Governo do Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina REVITALIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA FÍSICA DE PESQUISA DA EPAGRI 2009 Florianópolis, 31 de dezembro de 2009. Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri Presidente Luiz Ademir Hessmann Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Edson Silva Gerente de Pesquisa de Inovação Reney Dorow Equipe de Coordenação e Elaboração Adilson de Freitas Zamparetti Carlos Luiz Gandin Fernando Schlickmann Junior Haroldo Tavares Elias Luis Hamilton Pospissil Garbossa Luiz Antônio Palladini Mário Angelo Vidor Nelton Antônio Menezes Paulo Ramos (Consultor) Rubson Rocha Sandra Denise Camargo Mendes Teodomiro Antônio de Almeida APRESENTAÇÃO A pesquisa pública necessita de fonte segura e permanente de recursos orçamentários e financeiros. Em que pese a busca permanente da Epagri por estes recursos e da atuação firme do Governo do Estado, através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (FAPESC). A ausência desta condição levou ao sucateamento da infra-estrutura e a obsolescência tecnológica dos equipamentos na Epagri, assim como, em outras instituições de pesquisa agropecuária. A descontinuidade no repasse de recursos e a redução média anual no orçamento de pesquisa, denota a inconstância de uma política de Estado para o setor. A atual infra-estrutura física não atende as necessidades das equipes de pesquisas altamente capacitadas para o desenvolvimento de projetos relevantes para o Estado de Santa Catarina. Além desta modernização da infra-estrutura física, a Epagri necessita melhorar sua frota de veículos e de máquinas e equipamentos. Com a democratização no uso da tecnologia da informação através da implantação de sistemas integrados, da atualização e da manutenção dos parques de equipamentos, obter-se-á melhoria dos processos decisórios e de comunicação entre as unidades, com o aprimoramento do atendimento ao público interno e externo. A existência de equipes de pesquisas capacitadas para o desenvolvimento de projetos estratégicos para o estado de Santa Catarina sem a correspondente existência de infra-estrutura, aliada a necessidade de adequação dos laboratórios para atender às normas de Boas Práticas de Laboratório (BPL) e a ISO 71.025, são fatores que enfraquecem a confiabilidade das análises de nossos laboratórios. A proposta busca a recuperação e modernização da infra-estrutura predial, considerando as questões ambientais, atualização dos equipamentos laboratoriais (com confiabilidade) e de apoio a pesquisa (máquinas, equipamentos, informática etc), a racionalização espacial e estratégica das unidades de pesquisa e a estruturação para a manutenção e ampliação de bancos de germoplasma. O Governo do Estado de Santa Catarina apresenta fortes indícios de apoio a Epagri e a pesquisa agropecuária catarinense. Ressaltam-se as cartas do Governador do Estado (Anexo 68, página 175) e do Presidente da FAPESC (Anexo 69, página 177), culminando com a publicação do Decreto Nº 2.372 (Anexo 70, página 178), de 9 de junho de 2009, que regulamenta a Lei no 14.328, de 15 de janeiro de 2008, que dispõe sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina e estabelece outras providências. O presente documento sintetiza, portanto, uma visão de futuro para a pesquisa agropecuária catarinense realizada pela Epagri e faz parte de um amplo esforço institucional da Epagri para se reposicionar frente aos desafios socioeconômicos e ambientais enfrentados pela agricultura e espaço rural, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável catarinense. iii/ ÍNDICE APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................................iii ÍNDICE ............................................................................................................................................................ iv LISTA DE TABELAS ........................................................................................................................................ v LISTA DE ANEXOS......................................................................................................................................... vi 1 RESUMO DA PROPOSTA............................................................................................................................1 2 CARACTERIZAÇÃO DA AGRICULTURA CATARINENSE..........................................................................5 3 PANORAMA ESTADUAL DA PESQUISA DA EPAGRI ................................................................................5 4 RECURSOS PARA A PESQUISA AGROPECUÁRIA CATARINENSE ........................................................5 4.1 - Programa Melhoria da infra-estrutura física de pesquisa...................................................................... 7 4.2 - Programa Melhoria da infra-estrutura de informática de pesquisa........................................................ 7 4.3 - Programa Melhoria da infra-estrutura laboratorial ................................................................................. 7 5 DETALHAMENTO DA PROPOSTA POR UNIDADE DE PESQUISA DA EPAGRI......................................8 5.1 Estação Experimental de Caçador .......................................................................................................... 8 5.2. Estação Experimental de Campos Novos .............................................................................................. 9 5.3 Estação Experimental de Canoinhas ..................................................................................................... 10 5.4 Estação Experimental de Itajaí .............................................................................................................. 11 5.5 Estação Experimental de Ituporanga..................................................................................................... 12 5.6 Estação Experimental de Lages ............................................................................................................ 13 5.7 Estação Experimental de São Joaquim ................................................................................................. 14 5.8 Estação Experimental de Urussanga..................................................................................................... 15 5.9 Estação Experimental de Videira ........................................................................................................... 16 5.10 Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP .......................................................... 17 5.11 Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF ................................................................... 18 5.12 Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM ........................... 18 5.13 Sede - Florianópolis ............................................................................................................................. 20 iv/ LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Necessidades por Programa e Ação, em cada uma das Unidades de Pesquisa da Epagri. .................................6 Tabela 2 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Caçador. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 3 (página 29).............................................................................8 Tabela 3 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Campos Novos. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 11 (página 50)...............................................................9 Tabela 4 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Canoinhas. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 13 (página 54)......................................................10 Tabela 5 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Itajaí. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 17 (página 60). .............................................................................11 Tabela 6 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Ituporanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 27 (página 73)......................................................12 Tabela 7 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Lages. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 37 (página 93). .............................................................................13 Tabela 8 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de São Joaquim. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 47 (página 110). ......................................................14 Tabela 9 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Urussanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 50 (página 116). ..................................................15 Tabela 10 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Videira. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 54 (página 128).......................................................................16 Tabela 11 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca – CEDAP. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 58 (página 139).....................17 Tabela 12 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar – CEPAF. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 59 (página 140). .....................18 Tabela 13 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia – CIRAM. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 72 (página 171)....................................................................................................................................................................19 Tabela 14 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Sede – Florianópolis. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 75 (página 180). ...........................................................................20 v/ LISTA DE ANEXOS Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC Embrapa....................................................21 Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. .......................................................................24 Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador................................................................27 Anexo 4 – Planta baixa da estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos..................................................................................................................................31 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. ........................................................................................32 Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Caçador. .........................................................................................................................................................................37 Anexo 7 – Planta baixa da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ..............39 Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ...40 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. ..............43 Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos...................................................49 Anexo 11 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Canoinhas. .........................................................57 Anexo 12 – Planta baixa da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do Canoinhas, Papanduva, SC. ..............................................................................................................................................................58 Anexo 13 – Memorial descritivo da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do Canoinhas, Papanduva, SC............................................................................................................................................59 Anexo 14 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Canoinhas.......................................................................................................................................................................60 Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí....................................................................61 Anexo 16 – Planta baixa da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí...........................................65 Anexo 17 – Memorial descritivo da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí. ..............................66 Anexo 18 – Planta baixa das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí..................................................67 Anexo 19 – Memorial descritivo das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí.......................................68 Anexo 20 – Planta baixa da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. ..............................................................69 Anexo 21 – Memorial descritivo da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. ...................................................70 Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Itajaí. ...............................................................................................................................................................................71 Anexo 23 – Planta baixa do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de Itajaí. ........73 Anexo 24 – Memorial descritivo da obra do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de Itajaí. ..........................................................................................................................................................................74 Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. .........................................................75 Anexo 26 – Memorial descritivo do galpão para armazenamento de cebola para a Estação Experimental de Ituporanga. ..78 Anexo 27 – Memorial descritivo do depósito para armazenamento de agrotóxico da Estação Experimental de Ituporanga.79 Anexo 28 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga...............................................80 Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga....................................81 Anexo 30 – Planta baixa das obras previstas na Estação Experimental de Ituporanga. ........................................................85 Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga................86 Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages..................................................................90 Anexo 33 – Planta baixa da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia para a Estação Experimental de Lages. .........................................................................................................................94 Anexo 34 – Memorial descritivo da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia para a Estação Experimental de Lages...................................................................................................95 Anexo 35 – Planta baixa da câmara seca da Estação Experimental de Lages......................................................................96 Anexo 36 – Memorial descritivo da câmara seca da Estação Experimental de Lages...........................................................97 Anexo 37 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. .....................................................98 Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. ..........................................99 Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. ...................................................103 Anexo 40 – Memorial descritivo para automação de leitura das variáveis meteorológicas coletadas em estações meteorológicas convencionais......................................................................................................................................106 Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de São Joaquim. .......................................................................................................................................................................107 Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. .......................................................109 Anexo 43 – Planta baixa da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. .....................................112 Anexo 44 – Memorial descritivo da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. ..........................113 Anexo 45 – Plantas baixas dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. ....................................................................119 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. ...............................................................120 Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Urussanga.....................................................................................................................................................................126 Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. .............................................................128 vi/ Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Videira...........................................................................................................................................................................131 Anexo 50 – Planta baixa do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. .............................133 Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. ..................134 Anexo 52 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP................138 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. .......................139 Anexo 54 – Planta baixa da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. ..............................144 Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. ...................145 Anexo 56 – Orçamento do conjunto de irrigação para o CEPAF- Chapecó. ........................................................................148 Anexo 57 – Planta baixa da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. ................................................................149 Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó......................................................150 Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de milho do Cepaf Chapecó. ............................................................................................................................................................152 Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. ...........................................154 Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Chapecó........................................................................................................................................................................158 Anexo 62 – Planta baixa da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. ...............................................................160 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. ....................................................161 Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia CIRAM...........................................................................................................................................................................166 Anexo 65 – Planta baixa do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque - Florianópolis...........169 Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque - Florianópolis ......................................................................................................................................................................................170 Anexo 67 – Listagem dos bens/serviços para Sede – Florianópolis ....................................................................................174 Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina. ...........................................................................................................175 Anexo 69 – Carta do Presidente da FAPESC.......................................................................................................................177 Anexo 70 – Artigo 30 do DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009 apoiando a Epagri. .................................................178 vii/ Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009 1 RESUMO DA PROPOSTA 1. Identificação da organização Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI 2. Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, a serem contemplados com os investimentos dos recursos do PAC Embrapa. Título do Programa 1. Conhecimento, tecnologia e organização para melhoria da produção de origem vegetal – Produção Vegetal. 2. Conhecimento, tecnologia e organização para melhoria da produção de origem animal – Produção Animal. 3. Melhoria de cadeias e arranjos produtivos, gestão de empreendimentos e acesso a mercados – Gestão e Mercado. 4. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e manejo do patrimônio genético vegetal – Genoma Vegetal 5. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e manejo do patrimônio genético animal – Genoma Animal 6. Tecnologia Social de Gestão Ambiental para a Sustentabilidade da Agricultura e dos Espaços Rural e Pesqueiro – Gestão Sócio Ambiental 7. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e o manejo dos recursos ambientais e dos resíduos agrícolas – Tecnologia Ambiental 8. Desenvolvimento social do meio rural e pesqueiro – Capital Social e Humano Objetivos Desenvolver e difundir tecnologias que aumentem a produtividade, racionalizem o uso de agroquímicos, maximizem a preservação ambiental, ofereçam produtos de melhor qualidade e reduzam a dependência de insumos externos nos sistemas de produção vegetal. Gerar tecnologias de produção para o desenvolvimento da aquicultura costeira e continental, da pesca artesenal, da apicultura, e da bovinocultura e ovinocultura em sistemas que utilizam pastagens como base alimentar, implementando-as através de assistência técnica, difusão e transferência de conhecimentos. Desenvolver ações para o gerenciamento, prospeção de estudos de mercados e agregação de valores aos produtos e serviços da agricultura familiar e a pesca artesanal. Desenvolver e difundir tecnologias que aumentem a produtividade, racionalizem o uso de agroquímicos, maximizem a preservação ambiental, ofereçam produtos de melhor qualidade e reduzam a dependência de insumos externos nos sistemas de produção vegetal. Identificar e preservar espécies silvestres da fauna e flora com potencial de produção. Promover a educação ambiental no meio rural e pesqueiro e a gestão dos conflitos socioambientais. Desenvolver e difundir tecnologias para utilização de resíduos e efluentes como fontes de energia e de nutrientes para o setor agrícola. Criar e ampliar oportunidades para que as comunidades rurais e pesqueiras e os técnicos conheçam melhor e pratiquem a auto-estima, a cogestão e a cidadania em processos nos quais estejam inseridos. 9. Desenvolvimento de alternativas de Desenvolver ações que contribuam para criação e renda e da auto-suficiência alimentar fortalecimento de redes e formas organizativas de no espaço rural e pesqueiro – participação, inclusão social e produção. Atividades Não Agrícolas Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos Ver Anexo 1, na página 21 Período de execução ¹ 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 Ver Anexo 1, na página 21 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 01/2009 12/2012 ¹ Mês e ano de início e término, podendo estar incluídos programas em andamento. 3. Orçamento exercício 2009, em R$ Fontes de Total recursos Pessoal Custeio Investimentos ¹ Próprios 29.536.108 6.378.388 35.914.496 Tesouro Estadual 164.535.436 164.535.436 Tesouro Federal xxxxxxxxxxxxxx 0 PAC Embrapa xxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx 11.243.558 11.243.558 Outras fontes xxxxxxxxxxxxxx 0 Total 164.535.436 29.536.108 17.621.946 211.693.490 ¹ Os recursos de investimentos da Fonte PAC Embrapa estão detalhados em anexo. Página 1 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009 4. Quadro de pessoal existente ou a contratar, necessário à execução dos Programas. 35 Total 701 3 7 7 67 2 2 5 EE Videira Apoio Administrativo 15 EE Urussanga 412 3 7 EE São Joaquim Apoio Técnico 3 0 EE Lages 9 EE Ituporanga 13 1 EE Itajaí 5 68 6 EE Canoinhas 114 Pesquisador Graduado 1 EE Campos Novos Pesquisador Mestrado 1 EE Caçador 0 Ciram - Fpolis 9 Cepea - Fpolis 72 Categorias Cepaf - Chapecó Pós Pesquisador Doutorado Cepa - Fpolis Sede Mês/ano Quadro contraexistente Número tação Efetivo por Unidade Cedap - Fpolis Quadro a contratar 0 7 9 2 1 18 4 2 2 5 5 1 15 7 1 4 17 3 10 8 5 4 1 31 2 1 0 4 0 3 4 2 0 5 21 30 29 18 71 29 39 30 25 34 3 5 7 4 1 1 1 4 15 22 13 20 96 10 79 48 34 23 117 40 55 45 41 43 OBS.: Listagem dos nomes dos pesquisadores no Anexo 2, página 24. 5. Montante de Recursos do PAC Embrapa a ser investido na Epagri Programa Montante R$ Ação 1 – Adequação predial e das estruturas administrativas Melhoria da infra-estrutura 2 – Renovação dos equipamentos para a pesquisa agropecuária física de pesquisa 3 – Ampliação da infra-estrutura para bancos de germoplasmas 4 – Instrumentalização na área de informática Melhoria da infra-estrutura 5 – Implantação de sistemas de gestão informatizados de informática de pesquisa 6 – Disponibilização de acesso a literatura científica Melhoria da infra-estrutura 7 – Adequação laboratorial a legislação ambiental e trabalhista laboratorial 8 – Adequação dos laboratórios às normas de BPL e a ISO 17.025 2.380.973 1.555.739 757.939 2.390.111 271.064 721.144 3.166.588 TOTAL 11.243.558 Página 2 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009 6. Quadro resumo das solicitações para o PAC Embrapa, com os focos e importância econômica das atividades trabalhadas em cada unidade da na Epagri. Unidade da Epagri Foco Importância econômica para o Estado EE Caçador Fruticultura de clima temperada (maçã – produção integrada), Maçã - 54% da produção nacional; Alho - 4º maior produtor hortaliças (tomate – produção integrada e alho) e piscicultura de nacional, com destaque para produção de material livre de vírus; água doce. Desenvolve trabalhos em parceria com Embrapa Piscicultura de água doce - entre os 4 maiores produtores do Brasil. (Fruticultura Temperada, Uva e Vinho, Florestas), UnC, CAV UDESC. EE Campos Novos Beneficiamento e produção de sementes básicas. Participação Feijão e Milho - 6º produtor nacional, Milho - produto demandado nos ensaios nacionais e sul brasileiro de Milho, Feijão e Aveia. pela agronegócio de carnes. Investimentos prioritários solicitados Adequação para credenciamento no MAPA, equipamentos para pesquisa e adequação laboratorial. Tecnologia da informação e rede agrometeorológica R$ 1.337.528,33 Instrumentalização da pesquisa (equipamentos para UBS). Adequação da tecnologia da informação e da rede agrometeorológica - R$ 231.300,00 EE Canoinhas Produção Agrossilvopastoril. Tem parceria com Embrapa Desenvolvimento de novos sistemas de produção na área Adequação da estrutura de pesquisa e (Florestas, Escritório de Negócios de Canoinhas). agrossilvopastorial. instrumentalização. Melhoria da tecnologia da informação e da rede agrometeorológica - R$ 238000 Arroz - 2º lugar, com 8,4% da produção nacional, e com a maior Adequação para credenciamento no MAPA. Melhoria EE Itajaí Arroz (Produção Integrada), Fruticultura tropical (banana – índice de produtividade. 85% das cultivares usadas em SC são da da estrutura e instrumentalização da pesquisa e do produção integraga), Hortaliças. Desenvolve trabalhos em Epagri. Banana - 3º produtor e maior exportador nacional, com laboratório. Tecnologia da informação e rede parcerias com Embrapa (Hortaliças, Clima Temperado, agrometeorológica - R$ .1823.780,33 Mandioca e Fruticultura Tropical), IRGA, UDESC, UFSC, FURB, 48,3% do volume. Hortaliças está presente em quase todos os UNIVALI e UNISUL. estabelecimentos. EE Ituporanga Horticultura, com destaque para Cebola. Desenvolve trabalhos Maior produtor nacional de cebola com um terço da área plantada Adequação laboratorial. Casa de vegetação, tecnologia da informação, agrometeorologia, equipamentos e em parcerias com CAV UDESC, INTA/Arg. no Brasil. veículos - R$ 1.012.404,76 Adequeção da estrutura de pesquisa e EE Lages Recursos genéticos para desenvolvimento da Pecuária (bovinos 6º produtor nacional de leite. Manutenção do patrimônio genético e ovinos de corte e leite) e Silvicultura. Desenvolve trabalhos (raça Crioula Lageana). 4º em área plantada de pinus e eucalipto. instrumentalização. Tecnologia da informação, em parcerias com Embrapa (Recursos Genéticos e agrometeorologia - R$ 1.041.162,16 Biotecnologia, Gado de Corte, Pecuária Sul, Florestas), CAV UDESC, MAPA, CCA UFSC, UFRGS. EE São Joaquim Fruticultura de clima temperado e horticultura. Desenvolve Maçã - 54% da produção nacional; Pera européia e asiática. Uvas Adequação para credenciamento no MAPA, e trabalhos em parcerias com Embrapa (Uva e Vinho, Clima para vinho fino de altitude. Batata - 7º produtor nacional. instrumentalização da pesquisa, tecnologia da Temperado, Esc. de Negócios de Canoinhas), UFSC, UNIVALI. informação e agrometeorologia - R$ 542.962,33 EE Urussanga Mandioca (Produção Integrada) e Fruticultura. Desenvolve Banana - 3º maior produtor e maior exportador nacional, com 48,3% Adequação da estrutura de pesquisa e trabalhos em parcerias com UNISUL, Embrapa (Mandioca e do volume. Mandioca - 3º maior índice de produtividade. instrumentalização. Tecnologia da informação e Fruticultura Tropical, Clima Temperado). agrometeorologia - R$ 588.208,04 EE Videira Fruticultura de clima temperado, Vitivinicultura e Apicultura Uva - 6º produtor nacional. Vinho - 2º produtor nacional. Mel - 5º Adequação laboratorial. Tecnologia da informação e (Produção integrada). Desenvolve trabalhos em parcerias com produtor nacional. agrometeorologia - R$ 1.022.349,51 Embrapa (Uva e Vinho, Clima Temperado), UnC, UNOESC, UFSC, FURB. Cedap - Fpolis Aquicultura. Desenvolve trabalhos em parcerias com UFSC, Ostra e Mexilhão - 2º maior produtor da América Latina, e Tecnologia da informação - R$ 8.200,00 UNIVALI. responsável por 90% da produção nacional. Piscicultura de água doce produz 23 mil toneladas de pescado/ano. Cepaf - Chapecó Grãos (Milho e Feijão) e Agricultura Familiar. Desenvolve Agricultura Familiar é responsável por 50% do PIB Agropecuário Adequação laboratorial. Adequação da estrutura de trabalhos em parcerias com UNOCHAPECÓ. Participação nos estadual, e concentra 37% da população. pesquisa e instrumentalização. Tecnologia da ensaios nacionais e sul brasileiro de Milho, Feijão. informação e agrometeorologia - R$ 1.601.492,98 Ciram - Fpolis Agrometeorologia. Desenvolve trabalhos em parcerias com Desenvolve trabalhos de monitoramento e previsão climáticos para Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no UFSC, INPE, UFRGS, UFPR, USP. todo o Estado de Santa Catarina. Sapiens Parque. Tecnologia da informação, agrometeorologia - R$ 883.406,00 Sede Sistemas de gerenciamento. Equipamentos de informática. Capacitação para rede laboratorial – R$ 912.763,56 O montante solicitado atende também as outras 5 unidades da Epagri: Cepea – Fpolis, Cepa – Fpolis, CEPC – Camboriu, CEJ – Jaguaruna e Cetrec – Chapecó. Página 3 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri - SÍNTESE DA PROPOSTA 2009 7. Aprovação do dirigente máximo da OEPA Florianópolis, 31 de dezemro de 2009. Luiz Ademir Hessmann Presidente Edson Silva Diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Reney Dorow Gerente de Pesquisa e Inovação Página 4 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 2 CARACTERIZAÇÃO DA AGRICULTURA CATARINENSE O Estado de Santa Catarina dispõe de um patrimônio natural rico e diverso, que contribuiu para moldar sua estrutura fundiária, caracterizada pela predominância de um modelo de agricultura familiar de pequenas propriedades. De acordo com o IBGE (2005), o estado possuía uma população rural de 1.034.000 habitantes (cerca de 18% da população total), distribuída em cerca de 187 mil estabelecimentos rurais produtivos (LAC, 2003). Santa Catarina é um dos principais estados produtores de alimentos e, em diversas lavouras e criações, apresenta produtividade das mais altas do país. O setor agropecuário, silvícola e de exploração florestal, representa cerca de 6,9% do PIB estadual e está acima da média nacional de 5,5%. Sua contribuição aumenta a medida que se observa sua influência nos demais setores da economia. Vale destacar a importância da agricultura para a economia da grande maioria dos pequenos municípios do Estado. A produção estadual tem características bastante regionalizadas. Os principais produtos do Oeste Catarinense são suínos, aves e milho. São consideradas atividades em expansão a fruticultura (laranja, uva e frutas de caroço) e a pecuária de leite e corte. No Norte, o extrativismo de erva-mate e madeira e a pecuária extensiva são as principais atividades, porém, crescem a pecuária de leite, a produção de grãos, a silvicultura, a orizicultura irrigada e a fruticultura. A região Serrana tem na silvicultura e na pecuária, suas principais atividades rurais e a soja, o alho e a maçã estão em expansão. O Vale do Itajaí produz fumo, arroz e cebola, mas crescem a olericultura, a pecuária leiteira e a produção de fitoterápicos. O Litoral Sul produz principalmente fumo, arroz e mandioca e se expande a fruticultura (citros, banana e uva). No Litoral Norte se destaca a produção de arroz, banana, flores e ornamentais. Na Grande Florianópolis, a atividade hortícola é a mais importante e cresce o segmento de flores e ornamentais. A maricultura, com destaque para a malacocultura, vem se destacando em toda a região costeira de Santa Catarina. Ocupando o nono lugar entre os estados exportadores, com um total de aproximadamente US$ 5,9 bilhões em 2006, o agronegócio representou mais de 50% (US$ 3,2 bilhões) deste montante, com destaque para os segmentos de madeira, papel e papelão, carne suína e aves, soja e derivados, fumo e frutas. Em 2007, as exportações totais do estado chegaram a US$ 7,3 bilhões. Com mais de 561,4 quilômetros de costa oceânica, Santa Catarina é também importante produtora de pescados e crustáceos, sendo o mais importante produtor de ostras e mexilhões cultivados do país. 3 PANORAMA ESTADUAL DA PESQUISA DA EPAGRI O Estado de Santa Catarina representa 1,12% da área territorial nacional, com uma população de 5,9 milhões de habitantes, sendo 78,7% na área urbana e 21,3% na área rural. Possue cerca de 187 mil estabelecimentos agrícolas no Estado, predominantemente na agricultura familiar e 27 mil famílias de pescadores artesanais. Santa Catarina constituiu-se no quinto produtor agrícola nacional e 7º no produto interno bruto (PIB). Diante deste quadro, o Governo de Estado está constantemetne aplicando recursos no setor de pesquisa e extensão da Epagri, demonstrada com a realização de concurso e contratação, como por exemplo, 151 novos funcionários na área de pesquisa da Epagri, nos anos de 2008 e 2009, sendo que destes 40 são pesquisadores que estão fazendo parte do corpo técnico das unidades de pesquisa. No ano de 2008 foram também aprovados editais da FAPESC (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina) com recursos do Estado e que a Epagri aprovou 22 projetos no montante de 4,5 milhões de reais. Para o ano de 2009 está aprovado, no orçamento da FAPESC, em tomada pública, mais um edital de 5 milhões para o setor agrícola. 4 RECURSOS PARA A PESQUISA AGROPECUÁRIA CATARINENSE Considerando o Projeto 9 do PAC Embrapa, que assumia o compromisso de Revitalização e modernização da infra-estrutura física das organizações estaduais de pesquisa agrícola, esperando alcançar os seguintes resultados: a) Infra-estrutura de pesquisa adequada para implementação de projetos de PD&I dentro de padrões técnicos vigentes; b) Infra-estrutura de apoio adequada às necessidades da pesquisa; e c) Laboratórios adequados e equipados para atender as normas vigentes, descreve-se abaixo as necessidades de investimentos e serviços em cada um dos programas. A proposta total para a revitalização da pesquisa agropecuária catarinense encontra-se na Tabela 1 (página 6). Os valores definidos para cada unidade da Epagri, em cada uma das oito ações, dentro dos 3 programas definidos estão mostrados. Página 5 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 Tabela 1 – Necessidades por Programa e Ação, em cada uma das Unidades de Pesquisa da Epagri. Programa Infra-estrutura física Infra-estrutura informática 2 – Renovação 3 – Ampliação 1 – Adequação dos da infrapredial e das equipamentos estrutura para Ação estruturas para a pesquisa bancos de administrativas agropecuária germoplasmas UP EE Caçador TOTAL UP 1.337.528,33 4 – Instrumentalização na área de informática, agrometeorologia e hidrometria Informática Rede Infra-estrutura laboratorial 8– 6– 7– Adequação 5– Disponibili- Adequação dos Implantação zação de laboratorial a laboratórios de sistemas legislação acesso a de gestão às normas de ambiental e literatura informatizados BPL e a ISO científica trabalhista 17.025 Agrometeo- Hidrorologia metria 223.784,78 160.040,00 15.000,00 28.000,00 128.500,00 97.323,55 - - - 99.000,00 585.880,00 EE Campos Novos 231.300,00 - 122.500,00 - 5.600,00 90.600,00 12.600,00 - - - - - EE Canoinhas 238.000,00 109.740,00 - - 5.600,00 113.400,00 9.260,00 - - - - - EE Itajaí 1.823.780,33 324.784,78 163.000,00 244.652,00 31.200,00 166.800,00 108.343,55 - - - 165.000,00 620.000,00 EE Ituporanga 1.012.404,76 35.412,48 53.250,00 124.911,00 4.000,00 71.400,00 12.600,00 - - - 14.000,00 696.831,28 EE Lages 1.041.162,16 290.516,16 146.340,00 123.926,00 4.000,00 237.000,00 12.600,00 - - - 226.780,00 - EE São Joaquim 542.962,33 223.784,78 28.154,00 - 14.000,00 92.600,00 120.323,55 - - - 64.100,00 - EE Urussanga 588.208,04 254.000,49 - 52.000,00 - 134.800,00 103.943,55 - - - 43.464,00 - 1.022.349,51 - 400,00 25.000,00 30.450,00 123.400,00 71.523,55 - - - 20.000,00 751.575,96 8.200,00 - - - 4.000,00 4.200,00 - - - - - - 1.601.492,98 271.263,87 254.535,00 172.450,29 23.600,00 171.400,00 107.143,55 - - - 88.800,00 512.300,27 Ciram - Fpolis 883.406,00 647.686,00 27.520,00 - 134.000,00 15.400,00 58.800,00 - - - - - Sede 912.763,56 - 600.000,00 - 5.000,00 36.700,00 - - 271.063,56 - - - 2.380.973,34 1.555.739,00 4.694.651,63 757.939,29 271.063,56 0,00 EE Videira Cedap - Fpolis Cepaf Chapecó TOTAL Total por Programa Total Geral 289.450,00 1.386.200,00 714.461,30 0,00 2.661.174,86 11.243.558,00 721.144,00 3.166.587,51 3.887.731,51 Página 6 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 A proposta contempla melhorias e adequações na infra-estrutura de pesquisa da Epagri considerando as culturas estratégicas para o Estado, com atendimento e resultado voltado, principalmente, para a agricultura familiar, de acordo com os vetores estabelecidos pelo Programa de Gestão Estratégica da Pesquisa (PGE da Epagri). A distribuição das unidades de pesquisa da Epagri leva em conta a diversidade edafoclimática predominante no Estado. Na seqüência apresenta-se um resumo dos programas da proposta: 4.1 - Programa Melhoria da infra-estrutura física de pesquisa O fortalecimento da infra-estrutura física da Epagri é condição fundamental para que a mesma cumpra sua missão. A infra-estrutura recuperada, ampliada e modernizada possibilita o desenvolvimento adequado de projetos de pesquisa, em quantidade e qualidade, visando o atendimento efetivo das demandas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da agropecuária catarinense. A geração de tecnologias de uso regional assegura a formulação e implementação adequadas de política de pesquisa agropecuária para o estado de Santa Catarina. Na ação 1 (Adequação predial e das estruturas administrativas) foram escolhidas as necessidades prioritárias de cada unidade de pesquisa, considerando a geração de tecnologia. Neste item foi contemplada a adequação para credenciamento junto ao MAPA, para teste de agrotóxicos nas unidades de Itajaí, São Joaquim e Caçador. Na ação 2 (Renovação dos equipamentos para a pesquisa agropecuária) foram priorizadas as aquisições e/ou reformas de equipamentos para uso direto pela pesquisa. As câmaras secas e casas de vegetação foram o foco da ação 3 (Ampliação da infra-estrutura para bancos de germoplasmas). Foram recuperadas/adequadas/construídas nas unidades de Caçador, Itajaí, Ituporanga, Videira e Chapecó. 4.2 - Programa Melhoria da infra-estrutura de informática de pesquisa A existência de tecnologia da informação que possibilita a utilização de sistemas integrados para a coleta, o processamento e o armazenamento que dinamiza a disponibilização online de informações para atender o público interno e externo implica na necessidade estratégica de ampliação, atualização e manutenção do parque de equipamentos de informática. A ação 4 (Instrumentalização na área de informática, agrometeorologia e hidrometria) foi subdividida em 4 partes. A parte de informática recebeu as necessidades levantadas de equipamentos de informática. A parte de rede de informática contemplou a aquisição de equipamentos de informática (rede) e a execução do projeto de rede estruturada. A parte agrometeorológica compreendeu 3 aspectos: a) Recuperar as estações meteorológicas convencionais, modernizar e equipar os escritórios e as equipes meteorológicas dos municípios que pertencem as Unidades de Pesquisa de: Chapecó, Videira, Caçador, Campos Novos, Canoinhas, Lages, São Joaquim, Florianópolis, Urussanga, Ituporanga e Itajaí; b) Implantação de sistema de acompanhamento remoto de cultivos experimentais a partir de imagens teletransmitidas; e c) Modernização da rede de monitoramento hidrometeorológica automática. A parte da rede hidrométrica não foi contemplada neste ano. A ação 5 (Implantação de sistemas de gestão informatizados) contemplou principalmente o desenvolvimento do módulos informatizados de planejamento, acompanhamento e reprogramação das Figuras Programáticas da Epagri, com a conseqüente necessidade de aquisição de servidor para armazenamento de recursos digitais institucionais e de produção técnico-científica e, por fim, o desenvolvimento e\ou aquisição de Sistemas de Informação para análise e disponibilização de informações para gestão\avaliação corporativa e rede laboratorial. A ação 6 (Disponibilização de acesso a literatura científica) não foi contemplada este ano. 4.3 - Programa Melhoria da infra-estrutura laboratorial Considerando a dimensão e a diversificação da estrutura laboratorial existentes nas unidades de pesquisa, evidencia-se a necessidade de atualização e adequação. Para o desenvolvimento de conhecimento técnico cientifico é indispensável uma estrutura laboratorial distribuídas nas unidades de pesquisa, pois é através deles que se confirma a real dimensão dos parâmetros avaliados e da superioridade das tecnologias e inovações desenvolvidas. Alem disso há uma ampliação das exigências das legislações ambientais e trabalhistas que precisam ser atendidas com precisão pelos laboratórios de prestação de serviço. A ação 7 (Adequação laboratorial a legislação ambiental e trabalhista) contemplou as principais necessidades dos laboratórios das unidades de pesquisa. A ação 8 (Adequação dos laboratórios às normas de BPL e a ISO 17.025) contemplou a re-estruturação daqueles cinco laboratórios que se adequarão as normas de qualidade. São eles: Laboratório de Ensaios Químicos da E.E. de Caçador, Laboratório de Análises de Águas da E.E. de Itajaí, Laboratório de Análises de Solos da E.E. de Ituporanga, Laboratório de Análises de Bebidas da E.E. de Videira e o Laboratório de Análises de Solos do Cepaf-Chapecó. Página 7 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5 DETALHAMENTO DA PROPOSTA POR UNIDADE DE PESQUISA DA EPAGRI 5.1 Estação Experimental de Caçador Desenvolve sistemas de produção que possibilitam a prática da agricultura sustentável na fruticultura de clima temperado, hortaliças e na piscicultura em águas de interior, além de tecnologias que viabilizam a agricultura familiar no Estado de Santa Catarina. Outra prioridade é adequar e difundir informações e técnicas de produção de modo a aumentar a competitividade da agricultura catarinense. Na Tabela 2 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Caçador. Tabela 2 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Caçador. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 3 (página 27). Qtdade Itens os (n dos META ETAPA Valor itens) Melhoria da infra-estrutura física Adequação as normativas do MAPA para 223.784,78 1 da Estação Experimental de credenciamento da Estação Experimental de (1) Caçador Caçador em testes de agrotóxicos. Instrumentalização da pesquisa agropecuária na 52.740,00 4 área de piscicultura (2 a 5) Melhoria das condições de trabalho para a 107.300,00 6 pesquisa agropecuária (6 a 11) Adequação de casa de vegetação para bancos de 15.000,00 1(12) germoplasmas FÍSICA Total 398.824,78 12 Melhoria da infra-estrutura de Aquisição computadores 28.000,00 1 informática da Estação (18) Experimental de Caçador Aquisição de equipamentos de informática (rede) 42.500,00 6 para a EE Caçador (19 a 24) Execução do projeto de rede estruturada da EE 86.000,00 4 Caçador (25 a 28) Recuperar as estações meteorológicas 84.723,55 1 convencionais, modernizar e equipar os (13) escritórios e as equipes meteorológicas do município de Caçador Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações hidrometeorológicas (14 a 17) para UP de Caçador INFO Total 253.823,55 16 Melhoria da infra-estrutura Instrumentalização do Laboratório de 25.000,00 1 laboratorial da Estação Fitopatologia e Ecofisiologia (29) Experimental de Caçador Instrumentalização do Laboratório de Pós74.000,00 2 Colheita (30 a 31) Construção laboratórios 163.000,00 1(32) Instrumentalização do Laboratório de Ensaio Químico da ISO Aquisição mobiliário do Laboratório de Ensaio Químico LABO Total Total Global 386.000,00 36.880,00 684.880,00 1.337.528,33 7 (33 a 39) 1 (40) 12 40 Página 8 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.2. Estação Experimental de Campos Novos Desenvolve trabalhos voltados à agricultura familiar com foco na produção de sementes básicas de culturas de lavoura. Viabiliza, também, estudos em agrometeorologia, mecanização agrícola, fertilidade e manejo do solo e da água e agricultura orgânica. Na Tabela 3 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Campos Novos. Tabela 3 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Campos Novos. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 10, (página 49). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de equipamentos para pesquisa da 122.500,00 4 pesquisa da Estação da Estação Experimental de Campos Novos (1 a 4) Experimental de Campos Novos FÍSICA Total 122.500,00 4 Melhoria da infra-estrutura de informática da Estação Experimental de Campos Novos Total Global Aquisição de equipamentos de informática para a Estação Experimental de Campos Novos Aquisição de equipamentos de informática (rede) para a EE Campos Novos Execução do projeto de rede estruturada da EE Campos Novos Aquisição de componentes para a rede de monitoramento de estações hidrometeorológicas para EE de Campos Novos INFO Total 5.600,00 1 (18) 6 (9 a 14) 3 (15 a 17) 4 (5 a 8) 35.600,00 55.000,00 12.600,00 108.800,00 231.300,00 14 18 Página 9 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.3 Estação Experimental de Canoinhas A Estação Experimental de Canoinhas atua, prioritariamente, em pesquisa e desenvolvimento de sistemas agro-silvi-pastoris. Na Tabela 4 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Canoinhas. Tabela 4 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Canoinhas. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 11 (página 57). Qtdade Itens os (n dos itens) META ETAPA Valor Melhoria da infra-estrutura física Adequação da estrutura de apoio de trabalhos 109.740,00 1 da Estação Experimental de realizados no Campo Experimental Salto do (1) Canoinhas Canoinhas, pertencente à Estação Experimental de Canoinhas. FÍSICA Total 109.740,00 1 Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de microcomputadores. 5.600,00 1 informática da Estação (3) Experimental de Canoinhas Aquisição de equipamentos de informática 43.400,00 6 (rede) para a EE Canoinhas (4 a 9) Execução do projeto de rede estruturada da 70.000,00 3 EE Canoinhas (10 a 12) Recuperar as estações meteorológicas 9.260,00 1 convencionais, modernizar e equipar os (2) escritórios e as equipes meteorológicas do município de Canoinhas INFO Total 128.260,00 11 Total Global 238.000,00 12 Página 10 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.4 Estação Experimental de Itajaí Destaca-se pelo desenvolvimento de pesquisa e difusão de tecnologias, tendo como principais produtos o arroz irrigado, a fruticultura tropical (com ênfase para as culturas da banana e da laranja) e as hortaliças. Trabalha, também, com recursos florestais, piscicultura e plantas bioativas, com forte atuação em técnicas biotecnológicas. Na Tabela 5 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Itajaí. Tabela 5 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Itajaí. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 15 (página 61). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura física Construção de estrutura para atender as 223.784,78 1 da Estação Experimental de Itajaí normativas do MAPA para credenciamento da (2) EE Itajaí em testes de agrotóxicos. Construção de uma estação de captação e 101.000,00 1 tratamento de água para a EEItajaí (1) Máquinas e implementos agrícolas 163.000,00 4 (3 a 6) Readequação de duas casas de vegetação 153.121,50 1 DANTAS (Solardan 8,8 m x 12m) para atender (7) demanda pesquisa projeto Arroz Irrigado, fruticultura tropical da EE Itajaí Construção de uma camara fria/seca atender 91.530,50 1 Programa Genoma Vegetal (8) FÍSICA Total 732.436,78 8 Melhoria da infra-estrutura de Equipamentos de informática 21.600,00 2 informática da EE de Itajaí (25 a 26) Aquisição de equipamentos de informática 30.800,00 7(14 a 20) (rede) para a EE Itajaí Execução do projeto de rede estruturada da EE 140.000,00 4(21 a 24) Itajaí Recuperar as estações meteorológicas 95.743,55 1 convencionais, modernizar e equipar as (9) equipes meteorológicas do município de Itajaí Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações (10 a 13) hidrometeorológicas para EE Itajaí INFO Total 300.743,55 18 Melhoria da infra-estrutura Complementar a estrutura analítica do 165.000,00 1 laboratorial da Estação Laboratório de Biologia Molecular da Estação (27) Experimental de Itajaí Experimental de Itajaí. Readequação considerando a implantação de 275.000,00 1 um sistema de gestão da qualidade em (31) laboratórios (BPL e ISO 17.025) na Unidade de Ensaios Químicos e Cromatográficos Aquisição e implantação do sistema de 30.000,00 1 climatização da Unidade de Ensaios Químicos (32) e Cromatográficos, considerando a implantação de um sistema de gestão da qualidade em laboratórios (BPL e ISO 17.025). Aquisição de móveis (bancadas, armários, 60.000,00 1 balcões, mesas e cadeiras), considerando a (33) implantação da gestão da qualidade em laboratórios (BPL e ISO 17.025) na Unidade de Ensaios Químicos e Cromatográficos Complementar a estrutura analítica da Unidade 255.000,00 3 de Ensaios Químicos e Cromatográficos da EE (28 a 30) Itajaí. LABO Total 785.000,00 7 Total Global 1.818.180,33 33 Página 11 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.5 Estação Experimental de Ituporanga Desenvolve trabalhos voltados a diferentes sistemas de cultivo em hortaliças, com ênfase especial à cultura da cebola. Na Tabela 6 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Ituporanga. Tabela 6 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Ituporanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 25 (página 75). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura física Adequação e ampliação do armazém de secagem 25.872,48 1 da Estação Experimental de de cebola da Estação Experimental de Ituporanga (1) Ituporanga Construção de ambiente para armazenamento de 9.540,00 1 agrotóxicos (2) Recuperação/renovação dos implementos, 53.250,00 8 microtratores, tratores e veículos da Estação (3 a 10) Experimental de Ituporanga Implantação de uma câmara seca e fria para a 46.920,00 1 Estação Experimental de Ituporanga (11) Aquisição de casa de vegetação climatizada para 74.866,00 1 a Estação Experimental de Ituporanga (12) Compra de equipamentos e prateleiras para 3.125,00 2 câmara seca e fria (13 a 14) FÍSICA Total 213.573,48 14 Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de equipamentos de informática (rede) 25.400,00 6 informática da Estação para a EE Ituporanga (19 a 24) Experimental de Ituporanga Execução do projeto de rede estruturada da EE 50.000,00 1 Ituporanga (25) Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações hidrometeorológicas (15 a 18) para EE Ituporanga INFO Total 88.000,00 11 Melhoria da infra-estrutura Compra de equipamentos para o laboratório de 14.000,00 3 laboratorial da Estação fitopatologia (26 a 28) Experimental de Ituporanga Ampliação e adequação da área física do 395.501,28 1 laboratório de solos (29) Compra de equipamentos para o laboratório de 283.330,00 23 solos (30 a 52) Compra de mobiliário para o laboratório de solos 18.000,00 1 (53) LABO Total 710.831,28 28 Total Global 1.012.404,76 53 Página 12 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.6 Estação Experimental de Lages Desenvolve trabalhos em pecuária de corte e de leite, com destaque na pesquisa de recursos genéticos nativos e naturalizados para o desenvolvimento da pecuária e da silvicultura. Na Tabela 7 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Lages. Tabela 7 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Lages. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 32 (página 90). META Melhoria da infra-estrutura física da Estação Experimental de Lages Modernização da rede de monitoramento hidrometeorológica automática da UP de Lages Melhoria da infra-estrutura laboratorial da Estação Experimental de Lages Total Global ETAPA Recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia da Estação Experimental de Lages Implantação e reforma de câmara seca e casa de vegetação da Estação Experimental de Lages Reforma e compra de veículos, tratores e implementos da Estação Experimental de Lages Implantação e reforma de câmara seca e casa de vegetação da Estação Experimental de Lages FÍSICA Total Aquisição de componentes para a rede de monitoramento de estações hidrometeorológicas para UP de Lages Aquisição de equipamentos de informática (rede) para a EE Lages Execução do projeto de rede estruturada da EE Lages INFO Total Recuperação e adequação do Laboratório de Nutrição Animal LABO Total Qtdade Itens os Valor (n dos itens) 290.516,16 1 (1) 10.800,00 1 (2) 135.540,00 13 (3 a 15) 123.926,00 3 (16 a 18) 560.782,16 12.600,00 18 4 (19 a 22) 41.000,00 7 (23 a 29) 6 (30 a 35) 17 4 (36 a 39) 4 39 200.000,00 253.600,00 226.780,00 226.780,00 1.041.162,16 Página 13 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.7 Estação Experimental de São Joaquim Dedica-se à fruticultura de clima temperado, à floricultura e à olericultura, destacando-se as culturas da maçã, pêra, goiaba serrana, uva e batata. Na Tabela 8 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de São Joaquim. Tabela 8 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de São Joaquim. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 39 (página 103). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da Infra-estrutura física Adequação as normativas do MAPA para 223.784,78 1 e Operacional da Estação credenciamento da Estação Experimental de (1) Experimental de São Joaquim Caçador em testes de agrotóxicos. Aquisição de implementos e/ou máquinas 28.154,00 5 agrícolas (Concha Traseira agrícola, Carreta (2 a 6) hidráulica, plataforma basculante, Carro de cortar grama, Broca de perfuração, sistema de irrigação e proteção de geada). FÍSICA Total 251.938,78 6) Melhoria da Infra-estrutura de Automação de leitura das variáveis 33.800,00 1 Informática da Estação meteorológicas coletadas em estações (7) Experimental de São Joaquim meteorológicas convencionais da UP de São Joaquim Recuperar as estações meteorológicas 73.923,55 1 convencionais, modernizar e equipar os (8) escritórios e as equipes meteorológicas do município de São Joaquim Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações (9 a 12) hidrometeorológicas para UP de São Joaquim Aquisição de computadores (Desk top, 19.000,00 3 portáteis), Impressoras Laser Jet e 13 a 15) multifuncional, No Breaks e estabilizadores, projetores de multimídia Aquisição de equipamentos de informática 47.600,00 7 (rede) para a EE São Joaquim (16 a 22) Execução do projeto de rede estruturada da 40.000,00 1 EE São Joaquim (23) INFO Total 226.923,55 17 Melhoria da infra-estrutura Aquisição e/ou reforma de equipamentos para 3.500,00 1 Laboratorial de pesquisa da modernizar o Laboratório de Fitopatologia da (24) Estação Experimental de São EE São Joaquim e aquisição de periódicos da Joaquim área Aquisição e/ou reforma de equipamentos para 25.600,00 2 modernizar o Laboratório de Entomologia da (25 a 26) EE São Joaquim e aquisição periódicos da área Aquisição e/ou reforma de equipamentos para 7.000,00 1 modernizar o Laboratório de Solos e Nutrição (27) de Plantas da EE São Joaquim e aquisição de periódicos da área Aquisição e/ou reforma de equipamentos para 28.000,00 2 modernizar o Laboratório de Análise de (28 a 29) Frutos/Fisiologia/Melhoramento da EE São Joaquim e aquisição de periódicos da área LABO Total 64.100,00 6 Total Global 542.962,33 29 Página 14 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.8 Estação Experimental de Urussanga Dedica-se ao desenvolvimento de tecnologias destinadas às culturas da mandioca e de espécies frutícolas, dentre elas, banana, maracujá, abacaxi, videira, pêssego e nectarina. Na Tabela 9 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Urussanga. Tabela 9 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Urussanga. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 42 (página 109). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura física Adequação do prédio central da Estação 126.000,00 1 da Estação Experimental de Experimental de Urussanga (1) Urussanga Adequação dos prédios de apoio de campo, 128.000,49 1 preparo de materiais para experimento e (2) processamento de amostras de experimentos da Estação Experimental de Urussanga Adequação de uma casa de vegetação da 52.000,00 4 EEUrussanga (3 a 6) FÍSICA Total 306.000,49 6 Melhoria da infra-estrutura de Aquisição e instalação da rede de 3.000,00 1 informática da Estação comunicação e internet na EEUrussanga (12) Experimental de Urussanga Aquisição de equipamentos de informática 16.800,00 5 (rede) para a EE Urussanga (13 a 17) Execução do projeto de rede estruturada da 115.000,00 6 EE Urussanga (18 a 23) Recuperar as estações meteorológicas 91.343,55 1 convencionais, modernizar e equipar os (7) escritórios e as equipes meteorológicas do município de Urussanga Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações (8 a 11) hidrometeorológicas para UP de Urussanga INFO Total 238.743,55 17 Melhoria da infra-estrutura Compra de equipamentos para os laboratórios 43.464,00 7 laboratorial da Estação de fitossanidade, análises físicas, químicas e (24 a 30) Experimental de Urussanga biológicas da EE Urussanga LABO Total 43.464,00 7 Total Global 588.208,04 30 Página 15 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.9 Estação Experimental de Videira Focada principalmente na agricultura familiar e no pequeno produtor, a Estação Experimental de Videira dedicase à experimentação com fruticultura de clima temperado (uva, quivi, ameixa, caqui, pêssego, nectarina, mirtilo, amora preta), sendo a principal referência em vitivinicultura para o Estado de Santa Catarina e algumas regiões dos estados vizinhos. Responsável pela descoberta dos novos “terroirs” de vinhos finos de altitude, propiciando todo o suporte para a vitivinicultura estadual. É responsável pela pesquisa em apicultura, priorizando as análises qualitativas do mel e concentrando ações da produção integrada. Na Tabela 10 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Estação Experimental de Videira. Tabela 10 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Estação Experimental de Videira. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 48 (página 128). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura física Adequação auditório da Estação Experimental 400,00 1 da Estação Experimental de de Videira (1) Videira Adequação da casa de vegetação para a 25.000,00 1 Estação Experimental de Videira (2) FÍSICA Total 25.400,00 2 Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de equipamentos de informática 30.450,00 3 informática da Estação (8 a 10) Experimental de Videira Aquisição de equipamentos de informática 43.400,00 6 (rede) para a EE Videira (11 a 16) Execução do projeto de rede estruturada da 80.000,00 2 EE Videira (17 a 18) Recuperar as estações meteorológicas 58.923,55 1 convencionais, modernizar e equipar os (3) escritórios e as equipes meteorológicas do município de Videira Aquisição de componentes para a rede de 12.600,00 4 monitoramento de estações (4 a 7) hidrometeorológicas para EE Videira INFO Total 225.373,55 16 Melhoria da infra-estrutura Aquisição de equipamentos para o laboratório 20.000,00 1 laboratorial da Estação de fitossanidade da EE Videira (19) Experimental de Videira Adequação do laboratório de análise sensorial 7.450,00 1 (23) Implantação de climatização central no 110.000,00 1 laboratório de análises agroindustriais (24) Aquisição de equipamentos laboratório de 226.510,00 5 análises agroindustriais (25 a 29) Aquisição de materiais para o laboratório de 5.115,00 3 análise sensorial (30 a 32) Aquisição de equipamentos para o laboratório 12.000,00 1 de fitossanidade da EE Videira (20) Aquisição de mobiliário para o laboratório de 40.000,00 1 análises agroindustriais (21) Ampliação da área física do laboratório de 350.500,96 1 Análises de Bebidas (Labesc) (22) LABO Total 771.575,96 14 Total Global 1.022.349,51 32 Página 16 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.10 Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP O Cedap tem seus principais focos dirigidos para pesquisa em maricultura e piscicultura de água doce tais como: determinação de áreas propícias para a maricultura, desenvolvimento de novas tecnologias para o cultivo de mexilhões, geração de tecnologia para o cultivo de ostras em ambientes lacunares, viabilização técnica do cultivo de vieiras, estabelecimento de pacotes tecnológicos de policultivo entre camarões e tilápias e desenvolvimento da cadeia produtiva da piscicultura continental, com ênfase na piscicultura de espécies nativas e na qualificação profissional dos produtores. Na Tabela 11 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP. Tabela 11 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca – CEDAP. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 52 (página 138). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de equipamentos de informática 8.200,00 3 informática do Cedap (rede) para o CEDAP (1 a 3) INFO Total Total Global 8.200,00 8.200,00 3 3 Página 17 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.11 Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF O Cepaf está inserido na região do Oeste Catarinense, região que abrange 50% do PIB agropecuário e que concentra 37% da população rural do Estado, com modelo fundamentado na agricultura familiar, com foco na pesquisa das culturas graníferas, meio ambiente (recursos naturais) e estudos socioeconômicos. Na Tabela 12 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. Tabela 12 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar – CEPAF. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 53 (página 139). Qtdade Itens os META ETAPA Valor (n dos itens) Melhoria da infra-estrutura física Adequação da área física da Unidade de 271.263,87 1 de pesquisa agropecuária do Beneficiamento de Sementes (UBS) (1) Cepaf Compra de equipamentos e mobiliário para a 14.520,00 3 Unidade de Beneficiamento de Sementes (7 a 9) (UBS) Compra de equipamentos para pesquisa 231.100,00 2 agropecuária (2 a 3) Compra de equipamentos e mobiliário para a 8.915,00 3 Casa de Apoio Operacional (4 a 6) Adequação da área física da Câmara Seca 70.720,29 2 (10 a 11) Compra de equipamentos e mobiliário para a 47.700,00 6 Câmara Seca (12 a 17) Adequação da área física da Casa de 54.030,00 1 Vegetação (18) 18 FÍSICA Total 698.249,16 Melhoria da infra-estrutura de Compra de equipamentos para informática 19.600,00 1 informática do Cepaf (24) Aquisição de equipamentos de informática 25.400,00 7(25 a 31) (rede) para a EE Chapecó Execução do projeto de rede estruturada da EE Chapecó Melhoria da infra-estrutura laboratorial do Cepaf - Chapecó Recuperar as estações meteorológicas convencionais, modernizar e equipar os escritórios e as equipes meteorológicas do município de Chapecó Aquisição de componentes para a rede de monitoramento de estações hidrometeorológicas para UP de Chapecó INFO Total Compra de equipamentos e mobiliário para a Laboratório de Águas Adequação da área física do Laboratório de Solos Compra de equipamentos e mobiliário para o Laboratório de Solos LABO Total Total Global 150.000,00 5(32 a 36) 94.543,55 1 (19) 12.600,00 4(20 a 23) 302.143,55 88.800,00 18) 5(37 a 41) 177.300,27 1 (42) 3 (43 a 45) 9 45 335.000,00 601.100,27 1.601.492,98 5.12 Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM O Centro Integrado de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina tem papel decisivo na geração de informações ambientais. Seus projetos dão suporte ao planejamento regional e municipal, sendo fundamentais para a segurança da qualidade da água, do solo e do ar. Entre os principais serviços destacam-se a previsão do tempo e clima. Página 18 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 Na Tabela 13 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM. O Governo do Estado de Santa Catarina, com apoio do Governo Federal, vem investindo esforços na criação e estabelecimento do Sapiens Parque (www.sapiensparque.com.br), que é um espaço concebido com infraestrutura pra abrigar empreendimentos, projetos e iniciativas estratégicas para desenvolvimento do Estado e região. O Sapiens Parque se distingue por utilizar um modelo inovador para desenvolver, implementar e integrar iniciativas dentro de uma visão diferenciada, inovadora e competitiva. A Epagri, comungando com esta idéia e apostando num futuro de tecnologias avançadas, está propondo a inserção de seu Centro de Referência em Tecnologias Ambientais neste contexto. Como fatores contextuais favoráveis à proposta citamos: - crescente conscientização da sociedade para as questões ambientais; - diversidade do território catarinense em relação aos aspectos sócio culturais e ambientais; - biodiversidade dos biomas catarinenses; - excelência do corpo técnico da Epagri, devido sua formação acadêmica e qualificação profissional; - possibilidade de compor parcerias institucionais com Universidades, ONGs e outras empresas públicas. - necessidade de manutenção da biodiversidade; - desenvolvimento de tecnologias avançadas que atendam as necessidade e exigências ambientais e sociais. Tabela 13 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia – CIRAM. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 64 (página 166). Qtdade Itens os Valor (n dos itens) META ETAPA Modernização e adequação da Adequação da infra-estrura física da Central 190.150,00 3(1 a 3) infra-estrutura física do Centro de de Processamento de dados Informações de Recursos Criação do Centro de Referência em 432.036,00 1(1 a 3)4) Ambientais e de Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Hidrometeorologia de Santa Florianópolis Catarina (CIRAM) Mobiliar e equipar o Centro de Referência em 25.500,00 3(5 a 7) Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis Adequação do sistema de previsão do tempo 25.020,00 4 e clima do CIRAM (11 a 14) Adequação infra-estrutura física do CIRAM 1.060,00 3 (15 a 17) Aquisição de equipamentos para o setor de 1.440,00 3 ordenamento ambiental do Ciram (8 a 10) FÍSICA Total 675.206,00 17 Instrumentalização da área de Adequação da infra-estrutura do CPD do 130.000,00 1 informática, agrometeorologia e Ciram (28) hidrometria do CIRAM Aquisição de equipamentos de informática 19.400,00 5 (rede) para o CIRAM (19 a 23) Automação de leitura das variáveis 33.800,00 1 meteorológicas coletadas em estações (18) meteorológicas convencionais do CIRAM Aquisição de instrumentação laboratorial de 12.000,00 2 mecânica (24 a 25) Aquisição de instrumentação laboratorial de 10.000,00 1 eletrônica (26) Aquisição de instrumentação de campo 3.000,00 1 (27) INFO Total 208.200,00 11 Total Global 883.406,00 28 Página 19 Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri – Proposta 2009 5.13 Sede - Florianópolis As demandas de desenvolvimento de aplicativos ficaram relatados na Sede, uma vez que todas as unidades de pesquisa irão se beneficiar. Na Tabela 14 estão definidos, por meta e etapa, as necessidades para a Sede, em Florianópolis. Tabela 14 – Valores financeiros e quantidade de bens/serviço, por meta e etapa, para a Sede – Florianópolis. Os bens/serviços necessários estão listados no Anexo 67 (página 174). Qtdade Itens os (n dos META ETAPA Valor itens) Melhoria da infra-estrutura de Aquisição de equipamentos de informática 85.263,56 7 informática da Epagri (rede) para Sede (1 a 7) Desenvolvimento do módulos informatizados de planejamento, acompanhamento e reprogramação das Figuras Programáticas da Epagri Aquisição de servidor para armazenamento de recursos digitais institucionais e de produção técnico-científica Desenvolvimento e\ou aquisição de Sistemas de Informação para análise e disponibilização de informações para gestão\avaliação corporativa e rede laboratorial INFO Total Melhoria da infra-estrutura física Aquisição de veículos para pesquisa da Epagri Total Global 85.000,00 1 (8) 100.000,00 1 (9) 42.500,00 1 (10) 312.763,56 600.000,00 8 2 (11 a 12) 10 912.763,56 Página 20 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC Embrapa. Título do Programa 1. Conhecimento, tecnologia e organização para melhoria da produção de origem vegetal – Produção Vegetal. 2. Conhecimento, tecnologia e organização para melhoria da produção de origem animal – Produção Animal. 3. Melhoria de cadeias e arranjos produtivos, gestão de empreendimentos e acesso a mercados – Gestão e Mercado. 4. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e manejo do patrimônio genético vegetal – Genoma Vegetal Objetivos Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos Desenvolver e difundir - Melhoria dos sistemas de cultivo de culturas de tecnologias que aumentem a interesse estratégico de Santa Catarina obtida através produtividade, racionalizem o do desenvolvimento e difusão de tecnologias uso de agroquímicos, compatíveis com a produção integrada para essas maximizem a preservação culturas. ambiental, ofereçam produtos - Melhoria dos sistemas de cultivos orgânicos e de melhor qualidade e reduzam agroecológicos de culturas de interesse estratégico de a dependência de insumos Santa Catarina obtida através do desenvolvimento e externos nos sistemas de difusão de tecnologias de produção orgânica e produção vegetal. agroecológica para essas culturas. - Tecnologias de produção e transformação de produtos diferenciados de origem vegetal obtidas através do desenvolvimento e difusão de tecnologias de transformação e usos de produtos de origem vegetal. - Melhoria dos sistemas de produção agroflorestais múltiplos e integrados com a pecuária obtida através do desenvolvimento e difusão de tecnologias voltadas para esses sistemas de produção. Gerar tecnologias de produção O aumento da competitividade dos agricultores para o desenvolvimento da familiares, maricultores e pescadores artesanais, mantendo-os em suas atividades com aquicultura costeira e sustentabilidade, ou seja, com renda adequada, continental, da pesca artesenal, da apicultura, e da preservação das condições ambientais, vida social digna e preservação de seus valores culturais bovinocultura e ovinocultura em sistemas que utilizam pastagens como base alimentar, implementando-as através de assistência técnica, difusão e transferência de conhecimentos. Desenvolver ações para o Produtores e técnicos qualificados; gerenciamento, prospeção de Redes de empreendimentos organizadas; Agroindústria familiar utilizando sistemas de controle estudos de mercados e agregação de valores aos de processos; produtos e serviços da Produtos, técnicas e processos de produção de agricultura familiar e a pesca qualidade diferenciada identificados e desenvolvidos; artesanal. Conhecimentos tradicionais dos agricultores levantados e sistematizados, contribuindo na construção de dispositivos de proteção deste patrimônio cultural dos agricultores. Elementos étnicos que contribuem para o mercado de produtos de qualidade diferenciada levantados; Agroindústria familiar utilizando tecnologias de baixo impacto ambiental; Sistemas de gestão de segurança de alimentos implementados; Empreendimentos com análises técnicas e econômicas de viabilidade; Sistema de informações em rede dos empreendimentos e organizações implantados e disponibilizados; Divulgação e promoção dos produtos da agricultura familiar; Oportunidades de mercados identificadas; Parcerias estabelecidas; Consolidação dos empreendimentos orientados; Sistema de gestão desenvolvido; Aumento da competitividade dos empreendimentos; Equipe técnica de mercado, marketing, comercialização e logística, formada e qualificada. Desenvolver e difundir - Germoplasmas conservados, identificados e tecnologias que aumentem a avaliados de novas espécies da flora nativa e produtividade, racionalizem o variedades crioulas e outras; uso de agroquímicos, - Desenvolvimento de variedades genéticas superiores maximizem a preservação das principais espécies vegetais de interesse para ambiental, ofereçam produtos Santa Catarina; de melhor qualidade e reduzam - Diversificação de sistemas de produção vegetal; - Melhoria da qualidade alimentar; a dependência de insumos - Diversificação da oferta de alimentos. externos nos sistemas de produção vegetal. Período de execução ¹ 01/2009 - 12/2012 01/2009 - 12/2012 01/2009 - 12/2012 01/2009 - 12/2012 Continua Página 21 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC Embrapa. (continuação) Período de Objetivos Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos execução ¹ Identificar e preservar espécies - Espécies nativas com potencial de produção 01/2009 - 12/2012 silvestres da fauna e flora com comercial identificadas e caracterizadas; potencial de produção. - Plano de conservação de espécies ameaçadas; - Ampliação da base genética e da diversidade de produtos potenciais das espécies aquáticas cultivados em Santa Catarina; - Aumento da base genética e da adaptação de bovideos para a geração de produtos diferenciados e competitivos; - Abelhas selecionadas para as caracteristicas desejadas; - Diversificação da produção animal. 6. Tecnologia Social de Gestão Promover a educação - População rural e indígena sensibilizadas e 01/2009 - 12/2012 Ambiental para a Sustentabilidade ambiental no meio rural e comprometidas com as questões socioculturais e da Agricultura e dos Espaços Rural pesqueiro e a gestão dos ambientais locais, visando o desenvolvimento integral e Pesqueiro – Gestão Sócio conflitos socioambientais. do ser humano e suas relações; - Escolas municipais e estaduais da área abrangida Ambiental pelo Projeto Microbacias 2, comprometidas e desenvolvendo atividades em educação ambiental em consonância com a legislação federal e estadual; - Melhorada a gestão sócio-ambiental dos espaços rural e pesqueiro; - Aumentada a base de tecnologias de gestão ambiental e da adoção das mesmas; - Disponibilizado modelos de núcleos e tecnologias de gestão ambiental às comunidades rurais e pesqueiras; - Comitês de bacias e comitês gestores regionais, atuando com metodologias adequadas; - Criado e disponibilizado banco de informações contendo tecnologias de baixo impacto ambiental; - Agentes de extensão, pesquisa e famílias mais capacitados para desenvolver, orientar e adotar tecnologias de gestão socioambiental; - Atores sociais e agentes de ATER participando ativamente de fóruns, comitês e espaços de negociação de conflitos socioambientais; - Comunidades participando na geração de conhecimentos e inovações, mais conhecedoras da legislação ambiental vigente, organizadas para construir suas formas de gestão de conflitos, e sensibilizadas e organizadas valorizando seus produtos e territórios; - Comunidades, municípios e territórios com suas normas elaboradas, sendo implementadas e enriquecidas com suas diferentes formas de saberes; - População local sendo beneficiada com a implementação de produtos e serviços ambientais; - Aumentada a geração de tecnologias de gestão socioambiental; - Aplicadas novas tecnologias sociais baseadas nos estudos realizados; - Gerados subsídios técnicos para a elaboração/implementação de políticas públicas voltadas ao pagamento/valorização de serviços ambientais; - Implementada a gestão socioambiental nas unidades da EPAGRI; - Parcerias fortalecidas, comprometidas e atuantes; - Sociedade mobilizada e consciente desenvolvendo ações sustentáveis, com melhoria da qualidade de vida; - Intensificada a participação da EPAGRI nos espaços e fóruns de planejamento e gestão de estratégias de Desenvolvimento Territorial Sustentável; - Implementando sistemas produtivos integrados locais, em regiões-piloto, como processos de desenvolvimento territorial sustentáveis. Título do Programa 5. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e manejo do patrimônio genético animal – Genoma Animal Continua Página 22 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 1 – Apresentação com justificativa dos Programas previstos no PGE, em andamento ou a serem implantados, que irão se beneficiar dos investimentos a serem feitos com recursos do PAC Embrapa. (continuação) Período de Objetivos Resultados/produtos tecnológicos a serem obtidos execução ¹ Desenvolver e difundir - Melhoria da base de informações para o 01/2009 - 12/2012 tecnologias para utilização de planejamento e gestão ambiental e territorial; resíduos e efluentes como - Melhoria da prevenção e redução de perdas por fontes de energia e de adversidades climáticas e do aproveitamento dos nutrientes para o setor recursos hídricos; - Melhoria da efetividade do planejamento de agrícola. atividades produtivas sujeitas a condicionantes climáticas; - Redução da contaminação ambiental e melhoria da eficiência produtiva; - Aumento da prestação de serviços ambientais e da pluriatividade do meio rural e pesqueiro. 8. Desenvolvimento social do meio Criar e ampliar oportunidades - Famílias e comunidades rurais e pesqueiras 01/2009 - 12/2012 rural e pesqueiro – Capital Social e para que as comunidades fortalecidas em sua autoestima e qualificadas para Humano rurais e pesqueiras e os cogestão e intervenção coletiva no exercício da técnicos conheçam melhor e cidadania em suas organizações sociais, cumprindo com sua função econômica, social, cultural e pratiquem a auto-estima, a cogestão e a cidadania em ambiental; processos nos quais estejam - Famílias, especialmente jovens e mulheres, com inseridos. participação mais efetiva na gestão da propriedade, no planejamento e nas decisões da comunidade e territórios; - Agentes de extensão e pesquisa qualificados e sensibilizados para o desenvolvimento de ações e formulação de políticas públicas, através de cooperação interinstitucional que visem o fortalecimento do capital humano e social; - Oportunidades criadas, de lazer, renda e organização dos moradores das comunidades rurais e pesqueiras; - Comunidades rurais e pesqueiras estimuladas e com redes de cooperação implantadas; - Conhecimentos gerados, relativos ao capital social e humano subsidiando a formulação de políticas públicas. 9. Desenvolvimento de alternativas de Desenvolver ações que - Famílias rurais e pesqueiras capacitadas em novas 01/2009 - 12/2012 renda e da auto-suficiência alimentar contribuam para criação e oportunidades de trabalho e geração de renda em no espaço rural e pesqueiro – fortalecimento de redes e atividades não agrícolas; Atividades Não Agrícolas formas organizativas de - Famílias rurais e pesqueiras capacitadas e assistidas participação, inclusão social e tecnicamente na produção de alimentos para o produção. autoconsumo familiar, em base agroecológica; - Diagnóstico para identificação da oferta e demanda por serviços especializados para atender a demanda do meio rural realizado; - Diagnóstico para identificação da disponibilidade de serviços de turismo rural e artesanato realizado; - Diagnóstico para identificação dos hábitos alimentares das famílias rurais e pesqueiras realizado; - Mecanismos para divulgação e promoção do turismo rural e artesanato definidos; - Intercâmbios com outras regiões do país nas áreas de atividades não agrícolas, turismo rural, artesanato e auto-suficiência alimentar promovidos; - Organização de redes de cooperação entre os grupos de interesse nas áreas de turismo e artesanato, visando potencializar os negócios e abrir novas possibilidades de mercado fomentados; - Portal com banco de dados sobre empreendimentos, equipamentos e rotas de turismo rural e artesanato criado; - Indicadores de sustentabilidade de empreendimentos de atividades não agrícolas e unidades familiares de produção para autoabastecimento, através de ferramentas de gestão gerados; e - Extensionistas e pesquisadores para atuação junto às famílias rurais em atividades não agrícolas e autoabastecimento capacitados. Título do Programa 7. Conhecimento e tecnologia para a melhoria do uso e o manejo dos recursos ambientais e dos resíduos agrícolas – Tecnologia Ambiental ¹ Mês e ano de início e término, podendo estar incluídos programas em andamento. Página 23 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. Unidade Sede Pesquisador Doutorado 1.Carlos Leomar Kreuz 2.Edson Silva 3.Haroldo Tavares Elias 4.Luiz Antonio Palladini 5.Luiz Toresan 6.Mario Angelo Vidor 7.Roger Delmar Flesch 8.Rubson Rocha 9.Sergio Leite G. Pinheiro Pós Cedap - Fpolis 1.Guilherme Sabino Rupp Cepa - Fpolis 1.Airton Spies Cepaf Chapecó 1.Clovis Dorigon 2.Eloi Ehard Scherer 3.Francisco Roberto C. do E. Santo 4.Joao Americo Wordell Filho 5.Luiz Augusto Ferreira Verona 6.Rogerio Luiz Backes Cepea - Fpolis Pesquisador Mestrado 1. Carlos Luiz Gandin 2. Euclides Joao Barni 3. Luiz Carlos Robaina Echeverria 4. Nelton Antonio Menezes 5. Paulo Ceser Zoldan Pesquisador Graduado 1.Reney Dorow 1. Cristiano Nunes Nesi 2. Dilvan Luiz Ferrari 3. Edson Luiz de Souza 4. Gerson Conceicao 5. Gilberto Luiz Dalagnol 6. Joao Guzenski 7. Lucia Morais Kinceler 8. Luis Carlos Vieira 9. Marcio Antonio de Mello 10. Paulo Alfonso Floss 11. Renato Luis Vieira 12. Ronaldir Knoblauch 13. Sergio Winckler da Costa 1. Alex Alves dos Santos 2. Fabiano Muller Silva 3. Robson Ventura de Souza 1. Janice Maria Waintuch Reiter 2. Marcia Janice F da C Varaschin 3. Marcia Mondardo 1.Aleksander Westphal Muniz 2.Alexandre Visconti 3.Carlos Alberto Toschi Maciel 4.Clovis Roberto Levien Correa 5.Fabiano Carminatti Zago 6.Fabio Martinho Zambonim 7.Renato Deggau 8.Sergio Roberto Zoldan 9.Tabajara Marcondes 1. Adriana Lidia Santana Klock 2. Carlos Alberto Lajus 3. Dorli Mario da Croce 4. Eduardo Cesar Brugnara 5. Estanislao Diaz Davalos 6. Ivan Tadeu Baldissera 7. Leandro do Prado Wildner 8. Luis Henrique Rangrab 9. Luiz Antonio Chiaradia 10. Mario Miranda 11. Milton Luiz Silvestro 12. Nelson Cortina 13. Silmar Hemp 14. Vagner Miranda Portes 15. Vilson Marcos Testa 1. Carlos Edilson Orenha 1.Edila Goncalves Botelho 2.Francisco Carlos Heiden 3.Ilmar Borchardt 4.Julio Alberto Rodigheri 5.Luiz Marcelino Vieira 6.Telmelita Maria Senna 7.Zelia Alves Silvestrini 1.Evandro Spagnollo 2.Osmar Tomazelli Junior 3.Waldir Nicknich 1.Walter Miguel Continua Página 24 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. (continuação) Unidade Ciram - Fpolis Pesquisador Doutorado 1.Alvaro Afonso Simon 2.Angelo Mendes Massignam 3.Hamilton Justino Vieira 4.Hugo Jose Braga 5.Ivan Luiz Zilli Bacic 6.Mara Cristina Benez 7.Sergio Luiz Zampieri Pesquisador Mestrado 1. Alan Henn 2. Argeu Vanz 3. Carlos Eduardo Salles de Araujo 4. Cristina Pandolfo 5. Everton Blainski 6. Everton Vieira 7. Iria Sartor Araujo 8. Juliana Mio de Souza 9. Luiz Fernando de Novaes Vianna 10. Marcos Santos Zarbato 11. Maria Laura Guimaraes Rodrigues 12. Suely Lewenthal Carriao 13. Valci Francisco Vieira 14. Vera Magali Radtke Thome 15. Yuri Vieira de Oliveira EE Caçador 1.Gabriel Berenhauser Leite 2.Ivan Dagoberto Faoro 1. Anderson Fernando Wamser 2. Atsuo Suzuki 3.Janice Valmorbida 3. Frederico Denardi 4.Luiz Carlos Argenta 4. Ivanise Maria Rizzatti 5.Marcelo Couto 5. Janaina Pereira dos Santos 6.Marcus Vinicius Kvitschal 6. Jose Luiz Petri 7.Siegfried Mueller 7. Raphael de Leao Serafini Pesquisador Graduado 1.Adilson de Freitas Zamparetti 2.Alberto Cechetto Beck 3.Andreza Thiesen Laureano 4.Anelise Cristina Newbery 5.Bruno Schmitt Filho 6.Carlos Eduardo de Lima 7.Denilson Dortzbach 8.Eduardo Nathan Antunes 9.Eduardo Pertile 10.Elisangela Benedet da Silva 11.Emanuela Salum Pereira Pinto 12.Fernanda Maraschin 13.Gilsania de Souza Cruz de Araujo 14.Gisele Dias 15.Joelma Miszinski 16.Jose Augusto Laus Neto 17.Jose Luiz Rocha Oliveira 18.Leandro Bassani 19.Lucas Balsini Garcindo 20.Luis Hamilton Pospissil Garbossa 21.Marcelo Fabricio de Mello 22.Marcelo Martins da Silva 23.Maria de Lourdes Mello 24.Marilene de Lima 25.Patrick Padilha 26.Paulo Celso P. de Andrade Almada 27.Rafael Canan 28.Ronaldo Valcarenghi de Rosso 29.Sandro da Silva dos Santos 30.Vera Lucia Silva Ranghetti 31.Yara Maria Alves Chanin 1.Alvaro Graeff 2.Evaldo Nazareno Pruner 8.Walter Ferreira Becker 9.Wilson Reis Filho EE Campos Novos EE Canoinhas 1.Carla Maria Pandolfo 2.Milton da Veiga 1.Alvadi Antonio Balbinot Junior 1. Cirio Parizotto 1.Alberi Joao Mario 1. Adriano Martinho de Souza 2. Ana Lucia Hanisch 3. Gilcimar Adriano Vogt 4. Jose Alfredo da Fonseca Continua Página 25 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 2 – Relação dos Pesquisadores por Unidade de Pesquisa da Epagri. (continuação) Unidade EE Itajaí EE Ituporanga EE Lages Pesquisador Doutorado 1.Alexander de Andrade 2.Eduardo Rodrigues Hickel 3.Eliseo Soprano 4.Ester Wickert 5.Faustino Andreola 6.Fernando Adami Tcacenco 7.Francisco Carlos Deschamps 8.Gilmar Roberto Zaffari 9.Henri Stuker 10.Hilton Amaral Junior 11.Horst Kalvelage 12.Jose Alberto Noldin 13.Jose Angelo Rebelo 14.Jose Maria Milanez 15.Klaus Konrad Scheuermann 16.Moacir Antonio Schiocchet 17.Osvino Leonardo Koller 18.Rubens Marschalek 1.Edison Xavier de Almeida 2.Paulo Antonio de S. Goncalves 3.Sergio Dias Lannes 4.Vivian Carre Missio 1.Pedro Boff 2.Tassio Dresch Rech EE São Joaquim 1.Gilberto Nava 2.Karine Louise dos Santos EE Urussanga 1.Alexsander Luis Moreto 2.Alvaro Jose Back 3.Jack Eliseu Crispim 4.Luiz Augusto Martins Peruch 5.Marcio Sonego 1.Eliane Rute de Andrade 2.Jean Pierre Rosier 3.Joao Peterson Pereira Gardin 4.Marcelo Lopes da Silva 5.Marco Antonio Dal Bo EE Videira Pesquisador Mestrado 1. Adriana Pereira 2. Airton Rodrigues Salerno 3. Andrey Martinez Rebelo 4. Antonio Amaury Silva Junior 5. Domingos Savio Eberhardt 6. Fabiano Cleber Bertoldi 7. Gabriela Neves Martins 8. Henrique Boeira Appel 9. Jorge Luiz Malburg 10. Juarez Jose Vanni Muller 11. Luiz Alberto Lichtemberg 12. Mauricio Cesar Silva 13. Nilse Carolina Colla Prando 14. Pedro Nicolau Serpa 15. Rafael Ricardo Cantu 16. Robert Harri Hinz 17. Teresinha Catarina Heck Pesquisador Graduado 1.Maria do Carmo Marcelino Galatto 2.Neri Samuel Dalenogare 3.Nivam Rodrigues da Silva 4.Paulo Fernando Warmling 1. Claudinei Kurtz 2. Hernandes Werner 3. Sergio Tadeu J. Tamassia 1. Angela Fonseca Rech 2. Constancio Bernardo dos Santos 3. Jefferson Araujo Flaresso 4. Jose Lino Rosa 5. Joseli Stradioto Neto 6. Nedilse Helena de Souza 7. Nelson Eduardo Prestes 8. Sadi Nazareno de Souza 9. Vilmar Francisco Zardo 10. Volney Silveira de Avila 1. Eduardo da Costa Nunes 2. Emilio Brighenti 3. Jose Itamar da Silva Boneti 4. Luiz Gonzaga Ribeiro 5. Marlise Nara Ciotta 6. Valdir Bonin 7. Yoshinori Katsurayama 8. Zilmar da Silva Souza 1. Ademar Brancher 2. Augusto Carlos Pola 3. Emilio Dela Bruna 4. Enilto de Oliveira Neubert 5. Jorge Homero Dufloth 1. Edegar Luiz Peruzzo 2. Nelson Pires Feldberg 3. Sandra Denise Camargo Mendes 4. Vinicius Caliari 1.Guilherme C. Coutinho 2.Joao Claudio Zanatta 3.Murilo Dalla Costa 1.Francisco Assis de Brito 2.Joao Felippeto 3.Jose Carlos Gelsleuster 4.Jose Masanori Katsurayama 1.Rosana Mazzuco Fontanella 2.Stevan Grutzmann Arcari Página 26 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. Nº Descrição 1Obra para atendimento às normativas do MAPA para credenciamento da Estação Experimental de Caçador em testes de agrotóxicos. . (Ver Anexo 4, página 31 e Anexo 5, página 32) 2Transfisch (E-21000) 1000lts com isolamento térmico e semireboque (Piscicultura) 3Máquina Pelerizadora Chavantes 4Incubadoras (A-1200) 200 lts 5Incubadoras (A-1056) 56 lts 6Trator 30cv, Distância entreeixos: 1.415 m 7Grade aradora, mancal a óleo, 14x28x7,5 mm 8Subsolador 5 hastes 9Rocadeira/moedeira Triton para trator 10Rocadeira para trator, largura d 1,6 m 11Pulverizador Turbina 200 L. 12 bicos (Café) 12Adequação de casa de vegetação para bancos de germoplasmas 13Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de Caçador (Ver Anexo 6, página 37) Justificativa Possibilitar o funcionamento, dentro das leis, da área experimental da EE Cacador para testes de agrotóxicos. Transporte adequado de matrizes e peixes para as áreas experimentais. Necessário para producao des racoes experimentais nos experimentos de nutricao de peixes. Adequação da área de reproducao e producao de alevinos para atender a necessidade de pesquisa. Melhoria tratos culturais dos experimentos de horticultura, em especial do tomateiro. Melhoria no preparo do solo dos experimentos de horticultura e fruticultura Melhoria no preparo do solo dos experimentos de horticultura e fruticultura Melhoria nas práticas culturais dos pomares experimentais, através da moagem dos restos de poda Melhoria nas práticas culturais dos pomares experimentais, Melhoria no controle fitossanitário de lavouras experimentais (Tomate) Possibilitar a aclimatizacao e estudos de materiais a serem introduzidos nos Bancos ativos de germoplasma sob responsabilidade da EE Cacador Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Valor Total Município m² 188 1.190,53 223.784,78 Caçador Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Caçador Unidade 1 17.000,00 17.000,00 Caçador Unidade 3 1.300,00 3.900,00 Caçador Unidade 12 820,00 9.840,00 Caçador Unidade 1 55.500,00 55.500,00 Caçador Unidade 1 14.800,00 14.800,00 Caçador Unidade 1 7.000,00 7.000,00 Caçador Unidade 1 16.000,00 16.000,00 Caçador Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Caçador Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Caçador Obra 1 15.000,00 15.000,00 Caçador Unidade 1 84.723,55 84.723,55 Caçador continua Página 27 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação) Nº Descrição Justificativa 14Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. 15Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor de hidrometeorológica radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de 40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 16Aquisição do sensor de pressão Modernização da rede atmosférica digital: Sensor hidrometeorológica barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de 40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. 17Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede par de rádio, transmissor e hidrometeorológica receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 18Computadores Disponibilizar, aos pesquisadores, administrativos e laboratórios, equipamento compatível aos programas atualmente em uso. 19Servidor de arquivos Armazenamento corporativo dos dados com segurança Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Caçador Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Caçador Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Caçador par 1 2.000,00 2.000,00 Caçador Unidade 10 2.800,00 28.000,00 Caçador Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Caçador Valor Total Município continua Página 28 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação) Nº Descrição Justificativa 20Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 21Switch Gerenciável de 26 portasDistribuição interna de sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 22Switch Gerenciável de 26 portas Distribuição interna de POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 23Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 24Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 25Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna 26Rede estrututurada no Melhoria da comunicação Laboratório de nutrição da Infra-estrutura interna 27Central Telefônica IP Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP 28Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 29BOD (Laboratório de Disponibilizar aos Fitopatolgia e Ecofisiologia) pesquisadores da área de Ecofisiologia e Fitopatologia, equipamento que possibilite estudos com diferentes niveis de temperatura, umidade e fotoperíodo. 30Sistema de medição, Melhoria do sistema de monitoramento e controle de controle das 24 camaras gases, temperatura e umidade de pesquisa de atmosfera relativa de camaras de controlada, propiciando atmosfera controlada (Lab. Pós- aumento da colheita) confiabilidade e qualidade dos resultados 31Sensores de umidade relativa Melhoria do sistema de de alta precisao (Lab. Póscontrole de umidade das colheita) camaras frias do laboratório de póscolheita, propiciando aumento da confiabilidade e qualidade dos resultados 32Obra de adequação do Adequação do Laboratório de Ensaio Químico Laboratório de Ensaio da Estação Experimental de Químico da Estação Caçador Experimental de Caçador (Ver Anexo 7, página 39 e visando otimizacao de recursos, equipes de Anexo 8, página 40) apoio e pesquisadores. 33Espectrofotômetro de Emissão Adequar o laboratório de ótica por plasma indutivamente Ensaio Químico para acoplado – ICP-OES atender demandas (Laboratório de Ensaio crescentes de análises, Químico) do setor produtivo, na qualidade, variedade e velocidade necessária. Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade Unidade 3 2 1.200,00 1.200,00 3.600,00 2.400,00 Caçador Caçador Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Caçador Unidade 1 1.500,00 1.500,00 Caçador Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Caçador Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Caçador Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Caçador Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Caçador Unidade 2 3.000,00 6.000,00 Caçador Unidade 5 5.000,00 25.000,00 Caçador Unidade 1 50.000,00 50.000,00 Caçador Unidade 4 6.000,00 24.000,00 Caçador Obra 1 163.000,00 163.000,00 Caçador Unidade 1 300.000,00 300.000,00 Caçador Valor Total Município continua Página 29 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 3 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Caçador. (continuação) Nº Descrição 34Fotômetro de Chama (Laboratório de Ensaio Químico) 35Destilador de Nitrogênio (Laboratório de Ensaio Químico) 36Balança analítica digital (Laboratório de Ensaio Químico) 37Destilador de água tipo Pilsen (Laboratório de Ensaio Químico) 38Scrubbers (Laboratório de Ensaio Químico) 39Aparelho de ar condicionado, 22 btu (Laboratório de Ensaio Químico) 40Aquisição de móveis para a adequação interna do lab. de ensaio químico (VER Anexo 9, página 43) Justificativa Adequar o laboratório de Ensaio Químico para atender demandas crescentes de análises, do setor produtivo, na qualidade, variedade e velocidade necessária. Adequação do mobiliario as normas ISO 17025 Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade 1 18.000,00 18.000,00 Caçador Unidade 2 7.000,00 14.000,00 Caçador Unidade 2 13.000,00 26.000,00 Caçador Unidade 1 7.000,00 7.000,00 Caçador Unidade 2 4.500,00 9.000,00 Caçador Unidade 4 3.000,00 12.000,00 Caçador Unidade 1 37.000,00 37.000,00 Caçador Valor Total Município Página 30 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 4 – Planta baixa da estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. Página 31 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. continua Página 32 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação) continua Página 33 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação) continua Página 34 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação) continua Página 35 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 5 – Memorial descritivo dos materiais para estrutura necessária para adequação das unidades de pesquisa no credenciamento junto ao MAPA para teste com agrotóxicos. (Continuação) Página 36 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Caçador. Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Justificativa Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados É fundamental na construção do sítio meteorológico Eclimetro eletrônico É essencial para a escolha sítios meteorológicos. Tela revestida malha É indispensável para a construção sítio meteorológico Arame farpado Segurança do sítio meteorológico Fio liso revestido Segurança do sítio meteorológico Barra de ferro galvanizado 6m x É fundamental para instalação do 3,5cm diâmetro intrumento Pena de leitura Manter a qualidade dos dados Disco Piché (hóstia) Manter a qualidade dos dados Diagrama reto Heliógrafo É imprescindível para o registro de dados Diagrama de curva curta É imprescindível para o registro de Heliógrafo dados Diagrama de curva longa É imprescindível para o registro de Heliógrafo dados Diagrama para o É imprescindível para o registro de Termohigrógrafo dados Diagrama para o Barógrafo É imprescindível para o registro de dados Diagrama para o Pluviógrafo É imprescindível para o registro de dados Chapa de aço 5mm 40x60 É fundamental para intalação do instrumento Flange de 3,5 É fundamental para intalação do Instrumento Moerão É essencial para a construção do sítio meteorológico Pincel de 2 polegadas Manter a qualidade dos dados Pincel de 1 polegada Manter a qualidade dos dados Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados Galão 3 litros de tinta a óleo Manter os padrões estabelecidos branca pela OMM Galão 18 litros de tinta acrílica Manter os padrões estabelecidos branca pela OMM Cadeado Segurança do sítio meteorológico Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Máquina de cortar grama Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Lanterna É fundamental para fazer manutenção noturna Calculadora Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Unidade de fornecimento m Unidade Unidade Unidade Qtde 2 1 1 1 Valor Unitário 3,50 3.500,00 15,00 1.200,00 Valor Total 7,00 3.500,00 15,00 1.200,00 Unidade 1 1.500,00 1.500,00 m 65 25,00 1.625,00 m kg Unidade 195 12 1 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 Unidade Unidade Caixa 10 10 7 10,00 11,00 200,00 100,00 110,00 1.400,00 Caixa 5 200,00 1.000,00 Caixa 7 200,00 1.400,00 Caixa 2 260,00 520,00 Caixa 2 260,00 520,00 Caixa 5 260,00 1.300,00 Unidade 1 50,00 50,00 Unidade 1 80,00 80,00 Unidade 10 20,00 200,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 2 1 7,00 5,00 400,00 40,00 7,00 5,00 800,00 40,00 Unidade 1 150,00 150,00 Unidade Unidade Unidade 1 1 1 30,00 200,00 520,00 30,00 200,00 520,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 1 100,00 100,00 continua Página 37 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 6 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Caçador. (continuação) Unidade de fornecimento Unidade Qtde 1 Valor Unitário 420,00 Valor Total 420,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 1 400,00 500,00 600,00 400,00 450,00 400,00 500,00 600,00 400,00 450,00 Unidade 1 1.800,00 1.800,00 Barógrafo Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Barômetro Cata vento tipo Wild Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro de máxima Termômetro de mínima Geotermometro (5cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (50cm de profundidade) Termômetro comum Evaporímetro de Piché Termohigrógrafo Anemômetro de concha totalizador (2m) Pluviômetro Ville de Paris Tanque evaporação Classe A Poço tranquilizador Parafuso micrométrico Termômetro máx/mín Tanque TOTAL Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 2 2 2 4 2 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 650,00 650,00 300,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 6.000,00 3.000,00 1.300,00 2.600,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 3 300,00 900,00 Unidade 3 350,00 1.050,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 2 2 2 1 650,00 600,00 4.000,00 3.000,00 1.300,00 1.200,00 8.000,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 2 2 1 1 2 1.000,00 2.500,00 1.100,00 1.500,00 100,00 2.000,00 5.000,00 1.100,00 1.500,00 200,00 84.723,55 Descrição Armário porta arquivos Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Computador Justificativa Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Auxiliar na impressão de documentos Armazenar e transmitir dados meteorológicos Gerar informações meteorológicas para armazenamento em banco de dados e contribuir com pesquisas na área acadêmica e sociedade em geral Página 38 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 7 – Planta baixa da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. Página 39 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. DADOS FÍSICOS DA OBRA Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das obras que deverão ser adotados na adequação da Estação Experimental de Caçador. Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras. Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas: Na Estação Experimental de Caçador será realizada a adequação da estrutura física, conforme a prancha 01 em anexo. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante. A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas. Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir: 1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA; 2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário; 3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de conservação, locação e níveis; 4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências. 5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO. 6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores. 7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela FISCALIZAÇÃO. 8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra. FISCALIZAÇÃO A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado. O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras. Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho. continua Página 40 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI. São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Capacetes de segurança; Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço; Botas de borracha; Luvas de proteção para mãos e braços; Cintos de segurança, onde houver risco de quedas; Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos; Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes; Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo. Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA que providencie o mesmo. 1.1 Movimento de terra e limpeza do terreno As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas dimensionadas. O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado. 1.2 Locação da obra A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA). 2 I3FRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 3 SUPRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 4 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS 4.1 Paredes A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente aprumada e no esquadro. Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da alvenaria do prédio existente. 4.2 Cintas e vergas Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20 centímetros o vão existente. 5 COBERTURA E FORRO Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 6 ESQUADRIAS Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. continua Página 41 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 8 – Memorial descritivo da adequação do Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) 7 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS Deverão ser executadas de acordo com projeto específico. A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na parede. A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da edificação. As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm. Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral. Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de laboratório. 8 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS 8.1 Instalação de água Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente. 8.2 Esgoto Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por empresa / instituição competente. 9 PISOS E PAVIME3TAÇÕES 9.1 Regularização A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia. 9.2 Piso cerâmico Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante, mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e antibactericida. O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4. 10 REVESTIME3TO 10.1 Chapisco Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa). 10.2 Reboco Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser feito com feltro. 10.3 Cerâmico Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade. 11 PI3TURA Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado. A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista), se for especificado. 12 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura. Página 42 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. Sala Principal do Laboratório Item 01 Descrição Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,05 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas. A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo aproximadamente 3,70 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 03 cm., cor a combinar. Ainda na Sala Principal, deverá ter: 02 Armários Altos confeccionados em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,20 m. de altura x 2,10 m. de comprimento x 0,55 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 04 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 04 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas. A parte superior dos armários, deverá ser composta de prateleiras, sendo 09 no total, com medidas de: 0,63 m. de comprimento x 0,33 m. de altura x 0,28 m. de profundidade. No centro do laboratório, haverá 02 bancadas de trabalho, confeccionadas em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de altura, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, e 01 pé de alumínio de 72 cm. de altura, com 04 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira e 04 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (para cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados). A cada lado, deverá ter 01 espaço vazado para que um funcionário possa trabalhar neste espaço, sendo que em cada bancada, haverá espaço para 02 funcionários. Em cima de cada bancada, deverá ter 01 estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da mesma. Os tampos das estações de trabalho, deverão ser de 25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de 180 graus. Qtdade Preço Unitário Valor Total Preço Total do Conjunto 01 R$ 9.970,00 R$ 9.970,00 Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto. (Ver desenho abaixo) Continua Página 43 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Conjunto formado por: 02 Mesas retangulares em MDF, na cor branco, medindo: 1,50 m. de comprimento cada x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de espessura, com tampo pós formados. Acompanha: 02 gaveteiros fixos com 03 gavetas, com puxadores e chave na primeira gaveta, 02 suportes para CPU/Estabilizador, 01 losa medindo: 1,00 m. de comprimento e 0,90 m. de altura, com Preço Total do suporte para pincel e apagador, 02 cadeiras giratórias, estilo Conjunto executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto.. 02 01 R$ 1.830,00 R$ 1.830,00 Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Continua Página 44 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala ao Lado do Laboratório 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 1,96 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com rodapés de 12 cm. de altura, com 04 portas de abrir do lado esquerdo ( A base é a porta de entrada), com puxadores metálicos, com 01 prateleira. No centro, deverá ter 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira. Do lado direito, deverá ter 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira. A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, com aproximadamente 9,00 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 3.940,00 R$ 3.940,00 Continua Página 45 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala da Recepção 01 No centro da Sala da Recepção, haverá 01 bancada de trabalho, confeccionada em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de altura, tendo nas laterais pés painel e no centro pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 08 gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças telescópicas (para cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados). Em cada lado da estação, deverá ter 02 espaços vazados, para que 02 funcionários possam trabalhar nos mesmos, sendo que em cada bancada, haverá espaço para 04 funcionários. Em cima da bancada, deverá ter 01 estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da mesma. O tampo da estação de trabalho, deverá ser de 25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de 180 graus. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido, na cor preto. No fundo da Sala, haverá 01 Balcão Baixo, contendo 12 gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças telescópicas, com espaço vazado logo abaixo das gavetas para possibilitar a limpeza sobre as gavetas. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. A parte de cima do Balcão, deverá ser de granito, com aproximadamente 4,30 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a combinar. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 9.830,00 R$ 9.830,00 Continua Página 46 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala Fundo da Recepção 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 5,90 m. x comprimento x 0,70 m. de profundidade x 0,75 m. de altura. (Total: Lado Esquerdo + Centro + Lado Direito), com rodas de silicone para facilitar a remoção, com 02 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira (Lado Esquerdo). Com 06 portas de abrir, puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Centro). Com 03 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Direito). A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo aproximadamente: 8,50 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm., cor a combinar. No centro do Balcão, deverá ter 01 capela com 06 chaminés (medidas das chaminés, ver o diâmetro), medidas do balcão: 2,50 m. de comprimento x 1,20 m. de altura x 0,60 m. de profundidade, com 01 divisória no meio. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.250,00 R$ 2.250,00 Cadeiras / Banquetas 01 Banquetas com estrutura metálica na cor preto e assento estofado, na cor preto, com as seguintes dimensões: 0,50 m. de altura (estrutura) e 0,30 m. de diâmetro (assento). 10 R$ 80,00 R$ 800,00 Continua Página 47 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala Pesquisador Mesa em “L”, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo: Lado Direito: 1,50 m. de comprimento e Lado Esquerdo: 1,50 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de espessura, com tampo pós formado, com 01 conexão de 0,70 m. de diâmetro. Acompanha: 01 Armário confeccionado em MDF total, medindo: 1,50 m. de largura e 2,00 m. de altura e 0,50 m. de profundidade, com 03 portas e prateleiras diversas, com puxadores e chave. 01 gaveteiro volante com 04 gavetas, com puxadores e chave na primeira gaveta. 01 suporte para CPU/Estabilizador. 01 cadeira estilo presidente, com braços corsa, em tecido na cor preto. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor 01 branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00 Sala que dá acesso ao Laboratório (Entre a Recepção e o Laboratório) 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,10 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Esquerdo, saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Para o lado direito, a medida é a mesma, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Direito, saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Preço Total do Conjunto 01 R$ 3.710,00 R$ 3.710,00 A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, medindo aproximadamente 6,20 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm., cor a combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Sala de Reunião 01 Mesa Redonda, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo: 1,30 m. de diâmetro, com 25 mm. de espessura, com bordas arredondadas e emborrachadas em 180 graus, com pés metálicos. Acompanha: 01 Balcão Baixo, com 02 portas, com puxadores metálicos, com chave, com tampo pós formado, com prateleira. Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.050,00 R$ 2.050,00 06 Cadeiras giratórias, estilo executiva, sem braços, em tecido, na cor preto. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Total do Orçamento: R$ 36.880,00 Página 48 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos. Nº Descrição 1 Plantadeira para Plantio Direto com 6 linhas 2 Trilhadeira de Parcelas 3 4 5 6 7 8 9 Justificativa Semeadura de culturas Processamento de experimentos Classificadora de ar e peneira Beneficiamento de sementes Debulhador de milho com Processamento de motor à gasolina experimentos Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. Modernização da rede Aquisição de sensor de radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede par de rádio, transmissor e hidrometeorológica receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. Switch KVM com Acesso remoto a monitor/teclado/mouse servidores Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Campos Novos Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Campos Novos Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Campos Novos Unidade 1 2.500,00 2.500,00 Campos Novos Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Campos Novos Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Campos Novos Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Campos Novos par 1 2.000,00 2.000,00 Campos Novos conjunto 1 2.200,00 2.200,00 Campos Novos Valor Total Município Continua Página 49 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Sala Principal do Laboratório Item 01 Descrição Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,05 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas. A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo aproximadamente 3,70 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 03 cm., cor a combinar. Ainda na Sala Principal, deverá ter: 02 Armários Altos confeccionados em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,20 m. de altura x 2,10 m. de comprimento x 0,55 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 04 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 04 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas. A parte superior dos armários, deverá ser composta de prateleiras, sendo 09 no total, com medidas de: 0,63 m. de comprimento x 0,33 m. de altura x 0,28 m. de profundidade. No centro do laboratório, haverá 02 bancadas de trabalho, confeccionadas em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de altura, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, e 01 pé de alumínio de 72 cm. de altura, com 04 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira e 04 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (para cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados). A cada lado, deverá ter 01 espaço vazado para que um funcionário possa trabalhar neste espaço, sendo que em cada bancada, haverá espaço para 02 funcionários. Em cima de cada bancada, deverá ter 01 estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da mesma. Os tampos das estações de trabalho, deverão ser de 25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de 180 graus. Qtdade Preço Unitário Valor Total Preço Total do Conjunto 01 R$ 9.970,00 R$ 9.970,00 Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto. (Ver desenho abaixo) Continua Página 50 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Conjunto formado por: 02 Mesas retangulares em MDF, na cor branco, medindo: 1,50 m. de comprimento cada x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de espessura, com tampo pós formados. Acompanha: 02 gaveteiros fixos com 03 gavetas, com puxadores e chave na primeira gaveta, 02 suportes para CPU/Estabilizador, 01 losa medindo: 1,00 m. de comprimento e 0,90 m. de altura, com Preço Total do suporte para pincel e apagador, 02 cadeiras giratórias, estilo Conjunto executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido na cor preto.. 02 01 R$ 1.830,00 R$ 1.830,00 Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Continua Página 51 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala ao Lado do Laboratório 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 1,96 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com rodapés de 12 cm. de altura, com 04 portas de abrir do lado esquerdo ( A base é a porta de entrada), com puxadores metálicos, com 01 prateleira. No centro, deverá ter 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira. Do lado direito, deverá ter 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira. A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, com aproximadamente 9,00 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 3.940,00 R$ 3.940,00 Continua Página 52 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala da Recepção 01 No centro da Sala da Recepção, haverá 01 bancada de trabalho, confeccionada em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 2,75 m. de comprimento x 1,20 m. de profundidade x 0,75 m. de altura, tendo nas laterais pés painel e no centro pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 08 gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças telescópicas (para cada lado, uma vez que a estação deverá ter 02 lados). Em cada lado da estação, deverá ter 02 espaços vazados, para que 02 funcionários possam trabalhar nos mesmos, sendo que em cada bancada, haverá espaço para 04 funcionários. Em cima da bancada, deverá ter 01 estante com 02 prateleiras, servindo para os 02 lados da mesma. O tampo da estação de trabalho, deverá ser de 25 mm. com bordas arredondadas e emborrachadas de 180 graus. Acompanha 04 cadeiras giratórias, estilo executiva, com Back Sistem, com braços digitador, em tecido, na cor preto. No fundo da Sala, haverá 01 Balcão Baixo, contendo 12 gavetas, com puxadores metálicos, com corrediças telescópicas, com espaço vazado logo abaixo das gavetas para possibilitar a limpeza sobre as gavetas. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. A parte de cima do Balcão, deverá ser de granito, com aproximadamente 4,30 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade x 20 mm., de espessura, com bordas de 3 cm. Cor a combinar. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 9.830,00 R$ 9.830,00 Continua Página 53 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala Fundo da Recepção 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 5,90 m. x comprimento x 0,70 m. de profundidade x 0,75 m. de altura. (Total: Lado Esquerdo + Centro + Lado Direito), com rodas de silicone para facilitar a remoção, com 02 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira (Lado Esquerdo). Com 06 portas de abrir, puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Centro). Com 03 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Direito). A parte de cima do balcão, deverá ser de granito, medindo aproximadamente: 8,50 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm., cor a combinar. No centro do Balcão, deverá ter 01 capela com 06 chaminés (medidas das chaminés, ver o diâmetro), medidas do balcão: 2,50 m. de comprimento x 1,20 m. de altura x 0,60 m. de profundidade, com 01 divisória no meio. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. (Ver desenho abaixo) Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.250,00 R$ 2.250,00 Cadeiras / Banquetas 01 Banquetas com estrutura metálica na cor preto e assento estofado, na cor preto, com as seguintes dimensões: 0,50 m. de altura (estrutura) e 0,30 m. de diâmetro (assento). 10 R$ 80,00 R$ 800,00 Continua Página 54 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 9 – Descrição do mobiliário para o Laboratório de Ensaio Químico da Estação Experimental de Caçador. (continuação) Sala Pesquisador Mesa em “L”, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo: Lado Direito: 1,50 m. de comprimento e Lado Esquerdo: 1,50 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade e 0,75 m. de altura e 25 mm. de espessura, com tampo pós formado, com 01 conexão de 0,70 m. de diâmetro. Acompanha: 01 Armário confeccionado em MDF total, medindo: 1,50 m. de largura e 2,00 m. de altura e 0,50 m. de profundidade, com 03 portas e prateleiras diversas, com puxadores e chave. 01 gaveteiro volante com 04 gavetas, com puxadores e chave na primeira gaveta. 01 suporte para CPU/Estabilizador. 01 cadeira estilo presidente, com braços corsa, em tecido na cor preto. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor 01 branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.500,00 R$ 2.500,00 Sala que dá acesso ao Laboratório (Entre a Recepção e o Laboratório) 01 Balcão Baixo confeccionado em MDF total na cor branco, com espessura de 18 mm., medindo: 3,10 m. de comprimento x 0,75 m. de altura x 0,70 m. de profundidade, com pés de alumínio de 12 cm. de altura, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Esquerdo, saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Para o lado direito, a medida é a mesma, com 06 portas de abrir, com puxadores metálicos, com 01 prateleira, com 08 gavetas, com puxadores metálicos e corrediças telescópicas (Lado Direito, saindo do Laboratório para a Sala de Recepção). Preço Total do Conjunto 01 R$ 3.710,00 R$ 3.710,00 A parte de cima dos balcões, deverá ser de granito, medindo aproximadamente 6,20 m. de comprimento x 0,70 m. de profundidade x 20 mm. de espessura, com borda de 3 cm., cor a combinar. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Sala de Reunião 01 Mesa Redonda, confeccionada em MDF, na cor branco, medindo: 1,30 m. de diâmetro, com 25 mm. de espessura, com bordas arredondadas e emborrachadas em 180 graus, com pés metálicos. Acompanha: 01 Balcão Baixo, com 02 portas, com puxadores metálicos, com chave, com tampo pós formado, com prateleira. Preço Total do Conjunto 01 R$ 2.050,00 R$ 2.050,00 06 Cadeiras giratórias, estilo executiva, sem braços, em tecido, na cor preto. Obs.: Todo o conjunto de móveis, será confeccionado na cor branco, com filetes em PVC, também na cor branco. Total do Orçamento: R$ 36.880,00 Página 55 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 10 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Campos Novos.(continuação) Nº Descrição Justificativa 10 Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 11 Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 12 Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 13 Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 14 Servidor de arquivos Armazenamento corporativo dos dados com segurança 15 Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna 16 Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas, de Proteção contra descargas equipamentos e atmosféricas) instalações 17 Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de os prédios rede entre os prédios 18 Microcomputadores tipo Atualização dos desktop equipamentos de informática Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade Unidade 2 1 1.200,00 3.000,00 2.400,00 Campos Novos 3.000,00 Campos Novos Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Campos Novos Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Campos Novos Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Campos Novos Unidade 1 30.000,00 30.000,00 Campos Novos Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Campos Novos Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Campos Novos Unidade 2 2.800,00 5.600,00 Campos Novos Valor Total Município Página 56 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 11 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Canoinhas. Nº Descrição Justificativa 1Execução da obra Melhorar as condições de especificada no projeto trabalhos de pesquisa arquitetônico, estrutural, desenvolvidos no Campo elétrico, sanitário e hidráulico Experimental Salto do de adequação de galpão a ser Canoinhas. A adequação usado para apoio de trabalhos do galpão é importante de campo da Estação para alocação de Experimental de Canoinhas - insumos, tratores e Campo Experimental Salto do equipamentos, bem como Canoinhas, Papanduva, SC para realização de (Ver Anexo 12, página 58 avaliações de plantas. Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário m² 250 Unidade 1 9.260,00 9.260,00 Canoinhas Unidade 2 2.800,00 5.600,00 Canoinhas Unidade Unidade 2 1 1.200,00 3.000,00 2.400,00 Canoinhas 3.000,00 Canoinhas Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Canoinhas Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Canoinhas Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Canoinhas Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Canoinhas Unidade 1 30.000,00 30.000,00 Canoinhas Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Canoinhas Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Canoinhas Valor Total Município 438,96 109.740,00 Canoinhas e Anexo 13, página 59) 2Obra e serviços para Auxiliar nas atividades e recuperação da estação serviços de manutenção meteorológica de Canoinhas das estações (Ver Anexo 14, página 60) meteorológicas 3Aquisição de Melhorar o suporte de microcomputadores. informática para dois pesquisadores, facilitando os trabalhos de escritório. informações 4Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 5Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 6Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 7Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 8Servidor de arquivos Armazenamento corporativo dos dados com segurança 9Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às 10Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna 11Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas, de Proteção contra descargas equipamentos e atmosféricas) instalações 12Central Telefônica IP Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP Página 57 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 12 – Planta baixa da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do Canoinhas, Papanduva, SC. Página 58 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 13 – Memorial descritivo da estrutura necessária para construção de galpão no Campo Experimental Salto do Canoinhas, Papanduva, SC. ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS DA ESTRUTURA DE CO3CRETO ARMADO PRÉMOLDADO “ADEQUAÇÃO DE GALPÃO DA ESTAÇÃO EXPERIME3TAL DE CA3OI3HAS/CAMPO EXPERIME3TAL SALTO DO CA3OI3HAS” CA3OI3HAS – SC MEMORIAL DESCRITIVO O presente memorial tem por objetivo especificar os detalhes da execução da estrutura de concreto armado prémoldado a ser executado na obra abaixo citada com área de 250 m² e pé-direito de 4 m. Todo o desenvolvimento do Projeto Estrutural deverá basear-se nos dados obtidos do Projeto Arquitetônico, das plantas de fôrma e cortes fornecidos . O princípio é segui-los o tanto quanto possível e, no caso, de alterações o autor do Projeto Arquitetônico deverá ser consultado. CO3SIDERAÇÕES SOBRE OS ELEME3TOS ESTRUTURAIS A estrutura deverá ser entregue e montada no local determinado pela contratante, sendo que os elementos deverão ser dimensionados conforme as normas da ABNT vigentes. Deverá a contratada apresentar ART de fabricação e montagem e execução da estrutura bem como fixar a placa da obra no local. 01- FU3DAÇÃO A fundação a ser utilizada deverá levar em conta principalmente dois fatores básicos: A capacidade de suporte do terreno obtido através inspeção ao local do terreno; A ordem de grandeza das cargas. A definição do tipo e das dimensões das fundações será de inteira responsabilidade da contratada. 02 - LAJES Será utilizado laje pré-moldada com vigotas e enchimento cerâmico nos locais indicados na planta de forma. 03 - VIGAS As vigas pré-moldadas da obra deverão possuir largura de 15 cm e altura variável conforme dimensionamento. Deverá ser observada a inclusão das lajes, onde houver. 04 - PILARES Os pilares da obra deverão ser locados conforme as plantas de fôrmas, sendo que seu dimensionamento ficará a critério da contratada. 05 – ESTRUTURA DO TELHADO A estrutura do telhado também deverá ser em concreto pré-moldado, sendo que a contratada deverá fornecer e montar toda a estrutura bem como as telhas de fibrocimento 6 mm e os acessórios de fixação e vedação. Página 59 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 14 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Canoinhas. Descrição Armário duas portas Armário porta arquivos Cadeira escritório Lava-jato GPS Laptop Justificativa Mobiliar o escritório Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Mobiliar o escritório Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Armazenar e transmitir dados meteorológicos Máquina de cortar grama Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Máquina fotográfica Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Mesa escritório Mobiliar o escritório TOTAL Unidade de fornecimento Unidade Unidade Qtde 1 2 Valor Unitário Valor Total 500,00 500,00 420,00 840,00 Unidade Unidade 1 1 300,00 600,00 300,00 600,00 Unidade 1 1.100,00 1.100,00 Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Unidade 1 520,00 520,00 Unidade 1 800,00 800,00 Unidade 1 600,00 600,00 9.260,00 Página 60 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. Unidade de fornecimento Qtde Obra 1 m² Apoio ao Projeto de pesquisa de arroz na área experimental do Cetrar Apoio ao Projeto de pesquisa de arroz na área experimental do Cetrar 5 Trilhadeira estacionária Apoio ao Projeto de pesquisa de arroz na área experimental do Cetrar 6 Transplantadeira de mudas de Transplante de mudas arroz para a produção de sementes básicas de arroz irrigado Manutenção e avaliação 7 Obra de readequação, climatização, iluminação de recursos genéticos artificial de duas casas de vegetais (germoplasma) vegetação DANTAS (Solardan "in vivo" e cultivo, em 8,8 m x 12m) para atender tanques, de plantas F1 de demanda pesquisa projeto arroz irrigado. Arroz Irrigado, fruticultura tropical da EE Itajaí (Ver Nº Descrição Justificativa 1 Adequação de uma estação Fornecer água tratada de de captação e tratamento de boa qualidade para toda a água para os laboratórios da unidade de pesquisa EE Itajaí (Ver Anexo 16, Valor Unitário Valor Total Município 101.000,00 101.000,00 Itajaí 187,97 1.190,53 223.784,78 Itajaí Unidade 1 85.000,00 85.000,00 Itajaí Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Itajaí Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Itajaí Unidade 1 70.000,00 70.000,00 Itajaí m² 210 729,15 153.121,50 Itajaí m² 50 1.830,61 91.530,50 Itajaí página 65 e Anexo 17, página 66) 2 Obra para atendimento às normativas do MAPA para credenciamento da Estação Experimental de Itajaí em testes de agrotóxicos. (Ver Anexo 4, página 31 e eAnexo 5, página 32) 3 Trator SAP equipado com aplicador de agroquímicos e distribuidor de sementes e adubos 4 Lâmina traseira para trator Possibilitar o funcionamento, dentro das leis, da área experimental da Estação Experimental de Itajaí para testes de agrotóxicos. Anexo 18, página 67 e Anexo 19, página 68) 8 Aquisição e instalação da Câmara Seca-Fria prevista no projeto, destinada ao armazenamento de sementes (Germoplasma) de diversas espécies vegetais, com capacidade de resfriamento adequado ao armazenamento de sementes, e manutenção da umidade relativa baixa. Armazenamento de Germoplasma vegetal na forma de sementes de espécies vegetais vitais ou potenciais para o Estado ou o País. (Ver Anexo 20, página 69 e Anexo 21, página 70) Continua Página 61 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação) Nº Descrição 9Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de Itajaí (Ver Anexo 22, página 71) Justificativa Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas 10Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. 11Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 12Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. 13Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede par de rádio, transmissor e hidrometeorológica receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 14Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 15Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 95.743,55 95.743,55 Itajaí Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Itajaí Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Itajaí Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Itajaí par 1 2.000,00 2.000,00 Itajaí Unidade Unidade 3 2 1.200,00 3.000,00 3.600,00 6.000,00 Itajaí Itajaí Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 62 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação) Nº Descrição 16 Switch Gerenciável de 26 portas Justificativa Distribuição interna de sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 17 Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 18 Datashow Apresentação de trabalhos 19 Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 20 Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 21 Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna 22 Rede estrututurada no Melhoria da comunicação Planalsucar da Infra-estrutura interna 23 Central Telefônica IP Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP 24 Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de os prédios rede entre os prédios 25 Notebook core 2 duo2,4 MGz, Adequação das condições 3 MBL2, 4GB, HD 320GB de trabalho dos (7200RPM), leitor Blu Ray, pesquisadores. Gravador DVD/CD 26 Computador core 2 duo, 4 GB, Adequação das condições HD 500GB, LCD 22" de trabalho dos pesquisadores e pessoal de apoio. 27 Termociclador em Tempo Real (Real Time -PCR) 28 Sistema de produção de água Ultra Pura 29 Cromatógrafo de Íons 30 Analisador de Carbono Orgânico Total (TOC) 31 Obra de adequação do Executar o projetar que Laboratório de Ensaios atenda ao funcionamento Químicos e Cromatográficos das unidades dentro das da Estação Experimental de normas e práticas analíticas que possam Itajaí. (Ver Anexo 23, atender as demandas de página 73 e Anexo 24, pesquisa e prestação de página 74) serviços. 32 Aquisição e implantação do Assegurar as condições sistema de climatização da climáticas adequadas e Unidade de Ensaios Químicos padronizadas para pleno e Cromatográficos da EE funcionamento do sistema Itajaí, considerando a de gestão da qualidade na implantação de um sistema de Unidade de Ensaios gestão da qualidade em Químicos e laboratórios Cromatográficos Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 1.200,00 1.200,00 Itajaí Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Itajaí Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Itajaí Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Itajaí Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Itajaí Unidade 1 50.000,00 50.000,00 Itajaí Unidade 1 30.000,00 30.000,00 Itajaí Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Itajaí Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Itajaí Unidade 2 3.800,00 7.600,00 Itajaí Unidade 5 2.800,00 14.000,00 Itajaí Unidade 1 165.000,00 165.000,00 Itajaí Unidade 1 15.000,00 15.000,00 Itajaí Unidade Unidade 1 1 120.000,00 120.000,00 120.000,00 120.000,00 Itajaí Itajaí m² 500 550,00 275.000,00 Itajaí Unidade 2 15.000,00 30.000,00 Itajaí Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 63 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 15 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Itajaí. (continuação) Nº Descrição Justificativa 33Aquisição de móveis Adequar a infraestrutura, (bancadas, armários, balcões, alocação de mesas e cadeiras), equipamentos, reagentes considerando a implantação da e demais utensílios de gestão da qualidade em laboratório, para o pleno laboratórios (Boas Práticas em funcionamento do Laboratório - BPL e ISO sistema de gestão da 17.025) na Unidade de Ensaios qualidade na Unidade de Químicos e Cromatográficos e Ensaios Químicos e no Laboratório de Fitopatologia Cromatográficos Molecular da Estação Experimental de Itajaí. Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 Valor Unitário 60.000,00 Valor Total 60.000,00 Município Itajaí Página 64 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 16 – Planta baixa da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí. Página 65 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 17 – Memorial descritivo da estação de tratamento de água da Estação Experimental de Itajaí. Item/discriminação Valor unitário (Reais) Valor Total (Reais) Projeto construção de uma ETA 2.500,00 Fiscalização execução 3.500,00 Estação tratamento 71.000,00 Canos, bomba, conectores, registros 24.000,00 Total 101.000,00 Página 66 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 18 – Planta baixa das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí. Página 67 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 19 – Memorial descritivo das duas casas de vegetação da Estação Experimental de Itajaí. Descrição Técnica Preço Total (R$) - Elaboração projeto - Estrutura metálica coberta e fechada com placas de policarbonato alveolar 10,00mm + divisória interna + antecâmara + 03 portas de acesso + sistema de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e piso de concreto 1.500,00 30.140,00 - Sistema de Aquecimento 4.277,00 - Sistema de Irrigação por Microaspersão 5.155,00 - Sistema de Fotoperiodismo 4.642,00 - Sistema de Sombreamento Interno - Mesas para apoio de vasos - Painel de comando para os equipamentos e sistemas automáticos Fiscalização obra Total da Proposta Total duas casas de Vegetação (Genoma e EEI) 12.580,00 4.631,00 13.125,00 2.521,50 74.550,00 153.121,50 Página 68 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 20 – Planta baixa da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. Página 69 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 21 – Memorial descritivo da Câmara Seca-Fria da Estação Experimental de Itajaí. Valor unitário Valor Total Item/discriminação (Reais) (Reais) Elaboração Projeto 2.000,00 Construção prédio 50 m2 para abrigar a camara. Camara com temperatura ajustável com controlador digitalde 4 C a 12C, Umidade realtiva do ar de máxima de operação 35% U.R., dimensões externas 5,75x4,00x2,6m Fiscalização execução obra Total 954,61 47.730,50 41.200,00 600,00 91.530,50 Página 70 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Itajaí. Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Eclimetro eletrônico Tela revestida malha Arame farpado Fio liso revestido Barra de ferro galvanizado 6m x 3,5cm diâmetro Pena de leitura Disco Piché (hóstia) Diagrama reto Diagrama de curva curta Heliógrafo Diagrama de curva longa Heliógrafo Diagrama para o Termohigrógrafo Diagrama para o Barógrafo Diagrama para o Pluviógrafo Chapa de aço 5mm 40x60 Flange de 3,5 Moerão Pincel de 2 polegadas Pincel de 1 polegada Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Galão 3 litros de tinta a óleo branca Justificativa Manter a qualidade dos dados É fundamental na construção do sítio meteorológico É essencial para a escolha sítios meteorológicos. É indispensável para a construção sítio meteorológico Segurança do sítio meteorológico Segurança do sítio meteorológico É fundamental para instalação do intrumento Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados É imprescindível para o registro de dados É fundamental para intalação do instrumento É essencial para a construção do sítio meteorológico Manter a qualidade dos dados Manter os padrões estabelecidos pela OMM Galão 18 litros de tinta acrílica branca Manter os padrões estabelecidos pela OMM Cadeado Segurança do sítio meteorológico Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Instalação e manutenção dos Recuperar e manter o bom instrumentos nas estações funcionamento das estações meteorológicas meteorológicas de Santa Catarina Lava-jato GPS Máquina fotográfica Máquina de cortar grama Lanterna Calculadora Armário porta arquivos Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas É fundamental para fazer manutenção noturna Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Unidade de fornecimento m Unidade Unidade Unidade Qtde 2 1 1 1 Valor Unitário 3,50 3.500,00 15,00 1.200,00 Valor Total 7,00 3.500,00 15,00 1.200,00 Unidade 1 1.500,00 1.500,00 m 65 25,00 1.625,00 m kg Unidade 195 12 1 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 Unidade Unidade Caixa Caixa Caixa Caixa Caixa Caixa Unidade Unidade Unidade 10 10 7 5 7 2 2 5 1 1 10 10,00 11,00 200,00 200,00 200,00 260,00 260,00 260,00 50,00 80,00 20,00 100,00 110,00 1.400,00 1.000,00 1.400,00 520,00 520,00 1.300,00 50,00 80,00 200,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 2 1 7,00 5,00 400,00 40,00 7,00 5,00 800,00 40,00 Unidade 1 150,00 150,00 Unidade Unidade Unidade 1 1 1 30,00 200,00 3.000,00 30,00 200,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 1 600,00 1.100,00 800,00 520,00 100,00 600,00 1.100,00 800,00 520,00 100,00 Unidade 1 500,00 500,00 Unidade 2 420,00 840,00 continua Página 71 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 22 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Itajaí. (continuação) Descrição Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Justificativa Mobiliar o escritório Auxiliar na impressão de documentos Caixa de Ferramenta com Ferramentas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Laptop com porta serial Armazenar e transmitir dados meteorológicos Computador Armazenar e transmitir dados meteorológicos Barógrafo Barômetro Cata vento tipo Wild Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro máx/mín Tanque Parafuso micrométrico Poço tranquilizador Tanque evaporação Classe A Pluviômetro Ville de Paris Gerar informações Anemômetro de concha totalizador meteorológicas para (2m) armazenamento em banco de Termohigrógrafo dados e contribuir com pesquisas Evaporímetro de Piché na área acadêmica e sociedade Termômetro comum em geral Geotermometro (50cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (5cm de profundidade) Termômetro de mínima Termômetro de máxima TOTAL Unidade de fornecimento Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Qtde 1 1 1 1 1 Valor Unitário 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 Valor Total 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 Unidade 1 800,00 800,00 Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Unidade 1 1.800,00 1.800,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 2 2 2 1 1 2 2 1 6.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 1.500,00 1.100,00 2.500,00 1.000,00 3.000,00 6.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 6.000,00 3.000,00 200,00 1.500,00 1.100,00 5.000,00 2.000,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 2 2 2 3 4.000,00 600,00 650,00 350,00 8.000,00 1.200,00 1.300,00 1.050,00 Unidade 3 300,00 900,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade Unidade 4 2 650,00 650,00 2.600,00 1.300,00 95.743,55 Página 72 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 23 – Planta baixa do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de Itajaí. Página 73 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 24 – Memorial descritivo da obra do Laboratório de Ensaios Químicos e Cromatográficos na Estação Experimental de Itajaí. Item/discriminação Projeto Readequação e ampliação da área dos laboratórios compreendendo cerca de 500 m2 Valor unitário (Reais) 300,00/m 2 Valor Total (Reais) 10.000,00 150.000,00 Readequação elétrica da área (material e serviço) 15.000,00 Readequação hidráulica da área, incluindo sistema de coleta seletiva de efluentes (material e serviço) 20.000,00 20 Aberturas em vidro temperado e alumínio com pintura eletrostática (material e serviço) O4 portas de emergência com sistema de abertura e trava especiais. 500 10.000,00 2.500,00 10.000,00 Pintura interna e externa de 500 m2 do prédio (material e serviço) 30,00/m2 15.000,00 250 m2 de alvenaria com reboco (material e serviço) 100,00/m linear 25.000,00 Sistema de segurança incluindo extintores alarmes de incêndio e sinalização de segurança. 10.000,00 Fiscalização Total 10.000,00 275.000,00 Página 74 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário 1Obra para construção de Armazenar cebola dos galpão para armazenamento experimentos e secagem de cebola (Ver desenvolvidos na Unidade de Pesquisa Anexo 26, página 78) m² 122 212,00 25.872,48 Ituporanga 2Construção de depósito para Armazenar agrotóxicos armazenamento de em ambiente adequado agrotóxicos (Ver Anexo 27, m² 9 1.060,00 9.540,00 Ituporanga Unidade 1 12.000,00 12.000,00 Ituporanga Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Ituporanga Unidade 1 3.500,00 3.500,00 Ituporanga Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Ituporanga Unidade 1 2.600,00 2.600,00 Ituporanga Unidade 1 20.500,00 20.500,00 Ituporanga Unidade 1 2.300,00 2.300,00 Ituporanga Unidade 1 1.350,00 1.350,00 Ituporanga Unidade 1 46.920,00 46.920,00 Ituporanga Unidade 1 74.866,00 74.866,00 Ituporanga Unidade 1 1.100,00 1.100,00 Ituporanga m² 4,5 450,00 2.025,00 Ituporanga Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Ituporanga Nº Descrição Justificativa Valor Total Município página 79) 3Rotativa (Rotocar de 6 linhas com 4 velocidades de 14 facas) 4Grade hidráulica com 28 discos de 20 polegadas 5Distribuidor de sementes e adubos para trator 6Carreta para trator de 4,05m x 2,27m (capacidade de 5t) 7Plataforma traseira para trator 8Micro trator TC, 14CV, com partida elétrica 9Carreta para micro trator (cap. 1000kg) 10Engraxadeira pneumática Engraxar tratores, (50l com tambor) microtratores e implementos 11Câmara seca e fria com Implantação de câmara dimensões externas de seca e fria para 5,36mx4,23mx2,56m manutenção de bancos (estrutura e equipamentos) de germoplasmas 12Casa de vegetação Aquisição de casa de climatizada (70,27m²) (Ver vegetação climatizada para pesquisas com Anexo 28, página 80 e cebola Anexo 29, página 81) 13Desumidificador para câmara Implantação de câmara seca e fria seca e fria para manutenção de bancos de germoplasmas 14Prateleiras para câmara seca Implantação de câmara e fria seca e fria para manutenção de bancos de germoplasmas 15Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. Continua Página 75 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) Nº Descrição Justificativa 16Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 17Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. 18Aquisição de par de rádio: Modernização da rede Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica e receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 19Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 20Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 21Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 22Datashow Apresentação de trabalhos 23Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 24Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Valor Total Município Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Ituporanga Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Ituporanga par 1 2.000,00 2.000,00 Ituporanga Unidade Unidade 2 1 1.200,00 3.000,00 2.400,00 Ituporanga 3.000,00 Ituporanga Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Ituporanga Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Ituporanga Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Ituporanga Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Ituporanga Continua Página 76 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 25 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) Nº Descrição 25Complemento da estrutura de rede da Sede Administrativa 26Centrifuga de bancada (até 2000rpm) 27Estereomicroscopio trinocular com zoom, aumento 90x 28Banho Maria com agitação, até 100ºC 29Obra para adequação do Laboratório de Solos da Estação Experimental de Ituporanga (Ver Anexo 30, Justificativa Melhoria da comunicação da Infraestrutura interna Realizar diagnose de doenças Realizar diagnose de doenças Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Valor Total Município Unidade 1 50.000,00 50.000,00 Ituporanga Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Ituporanga Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Ituporanga Realizar diagnose de doenças Adequar o Laboratório de Solos para atender as normas de BPL e ISO 17.025 Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Ituporanga m² 133,7 2.957,24 395.501,28 Ituporanga Medir pH Aspirar reagentes Unidade Unidade 1 2 2.000,00 1.500,00 2.000,00 Ituporanga 3.000,00 Ituporanga Análise de MO e fósforo Unidade 2 9.000,00 18.000,00 Ituporanga Análises de Ca, Mg, Fe, Cu, Zn, Mn e outros metais Análise condutividade elétrica Dosar reagentes Destilar água Análise de Ca, Mg e Al, e preparo de reagentes Análises de Ca, Mg, Fe, Cu, Zn, Mn e outros metais Análise MO Pesar reagentes Unidade 1 170.000,00 170.000,00 Ituporanga Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Ituporanga Unidade Unidade Unidade 2 1 2 3.000,00 5.000,00 900,00 6.000,00 Ituporanga 5.000,00 Ituporanga 1.800,00 Ituporanga Unidade 2 3.000,00 6.000,00 Ituporanga Unidade Unidade 1 1 3.000,00 5.000,00 3.000,00 Ituporanga 5.000,00 Ituporanga Unidade Unidade 1 2 1.500,00 6.800,00 1.500,00 Ituporanga 13.600,00 Ituporanga Unidade Unidade Unidade 1 4 1 2.800,00 1.350,00 9.600,00 2.800,00 Ituporanga 5.400,00 Ituporanga 9.600,00 Ituporanga Unidade Unidade 1 2 2.100,00 415,00 2.100,00 Ituporanga 830,00 Ituporanga Unidade 2 3.600,00 7.200,00 Ituporanga Unidade Unidade Unidade 6 1 1 290,00 1.460,00 12.000,00 1.740,00 Ituporanga 1.460,00 Ituporanga 12.000,00 Ituporanga Unidade 1 2.300,00 2.300,00 Ituporanga m 40 450,00 18.000,00 Ituporanga página 85 e Anexo 31, página 86) 30Phmetro digital de bancada 31Compressor aspirador modelo CAL 32Espectrofotômetro/ fotocolorímetro 33Espectrofotômetro de absorção atômica 34Condutivímetro 35Bureta digital (50ml) 36Destilador de água 37Agitador magnético modelo 752 38Agitador horizontal 39Mesa banho maria 40Balança Analítica, Capacidade 220g, Precisão 0,0001g 41Balança digital (500g) 42Estufa circulação forçada de ar 43Capela 44Dispensador (10ml) 45Forno mufla Pesar reagentes Secar vidrarias e solos Aspirar reagentes Dosar reagentes Secagem de tecido para análise 46Conjunto de pipetadores Pipetar amostras 47Filtro abrandador modelo Filtrar água para entrada Q383 nos destiladores 48Ar condicionado 30000 BTU Climatização de ambiente para análise e manutenção de equipamentos 49Exaustor eólico Troca de ar no lab. solos 50Geladeira (400l) Guardar reagentes 51Estufa p/ secagem c/ Secar amostras e circulação forçada de ar (50 reagentes a 200ºC) 52Chuveiro e lava-olhos de Adequar o laboratório de emergência solos para fazer as análises de acordo com a legislação trabalhista 53Bancada de madeira Mobiliar o laboratório de fitopatologia para fazer as análises Página 77 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 26 – Memorial descritivo do galpão para armazenamento de cebola para a Estação Experimental de Ituporanga. GALPÃO PARA ARMAZENAMENTO DE CEBOLA AREA = 122,04m² MEMORIAL DESCRITIVO O presente memorial descritivo refere-se a construção de um galpão construído em madeira com capacidade para armazenar até 150 toneladas de cebola. A construção terá 122,04 m2 de área construída, sendo composto por duas alas laterais com 42,12 m2 cada uma e um corredor central (livre) com 37,80 m2. 1 - FUNDAÇÕES As fundações serão executadas com pedra ardósia nas dimensões de 15x25x50cm, formando as sapatas, sobre as quais serão construídos pilaretes de tijolos maciços, formando blocos de 20x20x20cm sobre os quais serão apoiadas as colunas do galpão. As sapatas que formarão a base para as colunas principais serão compostas por quatro pedras formando um bloco de 50x50cm, e as sapatas que sustentarão os pilares secundários serão formados por apenas uma pedra. O solo onde será edificado o galpão deverá ser ter uma tensão admissível de 1,50 kg/cm2, não sendo jamais admitido a construção das sapatas sobre aterros ou solos pouco coesivos. 2 - ESTRUTURA A estrutura será de madeira, sendo que os pilares principais deverão ser de madeira de lei, por terem sobre eles grandes esforços de torção e compressão. A estrutura secundária que suportará os estaleiros e a cobertura será de Pinus. 3 - COBERTURA A cobertura será de telha de barro tipo francesa, com inclinação de 40%, possibilitando desta forma efetuar o travamento da estrutura, formando ainda uma boa camada de ar entre a ultima camada de cebola e as telhas. 4 - ESTALEIROS Os estaleiros serão formados por cinco camadas, distanciadas 55cm uma da outra. Os pilares que suportarão os estaleiros deverão ser travados na estrutura da cobertura. O primeiro estaleiro ficará a uma altura de 50cm do solo para evitar a umidade e permitir uma boa ventilação ao conjunto. O assoalho dos estaleiros será formado por módulos com 117x47,5cm, composto por cinco tábuas com 7,5cm de largura, distanciadas 2,5cm entre si, possibilitando assim uma perfeita ventilação entre as camadas de cebola. O fechamento lateral dos estaleiros será feito com ripas de madeira com 5cm de largura. (Ver planta baixa no Anexo 30, página 85) Página 78 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 27 – Memorial descritivo do depósito para armazenamento de agrotóxico da Estação Experimental de Ituporanga. CONSTRUÇÃO DE DEPÓSITO PARA ARMAZENAMENTO DE AGROTÓXICO AREA = 9m² MEMORIAL DESCRITIVO Construção de sala de alvenaria com 9m2 com pé direito de 2,8m revestido com cimento, com bacia de contenção, coberta por telha de barro do tipo colonial capa canal. Forro de madeira, piso de cerâmica. Porta de madeira de 0,80mx2,10m. Instalações elétricas com tomadas de 220 w, ventilação mecanizada. (Ver planta baixa no Anexo 30, página 85) Página 79 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 28 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga. Página 80 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga. A - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: A-01. Modelo : Casa de Vegetação - Poly House com Pad&Fan(vãos livres de 6,40 m e cobertura em Arcos). A-02. Dimensões Item Largura Comprimento Altura Média Qtd. 01 03 Tipo Vão Módulos Medida (m) 6,40 3,66 Área Total Total 6,40 10,98 3,50 Unid. m m m 70,27 m² A-03. Estrutura Metálica : Aço: a estrutura é composta por perfis de aço-carbono, galvanizados a fogo em banho de zinco fundente conforme a norma NBR 6323 da ABNT. Os principais componentes são: Perfil Colunas Verticais de Chumbamento (Pés direito) Tesouras Poly House entre as colunas Arcos para cobertura (espaçados a cada 1,83m) Travamento dos arcos Travessas frontais Contraventamento vertical (“X”) Contraventamento frontal “Mão francesa” Funis para captação de água Ø 150 mm Dimensões Perfil “U” enrijecido 90 x 60 x 25 mm – esp. 2,00 mm Perfil U esp. 2,00 mm e diagonais em aço trefilado 5/16” Tubo oblongo 29 x 58 mm Tubos industriais Ø 31,75mm Perfil “U” enrijecido 60 x 30 x 15 mm – esp. 2,00 mm 02 Tirantes de aço trefilado Ø 8,00mm com regulagem através esticadores forjados Ø 3/8” Tubos quadrado 40x40mm Acompanham os tubos de PVC até a altura do solo Alumínio: Serão utilizados os seguintes perfis de alumínio extrusado (Ligas 6063/6261) (Temperas T6/T5): Perfil Calhas (instaladas em todas as linhas de colunas no sentido longitudinal da estufa) Base Dupla para arremates nas travessas frontais Locks de encaixe Utilização Para a captação das águas pluviais Para fixar o filme de polietileno nas travessas frontais Para a fixação do filme de polietileno nas calhas e frontais A-04. Fundações : Para cada coluna será escavado um buraco de aproximadamente 30 cm de diâmetro e 90 cm de profundidade. Estes buracos receberão concreto para fixação das colunas. continua Página 81 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) A-05. Cobertura: A cobertura da casa de vegetação será feita com filme de polietileno transparente, espessura 150 micra, com tratamento contra raios ultravioleta camada dupla inflada, fixado nas calhas e frontais com perfis lock de alumínio. Também será instalado 01 (um) microventilador, para inflar as duas camadas do filme, formando um “colchão de ar”, para proporcionar um isolamento térmico. A-06. Mureta Perimetral: No perímetro da casa de vegetação, será construída uma mureta de vedação em concreto para arremate dos fechamentos das frontais e laterais com altura de 35 (trinta e cinco) centímetros. A-07. Piso Interno: Internamente a Casa de Vegetação e na antecâmara será feito piso com lastro de concreto desempenado com espessura de 5,0cm e grelha central para escoamento d’água. A-08. Fechamentos Fixos: As frontais e laterais da casa de vegetação terão fechamentos fixos com filme de polietileno transparente, espessura de 150 micra, camada dupla inflada, fixado nas calhas laterais, colunas dos vértices, travessas frontais e mureta perimetral com perfis de alumínio. A-09. Antecâmara: Em uma das laterais da casa de vegetação está previsto a instalação de 01 (uma) antecâmara de acesso, com dimensões de 3,20 m de largura x 3,66 m de comprimento. A antecâmara será construída com perfis de aço galvanizado a fogo e arrematada com perfis de alumínio, com cobertura com filme de polietileno leitoso, espessura de 150 mícra e fechamentos com Tela branca anti-afídeos 50 mesh, ambos com tratamento contra raios ultravioleta. A-10. Portas: Está prevista a instalação de 02 (duas) portas, uma para acesso a antecâmara e uma para acesso a casa de vegetação, com dimensões unitárias de 1,60m de largura x 2,10m de altura. As portas serão do tipo de correr “deslizante”, construídas com perfis de alumínio e vedadas com filme de polietileno transparente, com tratamento contra raios ultravioleta. A-11. Sistema Automático de Resfriamento e Umidificação: Para o resfriamento e a umidificação da casa de vegetação, serão instalados painéis resfriadores evaporativos modulados, preenchidos com argila expandida, com dimensões unitárias de 100 mm espessura x 2000 mm largura x 1500 mm altura. Os painéis serão instalados na frontal da casa de vegetação (6,40m), apoiados em uma calha inferior de retorno em alumínio extrusado, defletores e aparadores de chapa de aço galvanizado. continua Página 82 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) O circuito hidráulico (que compreende a alimentação, o retorno, a sucção e o recalque) do sistema do pad será feito com tubos e conexões em pvc e registros de bronze. O circuito será acionado por 01 (um) conjunto moto-bomba, com motor elétrico trifásico 220/380 volts, 60 Hz, 04 pólos, com acoplamento direto. O sistema contará com filtro plástico de disco Ø 1” que fará a filtragem d’água antes de umedecer os painéis e 01 (um) reservatório d’água em fibra de vidro com capacidade para 500 litros. A-12. Sistema Automático de Ventilação/Exaustão: Na frontal oposta ao Pad, será instalado sistema de ventilação/exaustão que funcionará em conjunto com o pad, composto ventiladores dotados de venezianas automáticas com sistema de hélices autolimpantes. O compartimento quadrado do ventilador e o venturi são feitos de chapa de aço galvanizado e reforçado. A hélice de seis pás é balanceada estática e dinamicamente para um menor nível de ruído e uma menor vibração. A hélice é acionada através de um sistema de correia e polias apoiada em um sistema de rolamento de esferas protegido contra água. Será instalados 02 (dois) ventiladores, sendo um modelo EM 50, dimensão de 1380mm, com 06 pás e motor elétrico trifásico de 1,00 CV e um que será instalado no semicirculo superior, modelo ED 24 dimensão de 724mm, motor elétrico trifásico de 0,50 CV, ambos com classe de proteção IP55. A-13. Sistema Automático de Aquecimento: Para o aquecimento do ar interno da casa de vegetação, será instalado 01 (um) conjunto de elétricas de 18.000 watts, do tipo aletadas de 3.000 watts cada, acopladas a um ventilador axial com motor elétrico de ½ CV 220/380 volts, vazão de 200m³/min, incluindo um retificador de fluxo e tubulão plstico transparente perfurado para a distribuição do ar quente dentro do ambiente. O controle de acionamento será feito através de termostato digital interligado ao painel elétrico geral de comando da casa. A-14. Sistema Automático de Sombreamento Interno: Mecanismo de Deslocamento : 3o módulo de 3,66 m Internamente à Estufa está prevista a instalação de Sistema de Sombreamento Móvel, com mecanismo acionado através de 01 (um) conjunto de motorredutor elétrico trifásico, 220/380 Volts, com sistema de fim de curso acoplado¸ interligado a um painel de comando com botoeiras para abrir e fechar no término de cada operação. Este sistema é composto de tubos galvanizados ∅ 60mm para eixo central do acionamento (instalado no sentido da frontal), tubos “ ” 50 x 50mm instalado nas duas frontais para a fixação das roldanas de reenvio, com mãos francesas para travamento dos eixos frontais (tubos “ ” 50 x 50mm ). O sistema também terá tubos galvanizados Ø 19mm para fixação e movimentação da tela, roldanas de aço ∅ 80mm, cabo de aço galvanizado ∅ 1/8” para movimentação do sistema, fio de nylon agrícola ∅ 2,5 mm para apoio e sustentação da tela (na parte inferior e parte superior), fixador triplesset , presilhas em poliacetal para prender a tela nos tubos Ø 19mm. Para a vedação do Sistema será utilizada Tela de Sombreamento Aluminizada, modelo Aluminet 50% I. continua Página 83 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 29 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) A-15. Sistema Automático de Nebulização, tipo Fogger: Para controle da umidade relativa do ar será instalado um sistema de nebulização com acionamento automático através de umidostato, motor elétrico trifásico 1,0 CV, com filtro plástico Irritec 1”, manômetro de glicerina 0-7 Kgf cm2 para controle de pressão nas linhas. Os emissores fogger serão DA3 7800 + LPD + base 3/8, 7,0 l/h, com emissores a cada 0,50 m distribuídos em 04 (quatro) linhas intaladas no sentido longitudinal da casa. Para o abastecimento do sistema está prevista 01 (uma) caixa d’água em fibrocimento com capacidade para 500 litros. A-17. Mesas para Apoio de Vasos: Internamente à Casa de Vegetação, serão instaladas 03 (três) mesas para apoio de vasos. As mesas serão construídas com perfis de aço galvanizado a fogo e tampo superior com tela metálica, dimensões unitárias de 1,25 m de largura x 9,00 m de comprimento x 0,80 m de altura. A-18. Painel de Comando: Está prevista a instalação de 01 (um) painel de comando para proteção e acionamento manual ou semi-automático de todos os equipamentos elétricos. O painel será composto de chaves gerais, botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e reles térmicos. A caixa será em chapa de aço com proteção contra umidade, conforme IP 55. Para interligação com os motores e controle será fornecida a fiação elétrica e a sua condução será feita através de eletrocalhas. A-19. Mão de Obra : Os serviços serão executados por técnicos especializados da Van der Hoeven, todos registrados, que trabalham de acordo com o plano de risco elaborado pelo nosso técnico de segurança do trabalho. B - PROPOSTA COMERCIAL: B-01. Preço (R$): Os valores correspondem aos materiais e montagem, incluindo todas as despesas com viagens, hospedagem e alimentação, epi´s da equipe de montagem: Descrição Técnica Preço Total (R$) - Estrutura metálica, perfis de fechamentos + antecâmara + 02 portas de acesso + sistema de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e piso de concreto 48.370,00 - Sistema de Aquecimento 4.864,00 - Sistema de Nebulização Fogger 5.600,00 - Sistema de Sombreamento Interno 7.240,00 - Mesas para apoio de vasos 3.532,00 - Painel de comando para os equipamentos elétricos 5.260,00 Total da Proposta 74.866,00 Página 84 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 30 – Planta baixa das obras previstas na Estação Experimental de Ituporanga. Página 85 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga. DADOS FÍSICOS DA OBRA Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação da Estação Experimental de Ituporanga. Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras. Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas: AB3T Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a qualidade dos materiais a serem empregados nas obras. 3BR Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04, conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO. MB Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente. I3METRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Na Estação Experimental de Ituporanga será realizada a ampliação de 133,74 m2 e a adequação da estrutura física, conforme a prancha 01/02 em anexo. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante. A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas. Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir: 9. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA; 10. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário; 11. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de conservação, locação e níveis; 12. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências. 13. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO. 14. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores. 15. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela FISCALIZAÇÃO. 16. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra. Continua Página 86 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) FISCALIZAÇÃO A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável. ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS 1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado. O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras. Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho. A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI. São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Capacetes de segurança; Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço; Botas de borracha; Luvas de proteção para mãos e braços; Cintos de segurança, onde houver risco de quedas; Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos; Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes; Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo. Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA que providencie o mesmo. 12.1 Movimento de terra e limpeza do terreno As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas dimensionadas. O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado. 12.2 Locação da obra A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA). Continua Página 87 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) 13 I3FRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 14 SUPRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 15 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS 15.1 Paredes A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente aprumada e no esquadro. Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da alvenaria do prédio existente. 15.2 Cintas e vergas Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20 centímetros o vão existente. 16 COBERTURA E FORRO Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 17 ESQUADRIAS Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 18 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS Deverão ser executadas de acordo com projeto específico. A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na parede. A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da edificação. As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm. Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral. Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de laboratório. 19 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS 8.1 Instalação de água Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente. Continua Página 88 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 31 – Memorial descritivo das obras do Laboratório de Solos para a Estação Experimental de Ituporanga. (continuação) 8.2 Esgoto Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por empresa / instituição competente. 20 PISOS E PAVIME3TAÇÕES 20.1 Regularização A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia. 20.2 Piso cerâmico Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante, mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e antibactericida. O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4. 21 REVESTIME3TO 21.1 Chapisco Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa). 21.2 Reboco Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser feito com feltro. 21.3 Cerâmico Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade. 22 PI3TURA Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado. A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista), se for especificado. 23 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura. . Página 89 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages. Nº Item Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário m² 585,6 496,10 290.516,16 Lages Unidade 1 10.800,00 10.800,00 Lages Unidade 1 2.500,00 2.500,00 Lages Unidade 1 16.000,00 16.000,00 Lages Unidade 1 4.100,00 4.100,00 Lages Unidade 1 2.000,00 2.000,00 Lages Unidade 1 16.000,00 16.000,00 Lages Unidade 1 2.600,00 2.600,00 Lages 9 Plataforma Agrícola Coleta de material Traseira,com capacidade de propagativo de espécies carga aproximada de 500 Kg arbóreas, Unidade 1 1.500,00 1.500,00 Lages 10 Ceifadeira de laboratório para debulha de cereais, Unidade 1 21.000,00 21.000,00 Lages Unidade 1 28.000,00 28.000,00 Lages Unidade 1 19.000,00 19.000,00 Lages Unidade 1 11.240,00 11.240,00 Lages Descrição 1 Obra da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia da Estação Experimental de Lages (Ver Anexo 33, página 94 e Anexo 34, página 95) Justificativa Adequação das condições de trabalho da equipe de pesquisadores e pessoal de apoio na Estação Experimental de Lages 2 Conjunto de 04 mesas Condução de rolantes para apoio de vasos, experimentos, construídas com perfis de aclimatização de aço galvanizado a fogo materiais micropropagados e manutenção de plantas matrizes 3 Pulverizador agrícola tipo Condução de pomares e barra aspersora 6m, tanque lavouras 400 litros 4 Distribuidor de Calcário e Distribuição de calcário Adubo, 1,40m³ larg. de trabalho 14-16m, pneus e engates incluso, FOB Lages. 5 Arado 2 discos, reversível, Equipar trator PAC 1 discos 26" peso inferior a 315kg para trator agrícola 50HP 6 Rolo faca Equipar trator PAC 1 3 toras (rolos) de madeira 1 a 1,20m x 35 a 50cm ø Madeira de lei ou eucalipto 7 Roçadeira com 2,30 m de Equipar trator PAC 1 largura de corte 8 Lamina niveladora (plaina) Coleta de material para hidráulico de trator de propagativo de espécies até 60HP arbóreas, Coleta de material propagativo de espécies arbóreas, 11 Plantadeira de precisão para Plantio de parcelas cereais/forrageiras com 11 experimentais e áreas de linhas produção de sementes básicas de cerais, forrageiras e adubos verdes 12 Grade Niveladora Leve; Nº Plantio de parcelas de Discos: 20 (20”x3,5mm); experimentais e áreas de Larg. de Corte: 1.550mm; produção de sementes Espaçamento: 195mm básicas de cerais, forrageiras e adubos verdes 13 Suta digital com escala até Levantamento florestal e 800mm, condução de experimentos Valor Total Município continua Página 90 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages. (continuação) Nº Item Descrição Justificativa 14 Hipsometro digital com Levantamento florestal e transponder e suporte, com condução de resolução de altura de 0,1 m experimentos e precisão de ângulo de 0,1⁰ e função marcação de parcela 15 Eletrificador de cerca Isolamento de áreas de capacidade energia mata ciliar e armazenada: 8 J; Voltagem experimentos. de saída igual ou superior a 6.800 V; Máx distância de cerca: 120 Km; Suprimento de energia: 230 V, 50 Hz, garantia superior a 6 meses e assistência técnica em SC 16 Ampliação de uma célula da Condução de casa de vegetação existente, experimentos, com 6,40 x 10,98 m aclimatização de (VER Anexo 37, página 98 materiais micropropagados e e Anexo 38, página 99) manutenção de plantas matrizes 17 Jogo de peneira para Classificação de classificação de sementes sementes de feijão e milho e feijão, com suporte milho prearmazenamento Câmara seca 18 Ampliação da câmara seca Condução de em área de 5,36 x 4,23 x experimentos, 2,56 m, com controle aclimatização de materiais controle (Ver Anexo 35, micropropagados e página 96 e Anexo 36, manutenção de plantas página 97) matrizes 19 Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede hidrometeorológica 20 Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: hidrometeorológica 21 Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica 22 Aquisição de par de rádio: Modernização da rede hidrometeorológica 23 Access Point Wireless (IEEE Acesso a Rede sem fio 802.11g/b), 24 Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva (trifásico, entrada exclusiva para os 380V e saída 127V) computadores da unidade 25 Switch Gerenciável de 26 portas com 24 portas 10/100 e 2 (duas) portas gigabit ethernet do tipo combo, Distribuição interna de sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 26 Switch Gerenciável de 24 Distribuição interna de portas 10/100 e recursos sinal de rede de forma POE (Power Over Ethernet) rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade 1 10.400,00 10.400,00 Lages Unidade 2 600,00 1.200,00 Lages módulo 1 74.866,00 74.866,00 Lages Unidade 1 460,00 460,00 Lages Unidade 1 48.600,00 48.600,00 Lages Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Lages Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Lages Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Lages par 1 2.000,00 2.000,00 Lages Unidade 3 1.200,00 3.600,00 Lages Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Lages Unidade 2 1.200,00 2.400,00 Lages Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Lages Valor Total Município continua Página 91 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 32 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Lages. (continuação) Nº Item Descrição Justificativa 27 Canhão de projeção com Apresentação de tecnologia LCD ou DLP, com trabalhos resolução nativa de 1024x768 dpi e luminosidade de 1800 lumens; 28 Ar-Condicionado - Tipo Split Manutenção da 7000 BTU´s temperatura na sala de servidores/ativos 29 Aquisição de Servidores de Armazenamento arquivos: 01 Processador corporativo dos dados com quatro núcleos Intel com segurança Xeon ou AMD Opteron com suporte a um total de dois operando em regime SMP; 4 GB RAM; 03 Discos SAS de 500 GB; 02 Interfaces Gigabit Ethernet; unidade de fita de backup DDS/DAT 30 Complemento da estrutura Melhoria da comunicação de rede da Sede da Infra-estrutura interna Administrativa da EE Lages Unidade de fornecimento Qtde Valor Unitário Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Lages Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Lages Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Lages Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Lages Valor Total Município 31 Central Telefônica Digital, com recursos de VoIP, 10 troncos e 64 ramais Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Lages 32 Instalação de SPDA (Serviço de Proteção contra descargas atmosféricas) integrado ao aterramento da rede lógica 33 Rede estruturada no laboratório Segurança das pessoas, equipamentos e instalações Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Lages Melhoria da comunicação da Infra-estrutura interna Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Lages 34 Execução do projeto elétrico Substituição das antigas 220 V instalações elétricas Unidade 1 50.000,00 50.000,00 Lages 35 Licenças de usuários para autenticação em serviços de diretório para e-mail, ftp, servidor de arquivos e impressão. 36 PCR Real time . Ampliar a segurança dos usuários no acesso às informações Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Lages Amplificação DNA e RNA com monitoramento do processo em temo real. Unidade 1 135.000,00 135.000,00 Lages Unidade 1 82.880,00 82.880,00 Lages Unidade Unidade 1 1 4.300,00 4.600,00 4.300,00 4.600,00 Lages Lages 37 Conjunto analisador automático de fotossíntese LI-6400XTP, 38 BURETA DIGITAL 50m l, 39 Autoclave Horiz. de Mesa, mod. Analógica 40 litros, Camara em aço inox, não necessitamdo de tubulação para drenagem. Página 92 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Página 93 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 33 – Planta baixa da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia para a Estação Experimental de Lages. Página 94 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 34 – Memorial descritivo da recuperação predial e remodelagem do setor de laboratórios de homeopatia e microbiologia para a Estação Experimental de Lages. ITEM DESCRIÇÃO MÃO-DE-OBRA MATERIAL TOTAL (R$) (R$) (R$) 1 almoxarifado, baias e laboratório 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1.6 1.7 1.8 1.9 1.10 1.11 1.12 1.13 Reforço estrutural e reparos de trincas e fissuras Impermeabilização de baldrames escavaçao de baldrames e injeção cristalizante e bloqueadora de umidade ascendente, impermeabilização e reparo do reboco inferior com argamassa polimerica Revisão geral de intalções de esgoto sanitário, trocando manilhas de ceramica por tubos de PVC Revissão de intalações hidraulicas retirando tubos de ferro por PVC Troca de todo o revestimento interno de reboco solto e fissurado. piso ceramico Pintura interna com remoção de diversas camadas de pinturas e aplicaçào de selante para argamassas de revestimento Pintura externa com remoção de diversas camadas de pinturas e aplicaçào de selante para argamassas de revestimento Intalação de rede de incendio em FG 4`` e extintores comforme projeto aprovado pelo corpo de bombeiro Revisão de intalações eletricas, inclusive com a separação de rede de telefonia e de lógica. Implantação de sistema de alarme contra incêndio Implantação de sitema de alarmes e cameras de monitoramento com controle na guarita de entrada. Implantação de sinalização e iluminação de emergencia R$ 6.500,00 R$ 19.200,00 R$ 25.700,00 R$ 12.500,00 R$ 13.150,00 R$ 25.650,00 R$ 1.800,00 R$ 6.950,00 R$ 8.750,00 R$ 3.990,00 R$ 6.743,00 R$ 10.733,00 R$ 4.890,00 R$ 9.000,00 R$ 13.890,00 R$ R$ 9.000,00 R$ 10.100,00 R$ 22.575,00 R$ 22.500,00 R$ 31.575,00 32.600,00 R$ 3.500,00 R$ 8.280,00 R$ 11.780,00 R$ 6.590,00 R$ 16.220,00 R$ 22.810,00 R$ 10.500,00 R$ 27.880,00 R$ 38.380,00 R$ 5.800,00 R$ 15.000,00 R$ 20.800,00 R$ 3.900,00 R$ 7.800,00 R$ 11.700,00 R$ 1.500,00 R$ 12.588,00 R$ 14.088,00 80.570,00 R$ 187.886,00 R$ 268.456,00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 80.570,00 4.028,50 8.862,79 3.867,36 2.360,70 523,71 2.417,10 22.060,16 290.516,16 TOTAL MO E MATERIAIS R$ 2.1 2.2 2.3 2.4 2.5 2.6 IMPOSTOS* ISS INSS IR CSL (CS) PIS COFINS 3 TOTAL(R$) TOTAL IMPOSTOS Página 95 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 35 – Planta baixa da câmara seca da Estação Experimental de Lages. Página 96 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 36 – Memorial descritivo da câmara seca da Estação Experimental de Lages. No 01) Item Conjunto:............ Dimensões Externas Total Dimensões Internas Área 1 Dimensões Internas Área 2 Temp.Int.de Funcion.:.. Temp. Entr.Produto:.... Gabinete:........... Maquinário:......... Acessórios:....... Valor Total:........ Descrição Câmara:frigorífica desmontável com divisão: Área 1: para estocagem de produtos resfriados; Área 2: ante-câmara. Comprimento 5,36m 2,56m 2,56m Largura 4,23m 4,07m 4,07m Altura 2,56m 2,40m 2,40m Área 1: +4ºC (Quatro graus Celsius positivos). Área 2: Temperatura ambiente. Área 1: +15ºC (Quinze graus Celsius positivos). Área 2: Temperatura ambiente. Estrutura em chapa kroma de aço zincado com pintura eletrostática, isoladas com poliuretano injetado com gás R-141b ecológico (CFC FREE) de alta densidade (38 a 42kg/m3), na espessura 80mm, ANTI- CHAMA conforme norma ABNT NBR 7358 - MB 1562, com relação ao retardante de chamas e sistema de junção à base de engates excêntricos anticorrosivos. Área 1: Equipamento para refrigeração modelo ARN-22, MONO-BLOCO COMPACTO ACOPLADO, equipado com compressor hermético com capacidade de 2.838kcal/h, desenvolvido para utilização do gás R-404A, inofensivo à camada de ozônio, evaporador modelo ar forçado acoplado, equipado com micro-motor elétrico blindado, possui termostato digital para controle da temperatura interna da câmara, quadro de comando para controle do funcionamento do maquinário e sistema de degelo automático. Área 2: Temperatura não controlada. • Iluminação interna da câmara, composta de luminárias tipo IMB-T-3, à prova de umidade. • Uma porta giratória, medindo 2,00m de altura e 1,00m de largura, isolada com poliuretano injetado na espessura 120mm, com estrutura em fibra, equipada com trinco e dobradiças. • Uma porta deslizante, medindo 2,00m de altura e 1,00m de largura, isoladas com poliuretano injetado na espessura de 80mm, com estrutura em chapa kroma de aço zincado, equipada com trinco e rodízios especiais. • Cortina plástica instalada de fronte as portas. • Piso sistema desmontável reforçado com compensado naval revestido de fibra com isolamento de poliuretano injetado ecológico (CFC FREE) de alta densidade (40 Kg/m3), na espessura 80mm, ANTI-CHAMA conforme norma ABNT NBR 7358 - MB 1562, com relação ao retardante de chamas e sistema de junção à base de engates excêntricos anticorrosivos. • Divisórias internas da câmara composta de painéis com estrutura em chapa kroma de aço zincado, com pintura eletrostática, isoladas com poliuretano injetado de alta densidade na espessura de 80mm. • Estrado plástico anti-derrapante sobreposto ao piso para apoio dos produtos estocados, possibilitando a circulação do ar conforme norma da Vigilância Sanitária. • Válvula de alívio de pressão. • Demais peças e acessórios necessários ao bom funcionamento da câmara. R$ 48.600,00 (Quarenta e oito mil e seiscentos reais). Página 97 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 37 – Planta baixa da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. Página 98 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. A - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: A-01. Modelo : Casa de Vegetação - Poly House com Pad&Fan(vãos livres de 6,40 m e cobertura em Arcos). A-02. Dimensões Item Largura Comprimento Altura Média Qtd. 01 03 Tipo Vão Módulos Medida (m) 6,40 3,66 Área Total Total 6,40 10,98 3,50 Unid. m m m 70,27 m² A-03. Estrutura Metálica : Aço: a estrutura é composta por perfis de aço-carbono, galvanizados a fogo em banho de zinco fundente conforme a norma NBR 6323 da ABNT. Os principais componentes são: Perfil Colunas Verticais de Chumbamento (Pés direito) Tesouras Poly House entre as colunas Arcos para cobertura (espaçados a cada 1,83m) Travamento dos arcos Travessas frontais Contraventamento vertical (“X”) Contraventamento frontal “Mão francesa” Funis para captação de água Ø 150 mm Dimensões Perfil “U” enrijecido 90 x 60 x 25 mm – esp. 2,00 mm Perfil U esp. 2,00 mm e diagonais em aço trefilado 5/16” Tubo oblongo 29 x 58 mm Tubos industriais Ø 31,75mm Perfil “U” enrijecido 60 x 30 x 15 mm – esp. 2,00 mm 02 Tirantes de aço trefilado Ø 8,00mm com regulagem através esticadores forjados Ø 3/8” Tubos quadrado 40x40mm Acompanham os tubos de PVC até a altura do solo Alumínio: Serão utilizados os seguintes perfis de alumínio extrusado (Ligas 6063/6261) (Temperas T6/T5): Perfil Calhas (instaladas em todas as linhas de colunas no sentido longitudinal da estufa) Base Dupla para arremates nas travessas frontais Locks de encaixe Utilização Para a captação das águas pluviais Para fixar o filme de polietileno nas travessas frontais Para a fixação do filme de polietileno nas calhas e frontais A-04. Fundações : Para cada coluna será escavado um buraco de aproximadamente 30 cm de diâmetro e 90 cm de profundidade. Estes buracos receberão concreto para fixação das colunas. continua Página 99 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação) A-05. Cobertura: A cobertura da casa de vegetação será feita com filme de polietileno transparente, espessura 150 micra, com tratamento contra raios ultravioleta camada dupla inflada, fixado nas calhas e frontais com perfis lock de alumínio. Também será instalado 01 (um) microventilador, para inflar as duas camadas do filme, formando um “colchão de ar”, para proporcionar um isolamento térmico. A-06. Mureta Perimetral: No perímetro da casa de vegetação, será construída uma mureta de vedação em concreto para arremate dos fechamentos das frontais e laterais com altura de 35 (trinta e cinco) centímetros. A-07. Piso Interno: Internamente a Casa de Vegetação e na antecâmara será feito piso com lastro de concreto desempenado com espessura de 5,0cm e grelha central para escoamento d’água. A-08. Fechamentos Fixos: As frontais e laterais da casa de vegetação terão fechamentos fixos com filme de polietileno transparente, espessura de 150 micra, camada dupla inflada, fixado nas calhas laterais, colunas dos vértices, travessas frontais e mureta perimetral com perfis de alumínio. A-09. Antecâmara: Em uma das laterais da casa de vegetação está previsto a instalação de 01 (uma) antecâmara de acesso, com dimensões de 3,20 m de largura x 3,66 m de comprimento. A antecâmara será construída com perfis de aço galvanizado a fogo e arrematada com perfis de alumínio, com cobertura com filme de polietileno leitoso, espessura de 150 mícra e fechamentos com Tela branca anti-afídeos 50 mesh, ambos com tratamento contra raios ultravioleta. A-10. Portas: Está prevista a instalação de 02 (duas) portas, uma para acesso a antecâmara e uma para acesso a casa de vegetação, com dimensões unitárias de 1,60m de largura x 2,10m de altura. As portas serão do tipo de correr “deslizante”, construídas com perfis de alumínio e vedadas com filme de polietileno transparente, com tratamento contra raios ultravioleta. A-11. Sistema Automático de Resfriamento e Umidificação: Para o resfriamento e a umidificação da casa de vegetação, serão instalados painéis resfriadores evaporativos modulados, preenchidos com argila expandida, com dimensões unitárias de 100 mm espessura x 2000 mm largura x 1500 mm altura. Os painéis serão instalados na frontal da casa de vegetação (6,40m), apoiados em uma calha inferior de retorno em alumínio extrusado, defletores e aparadores de chapa de aço galvanizado. continua Página 100 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação) O circuito hidráulico (que compreende a alimentação, o retorno, a sucção e o recalque) do sistema do pad será feito com tubos e conexões em pvc e registros de bronze. O circuito será acionado por 01 (um) conjunto moto-bomba, com motor elétrico trifásico 220/380 volts, 60 Hz, 04 pólos, com acoplamento direto. O sistema contará com filtro plástico de disco Ø 1” que fará a filtragem d’água antes de umedecer os painéis e 01 (um) reservatório d’água em fibra de vidro com capacidade para 500 litros. A-12. Sistema Automático de Ventilação/Exaustão: Na frontal oposta ao Pad, será instalado sistema de ventilação/exaustão que funcionará em conjunto com o pad, composto ventiladores dotados de venezianas automáticas com sistema de hélices autolimpantes. O compartimento quadrado do ventilador e o venturi são feitos de chapa de aço galvanizado e reforçado. A hélice de seis pás é balanceada estática e dinamicamente para um menor nível de ruído e uma menor vibração. A hélice é acionada através de um sistema de correia e polias apoiada em um sistema de rolamento de esferas protegido contra água. Será instalados 02 (dois) ventiladores, sendo um modelo EM 50, dimensão de 1380mm, com 06 pás e motor elétrico trifásico de 1,00 CV e um que será instalado no semicirculo superior, modelo ED 24 dimensão de 724mm, motor elétrico trifásico de 0,50 CV, ambos com classe de proteção IP55. A-13. Sistema Automático de Aquecimento: Para o aquecimento do ar interno da casa de vegetação, será instalado 01 (um) conjunto de elétricas de 18.000 watts, do tipo aletadas de 3.000 watts cada, acopladas a um ventilador axial com motor elétrico de ½ CV 220/380 volts, vazão de 200m³/min, incluindo um retificador de fluxo e tubulão plstico transparente perfurado para a distribuição do ar quente dentro do ambiente. O controle de acionamento será feito através de termostato digital interligado ao painel elétrico geral de comando da casa. A-14. Sistema Automático de Sombreamento Interno: Mecanismo de Deslocamento : 3o módulo de 3,66 m Internamente à Estufa está prevista a instalação de Sistema de Sombreamento Móvel, com mecanismo acionado através de 01 (um) conjunto de motorredutor elétrico trifásico, 220/380 Volts, com sistema de fim de curso acoplado¸ interligado a um painel de comando com botoeiras para abrir e fechar no término de cada operação. Este sistema é composto de tubos galvanizados ∅ 60mm para eixo central do acionamento (instalado no sentido da frontal), tubos “ ” 50 x 50mm instalado nas duas frontais para a fixação das roldanas de reenvio, com mãos francesas para travamento dos eixos frontais (tubos “ ” 50 x 50mm ). O sistema também terá tubos galvanizados Ø 19mm para fixação e movimentação da tela, roldanas de aço ∅ 80mm, cabo de aço galvanizado ∅ 1/8” para movimentação do sistema, fio de nylon agrícola ∅ 2,5 mm para apoio e sustentação da tela (na parte inferior e parte superior), fixador triplesset , presilhas em poliacetal para prender a tela nos tubos Ø 19mm. Para a vedação do Sistema será utilizada Tela de Sombreamento Aluminizada, modelo Aluminet 50% I. continua Página 101 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 38 – Memorial descritivo da casa de vegetação para a Estação Experimental de Lages. (continuação) A-15. Sistema Automático de Nebulização, tipo Fogger: Para controle da umidade relativa do ar será instalado um sistema de nebulização com acionamento automático através de umidostato, motor elétrico trifásico 1,0 CV, com filtro plástico Irritec 1”, manômetro de glicerina 0-7 Kgf cm2 para controle de pressão nas linhas. Os emissores fogger serão DA3 7800 + LPD + base 3/8, 7,0 l/h, com emissores a cada 0,50 m distribuídos em 04 (quatro) linhas intaladas no sentido longitudinal da casa. Para o abastecimento do sistema está prevista 01 (uma) caixa d’água em fibrocimento com capacidade para 500 litros. A-17. Mesas para Apoio de Vasos: Internamente à Casa de Vegetação, serão instaladas 03 (três) mesas para apoio de vasos. As mesas serão construídas com perfis de aço galvanizado a fogo e tampo superior com tela metálica, dimensões unitárias de 1,25 m de largura x 9,00 m de comprimento x 0,80 m de altura. A-18. Painel de Comando: Está prevista a instalação de 01 (um) painel de comando para proteção e acionamento manual ou semi-automático de todos os equipamentos elétricos. O painel será composto de chaves gerais, botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e reles térmicos. A caixa será em chapa de aço com proteção contra umidade, conforme IP 55. Para interligação com os motores e controle será fornecida a fiação elétrica e a sua condução será feita através de eletrocalhas. A-19. Mão de Obra : Os serviços serão executados por técnicos especializados da Van der Hoeven, todos registrados, que trabalham de acordo com o plano de risco elaborado pelo nosso técnico de segurança do trabalho. B - PROPOSTA COMERCIAL: B-01. Preço (R$): Os valores correspondem aos materiais e montagem, incluindo todas as despesas com viagens, hospedagem e alimentação, epi´s da equipe de montagem: Descrição Técnica Preço Total (R$) - Estrutura metálica, perfis de fechamentos + antecâmara + 02 portas de acesso + sistema de resfriamento e sistema de ventilação + mureta e piso de concreto 48.370,00 - Sistema de Aquecimento 4.864,00 - Sistema de Nebulização Fogger 5.600,00 - Sistema de Sombreamento Interno 7.240,00 - Mesas para apoio de vasos 3.532,00 - Painel de comando para os equipamentos elétricos 5.260,00 Total da Proposta 74.866,00 Página 102 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. Unidade de fornecimento Qtde m² 188 1.190,53 223.784,78 São Joaquim Unidade 1 2.200,00 2.200,00 São Joaquim 3 Carreta hidráulica com pistão, Implemento essencial em com capacidade de 3.5 muitas atividades de toneladas com pneus campo e que a EESJ não possui Unidade 1 9.000,00 9.000,00 São Joaquim 4 Plataforma basculante com estrutura em chapas galvanizadas Implemento essencial em muitas atividades de campo e que a EESJ não possui Unidade 1 2.000,00 2.000,00 São Joaquim Implemento essencial em muitas atividades de campo e que a EESJ não possui, principalmente para plantio de mudas de fruteiras e covas para palanques 6 Conjunto Sistema de controle Reaparelhamento e de geada por irrigação por qualificação dos aspersão, para vinhedo experimentos, análises e experimental de avaliação de avaliações de pesquisa e cultivares introduzidas com prestação de serviço 0,8 ha. laboratoriais da EESJ 7 Obra e serviços para Equipamentos e serviços automação de leitura das para montagem e variáveis meteorológicas instalação de estações coletadas em estações experimentais para o meteorológicas convencionais processo de automação de estação meteorológica (Ver Anexo 40, página convencional. 106) Unidade 1 700,00 700,00 São Joaquim conjunto 1 14.254,00 14.254,00 São Joaquim Unidade 1 33.800,00 33.800,00 São Joaquim Unidade 1 73.923,55 73.923,55 São Joaquim Unidade 3 2.200,00 6.600,00 São Joaquim Nº Descrição Justificativa 1 Obra para atendimento às Possibilitar a execução normativas do MAPA para de todas as etapas e credenciamento da Estação necessidades previstas Experimental de São Joaquim no projetoo para em testes de agrotóxicos. adequação, dentro das (Ver Anexo 4, página 31 e leis, de um laboratório, na área experimental da EE Anexo 5, página 32) São Joaquim para testes de agrotóxicos. 2 Conjunto Concha traseira Implemento essencial em agrícola p/ acoplar ao trator muitas atividades de campo e que a EESJ não possui 5 Broca de perfuração de 12 polegadas, de acoplar ao trator 8 Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de São Joaquim (Ver Anexo 41, Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Valor Unitário Valor Total Município página 107) 9 Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. continua Página 103 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. (continuação) Nº Descrição Justificativa 10 Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 11 Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. Modernização da rede 12 Aquisição de par de rádio: Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica e receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 13 Computadores Intel Core 2 Necessidade de Quad 2.5GHz, 4GB Ram, atualização tecnológica e Monitor LCD 19'' c/ Windows renovação dos equipamentos e e Office ferramentas de informática, obsoletos e ultrapassados existentes 14 NO-BREAK de 3 KVA, Necessidade de entrada bivolt atualização tecnológica e renovação dos equipamentos e ferramentas de informática, obsoletos e ultrapassados existentes 15 NO-BREAK de 1.4 KVA, Necessidade de entrada bivolt. atualização tecnológica e renovação dos equipamentos e ferramentas de informática, obsoletos e ultrapassados existentes 16 Servidor de arquivos Armazenamento corporativo dos dados com segurança Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 3.000,00 3.000,00 São Joaquim Unidade 1 1.000,00 1.000,00 São Joaquim par 1 2.000,00 2.000,00 São Joaquim Unidade 7 2.800,00 19.600,00 São Joaquim Unidade 1 2.000,00 2.000,00 São Joaquim Unidade 3 1.000,00 3.000,00 São Joaquim Unidade 1 22.000,00 22.000,00 São Joaquim Valor Unitário Valor Total Município continua Página 104 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 39 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de São Joaquim. (continuação) Nº Descrição 17Access Point Wireless Justificativa Acesso a Rede sem fio 18Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 19Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 20Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 21Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 22Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 23Rede estrututurada no Melhoria da comunicação Laboratório de Solos da Infra-estrutura interna 24Pulverizador Motorizado Reaparelhamento e (motobomba) qualificação dos experimentos, análises e avaliações de pesquisa e prestação de serviço laboratoriais da EESJ 25Estufa BOD, com Reaparelhamento e fotoperíodo, controle de qualificação dos temeperatura e umidificação, experimentos, análises e avaliações de pesquisa e 370 litros, 220 V prestação de serviço laboratoriais da EESJ 26Umidificador Tipo Fresh air Reaparelhamento e 220V qualificação dos experimentos, análises e avaliações de pesquisa e prestação de serviço laboratoriais da EESJ 27Aquisição de estufa de alta Reaparelhamento e temperatura para qualificação dos determinação de matéria experimentos, análises e orgânica por ignição avaliações de pesquisa e prestação de serviço laboratoriais da EESJ 28Penetrômetro digital de Reaparelhamento e bancada qualificação dos experimentos, análises e avaliações de pesquisa e prestação de serviço laboratoriais da EESJ 29Purificador de água ultrapura Reaparelhamento e - MilliQ qualificação dos experimentos, análises e avaliações de pesquisa e prestação de serviço laboratoriais da EESJ Unidade de fornecimento Qtde Unidade 2 1.200,00 Unidade 2 3.000,00 Unidade 1 1.200,00 1.200,00 São Joaquim Unidade 1 3.000,00 3.000,00 São Joaquim Unidade 2 1.500,00 3.000,00 São Joaquim Unidade 1 10.000,00 10.000,00 São Joaquim Unidade 1 40.000,00 40.000,00 Unidade 1 3.500,00 Unidade 5 5.000,00 25.000,00 São Joaquim Unidade 2 300,00 600,00 São Joaquim Unidade 1 7.000,00 7.000,00 São Joaquim Unidade 1 13.000,00 13.000,00 São Joaquim Unidade 1 15.000,00 15.000,00 São Joaquim Valor Unitário Valor Total Município 2.400,00 São Joaquim 6.000,00 São Joaquim São Joaquim 3.500,00 São Joaquim Página 105 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 40 – Memorial descritivo para automação de leitura das variáveis meteorológicas coletadas em estações meteorológicas convencionais. Descrição Serviço de instalação em campo Justificativa Instalação, testes finais e operacionalização em campo Serviço de integração e configuração do Integração e testes finais em laboratório conjunto mecânico e elétrico Serviço de montagem e do conjunto Para a montagem das estruturas metal-mecânico mecânicas em laboratório Serviço de montagem e configuração do Para a montagem dos sensores e conjunto eletroeletônico atuadores elétricos Serviço de confecção e montagem de Para confecção dos circuitos placas eletrônicas de atuação e controle desenvolvidos para o projeto Placa de aquisição processamento e Para tratamento e armazenamento dos armazenamento de dados eletrônicos dados medidos Sensor de radiação solar global Equipamentos para determinação da visibilidade em conjunto com um laser para a faixa de luz visível Sensor de temperatura do solo Pressurizador/valvula de controle de vazão Laser para faixa de luz visível Condicionador de sinal para célula de carga Tanque classe A: Construído com chapa de ferro galvanizado número 22, com 1,21m de diâmetro e 0,255m de profundidade. Pintado interna e externamente com tinta aluminizada. Célula de carga de precisão para tanque classe A Célula de carga de precisão para psicrômetro. Sensor de umidade do solo: composto por um módulo eletrônico encapsulado por uma proteção cilíndrica e por uma porção higroscópica (absorve água). A sonda deve medir uma seção de 45cm do solo, começando a 2,5cm da base. Caixa d' água de 2.000 litros. Conjunto de evapotranspirômetro. TOTAL Para medição de temperaturas de solo em 5 profundidades Reabastecer automaticamente o tanque classe A Equipamentos para determinação da visibilidade em conjunto com um sensor de radiação solar Para condicionamento dos sinais das células de carga Equipamentos para montagem e instalação de estações experimentais para o processo de automação de estação meteorológica convencional. . Valor Valor Unidade de fornecimento Qtde Unitário Total Serviço 1 1.000,00 1.000,00 Serviço 1 500,00 500,00 Serviço 1 700,00 700,00 Serviço 1 500,00 500,00 Serviço 1 2.000,00 2.000,00 Unidade 6 350,00 2.100,00 Unidade 5 300,00 1.500,00 Unidade 5 200,00 1.000,00 Unidade 1 1.500,00 1.500,00 Unidade 1 Unidade 2 1.000,00 2.000,00 Unidade 1 2.500,00 2.500,00 Unidade 1 2.000,00 2.000,00 Unidade 1 2.000,00 2.000,00 Unidade 3 2.000,00 6.000,00 Unidade Unidade 2 1 1.000,00 2.000,00 6.000,00 6.000,00 33.800,00 500,00 500,00 Página 106 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de São Joaquim. Unidade de Justificativa fornecimento Qtde Manter a qualidade dos dados m 2 Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Manter a qualidade dos dados Unidade 1 É fundamental na construção do sítio Unidade 1 meteorológico Eclimetro eletrônico É essencial para a escolha sítios Unidade 1 meteorológicos. Tela revestida malha É indispensável para a construção sítio m 65 meteorológico Arame farpado Segurança do sítio meteorológico m 195 Fio liso revestido Segurança do sítio meteorológico kg 12 Barra de ferro galvanizado 6m x É fundamental para instalação do Unidade 1 3,5cm diâmetro intrumento Pena de leitura Manter a qualidade dos dados Unidade 10 Disco Piché (hóstia) Manter a qualidade dos dados Unidade 10 Diagrama reto Caixa 7 Diagrama de curva curta Heliógrafo Caixa 5 Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de Caixa 7 dados Diagrama para o Termohigrógrafo Caixa 2 Diagrama para o Barógrafo Caixa 2 Diagrama para o Pluviógrafo Caixa 5 Chapa de aço 5mm 40x60 É fundamental para intalação do Unidade 1 instrumento Flange de 3,5 É fundamental para intalação do Unidade 1 Instrumento Moerão É essencial para a construção do sítio Unidade 10 meteorológico Pincel de 2 polegadas Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Pincel de 1 polegada Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados Unidade 2 Galão 3 litros de tinta a óleo branca Manter os padrões estabelecidos pela Unidade 1 OMM Galão 18 litros de tinta acrílica branca Manter os padrões estabelecidos pela Unidade 1 OMM Cadeado Segurança do sítio meteorológico Unidade 1 Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Unidade 1 Instalação e manutenção dos Recuperar e manter o bom Unidade 1 instrumentos nas estações funcionamento das estações meteorológicas meteorológicas de Santa Catarina Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Máquina de cortar grama Lanterna Calculadora Armário porta arquivos Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas É fundamental para fazer manutenção noturna Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Valor Unitário 3,50 3.500,00 15,00 1.200,00 Valor Total 7,00 3.500,00 15,00 1.200,00 1.500,00 1.500,00 25,00 1.625,00 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 10,00 11,00 200,00 200,00 200,00 260,00 260,00 260,00 50,00 100,00 110,00 1.400,00 1.000,00 1.400,00 520,00 520,00 1.300,00 50,00 80,00 80,00 20,00 200,00 7,00 5,00 400,00 40,00 7,00 5,00 800,00 40,00 150,00 150,00 30,00 200,00 3.000,00 30,00 200,00 3.000,00 Unidade 1 520,00 520,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 1 420,00 420,00 continua Página 107 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 41 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de São Joaquim. (continuação) Descrição Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Computador Barógrafo Unidade de Justificativa fornecimento Qtde Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Auxiliar na impressão de documentos Unidade 1 Armazenar e transmitir dados Unidade 1 meteorológicos Unidade 1 Valor Unitário 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 1.800,00 Valor Total 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 1.800,00 6.000,00 6.000,00 Barômetro Cata vento tipo Wild Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro máx/mín Tanque Tanque evaporação Classe A Pluviômetro Ville de Paris Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 1 1 1 2 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 2.500,00 1.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 2.500,00 2.000,00 Anemômetro de concha totalizador (2m) Termohigrógrafo Evaporímetro de Piché Termômetro comum Geotermometro (50cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (5cm de profundidade) Termômetro de mínima Termômetro de máxima TOTAL Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 1 2 2 3 4.000,00 600,00 650,00 350,00 4.000,00 1.200,00 1.300,00 1.050,00 Unidade 3 300,00 900,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade Unidade 4 2 650,00 650,00 2.600,00 1.300,00 73.923,55 Gerar informações meteorológicas para armazenamento em banco de dados e contribuir com pesquisas na área acadêmica e sociedade em geral Página 108 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. Nº Descrição Justificativa 1Execução da obra Adequação das especificada no projeto condições de trabalho da arquitetônico, sanitário, equipe de pesquisadores hidráulico, de destino e pessoal de apoio na adequado dos efluentes e Estação Experimental de resíduos, considerando a lei Urussanga estadual de captação e reutilização da água da chuva e as leis ambientais do prédio central da EE Urussanga (VER Anexo 43, página 112 e Anexo 44, página 113) Adequação das 2Obra de adequação dos prédios de apoio de campo, condições de trabalho da preparo de materiais para equipe de pesquisadores experimento e processamento e pessoal de apoio na de amostras de experimentos Estação Experimental de Urussanga da EE Urussanga (Ver Unidade de fornecimento Qtde m² 210 600,00 126.000,00 Urussanga m² 283,8 450,96 128.000,49 Urussanga Valor Unitário Valor Total Município Anexo 45, página 119 e Anexo 46, página 120) 3Aquisição de sistema de resfriamento para casa de vegetação da Estação Experimental de Urussanga 4Aquisição de sistema de umidificação para casa de vegetação da Estação Experimental de Urussanga Condução de experimentação em ambiente controlado Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Urussanga Condução de experimentação em ambiente controlado Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Urussanga 5Aquisição de sistema de aquecimento para casa de vegetação da Estação Experimental de Urussanga 6Aquisição de sistema de iluminação e proteção para casa de vegetação da Estação Experimental de Urussanga 7Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de Urussanga Condução de experimentação em ambiente controlado Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Urussanga Condução de experimentação em ambiente controlado Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Urussanga Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Unidade 1 91.343,55 91.343,55 Urussanga Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Urussanga (Ver Anexo 47, página 126) 8Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. continua Página 109 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) Nº Descrição Justificativa 9Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 10Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. 11Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede par de rádio, transmissor e hidrometeorológica receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 12Ar-Condicionado (Sala de Proteger sistema de Internet - Ativos de informática e Rede/Servidores) - Tipo Split comunicação da EE Urussanga 13Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 14Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 15Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 16Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 17Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Urussanga Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Urussanga par 1 2.000,00 2.000,00 Urussanga Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Urussanga Unidade Unidade 2 2 1.200,00 3.000,00 2.400,00 Urussanga 6.000,00 Urussanga Unidade 2 1.200,00 2.400,00 Urussanga Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Urussanga Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Urussanga Valor Unitário Valor Total Município continua Página 110 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 42 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) Nº Descrição 18Rede estrututurada no Laboratório de Fitopatologia 19Complemento da estrutura de rede da Sede Administrativa 20Instalação de SPDA (Serviço de Proteção contra descargas atmosféricas) 21Instalação de fibra ótica entre os prédios (Casa principal, Biblioteca, Cantina, Casa de Apoio, Lab. de Fito e USB) 22Central Telefônica IP Justificativa Melhoria da comunicação da Infra-estrutura interna Melhoria da comunicação da Infra-estrutura interna Segurança das pessoas, equipamentos e instalações Distribuição do sinal de rede entre os prédios Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP 23Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 24Camara BOD 370 L com Possibilitar a realização desumidificador e fotoperíodo de análises fitopatológicas. 25banho maria Possibilitar a realização de análises fitopatológicas. 26bloco para banho seco Possibilitar a realização capacidade 96 micotubos de análises genéticas 27Panela para avaliar cozimento Avaliação organoléptica de mandioca de aipim 28Prensa para microvinificação Estudo de processos enológicos 29Esterilizador elétrico de Esterilização instrumental instrumentos de bancada, de pesquisa em com experimentos e análises cerâmica s/ amianto interno e microbiológicas revestido com chapa de aço externa, aquecimento entre 700 e 800ºC. 30Afrômetro de Dujardin Saleron Avaliação da qualidade dos produtos da Uva Goethe Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Urussanga Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Urussanga Unidade 1 15.000,00 15.000,00 Urussanga Unidade 1 30.000,00 30.000,00 Urussanga Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Urussanga Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Urussanga Unidade 3 5.000,00 15.000,00 Urussanga Unidade 1 1.800,00 1.800,00 Urussanga Unidade 1 664,00 664,00 Urussanga Unidade 2 4.000,00 8.000,00 Urussanga Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Urussanga Unidade 1 2.000,00 2.000,00 Urussanga Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Urussanga Valor Unitário Valor Total Município Página 111 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 43 – Planta baixa da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. Página 112 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 44 – Memorial descritivo da reforma do prédio principal da Estação Experimental de Urussanga. 1 - OBSERVAÇÕES PRELIMI3ARES. Este memorial em muitos casos abaixo descritos é de caráter geral, sendo que talvez não se utilize determinadas técnicas, serviços ou materiais, que só serão definidos após a elaboração dos respectivos projetos complementares básicos e executivos. 2 - Observações Gerais. O presente memorial descritivo de procedimentos estabelece as condições técnicas mínimas a serem obedecidas na execução das obras e serviços acima citados, fixando os parâmetros mínimos a serem atendidos para materiais, serviços e equipamentos, e constituirão parte integrante dos contratos de obras e serviços. Nos casos em que este memorial especifica a necessidade de elaboração pela CO3TRATADA de projetos de fabricação e ou detalhamento, tais projetos deverão ser apresentados levando em conta a programação dos trabalhos, bem como o tempo necessário para estudos, aprovação e eventuais ajustes. A execução, bem como os novos projetos, os projetos de complementações, alterações, cadastramentos, etc. deverão ser registrados no CREA, através de ART específica para cada caso. Quando não houver descrição do tipo de serviço a ser executado, o material ou equipamento à ser utilizado, seguir orientação da FISCALIZAÇÃO e dos respectivos projetistas de cada área em questão. 3 - MATERIAIS E OU EQUIPAME3TOS. 3.1 - Observações Gerais. Todos os materiais e ou equipamentos fornecidos pela CO3TRATADA, deverão ser de Primeira Qualidade, entendendo-se primeira, o nível de qualidade mais elevado da linha do material e ou equipamento a ser utilizado, satisfazer as especificações da AB3T, do I3METRO, e das demais normas citadas, e ainda, serem de qualidade, modelo, marcas e tipos especificados no projeto, nos memoriais de cada projeto, neste memorial ou nas especificações gerais, e devidamente aprovados pela FISCALIZAÇÃO. Caso o material e ou equipamento especificado nos projetos e ou memoriais, tenham saído de linha, ou encontrarem-se obsoletos, estes deverão ser substituídos pelo modelo novo, desde que comprovada sua eficiência, equivalência e atendimento às condições estabelecidas nos projetos, especificações e contrato. A aprovação será feita por escrito, mediante amostras apresentadas à FISCALIZAÇÃO antes da aquisição do material e ou equipamento. Os materiais e ou equipamentos deverão ser armazenados em locais apropriados, cobertos ou não, de acordo com sua natureza, ficando sua guarda sob a responsabilidade da CO3TRATADA. A FISCALIZAÇÃO deverá ter livre acesso a todos os almoxarifados de materiais, equipamentos, ferramentas, etc., para acompanhar os trabalhos e conferir marcas, modelos, especificações, prazos de validade, etc. Material, equipamento ou serviço equivalente tecnicamente é aquele que apresenta as mesmas características técnicas exigidas, ou seja de igual valor, desempenham idêntica função e se presta às mesmas condições do material, equipamento ou serviço especificado. 3.2 - Cimentos. (Votorantin/pozosul) Os tipos de cimento a serem utilizados deverão ser adequados às condições de agressividade do meio a que estarão sujeitas as peças estruturais, alvenarias, pisos, etc. Para locais não sujeitos a agressividade, o tipo de cimento, caso não haja especificação particular em contrário, deverá ser o Portland comum CP 32, e deverá atender às especificações da normas da AB3T citadas à seguir e ou sucessoras. Para a substituição do tipo, classe de resistência e marca do cimento, deverão ser tomadas as precauções para que não ocorram alterações sensíveis na trabalhabilidade do concreto, das argamassas e das natas em geral. Uma mesma peça estrutural, alvenaria, etc., só deverá ser executada com iguais tipos e classes de resistências de cimento. As embalagens do cimento deverão apresentar-se íntegras por ocasião do recebimento, devendo ser rejeitados todos os sacos que apresentarem sinais de hidratação. Os sacos deverão ser armazenados em lotes, que serão considerados distintos, quando: - forem de procedência ou marcas distintas - forem do tipo ou classe de resistência diferente - tiverem mais de 400 sacos. Os lotes de cimento deverão ser armazenados de tal modo que se torne fácil a sua inspeção e identificação. As pilhas deverão ser de no máximo 10 sacos, e o seu uso deverá obedecer à ordem cronológica de chegada aos depósitos, sendo depositados sobre estrados de madeira, ao abrigo de umidade e intempéries. Continua Página 113 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 3.3 - Agregados. O agregado miúdo será a areia natural, de origem quartzosa, cuja composição granulométrica e quantidade de substâncias nocivas deverão obedecer à condições impostas pelas normas da AB3T citadas à seguir ou sucessoras. A areia deve ser natural, lavada, peneirada, sílico-quartzoza, áspera ao tato, limpa, isenta de argila e de substâncias orgânicas ou terrosas, obedecendo à seguinte classificação, conforme estabelecido pela AB3T: Grossa: granulometria entre 4,8 e 0,84 mm. Média : granulometria entre 0,84 e 0,25 mm. Fina : granulometria entre 0,25 e 0,05 mm. O agregado graúdo deverá ser constituído de britas obtidas através de britagem de rochas sãs. O diâmetro máximo do agregado deverá ser inferior a 1/4 da menor espessura da peça a concretar e a 2/3 do espaçamento entre as barras de aço das armaduras. A estocagem dos agregados deverá ser feita de modo a evitar a sua segregação e a mistura entre si, ou com terra. Os locais de estocagem deverão ser adequados, com superfícies regulares e com declividade para facilitar o escoamento das águas de chuvas ou de lavagem. Todos os agregados poderão ser submetidos à critério da FISCALIZAÇÃO a ensaios de qualidade, de acordo com as condições impostas pela AB3T itens que se referem ao assunto citados à seguir ou sucessores. As amostras dos agregados aprovados nos ensaios serão armazenadas na obra, para servirem como padrão de referência. 3.4 - Águas. A água destinada ao preparo dos concretos, argamassas, diluição de tintas e outros tipos de utilização deverá ser isenta de substâncias estranhas, tais como: óleo, ácidos, álcalis, sais, matérias orgânicas e quaisquer outras substâncias que possam interferir com as reações de hidratação do cimento e que possam afetar o bom adensamento, cura e aspecto final dos concretos e argamassas e outros acabamentos. 3.5 - Aditivos. (SIKA/VEDACIT/VEDACO3CRETO) Os aditivos que se tornarem necessários, para a melhoria das qualidades do concreto e das argamassas, de acordo com as especificações e orientação da FISCALIZAÇÃO, deverão atender às normas da AB3T, ASTM C-494 ou sucessoras. A percentagem de aditivos deverá ser fixada conforme recomendações do fabricante, levando em consideração a temperatura ambiente e o tipo de cimento adotado, sempre de acordo com as instruções da FISCALIZAÇÃO. 3.6 - Cal Hidratada. É um pó seco obtido pelo tratamento de cal virgem, sem água, constituído essencialmente de hidróxido de cálcio, ou de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio, hidróxido de magnésio e óxido de magnésio. Todo material a ser fornecido deverá satisfazer as condições mínimas estabelecidas pela AB3T, de acordo com as Normas NBR-6453 - Cal Virgem para Construção; NBR-6471 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Retirada e Preparação de Amostra; NBR-6472 - Cal - Determinação do Resíduo em Extinção; NBR-6473 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Análise Química; NBR-7175 - Cal Hidratada para Argamassas e demais atinentes ao assunto. Marcas: Itacal, Itaú, Supercal. 4 – LOUÇAS E METAIS .DECA, DOCOL, INCEPA, CELITE, TIGRE, BRASIT, AKROS E LOGASA. 5 – PI3TURAS .CORAL, SUVINIL OU RESICOLOR 6 – COBERTURA No local de obra designado como laboratório será retirada a cobertura existente, para posterior ancoragem feita em concreto armado da cobertura em estrutura metálica (todo metal utilizado será tratado e pintura com tinta ante-oxidante) e telhas fibrocimento (BRASILIT, IMBRALIT ). Demais locais especificadas em projeto será madeira tratada com telha concreto (CORAL, TEGULA OU DOMUS). Continua Página 114 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 7 - CA3TEIRO DE OBRAS. O canteiro deverá obedecer as normas da ABNT, NBR-12284 - Áreas de Vivência dos Canteiros de Obras - Procedimento, e demais pertinentes. 7.1 - Localização e Descrição. O canteiro de obras e serviços poderá localizar-se-á junto à obra ou em local a ser determinado pela FISCALIZAÇÃO e deverá ser fornecido pela CO3TRATADA, e todas as adaptações, que se fizerem necessárias, para o melhor andamento e execução da obra deverão ser executadas às expensas da mesma, bem como todas aquelas necessárias à Segurança do Trabalho exigidas por lei, e à segurança dos materiais, equipamentos, ferramentas, etc., a serem estocados, sendo que deverá também ser previsto espaço físico para acomodação da FISCALIZAÇÃO. 7.2 - Segurança em geral. Toda a área do canteiro deverá ser sinalizada, através de placas, quanto a movimentação de veículos, indicações de perigo, instalações e prevenção de acidentes. Instalações apropriadas para combate a incêndios deverão ser previstas em todas as edificações e áreas de serviço sujeitas à incêndios, incluindo-se o canteiro de obras, almoxarifados e adjacências. Deverá ser obrigatória pelo pessoal da obra, a utilização de equipamentos de segurança, como botas, capacetes, cintos de segurança, óculos, máscaras e demais proteções de acordo com as Normas de Segurança do Trabalho. 8 - SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS E DE MARCAÇÃO EM GERAL. A CO3TRATADA deverá prever a utilização de equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados a perfeita locação, execução da obra e ou serviços e acompanhamento, e de acordo com as locações e os níveis estabelecidos nos projetos. Quaisquer divergências e dúvidas serão resolvidas antes do início da obra. 9 - ESCAVAÇÕES E ATERROS EM GERAL. 9.1 - Escavações de valas, etc. As escavações de valas, etc. deverão propiciar depois de concluídas, condições para execução geral, fundações, etc., conforme elementos do projeto. O fundo das valas deverá ser perfeitamente regularizado e apiloado, para melhor execução das fundações, infraestruturas, etc. Os locais escavados deverão ficar livres de água, qualquer que seja a sua origem (chuva, vazamento de lençol freático, etc.), devendo para isso ser providenciada a sua drenagem através de esgotamento, para não prejudicar os serviços, ou causar danos à obra. 9.2 - Terraplanagem, desaterros, aterros, reaterros, demolições, etc. O reaterro das valas será processado até o restabelecimento dos níveis anteriores das superfícies originais ou de forma designada pelos projetos, e deverá ser executado de modo a oferecer condições de segurança às tubulações, etc. e bom acabamento da superfície, não permitindo seu posterior abatimento. Os aterros e ou reaterros em geral, serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal. O reaterro das valas das tubulações será feito em 02 etapas sendo a primeira de aterro compactado, manualmente com soquete de ferro ou madeira em camadas de 10 cm de espessura, colocando-se o material simultaneamente dos dois lados da tubulação ou do envelope de concreto, até 25cm acima da geratriz superior dos tubos, sem com isso perfurar ou promover o amassamento da tubulação, diminuindo sua seção útil, e a segunda etapa superpõe-se ao primeiro aterro, até a cota final do reaterro, com o mesmo material empregado na primeira etapa, em camadas de 20cm de espessura máxima, compactados por soquetes de madeira ou equipamento mecânico, não se admitindo o uso de soquetes de ferro. Deverá ser executada toda a terraplanagem necessária, incluindo-se os cortes e ou aterros/reaterros em geral, remanejamento de árvores, etc., que serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal. Continua Página 115 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 10 - FU3DAÇÕES. A concretagem de fundações somente poderá ser efetuada após a conferência efetuada pela FISCALIZAÇÃO. Na concretagem dever-se-á adotar cuidados para que não haja segregação dos materiais, ou mistura com terra, o concreto a ser utilizado deverá ter Fck de 15 MPa. 11- CO3CRETO. (E3GEMIX – EXTRAMETAL) Todas as estruturas, obras e ou serviços em concreto, deverão ser executados atendendo às especificações deste memorial e às normas da ABNT e demais pertinentes, sendo que para as estruturas deverão ter resistência mínima de 20 MPa. 11.1 - Composição e dosagem. O concreto será composto pela mistura de cimento Portland, água, agregados inertes e, eventualmente, de aditivos químicos especiais. - Mistura plástica com trabalhabilidade adequada. - Produto acabado que tenha resistência, impermeabilidade, durabilidade e boa aparência, por se tratar de concreto aparente. 11.2 - Materiais componentes. Cimentos, Agregados, Água e Aditivos, vide especificação para cada um destes itens no item específico MATERIAIS E OU EQUIPAME3TOS 11.3 - Dosagem. A dosagem do concreto deverá ser racional, objetivando a determinação de traços que atendam economicamente às resistências especiais do projeto, bem como a trabalhabilidade necessária e a durabilidade. A dosagem racional do concreto deverá ser efetuada atendendo a qualquer método que correlacione a resistência, fator água/cimento, durabilidade, relação aquecimento e consistência. A trabalhabilidade deverá atender às características dos materiais componentes do concreto, sendo compatível com as condições de preparo, transporte, lançamento e adensamento, bem como as características e das dimensões das peças a serem concretadas, e os tipos se aparentes ou não. 11.4 - Transporte. O concreto deverá ser transportado, desde o seu local de mistura até o local de colocação com a maior rapidez possível, através de equipamentos transportadores especiais que evitem a sua segregação e vazamento da nata de cimento. Quando transportados por caminhões betoneiras, o tempo máximo permitido neste transporte será de uma hora, contado à partir do término da mistura até o momento de sua aplicação; caso o concreto contenha aceleradores de pega este tempo será reduzido. Para qualquer outro tipo de transporte, este tempo será de no máximo, 30 minutos. 11.5 - Lançamento. O concreto deverá ser depositado nos locais de aplicação, diretamente em sua posição final, através da ação adequada de vibradores, evitando-se a sua segregação. Antes do lançamento do concreto, os locais a serem concretados, deverão ser vistoriados e retirados destes quaisquer tipos de resíduos prejudiciais ao concreto. O lançamento do concreto, através de bombeamento, deverá atender às normas da AB3T e especificações da ACI304 e ou sucessoras, e o concreto deverá ter um índice de consistência adequado às características do equipamento. 11.6 - Adensamento. O adensamento do concreto deverá ser executado através de vibradores de alta freqüência, com diâmetro adequado às dimensões das formas, e com características para proporcionar bom acabamento. Os vibradores de agulha deverão trabalhar sempre na posição vertical e movimentados constantemente na massa de concreto, até a caracterização do total adensamento, e os seus pontos de aplicação deverão ser distantes entre si cerca de uma vez e meia o seu raio de ação. Deverão ser evitados os contatos prolongados dos vibradores junto às formas e armaduras. Continua Página 116 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) As armaduras parcialmente expostas, devido a concretagem parcelada de uma peça estrutural, não deverão sofrer qualquer ação de movimento ou vibração antes que o concreto onde se encontram engastadas, adquira suficiente resistência para assegurar a eficiência da aderência. Toda concretagem deverá obedecer a um plano previamente estabelecido, onde necessariamente serão considerados: - Delimitação da área a ser concretada em uma jornada de trabalho, sem interrupções de aplicação do concreto, com definição precisa do volume a ser lançado. - Na delimitação desta área, ficarão definidas as juntas de concretagem, que deverão ser sempre verticais e atender à condições de menores solicitações das peças. O concreto junto às formas verticais das juntas deverá ser bem vibrado. As juntas de concretagem deverão ser providas de pontas de ferro para reforço conforme indicado anteriormente. - Planejamento dos recursos de equipamentos e mão-de-obra necessários à concretização dos serviços. - Verificação dos sistemas de formas e se as condições do cimbramento estão adequadas às sobrecargas previstas. 11.7 - Cura. A cura do concreto deverá ser feita por um período mínimo de sete dias após o lançamento garantindo uma umidade constante neste período, de tal forma que a resistência máxima do concreto, preestabelecida, seja atingida. 11.8 - Controle de qualidade. Durante a concretagem deverão ser moldados corpos de prova, em quantidades determinadas pelas normas brasileiras para rompimento aos 7 e 28 dias e obtido o slump para todos os lotes do concreto. 12 - ARMADURAS. 12.1 - Aço. (GERDAU, USIMI3AS) Quando não especificados em contrário, os aços serão de classe A, laminados a quente, com escoamento definido por patamar no diagrama tensão-deformação. Não poderão ser utilizados aços de qualidade ou características diferentes das especificadas no projeto, sem a aprovação da FISCALIZAÇÃO. Todo aço a ser utilizado na obra deverá, preferencialmente ser de um único fabricante, visando facilitar o recebimento. 12.2 - Preparo das armaduras. As barras de aço deverão ser previamente retificadas por processos manuais e ou mecânicos, quando então serão vistoriadas quanto às suas características aparentes, como sejam, desbitolagem, rebarbas de aço, ou quaisquer outros defeitos aparentemente visíveis. O corte e o dobramento das armaduras deverão ser executados a frio, com equipamentos apropriados e de acordo com os detalhes, dimensões de projeto e conferência nas formas. Não será permitido o uso do corte óxido-acetileno e nem o aquecimento das barras para facilidade da dobragem, pois alteram as características das mesmas. 13 – PAREDES. Todas as alvenaria será executadas com tijolos 06 furos (NBR7170) assentados com argamassa (13.1-13.2), sendo de necessária rigor no assentamento (prumada e nivelamento). 14 - ARGAMASSAS. 14.1 - Preparo e dosagem. As argamassas serão preparadas mecanicamente. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos ou o tempo necessário para homogeneizar a mistura, a contar do momento em que todos os componentes da argamassa, inclusive a água, tiverem sido lançados na betoneira ou misturador. 14.2 - Traços. Serão adotados, conforme o fim a que se destinarem, os seguintes tipos de argamassas definidos pelos seus traços volumétricos, e especificados em cada caso: A-2 Traço 1:2 de cimento e areia lavada seca. A-3 Traço 1:3 de cimento e areia lavada seca. Continua Página 117 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) A-4 Traço 1:4 de cimento e areia lavada seca. A-5 Traço 1:5 de cimento e areia lavada seca. A-7 Traço 1:0,5:4 de cimento, cal hidratada e areia lavada média seca. A-8 Traço 1:1:4 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais A-12 Traço 1:3:5 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. A-13 Traço 1:2:6 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. A-14 Traço 1:2:8 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. OBS: Poderão ser ainda utilizados outros traços não descritos acima, mas definidos em itens específicos, ou recomendados pela FISCALIZAÇÃO. 15 –REVESTIME3TO CERAMICO. Todo revestimento cerâmico deverá ser executado com material de primeira qualidade (Eliane, Ceusa ou Portinari ). O assentamento deverá ser feito sobre contra-piso nivelado com argamassa colante para área interna (AC I ) e externas com (AC II ). 16 – SISTEMA HIDROSSA3ITÁRIO. Sistema de água fria deverá ser executado seguindo rigorosamente projeto específico, também os sistema de tratamentos de esgotos domésticos e laboratoriais. 17- DEMOLIÇÃO. Toda demolição a ser executada conforme destacaque em projeto (vermelho para execução amarelo para demolição). Todo pessoal envolvido neste período de serviço deverá estar munido de todo equipamento de Proteção individual. O entulho que poder ser reaproveitado para possíveis preenchimento deverão ser selecionados para que não haja sobras de Bota-fora em excesso. 18 – LIMPEZA GERAL. Deverá durante a execução ser mantida limpa a obra devida para que não haja risco de qualquer natureza, seja ao trabalhadores ou aos transeuntes. No final deverá ser feita limpeza minunciosa para posterior FISCALIZAÇÃO pela contratante de todos os serviços. Página 118 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 45 – Plantas baixas dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. Página 119 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA OBRAS DA EPAGRI ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE URUSANGA Adequação dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos da Estação Experimental de Urussanga. 1 - OBSERVAÇÕES PRELIMINARES. Este memorial em muitos casos abaixo descritos é de caráter geral, sendo que talvez não se utilize determinadas técnicas, serviços ou materiais, que só serão definidos após a elaboração dos respectivos projetos complementares básicos e executivos. 2 - Observações Gerais. O presente memorial descritivo de procedimentos estabelece as condições técnicas mínimas a serem obedecidas na execução das obras e serviços acima citados, fixando os parâmetros mínimos a serem atendidos para materiais, serviços e equipamentos, e constituirão parte integrante dos contratos de obras e serviços. Nos casos em que este memorial especifica a necessidade de elaboração pela CONTRATADA de projetos de fabricação e ou detalhamento, tais projetos deverão ser apresentados levando em conta a programação dos trabalhos, bem como o tempo necessário para estudos, aprovação e eventuais ajustes. A execução, bem como os novos projetos, os projetos de complementações, alterações, cadastramentos, etc. deverão ser registrados no CREA, através de ART específica para cada caso. Quando não houver descrição do tipo de serviço a ser executado, o material ou equipamento à ser utilizado, seguir orientação da FISCALIZAÇÃO e dos respectivos projetistas de cada área em questão. 3 - MATERIAIS E OU EQUIPAMENTOS. 3.1 - Observações Gerais. Todos os materiais e ou equipamentos fornecidos pela CONTRATADA, deverão ser de Primeira Qualidade, entendendo-se primeira, o nível de qualidade mais elevado da linha do material e ou equipamento a ser utilizado, satisfazer as especificações da ABNT, do INMETRO, e das demais normas citadas, e ainda, serem de qualidade, modelo, marcas e tipos especificados no projeto, nos memoriais de cada projeto, neste memorial ou nas especificações gerais, e devidamente aprovados pela FISCALIZAÇÃO. Caso o material e ou equipamento especificado nos projetos e ou memoriais, tenham saído de linha, ou encontrarem-se obsoletos, estes deverão ser substituídos pelo modelo novo, desde que comprovada sua eficiência, equivalência e atendimento às condições estabelecidas nos projetos, especificações e contrato. A aprovação será feita por escrito, mediante amostras apresentadas à FISCALIZAÇÃO antes da aquisição do material e ou equipamento. Os materiais e ou equipamentos deverão ser armazenados em locais apropriados, cobertos ou não, de acordo com sua natureza, ficando sua guarda sob a responsabilidade da CONTRATADA. A FISCALIZAÇÃO deverá ter livre acesso a todos os almoxarifados de materiais, equipamentos, ferramentas, etc., para acompanhar os trabalhos e conferir marcas, modelos, especificações, prazos de validade, etc. Material, equipamento ou serviço equivalente tecnicamente é aquele que apresenta as mesmas características técnicas exigidas, ou seja de igual valor, desempenham idêntica função e se presta às mesmas condições do material, equipamento ou serviço especificado. 3.2 - Cimentos. (Votorantin/pozosul) Os tipos de cimento a serem utilizados deverão ser adequados às condições de agressividade do meio a que estarão sujeitas as peças estruturais, alvenarias, pisos, etc. Para locais não sujeitos a agressividade, o tipo de cimento, caso não haja especificação particular em contrário, deverá ser o Portland comum CP 32, e deverá atender às especificações da normas da ABNT citadas à seguir e ou sucessoras. Continua Página 120 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) Para a substituição do tipo, classe de resistência e marca do cimento, deverão ser tomadas as precauções para que não ocorram alterações sensíveis na trabalhabilidade do concreto, das argamassas e das natas em geral. Uma mesma peça estrutural, alvenaria, etc., só deverá ser executada com iguais tipos e classes de resistências de cimento. As embalagens do cimento deverão apresentar-se íntegras por ocasião do recebimento, devendo ser rejeitados todos os sacos que apresentarem sinais de hidratação. Os sacos deverão ser armazenados em lotes, que serão considerados distintos, quando: - forem de procedência ou marcas distintas - forem do tipo ou classe de resistência diferente - tiverem mais de 400 sacos. Os lotes de cimento deverão ser armazenados de tal modo que se torne fácil a sua inspeção e identificação. As pilhas deverão ser de no máximo 10 sacos, e o seu uso deverá obedecer à ordem cronológica de chegada aos depósitos, sendo depositados sobre estrados de madeira, ao abrigo de umidade e intempéries. 3.3 - Agregados. O agregado miúdo será a areia natural, de origem quartzosa, cuja composição granulométrica e quantidade de substâncias nocivas deverão obedecer à condições impostas pelas normas da ABNT citadas à seguir ou sucessoras. A areia deve ser natural, lavada, peneirada, sílico-quartzoza, áspera ao tato, limpa, isenta de argila e de substâncias orgânicas ou terrosas, obedecendo à seguinte classificação, conforme estabelecido pela ABNT: Grossa: granulometria entre 4,8 e 0,84 mm. Média : granulometria entre 0,84 e 0,25 mm. Fina : granulometria entre 0,25 e 0,05 mm. O agregado graúdo deverá ser constituído de britas obtidas através de britagem de rochas sãs. O diâmetro máximo do agregado deverá ser inferior a 1/4 da menor espessura da peça a concretar e a 2/3 do espaçamento entre as barras de aço das armaduras. A estocagem dos agregados deverá ser feita de modo a evitar a sua segregação e a mistura entre si, ou com terra. Os locais de estocagem deverão ser adequados, com superfícies regulares e com declividade para facilitar o escoamento das águas de chuvas ou de lavagem. Todos os agregados poderão ser submetidos à critério da FISCALIZAÇÃO a ensaios de qualidade, de acordo com as condições impostas pela ABNT itens que se referem ao assunto citados à seguir ou sucessores. As amostras dos agregados aprovados nos ensaios serão armazenadas na obra, para servirem como padrão de referência. 3.4 - Águas. A água destinada ao preparo dos concretos, argamassas, diluição de tintas e outros tipos de utilização deverá ser isenta de substâncias estranhas, tais como: óleo, ácidos, álcalis, sais, matérias orgânicas e quaisquer outras substâncias que possam interferir com as reações de hidratação do cimento e que possam afetar o bom adensamento, cura e aspecto final dos concretos e argamassas e outros acabamentos. 3.5 - Aditivos. (SIKA/VEDACIT/VEDACONCRETO) Os aditivos que se tornarem necessários, para a melhoria das qualidades do concreto e das argamassas, de acordo com as especificações e orientação da FISCALIZAÇÃO, deverão atender às normas da ABNT, ASTM C-494 ou sucessoras. A percentagem de aditivos deverá ser fixada conforme recomendações do fabricante, levando em consideração a temperatura ambiente e o tipo de cimento adotado, sempre de acordo com as instruções da FISCALIZAÇÃO. 3.6 - Cal Hidratada. É um pó seco obtido pelo tratamento de cal virgem, sem água, constituído essencialmente de hidróxido de cálcio, ou de uma mistura de hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio, ou ainda de uma mistura de hidróxido de cálcio, hidróxido de magnésio e óxido de magnésio. Continua Página 121 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) Todo material a ser fornecido deverá satisfazer as condições mínimas estabelecidas pela ABNT, de acordo com as Normas NBR-6453 - Cal Virgem para Construção; NBR-6471 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Retirada e Preparação de Amostra; NBR-6472 - Cal - Determinação do Resíduo em Extinção; NBR-6473 - Cal Virgem e Cal Hidratada - Análise Química; NBR-7175 - Cal Hidratada para Argamassas e demais atinentes ao assunto. Marcas: Itacal, Itaú, Supercal. 4 – LOUÇAS E METAIS .DECA, DOCOL, INCEPA, CELITE, TIGRE, BRASIT, AKROS E LOGASA. 5 – PINTURAS .CORAL, SUVINIL OU RESICOLOR 6 – COBERTURA No local de obra designado como laboratório será retirada a cobertura existente, para posterior ancoragem feita em concreto armado da cobertura em estrutura metálica (todo metal utilizado será tratado e pintura com tinta ante-oxidante) e telhas fibrocimento (BRASILIT, IMBRALIT ). Demais locais especificadas em projeto será madeira tratada com telha concreto (CORAL, TEGULA OU DOMUS). 7 - CANTEIRO DE OBRAS. O canteiro deverá obedecer as normas da ABNT, NBR-12284 - Áreas de Vivência dos Canteiros de Obras - Procedimento, e demais pertinentes. 7.1 - Localização e Descrição. O canteiro de obras e serviços poderá localizar-se-á junto à obra ou em local a ser determinado pela FISCALIZAÇÃO e deverá ser fornecido pela CONTRATADA, e todas as adaptações, que se fizerem necessárias, para o melhor andamento e execução da obra deverão ser executadas às expensas da mesma, bem como todas aquelas necessárias à Segurança do Trabalho exigidas por lei, e à segurança dos materiais, equipamentos, ferramentas, etc., a serem estocados, sendo que deverá também ser previsto espaço físico para acomodação da FISCALIZAÇÃO. 7.2 - Segurança em geral. Toda a área do canteiro deverá ser sinalizada, através de placas, quanto a movimentação de veículos, indicações de perigo, instalações e prevenção de acidentes. Instalações apropriadas para combate a incêndios deverão ser previstas em todas as edificações e áreas de serviço sujeitas à incêndios, incluindo-se o canteiro de obras, almoxarifados e adjacências. Deverá ser obrigatória pelo pessoal da obra, a utilização de equipamentos de segurança, como botas, capacetes, cintos de segurança, óculos, máscaras e demais proteções de acordo com as Normas de Segurança do Trabalho. 8 - SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS E DE MARCAÇÃO EM GERAL. A CONTRATADA deverá prever a utilização de equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados a perfeita locação, execução da obra e ou serviços e acompanhamento, e de acordo com as locações e os níveis estabelecidos nos projetos. Quaisquer divergências e dúvidas serão resolvidas antes do início da obra. 9 - ESCAVAÇÕES E ATERROS EM GERAL. 9.1 - Escavações de valas, etc. As escavações de valas, etc. deverão propiciar depois de concluídas, condições para execução geral, fundações, etc., conforme elementos do projeto. O fundo das valas deverá ser perfeitamente regularizado e apiloado, para melhor execução das fundações, infraestruturas, etc. Os locais escavados deverão ficar livres de água, qualquer que seja a sua origem (chuva, vazamento de lençol freático, etc.), devendo para isso ser providenciada a sua drenagem através de esgotamento, para não prejudicar os serviços, ou causar danos à obra. Continua Página 122 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 9.2 - Terraplanagem, desaterros, aterros, reaterros, demolições, etc. O reaterro das valas será processado até o restabelecimento dos níveis anteriores das superfícies originais ou de forma designada pelos projetos, e deverá ser executado de modo a oferecer condições de segurança às tubulações, etc. e bom acabamento da superfície, não permitindo seu posterior abatimento. Os aterros e ou reaterros em geral, serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal. O reaterro das valas das tubulações será feito em 02 etapas sendo a primeira de aterro compactado, manualmente com soquete de ferro ou madeira em camadas de 10 cm de espessura, colocando-se o material simultaneamente dos dois lados da tubulação ou do envelope de concreto, até 25cm acima da geratriz superior dos tubos, sem com isso perfurar ou promover o amassamento da tubulação, diminuindo sua seção útil, e a segunda etapa superpõe-se ao primeiro aterro, até a cota final do reaterro, com o mesmo material empregado na primeira etapa, em camadas de 20cm de espessura máxima, compactados por soquetes de madeira ou equipamento mecânico, não se admitindo o uso de soquetes de ferro. Deverá ser executada toda a terraplanagem necessária, incluindo-se os cortes e ou aterros/reaterros em geral, remanejamento de árvores, etc., que serão executados com material de primeira categoria, em camadas de 20 em 20 cm, devidamente umedecidas até atingir a umidade ótima, e compactadas até a compactação ideal, de 100% do Proctor Normal. 10 - FUNDAÇÕES. A concretagem de fundações somente poderá ser efetuada após a conferência efetuada pela FISCALIZAÇÃO. Na concretagem dever-se-á adotar cuidados para que não haja segregação dos materiais, ou mistura com terra, o concreto a ser utilizado deverá ter Fck de 15 MPa. 11- CONCRETO. (ENGEMIX – EXTRAMETAL) Todas as estruturas, obras e ou serviços em concreto, deverão ser executados atendendo às especificações deste memorial e às normas da ABNT e demais pertinentes, sendo que para as estruturas deverão ter resistência mínima de 20 MPa. 11.1 - Composição e dosagem. O concreto será composto pela mistura de cimento Portland, água, agregados inertes e, eventualmente, de aditivos químicos especiais. - Mistura plástica com trabalhabilidade adequada. - Produto acabado que tenha resistência, impermeabilidade, durabilidade e boa aparência, por se tratar de concreto aparente. 11.2 - Materiais componentes. Cimentos, Agregados, Água e Aditivos, vide especificação para cada um destes itens no item específico – MATERIAIS E OU EQUIPAMENTOS 11.3 - Dosagem. A dosagem do concreto deverá ser racional, objetivando a determinação de traços que atendam economicamente às resistências especiais do projeto, bem como a trabalhabilidade necessária e a durabilidade. A dosagem racional do concreto deverá ser efetuada atendendo a qualquer método que correlacione a resistência, fator água/cimento, durabilidade, relação aquecimento e consistência. A trabalhabilidade deverá atender às características dos materiais componentes do concreto, sendo compatível com as condições de preparo, transporte, lançamento e adensamento, bem como as características e das dimensões das peças a serem concretadas, e os tipos se aparentes ou não. 11.4 - Transporte. O concreto deverá ser transportado, desde o seu local de mistura até o local de colocação com a maior rapidez possível, através de equipamentos transportadores especiais que evitem a sua segregação e vazamento da nata de cimento. Quando transportados por caminhões betoneiras, o tempo máximo permitido neste transporte será de uma hora, contado à partir do término da mistura até o momento de sua aplicação; caso o concreto contenha aceleradores de pega este tempo será reduzido. Para qualquer outro tipo de transporte, este tempo será de no máximo, 30 minutos. Continua Página 123 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 11.5 - Lançamento. O concreto deverá ser depositado nos locais de aplicação, diretamente em sua posição final, através da ação adequada de vibradores, evitando-se a sua segregação. Antes do lançamento do concreto, os locais a serem concretados, deverão ser vistoriados e retirados destes quaisquer tipos de resíduos prejudiciais ao concreto. O lançamento do concreto, através de bombeamento, deverá atender às normas da ABNT e especificações da ACI304 e ou sucessoras, e o concreto deverá ter um índice de consistência adequado às características do equipamento. 11.6 - Adensamento. O adensamento do concreto deverá ser executado através de vibradores de alta freqüência, com diâmetro adequado às dimensões das formas, e com características para proporcionar bom acabamento. Os vibradores de agulha deverão trabalhar sempre na posição vertical e movimentados constantemente na massa de concreto, até a caracterização do total adensamento, e os seus pontos de aplicação deverão ser distantes entre si cerca de uma vez e meia o seu raio de ação. Deverão ser evitados os contatos prolongados dos vibradores junto às formas e armaduras. As armaduras parcialmente expostas, devido a concretagem parcelada de uma peça estrutural, não deverão sofrer qualquer ação de movimento ou vibração antes que o concreto onde se encontram engastadas, adquira suficiente resistência para assegurar a eficiência da aderência. Toda concretagem deverá obedecer a um plano previamente estabelecido, onde necessariamente serão considerados: - Delimitação da área a ser concretada em uma jornada de trabalho, sem interrupções de aplicação do concreto, com definição precisa do volume a ser lançado. - Na delimitação desta área, ficarão definidas as juntas de concretagem, que deverão ser sempre verticais e atender à condições de menores solicitações das peças. O concreto junto às formas verticais das juntas deverá ser bem vibrado. As juntas de concretagem deverão ser providas de pontas de ferro para reforço conforme indicado anteriormente. - Planejamento dos recursos de equipamentos e mão-de-obra necessários à concretização dos serviços. - Verificação dos sistemas de formas e se as condições do cimbramento estão adequadas às sobrecargas previstas. 11.7 - Cura. A cura do concreto deverá ser feita por um período mínimo de sete dias após o lançamento garantindo uma umidade constante neste período, de tal forma que a resistência máxima do concreto, preestabelecida, seja atingida. 11.8 - Controle de qualidade. Durante a concretagem deverão ser moldados corpos de prova, em quantidades determinadas pelas normas brasileiras para rompimento aos 7 e 28 dias e obtido o slump para todos os lotes do concreto. 12 - ARMADURAS. 12.1 - Aço. (GERDAU, USIMINAS) Quando não especificados em contrário, os aços serão de classe A, laminados a quente, com escoamento definido por patamar no diagrama tensão-deformação. Não poderão ser utilizados aços de qualidade ou características diferentes das especificadas no projeto, sem a aprovação da FISCALIZAÇÃO. Todo aço a ser utilizado na obra deverá, preferencialmente ser de um único fabricante, visando facilitar o recebimento. 12.2 - Preparo das armaduras. As barras de aço deverão ser previamente retificadas por processos manuais e ou mecânicos, quando então serão vistoriadas quanto às suas características aparentes, como sejam, desbitolagem, rebarbas de aço, ou quaisquer outros defeitos aparentemente visíveis. O corte e o dobramento das armaduras deverão ser executados a frio, com equipamentos apropriados e de acordo com os detalhes, dimensões de projeto e conferência nas formas. Não será permitido o uso do corte óxido-acetileno e nem o aquecimento das barras para facilidade da dobragem, pois alteram as características das mesmas. Continua Página 124 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 46 – Memorial descritivo dos prédios de apoio de campo, preparo de materiais para experimento e processamento de amostras de experimentos para a Estação Experimental de Urussanga. (continuação) 13 – PAREDES. Todas as alvenaria será executadas com tijolos 06 furos (NBR7170) assentados com argamassa (13.1-13.2), sendo de necessária rigor no assentamento (prumada e nivelamento). 14 - ARGAMASSAS. 14.1 - Preparo e dosagem. As argamassas serão preparadas mecanicamente. O amassamento mecânico deve ser contínuo e durar pelo menos 90 segundos ou o tempo necessário para homogeneizar a mistura, a contar do momento em que todos os componentes da argamassa, inclusive a água, tiverem sido lançados na betoneira ou misturador. 14.2 - Traços. Serão adotados, conforme o fim a que se destinarem, os seguintes tipos de argamassas definidos pelos seus traços volumétricos, e especificados em cada caso: A-2 Traço 1:2 de cimento e areia lavada seca. A-3 Traço 1:3 de cimento e areia lavada seca. A-4 Traço 1:4 de cimento e areia lavada seca. A-5 Traço 1:5 de cimento e areia lavada seca. A-7 Traço 1:0,5:4 de cimento, cal hidratada e areia lavada média seca. A-8 Traço 1:1:4 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais A-12 Traço 1:3:5 cimento, cal em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. A-13 Traço 1:2:6 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. A-14 Traço 1:2:8 de cimento, cal hidratada em pó, areia fina e média lavada peneirada em partes iguais. OBS: Poderão ser ainda utilizados outros traços não descritos acima, mas definidos em itens específicos, ou recomendados pela FISCALIZAÇÃO. 15 –REVESTIMENTO CERAMICO. Todo revestimento cerâmico deverá ser executado com material de primeira qualidade (Eliane, Ceusa ou Portinari ). O assentamento deverá ser feito sobre contra-piso nivelado com argamassa colante para área interna (AC I ) e externas com (AC II ). 16 – SISTEMA HIDROSSANITÁRIO. Sistema de água fria deverá ser executado seguindo rigorosamente projeto específico, também os sistema de tratamentos de esgotos domésticos e laboratoriais. 17- DEMOLIÇÃO. Toda demolição a ser executada conforme destacaque em projeto (vermelho para execução amarelo para demolição). Todo pessoal envolvido neste período de serviço deverá estar munido de todo equipamento de Proteção individual. O entulho que poder ser reaproveitado para possíveis preenchimento deverão ser selecionados para que não haja sobras de Bota-fora em excesso. 18 – LIMPEZA GERAL. Deverá durante a execução ser mantida limpa a obra devida para que não haja risco de qualquer natureza, seja ao trabalhadores ou aos transeuntes. No final deverá ser feita limpeza minunciosa para posterior FISCALIZAÇÃO pela contratante de todos os serviços. Página 125 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Urussanga. Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Eclimetro eletrônico Tela revestida malha Justificativa Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados É fundamental na construção do sítio meteorológico É essencial para a escolha sítios meteorológicos. É indispensável para a construção sítio meteorológico Segurança do sítio meteorológico Segurança do sítio meteorológico É fundamental para instalação do intrumento Manter a qualidade dos dados Manter a qualidade dos dados Arame farpado Fio liso revestido Barra de ferro galvanizado 6m x 3,5cm diâmetro Pena de leitura Disco Piché (hóstia) Diagrama reto Diagrama de curva curta Heliógrafo Diagrama de curva longa É imprescindível para o registro de dados Heliógrafo Diagrama para o Termohigrógrafo Diagrama para o Barógrafo Diagrama para o Pluviógrafo Chapa de aço 5mm 40x60 É fundamental para intalação do instrumento Flange de 3,5 É fundamental para intalação do Instrumento Moerão É essencial para a construção do sítio meteorológico Pincel de 2 polegadas Manter a qualidade dos dados Pincel de 1 polegada Manter a qualidade dos dados Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados Galão 3 litros de tinta a óleo Manter os padrões estabelecidos pela branca OMM Galão 18 litros de tinta acrílica Manter os padrões estabelecidos pela branca OMM Cadeado Segurança do sítio meteorológico Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Instalação e manutenção dos Recuperar e manter o bom funcionamento instrumentos nas estações das estações meteorológicas de Santa meteorológicas Catarina Lava-jato GPS Máquina fotográfica Máquina de cortar grama Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Unidade de fornecimento Qtde m 2 Unidade 1 Unidade 1 Unidade 1 Valor Unitário Valor Total 3,50 7,00 3.500,00 3.500,00 15,00 15,00 1.200,00 1.200,00 Unidade 1 1.500,00 1.500,00 m 65 25,00 1.625,00 m kg Unidade 195 12 1 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 Unidade Unidade Caixa Caixa 10 10 7 5 10,00 11,00 200,00 200,00 100,00 110,00 1.400,00 1.000,00 Caixa 7 200,00 1.400,00 Caixa Caixa Caixa Unidade 2 2 5 1 260,00 260,00 260,00 50,00 520,00 520,00 1.300,00 50,00 Unidade 1 80,00 80,00 Unidade 10 20,00 200,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 2 1 7,00 5,00 400,00 40,00 7,00 5,00 800,00 40,00 Unidade 1 150,00 150,00 Unidade Unidade Unidade 1 1 1 30,00 200,00 3.000,00 30,00 200,00 3.000,00 Unidade 1 600,00 600,00 Unidade 1 1.100,00 1.100,00 Unidade 1 800,00 800,00 Unidade 1 520,00 520,00 continua Página 126 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 47 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Urussanga. (continuação) Descrição Lanterna Calculadora Armário porta arquivos Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Caixa de Ferramenta com Ferramentas Notebook com porta serial Computador Barógrafo Unidade de Justificativa fornecimento Qtde É fundamental para fazer manutenção Unidade 1 noturna Auxiliar nas atividades e serviços de Unidade 1 manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de Unidade 2 manutenção das estações meteorológicas Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Auxiliar na impressão de documentos Unidade 1 Auxiliar nas atividades e serviços de Unidade 1 manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de Unidade 1 manutenção das estações meteorológicas Armazenar e transmitir dados Unidade 1 meteorológicos Unidade 1 Barômetro Cata vento tipo Wild Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro máx/mín Tanque Parafuso micrométrico Poço tranquilizador Tanque evaporação Classe A Pluviômetro Ville de Paris Anemômetro de concha totalizador Gerar informações meteorológicas para (2m) armazenamento em banco de dados e Termohigrógrafo contribuir com pesquisas na área Evaporímetro de Piché acadêmica e sociedade em geral Termômetro comum Geotermometro (50cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (5cm de profundidade) Termômetro de mínima Termômetro de máxima TOTAL Valor Unitário Valor Total 100,00 100,00 100,00 100,00 420,00 840,00 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 800,00 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 800,00 4.000,00 4.000,00 1.800,00 1.800,00 6.000,00 6.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 2 2 2 1 1 2 2 1 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 1.500,00 1.100,00 2.500,00 1.000,00 3.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 6.000,00 3.000,00 200,00 1.500,00 1.100,00 5.000,00 2.000,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 1 2 2 3 4.000,00 600,00 650,00 350,00 4.000,00 1.200,00 1.300,00 1.050,00 Unidade 3 300,00 900,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade Unidade 4 2 650,00 650,00 2.600,00 1.300,00 91.343,55 Página 127 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. Nº Descrição 1Tela para projetor 2Recuperação de Casa de vegetação 3Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de Videira (Ver Anexo 49, página 131) Justificativa Adequação auditório da Estação Experimental de Videira Casa de vegetação climatizada para pesquisas com frutíferas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas 4Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. 5Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 6Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 400,00 400,00 Videira Serviço 1 25.000,00 25.000,00 Videira Unidade 1 58.923,55 58.923,55 Videira Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Videira Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Videira Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Videira Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 128 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. (continuação) Nº Descrição Justificativa 7Aquisição de par de rádio: Modernização da rede Um par de rádio, transmissor hidrometeorológica e receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 8Microcomputadores com Modernização do sistema softwares Windows e Office de processamento de dados da EE Videira 9Notebooks com softwares Modernização do sistema Windows e Office de processamento de dados da EE Videira 10HD externo 500 Gb USB Armazenamento e transferência de dados 11Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 12Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 13Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 14Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 15Servidor de arquivos Armazenamento corporativo dos dados com segurança 16Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 17Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa da Infra-estrutura interna 18Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas, de Proteção contra equipamentos e descargas atmosféricas) instalações 19Câmara incubador tipo BOD Crescimento de patógenos 20Câmara de fluxo laminar Manipulação de patógenos em ambiente estéril, para o Labesc 21Bancadas para laboratório de Bancadas para execução análises agroindustriais de ensaios e análises 22Obra de adequação do Executar as obras Laboratório do Análises de especificadas no projeto Bebidas da Estação arquitetônico, estrutural, Experimental de Videira. Ver elétrico e hidro-sanitário Anexo 50, página 133 e para adequar o laboratório de bebidas e Anexo 51, página 134) implantação da ABTN NBR ISO/IEC ISO 17.025 no laboratório, buscando o atendimento do item 5.3 23Bancada e pia para preparo Suprir a necessidade de de amostras para análise preparo de amostras pra sensorial análise sensorial no próprio laboratório Unidade de fornecimento Qtde par 1 2.000,00 2.000,00 Videira Unidade 8 2.800,00 22.400,00 Videira Unidade 2 3.800,00 7.600,00 Videira Unidade 1 450,00 450,00 Videira Unidade Unidade 2 1 1.200,00 3.000,00 2.400,00 3.000,00 Videira Videira Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Videira Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Videira Unidade 1 22.000,00 22.000,00 Videira Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Videira Unidade 1 60.000,00 60.000,00 Videira Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Videira Unidade 4 5.000,00 20.000,00 VIDEIRA Unidade 1 12.000,00 12.000,00 VIDEIRA Unidade 5 8.000,00 40.000,00 VIDEIRA m² 251,4 Unidade 1 Valor Unitário Valor Total Município 1.394,03 350.500,96 7.450,00 Videira 7.450,00 VIDEIRA Continua Página 129 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 48 – Listagem dos bens/serviços para a Estação Experimental de Videira. (continuação) Nº Descrição 24Aquisição sistema de climatização para o Laboratório de análises agrondustriais 25Digestor de nitrogênio (micro Kjedahl) 26Termohigrógrafo 27Geladeira 28Condutivímetro 29Cromatógrafo Gasoso 30Aquisição de taças ISO para degustação de vinhos 31aquisição de taças ISO para degustação de espumantes 32Decanters para oxigenação de vinhos de microvinificação Justificativa Adequação das condições de trabalho da equipe de pesquisadores e pessoal de apoio na EE Videira Preparo de amostras para determinação de proteínas, aminoácidos Controle de temperatura e umidade do laboratório de análises agroindustriais Conservação de amostras e reagentes de laboratório Análises de condutividades de matrizes diversas, principalmente para bebidas Análises de compostos volatilizáveis e aptos a derivatização visando a obtenção da ISO 17025 As taças são ferramentas para análise sensorial de bebidas em geral, tendo caracter cientifico As taças são ferramentas para análise sensorial de bebidas em geral, tendo caracter cientifico Oxigenação de vinhos de microvinificação Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Videira Unidade 2 750,00 1.500,00 Videira Unidade 3 1.670,00 5.010,00 Videira Unidade 1 8.000,00 8.000,00 Videira Unidade 1 207.000,00 207.000,00 Videira Unidade 100 17,20 1.720,00 Videira Unidade 100 16,95 1.695,00 Videira Unidade 10 170,00 1.700,00 Videira Valor Unitário Valor Total Município 110.000,00 110.000,00 Videira Página 130 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Videira. Unidade de Justificativa fornecimento Qtde Manter a qualidade dos dados m 2 Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Manter a qualidade dos dados Unidade 1 É fundamental na construção do sítio Unidade 1 meteorológico Eclimetro eletrônico É essencial para a escolha sítios Unidade 1 meteorológicos. Tela revestida malha É indispensável para a construção sítio m 65 meteorológico Arame farpado Segurança do sítio meteorológico m 195 Fio liso revestido Segurança do sítio meteorológico kg 12 Barra de ferro galvanizado 6m x É fundamental para instalação do Unidade 1 3,5cm diâmetro intrumento Pena de leitura Manter a qualidade dos dados Unidade 10 Disco Piché (hóstia) Manter a qualidade dos dados Unidade 10 Diagrama reto Caixa 7 Diagrama de curva curta Heliógrafo Caixa 5 Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de Caixa 7 dados Diagrama para o Termohigrógrafo Caixa 2 Diagrama para o Barógrafo Caixa 2 Diagrama para o Pluviógrafo Caixa 5 Chapa de aço 5mm 40x60 Unidade 1 É fundamental para intalação do instrumento Flange de 3,5 Unidade 1 Moerão É essencial para a construção do sítio Unidade 10 meteorológico Pincel de 2 polegadas Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Pincel de 1 polegada Manter a qualidade dos dados Unidade 1 Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados Unidade 2 Galão 3 litros de tinta a óleo branca Manter os padrões estabelecidos pela Unidade 1 Galão 18 litros de tinta acrílica branca OMM Unidade 1 Cadeado Segurança do sítio meteorológico Unidade 1 Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Unidade 1 Instalação e manutenção dos Recuperar e manter o bom Unidade 1 instrumentos nas estações funcionamento das estações meteorológicas meteorológicas de Santa Catarina Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Máquina de cortar grama Lanterna Calculadora Armário porta arquivos Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas É fundamental para fazer manutenção noturna Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Valor Unitário 3,50 3.500,00 15,00 1.200,00 Valor Total 7,00 3.500,00 15,00 1.200,00 1.500,00 1.500,00 25,00 1.625,00 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 10,00 11,00 200,00 200,00 200,00 260,00 260,00 260,00 50,00 80,00 20,00 100,00 110,00 1.400,00 1.000,00 1.400,00 520,00 520,00 1.300,00 50,00 80,00 200,00 7,00 5,00 400,00 40,00 150,00 30,00 200,00 3.000,00 7,00 5,00 800,00 40,00 150,00 30,00 200,00 3.000,00 Unidade 1 520,00 520,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 1 420,00 420,00 continua Página 131 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 49 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Videira. (continuação) Descrição Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Computador Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro máx/mín Tanque Tanque evaporação Classe A Pluviômetro Ville de Paris Anemômetro de concha totalizador (2m) Termohigrógrafo Evaporímetro de Piché Termômetro comum Geotermometro (50cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (5cm de profundidade) Termômetro de mínima Termômetro de máxima TOTAL Unidade de Justificativa fornecimento Qtde Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Mobiliar o escritório Unidade 1 Auxiliar na impressão de documentos Unidade 1 Armazenar e transmitir dados Unidade 1 meteorológicos Unidade 1 Unidade 1 Unidade 1 Unidade 1 Unidade 1 Unidade 2 Unidade 1 Gerar informações meteorológicas para armazenamento em banco de dados e contribuir com pesquisas na área acadêmica e sociedade em geral Valor Unitário 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 1.800,00 Valor Total 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 1.800,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 2.500,00 1.000,00 3.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 2.500,00 2.000,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade 2 2 2 3 4.000,00 600,00 650,00 350,00 8.000,00 1.200,00 1.300,00 1.050,00 Unidade 3 300,00 900,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade 2 300,00 600,00 Unidade Unidade 4 2 650,00 650,00 2.600,00 1.300,00 58.923,55 Página 132 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 50 – Planta baixa do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. Página 133 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. DADOS FÍSICOS DA OBRA Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação dos Laboratórios de Análise de Bebidas, na ampliação e adequação do Laboratório de Frutas e na adequação da Cantina de Sucos e Vinhos da Estação Experimental de Videira. Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras. Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas: AB3T Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a qualidade dos materiais a serem empregados nas obras. 3BR Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04, conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO. MB Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente. I3METRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. No Laboratório de Análises de Bebidas será realizada a ampliação de 251,43 m2 e a adequação da estrutura física, conforme a prancha 01/04 em anexo. No Laboratório de Frutas será realizada a ampliação de 118,92 m2 e a adequação da estrutura física, conforme a prancha 03/05 em anexo. Na Cantina de Sucos e Vinhos será realizada a adequação da estrutura física do pavimento térreo, conforme prancha 04/05 em anexo, e do subsolo, conforme prancha 05/05. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante. A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas. Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir: 1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA; 2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário; 3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de conservação, locação e níveis; 4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências. 5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO. 6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores. 7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela FISCALIZAÇÃO. 8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra. Continua Página 134 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. (coninuação) FISCALIZAÇÃO A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável. ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS 1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado. O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras. Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho. A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI. São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Capacetes de segurança; Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço; Botas de borracha; Luvas de proteção para mãos e braços; Cintos de segurança, onde houver risco de quedas; Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos; Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes; Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo. Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA que providencie o mesmo. 23.1 Movimento de terra e limpeza do terreno As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas dimensionadas. O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado. 23.2 Locação da obra A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA). Continua Página 135 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. (coninuação) 24 I3FRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 25 SUPRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 26 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS 26.1 Paredes A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente aprumada e no esquadro. Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da alvenaria do prédio existente. 26.2 Cintas e vergas Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20 centímetros o vão existente. 27 COBERTURA E FORRO Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 28 ESQUADRIAS Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 29 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS Deverão ser executadas de acordo com projeto específico. A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na parede. A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da edificação. As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm. Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral. Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de laboratório. 30 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS 8.1 Instalação de água Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente. Continua Página 136 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 51 – Memorial descritivo do Laboratório de Análises de Bebidas da Estação Experimental de Videira. (coninuação) 8.2 Esgoto Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por empresa / instituição competente. 31 PISOS E PAVIME3TAÇÕES 31.1 Regularização A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia. 31.2 Piso cerâmico Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante, mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e antibactericida. O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4. 32 REVESTIME3TO 32.1 Chapisco Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa). 32.2 Reboco Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser feito com feltro. 32.3 Cerâmico Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade. 33 PI3TURA Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado. A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista), se for especificado. 34 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura. Página 137 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 52 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Desenvolvimento em Aqüicultura e Pesca - CEDAP. Nº Descrição Justificativa 1 Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 2 Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de sinal portas POE de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 3 Datashow Apresentação de trabalhos Unidade de fornecimento Qtde Unidade Unidade 1 1 1.200,00 3.000,00 1.200,00 Florianópolis 3.000,00 Florianópolis Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Florianópolis Valor Unitário Valor Total Município Página 138 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. Nº Descrição Justificativa 1Obra de adequação da Melhoria das condições estrutura física da Unidade de de segurança e Beneficiamento de Sementes adequação para a finalidade de possibilitar (Ver Anexo 54, página 144 e Anexo 55, página a) a produção de sementes básicas do 145) Centro de Pesquisas e b) a prestação de serviços de beneficiamento e classificação de sementes aos agricultores familiares. 2Colhedeira de parcelas com Colheita de parcelas experimentais com largura de corte de 1,4m e altura de corte de 0,05 a 0,5m culturas de inverno e de com regulação hidráulica, verão. molinete tipo pickup de 5 barras com rotação variável e regulação de altura hidráulica, cilindro batedor de barras de 0,8m de largura e rotação variável. Côncavo com área de separação de 0,24m2. Saca palhas e peneira com área de separação de 1,8m2. Motor 1.6 de 4 cilindros refrigerados a água sob combustão com gasolina ou GLP. Velocidade deslocamento a 1,3 a 14 km/h. Direção hidrostática, freio nas rodas dianteiras, com ação individual ou conjunta. Sistema elétrico de 12 volts, faróis e sinaleiras. Pneus dianteiros de 7,5 x 16, traseiros de 18 x 8,50-8. 3 Conjunto de irrigação (Ver Manutenção de experimentos de Anexo 56, página 148) competição de cultivares, em períodos de estiagem. 4Estufa com circulação forçada Possibilita a secagem de ar uniforme do material disposto 5Balança decimal Obtenção da massa seca ou úmida dos materiais colhidos dos experimentos. 6Balança comum sacaria Pesagem sacaria grãos 7Aspirador de ar Possibilita adequada limpeza dos equipamentos de classificação de sementes. 8Peneiras Necessário para o desempenho dos equipamentos instalados. 9Fornalha Para secagem de grãos. Unidade de fornecimento Qtde m² 431 Unidade 1 Unidade 1 33.100,00 33.100,00 Chapecó Unidade 1 3.340,00 3.340,00 Chapecó Unidade 1 3.545,00 3.545,00 Chapecó Unidade Unidade 1 1 2.030,00 1.070,00 2.030,00 Chapecó 1.070,00 Chapecó Unidade 4 450,00 1.800,00 Chapecó Unidade 1 11.650,00 11.650,00 Chapecó Valor Unitário Valor Total Município 629,41 271.263,87 Chapecó 198.000,00 198.000,00 Chapecó Continua Página 139 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.) Nº Descrição Justificativa 10Obra de adequação da estrutura física da Câmara Seca (Ver Anexo 57, Adequação da estrutura física para conservação do banco de página 149 e Anexo 58, germoplasmas "in situ" (Câmara Seca 7 x 6m; página 150) ante-câmara: 2 x 6m)(sementes). Paredes com isolamento de polipropileno (isopor) e porta frigorífica com vedação. 11Obra de adequação da Ampliação da estrutura estrutura física para abrigar física, com pé direito de casa de apoio para pesquisa 4m e readequação de telhado, pilares, piso e de milho (Ver Anexo 59, paredes para abrigar página 152) container de conservação de sementes. 12Desumidificador Retirada de umidade do ambiente. 13Prateleiras metálicas Disposição dos materiais armazenados. 14Climatizador Controle de temperatura interna. 15Banco de germoplasma ex Banco de germoplasma situ ex-situ de erva-mate para produção de sementes melhoradas. 16Mesa classificadora de Limpeza e controle de sementes florestais, balança qualidade das sementes, eletrônica e medidor de visando o temperatura, para banco de armazenamento e a germoplasma ex situ menor perda de vigor e poder germinativo para melhoria das sementes ofertadas aos produtores de mudas florestais. Avaliações de massa e temperatura. 17Equipamentos para banco de Manutenção da limpeza germoplasma ex situ da área e controle de (roçadeira mecanizada e pragas e doenças. pulverizador mecanizado) 18Casa de vegetação/Estufa Melhoria das condições agrícola de 10 x 12m com de trabalho na produção filme duplo inflado (0,15mm); de mudas e material sistema de nebulização; vegetal em ambiente sistema de aquecimento; e, controlado. sistema de refrigeração (Ver Unidade de fornecimento Qtde m² 54 864,81 46.700,00 Chapecó m² 84,5 284,26 24.020,29 Chapecó Unidade 1 1.400,00 1.400,00 Chapecó Unidade 10 560,00 5.600,00 Chapecó Unidade 1 4.500,00 4.500,00 Chapecó ha 5 2.000,00 10.000,00 Chapecó Unidade 1 16.800,00 16.800,00 Chapecó Unidade 1 9.400,00 9.400,00 Chapecó Unidade 1 54.030,00 54.030,00 Chapecó Unidade 1 94.543,55 94.543,55 Chapecó Valor Unitário Valor Total Município Anexo 60, página 154) 19Obra e serviços para recuperação da estação meteorológica de Chapecó (Ver Anexo 61, página 158) Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Continua Página 140 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.) Nº Descrição Justificativa 20Aquisição de sensor de nível: Modernização da rede Sensor de pressão piezo hidrometeorológica resistivo submersível, corpo em aço inox ou titânio. Sensor a dois fios. Membrana em aço inox ou cerâmica. Range 0 a 10 metros de coluna de água, saída 4-20 mA com exatidão mínima de 0,25%. Alimentação 12V. Cabo de 20 metros com capilar interno para referência de pressão atmosférica. Dimensões máximas do corpo: (tubular) 40mm de diâmetro x 250mm de comprimento. 21Aquisição de sensor de Modernização da rede radiação solar global: Sensor hidrometeorológica de radiação solar global com especificações mínimas de: • Faixa de medição de 0 a 2000W m-²; • Temperatura de operação de -40°C a 55°C; • Umidade relativa do ar de operação de 0 a 100%; • Espectro de operação de 300 a 1100 nm; • Precisão de 1% operando entre 5° e 40 °C. Saída em tensão de 0 a 1[V]. Dimensões máximas de 3 cm de diâmetro por 3 cm de altura. Fornecido com cabo blindado, com condutores flexíveis e resistentes ao tempo, de comprimento mínimo de 2 metros. 22Aquisição do sensor de Modernização da rede pressão atmosférica digital: hidrometeorológica Sensor barométrico com especificações mínimas de: • Escala de medição entre 600 e 1100 mBar; • Precisão de 0,5 mBar operando a 20°C; • Temperatura de operação de -40° a 60°C; Saída em tensão de 0 a 2,5[V]. 23Aquisição de par de rádio: Um Modernização da rede par de rádio, transmissor e hidrometeorológica receptor tecnologia wireless 802.11.g, Servidor RS232. Taxa de transmissão mínima 54Mbps. 24Aquisição PC Pentium IV, Modernização da TI do 3,0Ghz, HD 250 Gb, 2 Gb Centro de Pesquisa. memória RAM, mouse, teclado, monitor LCD 17” 25Switch KVM com Acesso remoto a monitor/teclado/mouse servidores Unidade de fornecimento Qtde Unidade 3 2.200,00 6.600,00 Chapecó Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Chapecó Unidade 1 1.000,00 1.000,00 Chapecó par 1 2.000,00 2.000,00 Chapecó Unidade 7 2.800,00 19.600,00 Chapecó Conjunto 1 2.200,00 2.200,00 Chapecó Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 141 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.) Nº Descrição Justificativa 26Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 27Estabilizador de Voltagem de Rede estabilizada 10 Kva exclusiva para os computadores da unidade 28Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto 29Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 30Datashow Apresentação de trabalhos 31Ar condicionado Split Manutenção da temperatura na sala de servidores/ativos 32Complemento da estrutura de Melhoria da comunicação rede da Sede Administrativa e da Infra-estrutura interna Biblioteca 33Central Telefônica IP Comunicação interna e entre as unidades de pesquisa via telefonia IP 34Instalação de fibra ótica entre Distribuição do sinal de os prédios rede entre os prédios 35Instalação de SPDA (Serviço Segurança das pessoas, de Proteção contra descargas equipamentos e atmosféricas) instalações 36Sistema de autenticação de Ampliar a segurança dos usuários usuários no acesso às informações 37Cabine fluxo laminar vertical - Equipamento essencial classe I - série "FLV-M" para um laboratório que Tamanho 1 manipula microorganismos, meios de cultura e atividades relacionadas à microbiologia/fitopatologia . Com ele, haverá menores índices de contaminação por microorganismos indesejáveis e a pureza dos isolados fitopatogênicos preservados e dos trabalhos de pesquisa com fitopatologia 38Agitador de tubos (vortex), Equipamento velocidade 0 a 300 rpm indispensável para o Laboratório de Fitossanidade no diagnóstico de doenças/pragas. 39Espectrofotômetro UV-visivel Utilizado em trabalhos de com duplo feixe, varedura calibração de curvas de cinética e controle de inoculação e avaliação da temperatura atividade enzimática. Unidade de fornecimento Qtde Unidade Unidade 4 2 1.200,00 3.000,00 4.800,00 Chapecó 6.000,00 Chapecó Unidade 2 1.200,00 2.400,00 Chapecó Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Chapecó Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Chapecó Unidade 2 1.500,00 3.000,00 Chapecó Unidade 1 80.000,00 80.000,00 Chapecó Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Chapecó Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Chapecó Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Chapecó Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Chapecó Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Chapecó Unidade 1 800,00 800,00 Chapecó Unidade 1 35.000,00 35.000,00 Chapecó Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 142 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 53 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar - CEPAF. (cont.) Unidade de fornecimento Qtde Precisão na identificação de fungos/pragas nas sementes de espécies cultivadas. 41Microscópio trinocular com Identificação dos saída para fotomicrografia patógenos/pragas com ampliação de 1000 X presentes em amostras experimentais. 42Obra de adequação da Estruturar o laboratório de estrutura física do Laboratório análise de solos para de Solos do Ceapf – Chapecó atender a demanda de pesquisa e usuários em (Ver Anexo 62, página 160 e Anexo 63, página geral no que concerne à avaliação da qualidade do 161). solo em seus aspectos físico-químicos. Adequação do laboratório de solos para atender as normas da ISO 17.025. 43Móveis e balcões para Estruturar o laboratório de laboratórios de solos análise de solos para ampliado atender a demanda de pesquisa e usuários em geral no que concerne à avaliação da qualidade do solo em seus aspectos biofísicos. Atender a demanda crescente por análise de resíduos orgânicos e industriais 44ESPECTROMETRO DE Atender à pesquisa e INFRAVERMELHO PRÓXIMO usuários em geral na - com Mid-IR e Near-IR; Ótica qualificação de análises selada e dessecada que confere de solo, bem com eliminar imunidade aos espelhos com o uso de acido sulfúrico e range estendido de Brometo de dicromato de potássio em potássio (KBr) para a região análises de matéria espectral Mid-IR e Fluoreto de orgânica. Unidade 2 4.000,00 8.000,00 Chapecó Unidade 1 25.000,00 25.000,00 Chapecó m² 92,05 m² 12 Unidade 1 45Estufa para secagem com circulação de ar Unidade 1 Nº Descrição Justificativa 40Microscópio esteroscópio, binocular com zoom, ocular 20 x ampliação 7,5 a 136 x Valor Unitário Valor Total Município 1.926,13 177.300,27 Chapecó 1.500,00 18.000,00 Chapecó 305.000,00 305.000,00 Chapecó Cálcio (CaF2) para a região espectral do Near-IR. Dois detectores com temperaturas, uma otimizada para MIR e outra para NIR. Cela integrada de gás metano que fornece calibração constante. Faixa de varredura de 14.700 - 350cm-¹. Relação sinal ruído melhor que 35.000:1 RMS ou melhor que 10 x 10-6 Abs RMS. Verificação de Performance Automática contendo filtros de materiais de referência rastreáveis e software que permite efetuar testes de contaminações, energia, abscissa, ordenada, ruído, ASTM e USP. Compensação automática de CO2 e H2O. Interface TCP/IP para conexão direta com LAN. Conjunto de software, acessório de infravermelho próximo (NIRA), acessório de reflectância atenuada total universal (UATR) para análise de sólidos e líquidos, kit geral de preparo de amostras para infravermelho de sólidos, líquidos pastas e géis. Secagem de amostras de solo e resíduos orgânicos durante o processo analítico. 12.000,00 12.000,00 Chapecó Página 143 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 54 – Planta baixa da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. Página 144 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. 1. GE3ERALIDADES 1.1.Objeto O presente Memorial Descritivo tem por finalidade estabelecer as condições que orientarão os serviços de execução da estrutura pré-moldada, pelo sistema de Empreitada Global, com fornecimento de material e mão-de-obra, destinada à execução de um Barracão Pré-moldado, para EPAGRI ( Empresa de Pesquisa Agropecuaria e Extenção Rural de Santa Catarina). Com área a ser executada é de 430,98m², a unidade 01.UBS (Unidade de Beneficiamento de Sementes) localizada na estrutura da EPAGRI , Cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina. 1.2. Obrigações da Empreiteira Para a fiel observância e perfeitas execuções dos serviços, a empreiteira manterá na obra pessoal técnico habilitado e obrigar-se-á a prestar assistência técnica e administrativa, com finalidade de imprimir aos trabalhos o ritmo necessário ao cumprimento dos prazos contratuais, além de fornecer e conservar no canteiro de obra, os equipamentos mecânicos e o ferramental indispensável ao desenvolvimento dos trabalhos, bem como, todos os materiais necessários e mão de obra adequada à natureza dos serviços. Será de responsabilidade da Empreiteira a formação do quadro técnico pessoal. A guarda dos equipamentos e ferramentas, bem como, a guarda dos materiais necessários para a execução da reforma da obra ficará sob inteira responsabilidade da Empreiteira, não cabendo ao Estado de Santa Catarina ressarcimento algum, devido à perda ou roubo dos materiais, bem como a perda ou estrago de qualquer equipamento ou ferramenta. Fica a cargo da Empreiteira, o fornecimento e Registro das Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Santa Catarina (CREA/SC), referente aos serviços a serem executados na obra. Enfim, as obrigações da empreiteira vão desde a instalação do canteiro de obras até a entrega final e definitiva da construção, em pauta no item 1.1. Objeto. 1.3. Outras Considerações A empreiteira deverá manter na obra, somente pessoal capacitado para o bom andamento da mesma. Qualquer elemento pertencente à Empreiteira que, a critério da Fiscalização do Estado de Santa Catarina, demonstrar incapacidade técnica ou se portar indevidamente, criando dificuldades para o bom andamento dos serviços, deverá ser substituído num prazo de até 48 horas, a contar da data da notificação por escrito. Qualquer serviço que a critério da fiscalização, for julgado executado em desacordo com as especificações técnicas ou não tiver qualidade de execução satisfatória, quer quanto aos materiais aplicados, quer quanto à mão de obra empregada, será desfeito e/ou refeito pela Empreiteira, sem ônus para ao Estado de Santa Catarina. 2. SERVIÇOS PRELIMI3ARES 2.1. Instalações Provisórias A empresa contratada deverá construir um barraco, para depósito de materiais e ferramentas, e alojamento de pessoal. As instalações provisórias compreendem ainda a instalação de água e energia e outras despesas que se fizerem necessárias. 2.2. Placa da Obra Deverá ser instalado uma placa de 2,00 x 1,00 na parte frontal do colégio, no padrão do estado de Santa Catarina, com todos os dados respectivos da obra. 2.3. Demolições Deverá ser retidado todo o reboco que estiver soltando, ou com problemas de infiltrações, tambem deverá ser demolido o concreto, contrapiso e piso ceramico nos locais das futuras rampas de acesso a deficientes fisicos. A empreiteira devera demolir o galpão provisório ao final da obra. 3. I3FRA E SUPRA ESTRUTURA Serão executados Estruturas pré-moldado para dois barracões contendo: pilares, vigas, tesouras, fundações e cobertura. 3.1. Escavações e reaterros As cavas para as fundações, deverão atingir um solo com resistência compatível com as cargas a serem suportadas. Na execução de cortes e aterros deverão ser obedecidas as seções e cotas estabelecidas nos projetos. Os reaterros e aterros deverão ser devidamente compactados com equipamento mecânico ou manualmente, conforme a necessidade, de acordo com as normas técnicas sobre o assunto. Todos os entulhos derivados da obra serão retirados pela emprenteira. continua Página 145 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. (continuação) 3.2. Sapatas e Vigas de Baldrame As sapatas e vigas de baldrame serão executadas em concreto armado, dimensionadas em conformidade com as cargas resultantes da estrutura, capacidade de suporte do solo e em conformidade com as Normas Técnicas. As dimensões das formas e ferragens das armaduras, bem como sua posição, deverão ser detalhadas nos projetos estruturais das fundações. As formas, deverão seguir rigorosamente as dimensões e posições do projeto, sendo executadas com madeira de boa qualidade, seca, sem rachaduras, empenas ou outros defeitos que venham prejudicar a qualidade dos serviços. Após a montagem, as formas devem ser niveladas com brita n° 1, prumadas e perfeitamente estanques. Na execução das fundações deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 18 MPa. 3.3 Estrutura de Concreto Armado A estrutura de concreto armado será composta de pilares, vigas e tesouras. As ferragens das armaduras e formas, tanto das vigas como dos pilares e tesouras, deverão seguir o projeto estrutural, elaborado por profissional habilitado, e de responsabilidade da empresa contratada. Após a montagem as da vigas, pilares e das tesouras os mesmos devem ser niveladas, prumadas e perfeitamente estanques. Na execução das estruturas deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 20 MPa. 3.4 Estrutura de Metal Deverá ser feito um reforço metalico (tirantes) na estrutura de cobertura do coberto, o mesmo deverá ser fixados no pilares. 4. COBERTURA E PROTEÇÕES 4.1. Cobertura As terças serão de madeira de lei de primeira qualidade, onde as mesmas terão um espaçamento maximo de 1,50 m cada. A cobertura será de telhas fibrocimento 6mm, com cumeeira de demais acessorios da mesma marca da cobertura. Não será tratado em calhas metálicas nesta etapa do serviço. 5. IMPERMEABILIZAÇÃO Os baldrames receberão duas demãos cruzadas de isol ou igol. 6. COMPLEME3TAÇÃO DA OBRA A obra deverá ser entregue completamente limpa, sendo que, todo o entulho deverá ser removido. No final da obra a fiscalização, fará uma vistoria minuciosa a fim de garantir a pronta reparação de qualquer serviço, que a critério da fiscalização, esteja em desacordo com o projeto ou com o combinado. ORÇAME3TOS DOS QUA3TITATIVOS Orçamento para Execução/Montagem de Estrutura Pré-moldada de Barracão Área – 430,98 m² Unidade 01 UBS (Unidade Beneficiamento de Sementes) – EPAGRI Chapecó - SC código Descrição dos serviços un. qdade S E R V I Ç O S I 3 I C I A I S unit. total 43.222 Depósito compensado resinado 12mm sem Forro m² 16,00 255,59 4.089,44 42.583 Escavação manual até 1,00 m m³ 63,26 21,62 1.367,68 47.981 Placas responsáveis Técnicos m² 2,00 135,43 270,86 42.951 Locação da obra m² 1.134 2,73 3.095,82 42.544 Demolição manual de concreto simples m³ 3,21 273,63 878,35 42.531 Demolição de Alvenaria Tijolo Maciço m² 366,80 34,59 12.687,61 42.581 Carga manual Transp. Ent/caminhão10km m³ 21,65 43,50 941,77 R$23.331,53 continua Página 146 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 55 – Memorial descritivo da obra na Unidade de Beneficiamento de Sementes do CEPAF- Chapecó. (continuação) I3FRA - E S T R U T U R A 43.239 Lasto de Brita h= 0,6 cm m³ 8,90 109,34 973,26 42.616 Sapata de Concreto Armado 18 MPA m³ 21,50 1.271,47 27.336,60 SUPRA - E S T R U T U R A R$ 28.309,86 Pilar de CA pre-fabricado,incl. 42.648 transporte/montagem/equi/18Mpa m³ 10,56 1.194,00 12.608,64 42.657 Vigas de concreto armado pre-fabricado 18 Mpa Tesouras\terça de concreto armado pré-fabricado fck 18MPA Concreto pre-fabricado em infra/supra estrutura, terças (matéria+mão-de-obra) Estrutura Metalica Viga/ Pilares /Tirantes/ Chumbadores /ETC M³ 6,62 1.194,00 7.904,28 m³ 13,00 1.194,00 M² 4,80 250,89 M² 13,88 136,76 42.655 42.636 42.637 16.477,20 1.204,27 1.898,22 R$ 40.092,61 COBERTURA E PROTEÇÕES 42.721 Estrutura de madeira vão medindo 15m telha fibrocimento m² 94,40 43,41 4.097,90 42.729 Cobertura com telha de fibrocimento 6 mm 431,00 25,61 11.097,91 m² R$ 15.195,81 PAVIME3TAÇÕES 42.640 Concreto para -piso e calçadas 20mpa m³ PAREDES PAI3EIS E ESQUADRIAS Alvenaria tijolo 6 furos a vista 15,00cm material + 42.663 mão de obra m² Janela basculante de ferro galvanizado completo 42.685 com ferragens m² 42.601 Portão de ferro galvanizado m² 431,00 216,00 R$ 93096,00 485,50 33,53 16.278,81 32,00 308,15 15,96 260,01 9.860,80 4.149,75 R$ 30.289,36 I3STALAÇÕES Instalações elétricas conforme projeto material + 43.554 mão de obra 8% cub m² Instalações Hidráulicas conforme projeto material + 42.977 mão de obra 8% cub m² 62,10 430,98 68,03 10,00 26.763,85 680,30 R$ 27.444,15 SERVIÇOS FI 3AIS 42.844 Desmontagem de galpão provisório m² 16,00 19,57 313,12 42.846 Limpeza da Obra m² 430,98 4,32 1861,83 43.909 Pintura esmalte sobre alvenaria 2d m² 970,00 11,68 11.329,6 R$13.504,55 VALOR TOTAL R$ R$271.263,87 Página 147 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 56 – Orçamento do conjunto de irrigação para o CEPAF- Chapecó. Quanti- UniDescrição do componente dade dade 120 un Cano 100mm com engate rápido de metal 4 un Curva 90º, 100mm com engate rápido de metal 2 un Registros para desvio da água 100mm com engate rápido de metal 4 un “T” 100mm com engate rápido de metal 4 un Curvas 60º com engate rápido de metal 4 un Aspersores tipo canhão – raio de ação 48m 4 un Torres para instalar canhão, com suporte para fixação e adaptação p/ 100mm 10 m Mangueira de sucção com grade de proteção contra impurezas com válvula de retorno 6 un Tampão 100mm com engate rápido de metal 1 un Válvula pós bomba para evitar retorno da água para a bomba no desligar o motor 1 un Bomba 1 un Motor diesel com partida elétrica BD 100 ou acima Total Valor unitário 120,00 Valor Total 14.400,00 112,50 450,00 210,00 420,00 70,00 280,00 90,00 360,00 1.270,00 5.080,00 127,50 510,00 36,00 360,00 40,00 240,00 230,00 230,00 3.280,00 6.490,00 3.280,00 6.490,00 32.100,00 Página 148 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 57 – Planta baixa da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. Página 149 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. A – LOCAL DA INSTALAÇÃO: Chapecó / SC B – DIMENSIONAMENTO DAS CÂMARAS: B.1 – CÂMARA DE RESFRIADOS (GABINETE FRIGORÍFICO): Dimensões (câmara) 6,00 x 7,00 x 3,00 m Dimensões (antecâmara) 2,00 x 7,00 x 3,00 m Produto à armazenar Sementes Carga p/dia 1.000 kg/dia Temperatura de operação + 4 ºC Temp. entrada do produto + 25 ºC Umidade Relativa do ar 50 % Tempo funcionamento/dia 20 h Carga Térmica 6.210 kcal/h Espessura do Isolamento (Parede e Teto) 100 mm B.2 – EQUIPAMENTOS FRIGORIFICOS: Quantidade 01 Fabricante Termoprol Zanotti Modelo MTM 420H Potência HP 4,50 HP Temp. Evap/Cond -3 / +43 ºC Capac. kcal/h 8.631 kcal/h Fluido Refrig. R 22 C – ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS C.1 – PAINÉIS FRIGORÍFICOS. 168,00 m² de painéis duas faces de poliestireno expandido coeficiente de condutibilidade térmica global de 0,028 kcl/m.h. °C, sendo 121 m² de 100mm e 47 m² de 50mm. Os painéis são revestidos com chapa de aço carbono zincada por processo contínuo de imersão à quente conforme NBR7008 ZC com espessura de 0,50 mm e deposição de zinco de 0,015 mm em cada face. Acabamento de cristais normais, oleamento tipo leve que lhe confere melhor proteção contra ferrugem branca durante o transporte e estocagem antes da pré-pintura. A pré-pintura será composta de 5 micras de fundo epóxi na face externa, 01 camada polietileno na face externa e 5 micras de fundo epóxi na face interna, paredes e teto e 55,00 m² de placas de poliuretano E=150 (75 + 75 mm) para o piso. C.2 - PORTA FRIGORÍFICA. 01(UMA) porta frigoríficas giratória medindo 1000 x 2.100 x 100 mm , revestimento da folha em chapa de aço pintado na cor branco K-100. C.3 – ACESSÓRIOS DE MONTAGEM Conjunto de acessórios para montagem dos painéis constituídos basicamente por perfis de chapa galvanizadas e prépintadas para arremates das junções angulares internas e externas, perfis angulares de chapa galvanizada para junções de topo, mastique para vedação, rebites, buchas plásticas, parafusos, arruelas e porcas para fixação. C.5 – SERVIÇOS E MONTAGEM Executaremos a montagem dos materiais propostos nos itens anteriores através de equipe especializada. Será fornecido todo o ferramental necessário para a execução da obra assim como todas as despesas como os encargos sociais e trabalhistas do pessoal alojado na obra. C.6 – EXCLUSÕES Estão excluídos de nosso fornecimento os seguintes materiais e serviços: à Iluminação provisória do canteiro de obras e pontos de energia elétrica para o uso de ferramentas. à Todo e qualquer serviço de alvenaria. à Todo e qualquer material ou serviço não especificado na proposta. Continua Página 150 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 58 – Memorial descritivo da adequação da Câmara Seca do CEPAF- Chapecó. (continuação) C.7 – GARANTIA C.7.1 – GARANTIA DOS MATERIAIS Garantimos a qualidade dos materiais de nosso fornecimento pelo prazo de 12 (doze) meses a contar da data de entrega. O período de garantia cessará quando a câmara for submetida à utilização inadequada, negligência nas observações das instruções para operação e manutenção, emprego de peças não genuínas, modificações ou adaptações realizadas por pessoas não autorizadas. A garantia aplica-se somente ao item danificado, não nos responsabilizando pelas conseqüências advindas de seu mau funcionamento, bem como não darão direitos a indenizações de qualquer natureza ou retenção de parcelas devidas. D - ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS Trata-se de equipamentos compostos de conjunto evaporador e conjunto condensador em uma única peça. Estrutura reforçada tipo monobloco, tratada com anti-ferrugem e acabamento em pintura industrial. A serpentina evaporadora será fornecida em tubo de cobre e aleta corrugada de alumínio, coletor multi-tubo, degelo alta eficiência por resistências posicionadas em pontos estratégicos da serpentina, o que garante um máximo rendimento e conseqüente economia de energia elétrica. Os ventiladores são frontais, com hélices em aço estampado. A expansão do fluido frigorígeno é propiciada por capilar. O condensador segue as mesmas características do evaporador, com área de troca necessária e suficiente para que o sistema trabalhe com pressões compatíveis com as temperaturas internas desejadas. O quadro elétrico será em polipropileno, dotado de “controlador lógico programável” que controlará todas as funções do equipamento. O sistema terá proteção do esquema de força por disjuntor eletromagnético e de comando por fusível, sendo o compressor alimentado por chave eletromagnética. O compressor será do tipo hermético alternativo, com proteção por protetor térmico acoplado ao mesmo, alto desempenho e baixo nível de ruído.Kcal/h a -20°C, com temperatura de evaporação a -26°C; com comando automático controlado por micro processador digital com 38 parâmetros e indicador de temperatura. D.1 – GARANTIA DO EQUIPAMENTO A garantia dos materiais e equipamentos de nosso fornecimento é de 12 MESES a partir da data de faturamento. Durante o período de garantia nos comprometemos a reparar ou a substituir todo e qualquer material que se apresentar defeituoso ou de má qualidade e que possam vir a comprometer a instalação; todavia ressalvados os casos de desgastes por uso indevido, alimentação com energia elétrica fora das especificações da proposta, má utilização ou conservação. No caso de materiais ou equipamentos de terceiros repassaremos as condições de garantia de nossos fornecedores. A garantia aplica-se somente ao item danificado, não nos responsabilizando pelas conseqüências advindas de seu mau funcionamento. Excluem-se as correções necessárias em virtude de vazamentos, mau uso ou por motivo de força maior ou intempérie; também excluída fica a garantia relativa a motores elétricos, no tocante à parte de bobinados, bem como de contactoras e bobinas. Serão cobradas as despesas de viagens, estadias e refeições dos técnicos em serviço de garantia, bem como frete dos materiais. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: A garantia de eficiência de nossos equipamentos fica vinculada e dependente dos parâmetros fornecidos por nosso cliente ou distribuidor e que se encontram definidas no item "B - DIMENSIONAMENTO DAS CÂMARAS", para exigibilidades técnicas de funcionamento futuras. E – CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO Valor Total: R$: 46.700,00 Página 151 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de milho do Cepaf Chapecó. 1. GE3ERALIDADES 1.1.Objeto O presente Memorial Descritivo tem por finalidade estabelecer as condições que orientarão os serviços de execução da ampliação da casa de apoio do milho/Banco de Germoplasma. Com área a ser executada é de 84,50 m², localizada na estrutura da EPAGRI, na Cidade de Chapecó, Estado de Santa Catarina. 1.2. Obrigações da Empreiteira Para a fiel observância e perfeitas execuções dos serviços, a empreiteira manterá na obra pessoal técnico habilitado e obrigar-se-á a prestar assistência técnica e administrativa, com finalidade de imprimir aos trabalhos o ritmo necessário ao cumprimento dos prazos contratuais, além de fornecer e conservar no canteiro de obra, os equipamentos mecânicos e o ferramental indispensável ao desenvolvimento dos trabalhos, bem como, todos os materiais necessários e mão de obra adequada à natureza dos serviços. Será de responsabilidade da Empreiteira a formação do quadro técnico pessoal. A guarda dos equipamentos e ferramentas, bem como, a guarda dos materiais necessários para a execução da reforma da obra ficará sob inteira responsabilidade da Empreiteira, não cabendo ao Estado de Santa Catarina ressarcimento algum, devido à perda ou roubo dos materiais, bem como a perda ou estrago de qualquer equipamento ou ferramenta. Fica a cargo da Empreiteira, o fornecimento e Registro das Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Santa Catarina (CREA/SC), referente aos serviços a serem executados na obra. Enfim, as obrigações da empreiteira vão desde a instalação do canteiro de obras até a entrega final e definitiva da construção, em pauta no item 1.1. Objeto. 1.3. Outras Considerações A empreiteira deverá manter na obra, somente pessoal capacitado para o bom andamento da mesma. Qualquer elemento pertencente à Empreiteira que, a critério da Fiscalização do Estado de Santa Catarina, demonstrar incapacidade técnica ou se portar indevidamente, criando dificuldades para o bom andamento dos serviços, deverá ser substituído num prazo de até 48 horas, a contar da data da notificação por escrito. Qualquer serviço que a critério da fiscalização, for julgado executado em desacordo com as especificações técnicas ou não tiver qualidade de execução satisfatória, quer quanto aos materiais aplicados, quer quanto à mão de obra empregada, será desfeito e/ou refeito pela Empreiteira, sem ônus para ao Estado de Santa Catarina. 2. SERVIÇOS PRELIMI3ARES 2.1. Instalações Provisórias A empresa contratada deverá construir um barraco, para depósito de materiais e ferramentas, e alojamento de pessoal. As instalações provisórias compreendem ainda a instalação de água e energia e outras despesas que se fizerem necessárias. 2.2. Placa da Obra Deverá ser instalado uma placa de 2,00 x 1,00 na parte frontal do colégio, no padrão do estado de Santa Catarina, com todos os dados respectivos da obra. 3. I3FRA E SUPRA ESTRUTURA Serão executados Estruturas pré-moldado para uma ampliação contendo: pilares, vigas, tesouras, fundações e cobertura. 3.1. Escavações e reaterros As cavas para as fundações, deverão atingir um solo com resistência compatível com as cargas a serem suportadas. Na execução de cortes e aterros deverão ser obedecidas as seções e cotas estabelecidas nos projetos. Os reaterros e aterros deverão ser devidamente compactados com equipamento mecânico ou manualmente, conforme a necessidade, de acordo com as normas técnicas sobre o assunto. Todos os entulhos derivados da obra serão retirados pela empreeteira. 3.2. Sapatas e Vigas de Baldrame As sapatas e vigas de baldrame serão executadas em concreto armado, dimensionadas em conformidade com as cargas resultantes da estrutura, capacidade de suporte do solo e em conformidade com as Normas Técnicas. As dimensões das formas e ferragens das armaduras, bem como sua posição, deverão ser detalhadas nos projetos estruturais das fundações. As formas, deverão seguir rigorosamente as dimensões e posições do projeto, sendo executadas com madeira de boa qualidade, seca, sem rachaduras, empenas ou outros defeitos que venham prejudicar a qualidade dos serviços. Após a montagem, as formas devem ser niveladas com brita n° 1, prumadas e perfeitamente estanques. Na execução das fundações deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 18 MPa. 3.3 Estrutura de Concreto Armado A estrutura de concreto armado será composta de pilares, vigas e tesouras. As ferragens das armaduras e formas, tanto das vigas como dos pilares e tesouras, deverão seguir o projeto estrutural, elaborado por profissional habilitado, e de responsabilidade da empresa contratada. Após a montagem as da vigas, pilares e das tesouras os mesmos devem ser niveladas, prumadas e perfeitamente estanques. Na execução das estruturas deve ser observado na elaboração dos concretos fck de no mínimo 20 MPa. Continua Página 152 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 59 – Memorial descritivo da adequação da estrutura física para abrigar casa de apoio para pesquisa de milho do Cepaf Chapecó. (continuação) 4. COBERTURA E PROTEÇÕES 4.1. Cobertura As terças serão de madeira de lei de primeira qualidade, onde as mesmas terão um espaçamento maximo de 1,50 m cada. A cobertura será de telhas fibrocimento 6mm, com cumeeira de demais acessorios da mesma marca da cobertura. Não será tratado em calhas metálicas nesta etapa do serviço. 5. IMPERMEABILIZAÇÃO Os baldrames receberão duas demãos cruzadas de isol ou igol. 6. COMPLEME3TAÇÃO DA OBRA A obra deverá ser entregue completamente limpa, sendo que, todo o entulho deverá ser removido. No final da obra a fiscalização, fará uma vistoria minuciosa a fim de garantir a pronta reparação de qualquer serviço, que a critério da fiscalização, esteja em desacordo com o projeto ou com o combinado. ORÇAME3TOS DOS QUA3TITATIVOS Orçamento para Execução de Ampliação da Casa de Apoio do Milho/Banco de Germoplasma Área – 84,50 m² código Descrição dos serviços un. S E R V I Ç O S qdade unit. total I 3 I C I A I S 47.981 Placas responsáveis Técnicos m² 2,00 135,43 270,86 42.951 Locação da obra m² 84,50 2,73 230,69 R$ 501,55 I3FRA 42.616 - E S T R U T U R A Sapata de Concreto Armado 18 MPA m³ 4,20 1.271,47 5.340,17 R$ 5.340,17 SUPRA - E S T R U T U R A Estrutura em concreto armado “in loco” 20mpa, para vigas e pilares 43.946 42.642 Lage pré fabricada 10cm para forro c/ capa m³ 3,64 1.483,78 5.400,96 m² 84,50 62,14 5.250,83 R$ 10.651,79 COBERTURA E PROTEÇÕES 42.721 Estrutura de madeira vão medindo 15m telha fibrocimento m² 84,50 43,41 3.668,14 42.729 Cobertura com telha de fibrocimento 6 mm m² 84,50 22,61 1.910,54 R$ 5.578,69 42.663 PAREDES PAI3EIS E ESQUADRIAS Alvenaria tijolo 6 furos a vista 15,00cm material + mão de obra m² 58,10 33,53 1.948,09 R$ 1.948,09 VALOR TOTAL R$ R$ 24.020,29 Página 153 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. Estufa Agrícola 10x12m (Aquecimento, Refrigeração e 3ebulização) 1 - DESCRIÇÃO DA ESTUFA: ⇒ Tamanho: Largura: 10m (sendo Um Módulo de 10m); Comprimento de 12m (Sendo Quatro Vãos de 3,0m); ⇒ Pé direito: 3,5m; ⇒ Colunas: Em perfil u enrijecido 20x60x90x60x20x2mm; ⇒ Tubos de reforço: Tubos de reforço entre arcos 30x40x1,25mm galvanizados; ⇒ Calhas: Em alumínio liga 6005T5 com frisos para fixar o plástico, somente entre as estufas já existente e a estufa a ser instalada; ⇒ Travamento: O travamento da estrutura é feito em tirantes de aço galv. no 6 (5,15mm); ⇒ Portões: Um portão; ⇒ Arcos: Treliça dos em perfil u 20x40x20x2mm e 15x35x15x1,5mm com altura da treliça de aprox. 270mm; ⇒ Lateral: Camada dupla fixa com filme de 0,15mm; ⇒ Cobertura: Camada dupla de filme transparente 0,15mm; ⇒ Estrutura: Em aço galvanizado a fogo; 2 - DESE3HO DA ESTUFA Fotos e desenhos meramente ilustrativos 3 – COMPO3E3TES 3.1.Acionamento do sistema de 3ebulização: Para este sistema será instalado um quadro de comando que permitira o acionamento de 1 setor sendo que o setor de Nebulização será controlado através de um controlador, que permitira o controle da irrigação automaticamente, inclusive sendo o fator de tempo condição determinante como parâmetro de projeto, e através do temporiza dor um controle de diminuição de volume de hídrico através de tempo. Continua Página 154 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação) 3.2.Quadro de comando: Será composto por chaves gerais, botoeiras, lâmpadas de sinalização, fusíveis, contatores e relés térmicos para proteção de motores. Caixa será de aço com proteção contra umidade, conforme IP55. interligação com os motores e controle. 3.3.Tubos: Condução e conexões pecas originais TIGRE, garantindo um aumento na durabilidade do material dentro da estufa. 3.4.Sistema de retrolavagem: Será instalado na saída das bombas um sistema de retrolavagen que permitirá uma limpeza constante nos filtros. Diminuindo o entupimento dos micros inclusive nebolizadores. Componetes para cada saída das bombas: • Manômetro glicerinado • 2 filtros de disco de 1.1/2, • 6 Registros esfera TIGRE. • Pecas de rosca para evitar vazamento TIGRE. 3.5.Passos para a limpeza dos filtros 3.6. Sistema de Refrigeração • Sistema de refrigeração através da passagem forçada do ar pelo interior da estufa. O sistema é composto por Um exaustor disposto em uma cabeceira da estufa e painel evaporativo CELDEK na outra. O sistema será acionado através de quadro de comando com termostato ambiente e sonda que fará a leitura da temperatura. Quando a temperatura ultrapassar o limite programado no quadro de comando o sistema será acionado. O exaustor estará direcionado para fora da estufa, retirando o ar quente. Ao mesmo tempo os painel evaporativo será umedecido. A medida que o ar passa pelos painel o ar é resfriado e é succionado pelos exaustor na outra extremidade, fazendo com que haja uma circulação forçada de ar resfriado na estufa. Continua Página 155 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação) 3.7.- Características do Exaustor: Dimensões: 1380X1380X450MM Volume de ar: 38.000 M³/H Rotação: 550 RPM Potência Motor: 1 CV Tensão: 380 Trifásico 3.8. Características dos Painéis Evaporativos: Dimensões: 120X600X900MM • Material: Painel CELDEK. 3.9. Desenho Sistema de Refrigeração: • Principio do funcionamento do Sistema de Refrigeração é pela circulação forçada de ar. 3.10. Sistema de Aquecimento Sistema de aquecimento com aquecedor elétricos que através da circulação forçada do ar aumentam a temperatura no ambiente interno da estufa. Para estas dimensões, 120m² (estufa 10 x 12 metros) serão utilizados Um aquecedor acionados através de um quadro de comando e termostato ambiente com sonda para fazer a leitura da temperatura. 3.11.Características dos aquecedores: Dimensões: 250X360X360MM Volume de ar: 1200 m³/h Potência: 18KW • Tensão: 380V Trifásico Continua Página 156 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 60 – Memorial descritivo da adequação da Casa de Vegetação do CEPAF- Chapecó. (continuação) 3.12. Desenho do Aquecedor Elétrico A dispersão do ar quente gerado pelas resistências será dispersados pelos ventilador do próprio aquecedor. 4. ORÇAME3TO Itens Qtde Unid. 01 01 Kit Estufa de 10x12 com filme duplo inflado 0,15mm. 02 01 Uni 03 01 04 270 Total: Descrição Unitário R$ Total R$ 26.570,00 26.570,00 Sistema de Nebulização para estufa de 10x12 6.100,00 6.100,00 Uni Sistema de aquecimento para estufa de 10x12. 6.580,00 6.580,00 Uni Sistema de Refrigeração para estufa de 10x12 14.780,00 14.780,00 54.030,00 Página 157 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Chapecó. Qtde 2 1 1 1 Valor Unitário 3,50 3.500,00 15,00 1.200,00 Valor Total 7,00 3.500,00 15,00 1.200,00 1 1.500,00 1.500,00 65 25,00 1.625,00 195 12 1 0,69 25,00 90,00 134,55 300,00 90,00 10 10 7 5 7 2 2 5 1 10,00 11,00 200,00 200,00 200,00 260,00 260,00 260,00 50,00 100,00 110,00 1.400,00 1.000,00 1.400,00 520,00 520,00 1.300,00 50,00 1 80,00 80,00 10 20,00 200,00 1 1 2 1 1 1 1 1 7,00 5,00 400,00 40,00 150,00 30,00 200,00 3.000,00 7,00 5,00 800,00 40,00 150,00 30,00 200,00 3.000,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 1 600,00 1.100,00 800,00 520,00 100,00 600,00 1.100,00 800,00 520,00 100,00 Unidade 1 100,00 100,00 Unidade 2 420,00 840,00 Unidade de Justificativa fornecimento Manter a qualidade dos dados m Manter a qualidade dos dados Unidade Manter a qualidade dos dados Unidade É fundamental na construção do Unidade sítio meteorológico Eclimetro eletrônico É essencial para a escolha sítios Unidade meteorológicos. Tela revestida malha É indispensável para a construção m sítio meteorológico Arame farpado Segurança do sítio meteorológico m Fio liso revestido Segurança do sítio meteorológico kg Barra de ferro galvanizado 6m x 3,5cm É fundamental para instalação do Unidade diâmetro intrumento Pena de leitura Manter a qualidade dos dados Unidade Disco Piché (hóstia) Manter a qualidade dos dados Unidade Diagrama reto Caixa Diagrama de curva curta Heliógrafo Caixa Diagrama de curva longa Heliógrafo É imprescindível para o registro de Caixa dados Diagrama para o Termohigrógrafo Caixa Diagrama para o Barógrafo Caixa Diagrama para o Pluviógrafo Caixa Chapa de aço 5mm 40x60 É fundamental para intalação do Unidade instrumento Flange de 3,5 É fundamental para intalação do Unidade Instrumento Moerão É essencial para a construção do Unidade sítio meteorológico Pincel de 2 polegadas Manter a qualidade dos dados Unidade Pincel de 1 polegada Manter a qualidade dos dados Unidade Estrado de Madeira 1,2m x 1,2m Manter a qualidade dos dados Unidade Manter os padrões estabelecidos Galão 3 litros de tinta a óleo branca Unidade pela OMM Galão 18 litros de tinta acrílica branca Unidade Cadeado Segurança do sítio meteorológico Unidade Portão de ferro Segurança do sítio meteorológico Unidade Instalação e manutenção dos Recuperar e manter o bom Unidade instrumentos nas estações funcionamento das estações meteorológicas meteorológicas de Santa Catarina Descrição Cardaço de algodão Abrigo Meteorológico padrão Escova de cerda macia Trado 1x2,5 Lava-jato GPS Máquina fotográfica Máquina de cortar grama Lanterna Calculadora Armário porta arquivos Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas É fundamental para fazer manutenção noturna Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas Auxiliar nas atividades e serviços de manutenção das estações meteorológicas continua Página 158 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 61 – Memorial descritivo dos materiais e serviços para recuperação da estação meteorológica convencional de Chapecó. (continuação) Descrição Cadeira escritório Armário duas portas Mesa escritório Mesa de computador Impressora Laptop Computador Justificativa Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Mobiliar o escritório Auxiliar na impressão de documentos Armazenar e transmitir dados meteorológicos Armazenar e transmitir dados meteorológicos Barógrafo Barômetro Cata vento tipo Wild Pluviógrafo Anemômetro de concha Tanque Bóia flutuante Termômetro máx/mín Tanque Parafuso micrométrico Poço tranquilizador Gerar informações meteorológicas Tanque evaporação Classe A para armazenamento em banco de Pluviômetro Ville de Paris dados e contribuir com pesquisas Anemômetro de concha totalizador (2m) na área acadêmica e sociedade em Termohigrógrafo geral Evaporímetro de Piché Termômetro comum Geotermometro (50cm de profundidade) Geotermometro (30cm de profundidade) Geotermometro (20cm de profundidade) Geotermometro (10cm de profundidade) Geotermometro (5cm de profundidade) Termômetro de mínima Termômetro de máxima TOTAL Unidade de fornecimento Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Qtde 1 1 1 1 1 Valor Unitário 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 Valor Total 300,00 500,00 600,00 400,00 450,00 Unidade 1 4.000,00 4.000,00 Unidade 1 1.800,00 1.800,00 Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1 1 1 1 2 2 2 1 1 2 2 1 2 2 2 3 3 2 2 2 4 2 6.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 3.000,00 1.500,00 100,00 1.500,00 1.100,00 2.500,00 1.000,00 3.000,00 4.000,00 600,00 650,00 350,00 300,00 300,00 300,00 300,00 650,00 650,00 6.000,00 8.000,00 5.000,00 4.200,00 6.000,00 3.000,00 200,00 1.500,00 1.100,00 5.000,00 2.000,00 3.000,00 8.000,00 1.200,00 1.300,00 1.050,00 900,00 600,00 600,00 600,00 2.600,00 1.300,00 94.543,55 Página 159 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 62 – Planta baixa da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. Página 160 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. DADOS GERAIS DA OBRA OBRA Prédio de Laboratórios LOCAL Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar – Chapecó / SC SERVIÇO Ampliação e adequação da estrutura física de prédios laboratoriais da Epagri – Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (CEPAF) CONTRATANTE Epagri DADOS FÍSICOS DA OBRA Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das obras que deverão ser adotados na ampliação e adequação do Laboratório de Solos e na adequação do Laboratório de Sementes do Centro de Pesquisa para a Agricultura Familiar (CEPAF) da Epagri em Chapecó. Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras. Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas: AB3T Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a qualidade dos materiais a serem empregados nas obras. 3BR Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04, conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO. MB Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente. I3METRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. No Laboratório de Solos será realizada no pavimento térreo a ampliação de 92,05 m2 e a adequação da estrutura física, e no subsolo a ampliação de 24,57 m2, conforme pranchas 01/03 e 02/03 em anexo, respectivamente. No Laboratório de Sementes será realizada a adequação da estrutura física, conforme a prancha 03/03 em anexo, com melhoramento na disposição das divisórias de alvenaria. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante. A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas. Continua Página 161 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação) Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir: 1. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA; 2. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário; 3. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de conservação, locação e níveis; 4. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências. 5. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO. 6. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores. 7. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela FISCALIZAÇÃO. 8. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra. FISCALIZAÇÃO A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado. O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras. Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho. A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI. Continua Página 162 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação) São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Capacetes de segurança; Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço; Botas de borracha; Luvas de proteção para mãos e braços; Cintos de segurança, onde houver risco de quedas; Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos; Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes; Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo. Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA que providencie o mesmo. 34.1 Movimento de terra e limpeza do terreno As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas dimensionadas. O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado. 34.2 Locação da obra A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA). 35 I3FRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 36 SUPRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 37 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS 37.1 Paredes A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente aprumada e no esquadro. Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da alvenaria do prédio existente. 37.2 Cintas e vergas Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20 centímetros o vão existente. 38 COBERTURA E FORRO Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. Continua Página 163 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação) 39 ESQUADRIAS Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 40 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS Deverão ser executadas de acordo com projeto específico. A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na parede. A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da edificação. As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm. Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral. Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de laboratório. 41 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS 8.1 Instalação de água Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente. 8.2 Esgoto Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por empresa / instituição competente. 42 PISOS E PAVIME3TAÇÕES 42.1 Regularização A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia. 42.2 Piso cerâmico Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante, mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e antibactericida. O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4. 43 REVESTIME3TO 43.1 Chapisco Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa). 43.2 Reboco Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser feito com feltro. Continua Página 164 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 63 – Memorial descritivo da obra no Laboratório de Solos do CEPAF- Chapecó. (continuação) 43.3 Cerâmico Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade. 44 PI3TURA Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado. A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista), se for especificado. 45 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura. Página 165 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM. Nº Descrição Justificativa 1Adequação da segurança Melhoria na estrutura física e do sistema de física do centro de processamento de dados segurança contra roubos e/ou incêncios (CPD) do Ciram, projeto executivo, cálculos do centro de hidráulicos, ART's, As-built, processamento de fiscalização, dry-wall corta- dados do Ciram fogo, acabamento, porta corta fogo, materiais de fixação e acabamento, forro falso 1250x625mm, central de alarme de incêncio com baterias, detector de fumaça óptico convencional com base, acionador manual, sirene bitonal, flash sinalizador, extinção de incêndio por gás FM-200, cilindro de 15lb com 44 kg de gás FM-200, difusor, kit atuador manual/automático, infra-estrutura hidráulica, sistema de controle de acesso, controladora de acesso, software de controle de acesso, conversor RS232/TCP-IP, botão de destravamento de emergência, fechadura eletromagnética, infraestrutura elétrica seca, mão-de-obra de instalação dos sistemas 2Mudança física do quadro Melhoria na segurança de distribuição de energia do centro, visando a diminuição dos riscos de incêndio e a prevenção de acidentes elétricos 3Adequação na rede Atendimento à demanda estabilizada 110 volts do de energia do Ciram e Ciram melhoria na segurança do centro, visando a diminuição dos riscos de incêndio e a prevenção de acidentes elétricos 4Obra de construção do Desenvolvimento de Centro de Referência em estudos e tecnologias Tecnologias Ambientais no para o manejo Sapiens Parque – sustentável ambiental, Florianópolis (Ver Anexo terrestre e marinho Unidade de fornecimento Qtde m² 23,1 Obra 1 10.000,00 10.000,00 Florianópolis Obra 1 30.000,00 30.000,00 Florianópolis m² 396 Unidade 30 300,00 9.000,00 Florianópolis Unidade 15 500,00 7.500,00 Florianópolis Unidade 15 600,00 9.000,00 Florianópolis Valor Unitário Valor Total Município 6.500,00 150.150,00 Florianópolis 1.091,00 432.036,00 Florianópolis 65, página 169 e Anexo 66, página 170) 5Cadeiras 6Mesa 7Armário de escritório Mobiliar o Centro de Referência em Tecnologias Ambientais Mobiliar o Centro de Referência em Tecnologias Ambientais Mobiliar o Centro de Referência em Tecnologias Ambientais Continua Página 166 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM. (continuação) Nº Descrição 8Bússula de geológo Justificativa Necessidade de equipamentos para trabalhos de campo na área de pesquisa de ordenamento ambiental 9Martelo petrográfico Necessidade de equipamentos para trabalhos de campo na área de pesquisa de ordenamento ambiental 10Marreta estwing Necessidade de equipamentos para trabalhos de campo na área de pesquisa de ordenamento ambiental 11Telefones sem fio DECT 6.0 Melhoria no sistema de com identificador de comunicação em chamadas, comunicação programas de rádio e livre de interferência (1.9 televisão GHz) 12Microfones de gravação Melhoria no sistema de Headphone com microfone comunicação em profissional compatível com programas de rádio e computador e eletrônicos televisão 13Microfones de lapela padrão Melhoria no sistema de polar, frequência de comunicação em resposta 20Hz/20kHz, programas de rádio e sensibilidade de -68dB +- televisão 3dB, impedância 250Ohms, tamanho mini 14Telão de apresentação Melhoria no sistema de Touch Screen (multitouch - comunicação em interativo mídia center) com programas de rádio e gerenciamento remoto, televisão tamanho 46 polegadas 15Suporte para CPU, em Melhoria da estrutura chapa compensada mbp, básica para os cor ovo pesquisadores da área de meteorologia, hidrologia, climatologia, zoneamento agroclimatológico, geoprocessamento e ordenamento ambiental 16Quadro branco 150x90cm Melhoria da estrutura (LA) moldura alumínio básica para os Chapa madeira vitrificada pesquisadores da área branco brilhante 3mm de meteorologia, acabamento com moldura hidrologia, climatologia, de alumínio natural. zoneamento Acompanha suporte de agroclimatológico, apagador em alumínio geoprocessamento e ordenamento ambiental 17Tela de projeção Melhoria da estrutura 180x180cm enrolamento básica para os automático com sistema de pesquisadores da área parada multiponto, fixação de meteorologia, na parede ou teto. Estrutura hidrologia, climatologia, interna e externa em zoneamento alumínio anticorrosão, agroclimatológico, pintura de alta resistência, geoprocessamento e estojo preto. ordenamento ambiental Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 1.100,00 1.100,00 Florianópolis Unidade 1 160,00 160,00 Florianópolis Unidade 1 180,00 180,00 Florianópolis Unidade 6 150,00 900,00 Florianópolis Unidade 4 30,00 120,00 Florianópolis Unidade 4 1.000,00 4.000,00 Florianópolis Unidade 1 20.000,00 20.000,00 Florianópolis Unidade 10 50,00 500,00 Florianópolis Unidade 2 80,00 160,00 Florianópolis Unidade 1 400,00 400,00 Florianópolis Valor Unitário Valor Total Município Continua Página 167 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 64 – Listagem dos bens/serviços para o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia - CIRAM. (continuação) Nº Descrição 18Obra e serviços para automação de leitura das variáveis meteorológicas coletadas em estações meteorológicas convencionais (Ver Anexo Justificativa Equipamentos e serviços para montagem e instalação de estações experimentais para o processo de automação de estação meteorológica 40, página 106) convencional. 19Switch Gerenciável de 26 Distribuição interna de portas POE sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 20Access Point Wireless Acesso a Rede sem fio 21Datashow Apresentação de trabalhos 22Atualização LINK p/ Melhorar a eficiência de GIGABIT acesso aos dados e execução de backup remoto 23Switch KVM Acesso remoto a servidores 24Torno de Bancada com Para manutenção, area de trabalho minima de conecção e retrabalho 550 mm de peças e acessórios de estações automáticas 25Fresa de bancada com área Para manutenção, de trabalho mínima de conecção e retrabalho 550mm de peças e acessórios de estações automáticas 26Osciloscópio digital de Para a manutenção de 200Mhz circuitos eletrônicos de estações automáticas 27Multímetro portátil Para a avaliação eletrônica de estações instaladas em campo 28Aquisição de Servidor para Atualização, virtualização: 04 redundância e backup Processadores Hexa-Core dos servidores críticos AMD Opteron 2427 de do Ciram (servidor web, 2.2GHz; 32 GB RAM DDR2 de aplicações, de banco 667 MHz ECC Chip Kill de dados e de alertas Registrada; 12 Baias para por SMS) Unidade de fornecimento Qtde Unidade 1 33.800,00 33.800,00 Florianópolis Unidade 1 3.000,00 3.000,00 Florianópolis Unidade Unidade 2 1 1.200,00 4.000,00 2.400,00 Florianópolis 4.000,00 Florianópolis Unidade 1 2.000,00 2.000,00 Florianópolis Unidade 2 4.000,00 8.000,00 Florianópolis Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Florianópolis Unidade 1 6.000,00 6.000,00 Florianópolis Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Florianópolis Unidade 5 600,00 3.000,00 Florianópolis Unidade 2 Valor Unitário Valor Total Município 65.000,00 130.000,00 Florianópolis Discos Hot-swap SAS/SATA-II; 08 Disco SAS de 01 TB; 06 Interfaces Gigabit Ethernet; 01 Interface Gigabit Ethernet para gerenciamento; 01 Controladora de discos SAS/SATA com 512MB cachê e processador RISC dual-core de 1.2GHz dedicado a I/O de discos, com modulo de bateria (Adaptec RAID 51245); Unidade de DVD-ROM; Interface de vídeo; Fonte redundante; Trilho Telescópico; Ventiladores internos redundantes e hot-swap; Gabinete 4U Tool free. Garantia total de 03 anos onsite; Página 168 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 65 – Planta baixa do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis Planta baixa - Térreo Planta baixo – 1º andar Página 169 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis Este documento trata das especificações dos serviços e determina as condições básicas necessárias ao desenvolvimento das obras que deverão ser adotados na ampliação da sede através do Bloco de Tecnologias Ambientais. Aqui estão relacionados a forma construtiva, a caracterização dos materiais, os equipamentos e serviços que serão utilizados nas obras. Estas Especificações Técnicas complementam e completam os desenhos dos projetos, regulamentando a execução das obras, estabelecendo diretrizes claras e objetivas, estabelecendo obrigações e direitos entre as partes, e fazendo parte integrante do contrato para a execução das obras. Serão utilizados nas presentes Especificações Técnicas, além de termos e convenções consagradas pelo uso, as seguintes convenções, termos e abreviaturas: AB3T Associação Brasileira de Normas Técnicas que definirá, por suas Normas e Métodos de Ensaios as formas executivas e a qualidade dos materiais a serem empregados nas obras. 3BR Normas Técnicas Brasileiras, registradas e emitidas pela ABNT, em suas versões mais recentes, segundo classes de 01 a 04, conforme as diretrizes e critérios estabelecidos pelo INMETRO. MB Método de Ensaio Brasileiro da ABNT, em sua forma mais recente. I3METRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. O Bloco de Tecnologias Ambientais terá uma área de 396,00 m2, conforme as pranchas 01/02 e 02/02 em anexo. O executor da obra deverá seguir rigorosamente as especificações deste memorial e manter os mesmos padrões construtivos das edificações existentes. Toda e qualquer alteração que por necessidade deva ser introduzida no projeto ou nas especificações, seja para o melhor funcionamento de algum sistema ou visando melhorias na obra, será admitida somente após autorização da fiscalização e anotação no diário de obra. Os materiais somente poderão ser alterados mediante consulta prévia por escrito aos autores do projeto e a fiscalização, havendo falta dos mesmos no mercado ou retirada de linha pelo fabricante. A obra só poderá ser iniciada no canteiro, após aprovação dos projetos e liberação da construção por parte da comissão FISCALIZADORA, anotado no Diário de Obra com as devidas assinaturas. Os serviços contratados serão executados rigorosamente de acordo com as regras a seguir: 9. Todos os materiais serão de primeira qualidade e serão inteiramente fornecidos pela CONTRATADA; 10. A mão de obra a empregar pela CONTRATADA deverá ser corretamente dimensionada para atender ao Cronograma de Execução das obras, além de tecnicamente qualificada e especializada sempre que for necessário; 11. Em se tratando de nova obra de construção, a CONTRATADA, ainda na condição de proponente, terá procedido à prévia visita ao local onde será realizada a obra a fim de tomar ciência das estruturas hoje existentes e seu atual estado de conservação, locação e níveis; 12. Serão impugnados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais. Ficará a CONTRATADA obrigada a demolir e a refazer os trabalhos impugnados, ficando por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências. 13. Todo material a ser utilizado na obra poderá ser recusado, caso não atenda as especificações do memorial, devendo a CONTRATADA substituí-lo quando solicitado pela FISCALIZAÇÃO. 14. Deverá estar disponível na obra para uso todo o equipamento de segurança dos trabalhadores, visitantes e inspetores. 15. Deverá estar disponível na obra o Diário de Obra para anotações diversas, tanto pela CONTRATADA, como pela FISCALIZAÇÃO. 16. A CONTRATADA deverá fornecer ART de execução e a placa da obra. FISCALIZAÇÃO A FISCALIZAÇÃO será nomeada pela Epagri, sendo que, sempre que necessário para acompanhamento e vistoria da obra poderá ser chamado o Eng°. Civil responsável. continua Página 170 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação) ESPECIFICAÇÕES TÉC3ICAS 1. SERVIÇOS PRELIMI3ARES E LOCAÇÃO DA OBRA O canteiro de serviços deverá ser construído, em local destinado a este fim devidamente aprovado pela fiscalização. As instalações do canteiro, bem como a limpeza constante da obra, serão de responsabilidade do CONTRATADA. As ligações de água, luz e força, tanto provisórias como definitivas serão de responsabilidade da CONTRATADA e as despesas decorrentes destas instalações serão de sua responsabilidade. As despesas decorrentes do consumo de água / esgoto e energia elétrica serão do CONTRATANTE. O entulho não deve ser lançado dentro do recinto da obra ou em áreas adjacentes. O canteiro da obra deverá sempre ser mantido limpo e organizado. O prédio existente poderá servir como apoio para a obra e fornecimento provisório de energia elétrica e água. A utilização das edificações existentes para depósito de materiais e a instalação do canteiro de obras deverão ser acordadas previamente com a CONTRATANTE. Todos os materiais utilizados para a execução dos serviços iniciais, instalação do canteiro, placa da obra conforme modelo da Epagri e construções provisórias serão de responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá providenciar instalações para depósito de materiais e ferramentas, sanitários e vestiários para os operários, e do refeitório com local para cozinha, caso as refeições sejam feitas no próprio canteiro de obras. Todas essas dependências deverão ser adequadas com o que é estabelecido na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela portaria 3.214 do Ministério do Trabalho. A CONTRATADA deverá providenciar todos os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) para os operários, pois nenhuma pessoa poderá entrar no canteiro de obras sem estar usando os referidos equipamentos. A Fiscalização poderá exigir a retirada do canteiro de todos os operários que não estejam com os EPI. São considerados Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Capacetes de segurança; Sapatos de couro com solado grosso e bico de aço; Botas de borracha; Luvas de proteção para mãos e braços; Cintos de segurança, onde houver risco de quedas; Óculos de segurança, para tarefas onde haja riscos de danos aos olhos; Máscaras para proteção contra pó em suspensão e vapores, onde estes estiverem presentes; Protetores auriculares, onde haja nível de ruído excessivo. Além desses, caso seja verificada a necessidade algum outro EPI, a FISCALIZAÇÃO deverá exigir da CONTRATADA que providencie o mesmo. 45.1 Movimento de terra e limpeza do terreno As escavações para as sapatas deverão ser executadas até a profundidade de assentamento de cada sapata, a escavação para a sapata só deverá ser interrompida se na cota indicada o solo apresentar tensão admissível de acordo com as sapatas dimensionadas. O aterro/re-aterro deverá ser feito em camadas, energicamente compactado. 45.2 Locação da obra A obra deverá ser locada de acordo com o projeto arquitetônico. Todo o material necessário para fazer a locação será de inteira responsabilidade da empresa executora (CONTRATADA). 46 I3FRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de sapatas, baldrame, laje de piso, aterros, reaterros, impermeabilizações e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 47 SUPRA-ESTRUTURA Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de pilares, vigas, lajes, fôrmas e escoramento, desforma e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. continua Página 171 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação) 48 ALVE3ARIAS / DIVISÓRIAS 48.1 Paredes A espessura da parede em alvenaria deverá ser de 15 cm, com tijolos cerâmicos, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia média no traço 1:4:8. A alvenaria deverá ser executada conforme o projeto arquitetônico, perfeitamente aprumada e no esquadro. Abaixo do nível do vigamento de baldrame, desde o nível do solo, deverá ser executada alvenaria, nos mesmos padrões da alvenaria do prédio existente. 48.2 Cintas e vergas Em todos os vãos, deverão ser executas vergas e contra-vergas (conforme o caso) em concreto, ultrapassando no mínimo 20 centímetros o vão existente. 49 COBERTURA E FORRO Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de estrutura, telhas, forro, calhas, rufos e descidas e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 50 ESQUADRIAS Por tratar-se de ampliação e adequação das construções existentes, deverá ser adotado o mesmo tipo e padrão construtivo de janelas, portas, vidros e demais detalhes, mantendo as mesmas características e padrões estruturais e arquitetônicos existentes. 51 I3STALAÇÕES ELÉTRICAS Deverão ser executadas de acordo com projeto específico. A instalação da iluminação deverá ser do tipo embutida. As tomadas para uso geral e condicionadores de ar deverão ser distribuídas por eletrocalhas e tubulação externa. O quadro de distribuição deverá ser de material plástico, sobreposto na parede. A entrada de energia para a nova construção deverá ser exclusiva, proveniente da rede elétrica interna que passa ao lado da edificação. As eletrocalhas deverão ser fechadas com dimensão de 10 x 30cm, tendo duas divisões internas a cada 10 cm. Para todas as tomadas e condicionadores de ar deverá ser feito aterramento ligado ao quadro de distribuição geral. Deverá ser previsto proteção contra descargas elétricas atmosféricas, bem como rede estabilizada para equipamentos de laboratório. 52 I3STALAÇÕES HIDROSSA3ITÁRIAS 19.1 Instalação de água Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. O fornecimento de água deverá derivar da tubulação existente proveniente do reservatório elevado já existente. 19.2 Esgoto Deverão ser executadas de acordo com projeto e memorial descritivo específicos. Nas pias onde há a utilização de produtos químicos, o efluente deverá ser coletado em recipientes plásticos e recolhido por empresa / instituição competente. 53 PISOS E PAVIME3TAÇÕES 53.1 Regularização A laje do piso deverá ser regularizada com argamassa de cimento e areia. 53.2 Piso cerâmico Deverá ser aplicado piso cerâmico de aproximadamente 40x40cm de cor clara, assentado com argamassa colante, mantendo-se o alinhamento, nivelamento e a espessura das fugas. O rejunte deverá ser de cor clara, antimofo e antibactericida. O piso deve ser anti derrapante e ter resistência classificada como PEI 4. 54 REVESTIME3TO 54.1 Chapisco Em toda a alvenaria e teto (laje) deverá ser aplicado chapisco no traço 1:3 (cimento e areia grossa). continua Página 172 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 66 – Memorial descritivo do Centro de Referência em Tecnologias Ambientais no Sapiens Parque Florianópolis (continuação) 54.2 Reboco Toda a alvenaria e teto (laje) deverão ser rebocadas. A argamassa utilizada poderá ser no traço 1:2:9 de cimento, cal hidratada e areia. A espessura deverá ser suficiente para fechar a espessura da parede existente. O desempeno deverá ser feito com feltro. 54.3 Cerâmico Externamente, exceto na estrutura aparente, se for especificado, deverão ser aplicadas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista) nas dimensões 6x23. As plaquetas deverão ser aplicadas com argamassa de alta adesividade. 55 PI3TURA Antes da aplicação da pintura interna e da laje, o pó existente deverá ser removido, assim como gorduras, mofos, etc. Pequenas rachaduras e furos deverão ser corrigidos e saliências ou partes soltas deverão ser removidas com espátula. Em seguida o reboco deverá ser lixado. A pintura interna (parede e laje) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex, e tinta epoxi se for especificado. A pintura externa (parede provisória indicada no projeto) será feita com uma demão de selador e duas demãos de tinta latex. Externamente deverá ser aplicada resina acrílica a base de água nas plaquetas de lamidado cerâmico (imitação de tijolo à vista), se for especificado. 56 LIMPEZA E TÉRMI3O DA OBRA Ao término da obra, deverá ser feita a limpeza do local e remoção do entulho. O recebimento da obra dar-se-á após a verificação do funcionamento das instalações, esquadrias e ferragens, bem como a qualidade dos materiais utilizados e serviços de pintura. Página 173 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 67 – Listagem dos bens/serviços para Sede – Florianópolis Nº Descrição 1 Switch KVM 2 Access Point Wireless 3 Switch Gerenciável de 26 portas POE Justificativa Acesso remoto a servidores Acesso a Rede sem fio Distribuição interna de sinal de rede de forma rápida com gerenciamento remoto e alimentação elétrica dos dispositivos ( VOIP, AP e Câmeras de monitoramento) 4 Radios WIMAX Link de redundância para provimento de Internet 5 Sistema de autenticação Ampliar a segurança dos de usuários usuários no acesso às informações 6 HD externo (conexão Segurança das informações do USB) com capacidade NIT da Epagri, que ficará a mínima de 1TB cargo da GPI 7 Pendrives de no mínimo Para disponibilização aos 16GB pesquisadores da Epagri, na data de 08 de julho de 2010 Dia Nacional do Pesquisador Agregar à estrutura de 8 Desenvolvimento do módulos informatizados informação da Epagri os de planejamento, processos de planejamento\acompanhament acompanhamento, o ainda não cobertos pelo reprogramação e avaliação dos Programas, Sistema Epagri de Projetos, Experimento e Planejamento (SEPLAN). Ações técnicas e de gestão 9 Aquisição de servidor Infra-estrutura de para armazenamento dos armazenamento para criação recursos digitais de repositório centralizado de institucionais e de todos os recursos digitais da produção técnicoEpagri para que estes possam científica da Epagri ser utilizados pelos sistemas de (documentos, áudio e informação corporativos e vídeo), para serem acessados pelos funcionários disponibilizados através da Epagri pela internet, através da intranet da Empresa. da Intranet Corporativa. 10 Desenvolvimento ou Melhorar e agilizar os serviços aquisição de módulos da rede laboratorial da Epagri, informatizados de análise padronizando os processos laboratorial informatizados de forma integrada com o sistema de condução de experimentos(em desenvolvimento com recursos do FINEP) e com o sistema de planejamento e acompanhamento das atividades da Epagri 11 Camionetas Agilizar o transporte de pesquisadores e equipamentos de pesquisa 12 Veículos Agilizar o transporte de pesquisadores Unidade de fornecimento Qtde Unidade Unidade Unidade 3 2 3 5.100,00 1.200,00 3.000,00 15.300,00 Florianópolis 2.400,00 Florianópolis 9.000,00 Florianópolis Unidade 1 5.000,00 5.000,00 Florianópolis Unidade 1 10.000,00 10.000,00 Florianópolis Unidade 1 563,56 563,56 Florianópolis Unidade 200 215,00 43.000,00 Florianópolis h 1000 85,00 85.000,00 Florianópolis Unidade 1 h 500 Unidade 6 90.000,00 540.000,00 Florianópolis Unidade 2 30.000,00 Valor Unitário Valor Total Município 100.000,00 100.000,00 Florianópolis 85,00 42.500,00 Florianópolis 60.000,00 Florianópolis Página 174 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina. continua Página 175 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 68 - Carta do Governador de Santa Catarina. (continuação) Página 176 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 69 – Carta do Presidente da FAPESC. Página 177 Anexos da Proposta de Revitalização e modernização da infra-estrutura física de pesquisa da Epagri 2009 Anexo 70 – Artigo 30 do DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009 apoiando a Epagri. DO FOME3TO À CIÊ3CIA, TEC3OLOGIA E I3OVAÇÃO Art. 30. Os recursos destinados pelo Estado à FAPESC e à Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - EPAGRI, nos termos do art.26 da Lei no 14.328, de 15 de janeiro de 2008, serão depositados em conta específica em cada instituição. § 1º Dos recursos destinados à FAPESC, pelo menos 10% (dez por cento), não excedendo 30% (trinta por cento), serão aplicados em subvenção econômica, preferencialmente para o estímulo à inovação nas empresas catarinenses de micro, pequeno e médio porte ou entidades catarinenses de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de inovação. § 2º Os recursos destinados à EPAGRI poderão ser aplicados em projetos de pesquisa agropecuária e meio ambiente, em parceria com a FAPESC, na forma de descentralização de créditos orçamentários. § 3º Ocorrendo descentralização de créditos orçamentários na forma do parágrafo anterior, a FAPESC assegurará à EPAGRI contrapartida financeira de igual valor para aplicação na pesquisa agropecuária e de meio ambiente com recursos próprios ou captados de instituições nacionais ou internacionais, sendo que do total desses recursos metade deverá ser aplicada em programas específicos da EPAGRI e metade por meio de chamadas públicas. § 4º Os recursos provenientes da arrecadação, pela EPAGRI, de royalties, de convênios e de contratos de pesquisas, serão alocados em conta específica na FAPESC, e serão destinados para o desenvolvimento de projetos de pesquisa e no incentivo aos pesquisadores da EPAGRI. Acesso aos documentos LEI Nº 14.328, de 15 de janeiro de 2008: http://server03.pge.sc.gov.br/LegislacaoEstadual/2008/014328-011-0-2008-001.htm DECRETO Nº 2.372, de 9 de junho de 2009: http://server03.pge.sc.gov.br/LegislacaoEstadual/2009/002372-005-0-2009-002.htm Página 178