Governo do Estado de Santa Catarina
Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina
REVITALIZAÇÃO E
MODERNIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DE PESQUISA
DA EPAGRI
2009
Florianópolis, 31 de dezembro de 2009.
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da
Epagri
Presidente
Luiz Ademir Hessmann
Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação
Edson Silva
Gerente de Pesquisa de Inovação
Reney Dorow
Equipe de Coordenação e Elaboração
Adilson de Freitas Zamparetti
Carlos Luiz Gandin
Fernando Schlickmann Junior
Haroldo Tavares Elias
Luis Hamilton Pospissil Garbossa
Luiz Antônio Palladini
Mário Angelo Vidor
Nelton Antônio Menezes
Paulo Ramos (Consultor)
Rubson Rocha
Sandra Denise Camargo Mendes
Teodomiro Antônio de Almeida
APRESENTAÇÃO
A pesquisa pública necessita de fonte segura e permanente de recursos orçamentários e
financeiros. Em que pese a busca permanente da Epagri por estes recursos e da atuação firme do
Governo do Estado, através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado
de Santa Catarina (FAPESC). A ausência desta condição levou ao sucateamento da infra-estrutura e
a obsolescência tecnológica dos equipamentos na Epagri, assim como, em outras instituições de
pesquisa agropecuária. A descontinuidade no repasse de recursos e a redução média anual no
orçamento de pesquisa, denota a inconstância de uma política de Estado para o setor.
A atual infra-estrutura física não atende as necessidades das equipes de pesquisas
altamente capacitadas para o desenvolvimento de projetos relevantes para o Estado de Santa
Catarina. Além desta modernização da infra-estrutura física, a Epagri necessita melhorar sua frota
de veículos e de máquinas e equipamentos.
Com a democratização no uso da tecnologia da informação através da implantação de
sistemas integrados, da atualização e da manutenção dos parques de equipamentos, obter-se-á
melhoria dos processos decisórios e de comunicação entre as unidades, com o aprimoramento do
atendimento ao público interno e externo.
A existência de equipes de pesquisas capacitadas para o desenvolvimento de projetos
estratégicos para o estado de Santa Catarina sem a correspondente existência de infra-estrutura,
aliada a necessidade de adequação dos laboratórios para atender às normas de Boas Práticas de
Laboratório (BPL) e a ISO 71.025, são fatores que enfraquecem a confiabilidade das análises de
nossos laboratórios.
A proposta busca a recuperação e modernização da infra-estrutura predial, considerando as
questões ambientais, atualização dos equipamentos laboratoriais (com confiabilidade) e de apoio a
pesquisa (máquinas, equipamentos, informática etc), a racionalização espacial e estratégica das
unidades de pesquisa e a estruturação para a manutenção e ampliação de bancos de germoplasma.
O Governo do Estado de Santa Catarina apresenta fortes indícios de apoio a Epagri e a
pesquisa agropecuária catarinense. Ressaltam-se as cartas do Governador do Estado (Anexo 68,
página 175) e do Presidente da FAPESC (Anexo 69, página 177), culminando com a publicação do
Decreto Nº 2.372 (Anexo 70, página 178), de 9 de junho de 2009, que regulamenta a Lei no 14.328,
de 15 de janeiro de 2008, que dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à
inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina e estabelece outras providências.
O presente documento sintetiza, portanto, uma visão de futuro para a pesquisa agropecuária
catarinense realizada pela Epagri e faz parte de um amplo esforço institucional da Epagri para se
reposicionar frente aos desafios socioeconômicos e ambientais enfrentados pela agricultura e
espaço rural, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável catarinense.
iii/
ÍNDICE
APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................................iii
ÍNDICE ............................................................................................................................................................ iv
LISTA DE TABELAS ........................................................................................................................................ v
LISTA DE ANEXOS......................................................................................................................................... vi
1 RESUMO DA PROPOSTA............................................................................................................................1
2 CARACTERIZAÇÃO DA AGRICULTURA CATARINENSE..........................................................................5
3 PANORAMA ESTADUAL DA PESQUISA DA EPAGRI ................................................................................5
4 RECURSOS PARA A PESQUISA AGROPECUÁRIA CATARINENSE ........................................................5
4.1 - Programa Melhoria da infra-estrutura física de pesquisa...................................................................... 7
4.2 - Programa Melhoria da infra-estrutura de informática de pesquisa........................................................ 7
4.3 - Programa Melhoria da infra-estrutura laboratorial ................................................................................. 7
5 DETALHAMENTO DA PROPOSTA POR UNIDADE DE PESQUISA DA EPAGRI......................................8
5.1 Estação Experimental de Caçador .......................................................................................................... 8
5.2. Estação Experimental de Campos Novos .............................................................................................. 9
5.3 Estação Experimental de Canoinhas ..................................................................................................... 10
5.4 Estação Experimental de Itajaí .............................................................................................................. 11
5.5 Estação Experimental de Ituporanga..................................................................................................... 12
5.6 Estação Experimental de Lages ............................................................................................................ 13
5.7 Estação Experimental de São Joaquim ................................................................................................. 14
5.8 Estação Experimental de Urussanga..................................................................................................... 15
5.9 Estação Experimental de Videira ........................................................................................................... 16
5.10 Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP .......................................................... 17
5.11 Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF ................................................................... 18
5.12 Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM ........................... 18
5.13 Sede - Florianópolis ............................................................................................................................. 20
iv/
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Necessidades por Programa e Ação, em cada uma das Unidades de Pesquisa da Epagri. .................................6
Tabela 2 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Caçador.
Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 3 (página 29).............................................................................8
Tabela 3 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Campos
Novos. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 11 (página 50)...............................................................9
Tabela 4 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de
Canoinhas. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 13 (página 54)......................................................10
Tabela 5 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Itajaí. Os
bens/serviços necessários estão listados no Anexo 17 (página 60). .............................................................................11
Tabela 6 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de
Ituporanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 27 (página 73)......................................................12
Tabela 7 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Lages. Os
bens/serviços necessários estão listados no Anexo 37 (página 93). .............................................................................13
Tabela 8 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de São
Joaquim. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 47 (página 110). ......................................................14
Tabela 9 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de
Urussanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 50 (página 116). ..................................................15
Tabela 10 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Videira.
Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 54 (página 128).......................................................................16
Tabela 11 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Desenvolvimento em
Aqüicultura e Pesca – CEDAP. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 58 (página 139).....................17
Tabela 12 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Pesquisa para a
Agricultura Familiar – CEPAF. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 59 (página 140). .....................18
Tabela 13 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Informações de
Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia – CIRAM. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 72
(página 171)....................................................................................................................................................................19
Tabela 14 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Sede – Florianópolis. Os
bens/serviços necessários estão listados no Anexo 75 (página 180). ...........................................................................20
v/
LISTA DE ANEXOS
Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, que
irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC Embrapa....................................................21
Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. .......................................................................24
Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador................................................................27
Anexo 4 – Planta baixa da estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao
MAPA para teste com agrotóxicos..................................................................................................................................31
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no
credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. ........................................................................................32
Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Caçador. .........................................................................................................................................................................37
Anexo 7 – Planta baixa da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ..............39
Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ...40
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ..............43
Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos...................................................49
Anexo 11 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Canoinhas. .........................................................57
Anexo 12 – Planta baixa da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do Canoinhas,
Papanduva, SC. ..............................................................................................................................................................58
Anexo 13 – Memorial descritivo da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do
Canoinhas, Papanduva, SC............................................................................................................................................59
Anexo 14 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Canoinhas.......................................................................................................................................................................60
Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí....................................................................61
Anexo 16 – Planta baixa da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí...........................................65
Anexo 17 – Memorial descritivo da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí. ..............................66
Anexo 18 – Planta baixa das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí..................................................67
Anexo 19 – Memorial descritivo das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí.......................................68
Anexo 20 – Planta baixa da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. ..............................................................69
Anexo 21 – Memorial descritivo da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. ...................................................70
Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Itajaí. ...............................................................................................................................................................................71
Anexo 23 – Planta baixa do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de Itajaí. ........73
Anexo 24 – Memorial descritivo da obra do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental
de Itajaí. ..........................................................................................................................................................................74
Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. .........................................................75
Anexo 26 – Memorial descritivo do galpão para armazenamento de cebola para a Estação Experimental de Ituporanga. ..78
Anexo 27 – Memorial descritivo do depósito para armazenamento de agrotóxico da Estação Experimental de Ituporanga.79
Anexo 28 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga...............................................80
Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga....................................81
Anexo 30 – Planta baixa das obras previstas na Estação Experimental de Ituporanga. ........................................................85
Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga................86
Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages..................................................................90
Anexo 33 – Planta baixa da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia
para a Estação Experimental de Lages. .........................................................................................................................94
Anexo 34 – Memorial descritivo da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e
microbiologia para a Estação Experimental de Lages...................................................................................................95
Anexo 35 – Planta baixa da câmara seca da Estação Experimental de Lages......................................................................96
Anexo 36 – Memorial descritivo da câmara seca da Estação Experimental de Lages...........................................................97
Anexo 37 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. .....................................................98
Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. ..........................................99
Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. ...................................................103
Anexo 40 – Memorial descritivo para automação de leitura das variáveis meteorológicas coletadas em estações
meteorológicas convencionais......................................................................................................................................106
Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de São
Joaquim. .......................................................................................................................................................................107
Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. .......................................................109
Anexo 43 – Planta baixa da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. .....................................112
Anexo 44 – Memorial descritivo da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. ..........................113
Anexo 45 – Plantas baixas dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de
amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. ....................................................................119
Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento
de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. ...............................................................120
Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Urussanga.....................................................................................................................................................................126
Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. .............................................................128
vi/
Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Videira...........................................................................................................................................................................131
Anexo 50 – Planta baixa do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. .............................133
Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. ..................134
Anexo 52 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP................138
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. .......................139
Anexo 54 – Planta baixa da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. ..............................144
Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. ...................145
Anexo 56 – Orçamento do conjunto de irrigação para o CEPAF- Chapecó. ........................................................................148
Anexo 57 – Planta baixa da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. ................................................................149
Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó......................................................150
Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de milho do
Cepaf Chapecó. ............................................................................................................................................................152
Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. ...........................................154
Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de
Chapecó........................................................................................................................................................................158
Anexo 62 – Planta baixa da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. ...............................................................160
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. ....................................................161
Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia CIRAM...........................................................................................................................................................................166
Anexo 65 – Planta baixa do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque - Florianópolis...........169
Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque - Florianópolis
......................................................................................................................................................................................170
Anexo 67 – Listagem dos bens/serviços para Sede – Florianópolis ....................................................................................174
Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina. ...........................................................................................................175
Anexo 69 – Carta do Presidente da FAPESC.......................................................................................................................177
Anexo 70 – Artigo 30 do DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009 apoiando a Epagri. .................................................178
vii/
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009
1 RESUMO DA PROPOSTA
1. Identificação da organização
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI
2. Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, a
serem contemplados com os investimentos dos recursos do PAC Embrapa.
Título do Programa
1. Conhecimento, tecnologia e
organização para melhoria da
produção de origem vegetal –
Produção Vegetal.
2. Conhecimento, tecnologia e
organização para melhoria da
produção de origem animal –
Produção Animal.
3. Melhoria de cadeias e arranjos
produtivos, gestão de
empreendimentos e acesso a
mercados – Gestão e Mercado.
4. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e manejo do
patrimônio genético vegetal –
Genoma Vegetal
5. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e manejo do
patrimônio genético animal –
Genoma Animal
6. Tecnologia Social de Gestão
Ambiental para a Sustentabilidade
da Agricultura e dos Espaços Rural
e Pesqueiro – Gestão Sócio
Ambiental
7. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e o manejo dos
recursos ambientais e dos resíduos
agrícolas – Tecnologia Ambiental
8. Desenvolvimento social do meio
rural e pesqueiro – Capital Social e
Humano
Objetivos
Desenvolver e difundir tecnologias que aumentem a
produtividade, racionalizem o uso de agroquímicos,
maximizem a preservação ambiental, ofereçam produtos
de melhor qualidade e reduzam a dependência de insumos
externos nos sistemas de produção vegetal.
Gerar tecnologias de produção para o desenvolvimento da
aquicultura costeira e continental, da pesca artesenal, da
apicultura, e da bovinocultura e ovinocultura em sistemas
que utilizam pastagens como base alimentar,
implementando-as através de assistência técnica, difusão
e transferência de conhecimentos.
Desenvolver ações para o gerenciamento, prospeção de
estudos de mercados e agregação de valores aos produtos
e serviços da agricultura familiar e a pesca artesanal.
Desenvolver e difundir tecnologias que aumentem a
produtividade, racionalizem o uso de agroquímicos,
maximizem a preservação ambiental, ofereçam produtos
de melhor qualidade e reduzam a dependência de insumos
externos nos sistemas de produção vegetal.
Identificar e preservar espécies silvestres da fauna e flora
com potencial de produção.
Promover a educação ambiental no meio rural e pesqueiro
e a gestão dos conflitos socioambientais.
Desenvolver e difundir tecnologias para utilização de
resíduos e efluentes como fontes de energia e de
nutrientes para o setor agrícola.
Criar e ampliar oportunidades para que as comunidades
rurais e pesqueiras e os técnicos conheçam melhor e
pratiquem a auto-estima, a cogestão e a cidadania em
processos nos quais estejam inseridos.
9. Desenvolvimento de alternativas de Desenvolver ações que contribuam para criação e
renda e da auto-suficiência alimentar fortalecimento de redes e formas organizativas de
no espaço rural e pesqueiro –
participação, inclusão social e produção.
Atividades Não Agrícolas
Resultados/produtos
tecnológicos a serem
obtidos
Ver Anexo 1,
na página 21
Período de
execução ¹
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
Ver Anexo 1,
na página 21
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
01/2009 12/2012
¹ Mês e ano de início e término, podendo estar incluídos programas em andamento.
3. Orçamento exercício 2009, em R$
Fontes de
Total
recursos
Pessoal
Custeio
Investimentos ¹
Próprios
29.536.108
6.378.388
35.914.496
Tesouro Estadual
164.535.436
164.535.436
Tesouro Federal
xxxxxxxxxxxxxx
0
PAC Embrapa
xxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx
11.243.558
11.243.558
Outras fontes
xxxxxxxxxxxxxx
0
Total
164.535.436
29.536.108
17.621.946
211.693.490
¹ Os recursos de investimentos da Fonte PAC Embrapa estão detalhados em anexo.
Página 1
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009
4. Quadro de pessoal existente ou a contratar, necessário à execução dos Programas.
35
Total
701
3
7
7
67
2
2
5
EE Videira
Apoio Administrativo
15
EE Urussanga
412
3
7
EE São Joaquim
Apoio Técnico
3
0
EE Lages
9
EE Ituporanga
13
1
EE Itajaí
5
68
6
EE Canoinhas
114
Pesquisador Graduado
1
EE Campos Novos
Pesquisador Mestrado
1
EE Caçador
0
Ciram - Fpolis
9
Cepea - Fpolis
72
Categorias
Cepaf - Chapecó
Pós
Pesquisador Doutorado
Cepa - Fpolis
Sede
Mês/ano
Quadro
contraexistente Número tação
Efetivo por Unidade
Cedap - Fpolis
Quadro a contratar
0
7
9
2
1
18
4
2
2
5
5
1
15
7
1
4
17
3
10
8
5
4
1
31
2
1
0
4
0
3
4
2
0
5
21 30 29 18
71
29 39 30 25 34
3
5
7
4
1
1
1
4
15 22 13 20 96 10 79 48 34 23 117 40 55 45 41 43
OBS.: Listagem dos nomes dos pesquisadores no Anexo 2, página 24.
5. Montante de Recursos do PAC Embrapa a ser investido na Epagri
Programa
Montante
R$
Ação
1 – Adequação predial e das estruturas administrativas
Melhoria da infra-estrutura
2 – Renovação dos equipamentos para a pesquisa agropecuária
física de pesquisa
3 – Ampliação da infra-estrutura para bancos de germoplasmas
4 – Instrumentalização na área de informática
Melhoria da infra-estrutura
5 – Implantação de sistemas de gestão informatizados
de informática de pesquisa
6 – Disponibilização de acesso a literatura científica
Melhoria da infra-estrutura 7 – Adequação laboratorial a legislação ambiental e trabalhista
laboratorial
8 – Adequação dos laboratórios às normas de BPL e a ISO 17.025
2.380.973
1.555.739
757.939
2.390.111
271.064
721.144
3.166.588
TOTAL 11.243.558
Página 2
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009
6. Quadro resumo das solicitações para o PAC Embrapa, com os focos e importância econômica das atividades trabalhadas em cada unidade da na Epagri.
Unidade da Epagri
Foco
Importância econômica para o Estado
EE Caçador
Fruticultura de clima temperada (maçã – produção integrada),
Maçã - 54% da produção nacional; Alho - 4º maior produtor
hortaliças (tomate – produção integrada e alho) e piscicultura de nacional, com destaque para produção de material livre de vírus;
água doce. Desenvolve trabalhos em parceria com Embrapa Piscicultura de água doce - entre os 4 maiores produtores do Brasil.
(Fruticultura Temperada, Uva e Vinho, Florestas), UnC, CAV
UDESC.
EE Campos Novos Beneficiamento e produção de sementes básicas. Participação Feijão e Milho - 6º produtor nacional, Milho - produto demandado
nos ensaios nacionais e sul brasileiro de Milho, Feijão e Aveia.
pela agronegócio de carnes.
Investimentos prioritários solicitados
Adequação para credenciamento no MAPA,
equipamentos para pesquisa e adequação laboratorial.
Tecnologia da informação e rede agrometeorológica R$ 1.337.528,33
Instrumentalização da pesquisa (equipamentos para
UBS). Adequação da tecnologia da informação e da
rede agrometeorológica - R$ 231.300,00
EE Canoinhas
Produção Agrossilvopastoril. Tem parceria com Embrapa
Desenvolvimento de novos sistemas de produção na área
Adequação da estrutura de pesquisa e
(Florestas, Escritório de Negócios de Canoinhas).
agrossilvopastorial.
instrumentalização. Melhoria da tecnologia da
informação e da rede agrometeorológica - R$ 238000
Arroz - 2º lugar, com 8,4% da produção nacional, e com a maior
Adequação para credenciamento no MAPA. Melhoria
EE Itajaí
Arroz (Produção Integrada), Fruticultura tropical (banana –
índice de produtividade. 85% das cultivares usadas em SC são da
da estrutura e instrumentalização da pesquisa e do
produção integraga), Hortaliças. Desenvolve trabalhos em
Epagri. Banana - 3º produtor e maior exportador nacional, com
laboratório. Tecnologia da informação e rede
parcerias com Embrapa (Hortaliças, Clima Temperado,
agrometeorológica - R$ .1823.780,33
Mandioca e Fruticultura Tropical), IRGA, UDESC, UFSC, FURB, 48,3% do volume. Hortaliças está presente em quase todos os
UNIVALI e UNISUL.
estabelecimentos.
EE Ituporanga
Horticultura, com destaque para Cebola. Desenvolve trabalhos Maior produtor nacional de cebola com um terço da área plantada Adequação laboratorial. Casa de vegetação, tecnologia
da informação, agrometeorologia, equipamentos e
em parcerias com CAV UDESC, INTA/Arg.
no Brasil.
veículos - R$ 1.012.404,76
Adequeção da estrutura de pesquisa e
EE Lages
Recursos genéticos para desenvolvimento da Pecuária (bovinos 6º produtor nacional de leite. Manutenção do patrimônio genético
e ovinos de corte e leite) e Silvicultura. Desenvolve trabalhos (raça Crioula Lageana). 4º em área plantada de pinus e eucalipto.
instrumentalização. Tecnologia da informação,
em parcerias com Embrapa (Recursos Genéticos e
agrometeorologia - R$ 1.041.162,16
Biotecnologia, Gado de Corte, Pecuária Sul, Florestas), CAV
UDESC, MAPA, CCA UFSC, UFRGS.
EE São Joaquim
Fruticultura de clima temperado e horticultura. Desenvolve
Maçã - 54% da produção nacional; Pera européia e asiática. Uvas
Adequação para credenciamento no MAPA, e
trabalhos em parcerias com Embrapa (Uva e Vinho, Clima
para vinho fino de altitude. Batata - 7º produtor nacional.
instrumentalização da pesquisa, tecnologia da
Temperado, Esc. de Negócios de Canoinhas), UFSC, UNIVALI.
informação e agrometeorologia - R$ 542.962,33
EE Urussanga
Mandioca (Produção Integrada) e Fruticultura. Desenvolve Banana - 3º maior produtor e maior exportador nacional, com 48,3%
Adequação da estrutura de pesquisa e
trabalhos em parcerias com UNISUL, Embrapa (Mandioca e
do volume. Mandioca - 3º maior índice de produtividade.
instrumentalização. Tecnologia da informação e
Fruticultura Tropical, Clima Temperado).
agrometeorologia - R$ 588.208,04
EE Videira
Fruticultura de clima temperado, Vitivinicultura e Apicultura
Uva - 6º produtor nacional. Vinho - 2º produtor nacional. Mel - 5º
Adequação laboratorial. Tecnologia da informação e
(Produção integrada). Desenvolve trabalhos em parcerias com
produtor nacional.
agrometeorologia - R$ 1.022.349,51
Embrapa (Uva e Vinho, Clima Temperado), UnC, UNOESC,
UFSC, FURB.
Cedap - Fpolis
Aquicultura. Desenvolve trabalhos em parcerias com UFSC,
Ostra e Mexilhão - 2º maior produtor da América Latina, e
Tecnologia da informação - R$ 8.200,00
UNIVALI.
responsável por 90% da produção nacional. Piscicultura de água
doce produz 23 mil toneladas de pescado/ano.
Cepaf - Chapecó
Grãos (Milho e Feijão) e Agricultura Familiar. Desenvolve
Agricultura Familiar é responsável por 50% do PIB Agropecuário
Adequação laboratorial. Adequação da estrutura de
trabalhos em parcerias com UNOCHAPECÓ. Participação nos
estadual, e concentra 37% da população.
pesquisa e instrumentalização. Tecnologia da
ensaios nacionais e sul brasileiro de Milho, Feijão.
informação e agrometeorologia - R$ 1.601.492,98
Ciram - Fpolis
Agrometeorologia. Desenvolve trabalhos em parcerias com Desenvolve trabalhos de monitoramento e previsão climáticos para Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no
UFSC, INPE, UFRGS, UFPR, USP.
todo o Estado de Santa Catarina.
Sapiens Parque. Tecnologia da informação,
agrometeorologia - R$ 883.406,00
Sede
Sistemas de gerenciamento. Equipamentos de
informática. Capacitação para rede laboratorial –
R$ 912.763,56
O montante solicitado atende também as outras 5 unidades da Epagri: Cepea – Fpolis, Cepa – Fpolis, CEPC – Camboriu, CEJ – Jaguaruna e Cetrec – Chapecó.
Página 3
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009
7. Aprovação do dirigente máximo da OEPA
Florianópolis, 31 de dezemro de 2009.
Luiz Ademir Hessmann
Presidente
Edson Silva
Diretor de Ciência, Tecnologia
e Inovação
Reney Dorow
Gerente de Pesquisa e
Inovação
Página 4
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
2 CARACTERIZAÇÃO DA AGRICULTURA CATARINENSE
O Estado de Santa Catarina dispõe de um patrimônio natural rico e diverso, que contribuiu para moldar
sua estrutura fundiária, caracterizada pela predominância de um modelo de agricultura familiar de pequenas
propriedades.
De acordo com o IBGE (2005), o estado possuía uma população rural de 1.034.000 habitantes (cerca
de 18% da população total), distribuída em cerca de 187 mil estabelecimentos rurais produtivos (LAC, 2003).
Santa Catarina é um dos principais estados produtores de alimentos e, em diversas lavouras e
criações, apresenta produtividade das mais altas do país. O setor agropecuário, silvícola e de exploração
florestal, representa cerca de 6,9% do PIB estadual e está acima da média nacional de 5,5%. Sua contribuição
aumenta a medida que se observa sua influência nos demais setores da economia. Vale destacar a importância
da agricultura para a economia da grande maioria dos pequenos municípios do Estado.
A produção estadual tem características bastante regionalizadas. Os principais produtos do Oeste
Catarinense são suínos, aves e milho. São consideradas atividades em expansão a fruticultura (laranja, uva e
frutas de caroço) e a pecuária de leite e corte. No Norte, o extrativismo de erva-mate e madeira e a pecuária
extensiva são as principais atividades, porém, crescem a pecuária de leite, a produção de grãos, a silvicultura, a
orizicultura irrigada e a fruticultura. A região Serrana tem na silvicultura e na pecuária, suas principais atividades
rurais e a soja, o alho e a maçã estão em expansão. O Vale do Itajaí produz fumo, arroz e cebola, mas crescem
a olericultura, a pecuária leiteira e a produção de fitoterápicos. O Litoral Sul produz principalmente fumo, arroz e
mandioca e se expande a fruticultura (citros, banana e uva). No Litoral Norte se destaca a produção de arroz,
banana, flores e ornamentais. Na Grande Florianópolis, a atividade hortícola é a mais importante e cresce o
segmento de flores e ornamentais. A maricultura, com destaque para a malacocultura, vem se destacando em
toda a região costeira de Santa Catarina.
Ocupando o nono lugar entre os estados exportadores, com um total de aproximadamente US$ 5,9
bilhões em 2006, o agronegócio representou mais de 50% (US$ 3,2 bilhões) deste montante, com destaque
para os segmentos de madeira, papel e papelão, carne suína e aves, soja e derivados, fumo e frutas. Em 2007,
as exportações totais do estado chegaram a US$ 7,3 bilhões.
Com mais de 561,4 quilômetros de costa oceânica, Santa Catarina é também importante produtora de
pescados e crustáceos, sendo o mais importante produtor de ostras e mexilhões cultivados do país.
3 PANORAMA ESTADUAL DA PESQUISA DA EPAGRI
O Estado de Santa Catarina representa 1,12% da área territorial nacional, com uma população de 5,9
milhões de habitantes, sendo 78,7% na área urbana e 21,3% na área rural. Possue cerca de 187 mil
estabelecimentos agrícolas no Estado, predominantemente na agricultura familiar e 27 mil famílias de
pescadores artesanais. Santa Catarina constituiu-se no quinto produtor agrícola nacional e 7º no produto interno
bruto (PIB).
Diante deste quadro, o Governo de Estado está constantemetne aplicando recursos no setor de
pesquisa e extensão da Epagri, demonstrada com a realização de concurso e contratação, como por exemplo,
151 novos funcionários na área de pesquisa da Epagri, nos anos de 2008 e 2009, sendo que destes 40 são
pesquisadores que estão fazendo parte do corpo técnico das unidades de pesquisa. No ano de 2008 foram
também aprovados editais da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de
Santa Catarina) com recursos do Estado e que a Epagri aprovou 22 projetos no montante de 4,5 milhões de
reais. Para o ano de 2009 está aprovado, no orçamento da FAPESC, em tomada pública, mais um edital de 5
milhões para o setor agrícola.
4 RECURSOS PARA A PESQUISA AGROPECUÁRIA CATARINENSE
Considerando o Projeto 9 do PAC Embrapa, que assumia o compromisso de Revitalização e
modernização da infra-estrutura física das organizações estaduais de pesquisa agrícola, esperando alcançar os
seguintes resultados: a) Infra-estrutura de pesquisa adequada para implementação de projetos de PD&I dentro
de padrões técnicos vigentes; b) Infra-estrutura de apoio adequada às necessidades da pesquisa; e c)
Laboratórios adequados e equipados para atender as normas vigentes, descreve-se abaixo as necessidades de
investimentos e serviços em cada um dos programas.
A proposta total para a revitalização da pesquisa agropecuária catarinense encontra-se na Tabela 1
(página 6). Os valores definidos para cada unidade da Epagri, em cada uma das oito ações, dentro dos 3
programas definidos estão mostrados.
Página 5
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
Tabela 1 – Necessidades por Programa e Ação, em cada uma das Unidades de Pesquisa da Epagri.
Programa
Infra-estrutura física
Infra-estrutura informática
2 – Renovação 3 – Ampliação
1 – Adequação
dos
da infrapredial e das
equipamentos estrutura para
Ação
estruturas
para a pesquisa
bancos de
administrativas
agropecuária germoplasmas
UP
EE Caçador
TOTAL
UP
1.337.528,33
4 – Instrumentalização na área de
informática, agrometeorologia e hidrometria
Informática
Rede
Infra-estrutura laboratorial
8–
6–
7–
Adequação
5–
Disponibili- Adequação
dos
Implantação
zação de laboratorial a
laboratórios
de sistemas
legislação
acesso a
de gestão
às normas de
ambiental e
literatura
informatizados
BPL e a ISO
científica
trabalhista
17.025
Agrometeo- Hidrorologia
metria
223.784,78
160.040,00
15.000,00
28.000,00
128.500,00
97.323,55
-
-
-
99.000,00
585.880,00
EE Campos
Novos
231.300,00
-
122.500,00
-
5.600,00
90.600,00
12.600,00
-
-
-
-
-
EE Canoinhas
238.000,00
109.740,00
-
-
5.600,00
113.400,00
9.260,00
-
-
-
-
-
EE Itajaí
1.823.780,33
324.784,78
163.000,00
244.652,00
31.200,00
166.800,00
108.343,55
-
-
-
165.000,00
620.000,00
EE Ituporanga
1.012.404,76
35.412,48
53.250,00
124.911,00
4.000,00
71.400,00
12.600,00
-
-
-
14.000,00
696.831,28
EE Lages
1.041.162,16
290.516,16
146.340,00
123.926,00
4.000,00
237.000,00
12.600,00
-
-
-
226.780,00
-
EE São
Joaquim
542.962,33
223.784,78
28.154,00
-
14.000,00
92.600,00
120.323,55
-
-
-
64.100,00
-
EE Urussanga
588.208,04
254.000,49
-
52.000,00
-
134.800,00
103.943,55
-
-
-
43.464,00
-
1.022.349,51
-
400,00
25.000,00
30.450,00
123.400,00
71.523,55
-
-
-
20.000,00
751.575,96
8.200,00
-
-
-
4.000,00
4.200,00
-
-
-
-
-
-
1.601.492,98
271.263,87
254.535,00
172.450,29
23.600,00
171.400,00
107.143,55
-
-
-
88.800,00
512.300,27
Ciram - Fpolis
883.406,00
647.686,00
27.520,00
-
134.000,00
15.400,00
58.800,00
-
-
-
-
-
Sede
912.763,56
-
600.000,00
-
5.000,00
36.700,00
-
-
271.063,56
-
-
-
2.380.973,34
1.555.739,00
4.694.651,63
757.939,29
271.063,56
0,00
EE Videira
Cedap - Fpolis
Cepaf Chapecó
TOTAL
Total por Programa
Total Geral
289.450,00 1.386.200,00
714.461,30 0,00
2.661.174,86
11.243.558,00
721.144,00 3.166.587,51
3.887.731,51
Página 6
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
A proposta contempla melhorias e adequações na infra-estrutura de pesquisa da Epagri considerando
as culturas estratégicas para o Estado, com atendimento e resultado voltado, principalmente, para a agricultura
familiar, de acordo com os vetores estabelecidos pelo Programa de Gestão Estratégica da Pesquisa (PGE da
Epagri). A distribuição das unidades de pesquisa da Epagri leva em conta a diversidade edafoclimática
predominante no Estado.
Na seqüência apresenta-se um resumo dos programas da proposta:
4.1 - Programa Melhoria da infra-estrutura física de pesquisa
O fortalecimento da infra-estrutura física da Epagri é condição fundamental para que a mesma cumpra
sua missão. A infra-estrutura recuperada, ampliada e modernizada possibilita o desenvolvimento adequado de
projetos de pesquisa, em quantidade e qualidade, visando o atendimento efetivo das demandas de Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação da agropecuária catarinense. A geração de tecnologias de uso regional assegura
a formulação e implementação adequadas de política de pesquisa agropecuária para o estado de Santa
Catarina.
Na ação 1 (Adequação predial e das estruturas administrativas) foram escolhidas as necessidades
prioritárias de cada unidade de pesquisa, considerando a geração de tecnologia. Neste item foi contemplada a
adequação para credenciamento junto ao MAPA, para teste de agrotóxicos nas unidades de Itajaí, São Joaquim
e Caçador.
Na ação 2 (Renovação dos equipamentos para a pesquisa agropecuária) foram priorizadas as
aquisições e/ou reformas de equipamentos para uso direto pela pesquisa.
As câmaras secas e casas de vegetação foram o foco da ação 3 (Ampliação da infra-estrutura para
bancos de germoplasmas). Foram recuperadas/adequadas/construídas nas unidades de Caçador, Itajaí,
Ituporanga, Videira e Chapecó.
4.2 - Programa Melhoria da infra-estrutura de informática de pesquisa
A existência de tecnologia da informação que possibilita a utilização de sistemas integrados para a
coleta, o processamento e o armazenamento que dinamiza a disponibilização online de informações para
atender o público interno e externo implica na necessidade estratégica de ampliação, atualização e manutenção
do parque de equipamentos de informática.
A ação 4 (Instrumentalização na área de informática, agrometeorologia e hidrometria) foi subdividida em
4 partes. A parte de informática recebeu as necessidades levantadas de equipamentos de informática. A parte
de rede de informática contemplou a aquisição de equipamentos de informática (rede) e a execução do projeto
de rede estruturada. A parte agrometeorológica compreendeu 3 aspectos: a) Recuperar as estações
meteorológicas convencionais, modernizar e equipar os escritórios e as equipes meteorológicas dos municípios
que pertencem as Unidades de Pesquisa de: Chapecó, Videira, Caçador, Campos Novos, Canoinhas, Lages,
São Joaquim, Florianópolis, Urussanga, Ituporanga e Itajaí; b) Implantação de sistema de acompanhamento
remoto de cultivos experimentais a partir de imagens teletransmitidas; e c) Modernização da rede de
monitoramento hidrometeorológica automática. A parte da rede hidrométrica não foi contemplada neste ano.
A ação 5 (Implantação de sistemas de gestão informatizados) contemplou principalmente o
desenvolvimento do módulos informatizados de planejamento, acompanhamento e reprogramação das Figuras
Programáticas da Epagri, com a conseqüente necessidade de aquisição de servidor para armazenamento de
recursos digitais institucionais e de produção técnico-científica e, por fim, o desenvolvimento e\ou aquisição de
Sistemas de Informação para análise e disponibilização de informações para gestão\avaliação corporativa e
rede laboratorial.
A ação 6 (Disponibilização de acesso a literatura científica) não foi contemplada este ano.
4.3 - Programa Melhoria da infra-estrutura laboratorial
Considerando a dimensão e a diversificação da estrutura laboratorial existentes nas unidades de
pesquisa, evidencia-se a necessidade de atualização e adequação. Para o desenvolvimento de conhecimento
técnico cientifico é indispensável uma estrutura laboratorial distribuídas nas unidades de pesquisa, pois é
através deles que se confirma a real dimensão dos parâmetros avaliados e da superioridade das tecnologias e
inovações desenvolvidas. Alem disso há uma ampliação das exigências das legislações ambientais e
trabalhistas que precisam ser atendidas com precisão pelos laboratórios de prestação de serviço.
A ação 7 (Adequação laboratorial a legislação ambiental e trabalhista) contemplou as principais
necessidades dos laboratórios das unidades de pesquisa.
A ação 8 (Adequação dos laboratórios às normas de BPL e a ISO 17.025) contemplou a re-estruturação
daqueles cinco laboratórios que se adequarão as normas de qualidade. São eles: Laboratório de Ensaios
Químicos da E.E. de Caçador, Laboratório de Análises de Águas da E.E. de Itajaí, Laboratório de Análises de
Solos da E.E. de Ituporanga, Laboratório de Análises de Bebidas da E.E. de Videira e o Laboratório de Análises
de Solos do Cepaf-Chapecó.
Página 7
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5 DETALHAMENTO DA PROPOSTA POR UNIDADE DE PESQUISA DA EPAGRI
5.1 Estação Experimental de Caçador
Desenvolve sistemas de produção que possibilitam a prática da agricultura sustentável na fruticultura de clima
temperado, hortaliças e na piscicultura em águas de interior, além de tecnologias que viabilizam a agricultura
familiar no Estado de Santa Catarina. Outra prioridade é adequar e difundir informações e técnicas de produção
de modo a aumentar a competitividade da agricultura catarinense.
Na Tabela 2 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Caçador.
Tabela 2 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Caçador. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 3 (página
27).
Qtdade Itens
os
(n dos
META
ETAPA
Valor
itens)
Melhoria da infra-estrutura física Adequação as normativas do MAPA para
223.784,78
1
da Estação Experimental de
credenciamento da Estação Experimental de
(1)
Caçador
Caçador em testes de agrotóxicos.
Instrumentalização da pesquisa agropecuária na
52.740,00
4
área de piscicultura
(2 a 5)
Melhoria das condições de trabalho para a
107.300,00
6
pesquisa agropecuária
(6 a 11)
Adequação de casa de vegetação para bancos de
15.000,00
1(12)
germoplasmas
FÍSICA Total
398.824,78
12
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição computadores
28.000,00
1
informática da Estação
(18)
Experimental de Caçador
Aquisição de equipamentos de informática (rede)
42.500,00
6
para a EE Caçador
(19 a 24)
Execução do projeto de rede estruturada da EE
86.000,00
4
Caçador
(25 a 28)
Recuperar as estações meteorológicas
84.723,55
1
convencionais, modernizar e equipar os
(13)
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de Caçador
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações hidrometeorológicas
(14 a 17)
para UP de Caçador
INFO Total
253.823,55
16
Melhoria da infra-estrutura
Instrumentalização do Laboratório de
25.000,00
1
laboratorial da Estação
Fitopatologia e Ecofisiologia
(29)
Experimental de Caçador
Instrumentalização do Laboratório de Pós74.000,00
2
Colheita
(30 a 31)
Construção laboratórios
163.000,00
1(32)
Instrumentalização do Laboratório de Ensaio
Químico da ISO
Aquisição mobiliário do Laboratório de Ensaio
Químico
LABO Total
Total Global
386.000,00
36.880,00
684.880,00
1.337.528,33
7
(33 a 39)
1
(40)
12
40
Página 8
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.2. Estação Experimental de Campos Novos
Desenvolve trabalhos voltados à agricultura familiar com foco na produção de sementes básicas de culturas de
lavoura. Viabiliza, também, estudos em agrometeorologia, mecanização agrícola, fertilidade e manejo do solo e
da água e agricultura orgânica.
Na Tabela 3 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Campos
Novos.
Tabela 3 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Campos Novos. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 10,
(página 49).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor
(n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de equipamentos para pesquisa da
122.500,00
4
pesquisa da Estação
da Estação Experimental de Campos Novos
(1 a 4)
Experimental de Campos Novos FÍSICA Total
122.500,00
4
Melhoria da infra-estrutura de
informática da Estação
Experimental de Campos Novos
Total Global
Aquisição de equipamentos de informática para
a Estação Experimental de Campos Novos
Aquisição de equipamentos de informática
(rede) para a EE Campos Novos
Execução do projeto de rede estruturada da EE
Campos Novos
Aquisição de componentes para a rede de
monitoramento de estações
hidrometeorológicas para EE de Campos Novos
INFO Total
5.600,00
1
(18)
6
(9 a 14)
3
(15 a 17)
4
(5 a 8)
35.600,00
55.000,00
12.600,00
108.800,00
231.300,00
14
18
Página 9
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.3 Estação Experimental de Canoinhas
A Estação Experimental de Canoinhas atua, prioritariamente, em pesquisa e desenvolvimento de sistemas
agro-silvi-pastoris.
Na Tabela 4 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Canoinhas.
Tabela 4 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Canoinhas. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 11
(página 57).
Qtdade
Itens
os
(n dos
itens)
META
ETAPA
Valor
Melhoria da infra-estrutura física Adequação da estrutura de apoio de trabalhos
109.740,00
1
da Estação Experimental de
realizados no Campo Experimental Salto do
(1)
Canoinhas
Canoinhas, pertencente à Estação
Experimental de Canoinhas.
FÍSICA Total
109.740,00
1
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de microcomputadores.
5.600,00
1
informática da Estação
(3)
Experimental de Canoinhas
Aquisição de equipamentos de informática
43.400,00
6
(rede) para a EE Canoinhas
(4 a 9)
Execução do projeto de rede estruturada da
70.000,00
3
EE Canoinhas
(10 a 12)
Recuperar as estações meteorológicas
9.260,00
1
convencionais, modernizar e equipar os
(2)
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de Canoinhas
INFO Total
128.260,00
11
Total Global
238.000,00
12
Página 10
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.4 Estação Experimental de Itajaí
Destaca-se pelo desenvolvimento de pesquisa e difusão de tecnologias, tendo como principais produtos o arroz
irrigado, a fruticultura tropical (com ênfase para as culturas da banana e da laranja) e as hortaliças. Trabalha,
também, com recursos florestais, piscicultura e plantas bioativas, com forte atuação em técnicas
biotecnológicas.
Na Tabela 5 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Itajaí.
Tabela 5 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Itajaí. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 15 (página
61).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura física Construção de estrutura para atender as
223.784,78
1
da Estação Experimental de Itajaí normativas do MAPA para credenciamento da
(2)
EE Itajaí em testes de agrotóxicos.
Construção de uma estação de captação e
101.000,00
1
tratamento de água para a EEItajaí
(1)
Máquinas e implementos agrícolas
163.000,00
4
(3 a 6)
Readequação de duas casas de vegetação
153.121,50
1
DANTAS (Solardan 8,8 m x 12m) para atender
(7)
demanda pesquisa projeto Arroz Irrigado,
fruticultura tropical da EE Itajaí
Construção de uma camara fria/seca atender
91.530,50
1
Programa Genoma Vegetal
(8)
FÍSICA Total
732.436,78
8
Melhoria da infra-estrutura de
Equipamentos de informática
21.600,00
2
informática da EE de Itajaí
(25 a 26)
Aquisição de equipamentos de informática
30.800,00
7(14 a 20)
(rede) para a EE Itajaí
Execução do projeto de rede estruturada da EE
140.000,00
4(21 a 24)
Itajaí
Recuperar as estações meteorológicas
95.743,55
1
convencionais, modernizar e equipar as
(9)
equipes meteorológicas do município de Itajaí
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações
(10 a 13)
hidrometeorológicas para EE Itajaí
INFO Total
300.743,55
18
Melhoria da infra-estrutura
Complementar a estrutura analítica do
165.000,00
1
laboratorial da Estação
Laboratório de Biologia Molecular da Estação
(27)
Experimental de Itajaí
Experimental de Itajaí.
Readequação considerando a implantação de
275.000,00
1
um sistema de gestão da qualidade em
(31)
laboratórios (BPL e ISO 17.025) na Unidade de
Ensaios Químicos e Cromatográficos
Aquisição e implantação do sistema de
30.000,00
1
climatização da Unidade de Ensaios Químicos
(32)
e Cromatográficos, considerando a
implantação de um sistema de gestão da
qualidade em laboratórios (BPL e ISO 17.025).
Aquisição de móveis (bancadas, armários,
60.000,00
1
balcões, mesas e cadeiras), considerando a
(33)
implantação da gestão da qualidade em
laboratórios (BPL e ISO 17.025) na Unidade de
Ensaios Químicos e Cromatográficos
Complementar a estrutura analítica da Unidade
255.000,00
3
de Ensaios Químicos e Cromatográficos da EE
(28 a 30)
Itajaí.
LABO Total
785.000,00
7
Total Global
1.818.180,33
33
Página 11
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.5 Estação Experimental de Ituporanga
Desenvolve trabalhos voltados a diferentes sistemas de cultivo em hortaliças, com ênfase especial à cultura da
cebola.
Na Tabela 6 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Ituporanga.
Tabela 6 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Ituporanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 25
(página 75).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura física Adequação e ampliação do armazém de secagem
25.872,48
1
da Estação Experimental de
de cebola da Estação Experimental de Ituporanga
(1)
Ituporanga
Construção de ambiente para armazenamento de
9.540,00
1
agrotóxicos
(2)
Recuperação/renovação dos implementos,
53.250,00
8
microtratores, tratores e veículos da Estação
(3 a 10)
Experimental de Ituporanga
Implantação de uma câmara seca e fria para a
46.920,00
1
Estação Experimental de Ituporanga
(11)
Aquisição de casa de vegetação climatizada para
74.866,00
1
a Estação Experimental de Ituporanga
(12)
Compra de equipamentos e prateleiras para
3.125,00
2
câmara seca e fria
(13 a 14)
FÍSICA Total
213.573,48
14
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de equipamentos de informática (rede)
25.400,00
6
informática da Estação
para a EE Ituporanga
(19 a 24)
Experimental de Ituporanga
Execução do projeto de rede estruturada da EE
50.000,00
1
Ituporanga
(25)
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações hidrometeorológicas
(15 a 18)
para EE Ituporanga
INFO Total
88.000,00
11
Melhoria da infra-estrutura
Compra de equipamentos para o laboratório de
14.000,00
3
laboratorial da Estação
fitopatologia
(26 a 28)
Experimental de Ituporanga
Ampliação e adequação da área física do
395.501,28
1
laboratório de solos
(29)
Compra de equipamentos para o laboratório de
283.330,00
23
solos
(30 a 52)
Compra de mobiliário para o laboratório de solos
18.000,00
1
(53)
LABO Total
710.831,28
28
Total Global
1.012.404,76
53
Página 12
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.6 Estação Experimental de Lages
Desenvolve trabalhos em pecuária de corte e de leite, com destaque na pesquisa de recursos genéticos nativos
e naturalizados para o desenvolvimento da pecuária e da silvicultura.
Na Tabela 7 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Lages.
Tabela 7 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Lages. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 32 (página
90).
META
Melhoria da infra-estrutura física
da Estação Experimental de
Lages
Modernização da rede de
monitoramento
hidrometeorológica automática
da UP de Lages
Melhoria da infra-estrutura
laboratorial da Estação
Experimental de Lages
Total Global
ETAPA
Recuperação predial e remodelagem do setor
de laboratórios de homeopatia e microbiologia
da Estação Experimental de Lages
Implantação e reforma de câmara seca e
casa de vegetação da Estação Experimental
de Lages
Reforma e compra de veículos, tratores e
implementos da Estação Experimental de
Lages
Implantação e reforma de câmara seca e
casa de vegetação da Estação Experimental
de Lages
FÍSICA Total
Aquisição de componentes para a rede de
monitoramento de estações
hidrometeorológicas para UP de Lages
Aquisição de equipamentos de informática
(rede) para a EE Lages
Execução do projeto de rede estruturada da
EE Lages
INFO Total
Recuperação e adequação do Laboratório de
Nutrição Animal
LABO Total
Qtdade Itens
os
Valor (n dos itens)
290.516,16
1
(1)
10.800,00
1
(2)
135.540,00
13
(3 a 15)
123.926,00
3
(16 a 18)
560.782,16
12.600,00
18
4
(19 a 22)
41.000,00
7
(23 a 29)
6
(30 a 35)
17
4
(36 a 39)
4
39
200.000,00
253.600,00
226.780,00
226.780,00
1.041.162,16
Página 13
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.7 Estação Experimental de São Joaquim
Dedica-se à fruticultura de clima temperado, à floricultura e à olericultura, destacando-se as culturas da maçã,
pêra, goiaba serrana, uva e batata.
Na Tabela 8 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de São Joaquim.
Tabela 8 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de São Joaquim. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 39
(página 103).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da Infra-estrutura física Adequação as normativas do MAPA para
223.784,78
1
e Operacional da Estação
credenciamento da Estação Experimental de
(1)
Experimental de São Joaquim
Caçador em testes de agrotóxicos.
Aquisição de implementos e/ou máquinas
28.154,00
5
agrícolas (Concha Traseira agrícola, Carreta
(2 a 6)
hidráulica, plataforma basculante, Carro de
cortar grama, Broca de perfuração, sistema de
irrigação e proteção de geada).
FÍSICA Total
251.938,78
6)
Melhoria da Infra-estrutura de
Automação de leitura das variáveis
33.800,00
1
Informática da Estação
meteorológicas coletadas em estações
(7)
Experimental de São Joaquim
meteorológicas convencionais da UP de São
Joaquim
Recuperar as estações meteorológicas
73.923,55
1
convencionais, modernizar e equipar os
(8)
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de São Joaquim
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações
(9 a 12)
hidrometeorológicas para UP de São Joaquim
Aquisição de computadores (Desk top,
19.000,00
3
portáteis), Impressoras Laser Jet e
13 a 15)
multifuncional, No Breaks e estabilizadores,
projetores de multimídia
Aquisição de equipamentos de informática
47.600,00
7
(rede) para a EE São Joaquim
(16 a 22)
Execução do projeto de rede estruturada da
40.000,00
1
EE São Joaquim
(23)
INFO Total
226.923,55
17
Melhoria da infra-estrutura
Aquisição e/ou reforma de equipamentos para
3.500,00
1
Laboratorial de pesquisa da
modernizar o Laboratório de Fitopatologia da
(24)
Estação Experimental de São
EE São Joaquim e aquisição de periódicos da
Joaquim
área
Aquisição e/ou reforma de equipamentos para
25.600,00
2
modernizar o Laboratório de Entomologia da
(25 a 26)
EE São Joaquim e aquisição periódicos da
área
Aquisição e/ou reforma de equipamentos para
7.000,00
1
modernizar o Laboratório de Solos e Nutrição
(27)
de Plantas da EE São Joaquim e aquisição de
periódicos da área
Aquisição e/ou reforma de equipamentos para
28.000,00
2
modernizar o Laboratório de Análise de
(28 a 29)
Frutos/Fisiologia/Melhoramento da EE São
Joaquim e aquisição de periódicos da área
LABO Total
64.100,00
6
Total Global
542.962,33
29
Página 14
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.8 Estação Experimental de Urussanga
Dedica-se ao desenvolvimento de tecnologias destinadas às culturas da mandioca e de espécies frutícolas,
dentre elas, banana, maracujá, abacaxi, videira, pêssego e nectarina.
Na Tabela 9 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Urussanga.
Tabela 9 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Urussanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 42
(página 109).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura física Adequação do prédio central da Estação
126.000,00
1
da Estação Experimental de
Experimental de Urussanga
(1)
Urussanga
Adequação dos prédios de apoio de campo,
128.000,49
1
preparo de materiais para experimento e
(2)
processamento de amostras de experimentos
da Estação Experimental de Urussanga
Adequação de uma casa de vegetação da
52.000,00
4
EEUrussanga
(3 a 6)
FÍSICA Total
306.000,49
6
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição e instalação da rede de
3.000,00
1
informática da Estação
comunicação e internet na EEUrussanga
(12)
Experimental de Urussanga
Aquisição de equipamentos de informática
16.800,00
5
(rede) para a EE Urussanga
(13 a 17)
Execução do projeto de rede estruturada da
115.000,00
6
EE Urussanga
(18 a 23)
Recuperar as estações meteorológicas
91.343,55
1
convencionais, modernizar e equipar os
(7)
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de Urussanga
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações
(8 a 11)
hidrometeorológicas para UP de Urussanga
INFO Total
238.743,55
17
Melhoria da infra-estrutura
Compra de equipamentos para os laboratórios
43.464,00
7
laboratorial da Estação
de fitossanidade, análises físicas, químicas e
(24 a 30)
Experimental de Urussanga
biológicas da EE Urussanga
LABO Total
43.464,00
7
Total Global
588.208,04
30
Página 15
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.9 Estação Experimental de Videira
Focada principalmente na agricultura familiar e no pequeno produtor, a Estação Experimental de Videira dedicase à experimentação com fruticultura de clima temperado (uva, quivi, ameixa, caqui, pêssego, nectarina, mirtilo,
amora preta), sendo a principal referência em vitivinicultura para o Estado de Santa Catarina e algumas regiões
dos estados vizinhos. Responsável pela descoberta dos novos “terroirs” de vinhos finos de altitude, propiciando
todo o suporte para a vitivinicultura estadual. É responsável pela pesquisa em apicultura, priorizando as
análises qualitativas do mel e concentrando ações da produção integrada.
Na Tabela 10 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Videira.
Tabela 10 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação
Experimental de Videira. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 48
(página 128).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura física Adequação auditório da Estação Experimental
400,00
1
da Estação Experimental de
de Videira
(1)
Videira
Adequação da casa de vegetação para a
25.000,00
1
Estação Experimental de Videira
(2)
FÍSICA Total
25.400,00
2
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de equipamentos de informática
30.450,00
3
informática da Estação
(8 a 10)
Experimental de Videira
Aquisição de equipamentos de informática
43.400,00
6
(rede) para a EE Videira
(11 a 16)
Execução do projeto de rede estruturada da
80.000,00
2
EE Videira
(17 a 18)
Recuperar as estações meteorológicas
58.923,55
1
convencionais, modernizar e equipar os
(3)
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de Videira
Aquisição de componentes para a rede de
12.600,00
4
monitoramento de estações
(4 a 7)
hidrometeorológicas para EE Videira
INFO Total
225.373,55
16
Melhoria da infra-estrutura
Aquisição de equipamentos para o laboratório
20.000,00
1
laboratorial da Estação
de fitossanidade da EE Videira
(19)
Experimental de Videira
Adequação do laboratório de análise sensorial
7.450,00
1
(23)
Implantação de climatização central no
110.000,00
1
laboratório de análises agroindustriais
(24)
Aquisição de equipamentos laboratório de
226.510,00
5
análises agroindustriais
(25 a 29)
Aquisição de materiais para o laboratório de
5.115,00
3
análise sensorial
(30 a 32)
Aquisição de equipamentos para o laboratório
12.000,00
1
de fitossanidade da EE Videira
(20)
Aquisição de mobiliário para o laboratório de
40.000,00
1
análises agroindustriais
(21)
Ampliação da área física do laboratório de
350.500,96
1
Análises de Bebidas (Labesc)
(22)
LABO Total
771.575,96
14
Total Global
1.022.349,51
32
Página 16
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.10 Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP
O Cedap tem seus principais focos dirigidos para pesquisa em maricultura e piscicultura de água doce
tais como: determinação de áreas propícias para a maricultura, desenvolvimento de novas tecnologias para o
cultivo de mexilhões, geração de tecnologia para o cultivo de ostras em ambientes lacunares, viabilização
técnica do cultivo de vieiras, estabelecimento de pacotes tecnológicos de policultivo entre camarões e tilápias e
desenvolvimento da cadeia produtiva da piscicultura continental, com ênfase na piscicultura de espécies nativas
e na qualificação profissional dos produtores.
Na Tabela 11 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Desenvolvimento em
Aqüicultura e Pesca - CEDAP.
Tabela 11 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de
Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca – CEDAP. Os bens/serviços necessários estão
listados no Anexo 52 (página 138).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de equipamentos de informática
8.200,00
3
informática do Cedap
(rede) para o CEDAP
(1 a 3)
INFO Total
Total Global
8.200,00
8.200,00
3
3
Página 17
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.11 Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF
O Cepaf está inserido na região do Oeste Catarinense, região que abrange 50% do PIB agropecuário e que
concentra 37% da população rural do Estado, com modelo fundamentado na agricultura familiar, com foco na
pesquisa das culturas graníferas, meio ambiente (recursos naturais) e estudos socioeconômicos.
Na Tabela 12 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Pesquisa para a Agricultura
Familiar - CEPAF.
Tabela 12 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de
Pesquisa para a Agricultura Familiar – CEPAF. Os bens/serviços necessários estão
listados no Anexo 53 (página 139).
Qtdade Itens
os
META
ETAPA
Valor (n dos itens)
Melhoria da infra-estrutura física Adequação da área física da Unidade de
271.263,87
1
de pesquisa agropecuária do
Beneficiamento de Sementes (UBS)
(1)
Cepaf
Compra de equipamentos e mobiliário para a
14.520,00
3
Unidade de Beneficiamento de Sementes
(7 a 9)
(UBS)
Compra de equipamentos para pesquisa
231.100,00
2
agropecuária
(2 a 3)
Compra de equipamentos e mobiliário para a
8.915,00
3
Casa de Apoio Operacional
(4 a 6)
Adequação da área física da Câmara Seca
70.720,29
2
(10 a 11)
Compra de equipamentos e mobiliário para a
47.700,00
6
Câmara Seca
(12 a 17)
Adequação da área física da Casa de
54.030,00
1
Vegetação
(18)
18
FÍSICA Total
698.249,16
Melhoria da infra-estrutura de
Compra de equipamentos para informática
19.600,00
1
informática do Cepaf
(24)
Aquisição de equipamentos de informática
25.400,00
7(25 a 31)
(rede) para a EE Chapecó
Execução do projeto de rede estruturada da EE
Chapecó
Melhoria da infra-estrutura
laboratorial do Cepaf - Chapecó
Recuperar as estações meteorológicas
convencionais, modernizar e equipar os
escritórios e as equipes meteorológicas do
município de Chapecó
Aquisição de componentes para a rede de
monitoramento de estações
hidrometeorológicas para UP de Chapecó
INFO Total
Compra de equipamentos e mobiliário para a
Laboratório de Águas
Adequação da área física do Laboratório de
Solos
Compra de equipamentos e mobiliário para o
Laboratório de Solos
LABO Total
Total Global
150.000,00
5(32 a 36)
94.543,55
1
(19)
12.600,00
4(20 a 23)
302.143,55
88.800,00
18)
5(37 a 41)
177.300,27
1
(42)
3
(43 a 45)
9
45
335.000,00
601.100,27
1.601.492,98
5.12 Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM
O Centro Integrado de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina tem
papel decisivo na geração de informações ambientais. Seus projetos dão suporte ao planejamento regional e
municipal, sendo fundamentais para a segurança da qualidade da água, do solo e do ar. Entre os principais
serviços destacam-se a previsão do tempo e clima.
Página 18
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
Na Tabela 13 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Informações de Recursos
Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM.
O Governo do Estado de Santa Catarina, com apoio do Governo Federal, vem investindo esforços na criação e
estabelecimento do Sapiens Parque (www.sapiensparque.com.br), que é um espaço concebido com infraestrutura pra abrigar empreendimentos, projetos e iniciativas estratégicas para desenvolvimento do Estado e
região. O Sapiens Parque se distingue por utilizar um modelo inovador para desenvolver, implementar e integrar
iniciativas dentro de uma visão diferenciada, inovadora e competitiva.
A Epagri, comungando com esta idéia e apostando num futuro de tecnologias avançadas, está propondo a
inserção de seu Centro de Referência em Tecnologias Ambientais neste contexto. Como fatores contextuais
favoráveis à proposta citamos:
- crescente conscientização da sociedade para as questões ambientais;
- diversidade do território catarinense em relação aos aspectos sócio culturais e ambientais;
- biodiversidade dos biomas catarinenses;
- excelência do corpo técnico da Epagri, devido sua formação acadêmica e qualificação profissional;
- possibilidade de compor parcerias institucionais com Universidades, ONGs e outras empresas públicas.
- necessidade de manutenção da biodiversidade;
- desenvolvimento de tecnologias avançadas que atendam as necessidade e exigências ambientais e sociais.
Tabela 13 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de
Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia – CIRAM. Os bens/serviços
necessários estão listados no Anexo 64 (página 166).
Qtdade Itens
os
Valor (n dos itens)
META
ETAPA
Modernização e adequação da Adequação da infra-estrura física da Central
190.150,00
3(1 a 3)
infra-estrutura física do Centro de de Processamento de dados
Informações de Recursos
Criação do Centro de Referência em
432.036,00
1(1 a 3)4)
Ambientais e de
Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Hidrometeorologia de Santa
Florianópolis
Catarina (CIRAM)
Mobiliar e equipar o Centro de Referência em
25.500,00
3(5 a 7)
Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis
Adequação do sistema de previsão do tempo
25.020,00
4
e clima do CIRAM
(11 a 14)
Adequação infra-estrutura física do CIRAM
1.060,00
3
(15 a 17)
Aquisição de equipamentos para o setor de
1.440,00
3
ordenamento ambiental do Ciram
(8 a 10)
FÍSICA Total
675.206,00
17
Instrumentalização da área de
Adequação da infra-estrutura do CPD do
130.000,00
1
informática, agrometeorologia e Ciram
(28)
hidrometria do CIRAM
Aquisição de equipamentos de informática
19.400,00
5
(rede) para o CIRAM
(19 a 23)
Automação de leitura das variáveis
33.800,00
1
meteorológicas coletadas em estações
(18)
meteorológicas convencionais do CIRAM
Aquisição de instrumentação laboratorial de
12.000,00
2
mecânica
(24 a 25)
Aquisição de instrumentação laboratorial de
10.000,00
1
eletrônica
(26)
Aquisição de instrumentação de campo
3.000,00
1
(27)
INFO Total
208.200,00
11
Total Global
883.406,00
28
Página 19
Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009
5.13 Sede - Florianópolis
As demandas de desenvolvimento de aplicativos ficaram relatados na Sede, uma vez que todas as unidades de
pesquisa irão se beneficiar.
Na Tabela 14 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Sede, em Florianópolis.
Tabela 14 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Sede –
Florianópolis. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 67 (página 174).
Qtdade Itens
os
(n dos
META
ETAPA
Valor
itens)
Melhoria da infra-estrutura de
Aquisição de equipamentos de informática
85.263,56
7
informática da Epagri
(rede) para Sede
(1 a 7)
Desenvolvimento do módulos informatizados
de planejamento, acompanhamento e
reprogramação das Figuras Programáticas da
Epagri
Aquisição de servidor para armazenamento de
recursos digitais institucionais e de produção
técnico-científica
Desenvolvimento e\ou aquisição de Sistemas
de Informação para análise e disponibilização
de informações para gestão\avaliação
corporativa e rede laboratorial
INFO Total
Melhoria da infra-estrutura física Aquisição de veículos para pesquisa
da Epagri
Total Global
85.000,00
1
(8)
100.000,00
1
(9)
42.500,00
1
(10)
312.763,56
600.000,00
8
2
(11 a 12)
10
912.763,56
Página 20
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem
implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC
Embrapa.
Título do Programa
1. Conhecimento, tecnologia e
organização para melhoria da
produção de origem vegetal –
Produção Vegetal.
2. Conhecimento, tecnologia e
organização para melhoria da
produção de origem animal –
Produção Animal.
3. Melhoria de cadeias e arranjos
produtivos, gestão de
empreendimentos e acesso a
mercados – Gestão e Mercado.
4. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e manejo do
patrimônio genético vegetal –
Genoma Vegetal
Objetivos
Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos
Desenvolver e difundir
- Melhoria dos sistemas de cultivo de culturas de
tecnologias que aumentem a interesse estratégico de Santa Catarina obtida através
produtividade, racionalizem o do desenvolvimento e difusão de tecnologias
uso de agroquímicos,
compatíveis com a produção integrada para essas
maximizem a preservação
culturas.
ambiental, ofereçam produtos - Melhoria dos sistemas de cultivos orgânicos e
de melhor qualidade e reduzam agroecológicos de culturas de interesse estratégico de
a dependência de insumos
Santa Catarina obtida através do desenvolvimento e
externos nos sistemas de
difusão de tecnologias de produção orgânica e
produção vegetal.
agroecológica para essas culturas.
- Tecnologias de produção e transformação de
produtos diferenciados de origem vegetal obtidas
através do desenvolvimento e difusão de tecnologias
de transformação e usos de produtos de origem
vegetal.
- Melhoria dos sistemas de produção agroflorestais
múltiplos e integrados com a pecuária obtida através
do desenvolvimento e difusão de tecnologias voltadas
para esses sistemas de produção.
Gerar tecnologias de produção O aumento da competitividade dos agricultores
para o desenvolvimento da
familiares, maricultores e pescadores artesanais,
mantendo-os em suas atividades com
aquicultura costeira e
sustentabilidade, ou seja, com renda adequada,
continental, da pesca
artesenal, da apicultura, e da preservação das condições ambientais, vida social
digna e preservação de seus valores culturais
bovinocultura e ovinocultura
em sistemas que utilizam
pastagens como base
alimentar, implementando-as
através de assistência técnica,
difusão
e transferência de
conhecimentos.
Desenvolver ações para o
— Produtores e técnicos qualificados;
gerenciamento, prospeção de — Redes de empreendimentos organizadas;
— Agroindústria familiar utilizando sistemas de controle
estudos de mercados e
agregação de valores aos
de processos;
produtos e serviços da
— Produtos, técnicas e processos de produção de
agricultura familiar e a pesca qualidade diferenciada identificados e desenvolvidos;
artesanal.
— Conhecimentos tradicionais dos agricultores
levantados e sistematizados, contribuindo na
construção de dispositivos de proteção deste
patrimônio cultural dos agricultores.
— Elementos étnicos que contribuem para o mercado
de produtos de qualidade diferenciada levantados;
— Agroindústria familiar utilizando tecnologias de baixo
impacto ambiental;
— Sistemas de gestão de segurança de alimentos
implementados;
— Empreendimentos com análises técnicas e
econômicas de viabilidade;
— Sistema de informações em rede dos
empreendimentos e organizações implantados e
disponibilizados;
— Divulgação e promoção dos produtos da agricultura
familiar;
— Oportunidades de mercados identificadas;
— Parcerias estabelecidas;
— Consolidação dos empreendimentos orientados;
— Sistema de gestão desenvolvido;
— Aumento da competitividade dos empreendimentos;
— Equipe técnica de mercado, marketing,
comercialização e logística, formada e qualificada.
Desenvolver e difundir
- Germoplasmas conservados, identificados e
tecnologias que aumentem a avaliados de novas espécies da flora nativa e
produtividade, racionalizem o variedades crioulas e outras;
uso de agroquímicos,
- Desenvolvimento de variedades genéticas superiores
maximizem a preservação
das principais espécies vegetais de interesse para
ambiental, ofereçam produtos Santa Catarina;
de melhor qualidade e reduzam - Diversificação de sistemas de produção vegetal;
- Melhoria da qualidade alimentar;
a dependência de insumos
- Diversificação da oferta de alimentos.
externos nos sistemas de
produção vegetal.
Período de
execução ¹
01/2009 - 12/2012
01/2009 - 12/2012
01/2009 - 12/2012
01/2009 - 12/2012
Continua
Página 21
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem
implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC
Embrapa. (continuação)
Período de
Objetivos
Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos
execução ¹
Identificar e preservar espécies - Espécies nativas com potencial de produção
01/2009 - 12/2012
silvestres da fauna e flora com comercial identificadas e caracterizadas;
potencial de produção.
- Plano de conservação de espécies ameaçadas;
- Ampliação da base genética e da diversidade de
produtos potenciais das espécies aquáticas cultivados
em Santa Catarina;
- Aumento da base genética e da adaptação de
bovideos para a geração de produtos diferenciados e
competitivos;
- Abelhas selecionadas para as caracteristicas
desejadas;
- Diversificação da produção animal.
6. Tecnologia Social de Gestão
Promover a educação
- População rural e indígena sensibilizadas e
01/2009 - 12/2012
Ambiental para a Sustentabilidade ambiental no meio rural e
comprometidas com as questões socioculturais e
da Agricultura e dos Espaços Rural pesqueiro e a gestão dos
ambientais locais, visando o desenvolvimento integral
e Pesqueiro – Gestão Sócio
conflitos socioambientais.
do ser humano e suas relações;
- Escolas municipais e estaduais da área abrangida
Ambiental
pelo Projeto Microbacias 2, comprometidas e
desenvolvendo atividades em educação ambiental em
consonância com a legislação federal e estadual;
- Melhorada a gestão sócio-ambiental dos espaços
rural e pesqueiro;
- Aumentada a base de tecnologias de gestão
ambiental e da adoção das mesmas;
- Disponibilizado modelos de núcleos e tecnologias de
gestão ambiental às comunidades rurais e pesqueiras;
- Comitês de bacias e comitês gestores regionais,
atuando com metodologias adequadas;
- Criado e disponibilizado banco de informações
contendo tecnologias de baixo impacto ambiental;
- Agentes de extensão, pesquisa e famílias mais
capacitados para desenvolver, orientar e adotar
tecnologias de gestão socioambiental;
- Atores sociais e agentes de ATER participando
ativamente de fóruns, comitês e espaços de
negociação de conflitos socioambientais;
- Comunidades participando na geração de
conhecimentos e inovações, mais conhecedoras da
legislação ambiental vigente, organizadas para
construir suas formas de gestão de conflitos, e
sensibilizadas e organizadas valorizando seus
produtos e territórios;
- Comunidades, municípios e territórios com suas
normas elaboradas, sendo implementadas e
enriquecidas com suas diferentes formas de saberes;
- População local sendo beneficiada com a
implementação de produtos e serviços ambientais;
- Aumentada a geração de tecnologias de gestão
socioambiental;
- Aplicadas novas tecnologias sociais baseadas nos
estudos realizados;
- Gerados subsídios técnicos para a
elaboração/implementação de políticas públicas
voltadas ao pagamento/valorização de serviços
ambientais;
- Implementada a gestão socioambiental nas unidades
da EPAGRI;
- Parcerias fortalecidas, comprometidas e atuantes;
- Sociedade mobilizada e consciente desenvolvendo
ações sustentáveis, com melhoria da qualidade de
vida;
- Intensificada a participação da EPAGRI nos espaços
e fóruns de planejamento e gestão de estratégias de
Desenvolvimento Territorial Sustentável;
- Implementando sistemas produtivos integrados
locais, em regiões-piloto, como processos de
desenvolvimento territorial sustentáveis.
Título do Programa
5. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e manejo do
patrimônio genético animal –
Genoma Animal
Continua
Página 22
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem
implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC
Embrapa. (continuação)
Período de
Objetivos
Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos
execução ¹
Desenvolver e difundir
- Melhoria da base de informações para o
01/2009 - 12/2012
tecnologias para utilização de planejamento e gestão ambiental e territorial;
resíduos e efluentes como
- Melhoria da prevenção e redução de perdas por
fontes de energia e de
adversidades climáticas e do aproveitamento dos
nutrientes para o setor
recursos hídricos;
- Melhoria da efetividade do planejamento de
agrícola.
atividades produtivas sujeitas a condicionantes
climáticas;
- Redução da contaminação ambiental e melhoria da
eficiência produtiva;
- Aumento da prestação de serviços ambientais e da
pluriatividade do meio rural e pesqueiro.
8. Desenvolvimento social do meio
Criar e ampliar oportunidades - Famílias e comunidades rurais e pesqueiras
01/2009 - 12/2012
rural e pesqueiro – Capital Social e para que as comunidades
fortalecidas em sua autoestima e qualificadas para
Humano
rurais e pesqueiras e os
cogestão e intervenção coletiva no exercício da
técnicos conheçam melhor e cidadania em suas organizações sociais, cumprindo
com sua função econômica, social, cultural e
pratiquem a auto-estima, a
cogestão e a cidadania em
ambiental;
processos nos quais estejam - Famílias, especialmente jovens e mulheres, com
inseridos.
participação mais efetiva na gestão da propriedade, no
planejamento e nas decisões da comunidade e
territórios;
- Agentes de extensão e pesquisa qualificados e
sensibilizados para o desenvolvimento de ações e
formulação de políticas públicas, através de
cooperação interinstitucional que visem o
fortalecimento do capital humano e social;
- Oportunidades criadas, de lazer, renda e
organização dos moradores das comunidades rurais e
pesqueiras;
- Comunidades rurais e pesqueiras estimuladas e com
redes de cooperação implantadas;
- Conhecimentos gerados, relativos ao capital social e
humano subsidiando a formulação de políticas
públicas.
9. Desenvolvimento de alternativas de Desenvolver ações que
- Famílias rurais e pesqueiras capacitadas em novas 01/2009 - 12/2012
renda e da auto-suficiência alimentar contribuam para criação e
oportunidades de trabalho e geração de renda em
no espaço rural e pesqueiro –
fortalecimento de redes e
atividades não agrícolas;
Atividades Não Agrícolas
formas organizativas de
- Famílias rurais e pesqueiras capacitadas e assistidas
participação, inclusão social e tecnicamente na produção de alimentos para o
produção.
autoconsumo familiar, em base agroecológica;
- Diagnóstico para identificação da oferta e demanda
por serviços especializados para atender a demanda
do meio rural realizado;
- Diagnóstico para identificação da disponibilidade de
serviços de turismo rural e artesanato realizado;
- Diagnóstico para identificação dos hábitos
alimentares das famílias rurais e pesqueiras realizado;
- Mecanismos para divulgação e promoção do turismo
rural e artesanato definidos;
- Intercâmbios com outras regiões do país nas áreas
de atividades não agrícolas, turismo rural, artesanato e
auto-suficiência alimentar promovidos;
- Organização de redes de cooperação entre os
grupos de interesse nas áreas de turismo e artesanato,
visando potencializar os negócios e abrir novas
possibilidades de mercado fomentados;
- Portal com banco de dados sobre empreendimentos,
equipamentos e rotas de turismo rural e artesanato
criado;
- Indicadores de sustentabilidade de
empreendimentos de atividades não agrícolas e
unidades familiares de produção para autoabastecimento, através de ferramentas de gestão
gerados; e
- Extensionistas e pesquisadores para atuação junto
às famílias rurais em atividades não agrícolas e autoabastecimento capacitados.
Título do Programa
7. Conhecimento e tecnologia para a
melhoria do uso e o manejo dos
recursos ambientais e dos resíduos
agrícolas – Tecnologia Ambiental
¹ Mês e ano de início e término, podendo estar incluídos programas em andamento.
Página 23
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri.
Unidade
Sede
Pesquisador Doutorado
1.Carlos Leomar Kreuz
2.Edson Silva
3.Haroldo Tavares Elias
4.Luiz Antonio Palladini
5.Luiz Toresan
6.Mario Angelo Vidor
7.Roger Delmar Flesch
8.Rubson Rocha
9.Sergio Leite G. Pinheiro
Pós
Cedap - Fpolis
1.Guilherme Sabino Rupp
Cepa - Fpolis
1.Airton Spies
Cepaf Chapecó
1.Clovis Dorigon
2.Eloi Ehard Scherer
3.Francisco Roberto C. do E. Santo
4.Joao Americo Wordell Filho
5.Luiz Augusto Ferreira Verona
6.Rogerio Luiz Backes
Cepea - Fpolis
Pesquisador Mestrado
1. Carlos Luiz Gandin
2. Euclides Joao Barni
3. Luiz Carlos Robaina Echeverria
4. Nelton Antonio Menezes
5. Paulo Ceser Zoldan
Pesquisador Graduado
1.Reney Dorow
1. Cristiano Nunes Nesi
2. Dilvan Luiz Ferrari
3. Edson Luiz de Souza
4. Gerson Conceicao
5. Gilberto Luiz Dalagnol
6. Joao Guzenski
7. Lucia Morais Kinceler
8. Luis Carlos Vieira
9. Marcio Antonio de Mello
10. Paulo Alfonso Floss
11. Renato Luis Vieira
12. Ronaldir Knoblauch
13. Sergio Winckler da Costa
1. Alex Alves dos Santos
2. Fabiano Muller Silva
3. Robson Ventura de Souza
1. Janice Maria Waintuch Reiter
2. Marcia Janice F da C Varaschin
3. Marcia Mondardo
1.Aleksander Westphal Muniz
2.Alexandre Visconti
3.Carlos Alberto Toschi Maciel
4.Clovis Roberto Levien Correa
5.Fabiano Carminatti Zago
6.Fabio Martinho Zambonim
7.Renato Deggau
8.Sergio Roberto Zoldan
9.Tabajara Marcondes
1. Adriana Lidia Santana Klock
2. Carlos Alberto Lajus
3. Dorli Mario da Croce
4. Eduardo Cesar Brugnara
5. Estanislao Diaz Davalos
6. Ivan Tadeu Baldissera
7. Leandro do Prado Wildner
8. Luis Henrique Rangrab
9. Luiz Antonio Chiaradia
10. Mario Miranda
11. Milton Luiz Silvestro
12. Nelson Cortina
13. Silmar Hemp
14. Vagner Miranda Portes
15. Vilson Marcos Testa
1. Carlos Edilson Orenha
1.Edila Goncalves Botelho
2.Francisco Carlos Heiden
3.Ilmar Borchardt
4.Julio Alberto Rodigheri
5.Luiz Marcelino Vieira
6.Telmelita Maria Senna
7.Zelia Alves Silvestrini
1.Evandro Spagnollo
2.Osmar Tomazelli Junior
3.Waldir Nicknich
1.Walter Miguel
Continua
Página 24
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. (continuação)
Unidade
Ciram - Fpolis
Pesquisador Doutorado
1.Alvaro Afonso Simon
2.Angelo Mendes Massignam
3.Hamilton Justino Vieira
4.Hugo Jose Braga
5.Ivan Luiz Zilli Bacic
6.Mara Cristina Benez
7.Sergio Luiz Zampieri
Pesquisador Mestrado
1. Alan Henn
2. Argeu Vanz
3. Carlos Eduardo Salles de Araujo
4. Cristina Pandolfo
5. Everton Blainski
6. Everton Vieira
7. Iria Sartor Araujo
8. Juliana Mio de Souza
9. Luiz Fernando de Novaes Vianna
10. Marcos Santos Zarbato
11. Maria Laura Guimaraes Rodrigues
12. Suely Lewenthal Carriao
13. Valci Francisco Vieira
14. Vera Magali Radtke Thome
15. Yuri Vieira de Oliveira
EE Caçador
1.Gabriel Berenhauser Leite
2.Ivan Dagoberto Faoro
1. Anderson Fernando Wamser
2. Atsuo Suzuki
3.Janice Valmorbida
3. Frederico Denardi
4.Luiz Carlos Argenta
4. Ivanise Maria Rizzatti
5.Marcelo Couto
5. Janaina Pereira dos Santos
6.Marcus Vinicius Kvitschal
6. Jose Luiz Petri
7.Siegfried Mueller
7. Raphael de Leao Serafini
Pesquisador Graduado
1.Adilson de Freitas Zamparetti
2.Alberto Cechetto Beck
3.Andreza Thiesen Laureano
4.Anelise Cristina Newbery
5.Bruno Schmitt Filho
6.Carlos Eduardo de Lima
7.Denilson Dortzbach
8.Eduardo Nathan Antunes
9.Eduardo Pertile
10.Elisangela Benedet da Silva
11.Emanuela Salum Pereira Pinto
12.Fernanda Maraschin
13.Gilsania de Souza Cruz de Araujo
14.Gisele Dias
15.Joelma Miszinski
16.Jose Augusto Laus Neto
17.Jose Luiz Rocha Oliveira
18.Leandro Bassani
19.Lucas Balsini Garcindo
20.Luis Hamilton Pospissil Garbossa
21.Marcelo Fabricio de Mello
22.Marcelo Martins da Silva
23.Maria de Lourdes Mello
24.Marilene de Lima
25.Patrick Padilha
26.Paulo Celso P. de Andrade Almada
27.Rafael Canan
28.Ronaldo Valcarenghi de Rosso
29.Sandro da Silva dos Santos
30.Vera Lucia Silva Ranghetti
31.Yara Maria Alves Chanin
1.Alvaro Graeff
2.Evaldo Nazareno Pruner
8.Walter Ferreira Becker
9.Wilson Reis Filho
EE Campos
Novos
EE Canoinhas
1.Carla Maria Pandolfo
2.Milton da Veiga
1.Alvadi Antonio Balbinot Junior
1. Cirio Parizotto
1.Alberi Joao Mario
1. Adriano Martinho de Souza
2. Ana Lucia Hanisch
3. Gilcimar Adriano Vogt
4. Jose Alfredo da Fonseca
Continua
Página 25
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. (continuação)
Unidade
EE Itajaí
EE Ituporanga
EE Lages
Pesquisador Doutorado
1.Alexander de Andrade
2.Eduardo Rodrigues Hickel
3.Eliseo Soprano
4.Ester Wickert
5.Faustino Andreola
6.Fernando Adami Tcacenco
7.Francisco Carlos Deschamps
8.Gilmar Roberto Zaffari
9.Henri Stuker
10.Hilton Amaral Junior
11.Horst Kalvelage
12.Jose Alberto Noldin
13.Jose Angelo Rebelo
14.Jose Maria Milanez
15.Klaus Konrad Scheuermann
16.Moacir Antonio Schiocchet
17.Osvino Leonardo Koller
18.Rubens Marschalek
1.Edison Xavier de Almeida
2.Paulo Antonio de S. Goncalves
3.Sergio Dias Lannes
4.Vivian Carre Missio
1.Pedro Boff
2.Tassio Dresch Rech
EE São
Joaquim
1.Gilberto Nava
2.Karine Louise dos Santos
EE Urussanga
1.Alexsander Luis Moreto
2.Alvaro Jose Back
3.Jack Eliseu Crispim
4.Luiz Augusto Martins Peruch
5.Marcio Sonego
1.Eliane Rute de Andrade
2.Jean Pierre Rosier
3.Joao Peterson Pereira Gardin
4.Marcelo Lopes da Silva
5.Marco Antonio Dal Bo
EE Videira
Pesquisador Mestrado
1. Adriana Pereira
2. Airton Rodrigues Salerno
3. Andrey Martinez Rebelo
4. Antonio Amaury Silva Junior
5. Domingos Savio Eberhardt
6. Fabiano Cleber Bertoldi
7. Gabriela Neves Martins
8. Henrique Boeira Appel
9. Jorge Luiz Malburg
10. Juarez Jose Vanni Muller
11. Luiz Alberto Lichtemberg
12. Mauricio Cesar Silva
13. Nilse Carolina Colla Prando
14. Pedro Nicolau Serpa
15. Rafael Ricardo Cantu
16. Robert Harri Hinz
17. Teresinha Catarina Heck
Pesquisador Graduado
1.Maria do Carmo Marcelino Galatto
2.Neri Samuel Dalenogare
3.Nivam Rodrigues da Silva
4.Paulo Fernando Warmling
1. Claudinei Kurtz
2. Hernandes Werner
3. Sergio Tadeu J. Tamassia
1. Angela Fonseca Rech
2. Constancio Bernardo dos Santos
3. Jefferson Araujo Flaresso
4. Jose Lino Rosa
5. Joseli Stradioto Neto
6. Nedilse Helena de Souza
7. Nelson Eduardo Prestes
8. Sadi Nazareno de Souza
9. Vilmar Francisco Zardo
10. Volney Silveira de Avila
1. Eduardo da Costa Nunes
2. Emilio Brighenti
3. Jose Itamar da Silva Boneti
4. Luiz Gonzaga Ribeiro
5. Marlise Nara Ciotta
6. Valdir Bonin
7. Yoshinori Katsurayama
8. Zilmar da Silva Souza
1. Ademar Brancher
2. Augusto Carlos Pola
3. Emilio Dela Bruna
4. Enilto de Oliveira Neubert
5. Jorge Homero Dufloth
1. Edegar Luiz Peruzzo
2. Nelson Pires Feldberg
3. Sandra Denise Camargo Mendes
4. Vinicius Caliari
1.Guilherme C. Coutinho
2.Joao Claudio Zanatta
3.Murilo Dalla Costa
1.Francisco Assis de Brito
2.Joao Felippeto
3.Jose Carlos Gelsleuster
4.Jose Masanori Katsurayama
1.Rosana Mazzuco Fontanella
2.Stevan Grutzmann Arcari
Página 26
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador.
Nº
Descrição
1Obra para atendimento às
normativas do MAPA para
credenciamento da Estação
Experimental de Caçador em
testes de agrotóxicos. . (Ver
Anexo 4, página 31 e
Anexo 5, página 32)
2Transfisch (E-21000) 1000lts
com isolamento térmico e semireboque (Piscicultura)
3Máquina Pelerizadora
Chavantes
4Incubadoras (A-1200) 200 lts
5Incubadoras (A-1056) 56 lts
6Trator 30cv, Distância entreeixos: 1.415 m
7Grade aradora, mancal a óleo,
14x28x7,5 mm
8Subsolador 5 hastes
9Rocadeira/moedeira Triton para
trator
10Rocadeira para trator, largura d
1,6 m
11Pulverizador Turbina 200 L. 12
bicos (Café)
12Adequação de casa de
vegetação para bancos de
germoplasmas
13Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de Caçador
(Ver Anexo 6, página 37)
Justificativa
Possibilitar o
funcionamento, dentro
das leis, da área
experimental da EE
Cacador para testes de
agrotóxicos.
Transporte adequado de
matrizes e peixes para as
áreas experimentais.
Necessário para
producao des racoes
experimentais nos
experimentos de nutricao
de peixes.
Adequação da área de
reproducao e producao
de alevinos para atender
a necessidade de
pesquisa.
Melhoria tratos culturais
dos experimentos de
horticultura, em especial
do tomateiro.
Melhoria no preparo do
solo dos experimentos de
horticultura e fruticultura
Melhoria no preparo do
solo dos experimentos de
horticultura e fruticultura
Melhoria nas práticas
culturais dos pomares
experimentais, através da
moagem dos restos de
poda
Melhoria nas práticas
culturais dos pomares
experimentais,
Melhoria no controle
fitossanitário de lavouras
experimentais (Tomate)
Possibilitar a
aclimatizacao e estudos
de materiais a serem
introduzidos nos Bancos
ativos de germoplasma
sob responsabilidade da
EE Cacador
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Valor Total
Município
m²
188
1.190,53
223.784,78
Caçador
Unidade
1
22.000,00
22.000,00
Caçador
Unidade
1
17.000,00
17.000,00
Caçador
Unidade
3
1.300,00
3.900,00
Caçador
Unidade
12
820,00
9.840,00
Caçador
Unidade
1
55.500,00
55.500,00
Caçador
Unidade
1
14.800,00
14.800,00
Caçador
Unidade
1
7.000,00
7.000,00
Caçador
Unidade
1
16.000,00
16.000,00
Caçador
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Caçador
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
Caçador
Obra
1
15.000,00
15.000,00
Caçador
Unidade
1
84.723,55
84.723,55
Caçador
continua
Página 27
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
14Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo em
aço inox ou titânio. Sensor a
dois fios. Membrana em aço
inox ou cerâmica. Range 0 a 10
metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%. Alimentação
12V. Cabo de 20 metros com
capilar interno para referência
de pressão atmosférica.
Dimensões máximas do corpo:
(tubular) 40mm de diâmetro x
250mm de comprimento.
15Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor de hidrometeorológica
radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação de 40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de 300
a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de altura.
Fornecido com cabo blindado,
com condutores flexíveis e
resistentes ao tempo, de
comprimento mínimo de 2
metros.
16Aquisição do sensor de pressão Modernização da rede
atmosférica digital: Sensor
hidrometeorológica
barométrico com especificações
mínimas de:
• Escala de medição entre 600
e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação de 40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a 2,5[V].
17Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede
par de rádio, transmissor e
hidrometeorológica
receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232. Taxa
de transmissão mínima
54Mbps.
18Computadores
Disponibilizar, aos
pesquisadores,
administrativos e
laboratórios, equipamento
compatível aos
programas atualmente
em uso.
19Servidor de arquivos
Armazenamento
corporativo dos dados
com segurança
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Unidade
3
2.200,00
6.600,00
Caçador
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Caçador
Unidade
1
1.000,00
1.000,00
Caçador
par
1
2.000,00
2.000,00
Caçador
Unidade
10
2.800,00
28.000,00
Caçador
Unidade
1
22.000,00
22.000,00
Caçador
Valor Total
Município
continua
Página 28
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
20Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
21Switch Gerenciável de 26 portasDistribuição interna de
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto
22Switch Gerenciável de 26 portas Distribuição interna de
POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
23Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
24Sistema de autenticação de
Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
25Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa
da Infra-estrutura interna
26Rede estrututurada no
Melhoria da comunicação
Laboratório de nutrição
da Infra-estrutura interna
27Central Telefônica IP
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
28Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da unidade
29BOD (Laboratório de
Disponibilizar aos
Fitopatolgia e Ecofisiologia)
pesquisadores da área de
Ecofisiologia e
Fitopatologia,
equipamento que
possibilite estudos com
diferentes niveis de
temperatura, umidade e
fotoperíodo.
30Sistema de medição,
Melhoria do sistema de
monitoramento e controle de
controle das 24 camaras
gases, temperatura e umidade de pesquisa de atmosfera
relativa de camaras de
controlada, propiciando
atmosfera controlada (Lab. Pós- aumento da
colheita)
confiabilidade e qualidade
dos resultados
31Sensores de umidade relativa Melhoria do sistema de
de alta precisao (Lab. Póscontrole de umidade das
colheita)
camaras frias do
laboratório de póscolheita, propiciando
aumento da
confiabilidade e qualidade
dos resultados
32Obra de adequação do
Adequação do
Laboratório de Ensaio Químico Laboratório de Ensaio
da Estação Experimental de
Químico da Estação
Caçador
Experimental de Caçador
(Ver Anexo 7, página 39 e visando otimizacao de
recursos, equipes de
Anexo 8, página 40)
apoio e pesquisadores.
33Espectrofotômetro de Emissão Adequar o laboratório de
ótica por plasma indutivamente Ensaio Químico para
acoplado – ICP-OES
atender demandas
(Laboratório de Ensaio
crescentes de análises,
Químico)
do setor produtivo, na
qualidade, variedade e
velocidade necessária.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Unidade
Unidade
3
2
1.200,00
1.200,00
3.600,00
2.400,00
Caçador
Caçador
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Caçador
Unidade
1
1.500,00
1.500,00
Caçador
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
Caçador
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Caçador
Unidade
1
20.000,00
20.000,00
Caçador
Unidade
1
20.000,00
20.000,00
Caçador
Unidade
2
3.000,00
6.000,00
Caçador
Unidade
5
5.000,00
25.000,00
Caçador
Unidade
1
50.000,00
50.000,00
Caçador
Unidade
4
6.000,00
24.000,00
Caçador
Obra
1
163.000,00
163.000,00
Caçador
Unidade
1
300.000,00
300.000,00
Caçador
Valor Total
Município
continua
Página 29
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação)
Nº
Descrição
34Fotômetro de Chama
(Laboratório de Ensaio
Químico)
35Destilador de Nitrogênio
(Laboratório de Ensaio
Químico)
36Balança analítica digital
(Laboratório de Ensaio
Químico)
37Destilador de água tipo Pilsen
(Laboratório de Ensaio
Químico)
38Scrubbers (Laboratório de
Ensaio Químico)
39Aparelho de ar condicionado,
22 btu (Laboratório de Ensaio
Químico)
40Aquisição de móveis para a
adequação interna do lab. de
ensaio químico
(VER Anexo 9, página 43)
Justificativa
Adequar o laboratório de
Ensaio Químico para
atender demandas
crescentes de análises,
do setor produtivo, na
qualidade, variedade e
velocidade necessária.
Adequação do mobiliario
as normas ISO 17025
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Unidade
1
18.000,00
18.000,00
Caçador
Unidade
2
7.000,00
14.000,00
Caçador
Unidade
2
13.000,00
26.000,00
Caçador
Unidade
1
7.000,00
7.000,00
Caçador
Unidade
2
4.500,00
9.000,00
Caçador
Unidade
4
3.000,00
12.000,00
Caçador
Unidade
1
37.000,00
37.000,00
Caçador
Valor Total
Município
Página 30
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 4 – Planta baixa da estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento
junto ao MAPA para teste com agrotóxicos.
Página 31
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de
pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos.
continua
Página 32
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de
pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação)
continua
Página 33
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de
pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação)
continua
Página 34
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de
pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação)
continua
Página 35
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de
pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação)
Página 36
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Caçador.
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Justificativa
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
É fundamental na construção do
sítio meteorológico
Eclimetro eletrônico
É essencial para a escolha sítios
meteorológicos.
Tela revestida malha
É indispensável para a construção
sítio meteorológico
Arame farpado
Segurança do sítio meteorológico
Fio liso revestido
Segurança do sítio meteorológico
Barra de ferro galvanizado 6m x É fundamental para instalação do
3,5cm diâmetro
intrumento
Pena de leitura
Manter a qualidade dos dados
Disco Piché (hóstia)
Manter a qualidade dos dados
Diagrama reto Heliógrafo
É imprescindível para o registro de
dados
Diagrama de curva curta
É imprescindível para o registro de
Heliógrafo
dados
Diagrama de curva longa
É imprescindível para o registro de
Heliógrafo
dados
Diagrama para o
É imprescindível para o registro de
Termohigrógrafo
dados
Diagrama para o Barógrafo
É imprescindível para o registro de
dados
Diagrama para o Pluviógrafo
É imprescindível para o registro de
dados
Chapa de aço 5mm 40x60
É fundamental para intalação do
instrumento
Flange de 3,5
É fundamental para intalação do
Instrumento
Moerão
É essencial para a construção do
sítio meteorológico
Pincel de 2 polegadas
Manter a qualidade dos dados
Pincel de 1 polegada
Manter a qualidade dos dados
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados
Galão 3 litros de tinta a óleo
Manter os padrões estabelecidos
branca
pela OMM
Galão 18 litros de tinta acrílica Manter os padrões estabelecidos
branca
pela OMM
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Máquina de cortar grama
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Lanterna
É fundamental para fazer
manutenção noturna
Calculadora
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Unidade de
fornecimento
m
Unidade
Unidade
Unidade
Qtde
2
1
1
1
Valor
Unitário
3,50
3.500,00
15,00
1.200,00
Valor Total
7,00
3.500,00
15,00
1.200,00
Unidade
1
1.500,00
1.500,00
m
65
25,00
1.625,00
m
kg
Unidade
195
12
1
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
Unidade
Unidade
Caixa
10
10
7
10,00
11,00
200,00
100,00
110,00
1.400,00
Caixa
5
200,00
1.000,00
Caixa
7
200,00
1.400,00
Caixa
2
260,00
520,00
Caixa
2
260,00
520,00
Caixa
5
260,00
1.300,00
Unidade
1
50,00
50,00
Unidade
1
80,00
80,00
Unidade
10
20,00
200,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
2
1
7,00
5,00
400,00
40,00
7,00
5,00
800,00
40,00
Unidade
1
150,00
150,00
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
30,00
200,00
520,00
30,00
200,00
520,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
1
100,00
100,00
continua
Página 37
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Caçador. (continuação)
Unidade de
fornecimento
Unidade
Qtde
1
Valor
Unitário
420,00
Valor Total
420,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
1
400,00
500,00
600,00
400,00
450,00
400,00
500,00
600,00
400,00
450,00
Unidade
1
1.800,00
1.800,00
Barógrafo
Unidade
1
6.000,00
6.000,00
Barômetro
Cata vento tipo Wild
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro de máxima
Termômetro de mínima
Geotermometro (5cm de
profundidade)
Geotermometro (10cm de
profundidade)
Geotermometro (20cm de
profundidade)
Geotermometro (30cm de
profundidade)
Geotermometro (50cm de
profundidade)
Termômetro comum
Evaporímetro de Piché
Termohigrógrafo
Anemômetro de concha
totalizador (2m)
Pluviômetro Ville de Paris
Tanque evaporação Classe A
Poço tranquilizador
Parafuso micrométrico
Termômetro máx/mín Tanque
TOTAL
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
2
2
2
4
2
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
650,00
650,00
300,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
6.000,00
3.000,00
1.300,00
2.600,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
3
300,00
900,00
Unidade
3
350,00
1.050,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
2
2
2
1
650,00
600,00
4.000,00
3.000,00
1.300,00
1.200,00
8.000,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
2
2
1
1
2
1.000,00
2.500,00
1.100,00
1.500,00
100,00
2.000,00
5.000,00
1.100,00
1.500,00
200,00
84.723,55
Descrição
Armário porta arquivos
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Computador
Justificativa
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Auxiliar na impressão de
documentos
Armazenar e transmitir dados
meteorológicos
Gerar informações meteorológicas
para armazenamento em banco de
dados e contribuir com pesquisas
na área acadêmica e sociedade em
geral
Página 38
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 7 – Planta baixa da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
Página 39
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de
Caçador.
DADOS FÍSICOS DA OBRA
Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das
obras que deverão ser adotados na adequação da Estação Experimental de Caçador. Aqui estão relacionados a forma
construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras.
Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das
obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte
integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e
convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas:
Na Estação Experimental de Caçador será realizada a adequação da estrutura física, conforme a prancha 01 em anexo. O
executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos
das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas
especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente
após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante
consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de
linha pelo fabricante.
A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da
comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas.
Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir:
1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA;
2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma
de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário;
3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à
prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de
conservação, locação e níveis;
4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a
demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências.
5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a
CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO.
6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores.
7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela
FISCALIZAÇÃO.
8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra.
FISCALIZAÇÃO
A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra
poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA
O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela
fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do
CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da
CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do
consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto
da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado.
O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização
das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente
com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa
da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os
operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras.
Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada
pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.
continua
Página 40
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de
Caçador. (continuação)
A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois
nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá
exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI.
São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
Capacetes de segurança;
Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço;
Botas de borracha;
Luvas de proteção para mãos e braços;
Cintos de segurança, onde houver risco de quedas;
Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos;
Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes;
Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo.
Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA
que providencie o mesmo.
1.1
Movimento de terra e limpeza do terreno
As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para
a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas
dimensionadas.
O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado.
1.2
Locação da obra
A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de
inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA).
2 I3FRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas
características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
3 SUPRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões
estruturais e arquitetônicos existentes.
4 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS
4.1
Paredes
A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal
hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente
aprumada e no esquadro.
Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da
alvenaria do prédio existente.
4.2
Cintas e vergas
Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20
centímetros o vão existente.
5 COBERTURA E FORRO
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões
estruturais e arquitetônicos existentes.
6 ESQUADRIAS
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos
existentes.
continua
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de
Caçador. (continuação)
7 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser executadas de acordo com projeto específico.
A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser
distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na
parede.
A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da
edificação.
As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm.
Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral.
Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de
laboratório.
8 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS
8.1 Instalação de água
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da
tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente.
8.2 Esgoto
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos.
Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por
empresa / instituição competente.
9 PISOS E PAVIME3TAÇÕES
9.1
Regularização
A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia.
9.2
Piso cerâmico
Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante,
mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e
antibactericida.
O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4.
10 REVESTIME3TO
10.1
Chapisco
Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa).
10.2
Reboco
Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal
hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser
feito com feltro.
10.3
Cerâmico
Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico
(imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade.
11 PI3TURA
Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc.
Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em
seguida o reboco deverá ser lixado.
A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for
especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos
de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação
de tijolo à vista), se for especificado.
12 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA
Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a
verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e
serviços de pintura.
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
Sala Principal do Laboratório
Item
01
Descrição
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,05 m. de
comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de
profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores
metálicos e corrediças telescópicas. A parte de cima do
balcão,
deverá
ser
de
granito,
medindo
aproximadamente 3,70 m. de comprimento x 0,70 m.
de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas
de 03 cm., cor a combinar. Ainda na Sala Principal,
deverá ter: 02 Armários Altos confeccionados em MDF
total na cor branco, com espessura de 18 mm.,
medindo: 2,20 m. de altura x 2,10 m. de comprimento
x 0,55 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12
cm. de altura, com 04 portas de abrir, com puxadores
metálicos, com 01 prateleira, com 04 gavetas, com
puxadores metálicos e corrediças telescópicas. A parte
superior dos armários, deverá ser composta de
prateleiras, sendo 09 no total, com medidas de: 0,63
m. de comprimento x 0,33 m. de altura x 0,28 m. de
profundidade. No centro do laboratório, haverá 02
bancadas de trabalho, confeccionadas em MDF total na
cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,75
m. de comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75
m. de altura, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
e 01 pé de alumínio de 72
cm. de altura, com 04
portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01
prateleira e 04 gavetas, com puxadores metálicos e
corrediças telescópicas (para cada lado, uma vez que a
estação deverá ter 02 lados). A cada lado, deverá ter 01
espaço vazado para que um funcionário possa trabalhar
neste espaço, sendo que em cada bancada, haverá
espaço para 02 funcionários. Em cima de cada
bancada, deverá ter 01 estante com 02 prateleiras,
servindo para os 02 lados da mesma. Os tampos das
estações de trabalho, deverão ser de 25 mm. com
bordas arredondadas e emborrachadas de 180 graus.
Qtdade Preço Unitário
Valor Total
Preço Total do
Conjunto
01
R$
9.970,00
R$ 9.970,00
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com
Back Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto.
(Ver desenho abaixo)
Continua
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2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Conjunto formado por: 02 Mesas retangulares em MDF, na
cor branco, medindo: 1,50 m. de comprimento cada x 0,70
m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de
espessura, com tampo pós formados. Acompanha: 02
gaveteiros fixos com 03 gavetas, com puxadores e chave na
primeira gaveta, 02 suportes para CPU/Estabilizador, 01 losa
medindo: 1,00 m. de comprimento e 0,90 m. de altura, com
Preço Total do
suporte para pincel e apagador, 02 cadeiras giratórias, estilo
Conjunto
executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido
na cor preto..
02
01
R$ 1.830,00
R$ 1.830,00
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Continua
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Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala ao Lado do Laboratório
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo:
1,96 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x
0,70 m. de profundidade, com rodapés de 12 cm.
de altura, com 04 portas de abrir do lado
esquerdo ( A base é a porta de entrada), com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
No centro, deverá ter 06 portas de abrir, com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
Do lado direito, deverá ter 06 portas de abrir, com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
A parte de cima dos balcões, deverá ser de
granito, com aproximadamente 9,00 m. de
comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20
mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a
combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será
confeccionado na cor branco, com filetes em
PVC, também na cor branco.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 3.940,00
R$ 3.940,00
Continua
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Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala da Recepção
01
No centro da Sala da Recepção, haverá 01 bancada de
trabalho, confeccionada em MDF total na cor branco,
com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de
comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de
altura, tendo nas laterais pés painel e no centro pés de
alumínio de 12 cm. de altura, com 08 gavetas, com
puxadores metálicos, com corrediças telescópicas (para
cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados).
Em cada lado da estação, deverá ter 02 espaços
vazados, para que 02 funcionários possam trabalhar nos
mesmos, sendo que em cada bancada, haverá espaço
para 04 funcionários. Em cima da bancada, deverá ter 01
estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da
mesma. O tampo da estação de trabalho, deverá ser de
25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de
180 graus. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo
executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em
tecido, na cor preto.
No fundo da Sala, haverá 01 Balcão Baixo, contendo 12
gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças
telescópicas, com espaço vazado logo abaixo das gavetas
para possibilitar a limpeza sobre as gavetas.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na
cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
A parte de cima do Balcão, deverá ser de granito, com
aproximadamente 4,30 m. de comprimento x 0,75 m. de
altura x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura,
com bordas de 3 cm. Cor a combinar.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 9.830,00
R$ 9.830,00
Continua
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Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala Fundo da Recepção
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco,
com espessura de 18 mm., medindo: 5,90 m. x
comprimento x 0,70 m. de profundidade x 0,75 m. de
altura.
(Total: Lado Esquerdo + Centro + Lado
Direito), com rodas de silicone para facilitar a remoção,
com 02 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira (Lado Esquerdo).
Com 06 portas de abrir, puxadores metálicos, com 01
prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e
corrediças telescópicas (Centro).
Com 03 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01
prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e
corrediças telescópicas (Lado Direito).
A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo
aproximadamente: 8,50 m. de comprimento x 0,70 m. de
profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm.,
cor a combinar.
No centro do Balcão, deverá ter 01 capela com 06
chaminés (medidas das chaminés, ver o diâmetro),
medidas do balcão: 2,50 m. de comprimento x 1,20 m. de
altura x 0,60 m. de profundidade, com 01 divisória no meio.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na
cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 2.250,00
R$ 2.250,00
Cadeiras / Banquetas
01
Banquetas com estrutura metálica na cor preto e assento
estofado, na cor preto, com as seguintes dimensões: 0,50
m. de altura (estrutura) e 0,30 m. de diâmetro (assento).
10
R$
80,00
R$ 800,00
Continua
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Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala Pesquisador
Mesa em “L”, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo:
Lado Direito: 1,50 m. de comprimento e Lado Esquerdo: 1,50 m.
de comprimento x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e
25 mm. de espessura, com tampo pós formado, com 01 conexão
de 0,70 m. de diâmetro. Acompanha: 01 Armário confeccionado
em MDF total, medindo: 1,50 m. de largura e 2,00 m. de altura e
0,50 m. de profundidade, com 03 portas e prateleiras diversas,
com puxadores e chave. 01 gaveteiro volante com 04 gavetas, com
puxadores e chave na primeira gaveta. 01 suporte para
CPU/Estabilizador. 01 cadeira estilo presidente, com braços corsa,
em tecido na cor preto.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
01
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 2.500,00
R$ 2.500,00
Sala que dá acesso ao Laboratório (Entre a Recepção e o Laboratório)
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,10 m. de
comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de
profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores
metálicos e corrediças telescópicas (Lado Esquerdo,
saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Para o
lado direito, a medida é a mesma, com 06 portas de
abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com
08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças
telescópicas (Lado Direito, saindo do Laboratório para
a Sala de Recepção).
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 3.710,00
R$ 3.710,00
A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, medindo
aproximadamente 6,20 m. de comprimento x 0,70 m. de
profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm.,
cor a combinar.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Sala de Reunião
01
Mesa Redonda, confeccionada em MDF, na cor
branco, medindo: 1,30 m. de diâmetro, com 25 mm. de
espessura, com bordas arredondadas e emborrachadas
em 180 graus, com pés metálicos. Acompanha: 01
Balcão Baixo, com 02 portas, com puxadores
metálicos, com chave, com tampo pós formado, com
prateleira.
Preço Total do
Conjunto
01
R$
2.050,00
R$
2.050,00
06 Cadeiras giratórias, estilo executiva, sem braços, em
tecido, na cor preto.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Total do Orçamento: R$ 36.880,00
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Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos.
Nº
Descrição
1 Plantadeira para Plantio
Direto com 6 linhas
2 Trilhadeira de Parcelas
3
4
5
6
7
8
9
Justificativa
Semeadura de culturas
Processamento de
experimentos
Classificadora de ar e peneira Beneficiamento de
sementes
Debulhador de milho com
Processamento de
motor à gasolina
experimentos
Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio. Sensor
a dois fios. Membrana em aço
inox ou cerâmica. Range 0 a
10 metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%.
Alimentação 12V. Cabo de 20
metros com capilar interno
para referência de pressão
atmosférica. Dimensões
máximas do corpo: (tubular)
40mm de diâmetro x 250mm
de comprimento.
Modernização da rede
Aquisição de sensor de
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação
de -40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital:
hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre
600 e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação
de -40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede
par de rádio, transmissor e
hidrometeorológica
receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
Switch KVM com
Acesso remoto a
monitor/teclado/mouse
servidores
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Unidade
1
40.000,00
40.000,00 Campos Novos
Unidade
1
40.000,00
40.000,00 Campos Novos
Unidade
1
40.000,00
40.000,00 Campos Novos
Unidade
1
2.500,00
2.500,00 Campos Novos
Unidade
3
2.200,00
6.600,00 Campos Novos
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Campos Novos
Unidade
1
1.000,00
1.000,00 Campos Novos
par
1
2.000,00
2.000,00 Campos Novos
conjunto
1
2.200,00
2.200,00 Campos Novos
Valor Total
Município
Continua
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Sala Principal do Laboratório
Item
01
Descrição
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,05 m. de
comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de
profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos
e corrediças telescópicas. A parte de cima do balcão,
deverá ser de granito, medindo aproximadamente 3,70
m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20
mm., de espessura, com bordas de 03 cm., cor a
combinar. Ainda na Sala Principal, deverá ter: 02
Armários Altos confeccionados em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,20 m. de
altura x 2,10 m. de comprimento x 0,55 m. de
profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
com 04 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira, com 04 gavetas, com puxadores metálicos
e corrediças telescópicas. A parte superior dos armários,
deverá ser composta de prateleiras, sendo 09 no total,
com medidas de: 0,63 m. de comprimento x 0,33 m. de
altura x 0,28 m. de profundidade. No centro do
laboratório, haverá 02 bancadas de trabalho,
confeccionadas em MDF total na cor branco, com
espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de comprimento
x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de altura, com pés
de alumínio de 12 cm. de altura, e 01 pé de alumínio de
72
cm. de altura, com 04 portas de abrir, com
puxadores metálicos, com 01 prateleira e 04 gavetas,
com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (para
cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados). A
cada lado, deverá ter 01 espaço vazado para que um
funcionário possa trabalhar neste espaço, sendo que em
cada bancada, haverá espaço para 02 funcionários. Em
cima de cada bancada, deverá ter 01 estante com 02
prateleiras, servindo para os 02 lados da mesma. Os
tampos das estações de trabalho, deverão ser de 25 mm.
com bordas arredondadas e emborrachadas de 180
graus.
Qtdade Preço Unitário
Valor Total
Preço Total do
Conjunto
01
R$
9.970,00
R$ 9.970,00
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com Back
Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto.
(Ver desenho abaixo)
Continua
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2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Conjunto formado por: 02 Mesas retangulares em MDF, na
cor branco, medindo: 1,50 m. de comprimento cada x 0,70
m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de
espessura, com tampo pós formados. Acompanha: 02
gaveteiros fixos com 03 gavetas, com puxadores e chave na
primeira gaveta, 02 suportes para CPU/Estabilizador, 01 losa
medindo: 1,00 m. de comprimento e 0,90 m. de altura, com
Preço Total do
suporte para pincel e apagador, 02 cadeiras giratórias, estilo
Conjunto
executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido
na cor preto..
02
01
R$ 1.830,00
R$ 1.830,00
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Continua
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2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala ao Lado do Laboratório
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo:
1,96 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x
0,70 m. de profundidade, com rodapés de 12 cm.
de altura, com 04 portas de abrir do lado
esquerdo ( A base é a porta de entrada), com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
No centro, deverá ter 06 portas de abrir, com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
Do lado direito, deverá ter 06 portas de abrir, com
puxadores metálicos, com 01 prateleira.
A parte de cima dos balcões, deverá ser de
granito, com aproximadamente 9,00 m. de
comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20
mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a
combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será
confeccionado na cor branco, com filetes em
PVC, também na cor branco.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 3.940,00
R$ 3.940,00
Continua
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala da Recepção
01
No centro da Sala da Recepção, haverá 01 bancada de
trabalho, confeccionada em MDF total na cor branco,
com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de
comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de
altura, tendo nas laterais pés painel e no centro pés de
alumínio de 12 cm. de altura, com 08 gavetas, com
puxadores metálicos, com corrediças telescópicas (para
cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados).
Em cada lado da estação, deverá ter 02 espaços
vazados, para que 02 funcionários possam trabalhar nos
mesmos, sendo que em cada bancada, haverá espaço
para 04 funcionários. Em cima da bancada, deverá ter 01
estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da
mesma. O tampo da estação de trabalho, deverá ser de
25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de
180 graus. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo
executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em
tecido, na cor preto.
No fundo da Sala, haverá 01 Balcão Baixo, contendo 12
gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças
telescópicas, com espaço vazado logo abaixo das gavetas
para possibilitar a limpeza sobre as gavetas.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na
cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
A parte de cima do Balcão, deverá ser de granito, com
aproximadamente 4,30 m. de comprimento x 0,75 m. de
altura x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura,
com bordas de 3 cm. Cor a combinar.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 9.830,00
R$ 9.830,00
Continua
Página 53
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala Fundo da Recepção
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco,
com espessura de 18 mm., medindo: 5,90 m. x
comprimento x 0,70 m. de profundidade x 0,75 m. de
altura.
(Total: Lado Esquerdo + Centro + Lado
Direito), com rodas de silicone para facilitar a remoção,
com 02 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira (Lado Esquerdo).
Com 06 portas de abrir, puxadores metálicos, com 01
prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e
corrediças telescópicas (Centro).
Com 03 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01
prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e
corrediças telescópicas (Lado Direito).
A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo
aproximadamente: 8,50 m. de comprimento x 0,70 m. de
profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm.,
cor a combinar.
No centro do Balcão, deverá ter 01 capela com 06
chaminés (medidas das chaminés, ver o diâmetro),
medidas do balcão: 2,50 m. de comprimento x 1,20 m. de
altura x 0,60 m. de profundidade, com 01 divisória no meio.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na
cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
(Ver desenho abaixo)
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 2.250,00
R$ 2.250,00
Cadeiras / Banquetas
01
Banquetas com estrutura metálica na cor preto e assento
estofado, na cor preto, com as seguintes dimensões: 0,50
m. de altura (estrutura) e 0,30 m. de diâmetro (assento).
10
R$
80,00
R$ 800,00
Continua
Página 54
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador.
(continuação)
Sala Pesquisador
Mesa em “L”, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo:
Lado Direito: 1,50 m. de comprimento e Lado Esquerdo: 1,50 m.
de comprimento x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e
25 mm. de espessura, com tampo pós formado, com 01 conexão
de 0,70 m. de diâmetro. Acompanha: 01 Armário confeccionado
em MDF total, medindo: 1,50 m. de largura e 2,00 m. de altura e
0,50 m. de profundidade, com 03 portas e prateleiras diversas,
com puxadores e chave. 01 gaveteiro volante com 04 gavetas, com
puxadores e chave na primeira gaveta. 01 suporte para
CPU/Estabilizador. 01 cadeira estilo presidente, com braços corsa,
em tecido na cor preto.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
01
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 2.500,00
R$ 2.500,00
Sala que dá acesso ao Laboratório (Entre a Recepção e o Laboratório)
01
Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor
branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,10 m. de
comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de
profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura,
com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com
01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores
metálicos e corrediças telescópicas (Lado Esquerdo,
saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Para o
lado direito, a medida é a mesma, com 06 portas de
abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com
08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças
telescópicas (Lado Direito, saindo do Laboratório para
a Sala de Recepção).
Preço Total do
Conjunto
01
R$ 3.710,00
R$ 3.710,00
A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, medindo
aproximadamente 6,20 m. de comprimento x 0,70 m. de
profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm.,
cor a combinar.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Sala de Reunião
01
Mesa Redonda, confeccionada em MDF, na cor
branco, medindo: 1,30 m. de diâmetro, com 25 mm. de
espessura, com bordas arredondadas e emborrachadas
em 180 graus, com pés metálicos. Acompanha: 01
Balcão Baixo, com 02 portas, com puxadores
metálicos, com chave, com tampo pós formado, com
prateleira.
Preço Total do
Conjunto
01
R$
2.050,00
R$
2.050,00
06 Cadeiras giratórias, estilo executiva, sem braços, em
tecido, na cor preto.
Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor
branco, com filetes em PVC, também na cor branco.
Total do Orçamento: R$ 36.880,00
Página 55
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos.(continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
10 Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
11 Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da
unidade
12 Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
13 Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
14 Servidor de arquivos
Armazenamento
corporativo dos dados
com segurança
15 Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna
16 Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas,
de Proteção contra descargas equipamentos e
atmosféricas)
instalações
17 Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de
os prédios
rede entre os prédios
18 Microcomputadores tipo
Atualização dos
desktop
equipamentos de
informática
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
Unidade
Unidade
2
1
1.200,00
3.000,00
2.400,00 Campos Novos
3.000,00 Campos Novos
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Campos Novos
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Campos Novos
Unidade
1
22.000,00
22.000,00 Campos Novos
Unidade
1
30.000,00
30.000,00 Campos Novos
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Campos Novos
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Campos Novos
Unidade
2
2.800,00
5.600,00 Campos Novos
Valor Total
Município
Página 56
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 11 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Canoinhas.
Nº
Descrição
Justificativa
1Execução da obra
Melhorar as condições de
especificada no projeto
trabalhos de pesquisa
arquitetônico, estrutural,
desenvolvidos no Campo
elétrico, sanitário e hidráulico Experimental Salto do
de adequação de galpão a ser Canoinhas. A adequação
usado para apoio de trabalhos do galpão é importante
de campo da Estação
para alocação de
Experimental de Canoinhas - insumos, tratores e
Campo Experimental Salto do equipamentos, bem como
Canoinhas, Papanduva, SC para realização de
(Ver Anexo 12, página 58 avaliações de plantas.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor
Unitário
m²
250
Unidade
1
9.260,00
9.260,00 Canoinhas
Unidade
2
2.800,00
5.600,00 Canoinhas
Unidade
Unidade
2
1
1.200,00
3.000,00
2.400,00 Canoinhas
3.000,00 Canoinhas
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Canoinhas
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Canoinhas
Unidade
1
22.000,00
22.000,00 Canoinhas
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Canoinhas
Unidade
1
30.000,00
30.000,00 Canoinhas
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Canoinhas
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Canoinhas
Valor Total
Município
438,96 109.740,00 Canoinhas
e Anexo 13, página 59)
2Obra e serviços para
Auxiliar nas atividades e
recuperação da estação
serviços de manutenção
meteorológica de Canoinhas das estações
(Ver Anexo 14, página 60) meteorológicas
3Aquisição de
Melhorar o suporte de
microcomputadores.
informática para dois
pesquisadores, facilitando
os trabalhos de escritório.
informações
4Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
5Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da unidade
6Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
7Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
8Servidor de arquivos
Armazenamento
corporativo dos dados
com segurança
9Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
10Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna
11Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas,
de Proteção contra descargas equipamentos e
atmosféricas)
instalações
12Central Telefônica IP
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
Página 57
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 12 – Planta baixa da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do
Canoinhas, Papanduva, SC.
Página 58
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 13 – Memorial descritivo da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental
Salto do Canoinhas, Papanduva, SC.
ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS DA ESTRUTURA DE CO3CRETO ARMADO PRÉMOLDADO
“ADEQUAÇÃO DE GALPÃO DA ESTAÇÃO EXPERIME3TAL DE CA3OI3HAS/CAMPO EXPERIME3TAL
SALTO DO CA3OI3HAS”
CA3OI3HAS – SC
MEMORIAL DESCRITIVO
O presente memorial tem por objetivo especificar os detalhes da execução da estrutura de concreto armado prémoldado a ser executado na obra abaixo citada com área de 250 m² e pé-direito de 4 m.
Todo o desenvolvimento do Projeto Estrutural deverá basear-se nos dados obtidos do Projeto Arquitetônico, das
plantas de fôrma e cortes fornecidos . O princípio é segui-los o tanto quanto possível e, no caso, de alterações o autor do
Projeto Arquitetônico deverá ser consultado.
CO3SIDERAÇÕES SOBRE OS ELEME3TOS ESTRUTURAIS
A estrutura deverá ser entregue e montada no local determinado pela contratante, sendo que os elementos deverão
ser dimensionados conforme as normas da ABNT vigentes.
Deverá a contratada apresentar ART de fabricação e montagem e execução da estrutura bem como fixar a placa da
obra no local.
01- FU3DAÇÃO
A fundação a ser utilizada deverá levar em conta principalmente dois fatores básicos:
A capacidade de suporte do terreno obtido através inspeção ao local do terreno;
A ordem de grandeza das cargas.
A definição do tipo e das dimensões das fundações será de inteira responsabilidade da contratada.
02 - LAJES
Será utilizado laje pré-moldada com vigotas e enchimento cerâmico nos locais indicados na planta de forma.
03 - VIGAS
As vigas pré-moldadas da obra deverão possuir largura de 15 cm e altura variável conforme dimensionamento. Deverá
ser observada a inclusão das lajes, onde houver.
04 - PILARES
Os pilares da obra deverão ser locados conforme as plantas de fôrmas, sendo que seu dimensionamento ficará a
critério da contratada.
05 – ESTRUTURA DO TELHADO
A estrutura do telhado também deverá ser em concreto pré-moldado, sendo que a contratada deverá fornecer e
montar toda a estrutura bem como as telhas de fibrocimento 6 mm e os acessórios de fixação e vedação.
Página 59
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 14 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Canoinhas.
Descrição
Armário duas portas
Armário porta arquivos
Cadeira escritório
Lava-jato
GPS
Laptop
Justificativa
Mobiliar o escritório
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Mobiliar o escritório
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Armazenar e transmitir dados meteorológicos
Máquina de cortar grama Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Máquina fotográfica
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Mesa escritório
Mobiliar o escritório
TOTAL
Unidade de
fornecimento
Unidade
Unidade
Qtde
1
2
Valor
Unitário Valor Total
500,00
500,00
420,00
840,00
Unidade
Unidade
1
1
300,00
600,00
300,00
600,00
Unidade
1
1.100,00
1.100,00
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Unidade
1
520,00
520,00
Unidade
1
800,00
800,00
Unidade
1
600,00
600,00
9.260,00
Página 60
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Obra
1
m²
Apoio ao Projeto de
pesquisa de arroz na área
experimental do Cetrar
Apoio ao Projeto de
pesquisa de arroz na área
experimental do Cetrar
5 Trilhadeira estacionária
Apoio ao Projeto de
pesquisa de arroz na área
experimental do Cetrar
6 Transplantadeira de mudas de Transplante de mudas
arroz
para a produção de
sementes básicas de
arroz irrigado
Manutenção e avaliação
7 Obra de readequação,
climatização, iluminação
de recursos genéticos
artificial de duas casas de
vegetais (germoplasma)
vegetação DANTAS (Solardan "in vivo" e cultivo, em
8,8 m x 12m) para atender
tanques, de plantas F1 de
demanda pesquisa projeto
arroz irrigado.
Arroz Irrigado, fruticultura
tropical da EE Itajaí (Ver
Nº
Descrição
Justificativa
1 Adequação de uma estação Fornecer água tratada de
de captação e tratamento de boa qualidade para toda a
água para os laboratórios da unidade de pesquisa
EE Itajaí (Ver Anexo 16,
Valor Unitário
Valor Total
Município
101.000,00
101.000,00
Itajaí
187,97
1.190,53
223.784,78
Itajaí
Unidade
1
85.000,00
85.000,00
Itajaí
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Itajaí
Unidade
1
5.000,00
5.000,00
Itajaí
Unidade
1
70.000,00
70.000,00
Itajaí
m²
210
729,15
153.121,50
Itajaí
m²
50
1.830,61
91.530,50
Itajaí
página 65 e Anexo 17,
página 66)
2 Obra para atendimento às
normativas do MAPA para
credenciamento da Estação
Experimental de Itajaí em
testes de agrotóxicos. (Ver
Anexo 4, página 31 e
eAnexo 5, página 32)
3 Trator SAP equipado com
aplicador de agroquímicos e
distribuidor de sementes e
adubos
4 Lâmina traseira para trator
Possibilitar o
funcionamento, dentro
das leis, da área
experimental da Estação
Experimental de Itajaí
para testes de
agrotóxicos.
Anexo 18, página 67 e
Anexo 19, página 68)
8 Aquisição e instalação da
Câmara Seca-Fria prevista no
projeto, destinada ao
armazenamento de sementes
(Germoplasma) de diversas
espécies vegetais, com
capacidade de resfriamento
adequado ao armazenamento
de sementes, e manutenção
da umidade relativa baixa.
Armazenamento de
Germoplasma vegetal na
forma de sementes de
espécies vegetais vitais
ou potenciais para o
Estado ou o País.
(Ver Anexo 20, página 69
e Anexo 21, página 70)
Continua
Página 61
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação)
Nº
Descrição
9Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de Itajaí (Ver
Anexo 22, página 71)
Justificativa
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
10Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio. Sensor
a dois fios. Membrana em aço
inox ou cerâmica. Range 0 a
10 metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%.
Alimentação 12V. Cabo de 20
metros com capilar interno
para referência de pressão
atmosférica. Dimensões
máximas do corpo: (tubular)
40mm de diâmetro x 250mm
de comprimento.
11Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação de
-40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
12Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital:
hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre 600
e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação de
-40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
13Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede
par de rádio, transmissor e
hidrometeorológica
receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
14Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
15Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da unidade
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
95.743,55
95.743,55
Itajaí
Unidade
3
2.200,00
6.600,00
Itajaí
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Itajaí
Unidade
1
1.000,00
1.000,00
Itajaí
par
1
2.000,00
2.000,00
Itajaí
Unidade
Unidade
3
2
1.200,00
3.000,00
3.600,00
6.000,00
Itajaí
Itajaí
Valor Unitário
Valor Total
Município
Continua
Página 62
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação)
Nº
Descrição
16 Switch Gerenciável de 26
portas
Justificativa
Distribuição interna de
sinal de rede de forma
rápida com gerenciamento
remoto
17 Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com gerenciamento
remoto e alimentação
elétrica dos dispositivos (
VOIP, AP e Câmeras de
monitoramento)
18 Datashow
Apresentação de
trabalhos
19 Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
20 Sistema de autenticação de
Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
21 Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna
22 Rede estrututurada no
Melhoria da comunicação
Planalsucar
da Infra-estrutura interna
23 Central Telefônica IP
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
24 Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de
os prédios
rede entre os prédios
25 Notebook core 2 duo2,4 MGz, Adequação das condições
3 MBL2, 4GB, HD 320GB
de trabalho dos
(7200RPM), leitor Blu Ray,
pesquisadores.
Gravador DVD/CD
26 Computador core 2 duo, 4 GB, Adequação das condições
HD 500GB, LCD 22"
de trabalho dos
pesquisadores e pessoal
de apoio.
27 Termociclador em Tempo Real
(Real Time -PCR)
28 Sistema de produção de água
Ultra Pura
29 Cromatógrafo de Íons
30 Analisador de Carbono
Orgânico Total (TOC)
31 Obra de adequação do
Executar o projetar que
Laboratório de Ensaios
atenda ao funcionamento
Químicos e Cromatográficos das unidades dentro das
da Estação Experimental de normas e práticas
analíticas que possam
Itajaí. (Ver Anexo 23,
atender as demandas de
página 73 e Anexo 24,
pesquisa e prestação de
página 74)
serviços.
32 Aquisição e implantação do
Assegurar as condições
sistema de climatização da
climáticas adequadas e
Unidade de Ensaios Químicos padronizadas para pleno
e Cromatográficos da EE
funcionamento do sistema
Itajaí, considerando a
de gestão da qualidade na
implantação de um sistema de Unidade de Ensaios
gestão da qualidade em
Químicos e
laboratórios
Cromatográficos
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
1.200,00
1.200,00
Itajaí
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Itajaí
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Itajaí
Unidade
2
1.500,00
3.000,00
Itajaí
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
Itajaí
Unidade
1
50.000,00
50.000,00
Itajaí
Unidade
1
30.000,00
30.000,00
Itajaí
Unidade
1
20.000,00
20.000,00
Itajaí
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Itajaí
Unidade
2
3.800,00
7.600,00
Itajaí
Unidade
5
2.800,00
14.000,00
Itajaí
Unidade
1
165.000,00
165.000,00
Itajaí
Unidade
1
15.000,00
15.000,00
Itajaí
Unidade
Unidade
1
1
120.000,00
120.000,00
120.000,00
120.000,00
Itajaí
Itajaí
m²
500
550,00
275.000,00
Itajaí
Unidade
2
15.000,00
30.000,00
Itajaí
Valor Unitário
Valor Total
Município
Continua
Página 63
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
33Aquisição de móveis
Adequar a infraestrutura,
(bancadas, armários, balcões, alocação de
mesas e cadeiras),
equipamentos, reagentes
considerando a implantação da e demais utensílios de
gestão da qualidade em
laboratório, para o pleno
laboratórios (Boas Práticas em funcionamento do
Laboratório - BPL e ISO
sistema de gestão da
17.025) na Unidade de Ensaios qualidade na Unidade de
Químicos e Cromatográficos e Ensaios Químicos e
no Laboratório de Fitopatologia Cromatográficos
Molecular da Estação
Experimental de Itajaí.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
Valor Unitário
60.000,00
Valor Total
60.000,00
Município
Itajaí
Página 64
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 16 – Planta baixa da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí.
Página 65
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 17 – Memorial descritivo da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí.
Item/discriminação
Valor unitário
(Reais)
Valor Total
(Reais)
Projeto construção de uma ETA
2.500,00
Fiscalização execução
3.500,00
Estação tratamento
71.000,00
Canos, bomba, conectores, registros
24.000,00
Total
101.000,00
Página 66
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 18 – Planta baixa das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí.
Página 67
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 19 – Memorial descritivo das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí.
Descrição Técnica
Preço Total (R$)
- Elaboração projeto
- Estrutura metálica coberta e fechada com placas de policarbonato
alveolar 10,00mm + divisória interna + antecâmara + 03 portas de
acesso + sistema de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e
piso de concreto
1.500,00
30.140,00
- Sistema de Aquecimento
4.277,00
- Sistema de Irrigação por Microaspersão
5.155,00
- Sistema de Fotoperiodismo
4.642,00
- Sistema de Sombreamento Interno
- Mesas para apoio de vasos
- Painel de comando para os equipamentos e sistemas automáticos
Fiscalização obra
Total da Proposta
Total duas casas de Vegetação (Genoma e EEI)
12.580,00
4.631,00
13.125,00
2.521,50
74.550,00
153.121,50
Página 68
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 20 – Planta baixa da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí.
Página 69
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 21 – Memorial descritivo da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí.
Valor unitário Valor Total
Item/discriminação
(Reais)
(Reais)
Elaboração Projeto
2.000,00
Construção prédio 50 m2 para abrigar a camara.
Camara com temperatura ajustável com controlador digitalde 4 C a
12C, Umidade realtiva do ar de máxima de operação 35% U.R.,
dimensões externas 5,75x4,00x2,6m
Fiscalização execução obra
Total
954,61
47.730,50
41.200,00
600,00
91.530,50
Página 70
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Itajaí.
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Eclimetro eletrônico
Tela revestida malha
Arame farpado
Fio liso revestido
Barra de ferro galvanizado 6m x
3,5cm diâmetro
Pena de leitura
Disco Piché (hóstia)
Diagrama reto
Diagrama de curva curta Heliógrafo
Diagrama de curva longa Heliógrafo
Diagrama para o Termohigrógrafo
Diagrama para o Barógrafo
Diagrama para o Pluviógrafo
Chapa de aço 5mm 40x60
Flange de 3,5
Moerão
Pincel de 2 polegadas
Pincel de 1 polegada
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m
Galão 3 litros de tinta a óleo branca
Justificativa
Manter a qualidade dos dados
É fundamental na construção do
sítio meteorológico
É essencial para a escolha sítios
meteorológicos.
É indispensável para a
construção sítio meteorológico
Segurança do sítio meteorológico
Segurança do sítio meteorológico
É fundamental para instalação do
intrumento
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
É imprescindível para o registro
de dados
É fundamental para intalação do
instrumento
É essencial para a construção do
sítio meteorológico
Manter a qualidade dos dados
Manter os padrões estabelecidos
pela OMM
Galão 18 litros de tinta acrílica branca Manter os padrões estabelecidos
pela OMM
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Instalação e manutenção dos
Recuperar e manter o bom
instrumentos nas estações
funcionamento das estações
meteorológicas
meteorológicas de Santa Catarina
Lava-jato
GPS
Máquina fotográfica
Máquina de cortar grama
Lanterna
Calculadora
Armário porta arquivos
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
É fundamental para fazer
manutenção noturna
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Unidade de
fornecimento
m
Unidade
Unidade
Unidade
Qtde
2
1
1
1
Valor
Unitário
3,50
3.500,00
15,00
1.200,00
Valor Total
7,00
3.500,00
15,00
1.200,00
Unidade
1
1.500,00
1.500,00
m
65
25,00
1.625,00
m
kg
Unidade
195
12
1
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
Unidade
Unidade
Caixa
Caixa
Caixa
Caixa
Caixa
Caixa
Unidade
Unidade
Unidade
10
10
7
5
7
2
2
5
1
1
10
10,00
11,00
200,00
200,00
200,00
260,00
260,00
260,00
50,00
80,00
20,00
100,00
110,00
1.400,00
1.000,00
1.400,00
520,00
520,00
1.300,00
50,00
80,00
200,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
2
1
7,00
5,00
400,00
40,00
7,00
5,00
800,00
40,00
Unidade
1
150,00
150,00
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
30,00
200,00
3.000,00
30,00
200,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
1
600,00
1.100,00
800,00
520,00
100,00
600,00
1.100,00
800,00
520,00
100,00
Unidade
1
500,00
500,00
Unidade
2
420,00
840,00
continua
Página 71
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Itajaí. (continuação)
Descrição
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Justificativa
Mobiliar o escritório
Auxiliar na impressão de
documentos
Caixa de Ferramenta com Ferramentas Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Laptop com porta serial
Armazenar e transmitir dados
meteorológicos
Computador
Armazenar e transmitir dados
meteorológicos
Barógrafo
Barômetro
Cata vento tipo Wild
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro máx/mín Tanque
Parafuso micrométrico
Poço tranquilizador
Tanque evaporação Classe A
Pluviômetro Ville de Paris
Gerar informações
Anemômetro de concha totalizador
meteorológicas para
(2m)
armazenamento em banco de
Termohigrógrafo
dados
e contribuir com pesquisas
Evaporímetro de Piché
na
área
acadêmica e sociedade
Termômetro comum
em
geral
Geotermometro (50cm de
profundidade)
Geotermometro (30cm de
profundidade)
Geotermometro (20cm de
profundidade)
Geotermometro (10cm de
profundidade)
Geotermometro (5cm de
profundidade)
Termômetro de mínima
Termômetro de máxima
TOTAL
Unidade de
fornecimento
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Qtde
1
1
1
1
1
Valor
Unitário
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
Valor Total
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
Unidade
1
800,00
800,00
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Unidade
1
1.800,00
1.800,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
2
2
2
1
1
2
2
1
6.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
1.500,00
1.100,00
2.500,00
1.000,00
3.000,00
6.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
6.000,00
3.000,00
200,00
1.500,00
1.100,00
5.000,00
2.000,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
2
2
2
3
4.000,00
600,00
650,00
350,00
8.000,00
1.200,00
1.300,00
1.050,00
Unidade
3
300,00
900,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
Unidade
4
2
650,00
650,00
2.600,00
1.300,00
95.743,55
Página 72
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 23 – Planta baixa do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de
Itajaí.
Página 73
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 24 – Memorial descritivo da obra do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação
Experimental de Itajaí.
Item/discriminação
Projeto
Readequação e ampliação da área dos laboratórios compreendendo
cerca de 500 m2
Valor unitário
(Reais)
300,00/m
2
Valor Total
(Reais)
10.000,00
150.000,00
Readequação elétrica da área (material e serviço)
15.000,00
Readequação hidráulica da área, incluindo sistema de coleta seletiva de
efluentes (material e serviço)
20.000,00
20 Aberturas em vidro temperado e alumínio com pintura eletrostática
(material e serviço)
O4 portas de emergência com sistema de abertura e trava especiais.
500
10.000,00
2.500,00
10.000,00
Pintura interna e externa de 500 m2 do prédio (material e serviço)
30,00/m2
15.000,00
250 m2 de alvenaria com reboco (material e serviço)
100,00/m
linear
25.000,00
Sistema de segurança incluindo extintores alarmes de incêndio e
sinalização de segurança.
10.000,00
Fiscalização
Total
10.000,00
275.000,00
Página 74
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
1Obra para construção de
Armazenar cebola dos
galpão para armazenamento experimentos
e secagem de cebola (Ver desenvolvidos na
Unidade de Pesquisa
Anexo 26, página 78)
m²
122
212,00
25.872,48 Ituporanga
2Construção de depósito para Armazenar agrotóxicos
armazenamento de
em ambiente adequado
agrotóxicos (Ver Anexo 27,
m²
9
1.060,00
9.540,00 Ituporanga
Unidade
1
12.000,00
12.000,00 Ituporanga
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Ituporanga
Unidade
1
3.500,00
3.500,00 Ituporanga
Unidade
1
6.000,00
6.000,00 Ituporanga
Unidade
1
2.600,00
2.600,00 Ituporanga
Unidade
1
20.500,00
20.500,00 Ituporanga
Unidade
1
2.300,00
2.300,00 Ituporanga
Unidade
1
1.350,00
1.350,00 Ituporanga
Unidade
1
46.920,00
46.920,00 Ituporanga
Unidade
1
74.866,00
74.866,00 Ituporanga
Unidade
1
1.100,00
1.100,00 Ituporanga
m²
4,5
450,00
2.025,00 Ituporanga
Unidade
3
2.200,00
6.600,00 Ituporanga
Nº
Descrição
Justificativa
Valor Total
Município
página 79)
3Rotativa (Rotocar de 6 linhas
com 4 velocidades de 14
facas)
4Grade hidráulica com 28
discos de 20 polegadas
5Distribuidor de sementes e
adubos para trator
6Carreta para trator de 4,05m
x 2,27m (capacidade de 5t)
7Plataforma traseira para
trator
8Micro trator TC, 14CV, com
partida elétrica
9Carreta para micro trator
(cap. 1000kg)
10Engraxadeira pneumática
Engraxar tratores,
(50l com tambor)
microtratores e
implementos
11Câmara seca e fria com
Implantação de câmara
dimensões externas de
seca e fria para
5,36mx4,23mx2,56m
manutenção de bancos
(estrutura e equipamentos) de germoplasmas
12Casa de vegetação
Aquisição de casa de
climatizada (70,27m²) (Ver vegetação climatizada
para pesquisas com
Anexo 28, página 80 e
cebola
Anexo 29, página 81)
13Desumidificador para câmara Implantação de câmara
seca e fria
seca e fria para
manutenção de bancos
de germoplasmas
14Prateleiras para câmara seca Implantação de câmara
e fria
seca e fria para
manutenção de bancos
de germoplasmas
15Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio.
Sensor a dois fios.
Membrana em aço inox ou
cerâmica. Range 0 a 10
metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%.
Alimentação 12V. Cabo de
20 metros com capilar
interno para referência de
pressão atmosférica.
Dimensões máximas do
corpo: (tubular) 40mm de
diâmetro x 250mm de
comprimento.
Continua
Página 75
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
16Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação
de -40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3
cm de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
17Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital: hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre
600 e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação
de -40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
18Aquisição de par de rádio:
Modernização da rede
Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica
e receptor tecnologia
wireless 802.11.g, Servidor
RS232. Taxa de transmissão
mínima 54Mbps.
19Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
20Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da
unidade
21Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
22Datashow
Apresentação de
trabalhos
23Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
24Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
Valor Total
Município
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Ituporanga
Unidade
1
1.000,00
1.000,00 Ituporanga
par
1
2.000,00
2.000,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
2
1
1.200,00
3.000,00
2.400,00 Ituporanga
3.000,00 Ituporanga
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Ituporanga
Unidade
1
4.000,00
4.000,00 Ituporanga
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Ituporanga
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Ituporanga
Continua
Página 76
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação)
Nº
Descrição
25Complemento da estrutura
de rede da Sede
Administrativa
26Centrifuga de bancada (até
2000rpm)
27Estereomicroscopio
trinocular com zoom,
aumento 90x
28Banho Maria com agitação,
até 100ºC
29Obra para adequação do
Laboratório de Solos da
Estação Experimental de
Ituporanga (Ver Anexo 30,
Justificativa
Melhoria da
comunicação da Infraestrutura interna
Realizar diagnose de
doenças
Realizar diagnose de
doenças
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
Valor Total
Município
Unidade
1
50.000,00
50.000,00 Ituporanga
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Ituporanga
Unidade
1
6.000,00
6.000,00 Ituporanga
Realizar diagnose de
doenças
Adequar o Laboratório
de Solos para atender as
normas de BPL e ISO
17.025
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Ituporanga
m²
133,7
2.957,24
395.501,28 Ituporanga
Medir pH
Aspirar reagentes
Unidade
Unidade
1
2
2.000,00
1.500,00
2.000,00 Ituporanga
3.000,00 Ituporanga
Análise de MO e fósforo
Unidade
2
9.000,00
18.000,00 Ituporanga
Análises de Ca, Mg, Fe,
Cu, Zn, Mn e outros
metais
Análise condutividade
elétrica
Dosar reagentes
Destilar água
Análise de Ca, Mg e Al,
e preparo de reagentes
Análises de Ca, Mg, Fe,
Cu, Zn, Mn e outros
metais
Análise MO
Pesar reagentes
Unidade
1
170.000,00
170.000,00 Ituporanga
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
Unidade
2
1
2
3.000,00
5.000,00
900,00
6.000,00 Ituporanga
5.000,00 Ituporanga
1.800,00 Ituporanga
Unidade
2
3.000,00
6.000,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
1
1
3.000,00
5.000,00
3.000,00 Ituporanga
5.000,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
1
2
1.500,00
6.800,00
1.500,00 Ituporanga
13.600,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
Unidade
1
4
1
2.800,00
1.350,00
9.600,00
2.800,00 Ituporanga
5.400,00 Ituporanga
9.600,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
1
2
2.100,00
415,00
2.100,00 Ituporanga
830,00 Ituporanga
Unidade
2
3.600,00
7.200,00 Ituporanga
Unidade
Unidade
Unidade
6
1
1
290,00
1.460,00
12.000,00
1.740,00 Ituporanga
1.460,00 Ituporanga
12.000,00 Ituporanga
Unidade
1
2.300,00
2.300,00 Ituporanga
m
40
450,00
18.000,00 Ituporanga
página 85 e Anexo 31,
página 86)
30Phmetro digital de bancada
31Compressor aspirador
modelo CAL
32Espectrofotômetro/
fotocolorímetro
33Espectrofotômetro de
absorção atômica
34Condutivímetro
35Bureta digital (50ml)
36Destilador de água
37Agitador magnético modelo
752
38Agitador horizontal
39Mesa banho maria
40Balança Analítica,
Capacidade 220g, Precisão
0,0001g
41Balança digital (500g)
42Estufa circulação forçada de
ar
43Capela
44Dispensador (10ml)
45Forno mufla
Pesar reagentes
Secar vidrarias e solos
Aspirar reagentes
Dosar reagentes
Secagem de tecido para
análise
46Conjunto de pipetadores
Pipetar amostras
47Filtro abrandador modelo
Filtrar água para entrada
Q383
nos destiladores
48Ar condicionado 30000 BTU Climatização de
ambiente para análise e
manutenção de
equipamentos
49Exaustor eólico
Troca de ar no lab. solos
50Geladeira (400l)
Guardar reagentes
51Estufa p/ secagem c/
Secar amostras e
circulação forçada de ar (50 reagentes
a 200ºC)
52Chuveiro e lava-olhos de
Adequar o laboratório de
emergência
solos para fazer as
análises de acordo com
a legislação trabalhista
53Bancada de madeira
Mobiliar o laboratório de
fitopatologia para fazer
as análises
Página 77
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 26 – Memorial descritivo do galpão para armazenamento de cebola para a Estação Experimental de
Ituporanga.
GALPÃO PARA ARMAZENAMENTO DE CEBOLA
AREA = 122,04m²
MEMORIAL DESCRITIVO
O presente memorial descritivo refere-se a construção de um galpão construído em madeira com
capacidade para armazenar até 150 toneladas de cebola. A construção terá 122,04 m2 de área
construída, sendo composto por duas alas laterais com 42,12 m2 cada uma e um corredor central (livre)
com 37,80 m2.
1 - FUNDAÇÕES
As fundações serão executadas com pedra ardósia nas dimensões de 15x25x50cm, formando as
sapatas, sobre as quais serão construídos pilaretes de tijolos maciços, formando blocos de 20x20x20cm
sobre os quais serão apoiadas as colunas do galpão.
As sapatas que formarão a base para as colunas principais serão compostas por quatro pedras formando
um bloco de 50x50cm, e as sapatas que sustentarão os pilares secundários serão formados por apenas
uma pedra.
O solo onde será edificado o galpão deverá ser ter uma tensão admissível de 1,50 kg/cm2, não sendo
jamais admitido a construção das sapatas sobre aterros ou solos pouco coesivos.
2 - ESTRUTURA
A estrutura será de madeira, sendo que os pilares principais deverão ser de madeira de lei, por terem
sobre eles grandes esforços de torção e compressão. A estrutura secundária que suportará os estaleiros
e a cobertura será de Pinus.
3 - COBERTURA
A cobertura será de telha de barro tipo francesa, com inclinação de 40%, possibilitando desta forma
efetuar o travamento da estrutura, formando ainda uma boa camada de ar entre a ultima camada de
cebola e as telhas.
4 - ESTALEIROS
Os estaleiros serão formados por cinco camadas, distanciadas 55cm uma da outra. Os pilares que
suportarão os estaleiros deverão ser travados na estrutura da cobertura.
O primeiro estaleiro ficará a uma altura de 50cm do solo para evitar a umidade e permitir uma boa
ventilação ao conjunto.
O assoalho dos estaleiros será formado por módulos com 117x47,5cm, composto por cinco tábuas com
7,5cm de largura, distanciadas 2,5cm entre si, possibilitando assim uma perfeita ventilação entre as
camadas de cebola.
O fechamento lateral dos estaleiros será feito com ripas de madeira com 5cm de largura.
(Ver planta baixa no Anexo 30, página 85)
Página 78
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 27 – Memorial descritivo do depósito para armazenamento de agrotóxico da Estação Experimental de
Ituporanga.
CONSTRUÇÃO DE DEPÓSITO PARA ARMAZENAMENTO DE AGROTÓXICO
AREA = 9m²
MEMORIAL DESCRITIVO
Construção de sala de alvenaria com 9m2 com pé direito de 2,8m revestido com cimento, com bacia de
contenção, coberta por telha de barro do tipo colonial capa canal. Forro de madeira, piso de cerâmica.
Porta de madeira de 0,80mx2,10m. Instalações elétricas com tomadas de 220 w, ventilação
mecanizada.
(Ver planta baixa no Anexo 30, página 85)
Página 79
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 28 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga.
Página 80
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga.
A - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:
A-01. Modelo :
Casa de Vegetação - Poly House com Pad&Fan(vãos livres de 6,40 m e cobertura em Arcos).
A-02. Dimensões
Item
Largura
Comprimento
Altura Média
Qtd.
01
03
Tipo
Vão
Módulos
Medida (m)
6,40
3,66
Área Total
Total
6,40
10,98
3,50
Unid.
m
m
m
70,27
m²
A-03. Estrutura Metálica :
Aço: a estrutura é composta por perfis de aço-carbono, galvanizados a fogo em banho de zinco
fundente conforme a norma NBR 6323 da ABNT. Os principais componentes são:
Perfil
Colunas Verticais de Chumbamento (Pés direito)
Tesouras Poly House entre as colunas
Arcos para cobertura
(espaçados a cada 1,83m)
Travamento dos arcos
Travessas frontais
Contraventamento vertical (“X”)
Contraventamento frontal “Mão francesa”
Funis para captação de água Ø 150 mm
Dimensões
Perfil “U” enrijecido 90 x 60 x 25 mm – esp. 2,00 mm
Perfil U esp. 2,00 mm e diagonais em aço trefilado 5/16”
Tubo oblongo 29 x 58 mm
Tubos industriais Ø 31,75mm
Perfil “U” enrijecido 60 x 30 x 15 mm – esp. 2,00 mm
02 Tirantes de aço trefilado Ø 8,00mm com regulagem através
esticadores forjados Ø 3/8”
Tubos quadrado 40x40mm
Acompanham os tubos de PVC até a altura do solo
Alumínio: Serão utilizados os seguintes perfis de alumínio extrusado (Ligas 6063/6261) (Temperas
T6/T5):
Perfil
Calhas (instaladas em todas as linhas de colunas
no sentido longitudinal da estufa)
Base Dupla para arremates nas travessas frontais
Locks de encaixe
Utilização
Para a captação das águas pluviais
Para fixar o filme de polietileno nas travessas frontais
Para a fixação do filme de polietileno nas calhas e frontais
A-04. Fundações :
Para cada coluna será escavado um buraco de aproximadamente 30 cm de diâmetro e 90 cm de
profundidade. Estes buracos receberão concreto para fixação das colunas.
continua
Página 81
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
A-05. Cobertura:
A cobertura da casa de vegetação será feita com filme de polietileno transparente, espessura 150
micra, com tratamento contra raios ultravioleta camada dupla inflada, fixado nas calhas e frontais
com perfis lock de alumínio. Também será instalado 01 (um) microventilador, para inflar as duas
camadas do filme, formando um “colchão de ar”, para proporcionar um isolamento térmico.
A-06. Mureta Perimetral:
No perímetro da casa de vegetação, será construída uma mureta de vedação em concreto para arremate
dos fechamentos das frontais e laterais com altura de 35 (trinta e cinco) centímetros.
A-07. Piso Interno:
Internamente a Casa de Vegetação e na antecâmara será feito piso com lastro de concreto
desempenado com espessura de 5,0cm e grelha central para escoamento d’água.
A-08. Fechamentos Fixos:
As frontais e laterais da casa de vegetação terão fechamentos fixos com filme de polietileno
transparente, espessura de 150 micra, camada dupla inflada, fixado nas calhas laterais, colunas dos
vértices, travessas frontais e mureta perimetral com perfis de alumínio.
A-09. Antecâmara:
Em uma das laterais da casa de vegetação está previsto a instalação de 01 (uma) antecâmara de acesso,
com dimensões de 3,20 m de largura x 3,66 m de comprimento. A antecâmara será construída com perfis
de aço galvanizado a fogo e arrematada com perfis de alumínio, com cobertura com filme de polietileno
leitoso, espessura de 150 mícra e fechamentos com Tela branca anti-afídeos 50 mesh, ambos com
tratamento contra raios ultravioleta.
A-10. Portas:
Está prevista a instalação de 02 (duas) portas, uma para acesso a antecâmara e uma para acesso a casa de
vegetação, com dimensões unitárias de 1,60m de largura x 2,10m de altura.
As portas serão do tipo de correr “deslizante”, construídas com perfis de alumínio e vedadas com filme
de polietileno transparente, com tratamento contra raios ultravioleta.
A-11. Sistema Automático de Resfriamento e Umidificação:
Para o resfriamento e a umidificação da casa de vegetação, serão instalados painéis resfriadores
evaporativos modulados, preenchidos com argila expandida, com dimensões unitárias de 100 mm
espessura x 2000 mm largura x 1500 mm altura. Os painéis serão instalados na frontal da casa de
vegetação (6,40m), apoiados em uma calha inferior de retorno em alumínio extrusado, defletores e
aparadores de chapa de aço galvanizado.
continua
Página 82
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
O circuito hidráulico (que compreende a alimentação, o retorno, a sucção e o recalque) do sistema do
pad será feito com tubos e conexões em pvc e registros de bronze. O circuito será acionado por 01 (um)
conjunto moto-bomba, com motor elétrico trifásico 220/380 volts, 60 Hz, 04 pólos, com acoplamento
direto. O sistema contará com filtro plástico de disco Ø 1” que fará a filtragem d’água antes de
umedecer os painéis e 01 (um) reservatório d’água em fibra de vidro com capacidade para 500 litros.
A-12. Sistema Automático de Ventilação/Exaustão:
Na frontal oposta ao Pad, será instalado sistema de ventilação/exaustão que funcionará em conjunto
com o pad, composto ventiladores dotados de venezianas automáticas com sistema de hélices autolimpantes. O compartimento quadrado do ventilador e o venturi são feitos de chapa de aço galvanizado
e reforçado. A hélice de seis pás é balanceada estática e dinamicamente para um menor nível de ruído e
uma menor vibração. A hélice é acionada através de um sistema de correia e polias apoiada em um
sistema de rolamento de esferas protegido contra água.
Será instalados 02 (dois) ventiladores, sendo um modelo EM 50, dimensão de 1380mm, com 06 pás e
motor elétrico trifásico de 1,00 CV e um que será instalado no semicirculo superior, modelo ED 24
dimensão de 724mm, motor elétrico trifásico de 0,50 CV, ambos com classe de proteção IP55.
A-13. Sistema Automático de Aquecimento:
Para o aquecimento do ar interno da casa de vegetação, será instalado 01 (um) conjunto de elétricas
de 18.000 watts, do tipo aletadas de 3.000 watts cada, acopladas a um ventilador axial com motor
elétrico de ½ CV 220/380 volts, vazão de 200m³/min, incluindo um retificador de fluxo e tubulão
plstico transparente perfurado para a distribuição do ar quente dentro do ambiente. O controle de
acionamento será feito através de termostato digital interligado ao painel elétrico geral de comando
da casa.
A-14. Sistema Automático de Sombreamento Interno:
Mecanismo de Deslocamento : 3o módulo de 3,66 m
Internamente à Estufa está prevista a instalação de Sistema de Sombreamento Móvel, com mecanismo
acionado através de 01 (um) conjunto de motorredutor elétrico trifásico, 220/380 Volts, com sistema
de fim de curso acoplado¸ interligado a um painel de comando com botoeiras para abrir e fechar no
término de cada operação.
Este sistema é composto de tubos galvanizados ∅ 60mm para eixo central do acionamento (instalado
no sentido da frontal), tubos “
” 50 x 50mm instalado nas duas frontais para a fixação das roldanas
de reenvio, com mãos francesas para travamento dos eixos frontais (tubos “
” 50 x 50mm ).
O sistema também terá tubos galvanizados Ø 19mm para fixação e movimentação da tela,
roldanas de aço ∅ 80mm, cabo de aço galvanizado ∅ 1/8” para movimentação do sistema, fio de
nylon agrícola ∅ 2,5 mm para apoio e sustentação da tela (na parte inferior e parte superior), fixador
triplesset , presilhas em poliacetal para prender a tela nos tubos Ø 19mm. Para a vedação do
Sistema será utilizada Tela de Sombreamento Aluminizada, modelo Aluminet 50% I.
continua
Página 83
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
A-15. Sistema Automático de Nebulização, tipo Fogger:
Para controle da umidade relativa do ar será instalado um sistema de nebulização com acionamento
automático através de umidostato, motor elétrico trifásico 1,0 CV, com filtro plástico Irritec 1”,
manômetro de glicerina 0-7 Kgf cm2 para controle de pressão nas linhas. Os emissores fogger serão
DA3 7800 + LPD + base 3/8, 7,0 l/h, com emissores a cada 0,50 m distribuídos em 04 (quatro) linhas
intaladas no sentido longitudinal da casa.
Para o abastecimento do sistema está prevista 01 (uma) caixa d’água em fibrocimento com capacidade
para 500 litros.
A-17. Mesas para Apoio de Vasos:
Internamente à Casa de Vegetação, serão instaladas 03 (três) mesas para apoio de vasos. As mesas
serão construídas com perfis de aço galvanizado a fogo e tampo superior com tela metálica, dimensões
unitárias de 1,25 m de largura x 9,00 m de comprimento x 0,80 m de altura.
A-18. Painel de Comando:
Está prevista a instalação de 01 (um) painel de comando para proteção e acionamento manual ou
semi-automático de todos os equipamentos elétricos. O painel será composto de chaves gerais,
botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e reles térmicos. A caixa será em chapa de
aço com proteção contra umidade, conforme IP 55. Para interligação com os motores e controle será
fornecida a fiação elétrica e a sua condução será feita através de eletrocalhas.
A-19. Mão de Obra :
Os serviços serão executados por técnicos especializados da Van der Hoeven, todos registrados, que
trabalham de acordo com o plano de risco elaborado pelo nosso técnico de segurança do trabalho.
B - PROPOSTA COMERCIAL:
B-01. Preço (R$):
Os valores correspondem aos materiais e montagem, incluindo todas as despesas com viagens, hospedagem e alimentação,
epi´s da equipe de montagem:
Descrição Técnica
Preço Total (R$)
- Estrutura metálica, perfis de fechamentos + antecâmara + 02 portas de acesso + sistema
de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e piso de concreto
48.370,00
- Sistema de Aquecimento
4.864,00
- Sistema de Nebulização Fogger
5.600,00
- Sistema de Sombreamento Interno
7.240,00
- Mesas para apoio de vasos
3.532,00
- Painel de comando para os equipamentos elétricos
5.260,00
Total da Proposta
74.866,00
Página 84
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 30 – Planta baixa das obras previstas na Estação Experimental de Ituporanga.
Página 85
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga.
DADOS FÍSICOS DA OBRA
Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das
obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação da Estação Experimental de Ituporanga. Aqui estão relacionados
a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras.
Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das
obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte
integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e
convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas:
AB3T
Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a
qualidade dos materiais a serem empregados nas obras.
3BR
Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04,
conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO.
MB
Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente.
I3METRO
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
Na Estação Experimental de Ituporanga será realizada a ampliação de 133,74 m2 e a adequação da estrutura física,
conforme a prancha 01/02 em anexo. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e
manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser
introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na
obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão
ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no
mercado ou retirada de linha pelo fabricante.
A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da
comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas.
Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir:
9. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA;
10. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao
Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário;
11. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá
procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes
e seu atual estado de conservação, locação e níveis;
12. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA
obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes
dessas providências.
13. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial,
devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO.
14. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e
inspetores.
15. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA,
como pela FISCALIZAÇÃO.
16. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra.
Continua
Página 86
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
FISCALIZAÇÃO
A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra
poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável.
ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS
1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA
O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela
fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do
CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da
CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do
consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto
da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado.
O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A
utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser
acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços
iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de
responsabilidade da CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e
vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de
obras.
Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18,
aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.
A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários,
pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá
exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI.
São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
Capacetes de segurança;
Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço;
Botas de borracha;
Luvas de proteção para mãos e braços;
Cintos de segurança, onde houver risco de quedas;
Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos;
Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes;
Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo.
Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da
CONTRATADA que providencie o mesmo.
12.1 Movimento de terra e limpeza do terreno
As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a
escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com
as sapatas dimensionadas.
O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado.
12.2 Locação da obra
A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação
será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA).
Continua
Página 87
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
13 I3FRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as
mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
14 SUPRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características
e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
15 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS
15.1 Paredes
A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de
cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico,
perfeitamente aprumada e no esquadro.
Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos
padrões da alvenaria do prédio existente.
15.2 Cintas e vergas
Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no
mínimo 20 centímetros o vão existente.
16 COBERTURA E FORRO
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e
padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
17 ESQUADRIAS
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e
arquitetônicos existentes.
18 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser executadas de acordo com projeto específico.
A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser
distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto
na parede.
A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao
lado da edificação.
As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm.
Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral.
Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de
laboratório.
19 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS
8.1 Instalação de água
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá
derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente.
Continua
Página 88
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
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Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga.
(continuação)
8.2 Esgoto
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos.
Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido
por empresa / instituição competente.
20 PISOS E PAVIME3TAÇÕES
20.1 Regularização
A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia.
20.2 Piso cerâmico
Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante,
mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e
antibactericida.
O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4.
21 REVESTIME3TO
21.1 Chapisco
Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa).
21.2 Reboco
Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento,
cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser
feito com feltro.
21.3 Cerâmico
Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado
cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de
alta adesividade.
22 PI3TURA
Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc.
Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula.
Em seguida o reboco deverá ser lixado.
A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for
especificado.
A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta
latex.
Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo
à vista), se for especificado.
23 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA
Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a
verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e
serviços de pintura.
.
Página 89
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages.
Nº
Item
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
m²
585,6
496,10
290.516,16
Lages
Unidade
1
10.800,00
10.800,00
Lages
Unidade
1
2.500,00
2.500,00
Lages
Unidade
1
16.000,00
16.000,00
Lages
Unidade
1
4.100,00
4.100,00
Lages
Unidade
1
2.000,00
2.000,00
Lages
Unidade
1
16.000,00
16.000,00
Lages
Unidade
1
2.600,00
2.600,00
Lages
9 Plataforma Agrícola
Coleta de material
Traseira,com capacidade de propagativo de espécies
carga aproximada de 500 Kg arbóreas,
Unidade
1
1.500,00
1.500,00
Lages
10 Ceifadeira de laboratório
para debulha de cereais,
Unidade
1
21.000,00
21.000,00
Lages
Unidade
1
28.000,00
28.000,00
Lages
Unidade
1
19.000,00
19.000,00
Lages
Unidade
1
11.240,00
11.240,00
Lages
Descrição
1 Obra da recuperação predial
e remodelagem do setor de
laboratórios de homeopatia e
microbiologia da Estação
Experimental de Lages
(Ver Anexo 33, página
94 e Anexo 34, página
95)
Justificativa
Adequação das
condições de trabalho da
equipe de pesquisadores
e pessoal de apoio na
Estação Experimental de
Lages
2 Conjunto de 04 mesas
Condução de
rolantes para apoio de vasos, experimentos,
construídas com perfis de
aclimatização de
aço galvanizado a fogo
materiais
micropropagados e
manutenção de plantas
matrizes
3 Pulverizador agrícola tipo
Condução de pomares e
barra aspersora 6m, tanque lavouras
400 litros
4 Distribuidor de Calcário e
Distribuição de calcário
Adubo, 1,40m³ larg. de
trabalho 14-16m, pneus e
engates incluso, FOB Lages.
5 Arado 2 discos, reversível,
Equipar trator PAC 1
discos 26" peso inferior a
315kg para trator agrícola
50HP
6 Rolo faca
Equipar trator PAC 1
3 toras (rolos) de madeira 1 a
1,20m x 35 a 50cm ø
Madeira de lei ou eucalipto
7 Roçadeira com 2,30 m de
Equipar trator PAC 1
largura de corte
8 Lamina niveladora (plaina)
Coleta de material
para hidráulico de trator de propagativo de espécies
até 60HP
arbóreas,
Coleta de material
propagativo de espécies
arbóreas,
11 Plantadeira de precisão para Plantio de parcelas
cereais/forrageiras com 11 experimentais e áreas de
linhas
produção de sementes
básicas de cerais,
forrageiras e adubos
verdes
12 Grade Niveladora Leve; Nº Plantio de parcelas
de Discos: 20 (20”x3,5mm); experimentais e áreas de
Larg. de Corte: 1.550mm;
produção de sementes
Espaçamento: 195mm
básicas de cerais,
forrageiras e adubos
verdes
13 Suta digital com escala até Levantamento florestal e
800mm,
condução de
experimentos
Valor Total
Município
continua
Página 90
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages. (continuação)
Nº
Item
Descrição
Justificativa
14 Hipsometro digital com
Levantamento florestal e
transponder e suporte, com condução de
resolução de altura de 0,1 m experimentos
e precisão de ângulo de 0,1⁰
e função marcação de
parcela
15 Eletrificador de cerca
Isolamento de áreas de
capacidade energia
mata ciliar e
armazenada: 8 J; Voltagem experimentos.
de saída igual ou superior a
6.800 V; Máx distância de
cerca: 120 Km; Suprimento
de energia: 230 V, 50 Hz,
garantia superior a 6 meses
e assistência técnica em SC
16 Ampliação de uma célula da Condução de
casa de vegetação existente, experimentos,
com 6,40 x 10,98 m
aclimatização de
(VER Anexo 37, página 98 materiais
micropropagados e
e Anexo 38, página 99)
manutenção de plantas
matrizes
17 Jogo de peneira para
Classificação de
classificação de sementes
sementes de feijão e
milho e feijão, com suporte milho prearmazenamento
Câmara seca
18 Ampliação da câmara seca Condução de
em área de 5,36 x 4,23 x
experimentos,
2,56 m, com controle
aclimatização de
materiais
controle (Ver Anexo 35,
micropropagados e
página 96 e Anexo 36,
manutenção de plantas
página 97)
matrizes
19 Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
hidrometeorológica
20 Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global:
hidrometeorológica
21 Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital: hidrometeorológica
22 Aquisição de par de rádio:
Modernização da rede
hidrometeorológica
23 Access Point Wireless (IEEE Acesso a Rede sem fio
802.11g/b),
24 Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva (trifásico, entrada
exclusiva para os
380V e saída 127V)
computadores da unidade
25 Switch Gerenciável de 26
portas com 24 portas 10/100
e 2 (duas) portas gigabit
ethernet do tipo combo,
Distribuição interna de
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto
26 Switch Gerenciável de 24
Distribuição interna de
portas 10/100 e recursos
sinal de rede de forma
POE (Power Over Ethernet) rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
Unidade
1
10.400,00
10.400,00
Lages
Unidade
2
600,00
1.200,00
Lages
módulo
1
74.866,00
74.866,00
Lages
Unidade
1
460,00
460,00
Lages
Unidade
1
48.600,00
48.600,00
Lages
Unidade
3
2.200,00
6.600,00
Lages
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Lages
Unidade
1
1.000,00
1.000,00
Lages
par
1
2.000,00
2.000,00
Lages
Unidade
3
1.200,00
3.600,00
Lages
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Lages
Unidade
2
1.200,00
2.400,00
Lages
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Lages
Valor Total
Município
continua
Página 91
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages. (continuação)
Nº
Item
Descrição
Justificativa
27 Canhão de projeção com
Apresentação de
tecnologia LCD ou DLP, com trabalhos
resolução nativa de
1024x768 dpi e luminosidade
de 1800 lumens;
28 Ar-Condicionado - Tipo Split Manutenção da
7000 BTU´s
temperatura na sala de
servidores/ativos
29 Aquisição de Servidores de Armazenamento
arquivos: 01 Processador
corporativo dos dados
com quatro núcleos Intel
com segurança
Xeon ou AMD Opteron com
suporte a um total de dois
operando em regime SMP; 4
GB RAM; 03 Discos SAS de
500 GB; 02 Interfaces Gigabit
Ethernet; unidade de fita de
backup DDS/DAT
30 Complemento da estrutura Melhoria da comunicação
de rede da Sede
da Infra-estrutura interna
Administrativa da EE Lages
Unidade de
fornecimento
Qtde
Valor Unitário
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Lages
Unidade
2
1.500,00
3.000,00
Lages
Unidade
1
22.000,00
22.000,00
Lages
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Lages
Valor Total
Município
31 Central Telefônica Digital,
com recursos de VoIP, 10
troncos e 64 ramais
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
Unidade
1
20.000,00
20.000,00
Lages
32 Instalação de SPDA (Serviço
de Proteção contra
descargas atmosféricas)
integrado ao aterramento da
rede lógica
33 Rede estruturada no
laboratório
Segurança das pessoas,
equipamentos e
instalações
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Lages
Melhoria da comunicação
da Infra-estrutura interna
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Lages
34 Execução do projeto elétrico Substituição das antigas
220 V
instalações elétricas
Unidade
1
50.000,00
50.000,00
Lages
35 Licenças de usuários para
autenticação em serviços de
diretório para e-mail, ftp,
servidor de arquivos e
impressão.
36 PCR Real time
.
Ampliar a segurança dos
usuários no acesso às
informações
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
Lages
Amplificação DNA e RNA
com monitoramento do
processo em temo real.
Unidade
1
135.000,00
135.000,00
Lages
Unidade
1
82.880,00
82.880,00
Lages
Unidade
Unidade
1
1
4.300,00
4.600,00
4.300,00
4.600,00
Lages
Lages
37 Conjunto analisador
automático de fotossíntese
LI-6400XTP,
38 BURETA DIGITAL 50m l,
39 Autoclave Horiz. de Mesa,
mod. Analógica 40 litros,
Camara em aço inox, não
necessitamdo de tubulação
para drenagem.
Página 92
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Página 93
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 33 – Planta baixa da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e
microbiologia para a Estação Experimental de Lages.
Página 94
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 34 – Memorial descritivo da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia
e microbiologia para a Estação Experimental de Lages.
ITEM
DESCRIÇÃO
MÃO-DE-OBRA
MATERIAL
TOTAL
(R$)
(R$)
(R$)
1
almoxarifado, baias e laboratório
1.1
1.2
1.3
1.4
1.5
1.6
1.7
1.8
1.9
1.10
1.11
1.12
1.13
Reforço estrutural e reparos de trincas e
fissuras
Impermeabilização de baldrames escavaçao
de baldrames e injeção cristalizante e
bloqueadora de umidade ascendente,
impermeabilização e reparo do reboco
inferior com argamassa polimerica
Revisão geral de intalções de esgoto
sanitário, trocando manilhas de ceramica por
tubos de PVC
Revissão de intalações hidraulicas retirando
tubos de ferro por PVC
Troca de todo o revestimento interno de
reboco solto e fissurado.
piso ceramico
Pintura interna com remoção de diversas
camadas de pinturas e aplicaçào de selante
para argamassas de revestimento
Pintura externa com remoção de diversas
camadas de pinturas e aplicaçào de selante
para argamassas de revestimento
Intalação de rede de incendio em FG 4`` e
extintores comforme projeto aprovado pelo
corpo de bombeiro
Revisão de intalações eletricas, inclusive
com a separação de rede de telefonia e de
lógica.
Implantação de sistema de alarme contra
incêndio
Implantação de sitema de alarmes e
cameras de monitoramento com controle na
guarita de entrada.
Implantação de sinalização e iluminação de
emergencia
R$
6.500,00 R$
19.200,00 R$
25.700,00
R$
12.500,00 R$
13.150,00 R$
25.650,00
R$
1.800,00 R$
6.950,00 R$
8.750,00
R$
3.990,00 R$
6.743,00 R$
10.733,00
R$
4.890,00 R$
9.000,00 R$
13.890,00
R$
R$
9.000,00 R$
10.100,00 R$
22.575,00 R$
22.500,00 R$
31.575,00
32.600,00
R$
3.500,00 R$
8.280,00 R$
11.780,00
R$
6.590,00 R$
16.220,00 R$
22.810,00
R$
10.500,00 R$
27.880,00 R$
38.380,00
R$
5.800,00 R$
15.000,00 R$
20.800,00
R$
3.900,00 R$
7.800,00 R$
11.700,00
R$
1.500,00 R$
12.588,00 R$
14.088,00
80.570,00 R$ 187.886,00 R$
268.456,00
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
80.570,00
4.028,50
8.862,79
3.867,36
2.360,70
523,71
2.417,10
22.060,16
290.516,16
TOTAL MO E MATERIAIS R$
2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.6
IMPOSTOS*
ISS
INSS
IR
CSL (CS)
PIS
COFINS
3
TOTAL(R$)
TOTAL IMPOSTOS
Página 95
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 35 – Planta baixa da câmara seca da Estação Experimental de Lages.
Página 96
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 36 – Memorial descritivo da câmara seca da Estação Experimental de Lages.
No
01)
Item
Conjunto:............
Dimensões Externas Total
Dimensões Internas Área 1
Dimensões Internas Área 2
Temp.Int.de Funcion.:..
Temp. Entr.Produto:....
Gabinete:...........
Maquinário:.........
Acessórios:.......
Valor Total:........
Descrição
Câmara:frigorífica desmontável com divisão:
Área 1: para estocagem de produtos resfriados;
Área 2: ante-câmara.
Comprimento
5,36m
2,56m
2,56m
Largura
4,23m
4,07m
4,07m
Altura
2,56m
2,40m
2,40m
Área 1: +4ºC (Quatro graus Celsius positivos).
Área 2: Temperatura ambiente.
Área 1: +15ºC (Quinze graus Celsius positivos).
Área 2: Temperatura ambiente.
Estrutura em chapa kroma de aço zincado com pintura eletrostática, isoladas com poliuretano
injetado com gás R-141b ecológico (CFC FREE) de alta densidade (38 a 42kg/m3), na espessura
80mm, ANTI- CHAMA conforme norma ABNT NBR 7358 - MB 1562, com relação ao
retardante de chamas e sistema de junção à base de engates excêntricos anticorrosivos.
Área 1:
Equipamento para refrigeração modelo ARN-22, MONO-BLOCO COMPACTO ACOPLADO,
equipado com compressor hermético com capacidade de 2.838kcal/h, desenvolvido para
utilização do gás R-404A, inofensivo à camada de ozônio, evaporador modelo ar forçado
acoplado, equipado com micro-motor elétrico blindado, possui termostato digital para controle
da temperatura interna da câmara, quadro de comando para controle do funcionamento do
maquinário e sistema de degelo automático.
Área 2:
Temperatura não controlada.
•
Iluminação interna da câmara, composta de luminárias tipo IMB-T-3, à prova de
umidade.
•
Uma porta giratória, medindo 2,00m de altura e 1,00m de largura, isolada com
poliuretano injetado na espessura 120mm, com estrutura em fibra, equipada com trinco e
dobradiças.
•
Uma porta deslizante, medindo 2,00m de altura e 1,00m de largura, isoladas com
poliuretano injetado na espessura de 80mm, com estrutura em chapa kroma de aço zincado,
equipada com trinco e rodízios especiais.
•
Cortina plástica instalada de fronte as portas.
•
Piso sistema desmontável reforçado com compensado naval revestido de fibra com
isolamento de poliuretano injetado ecológico (CFC FREE) de alta densidade (40 Kg/m3),
na espessura 80mm, ANTI-CHAMA conforme norma ABNT NBR 7358 - MB 1562, com
relação ao retardante de chamas e sistema de junção à base de engates excêntricos
anticorrosivos.
•
Divisórias internas da câmara composta de painéis com estrutura em chapa kroma de
aço zincado, com pintura eletrostática, isoladas com poliuretano injetado de alta densidade
na espessura de 80mm.
•
Estrado plástico anti-derrapante sobreposto ao piso para apoio dos produtos
estocados, possibilitando a circulação do ar conforme norma da Vigilância Sanitária.
•
Válvula de alívio de pressão.
•
Demais peças e acessórios necessários ao bom
funcionamento da câmara.
R$ 48.600,00 (Quarenta e oito mil e seiscentos reais).
Página 97
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 37 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages.
Página 98
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages.
A - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS:
A-01. Modelo :
Casa de Vegetação - Poly House com Pad&Fan(vãos livres de 6,40 m e cobertura em Arcos).
A-02. Dimensões
Item
Largura
Comprimento
Altura Média
Qtd.
01
03
Tipo
Vão
Módulos
Medida (m)
6,40
3,66
Área Total
Total
6,40
10,98
3,50
Unid.
m
m
m
70,27
m²
A-03. Estrutura Metálica :
Aço: a estrutura é composta por perfis de aço-carbono, galvanizados a fogo em banho de zinco
fundente conforme a norma NBR 6323 da ABNT. Os principais componentes são:
Perfil
Colunas Verticais de Chumbamento (Pés direito)
Tesouras Poly House entre as colunas
Arcos para cobertura
(espaçados a cada 1,83m)
Travamento dos arcos
Travessas frontais
Contraventamento vertical (“X”)
Contraventamento frontal “Mão francesa”
Funis para captação de água Ø 150 mm
Dimensões
Perfil “U” enrijecido 90 x 60 x 25 mm – esp. 2,00 mm
Perfil U esp. 2,00 mm e diagonais em aço trefilado 5/16”
Tubo oblongo 29 x 58 mm
Tubos industriais Ø 31,75mm
Perfil “U” enrijecido 60 x 30 x 15 mm – esp. 2,00 mm
02 Tirantes de aço trefilado Ø 8,00mm com regulagem através
esticadores forjados Ø 3/8”
Tubos quadrado 40x40mm
Acompanham os tubos de PVC até a altura do solo
Alumínio: Serão utilizados os seguintes perfis de alumínio extrusado (Ligas 6063/6261) (Temperas
T6/T5):
Perfil
Calhas (instaladas em todas as linhas de colunas
no sentido longitudinal da estufa)
Base Dupla para arremates nas travessas frontais
Locks de encaixe
Utilização
Para a captação das águas pluviais
Para fixar o filme de polietileno nas travessas frontais
Para a fixação do filme de polietileno nas calhas e frontais
A-04. Fundações :
Para cada coluna será escavado um buraco de aproximadamente 30 cm de diâmetro e 90 cm de
profundidade. Estes buracos receberão concreto para fixação das colunas.
continua
Página 99
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação)
A-05. Cobertura:
A cobertura da casa de vegetação será feita com filme de polietileno transparente, espessura 150
micra, com tratamento contra raios ultravioleta camada dupla inflada, fixado nas calhas e frontais
com perfis lock de alumínio. Também será instalado 01 (um) microventilador, para inflar as duas
camadas do filme, formando um “colchão de ar”, para proporcionar um isolamento térmico.
A-06. Mureta Perimetral:
No perímetro da casa de vegetação, será construída uma mureta de vedação em concreto para arremate
dos fechamentos das frontais e laterais com altura de 35 (trinta e cinco) centímetros.
A-07. Piso Interno:
Internamente a Casa de Vegetação e na antecâmara será feito piso com lastro de concreto
desempenado com espessura de 5,0cm e grelha central para escoamento d’água.
A-08. Fechamentos Fixos:
As frontais e laterais da casa de vegetação terão fechamentos fixos com filme de polietileno
transparente, espessura de 150 micra, camada dupla inflada, fixado nas calhas laterais, colunas dos
vértices, travessas frontais e mureta perimetral com perfis de alumínio.
A-09. Antecâmara:
Em uma das laterais da casa de vegetação está previsto a instalação de 01 (uma) antecâmara de acesso,
com dimensões de 3,20 m de largura x 3,66 m de comprimento. A antecâmara será construída com perfis
de aço galvanizado a fogo e arrematada com perfis de alumínio, com cobertura com filme de polietileno
leitoso, espessura de 150 mícra e fechamentos com Tela branca anti-afídeos 50 mesh, ambos com
tratamento contra raios ultravioleta.
A-10. Portas:
Está prevista a instalação de 02 (duas) portas, uma para acesso a antecâmara e uma para acesso a casa de
vegetação, com dimensões unitárias de 1,60m de largura x 2,10m de altura.
As portas serão do tipo de correr “deslizante”, construídas com perfis de alumínio e vedadas com filme
de polietileno transparente, com tratamento contra raios ultravioleta.
A-11. Sistema Automático de Resfriamento e Umidificação:
Para o resfriamento e a umidificação da casa de vegetação, serão instalados painéis resfriadores
evaporativos modulados, preenchidos com argila expandida, com dimensões unitárias de 100 mm
espessura x 2000 mm largura x 1500 mm altura. Os painéis serão instalados na frontal da casa de
vegetação (6,40m), apoiados em uma calha inferior de retorno em alumínio extrusado, defletores e
aparadores de chapa de aço galvanizado.
continua
Página 100
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação)
O circuito hidráulico (que compreende a alimentação, o retorno, a sucção e o recalque) do sistema do
pad será feito com tubos e conexões em pvc e registros de bronze. O circuito será acionado por 01 (um)
conjunto moto-bomba, com motor elétrico trifásico 220/380 volts, 60 Hz, 04 pólos, com acoplamento
direto. O sistema contará com filtro plástico de disco Ø 1” que fará a filtragem d’água antes de
umedecer os painéis e 01 (um) reservatório d’água em fibra de vidro com capacidade para 500 litros.
A-12. Sistema Automático de Ventilação/Exaustão:
Na frontal oposta ao Pad, será instalado sistema de ventilação/exaustão que funcionará em conjunto
com o pad, composto ventiladores dotados de venezianas automáticas com sistema de hélices autolimpantes. O compartimento quadrado do ventilador e o venturi são feitos de chapa de aço galvanizado
e reforçado. A hélice de seis pás é balanceada estática e dinamicamente para um menor nível de ruído e
uma menor vibração. A hélice é acionada através de um sistema de correia e polias apoiada em um
sistema de rolamento de esferas protegido contra água.
Será instalados 02 (dois) ventiladores, sendo um modelo EM 50, dimensão de 1380mm, com 06 pás e
motor elétrico trifásico de 1,00 CV e um que será instalado no semicirculo superior, modelo ED 24
dimensão de 724mm, motor elétrico trifásico de 0,50 CV, ambos com classe de proteção IP55.
A-13. Sistema Automático de Aquecimento:
Para o aquecimento do ar interno da casa de vegetação, será instalado 01 (um) conjunto de elétricas
de 18.000 watts, do tipo aletadas de 3.000 watts cada, acopladas a um ventilador axial com motor
elétrico de ½ CV 220/380 volts, vazão de 200m³/min, incluindo um retificador de fluxo e tubulão
plstico transparente perfurado para a distribuição do ar quente dentro do ambiente. O controle de
acionamento será feito através de termostato digital interligado ao painel elétrico geral de comando
da casa.
A-14. Sistema Automático de Sombreamento Interno:
Mecanismo de Deslocamento : 3o módulo de 3,66 m
Internamente à Estufa está prevista a instalação de Sistema de Sombreamento Móvel, com mecanismo
acionado através de 01 (um) conjunto de motorredutor elétrico trifásico, 220/380 Volts, com sistema
de fim de curso acoplado¸ interligado a um painel de comando com botoeiras para abrir e fechar no
término de cada operação.
Este sistema é composto de tubos galvanizados ∅ 60mm para eixo central do acionamento (instalado
no sentido da frontal), tubos “
” 50 x 50mm instalado nas duas frontais para a fixação das roldanas
de reenvio, com mãos francesas para travamento dos eixos frontais (tubos “
” 50 x 50mm ).
O sistema também terá tubos galvanizados Ø 19mm para fixação e movimentação da tela,
roldanas de aço ∅ 80mm, cabo de aço galvanizado ∅ 1/8” para movimentação do sistema, fio de
nylon agrícola ∅ 2,5 mm para apoio e sustentação da tela (na parte inferior e parte superior), fixador
triplesset , presilhas em poliacetal para prender a tela nos tubos Ø 19mm. Para a vedação do
Sistema será utilizada Tela de Sombreamento Aluminizada, modelo Aluminet 50% I.
continua
Página 101
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação)
A-15. Sistema Automático de Nebulização, tipo Fogger:
Para controle da umidade relativa do ar será instalado um sistema de nebulização com acionamento
automático através de umidostato, motor elétrico trifásico 1,0 CV, com filtro plástico Irritec 1”,
manômetro de glicerina 0-7 Kgf cm2 para controle de pressão nas linhas. Os emissores fogger serão
DA3 7800 + LPD + base 3/8, 7,0 l/h, com emissores a cada 0,50 m distribuídos em 04 (quatro) linhas
intaladas no sentido longitudinal da casa.
Para o abastecimento do sistema está prevista 01 (uma) caixa d’água em fibrocimento com capacidade
para 500 litros.
A-17. Mesas para Apoio de Vasos:
Internamente à Casa de Vegetação, serão instaladas 03 (três) mesas para apoio de vasos. As mesas
serão construídas com perfis de aço galvanizado a fogo e tampo superior com tela metálica, dimensões
unitárias de 1,25 m de largura x 9,00 m de comprimento x 0,80 m de altura.
A-18. Painel de Comando:
Está prevista a instalação de 01 (um) painel de comando para proteção e acionamento manual ou
semi-automático de todos os equipamentos elétricos. O painel será composto de chaves gerais,
botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e reles térmicos. A caixa será em chapa de
aço com proteção contra umidade, conforme IP 55. Para interligação com os motores e controle será
fornecida a fiação elétrica e a sua condução será feita através de eletrocalhas.
A-19. Mão de Obra :
Os serviços serão executados por técnicos especializados da Van der Hoeven, todos registrados, que
trabalham de acordo com o plano de risco elaborado pelo nosso técnico de segurança do trabalho.
B - PROPOSTA COMERCIAL:
B-01. Preço (R$):
Os valores correspondem aos materiais e montagem, incluindo todas as despesas com viagens, hospedagem e alimentação,
epi´s da equipe de montagem:
Descrição Técnica
Preço Total (R$)
- Estrutura metálica, perfis de fechamentos + antecâmara + 02 portas de acesso + sistema
de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e piso de concreto
48.370,00
- Sistema de Aquecimento
4.864,00
- Sistema de Nebulização Fogger
5.600,00
- Sistema de Sombreamento Interno
7.240,00
- Mesas para apoio de vasos
3.532,00
- Painel de comando para os equipamentos elétricos
5.260,00
Total da Proposta
74.866,00
Página 102
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim.
Unidade de
fornecimento
Qtde
m²
188
1.190,53
223.784,78
São
Joaquim
Unidade
1
2.200,00
2.200,00
São
Joaquim
3 Carreta hidráulica com pistão, Implemento essencial em
com capacidade de 3.5
muitas atividades de
toneladas com pneus
campo e que a EESJ não
possui
Unidade
1
9.000,00
9.000,00
São
Joaquim
4 Plataforma basculante com
estrutura em chapas
galvanizadas
Implemento essencial em
muitas atividades de
campo e que a EESJ não
possui
Unidade
1
2.000,00
2.000,00
São
Joaquim
Implemento essencial em
muitas atividades de
campo e que a EESJ não
possui, principalmente
para plantio de mudas de
fruteiras e covas para
palanques
6 Conjunto Sistema de controle Reaparelhamento e
de geada por irrigação por
qualificação dos
aspersão, para vinhedo
experimentos, análises e
experimental de avaliação de avaliações de pesquisa e
cultivares introduzidas com prestação de serviço
0,8 ha.
laboratoriais da EESJ
7 Obra e serviços para
Equipamentos e serviços
automação de leitura das
para montagem e
variáveis meteorológicas
instalação de estações
coletadas em estações
experimentais para o
meteorológicas convencionais processo de automação
de estação meteorológica
(Ver Anexo 40, página
convencional.
106)
Unidade
1
700,00
700,00
São
Joaquim
conjunto
1
14.254,00
14.254,00
São
Joaquim
Unidade
1
33.800,00
33.800,00
São
Joaquim
Unidade
1
73.923,55
73.923,55
São
Joaquim
Unidade
3
2.200,00
6.600,00
São
Joaquim
Nº
Descrição
Justificativa
1 Obra para atendimento às
Possibilitar a execução
normativas do MAPA para
de todas as etapas e
credenciamento da Estação necessidades previstas
Experimental de São Joaquim no projetoo para
em testes de agrotóxicos.
adequação, dentro das
(Ver Anexo 4, página 31 e leis, de um laboratório, na
área experimental da EE
Anexo 5, página 32)
São Joaquim para testes
de agrotóxicos.
2 Conjunto Concha traseira
Implemento essencial em
agrícola p/ acoplar ao trator muitas atividades de
campo e que a EESJ não
possui
5 Broca de perfuração de 12
polegadas, de acoplar ao
trator
8 Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de São
Joaquim (Ver Anexo 41,
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
Valor Unitário
Valor Total
Município
página 107)
9 Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio.
Sensor a dois fios. Membrana
em aço inox ou cerâmica.
Range 0 a 10 metros de
coluna de água, saída 4-20
mA com exatidão mínima de
0,25%. Alimentação 12V.
Cabo de 20 metros com
capilar interno para referência
de pressão atmosférica.
Dimensões máximas do
corpo: (tubular) 40mm de
diâmetro x 250mm de
comprimento.
continua
Página 103
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
10 Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação
de -40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
11 Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital: hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre
600 e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação
de -40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
Modernização da rede
12 Aquisição de par de rádio:
Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica
e receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
13 Computadores Intel Core 2 Necessidade de
Quad 2.5GHz, 4GB Ram,
atualização tecnológica e
Monitor LCD 19'' c/ Windows renovação dos
equipamentos e
e Office
ferramentas de
informática, obsoletos e
ultrapassados existentes
14 NO-BREAK de 3 KVA,
Necessidade de
entrada bivolt
atualização tecnológica e
renovação dos
equipamentos e
ferramentas de
informática, obsoletos e
ultrapassados existentes
15 NO-BREAK de 1.4 KVA,
Necessidade de
entrada bivolt.
atualização tecnológica e
renovação dos
equipamentos e
ferramentas de
informática, obsoletos e
ultrapassados existentes
16 Servidor de arquivos
Armazenamento
corporativo dos dados
com segurança
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
1.000,00
1.000,00
São
Joaquim
par
1
2.000,00
2.000,00
São
Joaquim
Unidade
7
2.800,00
19.600,00
São
Joaquim
Unidade
1
2.000,00
2.000,00
São
Joaquim
Unidade
3
1.000,00
3.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
22.000,00
22.000,00
São
Joaquim
Valor Unitário
Valor Total
Município
continua
Página 104
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. (continuação)
Nº
Descrição
17Access Point Wireless
Justificativa
Acesso a Rede sem fio
18Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da
unidade
19Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto
20Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
21Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
22Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
23Rede estrututurada no
Melhoria da comunicação
Laboratório de Solos
da Infra-estrutura interna
24Pulverizador Motorizado
Reaparelhamento e
(motobomba)
qualificação dos
experimentos, análises e
avaliações de pesquisa e
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
25Estufa BOD, com
Reaparelhamento e
fotoperíodo, controle de
qualificação dos
temeperatura e umidificação, experimentos, análises e
avaliações de pesquisa e
370 litros, 220 V
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
26Umidificador Tipo Fresh air Reaparelhamento e
220V
qualificação dos
experimentos, análises e
avaliações de pesquisa e
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
27Aquisição de estufa de alta Reaparelhamento e
temperatura para
qualificação dos
determinação de matéria
experimentos, análises e
orgânica por ignição
avaliações de pesquisa e
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
28Penetrômetro digital de
Reaparelhamento e
bancada
qualificação dos
experimentos, análises e
avaliações de pesquisa e
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
29Purificador de água ultrapura Reaparelhamento e
- MilliQ
qualificação dos
experimentos, análises e
avaliações de pesquisa e
prestação de serviço
laboratoriais da EESJ
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
2
1.200,00
Unidade
2
3.000,00
Unidade
1
1.200,00
1.200,00
São
Joaquim
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
São
Joaquim
Unidade
2
1.500,00
3.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
40.000,00
40.000,00
Unidade
1
3.500,00
Unidade
5
5.000,00
25.000,00
São
Joaquim
Unidade
2
300,00
600,00
São
Joaquim
Unidade
1
7.000,00
7.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
13.000,00
13.000,00
São
Joaquim
Unidade
1
15.000,00
15.000,00
São
Joaquim
Valor Unitário
Valor Total
Município
2.400,00
São
Joaquim
6.000,00
São
Joaquim
São
Joaquim
3.500,00
São
Joaquim
Página 105
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 40 – Memorial descritivo para automação de leitura das variáveis meteorológicas coletadas em estações
meteorológicas convencionais.
Descrição
Serviço de instalação em campo
Justificativa
Instalação, testes finais e
operacionalização em campo
Serviço de integração e configuração do Integração e testes finais em laboratório
conjunto mecânico e elétrico
Serviço de montagem e do conjunto
Para a montagem das estruturas
metal-mecânico
mecânicas em laboratório
Serviço de montagem e configuração do Para a montagem dos sensores e
conjunto eletroeletônico
atuadores elétricos
Serviço de confecção e montagem de Para confecção dos circuitos
placas eletrônicas de atuação e controle desenvolvidos para o projeto
Placa de aquisição processamento e
Para tratamento e armazenamento dos
armazenamento de dados eletrônicos
dados medidos
Sensor de radiação solar global
Equipamentos para determinação da
visibilidade em conjunto com um laser
para a faixa de luz visível
Sensor de temperatura do solo
Pressurizador/valvula de controle de
vazão
Laser para faixa de luz visível
Condicionador de sinal para célula de
carga
Tanque classe A: Construído com
chapa de ferro galvanizado número 22,
com 1,21m de diâmetro e 0,255m de
profundidade. Pintado interna e
externamente com tinta aluminizada.
Célula de carga de precisão para tanque
classe A
Célula de carga de precisão para
psicrômetro.
Sensor de umidade do solo: composto
por um módulo eletrônico encapsulado
por uma proteção cilíndrica e por uma
porção higroscópica (absorve água). A
sonda deve medir uma seção de 45cm
do solo, começando a 2,5cm da base.
Caixa d' água de 2.000 litros.
Conjunto de evapotranspirômetro.
TOTAL
Para medição de temperaturas de solo em
5 profundidades
Reabastecer automaticamente o tanque
classe A
Equipamentos para determinação da
visibilidade em conjunto com um sensor
de radiação solar
Para condicionamento dos sinais das
células de carga
Equipamentos para montagem e
instalação de estações experimentais para
o processo de automação de estação
meteorológica convencional.
.
Valor
Valor
Unidade de
fornecimento Qtde Unitário
Total
Serviço
1 1.000,00 1.000,00
Serviço
1
500,00
500,00
Serviço
1
700,00
700,00
Serviço
1
500,00
500,00
Serviço
1
2.000,00 2.000,00
Unidade
6
350,00 2.100,00
Unidade
5
300,00 1.500,00
Unidade
5
200,00 1.000,00
Unidade
1
1.500,00 1.500,00
Unidade
1
Unidade
2
1.000,00 2.000,00
Unidade
1
2.500,00 2.500,00
Unidade
1
2.000,00 2.000,00
Unidade
1
2.000,00 2.000,00
Unidade
3
2.000,00 6.000,00
Unidade
Unidade
2
1
1.000,00 2.000,00
6.000,00 6.000,00
33.800,00
500,00
500,00
Página 106
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de São Joaquim.
Unidade de
Justificativa
fornecimento Qtde
Manter a qualidade dos dados
m
2
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
É fundamental na construção do sítio
Unidade
1
meteorológico
Eclimetro eletrônico
É essencial para a escolha sítios
Unidade
1
meteorológicos.
Tela revestida malha
É indispensável para a construção sítio
m
65
meteorológico
Arame farpado
Segurança do sítio meteorológico
m
195
Fio liso revestido
Segurança do sítio meteorológico
kg
12
Barra de ferro galvanizado 6m x
É fundamental para instalação do
Unidade
1
3,5cm diâmetro
intrumento
Pena de leitura
Manter a qualidade dos dados
Unidade
10
Disco Piché (hóstia)
Manter a qualidade dos dados
Unidade
10
Diagrama reto
Caixa
7
Diagrama de curva curta Heliógrafo
Caixa
5
Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de
Caixa
7
dados
Diagrama para o Termohigrógrafo
Caixa
2
Diagrama para o Barógrafo
Caixa
2
Diagrama para o Pluviógrafo
Caixa
5
Chapa de aço 5mm 40x60
É fundamental para intalação do
Unidade
1
instrumento
Flange de 3,5
É fundamental para intalação do
Unidade
1
Instrumento
Moerão
É essencial para a construção do sítio
Unidade
10
meteorológico
Pincel de 2 polegadas
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Pincel de 1 polegada
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m
Manter a qualidade dos dados
Unidade
2
Galão 3 litros de tinta a óleo branca Manter os padrões estabelecidos pela
Unidade
1
OMM
Galão 18 litros de tinta acrílica branca Manter os padrões estabelecidos pela
Unidade
1
OMM
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
1
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
1
Instalação e manutenção dos
Recuperar e manter o bom
Unidade
1
instrumentos nas estações
funcionamento das estações
meteorológicas
meteorológicas de Santa Catarina
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Máquina de cortar grama
Lanterna
Calculadora
Armário porta arquivos
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
É fundamental para fazer manutenção
noturna
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
Valor
Unitário
3,50
3.500,00
15,00
1.200,00
Valor Total
7,00
3.500,00
15,00
1.200,00
1.500,00
1.500,00
25,00
1.625,00
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
10,00
11,00
200,00
200,00
200,00
260,00
260,00
260,00
50,00
100,00
110,00
1.400,00
1.000,00
1.400,00
520,00
520,00
1.300,00
50,00
80,00
80,00
20,00
200,00
7,00
5,00
400,00
40,00
7,00
5,00
800,00
40,00
150,00
150,00
30,00
200,00
3.000,00
30,00
200,00
3.000,00
Unidade
1
520,00
520,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
1
420,00
420,00
continua
Página 107
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de São Joaquim. (continuação)
Descrição
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Computador
Barógrafo
Unidade de
Justificativa
fornecimento Qtde
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Auxiliar na impressão de documentos
Unidade
1
Armazenar e transmitir dados
Unidade
1
meteorológicos
Unidade
1
Valor
Unitário
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
1.800,00
Valor Total
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
1.800,00
6.000,00
6.000,00
Barômetro
Cata vento tipo Wild
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro máx/mín Tanque
Tanque evaporação Classe A
Pluviômetro Ville de Paris
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
1
1
1
2
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
2.500,00
1.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
2.500,00
2.000,00
Anemômetro de concha totalizador
(2m)
Termohigrógrafo
Evaporímetro de Piché
Termômetro comum
Geotermometro (50cm de
profundidade)
Geotermometro (30cm de
profundidade)
Geotermometro (20cm de
profundidade)
Geotermometro (10cm de
profundidade)
Geotermometro (5cm de
profundidade)
Termômetro de mínima
Termômetro de máxima
TOTAL
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
2
2
3
4.000,00
600,00
650,00
350,00
4.000,00
1.200,00
1.300,00
1.050,00
Unidade
3
300,00
900,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
Unidade
4
2
650,00
650,00
2.600,00
1.300,00
73.923,55
Gerar informações meteorológicas
para armazenamento em banco de
dados e contribuir com pesquisas na
área acadêmica e sociedade em geral
Página 108
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga.
Nº
Descrição
Justificativa
1Execução da obra
Adequação das
especificada no projeto
condições de trabalho da
arquitetônico, sanitário,
equipe de pesquisadores
hidráulico, de destino
e pessoal de apoio na
adequado dos efluentes e
Estação Experimental de
resíduos, considerando a lei Urussanga
estadual de captação e reutilização da água da chuva e
as leis ambientais do prédio
central da EE Urussanga
(VER Anexo 43, página 112
e Anexo 44, página 113)
Adequação das
2Obra de adequação dos
prédios de apoio de campo, condições de trabalho da
preparo de materiais para
equipe de pesquisadores
experimento e processamento e pessoal de apoio na
de amostras de experimentos Estação Experimental de
Urussanga
da EE Urussanga (Ver
Unidade de
fornecimento
Qtde
m²
210
600,00 126.000,00 Urussanga
m²
283,8
450,96 128.000,49 Urussanga
Valor Unitário
Valor Total
Município
Anexo 45, página 119 e
Anexo 46, página 120)
3Aquisição de sistema de
resfriamento para casa de
vegetação da Estação
Experimental de Urussanga
4Aquisição de sistema de
umidificação para casa de
vegetação da Estação
Experimental de Urussanga
Condução de
experimentação em
ambiente controlado
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Urussanga
Condução de
experimentação em
ambiente controlado
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Urussanga
5Aquisição de sistema de
aquecimento para casa de
vegetação da Estação
Experimental de Urussanga
6Aquisição de sistema de
iluminação e proteção para
casa de vegetação da
Estação Experimental de
Urussanga
7Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de Urussanga
Condução de
experimentação em
ambiente controlado
Unidade
1
22.000,00
22.000,00 Urussanga
Condução de
experimentação em
ambiente controlado
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Urussanga
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
Unidade
1
91.343,55
91.343,55 Urussanga
Unidade
3
2.200,00
6.600,00 Urussanga
(Ver Anexo 47, página
126)
8Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio. Sensor
a dois fios. Membrana em aço
inox ou cerâmica. Range 0 a
10 metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%.
Alimentação 12V. Cabo de 20
metros com capilar interno
para referência de pressão
atmosférica. Dimensões
máximas do corpo: (tubular)
40mm de diâmetro x 250mm
de comprimento.
continua
Página 109
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
9Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação de
-40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
10Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital:
hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre 600
e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação de
-40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
11Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede
par de rádio, transmissor e
hidrometeorológica
receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
12Ar-Condicionado (Sala de
Proteger sistema de
Internet - Ativos de
informática e
Rede/Servidores) - Tipo Split comunicação da EE
Urussanga
13Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
14Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da unidade
15Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto
16Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
17Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Urussanga
Unidade
1
1.000,00
1.000,00 Urussanga
par
1
2.000,00
2.000,00 Urussanga
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Urussanga
Unidade
Unidade
2
2
1.200,00
3.000,00
2.400,00 Urussanga
6.000,00 Urussanga
Unidade
2
1.200,00
2.400,00 Urussanga
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Urussanga
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Urussanga
Valor Unitário
Valor Total
Município
continua
Página 110
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação)
Nº
Descrição
18Rede estrututurada no
Laboratório de Fitopatologia
19Complemento da estrutura de
rede da Sede Administrativa
20Instalação de SPDA (Serviço
de Proteção contra descargas
atmosféricas)
21Instalação de fibra ótica entre
os prédios (Casa principal,
Biblioteca, Cantina, Casa de
Apoio, Lab. de Fito e USB)
22Central Telefônica IP
Justificativa
Melhoria da comunicação
da Infra-estrutura interna
Melhoria da comunicação
da Infra-estrutura interna
Segurança das pessoas,
equipamentos e
instalações
Distribuição do sinal de
rede entre os prédios
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
23Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
24Camara BOD 370 L com
Possibilitar a realização
desumidificador e fotoperíodo de análises
fitopatológicas.
25banho maria
Possibilitar a realização
de análises
fitopatológicas.
26bloco para banho seco
Possibilitar a realização
capacidade 96 micotubos
de análises genéticas
27Panela para avaliar cozimento Avaliação organoléptica
de mandioca
de aipim
28Prensa para microvinificação Estudo de processos
enológicos
29Esterilizador elétrico de
Esterilização instrumental
instrumentos de bancada,
de pesquisa em
com
experimentos e análises
cerâmica s/ amianto interno e microbiológicas
revestido com chapa de
aço externa, aquecimento
entre 700 e 800ºC.
30Afrômetro de Dujardin Saleron Avaliação da qualidade
dos produtos da Uva
Goethe
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Urussanga
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Urussanga
Unidade
1
15.000,00
15.000,00 Urussanga
Unidade
1
30.000,00
30.000,00 Urussanga
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Urussanga
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Urussanga
Unidade
3
5.000,00
15.000,00 Urussanga
Unidade
1
1.800,00
1.800,00 Urussanga
Unidade
1
664,00
664,00 Urussanga
Unidade
2
4.000,00
8.000,00 Urussanga
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Urussanga
Unidade
1
2.000,00
2.000,00 Urussanga
Unidade
1
6.000,00
6.000,00 Urussanga
Valor Unitário
Valor Total
Município
Página 111
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 43 – Planta baixa da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga.
Página 112
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 44 – Memorial descritivo da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga.
1 - OBSERVAÇÕES PRELIMI3ARES.
Este memorial em muitos casos abaixo descritos é de caráter geral, sendo que talvez não se utilize determinadas
técnicas, serviços ou materiais, que só serão definidos após a elaboração dos respectivos projetos complementares
básicos e executivos.
2 - Observações Gerais.
O presente memorial descritivo de procedimentos estabelece as condições técnicas mínimas a serem obedecidas na
execução das obras e serviços acima citados, fixando os parâmetros mínimos a serem atendidos para materiais, serviços e
equipamentos, e constituirão parte integrante dos contratos de obras e serviços.
Nos casos em que este memorial especifica a necessidade de elaboração pela CO3TRATADA de projetos de
fabricação e ou detalhamento, tais projetos deverão ser apresentados levando em conta a programação dos trabalhos, bem
como o tempo necessário para estudos, aprovação e eventuais ajustes.
A execução, bem como os novos projetos, os projetos de complementações, alterações, cadastramentos, etc.
deverão ser registrados no CREA, através de ART específica para cada caso.
Quando não houver descrição do tipo de serviço a ser executado, o material ou equipamento à ser utilizado, seguir
orientação da FISCALIZAÇÃO e dos respectivos projetistas de cada área em questão.
3 - MATERIAIS E OU EQUIPAME3TOS.
3.1 - Observações Gerais.
Todos os materiais e ou equipamentos fornecidos pela CO3TRATADA, deverão ser de Primeira Qualidade,
entendendo-se primeira, o nível de qualidade mais elevado da linha do material e ou equipamento a ser utilizado, satisfazer
as especificações da AB3T, do I3METRO, e das demais normas citadas, e ainda, serem de qualidade, modelo, marcas e
tipos especificados no projeto, nos memoriais de cada projeto, neste memorial ou nas especificações gerais, e devidamente
aprovados pela FISCALIZAÇÃO.
Caso o material e ou equipamento especificado nos projetos e ou memoriais, tenham saído de linha, ou
encontrarem-se obsoletos, estes deverão ser substituídos pelo modelo novo, desde que comprovada sua eficiência,
equivalência e atendimento às condições estabelecidas nos projetos, especificações e contrato.
A aprovação será feita por escrito, mediante amostras apresentadas à FISCALIZAÇÃO antes da aquisição do
material e ou equipamento.
Os materiais e ou equipamentos deverão ser armazenados em locais apropriados, cobertos ou não, de acordo com
sua natureza, ficando sua guarda sob a responsabilidade da CO3TRATADA.
A FISCALIZAÇÃO deverá ter livre acesso a todos os almoxarifados de materiais, equipamentos, ferramentas,
etc., para acompanhar os trabalhos e conferir marcas, modelos, especificações, prazos de validade, etc.
Material, equipamento ou serviço equivalente tecnicamente é aquele que apresenta as mesmas características
técnicas exigidas, ou seja de igual valor, desempenham idêntica função e se presta às mesmas condições do material,
equipamento ou serviço especificado.
3.2 - Cimentos. (Votorantin/pozosul)
Os tipos de cimento a serem utilizados deverão ser adequados às condições de agressividade do meio a que estarão
sujeitas as peças estruturais, alvenarias, pisos, etc.
Para locais não sujeitos a agressividade, o tipo de cimento, caso não haja especificação particular em contrário,
deverá ser o Portland comum CP 32, e deverá atender às especificações da normas da AB3T citadas à seguir e ou
sucessoras.
Para a substituição do tipo, classe de resistência e marca do cimento, deverão ser tomadas as precauções para que
não ocorram alterações sensíveis na trabalhabilidade do concreto, das argamassas e das natas em geral. Uma mesma peça
estrutural, alvenaria, etc., só deverá ser executada com iguais tipos e classes de resistências de cimento.
As embalagens do cimento deverão apresentar-se íntegras por ocasião do recebimento, devendo ser rejeitados
todos os sacos que apresentarem sinais de hidratação.
Os sacos deverão ser armazenados em lotes, que serão considerados distintos, quando:
- forem de procedência ou marcas distintas
- forem do tipo ou classe de resistência diferente
- tiverem mais de 400 sacos.
Os lotes de cimento deverão ser armazenados de tal modo que se torne fácil a sua inspeção e identificação.
As pilhas deverão ser de no máximo 10 sacos, e o seu uso deverá obedecer à ordem cronológica de chegada aos
depósitos, sendo depositados sobre estrados de madeira, ao abrigo de umidade e intempéries.
Continua
Página 113
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
3.3 - Agregados.
O agregado miúdo será a areia natural, de origem quartzosa, cuja composição granulométrica e quantidade de
substâncias nocivas deverão obedecer à condições impostas pelas normas da AB3T citadas à seguir ou sucessoras.
A areia deve ser natural, lavada, peneirada, sílico-quartzoza, áspera ao tato, limpa, isenta de argila e de substâncias
orgânicas ou terrosas, obedecendo à seguinte classificação, conforme estabelecido pela AB3T:
Grossa: granulometria entre 4,8 e 0,84 mm.
Média : granulometria entre 0,84 e 0,25 mm.
Fina : granulometria entre 0,25 e 0,05 mm.
O agregado graúdo deverá ser constituído de britas obtidas através de britagem de rochas sãs.
O diâmetro máximo do agregado deverá ser inferior a 1/4 da menor espessura da peça a concretar e a 2/3 do
espaçamento entre as barras de aço das armaduras.
A estocagem dos agregados deverá ser feita de modo a evitar a sua segregação e a mistura entre si, ou com terra.
Os locais de estocagem deverão ser adequados, com superfícies regulares e com declividade para facilitar o
escoamento das águas de chuvas ou de lavagem.
Todos os agregados poderão ser submetidos à critério da FISCALIZAÇÃO a ensaios de qualidade, de acordo
com as condições impostas pela AB3T itens que se referem ao assunto citados à seguir ou sucessores.
As amostras dos agregados aprovados nos ensaios serão armazenadas na obra, para servirem como padrão de
referência.
3.4 - Águas.
A água destinada ao preparo dos concretos, argamassas, diluição de tintas e outros tipos de utilização deverá ser
isenta de substâncias estranhas, tais como: óleo, ácidos, álcalis, sais, matérias orgânicas e quaisquer outras substâncias que
possam interferir com as reações de hidratação do cimento e que possam afetar o bom adensamento, cura e aspecto final dos
concretos e argamassas e outros acabamentos.
3.5 - Aditivos. (SIKA/VEDACIT/VEDACO3CRETO)
Os aditivos que se tornarem necessários, para a melhoria das qualidades do concreto e das argamassas, de acordo
com as especificações e orientação da FISCALIZAÇÃO, deverão atender às normas da AB3T, ASTM C-494 ou
sucessoras.
A percentagem de aditivos deverá ser fixada conforme recomendações do fabricante, levando em consideração a
temperatura ambiente e o tipo de cimento adotado, sempre de acordo com as instruções da FISCALIZAÇÃO.
3.6 - Cal Hidratada.
É um pó seco obtido pelo tratamento de cal virgem, sem água, constituído essencialmente de hidróxido de cálcio,
ou de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio,
hidróxido de magnésio e óxido de magnésio.
Todo material a ser fornecido deverá satisfazer as condições mínimas estabelecidas pela AB3T, de acordo com as
Normas NBR-6453 - Cal Virgem para Construção; NBR-6471 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Retirada e Preparação de
Amostra; NBR-6472 - Cal - Determinação do Resíduo em Extinção; NBR-6473 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Análise
Química; NBR-7175 - Cal Hidratada para Argamassas e demais atinentes ao assunto.
Marcas: Itacal, Itaú, Supercal.
4 – LOUÇAS E METAIS
.DECA, DOCOL, INCEPA, CELITE, TIGRE, BRASIT, AKROS E LOGASA.
5 – PI3TURAS
.CORAL, SUVINIL OU RESICOLOR
6 – COBERTURA
No local de obra designado como laboratório será retirada a cobertura existente, para posterior ancoragem feita em concreto
armado da cobertura em estrutura metálica (todo metal utilizado será tratado e pintura com tinta ante-oxidante) e telhas
fibrocimento (BRASILIT, IMBRALIT ). Demais locais especificadas em projeto será madeira tratada com telha concreto
(CORAL, TEGULA OU DOMUS).
Continua
Página 114
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
7 - CA3TEIRO DE OBRAS.
O canteiro deverá obedecer as normas da ABNT, NBR-12284 - Áreas de Vivência dos Canteiros de Obras - Procedimento,
e demais pertinentes.
7.1 - Localização e Descrição.
O canteiro de obras e serviços poderá localizar-se-á junto à obra ou em local a ser determinado pela
FISCALIZAÇÃO e deverá ser fornecido pela CO3TRATADA, e todas as adaptações, que se fizerem necessárias, para o
melhor andamento e execução da obra deverão ser executadas às expensas da mesma, bem como todas aquelas necessárias
à Segurança do Trabalho exigidas por lei, e à segurança dos materiais, equipamentos, ferramentas, etc., a serem estocados,
sendo que deverá também ser previsto espaço físico para acomodação da FISCALIZAÇÃO.
7.2 - Segurança em geral.
Toda a área do canteiro deverá ser sinalizada, através de placas, quanto a movimentação de veículos, indicações de
perigo, instalações e prevenção de acidentes.
Instalações apropriadas para combate a incêndios deverão ser previstas em todas as edificações e áreas de serviço
sujeitas à incêndios, incluindo-se o canteiro de obras, almoxarifados e adjacências.
Deverá ser obrigatória pelo pessoal da obra, a utilização de equipamentos de segurança, como botas, capacetes,
cintos de segurança, óculos, máscaras e demais proteções de acordo com as Normas de Segurança do Trabalho.
8 - SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS E DE MARCAÇÃO EM GERAL.
A CO3TRATADA deverá prever a utilização de equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados a
perfeita locação, execução da obra e ou serviços e acompanhamento, e de acordo com as locações e os níveis estabelecidos
nos projetos.
Quaisquer divergências e dúvidas serão resolvidas antes do início da obra.
9 - ESCAVAÇÕES E ATERROS EM GERAL.
9.1 - Escavações de valas, etc.
As escavações de valas, etc. deverão propiciar depois de concluídas, condições para execução geral, fundações,
etc., conforme elementos do projeto.
O fundo das valas deverá ser perfeitamente regularizado e apiloado, para melhor execução das fundações,
infraestruturas, etc. Os locais escavados deverão ficar livres de água, qualquer que seja a sua origem (chuva, vazamento de
lençol freático, etc.), devendo para isso ser providenciada a sua drenagem através de esgotamento, para não prejudicar os
serviços, ou causar danos à obra.
9.2 - Terraplanagem, desaterros, aterros, reaterros, demolições, etc.
O reaterro das valas será processado até o restabelecimento dos níveis anteriores das superfícies originais ou de
forma designada pelos projetos, e deverá ser executado de modo a oferecer condições de segurança às tubulações, etc. e
bom acabamento da superfície, não permitindo seu posterior abatimento.
Os aterros e ou reaterros em geral, serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20
cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor
Normal.
O reaterro das valas das tubulações será feito em 02 etapas sendo a primeira de aterro compactado, manualmente
com soquete de ferro ou madeira em camadas de 10 cm de espessura, colocando-se o material simultaneamente dos dois
lados da tubulação ou do envelope de concreto, até 25cm acima da geratriz superior dos tubos, sem com isso perfurar ou
promover o amassamento da tubulação, diminuindo sua seção útil, e a segunda etapa superpõe-se ao primeiro aterro, até a
cota final do reaterro, com o mesmo material empregado na primeira etapa, em camadas de 20cm de espessura máxima,
compactados por soquetes de madeira ou equipamento mecânico, não se admitindo o uso de soquetes de ferro.
Deverá ser executada toda a terraplanagem necessária, incluindo-se os cortes e ou aterros/reaterros em geral,
remanejamento de árvores, etc., que serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm,
devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal.
Continua
Página 115
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2009
Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
10 - FU3DAÇÕES.
A concretagem de fundações somente poderá ser efetuada após a conferência efetuada pela FISCALIZAÇÃO.
Na concretagem dever-se-á adotar cuidados para que não haja segregação dos materiais, ou mistura com terra, o
concreto a ser utilizado deverá ter Fck de 15 MPa.
11- CO3CRETO. (E3GEMIX – EXTRAMETAL)
Todas as estruturas, obras e ou serviços em concreto, deverão ser executados atendendo às especificações deste
memorial e às normas da ABNT e demais pertinentes, sendo que para as estruturas deverão ter resistência mínima
de 20 MPa.
11.1 - Composição e dosagem.
O concreto será composto pela mistura de cimento Portland, água, agregados inertes e, eventualmente, de aditivos
químicos especiais.
- Mistura plástica com trabalhabilidade adequada.
- Produto acabado que tenha resistência, impermeabilidade, durabilidade e boa aparência, por se tratar de concreto
aparente.
11.2 - Materiais componentes.
Cimentos, Agregados, Água e Aditivos, vide especificação para cada um destes itens no item específico MATERIAIS E OU EQUIPAME3TOS
11.3 - Dosagem.
A dosagem do concreto deverá ser racional, objetivando a determinação de traços que atendam economicamente às
resistências especiais do projeto, bem como a trabalhabilidade necessária e a durabilidade.
A dosagem racional do concreto deverá ser efetuada atendendo a qualquer método que correlacione a resistência,
fator água/cimento, durabilidade, relação aquecimento e consistência.
A trabalhabilidade deverá atender às características dos materiais componentes do concreto, sendo compatível com
as condições de preparo, transporte, lançamento e adensamento, bem como as características e das dimensões das peças a
serem concretadas, e os tipos se aparentes ou não.
11.4 - Transporte.
O concreto deverá ser transportado, desde o seu local de mistura até o local de colocação com a maior rapidez
possível, através de equipamentos transportadores especiais que evitem a sua segregação e vazamento da nata de cimento.
Quando transportados por caminhões betoneiras, o tempo máximo permitido neste transporte será de uma hora,
contado à partir do término da mistura até o momento de sua aplicação; caso o concreto contenha aceleradores de pega este
tempo será reduzido.
Para qualquer outro tipo de transporte, este tempo será de no máximo, 30 minutos.
11.5 - Lançamento.
O concreto deverá ser depositado nos locais de aplicação, diretamente em sua posição final, através da ação
adequada de vibradores, evitando-se a sua segregação.
Antes do lançamento do concreto, os locais a serem concretados, deverão ser vistoriados e retirados destes
quaisquer tipos de resíduos prejudiciais ao concreto.
O lançamento do concreto, através de bombeamento, deverá atender às normas da AB3T e especificações da ACI304 e ou sucessoras, e o concreto deverá ter um índice de consistência adequado às características do equipamento.
11.6 - Adensamento.
O adensamento do concreto deverá ser executado através de vibradores de alta freqüência, com diâmetro adequado
às dimensões das formas, e com características para proporcionar bom acabamento.
Os vibradores de agulha deverão trabalhar sempre na posição vertical e movimentados constantemente na massa de
concreto, até a caracterização do total adensamento, e os seus pontos de aplicação deverão ser distantes entre si cerca de
uma vez e meia o seu raio de ação.
Deverão ser evitados os contatos prolongados dos vibradores junto às formas e armaduras.
Continua
Página 116
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
As armaduras parcialmente expostas, devido a concretagem parcelada de uma peça estrutural, não deverão sofrer
qualquer ação de movimento ou vibração antes que o concreto onde se encontram engastadas, adquira suficiente resistência
para assegurar a eficiência da aderência.
Toda concretagem deverá obedecer a um plano previamente estabelecido, onde necessariamente serão
considerados:
- Delimitação da área a ser concretada em uma jornada de trabalho, sem interrupções de aplicação do concreto,
com definição precisa do volume a ser lançado.
- Na delimitação desta área, ficarão definidas as juntas de concretagem, que deverão ser sempre verticais e atender
à condições de menores solicitações das peças. O concreto junto às formas verticais das juntas deverá ser bem vibrado. As
juntas de concretagem deverão ser providas de pontas de ferro para reforço conforme indicado anteriormente.
- Planejamento dos recursos de equipamentos e mão-de-obra necessários à concretização dos serviços.
- Verificação dos sistemas de formas e se as condições do cimbramento estão adequadas às sobrecargas previstas.
11.7 - Cura.
A cura do concreto deverá ser feita por um período mínimo de sete dias após o lançamento garantindo uma
umidade constante neste período, de tal forma que a resistência máxima do concreto, preestabelecida, seja atingida.
11.8 - Controle de qualidade.
Durante a concretagem deverão ser moldados corpos de prova, em quantidades determinadas pelas normas
brasileiras para rompimento aos 7 e 28 dias e obtido o slump para todos os lotes do concreto.
12 - ARMADURAS.
12.1 - Aço. (GERDAU, USIMI3AS)
Quando não especificados em contrário, os aços serão de classe A, laminados a quente, com escoamento definido
por patamar no diagrama tensão-deformação.
Não poderão ser utilizados aços de qualidade ou características diferentes das especificadas no projeto, sem a
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Todo aço a ser utilizado na obra deverá, preferencialmente ser de um único fabricante, visando facilitar o
recebimento.
12.2 - Preparo das armaduras.
As barras de aço deverão ser previamente retificadas por processos manuais e ou mecânicos, quando então serão
vistoriadas quanto às suas características aparentes, como sejam, desbitolagem, rebarbas de aço, ou quaisquer outros
defeitos aparentemente visíveis.
O corte e o dobramento das armaduras deverão ser executados a frio, com equipamentos apropriados e de acordo
com os detalhes, dimensões de projeto e conferência nas formas.
Não será permitido o uso do corte óxido-acetileno e nem o aquecimento das barras para facilidade da dobragem,
pois alteram as características das mesmas.
13 – PAREDES.
Todas as alvenaria será executadas com tijolos 06 furos (NBR7170) assentados com argamassa (13.1-13.2), sendo
de necessária rigor no assentamento (prumada e nivelamento).
14 - ARGAMASSAS.
14.1 - Preparo e dosagem.
As argamassas serão preparadas mecanicamente. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos
90 segundos ou o tempo necessário para homogeneizar a mistura, a contar do momento em que todos os componentes da
argamassa, inclusive a água, tiverem sido lançados na betoneira ou misturador.
14.2 - Traços.
Serão adotados, conforme o fim a que se destinarem, os seguintes tipos de argamassas definidos pelos seus traços
volumétricos, e especificados em cada caso:
A-2 Traço 1:2 de cimento e areia lavada seca.
A-3 Traço 1:3 de cimento e areia lavada seca.
Continua
Página 117
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
A-4 Traço 1:4 de cimento e areia lavada seca.
A-5 Traço 1:5 de cimento e areia lavada seca.
A-7 Traço 1:0,5:4 de cimento, cal hidratada e areia lavada média seca.
A-8 Traço 1:1:4 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais
A-12 Traço 1:3:5 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
A-13 Traço 1:2:6 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
A-14 Traço 1:2:8 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
OBS: Poderão ser ainda utilizados outros traços não descritos acima, mas definidos em itens específicos, ou
recomendados pela FISCALIZAÇÃO.
15 –REVESTIME3TO CERAMICO.
Todo revestimento cerâmico deverá ser executado com material de primeira qualidade (Eliane, Ceusa ou Portinari ).
O assentamento deverá ser feito sobre contra-piso nivelado com argamassa colante para área interna (AC I ) e externas com
(AC II ).
16 – SISTEMA HIDROSSA3ITÁRIO.
Sistema de água fria deverá ser executado seguindo rigorosamente projeto específico, também os sistema de
tratamentos de esgotos domésticos e laboratoriais.
17- DEMOLIÇÃO.
Toda demolição a ser executada conforme destacaque em projeto (vermelho para execução amarelo para
demolição). Todo pessoal envolvido neste período de serviço deverá estar munido de todo equipamento de Proteção
individual. O entulho que poder ser reaproveitado para possíveis preenchimento deverão ser selecionados para que não
haja sobras de Bota-fora em excesso.
18 – LIMPEZA GERAL.
Deverá durante a execução ser mantida limpa a obra devida para que não haja risco de qualquer natureza, seja ao
trabalhadores ou aos transeuntes. No final deverá ser feita limpeza minunciosa para posterior FISCALIZAÇÃO pela
contratante de todos os serviços.
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Anexo 45 – Plantas baixas dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA OBRAS DA EPAGRI ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE
URUSANGA
Adequação dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de
experimentos da Estação Experimental de Urussanga.
1 - OBSERVAÇÕES PRELIMINARES.
Este memorial em muitos casos abaixo descritos é de caráter geral, sendo que talvez não se utilize determinadas
técnicas, serviços ou materiais, que só serão definidos após a elaboração dos respectivos projetos complementares básicos e
executivos.
2 - Observações Gerais.
O presente memorial descritivo de procedimentos estabelece as condições técnicas mínimas a serem obedecidas na
execução das obras e serviços acima citados, fixando os parâmetros mínimos a serem atendidos para materiais, serviços e
equipamentos, e constituirão parte integrante dos contratos de obras e serviços.
Nos casos em que este memorial especifica a necessidade de elaboração pela CONTRATADA de projetos de
fabricação e ou detalhamento, tais projetos deverão ser apresentados levando em conta a programação dos trabalhos, bem
como o tempo necessário para estudos, aprovação e eventuais ajustes.
A execução, bem como os novos projetos, os projetos de complementações, alterações, cadastramentos, etc.
deverão ser registrados no CREA, através de ART específica para cada caso.
Quando não houver descrição do tipo de serviço a ser executado, o material ou equipamento à ser utilizado, seguir
orientação da FISCALIZAÇÃO e dos respectivos projetistas de cada área em questão.
3 - MATERIAIS E OU EQUIPAMENTOS.
3.1 - Observações Gerais.
Todos os materiais e ou equipamentos fornecidos pela CONTRATADA, deverão ser de Primeira Qualidade,
entendendo-se primeira, o nível de qualidade mais elevado da linha do material e ou equipamento a ser utilizado, satisfazer
as especificações da ABNT, do INMETRO, e das demais normas citadas, e ainda, serem de qualidade, modelo, marcas e
tipos especificados no projeto, nos memoriais de cada projeto, neste memorial ou nas especificações gerais, e devidamente
aprovados pela FISCALIZAÇÃO.
Caso o material e ou equipamento especificado nos projetos e ou memoriais, tenham saído de linha, ou
encontrarem-se obsoletos, estes deverão ser substituídos pelo modelo novo, desde que comprovada sua eficiência,
equivalência e atendimento às condições estabelecidas nos projetos, especificações e contrato.
A aprovação será feita por escrito, mediante amostras apresentadas à FISCALIZAÇÃO antes da aquisição do
material e ou equipamento.
Os materiais e ou equipamentos deverão ser armazenados em locais apropriados, cobertos ou não, de acordo com
sua natureza, ficando sua guarda sob a responsabilidade da CONTRATADA.
A FISCALIZAÇÃO deverá ter livre acesso a todos os almoxarifados de materiais, equipamentos, ferramentas, etc.,
para acompanhar os trabalhos e conferir marcas, modelos, especificações, prazos de validade, etc.
Material, equipamento ou serviço equivalente tecnicamente é aquele que apresenta as mesmas características técnicas
exigidas, ou seja de igual valor, desempenham idêntica função e se presta às mesmas condições do material, equipamento
ou serviço especificado.
3.2 - Cimentos. (Votorantin/pozosul)
Os tipos de cimento a serem utilizados deverão ser adequados às condições de agressividade do meio a que estarão
sujeitas as peças estruturais, alvenarias, pisos, etc.
Para locais não sujeitos a agressividade, o tipo de cimento, caso não haja especificação particular em contrário,
deverá ser o Portland comum CP 32, e deverá atender às especificações da normas da ABNT citadas à seguir e ou
sucessoras.
Continua
Página 120
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
Para a substituição do tipo, classe de resistência e marca do cimento, deverão ser tomadas as precauções para que
não ocorram alterações sensíveis na trabalhabilidade do concreto, das argamassas e das natas em geral. Uma mesma peça
estrutural, alvenaria, etc., só deverá ser executada com iguais tipos e classes de resistências de cimento.
As embalagens do cimento deverão apresentar-se íntegras por ocasião do recebimento, devendo ser rejeitados
todos os sacos que apresentarem sinais de hidratação.
Os sacos deverão ser armazenados em lotes, que serão considerados distintos, quando:
- forem de procedência ou marcas distintas
- forem do tipo ou classe de resistência diferente
- tiverem mais de 400 sacos.
Os lotes de cimento deverão ser armazenados de tal modo que se torne fácil a sua inspeção e identificação.
As pilhas deverão ser de no máximo 10 sacos, e o seu uso deverá obedecer à ordem cronológica de chegada aos
depósitos, sendo depositados sobre estrados de madeira, ao abrigo de umidade e intempéries.
3.3 - Agregados.
O agregado miúdo será a areia natural, de origem quartzosa, cuja composição granulométrica e quantidade de
substâncias nocivas deverão obedecer à condições impostas pelas normas da ABNT citadas à seguir ou sucessoras.
A areia deve ser natural, lavada, peneirada, sílico-quartzoza, áspera ao tato, limpa, isenta de argila e de substâncias
orgânicas ou terrosas, obedecendo à seguinte classificação, conforme estabelecido pela ABNT:
Grossa: granulometria entre 4,8 e 0,84 mm.
Média : granulometria entre 0,84 e 0,25 mm.
Fina : granulometria entre 0,25 e 0,05 mm.
O agregado graúdo deverá ser constituído de britas obtidas através de britagem de rochas sãs.
O diâmetro máximo do agregado deverá ser inferior a 1/4 da menor espessura da peça a concretar e a 2/3 do
espaçamento entre as barras de aço das armaduras.
A estocagem dos agregados deverá ser feita de modo a evitar a sua segregação e a mistura entre si, ou com terra.
Os locais de estocagem deverão ser adequados, com superfícies regulares e com declividade para facilitar o
escoamento das águas de chuvas ou de lavagem.
Todos os agregados poderão ser submetidos à critério da FISCALIZAÇÃO a ensaios de qualidade, de acordo com
as condições impostas pela ABNT itens que se referem ao assunto citados à seguir ou sucessores.
As amostras dos agregados aprovados nos ensaios serão armazenadas na obra, para servirem como padrão de
referência.
3.4 - Águas.
A água destinada ao preparo dos concretos, argamassas, diluição de tintas e outros tipos de utilização deverá ser
isenta de substâncias estranhas, tais como: óleo, ácidos, álcalis, sais, matérias orgânicas e quaisquer outras substâncias que
possam interferir com as reações de hidratação do cimento e que possam afetar o bom adensamento, cura e aspecto final dos
concretos e argamassas e outros acabamentos.
3.5 - Aditivos. (SIKA/VEDACIT/VEDACONCRETO)
Os aditivos que se tornarem necessários, para a melhoria das qualidades do concreto e das argamassas, de acordo
com as especificações e orientação da FISCALIZAÇÃO, deverão atender às normas da ABNT, ASTM C-494 ou
sucessoras.
A percentagem de aditivos deverá ser fixada conforme recomendações do fabricante, levando em consideração a
temperatura ambiente e o tipo de cimento adotado, sempre de acordo com as instruções da FISCALIZAÇÃO.
3.6 - Cal Hidratada.
É um pó seco obtido pelo tratamento de cal virgem, sem água, constituído essencialmente de hidróxido de cálcio,
ou de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio,
hidróxido de magnésio e óxido de magnésio.
Continua
Página 121
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
Todo material a ser fornecido deverá satisfazer as condições mínimas estabelecidas pela ABNT, de acordo com as
Normas NBR-6453 - Cal Virgem para Construção; NBR-6471 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Retirada e Preparação de
Amostra; NBR-6472 - Cal - Determinação do Resíduo em Extinção; NBR-6473 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Análise
Química; NBR-7175 - Cal Hidratada para Argamassas e demais atinentes ao assunto.
Marcas: Itacal, Itaú, Supercal.
4 – LOUÇAS E METAIS
.DECA, DOCOL, INCEPA, CELITE, TIGRE, BRASIT, AKROS E LOGASA.
5 – PINTURAS
.CORAL, SUVINIL OU RESICOLOR
6 – COBERTURA
No local de obra designado como laboratório será retirada a cobertura existente, para posterior ancoragem feita em concreto
armado da cobertura em estrutura metálica (todo metal utilizado será tratado e pintura com tinta ante-oxidante) e telhas
fibrocimento (BRASILIT, IMBRALIT ). Demais locais especificadas em projeto será madeira tratada com telha concreto
(CORAL, TEGULA OU DOMUS).
7 - CANTEIRO DE OBRAS.
O canteiro deverá obedecer as normas da ABNT, NBR-12284 - Áreas de Vivência dos Canteiros de Obras - Procedimento,
e demais pertinentes.
7.1 - Localização e Descrição.
O canteiro de obras e serviços poderá localizar-se-á junto à obra ou em local a ser determinado pela
FISCALIZAÇÃO e deverá ser fornecido pela CONTRATADA, e todas as adaptações, que se fizerem necessárias, para o
melhor andamento e execução da obra deverão ser executadas às expensas da mesma, bem como todas aquelas necessárias
à Segurança do Trabalho exigidas por lei, e à segurança dos materiais, equipamentos, ferramentas, etc., a serem estocados,
sendo que deverá também ser previsto espaço físico para acomodação da FISCALIZAÇÃO.
7.2 - Segurança em geral.
Toda a área do canteiro deverá ser sinalizada, através de placas, quanto a movimentação de veículos, indicações de
perigo, instalações e prevenção de acidentes.
Instalações apropriadas para combate a incêndios deverão ser previstas em todas as edificações e áreas de serviço
sujeitas à incêndios, incluindo-se o canteiro de obras, almoxarifados e adjacências.
Deverá ser obrigatória pelo pessoal da obra, a utilização de equipamentos de segurança, como botas, capacetes,
cintos de segurança, óculos, máscaras e demais proteções de acordo com as Normas de Segurança do Trabalho.
8 - SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS E DE MARCAÇÃO EM GERAL.
A CONTRATADA deverá prever a utilização de equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados a
perfeita locação, execução da obra e ou serviços e acompanhamento, e de acordo com as locações e os níveis estabelecidos
nos projetos.
Quaisquer divergências e dúvidas serão resolvidas antes do início da obra.
9 - ESCAVAÇÕES E ATERROS EM GERAL.
9.1 - Escavações de valas, etc.
As escavações de valas, etc. deverão propiciar depois de concluídas, condições para execução geral, fundações,
etc., conforme elementos do projeto.
O fundo das valas deverá ser perfeitamente regularizado e apiloado, para melhor execução das fundações,
infraestruturas, etc.
Os locais escavados deverão ficar livres de água, qualquer que seja a sua origem (chuva,
vazamento de lençol freático, etc.), devendo para isso ser providenciada a sua drenagem através de esgotamento, para não
prejudicar os serviços, ou causar danos à obra.
Continua
Página 122
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
9.2 - Terraplanagem, desaterros, aterros, reaterros, demolições, etc.
O reaterro das valas será processado até o restabelecimento dos níveis anteriores das superfícies originais ou de
forma designada pelos projetos, e deverá ser executado de modo a oferecer condições de segurança às tubulações, etc. e
bom acabamento da superfície, não permitindo seu posterior abatimento.
Os aterros e ou reaterros em geral, serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20
cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor
Normal.
O reaterro das valas das tubulações será feito em 02 etapas sendo a primeira de aterro compactado, manualmente
com soquete de ferro ou madeira em camadas de 10 cm de espessura, colocando-se o material simultaneamente dos dois
lados da tubulação ou do envelope de concreto, até 25cm acima da geratriz superior dos tubos, sem com isso perfurar ou
promover o amassamento da tubulação, diminuindo sua seção útil, e a segunda etapa superpõe-se ao primeiro aterro, até a
cota final do reaterro, com o mesmo material empregado na primeira etapa, em camadas de 20cm de espessura máxima,
compactados por soquetes de madeira ou equipamento mecânico, não se admitindo o uso de soquetes de ferro.
Deverá ser executada toda a terraplanagem necessária, incluindo-se os cortes e ou aterros/reaterros em geral,
remanejamento de árvores, etc., que serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm,
devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal.
10 - FUNDAÇÕES.
A concretagem de fundações somente poderá ser efetuada após a conferência efetuada pela FISCALIZAÇÃO.
Na concretagem dever-se-á adotar cuidados para que não haja segregação dos materiais, ou mistura com terra, o
concreto a ser utilizado deverá ter Fck de 15 MPa.
11- CONCRETO. (ENGEMIX – EXTRAMETAL)
Todas as estruturas, obras e ou serviços em concreto, deverão ser executados atendendo às especificações deste memorial e
às normas da ABNT e demais pertinentes, sendo que para as estruturas deverão ter resistência mínima de 20 MPa.
11.1 - Composição e dosagem.
O concreto será composto pela mistura de cimento Portland, água, agregados inertes e, eventualmente, de aditivos
químicos especiais.
- Mistura plástica com trabalhabilidade adequada.
- Produto acabado que tenha resistência, impermeabilidade, durabilidade e boa aparência, por se tratar de concreto
aparente.
11.2 - Materiais componentes.
Cimentos, Agregados, Água e Aditivos, vide especificação para cada um destes itens no item específico –
MATERIAIS E OU EQUIPAMENTOS
11.3 - Dosagem.
A dosagem do concreto deverá ser racional, objetivando a determinação de traços que atendam economicamente às
resistências especiais do projeto, bem como a trabalhabilidade necessária e a durabilidade.
A dosagem racional do concreto deverá ser efetuada atendendo a qualquer método que correlacione a resistência,
fator água/cimento, durabilidade, relação aquecimento e consistência.
A trabalhabilidade deverá atender às características dos materiais componentes do concreto, sendo compatível com
as condições de preparo, transporte, lançamento e adensamento, bem como as características e das dimensões das peças a
serem concretadas, e os tipos se aparentes ou não.
11.4 - Transporte.
O concreto deverá ser transportado, desde o seu local de mistura até o local de colocação com a maior rapidez
possível, através de equipamentos transportadores especiais que evitem a sua segregação e vazamento da nata de cimento.
Quando transportados por caminhões betoneiras, o tempo máximo permitido neste transporte será de uma hora,
contado à partir do término da mistura até o momento de sua aplicação; caso o concreto contenha aceleradores de pega este
tempo será reduzido.
Para qualquer outro tipo de transporte, este tempo será de no máximo, 30 minutos.
Continua
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
11.5 - Lançamento.
O concreto deverá ser depositado nos locais de aplicação, diretamente em sua posição final, através da ação
adequada de vibradores, evitando-se a sua segregação.
Antes do lançamento do concreto, os locais a serem concretados, deverão ser vistoriados e retirados destes
quaisquer tipos de resíduos prejudiciais ao concreto.
O lançamento do concreto, através de bombeamento, deverá atender às normas da ABNT e especificações da ACI304 e ou sucessoras, e o concreto deverá ter um índice de consistência adequado às características do equipamento.
11.6 - Adensamento.
O adensamento do concreto deverá ser executado através de vibradores de alta freqüência, com diâmetro adequado
às dimensões das formas, e com características para proporcionar bom acabamento.
Os vibradores de agulha deverão trabalhar sempre na posição vertical e movimentados constantemente na massa de
concreto, até a caracterização do total adensamento, e os seus pontos de aplicação deverão ser distantes entre si cerca de
uma vez e meia o seu raio de ação.
Deverão ser evitados os contatos prolongados dos vibradores junto às formas e armaduras.
As armaduras parcialmente expostas, devido a concretagem parcelada de uma peça estrutural, não deverão sofrer
qualquer ação de movimento ou vibração antes que o concreto onde se encontram engastadas, adquira suficiente resistência
para assegurar a eficiência da aderência.
Toda concretagem deverá obedecer a um plano previamente estabelecido, onde necessariamente serão
considerados:
- Delimitação da área a ser concretada em uma jornada de trabalho, sem interrupções de aplicação do concreto,
com definição precisa do volume a ser lançado.
- Na delimitação desta área, ficarão definidas as juntas de concretagem, que deverão ser sempre verticais e atender
à condições de menores solicitações das peças. O concreto junto às formas verticais das juntas deverá ser bem vibrado. As
juntas de concretagem deverão ser providas de pontas de ferro para reforço conforme indicado anteriormente.
- Planejamento dos recursos de equipamentos e mão-de-obra necessários à concretização dos serviços.
- Verificação dos sistemas de formas e se as condições do cimbramento estão adequadas às sobrecargas previstas.
11.7 - Cura.
A cura do concreto deverá ser feita por um período mínimo de sete dias após o lançamento garantindo uma
umidade constante neste período, de tal forma que a resistência máxima do concreto, preestabelecida, seja atingida.
11.8 - Controle de qualidade.
Durante a concretagem deverão ser moldados corpos de prova, em quantidades determinadas pelas normas
brasileiras para rompimento aos 7 e 28 dias e obtido o slump para todos os lotes do concreto.
12 - ARMADURAS.
12.1 - Aço. (GERDAU, USIMINAS)
Quando não especificados em contrário, os aços serão de classe A, laminados a quente, com escoamento definido
por patamar no diagrama tensão-deformação.
Não poderão ser utilizados aços de qualidade ou características diferentes das especificadas no projeto, sem a
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Todo aço a ser utilizado na obra deverá, preferencialmente ser de um único fabricante, visando facilitar o
recebimento.
12.2 - Preparo das armaduras.
As barras de aço deverão ser previamente retificadas por processos manuais e ou mecânicos, quando então serão
vistoriadas quanto às suas características aparentes, como sejam, desbitolagem, rebarbas de aço, ou quaisquer outros
defeitos aparentemente visíveis.
O corte e o dobramento das armaduras deverão ser executados a frio, com equipamentos apropriados e de acordo
com os detalhes, dimensões de projeto e conferência nas formas.
Não será permitido o uso do corte óxido-acetileno e nem o aquecimento das barras para facilidade da dobragem,
pois alteram as características das mesmas.
Continua
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Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e
processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga.
(continuação)
13 – PAREDES.
Todas as alvenaria será executadas com tijolos 06 furos (NBR7170) assentados com argamassa (13.1-13.2), sendo
de necessária rigor no assentamento (prumada e nivelamento).
14 - ARGAMASSAS.
14.1 - Preparo e dosagem.
As argamassas serão preparadas mecanicamente. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos
90 segundos ou o tempo necessário para homogeneizar a mistura, a contar do momento em que todos os componentes da
argamassa, inclusive a água, tiverem sido lançados na betoneira ou misturador.
14.2 - Traços.
Serão adotados, conforme o fim a que se destinarem, os seguintes tipos de argamassas definidos pelos seus traços
volumétricos, e especificados em cada caso:
A-2 Traço 1:2 de cimento e areia lavada seca.
A-3 Traço 1:3 de cimento e areia lavada seca.
A-4 Traço 1:4 de cimento e areia lavada seca.
A-5 Traço 1:5 de cimento e areia lavada seca.
A-7 Traço 1:0,5:4 de cimento, cal hidratada e areia lavada média seca.
A-8 Traço 1:1:4 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais
A-12 Traço 1:3:5 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
A-13 Traço 1:2:6 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
A-14 Traço 1:2:8 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais.
OBS: Poderão ser ainda utilizados outros traços não descritos acima, mas definidos em itens específicos, ou recomendados
pela FISCALIZAÇÃO.
15 –REVESTIMENTO CERAMICO.
Todo revestimento cerâmico deverá ser executado com material de primeira qualidade (Eliane, Ceusa ou Portinari ).
O assentamento deverá ser feito sobre contra-piso nivelado com argamassa colante para área interna (AC I ) e externas com
(AC II ).
16 – SISTEMA HIDROSSANITÁRIO.
Sistema de água fria deverá ser executado seguindo rigorosamente projeto específico, também os sistema de
tratamentos de esgotos domésticos e laboratoriais.
17- DEMOLIÇÃO.
Toda demolição a ser executada conforme destacaque em projeto (vermelho para execução amarelo para
demolição). Todo pessoal envolvido neste período de serviço deverá estar munido de todo equipamento de Proteção
individual. O entulho que poder ser reaproveitado para possíveis preenchimento deverão ser selecionados para que não haja
sobras de Bota-fora em excesso.
18 – LIMPEZA GERAL.
Deverá durante a execução ser mantida limpa a obra devida para que não haja risco de qualquer natureza, seja ao
trabalhadores ou aos transeuntes. No final deverá ser feita limpeza minunciosa para posterior FISCALIZAÇÃO pela
contratante de todos os serviços.
Página 125
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Urussanga.
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Eclimetro eletrônico
Tela revestida malha
Justificativa
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
É fundamental na construção do sítio
meteorológico
É essencial para a escolha sítios
meteorológicos.
É indispensável para a construção sítio
meteorológico
Segurança do sítio meteorológico
Segurança do sítio meteorológico
É fundamental para instalação do
intrumento
Manter a qualidade dos dados
Manter a qualidade dos dados
Arame farpado
Fio liso revestido
Barra de ferro galvanizado 6m x
3,5cm diâmetro
Pena de leitura
Disco Piché (hóstia)
Diagrama reto
Diagrama de curva curta
Heliógrafo
Diagrama de curva longa
É imprescindível para o registro de dados
Heliógrafo
Diagrama para o Termohigrógrafo
Diagrama para o Barógrafo
Diagrama para o Pluviógrafo
Chapa de aço 5mm 40x60
É fundamental para intalação do
instrumento
Flange de 3,5
É fundamental para intalação do
Instrumento
Moerão
É essencial para a construção do sítio
meteorológico
Pincel de 2 polegadas
Manter a qualidade dos dados
Pincel de 1 polegada
Manter a qualidade dos dados
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados
Galão 3 litros de tinta a óleo
Manter os padrões estabelecidos pela
branca
OMM
Galão 18 litros de tinta acrílica
Manter os padrões estabelecidos pela
branca
OMM
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Instalação e manutenção dos
Recuperar e manter o bom funcionamento
instrumentos nas estações
das estações meteorológicas de Santa
meteorológicas
Catarina
Lava-jato
GPS
Máquina fotográfica
Máquina de cortar grama
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações meteorológicas
Unidade de
fornecimento Qtde
m
2
Unidade
1
Unidade
1
Unidade
1
Valor
Unitário Valor Total
3,50
7,00
3.500,00
3.500,00
15,00
15,00
1.200,00
1.200,00
Unidade
1
1.500,00
1.500,00
m
65
25,00
1.625,00
m
kg
Unidade
195
12
1
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
Unidade
Unidade
Caixa
Caixa
10
10
7
5
10,00
11,00
200,00
200,00
100,00
110,00
1.400,00
1.000,00
Caixa
7
200,00
1.400,00
Caixa
Caixa
Caixa
Unidade
2
2
5
1
260,00
260,00
260,00
50,00
520,00
520,00
1.300,00
50,00
Unidade
1
80,00
80,00
Unidade
10
20,00
200,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
2
1
7,00
5,00
400,00
40,00
7,00
5,00
800,00
40,00
Unidade
1
150,00
150,00
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
30,00
200,00
3.000,00
30,00
200,00
3.000,00
Unidade
1
600,00
600,00
Unidade
1
1.100,00
1.100,00
Unidade
1
800,00
800,00
Unidade
1
520,00
520,00
continua
Página 126
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Urussanga. (continuação)
Descrição
Lanterna
Calculadora
Armário porta arquivos
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Caixa de Ferramenta com
Ferramentas
Notebook com porta serial
Computador
Barógrafo
Unidade de
Justificativa
fornecimento Qtde
É fundamental para fazer manutenção
Unidade
1
noturna
Auxiliar nas atividades e serviços de
Unidade
1
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
Unidade
2
manutenção das estações meteorológicas
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Auxiliar na impressão de documentos
Unidade
1
Auxiliar nas atividades e serviços de
Unidade
1
manutenção das estações meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
Unidade
1
manutenção das estações meteorológicas
Armazenar e transmitir dados
Unidade
1
meteorológicos
Unidade
1
Barômetro
Cata vento tipo Wild
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro máx/mín Tanque
Parafuso micrométrico
Poço tranquilizador
Tanque evaporação Classe A
Pluviômetro Ville de Paris
Anemômetro de concha totalizador
Gerar informações meteorológicas para
(2m)
armazenamento em banco de dados e
Termohigrógrafo
contribuir com pesquisas na área
Evaporímetro de Piché
acadêmica e sociedade em geral
Termômetro comum
Geotermometro (50cm de
profundidade)
Geotermometro (30cm de
profundidade)
Geotermometro (20cm de
profundidade)
Geotermometro (10cm de
profundidade)
Geotermometro (5cm de
profundidade)
Termômetro de mínima
Termômetro de máxima
TOTAL
Valor
Unitário Valor Total
100,00
100,00
100,00
100,00
420,00
840,00
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
800,00
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
800,00
4.000,00
4.000,00
1.800,00
1.800,00
6.000,00
6.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
2
2
2
1
1
2
2
1
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
1.500,00
1.100,00
2.500,00
1.000,00
3.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
6.000,00
3.000,00
200,00
1.500,00
1.100,00
5.000,00
2.000,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
2
2
3
4.000,00
600,00
650,00
350,00
4.000,00
1.200,00
1.300,00
1.050,00
Unidade
3
300,00
900,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
Unidade
4
2
650,00
650,00
2.600,00
1.300,00
91.343,55
Página 127
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira.
Nº
Descrição
1Tela para projetor
2Recuperação de Casa de
vegetação
3Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de Videira
(Ver Anexo 49, página
131)
Justificativa
Adequação auditório da
Estação Experimental de
Videira
Casa de vegetação
climatizada para
pesquisas com frutíferas
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
4Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio.
Sensor a dois fios. Membrana
em aço inox ou cerâmica.
Range 0 a 10 metros de
coluna de água, saída 4-20
mA com exatidão mínima de
0,25%. Alimentação 12V.
Cabo de 20 metros com
capilar interno para referência
de pressão atmosférica.
Dimensões máximas do
corpo: (tubular) 40mm de
diâmetro x 250mm de
comprimento.
5Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação
de -40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
6Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital: hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre
600 e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação
de -40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
400,00
400,00
Videira
Serviço
1
25.000,00
25.000,00
Videira
Unidade
1
58.923,55
58.923,55
Videira
Unidade
3
2.200,00
6.600,00
Videira
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Videira
Unidade
1
1.000,00
1.000,00
Videira
Valor Unitário
Valor Total
Município
Continua
Página 128
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. (continuação)
Nº
Descrição
Justificativa
7Aquisição de par de rádio:
Modernização da rede
Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica
e receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
8Microcomputadores com
Modernização do sistema
softwares Windows e Office de processamento de
dados da EE Videira
9Notebooks com softwares
Modernização do sistema
Windows e Office
de processamento de
dados da EE Videira
10HD externo 500 Gb USB
Armazenamento e
transferência de dados
11Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
12Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da
unidade
13Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
14Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
15Servidor de arquivos
Armazenamento
corporativo dos dados
com segurança
16Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
17Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna
18Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas,
de Proteção contra
equipamentos e
descargas atmosféricas)
instalações
19Câmara incubador tipo BOD Crescimento de
patógenos
20Câmara de fluxo laminar
Manipulação de
patógenos em ambiente
estéril, para o Labesc
21Bancadas para laboratório de Bancadas para execução
análises agroindustriais
de ensaios e análises
22Obra de adequação do
Executar as obras
Laboratório do Análises de especificadas no projeto
Bebidas da Estação
arquitetônico, estrutural,
Experimental de Videira. Ver elétrico e hidro-sanitário
Anexo 50, página 133 e para adequar o
laboratório de bebidas e
Anexo 51, página 134)
implantação da ABTN
NBR ISO/IEC ISO
17.025 no laboratório,
buscando o atendimento
do item 5.3
23Bancada e pia para preparo Suprir a necessidade de
de amostras para análise
preparo de amostras pra
sensorial
análise sensorial no
próprio laboratório
Unidade de
fornecimento
Qtde
par
1
2.000,00
2.000,00
Videira
Unidade
8
2.800,00
22.400,00
Videira
Unidade
2
3.800,00
7.600,00
Videira
Unidade
1
450,00
450,00
Videira
Unidade
Unidade
2
1
1.200,00
3.000,00
2.400,00
3.000,00
Videira
Videira
Unidade
1
3.000,00
3.000,00
Videira
Unidade
2
1.500,00
3.000,00
Videira
Unidade
1
22.000,00
22.000,00
Videira
Unidade
1
10.000,00
10.000,00
Videira
Unidade
1
60.000,00
60.000,00
Videira
Unidade
1
20.000,00
20.000,00
Videira
Unidade
4
5.000,00
20.000,00 VIDEIRA
Unidade
1
12.000,00
12.000,00 VIDEIRA
Unidade
5
8.000,00
40.000,00 VIDEIRA
m²
251,4
Unidade
1
Valor Unitário
Valor Total
Município
1.394,03 350.500,96
7.450,00
Videira
7.450,00 VIDEIRA
Continua
Página 129
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. (continuação)
Nº
Descrição
24Aquisição sistema de
climatização para o
Laboratório de análises
agrondustriais
25Digestor de nitrogênio (micro
Kjedahl)
26Termohigrógrafo
27Geladeira
28Condutivímetro
29Cromatógrafo Gasoso
30Aquisição de taças ISO para
degustação de vinhos
31aquisição de taças ISO para
degustação de espumantes
32Decanters para oxigenação
de vinhos de microvinificação
Justificativa
Adequação das
condições de trabalho da
equipe de pesquisadores
e pessoal de apoio na EE
Videira
Preparo de amostras
para determinação de
proteínas, aminoácidos
Controle de temperatura
e umidade do laboratório
de análises
agroindustriais
Conservação de
amostras e reagentes de
laboratório
Análises de
condutividades de
matrizes diversas,
principalmente para
bebidas
Análises de compostos
volatilizáveis e aptos a
derivatização visando a
obtenção da ISO 17025
As taças são ferramentas
para análise sensorial de
bebidas em geral, tendo
caracter cientifico
As taças são ferramentas
para análise sensorial de
bebidas em geral, tendo
caracter cientifico
Oxigenação de vinhos de
microvinificação
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
Unidade
1
5.000,00
5.000,00
Videira
Unidade
2
750,00
1.500,00
Videira
Unidade
3
1.670,00
5.010,00
Videira
Unidade
1
8.000,00
8.000,00
Videira
Unidade
1
207.000,00 207.000,00
Videira
Unidade
100
17,20
1.720,00
Videira
Unidade
100
16,95
1.695,00
Videira
Unidade
10
170,00
1.700,00
Videira
Valor Unitário
Valor Total
Município
110.000,00 110.000,00
Videira
Página 130
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Videira.
Unidade de
Justificativa
fornecimento Qtde
Manter a qualidade dos dados
m
2
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
É fundamental na construção do sítio
Unidade
1
meteorológico
Eclimetro eletrônico
É essencial para a escolha sítios
Unidade
1
meteorológicos.
Tela revestida malha
É indispensável para a construção sítio
m
65
meteorológico
Arame farpado
Segurança do sítio meteorológico
m
195
Fio liso revestido
Segurança do sítio meteorológico
kg
12
Barra de ferro galvanizado 6m x
É fundamental para instalação do
Unidade
1
3,5cm diâmetro
intrumento
Pena de leitura
Manter a qualidade dos dados
Unidade
10
Disco Piché (hóstia)
Manter a qualidade dos dados
Unidade
10
Diagrama reto
Caixa
7
Diagrama de curva curta Heliógrafo
Caixa
5
Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de
Caixa
7
dados
Diagrama para o Termohigrógrafo
Caixa
2
Diagrama para o Barógrafo
Caixa
2
Diagrama para o Pluviógrafo
Caixa
5
Chapa de aço 5mm 40x60
Unidade
1
É fundamental para intalação do
instrumento
Flange de 3,5
Unidade
1
Moerão
É essencial para a construção do sítio
Unidade
10
meteorológico
Pincel de 2 polegadas
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Pincel de 1 polegada
Manter a qualidade dos dados
Unidade
1
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m
Manter a qualidade dos dados
Unidade
2
Galão 3 litros de tinta a óleo branca Manter os padrões estabelecidos pela
Unidade
1
Galão 18 litros de tinta acrílica branca OMM
Unidade
1
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
1
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
1
Instalação e manutenção dos
Recuperar e manter o bom
Unidade
1
instrumentos nas estações
funcionamento das estações
meteorológicas
meteorológicas de Santa Catarina
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Máquina de cortar grama
Lanterna
Calculadora
Armário porta arquivos
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
É fundamental para fazer manutenção
noturna
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços de
manutenção das estações
meteorológicas
Valor
Unitário
3,50
3.500,00
15,00
1.200,00
Valor Total
7,00
3.500,00
15,00
1.200,00
1.500,00
1.500,00
25,00
1.625,00
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
10,00
11,00
200,00
200,00
200,00
260,00
260,00
260,00
50,00
80,00
20,00
100,00
110,00
1.400,00
1.000,00
1.400,00
520,00
520,00
1.300,00
50,00
80,00
200,00
7,00
5,00
400,00
40,00
150,00
30,00
200,00
3.000,00
7,00
5,00
800,00
40,00
150,00
30,00
200,00
3.000,00
Unidade
1
520,00
520,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
1
420,00
420,00
continua
Página 131
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Videira. (continuação)
Descrição
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Computador
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro máx/mín Tanque
Tanque evaporação Classe A
Pluviômetro Ville de Paris
Anemômetro de concha totalizador
(2m)
Termohigrógrafo
Evaporímetro de Piché
Termômetro comum
Geotermometro (50cm de
profundidade)
Geotermometro (30cm de
profundidade)
Geotermometro (20cm de
profundidade)
Geotermometro (10cm de
profundidade)
Geotermometro (5cm de
profundidade)
Termômetro de mínima
Termômetro de máxima
TOTAL
Unidade de
Justificativa
fornecimento Qtde
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Mobiliar o escritório
Unidade
1
Auxiliar na impressão de documentos
Unidade
1
Armazenar e transmitir dados
Unidade
1
meteorológicos
Unidade
1
Unidade
1
Unidade
1
Unidade
1
Unidade
1
Unidade
2
Unidade
1
Gerar informações meteorológicas
para armazenamento em banco de
dados e contribuir com pesquisas na
área acadêmica e sociedade em geral
Valor
Unitário
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
1.800,00
Valor Total
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
1.800,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
2.500,00
1.000,00
3.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
2.500,00
2.000,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
2
2
2
3
4.000,00
600,00
650,00
350,00
8.000,00
1.200,00
1.300,00
1.050,00
Unidade
3
300,00
900,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
2
300,00
600,00
Unidade
Unidade
4
2
650,00
650,00
2.600,00
1.300,00
58.923,55
Página 132
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 50 – Planta baixa do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira.
Página 133
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira.
DADOS FÍSICOS DA OBRA
Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das
obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação dos Laboratórios de Análise de Bebidas, na ampliação e
adequação do Laboratório de Frutas e na adequação da Cantina de Sucos e Vinhos da Estação Experimental de Videira.
Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados
nas obras.
Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das
obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte
integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e
convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas:
AB3T
Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a
qualidade dos materiais a serem empregados nas obras.
3BR
Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04,
conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO.
MB
Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente.
I3METRO
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
No Laboratório de Análises de Bebidas será realizada a ampliação de 251,43 m2 e a adequação da estrutura física, conforme
a prancha 01/04 em anexo. No Laboratório de Frutas será realizada a ampliação de 118,92 m2 e a adequação da estrutura
física, conforme a prancha 03/05 em anexo. Na Cantina de Sucos e Vinhos será realizada a adequação da estrutura física do
pavimento térreo, conforme prancha 04/05 em anexo, e do subsolo, conforme prancha 05/05. O executor da obra deverá
seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes.
Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor
funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e
anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do
projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante.
A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da
comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas.
Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir:
1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA;
2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma
de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário;
3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à
prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de
conservação, locação e níveis;
4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada
a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas
providências.
5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a
CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO.
6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores.
7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela
FISCALIZAÇÃO.
8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra.
Continua
Página 134
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de
Videira. (coninuação)
FISCALIZAÇÃO
A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra
poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável.
ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS
1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA
O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela
fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do
CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da
CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do
consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto
da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado.
O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A
utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser
acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços
iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de
responsabilidade da CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e
vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de
obras.
Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18,
aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.
A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários,
pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá
exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI.
São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
Capacetes de segurança;
Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço;
Botas de borracha;
Luvas de proteção para mãos e braços;
Cintos de segurança, onde houver risco de quedas;
Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos;
Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes;
Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo.
Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da
CONTRATADA que providencie o mesmo.
23.1 Movimento de terra e limpeza do terreno
As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a
escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com
as sapatas dimensionadas.
O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado.
23.2 Locação da obra
A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação
será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA).
Continua
Página 135
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de
Videira. (coninuação)
24 I3FRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as
mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
25 SUPRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características
e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
26 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS
26.1 Paredes
A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de
cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico,
perfeitamente aprumada e no esquadro.
Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos
padrões da alvenaria do prédio existente.
26.2 Cintas e vergas
Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no
mínimo 20 centímetros o vão existente.
27 COBERTURA E FORRO
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e
padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
28 ESQUADRIAS
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e
arquitetônicos existentes.
29 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser executadas de acordo com projeto específico.
A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser
distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto
na parede.
A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao
lado da edificação.
As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm.
Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral.
Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de
laboratório.
30 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS
8.1 Instalação de água
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá
derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente.
Continua
Página 136
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de
Videira. (coninuação)
8.2 Esgoto
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos.
Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido
por empresa / instituição competente.
31 PISOS E PAVIME3TAÇÕES
31.1 Regularização
A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia.
31.2 Piso cerâmico
Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante,
mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e
antibactericida.
O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4.
32 REVESTIME3TO
32.1 Chapisco
Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa).
32.2 Reboco
Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento,
cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser
feito com feltro.
32.3 Cerâmico
Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado
cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de
alta adesividade.
33 PI3TURA
Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como
gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas
deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado.
A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e
tinta epoxi se for especificado.
A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas
demãos de tinta latex.
Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico
(imitação de tijolo à vista), se for especificado.
34 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA
Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra
dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a
qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura.
Página 137
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 52 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP.
Nº
Descrição
Justificativa
1 Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
2 Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de sinal
portas POE
de rede de forma rápida
com gerenciamento remoto
e alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
3 Datashow
Apresentação de trabalhos
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
Unidade
1
1
1.200,00
3.000,00
1.200,00 Florianópolis
3.000,00 Florianópolis
Unidade
1
4.000,00
4.000,00 Florianópolis
Valor Unitário
Valor Total
Município
Página 138
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF.
Nº
Descrição
Justificativa
1Obra de adequação da
Melhoria das condições
estrutura física da Unidade de de segurança e
Beneficiamento de Sementes adequação para a
finalidade de possibilitar
(Ver Anexo 54, página
144 e Anexo 55, página a) a produção de
sementes básicas do
145)
Centro de Pesquisas e b)
a prestação de serviços
de beneficiamento e
classificação de sementes
aos agricultores
familiares.
2Colhedeira de parcelas com Colheita de parcelas
experimentais com
largura de corte de 1,4m e
altura de corte de 0,05 a 0,5m culturas de inverno e de
com regulação hidráulica,
verão.
molinete tipo pickup de 5
barras com rotação variável e
regulação de altura hidráulica,
cilindro batedor de barras de
0,8m de largura e rotação
variável. Côncavo com área
de separação de 0,24m2.
Saca palhas e peneira com
área de separação de 1,8m2.
Motor 1.6 de 4 cilindros
refrigerados a água sob
combustão com gasolina ou
GLP. Velocidade
deslocamento a 1,3 a 14
km/h. Direção hidrostática,
freio nas rodas dianteiras,
com ação individual ou
conjunta. Sistema elétrico de
12 volts, faróis e sinaleiras.
Pneus dianteiros de 7,5 x 16,
traseiros de 18 x 8,50-8.
3 Conjunto de irrigação (Ver
Manutenção de
experimentos de
Anexo 56, página 148)
competição de cultivares,
em períodos de estiagem.
4Estufa com circulação forçada Possibilita a secagem
de ar
uniforme do material
disposto
5Balança decimal
Obtenção da massa seca
ou úmida dos materiais
colhidos dos
experimentos.
6Balança comum sacaria
Pesagem sacaria grãos
7Aspirador de ar
Possibilita adequada
limpeza dos
equipamentos de
classificação de
sementes.
8Peneiras
Necessário para o
desempenho dos
equipamentos instalados.
9Fornalha
Para secagem de grãos.
Unidade de
fornecimento
Qtde
m²
431
Unidade
1
Unidade
1
33.100,00
33.100,00 Chapecó
Unidade
1
3.340,00
3.340,00 Chapecó
Unidade
1
3.545,00
3.545,00 Chapecó
Unidade
Unidade
1
1
2.030,00
1.070,00
2.030,00 Chapecó
1.070,00 Chapecó
Unidade
4
450,00
1.800,00 Chapecó
Unidade
1
11.650,00
11.650,00 Chapecó
Valor Unitário
Valor Total
Município
629,41 271.263,87 Chapecó
198.000,00 198.000,00 Chapecó
Continua
Página 139
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.)
Nº
Descrição
Justificativa
10Obra de adequação da
estrutura física da Câmara
Seca (Ver Anexo 57,
Adequação da estrutura
física para conservação
do banco de
página 149 e Anexo 58, germoplasmas "in situ"
(Câmara Seca 7 x 6m;
página 150)
ante-câmara: 2 x
6m)(sementes). Paredes
com isolamento de
polipropileno (isopor) e
porta frigorífica com
vedação.
11Obra de adequação da
Ampliação da estrutura
estrutura física para abrigar física, com pé direito de
casa de apoio para pesquisa 4m e readequação de
telhado, pilares, piso e
de milho (Ver Anexo 59,
paredes para abrigar
página 152)
container de conservação
de sementes.
12Desumidificador
Retirada de umidade do
ambiente.
13Prateleiras metálicas
Disposição dos materiais
armazenados.
14Climatizador
Controle de temperatura
interna.
15Banco de germoplasma ex
Banco de germoplasma
situ
ex-situ de erva-mate para
produção de sementes
melhoradas.
16Mesa classificadora de
Limpeza e controle de
sementes florestais, balança qualidade das sementes,
eletrônica e medidor de
visando o
temperatura, para banco de armazenamento e a
germoplasma ex situ
menor perda de vigor e
poder germinativo para
melhoria das sementes
ofertadas aos produtores
de mudas florestais.
Avaliações de massa e
temperatura.
17Equipamentos para banco de Manutenção da limpeza
germoplasma ex situ
da área e controle de
(roçadeira mecanizada e
pragas e doenças.
pulverizador mecanizado)
18Casa de vegetação/Estufa
Melhoria das condições
agrícola de 10 x 12m com
de trabalho na produção
filme duplo inflado (0,15mm); de mudas e material
sistema de nebulização;
vegetal em ambiente
sistema de aquecimento; e, controlado.
sistema de refrigeração (Ver
Unidade de
fornecimento
Qtde
m²
54
864,81
46.700,00 Chapecó
m²
84,5
284,26
24.020,29 Chapecó
Unidade
1
1.400,00
1.400,00 Chapecó
Unidade
10
560,00
5.600,00 Chapecó
Unidade
1
4.500,00
4.500,00 Chapecó
ha
5
2.000,00
10.000,00 Chapecó
Unidade
1
16.800,00
16.800,00 Chapecó
Unidade
1
9.400,00
9.400,00 Chapecó
Unidade
1
54.030,00
54.030,00 Chapecó
Unidade
1
94.543,55
94.543,55 Chapecó
Valor Unitário
Valor Total
Município
Anexo 60, página 154)
19Obra e serviços para
recuperação da estação
meteorológica de Chapecó
(Ver Anexo 61, página
158)
Auxiliar nas atividades e
serviços de manutenção
das estações
meteorológicas
Continua
Página 140
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.)
Nº
Descrição
Justificativa
20Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede
Sensor de pressão piezo
hidrometeorológica
resistivo submersível, corpo
em aço inox ou titânio. Sensor
a dois fios. Membrana em aço
inox ou cerâmica. Range 0 a
10 metros de coluna de água,
saída 4-20 mA com exatidão
mínima de 0,25%.
Alimentação 12V. Cabo de 20
metros com capilar interno
para referência de pressão
atmosférica. Dimensões
máximas do corpo: (tubular)
40mm de diâmetro x 250mm
de comprimento.
21Aquisição de sensor de
Modernização da rede
radiação solar global: Sensor hidrometeorológica
de radiação solar global com
especificações mínimas de:
• Faixa de medição de 0 a
2000W m-²;
• Temperatura de operação
de -40°C a 55°C;
• Umidade relativa do ar de
operação de 0 a 100%;
• Espectro de operação de
300 a 1100 nm;
• Precisão de 1% operando
entre 5° e 40 °C.
Saída em tensão de 0 a 1[V].
Dimensões máximas de 3 cm
de diâmetro por 3 cm de
altura. Fornecido com cabo
blindado, com condutores
flexíveis e resistentes ao
tempo, de comprimento
mínimo de 2 metros.
22Aquisição do sensor de
Modernização da rede
pressão atmosférica digital: hidrometeorológica
Sensor barométrico com
especificações mínimas de:
• Escala de medição entre
600 e 1100 mBar;
• Precisão de 0,5 mBar
operando a 20°C;
• Temperatura de operação
de -40° a 60°C;
Saída em tensão de 0 a
2,5[V].
23Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede
par de rádio, transmissor e
hidrometeorológica
receptor tecnologia wireless
802.11.g, Servidor RS232.
Taxa de transmissão mínima
54Mbps.
24Aquisição PC Pentium IV,
Modernização da TI do
3,0Ghz, HD 250 Gb, 2 Gb
Centro de Pesquisa.
memória RAM, mouse,
teclado, monitor LCD 17”
25Switch KVM com
Acesso remoto a
monitor/teclado/mouse
servidores
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
3
2.200,00
6.600,00 Chapecó
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Chapecó
Unidade
1
1.000,00
1.000,00 Chapecó
par
1
2.000,00
2.000,00 Chapecó
Unidade
7
2.800,00
19.600,00 Chapecó
Conjunto
1
2.200,00
2.200,00 Chapecó
Valor Unitário
Valor Total
Município
Continua
Página 141
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.)
Nº
Descrição
Justificativa
26Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
27Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada
10 Kva
exclusiva para os
computadores da unidade
28Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto
29Switch Gerenciável de 26
Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de
monitoramento)
30Datashow
Apresentação de
trabalhos
31Ar condicionado Split
Manutenção da
temperatura na sala de
servidores/ativos
32Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação
rede da Sede Administrativa e da Infra-estrutura interna
Biblioteca
33Central Telefônica IP
Comunicação interna e
entre as unidades de
pesquisa via telefonia IP
34Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de
os prédios
rede entre os prédios
35Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas,
de Proteção contra descargas equipamentos e
atmosféricas)
instalações
36Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos
usuários
usuários no acesso às
informações
37Cabine fluxo laminar vertical - Equipamento essencial
classe I - série "FLV-M" para um laboratório que
Tamanho 1
manipula
microorganismos, meios
de cultura e atividades
relacionadas à
microbiologia/fitopatologia
. Com ele, haverá
menores índices de
contaminação por
microorganismos
indesejáveis e a pureza
dos isolados
fitopatogênicos
preservados e dos
trabalhos de pesquisa
com fitopatologia
38Agitador de tubos (vortex),
Equipamento
velocidade 0 a 300 rpm
indispensável para o
Laboratório de
Fitossanidade no
diagnóstico de
doenças/pragas.
39Espectrofotômetro UV-visivel Utilizado em trabalhos de
com duplo feixe, varedura
calibração de curvas de
cinética e controle de
inoculação e avaliação da
temperatura
atividade enzimática.
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
Unidade
4
2
1.200,00
3.000,00
4.800,00 Chapecó
6.000,00 Chapecó
Unidade
2
1.200,00
2.400,00 Chapecó
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Chapecó
Unidade
1
4.000,00
4.000,00 Chapecó
Unidade
2
1.500,00
3.000,00 Chapecó
Unidade
1
80.000,00
80.000,00 Chapecó
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Chapecó
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Chapecó
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Chapecó
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Chapecó
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Chapecó
Unidade
1
800,00
800,00 Chapecó
Unidade
1
35.000,00
35.000,00 Chapecó
Valor Unitário
Valor Total
Município
Continua
Página 142
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.)
Unidade de
fornecimento
Qtde
Precisão na identificação
de fungos/pragas nas
sementes de espécies
cultivadas.
41Microscópio trinocular com
Identificação dos
saída para fotomicrografia
patógenos/pragas
com ampliação de 1000 X
presentes em amostras
experimentais.
42Obra de adequação da
Estruturar o laboratório de
estrutura física do Laboratório análise de solos para
de Solos do Ceapf – Chapecó atender a demanda de
pesquisa e usuários em
(Ver Anexo 62, página
160 e Anexo 63, página geral no que concerne à
avaliação da qualidade do
161).
solo em seus aspectos
físico-químicos.
Adequação do laboratório
de solos para atender as
normas da ISO 17.025.
43Móveis e balcões para
Estruturar o laboratório de
laboratórios de solos
análise de solos para
ampliado
atender a demanda de
pesquisa e usuários em
geral no que concerne à
avaliação da qualidade do
solo em seus aspectos
biofísicos. Atender a
demanda crescente por
análise de resíduos
orgânicos e industriais
44ESPECTROMETRO DE
Atender à pesquisa e
INFRAVERMELHO PRÓXIMO usuários em geral na
- com Mid-IR e Near-IR; Ótica qualificação de análises
selada e dessecada que confere de solo, bem com eliminar
imunidade aos espelhos com
o uso de acido sulfúrico e
range estendido de Brometo de dicromato de potássio em
potássio (KBr) para a região
análises de matéria
espectral Mid-IR e Fluoreto de
orgânica.
Unidade
2
4.000,00
8.000,00 Chapecó
Unidade
1
25.000,00
25.000,00 Chapecó
m²
92,05
m²
12
Unidade
1
45Estufa para secagem com
circulação de ar
Unidade
1
Nº
Descrição
Justificativa
40Microscópio esteroscópio,
binocular com zoom, ocular
20 x ampliação 7,5 a 136 x
Valor Unitário
Valor Total
Município
1.926,13 177.300,27 Chapecó
1.500,00
18.000,00 Chapecó
305.000,00 305.000,00 Chapecó
Cálcio (CaF2) para a região
espectral do Near-IR. Dois
detectores com temperaturas,
uma otimizada para MIR e outra
para NIR. Cela integrada de gás
metano que fornece calibração
constante. Faixa de varredura de
14.700 - 350cm-¹. Relação sinal
ruído melhor que 35.000:1 RMS
ou melhor que 10 x 10-6 Abs
RMS. Verificação de Performance
Automática contendo filtros de
materiais de referência
rastreáveis e software que
permite efetuar testes de
contaminações, energia,
abscissa, ordenada, ruído, ASTM
e USP. Compensação automática
de CO2 e H2O. Interface TCP/IP
para conexão direta com LAN.
Conjunto de software, acessório
de infravermelho próximo (NIRA),
acessório de reflectância
atenuada total universal (UATR)
para análise de sólidos e líquidos,
kit geral de preparo de amostras
para infravermelho de sólidos,
líquidos pastas e géis.
Secagem de amostras de
solo e resíduos orgânicos
durante o processo
analítico.
12.000,00
12.000,00 Chapecó
Página 143
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 54 – Planta baixa da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó.
Página 144
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó.
1. GE3ERALIDADES
1.1.Objeto
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade estabelecer as condições que orientarão os serviços de execução da
estrutura pré-moldada, pelo sistema de Empreitada Global, com fornecimento de material e mão-de-obra, destinada à
execução de um Barracão Pré-moldado, para EPAGRI ( Empresa de Pesquisa Agropecuaria e Extenção Rural de Santa
Catarina).
Com área a ser executada é de 430,98m², a unidade 01.UBS (Unidade de Beneficiamento de Sementes) localizada na
estrutura da EPAGRI , Cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina.
1.2. Obrigações da Empreiteira
Para a fiel observância e perfeitas execuções dos serviços, a empreiteira manterá na obra pessoal técnico habilitado e
obrigar-se-á a prestar assistência técnica e administrativa, com finalidade de imprimir aos trabalhos o ritmo necessário ao
cumprimento dos prazos contratuais, além de fornecer e conservar no canteiro de obra, os equipamentos mecânicos e o
ferramental indispensável ao desenvolvimento dos trabalhos, bem como, todos os materiais necessários e mão de obra
adequada à natureza dos serviços.
Será de responsabilidade da Empreiteira a formação do quadro técnico pessoal.
A guarda dos equipamentos e ferramentas, bem como, a guarda dos materiais necessários para a execução da reforma da
obra ficará sob inteira responsabilidade da Empreiteira, não cabendo ao Estado de Santa Catarina ressarcimento algum,
devido à perda ou roubo dos materiais, bem como a perda ou estrago de qualquer equipamento ou ferramenta.
Fica a cargo da Empreiteira, o fornecimento e Registro das Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), no
Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Santa Catarina (CREA/SC), referente
aos serviços a serem executados na obra.
Enfim, as obrigações da empreiteira vão desde a instalação do canteiro de obras até a entrega final e definitiva da
construção, em pauta no item 1.1. Objeto.
1.3. Outras Considerações
A empreiteira deverá manter na obra, somente pessoal capacitado para o bom andamento da mesma. Qualquer elemento
pertencente à Empreiteira que, a critério da Fiscalização do Estado de Santa Catarina, demonstrar incapacidade técnica
ou se portar indevidamente, criando dificuldades para o bom andamento dos serviços, deverá ser substituído num prazo
de até 48 horas, a contar da data da notificação por escrito.
Qualquer serviço que a critério da fiscalização, for julgado executado em desacordo com as especificações técnicas ou não
tiver qualidade de execução satisfatória, quer quanto aos materiais aplicados, quer quanto à mão de obra empregada, será
desfeito e/ou refeito pela Empreiteira, sem ônus para ao Estado de Santa Catarina.
2. SERVIÇOS PRELIMI3ARES
2.1. Instalações Provisórias
A empresa contratada deverá construir um barraco, para depósito de materiais e ferramentas, e alojamento de pessoal. As
instalações provisórias compreendem ainda a instalação de água e energia e outras despesas que se fizerem necessárias.
2.2. Placa da Obra
Deverá ser instalado uma placa de 2,00 x 1,00 na parte frontal do colégio, no padrão do estado de Santa Catarina, com
todos os dados respectivos da obra.
2.3. Demolições
Deverá ser retidado todo o reboco que estiver soltando, ou com problemas de infiltrações, tambem deverá ser demolido o
concreto, contrapiso e piso ceramico nos locais das futuras rampas de acesso a deficientes fisicos.
A empreiteira devera demolir o galpão provisório ao final da obra.
3. I3FRA E SUPRA ESTRUTURA
Serão executados Estruturas pré-moldado para dois barracões contendo: pilares, vigas, tesouras, fundações e
cobertura.
3.1. Escavações e reaterros
As cavas para as fundações, deverão atingir um solo com resistência compatível com as cargas a serem suportadas. Na
execução de cortes e aterros deverão ser obedecidas as seções e cotas estabelecidas nos projetos.
Os reaterros e aterros deverão ser devidamente compactados com equipamento mecânico ou manualmente, conforme a
necessidade, de acordo com as normas técnicas sobre o assunto. Todos os entulhos derivados da obra serão retirados
pela emprenteira.
continua
Página 145
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó.
(continuação)
3.2. Sapatas e Vigas de Baldrame
As sapatas e vigas de baldrame serão executadas em concreto armado, dimensionadas em conformidade com as cargas
resultantes da estrutura, capacidade de suporte do solo e em conformidade com as Normas Técnicas.
As dimensões das formas e ferragens das armaduras, bem como sua posição, deverão ser detalhadas nos projetos
estruturais das fundações.
As formas, deverão seguir rigorosamente as dimensões e posições do projeto, sendo executadas com madeira de boa
qualidade, seca, sem rachaduras, empenas ou outros defeitos que venham prejudicar a qualidade dos serviços. Após a
montagem, as formas devem ser niveladas com brita n° 1, prumadas e perfeitamente estanques.
Na execução das fundações deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 18 MPa.
3.3 Estrutura de Concreto Armado
A estrutura de concreto armado será composta de pilares, vigas e tesouras.
As ferragens das armaduras e formas, tanto das vigas como dos pilares e tesouras, deverão seguir o projeto estrutural,
elaborado por profissional habilitado, e de responsabilidade da empresa contratada.
Após a montagem as da vigas, pilares e das tesouras os mesmos devem ser niveladas, prumadas e perfeitamente estanques.
Na execução das estruturas deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 20 MPa.
3.4 Estrutura de Metal
Deverá ser feito um reforço metalico (tirantes) na estrutura de cobertura do coberto, o mesmo deverá ser fixados no pilares.
4. COBERTURA E PROTEÇÕES
4.1. Cobertura
As terças serão de madeira de lei de primeira qualidade, onde as mesmas terão um espaçamento maximo de 1,50 m cada.
A cobertura será de telhas fibrocimento 6mm, com cumeeira de demais acessorios da mesma marca da cobertura.
Não será tratado em calhas metálicas nesta etapa do serviço.
5. IMPERMEABILIZAÇÃO
Os baldrames receberão duas demãos cruzadas de isol ou igol.
6. COMPLEME3TAÇÃO DA OBRA
A obra deverá ser entregue completamente limpa, sendo que, todo o entulho deverá ser removido.
No final da obra a fiscalização, fará uma vistoria minuciosa a fim de garantir a pronta reparação de qualquer
serviço, que a critério da fiscalização, esteja em desacordo com o projeto ou com o combinado.
ORÇAME3TOS DOS QUA3TITATIVOS
Orçamento para Execução/Montagem de Estrutura Pré-moldada de Barracão
Área – 430,98 m² Unidade 01
UBS (Unidade Beneficiamento de Sementes) – EPAGRI Chapecó - SC
código
Descrição dos serviços
un. qdade
S E R V I Ç O S
I 3 I C I A I S
unit.
total
43.222
Depósito compensado resinado 12mm sem Forro
m²
16,00
255,59
4.089,44
42.583
Escavação manual até 1,00 m
m³
63,26
21,62
1.367,68
47.981
Placas responsáveis Técnicos
m²
2,00
135,43
270,86
42.951
Locação da obra
m²
1.134
2,73
3.095,82
42.544
Demolição manual de concreto simples
m³
3,21
273,63
878,35
42.531
Demolição de Alvenaria Tijolo Maciço
m²
366,80
34,59
12.687,61
42.581
Carga manual Transp. Ent/caminhão10km
m³
21,65
43,50
941,77
R$23.331,53
continua
Página 146
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó.
(continuação)
I3FRA
- E S T R U T U R A
43.239
Lasto de Brita h= 0,6 cm
m³
8,90
109,34
973,26
42.616
Sapata de Concreto Armado 18 MPA
m³
21,50
1.271,47
27.336,60
SUPRA
- E S T R U T U R A
R$ 28.309,86
Pilar de CA pre-fabricado,incl.
42.648
transporte/montagem/equi/18Mpa
m³
10,56
1.194,00
12.608,64
42.657
Vigas de concreto armado pre-fabricado 18 Mpa
Tesouras\terça de concreto armado pré-fabricado
fck 18MPA
Concreto pre-fabricado em infra/supra estrutura,
terças (matéria+mão-de-obra)
Estrutura Metalica Viga/ Pilares /Tirantes/
Chumbadores /ETC
M³
6,62
1.194,00
7.904,28
m³
13,00
1.194,00
M²
4,80
250,89
M²
13,88
136,76
42.655
42.636
42.637
16.477,20
1.204,27
1.898,22
R$ 40.092,61
COBERTURA E PROTEÇÕES
42.721
Estrutura de madeira vão medindo 15m telha
fibrocimento
m²
94,40
43,41
4.097,90
42.729
Cobertura com telha de fibrocimento 6 mm
431,00
25,61
11.097,91
m²
R$ 15.195,81
PAVIME3TAÇÕES
42.640
Concreto para -piso e calçadas 20mpa
m³
PAREDES PAI3EIS E ESQUADRIAS
Alvenaria tijolo 6 furos a vista 15,00cm material +
42.663
mão de obra
m²
Janela basculante de ferro galvanizado completo
42.685
com ferragens
m²
42.601
Portão de ferro galvanizado
m²
431,00
216,00
R$ 93096,00
485,50
33,53
16.278,81
32,00
308,15
15,96
260,01
9.860,80
4.149,75
R$ 30.289,36
I3STALAÇÕES
Instalações elétricas conforme projeto material +
43.554
mão de obra 8% cub
m²
Instalações Hidráulicas conforme projeto material +
42.977
mão de obra 8% cub
m²
62,10
430,98
68,03
10,00
26.763,85
680,30
R$ 27.444,15
SERVIÇOS FI 3AIS
42.844
Desmontagem de galpão provisório
m²
16,00
19,57
313,12
42.846
Limpeza da Obra
m²
430,98
4,32
1861,83
43.909
Pintura esmalte sobre alvenaria 2d
m²
970,00
11,68
11.329,6
R$13.504,55
VALOR TOTAL R$
R$271.263,87
Página 147
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 56 – Orçamento do conjunto de irrigação para o CEPAF- Chapecó.
Quanti- UniDescrição do componente
dade
dade
120
un
Cano 100mm com engate rápido de
metal
4
un
Curva 90º, 100mm com engate rápido
de metal
2
un
Registros para desvio da água 100mm
com engate rápido de metal
4
un
“T” 100mm com engate rápido de
metal
4
un
Curvas 60º com engate rápido de
metal
4
un
Aspersores tipo canhão – raio de ação
48m
4
un
Torres para instalar canhão, com
suporte para fixação e adaptação p/
100mm
10
m
Mangueira de sucção com grade de
proteção contra impurezas com
válvula de retorno
6
un
Tampão 100mm com engate rápido de
metal
1
un
Válvula pós bomba para evitar retorno
da água para a bomba no desligar o
motor
1
un
Bomba
1
un
Motor diesel com partida elétrica BD
100 ou acima
Total
Valor
unitário
120,00
Valor Total
14.400,00
112,50
450,00
210,00
420,00
70,00
280,00
90,00
360,00
1.270,00
5.080,00
127,50
510,00
36,00
360,00
40,00
240,00
230,00
230,00
3.280,00
6.490,00
3.280,00
6.490,00
32.100,00
Página 148
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 57 – Planta baixa da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó.
Página 149
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó.
A – LOCAL DA INSTALAÇÃO: Chapecó / SC
B – DIMENSIONAMENTO DAS CÂMARAS:
B.1 – CÂMARA DE RESFRIADOS (GABINETE FRIGORÍFICO):
Dimensões (câmara)
6,00 x 7,00 x 3,00 m
Dimensões (antecâmara) 2,00 x 7,00 x 3,00 m
Produto à armazenar
Sementes
Carga p/dia
1.000 kg/dia
Temperatura de operação + 4 ºC
Temp. entrada do produto + 25 ºC
Umidade Relativa do ar 50 %
Tempo funcionamento/dia 20 h
Carga Térmica 6.210 kcal/h
Espessura do Isolamento (Parede e Teto) 100 mm
B.2 – EQUIPAMENTOS FRIGORIFICOS:
Quantidade
01
Fabricante
Termoprol Zanotti
Modelo MTM 420H
Potência HP
4,50 HP
Temp. Evap/Cond
-3 / +43 ºC
Capac. kcal/h
8.631 kcal/h
Fluido Refrig. R 22
C – ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS
C.1 – PAINÉIS FRIGORÍFICOS.
168,00 m² de painéis duas faces de poliestireno expandido coeficiente de condutibilidade térmica global de 0,028 kcl/m.h.
°C, sendo 121 m² de 100mm e 47 m² de 50mm. Os painéis são revestidos com chapa de aço carbono zincada por processo
contínuo de imersão à quente conforme NBR7008 ZC com espessura de 0,50 mm e deposição de zinco de 0,015 mm em
cada face. Acabamento de cristais normais, oleamento tipo leve que lhe confere melhor proteção contra ferrugem branca
durante o transporte e estocagem antes da pré-pintura. A pré-pintura será composta de 5 micras de fundo epóxi na face
externa, 01 camada polietileno na face externa e 5 micras de fundo epóxi na face interna, paredes e teto e 55,00 m² de
placas de poliuretano E=150 (75 + 75 mm) para o piso.
C.2 - PORTA FRIGORÍFICA.
01(UMA) porta frigoríficas giratória medindo 1000 x 2.100 x 100 mm , revestimento da folha em chapa de aço pintado na
cor branco K-100.
C.3 – ACESSÓRIOS DE MONTAGEM
Conjunto de acessórios para montagem dos painéis constituídos basicamente por perfis de chapa galvanizadas e prépintadas para arremates das junções angulares internas e externas, perfis angulares de chapa galvanizada para junções de
topo, mastique para vedação, rebites, buchas plásticas, parafusos, arruelas e porcas para fixação.
C.5 – SERVIÇOS E MONTAGEM
Executaremos a montagem dos materiais propostos nos itens anteriores através de equipe especializada. Será fornecido todo
o ferramental necessário para a execução da obra assim como todas as despesas como os encargos sociais e trabalhistas do
pessoal alojado na obra.
C.6 – EXCLUSÕES
Estão excluídos de nosso fornecimento os seguintes materiais e serviços:
à Iluminação provisória do canteiro de obras e pontos de energia elétrica para o uso de ferramentas.
à Todo e qualquer serviço de alvenaria.
à Todo e qualquer material ou serviço não especificado na proposta.
Continua
Página 150
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. (continuação)
C.7 – GARANTIA
C.7.1 – GARANTIA DOS MATERIAIS
Garantimos a qualidade dos materiais de nosso fornecimento pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data de entrega. O
período de garantia cessará quando a câmara for submetida à utilização inadequada, negligência nas observações das
instruções para operação e manutenção, emprego de peças não genuínas, modificações ou adaptações realizadas por pessoas
não autorizadas. A garantia aplica-se somente ao item danificado, não nos responsabilizando pelas conseqüências advindas
de seu mau funcionamento, bem como não darão direitos a indenizações de qualquer natureza ou retenção de parcelas
devidas.
D - ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS
Trata-se de equipamentos compostos de conjunto evaporador e conjunto condensador em uma única peça.
Estrutura reforçada tipo monobloco, tratada com anti-ferrugem e acabamento em pintura industrial.
A serpentina evaporadora será fornecida em tubo de cobre e aleta corrugada de alumínio, coletor multi-tubo, degelo alta
eficiência por resistências posicionadas em pontos estratégicos da serpentina, o que garante um máximo rendimento e
conseqüente economia de energia elétrica.
Os ventiladores são frontais, com hélices em aço estampado.
A expansão do fluido frigorígeno é propiciada por capilar.
O condensador segue as mesmas características do evaporador, com área de troca necessária e suficiente para que o sistema
trabalhe com pressões compatíveis com as temperaturas internas desejadas.
O quadro elétrico será em polipropileno, dotado de “controlador lógico programável” que controlará todas as funções do
equipamento. O sistema terá proteção do esquema de força por disjuntor eletromagnético e de comando por fusível, sendo o
compressor alimentado por chave eletromagnética.
O compressor será do tipo hermético alternativo, com proteção por protetor térmico acoplado ao mesmo, alto desempenho e
baixo nível de ruído.Kcal/h a -20°C, com temperatura de evaporação a -26°C; com comando automático controlado por
micro processador digital com 38 parâmetros e indicador de temperatura.
D.1 – GARANTIA DO EQUIPAMENTO
A garantia dos materiais e equipamentos de nosso fornecimento é de 12 MESES a partir da data de faturamento. Durante o
período de garantia nos comprometemos a reparar ou a substituir todo e qualquer material que se apresentar defeituoso ou
de má qualidade e que possam vir a comprometer a instalação; todavia ressalvados os casos de desgastes por uso indevido,
alimentação com energia elétrica fora das especificações da proposta, má utilização ou conservação. No caso de materiais
ou equipamentos de terceiros repassaremos as condições de garantia de nossos fornecedores. A garantia aplica-se somente
ao item danificado, não nos responsabilizando pelas conseqüências advindas de seu mau funcionamento.
Excluem-se as correções necessárias em virtude de vazamentos, mau uso ou por motivo de força maior ou intempérie;
também excluída fica a garantia relativa a motores elétricos, no tocante à parte de bobinados, bem como de contactoras e
bobinas.
Serão cobradas as despesas de viagens, estadias e refeições dos técnicos em serviço de garantia, bem como frete dos
materiais.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: A garantia de eficiência de nossos equipamentos fica vinculada e dependente dos
parâmetros fornecidos por nosso cliente ou distribuidor e que se encontram definidas no item "B - DIMENSIONAMENTO
DAS CÂMARAS", para exigibilidades técnicas de funcionamento futuras.
E – CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO
Valor Total:
R$: 46.700,00
Página 151
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de
milho do Cepaf Chapecó.
1. GE3ERALIDADES
1.1.Objeto
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade estabelecer as condições que orientarão os serviços de execução da ampliação da casa
de apoio do milho/Banco de Germoplasma.
Com área a ser executada é de 84,50 m², localizada na estrutura da EPAGRI, na Cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina.
1.2. Obrigações da Empreiteira
Para a fiel observância e perfeitas execuções dos serviços, a empreiteira manterá na obra pessoal técnico habilitado e obrigar-se-á a
prestar assistência técnica e administrativa, com finalidade de imprimir aos trabalhos o ritmo necessário ao cumprimento dos prazos
contratuais, além de fornecer e conservar no canteiro de obra, os equipamentos mecânicos e o ferramental indispensável ao
desenvolvimento dos trabalhos, bem como, todos os materiais necessários e mão de obra adequada à natureza dos serviços.
Será de responsabilidade da Empreiteira a formação do quadro técnico pessoal.
A guarda dos equipamentos e ferramentas, bem como, a guarda dos materiais necessários para a execução da reforma da obra ficará sob
inteira responsabilidade da Empreiteira, não cabendo ao Estado de Santa Catarina ressarcimento algum, devido à perda ou roubo dos
materiais, bem como a perda ou estrago de qualquer equipamento ou ferramenta.
Fica a cargo da Empreiteira, o fornecimento e Registro das Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), no Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Santa Catarina (CREA/SC), referente aos serviços a serem executados na obra.
Enfim, as obrigações da empreiteira vão desde a instalação do canteiro de obras até a entrega final e definitiva da construção, em pauta
no item 1.1. Objeto.
1.3. Outras Considerações
A empreiteira deverá manter na obra, somente pessoal capacitado para o bom andamento da mesma. Qualquer elemento pertencente à
Empreiteira que, a critério da Fiscalização do Estado de Santa Catarina, demonstrar incapacidade técnica ou se portar indevidamente,
criando dificuldades para o bom andamento dos serviços, deverá ser substituído num prazo de até 48 horas, a contar da data da
notificação por escrito.
Qualquer serviço que a critério da fiscalização, for julgado executado em desacordo com as especificações técnicas ou não tiver
qualidade de execução satisfatória, quer quanto aos materiais aplicados, quer quanto à mão de obra empregada, será desfeito e/ou refeito
pela Empreiteira, sem ônus para ao Estado de Santa Catarina.
2. SERVIÇOS PRELIMI3ARES
2.1. Instalações Provisórias
A empresa contratada deverá construir um barraco, para depósito de materiais e ferramentas, e alojamento de pessoal. As instalações
provisórias compreendem ainda a instalação de água e energia e outras despesas que se fizerem necessárias.
2.2. Placa da Obra
Deverá ser instalado uma placa de 2,00 x 1,00 na parte frontal do colégio, no padrão do estado de Santa Catarina, com todos os dados
respectivos da obra.
3. I3FRA E SUPRA ESTRUTURA
Serão executados Estruturas pré-moldado para uma ampliação contendo: pilares, vigas, tesouras, fundações e cobertura.
3.1. Escavações e reaterros
As cavas para as fundações, deverão atingir um solo com resistência compatível com as cargas a serem suportadas. Na execução de
cortes e aterros deverão ser obedecidas as seções e cotas estabelecidas nos projetos.
Os reaterros e aterros deverão ser devidamente compactados com equipamento mecânico ou manualmente, conforme a necessidade, de
acordo com as normas técnicas sobre o assunto. Todos os entulhos derivados da obra serão retirados pela empreeteira.
3.2. Sapatas e Vigas de Baldrame
As sapatas e vigas de baldrame serão executadas em concreto armado, dimensionadas em conformidade com as cargas resultantes da
estrutura, capacidade de suporte do solo e em conformidade com as Normas Técnicas.
As dimensões das formas e ferragens das armaduras, bem como sua posição, deverão ser detalhadas nos projetos estruturais das
fundações.
As formas, deverão seguir rigorosamente as dimensões e posições do projeto, sendo executadas com madeira de boa qualidade, seca, sem
rachaduras, empenas ou outros defeitos que venham prejudicar a qualidade dos serviços. Após a montagem, as formas devem ser
niveladas com brita n° 1, prumadas e perfeitamente estanques.
Na execução das fundações deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 18 MPa.
3.3 Estrutura de Concreto Armado
A estrutura de concreto armado será composta de pilares, vigas e tesouras.
As ferragens das armaduras e formas, tanto das vigas como dos pilares e tesouras, deverão seguir o projeto estrutural, elaborado por
profissional habilitado, e de responsabilidade da empresa contratada.
Após a montagem as da vigas, pilares e das tesouras os mesmos devem ser niveladas, prumadas e perfeitamente estanques.
Na execução das estruturas deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 20 MPa.
Continua
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de
milho do Cepaf Chapecó. (continuação)
4. COBERTURA E PROTEÇÕES
4.1. Cobertura
As terças serão de madeira de lei de primeira qualidade, onde as mesmas terão um espaçamento maximo de 1,50 m cada.
A cobertura será de telhas fibrocimento 6mm, com cumeeira de demais acessorios da mesma marca da cobertura.
Não será tratado em calhas metálicas nesta etapa do serviço.
5. IMPERMEABILIZAÇÃO
Os baldrames receberão duas demãos cruzadas de isol ou igol.
6. COMPLEME3TAÇÃO DA OBRA
A obra deverá ser entregue completamente limpa, sendo que, todo o entulho deverá ser removido.
No final da obra a fiscalização, fará uma vistoria minuciosa a fim de garantir a pronta reparação de qualquer serviço, que
a critério da fiscalização, esteja em desacordo com o projeto ou com o combinado.
ORÇAME3TOS DOS QUA3TITATIVOS
Orçamento para Execução de Ampliação da Casa de Apoio do Milho/Banco de Germoplasma
Área – 84,50 m²
código
Descrição dos serviços
un.
S E R V I Ç O S
qdade
unit.
total
I 3 I C I A I S
47.981
Placas responsáveis Técnicos
m²
2,00
135,43
270,86
42.951
Locação da obra
m²
84,50
2,73
230,69
R$ 501,55
I3FRA
42.616
- E S T R U T U R A
Sapata de Concreto Armado 18 MPA
m³
4,20
1.271,47
5.340,17
R$ 5.340,17
SUPRA - E S T R U T U R A
Estrutura em concreto armado “in loco” 20mpa, para
vigas e pilares
43.946
42.642
Lage pré fabricada 10cm para forro c/ capa
m³
3,64
1.483,78
5.400,96
m²
84,50
62,14
5.250,83
R$ 10.651,79
COBERTURA E PROTEÇÕES
42.721
Estrutura de madeira vão medindo 15m telha fibrocimento
m²
84,50
43,41
3.668,14
42.729
Cobertura com telha de fibrocimento 6 mm
m²
84,50
22,61
1.910,54
R$ 5.578,69
42.663
PAREDES PAI3EIS E ESQUADRIAS
Alvenaria tijolo 6 furos a vista 15,00cm material + mão de
obra
m² 58,10
33,53
1.948,09
R$ 1.948,09
VALOR TOTAL R$
R$ 24.020,29
Página 153
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2009
Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó.
Estufa Agrícola 10x12m (Aquecimento, Refrigeração e 3ebulização)
1 - DESCRIÇÃO DA ESTUFA:
⇒ Tamanho: Largura: 10m (sendo Um Módulo de 10m); Comprimento de 12m (Sendo Quatro Vãos de 3,0m);
⇒ Pé direito: 3,5m;
⇒ Colunas: Em perfil u enrijecido 20x60x90x60x20x2mm;
⇒ Tubos de reforço: Tubos de reforço entre arcos 30x40x1,25mm galvanizados;
⇒ Calhas: Em alumínio liga 6005T5 com frisos para fixar o plástico, somente entre as estufas já existente e a estufa a ser
instalada;
⇒ Travamento: O travamento da estrutura é feito em tirantes de aço galv. no 6 (5,15mm);
⇒ Portões: Um portão;
⇒ Arcos: Treliça dos em perfil u 20x40x20x2mm e 15x35x15x1,5mm com altura da treliça de aprox. 270mm;
⇒ Lateral: Camada dupla fixa com filme de 0,15mm;
⇒ Cobertura: Camada dupla de filme transparente 0,15mm;
⇒ Estrutura: Em aço galvanizado a fogo;
2 - DESE3HO DA ESTUFA
Fotos e desenhos meramente ilustrativos
3 – COMPO3E3TES
3.1.Acionamento do sistema de 3ebulização:
Para este sistema será instalado um quadro de comando que permitira o acionamento de 1 setor sendo que o setor de
Nebulização será controlado através de um controlador, que permitira o controle da irrigação automaticamente, inclusive
sendo o fator de tempo condição determinante como parâmetro de projeto, e através do temporiza dor um controle de
diminuição de volume de hídrico através de tempo.
Continua
Página 154
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação)
3.2.Quadro de comando:
Será composto por chaves gerais, botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e relés térmicos para proteção de
motores. Caixa será de aço com proteção contra umidade, conforme IP55. interligação com os motores e controle.
3.3.Tubos:
Condução e conexões pecas originais TIGRE, garantindo um aumento na durabilidade do material dentro da estufa.
3.4.Sistema de retrolavagem:
Será instalado na saída das bombas um sistema de retrolavagen que permitirá uma limpeza constante nos filtros.
Diminuindo o entupimento dos micros inclusive nebolizadores.
Componetes para cada saída das bombas:
•
Manômetro glicerinado
•
2 filtros de disco de 1.1/2,
•
6 Registros esfera TIGRE.
•
Pecas de rosca para evitar vazamento TIGRE.
3.5.Passos para a limpeza dos filtros
3.6. Sistema de Refrigeração
•
Sistema de refrigeração através da passagem forçada do ar pelo interior da estufa. O sistema é composto por Um
exaustor disposto em uma cabeceira da estufa e painel evaporativo CELDEK na outra. O sistema será acionado
através de quadro de comando com termostato ambiente e sonda que fará a leitura da temperatura. Quando a
temperatura ultrapassar o limite programado no quadro de comando o sistema será acionado. O exaustor estará
direcionado para fora da estufa, retirando o ar quente. Ao mesmo tempo os painel evaporativo será umedecido. A
medida que o ar passa pelos painel o ar é resfriado e é succionado pelos exaustor na outra extremidade, fazendo
com que haja uma circulação forçada de ar resfriado na estufa.
Continua
Página 155
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação)
3.7.- Características do Exaustor:
Dimensões: 1380X1380X450MM
Volume de ar: 38.000 M³/H
Rotação: 550 RPM
Potência Motor: 1 CV
Tensão: 380 Trifásico
3.8. Características dos Painéis Evaporativos:
Dimensões: 120X600X900MM
•
Material: Painel CELDEK.
3.9. Desenho Sistema de Refrigeração:
•
Principio do funcionamento do Sistema de Refrigeração é pela circulação forçada de ar.
3.10. Sistema de Aquecimento
Sistema de aquecimento com aquecedor elétricos que através da circulação forçada do ar aumentam a temperatura
no ambiente interno da estufa. Para estas dimensões, 120m² (estufa 10 x 12 metros) serão utilizados Um aquecedor
acionados através de um quadro de comando e termostato ambiente com sonda para fazer a leitura da temperatura.
3.11.Características dos aquecedores:
Dimensões: 250X360X360MM
Volume de ar: 1200 m³/h
Potência: 18KW
•
Tensão: 380V Trifásico
Continua
Página 156
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação)
3.12. Desenho do Aquecedor Elétrico
A dispersão do ar quente gerado pelas resistências será dispersados pelos ventilador do próprio aquecedor.
4. ORÇAME3TO
Itens
Qtde
Unid.
01
01
Kit
Estufa de 10x12 com filme duplo inflado 0,15mm.
02
01
Uni
03
01
04
270
Total:
Descrição
Unitário R$
Total R$
26.570,00
26.570,00
Sistema de Nebulização para estufa de 10x12
6.100,00
6.100,00
Uni
Sistema de aquecimento para estufa de 10x12.
6.580,00
6.580,00
Uni
Sistema de Refrigeração para estufa de 10x12
14.780,00
14.780,00
54.030,00
Página 157
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Chapecó.
Qtde
2
1
1
1
Valor
Unitário
3,50
3.500,00
15,00
1.200,00
Valor Total
7,00
3.500,00
15,00
1.200,00
1
1.500,00
1.500,00
65
25,00
1.625,00
195
12
1
0,69
25,00
90,00
134,55
300,00
90,00
10
10
7
5
7
2
2
5
1
10,00
11,00
200,00
200,00
200,00
260,00
260,00
260,00
50,00
100,00
110,00
1.400,00
1.000,00
1.400,00
520,00
520,00
1.300,00
50,00
1
80,00
80,00
10
20,00
200,00
1
1
2
1
1
1
1
1
7,00
5,00
400,00
40,00
150,00
30,00
200,00
3.000,00
7,00
5,00
800,00
40,00
150,00
30,00
200,00
3.000,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
1
600,00
1.100,00
800,00
520,00
100,00
600,00
1.100,00
800,00
520,00
100,00
Unidade
1
100,00
100,00
Unidade
2
420,00
840,00
Unidade de
Justificativa
fornecimento
Manter a qualidade dos dados
m
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Manter a qualidade dos dados
Unidade
É fundamental na construção do
Unidade
sítio meteorológico
Eclimetro eletrônico
É essencial para a escolha sítios
Unidade
meteorológicos.
Tela revestida malha
É indispensável para a construção
m
sítio meteorológico
Arame farpado
Segurança do sítio meteorológico
m
Fio liso revestido
Segurança do sítio meteorológico
kg
Barra de ferro galvanizado 6m x 3,5cm É fundamental para instalação do
Unidade
diâmetro
intrumento
Pena de leitura
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Disco Piché (hóstia)
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Diagrama reto
Caixa
Diagrama de curva curta Heliógrafo
Caixa
Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de
Caixa
dados
Diagrama para o Termohigrógrafo
Caixa
Diagrama para o Barógrafo
Caixa
Diagrama para o Pluviógrafo
Caixa
Chapa de aço 5mm 40x60
É fundamental para intalação do
Unidade
instrumento
Flange de 3,5
É fundamental para intalação do
Unidade
Instrumento
Moerão
É essencial para a construção do
Unidade
sítio meteorológico
Pincel de 2 polegadas
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Pincel de 1 polegada
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m
Manter a qualidade dos dados
Unidade
Manter os padrões estabelecidos
Galão 3 litros de tinta a óleo branca
Unidade
pela
OMM
Galão 18 litros de tinta acrílica branca
Unidade
Cadeado
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
Portão de ferro
Segurança do sítio meteorológico
Unidade
Instalação e manutenção dos
Recuperar e manter o bom
Unidade
instrumentos nas estações
funcionamento das estações
meteorológicas
meteorológicas de Santa Catarina
Descrição
Cardaço de algodão
Abrigo Meteorológico padrão
Escova de cerda macia
Trado 1x2,5
Lava-jato
GPS
Máquina fotográfica
Máquina de cortar grama
Lanterna
Calculadora
Armário porta arquivos
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
É fundamental para fazer
manutenção noturna
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
Auxiliar nas atividades e serviços
de manutenção das estações
meteorológicas
continua
Página 158
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica
convencional de Chapecó. (continuação)
Descrição
Cadeira escritório
Armário duas portas
Mesa escritório
Mesa de computador
Impressora
Laptop
Computador
Justificativa
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Mobiliar o escritório
Auxiliar na impressão de
documentos
Armazenar e transmitir dados
meteorológicos
Armazenar e transmitir dados
meteorológicos
Barógrafo
Barômetro
Cata vento tipo Wild
Pluviógrafo
Anemômetro de concha Tanque
Bóia flutuante
Termômetro máx/mín Tanque
Parafuso micrométrico
Poço tranquilizador
Gerar informações meteorológicas
Tanque evaporação Classe A
para armazenamento em banco de
Pluviômetro Ville de Paris
dados e contribuir com pesquisas
Anemômetro de concha totalizador (2m)
na área acadêmica e sociedade em
Termohigrógrafo
geral
Evaporímetro de Piché
Termômetro comum
Geotermometro (50cm de profundidade)
Geotermometro (30cm de profundidade)
Geotermometro (20cm de profundidade)
Geotermometro (10cm de profundidade)
Geotermometro (5cm de profundidade)
Termômetro de mínima
Termômetro de máxima
TOTAL
Unidade de
fornecimento
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Qtde
1
1
1
1
1
Valor
Unitário
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
Valor Total
300,00
500,00
600,00
400,00
450,00
Unidade
1
4.000,00
4.000,00
Unidade
1
1.800,00
1.800,00
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
1
1
1
1
2
2
2
1
1
2
2
1
2
2
2
3
3
2
2
2
4
2
6.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
3.000,00
1.500,00
100,00
1.500,00
1.100,00
2.500,00
1.000,00
3.000,00
4.000,00
600,00
650,00
350,00
300,00
300,00
300,00
300,00
650,00
650,00
6.000,00
8.000,00
5.000,00
4.200,00
6.000,00
3.000,00
200,00
1.500,00
1.100,00
5.000,00
2.000,00
3.000,00
8.000,00
1.200,00
1.300,00
1.050,00
900,00
600,00
600,00
600,00
2.600,00
1.300,00
94.543,55
Página 159
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2009
Anexo 62 – Planta baixa da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó.
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó.
DADOS GERAIS DA OBRA
OBRA
Prédio de Laboratórios
LOCAL
Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar – Chapecó / SC
SERVIÇO
Ampliação e adequação da estrutura física de prédios laboratoriais da Epagri – Centro de Pesquisa
para Agricultura Familiar (CEPAF)
CONTRATANTE
Epagri
DADOS FÍSICOS DA OBRA
Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das
obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação do Laboratório de Solos e na adequação do Laboratório de
Sementes do Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar (CEPAF) da Epagri em Chapecó. Aqui estão relacionados a
forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras.
Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das
obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte
integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e
convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas:
AB3T
Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a
qualidade dos materiais a serem empregados nas obras.
3BR
Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04,
conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO.
MB
Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente.
I3METRO
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
No Laboratório de Solos será realizada no pavimento térreo a ampliação de 92,05 m2 e a adequação da estrutura física, e no
subsolo a ampliação de 24,57 m2, conforme pranchas 01/03 e 02/03 em anexo, respectivamente. No Laboratório de
Sementes será realizada a adequação da estrutura física, conforme a prancha 03/03 em anexo, com melhoramento na
disposição das divisórias de alvenaria. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e
manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser
introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na
obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão
ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no
mercado ou retirada de linha pelo fabricante.
A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da
comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas.
Continua
Página 161
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação)
Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir:
1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA;
2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma
de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário;
3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à
prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de
conservação, locação e níveis;
4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a
demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências.
5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a
CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO.
6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores.
7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela
FISCALIZAÇÃO.
8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra.
FISCALIZAÇÃO
A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da
obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA
O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As
instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As
ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as
despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água /
esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em
áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado.
O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A
utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas
previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do
canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da
CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para
os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras.
Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18,
aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.
A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois
nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá
exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI.
Continua
Página 162
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação)
São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
Capacetes de segurança;
Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço;
Botas de borracha;
Luvas de proteção para mãos e braços;
Cintos de segurança, onde houver risco de quedas;
Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos;
Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes;
Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo.
Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA
que providencie o mesmo.
34.1 Movimento de terra e limpeza do terreno
As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação
para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as
sapatas dimensionadas.
O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado.
34.2 Locação da obra
A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de
inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA).
35 I3FRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as
mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
36 SUPRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas
características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
37 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS
37.1 Paredes
A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento,
cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico,
perfeitamente aprumada e no esquadro.
Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões
da alvenaria do prédio existente.
37.2 Cintas e vergas
Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo
20 centímetros o vão existente.
38 COBERTURA E FORRO
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e
padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
Continua
Página 163
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação)
39 ESQUADRIAS
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão
construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e
arquitetônicos existentes.
40 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser executadas de acordo com projeto específico.
A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser
distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na
parede.
A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado
da edificação.
As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm.
Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral.
Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de
laboratório.
41 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS
8.1 Instalação de água
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá
derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente.
8.2 Esgoto
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos.
Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido
por empresa / instituição competente.
42 PISOS E PAVIME3TAÇÕES
42.1 Regularização
A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia.
42.2 Piso cerâmico
Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante,
mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e
antibactericida.
O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4.
43 REVESTIME3TO
43.1 Chapisco
Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa).
43.2 Reboco
Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal
hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser
feito com feltro.
Continua
Página 164
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação)
43.3 Cerâmico
Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico
(imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade.
44 PI3TURA
Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc.
Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula.
Em seguida o reboco deverá ser lixado.
A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for
especificado.
A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta
latex.
Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo
à vista), se for especificado.
45 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA
Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a
verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e
serviços de pintura.
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Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de
Hidrometeorologia - CIRAM.
Nº
Descrição
Justificativa
1Adequação da segurança Melhoria na estrutura
física e do sistema de
física do centro de
processamento de dados
segurança contra
roubos e/ou incêncios
(CPD) do Ciram, projeto
executivo, cálculos
do centro de
hidráulicos, ART's, As-built, processamento de
fiscalização, dry-wall corta- dados do Ciram
fogo, acabamento, porta
corta fogo, materiais de
fixação e acabamento, forro
falso 1250x625mm, central
de alarme de incêncio com
baterias, detector de
fumaça óptico convencional
com base, acionador
manual, sirene bitonal, flash
sinalizador, extinção de
incêndio por gás FM-200,
cilindro de 15lb com 44 kg
de gás FM-200, difusor, kit
atuador manual/automático,
infra-estrutura hidráulica,
sistema de controle de
acesso, controladora de
acesso, software de
controle de acesso,
conversor RS232/TCP-IP,
botão de destravamento de
emergência, fechadura
eletromagnética, infraestrutura elétrica seca,
mão-de-obra de instalação
dos sistemas
2Mudança física do quadro Melhoria na segurança
de distribuição de energia do centro, visando a
diminuição dos riscos de
incêndio e a prevenção
de acidentes elétricos
3Adequação na rede
Atendimento à demanda
estabilizada 110 volts do
de energia do Ciram e
Ciram
melhoria na segurança
do centro, visando a
diminuição dos riscos de
incêndio e a prevenção
de acidentes elétricos
4Obra de construção do
Desenvolvimento de
Centro de Referência em
estudos e tecnologias
Tecnologias Ambientais no para o manejo
Sapiens Parque –
sustentável ambiental,
Florianópolis (Ver Anexo terrestre e marinho
Unidade de
fornecimento
Qtde
m²
23,1
Obra
1
10.000,00
10.000,00 Florianópolis
Obra
1
30.000,00
30.000,00 Florianópolis
m²
396
Unidade
30
300,00
9.000,00 Florianópolis
Unidade
15
500,00
7.500,00 Florianópolis
Unidade
15
600,00
9.000,00 Florianópolis
Valor Unitário Valor Total
Município
6.500,00 150.150,00 Florianópolis
1.091,00 432.036,00 Florianópolis
65, página 169 e Anexo
66, página 170)
5Cadeiras
6Mesa
7Armário de escritório
Mobiliar o Centro de
Referência em
Tecnologias Ambientais
Mobiliar o Centro de
Referência em
Tecnologias Ambientais
Mobiliar o Centro de
Referência em
Tecnologias Ambientais
Continua
Página 166
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de
Hidrometeorologia - CIRAM. (continuação)
Nº
Descrição
8Bússula de geológo
Justificativa
Necessidade de
equipamentos para
trabalhos de campo na
área de pesquisa de
ordenamento ambiental
9Martelo petrográfico
Necessidade de
equipamentos para
trabalhos de campo na
área de pesquisa de
ordenamento ambiental
10Marreta estwing
Necessidade de
equipamentos para
trabalhos de campo na
área de pesquisa de
ordenamento ambiental
11Telefones sem fio DECT 6.0 Melhoria no sistema de
com identificador de
comunicação em
chamadas, comunicação
programas de rádio e
livre de interferência (1.9
televisão
GHz)
12Microfones de gravação
Melhoria no sistema de
Headphone com microfone comunicação em
profissional compatível com programas de rádio e
computador e eletrônicos televisão
13Microfones de lapela padrão Melhoria no sistema de
polar, frequência de
comunicação em
resposta 20Hz/20kHz,
programas de rádio e
sensibilidade de -68dB +- televisão
3dB, impedância 250Ohms,
tamanho mini
14Telão de apresentação
Melhoria no sistema de
Touch Screen (multitouch - comunicação em
interativo mídia center) com programas de rádio e
gerenciamento remoto,
televisão
tamanho 46 polegadas
15Suporte para CPU, em
Melhoria da estrutura
chapa compensada mbp, básica para os
cor ovo
pesquisadores da área
de meteorologia,
hidrologia, climatologia,
zoneamento
agroclimatológico,
geoprocessamento e
ordenamento ambiental
16Quadro branco 150x90cm Melhoria da estrutura
(LA) moldura alumínio
básica para os
Chapa madeira vitrificada pesquisadores da área
branco brilhante 3mm
de meteorologia,
acabamento com moldura hidrologia, climatologia,
de alumínio natural.
zoneamento
Acompanha suporte de
agroclimatológico,
apagador em alumínio
geoprocessamento e
ordenamento ambiental
17Tela de projeção
Melhoria da estrutura
180x180cm enrolamento
básica para os
automático com sistema de pesquisadores da área
parada multiponto, fixação de meteorologia,
na parede ou teto. Estrutura hidrologia, climatologia,
interna e externa em
zoneamento
alumínio anticorrosão,
agroclimatológico,
pintura de alta resistência, geoprocessamento e
estojo preto.
ordenamento ambiental
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
1.100,00
1.100,00 Florianópolis
Unidade
1
160,00
160,00 Florianópolis
Unidade
1
180,00
180,00 Florianópolis
Unidade
6
150,00
900,00 Florianópolis
Unidade
4
30,00
120,00 Florianópolis
Unidade
4
1.000,00
4.000,00 Florianópolis
Unidade
1
20.000,00
20.000,00 Florianópolis
Unidade
10
50,00
500,00 Florianópolis
Unidade
2
80,00
160,00 Florianópolis
Unidade
1
400,00
400,00 Florianópolis
Valor Unitário Valor Total
Município
Continua
Página 167
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de
Hidrometeorologia - CIRAM. (continuação)
Nº
Descrição
18Obra e serviços para
automação de leitura das
variáveis meteorológicas
coletadas em estações
meteorológicas
convencionais (Ver Anexo
Justificativa
Equipamentos e
serviços para montagem
e instalação de
estações experimentais
para o processo de
automação de estação
meteorológica
40, página 106)
convencional.
19Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de
portas POE
sinal de rede de forma
rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP
e Câmeras de
monitoramento)
20Access Point Wireless
Acesso a Rede sem fio
21Datashow
Apresentação de
trabalhos
22Atualização LINK p/
Melhorar a eficiência de
GIGABIT
acesso aos dados e
execução de backup
remoto
23Switch KVM
Acesso remoto a
servidores
24Torno de Bancada com
Para manutenção,
area de trabalho minima de conecção e retrabalho
550 mm
de peças e acessórios
de estações
automáticas
25Fresa de bancada com área Para manutenção,
de trabalho mínima de
conecção e retrabalho
550mm
de peças e acessórios
de estações
automáticas
26Osciloscópio digital de
Para a manutenção de
200Mhz
circuitos eletrônicos de
estações automáticas
27Multímetro portátil
Para a avaliação
eletrônica de estações
instaladas em campo
28Aquisição de Servidor para Atualização,
virtualização: 04
redundância e backup
Processadores Hexa-Core dos servidores críticos
AMD Opteron 2427 de
do Ciram (servidor web,
2.2GHz; 32 GB RAM DDR2 de aplicações, de banco
667 MHz ECC Chip Kill
de dados e de alertas
Registrada; 12 Baias para
por SMS)
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
1
33.800,00
33.800,00 Florianópolis
Unidade
1
3.000,00
3.000,00 Florianópolis
Unidade
Unidade
2
1
1.200,00
4.000,00
2.400,00 Florianópolis
4.000,00 Florianópolis
Unidade
1
2.000,00
2.000,00 Florianópolis
Unidade
2
4.000,00
8.000,00 Florianópolis
Unidade
1
6.000,00
6.000,00 Florianópolis
Unidade
1
6.000,00
6.000,00 Florianópolis
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Florianópolis
Unidade
5
600,00
3.000,00 Florianópolis
Unidade
2
Valor Unitário Valor Total
Município
65.000,00 130.000,00 Florianópolis
Discos Hot-swap SAS/SATA-II;
08 Disco SAS de 01 TB; 06
Interfaces Gigabit Ethernet; 01
Interface Gigabit Ethernet para
gerenciamento; 01
Controladora de discos
SAS/SATA com 512MB cachê
e processador RISC dual-core
de 1.2GHz dedicado a I/O de
discos, com modulo de bateria
(Adaptec RAID 51245);
Unidade de DVD-ROM;
Interface de vídeo; Fonte
redundante; Trilho Telescópico;
Ventiladores internos
redundantes e hot-swap;
Gabinete 4U Tool free.
Garantia total de 03 anos onsite;
Página 168
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 65 – Planta baixa do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis
Planta baixa - Térreo
Planta baixo – 1º andar
Página 169
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2009
Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis
Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das
obras que deverão ser adotados na ampliação da sede através do Bloco de Tecnologias Ambientais. Aqui estão relacionados
a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras.
Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das
obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte
integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e
convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas:
AB3T
Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a
qualidade dos materiais a serem empregados nas obras.
3BR
Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04,
conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO.
MB
Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente.
I3METRO
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.
O Bloco de Tecnologias Ambientais terá uma área de 396,00 m2, conforme as pranchas 01/02 e 02/02 em anexo. O
executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos
das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas
especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente
após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante
consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de
linha pelo fabricante.
A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da
comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas.
Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir:
9. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA;
10. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma
de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário;
11. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à
prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de
conservação, locação e níveis;
12. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada
a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências.
13. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a
CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO.
14. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores.
15. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela
FISCALIZAÇÃO.
16. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra.
FISCALIZAÇÃO
A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra
poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável.
continua
Página 170
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2009
Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação)
ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS
1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA
O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As
instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações
de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas
decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e
energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas
adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado.
O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização
das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente
com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa
da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os
operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras.
Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada
pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho.
A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois
nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá
exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI.
São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
Capacetes de segurança;
Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço;
Botas de borracha;
Luvas de proteção para mãos e braços;
Cintos de segurança, onde houver risco de quedas;
Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos;
Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes;
Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo.
Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA
que providencie o mesmo.
45.1
Movimento de terra e limpeza do terreno
As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para
a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas
dimensionadas.
O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado.
45.2
Locação da obra
A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de
inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA).
46 I3FRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas
características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes.
47 SUPRA-ESTRUTURA
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões
estruturais e arquitetônicos existentes.
continua
Página 171
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação)
48 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS
48.1
Paredes
A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal
hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente
aprumada e no esquadro.
Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da
alvenaria do prédio existente.
48.2
Cintas e vergas
Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20
centímetros o vão existente.
49 COBERTURA E FORRO
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões
estruturais e arquitetônicos existentes.
50 ESQUADRIAS
Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo
de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos
existentes.
51 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser executadas de acordo com projeto específico.
A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser
distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na
parede.
A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da
edificação.
As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm.
Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral.
Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de
laboratório.
52 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS
19.1 Instalação de água
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da
tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente.
19.2 Esgoto
Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos.
Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por
empresa / instituição competente.
53 PISOS E PAVIME3TAÇÕES
53.1
Regularização
A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia.
53.2
Piso cerâmico
Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante,
mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e
antibactericida.
O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4.
54 REVESTIME3TO
54.1
Chapisco
Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa).
continua
Página 172
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação)
54.2
Reboco
Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal
hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser
feito com feltro.
54.3
Cerâmico
Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico
(imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade.
55 PI3TURA
Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc.
Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em
seguida o reboco deverá ser lixado.
A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for
especificado.
A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex.
Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à
vista), se for especificado.
56 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA
Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a
verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e
serviços de pintura.
Página 173
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 67 – Listagem dos bens/serviços para Sede – Florianópolis
Nº
Descrição
1 Switch KVM
2 Access Point Wireless
3 Switch Gerenciável de 26
portas POE
Justificativa
Acesso remoto a servidores
Acesso a Rede sem fio
Distribuição interna de sinal de
rede de forma rápida com
gerenciamento remoto e
alimentação elétrica dos
dispositivos ( VOIP, AP e
Câmeras de monitoramento)
4 Radios WIMAX
Link de redundância para
provimento de Internet
5 Sistema de autenticação Ampliar a segurança dos
de usuários
usuários no acesso às
informações
6 HD externo (conexão
Segurança das informações do
USB) com capacidade
NIT da Epagri, que ficará a
mínima de 1TB
cargo da GPI
7 Pendrives de no mínimo Para disponibilização aos
16GB
pesquisadores da Epagri, na
data de 08 de julho de 2010 Dia Nacional do Pesquisador
Agregar à estrutura de
8 Desenvolvimento do
módulos informatizados informação da Epagri os
de planejamento,
processos de
planejamento\acompanhament
acompanhamento,
o ainda não cobertos pelo
reprogramação e
avaliação dos Programas, Sistema Epagri de
Projetos, Experimento e Planejamento (SEPLAN).
Ações técnicas e de
gestão
9 Aquisição de servidor
Infra-estrutura de
para armazenamento dos armazenamento para criação
recursos digitais
de repositório centralizado de
institucionais e de
todos os recursos digitais da
produção técnicoEpagri para que estes possam
científica da Epagri
ser utilizados pelos sistemas de
(documentos, áudio e
informação corporativos e
vídeo), para serem
acessados pelos funcionários
disponibilizados através da Epagri pela internet, através
da intranet da Empresa. da Intranet Corporativa.
10 Desenvolvimento ou
Melhorar e agilizar os serviços
aquisição de módulos
da rede laboratorial da Epagri,
informatizados de análise padronizando os processos
laboratorial
informatizados de forma
integrada com o sistema de
condução de experimentos(em
desenvolvimento com recursos
do FINEP) e com o sistema de
planejamento e
acompanhamento das
atividades da Epagri
11 Camionetas
Agilizar o transporte de
pesquisadores e equipamentos
de pesquisa
12 Veículos
Agilizar o transporte de
pesquisadores
Unidade de
fornecimento
Qtde
Unidade
Unidade
Unidade
3
2
3
5.100,00
1.200,00
3.000,00
15.300,00 Florianópolis
2.400,00 Florianópolis
9.000,00 Florianópolis
Unidade
1
5.000,00
5.000,00 Florianópolis
Unidade
1
10.000,00
10.000,00 Florianópolis
Unidade
1
563,56
563,56 Florianópolis
Unidade
200
215,00
43.000,00 Florianópolis
h
1000
85,00
85.000,00 Florianópolis
Unidade
1
h
500
Unidade
6
90.000,00 540.000,00 Florianópolis
Unidade
2
30.000,00
Valor Unitário
Valor Total
Município
100.000,00 100.000,00 Florianópolis
85,00
42.500,00 Florianópolis
60.000,00 Florianópolis
Página 174
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina.
continua
Página 175
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina. (continuação)
Página 176
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 69 – Carta do Presidente da FAPESC.
Página 177
Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri
2009
Anexo 70 – Artigo 30 do DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009 apoiando a Epagri.
DO FOME3TO À CIÊ3CIA, TEC3OLOGIA E I3OVAÇÃO
Art. 30. Os recursos destinados pelo Estado à FAPESC e à Empresa de Pesquisa Agropecuária
e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI, nos termos do art.26 da Lei no 14.328, de 15 de janeiro
de 2008, serão depositados em conta específica em cada instituição.
§ 1º Dos recursos destinados à FAPESC, pelo menos 10% (dez por cento), não excedendo
30% (trinta por cento), serão aplicados em subvenção econômica, preferencialmente para o estímulo à
inovação nas empresas catarinenses de micro, pequeno e médio porte ou entidades catarinenses de
direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de inovação.
§ 2º Os recursos destinados à EPAGRI poderão ser aplicados em projetos de pesquisa
agropecuária e meio ambiente, em parceria com a FAPESC, na forma de descentralização de créditos
orçamentários.
§ 3º Ocorrendo descentralização de créditos orçamentários na forma do parágrafo anterior, a
FAPESC assegurará à EPAGRI contrapartida financeira de igual valor para aplicação na pesquisa
agropecuária e de meio ambiente com recursos próprios ou captados de instituições nacionais ou
internacionais, sendo que do total desses recursos metade deverá ser aplicada em programas
específicos da EPAGRI e metade por meio de chamadas públicas.
§ 4º Os recursos provenientes da arrecadação, pela EPAGRI, de royalties, de convênios e de
contratos de pesquisas, serão alocados em conta específica na FAPESC, e serão destinados para o
desenvolvimento de projetos de pesquisa e no incentivo aos pesquisadores da EPAGRI.
Acesso aos documentos
LEI Nº 14.328, de 15 de janeiro de 2008:
http://server03.pge.sc.gov.br/LegislacaoEstadual/2008/014328-011-0-2008-001.htm
DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009:
http://server03.pge.sc.gov.br/LegislacaoEstadual/2009/002372-005-0-2009-002.htm
Página 178
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revitalização e modernização da infra