.
Santos E. O mundo dos artrópodes. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1982 197p.
Santos E. Os insetos. Editora Itatiaia Limitada: Belo Horizonte. 1982. 203p.
Purves et al. Vida. A ciência da biologia. Vol. II. Evolução, diversidade e ecologia. 6 ed. Editora Artmed,
2006
Metodologia Científica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Metodologia Científica
Carga Horária
Teórica
20
Semestre:
Carga Horária
Prática
1o
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Importância e objetivo da metodologia científica na graduação. Conhecimento. Método. Pesquis
científica. Hipóteses. Variáveis. Tipos de trabalhos científicos nos cursos de graduação.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Ciência: Conceitos e Fundamentos.
Conhecimento: o conhecimento humano e seus tipos.
Os métodos de pesquisa. O Método científico e sua utilização na pesquisa científica.
Tipos de pesquisa. As etapas da pesquisa científica.
Textos acadêmicos e científicos: resumo, relatório, apresentação de seminários, publicações científicas
artigo científico, comunicado, monografia, dissertação, tese.
Normas para as citações de documentos e referências bibliográficas,
METODOLOGIA DE ENSINO
Os temas serão apresentados em aulas expositivas, análise de artigos científicos, noticiários e debate
em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Quadro, retroprojetor e data-show.
- Uso de biblioteca.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será através da participação dos alunos em seminários, trabalho
científicos e realização de avaliações escritas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. 5ª ed. São Paulo:Prentice Hall, 2002. 242p.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1983.
MARCONI, M.A; LAKATOS, E.M. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 6 ED. São Paulo: Atlas,
2005. 315 p
SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2004. 334p.
Complementar
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica: para uso dos estudante
universitários. 2 ed. São Paulo: McGrawhill, 1977. 144 p.
CRUZ, C. C.; RIBEIRO, U. Metodologia Científica: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Axcel Books
324P.
Cálculo II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Cálculo II
Carga Horária
Teórica
60
Carga Horária
Prática
0
Semestre:
2º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Integral - Teorema fundamental do cálculo - Cálculo de áreas - Volume de um sólido - Integrais imprópria
- Funções de várias variáveis -Integrais duplas e triplas - Equações de 1º e 2 graus - Transformada
inversa e aplicações
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade I: Integral
Integração por substituição de variáveis
Integração por partes
Integral definida
Propriedades
Teorema fundamental do cálculo
Cálculo de áreas
Unidade II: Aplicações da integral definida
Comprimento de arco de uma curva
Área de uma região plana
Volume de um sólido
Área da superfície de um sólido
Integrais impróprias
Funções de várias variáveis
Integrais duplas e triplas
Aplicações físicas e geométricas
Unidade III: Equações diferenciais
Equações de 1º e 2 graus
Aplicações físicas e geométricas
Unidade IV: Transformada de La Place
Conceito
Transformada inversa e aplicações
METODOLOGIA DE ENSINO
Quadro e giz
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro e giz
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Aplicação de provas e trabalhos individuais
BIBLIOGRAFIA
Básica
Munem, M. A., Foulis, DL. Cálculo. Rio de Janeiro. Guanabara Dois. 1982. V 2
Simmons, G. F. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo. McGraw Hill. 1987. V 2
Swokowski, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Ed São Paulo. Makron Books. 1995. V 1 e 2
Bassanezi, R. C. Equações diferenciais: com aplicações. São Paulo. Harbra. 1988
Leithold, L. O cálculo com geometria analítica. São Paulo. Harbra. 1994. 3ª Ed. V2
Complementar
Ayres Jr., F. Equações diferenciais. Rio de Janeiro. (Coleção Schaum) Ao livro técnico. 1996
Levantamento e Classificação do solo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Levantamento e Classificação do solo Semestre:
Carga Horária
Prática
40
2º
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Importância e princípios básicos da classificação dos solos. Elaboração da legenda preliminar dos solo
na paisagem, mediante a interpretação de cartas planialtimétricas e imagens de sensoriamento remoto
Ajuste da legenda preliminar após reconhecimento dos solos da paisagem no campo. Seleção de locai
representativos para estudos de perfis de solo. Descrição morfológica de horizontes dos perfis
Reconhecimento dos horizontes diagnósticos (de classes ) superficiais e subsuperficiais. Característica
analíticas dos horizontes de um perfil de solo( morfológicas, físicas, químicas, e mineralógicas )
Classificação no Sistema Brasileiro. Utilização de normas para elaboração de mapa, legenda e relatório
técnico do levantamento.
CONTEUDO PROGRAMATICO
 Importância da classificação e seus princípios básicos.
 Elaboração de legenda preliminar de uma microbacia mediante interpretação de imagens
cartas.
Visita ao campo e ajuste da legenda preliminar.
Seleção de locais representativos e de localização estratégica para o levantamento.
Descrição morfológica dos horizontes dos perfis no campo.
Reconhecimento dos horizontes diagnósticos superficiais e subsuperficiais.
Interpretação das características analíticas dos horizontes (morfológicas, físicas, químicas
mineralógicas).
Classificação das manchas de áreas delimitadas, reagrupando-as em classes definitivas, tomando por
base os critérios do Sistema Brasileiro de classificação do Solo.





METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas)
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, e recursos multimídia.
 Aulas práticas nas unidades de produção do CEFET.
 Aulas práticas em excursões de campo, dentro dos municípios vizinhos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em
aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação:
 3 avaliações descritivas no valor de 25 pontos cada;
10 pontos para trabalhos em grupo;
15 pontos para participação dos alunos em aulas teóricas e práticas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B. & CORRÊA, G.F. Pedologia: base para distinção d
ambientes. 4.ed. Viçosa, NEPUT, 2002. 367p
OLIVEIRA, J.B.; JACOMINE, P.K.T. & CAMARGO, M.N. Classes gerais de solos do Brasi
Jaboticabal: FUNEP/
FCAV, 1992. 201p.
LEMOS, R.C. & SANTOS, R.D. Manual de descrição de coleta de solo no campo. 3.ed. Campinas
Sociedade Brasileira de Ciência de Solo, 1996. 83p.
EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa
de Solos.
Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Rio d
Janeiro, 1999.
412p.
BRADY,N.C. Natureza e Propriedades dos Solos. 7. ed., Rio de Janeiro: F. Bastos, 1989. 647p. (cap
1, 12, 13 e 14).
OLIVEIRA, J.B.; JACOMINE, P.T.K. & CAMARGO, M. Classe gerais de solos do Brasil. Funep
Jaboticabal, 201 p. 1992
LEMOS, R.C. & SANTOS, R.D. Manual de descrição e coleta de solo no campo.4a ed. Viçosa
Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2001, 86 p.
Complementar
Relatórios técnicos de levantamentos de solos elaborados pela Embrapa.
Histologia e Anatomia de Angiosperma
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Histologia e Anatomia de Angiosperma
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
2º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Origem e organização do corpo vegetal (diferenças da formação celular, tecidos e órgãos). Meristema
primários. Tecidos simples: parênquima, colênquima, esclerênquima e epiderme. Meristema
secundários. Tecidos complexos: xilema, floema e estruturas secretoras. Órgãos vegetais: raiz, caule e
folha. Órgãos reprodutores: flor, fruto e semente.

CONTEUDO PROGRAMATICO
Apresentação do conteúdo programático: introdução ao estudo dos vegetais, apresentação d
conceitos básicos; organização do corpo vegetal (origem e função dos órgãos vegetativos e
reprodutivos); organização e origem do embrião (partes fundamentais e tecido embrionário).
 Célula
vegetal: caracterização, generalidades constituintes
protoplasmáticos, diferenciação celular, totipotência, polaridade.
protoplasmáticos
e
não
 Histologia vegetal: Meristemas (classificação) e sistemas de tecidos: Proteção/ dérmico
revestimento (epiderme, periderme e anexos); fundamental ou de preenchimento (parênquimas e
suas especializações); sustentação (tecidos mecânicos: colênquima e esclerênquima); vascula
ou condução (xilema: caracterização, função, origem e desenvolvimento, evolução, constituição
elementos típicos, xilema primário e secundário e floema: caracterização função, origem e
desenvolvimento, evolução, constituição, elementos químicos, floema primário e secundário)
sistema de secreção / excreção; sistema de reserva: tecidos adaptados ou modificados para
reserva.
 Anatomia vegetal: Estrutura primária e secundária de raiz – modificações e adaptações de tecido
aos diversos ambientes (morfologia básica, distribuição dos tecidos, endoderme e periciclo
estágios primário e secundário de crescimento, crescimento anômalo, diferenças entre grupo
vegetais); Estrutura primária e secundária de caules – modificações e adaptações de tecidos ao
diversos ambientes (Caule: morfologia básica, distribuição dos tecidos, estágios primário e
secundário de crescimento, crescimento anômalo, anéis de crescimento, diferenças entre o
grupos vegetais, anatomia da madeira); Anatomia de folha - modificações e adaptações de
tecidos aos diversos ambientes (morfologia básica, origem e desenvolvimento, evolução
distribuição dos tecidos); Anatomia de órgãos reprodutivos (flor, fruto e semente) morfologia
básica, anatomia, origem e desenvolvimento (meristemas reprodutores), evolução, ciclo
reprodutivos, mega e microesporogênese, mega e microgametogênese
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas em sala de aula e prática em laboratório
RECURSOS DIDÁTICOS
 Quadro negro e Giz
 Data-show
 Retro projetor
 Livro didático / Apostilas
 Laboratório de Microscopia (microscópio e lupas)
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO





Avaliações;
Trabalhos extra classe;
Exercícios, Estudos dirigidos e testes;
Seminários;
Participação em eventos ligados a disciplinas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
APEZZATO-DA-GLÓRIA, B.; CARMELLO-GUERREIRO, S.M. Anatomia vegetal. 2ª ed.Viçosa: UFV
2006. 438 p. : il.
CUTTER, E.G. Anatomia vegetal - Parte I: Células e tecidos. 2. ed. São Paulo: Livraria Roca Ltda
1987. 304p.
CUTTER, E.G. Anatomia vegetalI - Parte II: Órgãos, experimentos e interpretação. 2. ed. São Paulo
Livraria Roca Ltda, 1987. 316p.
ESAU, K. Anatomia vegetal. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 1974. 293p.
ESAU, K. Anatomia vegetal. 3 ed. Barcelona, Ediciones Omega, S.A., 1985. 779p.
FAHN, A. Anatomia vegetal. 2 ed. Madrid: H. Blume Ediciones, 1990. 643p.
FERRI, M. G. BOTÂNICA: MORFOLOGIA INTERNA DAS PLANTAS. Editora Nobel. 1994.113 p.
Complementar
GAVILANES, M. L. e CASTRO, E. M Histologia e Anatomia Vegetal. Textos acadêmicos. Lavras
UFLA/FAEPE, 1998. 90p.
FERRI, M. G. Botânica (Morfologia Interna das Plantas (Anatomia) são Paulo : Nobel, 1999.
Química orgânica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Química orgânica
Carga Horária
Teórica
60
Carga Horária
Prática
0
Semestre:
2º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Identificar conhecimentos da Química Orgânica aplicáveis.Fornecendo aos alunos subsídios suficiente
para serem aplicados nos estudos de Química e outras disciplinas que tenham relação com a Química
Orgânica.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Apresentação do Professor e alunos (as).
Apresentação do plano de curso.
Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação.
A disciplina no currículo e intergração com outras disciplinas.
A disciplina de formação do profissional e da pessoa.
INTRODUÇÃO: Ligações Intermoleculares
A polaridade das ligações covalentes
Ligações covalente polar e apolar
As forças de Van der Waals
Pontes de hidrogênio
Raio covalente e raio de Van der Waals
O Átomo de Carbono e a Química Orgânica
As idéias de Van’t Hoff e Le Bel
A hibridação no carbono
As cadeias carbônicas
Breve histórico da Química Orgânica e Hidrocarbonetos:
Alcanos,
Cicloalcanos,
Alquenos,
Alquinos e
Compostos Aromáticos
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
Estereoquímica
Histórico e Importância
Determinação da Configuração Absoluta
Atividade Óptica
Exercícios de fixação
Haletos de Alquila e Arila
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
Álcoois, Fenóis e Éteres
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
Compostos Nitrogenados – Aminas – amidas
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
Aldeídos e Cetonas
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
Ácidos Carboxílicos e Derivados
Nomenclatura
Propriedades físico-químicas
Principais reações
Exercícios de fixação
METODOLOGIA DE ENSINO
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, retroprojetor, projetor de multimídia e laboratório.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
O monitoramento/avaliação de resultados dos(as) alunos durante o curso será feito através de
apresentações de trabalhos em grupo e provas individuais escritas sobre os temas discutidos durante a
atividades pedagógicas tais como palestras, oficinas, excursões, aulas, entre outras formas de
abordagem.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Allinger, Norman L. Química Orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 1976. 961 p.
Barbosa, Luiz Cláudio de Almeida.Introdução à Química Orgânica. São Paulo, SP: Prentice Hall, 2004
311 p.
Brown, Theodore L; Lemay Jr., H Eugene; Bursten, Bruce E. Química: ciência central. 7 ed. Rio d
Janeiro, RJ: Livros técnicos e científicos, 1999. 701 p.
Campos, Marcello Moura (Coord.). Fundamentos de Química orgânica. São Paulo, SP: Edgar Blücher,
2001. 606 p.
Complementar
Solomons, Graham; Fryhle, Graig. Química orgânica. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Livros Técnicos e
Científicos, 2000. 643 p.
Química Analítica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Química Analítica
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
2º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução à Química Analítica; Soluções; Cinética Química; Equilíbrio Químico; Equilíbrio ácido-base
Volumetria; Análise Instrumental.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Parte Teórica
 Introdução à Química Analítica
Soluções
- Dispersões
-
Soluções
-
Como ocorre as reações
Concentração de soluções
Diluição de soluções
Mistura de soluções
Propriedades Coligativas
 Cinética Química
- Velocidade das reações
Fatores que influenciam a velocidade das reações
 Equlíbrio Químico
- Estudo geral dos equilíbrios químicos
-
Deslocamento químico
 Equilíbrio Ácido-base
- Equilíbrio iônico
-
Equilíbrio iônico da água
-
Volumetria de preciptação
pH e pOH
Indicadores ácido-base
Solução tampão
Hidrólise de sais
 Volumetria
- Volumetria de neutralização
-
Volumetria de complexacão
Volumetria de oxi-redução
 Análise Instrumental
Parte Prática
 Regras de segurança em laboratórios de química.
 Conhecendo vidrarias.
 Preparo de soluções.
 Fatores que influenciam a velocidade de uma reação.
 Titulação e padronização de soluções.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas em sala e práticas em laboratório
RECURSOS DIDÁTICOS
Transparência; slides; computador; laboratórios; impressos (apostilas, textos).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Avaliações Individuais
- Trabalhos em grupo
- Seminários
- Relatórios de aulas práticas
- Lista de exercícios
- Detalhamento do sistema:
80% referente às provas
20% referente às demais atividades
BIBLIOGRAFIA
Básica
- BACCAN, N. et. al. Química Analítica Quantitativa Elementar, 3ª ed. São Paulo: Editora Edgar
Blucher Ltda, 2001.
- HARRIS, D. Análise Química Quantitativa, 5a ed, Rio de Janeiro: Editora LTC, 2003.
- SKOOG D. A. et. al. Princípios de Analítica Instrumental, 5a ed, Porto Alegre: Editora Bookman, 2002
- VOGEL, A. I. Análise química quantitativa. Rio de Janeiro, 5 ed. LTC - Livros Técnicos e Científicos
Editora. 1992. 712p.
-
RUSSEL, J. B. Química Geral. São Paulo: Makrons Books, 1994. (volumes 1 e 2)
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. Porto Alegre: Bookman, 2001.
Complementar
- BROWN, T.L., LEMAY, H.E., BURSTEN, B.E. Química Ciência Central. 7 ed. Rio de Janeiro, LTC
Livros Técnicos e Científicos Editora.1997. 702p.
- KOTZ, J.C. & TREICHEL, P. Química & Reações Químicas.3 ed. Rio de Janeiro, LTC - Livros Técnico
e Científicos Editora. 1998. vol.1 e 2, 730p.
- MASTERTON, W.L., SLOWINSKI, E.J., STANITSKI, C.L. Princípios de Química. 6 ed. Rio de Janeiro,
Editora Guanabara Koogan. 1990. 681 p.
Estatística Básica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
60
Estatística Básica
Carga Horária
Prática
-
Semestre:
2
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Somatório e Produtório. Estatística Descritiva. Medidas de Tendência Central e Medidas de Variabilidade
Probabilidades. Distribuição de Probabilidades. Noções de Técnicas de Amostragem. Teoria d
Estimação. Teoria da Decisão. Coeficiente de Correlação. Regressão Linear Simples.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Somatório e Produtório
Estatística Descritiva: Definição de Estatística, Apresentação e Organização dos Dados em Tabelas e
Gráficos. Distribuição de Freqüências Absolutas, Relativas e Percentuais. Histograma e Polígono de
Freqüências. Freqüências Acumuladas Acima e Abaixo de. Ogivas.
Medidas de Tendência Central: Médias, Mediana e Moda para Dados Brutos e Agrupados.
Medidas de Variabilidade: Amplitude Total, Variância, Desvio Padrão, Coeficiente de Variação para Dado
Brutos e Agrupados
Probabilidade: Noções Gerais, Definição de Probabilidade. Probabilidade Condicional. Teorema d
Bayes.
Distribuição de Probabilidades e Distribuições Teóricas: Distribuição Binomial, Poisson. Distribuição
Normal: Aplicações. Aproximação Normal das Distribuições Binomial e Poisson.
Função de Distribuição acumulada
Distribuição de Probabilidades Conjuntas em Variáveis Discretas e Contínuas. Distribuições Marginais
Distribuições Condicionais.
Técnicas de amostragem: Amostragem Simples ao Acaso, Sistemática, Conglomerados, Estratificada.
Teoria da Estimação: Estimação por Ponto e por Intervalo. Estimação de Médias, Variâncias
Proporções. Erro de Estimação e Dimensionamento da Amostra.
Teoria da Decisão: Importância na Tomada de Decisão. Hipótese Estatística e Erros Envolvidos no
processo de Decisão.
Construção de uma Regra de Decisão e Mecânica Operacional de Testes.
Testes para Médias e Variâncias. Distribuição t, qui-quadrado e F.
Testes de Independência, Aderência e Comprovação de Leis.
Coeficiente de Correlação: Distribuição Conjunta de Variáveis. Correlação. Uso do Coeficiente de
Correlação.
Regressão Linear Simples: Diagrama de Dispersão. Reta de Mínimos Quadrados. Análise de Variância
da Regressão. Coeficiente de Determinação.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas (software SISVAR e R)
Avaliações individuais e em grupo
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro
Material de apoio e bibliografia
Laboratório de informática, planilhas eletrônicas e softwares
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação individual
Resolução de listas de exercícios
Trabalhos em grupo e individual
BIBLIOGRAFIA
Básica
DEVORE, Jay L. Probabilidade e estatística: para engenharia e ciências. São Paulo: Thomson, 2006.
692p
FERREIRA, Daniel Furtado. Estatística básica. Lavras, MG: UFLA, 2005. xii, 664 p
Morettin, Luiz Gonzaga, 1941-. Estatística básica: volume 1 : probabilidade. 7. ed. São Paulo: Makron
Books, c1999. ix, 210 p
Morettin, Luiz Gonzaga, 1941-. Estatística básica: volume 2 : inferência. São Paulo: Makron Books, 2000
182 p.
Morettin, Pedro Alberto, 1942-; Bussab, Wilton de Oliveira, 1940-. Estatística básica. 5. ed. São Paulo:
Saraiva, 2002. 526 p
Complementar:
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6 ed. São Paulo, SP:
Atlas, 1996. 320 p
FREUND, John E; SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9 ed.
Porto Alegre, RS: Bookman, 2002. 404 p.
Magalhães, Marcos Nascimento, 1952-; Lima, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e
estatística. 6. ed. rev. São Paulo: Edusp, 2005. xv, 392 p.
Peternelli, Luiz Alexandre; Mello, Márcio Pupin de,1983-. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa:
Ed. UFV, 2007. 181 p.
Física
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
80
Semestre:
Física
Carga Horária
Prática
0
2
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Vetores. Força, movimento e as Leis de Newton. Trabalho e Energia. Conservação da Energia. Corrente,
tensão e resistência elétrica. Circuitos e as Leis de Kirchhohh. Temas variados relacionados à Física.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1) Grandezas escalares e vetoriais. Álgebra vetorial. Força, movimento e as Leis de Newton. Força
de atrito.
1) Teorema Trabalho-Energia. Energia Cinética. Energia Potencial Gravitacional. Energia Potencia
Elástica. Forças conservativas e dissipativas. Conservação da energia. Potência mecânica.
2) Corrente, tensão e resistência elétrica. A Lei de Ohm. Força eletromotriz e circuitos elétricos. A
Leis de Kirchhoff. Potência elétrica. O Efeito Joule.
3) Conteúdos adicionais abordados: As estações do ano, As fases da Lua, Sistema Solar, A Teoria
do Big Bang, A Física dos motores, Fenômenos Ópticos, As Leis da Termodinâmica, Sistemas de
vácuo.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas com o uso frequente de exemplificações e analogias. Exercícios em classe com o
acompanhamento do Professor e exercícios extraclasse com o acompanhamento do Monitor. Resolução
de exercícios.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro, giz e projetor multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
75 % dos pontos são distribuídos em 3 provas individuais e sem consulta de 25 pontos cada. Os 25 %
restantes são distribuídos na forma de um seminário de 25 pontos apresentado por grupos de 4 alunos
O tema do seminário é escolhido por cada grupo de uma lista de temas atuais ou da sua área de atuação
que estejam relacionados à Física.
BIBLIOGRAFIA
Básica
1) HALLIDAY, David; RESNICK; KRANE, Kenneth S., Jearl. Física 1. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livro
Técnicos e Científicos, 2002.
1) HALLIDAY, David; RESNICK; KRANE, Kenneth S., Jearl. Física 3. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livro
Técnicos e Científicos, 2002.
Complementar
1) GASPAR, Alberto Física 1 Mecânica. 1° Edição. Editora Ática.
2) GASPAR, Alberto Física 3 Eletromagnetismo e Física Moderna. 1° Edição. Editora Ática.
Microbiologia Geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Microbiologia Geral
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
2º Semestre
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Objetivos e evolução da microbiologia; caracterização e classificação dos microrganismos; morfologia e
ultra-estrutura bacteriana; cultivo de bactérias; crescimento bacteriano; culturas puras e característica
culturais; enzimas e sua regulação; metabolismo bacteriano; fungos; vírus; Fatores que afetam
desenvolvimento microbiano.
CONTEUDO PROGRAMATICO


















Teórica: Introdução ao estudo da microbiologia –Importância, objetivos e evolução d
microbiologia;
Teórica: Caracterização e classificação dos microrganismos;
Teórica: Morfologia e ultra-estrutura bacteriana;
Teórica: Cultivo de bactérias;
Teórica: Formas de quantificação do crescimento microbiano
Teórica: Metabolismo microbiano;
Teórica: Fatores que afetam o desenvolvimento microbiano;
Teórica: Estudo de enzimas e fatores que afetam sua atividade;
Prática: Regras para utilização do laboratório de microbiologia;
Prática: Técnicas de esterilização e desinfecção de materiais;
Prática: Meios de cultura – apresentação dos diferentes meios de cultura, finalidade, modo de
preparo e forma de utilização;
Prática: Técnica de semeadura e isolamento de culturas em meio sólido;
Prática: Técnicas de Isolamento e Contagem de Microrganismos;
Prática: Técnicas de coloração diferencial;
Prática: Observação microscópica – morfologia bacteriana, formas e agrupamentos;
Prática: Controle do desenvolvimento bacteriano – agentes físicos e agentes químicos;
Prática: Fatores que afetam a atividade enzimática – temperatura, concentração de substrato, pH
e presença de inibidores;
Prática: Observação microscópica de bactérias, fungos e leveduras;
METODOLOGIA DE ENSINO



Aulas teóricas expositivas em sala de aula;
Aulas práticas no laboratório de microbiologia;
Uso de apostilas teóricas e práticas para acompanhamento do assunto abordado
RECURSOS DIDÁTICOS
 Quadro negro, retroprojetor, data-show e apostilas teóricas de práticas;
 Aulas práticas no laboratório de microbiologia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas e práticas), trabalhos em grupo e
grupos de discussão de temas relevantes.
BIBLIOGRAFIA
Básica
MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. Krieg. Microbiologia: Conceitos e Aplicações
V1. 2a Edição. São Paulo. Editora MAKRON Books, 1996.
MICHAEL J. PELCZAR JR; E.C.S. CHAN; NOEL R. KRIEG. Microbiologia: Conceitos e Aplicações
V2. 2a Edição. São Paulo. Editora MAKRON Books, 1996.
TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4a Edição Editora Atheneu; 2004.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B. R.; CASE, C.L. Microbiologia. 8a Edição. Porto Alegre. Editora Artmed
2005.
Complementar
RIBEIRO, M. C. Microbiologia Pratica Roteiro e Manual. Editora: Atheneu. Rio de Janeiro. 2002 ;
VERMELHO, A.B.; PEREIRA, A. F.; COELHO, R.R.R. Práticas de Microbiologia. Editora: Guanabar
Koogan, São Paulo 2006, 256p.
Bioquímica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Bioquímica
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
3º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução ao estudo da Bioquímica. Biomoléculas: Estruturas, Características e Funções. Bioenergética
e Metabolismo. Metabolismo de carboidratos. Metabolismo de Lipídeos. Metabolismo dos Composto
Nitrogenados.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1- INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA BIOQUÍMICA:
1.1- A lógica molecular da vida;
1.2- Composição da matéria viva.
2- BIOMOLÉCULAS: ESTRUTURAS, CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES:
2.1- Aminoácidos e proteínas;
2.2- Enzimas;
2.3- Carboidratos e Glicoconjugados
2.4- Lipídeos.
3- BIOENERGÉTICA E METABOLISMO:
3.1- Energia;
3.2- Metabolismo.
4- METABOLISMO DE CARBOIDRATOS:
4.1- Glicólise;
4.2- Gliconeogênese e Glicogenólise;
4.3- Via das Pentoses-Fosfato;
4.4- Ciclo de Krebs;
4.5- Ciclo do Glioxilato;
4.6- Cadeia de Transporte de Elétrons e Fosforilação oxidativa;
5- METABOLISMO DE LIPÍDEOS:
5.1- ß-Oxidação;
5.2- Síntese de Ácidos Graxos;
6- METABOLISMO DOS COMPOSTOS NITROGENADOS:
6.1- Síntese de Aminoácidos;
6.2- Degradação de Aminoácidos;
6.3- Redução e assimilação do nitrato;
6.4- Fixação do nitrogênio.
METODOLOGIA DE ENSINO
Utilização de recursos como quadro negro.
RECURSOS DIDÁTICOS
Retro projetor e projetor multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas individuais: 80 pts
Trabalhos : 20 pts
BIBLIOGRAFIA
Básica
NELSON, D.L.; COX, M.M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. 3ed. São Paulo: Sarvier, 2002.
975p.
CHAMPE, P.C.; HARVEY,R.A. Bioquímica Ilustrada. 2ed. Porto Alegre, RS, Artmed, 2002. 446p.
VOET, D.; VOET.G.J., PRATT,C.W. Fundamentos de Bioquímica. 1ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2002.
931p.
Estatística Experimental
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Estatística Experimental
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
3
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Princípios básicos da experimentação. A técnica da análise de variância. Comparações múltiplas
Delineamento inteiramente ao acaso. Delineamentos em blocos casualizados. Delineamento em
quadrado latino. Experimentos em esquema fatorial. Pressuposições da análise de variância
Planejamento de experimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Princípios básicos da experimentação: repetição, casualização e controle local
A técnica da análise de variância
Delineamento inteiramente ao acaso: modelo fixo e aleatório, tratamentos com número de repetiçõe
diferentes, análise de variância
Delineamentos em blocos casualizados: análise variância e exemplo com uma ou duas parcelas perdidas
Comparações múltiplas: contrastes, testes LSD de Fisher, Tukey, Duncan, Dunnett, Scheffé, SNK
Delineamento em quadrado latino: sorteio dos tratamentos e análise de variância
Experimentos em esquema fatorial: tratamentos qualitativos, esquema em parcelas subdivididas
tratamentos quantitativos
Pressuposições da análise de variância: aditividade dos efeitos, homocedasticidade, normalidade do
resíduos, independência dos efeitos. Transformação dos dados
Planejamento de experimentos
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas (software SISVAR e R)
Avaliações individuais e em grupo
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro
Material de apoio e bibliografia
Laboratório de informática, planilhas eletrônicas e softwares
Calculadora
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação individual
Resolução de listas de exercícios
Trabalhos em grupo e individual
BIBLIOGRAFIA
Básica
PIMENTEL-GOMES, Frederico. Curso de estatística experimental. 14. ed. Piracicaba, SP: ESALQ, 2000.
477 p
Storck, Lindolfo (Org.). Experimentação vegetal. 2. ed. Santa Maria: Ed.UFSM, 2006. 198 p.
Vieira, Sonia. Estatística experimental. 2. ed. São Paulo, SP: Atlas, 1999. 185.: il p.
Complementar
Peternelli, Luiz Alexandre; Mello, Márcio Pupin de,1983-. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa:
Ed. UFV, 2007. 181 p.
SAMPAIO, Ivan Barbosa Machado. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. ed. Belo
Horioznte: Fundação de Ensino e Pesquisa em Medicina Veterinária e Zootecnia, 2007. 264 p.
Fertilidade do Solo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Fertilidade do Solo
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
60
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
3
Carga Horária
Total
100
EMENTA
Conceito de solo fértil. Composição do solo. Absorção e troca de íons. Reação do solo. Acidez do solo e
calagem. Matéria orgânica do solo. Nitrogênio do solo. Fósforo do solo. Potássio do solo. Cálcio e
magnetismo do solo. Enxofre do solo. Micronutrientes do solo.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 Conceito de fertilidade e de solo fértil
2 Propriedades físicas do solo e suas relações com a fertilidade
2.1 Clima
2.2 Profundidade de horizontes
2.3 Influência do material de origem
2.4 Influência do relevo
2.5 Correlação da cor
2.6 Correlação da textura
2.7 Correlação da estrutura
2.8 Correlação da consistência
2.9 Correlação da densidade
2.10 Correlação da porosidade
2.11 Correlação da permeabilidade
2.12 Correlação da drenagem
3 Propriedades biológicas e suas relações com a fertilidade
3.1 Biodiversidade
3.2 Simbioses
3.3 Matéria orgânica
3.4 Homogeneidade no perfil
3.5 Consórcio de culturas
3.6 Intercalação de culturas
3.7 Rotação de culturas
4 Propriedades química do solo e suas relações com a fertilidade
4.1 Mineralogia
4.2 Cargas elétrica – positivas e negativas
4.3 CTC e CTA
4.4 Caráter ( álico, alítico, alumínico, distrófico, eutrófico, êutrico, ácrico Tb, Ta)
4.5 SB, m%, T, t, relação Ca++/Mg++/K++, Prem.
4.8 Nutrientes (macro, micro, elementos benéficos)
5 Interação das fases (sólida, líquida, gasosa)
6 Harmonização entre fatores de crescimento (genético, ambiental)
7 Exploração do solo pelas raízes (crescimento de raízes, competição por espaço e nutrientes)
8 Critérios de essencialidade
9 Leis da fertilidade
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Quadro, giz, data show
RECURSOS DIDÁTICOS
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas = 7,0
Relatório de aulas práticas = 1,0
Apresentação de trabalhos = 2,0
BIBLIOGRAFIA
Básica
AGUIAR, A. de P. A. Manejo de Fertilidade do solo sob pastagem, calagem e adubação. Guaíba:
Agropecuária, 1998.
BRADY, N.C. Natureza e Propriedades dos solos. 5. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
KIEHL, E.J. Manual de Edafologia : Relação Solo-Planta. Campinas: Agronômica Ceres, 1979.
MALAVOLTA, E. Seminário Sobre Corretivos Agrícolas. Campinas: Fundação Cargill, 1985.
MELLO, F.A.F.et al. Fertilidade do solo. 3 Ed. São Paulo: Nobel, 1987.
RAIJ, B. Van. Fertilidade do solo e Adubação. Campinas: Agronômica Ceres, 1991.
Complementar
Revista Brasileira de Ciência do Solo.
Revista Pesquisa Agropecuária Brasileira
Hidráulica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Hidráulica
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
3
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Importância da Hidráulica (Introdução), Hidrostática, Hidrodinâmica, Hidrometria, Captação e distribuiçã
de água, Instalações elevatórias – Bombas, Orifícios e bocais.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 - INTRODUÇÃO
- Conceito de Hidráulica e suas Subdivisões
- Evolução da Hidráulica
- Revisão sobre Sistemas de Unidades
- Propriedades Fundamentais dos Fluidos
2 - HIDROSTÁTICA
- Pressão Efetiva e Pressão Absoluta.
- Lei de Stevin e Lei de Pascal
- Empuxo em Superfície Plana
- Manometria: estudo de manômetros
3 - HIDRODINÂMICA
- Fundamentos do Escoamento dos Fluidos
- Categorias do Movimento e Regimes de Escoamento
- Equação da Continuidade e Conceito de Vazão
- Teorema de Bernoulli - extensão aos casos práticos
- Perda de Carga Contínua e Localizada
4 – HIDROMETRIA
- Medição de Vazão e Velocidade do escoamento.
- Principais Tipos Medidores - Equações
- Cuidados nas Instalações dos Medidores
(orifício, venturímetro, medidor magnético, vertedor, calha WSC, flutuador, molinete)
5 - CAPTAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA
- Condutos Livres ou Canais: Dimensionamento
- Condutos Forçados por Gravidade: Dimensionamento
- Adução por Recalque (Bombeamento): Dimensionamento
6 – INSTALAÇÕES ELEVATÓRIAS - BOMBAS
- Instalação Elevatória Típica
- Classificação das Bombas Hidráulicas
- Escolha da Bomba. Potência necessária ao acionamento
- Estudo do Aríete Hidráulico (Carneiro Hidráulico)
- Estudo do Conjunto Roda D’água - Bomba de Pistão
7 - ORIFÍCIOS E BOCAIS
- Velocidade e Vazão
- Coeficientes (Contração, Velocidade e Descarga)
- Principais Tipos de Orifícios e Bocais – Perda de Carga
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas com utilização do quadro, retroprojetor e notas de aulas específicas.
Aulas práticas com elaboração de relatórios específicos, aplicando a teoria ensinada.
Visita técnica.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz e retroprojetor
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas (75%): Prova 1 – 25%
Prova 2 – 25%
Prova 3 – 25%
Relatórios e Trabalhos Práticos (15%)
Sabatinas (10%): aplicadas em aulas teóricas, abordando o assunto ministrado durante a aula.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
AZEVETO NETO, J.M., FERNANDEZ, M.F., ARAÚJO, R., ITO, A.E. Manual de Hidráulica. Editora Edgard
Blücher Ltda. São Paulo-SP. 1998. 670p.
COMPLEMENTAR
AVILA, G.S. Hidráulica General. Editorial Limusa. México. 1974. 551p.
BERNARDO, S. Manual de Irrigação. 6a edição. UFV, Imprensa Universitária. Viçosa-MG. 1995. 657p.
CARVALHO,
D.F.
Instalações
Horizonte. Ed. FUMARC. 1979. 353p.
Elevatórias:
Bombas.
Belo
DENÍCULI, W. Bombas Hidráulicas. UFV, Imprensa Universitária
(apostila nº 331). Viçosa-MG. 1993. 162p.
DENÍCULI, W. Medidores de Vazão tipo Orifício. UFV, Imprensa
Universitária (apostila nº 229). Viçosa-MG. 1990. 43p.
HUGHES, W.F., BRIGHTON, J.A. Dinâmica dos Fluidos. Editora
McGraw-Hill do Brasil Ltda. São Paulo. 1974. 358p.
LENCASTRE, A. Manual de Hidráulica Geral. 2a edição. Ed
Edgard Blucher Ltda. São Paulo. 1972. 411p.
NEVES, E.T. Curso de Hidráulica. 9a edição. Editora Globo. São
Paulo. 1989. 577p.
SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Livros Técnicos e Científicos
Editora. Rio de Janeiro. 1983. 316p.
VIANNA, M.R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros. 3
edição. Imprimatur. Belo Horizonte. 1997. 581p.
VIEIRA, R.C.C. Atlas de Mecânica dos Fluidos: Fluidodinâmica. Editora Edgard Blücher Ltda. São Paulo
1971. 281p.
Informática Básica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
---
Informática Básica
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
3
Carga Horária
Total
40
EMENTA






Conhecer o básico da história do computador para saber utilizá-lo a favor da profissão.
Identificar o funcionamento e relacionamento entre os componentes de computadores e seu
periféricos.
Usufruir dos recursos de organização de arquivos do sistema operacional.
Utilizar os recursos de formatação de textos.
Utilizar os recursos de criação e formatação de slides.
Utilizar os recursos da Internet para pesquisas – (Realizar pesquisas, coletas e organização d
informações retiradas da Internet).
CONTEUDO PROGRAMATICO




Criação e organização de atalhos, pastas, diretórios, configurações básicas e manutenção básic
do sistema operacional.
Digitação e Formatação de: textos, tabelas, convites, folders, cartões de apresentação, página
em geral.
Criação, configuração, formatação e utilização de efeitos e música de forma organizada dentro
dos padrões do aplicativo de apresentações utilizado.
Utilização da Internet com o objetivo de pesquisa educacional e correta formatação.
METODOLOGIA DE ENSINO
Exposição oral e interativa; debates; atividades individuais e em grupo; palestras; avaliações
práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS




Quadro e pincel;
Retroprojetor;
Data Show;
Computador;
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO



20 pontos para trabalhos individuais ou em grupo
2 avaliações práticas – 25 pontos cada
30 pontos para avaliação final (individual teórica e prática)
BIBLIOGRAFIA
Básica:
VELLOSO, Fernando de Castro. Informática: Conceitos Básicos. 7ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier
Campus, 2004.
CAPRON, H.L. Johnson, J.A. Introdução à Informática. 8ª edição. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hal
2004.
Complementar:
RAMALHO, José Antônio. Introdução a Informática. São Paulo: Berkeley, 1998.
Morfologia e sistemática vegetal
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Morfologia e sistemática vegetal
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
3
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Origem e evolução das estruturas existentes nos vegetais superiores. Tecidos meristemáticos
permanentes. Morfologia externa dos órgãos vegetativos (raiz, caule e folha) e reprodutivos (flor, fruto e
semente). Morfologia interna de raiz, caule e folha.
Grandes grupos vegetais e ciclos reprodutivos. Herborização e herbáreo. Conceito de evolução
filogenia em plantas. Conceito de espécie. Unidades sistemáticas. Nomenclatura botânica
Generalidades sobre Botânica sistemática. Sistemas de Engler e Cronquist (principais famílias
espécies de interesse agronômico). Sistemática e evolução de Gimnospermas e Angiospermas
Dicotiledôneas e Monocotiledôneas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Tecidos meristemáticos
2. Tecidos permanentes
2.1 Epiderme
2.2 Periderme
2.3 Parênquima
2.4 Colênquima
2.5 Esclerênquima
2.6 Xilema
2.7 Floema
3 Morfologia dos órgãos
3.1 Raiz
3.2 Caule
3.3 Folha
3.4 Flor
3.5 Fruto
3.5 Semente
4 Herbário
5 Unidades taxonômicas
6 Nomenclatura botânica
7 Evolução e filogenia das plantas
8 Principais famílias e espécies de interesse agronômico.
8.1 Gimnospermas
8.2 Angiosperma
8.2.1 Monocotiledônea
8.2.2 Dicotiledônea
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Aulas práticas evidenciando a morfologia dos órgãos reprodutivos e vegetativos e as características da
espécie dentro de cada família botânica.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação formal = 7,0
Herbário = 1,0
Relatório de aulas práticas = 2,0
BIBLIOGRAFIA
Básica
ALVES, P.L.C.A. & PAVANI, M.C.M.D. Instrução básica para a coleta e preparo de material a ser
herborizado. Jaboticabal: FUNEP, 1991.
FERRI, M. G. et al. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel 1981.
JOLY, A. B. Botânica: Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo: Nacional. 1977.
SCHULTZ, A.R. Botânica Sistemática. Ed. Globo, 1963, v.2, 472 p. ilust.
BARROSO, G. Frutos e sementes: morfologia aplicada. Viçosa : UFV, 1994.
DAMIÃO FILHO, C. F.; MORO, F. V. Morfologia Externa das Espermatófitas. Jaboticabal: Unesp, 2001
DAMIÃO FILHO, C. F. Morfologia vegetal. Jaboticabal: UNESP, 1993.
Complementar
DENARDIN & VERONA. Morfologia externa da raiz ao caule. Grifos.
DENARDIN & VERONA. Morfologia externa do fruto e da semente. Grifos.
Planimetria
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Planimetria
Carga Horária
Teórica
20
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
3
Carga Horária
Total
60
EMENTA
A topografia no contexto das técnicas geodésicas de medição e métodos de tratamento de dado
gráficos. Métodos planimétricos de levantamentos, locações e cálculos de áreas aplicadas a agronomia.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Topografia
1.1 Introdução
1.2 Objetivo da topografia
1.3 Definição e divisão da topografia
1.4 Plano topográfico
1.5 Limite do plano topográfico
1.6 Sistemas de coordenadas
1.7 Sistemas de medidas
2. Planimetria
2.1 Introdução
2.2 Características
2.3 Elementos planimétricos
2.4 Processo de medição da distância
2.4.1 Medição direta
2.4.1.1 Descrição e uso dos instrumentos
2.4.1.2 Determinação da distância
2.4.2 Medição indireta
2.4.2.1 Descrição e uso dos instrumentos
2.4.2.2 Determinação da distância
2.4.3 Medição eletrônica da distância
2.4.3.1 Descrição e uso dos instrumentos
2.4.3.2 Determinação da distância
2.4.4 Erros cometidos nas medições das distâncias
2.5 Processo de medição de ângulos
2.5.1 Ângulo interno
2.5.2 Ângulo externo
2.5.3 Deflexão
2.5.4 Repetição e reiteração
2.5.5 Erros cometidos nas medições de ângulo
2.6 Métodos de levantamento planimétrico
2.6.1 Triangulação
2.6.2 Ordenadas ou coordenadas retangulares
2.6.3 Alinhamento
2.6.4 Irradiação ou das coordenadas polares
2.6.5 Intersecção
2.6.6 Caminhamento
2.6.7 Combinação dos processos
3. Cálculo das coordenadas
3.1 Erro angular de fechamento
3.2 Erro angular admissível
3.3 Compensação do erro angular
3.4 Cálculo dos azimutes e rumos
3.5 Cálculo das projeções naturais
3.6 Erro linear de fechamento da poligonal
3.7 Erro linear admissível
3.8 Cálculo das projeções naturais compensadas
3.9 Cálculo das coordenadas relativas
3.10 Cálculo das Coordenadas absolutas
4. Cálculo de áreas
4.1 Processo gráfico
4.2 Processo analítico
5. Representação gráfica de um levantamento
5.1 Processos, métodos e instrumentos empregados na reprodução geométrica dos
alinhamentos
5.2 Desenho da planta
6. Declinação magnética
6.1 Métodos para a determinação da declinação magnética
6.2 Variação da declinação magnética
6.3 Cartas isogônicas e isopóricas
6.4 Aviventação de rumos e azimutes em função da variação de declinação magnética
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, utilizando quadro / giz e equipamentos áudio / visuais;
Aulas de Campo empregando teodolitos digitais, estações totais, trenas, etc.
Aulas de exercícios.
RECURSOS DIDÁTICOS
TV; Computador; Apostila; Quadro Negro; Equipamentos e Acessórios Topográficos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
03 Avaliações escritas – 70 pontos
Trabalhos de Campo – 10 pontos
Projeto Final – 20 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
1. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. Ed. Edgard Blucher Ltda., S. Paulo-SP.
1. CARDÃO, Celso. Topografia. Ed. Engenharia e Arquitetura, Belo Horizonte-MG.
1. DOMINGUES, felipe Augusto Aranha. Topografia e Astronomia de Posição para Engenheiros
e Arquitetos. Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda., S. Paulo-SP.
4. ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. Ed. Globo, Rio de Janieor-RJ.
5 – COMASTRI, Jose Aníbal. Topografia. 3° ed. Viçosa: UFV, 1998.
6- ABNT, Associação Brasileira de normas Técnicas: NBR13133 – Execução de
levantamentos topográficos.
Complementar
1. FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Desenho Topográfico. Ed. McGraw-Hill do Brasil
Ltda., S. Paulo-SP.
2. NETO, Antônio Barretto Coutinho. Teodolito e Acessórios. Ed. UFPE, Recife-PE.
3. SEIXAS, José Jorge de. Topografia. Vol. 1., UFPE, Recife-PE.
Altimetria
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Altimetria
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
A topografia no contexto das técnicas geodésicas de medição e métodos de tratamento de dado
gráficos. Métodos altimétricos de levantamentos, nivelamentos, curvas de nível, perfis de terreno
locação altimetria de áreas aplicadas á agronomia.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Altimetria
1.1 Princípios, definições e características
1.2 Processos de nivelamento
2. Nivelamento barométrico
2.1 instrumental
3. Nivelamento trigonométrico e estadimétrico
3.1 instrumental
4. Nivelamento geométrico simples e composto
4.1 instrumental
5. Nivelamento com uso de Sistema de Posicionamento Global
5.1 instrumental
6. Avaliação do erro de nivelamento
6.1 Erros instrumentais
6.2 Erros do operador
6.3 Erros devido às condições climáticas e atmosféricas
6.4 Erros devido ao fechamento da poligonal
6.5 Precisão no nivelamento e tolerâncias
6.6 Resultados do processamento
6.7 Valores preconizados pela Norma
7. Plani-altimetria
7.1 Introdução
7.2 Conceitos e definições
7.3 Características
8. Métodos de levantamento plani-altimétrico
8.1 Formas de coleta de dados
8.2 Levantamento por poligonação
8.3 Levantamento por eixo longitudinal e seções transversais
8.4 Levantamento pela quadriculação do terreno
9. Curvas de nível
9.1 Definição
9.2 Características
9.3 Interpolação das curvas de nível
9.3.1 Processo analítico
9.3.2 Processo gráfico
9.4 Demarcação das curvas de nível
9.4.1 Na planta
9.4.2 No campo
10. Perfil longitudinal
10.1 Características e definições
10.2 Procedimentos para determinação de um perfil
10.3 Representação gráfica
11. Greide
12.1 Características e definições
12.2 Rampa
13. Terraplanagem
13.1 Corte e aterro
13.2 Cálculo dos volumes em corte e em aterro
13.3 Planificação em cota predeterminada.
14- Locação altimétrica de obras
14.1 Locação de um ponto de cota desejada
14.2 Locação de um alinhamento em nível
14.3 locação de um alinhamento em gradiente
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, utilizando quadro / giz e equipamentos áudio / visuais;
Aulas de Campo empregando teodolitos digitais, estações totais, trenas, etc.
Aulas de exercícios.
RECURSOS DIDÁTICOS
TV; Computador; Apostila; Quadro Negro; Equipamentos e Acessórios Topográficos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
03 Avaliações escritas – 70 pontos
Trabalhos de Campo – 10 pontos
Projeto Final – 20 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
1- COMASTRI, J.A. & TULER, J.C. Topografia – Altimetria. Edit UFV;
2 - GARCIA, G. J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia Aplicada as Ciências Agrárias. 1979. p. 181.
3- ABNT, Associação Brasileira de normas Técnicas: NBR13133 – Execução delevantamentos
topográficos.
Complementar
SOUZA, J. O. de. Estradas de rodagem. São Paulo: Nobel. 1981. 234p.
Conservação do solo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Conservação do solo
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Solos. Introdução do manejo e conservação do solo e água. Erosão do solo. Fatores que afetam a
erosão. Efeitos negativos da erosão. Práticas de controle de erosão. Modelos de predição de perdas do
solo. Domínios pedoerosivos brasileiros. Uso da bacia hidrográfica no manejo de conservação do solo
da água.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 Erosão do solo
1.1 Reconhecimento
1.2 Causas
1.3 Medidas
1.4 Conseqüências
2 Uso do solo
3Aptidão Agrícola da Terras
3.1 Classe de aptidão agrícola
3.2 Subclasse de aptidão agrícola
3.2 Representação cartográfica das classes
3.4 Simbologia dos grupos de aptidão agrícola
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Quadro, giz, data show
RECURSOS DIDÁTICOS
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas
Relatório de aulas práticas
Apresentação de trabalhos
BIBLIOGRAFIA
Básica
º
Bertoni, J., Neto, F.L., Conservação do solo. São Paulo, 4 ed., Ícone, Coleção Brasil Agrícola, 1999
355p.
Brady, N.C. Natureza e Propriedades dos solos. 5. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1979.
PRADO, H. do, Manejo dos Solos. São Paulo: Nobel, 1991.
Complementar
Revista Brasileira de Ciência do Solo.
Revista Pesquisa Agropecuária Brasileira
Construções rurais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Construções rurais
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Conhecer procedimentos para elaboração de projetos de instalações rurais, técnicas e materiais d
construção a serem empregados, custos de implantação, influência do conforto ambiental da
instalações zootécnicas na produção animal.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
- Materiais de construção: materiais básicos, compostos, classificação, composição e uso.
- Locação de obras.
- Noções de instalações hidráulicas, elétricas e sanitárias prediais.
- Arquitetura de instalações zootécnicas: suínos, bovinos, aves de corte e postura.
- Conforto ambiental em instalações zootécnicas: controle da Temperatura, umidade relativa, radiação
solar, influência dos materiais de construção no conforto ambiental de instalações zootécnicas.
- Avaliação e elaboração de custo de implantação das instalações.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas teóricas e práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro e giz, retroprojetor e projetor de multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações teóricas e projetos completos de construções rurais.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CARNEIRO, O. Construções Rurais. São Paulo. Editora. Nobel, 4 ª ed. 1984.
PEREIRA, M.F. Construções Rurais. São Paulo, SP:Nobel, 1974. 231p..
MYRRHA, M.A.L. Guia de Construções Rurais à Base de Cimento. São Paulo,SP: abcp, [ ]. V.2. 54p.
Complementar
OBERG, L. Desenho Arquitetônico. Rio de Janeiro – RJ: Edgard Blucler Ltda
NUNES, S.G. & MARTNS, C.S. Curral para bovinos de corte “Módulo 500”. Campo Grande: EMBRAPA
CNPGC, 1998. (EMBRAPA – CNPGC. Circular Técnica, 10).
PEREIRA, M. F. Construções Rurais. São Paulo: Ed. Nobel.).
SENAR/CINTEFOR(CBC). Informação tecnológica: trator e implementos. (Apostila). 1979.
TEIXEIRA, V. H. Construções e Ambiência. Lavras – MG, 1991.
Ecologia Agrícola
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Ecologia Agrícola
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Âmbitos ecológicos, Ecossistemas, Energia nos sistemas ecológicos, Ciclos biogeoquímicos, Fatore
limitantes, Ambientes físicos, Dinâmica de populações, Populações em comunidades, Desenvolvimento
evolução nos ecossistemas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Conceitos gerais e histórico da Ecologia
Relações ecológicas
Dinâmica de populações
Biomas
Sucessão ecológica
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas com recursos didáticos e aulas práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro; Giz e Recursos Audiovisuais
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações objetivas; Trabalhos extra classe e Atividades práticas
BIBLIOGRAFIA
Básica
TOWNSEND, Begon & Harper. Fundamentos em Ecologia – 2. ed. Editora Artmed, São Paulo –SP
2006.
PURVES, W. K. et. al., Vida: A ciência da Biologia Volume II - 6ª ed. Artmed, São Paulo - SP 2002.
ODUM, E. P. Ecologia. Editora Guanabara, Rio de Janeiro - RJ 1988
Complementar
RICKLEFS, ROBERT E. A Economia da Natureza. 5. ed. Editora Guanabara, Rio de Janeiro – RJ 2003..
Economia
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
60
Economia
Semestre:
Carga Horária
Prática
-
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução à Economia, Teoria do Consumidor, Estrutura de Mercado, Demanda e
Oferta, Equilíbrio de Mercado, Teoria da Produção, Custos de Produção
Macroeconomia: Políticas Econômicas, Mercados Macroeconôm icos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Introdução à economia: fluxo circular básico; possibilidades de produção; conceitos básicos.
1. Teoria do consumidor: valor de uso, trabalho e troca; utilidade total e marginal; curva de
2.
3.
4.
5.
indiferença, restrição orçamentária, maximização do consumo, análise de demanda.
Demanda, oferta e equilíbrio de mercado: demanda; oferta; equilíbrio de mercado com fatore
exógenos e endógenos.
Teoria da produção: isoquanta, isocusto e minimização do custo; função de produção
produtividade, Lei dos Rendimentos Decrescentes, isolucro e maximização do lucro.
Custos de produção: conceitos básicos de receita, custo e lucro; conceitos marginais; equilíbrio
geral neoclássico da produção.
Macroeconomia: metas macroeconômicas; políticas econômicas: política monetária, política fisca
política cambial, política de rendas; mercados macroeconômicos: mercado de bens e serviços
mercado de trabalho, mercado monetário, mercado de títulos, mercado de divisas.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, trabalhos extra-classe, seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS
Projetor de slides, retroprojetor, apostila didática, quadro e giz.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas, trabalhos extra-classe, exercícios avaliativos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
REIS, Ricardo Pereira. Introdução à teoria econômica. Lavras, MG: Ufla, 1998. 108 p., il.
GREMAUD, Amaury Patrick et al. Manual de Economia. 5. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2004. 606 p.
VASCONCELLOS, Marco A. Sandoval de. Economia: macro e micro: teoria e exercícios, glossário com
os 260 principais conceitos econômicos. Marco A. Sandoval de Vasconcellos. 3.. São Paulo, SP: Atlas,
2002. 439 p.; il.
Complementar
SINGER, Paul. Aprender economia. 6. ed. São Paulo, SP: Brasiliense, 1986. 183 p.
Fisiologia Vegetal
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de ____________
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Fisiologia Vegetal
Carga Horária
Teórica
40
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
4º
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Fotossíntese; Respiração; Relações Hídricas; Nutrição Mineral; Transporte fotoassimilados; Biociclo
vegetal – Hormônios e reguladores de crescimento, germinação de sementes, juvenilidade, maturidad
fisiológica e senescência; metabolismo secundário e resposta das plantas a condições adversas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Fotossíntese
1.1.Pigmentos
1.2. Etapa fotoquímica
1.3. Etapa de fixação do CO2
1.4. Fatores que afetam a fotossíntese
2. Respiração
2.1.Rotas metabólicas
3. Nutrição Mineral
3.1.Aquisição, funções e sintomas de deficiências minerais
4. Relações Hidricas
4.1.Potencial hídrico e seus componentes
4.2.Medidas do potencial Hidrico
4.3.Absorção transporte e perda de água
5. Transporte de solutos orgânicos
5.1.Transporte no floema
6.Biociclo Vegetal – Crescimento e desenvolvimento da planta
6.1.Hormônios e Reguladores de crescimento
6.2. Germinação de sementes
6.3. Juvenilidade
6.4. Maturidade fisiológica
6.5. Senescência e abscisão
7. Resposta das plantas a condições adversas
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas interativas, exposições orais, aulas teórico-práticas e práticas, aulas em laboratórios e em campo.
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro de giz, retroprojetor, projetor de multimídia, laboratório e campo.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, elaboração de projeto d
pesquisa (dividido em diferentes etapas).
BIBLIOGRAFIA
Básica
CASTRO, P. R. C. ; KLUGE, R. A.; PERES, L. E. P. Manual de Fisiologia Vegetal . São Paulo: Ed
Agronômica Ceres LTDA, 2005. 650 p.
TAIZ, L. ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2004, 719 p.
Complementar
AWAD, M. & CASTRO, P. C. R. Introdução a Fisiologia Vegetal. São Paulo: Livraria Nobel S. A. , 1983.
176 p.
FERRI, M. G. Fisiologia Vegetal. São Paulo: EPU/EDUSP. 1980 volumes 1 e 2
KERBAUY, G. B. Fisiologia Vegetal Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 452 p
MALAVOLTA., E. Elementos da Nutrição Mineral de plantas. São Paulo:Livroceres, 1998.
RAVEN, P. H. et al.; Biologia Vegetal Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2000.
REVISTA BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL
Máquinas e Mecanização Agrícola
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Máquinas e Mecanização Agrícola
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
4º
Carga Horária
Total
80
EMENTA
A disciplina visa transmitir aos alunos, conhecimentos sobre a Importância da Mecanização Agrícola
Trabalho e Energia. Torque e potência. Motores de Combustão Interna: Definições. Princípios d
Funcionamento. Ciclo Otto e Ciclo Diesel, 2 tempos e 4 tempos O Trator: Definições, Classificação
Aplicação. Máquinas agrícolas e implementos usados no preparo do solo. Máquinas agrícolas usadas em
semeadura convencional e direta. Máquinas agrícolas usadas em aplicação de defensivos agrícolas
Máquinas agrícolas usadas na colheita de grãos. Análise operacional e desempenho operacional da
máquinas agrícolas. Seleção de máquinas agrícolas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. INTRODUÇÃO
1.1.Apresentação do professor e aluno
1.2.Apresentação do plano de curso
1.3.Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação
1.4.A disciplina de formação profissional e da pessoa
2. TRABALHO, ENERGIA E FONTES ALTERNATIVAS.
2.1. Energia, trabalho, Torque e Potência.
2.2. Fontes de Potência na Agricultura
2.3. Os motores de combustão como fonte de potência
3. CONSTITUIÇÃO BÁSICA DOS MOTORES DE COMBUSTÃO
3.1.Definições Fundamentais
3.2.Princípios de Funcionamento. Motores do Ciclo Otto e Ciclo Diesel. Ciclos de 2
tempos e 4 tempos.
4. MÁQUINAS E IMPLEMENTOS PARA O PREPARO PERIÓDICO DO SOLO
4.1. Arados
4.2. Grades
4.3. Enxadas Rotativas
4.4. Escarificadores
4.5. Regulagens e manutenção
5.SEMEADORAS ADUBADORAS PARA SEMEADURA CONVENCINAL E DIRETA
5.1. Classificação e constituição básica
5.2. Princípios de funcionamento
5.3. Mecanismos dosadores e sulcadores
5.4. Regulagens e manutenção
6.TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS – DEFENSIVOS AGÍCOLAS
6.1. Classificação dos equipamentos de aplicação por via líquida
6.2. Constituição básica e princípio de funcionamento
6.3. Bicos de pulverização
6.4. Calibração de pulverizadores
6.5. Cuidados e manutenção
7. MÁQUINAS PARA COLHEITA
7.1. Colhedoras de: milho
7.2. Colhedoras de cereais
7.3. Regulagens e manutenção
7.4. Determinação de perdas
8.GERENCIAMENTO DE OPERAÇÕES AGRÍCOLAS MECANIZADAS
8.1. Desempenho operacional da maquinaria agrícola
8.2. Seleção de máquinas e implementos agrícolas
8.3. Determinação do número de conjuntos motomecanizados
8.4. Exigência de força e de potência nas operações mecanizadas
8.5. Custo operacional de máquinas agrícolas
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, teórica e prática
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, retroprojetor, projetor multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação escrita
BIBLIOGRAFIA
Básica
BALASTREIRE, L.A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987.
MIALHE, L.G. Máquinas agrícolas: ensaios e certificação. São Paulo: Fundação de Estudos Agrários Luiz
de Queiroz, 1996.
MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. v. I e II. São Paulo: Edusp, 1980.
ORTIZ-CANAVATE, J.; HERNANZ, J.L. Tecnica de la mecanizacion agraria. Madrid: Mundi-prensa, 1989.
SAAD, O. Seleção do equipamento agrícola. São Paulo: Nobel, 1976.
Complementar
SRIVASTAVA, A.K.; GOERING, C.E.; ROHRBACH, R.P. Engineering principles of agricultural machines.
St. Joseph : ASAE, 1993.
MIALHE, L.G. Manual de Mecanização Agrícola. Agronômica Ceres Ltda. São Paulo,
1974. 297p.
ORTIZ-CAÑAVATE, J. Las Máquinas Agrícolas y su Aplicación. Mundi-Prensa,
Madrid, 1995. 465p.
Metodologia de Pesquisa
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Metodologia de Pesquisa
Semestre:
Carga Horária
Prática
0
4°
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Bases do conhecimento: introdução à Metodologia científica; um pouco sobre conhecimento; pesquisa
científica; trabalhos científicos. Elaboração de um Projeto de Pesquisa: introdução; definição do problema
de pesquisa, escolha do tema ; determinação dos objetivos; levantamento bibliográfico; Estrutura do
Projeto de Pesquisa; apresentação de trabalhos científicos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Pesquisa Científica: Conceitos e definições.
Tipos de pesquisa.
Projetos de pesquisa.
Projetos de pesquisa.
Elaboração de projetos de pesquisa.
Fases da pesquisa científica.
Estrutura dos Projetos de pesquisa.
Relatório de pesquisa.
Estrutura dos Relatórios de Pesquisa.
Apresentação dos Projetos de Pesquisa.
METODOLOGIA DE ENSINO


Aulas teóricas e práticas expositivas;
Trabalho prático (Elaboração de um projeto de pesquisa)
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro de giz, retroprojetor e data-show;
 Artigos científicos
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
 Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, elaboração de projeto
de pesquisa (dividido em diferentes etapas).
BIBLIOGRAFIA
Básica
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE, ABNT. Referência Bibliográfica. NRB 6023. Rio de Janeiro: ABNT,
2002.
BARROS, A. P. de e LEHFELD, N. A de S. Fundamentos de metodologia. Um guia para a iniciação
científica. São Paulo, McGrraw-Hill do Brasil, 1986.
CERVO, A. L. e BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo, McGrraw-Hill, 1977.
GOLDEMBERG, S; GUIMARÃES, C A; CASTRO, A A. Elaboração e apresentação de comunicação
científica. São Paulo: Metodologia org, 2003.
LAKATOS, E M; MARCONI, M A. Metodologia Científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. São Paulo: Cortez, 2004.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3º ed. São Paulo: Atlas, 1996.
159p.
Complementar
BAPTISTA, Myrian Veras. Planejamento, introdução à metodologia do planejamento
social. . 4ª ed . São Paulo: Morais, 1991. 103p.
MARCANTONIO, A.T., SANTOS, M. M., LEHFELD, N. A. Elaboração e divulgação
do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1993. 92p.
OLIVEIRA, Silvio Luiz. Tratado de metodologia científica: Projetos de pesquisas, TGI,
TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997. 320p,
REY, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgar Blucher, 1993.
RUIZ, J A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
Zootecnia Geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Zootecnia Geral
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
4º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução a Zootecnia: Histórico e desenvolvimento da zootecnia. Importância social e econômica d
Zootecnia.
Melhoramento genético animal: noções básicas de melhoramento genético: seleção,cruzamento
avaliação genética.
Forragicultura:Características agronômicas das principais espécies forrageiras tropicais. Manejo
utilização de pastagens. Conservação de forragens.
Bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os animais. Adaptaçõe
anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente. Manejo, instalações e alimentação dos animais no
climas brasileiros. Conceitos básicos de etologia e bem estar animal.
Noções básicas de nutrição animal: anatomia e fisiologia digestiva dos animais (monogástricos
ruminantes); classificação e composição dos alimentos, estudo dos alimentos volumosos, concentrados
energéticos e protéicos. Fontes suplementares de vitaminas e minerais. Métodos para formulações d
rações balanceadas, segundo as exigências nutricionais de cada espécie.
Produção animal: avicultura de postura/corte, suinocultura, bovinocultura de leite e corte
caprinocultura/ovinocultura, bubalinocultura, apicultura, piscicultura, cunicultura, etc.
CONTEUDO PROGRAMATICO
I- Introdução a zootecnia:
História e desenvolvimento da zootecnia.
Importância social e econômica da Zootecnia.
II - Melhoramento animal:
Noções básicas de melhoramento genético: seleção,cruzamento e avaliação genética.
III - Forragicultura:
Características agronômicas das principais espécies forrageiras tropicais.
Formação de pastagens.
Manejo e utilização de pastagens.
Conservação de forragem.
IV - Bioclimatologia e bem estar animal
Fatores climáticos que atuam sobre os animais.
Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente.
Manejo, instalações e alimentação de animais nos climas brasileiros.
Conceitos básicos de etologia e bem estar animal.
V - Nutrição animal: Noções básicas de anatomia e fisiologia digestiva dos animais (monogástricos e
ruminantes); classificação e composição dos alimentos, estudo dos alimentos volumosos, concentrados,
energéticos e protéicos.
Fontes suplementares de vitaminas e minerais.
Aditivos nutricionais.
Métodos para formulações de rações balanceadas, segundo as exigências nutricionais de cada espécie.
VI - Produção animal: avicultura de postura e corte, suinocultura, bovinocultura de leite e corte,
caprinocultura/ovinocultura, bubalinocultura, apicultura, piscicultura, cunicultura, etc.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas
RECURSOS DIDÁTICOS
Biblioteca, quadro negro, giz, retroprojetor, videos e data show. Visitas aos setores produtivos do instituto
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Aspectos a serem avaliados: Assiduidade e pontualidade; iniciativa e interesse; conhecimento do
conteúdos abordados; participação nas aulas. A avaliação acontecerá sob a forma de instrumentos que
verificarão o desenvolvimento de competências através das atividades práticas, elaboração de relatórios
trabalhos de pesquisa individual e em grupos, discussões em seminários, prova prática e escrita.
Prova 1 - 20 protos
Prova 2 - 20 pontos
Prova 3 - 20 pontos
Seminários, Trabalhos e Grupos de discussão – 40 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANDRIGUETTO, PERLY, MINARDI e outros. Nutrição animal. São Paulo: Nobel, 1991. 2v.
ATHIÊ, Flávia. Gado leiteiro : uma proposta adequada de manejo. São Paulo: Nobel, 1993.
BATTISTON, Walter Cazellato. Gado leiteiro: manejo, alimentação e tratamento. Campinas-SP: Institut
Campineiro de Ensino Agrícola, 1980. 404 p.
BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1997. 273p.
CAMPOS, Egladson João (Ed.). Produção e qualidade de pintos de um dia. Belo Horizonte: [s.n], 1981
362 p
CAVALCANTE, S.S. Produção de suínos. Campinas, SP: Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, 1984
453p.
COLE, H. H. Produccion animal. 2ed. Zaragoza-Espanha: Acribia, 1973. 898 p.
GODINHO, J.F. Suinocultura: tecnologia moderada, formação e manejo de pastagens. São Paulo: Nobel
1991.
CORRÊA, Afonso Nogueira Simões. Gado de corte: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília:
Embrapa, 1996. 208 p.
MEDEIRO, Luiz Pinto et al. Caprinos: princípios básicos para sua exploração. Brasília: Embrapa, 1994
177 p
MILLEN, Eduardo. Zootecnia e veterinária: teoria e práticas gerais. Campinas: Instituto Campineiro d
Ensino Agrícola, 1980. v.1. 409 p.
MORENG, Robert E; Avens, John S.. Ciência e produção de aves. São Paulo, SP: Roca, 1990. 380 p.
PEIXOTO, Aristeu Mendes (Ed.). 6º Simpósio sobre produção animal. Piracicaba-SP: Fealq, 1989. 165 p
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Fundamentos de bioclimatologia aplicados à produção animal. Bel
Horizonte, MG: FEPMVZ, 2005. 195 p
PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético Aplicado à produção animal. 4º Ed. B. Horizonte,MG
FEPMVZ, 2004. 607p.
REGINA, Régis. Manual do produtor de ovos. São Paulo: Fundação Cargill, 43 p.
ROSTAGNO, Horácio Santiago, et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e
exigências nutricionais. 2 ed. Viçosa, MG: UFV, 2005. 186p.
Complementar
SILVA, Iran José Oliveira. Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos. Piracicaba, SP: Fealq
1999. 247p.
Simpósio sobre manejo das pastagem, 6. Piracicaba-SP: Esalq, 1980. 263 p.
SOBESTIANSKY, Jurij et a. Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: DF
Embrapa, 1998. 388p.
TEIXEIRA, Antonio Soares. Alimentos e alimentação dos animais. 4 ed. Lavras, MG: Ufla/Faepe, 1997.
402 p
ZAVA, Marco Arcángelo Rafael Antonio. Produção de búfalos. Campinas-SP: Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola, 1987. 273 p.
WIESE, Helmuth. Apicultura. 2 ed. Brasília: Embrater, 1986. 71 p.
Curso de cunicultura; curso de apicultura. 4 ed. Campinas-SP: Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, 1975
371 p.
3º curso de pecuária leiteira. 2 ed. Coronel Pacheco: ANPL/Embrapa/Emater, 1984. 163 p.
Revistas e periódicos de Zootecnia
www.agricultura.gov.br
www.embrapa.gov.br
www.cna.org.br
Administração
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Administração
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
-
5º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Caracterização das unidades de produção agrícola. Teorias de Administração aplicadas. O processo
Administrativo. As funções empresariais. Comercialização agrícola. Processo de tomada de decisões
Estratégias de uso de uma propriedade agrícola dentro de um enfoque sistêmico e integrado da
produção. Formas de associativismo.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade l – Características das unidades de produção agrícola
- Introdução à Administração Rural;
- Características peculiares do setor agrícola;
- Variáveis que afetam o setor agrícola;
Unidade ll – Teorias da Adminstração aplicadas à empresa rural
- Abordagem Clássica da Administração;
- Abordagem Humanística da Administração;
- Abordagem Sistêmica da Administração.
Unidade lll – O processo Administrativo
- Planejamento;
- Organização;
- Direção;
- Controle
Unidade IV – As funções empresariais na empresa agrícola
_ A função produção;
- A função marketing;
- A função recursos humanos;
- A função vendas.
- A função finanças.
Unidade V - Comercialização Agrícola
- Estratégias de comercialização;
- Margens de comercialização;
- Crédito agrícola
Unidade VI - O processo de tomada de decisões
- Níveis de decisões;
- A informação para tomada de decisão;
- Feed back no processo de tomada de decisões.
Unidade VII
- Uso racional da propriedade agrícola;
- Estratégias de diversificação;
- Integração entre as unidades de produção.
Unidade VIII
- Assistência e extensão rural;
- Associativismo;
- Cooperativismo.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas; debate; trabalhos em grupo; estudos de casos; visitas técnicas
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro; data show; retro - projetor; textos
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
3 provas no valor de 25 pontos;
1 trabalho de 20 pontos;
Participação 05 pontos;
Total 100 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
ARAÚJO. M. J. Fundamentos de Agronegócios. São Paulo: Atlas, 2002.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro:Campus, vol. I e II, 2005.
DRUCKER, Peter Ferdinand. A Administração na próxima sociedade. São Paulo: Nobel, 2003.
HOFFMANN, Rodolfo; ENGLER, Joaquim de Camargo; SERRANO, Ondalva; THAMER, Antonio C. de
Menezes; NEVES, Evaristo Marzabal. Administração de Empresa Agrícola. São Paulo: Pioneira, 1984.
IRRIBARREM, Cilotér Clovis. Gestão da propriedade rural. Disponível em: . Acesso em 26 set 2009.
NANTES, José Flávio Diniz; SCARPELLI, Moacir. Gestão da Produção Rural no Agronegócio. In
BATALHA, Mario Otávio (Coord.). Gestão Agroindustrial: GEPAI: Grupo de Estudos e Pesquisas
Agroindustriais. Vol. 1. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001. p. 556 – 584 [7].
Complementar
Revista: AGROANALYSIS – São Paulo, EESP/FGV, 2010.
Bioclimatologia Agrícola
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Bioclimatologia Agrícola
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
5°
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Meteorologia e Climatologia Agrícola. Atmosfera Terrestre. Termodinâmica e estática do ar atmosférico
Psircometria. Instrumentação meteorológica. Relações astronômicas. Radiação solar e terrestre
Evapotranspiração. Secas e Veranicos.. Temperatura do ar e do solo. Umidade do ar. Evaporação e
evapotranspiração. Precipitação atmosférica. Balanço hídrico. Mudanças Climáticas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Introdução à Meteorologia e Climatologia Agrícola.
A atmosfera terrestre.
A atmosfera terrestre; Termodinâmica e estática do ar atmosférico.
Termodinâmica e estática do ar atmosférico; Dinâmica do ar atmosférico.
Dinâmica do ar atmosférico; Psicrometria.
Psicrometria; Aparelhos de medição de umidade do ar; Psicrômetro.
Instrumentação meteorológica (psicrometria) Exercícios (psicrometria): cálculos pscrométricos, tabel
psicrométrica e gráfico psicrométrico.
Relações astronômicas Terra-Sol; Cosmologia; Coordenadas Celestes.
Radiação Solar no sistema terra-atmosfera.
Radiação Solar no sistema terra-atmosfera; Leis da Radiação (Planck, Wien e Stefan-Boltzman
Radiação Solar Direta; Radiação Solar difusa.
Distribuição da Radiação na superfície da Terra; Radiação Solar Direta; Radiação Solar difusa; Balanço
de Radiação; Seminários: influencia do clima na produção da cana-de-açúcar; zoneamento agroclimático
Evapotranspiração.
Índice de seca de Palmer.
Ambiência em Construções Rurais.
Secas e veranicos.
Mudanças Climáticas.
METODOLOGIA DE ENSINO



Aulas teóricas expositivas em sala de aula;
Apresentação de seminários pelos alunos;
Leitura de materiais complementares.
RECURSOS DIDÁTICOS
 Quadro negro, retroprojetor, data-show e materiais complementares (resumos, livros)

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas), trabalhos em grupo e
apresentação de seminários.
BIBLIOGRAFIA
Básica
MOTA, F. S. Meteorologia Agrícola. Nobel. São Paulo: 1983.brasileiras”. Ed Nobel. 1ªEd.
VIANELLO, R. L. e ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. Imprensa Universitária da UFV
Viçosa: 1991
Complementar
AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. Difel. São Paulo: 1986.
TUBELIS, A. e NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicaçõe
brasileiras. Nobel. São Paulo:1987
Controle de Plantas Daninhas
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Controle de Plantas Daninhas
Carga Horária
Prática
-
Semestre:
5°
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Biologia de plantas daninhas. Interferência de plantas daninhas com culturas; Alelopatia; Sobrevivência
multiplicação e disseminação de plantas daninhas; Manejo integrado de plantas daninhas (controle
manual, mecânico, físico e biológico); Estudo dos herbicidas; Dinâmica dos herbicidas no solo; dinâmic
dos herbicidas na planta; Destino dos herbicidas no ambiente. (Res. 104/2003-CEP). Controle químico
conceitos relacionados aos herbicidas (nomenclatura, épocas de aplicação, caracterização química)
aspectos relacionados a fisiologia dos herbicidas nas plantas daninhas e cultivadas: mecanismos d
ação. Modo de ação dos herbicidas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
11234-
56-
789-
Introdução
Visão da importância do estudo sobre plantas daninhas
O impacto das plantas daninhas no ambiente e na cultura
Histórico do estudo de plantas daninhas
Interferência de plantas daninhas
a. Competição
b. Alelopatia
c. Fatores envolvidos na interferência
Biologia de plantas daninhas
a. Principais famílias
b. Identificação de plantas daninhas
Métodos de controle de plantas daninhas
a. Erradicação
b. Prevenção
c. Mecânico
d. Físico
e. Biológico
f. Cultural
g. Químico
Tecnologia de aplicação de Herbicidas
Comportamento Ambiental de Herbicidas
Classificação de Herbicidas
10- Absorção e Translocação de Herbicidas
11- Mecanismos de Ação de Herbicidas
12- Resistências de plantas daninhas aos Herbicidas
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas para proporcionar ao aluno os fundamentos de plantas daninhas, manejo e modo d
ação de herbicidas.
Aulas praticas em campo para capacitar o aluno na identificação de espécies de plantas daninhas.
Seminário para capacitar o aluno no manejo de plantas daninhas em culturas anuais e perenes.
Trabalho em grupo para construção de herbário de plantas daninhas
RECURSOS DIDÁTICOS
- Utilização de quadro negro e de data show. Uso de aula prática no campo com apresentação d
equipamentos de aplicação de herbicidas, aula prática em laboratório com uso de lupa par
reconhecimento de plantas daninhas.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas dissertativa abordando o assunto lecionado em aulas teóricas.
Prova prática com assuntos relacionados aula teórica.
Trabalhos práticos e coleção de 20 plantas daninhas.
Avaliação de participação dos alunos na sala de aula
BIBLIOGRAFIA
Básica
DEUBER, R. Ciência das plantas daninhas: Fundamentos. Jaboticabal: FUNEP, 2002. 932p.
KISSMAN, K.G. Plantas nocivas e infestantes. São Paulo, BASF. Volumes: 1, 2 e 3. 2000.
LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas. 6.ed. Nova Odessa: Instituto
Plantarum, 2006. 179 p.
RODRIGUES, R. N.; ALMEIDA, F.S. Guia de herbicidas. 5. ed. Londrina: Ed. Dos autores, 2005.
Complementar
Vidal, R.A. Herbicidas: mecanismos de ação e resistência de plantas. Ribás A.Vidal. Porto Alegre, 165p
1997.
Correção e Adubação do solo e da Planta
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Correção e Adubação do solo e da Semestre:
Planta
Carga Horária
Prática
20
5º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Identificação de fatores limitantes à produção agrícola relacionados a característica
químicas do solo, como acidez, elementos nocivos, deficiência e toxidez de nutrientes
correção e adubação via solo e foliar, considerando o solo, a planta e os recurso
naturais.
CONTEUDO PROGRAMATICO







Análise química do solo e da planta, amostragem e interpretação dos resultado
de análise de solo e foliar;
Características dos corretivos, reações dos corretivos no solo, cálculo da
necessidade e quantidade de calagem e gessagem;
Recomendação dos corretivos para as principais culturas anuais e perenes
considerando as reações que ocorrem no solo (acidez do solo), troca de cátion e
relação entre nutrientes;
Reações dos corretivos no solo: correção da acidez ativa e potencial.
Principais fertilizantes minerais e orgânicos: origem, características físicas
químicas e físico-químicas (macronutrientes e micronutrientes);
Formulação de fertilizantes mistos: com ou sem carga;
Recomendações de adubação para culturas anuais e perenes (via solo e foliar).
METODOLOGIA DE ENSINO


Aulas teóricas e práticas expositivas;
Trabalho prático (coleção de adubos simples e formulados);
RECURSOS DIDÁTICOS

Exposição do conteúdo no quadro negro;


Projeção de transparências;
Visita técnica.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO


Avaliações escritas (90%)
Trabalho em grupo (coleção de adubos) (10%)
BIBLIOGRAFIA
Básica


COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, Lavras.
Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação.
Viçosa: CFSEMG, 1999. 359 p.
Antônio Eduardo Furtini Neto, Fabiano Ribeiro do Valle, Álvaro Vilela de Resende, Liuz Roberto
Guimarães Guilherme, Geraldo Aparecido de Aquino Guedes. Fertilidade do solo. 2001, 252p.
UFLA/FAEPE. (Texto Acadêmico)
Complementar
 RAIJ, Bernardo Van. Fertilidade do solo e adubação. Piracicaba-SP: Agronômica Ceres, 1991.
343 p.
Genética na agropecuária
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Genética na agropecuária
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
5
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Introdução à Genética. Bases químicas da herança. Gene e cromossomos. Herança citoplasmática
Mutações e reparo biológico. Divisões celulares. Alterações cromossômicas. Padrões de Herança
Probabilidade e Grau de concordância. Ligação gênica, crossing-over. Determinação do sexo e herança
relacionada ao sexo. Genética de populações. Genética quantitativa. Genética molecular
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Introdução à Genética
1.1. Conceito
1.2. Histórico
1.3. Importância
1.4. Áreas
2. Bases químicas da herança
2.1. DNA – Estrutura e replicação
2.2. RNA – Transcrição e processamento
2.3. Proteínas e sua síntese
2.4. Regulação da transcrição gênica
3. Genes e cromossomos
3.1. Estrutura
3.2. Características
4. Herança citoplasmática
4.1. Cromossomos organelares
5. Mutações e reparo biológico
5.1. Tipos de mutações
5.2. Conseqüências das mutações
5.3. Vias de reparo
6. Divisões celulares
6.1. Mitose
6.2. Meiose
7. Alterações cromossômicas
7.1. Numéricas
7.2. Estruturais
8. Padrões de Herança
8.1.Princípios Mendelianos (Herança Monohíbrida e Dihíbrida)
8.2. Interação gênica (Dominância completa e incompleta, Co-dominância, Complementação, Epistasia
Supressores)
8.3. Alelismo múltiplo
9. Probabilidade e Grau de concordância
9.1. Leis de probabilidade
9.2. Expressão binomial
9.3. Aplicação genética do binomio
9.4. Teste do qui-quadrado a sua aplicação
10. Ligação gênica, crossing-over
10.1. Conceito
10.2. Importância
11. Determinação do sexo e herança relacionada ao sexo
11.1. Cromossomos sexuais
11.2. Diferenciação sexual
11.3. Herança ligada ao sexo
11.4. Herança limitada ao sexo
12. Genética de populações
12.1. Freqüência genotípica
12.2. Freqüência alélica
12.3. Equilíbrio Hardy-Weinberg
12.4. Fatores que afetam a gênica
13. Genética quantitativa
13.1. Características qualitativas e quantitativas
13.2. Conceitos de estatística (média, variância, covariância, correlações, regressão)
13.3. Divisão das variâncias
13.4. Herdabilidade
14. Genética molecular
14.1. Organismos Transgênicos
14.2. Genômica
14.3. Marcadores moleculares
METODOLOGIA DE ENSINO
Textos, Apostilas, Exercícios e Seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro, Projetor multimídia (slides),
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações escritas, listas de exercícios, seminários e trabalhos em grupo.
BIBLIOGRAFIA
Básica
RAMALHO, M. et al. Genética na Agropecuária. 4ª ed., Editora Globo/UFLA, Lavras. 1990.
VIANA, José Marcelo Soriano. et al. Genética - Vol. 1 – Fundamentos. 2ª ed., Editora UFV, Viçosa. 2003
Complementar
GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à Genética. 8ª ed., Guanabara Koogan. 2006.
BURNS, G.W. e BOTTINO, P. J. Genética . 6ª ed., Guanabara Koogan. 1991.
NICHOLAS, F.W. Introdução à Genética Veterinária. Editora Artes Médicas Sul. 1999
OTTO, P. G. Genética Básica para Veterinária. 4ª ed., Roca. 2006
Gestão Ambiental
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Gestão Ambiental
Semestre:
Carga Horária
Prática
-
5
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Conceitos sociais elementares, O poder de Policia, A tutela estatal ambiental, A gestão Ambienta
conceitos e aplicações cotidianas. Relações externas e Internas. Monitoria Ambiental. Auditoria
ambiental. ISO 14000, controladoria de documentos. Aplicação pratica.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 – ELEMENTOS SOCIAIS ELEMENTARES
- Ditados populares
- Moral
- Ética
- Direito
2 – O PODER DE POLICIA
- A atuação estatal
- a liberdade e a propriedade na legislação nacional
- O Estado como fiscal
3 – A TUTELA ESTATAL AMBIENTAL
- Tutela civil
- Tutela penal
- Tutela Administrativa
4 – DA GESTÃO AMBIENTAL:
- Conceitos cotidianos
- Relações externas e internas
- capacitação empresarial
- módulos de gestão
- desenvolvimento sustentável
- auditoria ambiental
- monitoria ambiental
- controladoria ambiental
- documentação
- ISO 14000
- aplicação pratica de gestão ambiental
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas objetivando a analise e o debate crítico;




Atividades individuais e em grupo, em classe e extraclasse;
Debates e discussões sobre o conteúdo e textos apresentados;
Elaboração e apresentação de trabalhos de pesquisa e
Estudos dirigidos.
RECURSOS DIDÁTICOS






Quadro e pincel;
Retroprojetor;
Data Show;
Jornais, livros e Revistas;
Visitas técnicas na Biblioteca.
Visita ao campo e em empresas
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- apresentação de trabalhos individuais e em grupo
- participação em debates em sala de aula e em atividades extra classe
- avaliações escritas
- assiduidade e freqüência
BIBLIOGRAFIA
Básica
ANTUNES, Paulo Bessa. Curso de Direito Ambiental. 5ª ed. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2001.
BARREIRA, Péricles Antunes, Trabalho de Mestrado pela UFGO (2005)
CARNEIRO, Ricardo. Direito Ambiental: Uma Abordagem Econômica. Rio de Janeiro: Forense, 2001.
Congresso Internacional de Direito ambiental. São Paulo: 2001. “O Futuro do Controle da Poluição e da
Implementação Ambiental.” Organização:Antônio Hermann Benjamin e José Carlos Meloni Sicolli.
FIORILLO, Celso Antônio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Saraiva, 2000.
FREITAS, Vladimir Passos de. A Constituição Federal e a Efetividade das Normas Ambientais. Sã
Paulo: Revista dos Tribunais, 2000.
_______, Vladimir Passos e FREITAS, Gilberto Passos. Crimes contra o Meio Ambiente. SP: Revist
Dos Tribunais, 2001.
GUERRA, Isabella Franco. Ação Civil Pública e Meio ambiente. Rio de Janeiro: Forense, 2000.
LEITE, José Rubens Morato. Dano Ambiental: do individual ao coletivo extrapatrimonial. Revista do
Tribunais, 2000.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 7ª ed. São Paulo: Malheiros, 1998.
MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Ação Civil Pública em Defesa do Meio Ambiente, do Patrimônio
Cultural E dos Consumidores. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2001.
MILARÉ, Edis. Direito do Ambiente. São Paulo: Revista Dos Tribunais, 2000.
MORAES, Luís Carlos da Silva. Curso de Direito Ambiental. São Paulo: Atlas, 2001.
______, Luís Carlos Silva de. Código Florestal Comentado. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2001.
MUKAI, Toshio. Directo Urbano-Ambiental brasileiro. São Paulo: Dialética, 2002.
PRADO, Alexandra Rapáis Mascareñas. Proteção Penal do Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2000.
PRADO, Luiz Regis. Crimes Contra o Meio Ambiente. 2ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2.000.
REBELLO FILHO, Wanderley e BERNARDO, Christine. Guia Prático de Direito Ambiental. 2ª ed. Ri
de Janeiro, 1999.
SILVA SOARES, Guido Fernando. Direito Internacional do Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2001.
SILVA, Vicente Gomes da. Legislação Ambiental Comentada. Belo Horizonte: Forum, 2002.
SIRVINSKAS, Luís Paulo. Manual de Direito Ambiental. São Paulo: Saraiva, 2002.
SIRVINSKAS, Luís Paulo. Tutela Penal do Meio Ambiente. São Paulo: Saraiva, 2002.
SOUZA, Marcelo Pereira de, Instrumentos de Gestão Ambiental, Fundamentos e pratica. São Paulo:
Riani Costa, 2000
Complementar
ALMEIDA, Josimar Ribeiro; MELLO, Claudia S. e CAVALC ANTI, Yara. Gestão Ambiental. Rio d
Janeiro: Thex, 2000.
FINK, Daniel Roberto et alii. Aspectos Jurídicos do Licenciamento Ambiental. Rio de Janeiro
Forense, 2002.
GRAYSON, David e HODGES, Adman. Compromisso Social e Gestão Empresaria. São Paulo
Publifolha, 2002.
MORAES, Luís Carlos. Código Florestal Comentado. São Paulo; Atlas, 2002.
MOURA, Luís Antônio Abdala. Qualidade & Gestão Ambiental. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2002.
RIBAS, Luiz César. A Problemática Ambiental. São Paulo: Direito, 1999.
SAMPAIO, Francisco José Marques. Responsabilidade Civil e Reparação de Danos ao meio
Ambiente. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 1998.
VARELLA, Marcelo Dias e BORGES, Roxana Cardoso B. ( Org. ). O Novo em Direito Ambiental. BH
Del Rey, 1998.
VITERBO JÚNIOR, Ênio. Sistema integrado de gestão ambiental. São Paulo: Aquariana, 1998.
WAINER, Anna Helen. Legislação Ambiental Brasileira. 2ª ed. Rio de Janeiro: Forense, 1999
Irrigação e Drenagem I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Irrigação e Drenagem I
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
5º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Importância da irrigação para a agricultura. Principais características da agricultura irrigada. Situaçã
atual e perspectivas. A importância da água na produção vegetal. A constituição do solo. Armazenament
de água no perfil do solo. Disponibilidade da água no solo. Métodos e sistemas de irrigação. Irrigação po
aspersão. Irrigação localizada. Manejo do Pivô Central.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1ª parte: Relação água-solo-planta-atmosfera;
2ª parte: Irrigação por Aspersão (irrigação convencional);
3ª parte: Irrigação Localizada: Gotejamento;
4ª parte: Irrigação Localizada: Microaspersão
5ª parte: Manejo do sistema de Irrigação por Pivô Central
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas;
- Aulas práticas em campo.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Quadro, retroprojetor e data-show.
- Materiais de irrigação (aspersão, gotejamento, microaspersão, pivô central)
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Provas teóricas.
- Avaliações práticas e participação do aluno em aulas práticas.
- Trabalhos teóricos escritos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
1) BERNARDO, S. Manual de Irrigação. UFV-Imprensa Universitária Viçosa 6 edição 1995. 657p.
2) DAKER, Alberto. A água na agricultura. 7. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987-1988. 3
v.
3) REICHARDT, Klaus. Relação no sistema solo-planta-atmosfera. 4.ed. Piracicaba, SP: Fundaçã
Cargill, 1985. 445P.;
4) OLITTA, Antônio Fernando Lordelo. Os métodos de irrigação. São Paulo: Nobel, 1977-87. 267p
Sementes I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Sementes I
Semestre:
5
Carga Horária
Teórica
Carga Horária
Prática
Carga Horária
Total
40
20
60
EMENTA
Importância das sementes no contexto agrícola; Embriologia; Fisiologia de sementes e germinação
Dormência; Fatores que afetam a produção de sementes; Testes de qualidade em sementes; Instalaçã
de campos de produção de sementes; Classes de sementes; Tratamento de sementes; Produção d
sementes assexuais.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Importância das sementes na agricultura. População mundial versus demanda de alimentos;
- Definição de semente botânica e não botânica.
- Embriologia. Formação da flor, processos reprodutivos e processos de macro e microesporogênese;
- Fisiologia de sementes. Germinação, dormência e fatores que afetam estes processos;
- Testes de qualidade em sementes. Testes de qualidade genética, fisiológica, sanitária e pureza. Regr
para análise de sementes (RAS).
- Fatores que afetam a produção de sementes. Efeito do clima, solo, topografia e fatores fitotécnicos;
- Instalação de campos de produção de sementes: legislação, metodologias, tamanho dos campos.
- Classes de sementes: Genética, Básica e Certificada;
- Tratamento de sementes: objetivos, principais métodos, equipamentos e produtos utilizados. Principai
espécies tratadas quimicamente
- Produção de sementes assexuais: Sistema de produção de batata-semente.
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Os alunos serão avaliados por meio de:
* Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre;
* Testes ao final da aula;
* 1 trabalho para apresentação oral e escrita;
* Coleção de sementes
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 588 p. Editora FUNEP.
2000.
FERREIRA A. G.; BORGHETTI, F. Germinação: Do básico ao aplicado. Editora ArtMed. 2004. 323.
ZAMBOLIM L. Sementes: qualidade fitossanitária. 502p. Editora UFV. 2005.
APPAZZATO DA GLÓRIA B.; GUERREIRO S. M. C. Anatomia Vegetal. 2º edição revista e atualizada.
438 p. 2006
Complementar
LAWRENCE, O. C.; MCDONALD M. F. Principles of seed science and technology. New York. 3º ed.
1995. 409 p.
TOLEDO, F. F.; MARCOS FILHO. Manual das sementes: Tecnologia da Produção., M. 224 p. 1997.
GUIMARÃES, R. M.; OLIVEIRA, J. A. Produção e tecnologia de sementes – Desenvolvimento e formação
de sementes e plântulas. 1997. 97 p. Texto Acadêmico UFLA.
Periódicos
- Revista Brasileira de Sementes;
- Revista Brasileira de Armazenamento;
- Revista Horticultura Brasileira;
- Scientia Horticulturae
- Pesquisa Agropecuária Brasileira
- Informe Agropecuário
Sites
www.agricultura.gov.br
www.ima.mg.gov.br
www.pioneersementes.com.br
www.sakata.com.br/institucional
www.horticeres.com.br
www.sementesfeltrin.com.br
Silvicultura I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Silvicultura I
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
5
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Conceito e importância da silvicultura. Noções de Ecologia Florestal e dendrologia. Melhoramento e
enriquecimento de matas naturais. Seleção de espécie para plantio. Sementes e viveiro floresta
Implantação florestal. Sistemas silviculturais. Classificação de povoamentos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 Terminologia Florestal
2 Processo de seleção de espécies
2.1 Floresta produção
2.2 Floresta de proteção
3 Viveiro de mudas
3.1 Tipos de viveiros
3.2 Localização dos viveiros
3.3 Produção de mudas
3.4 Produção de sementes
3.5 Tratos silviculturais
3.6 Métodos de propagação
4 Implantação de povoamentos florestais
4.1 Demarcação da área
4.2 Limpeza do terreno
4.3 Combate às formigas cortadeiras
4.4 Preparo do solo
4.5 Espaçamento de plantio
4.6 Métodos de plantio
4.7 Replantio
4.8 Adubação
4.9 Controle da vegetação invasora
5 Classificação de povoamentos
6 Sistemas silviculturais
6.1 Sistema porta semente
6.2 Sistema de cobertura
6.3 Talhadia
6.4 Sistema de enriquecimento
6.5 Plantio por mudas
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Visitas técnicas
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação escrita
Relatório de aula prática
Apresentação de seminário
BIBLIOGRAFIA
Básica
Charles, J. T. Introdução a Silvicultura Tropical. Rio de Janeiro, 1969.
Galvão, A. P. M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais
Colombo, Embrapa Floresta, 2000.
Haag, H. P. Nutrição mineral de Eucalyptus, Pinus, Araucária e Gmelina no Brasil. Campinas,
Fundação Cargil, 1983.
Complementar
Alfenas, A. C. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa, UFV, 2004.
Lorenzi, H. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do
Brasil.
Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2002.
Bromatologia
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Bromatologia
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
6o
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Determinação da composição química do alimento, como umidade, lipídeos, proteínas, fibras, sai
minerais e glicídeos, e a função destes compostos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1.Determinação da composição centesimal de alimentos
1.1 Determinação de umidade
1.2 Determinação de extrato etéreo
1.3 Determinação da fração protéica
1.4 Determinação de cinzas
1.5 Determinação da fração fibra
1.6 Determinação da fração glicídica - ENN
2. Determinação de acidez em alimentos
2.1 Determinação de acidez titulável
2.2 Determinação de pH
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas;
- Aulas práticas em laboratório.
- Leitura de livros e artigos científicos para confecção dos relatórios.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Quadro, retroprojetor e data-show.
- Laboratório de análises de alimentos com reagentes, vidrarias e equipamentos necessários.
- Uso de biblioteca.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será através da apresentação de relatórios de aulas práticas, pesquisa
participação, realização de avaliações escritas.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CECCHI, HELOISA MÁSCIA. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. Campinas
UNICAMP, 2003.
INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Normas analíticas do Instituto Adolfo Lutz. V.1. São Paulo: O Instituto
1985.
MACEDO, J.A. B. Métodos Laboratoriais de análises físico-químicas e microbiológicas. 3º ed. Bel
Horizonte: CRQ, 2005.
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A. C. de. Análise de alimentos - Métodos químicos e biológicos. 3ed. Viçosa:
UFV, 2002. 235p.
Complementar
AOAC (Association of Official Analytical Chemists). Official methods of analysis. 11th ed., Washington
1970. 1015p.
BOBBIO, F. BOBBIO, A. Manual de laboratório de Química dos Alimentos. São Paulo: Varella, 2003.
FRANCO, G. Tabela de Composição Química de Alimentos.. 9º Edição. São Paulo: Atheneu, 2002.
MORITA, T.; ASSUNPÇÃO, R.M.V Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. São Paulo: Edgar
Blucher Ltda. 2003.
Melhoramento Genético de Plantas
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Melhoramento Genético de Plantas
Carga Horária
Prática
-
Semestre:
6°
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Recursos Genéticos Vegetais, Melhoramento Genético de Plantas, Métodos de Melhoramento de
plantas Autógamas, Métodos de Melhoramento de plantas Alógamas, Aplicações do Melhoramento
Genético de Plantas, Ferramentas para o Melhoramento Genético de Plantas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Importância do Melhoramento Genético de Plantas
- Definições em Melhoramento Genético de Plantas
- Evolução das espécies cultivadas
- Recursos Genéticos Vegetais
- Centros de Diversidade.
- Erosão e Vulnerabilidade Genética.
- Bancos de Germoplasma (Tipos de Coleções).
- Revisão sobre reprodução de plantas.
- Bases genéticas do Melhoramento Genético de Plantas
- Seleção de Genitores. Tipos de Cruzamentos.
- Tipos de Cultivares.
- Métodos de Melhoramento de plantas autógamas
- Métodos de Melhoramento de plantas alógamas
- Resistência de plantas a pragas e doenças
- Aplicações da biotecnologia no Melhoramento Genético de Plantas
- Perspectivas do Melhoramento Genético de Plantas
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Visitas técnicas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em
aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 40
pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e um conjunto de trabalhos (resumos,
relatórios, questionários) realizado individualmente, no valor de 10 pontos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Allard, R.W. Princípios do Melhoramento Genético de Plantas. Rio de Janeiro: USAID, 1971. 381 p.
Borém, A.; Miranda, G. Melhoramento de Plantas. Viçosa: Editora UFV, 2009. 529 p.
Mendes, A.N.G.; Bueno, L.C.S.; Carvalho, S.P. Melhoramento genético de plantas – Princípios e
Procedimentos. Lavras: Editora UFLA, 2006. 319 p.
Complementar
Ramalho, M.A.P.; Santos, J.B.; Pinto, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Lavras: Editora UFLA, 2004.
472 p.
TORRES, A. C.; CALDAS, L. S. e BUSO, J. A. Cultura de tecidos e transformação genética de
plantas. Brasília: EMBRAPA, 1998. v.1. p.509.
Entomologia geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Entomologia geral
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
6º
Total
60
EMENTA
Metodologia para coleta e coleção de insetos. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Morfologi
externa do corpo do inseto. Nomenclatura zoológica. Ordens de insetos. Anatomia e fisiologia interna.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade 1. Introdução
1.1. Conteúdo geral da disciplina
1.2. Metodologia de ensino
1.3. Sistema de avaliação
1.4. Bibliografia básica
Unidade 2. Coleção de insetos
2.1. Organização geral de uma coleção entomológica: coleta, sacrifício, montagem e
conservação de insetos.
Unidade 3: Classificação, reprodução e desenvolvimento dos insetos
3.1. Os insetos no reino Animal. Características do filo Arthropoda. A classe Insecta.
Insetos: importância e sucesso biológico.
3.2. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Ecdise e metamorfose.
3.3. Tipos de larvas e pupas.
Unidade 4. Morfologia externa do corpo do inseto.
4.1. Divisão do corpo do inseto: cabeça, tórax e abdome.
4.2. Estudo da cabeça: Tipos de antenas
4.3. Estudo da cabeça: Tipos de aparelho bucal
4.4. Estudo do tórax: constituição típica e apêndices torácicos.
4.5. Tipos de pernas
4.6. Tipos de Asas
4.7. Estudo do abdome: características gerais e apêndices.
Unidade 5. Nomenclatura zoológica e divisão dos insetos em ordens
5.1. Noções de Nomenclatura zoológica.
5.2.Ordens Orthoptera e Isoptera.
5.3. Ordens Thysanoptera e Odonata
5.4. Ordens Dermaptera e Neuroptera.
5.5. Ordem Hemiptera
5.6. Ordem Lepidoptera.
5.7. Ordem Diptera.
5.8. Orden Coleoptera
5.9. Ordem Hymenoptera.
Unidade 6. Morfologia e anatomia interna.
6.1. Aparelhos digestivo e circulatório
6.2. Aparelhos respiratório e reprodutor.
6.3. Sistemas nervoso e glandular.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow e retroprojetor. Aulas práticas com uso d
microscópio estereoscópico para observação de partes do corpo do inseto e uso de chave dicotômica
para classificação de insetos preservados a seco ou álcool.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas individuais, coleção entomológica e provas práticas com insetos preservados a seco.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
- Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.;
Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S. & Omoto, C. 2002. Entomologia
Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p.
- Borror, D.J. & DeLong, J. Introdução ao Estudo dos Insetos. 1969. Rio de Janeiro, Programa de
Publicações Didáticas, 653 p.
- Ribeiro-Costa, C.S. & Rocha, R.M. 2006. Invertebrados – manual de aulas práticas. Ribeirão Preto,
Editora Holos, 271 p.
Complementar:
- Lara, F.M. Princípios de Entomologia. 1979. Piracicaba, Livroceres, 295 p.
- Carrera, M. Entomologia para Você. 1980. 7ª. Edição, São Paulo, Ed. Nobel, 185 p.
- Mariconi, F.A.M. 1977. Insetos daninhos às plantas cultivadas. São Paulo, Ed. Nobel, 123 p.
- Vilela, E.F.; Della Lucia, T.M.C. 1987. Feromônios de insetos: biologia, química e emprego no manejo
de pragas. Viçosa, Ed. UFV, 155p.
Fitopatologia Geral
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Fitopatologia Geral
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
6º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Histórico da fitopatologia e importância das doenças de plantas. Terminologias peculiares (conceitos) d
fitopatologia. Natureza e classificação das doenças de plantas. Sintomatologia e diagnose de doença
em vegetais (postulados de Koch). Ciclo das relações patógeno-hospedeiro em diferentes patossistemas
Princípios básicos de epidemiologia e controle de doenças de plantas. Identificação, isolamento
caracterização e transmissão dos patógenos. Variabilidade genética de fitopatógenos. Noções sobr
patologia de sementes.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Apresentação (professor e alunos); apresentação do plano de curso; exposição de metodologias e
técnicas de avaliação; a interrelação da Fitopatologia e disciplinas afins; a importância da Fitopatologia
no âmbito da agricultura moderna e sustentável; conceituação e terminologias de uso comum.
Histórico da Fitopatologia; as linhas de pesquisa relacionadas à Fitopatologia; interferência de
fitopatógenos na produção e qualidade dos produtos agrícolas; patógenos de plantas: fungos, bactérias,
vírus e nematóides.
Fungos: Importância e classificação; reinos Protista, Chromista e Fungi; morfologia e biologia dos
principais fungos fitopatogênicos pertencentes aos reinos Protista, Chromista (Oomycota) e Fungi
(Chytridiomycota; Zygomycota; Ascomycota e anamorfos; Basidiomycota).
Nematóides fitopatogênicos: Importância dos nematóides na agricultura; aspectos biológicos; gêneros
de maior importância no Brasil; disseminação, sobrevivência e medidas de controle; aspectos
morfológicos; técnicas de extração; os nematóides e o ambiente do solo.
Bactérias fitopatogênicas: Importância econômica e classificação; anatomorfologia e suas implicações
correlatas; sintomatologia, disseminação, penetração, colonização e sobrevivência.
Vírus e viróides: importância e características dos vírus de plantas; estrutura do fitovirus: composição
química e morfologia; nomenclatura e principais grupos de vírus e viróides que infectam plantas;
sintomatologia e transmissão dos fitovírus; medidas gerais de controle das viroses de plantas;
reconhecimento em campo de viroses de importância econômica.
Parasitismo e patogenicidade; ciclo das relações patógeno/hospedeiro (inoculação, penetração,
colonização, disseminação e sobrevivência dos patógenos); princípios gerais de controle de doenças de
plantas: exclusão, erradicação, resistência, proteção, terapia; epidemiologia e manejo; variabilidade
genética de fitopatógenos.
Postulados de Koch; inoculação artificial de fitopatógenos; preparações microscópicas; preparo e
aplicação de fungicidas.
Doenças de grande importância econômica; perdas e danos ocasionados por doenças de plantas;
classificação de doenças; sintomatologia: os sintomas morfológicos, os sinais e sua importância na
diagnose.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas em laboratório; Aplicação de exercícios individuais e em
grupos; Visitas ao campo; Trabalhos de pesquisa, com apresentação na forma de seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro de giz, datashow, notebook, retroprojetor, microscópios estereoscópios, microscópios compostos
reagentes e utensílios e equipamentos de laboratório.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalho, seminários e relatórios.
- Detalhamento do sistema:
- 05 notas no valor de 20 pontos cada uma, obtendo-se a soma das cinco.
BIBLIOGRAFIA
Básica
AGRIOS, G.N. 1997. Plant Pathology (4th. ed.), Academic Press, San Diego, 635 pp.
BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H. & AMORIM, L. (eds.) 1995. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres,
São Paulo, Vol. 1. 929 pp.
BLUM, L.E.B.; CARES, J.E.; UESUGI, C.H. 2007. Fitopatologia: O estudo das doenças de plantas.
Otimismo, Brasília, 265 pp.
Complementar
ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas. 7. ed. [s.l.]: Andrei, 2005. 1142 p.
BERGAMIN FILHO, A. & AMORIM, L. 1996. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle
econômico. CERES: São Paulo, 299p.
CAMPOS, V.P. 1999. Manejo de doenças causadas por fitonematóides. Editora UFLA – FAEPE,
Lavras MG, 106 pp.
DEACON, J.W. 1997. Modern Mycology (3rd. ed.). Blackwell Science, Oxford, 302 pp.
FIDALGO, O. & FIDALGO, M.E.P.K. 1967. Dicionário Micológico. Rickia Supl. 2, 232 pp.
FIGUEIRA, A.R. 2000. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças viróticas. Editora UFLA –
FAEPE, Lavras MG, 106 pp.
KENDRICK, W.B. 1992. The fifth kingdom. 2nd. ed., Mycologue Publications, Waterloo, Canada, 406
pp.
KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. & REZENDE, J.A.M. (eds.) 1997.
Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 2. 774p.
MATTHEWS, R.E.F. 1991. Plant virology. Academic Press, San Diego, 3rd. Ed., 835 pp.
MENDES, M.A.S. (ed.) 1998. Fungos em plantas do Brasil. EMBRAPA, Brasilia DF, 569 p.
MENEZES, M. & OLIVEIRA, S.M.A. 1993. Fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária,
Recife PE, 277 p.
MENEZES, M. & SILVA-HANLIN, D.M.W. 1997. Guia prático para fungos fitopatogênicos. UFRPE,
Imprensa Universitária, Recife PE, 106 p.
POZZA, E.A. & ALVES, E. 1999 Princípios e conceitos em manejo de doenças de plantas. Editora
UFLA-Faepe, Lavras MG, 68p.
POZZA, E.A. 2000. Manejo de epidemias de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras-MG,
91p.
REIS, E.M.; REIS, A.C.; FORCELINI, C.A. 2007. Manual de fungicidas. Guia para o controle químico
de doenças de plantas. Passo Fundo: Editora Universidade de Passo Fundo. 153 p.
ROMEIRO, R.S. 1995. Bactérias fitopatogênicas. Editora UFV, Viçosa MG, 283 p.
ROMEIRO, R. da S. Controle biológico de doenças de plantas: fundamentos. Viçosa: UFV, 2007a.
269p.
SOUZA, R.M. 1999. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças bacterianas. Editora UFLA –
FAEPE, Lavras MG, 52 p.
ZAMBOLIM, Laércio (ed.). Manejo integrado: doenças, pragas e plantas daninhas. Viçosa (MG): UFV,
2000. 416 p.
ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças.
v.1. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879.
ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças.
v.2. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879.
PERIÓDICOS:
Tropical Plant Pathology, editada pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia - SBF, Brasília DF.
Summa Phytopathologica, editada pelo Grupo Paulista de Fitopatologia - GPF, Jaboticabal SP.
Phytopathology, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA.
Plant Disease, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA.
Floricultura e Paisagismo
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Floricultura e Paisagismo
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
6º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
A. Floricultura: Introdução à floricultura; Multiplicação e propagação de plantas floríferas
e ornamentais; Floricultura tropical; Produção de flores de corte, plantas ornamentais ou mudas; Cultura
das principais flores de corte e de plantas floríferas ou ornamentais cultivadas e comercializadas em
vasos ou em mudas.
B. Paisagismo: Introdução e histórico; Estilos de jardins; Os elementos e suas características; Noções
gerais de composição artística; Macropaisagismo; Micropaisagismo.
CONTEUDO PROGRAMATICO
A-Floricultura
1- Introdução
2 -Propagação
2.1 – propagação sexual
2.2 – propagação assexual ou vegetativa
2.2.1 -processos naturais de propagação assexual
Bulbos, cormos, rizomas, tubérculo, raízes tuberosas, estolhos ou estolões, bulbilhos aéreos, rebentos e
filhotes, folhas, esporos.
2.2.2 - processos artificiais de propagação assexual
Estaquia, mergulhia, alporquia, enxertia, cultura de tecidos ou micropropagação
3 - floricultura tropical
3.1- perfil técnico do agronegócio
3.2 -cultivo das principais espécies
4 - floricultura de clima temperado
4.1 - perfil técnico do agronegócio
4.2 - cultivo das principais espécies (rosas, crisântemos e gladíolos)
B - Paisagismo
1 - Conceito e importância.
2 - Histórico da arte dos jardins.
3 - Elementos de trabalho: plantas ornamentais (árvores, palmeiras, arbustos, herbáceas, forrações
gramados, trepadeiras), materiais arquitetônicos, características dos elementos, composição artística.
4 - Implantação do projeto.
5 - Manejo do jardim.
6 - Jardim rural.
7 - Macropaisagismo.
8 – Micropaisagismo.
9 - Arborização de ruas.
METODOLOGIA DE ENSINO
Ensino por módulos; Discussão dirigida; Seminários; Aulas práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Projetor data show; computador; quadro; viveiro de jardinocultra; plantas ornamentais do campus;
impressos (livros, apostilas, textos).
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas escritas, relatórios, simulações, trabalhos e seminários.
BIBLIOGRAFIA
Básica
BARBOSA, A. C. S. Paisagismo, jardinagem & plantas ornamentais, 5a Ed. São Paulo: Iglu Editora
1989, 231p.
LIRA FILHO, J. A. Paisagismo - Princípios básicos, Série planejamento paisagístico, Ed. Aprenda Fáci
Viçosa, 2001, 166p.
LIRA FILHO, J. A. Paisagismo - Elementos de Composição e Estética, Série planejament
paisagístico, Ed. Aprenda Fácil, Viçosa, 2002, 194p.
BARBOSA, A.C.S. Características das espécies ornamentais. Ediflora Comercial de Livros Ltda.
São Paulo-SP. 2ª ed. 2001. 365p.
LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e
trepadeiras. 3 ed. rev. e ampl. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2005.
PAIVA, P.de O.D. PAISAGISMO. Conceitos e Aplicações. Lavras: Editora UFLA,
2008. 608p.
Complementar
Informe Agropecuário, Belo Horizonte: EMAPIG, v. 26, n. 227, p. 30-35, 2005.
Sites úteis:
www.hortibras.com.br
www.ibraflor.com.br
www.aflori.com.br
Forragicultura
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Forragicultura
Semestre:
Carga Horária
Prática
0
6º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS FORRAGEIRAS: CARACTERIZAÇÂO DAS PRINCIPAIS GRAMÍNEAS E
LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS TROPICAIS; FATORES CLIMÁTICOS E PRODUÇÃO FORRAGEIRA
VALOR NUTRITIVO DAS PLANTAS FORRAGEIRAS; CARACTERÍSTICAS MORFOFISIOLÓGICAS
DAS FORRAGEIRAS; FORMAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS; CONSORCIAÇÃO DE PASTAGENS
CONSERVAÇÃO DE FORRAGENS NAS FORMAS DE SILAGEM E FENO.
CONTEUDO PROGRAMATICO
PROGRAMA E AVALIAÇÕES, BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA, CENÁRIO E IMPORTÂNCIA DAS
PASTAGENS NA PECUÁRIA NACIONAL, CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DOS PRICIPAIS
GÊNEROS DE GRAMÍNEAS E LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS
DESCRIÇÃO DE ESPÉCIES FORRAGEIRAS, MORFOFISIOLOGIA DE FORRAGEIRAS, FORMAÇÃO E
ESTABELECIMENTO DE PASTAGENS, PRÁTICAS AGRONÔMICAS; ADUBAÇÃO, ESCOLHA DE
SEMENTES, CONSORCIAÇÃO DE PASTAGENS, MANEJO DE
PASTAGENS: PRINCÍPIOS; OBJETIVOS; SISTEMAS DE PASTEJO; TERMINOLOGIA TÉCNICA, TAXA
DE LOTAÇÃO; CAPACIDADE DE SUPORTE.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas e demonstrativas das principais plantas forrageiras e sua finalidade e utilização na
alimentação animal.
Datashow
Retroprojetor
Quadro negro
Giz
RECURSOS DIDÁTICOS
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
(3) avaliações sendo (15, 20 e 15) pontos cada. 1 Apresentação de trabalho em grupo ( 25 pontos) e
coleção de plantas em escicatas em grupo (15) pontos e 10 pontos de Presença e participação individua
BIBLIOGRAFIA
Básica:
BENEDETTI, E. Leguminosas na Produção de Ruminantes nos Trópicos. 2005.
AGUIAR, A. P. Manejo de pastagens, 2000.
EVANGELISTA, A.R., ROCHA, G. P. / FORRAGICULTURA / UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS /
FAEPE / 1998.
Complementar:
PERIÓDICOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS DE PRODUÇÃO ANIMAL
REVISTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA
BOGDAM, A. V. / TROPICAL PASTURE AND FODDER PLANTS, LONDRES, LONGMAN, 1977
Irrigação e Drenagem II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Irrigação e Drenagem II
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
6º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Histórico e difusão da irrigação; métodos de irrigação; sistematização de terreno para irrigação; irrigação
por sulcos; irrigação por faixa; irrigação por inundação; sistemas de drenagem e projetos de irrigação e
drenagem
CONTEUDO PROGRAMATICO
A. Histórico e difusão da irrigação
B. Recomendações sobre licenciamento ambiental
C. Métodos de irrigação:
1. Considerações gerais;
2. Critérios de escolha.
3. Vantagens e desvantagens dos diversos métodos de irrigação;
4. Classificação dos diversos métodos de irrigação e seus sistemas.
D. Importância e viabilidade de uso das Técnicas de Irrigação no Agronegócio.
E. Qualidade d’água para irrigação
F. Quantidade de água necessária para os diversos sistemas de irrigação, dotação de rega
G. Métodos de determinação de vazão para projetos de irrigação
H. Determinações de vazão para projetos de irrigação
I. Sistematização de terreno para elaboração de projetos de irrigação por superfície:
1. Considerações gerais e sua importância para os diversos projetos de irrigação
2. Levantamento Topográfico
3. Cálculos e determinação das curvas de nível de um terreno
4. Determinação (posição e cota) do Centróide
5. Declividade que melhor se adapta ao terreno
6. Ajustamento de Corte e Aterro
4. Cálculo do Volume de Terra
5. Marcação de Corte e Aterros no Terreno
6. Máquinas e equipamentos utilizados
7. Dimensionamento de máquinas para sistematização
8. Custo da sistematização
J. Barragens de terras e canais de irrigação de terra e revestidos
L. Dimensionamento de moto-bombas e funcionamento
M. Sistemas de irrigação por sulco:
1. Características dos sulcos
2. Determinação do comprimento máximo do sulco
3. Dimensionamento hidráulico dos sulcos
4. Sistemas semi-automáticos de irrigação por sulcos
5. Dimensionamento projeto de irrigação por sulcos
6. Implantação de um projeto de irrigação por sulcos
N. Irrigação por faixas:
1. Características físicas das faixas
2. Dimensionamento hidráulico
3. Construção de diques
4. Dimensionamento de projeto de irrigação por faixas
O. Irrigação por inundação:
1. Determinação do volume de água para irrigação
2. Planejamento da área a ser irrigada
3. Locação de estradas, canais e estruturas hidráulicas
4. Dimensionamento dos tabuleiros ou quadras
5. Manejo da água de irrigação dos projetos de irrigação por inundação
6. Projetos de irrigação por inundação intermitente e contínua
P. Drenagem agrícola:
1. Definição e importância
2. Drenagem superficial
3. Drenagem subterrânea
4. Capacidade dos drenos
5. Profundidade e espaçamento dos drenos
6. Dimensionamento dos drenos
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas
Apostila de exercícios (deverão ser resolvidos fora das aulas com correção nas aulas – poderá haver
necessidade de aulas extras)
Aulas práticas (a cada aula prática elaboração de relatório)
Quadro e giz
Datashow
Apostilas
Visitas técnicas
Setores de produção
RECURSOS DIDÁTICOS
AVALIAÇÃO
- O aproveitamento do aluno será avaliado através de 3 (três) exames parciais ( 30;22.5 e 22,5 pontos) ,
projeto (10 pontos), apresentação de seminários (5 pontos) e freqüência (10 pontos) e 1(um) exame final
- A data de cada exame será notificada com antecedência mínima de uma semana e só ao professor
cabe a decisão de alterá-la.
- O rendimento final (RF) será obtido pela média aritmética de todas as
avaliações.
- O aluno estará aprovado por média se e somente se NF > ou = 60
BIBLIOGRAFIA
Básica
BERNARDO, Salassier. Manual de Irrigação / Salassier Bernardo, Antonio Alves Soares, Everardo
Chartuni Mantovani. - Viçosa: Ed.UFV, 2006. 625 p.:il.
Col.;27cm
MILLAR, Agustin A. Drenagem de terras agrícolas. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,1978. 276p.
Complementar
Tecnologias mais limpas na lavoura arroz e na propriedade/Vera Regina Mussoi Macedo...(et al).
Cachoeirinha: IRGA. Divisão de Pesquisa, 2007 (Boletim Técnico, 4) 40p.:color
Sites Internet:
http://www.agrosoft.com/
http://www.deg.ufla.br/
gpid.vila.bol.com.br
Sementes II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Sementes II
Semestre:
6
Carga Horária
Teórica
Carga Horária
Prática
Carga Horária
Total
40
20
60
EMENTA
Colheita de sementes, Secagem de sementes, Beneficiamento e armazenamento de sementes
Comercialização.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Colheita de sementes: identificação do ponto de maturidade fisiológica (PMF) em diferentes culturas
Objetivos do processo de colheita, Marcadores morfológicos no PMF.
- Planejamento da colheita de sementes e fatores que interferem no processo. Antecipação da colheita
vantagens e desvantagens.
- Uso de dessecantes no processo de colheita.
- Perdas de sementes no processo de colheita. Como evitar perdas e maximizar o processo produtivo.
- Tipos de colheita: corte da espiga, arrancamento das plantas, colheita de inflorescências, colheita de
frutos carnosos, colheita de sementes forrageiras, colheita de sementes de grandes culturas.
- Colheitadeiras: elementos e aplicações. Regulagens e redução de danos mecânicos.
- Secagem de sementes: descrição do processo, influência da espécie, temperatura e umidade.
- Aplicação do gráfico psicométrico na secagem de sementes.
- Dimensionamento de ventiladores, tipos e escolha de ventiladores.
- Estimativa da perda de peso na secagem. Previsão do tempo de secagem.
- Métodos de secagem: Quanto à utilização de equipamentos mecânicos, quanto ao aquecimento do ar
quanto à movimentação das sementes.
- Monitoramento do teor de água nas sementes durante a secagem.
- Beneficiamento de sementes: bases da separação por tamanho, forma, textura, peso e separadore
eletrônicos por cores.
- Transportadores e elevadores para sementes.
- Bases para o planejamento das unidades de beneficiamento.
- Equipamentos que compõem a usina de beneficiamento de sementes (UBS).
- Problemas que ocorrem durante o processo de secagem e beneficiamento que podem prejudicar
qualidade das sementes.
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas.
- Visita Técnica em Usina de Beneficiamento de sementes.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Os alunos serão avaliados por meio de:
* Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre;
* Testes ao final da aula;
* 1 trabalho para apresentação oral e escrita;
BIBLIOGRAFIA
Básica
CARVALHO N. M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 588 p. Editora FUNEP.
2000.
CARVALHO N. M. A secagem de sementes. 2º Edição. FUNEP. 2005.
OLIVEIRA, J. A.; VON PINHO, E. V. R. A secagem de sementes. Universidade Federal de Lavras.
Apostila do Curso de Pós-Graduação Latu Sensu Produção e Tecnologia de Sementes. 2001. 43p.
VON PINHO, E. V. R. Beneficiamento de Sementes. Universidade Federal de Lavras. Apostila do Curso
de Pós-Graduação Latu Sensu Produção e Tecnologia de Sementes. 2001. 39p.
Complementar
PORTELLA J. A; EICHELBERGER L. Secagem de grãos. Embrapa. 2004.
LAWRENCE, O. C.; MCDONALD M. F. Principles of seed science and technology. New York. 3º ed.
1995. 409 p.
TOLEDO, F. F.; MARCOS FILHO. Manual das sementes: Tecnologia da Produção., M. 224 p. 1997.
GUIMARÃES, R. M.; OLIVEIRA, J. A. Secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes. 1997.
105p. Texto Acadêmico UFLA.
Periódicos
- Revista Brasileira de Sementes;
- Revista Brasileira de Armazenamento;
- Revista Horticultura Brasileira;
- Scientia Horticulturae
- Pesquisa Agropecuária Brasileira
- Informe Agropecuário
Sites
www.agricultura.gov.br
www.ima.mg.gov.br
www.pioneersementes.com.br
www.sakata.com.br/institucional
www.horticeres.com.br
www.sementesfeltrin.com.br
Silvicultura II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Silvicultura II
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
6
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Noções de inventário florestal. Manejo de Florestas Nativas. Manejo de florestas plantadas. Preservação
de madeira. Espécies florestais.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1 Inventário Florestal
1.1 Características medidas no inventário
1.2 Método da árvore média
1.3 Método da árvores média estratificada
1.4 Cubagem rigorosa
2 Manejo de Florestas Nativas
3 Manejo de Florestas Plantadas
3.1 Manejo de regime de Pinus
3.2 Manejo de regime de Eucalyptus
4 Preservação de madeira
4.1 Formas de deterioração da madeira
4.2 Classificação das técnicas de preservação de madeira
4.3 Fatores que afetam o tratamento de madeira
4.4 Tipos de preservativos
4.5 Métodos de tratamento
5 Espécies florestais
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Visitas técnicas
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação formal
Relatórios
Apresentação de seminário
BIBLIOGRAFIA
Básica
Charles, J. T. Introdução a Silvicultura Tropical. Rio de Janeiro, 1969.
Galvão, A. P. M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais
Colombo, Embrapa Floresta, 2000.
Haag, H. P. Nutrição mineral de Eucalyptus, Pinus, Araucária e Gmelina no Brasil. Campinas,
Fundação Cargil, 1983.
Complementar
Alfenas, A. C. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa, UFV, 2004.
Lorenzi, H. Árvores brasileiras: Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do
Brasil.
Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 2002.
Orientação de TCC I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Orientação de TCC I
Carga Horária
Prática
0
Semestre:
6º
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Pesquisa científica, modalidades de pesquisa (básica, aplicada , experimental, exploratória
desenvolvimento de protótipo, softwares, produtos, revisão literária);
Elaboração e execução de um projeto visando a produção de uma monografia com temas científico
relacionados aos conteúdos do curso, com a produção de um trabalho final para integração do
conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Aspectos legais do TCC
Regulamentação do TCC do Curso de Agronomia – IFMG/ Bambuí
O que é o trabalho de conclusão de curso
Relação orientador /orientado
Co-orientação
Tipos de TCC – modalidades de pesquisa (básica, aplicada , experimental, exploratória, desenvolvimento
de protótipo, softwares, produtos, revisão literária).
Critérios de amostragem aplicados ao desenvolvimento do trabalho
Elementos componentes para cada tipo de modalidade
Tema
Problema
Justificativa
Objetivos
A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão )
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e
debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou
totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho
parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o
orientador.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo: Atlas
1996.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa.
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Complementar
Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002.
Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos
HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977.
Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983.
Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses
OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Alimentos e Alimentação dos animais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Alimentos e Alimentação dos animais Semestre:
Carga Horária
Teórica
40
Carga Horária
Prática
0
7
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Classificar os alimentos mais utilizados na alimentação animal. Supervisionar e planejar o manejo e
alimentação de animais domésticos. Calcular dietas completas para os animais de interesse zootécnico.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Introdução – Conceitos Importantes
1. Classificação dos Alimentos
2. Caracterização dos Alimentos
3. Formas de Processamento
4. Aditivos na Alimentação Animal
5. Métodos de Formulação de Ração
6. Consumo de Alimentos
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas, com dinâmicas de grupo, visitas técnicas, etc.
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia, retroprojetor e visitas à fábrica de ração.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Atividades: Provas escritas, relatórios, apresentação de trabalhos e seminários
BIBLIOGRAFIA
Básica
TEIXEIRA, Júlio César. Nutrição de ruminantes. Lavras, MG: UFLA, 2001. 182 p.
Andriguetto, José Milton et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da Nutrição Animal: os
alimentos. 4 ed. São Paulo: Nobel, 1990. v.1. 395 p.
Andriguetto, José Milton et al. Nutrição Animal: alimentação Animal: Nutrição Animal aplicada. 3 ed.
São Paulo: Nobel, 1989. v.2. 425 p.
Complementar
TEIXEIRA, Antonio Soares. Alimentos e alimentação dos animais. 4 ed. Lavras, MG: Ufla/Faepe, 1997
402 p.
BERTECHINI, Antônio Gilberto. Nutrição de monogástricos. Lavras, MG: UFLA/FAEPE, 1997. 273 p. ,
il.
Olericultura I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Olericultura I
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
7°
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Introdução à Olericultura. Caracterização da exploração e de plantas olerícolas. Fatores
ambientais na produção de hortaliças. Produção de sementes de hortaliças. Propagação d
Hortaliças.Aspectos gerais do manejo da produção de hortaliças. Produção orgânica d
Hortaliças. Plasticultura. Colheita, conservação pós-colheita e comercialização de hortaliças.
CONTEUDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Olericultura
- Panorama geral da produção de hortaliças
- Importância econômica, social e alimentar
2. Caracterização da exploração e de plantas olerícolas.
- Olericultura dentro do contexto da Fitotecnia e da Horticultura
- Características da exploração olerícola
- Tipos de exploração olerícola.
- Classificação das espécies olerícolas pelas famílias botânicas, pelas partes comerciais e pelas
exigências climáticas.
3 - Fatores ambientais na produção de hortaliças
- Temperatura
- Termoperiodicidade diária e estacional
- Luz: intensidade e fotoperíodo.
- Disponibilidade de água
- Interação genótipo por ambientes.
10- Produção de sementes de hortaliças
- Caracterização da produção de sementes de hortaliças
- Diferenças entre produção de sementes e produção comercial de hortaliças
- Produção de sementes híbridas
11- Propagação de hortaliças
- Semeadura direta
- Semeadura indireta: métodos de produção de mudas.
- Hortaliças de propagação vegetativa.
4. Aspectos gerais do manejo da produção de hortaliças.
- Nutrição e Adubação de Hortaliças.
- Irrigação e Fertirrigação de Hortaliças.
- Controle fitossanitário: manejo integrado de pragas e doenças na produção de hortaliças.
5.Produção orgânica de Hortaliças
- Noções gerais: legislação de produção orgânica, adubação orgânica, métodos alternativos de controle
de pragas e doenças.
6. Plasticultura
- Cultivo protegido de hortaliças
- Cobertura de solo
13. Colheita, conservação pós-colheita e comercialização de hortaliças.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Visitas técnicas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em
aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 40
pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e um conjunto de trabalhos (resumos,
relatórios, questionários) realizado individualmente, no valor de 10 pontos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CASTELLANE, P.D.; NICOLOSI, W.M.; HASEGAWA, M. Produção de sementes de hortaliças.
Jaboticabal, FCAV/FUNEP. 1990. 161p.
FERREIRA, M.E.; CASTELLANE, P.D.; CRUZ, M.C.P.(eds.) Nutrição e adubação de hortaliças.
Piracicaba, POTAFÓS. 1993. 480p.
FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura- Agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. 2a edição. Viçosa, UFV. 2003. 412p.
Complementar
CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio.
Lavras: ESAL/FAEPE, 1990. 293 p.
COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendações para o
uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais - 5ª Aproximação. Viçosa, MG, 1999. 359p.
FILGUEIRA, F.A.R. Manual de Olericultura. 2a edição. vol.1. São Paulo, Ceres, 1981.338 p.
FILGUEIRA, F.A.R. Manual de Olericultura. 2a edição. vol.2. São Paulo, Ceres, 1982. 357 p.
Marouelli, W.A.; Silva, H.R.; Silva, W.L.C. Manejo da Irrigação de Hortaliças. EMBRAPA, CNPH;
Brasília. Circular Técnica, 2. 1986 .12 p.
GALLO, D.; O. NAKANO; S. SILVEIRA-NETO; R. P. L. CARVALHO; G. C. DEBATISTA; E. BERTI-FILHO;
J. R. P. PARRA; R. A. ZUCCHI; S. B. ALVES & J. D. VENDRAMIM. 2002. Manual de entomologia
agrícola. Piracicaba, FEALQ, 920 p.
KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. Manual de
Fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. São Paulo: Agronômica Ceres, 2005. v. 2, 663p.
SGANZERLA, E. Nova Agricultura: a fascinante arte de cultivar com os plástico. 5ª ed.
Agropecuária, Guaíba.1995, 342p.
SOUZA, J.L. de, RESENDE, P. Manual de Horticultura Orgânica, Viçosa, MG. 2003. 560p.
Entomologia aplicada
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Entomologia aplicada
Carga Horária
Teórica
40
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
7
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Métodos de controle de pragas. Manejo integrado de pragas. Insetos de importância agrícola
reconhecimento, biologia, danos e controle.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade 1. Métodos de controle de pragas: métodos legislativos, físicos, mecânicos, culturais
autocida. Resistência de plantas e controle por comportamento. Controle biológico. Controle
Químico. Manejo integrado de pragas.
Unidade 2. Grupos de inseticidas. Resistência de pragas e desequilíbrio biológico. Cálculo d
dosagens de inseticidas. Uso de equipamentos de proteção individual.
Unidade 3. Formigas e cupins.
Unidade 4. Pragas de cultivos protegidos – reconhecimento, biologia, danos e controle.
Unidade 5. Pragas de grãos armazenados – reconhecimento, biologia, danos e controle.
Unidade 6. Pragas de grandes culturas: algodoeiro, cafeeiro, pastagens, soja, feijão, milho, cana-de
açúcar, frutíferas e olerícolas – reconhecimento, biologia, danos e controle.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow e retroprojetor. Aulas práticas com uso d
plantas com sintomas de ataque e insetos-praga vivos ou preservados a seco.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas individuais e trabalhos de campo e escritos.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.;
Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S.; Omoto, C. 2002. Entomologia
Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p.
Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Zucchi, R.A. 1981. Entomologia Econômica. Piracicaba, Esalq-USP, 314 p.
Lara, F.M. Princípios de Entomologia. 1979. Piracicaba, Livroceres, 295 p.
Complementar:
- Mariconi, F.A.M. 1977. Insetos daninhos às plantas cultivadas. São Paulo, Ed. Nobel, 123 p.
- Mariconi, F.A.M. 1977. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas. 3a. edição, Piracicaba, Ed
Nobel, 305 p.
- Vilela, E.F.; Della Lucia, T.M.C. 1987. Feromônios de insetos: biologia, química e emprego no manejo
de pragas. Viçosa, Ed. UFV, 155p.
- Controle biológico. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v. 15, n. 167, p.81, 1991.
- Compêndio de defensivos agrícolas. 2003. 6ª edição, São Paulo, SP, Ed. Andrei, 302 p.
Fitopatologia Aplicada
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Fitopatologia Aplicada
Semestre:
Carga Horária
Prática
20
7º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Estratégias de manejo integrado de doenças de plantas. Caracterização dos principais grupos d
doenças de plantas quanto a etiologia, sintomatologia e ciclo de infecção. Manejo de patógenos em
sementes. Manejo de doenças fúngicas, bacterianas, virais e nematoses, de importância econômica, em
hortaliças, grandes culturas, forrageiras, plantas semi-perenes e perenes, fruteiras e florestas.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Apresentação do professor; apresentação do plano de curso; exposição de metodologias e técnicas d
avaliação; explanações a respeito da coleção de material vegetal infectado; visitas ao laboratório e ao
campo.
Manejo Integrado de Doenças; fungicidas (tecnologia de aplicação, grupos químicos, modo de ação e
caldas fungicidas); resistência genética.
Doenças de plantas florestais: “damping off”, podridão de raízes, caule e frutos, hiperplasias, ferrugens
oídios.
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em olerícolas.
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (batata e tomateiro) e em
plantas forrageiras.
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (feijoeiro, soja
algodoeiro e mandioca).
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em grandes culturas (cafeeiro, milho, arroz
trigo e cana-de-açucar.
Importância, diagnose e tratamento de doenças em sementes.
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em frutíferas (mamoeiro, maracujazeiro
bananeira, abacaxizeiro e mangueira).
Importância, sintomatologia e manejo de doenças fúngicas em frutíferas (citros, figueira, videira
goiabeira).
Importância, ocorrência e controle de viroses em grandes culturas, em culturas perenes e semi-perenes
técnicas de identificação de fitoviroses.
Importância, ocorrência e controle de viroses em olerícolas, em culturas perenes e semi-perenes
técnicas de identificação de fitoviroses em laboratório; sintomatologia e epidemiologia de viroses em
plantas.
Podridões moles e outras doenças causadas por bactérias fastidiosas.
Murchas, queimas, manchas foliares e cancros causados por bacterioses.
Nematóides causadores de doenças em plantas; nematóides em olerícolas e em grandes culturas
relação patógeno-hospedeiro e aspectos epidemiológicos.
Nematóides em frutíferas e em culturas perenes: epidemiologia e manejo.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas expositivas; Aulas práticas em laboratório; Aplicação de exercícios individuais e em
grupos; Visitas ao campo; Trabalhos de pesquisa, com apresentação na forma de seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro de giz, datashow, notebook, retroprojetor, microscópios estereoscópios, microscópios compostos
reagentes e utensílios e equipamentos de laboratório.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalho, seminários e relatórios.
- Detalhamento do sistema:
- 05 notas no valor de 20 pontos cada uma, obtendo-se a soma das cinco.
BIBLIOGRAFIA
Básica
AGRIOS, G.N. 1997. Plant Pathology (4th. ed.), Academic Press, San Diego, 635 pp.
BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H. & AMORIM, L. (eds.) 1995. Manual de Fitopatologia, Editora Ceres,
São Paulo, Vol. 1. 929 pp.
BLUM, L.E.B.; CARES, J.E.; UESUGI, C.H. 2007. Fitopatologia: O estudo das doenças de plantas.
Otimismo, Brasília, 265 pp.
Complementar
ANDREI, Edmondo. Compêndio de defensivos agrícolas. 7. ed. [s.l.]: Andrei, 2005. 1142 p.
BERGAMIN FILHO, A. & AMORIM, L. 1996. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle
econômico. CERES: São Paulo, 299p.
CAMPOS, V.P. 1999. Manejo de doenças causadas por fitonematóides. Editora UFLA – FAEPE,
Lavras MG, 106 pp.
DEACON, J.W. 1997. Modern Mycology (3rd. ed.). Blackwell Science, Oxford, 302 pp.
FIDALGO, O. & FIDALGO, M.E.P.K. 1967. Dicionário Micológico. Rickia Supl. 2, 232 pp.
FIGUEIRA, A.R. 2000. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças viróticas. Editora UFLA –
FAEPE, Lavras MG, 106 pp.
KENDRICK, W.B. 1992. The fifth kingdom. 2nd. ed., Mycologue Publications, Waterloo, Canada, 406
pp.
KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. & REZENDE, J.A.M. (eds.) 1997.
Manual de Fitopatologia, Editora Ceres, São Paulo, Vol. 2. 774p.
MATTHEWS, R.E.F. 1991. Plant virology. Academic Press, San Diego, 3rd. Ed., 835 pp.
MENDES, M.A.S. (ed.) 1998. Fungos em plantas do Brasil. EMBRAPA, Brasilia DF, 569 p.
MENEZES, M. & OLIVEIRA, S.M.A. 1993. Fungos fitopatogênicos. UFRPE, Imprensa Universitária,
Recife PE, 277 p.
MENEZES, M. & SILVA-HANLIN, D.M.W. 1997. Guia prático para fungos fitopatogênicos. UFRPE,
Imprensa Universitária, Recife PE, 106 p.
POZZA, E.A. & ALVES, E. 1999 Princípios e conceitos em manejo de doenças de plantas. Editora
UFLA-Faepe, Lavras MG, 68p.
POZZA, E.A. 2000. Manejo de epidemias de doenças de plantas. Editora UFLA-Faepe, Lavras-MG,
91p.
REIS, E.M.; REIS, A.C.; FORCELINI, C.A. 2007. Manual de fungicidas. Guia para o controle químico
de doenças de plantas. Passo Fundo: Editora Universidade de Passo Fundo. 153 p.
ROMEIRO, R.S. 1995. Bactérias fitopatogênicas. Editora UFV, Viçosa MG, 283 p.
ROMEIRO, R. da S. Controle biológico de doenças de plantas: fundamentos. Viçosa: UFV, 2007a.
269p.
SOUZA, R.M. 1999. Manejo de doenças de plantas: manejo de doenças bacterianas. Editora UFLA –
FAEPE, Lavras MG, 52 p.
ZAMBOLIM, Laércio (ed.). Manejo integrado: doenças, pragas e plantas daninhas. Viçosa (MG): UFV,
2000. 416 p.
ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças.
v.1. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879.
ZAMBOLIM, L., COSTA, H., LOPES, C.A. & VALE, F.X.R. Controle de doenças de plantas-hortaliças.
v.2. Viçosa. Universidade Federal de Viçosa. 2000. pp.879.
PERIÓDICOS:
Tropical Plant Pathology, editada pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia - SBF, Brasília DF.
Summa Phytopathologica, editada pelo Grupo Paulista de Fitopatologia - GPF, Jaboticabal SP.
Phytopathology, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA.
Plant Disease, editada pela American Society of Plant Pathology - APS, San Diego, EUA.
Fruticultura I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Fruticultura I
Semestre:
7
Carga Horária
Teórica
Carga Horária
Prática
Carga Horária
Total
40
20
60
EMENTA
Fruticultura Geral. Classificação das fruteiras quanto ao clima. Mercado nacional e internacional de
fruteiras. Importância social, econômica e alimentar das frutas. Classificação botânica e hortícola da
fruteiras. Propagação. Poda. Fatores edafoclimáticos que afetam a produção. Controle fitossanitário
Planejamento de plantio. Manejo integrado de pragas e doenças. Adubação em fruteiras. Colheita Pós
Colheita e comercialização.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Introdução à Fruticultura. Tipos de Fruteiras existentes no mercado e variabilidade da existência de
frutas.
- Classificação das fruteiras quanto ao clima: Tropical, Subtropical e Temperado. Influência do clima da
na produção das fruteiras.
- Mercado nacional e internacional de frutas. Frutas exportadas pelo Brasil. Exportação de suco de
laranja concentrado congelado (SLCC).
- Importância das frutas no contexto social econômico e nutricional. Papel das frutas na dieta alimentar.
- Classificação botânica e hortícola das frutas. Pseudofrutos e frutos verdadeiros.
- Propagação de fruteiras: sexual e assexual. Uso da cultura de tecidos na produção assexual de mudas
Principais espécies e laboratórios que produzem mudas por micropropagação.
- Poda. Definição, objetivos e tipos de podas. Principais fruteiras exigentes em poda.
- Fatores edafoclimáticos na produção de frutas. Efeito dos tipos de solos: composição química e textura
Efeito da temperatura e umidade na produtividade.
- Controle fitossanitário. Aplicação de defensivos em lavouras fruteiras. Métodos de aplicação
Importância do uso de EPI. Formas de evitar desperdício e preservação do meio ambiente.
- Planejamento de plantio: escolha do local, topografia, clima, solo, escolha das espécies, aquisição de
mudas e outros insumos.
- Manejo integrado de pragas e doenças. Aplicado do MIP e MID no controle das principais pragas e
doenças em fruteiras.
- Adubação em fruteiras. Principais fontes de nutrientes na forma orgânica e mineral. Importância d
correção do solo. Adubação versus a qualidade de frutas.
- Colheita e Pós colheita de frutas. Principais formas de colher frutas. Cuidados na colheita. Processo de
limpeza de tratamentos pós-colheita.
- Comercialização. Principais tipos de embalagens e formas de comercializar frutas.
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Os alunos serão avaliados por meio de:
* Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre;
* Testes ao final da aula;
* Redação e apresentação de um projeto para produção de fruteiras;
BIBLIOGRAFIA
Básica
GOMES, P. Fruticultura Brasileira. Editora Nobel. 13º Edição. São Paulo. 446 p. 2007.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, v. 10, 920 p. 2002.
KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; FILHO, A. B.; CAMARGO, L. E. A. Manual de Fitopatologia
4º Edição. v. 2. 2005. São Paulo. Editora Agronômica Ceres.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998, 760p.
SOUZA, I. Poda das plantas frutíferas. São Paulo: Nobel, 1990. 219p.
Complementar
DONADIO, L. C.; MARTINS, A. B. G.; VALENTE, J. P. Fruticultura Tropical. FUNEP. 1992. 268 p.
SOUZA, P. E.; DUTRA, M. R. Fungicidas no controle e manejo de doenças de plantas. Editora UFLA. 174
p. 2003.
Periódicos
- Revista Brasileira de Fruticultura
- Pesquisa Agropecuária Brasileira
- Informe Agropecuário
Sites
www.iac.sp.gov.br
www.ceasaminas.br
www.ceagesp.gov.br
www.todafruta.com.br
Gestão do Agronegócio
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Gestão do Agronegócio
Carga Horária
Prática
-
Semestre:
7
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Gestão do Agronegócio: Importância e Principais conceitos do Agronegócio; Processos administrativo
na perspectiva de gestão do Agronegócio; A Gestão Integrada do Agronegócio; O Conceito de Cadeia d
Agronegócio; Os diferentes agentes que atuam na cadeia do agronegócio.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. Histórico do Agronegócio
2. Sistemas agroindustriais: definições e correntes metodológicas
2.1 Níveis de análise do sistema Agroindustrial
2.1.1 Commodity System Approach (CSA) e o conceito de Agribusiness
2.1.2 Análise de Filiere (ou cadeias de produção)
2.1.3. Complexo Agroindustrial
3. Comercialização de produtos Agroindustriais
4. Particularidades dos produtos Agroindustriais
4.1. Caracterização dos produtos
4.2. Aspectos da demanda
4.3. Aspectos da oferta
4.4. Papel de desafios da comercialização de produtos agroindustriais
5. Mecanismos de Comercialização
5.1 Transações de commodities
5.2. Mercado spot
5.3. Mercados de Futuros
6. Agribusiness Cooperativo
7. Marketing em Agronegócios
8.A competência do Agronegócio Brasileiro
METODOLOGIA DE ENSINO
Textos, Apostilas, Exercícios e Seminários.
RECURSOS DIDÁTICOS
Datashow, Quadro, giz, retroprojetor
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
2 provas (30,0)
3 Exercícios avaliativos (10,0)
Frequência e participação (10,0)
BIBLIOGRAFIA
Básica
Gestão Agroindustrial. BATALHA, M. O. São Paulo: Atlas. V1. 1997.
Gestão Agroindustrial. BATALHA, M. O. São Paulo: Atlas. V2. 1997.
Economia e gestão dos negócios agroalimentares. ZYLBERSZTAIN, D.; NEVES, M.F. (org). São
Paulo: Pioneira, 2000.
Complementar
Administração entre a tradição e a renovação. Antoff, O São Paulo: Atlas, 1996.
Gestão Agroindustrial. GEPAL. São Paulo: Atlas: 1997. VOL 2.
Estudos de caso em agribusiness: focalizando as seguintes empresas: Moinho Pacífico, Ilycaffé
Cocamar, Sadia , Iochpe. Maxion, Norpac. São Paulo: Pioneira, 1997.
Milho, sorgo, arroz e mandioca
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Milho, sorgo, arroz e mandioca
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
7º
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Estudo das culturas: Milho, Sorgo, Arroz e Mandioca. Evolução histórica e origem. Descrição Botânica
Importância Econômica e Social, Zoneamento agrícola. Implantação da cultura: tipos de solo e clima
cultivares, preparo do solo, nutrição e adubação, tratos culturais. Controle de pragas e doenças. Control
de plantas daninhas. Colheita, processamento, armazenamento e comercialização.
CONTEUDO PROGRAMATICO




Sistema de produção da cultura do milho;
Sistema de produção da cultura do sorgo;
Sistema de produção da cultura do arroz;
Sistema de produção da cultura da mandioca;
METODOLOGIA DE ENSINO


Aulas problematizadoras a partir de referenciais teóricos;
Estudo de casos de artigos publicados em jornais e revistas especializadas;
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show;
 Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia);
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
 Avaliações: 02 avaliações de 35 pontos cada;
 Apresentação seminário: Novas tecnologia de produção das culturas do milho, sorgo, arroz e
mandioca, no valor de 30 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
CANECHIO FILHO, Vicente; ALMEIDA, Tharcízio de Campos. Principais culturas-II. Campinas-SP:
Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1972. 395 p
Manual técnico: Abertura e manejo de cerrados MG, MT., GO. e DF. Brasília, DF: [s.n.], 1982. 219 p.
(Manuais; v.17).
Coordenadoria de assitência técnica integral. Manual técnico das culturas: tomo I. 2 ed. Campinas-SP:
CATI, 1999. 578 p. (Manual; 8).
Fundamentos para a cultura do arroz irrigado. Campinas-SP: Fundação Cargill, 1999. 317 p.
Complementar
Revista Informe Agropecuário
www.ibge.gov.br
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/
Processamento de Alimentos I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
0
Processamento de Alimentos I
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
7
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Alimentos. Alteração de Alimentos. Conservação de Alimentos. Composição do leite. Propriedades físico
químicos do leite. Obtenção higiênica do leite. Tratamento térmico do leite. Produtos derivados do leite
Carne. Abate de animais. Propriedades da carne fresca. Produtos derivados da carne.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Alimentos: definição de alimentos, funções dos alimentos, definição de tecnologia de alimentos.
Alterações de Alimentos: classificação dos alimentos segundo a resistência aos processos de alterações
causas de alterações, alterações favorecida por condições do alimento, alterações por enzimas, po
agentes físicos e por microrganismos.
Conservação de alimentos: processos auxiliares, objetivo da conservação de alimentos e métodos d
conservação de alimentos - conservação pelo calor, pelo frio, pelo açúcar, por fermentações, por aditivos
pelo controle de umidade, pelo sal, por defumação e métodos mistos.
Composição do leite: considerações sobre os componentes principais do leite, leite colostro e
composição de leite de animais não bovinos.
Propriedades físico-química do leite: acidez, densidade, teor de gordura e matéria seca (análises d
rotina de leite).
Obtenção Higiênica do leite: Cuidados na ordenha, cuidados com leite ordenhado e resfriamento do leite
Tratamento térmico do leite: pasteurização e esterilização.
Produtos derivados do leite: Processamento de queijo, doce de leite e iogurte.
Carne: Definições, composição química e valor nutritivo.
Processos de abate de aves, suínos e bovinos.
Propriedades da carne fresca: capacidade de retenção de água, cor e textura/maciez.
Processamento de lingüiças, bacon e apresuntados.
METODOLOGIA DE ENSINO
Método de Aula Expositiva, Método de Palestras, Resumo de Leitura (apontamentos) e Filmes
Educativos ou Videotapes.
RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas expositivas utilizando: quadro e giz, retroprojetor e transparências, datas show.
Aulas nas agroindústrias de processamento de carnes e processamento de leite.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, grupos de discussão d
temas relevantes;
Provas teóricas;Provas práticas com desenvolvimento de trabalhos práticos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 1a ed, São Paulo. Editora Nobel, 2002.
EVANGELISTA, E. Tecnologia de alimentos. 2a ed, São Paulo. Editora ATHENEU.
BARUFFALDI, R; OLIVEIRA, N. Fundamentos da Tecnologia de Alimentos. , São Paulo. Editor
ATHENEU, 2004.
BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite. 1a ed, São Paulo. Editora NOBEL, 1987.
PARDI, M. C. et al. Ciência, higiene e tecnologia da carne. Vol 1 e 2 Goiânia. Editora Universidad
Federal de Goiás, 1995.
Complementar
COELHO, D. T.; ROCHA, J. A. A. Práticas de Processamento de Produtos de Origem Animal.
Cadernos Didáticos. 2 ed. Viçosa: UFV, 2000.
Orientação de TCCII
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Orientação de TCCII
Carga Horária
Prática
0
Semestre:
7º
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Elaboração e execução de um projeto visando a produção de uma monografia com temas científico
relacionados aos conteúdos do curso, com a produção de um trabalho final para integração do
conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Critérios de amostragem aplicados ao desenvolvimento do trabalho
Elementos componentes para cada tipo de modalidade
Tema
Problema
Justificativa
Objetivos
A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão )
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e
debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou
totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho
parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o
orientador.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo:
Atlas, 1996.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa.
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Complementar
Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002.
Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos
HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977.
Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983.
Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses
OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Zootecnia I (Aves e suínos)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Zootecnia I (Aves e suínos)
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
7º
Carga Horária
Total
60
EMENTA
AVICULTURA: Introdução à Avicultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da
alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Comercialização.
SUINOCULTURA: Introdução à suinocultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução
da alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Manejo do
dejetos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
I- Introdução a avicultura
Desenvolvimento da avicultura nacional
Importância social e econômica da avicultura.
Panorama mundial da produção de frangos de corte e poedeiras
Melhoramento genético:
Raças e linhagens mais usadas no Brasil
Instalações adequadas à bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os
animais. Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente.
Manejo e alimentação de frangos de corte.
Manejo e alimentação de poedeiras
Conceitos de controle sanitário
Comercialização
II- Introdução a suinocultura
Desenvolvimento da suinocultura nacional
Importância social e econômica da suinocultura.
Panorama mundial da produção de suínos
Melhoramento genético de suínos:
- Raças e linhagens mais usadas
Instalações, Bioclimatologia e bem estar animal: fatores climáticos que atuam sobre os animais.
Adaptações anatomofisiológicas dos animais ao meio ambiente.
Manejo de criação
Manejo reprodutivo
Biosseguridade e controle sanitário
Manejo de dejetos
Comercialização
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas
RECURSOS DIDÁTICOS
Biblioteca, quadro negro, giz, retroprojetor, videos e multimídia.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Aspectos a serem avaliados: Assiduidade e pontualidade; iniciativa e interesse; conhecimento do
conteúdos abordados; participação nas aulas. A avaliação acontecerá sob a forma de instrumentos que
verificarão o desenvolvimento de competências através das atividades práticas, elaboração de relatórios
trabalhos de pesquisa individual e/ou em grupos, discussões em seminários, provas.
Avicultura: 50 pontos ( Prova 1: 20 pontos Estudos dirigidos: 20 pontos Trabalho: 10 pontos)
Suinocultura: 50 pontos (Prova 1: 20 pontos Estudos dirigidos: 20 pontos Trabalho: 10 pontos)
BIBLIOGRAFIA
Aves:
Boas Práticas de Produção de Frangos de Corte. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações >
Circulares Técnicas.
Boas Práticas de Produção de Postura Comercial. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações >
Circulares Técnicas.
Como e Porque Vacinar Matrizes, Frangos e Poedeiras. www.cnpsa.embrapa.br – Publicações >
Circulares Técnicas.
FISCHER, G., VARGAS, G.A., ANCIUTI, M.A., BORDIN, R.A., RUTZ, F. Necropsia de aves. Ed. Gráfica
UFPel. 2006.
MACARI, M., FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia Aviária, aplicada a frangos de corte. FACTA.
Ed. FUNEP. Campinas, 2002
MACARI, M., MENDES, A.A. Manejo de matrizes de corte. FACTA. Prol Editora Gráfica.
Campinas, 2005.
Manual de criação de Aves coloniais: Matrizes, poedeiras e frangos de corte – Linhagens
EMBRAPA 041 e 051. Disponíveis em www.cnpsa.embrapa.br – Publicações gratuitas.
Manual de criação de Aves de corte: matrizes e frangos. Disponíveis em ww.aviagen.com.br –produtos.
Manual de criação de Aves de postura e de corte. Disponíveis em www.granjaplanalto.com.br –produtos.
MENDES, A.A., NÄÄS, I.A., MACARI, M. Produção de Frangos de corte. FACTA. OESP Gráfica S/A.
Campinas/SP. 2004.
MORENG, R.E., AVENS, J.S. Ciência e Produção de Aves. Ed. Roca. 1990.
RIVERA, E.A.B., AMARAL, M.H., NASCIMENTO, V.P. Ética e Bioética. Ed. Gráfica UFG. Goiânia 2006.
SALES, M.N.G. Criação de galinhas em sistemas Agroecológicos. Ed. INCAPER. 2005
SOUZA-SOARES, LEONOR ALMEIDA, SIEWERDT, FRANK (organizadores). Aves e Ovos. Ed. E
Gráfica UFPel. 2005.
Suínos:
BARCELLOS, D., SOBESTIANSKY, J. Atlas de doenças. Goiânia:Art3, 2003, 207p.
BERTOLIN, A. Suinocultura. Curitiba, Lítero-Técnica, 1992. 302 p.
BONETT, L.P., MONTICELLI, C.J. Suínos: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília:EmbrapaSPI; Concórdia, 1997, 243p. (Coleção 500 perguntas 500 respostas).
BORTOLOZZO, F.P., WENTZ, I., BENNEMANN, P.E., BERNARDI, M.L., WOLLMANN, E.B., FERREIRA,
F.M. BORCHART NETO, G. Inseminação artificial na suinocultura tecnificada. Porto Alegre:Palllotti 2005,
185p.
BORTOLOZZO, F.P., WENTZ, I., BERNARDI, M.L., AMARAL FILHA, W.S. MELLAGI, A.P.G., FURTADO,
C.S.D. A Fêmea suína de reposição. Porto Alegre:Palllotti 2006, 128p.
CAVALCANTI, S.S. Suinocultura dinâmica. FEP-MVZ Editora. 1998. 494p.
EMBRAPA. Curso de Suinocultura. Concórdia, SC:Embrapa-CNPSA, 1997. 127p.
LIMA, J.A.F. Suinocultura. Lavras-MG, ESAL/FAEP, 1991. 161 p.
OLIVEIRA, P.A.V. de, LIMA, G.J.M.M. de, FÁVERO, J.A., et al. Suinocultura - noções básicas. Concórdia
SC:Embrapa-CNPSA, 1993. 37p. (EMBRAPA-CNPSA,. Documentos, 31).
SOBESTIANSK, J, BARCELLOS, D., MORES, N., CARVALHO, L.F., OLIVEIRA, S. de, Clínica e
Patologia Suína. Goiânia:Art3, 2001. 464p.
SOBESTIANSK, J., WENTZ, I., SILVEIRA, P.R.S., SESTI, L.A. Suinocultura intensiva:produção, manejo e
saúde do rebanho. Brasília:Embrapa-SPI; Concórdia:Embrapa-CNPSA, 1998.388p.
UPNMOOR, I. Produção de suínos - 1. Da concepção ao desmame; 2. Período de creche; 3.
Crescimento, terminação e abate; 4. A matriz. Guaíba-RS:Agropecuária (Coleção de quatro livros). 2000.
PERIÓDICOS
Poultry Science, The Journal of Applied Poultry Science, Revista Brasileira de Ciência Avícola, Revista
Brasileira de Zootecnia e World's Poultry Science Journal.
Industria porcina, Suinocultura industrial, Journal of nutrition, Porkworld Pig international, Journal of
animal science, Pig news e Suíno & Cia
SITES RECOMENDADOS
www.avisite.com.br, www.aviculturaindustrial.com.br ,www.uba.org.br,
www.abef.com.br,www.poultryscience.orgwww.porkworld.com.br, www.suinoculturaindustrial.com.br,
www.abcs.com.br, www.acsurs.com.br, www.sossuinos.ezdir.net, www.pigplus.com, www.suino.com,
www.cnpsa.embrapa.br, www.fnp.com.br, www.pigsite.com,
Cafeicultura e Cana de Açúcar
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Cafeicultura e Cana de Açúcar
Carga Horária
Teórica
40
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
8º
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Importância econômica e social da cultura; origem e evolução, melhoramento genético, cultivares
fisiologia da planta; produção de mudas, clima, solo, implantação da lavoura ; manejo da lavoura
calagem e adubação; controle fitossanitário; colheita, pós colheita e qualidade.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Café e cana de açúcar:

Classificação botânica e descrição da planta;

Origem e histórico;

Importância econômica e social;

A cultura no mundo e no Brasil;

Melhoramento genético;

Principais espécies e cultivares;

Fisiologia;

Produção de Mudas; multiplicação vegetativa;

Clima e solo;

Implantação da lavoura;

Manejo e condução da lavoura;

Calagem, gessagem, adubação e nutrição mineral;

Manejo fitossanitário (pragas, doenças e plantas daninhas);

Colheita, pós colheita e qualidade do café.
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas em salas de aula e aulas no campo (práticas);

RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro (lousa), retroprojetor; projetor de slides e data show;

Viveiros de mudas, destilarias/ou usina (produtor), lavouras do IFMG-Campus Bambuí.

PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliações escritas, trabalhos práticos (coleção);
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Básica
Cana de açúcar
PARANHOS, S,B. Cana de açúcar: cultivo e utilização. Campinas, 1987. 430p.
ORLANDO FILHO, J. Adubação e nutrição da cana de açúcar no Brasil. Piracicaba, Planalsucar, 1983.
368p.
CASAGRANDE, A.J. Tópicos de morfologia e fisiologia da cana de açúcar. Jaboticabal, FUNEP, 1991
157p.
ANDRADE, L.A.B.; CARDOSO, M.B. Cultura da cana de açúcar. Lavras: UFLA/FAEPE, 2004. 45p.
Café
MATIELLO, J.B.; SANTINATO, R.; GRACIA, A.W.R.; ALMEIDA, S.R.; FERNANDES, D.R. Cultura de Café
no Brasil.MAPA/PROCAFÉ. Rio de Janeiro. 2010. 542p.;
COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendação para o uso
de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa, 1999, 359p.
Bibliografia Complementar
Pesquisa Agropecuária Brasileira. Brasília: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA.
Mensal.;
Revista da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas, Campinas, SP:
Ciência Rural, Santa Maria, RS: Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Ciências Rurais;
Revista Informe Agropecuário – EPAMIG, MG.
Revista Ciência e Agrotecnologia – UFLA; Lavras
Elaboração de Projetos Agropecuários
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Elaboração de Projetos Agropecuários Semestre:
Carga Horária
Teórica
0
Carga Horária
Prática
20
8
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Planejamento; Conceito e importância de projeto; Elaboração de projetos agropecuários; Etapas d
elaboração de projetos agropecuários.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade I
1. Planejamento
- Conceito e importância do planejamento nas empresas rurais;
- Planejamento estratégico
Unidade II
1. Elaboração de Projetos
- Conceito e importância de projetos para as empresas rurais
- Principais características que devem ser consideradas na elaboração de projetos
- Elaboração de projetos como ferramenta de tomada de decisão
Unidade III
2. Etapas de elaboração de projetos agropecuários
- Projeto de investimento como plano estratégico
- Projeto como ferramenta de busca de financiamento
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas;

Elaboração e apresentação de trabalhos
RECURSOS DIDÁTICOS

Quadro e giz;

Retroprojetor;

Data Show
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

Prova: 30%

Etapas de elaboração de projetos: 10%

Projeto Agropecuário: 30%

Projeto final (financiamento): 30%
BIBLIOGRAFIA
Básica
HOFFMANN, et.al. Administração da Empresa Agrícola. 2ª ed. Pioneira. São Paulo, 1979.
NORONHA, J.F. (1987). Projetos Agropecuários: Orçamentos Administração Financeira e viabilidade
Econômica. Atlas.São Paulo. SP.
Complementar
CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. Teoria Geral da Administração (TGA). 6. ed. Rio de
Janeiro. Editora Campus, 2001.
SOUZA, R.; GUIMARÃES, J. M. P.; MORAIS, V. A.; ANDRADE, J.G. A administração da fazenda
(Coleção do agricultor, Economia). São Paulo. Ed. Globo, 1992.
Fruticultura II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Fruticultura II
Semestre:
8
Carga Horária
Teórica
Carga Horária
Prática
Carga Horária
Total
40
40
80
EMENTA
Fruticultura Tropical, Subtropical e Temperada. Cultura da Banana. Cultura do Abacaxi. Cultura d
Laranja. Cultura do Figo. Cultura da Uva.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Introdução à Fruticultura Tropical, Subtropical e Temperada. Principais fruteiras de cada clima.
- Cultura da Banana: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de
plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita.
- Cultura do Abacaxi: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de
plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita.
- Cultura da Laranja: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento d
plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita.
- Cultura do Figo: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento d
plantio, implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita.
- Cultura da Uva: Aspectos gerais da cultura, variedades, clima para a produção, planejamento de plantio
implantação da lavoura, principais tratos culturais, colheita e pós-colheita.
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Os alunos serão avaliados por meio de:
* Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre;
* Testes ao final da aula;
* Redação e apresentação de um projeto para produção de fruteiras;
BIBLIOGRAFIA
Básica
DONADIO, L. C.; MARTINS, A. B. G.; VALENTE, J. P. Fruticultura Tropical. FUNEP. 1992. 268 p.
GOMES, P. Fruticultura Brasileira. Editora Nobel. 13º Edição. São Paulo. 446 p. 2007.
KOLLER, O. C. Citricultura: Laranja – Tecnologia de produção, pós-colheita, industrialização e
comercialização. Editora Cinco Continentes. 396 p. 2006.
SILVA, C. R. R. Fruticultura Tropical. Texto Acadêmico. Editora UFLA. 178 p. 2001.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998, 760p.
Complementar
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, v. 10, 920 p. 2002.
SOUZA, P. E.; DUTRA, M. R. Fungicidas no controle e manejo de doenças de plantas. Editora UFLA. 174
p. 2003.
INFORME AGROPECUÁRIO. Citricultura, v. 22, n. 209, mar/abr. 2001.
INFORME AGROPECUÁRIO. Viticultura, Ano 10 nº 117. Set. 1984.
Periódicos
- Revista Brasileira de Fruticultura
- Pesquisa Agropecuária Brasileira
- Informe Agropecuário
Sites
www.iac.sp.gov.br
www.ceasaminas.br
www.ceagesp.gov.br
www.todafruta.com.br
Olericultura II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Olericultura II
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
8°
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Caracterização agronômica e Técnicas de Produção, armazenamento e comercialização de plantas da
principais famílias: Solanaceae, Aliaceae, Apiaceae, Brassicaceae, Asteraceae, Fabaceae
Convolvulaceae, Chenopodiaceae, Cucurbitaceae, Rosaceae, Malvaceae, Liliaceae.
CONTEUDO PROGRAMÁTICO
1. Solanaceae: Batata, tomate e pimentão
1. Aliaceae: Alho e Cebola
2. Brassicaceae: Couve, Couve-flor, Repolho e Couve-brócoles
3. Asteraceae: Alface e outras folhosas
4. Apiaceae: Cenoura e mandioquinha-salsa
5. Cucurbitaceae: Pepino, Melancia, Melão, Abóboras e Morangas.
6. Quenopodiaceae: Beterraba
7. Rosaceae: Morango
8. Hortaliças diversas de interesse econômico e Hortaliças não convencionais
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
Visitas técnicas.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistema de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, participação individual em
aulas teóricas e práticas. Detalhamento do sistema de avaliação: 2 avaliações descritivas no valor de 35
pontos cada, trabalho teórico em grupo no valor de 10 pontos e planejamento e implantação de um
projeto
No valor de 20 pontos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
ALVARENGA, M.A.R. Tomate: Produção em campo, em casa-de-vegetação e em hidroponia. Lavras
Editora UFLA, 2004. 400 p.
FERREIRA, M.E.; CASTELLANE, P.D.; CRUZ, M.C.P.(eds.) Nutrição e adubação de hortaliças.
Piracicaba, POTAFÓS. 1993. 480p.
FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura- Agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. 2a edição. Viçosa, UFV. 2003. 412p.
Complementar
CASTELLANE, P.D.; NICOLOSI, W.M.; HASEGAWA, M. Produção de sementes de hortaliças.
Jaboticabal, FCAV/FUNEP. 1990. 161p.
CHITARRA, M.I.F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio.
Lavras: ESAL/FAEPE, 1990. 293 p.
COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendações para o
uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais - 5ª Aproximação. Viçosa, MG, 1999. 359p.
FILGUEIRA, F.A.R. Solanáceas - Agrotecnologia Moderna na Produção de Tomate, Batata,
Pimentão, Berinjela e Jiló. Lavras: Editora UFLA, 2003.331 p.
INFORME AGROPECUÁRIO. Cultura da Cebola. Belo Horizonte. EPAMIG, v.23, n. 218, 2002. 104 p.
INFORME AGROPECUÁRIO. Doenças de Hortaliças 2. Belo Horizonte, EPAMIG, v.17. n. 183, 1995.
80p.
INFORME AGROPECUÁRIO. Tomate para Mesa. Belo Horizonte, EPAMIG, v. 24, n. 219, 2003. 136 p.
LOPES, C. A. ; BUSO, J.A, Edit. Cultivo da Batata (Solanum tuberosum L). Instruções Técnicas da
EMBRAPA, Brasília, 1997. 35 p.
SOUZA, R. J. ; PASQUAL, M.; MACHADO, A Q.; GONÇALVES, L. D. Cultura do alho. Lavras: Ed.
UFLA, 2002. 90 p.
SOUZA, J. R.; MACHADO, A Q.; GONÇALVES, L. D.; YURI, J. E.; MOTA, J. H.; RESENDE, G. M.
Cultura da Cenoura. Lavras: Ed. UFLA, 2002. 68 p.
SOUZA, R. J; RESENDE, G. M. Cultura da Cebola. Lavras: Ed. UFLA, 2002. 112 p.
Processamento de Alimentos II
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
0
Processamento de Alimentos II
Carga Horária
Prática
40
Semestre:
8º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Matérias - Primas de origem vegetal. Fisiologia e manuseio. Pós – colheita de frutas e hortaliças
Alterações em vegetais e métodos de conservação. Açúcar. Álcool. Análise sensorial de alimentos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Matérias - Primas de origem vegetal: frutos e hortaliças, definição e classificação e composição química.
Fisiologia e manuseio: ciclo vital de frutos: crescimento, maturação, amadurecimento, senescência
morte celular. Atividade respiratória: frutos climatérios e não climatérios.
Pós – colheita de frutos e hortaliças: perdas pós - colheitas, avaliação das perdas e tipos de perdas
Qualidade pós - colheita: aparência, textura, “flavor” (sabor e aroma) e rendimento da matéria prima.
Principais alterações em vegetais e métodos de conservação.
Açúcar – Fluxograma, matéria-prima, recepção e condução da cana, purificação do caldo, evaporação d
água do caldo, cozimento do xarope, cristalização, secagem, classificação, acondicionamento
armazenamento.
Álcool – Fluxograma, matéria-prima, salas e dornas de fermentação, preparo dos mostos, agentes da
fermentação alcoólica, fermentação alcoólica do mosto, destilação, retificação e desidratação.
Processamento de doces, geléias, polpas, desidratados, álcool e açúcar mascavo.
Análise sensorial de alimentos: Definições e aplicações, o papel da análise sensorial, métodos sensoriai
– métodos afetivos. Reconhecimento de gostos primários.
METODOLOGIA DE ENSINO
Método de Aula Expositiva, Método de Palestras, Resumo de Leitura (apontamentos) e Filmes
Educativos ou Videotapes.
RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas expositivas utilizando: quadro e giz, retroprojetor e transparências, datas show.
Aulas na agroindústria de processamento de processamento de frutos.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistemas de avaliação por meio de provas individuais, trabalhos em grupo, grupos de discussão d
temas relevantes;
Provas teóricas; Provas práticas com desenvolvimento de trabalhos práticos.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A. B. Pós – Colheita de Frutos e Hortaliças Fisiologia e Manuseio. 2
ed. Editora: UFLA, 2005.
LIMA DELGADO, A. A. Tecnologia dos Produtos Agropecuários. Tecnologia do Açúcar e das
Fermentações Industriais. Departamento de Tecnologia Rural. ESALQ/USP, 1975.
LIMA, U. A. Biotecnologia Industrial. São Paulo: Edgard Blucher, v. 4, 2001.
MARQUES, M. O. Tecnologia do açúcar. Produção e Industrialização da cana-de-açúcar. 1ª Ed.
Jaboticabal-SP, Funep, 2001.170p.
MINIM, V. P. R. Análise Sensorial – Estudos com Consumidores. Viçosa: Ed. UFV, 2006
Complementar
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 1a ed, São Paulo. Editora Nobel, 2002.
Receituário agronômico e tecnologia de aplicação de defensivos
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Receituário agronômico e tecnologia de Semestre: 8º
aplicação de defensivos
Carga Horária
Teórica
20
Carga Horária
Prática
0
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Receituário agronômico: o que é, legislação, procedimentos para elaboração e modelos. Tecnologia de
aplicação: conceituação; roteiro para uma boa aplicação; componentes e escolha do equipamento; tipo
e cuidados na aplicação; avaliação das pulverizações; cuidados antes, durante e após a aplicação; us
de EPI. Descarte de embalagens.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Unidade 1. Introdução –
1.5. Conteúdo geral da disciplina
1.6. Metodologia de ensino
1.7. Sistema de avaliação
1.8. Bibliografia básica
Unidade 2. Receituário agronômico.
2.1. Definição, competência legal e profissional e objetivos
2.2. Legislação
2.3. Procedimentos para elaboração
2.4. Modelos
Unidade 3. Tecnologia de aplicação
3.1. Conceituação; roteiro para uma boa aplicação
3.2. Componentes (filtros, barra e pontas) e escolha do equipamento (costal e tratorizado
manual, motorizado e turbo)
3.3. Tipos de aplicação (terrestre e aérea, calibração)
3.4. Avaliação das pulverizações (faixa de deposição, metodologias empregadas)
3.5. Cuidados antes, durante e após a aplicação; tríplice lavagem
3.6. Segurança do aplicador (formas de exposição direta e indireta, risco, sinais, sintomas
primeiros socorros, informações de rótulo das embalagens, período de carência)
3.7. Uso de EPI
3.8. Cuidados com o ambiente
3.9. Armazenamento de agrotóxicos
3.10. Destinação de embalagens
METODOLOGIA DE ENSINO
Aula expositiva dialogada, aula de campo, trabalho individual, trabalho em grupo.
RECURSOS DIDÁTICOS
Aulas teóricas expositivas com uso de quadro negro, datashow, retroprojetor e demonstração de materia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Provas individuais e trabalhos escritos.
BIBLIOGRAFIA
Básica:
Gallo, D.; Nakano, O.; Silveira Neto, S.; Carvalho, R.P.L.; Baptista, G.C.; Berti Filho, E.; Parra, J.R.P.;
Zucchi, R.A.; Alves, S.B.; Vendramim, J.D.; Marchini, L.C; Lopes, J.R.S.; Omoto, C. 2002. Entomologia
Agrícola. Piracicaba, Fealq, 920p.
- Compêndio de defensivos agrícolas. 2003. 6ª edição, São Paulo, SP, Ed. Andrei, 302 p.
- Vernalha, M.M. et al. 1977. Toxicologia dos inseticidas. Paraná, UFPR, v.5, 86 p.
Complementar:
- Silva Júnior, D.F. Legislações Estaduais – agrotóxicos e afins. Piracicaba, Fealq, 2006. 408 p.
- Moraes, J.C. Receituário Agronômico. Em: www. den.ufla.br/Professores/Jair/ApostilaRA_Sanexos
PDF.
- Associação Nacional de Defesa Vegetal. Manuais de aplicação e proteção do aplicador. Em
www.andef.com.br/manuais.
- Ministério da Agricultura
principal_agrofit_cons.
-
Sistema
AGROFIT.
Em:
agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons
Sociologia e Extensão Rural
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Sociologia e Extensão Rural
Semestre:
Carga Horária
Prática
-
8º
Carga Horária
Total
40
EMENTA
O meio rural e sua caracterização sociológica; Mudanças sociais no meio rural brasileiro; Educação
comunitária e economia popular; Comunicação X extensão rural; Trabalho voltado para grupos
Assistência técnica e extensão rural; Orientações técnicas no campo; A extensão rural em Minas Gerais.
CONTEUDO PROGRAMATICO
1. O objeto da sociologia rural
1. As bases geográficas da sociologia rural
2. Classes sociais e meio rural
3. A sociologia rural diante das instituições em mudança
4. Revoluções sociais no campo
5. Anotações sobre capitalismo agrário e mudança social no Brasil
6. Populações rurais brasileiras
7. Relações de produção e proletariado rural
8. Do rural ao urbano no Brasil
9. O sentido do associativismo empresarial no Brasil agrário
10. O papel da educação escolar e da assistência técnica
11. Educação popular comunitária
12. Economia de solidariedade e organização popular
13. Origem e desenvolvimento da extensão rural
14. Prática profissional como intervenção
15. Intervenção na concepção participativa
16. A extensão rural em Minas Gerais
17. O futuro da extensão rural
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro, giz, data show, DVD e televisão
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação formal = 8,0
Relatórios = 0,5
Apresentação de seminário = 1,5
BIBLIOGRAFIA
Básica
CAMPOS, Glênio Wilson de; ALMEIDA, Alecsandra de. Extensão rural: dos livros que a gente lê à
realidade que ninguém vê. Taubaté, SP: Cabral, 2006. 121 p. ISBN 8589550788.
COELHO, France Maria Gontijo. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e métodos.
Viçosa, MG: UFV, 2005. 139 p. ISBN 8572692266 (broch.).
GADOTTI, Moacir; GUTIÉRREZ, Francisco. Educação comunitária e economia popular. São Paulo,
SP: Cortez, 1993. 120 p. (Coleção questões da nossa época; v.25). ISBN 852490500X.
RIBEIRO, José Paulo. A saga da extensão rural em Minas Gerais. São Paulo, SP: Annablume, 2000.
270 p. , il. ISBN 8574191140.
SZMRECSÁNYI, Tamás (Org.); QUEDA, Oriowaldo. Vida rural e mudança social. 2. ed. São Paulo, SP
Nacional, 1976. 256 p. (Biblioteca universitária. Série 2º. Ciências Socias; v. 46).
Complementar
BRESSAN, Valéria Gama Fully; MUNIZ, José Norberto Muniz; REZENDE, João Batista. Avaliação de
resultados da extensão rural pública no Estado de Minas Gerais. REVISTA CERES, Viçosa, MG:
Universidade Federal de Viçosa, v.56, n.03, p. 241-248, maio/jun. 2009.
Freire, Paulo. Extensão ou comunicação?. 10. ed. Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra, 1988. 93 p. (O
mundo hoje; 24).
PINARE, Angel Gabriel Vivallo. Pequenos agricultores: métodos de pesquisa em sistemas sócioeconômicos. Angel Gabriel Vivallo Pinare. Petrolina, PE: Embrapa, 1984. v. 1. 231 p.
PITOMBO, Luiz H. Universidade, extensão e cooperativa: produtores ganham com isso. Balde Branco,
São Paulo, SP: Cooperativa Central de Laticínios do Estado de São Paulo, v.46, n.551, p. 28-30, set.
2010.
SILVA, Ana Paula da ; OLIVEIRA, Julieta Teresa Aier de . O modelo cooperativo de extensão dos
Estados Unidos: contribuições possíveis para o Brasil. REVISTA CERES, Viçosa, MG: Universidade
Federal de Viçosa, v.57, n.03, p. 297-306, maio/jun. 2010.
Soja, feijão e Algodão
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Soja, feijão e Algodão
Semestre:
Carga Horária
Prática
40
8°
Carga Horária
Total
80
EMENTA
Estudo das culturas: Soja ,Feijão e Algodão. Descrição Botânica. Importância Econômica e Socia
Zoneamento agrícola. Implantação da cultura: tipos de solo e clima, cultivares, preparo do solo, nutrição
e adubação, tratos culturais. Controle de pragas e doenças. Controle de plantas daninhas. Colheita
processamento, armazenamento e comercialização.
CONTEUDO PROGRAMATICO



Sistema de produção da cultura da soja;
Sistema de produção da cultura do feijão;
Sistema de produção da cultura do algodão;
METODOLOGIA DE ENSINO


Aulas problematizadoras a partir de referenciais teóricos;
Estudo de casos de artigos publicados em jornais e revistas especializadas;
RECURSOS DIDÁTICOS
 Aulas teóricas expositivas em sala, utilizando quadro negro, retroprojetor e data-show;
 Aulas práticas nas unidades de produção (agricultura, viveiro, zootecnia);
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
 Avaliações: 03 avaliações de 30 pontos cada;
 Apresentação seminário: Novas tecnologia de produção das culturas da soja, feijão e algodão, n
valor de 10 pontos
BIBLIOGRAFIA
Básica
Gomes, Pimentel. A soja. 5 ed. São Paulo: Nobel, 1988. 152 p.
ABRAHÃO, Jairo Teixeira Mendes; D'ARCE, Marisa Aparecida B Regitano; FONSECA, Homero. Algodão
produção, pré-processamento e transformação agroindustrial. São Paulo: Fealq, [19--?]. 96 p.
Coordenadoria de assitência técnica integral. Manual técnico das culturas: tomo I. 2 ed. Campinas-SP:
CATI, 1999. 578 p. (Manual; 8).
Trabalho de Conclusão de Curso
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga Horária
Prática
0
Semestre:
8
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Apresentação de um trabalho de conclusão de curso na forma escrita e oral, utilizando linguagem
científica embasados nos temas trabalhados nas disciplinas de TCC 1 , 2, e 3 e extra-classe com o
auxilio de um orientador. As três disciplinas (TCC I, II, II) darão suporte para a elaboração e apresentaçã
escrita e oral da monografia.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Elementos componentes para cada tipo de modalidade
Metodologias para apresentação de trabalho oral
Aspectos relevantes na apresentação do trabalho escrito
Revisão sobre elementos da Metodologia Cientifica (citações de referencias, elementos pré-textuais, e
pos textuais) e aspectos da estética das apresentações.
A dissertação ( introdução, desenvolvimento e conclusão )
A banca
Apresentação do TCC
A defesa propriamente dita ( regulamentação e cronograma)
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas/ interativas (com dinâmica de grupo) relativas ao tema; estudos dirigidos, discussões e
debates, apresentação oral realizadas pelos estudantes (seminários) do trabalho parcialmente ou
totalmente desenvolvido e posterior discussão sobre pontos que colaborarão para o sucesso do trabalho
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro de giz, retroprojetor, e projetor multimídia
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Trabalhos pertinentes ao conteúdo, discussões e debates, apresentação oral (seminários) do trabalho
parcialmente ou totalmente desenvolvido.Relatórios provenientes dos encontros realizados com o
orientador.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Como gerenciar projetos com eficácia. LEWIS, James P. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Projetos: planejamento, elaboração e análise. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. 1ª edição. São Paulo: Atlas
1996.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa.
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Complementar
Elaboração de projetos agropecuários. ECHEVARRIA, Boaventura. São Paulo: Veras, 1981.
Gerência participativa: Como obter a cooperação espontânea da equipe e desburocratizar a empresa
MATOS, F.G. Rio de janeiro: Biblioteca do Exército. 1980.
Metodologia Científica. CERVO, Amado Luiz. 5ª edição. São Paulo: Pretence Hall, 2002.
Planejamento e projetos: uma introdução às técnicas de planejamento e elaboração de projetos
HOLANDA, Nilson. 3. ed. Rio de Janeiro: Apec, 1977.
Planejamento e projetos. HOLANDA, Nilson. 12ª edição. Ceará: Universidade Federal do Ceará, 1983.
Tratado de Metodologia Científica: projeto de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses
OLIVEIRA, Silvio Luiz. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Zootecnia II (Bovinos)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Zootecnia II (Bovinos)
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
8°
Carga Horária
Total
60
EMENTA
Utilizar alimentos de boa qualidade para os bovinos.
Auxiliar no planejamento dos programas de reprodução direcionada e de biosseguridade, vistoriando
melhorando a suas eficácias.
Preparar a produção observando a relação custo:benefício.
Divulgar produtos em eventos agropecuários.
Discutir e analisar diferentes sistemas de produção leiteira e produção de corte.
Planejar e executar projetos na atividade leiteira e atividade de corte
Reconhecer e prevenir os principais problemas sanitários do rebanho.
Produzir leite com qualidade, livre de resíduos.
Produzir Carne com qualidade, livre de resíduos.
Estabilizar o rebanho conservando e melhorando os índices técnicos e zootécnicos.
CONTEUDO PROGRAMATICO
INTRODUÇÃO:
Apresentação do Professor (a) e alunos (as)
Apresentação do plano de curso
Metodologia do ensino-aprendizagem e avaliação
A disciplina no currículo e integração com outras disciplinas
A disciplina de formação do profissional e da pessoa
PANORAMA DA PECUÁRIA LEITEIRA
Produção e produtividade de leite no mundo, Brasil e Minas Gerais.
Mercado do leite no Brasil e no Mundo.
RAÇAS E CRUZAMENTOS
Raças e tipos raciais utilizados na bovinocultura leiteira
Cruzamentos e o conceito da heterose
O gado mestiço Brasileiro
Cruzamento de raças européias com animais zebuínos.
O animal PC, PO, PCOD, PCOC e GHB
Exigências para um animal PC se transformar em PO
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE
Tipos e escolhas de sistemas (extensivo, semi - intensivo e intensivo)
Potencialidade do pastejo rotacionado.
O confinamento total.
Opções de instalações para confinamento (loose housing, free-stall, tie-stal).
CARACTERÍSTICAS DO EXTERIOR DA VACA LEITEIRA
Aspectos morfológicos
PRINCÍPIOS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA DA GLÂNDULA MAMÁRIA
Conceitos básicos em anatomia da glândula mamária
Fisiologia da secreção e ejeção do leite
O ciclo lactacional
A persistência do pico da lactação
A condição corporal da vaca leiteira
CONTROLE E QUALIDADE DO LEITE
Impacto econômico da mastite
Principais patógenos causadores de mastite
Controle da mastite
Monitoramento de qualidade do leite e saúde da glândula mamária
Contagem de células somáticas
CRIAÇÃO DE BEZERROS E NOVILHAS EM BOVINOCULTURA LEITEIRA
Cuidados sanitários com o bezerro recém nascido
Fornecimento e qualidade de colostro
Aleitamento artificial em bezerros
Parâmetros de desmame
PANORAMA DA PECUÁRIA DE CORTE
Produção e produtividade de carne bovina no mundo, Brasil e Minas Gerais.
Mercado de carne bovina no Brasil e no Mundo.
RAÇAS E CRUZAMENTOS
Raças e tipos raciais utilizados na bovinocultura de corte
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE BOVINOS DE CORTE
Tipos e escolhas de sistemas (extensivo, semi - intensivo e intensivo)
O confinamento total.
CARACTERÍSTICAS DO EXTERIOR DOS ANIMAIS DE CORTE
Aspectos morfológicos
CRIAÇÃO DE BEZERROS E NOVILHAS EM BOVINOCULTURA DE CORTE
Cuidados sanitários com o bezerro recém nascido
Fornecimento e qualidade de colostro
Parâmetros de desmame
CONTROLE E QUALIDADE DA CARNE
Parâmetros de avaliação visual
O que seria qualidade de carne?
ASPECTOS REPRODUTIVOS DA BOVINOCULTURA:
Fisiologia e anatomia reprodutiva
Uso da IA, monta natural, IATF, TE e FIVE.
Sincronização de cio
Uso de hormônios na reprodução
Principais desordens reprodutivas.
ASPECTOS SANITÁRIOS DA CRIAÇÃO
Principais doenças (Bacterianas, virais e parasitárias).
Doenças de bezerros.
Calendário de vacinação.
GERENCIAMENTO DE REBANHO
Uso da informática na coleta de dados.
Interpretação e formação de índices.
Formação de equipes de trabalho.
Avaliação de custo de produção.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas expositivas fazendo uso dos recursos didáticos abaixo relacionados.
RECURSOS DIDÁTICOS
Utilização de recursos como quadro negro, projetor multimídia
retroprojetor e setor de produção; bovinocultura de leite.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Valor das atividades 100% cada. Atividades: Provas escritas, relatórios, exercícios, simulações, trabalho
e seminários.
BIBLIOGRAFIA
Básica
LEDIC, I. L. Gir: o grande trunfo da nossa pecuária de leite. São Paulo, SP: Peirópolis, 2000.
91 p.
BATTISTON, W. C. Gado leiteiro: manejo, alimentação e tratamento. Campinas, SP: Instituto Campineiro
de Ensino Agrícola, 1980. 404 p.
MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 7 ed. São Paulo: Nobel, 2007. 586 p.
Complementar
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens, Ed, Nobel
SISSON, S.. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Interamericana, 1981. v.1.
1134 p.
SWENSON, M.J. (Ed.) Dukes/ Fisiologia dos animais domésticos. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara,
1996. 856 p.
Informe Agropecuário
Boletins técnicos
Circulares técnicas e série documentos dos centros nacionais da EMBRAPA (CNPGL, CNPGC, CPAC)
Anais de congressos, simpósios, workshops e encontros sobre bovinocultura de leite
Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia
Revista Balde Branco
Pesquisa Agropecuária Brasileira
Revista o Girolando
Boletim da Indústria Animal
Disciplinas Optativas
Cultura de Tecidos Vegetais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas
Gerais - Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Cultura de Tecidos Vegetais
Optativa
Semestre:
Carga Horária
Teórica
Carga Horária
Prática
Carga Horária
Total
40
20
60
EMENTA
- Histórico; Panorama atual e perspectivas; Organização do laboratório; Meios nutritivos; Preparação e
composição de meios nutritivos; Explantes; Fatores ambientais; Micropropagação; Controle de
contaminantes persistentes; Cultura de ápices caulinares e recuperação de plantas livres de vírus;
Conservação in vitro de recursos genéticos; Aclimatação.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- Introdução à Cultura de Tecidos. Início do cultivo de células. Descoberta dos hormônios.
- Aplicações da cultura de tecidos no melhoramento genético de plantas.
- Aplicações da cultura de tecidos na fitopatologia.
- Organização do laboratório de cultura de tecidos de plantas.
- Meios nutritivos: preparo e principais tipos de meios.
- Cultura de ápices caulinares: introdução, princípios da técnica e principais plantas recuperadas.
- Micropropagação: definição de explantes, princípios da técnica e principais plantas micropropagadas.
Aplicação comercial.
- Contaminação In vitro: principais agentes contaminantes e meios de controle.
- Conservação in vitro de plantas: introdução, principais técnicas e aplicação na agricultura e biologia.
- Aclimatação de plantas: introdução, técnicas de aclimatação e fatores que afetam a rustificação das
mudas.
METODOLOGIA DE ENSINO
- Aulas expositivas teóricas e práticas.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Uso de grado negro com auxílio de retroprojetor e/ou recurso multimidea.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Os alunos serão avaliados por meio de:
* Avaliações: geralmente 2 avaliações ao longo do semestre;
* Testes ao final da aula;
* Redação e apresentação de um projeto de Micropropagação de espécies ameaçadas de extinção.
BIBLIOGRAFIA
Básica
CID, L. P. B. Cultivo in vitro de plantas. Embrapa. 303p. 2010.
TORRES, A.C.; CALDAS, L.S.; BUSO, J.A.(eds.) Cultura de Tecidos e Transformação Genética de
Plantas. Brasília, Embrapa/CBAB, v.1 e 2. 1998. 864p.
TRIGIANO, R.N.; GRAY, D.J. (eds.) Plant Tissue Culture. New York, CRC Press, 2000, 454p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 3º Edição.2004. Editora Artmed.719p.
Complementar
COLLIN, H.A.; EDWARDS, S. Plant Cell Culture. New York, Springer-Verlag, 1998, 157p.
DODDS, J.H.; ROBERTS, L.W. Experiments in Plant Tissue Culture. New York, Cambridge University
Press, 1995.
GAMBORG, O.L.; PHILLIPS, G.C. (eds) Plant Cell, Tissue and Organ Culture – Fundamental Methods.
Berlin, Springer, 1995.
PÉREZ PONCE, J.N. Propagación y Mejora Genética de Plantas por Biotecnología. Villa Clara, Instituto
de Biotecnología de las Plantas, 1998, 390p.
Periódicos
- Plant Cell Culture & Micropropagation
- Pesquisa Agropecuária Brasileira
- Revista Horticultura Brasileira
Inglês Técnico
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas
Gerais - Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Inglês Técnico (Optativa)
Semestre:
Carga Horária
Prática
0
Optativa
Carga Horária
Total
20
EMENTA
Fundamentos da língua inglesa para a leitura e identificação de palavras, termos e
frases orientados para a área de Agronomia. Essa disciplina trabalhará com os
textos científicos em inglês, com o objetivo de familiarizar os alunos com o
linguajar técnico e cientifico da língua inglesa.
CONTEUDO PROGRAMATICO
Estratégias de Leitura (Skimming,Scanning, Prediction, Inference)
Tempos Verbais, Pronomes, Preposições , cognatas e falsas cognatas, Vocabulário
agronômico.
METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas teóricas e práticas. Os alunos farão leituras de textos da área de agronomia
em inglês.
RECURSOS DIDÁTICOS
Apostila elaborada pelo professor e textos da área.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação se dará no dia a dia da disciplina,através da observação e
desenvolvimento pessoal dos alunos. Para atender as formalidades haverá uma
avaliação individual, sobre as técnicas de leitura trabalhadas e uma avaliação em
duplas prática. Com cada dupla traduzindo um texto da área.
BIBLIOGRAFIA
Básica
Munhoz, R. Inglês Instrumental. Estratégias de Leitura/Módulo I. São Paulo:Mundo
Novo, 2000
Complementar
Murphy, R. Essencial Grammar in Use. Gramática Básica da Língua Inglesa.
Cambridge University Press, 2000
Ensino de LIBRAS
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas
Gerais - Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
20
Ensino de LIBRAS
Carga Horária
Prática
20
Semestre:
Optativa
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Língua Brasileira de Sinais e seu conhecimento básico para aplicação na prática docente. Retrospectiva
histórica do povo surdo. Fonologia das línguas de sinais. Gramática em línguas de sinais. A educação de
surdos e questões de linguagem.
CONTEUDO PROGRAMATICO
- História da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);
- Cultura e Comunidade surdas;
- Breve retrospectiva da educação de surdos no Brasil;
- Estrutura da LIBRAS;
- Sistema de transcrição;
- O alfabeto manual e as configurações das mãos;
- A Datilologia;
- Expressões faciais e corporais, postura;
- Cumprimentos;
- Sinais relacionados aos meios de comunicação e trabalho;
- Sinais para cores e tonalidades
- Numerais (cardinais e ordinais), calendário e horário;
- Utilização de sinais para valores monetários;
- Substantivos e adjetivos;
- Tipos de frases e o tempo verbal;
- Estruturação das frases em LIBRAS:
- Advérbios de modo incorporados ao verbo;
- O intensificador (advérbio);
- Pronomes: pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos;
- Advérbios, Pronomes e expressões interrogativas;
- Advérbios comparativos e figuras de comparação;
- Dicionário básico de libras: animais, educação, família, vestimenta, casa, alimentação, informática,
profissões, transportes, diversão, tempo, natureza.
- Aula expositiva;
- Aulas práticas;
- Dinâmicas de grupo;
METODOLOGIA DE ENSINO
- Teatro;
- Projeção de filmes;
- Seminário.
RECURSOS DIDÁTICOS
- Utilização de data-show, DVD e televisão;
- Uso de retroprojetor;
- Apostilas;
- Quadro e giz.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
- Trabalhos individuais e em grupo;
- Avaliações orais e escritas.
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia básica:
1) QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. Língua de Sinais Brasileira – estudos lingüísticos. 1ª ed.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.
2) ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades Ilustradas em Sinais da LIBRAS. 1ª ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2004.
Bibliografia complementar:
1)
2)
SILVA,
Ivani
Rodrigues.
Cidadania,
Surdez
e
Linguagem
Desafios e Realidades. 1ª ed. São Paulo: Plexus Editora, 2003.
SANTANA, Ana Paula. Surdez e Linguagem: Aspectos e Implicações Neurolinguísticas. 1ª ed. São Paulo: Summus, 2007.
3) QUADROS, R.M. – Educação e Surdez: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1996.
Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas
Gerais - Campus Bambuí
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Agronomia
Ementário e Organização de Conteúdos
Componente curricular:
Carga Horária
Teórica
40
Levantamento e Avaliação de Impactos Semestre:
Ambientais
Carga Horária
Prática
0
Optativa
Carga Horária
Total
40
EMENTA
Introdução. Conceitos fundamentais. Documentos para licenciamento ambiental. Evolução das
metodologias de avaliação de impactos ambientais. Metodologias para identificação, descrição,
qualificação e quantificação de impactos ambientais. Aplicação das técnicas de avaliação de impactos
ambientais em países desenvolvidos e em desenvolvimento.
CONTEUDO PROGRAMATICO








Introdução: histórico e evolução do Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais no Brasil e
nos países desenvolvidos;
Conceitos Fundamentais para o Levantamento e Avaliação de Impactos Ambientais;
Documentos necessários para o licenciamento ambiental;
Evolução das metodologias de avaliação de impactos ambientais;
Metodologias para identificação, descrição, qualificação e quantificação de impactos ambientais;
Aplicação das técnicas de avaliação de impactos ambientais;
Estudos de caso;
Seminários
METODOLOGIA DE ENSINO




Aulas teóricas expositivas em sala de aula;
Aulas de campo e visitas técnicas;
Seminários;
Leitura de materiais complementares.
RECURSOS DIDÁTICOS
Quadro negro, retroprojetor, data-show e materiais complementares (resumos, livros)
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
Sistemas de avaliação por meio de provas individuais (teóricas), trabalhos em grupo e apresentação
de seminários.
BIBLIOGRAFIA
Básica
SANCHES, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. Oficina de Textos. São Paulo:
2008. 1ªEd.
SILVA. E.Técnicas de avaliação de impactos ambientais. CPT-Viçosa. Viçosa: 1999.
Complementar
MÜLLER. A. C. Hidrelétricas, Meio Ambiente e Desenvolvimento. Makron Books. São Paulo: 1995.
VERDUM. R. MEDEIROS. R.M. RIMA: Relatório de Impacto Ambiental – Legislação, elaboração e
resultados. Editora da Universidade. Porto Alegre. 2002.
PORTO-GONÇALVES. C.W. O desafio Ambiental. Ed Record. Rio de Janeiro. 2004
2. METODOLOGIA DE ENSINO
Os procedimentos metodológicos priorizados nos conteúdos do curso levam
em consideração, sobretudo, o princípio da unidade entre teoria e prática e a
interdependência dinâmica dos conteúdos e a sua problematização.
Para isso, as atividades do curso de Agronomia compreendem basicamente a
participação dos alunos em:
 atividades em classe proporcionando a fundamentação teórica;
 atividades práticas em laboratório e campo;
 trabalhos de pesquisa e extensão com acompanhamento docente e
relacionados às disciplinas do currículo;
 estágio extracurricular podendo ser realizado internamente nos setores
de produção da própria instituição ou em ou em outras instituições de
caráter publico ou privado de interesse do próprio acadêmico;
 estágio curricular em que o acadêmico terá oportunidade de conhecer
o mercado de trabalho e expandir os conhecimentos adquiridos
durante o curso em empresas públicas e privadas conveniadas com a
instituição;
 eventos participativos de aquisição de conhecimentos (seminários,
congressos, ciclo de palestras, oficinas, mini-curso, etc);
 produção científica a partir de projetos de pesquisa e Trabalhos de
Conclusão de Curso orientados pelos professores;
 visitas técnicas com finalidade de complementar o conhecimento
adquirido nas disciplinas e demonstrar a realidade do mercado de
trabalho;
 grupo de estudos em temas específicos da área de formação com o
objetivo de complementar e aprimorar a formação do acadêmico.
 monitorias de disciplinas em que o acadêmico desempenha atividades
ligadas ao ensino, em disciplinas que obteve aprovação.
As atividades de pesquisa e produção científica do curso são promovidos por
meio da implementação de projetos de pesquisas sob a coordenação do corpo
docente e com a participação de órgãos de fomentos pela concessão de bolsas de
iniciação e também de auxílios concedidos pela própria instituição. A produção
científica será também promovido pela participação em eventos científicos externos
e promovidos pela instituição. As atividades iniciação científica e extensão realizadas
pelos estudantes em qualquer etapa do curso poderão ser computadas na
totalização da carga horária do Estágio Curricular supervisionado até 120 (cento e
vinte) horas. De acordo com a legislação federal estas atividades podem ser
computadas na carga horária de estagio desde que previstas no PPC (§ 30, art 20 /
11788/2008).
As atividades de extensão compreendem projetos de extensão sob
coordenação do corpo docente e a concessão de bolsas de extensão é feita pela
própria instituição. Os trabalhos de extensão têm como objetivo levar o
conhecimento de modo a viabilizar a relação transformadora entre instituição e
comunidade.
Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
Sistema de avaliação do projeto de curso
A avaliação institucional sistemática, realizada pela comissão própria de
avaliação (CPA), considerando o disposto na Lei 10.861, de 14 de abril de 2004,
demonstra uma avaliação global do curso e permite detectar os pontos fortes do
curso e suas falhas. Outras formas de avaliação interna e externa são feitas:
Do ponto de vista do aluno e do funcionamento do curso
 Ao final dos semestres, em reuniões do colegiado, considerando a
avaliação global dos alunos, em termos qualitativos e quantitativos, ou
seja, quanto às competências pessoais, de gestão e tecnológicas;
 Durante o curso, pelo acompanhamento constante das atividades, em
reuniões com docentes e discentes e por disciplinas;
 Através de questionário da CPA, tratado do ponto de vista estatístico e
analisado
considerando
a
eficácia
e
eficiência
do
processo
desenvolvido;
 Ao final do curso, pela auto-avaliação das competências em fichas ou
em seminários.
Do ponto de vista da inserção do egresso no mercado de trabalho
 Através do retorno dos estagiários, quanto à eficiência do curso, pelas
avaliações feitas pelas empresas.
 Reuniões com os representantes do setor para avaliar o curso quanto à
adequação do perfil e das competências.
 Reunião dos egressos do curso a cada dois anos, ocasião em que
informarão sobre a atuação dos profissionais formados no mercado de
trabalho, servindo como referência para revisão dos currículos. O
encontro de Ex-alunos configura-se como fonte importante para
acompanhamento dos egressos da instituição. Através deste evento
são obtidas informações relevantes tocante às práticas de ensino
aplicadas e sua relação com o mercado de trabalho, e, principalmente
informações referentes à percepção dos egressos com relação à
qualidade dos cursos oferecidos, servindo assim como subsídio para a
tomada de decisões que consolidem a Instituição como referência na
qualidade de ensino, pesquisa e extensão.
Procedimentos de avaliação dos processos de ensinoaprendizagem
Consiste em avaliar o desempenho do estudante quanto ao domínio das
competências
previstas,
em
vista
do
perfil
necessário
à
sua
formação
profissionalizante, acompanhando todo o processo, durante e ao final do processo
de aprendizagem.
Permite diagnosticar a situação do estudante, em face da proposta
pedagógica da Instituição e orientar decisões quanto à condução da prática
educativa. Como tal, é contínua e cumulativa, considerando a prevalência de
aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados durante o período letivo
sobre os finais (LDB 9394/96).
Para tanto, o estudante deve saber o que será trabalhado em ambientes de
aprendizagem, os objetivos para o estudo de temas e de conteúdos, e as estratégias
que são necessárias para que possa superar as dificuldades apresentadas no
processo.
A avaliação será feita por disciplina, a cada semestre, considerando as
habilidades sob os pontos de vista quantitativo e qualitativo e o desenvolvimento das
competências previstas para que o estudante seja considerado “aprovado”.
As avaliações podem apresentar várias formas, como, por exemplo, provas e
testes, auto-avaliação, trabalhos individuais ou coletivos, entre outros. O
aproveitamento acadêmico dos estudantes por disciplina e em cada semestre letivo,
obtido a partir processos de avaliação, será expresso por uma nota, na escala de 0
(zero) a 100 (cem).
Ao final de cada semestre, será aprovado o estudante que obtiver
aproveitamento igual ou superior a 60% e freqüência igual ou superior a 75% em
cada disciplina. Durante o semestre, o professor pode promover situações paralelas
de recuperação de aprendizagem no momento em que o estudante apresentar
dificuldades. Também, caso o estudante não tenha sido considerado “aprovado”,
poderá ter uma última oportunidade de complementar as competências necessárias
à conclusão do semestre, por meio de provas de recuperação.
O estudante que obtiver aproveitamento igual ou superior a 40 (quarenta) e
inferior a 60 (sessenta) em uma ou mais disciplinas e freqüência igual ou superior a
75% (setenta e cinco por cento) da carga horária total das disciplinas do semestre,
terá direito a submeter-se a uma avaliação final em cada disciplina em prazo
definido no calendário acadêmico.
O aluno que na disciplina não obtiver presença igual ou superior a 75% da
carga horária e/ou 60% de rendimento escolar em cada disciplina ficará em
dependência.
O aluno que foi aprovado em todas as disciplinas, com o mínimo de 60% de
aproveitamento e 75% de freqüência, que fez o estágio supervisionado, cumpriu a
carga horária exigida das atividades acadêmico-cientifico-culturais e estiver em
situação regular com o ENADE, receberá o Diploma de Bacharel em Agronomia.
Número de vagas e integralização curricular
O curso tem regime semestral, com processo seletivo realizado anualmente,
onde são ofertadas 40 vagas. É integral (diurno) tendo duração mínima de quatro
anos (8 semestres) e máxima de oito anos (16 semestres) totalizando 4500 horas
aulas sendo 320 horas de estágios curricular supervisionados, 60 horas de trabalho
de conclusão de curso e 40 horas de disciplinas optativas. O dimensionamento das
turmas compreende quarenta alunos nas aulas teórico-expositivas e nas atividades
práticas, as turmas são de 10 a 20 alunos.
A integralização curricular ficará vinculada a freqüência mínima de 75% nas
atividades teóricas bem como, nas práticas de cada disciplina. As disciplinas serão
organizadas em períodos e ou módulos, possuindo aulas teóricas, práticas de
campo e ou laboratórios. Na estrutura atual, o aluno necessita cursar 74 disciplinas
obrigatórias oferecidas para a sua formação profissional. Também são oferecidas 4
disciplinas optativas como forma de complementação profissional, tendo o aluno que
cumprir no mínimo 40 horas em disciplinas optativas. Serão oferecidas
oportunidades de atividades complementares, como monitoria, estágio, pesquisa,
extensão aos alunos com o objetivo de serem consideradas como um reforço da
estrutura básica das disciplinas obrigatórias.
Critérios de aproveitamento e avaliação de competências
profissionais anteriormente desenvolvidas
Os alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas
Gerais – IFMG, nos termos do art.41 e do § 2° do art. 47 da Lei n° 9.394, de 20 de
dezembro
de
1996,
poderão
ter
competências
avaliadas
para
fins
de
proseguimentos de estudos, desde que atendidas as exigências estabelecidas na
portaria n°216, de 30 de dezembro de 2009, desta instituição.
3. APOIO AO DISCENTE
O atendimento aos discentes do curso de Agronomia é realizado pela
coordenação do curso, pelos professores que lecionam no mesmo, pelo Setor de
Assuntos Didáticos e Pedagógicos e pelo Setor de Assistência Estudantil. O
coordenador do curso é professor efetivo com dedicação exclusiva à instituição e
para facilitar o atendimento ao aluno, dispõe de horários pré-estabelecidos para
esse fim. Os demais professores que lecionam no curso possuem salas onde
realizam os atendimentos de acordo com as necessidades de cada disciplina e de
cada turma.
Além destes atendimentos a instituição conta com um Setor de Assuntos
Didáticos e Pedagógicos com pedagogos e técnicos em assuntos educacionais.
Existe ainda à disposição dos discentes o Setor de Assistência Estudantil com um
psicólogo, um médico, um enfermeiro, um dentista e uma assistente social. Além
disso a instituição possui um refeitório que fornece café da manhã, almoço, jantar e
café da noite; alojamento estudantil e áreas destinadas à realização de atividades de
lazer (quadras, campo de futebol, piscina, ginásio poliesportivo, sala de ginástica,
sala de TV/vídeo, dentre outros). O instituto conta ainda com bolsas de pesquisa,
extensão, auxílio alimentação, moradia e transporte.
4. PERFIL DO CURSO DE AGRONOMIA
O curso de Agronomia do IFMG-Bambuí deve ensejar sólida formação
científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologias;
desenvolver o senso crítico e a criatividade na identificação e resolução de
problemas e situações novas, considerando seus aspectos políticos, econômicos,
sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade; compreender e traduzir as necessidades de indivíduos,
grupos sociais, e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos,
socioeconômicos, sociais e organizativos, bem como utilização de recursos
disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente.
Atividades do Engenheiro Agrônomo
Compete ao Engenheiro Agrônomo desempenhar as atividades profissionais
previstas na Resolução nº. 218, de 29/06/1973, do CONFEA e atuar nos seguintes
setores referentes à engenharia rural: construções para fins rurais e suas
instalações complementares: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo,
planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômica;
assistência, assessoria e consultoria; direção de obra e serviço técnico; vistoria,
perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e
função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação
técnica; extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle
de qualidade; execução de obra e serviço técnico; fiscalização de obra e serviço
técnico; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico; condução
de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de
instalação, montagem e reparo; operação e manutenção de equipamento e
instalação; execução de desenho técnico; irrigação e drenagem para fins agrícolas;
fitotecnia e zootecnia; melhoramento animal e vegetal; recursos naturais renováveis;
ecologia, agrometeorologia; defesa sanitária; química agrícola; alimentos; tecnologia
de transformação (açúcar, amidos, óleos, laticínios, vinhos e destilados);
beneficiamento e conservação dos produtos animais e vegetais; agropecuária;
edafologia; fertilizantes e corretivos; processo de cultura e de utilização de solo;
microbiologia agrícola; biometria; parques e jardins; mecanização na agricultura;
implementos agrícolas; nutrição animal; agrostologia; bromatologia e rações;
economia rural e crédito rural; economia e administração rural; sociologia e
desenvolvimento rural; cooperativismo; assistência técnica e extensão rural; políticas
públicas para a agricultura e meio rural; legislação agrária e profissional, seus
serviços afins.
5. CORPO DOCENTE E TUTORIAL
Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
A partir da Resolução n°18 de 02 de março de 2011 fica instituído a criação
dos Núcleos Docentes Estruturantes dos cursos de graduação do Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais. O Núcleo Docente Estruturante
(NDE) do curso de Agronomia, constitui-se de um grupo de docentes com
atribuições acadêmicas de acompanhamento atuante nos processos de concepção,
consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
O Núcleo Docente Estruturante foi composto considerando os critérios
previstos na Resolução n°18, prevendo no mínimo cinco professores pertencentes
ao corpo docente do curso, sendo que sessenta por cento, pelo menos, de seus
membros devem ter titulação acadêmica obtida em programas de pós graduação
stricto sensu, com a recomendação de que seja alcançado o percentual de cem por
cento, considerou-se também que fizesse parte deste núcleo um professor que
ministrasse disciplinas na área básicas no curso. O coordenador do curso é membro
nato do NDE. A tabela abaixo apresenta os componentes do NDE e sua titulação:
Tabela 1: Titulação dos docentes que compõem o núcleo docente estruturante
Docente
Fábio Pereira Dias
Maria Carolina Gaspar Botrel
Paulino da Cunha Leite
Ana Cardoso C. Filha Ferreira de Paula
Carlos Manoel de Oliveira
Vássia Carvalho Soares
Ricardo Monteiro Corrêa
Titulação
Doutor
Mestre
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Coordenação de curso
A coordenação dos Cursos Superiores e de Tecnologia é exercida por um
professor do Instituto Federal de Minas Gerais, campus Bambuí, indicado pelo
Diretor Geral.
Atuação do coordenador do curso
Como gestor do curso e com base no plano de desenvolvimento institucional,
no projeto pedagógico institucional, nas diretrizes curriculares do Curso de
Agronomia e no projeto pedagógico do curso, o coordenador atua atento às
seguintes competências e prioridades, dentre outras compatíveis com a função:
coordenar e supervisionar as atividades do Curso; conduzir o processo de
elaboração de programas, planos de curso e ementas, apresentando os resultados
ao Conselho de Curso; representar o Curso no Conselho Tecnológico e outros
órgãos; participar da elaboração, implementação e avaliação dos projetos
pedagógicos dos cursos; apreciar o currículo pleno do curso, bem como suas
modificações, submetendo-o ao Conselho Tecnológico; participar da reestruturação
curricular, quando de sua necessidade; acompanhar e avaliar o desenvolvimento do
curso, turmas e alunos, sugerindo reformulações da proposta curricular; apresentar
proposta de trabalho, no início de cada semestre letivo, ao Conselho Tecnológico e
Diretoria; elaborar e apresentar relatório semestral das atividades executadas e em
execução; propor cursos e atividades relacionadas à Pesquisa, Extensão e Pósgraduação; sugerir medidas que visem ao aperfeiçoamento das atividades da
Instituição, bem como opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos
pelo Diretor; propor medidas capazes de oportunizar a interlocução entre os
diferentes órgãos da Instituição; convocar e coordenar as reuniões do Conselho e
Colegiado de Curso; orientar e acompanhar o processo de avaliação dos alunos,
inclusive determinando prazos de entrega de resultados à Setor de Registros
Escolares, bem como zelar pelo cumprimento do regimento escolar e a execução
dos programas e horários; orientar os alunos, prestando-lhes informações sobre os
cursos, currículos, ementas, mercado de trabalho e representação estudantil;
analisar os processos de transferência e dispensas; orientar o Corpo Discente no ato
da matrícula; coordenar o processo de seleção do corpo docente e sugerir as
contratações e dispensas; zelar pelo cumprimento dos critérios para contratação de
professores e distribuições de aulas; solicitar e definir a disponibilidade semestral
dos professores; definir a oferta semestral de componentes modulares, de acordo
com a estrutura curricular; fornecer ao Coordenador de Atividades Pedagógicas
subsídios par elaboração do quando de horários das aulas, no prazo estabelecido
pela Instituição; fornecer subsídios à Biblioteca quanto à aquisição de acervo,
consultado o Conselho de Curso; zelar pelo registro e documentação relativos às
atividades do Curso; responder a consultas que lhe forem encaminhadas pelo
Conselho Tecnológico; solucionar, nos limites de sua competência, os casos omissos
neste Regimento; exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas em lei e
neste regimento.
Coordenadores
Fábio Pereira Dias é formado em Agronomia pela Universidade Federal de
Lavras (1995), com mestrado e doutorado em Agronomia (2000 e 2004) por esta
mesma instituição. Em julho de 2002 ingressou no quadro de docentes do Centro
Educacional de Patos de Minas (UNIPAM), ministrando disciplinas no curso superior
de Agronomia, onde teve sua primeira experiência com docência. Atualmente é
professor dos cursos de Agronomia e Técnico em Agricultura e Zootecnia no Instituto
Federal de Minas Gerais, campus Bambuí. Tem experiência na área de Produção
Vegetal, atuando principalmente com a cultura do café. Possui 10 (dez) anos de
experiência no magistério superior. Regime Jurídico Único (RJU) - Dedicação
exclusiva. (Coordenador).
Carlos Manoel de Oliveira é Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade
Federal de Uberlândia (1997), com Doutorado em Agronomia (Fitotecnia) pela
Universidade Federal de Uberlândia (2013).
Em Agosto de 2001 ingressou no
quadro de docentes do Centro Universitário do Planalto de Araxá - UNIARAXÁ ministrando disciplinas nos cursos superiores de Ciências Biológicas, Gestão de
Agronegócios, Administração e Agronomia, tornando-se, em 2005, Coordenador do
Curso Sequencial em Gestão de Agronegócios e em 2008, Coordenador do Curso
de Agronomia. Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Minas Gerais IFMG - Campus Bambuí.
Possui experiência em técnicas de produção vegetal,
especialmente em grandes culturas com milho e soja. Tem experiência na área de
Botânica, atuando principalmente com os seguintes temas: mudas, substratos,
cultivo de plantas, produtividade e perda de massa. Possui 09 (nove) anos e seis
meses de experiência no magistério superior. Regime Jurídico Único (RJU) Dedicação exclusiva. (Coordenador substituto)
Corpo docente
O corpo docente do curso de Agronomia é constituído por professores
qualificados para o ensino, a pesquisa e a extensão que assumam o compromisso
de respeitar a missão, os valores, as políticas, os objetivos e as finalidades
propostas pela instituição, considerando o processo global de educação. Compõem
o curso de Agronomia 50 (cinquenta) professores (Tabela 2). Destes, 24 (vinte e
quatro) são doutores, 24 (vinte e quatro) mestres (destes, 26% são doutorandos), 1
com especialização e 1 com graduação, que está substituindo outro que está
concluindo o doutorado.
Tabela 2: Titulação, regime de trabalho e carga horária do corpo docente
Docente
Adriano Geraldo
Alcilene de Abreu Pereira
Ana Cardoso C. Filha F. de Paula
André Luís da Costa Paiva
Antonio Augusto Rocha Athayde
Antônio Divino Jacob
Augusto Aloísio Benevenuto Júnior
Áureo Rodrigues Pereira
Carlos Manoel de Oliveira
Cássia Maria Silva Noronha
Claudia Aparecida de Campos
Cláudia Figueiredo Garrido Cabanellas
Cláudio Miguel Alves de Faria
Erik Campos Dominik
Érika Soares Reis
Eriks Tobias Vargas
Fábio Pereira Dias
Fabiola Adriane Cardoso Santos
Fernanda Gomes da Silveira
Gaby Patrícia Terán Ortiz
Gabriel de Castro Jacques
Geraldo Henrique Alves Pereira
Gislaine Pacheco Tormen
Gustavo Augusto Lacorte
Hudson Rosemberg Pocesch e Campos
Humberto Garcia de Carvalho
Joel Guimarães Brito Júnior
Jonas Guimarães e Silva
Júlio César dos Santos
Luciano Donizete Gonçalves
Marco Antônio do Carmo
Maria Carolina Gaspar Botrel
Mario Luiz Viana Alvarenga
Mayler Martins
Neimar de Freitas Duarte
Nathália Nunes Peres
Paulino da Cunha Leite
Titulação
Regime de trabalho
C.H.
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Especialização
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Doutorado
Graduação
Doutorado
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
CCT/CLT
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
CCT/CLT
Dedicação Exclusiva
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
Pedro Renato Pereira Barros
Rafael Bastos Teixeira
Ricardo Souza Cavalcante
Ricardo Monteiro Corrêa
Rogério Amaro Gonçalves
Ronaldo Goulart Magno Júnior
Rosemary Pereira Costa
Sheila Isabel do Carmo Pinto
Silvana Lúcia dos Santos Medeiros
Stella Maria Gomes Tomé
Valter de Mesquita
Vássia Carvalho Soares
Wellingta C. de Almeida N. Benevenuto
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
Dedicação Exclusiva
40 h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40 h/s
40 h/s
40h/s
40h/s
40 h/s
40h/s
Experiência profissional
A experiência dos docentes do Curso Agronomia oferece aos alunos
conteúdos que vão ao encontro das necessidades do curso. Compõe o corpo
docente profissionais da área básica e profissionalizante, sendo todas as atividades
comprovadas na Currículo Lattes.
6. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO
Constituição do Colegiado de Curso
O Colegiado de Curso é constituído:
I – pelo Coordenador Geral de Ensino;
II – pelo Coordenador de Curso;
III – pelos professores do Curso;
IV – pelos representantes do corpo discente de cada turma.
Competências do Colegiado de Curso
Compete ao Colegiado de Curso:
I – deliberar sobre a admissão de monitor;
II – exercer as demais competências que lhe sejam atribuídas em lei e neste
Regimento;
III – discutir e avaliar as atividades didático-pedagógicas e propor medidas
corretivas;
IV – resolver casos omissos no processo de avaliação dos alunos;
V – planejar atividades interdisciplinares.
7. INFRAESTRUTURA
Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral – TI
O Instituto Federal Minas Gerais em seu campus Bambuí possui 40 salas de
professores, divididas por áreas afins. Conta com uma sala de reuniões no prédio
administrativo, além de 3 (três) Auditórios que também funcionam como sala de
reuniões.
Cada professor tem seu gabinete, que é compartilhado com outros que atuam
na mesma área.
Salas de aula – Curso de Agronomia
A Agronomia possui um pavilhão próprio dentro do Campus com 4 (quatro)
salas de aula com capacidade para 40 alunos cada sala.
Acesso dos alunos aos equipamentos de informática
 Laboratórios de aula disponíveis para acesso dos alunos quando fora do horário de
aulas e desde que tenhamos monitores.
 Laboratório 1 - 30 computadores*
 Laboratório 2 - 24 computadores (ficará com 30 também)*
 Laboratório 3 (NAI) - 20 computadores*
 *Laboratórios disponíveis para acesso dos alunos mediante existência de monitores.
 Biblioteca - 8 computadores
 Telecentro - 10 computadores
 Laboratório na Diretoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão – 8 computadores
8. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS
A listagem abaixo apresenta os laboratórios e setores que são utilizados no
Curso de Agronomia. Tais laboratórios/setores são utilizados como ambientes de
aprendizado em aulas práticas, além de servirem como ferramentas para a
realização de estudos e pesquisas pelos alunos do Curso de Agronomia.
- Laboratórios:
 Laboratório de Solos
 Laboratório de Nutrição Animal (Bromatologia)
 Laboratório Multidisciplinar de Biologia (LAMUBI)
 Laboratório de Físico-químico
 Laboratório de Informática
 Laboratório de Desenho Técnico
 Laboratório de Microbiologia
- Setores de produção:
 Setor de Carnes
 Setor de Frutos e Hortaliças
 Setor de Laticínios
 Setor de Culturas Anuais
 +Setor de Olericultura
 Setor de Culturas Permanentes
 Setor de Bovinocultura
 Setor de Suinocultura
 Setor de Avicultura
 Setor de Apicultura
 Setor de Caprinocultura e Ovinocultura
 Setor de Jardinagem
 Setor de Produção de Mudas
9. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
A situação atual do acervo da biblioteca do IFMG – Campus Bambuí é exibida
na Tabela 3.
Tabela 4: Acervo por área da biblioteca do IFMG - Campus Bambuí
Área
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Biológicas
Engenharias / Tecnologia
Ciências da Saúde
Ciências Agrárias
Ciências Sociais Aplicadas
Ciências Humanas
Linguística, Letras e Artes
Outros
Títulos
777
496
149
200
2356
711
1203
1729
62
Volumes
1580
836
286
287
4039
1653
1457
2268
87
Abaixo encontra-se listada os periódicos especializados em Ciências Agrárias:
 A Granja
 Ag Leiloes
 Agroanalysis
 Agrogeoambiental
 Aveworld
 Avicultura Industrial
 Balde Branco
 Benjamin Constant
 Better Crops
 Ceres
 Cerne
 Coffee Science
 Dbo Rural
 Globo Rural
 Industria De Laticinios
 Informe Agropecuario
 Leite Integral
 Mg.Biota
 O Berro
 Panorama Da Aquicultura
 Pesquisa Agropecuaria Brasileira-Pab
 Plasticultura
 Porkworld
 Scientia Agricola
 Suinocultura Industrial
ANEXO I
Concepção e Composição do Estágio Curricular Supervisionado
A concepção e composição do Estagio Curricular Supervisionado do Curso de
Agronomia está regulamentado em conformidade com a Lei n 0 11788 de 25 de
setembro de 2008. O estágio supervisionado, concebido como conteúdo curricular
obrigatório, é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido em ambiente de
trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam
freqüentando o ensino regular em Instituições de educação.
O estágio visa
assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo
o aprimoramento do conhecimento. Visa também, o desenvolvimento de
competências e habilidades próprias da atividade profissional e a contextualização
curricular, preparando o educando para a vida cidadã e para o trabalho.
O Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Agronomia é desenvolvido em
Instituições/Empresas conveniadas com o IFMG-Bambuí e são supervisionados por
um representante da Instituição/Empresa, orientados pelo corpo docente e
acompanhados pela supervisão de estágio. Todas estas ações estão subordinadas e
registrados pelo setor de relações Institucionais/ Estágios – IFMG- Bambuí, que é
responsável pela celebração do convênio, termo de compromisso entre o educando,
a parte concedente do estágio e a Instituição de ensino em conformidade a Lei
11788/2008 nos capítulos I. II, III e IV que determinam a responsabilidades das
partes.
O estágio será realizado em empresas que possuem estruturas compatíveis
para a realização de atividades relativas a ciências agrárias, especialmente ao curso
de agronomia, possibilitando conhecimento da realidade in loco das atividades
agrárias e de sua aplicabilidade nos diferentes setores da cadeia produtiva visando
aplicação dos conhecimentos.
Para concluir o curso e consequentemente colar grau o discente deverá
cumprir uma carga horária mínima de 320 (trezentos e vinte) horas de Estágio
Curricular Supervisionado.
O Estágio Curricular Supervisionado poderá ser iniciado a partir do momento
que o discente tiver matriculado no quinto do curso.
O discente devera cumprir uma carga horária mínima de 100 (cem) horas em
cada empresa que estagiar, para que o estágio seja considerado válido na carga
horária prevista para o curso.
As atividades de monitoria, iniciação científica e extensão, realizadas pelos
estudantes em qualquer etapa do curso poderão ser computadas na totalização da
carga horária do Estágio Curricular supervisionado até 120 (cento e vinte) horas. De
acordo com a legislação federal estas atividades podem ser computadas na carga
horária de estagio desde que previstas no PPC (§ 3 0, art 20 / 11788/2008).
O curso de Agronomia alterna teoria e prática, sendo assim em conformidade
com inciso II, artigo 10 da Lei 11.788 de vinte e cinco de setembro de 2008, o
discente poderá cumprir uma jornada diária máxima de seis horas e jornada
semanal de 30 horas de atividades em estagio. Nos períodos que não estiverem
programadas aulas presenciais o estágio poderá ter uma jornada semanal de ate
quarenta horas.
Normas para Elaboração do Relatório de Estágio Curricular
Composição do Relatório
O relatório deve conter informações básicas e deixar explícitas todas as
atividades desenvolvidas dando à devida relevância às mesmas. Deve ser composto
basicamente de capa, folha de rosto, sumário, introdução, caracterização da
empresa, atividades desenvolvidas, considerações finais, referencias, glossário
(opcional), anexo (opcional), apêndice (opcional). Todo o texto deve ser digitado em
editor de texto compatível com word , espaçamento de 1,5 entre linhas, fonte Times
ou Arial 12, justificado.
Os títulos deverão ser digitados em caixa alta, em negrito, numerados em
seqüência com números cardinais. Dos títulos para o texto deve-se deixar
espaçamento e 1,5 para iniciar o texto. Os subtítulos não deverão ser digitados em
caixa alta. As margens de todo os texto deve ser de 3 cm para margem esquerda e
de 2 cm para a margem superior, inferior e direita.
Conteúdo Abordado nas Diferentes Partes
I. Introdução
Nesta etapa o estudante deverá introduzir o assunto do estágio realizado mostrando
uma visão geral do assunto, contendo os objetivos da realização do referido estágio naquela
área.
II. Caracterização da empresa
Nesta etapa o estudante deverá apresentar as seguintes informações: nome da
empresa,
localização,
atividades,
organização
da
empresa
(cooperativa,
privada,
governamental, etc), área da empresa (dimensão), número de funcionários, supervisão
(incluindo a formação profissional), produtos comercializados ou serviços prestados, nível
tecnológico
adotado,
destino
da
produção,
condições
de
trabalho
oferecidas
e
relacionamento interpessoal.
III. Atividades Desenvolvidas
Nesta parte o aluno deverá descrever com detalhes todas as atividades acompanhadas
ou realizadas. As atividades desenvolvidas deverão ser comparadas e ou respaldadas com
sugestões e recomendações da literatura pertinente.
As atividades deverão ser separadas em subitens, diante do seu perfil e numeradas em
ordem crescente. Exemplo 3.1 – subdivisão do título ou ainda 3.1.1 tópico entro da
subdivisão do título. Podem ser inseridas ilustrações (caso necessário) para elucidação e
demonstração da atividade desenvolvida. Neste caso devem aparecer no texto logo após
serem citadas pela primeira vez. Elas deverão ser apresentadas em seqüência e os
números devem ser citados no texto em ordem consectutiva, como Figura 1, Fiura 2, etc.
IV. Considerações Finais
Neste espaço devem ser apresentados as recomendações, sugestões para superar as
dificuldades encontradas durante a realização do estágio, bem como para melhorar o
aproveitamento e rendimento durante o estágio.
V. Referências Bibliográficas
Deve ser elaborada de acordo com normas da ABNT.
ANEXO II
Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
I. Das disposições preliminares
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório, a ser
realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teórico prática ou
de formação profissional, como atividade de síntese, integração de conhecimento e
consolidação das técnicas de pesquisa (CNE-CES Resolução 1 de 02/02/2006). Esta
resolução que Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de engenharia
Agronômica ou Agronomia, no artigo 10, parágrafo único determina que a Instituição deverá
emitir regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho Superior Acadêmico, contendo,
obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, além das diretrizes e
das técnicas de pesquisa relacionadas com a elaboração do Trabalho de Conclusão de
curso necessários para obter o título de Agrônomo.
2.1 Conceito e objetivos
O TCC é uma atividade acadêmica cuja finalidade é complementar o aprendizado do
aluno levando-o a aplicar na área de sua escolha os conhecimentos adquiridos durante o
curso e preparando-o para desenvolver idéias e projetos em sua vida profissional. Este
trabalho será desenvolvido, de forma individual, mediante controle, orientação e avaliação
do docente, visando à aplicação dos conhecimentos das diversas áreas adquiridos no
decorrer do curso.
Da Coordenação dos Trabalhos de Conclusão de Curso
À coordenação dos trabalhos de conclusão de curso compete:
a) Supervisionar as atividades e fazer cumprir as normas contidas neste regulamento;
b) Informar o orientado sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação;
c) Elaborar o calendário de atividades, estabelecendo datas e prazos limites;
d) Elaborar um cadastro dos professores orientadores detalhando suas respectivas áreas de
pesquisa para facilitar a escolha do estudante;
e) Promover reuniões com orientadores para discutir questões relativas a organização,
planejamento, desenvolvimento e avaliação do trabalho de Conclusão de curso;
f) Supervisionar o limite máximo de orientações de trabalhos de conclusão por orientador;
g) Acompanhar o processo de desenvolvimento dos trabalhos;
h) Cumprir e fazer toda a regulamentação relativa a elaboração do TCC no Curso Superior
em Agronomia e decidir, em comum acordo com a coordenação do curso, os casos omissos
neste regulamento.
III. Da orientação
a) A orientação do TCC, entendida como processo de acompanhamento técnico será de
responsabilidade dos docentes pré-definidos do Curso Superior em Agronomia;
b) Os professores orientadores devem possuir conhecimentos técnicos suficientes na área
escolhida pelo aluno para desenvolver o trabalho;
c) Cada professor poderá orientar no máximo cinco trabalhos de conclusão de curso;
d) Caberá ao professor orientador:
-
Acompanhar e orientar o aluno no desenvolvimento de todas as etapas da
elaboração e da apresentação do TCC, tendo em vista seus objetivos;
- Atribuir e direcionar as tarefas periódicas dos orientados a fim de garantir a realização dos
trabalhos dentro do prazo estabelecido.
- Registrar e controlar a presença do estudante aos encontros de orientação e
acompanhamento dos trabalhos e encaminhar os atestados de freqüências a coordenação
do TCC;
- Fazer parte como membro indispensável da banca examinadora do TCC;
- Exigir de seus orientados a entrega de no mínimo três copias do TCC, à coordenação, para
serem entregues aos componentes da banca, no prazo mínimo de quinze dias antes da
defesa;
- Definir junto com seu orientado os componentes da banca (no mínimo três), mediante a
aceitação dos mesmos;
- Definir a data e horário para a defesa do TCC com antecedência de 15 dias para que
sejam tomadas as demais providências em tempo hábil.
- Se comprometer a orientar e acompanhar as atividades do orientado e atestar que o
trabalho desenvolvido pelo orientado se encontra em condições para a apresentação a
Banca examinadora em formulário próprio disponibilizado pela coordenação do TCC.
OBS: Ficará a critério do orientador juntamente com seu orientado a entrega de um artigo
científico submetido ou aceito em algum periódico a banca examinadora a título de
valorização dos trabalhos de TCC, mas nunca em substituição a monografia em molde préestabelecido.
IV. Dos orientados
a) O estudante deverá procurar um professor orientador cuja área de conhecimento esteja
relacionada com o trabalho a ser desenvolvido;
b) A responsabilidade pelos resultados apresentados no trabalho bem como os dados e
quaisquer outras informações nele contidas são de inteira responsabilidade do estudante e
de seu orientador;
3- Compete ao estudante:
- Comparecer as reuniões combinadas pelo professor orientador e apresentar os relatórios
que lhe forem solicitados para o bom andamento e qualidade do trabalho;
- Elaborar seu trabalho de acordo com as disposições contidas neste regulamento e com
orientações da coordenação;
- Cumprir o calendário de atividades divulgado pela coordenação no que se concerne a
entrega do trabalho final a banca examinadora com a devida antecedência, conforme
estipulado pela coordenação no cronograma de atividades;
- Entregar à coordenação até o prazo definido no calendário, três volumes impressos do
TCC, devidamente assinados pelo orientador;
- Comparecer em dia, hora e local determinados para a apresentação e defesa do TCC,
perante a Banca Examinadora;
- Entregar à coordenação após a defesa e a aprovação do trabalho um arquivo digital em
CD-ROM, contendo o TCC com as devidas correções sugeridas pelos membros da banca
examinadora, bem como, um arquivo digital contendo um painel na forma que foi realizada a
apresentação oral. .
V. Das modalidades e forma de apresentação do TCC
1 - As principais modalidades de trabalhos que poderá ser realizado como Trabalho de
Conclusão de curso são:
a) Desenvolvimento de um protótipo – pode ser de uma semeadora, um pulverizador,
entre outros. Devem ser apresentados todos os passos para elaboração do protótipo final;
b) Desenvolvimento de um software – Devem ser apresentados todos os passos para
elaboração do programa, sua finalidade e aplicações;
c) Revisão de literatura – De qualquer assunto pertinente à agronomia, devendo ser
utilizado para a sua elaboração no mínimo 20 artigos científicos;
d) Pesquisa experimental, exploratória e/ou documental - Devem ser apresentados
todos os passos desde a descrição clara do problema, suas justificativas, objetivos,
metodologia, resultados e discussão, conclusão e referencias bibliográficas. Deve conter
pelo menos 10 artigos científicos citados
2 - A formatação e estruturação da Monografia será realizada de acordo com as normas da
ABNT e suas respectivas NBR e constará dos seguintes elementos:
a) Elementos pré-textuais
- Capa
- Folha de rosto
- Páginas opcionais (Dedicatória - Agradecimentos – Epígrafe)
- Sumário (Apresentar por ordem de ocorrência todos os ítens que constituem o estudo
apresentado)
- Resumo (Texto que apresenta todo o trabalho ao leitor, não deve exceder 300 palavras
e deve conter pelo menos 3 palavras-chave)
b) Elementos textuais
1 – Para trabalhos experimentais, desenvolvimento de protótipo ou softwares
- Introdução (o estado da arte e justificativas)
Revisão de literatura ou referencial teórico [informações da literatura que fundamentam e
justificam o trabalho, deve conter informações atuais de artigos científicos (pelo menos 10),
livros e outras fontes formais.] Evitar citações de internet.
- Objetivos (gerais e específicos)
- Materiais e métodos (descrever de forma detalhada como o trabalho foi conduzido,
caso seja necessário dividir em tópicos para maior compreensão)
- Resultados e discussão (mostrar por meio de tabelas, gráficos e fotos os resultados e
discutindo os mesmos com literatura pertinente e atual)
- Conclusões (Apresentar de forma objetiva o que se pode concluir do trabalho, evitar
conclusões evasivas que não fizeram parte do seu estudo)
2 – Para elaboração de revisão de literatura
- Introdução (o estado da arte e justificativas)
- Revisão de literatura ou referencial teórico [informações da literatura que fundamentam
e justificam o trabalho, deve conter informações atuais de artigos científicos (pelo
menos 20), livros e outras fontes formais]. Evitar citações de internet.
- Considerações finais (apresentar uma súmula destacando os elementos mais
importantes do trabalho)
c) Elementos pós textuais
1 – Para trabalhos experimentais, desenvolvimento de protótipo ou softwares
- Referências bibliográficas - (atentar para citar todas as referências citadas ao longo
do texto seguindo as normas da ABNT)
- Anexos - (quadro de análise de variância, esquema do protótipo, planta- baixa,
figuras e fotos)
2 – Para elaboração de revisão de literatura
- Referências bibliográficas - (atentar para citar todas as referências citadas ao longo
do texto seguindo as normas da ABNT).
- Anexos - (figuras e tabelas, fotos).
VI . Da avaliação
Para a aprovação no TCC, o aluno deverá obter 60% do total dos pontos.
1 – Da composição da Banca examinadora:
a) A banca examinadora será composta por no mínimo três membros, devendo ser a
presença do professor-orientador obrigatória;
b) Todo professor do curso de Agronomia deverá estar disponível para participar das
bancas, conforme designação da Coordenação do Curso;
c) A apresentação e a defesa oral do trabalho são de natureza pública, sendo estimulada a
participação dos demais estudantes do curso no referido evento respeitando as limitações
físicas do local;
2 - Da apresentação oral:
a) Para a apresentação do TCC estará a disposição o retro projetor e o data show. Outros
meios auxiliares necessários deverão ser providenciados com antecedência pelos alunos e
orientador.
b) O trabalho deverá ser apresentado num tempo de 20 minutos perante a banca
examinadora e cada membro desta disporá de no máximo 05 minutos para argüição e
comentários;
3 – Da atribuição da nota
a) A atribuição da nota dar-se-á após o encerramento da etapa de argüição em reunião
coordenada pelo orientador, quando se reunirão apenas os membros da banca
examinadora, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador, levando em
consideração o conteúdo do trabalho (parte escrita), a sua exposição oral e a defesa na
argüição pela banca examinadora.
b) Serão utilizadas para a atribuição das notas, fichas de avaliação individuais onde o
professor expõe suas notas para cada item a ser considerado;
c) A nota final do aluno é o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos
membros da banca examinadora.
VII. Considerações finais
a) O estudante terá três semanas, a contar da data da defesa oral, para realizar as
correções que porventura tenham sido exigidas e/ou sugeridas pela banca examinadora do
seu trabalho.
b) A versão final do trabalho em CD-ROM deve ser entregue à coordenação dentro do prazo
estipulado e após o consentimento do orientador.
c) O aluno que não comparecer no dia e horário marcado para a defesa oral fica
automaticamente reprovado no TCC.
d) O aluno que for reprovado no TCC terá dois meses para realizar uma nova apresentação
e defesa de seu trabalho após ser considerado apto pelo seu orientador.
Obs: Os casos não previstos neste regulamento ficarão sujeitos à análise e parecer do
Coordenador do TCC juntamente com o Coordenador do Curso de Agronomia.
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