MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
FÍSICA - LICENCIATURA
Uberaba – MG
2010
2
A Educação que queremos transcende os
espaços formais e se concretiza à medida que vai
transformando a pessoa.
Para essa transformação, nos colocamos a
serviço numa atitude colaborativa, mediadora e
aprendiz.
Este é o nosso sonho de realidade.
3
Reitor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM
PROF. DR. VIRMONDES RODRIGUES JÚNIOR
Vice-Reitora da UFTM
PROFª. DRª. ANA LÚCIA DE ASSIS SIMÕES
Pró-Reitor de Administração da UFTM
PROF. DR. JOÃO ULISSES RIBEIRO
Pró-Reitora de Assuntos Comunitários e Estudantis da UFTM
PROFª. DRª. ROSIMÁR ALVES QUERINO
Pró-Reitor de Ensino da UFTM
PROF. DR. ACIR MÁRIO KARWOSKI
Pró-Reitora de Extensão Universitária da UFTM
PROFª. DRª. VIRGÍNIA REZENDE SILVA WEFFORT
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFTM
PROF. DR. DALMO CORREIA FILHO
Pró-Reitora de Planejamento e Desenvolvimento da UFTM
CARLA COSTA FIGUEIREDO
Pró-Reitora de Recursos Humanos da UFTM
ANA PALMIRA SOARES SANTOS
Diretora do Núcleo de Desenvolvimento Educacional da UFTM
SONIA MARIA GOMES LOPES
Coordenadora do Ciclo Comum de Formação da UFTM
PROFa. DRa . GRAZIELA GIUSTI PACHANE
Coordenadora do Curso de Física-Licenciatura da UFTM
PROFª. NILVA LÚCIA LOMBARDI SALES
4
1
Equipe Responsável pelos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Licenciatura e
Serviço Social
Prof. Ms. Ailton de Souza Aragão
Prof. Dr. Ailton Paulo de Oliveira Júnior
Prof. Drª. Alexandra Bujokas de Siqueira
Prof. Dr. Alexandre Rossi
Profª. Drª. Amanda Regina Gonçalves
Prof. Drª Ângela Maria Soares
Prof. Dr Ântônio Carlos Freire Sampaio
Prof. Dr. Carlos Henrique Medeiros de Araújo
Profª. Drª. Celeste Aparecida Pereira Barbosa
Prof. Dr. Clayton Cardoso Romano
Prof. Dr. Fábio César da Fonseca
Profª. Ms. Fernanda Borges de Andrade Dantas
Profª. Drª. Flávia de Souza Lima
Profª. Drª. Glaura Teixeira Nogueira Lima
Profª. Drª. Graziela Giusti Pachane
Profª. Drª. Idalice Ribeiro Silva Lima
Prof. Dr. José Fernando Condeles
Prof. Dr. Júlio César Ribeiro
Profª Ms. Leandra Domingues Silvério
Prof. Ms. Leonardo de Amorim e Silva
Prof. Dr Luís Antônio da Silva
Prof. Ms. Luiz Fernando Rodrigues
Profª. Drª. Maria Terezinha Serafim Gomes
Profª Drª. Marinalva Vieira Barbosa
Profª. Drª. Marta Regina Farinelli
Prof. Dr. Milton Taidi Sonoda
Profª. Drª. Natália Aparecida Morato Fernandes
Profª. Ms. Nilva Lúcia Lombardi Sales
Prof. Dr. Orlando Fernandez Aquino
1
Fazem parte do grupo de Licenciaturas referenciadas neste projeto os cursos de: Ciências
Biológicas, Física, Geografia, História, Matemática e Química.
5
Prof. Dr. Osvaldo Dalbério
Profª. Drª. Regina Maura Rezende
Prof. Dr. Ricardo Souza da Silva
Profª. Drª. Rosane Aparecida de Sousa Martins
Profª. Ms. Rita de Cássia Araújo Cosenza
Profª. Drª. Rogéria Moreira Rezende Isobe
Profª. Drª. Sandra Mara Dantas
Prof.ª Drª. Simone Acrani
Profª. Drª. Váldina Gonçalves da Costa
Profª. Drª. Valéria Almeida Alves
Prof. Dr. Wagner da Silva Teixeira
Walêska Dayse Dias de Sousa
Revisão Técnica Pedagógica – Núcleo de Desenvolvimento Educacional
Jacqueline Oliveira Lima Zago
Luciene Maria Souza
Sonia Maria Gomes Lopes
6
EQUIPE
RESPONSÁVEL
PELA
ELABORAÇÃO
PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA
Prof. Ms. Breno Arsioli Moura
Prof. Dr. José Fernando Condeles
Prof. Dr. José Roberto Siqueira Junior
Prof. Dr. Marcos Dionízio Moreira
Prof. Dr. Milton Taidi Sonoda
Prof(a). Ms. Nilva Lúcia Lombardi Sales
Prof. Dr. Ricardo Souza da Silva
DO
PROJETO
7
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 12
2. APRESENTAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 13
3. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO E A
IDENTIDADE INSTITUCIONAL ................................................................................ 17
3.1. Características sócio-econômicas e educacionais da cidade de Uberaba ......................................... 17
3.2. Breve histórico da Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM....................................... 19
3.3. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro: projetos em execução e características identitárias
................................................................................................................................................................ 21
3.4. Contexto da Universidade: Justificativa, conceitos e fundamentos ................................................. 23
4. JUSTIFICATIVA SOCIAL: FORMAÇÃO DE DOCENTES PARA ATUAR NA
EDUCAÇÃO BÁSICA .................................................................................................. 21
5. ABRANGÊNCIA DO CURSO NO ENSINO, NA PESQUISA E NA EXTENSÃO 31
5.1. No Ensino ........................................................................................................................................ 31
5.2. Na Pesquisa ..................................................................................................................................... 32
5.3. Na Extensão ..................................................................................................................................... 33
6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ..................................................... 36
6.1. Coordenação do Curso .................................................................................................................... 36
6.2. Coordenador do Ciclo Comum de Formação ................................................................................. 37
6.3. Forma de Gestão .............................................................................................................................. 38
6.4. Núcleo Docente Estruturante ........................................................................................................... 39
6.5. Corpo Docente ................................................................................................................................. 39
6.6. Atenção aos Discentes ..................................................................................................................... 42
7. CONCEPÇÃO DO CURSO ....................................................................................... 43
7.1. Fundamentação Teórico-Metodológica ........................................................................................... 43
7.2. Objetivos ......................................................................................................................................... 49
7.3. Perfil do Egresso.............................................................................................................................. 50
7.4. Habilidades e Competências ............................................................................................................ 52
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................ 43
8
8.1. Competência e Habilidades - Ciclo Comum de Formação .............................................................. 55
8.2. Desenho curricular do Ciclo Comum de Formação ......................................................................... 56
8.3 Organização Curricular da Formação Específica do Professor de Física ......................................... 59
8.4 Organização Curricular da Formação Pedagógica Comum aos Cursos de Licenciatura .................. 63
8.5. Unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos ............................................................ 64
8.5.1. Fundamentos norteadores ..................................................................................................... 64
8.5.2. Formas de operacionalização ............................................................................................... 67
8.5.3. Avaliação da Unidade Temática EDP .................................................................................... 70
8.6. Unidades Temáticas Optativas ......................................................................................................... 70
8.7. Atividades Práticas Curriculares - APC .......................................................................................... 70
9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO ..................................................................... 72
9.1. Por eixo temático ............................................................................................................................. 72
9.2. Por período ...................................................................................................................................... 77
10. METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ..................................... 82
11. PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................................... 84
11.1. Concepção de avaliação ................................................................................................................. 84
11.2. Formas de recuperação da aprendizagem ...................................................................................... 87
11.3. Sistema de Auto-Avaliação do Curso e do Projeto Pedagógico ..................................................... 87
11.4. Projeto de Avaliação Institucional ................................................................................................. 89
12. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO
........................................................................................................................................ 91
12.1. Funcionamento das Atividades como Práticas Curriculares - APC .............................................. 91
12.2. Estágio Curricular Supervisionado ................................................................................................ 92
12.3. Trabalho de Conclusão do Curso ................................................................................................... 98
12.4. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs) .................................................................. 99
13. CONTINUIDADE DE ESTUDOS PARA OS EGRESSOS DO CURSO ............... 91
13.1. Cursos de Aperfeiçoamento ......................................................................................................... 103
13.2. Cursos de Especialização............................................................................................................. 103
13.3. Curso Stricto Sensu...................................................................................................................... 104
9
14. INCORPORAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS AO
ENSINO DE GRADUAÇÃO....................................................................................... 105
15. MEDIDAS PARA CONSOLIDAÇÃO DO CURSO: ........................................... 107
15.1. Dos recursos humanos ................................................................................................................. 107
15.2. Dos recursos físicos e materiais ................................................................................................... 107
15.3. Das atividades .............................................................................................................................. 108
15.4. Acompanhamento ....................................................................................................................... 108
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................. 109
17. EMENTAS E REFERÊNCIAS ............................................................................... 111
17.1. I PERÍODO ................................................................................................................................. 111
17.1.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO I PERÍODO .................................................................... 114
17.2. II PERÍODO ................................................................................................................................ 119
17.3. III PERÍODO ............................................................................................................................... 124
17.4. IV PERÍODO............................................................................................................................... 130
17.5. V PERÍODO ................................................................................................................................ 134
17.6. VI PERÍODO............................................................................................................................... 140
17.7. VII PERÍODO ............................................................................................................................. 146
17.8. VIII PERÍODO ............................................................................................................................ 151
17.8.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO VIII PERÍODO .............................................................. 156
18. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ......................................................................... 165
19. ANEXOS ............................................................................................................... 169
ANEXO I – Matriz curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009 .......................................... 170
ANEXO II – Matriz Curricular – Vigência a partir do 2° Semestre de 2011........................................ 185
ANEXO III – Regimento do Colegiado do Curso de Graduação em Licenciatura em Física da UFTM.
.................................................................................................................................................................. 207
ANEXO IV – Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do curso de Graduação em Física Licenciatura .......................................................................................................................................... 218
ANEXO V – Regulamento de Estágio Curricular do Curso de Graduação em Física - Licenciatura .. 224
ANEXO VI – Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do Curso de Graduação em
Física – Licenciatura............................................................................................................................. 244
10
ANEXO VII – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em Fïsica –
Licenciatura .......................................................................................................................................... 259
ANEXO VIII – Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela primeira
elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. ........................ 270
11
ENDEREÇOS
Instituição
Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM
Rua Frei Paulino, nº 30 - Bairro: Abadia
CEP 38025-180
Fone: (34) 3318 -5000 - FAX: (34) 3318 -5846
Uberaba – MG
Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação - ICENE
Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM
Avenida Getúlio Guaritá, 159 - Bairro: Abadia
CEP 38025-440
Fone: (34) 3318 -5909 - FAX: (34) 3318 -5846
Uberaba – MG
Curso de Física-Licenciatura
Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM
Avenida Getúlio Guaritá, 159 - Bairro: Abadia
CEP 38025-440
Fone: (34) 3318 -5939 - FAX: (34) 3318 -5846
Uberaba – MG
12
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso
Graduação em Física
Modalidade oferecida
Licenciatura
Habilitação
Professor de Física
Título acadêmico conferido
Licenciado em Física
Modalidade de ensino
presencial
Regime de matrícula
semestral/por créditos
Tempo de duração
quatro anos (oito semestres) mínimo
seis anos (doze semestres) máximo
Carga horária mínima
CNE: 2.800h ou 3.360h/a (224 créditos)
UFTM: 3.615h/a (241 créditos)
Número de vagas oferecidas
trinta, por semestre
Número de turmas
uma, por semestre
Turno de funcionamento
noturno
Local de funcionamento
campus da UFTM
Forma de ingresso
Vestibular, reopção de curso, transferência
externa e portador de diploma
13
2. APRESENTAÇÃO DO CURSO
O Curso de Graduação em Física - Licenciatura, objeto deste projeto pedagógico,
apóia-se e organiza-se nos termos das legislações abaixo citadas:
Legislação Institucional – UFTM
Resolução nº. 004, de 15 de dezembro de 1995, da Congregação da FMTM, e
suas alterações, fixa diretrizes e normas para os Cursos de Graduação da
FMTM.
Resolução nº 004, de 25 de outubro de 2007, da Congregação da UFTM, dispõe
sobre a criação de novos cursos de graduação da UFTM.
Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, dispõe sobre as
diretrizes para reestruturação da carga horária dos cursos de graduação e dá
outras providências.
Legislação do Ministério da Educação
Portaria MEC n°. 1.793, de 27 de dezembro de 1994, que dispõe sobre a
necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros
profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá
outras providências.
Portaria nº. 4.059, de 10 de dezembro de 2004, que autoriza a inclusão de
disciplinas não presenciais em cursos superiores reconhecidos.
Decreto n° 6.096 de 24/04/2007 que institui o Programa de Apoio a Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI.
Legislação do Conselho Nacional de Educação
Resolução nº. 3, de 2 de julho de 2007, que dispõe sobre procedimentos a serem
adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras providências.
Parecer CES/CNE nº. 261/2006, 9 de novembro de 2006, que dispõe sobre os
procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras
providências.
Diretrizes Gerais para Formação de Professores para Educação Básica
Parecer CNE/CP nº. 028, de 2 de outubro de 2001, que dá nova redação ao
Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos
14
de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP nº. 001, de 18 de fevereiro de 2002, que institui as DCN
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP nº. 002, de 19 de fevereiro de 2002, que institui a duração e
a carga horária dos cursos de licenciatura de graduação plena, de formação de
professores da Educação Básica em nível superior.
Parecer CNE/CES nº. 213/2003, de 1 de outubro de 2003, homologado em 9 de
outubro de 2006, que dispõe a respeito da consulta sobre a Resolução CNE/CP
1, que institui as DCN para a formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e a Resolução CNE/CP
2, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de
graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível
superior.
Parecer CNE/CES nº 197/2004, de 7 de julho de 2004, homologado em 5 de
abril de 2005, que dispõe sobre a consulta, tendo em vista o art. 11 da Resolução
CNE/CP 1/2002, referente às DCN para a Formação de Professores da Educação
Básica em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Parecer CNE/CES nº. 213, de 1 de outubro de 2003, homologado em 9 de
outubro de 2006, que dispõe a respeito da consulta sobre a Resolução CNE/CP
1/2002, que institui as DCN para a Formação de Professores da Educação Básica
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e a Resolução
CNE/CP nº 2, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura,
de graduação plena, de formação de Professores da Educação Básica em nível
superior.
O Curso de Física - Licenciatura, objeto deste projeto pedagógico, apóia-se nos
artigos 61 a 67 da Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996, a qual trata da formação
dos profissionais da educação; na Lei que aprova o Plano Nacional de Educação 10.172
de 9/1/2001, organizando-se segundo os Parâmetros Curriculares - SESU-MEC
(27/10/2000) e pela proposta de Diretrizes Curriculares para o Curso de Física
homologada em 06/11/2001 pelo Ministério da Educação e Desporto – MEC. Além
15
disso, está de acordo com o que prevê a proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, Curso de
Licenciatura, Resolução CNE/CP 18, 01/02/2002, homologada pelo Ministério da
Educação – MEC. Também está de acordo com o que propõe o Decreto n° 6.096 de
24/04/2007 que institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão
das Universidades Federais – REUNI.
As concepções de prática de ensino baseiam-se nas Resoluções CNE/CP 1 e 2 de
18 e 19 de fevereiro de 2002 e no Parecer CNE/CES 09/2001 e 109/2002, aprovado em
13/03/2002 que estabelecem, respectivamente, as diretrizes curriculares de formação de
professores, a duração e a carga horária dos cursos em nível superior de licenciatura.
O curso adotará o regime semestral, será oferecido no turno noturno e
disponibilizará semestralmente 30 vagas.
A sua duração será de 3.615 horas/aula, integralizado em 241créditos,
integralizadas em 200 dias letivos anuais, distribuídas ao longo de oito (08) semestres,
da seguinte forma:
Tabela 1 - Síntese da matriz curricular do curso de licenciatura em Física mostrando a
distribuição da carga horária ao longo do curso.
SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR
COMPONENTES CURRICULARES
Componentes Curriculares Gerais
HORAS-AULA
CRÉDITOS
2.205
147
90
6
-
-
Estágio Curricular Supervisionado
480
32
Atividades Práticas Curriculares – APC
480
32
Trabalho de Conclusão de Curso
60
4
Componentes Curriculares a Distância
60
4
Atividades Acadêmico-Científico- Culturais
240
16
3.615 h/a
241
2
Componentes Curriculares Eletivos
Componentes Curriculares Optativos
TOTAL DO CURSO
2
3
Os componentes curriculares eletivos são os de livre escolha do aluno, dentro do elenco
oferecido pela UFTM, necessários à integralização do currículo. (UFTM, 2010).
3
Os componentes Curriculares optativos são os de livre escolha do aluno, dentro de um elenco
oferecido pelos cursos de graduação cujos créditos integralizam o currículo e auxiliam na formação
complementar. (UFTM, 2010).
16
Carga Horária Total do Curso em horas = 3.012 horas 30 min
Tempo de integralização curricular (semestres/anos)
Mínimo
Máximo
8 semestres/4 anos
12 semestres/6 anos
17
3. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO E
A IDENTIDADE INSTITUCIONAL
3.1. Características sócio-econômicas e educacionais da cidade de Uberaba
A Universidade Federal do Triângulo Mineiro está sediada na cidade de Uberaba,
região do Triângulo Mineiro, no Estado de Minas Gerais, com população estimada em
296.261 mil habitantes, de acordo com dados do IBGE. Considerada pólo de
desenvolvimento agro-pecuário e industrial, é uma das regiões mais ricas e promissoras
do Estado de Minas Gerais, exercendo liderança efetiva em mais de 30 municípios.
Uberaba tem características típicas de cidade interiorana, sendo, ao mesmo tempo,
urbana e rural, com agricultura e pecuária produtivas, parque industrial diversificado e
planejada estrutura urbana.
A localização do Município é altamente estratégica do ponto de vista
geoeconômico, em função da eqüidistância média de 500 km da sede estadual, e em
relação a grandes centros do país como São Paulo e Brasília.
No que se refere à saúde, Uberaba é um dos maiores e principais centros de
atendimento médico, hospitalar e odontológico da região do Triângulo Mineiro,
apresentando considerável estrutura de hospitais, unidades básicas de saúde e
ambulatórios. Neste aspecto, destaca-se a UFTM, que mantém um complexo hospitalar
credenciado pelo SUS, constituído de 280 leitos conveniados, Prontos-Socorros Adulto
e Pediátrico, três Ambulatórios e um Centro de Reabilitação.
Todo o complexo atende, em média, 30.000 pacientes/mês, oriundos de mais de
400 municípios de Minas Gerais, Norte de São Paulo, Sul de Goiás, Distrito Federal,
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e outros 14 estados.
O Hospital Universitário da UFTM mantém atendimento em diversas
especialidades, com serviços próprios de Diagnose e Terapia, realiza procedimentos de
alta complexidade como: transplantes renais e de córneas, cirurgias ortopédicas,
neurocirúrgicas, oftalmológicas, oncológicas, cardíacas, hemodinâmicas, entre outras.
Dispõem também de serviço de tomografia computadorizada, terapia renal substitutiva e
UTIs adulta, neonatal e coronariana.
A cidade de Uberaba, rica em recursos educacionais e culturais, é dotada ainda de
uma economia em franca expansão, com destaque para a agropecuária e para os
seguintes pólos:
pólo moveleiro: dezenas de indústrias estão transformando rapidamente a cidade
18
em expressivo pólo moveleiro, com condições de ser o maior da América do Sul,
em função da proximidade de matéria-prima, da localização estratégica, da
capacitação de mão-de-obra, das boas condições de instalação e da qualidade de
vida oferecida.
pólo químico: juntas, as 24 empresas do pólo químico são as maiores produtoras
de adubos fosfatados da América Latina. Instaladas em 18 milhões de metros
quadrados no Distrito Industrial III, este pólo viabiliza a produção agrícola
brasileira, reduzindo a necessidade de importação de insumos básicos e de
matérias-primas.
pólo biotecnológico: Uberaba é nacionalmente conhecida por ser grande centro
médico, bem como grande centro de melhoramento genético de raças bovinas e
a maior produtora de grãos de Minas Gerais. Estas vertentes estão consolidando
a cidade como “pólo” em biotecnologia humana, animal e vegetal.
pólo de cosméticos: aproximadamente uma dezena de empresas, as quais
exportam seus produtos para vários países, estão consolidando o pólo de
cosméticos.
pólo da moda (calçados, confecções e acessórios): mais de uma centena de
empresas, envolvendo vários segmentos, tem representado a cidade nas
principais feiras do país, conquistando importantes negócios no mercado
internacional. O “Pólo da Moda” é um projeto em estudo, com possibilidade de
geração de mais de 3.000 empregos, com uso intensivo de logística e gestão
estratégica.
pólo de alimentos processados (doces caseiros e similares): algumas fábricas de
médio e outras de pequeno porte utilizam diariamente centenas de quilos de
açúcar na produção de doces dos mais variados tipos, notadamente os de frutas e
de derivados do leite.
parque tecnológico: com área de 760 hectares, tem abrangência politemática,
com empresas de “software”, de energia e biotecnologia. Nas extensas áreas
verdes da Univerdecidade estão sendo implantados projetos de recuperação da
paisagem natural de cerrado da região e a integração entre espaços de trabalho e
lazer, beneficiando trabalhos criativos e inovadores, típicos das empresas de
tecnologia lá instaladas.
19
A cidade possui 91 escolas de Ensino Fundamental, além de 38 escolas de Ensino
Médio, somando no total 49.881 mil alunos matriculados, de acordo com dados do
IBGE. Este número expressivo de escolas de Educação Básica justifica a necessidade de
oferecer Cursos de Graduação em Licenciatura que formem, com excelência,
professores para atuarem nesse nível de ensino. Além disso, no que concerne ao ensino
superior público e privado em Uberaba, contamos com aproximadamente 16.865 alunos
matriculados.
3.2. Breve histórico da Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM
A criação da primeira Faculdade de Medicina de Uberaba – atual UFTM –
começou a ser idealizada no ano de 1948. Um grupo de médicos, estimulados e
fortemente apoiado pelas lideranças políticas municipais fundou em 27 de abril de 1953,
sob regime de instituição privada, a Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro.
Seus fundadores perceberam que Uberaba estava amadurecida para ampliar sua
contribuição ao desenvolvimento educacional da região sudeste do Brasil. Tal
amadurecimento não foi fruto do acaso; ao contrário, foi construído graças à visão de
inúmeras famílias uberabenses, que investiram na formação de seus filhos em grandes
centros como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, possibilitando a formação de
um quadro de profissionais de alto nível, nas diversas especialidades médicas.
Estavam criadas então as primeiras e indispensáveis condições para que Uberaba
pudesse avançar no tempo e, mais que isso, responder aos novos desafios que lhe foram
impostos naquele momento.
A autorização para o funcionamento da Faculdade de Medicina do Triângulo
Mineiro (FMTM) foi assinada pelo Presidente Getúlio Vargas e pelo Ministro da
Educação Antonio Balbino, no Decreto-Lei nº 35.249, de 24 de março de 1954, com
base em projeto técnico-pedagógico elaborado segundo a legislação educacional
vigente.
Autorizado o funcionamento, realizou-se o primeiro concurso vestibular em abril
de 1954, com 164 candidatos inscritos, concorrendo a 50 vagas. Teve início então o
Curso de Medicina na FMTM.
A partir do primeiro ano de funcionamento, a administração da Faculdade,
devidamente apoiada pelo corpo docente, discente e técnico, iniciou um amplo
programa de melhoria das condições físicas, pedagógicas e tecnológicas, visando não
apenas a alcançar reconhecimento, mas também melhoria da qualidade de ensino.
20
Para a satisfação dos fundadores, dos primeiros educadores e colaboradores, a
Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro consolida-se legalmente através do
Decreto de Reconhecimento nº 47.844, de 24 de dezembro de 1959. A primeira turma
de formandos foi diplomada em 06 de junho de 1960.
Com os avanços cada vez mais intensos e velozes da ciência e da tecnologia
médica, concluiu-se ser indispensável o apoio e a participação do poder público federal,
a fim de que a Instituição pudesse cumprir com mais eficiência e eficácia a missão
educacional e a social.
Para que o projeto se concretizasse, a FMTM contou com o apoio incondicional
das lideranças políticas locais e de seu Diretório Acadêmico, coroando a ação integrada
de sensibilização do Governo Federal, com a federalização, pela Lei nº 3.856, de 18 de
dezembro de 1960 e, posteriormente, com a transformação em Autarquia Federal, pelo
Decreto nº 70.686, de 7 de junho de 1972.
Desde que foi fundada, a FMTM desenvolveu-se nos aspectos quantitativo e
qualitativo criando, a partir de 1989, o Curso de Graduação em Enfermagem. A
Universidade mantém também um Centro de Formação Especial em Saúde
(CEFORES), com o propósito de formar técnicos para atuação na área da saúde (pós
ensino médio), funcionando desde o ano de 1990, com seis cursos noturnos:
Enfermagem, Nutrição, Radiologia, Patologia Clínica, Farmácia e Saúde Bucal, com um
total de 2.773 egressos.
Em 1999, a Faculdade obteve autorização para o funcionamento do Curso de
Graduação em Biomedicina.
A Biblioteca da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, denominada
“Biblioteca Universitária”, está instalada em prédio próprio e em 2009 passou por
reforma e ampliação, aumentando significativamente às áreas destinadas ao acervo de
livros, periódicos, teses, obras de referência e material áudio-visual. As novas
instalações possuem os requisitos de acessibilidade estando assim dividida: ambiente de
estudo individual, cabines de estudo em grupo, mesas de estudo, computadores
disponíveis para usuários, cabines para uso de materiais audiovisuais, sala para
treinamento dos usuários, escaninho para o usuário guardar seus materiais. O
empréstimo é informatizado, facilitando o controle de materiais. A reserva e a renovação
de livros pode ser feita na biblioteca ou on-line pelo site da biblioteca.
No ano de 1995 foram criados o Centro Cultural e a CIM - Central de Idiomas
Modernos, ora ligados à Pró-Reitoria de Ensino, Pesquisa e Extensão.
21
Com o objetivo de estimular, identificar e valorizar a produção cultural e artística
na Instituição, o Centro Cultural mantém intercâmbio com pessoas e instituições afins,
promove a integração das comunidades interna e externa na promoção e realização de
eventos.
O Centro Cultural mantém ainda os seguintes projetos permanentes:
Videoteca: vídeos científicos e comerciais para empréstimo à comunidade
interna e escolas públicas;
Biblioteca: aproximadamente 300 títulos;
Curso de Desenho para alunos, servidores e dependentes;
Sessões de cinema, com exibição regular de filmes.
Por sua vez, a CIM presta serviços de tradução, versão e revisão de textos em
línguas estrangeiras e na vernácula, pretendendo tornar-se um centro de ensino que
abrigue as diversas linguagens existentes na nova sociedade. Além do código verbal,
pretende agregar também outros códigos necessários à comunicabilidade humana,
como: Libras, Língua Brasileira de Sinais; Braille; imagem (fotografia, artes plásticas,
gráficas e audiovisuais) e som (música, canto e dança).
3.3. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro: projetos em execução e
características identitárias
A UFTM até 2005 funcionava como uma Faculdade isolada especializada na área
de saúde, que oferecia os cursos de graduação em Medicina, Enfermagem e
Biomedicina. Com a transformação em Universidade, foram criados três cursos na área
de saúde, ainda em fase de consolidação, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Nutrição e
um na área de ciências humanas, de Licenciatura em Letras (com duas habilitações,
Português-Inglês e Português-Espanhol). Em 2008 foi criado o curso de Psicologia, em
2009, Educação Física, Serviço Social e Licenciaturas em Física, Química, Matemática,
Ciências Biológicas, História e Geografia. Em 2010, os cursos de Engenharia:
Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de
Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química.
No âmbito da pós-graduação lato sensu, além da Residência Médica com 24
Programas de especialização (Anestesiologia; Cirurgia do Aparelho Digestivo; Cirurgia
Geral;
Cirurgia
Plástica;
Clínica
Médica;
Colo-Proctologia;
Endocrinologia;
Gastroenterologia; Hematologia e Hemoterapia; Hematologia Pediátrica; Infectologia;
22
Mastologia e Oncologia; Medicina Fetal; Medicina Intensiva Pediátrica; Neurologia
(pré-requisito
em
Clínica
Médica);
Neurologia;
Obstetrícia
e
Ginecologia;
Oftalmologia; Ortopedia e Traumatologia; Patologia; Pediatria; Radiologia e
Diagnóstico por Imagem; Reumatologia; Urologia), são oferecidos quatro Cursos de
Especialização (Saúde Coletiva, Saúde da Família, Docência na Educação Superior, e
Critica Literária e Ensino da Literatura). Na pós-graduação stricto sensu são oferecidos
mestrado e doutorado em Medicina Tropical e Infectologia, com duas áreas de
concentração: 1- Clínica de Doenças Infecciosas e Parasitárias; 2-Imunologia e
Parasitologia Aplicadas, e, em Patologia com quatro áreas de concentração: 1-Patologia
Geral, 2-Patologia Clínica, 3-Anatomia Patológica e Patologia Forense e 4-Patologia
Ginecológica e Obstétrica.
Em 2007, mais dois cursos de mestrado foram aprovados pela CAPES: os cursos
de pós-graduação stricto sensu em Atenção à Saúde e em Ciências Fisiológicas, com
início em 2008. Recentemente, foram aprovados os cursos de Mestrado em Educação
Física, Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica – PMPIT e Mestrado
Profissional em Matemática em Rede Nacional – PROFMAT. Os Programas de PósGraduação possuem linhas de pesquisa e propostas adequadas e coerentes com o Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) e têm o apoio da Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Organização Mundial de Saúde
(OMS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), União Européia (EU) e
Ministério da Saúde (MS). Esses programas possuem vínculos estreitos com várias
instituições nacionais e internacionais, os quais possibilitam apoio logístico,
diagnóstico, na pesquisa e intercâmbio de estudantes, e convênios com universidades
estrangeiras (Universidade do Mediterrâneo – França; Universidade Guayaquil –
Equador).
Vale destacar que, além das agências citadas, a UFTM conta com financiamento
da Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT),
Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerias e outros com financiamento privados.
Pelo terceiro ano consecutivo, a UFTM tem projeto aprovado pela Financiadora de
Estudos e Projetos (FINEP), no programa CT-INFRA.
O Hospital de Clínicas da UFTM está orientado a atender a demanda de estágio
curricular para os cursos de saúde, além de servir de campo para a pesquisa científica e
23
a extensão. Com 300 leitos conveniados, possui um Pronto-Socorro Adulto, um Pronto
Socorro Pediátrico, três Ambulatórios, um Centro de Reabilitação, clínicas
especializadas nas mais diversas áreas de assistência e complexidade sendo o único
hospital geral classificado como Centro de Referência Hospitalar Regional (CRHR) em
média e alta complexidade.
Associadas à UFTM existem duas fundações: Fundação de Ensino e Pesquisa de
Uberaba (FUNEPU) e Fundação Rádio Educativa (FUREU). A FUNEPU atua na gestão
dos recursos repassados pelo SUS e também na gestão financeira de projetos de
pesquisa financiados por agências de fomento. Essa Fundação apóia jovens doutores na
UFTM e gerencia alguns projetos de qualificação profissional. A FUREU conta com a
Rádio Universitária FM (104.9) e a TV Universitária (canal 5), vinculada à TV
Educativa (TVE), gerando programas locais onde são abordados assuntos ligados à
saúde, à cultura, às pesquisas científicas e outros de interesse da comunidade.
3.4. Contexto da Universidade: Justificativa, conceitos e fundamentos
De Faculdade isolada transformada em Universidade em 29 de julho de 2005, a
UFTM tem se submetido a um processo acelerado de expansão, visando consolidar-se
mediante a incorporação de novos cursos de graduação e pós-graduação e às
transformações requeridas no tocante à política acadêmica e ao modelo de gestão e
organização projetado.
Além da criação simultânea de novos cursos voltados à área de saúde, cursos na
área de ciências humanas foram acrescentados àqueles originalmente existentes,
exigindo reformulação de conceitos, conteúdos e visão.
O processo de organização da UFTM está sendo reformulado. O Estatuto foi
aprovado e a partir de agora serão elaborados o Regimento Geral e os Internos.
A UFTM tem por missão, como foco e visão de atuação específica:
Atuar na geração, difusão, promoção de conhecimentos e
na formação de profissionais conscientes e comprometidos
com o desenvolvimento sócio-econômico, cultural e
tecnológico, proporcionando a melhoria da qualidade de
vida da população.
Fundamentando sua filosofia de vida institucional, projetada como referencial de
conduta e de pensamento à comunidade interna (alunos, docentes e técnicoadministrativos), os valores e princípios que devem inspirar suas ações, relações e
desempenho de acordo com o Projeto Pedagógico Institucional (2009, p.16), são:
24
I.
II.
Pioneirismo;
Inclusão social;
III.
Cidadania e respeito às diferenças;
IV.
Tratamento justo e respeitoso ao ser humano e à vida (humanização);
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
Liberdade de expressão e participação democrática;
Profissionalismo e competência técnica;
Ética e transparência;
Qualidade e desenvolvimento sustentável;
Inovação tecnológica;
Preservação e incentivo aos valores culturais;
Prioridade ao interesse público.
A UFTM orienta-se pelas seguintes diretrizes fundamentais:
I.
Envolver a comunidade universitária nas dimensões sociais, políticas, culturais e
econômicas da sociedade, tendo, para tanto, o indivíduo, a coletividade e o meio
ambiente como atenção e preocupação centrais.
II.
Proporcionar a todos as mesmas oportunidades e condições de desenvolvimento
intelectual e cultural.
III.
Manter a percepção ampla e diversificada, visando à interação com as
comunidades interna e externa.
IV.
Estimular permanentemente a exploração e geração de conhecimentos e de
potencialidades.
V.
Contribuir para o desenvolvimento da educação básica, tecnológica e
profissional.
VI.
Agregar continuamente competências relativas à organização e à gestão
corporativas.
VII.
Manter reciprocidade harmoniosa e legítima na relação com a sociedade e com a
comunidade universitária, visando ao alinhamento mútuo de necessidades e
expectativas.
25
VIII.
Comprometer-se com a preservação, a defesa e a recuperação do meio ambiente.
IX.
Suscitar posturas individuais e coletivas, junto à força de trabalho e ao corpo
gerencial, para atender à busca sistemática da satisfação de clientes e de
usuários.
X.
Zelar pela conservação e otimização do emprego do patrimônio, bens e direitos
disponíveis, em respeito inviolável ao bem público, visando aplicá-los,
exclusivamente, na consecução dos objetivos institucionais.
Dentro de sua nova ótica universalista, a UFTM tem privilegiado o processo de
gestão, confirmado pela inserção em seu Estatuto, no Art. 9º, de artigo específico
estabelecendo os instrumentos de gestão que irá implementar, optando assim por uma
maior profissionalização de seu funcionamento e desenvolvimento.
26
4. JUSTIFICATIVA SOCIAL: FORMAÇÃO DE DOCENTES PARA ATUAR NA
EDUCAÇÃO BÁSICA
A UFTM, ao ampliar seu campo de atuação, cujo processo instaura a construção
de uma instituição que conjugue, em seus projetos, o equilíbrio entre tradição e
modernidade, orienta-se para um trabalho eficiente e funcional no qual a educação seja
compreendida mais amplamente.
Assim, sua equipe gestora e seu corpo docente e administrativo entendem que
uma instituição de ensino superior tem um papel de mediadora, incentivadora e
produtora de um conhecimento que garanta, ao indivíduo, uma autoformação
permanente, que não se limita aos muros escolares.
Nesse sentido, atenta a sua responsabilidade social e, em sintonia com os anseios
da comunidade, propõe a implantação de cursos que se caracterizem pela preocupação
com a formação de um professor-educador comprometido com o desenvolvimento
humano em todas as suas dimensões e que compartilhe da missão de formar
profissionais responsáveis, éticos e criativos, em vários campos do saber.
O primeiro passo para essa nova realidade foi a implantação do Curso de Letras
nas habilitações Português-Inglês e Português-Espanhol, em 2006. Primeiro curso da
UFTM voltado para a formação de professores, ele vem se despontando na instituição
pela ousadia, pelos ideais de formar, com excelência, professores para atuar na
Educação Básica. Além disso, prima por ofertar programas, projetos e eventos de
extensão e iniciação científica que colaboram para a formação integral discente.
O Curso de Letras representou, assim, um especial impulso para que a UFTM
expandisse sua oferta. A necessidade de formar professores de outras áreas de
conhecimento, sobretudo Matemática, Física e Química, vem suprir uma carência
verificada em todo o país. Os cursos a serem oferecidos cumprirão sua dupla função
social: formar a integralidade dos sujeitos, dando a eles melhores condições de se
relacionar com o mundo, e formar com excelência professores para a Educação Básica.
Para a concretização desses ideais, nos unimos aos anseios da comunidade
acadêmica uberabense que, atenta ao seu papel formador, se mobiliza, nesse momento,
para deixar registrada sua contribuição.
O Município de Uberaba é reconhecido pela sua história no campo da educação:
hoje se constitui num pólo regional que congrega várias instituições de Ensino Superior.
Essas instituições formaram uma comissão no ano de 2005 para, em nome da
comunidade acadêmica, elaborar o documento intitulado “Contribuição para a Criação
27
de uma Instância Acadêmica Responsável pela Formação Superior de Educadores na
UFTM” entregue em sessão solene à Reitoria da UFTM. Assim o presente Projeto
Pedagógico considerou, em seu início, também sugestões dos participantes dessa
comissão que representavam diversas instituições de ensino superior do município.
O item IV daquele documento, denominado “Sugestões de Prioridades para
Implementação da Instância Acadêmica Responsável pela Formação de Educadores na
UFTM” traz as seguintes solicitações:
1. Criação de uma Instância Acadêmica responsável pela Formação de Educadores,
cuja estrutura contemple a articulação entre licenciaturas, educação continuada e
pesquisa.
2. Implantação imediata das Licenciaturas que completam os componentes
curriculares do Núcleo Comum da Educação Básica (Art.96) a fim de assegurar
a este nível de ensino a sua efetiva qualidade. A implantação concomitante de
tais licenciaturas permitirá uma organização curricular que conte com um núcleo
de integração especificamente voltado para o desenvolvimento de um trabalho
interdisciplinar (exigência da contemporaneidade) e para a ampliação cultural do
professor. As licenciaturas aqui previstas são: Pedagogia; Letras – Habilitação
Português/Inglês e suas literaturas; Letras – Habilitação Português-Espanhol e
suas literaturas; Matemática; Física; História; Geografia; Ciências Biológicas;
Educação Física e Educação Artística.
3. Oferta de cursos de Complementação Pedagógica para qualificação e habilitação
de profissionais de outras carreiras.
4. Oferta da Educação Continuada em consonância com a formação inicial
prevendo cursos de atualização, de aperfeiçoamento e de Pós-Graduação lato e
stricto sensu.
5. Implementação de laboratório de pesquisa em práticas pedagógicas e
modalidades tecnológicas (tecnologia da Informação e Comunicação, Projeto
EAD e outras) tendo em vista a concretização da indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão.
6. Criação de um Fórum Permanente de Educação Superior de Uberaba, de caráter
consultivo, constituído como instância democrática de debates sobre: políticas
do ensino superior em consonância com as expectativas da realidade local e
28
regional; formulação e adoção de projetos que objetivem promover o
desenvolvimento sócio-econômico-cultural desejado e urgente, etc. O Fórum,
implantado em parceria com a Prefeitura Municipal de Uberaba, terá como
premissa básica a representação dos diferentes segmentos organizados da
sociedade civil, de técnicos e especialistas da área de educação e cultura.
7. Criação de uma Comissão Técnica Local que, juntamente com a Comissão
designada pelo MEC, será responsável pela elaboração do Projeto Pedagógico
da Instância Acadêmica responsável pela Formação e Desenvolvimento de
Professores.
Para atender a essas solicitações, a demanda social e a necessidade de
implementar cursos com uma organização curricular mais flexível, a UFTM vive
atualmente um momento de reestruturação administrativa, tendo em vista a necessidade
de consolidação da universidade.
Nas últimas décadas o desenvolvimento da Ciência e da tecnologia tem ocorrido
de maneira tão acelerada que a grande maioria dos indivíduos de nossa sociedade tem
sentido dificuldades em acompanhar esse processo e, sobretudo, entendê-lo. Esta
situação exige continuamente o desenvolvimento de profissionais, aptos e com uma
visão ampla dos acontecimentos, que tenham capacidade para acompanhar e entender o
progresso científico, além de assumir uma postura crítica com relação às mudanças e
que sejam capazes de dialogar com a sociedade alertando-a sobre riscos e benefícios
decorrentes dos avanços científico-tecnológicos. Neste sentido, a formação de
professores em suas diferentes áreas de conhecimento e, em particular, a formação do
professor de Física, torna-se uma prioridade uma vez que este profissional, além de
possuir um amplo domínio do saber científico, possui atitudes investigativas e aptas a
disseminar este saber.
As Diretrizes Curriculares Nacionais que orientam a elaboração do projeto
pedagógico do curso enfatizam a necessidade de se adotar uma nova abordagem para a
formação do profissional, uma vez que a sociedade, hoje tão competitiva, demanda por
profissionais flexíveis e com capacidade de adaptação às novas realidades. O mundo
globalizado exige não somente rapidez na interpretação geral dos problemas, mas
também capacidade para a análise crítica, criatividade, adaptabilidade às situações
inusitadas, relacionamento cooperativo e integrado, com vistas a aprimorar a qualidade
de vida dos cidadãos.
29
O Curso de Graduação em Física-Licenciatura foi estruturado de forma a permitir
que os egressos adquiram habilidades e competências que o mundo globalizado vem
exigindo. Além disso, o mesmo deve facilitar e promover o processo de compreensão do
meio socioeconômico, histórico-cultural e político destes egressos, os quais serão
importantes agentes na formação de cidadãos.
A estrutura do curso foi realizada com base nos seguintes princípios:
Liberdade acadêmica e autonomia universitária, para que se dê cumprimento à
função social da universidade através do ensino e pesquisa de qualidade e a
extensão a favor do desenvolvimento de recursos humanos e da sociedade de
maneira geral;
Estímulo às atividades que socializam o conhecimento produzido pelo corpo
docente e pelos discentes, afirmando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa
e extensão;
Adoção de princípios éticos que promovam o respeito à pluralidade de
pensamento no compromisso com a educação e com os objetivos da instituição,
privilegiando-os em detrimento de interesses particulares, individuais ou de
grupos;
Interação permanente com a sociedade, com o mundo do trabalho e com as
demandas sociais de formação profissional, cumprindo, com isto, a função social
da universidade;
Sólida formação teórica e rigoroso trato-prático no campo em que se constituem
os saberes da docência e da pesquisa. Com isto, garante-se a qualidade do
ensino, a atualização dos conhecimentos e sua discussão contextualizada, como
um meio para a formação de atitudes científicas diante do conhecimento e do
pensamento crítico;
Flexibilidade curricular para desenvolvimento de competências e habilidades
que levem o aluno a procurar, interpretar, analisar e selecionar informações,
identificar problemas relevantes, realizar diagnósticos, experimentos e projetos
de pesquisa;
Estímulo às atividades complementares, destacando-se, por exemplo, a iniciação
científica, extensão, monitoria e participação em eventos acadêmicos científicos
30
e culturais;
Desenvolvimento de uma prática de avaliação diagnóstica do aprendizado dos
estudantes, e uma prática de avaliação sistemática do Projeto Pedagógico.
31
5. ABRANGÊNCIA DO CURSO NO ENSINO, NA PESQUISA E NA EXTENSÃO
5.1. No Ensino
A questão da aprendizagem no ensino de Física começou a emergir no Brasil na
década de setenta, logo após o período dos projetos curriculares para o Ensino Médio
que envolvia diretamente ou indiretamente o ensino de Física, período classificado por
ele como paradigma dos projetos. O motivo da passagem relativamente efêmera deste
paradigma parece que foi a falta de uma concepção de aprendizagem destes projetos, ou
seja, eles foram muito claros em dizer como se deveria ensinar a Física, mas nada ou
pouco disseram sobre como aprender Física. A pesquisa sobre como aprender Física
consolidou-se na década de oitenta com as investigações sobre concepções espontâneas
e hoje se encontra em pleno vigor com um grande número de trabalhos e pesquisas
bastante diversificadas: concepções espontâneas, mudança conceitual, resolução de
problemas, representações mentais dos alunos, formação inicial e permanente de
professores, etc.
Ainda na década de setenta, surgiram o Simpósio Nacional de Ensino de Física SNEF (1970), as primeiras dissertações e teses em ensino de Física no Brasil (1972) e a
Revista de Ensino de Física (1979), que a partir de 1992 transformou-se Revista
Brasileira de Ensino de Física (RBEF), se tornando um dos grandes veículos de
divulgação e de publicação de trabalhos científicos e didáticos relativos ao ensino de
Física; até então, não havia uma revista especializada na área.
Nos anos oitenta surgiram o Caderno Catarinense de Ensino de Física (1984), que
a partir de 2002, Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF) - que também se
tornou um dos grandes desaguadores e referências para a pesquisa em ensino de Física
no Brasil - e o Encontro de Pesquisa em Ensino de Física - EPEF (1986).
Mais tarde, a partir da década de noventa, nasceram a Revista Ciência &
Educação (1995), Revista Investigações em Ensino de Ciências (1996), o Encontro
Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - ENPEC (1997) e as revistas Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1999), a Física na Escola (2000) e ABRAPEC
(2001). Periódicos e evento que, juntamente com RBEF, CBEF e as atas do SNEF e
EPEFs, vêm sendo os principais disseminadores dos resultados da pesquisa em ensino
de Física no Brasil.
Apesar do grande avanço da pesquisa acadêmica sobre ensino de Física no Brasil,
no sentido da compreensão dos problemas relativos ao ensino dessa Ciência, e da
32
existência de um sistema de divulgação (periódicos, eventos, dissertações, teses, cursos
de pós-graduação etc), ainda há pouca aplicação desses resultados em sala de aula.
Considerando que o conhecimento se encontra em permanente construção e a
aprendizagem é um processo dialético de re-significação que se realiza na reflexão
contínua do estudante com a mediação do professor, a metodologia de ensino a ser
adotada deve ser aquela que favoreça a interação, o questionamento, o diálogo e a
criatividade. Considerando ainda que o nível universitário envolva a pesquisa e a
extensão e não apenas o ensino, a simples transmissão de conhecimentos não parece ser
suficiente para caracterizar a metodologia de ensino a ser ministrado.
Devido aos motivos apresentados, os conteúdos a serem ensinados no curso de
graduação em Física da UFTM deverão estar contextualizados e articulados com a
pesquisa e a extensão, buscando a diversidade cultural e a interdisciplinaridade. Desta
forma, a contextualização dos conteúdos, bem como o rigor teórico serão indicadores do
desenvolvimento do método de ensino no Curso.
Os princípios norteadores para a execução desse método de ensino são: a
flexibilidade curricular; a visão interdisciplinar, a formação global e a articulação entre
teoria e prática; o predomínio da formação sobre a informação; a capacidade para lidar
com a construção do conhecimento de maneira crítica; o desenvolvimento de conteúdos,
habilidades e atitudes formativas.
5.2. Na Pesquisa
O Curso de Física - Licenciatura deverá explorar a pesquisa científica como forma
de estimular, na UFTM, o desenvolvimento de atividades que propiciem a integração e a
interface com os demais cursos da instituição e de outras instituições, procurando
enaltecer a habilidade do discente em:
Descrever
e
explicar
fenômenos
naturais,
processos
e
equipamentos
tecnológicos em termos de conceitos, teorias e princípios físicos gerais;
Diagnosticar, formular e encaminhar a solução de problemas físicos,
experimentais e teóricos, fazendo uso dos instrumentos laboratoriais e/ou
matemáticos apropriados, atuando tanto na pesquisa básica quanto na aplicada,
como forma de ampliar o conhecimento cientifico voltado ao melhoramento das
atividades no ensino;
Acompanhar os avanços tecnológicos e desenvolver novas tecnologias que se
33
caracterizem como inovações para o país;
Utilizar linguagem científica na expressão de conceitos físicos, na descrição de
procedimentos de trabalhos científicos e na divulgação de seus resultados;
Desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade
social, compreendendo a Ciência como conhecimento histórico, desenvolvido
em diferentes contextos sócio-políticos, culturais e econômicos.
A implantação e implementação de Laboratórios de Física Básica e Física
Avançada, além de um laboratório de Ensino de Física, bem como o trabalho
interdisciplinar a partir de eixos e unidades temáticas constituirá um espaço para a
formação de grupos de estudos e pesquisas, a fim de criar um ambiente de fomento às
iniciativas, estudos e atividades científicas em diferentes áreas do conhecimento, de
acordo com a formação acadêmica do docente-pesquisador. No entanto, a pesquisa
deverá também estar voltada para formação de professores e o aperfeiçoamento de
práticas de ensino de Física.
Pretende-se estimular a pesquisa docente e discente, com vistas a estabelecer um
“embrião” para o desenvolvimento de linhas de pesquisa na área de Física na UFTM, o
que será fomentado especialmente no desenvolvimento da Unidade Temática: Estudos e
Desenvolvimento de Projetos, que tem caráter articulador de conhecimentos e
experiências no ensino, pesquisa e extensão. O docente lotado no curso de Física será
estimulado a estabelecer e manter parceria com grupos de pesquisa de instituições de
excelência, com localização geográfica relativamente próxima.
No desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, também se
investirá na pesquisa, com a possibilidade de socialização dos trabalhos concluídos e em
andamento em Seminários de Orientação de TCC organizados pelo Colegiado do Curso
de Física.
No âmbito da assessoria pedagógica do Núcleo de Desenvolvimento Educacional
– NuDE, a pesquisa continuará sendo produzida pelo grupo de Estudo e Pesquisa sobre
Inovações Curriculares, garantindo assim o processo contínuo de reconstrução e
inovação do currículo.
5.3. Na Extensão
A relação entre universidade e sociedade organizada vem se tornando cada vez
mais harmoniosa devida em grande parte, à implantação de projetos de extensão.
34
Atualmente, tendo em vista as novas demandas oriundas dos avanços tecnológicos,
meios de produção e modelos sociais, esta relação vem se pautando pela necessidade de
articulação mais íntima, pois os desafios são cada vez maiores e as soluções são
possíveis com a participação de todos os segmentos. Portanto, articular a universidade à
sua comunidade local e regional é uma tendência que deve se consolidar para além da
missão de formação de profissionais e de docentes para a educação básica.
Os princípios fundamentais da extensão destacam que para a formação do
profissional cidadão é imprescindível sua efetiva interação com a sociedade, seja para se
situar historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação
com os problemas que um dia terá que enfrentar. Nesse sentido, as atividades de
extensão têm contribuído para a superação das desigualdades sociais buscando soluções
para demandas que se apresentam no dia-a-dia, utilizando a criatividade e inovações
resultantes do trabalho acadêmico e com ótica da formação de recursos humanos.
A extensão universitária tem incluído no seu escopo atividades de difusão cultural,
cursos de extensão e atividades correlatas, prestação de serviços à comunidade e
divulgação de oportunidades para as classes economicamente menos favorecidas.
Tais ações também podem abranger mecanismos de interação entre universidade,
empresa, fundações, incubadoras, empresas juniores, centros de pesquisas e inovação
tecnológica e outros.
O Curso de Física – Licenciatura da UFTM propiciará o desenvolvimento
sistemático de atividades direcionadas tanto à comunidade acadêmica, quanto à
comunidade em geral por meio de:
ações de planejamento e acompanhamento das atividades de docência,
coordenação, supervisão, coleta de dados e educação continuada dos docentes,
alunos do Sistema Municipal e Estadual de Ensino e comunidade em geral;
participação e promoção de seminários, encontros, fóruns, congressos e
assemelhados, nas áreas de Educação e Física;
realização de cursos e de oficinas para a comunidade acadêmica da UFTM e
externa, com vista a estabelecer ações de responsabilidade social, em parceria
com os demais cursos da UFTM;
criação e elaboração de roteiros para programas educativos para serem
veiculados na Rádio e na TV Universitária, e em ambientes virtuais;
35
produção de instrumento de comunicação próprio e produção de conteúdo
(publicações de periódicos; materiais didáticos, dentre outros) para contribuir
com a divulgação do conhecimento produzido no âmbito da UFTM;
desenvolvimento de projetos de complementação da formação docente aos
professores das escolas da rede estadual e municipal de ensino;
prestação de serviços de assessoria na área educacional à comunidade escolar,
especialmente na questão da formação continuada de professores.
Com estas propostas entendemos que a extensão deve estar sempre articulada com
a pesquisa e o ensino, conforme previsto nos princípios e fins da Educação Superior
Brasileira.
36
6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
6.1. Coordenação do Curso
A administração acadêmica será exercida pelo respectivo Coordenador e
Colegiado de Curso.
São atribuições do Coordenador conforme Regimento Interno aprovado em 2010:
presidir o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante;
elaborar, de acordo com o interesse institucional, o quadro de horários do curso;
solicitar ao Instituto competente, quando necessário, docentes para as disciplinas
do curso;
zelar pelo cumprimento do projeto pedagógico, por meio de avaliações
periódicas e proposta de alterações, quando necessárias;
estabelecer condições de interação entre os docentes do curso, para efetivação da
inter e transdisciplinaridade;
planejar as atividades acadêmico-científico-culturais em conjunto com o
Colegiado de Curso;
verificar o cumprimento do Plano de Ensino;
acompanhar o desempenho dos docentes por meio de avaliações permanentes,
junto aos discentes, por meio de instrumento institucional;
estimular o aperfeiçoamento dos docentes ou outras providências necessárias à
melhoria do ensino;
acompanhar os alunos em seu desenvolvimento biopsicossocial e afetivo e
encaminhá-los ao setor competente, quando necessário;
divulgar as atividades programadas e realizadas pelo curso;
articular-se com as Pró-Reitorias competentes para acompanhamento, execução
e avaliação das atividades do curso;
compatibilizar os horários e locais de oferta das disciplinas, respeitando a
conveniência didático-pedagógica, com anuência da Direção do Instituto;
promover, opinar e participar de eventos extracurriculares relacionados à
37
formação acadêmica dos alunos;
comunicar ao Diretor do Instituto competente as irregularidades cometidas pelos
professores do curso;
orientar e acompanhar a vida acadêmica, bem como proceder a adaptações
curriculares dos alunos do curso;
homologar parecer sobre aproveitamento de estudos, emitidos pelos professores
das disciplinas;
encaminhar os processos acadêmico-administrativos ao Colegiado do Curso para
pareceres e deliberações;
manter atualizados os dados históricos do curso em relação a alterações
curriculares e Plano de Ensino;
representar o curso nas instâncias para qual for designado;
identificar as necessidades do curso e promover gestões para seu
equacionamento;
executar as deliberações do Colegiado de Curso;
apresentar ao Pró-Reitor de Ensino o Relatório Anual das Atividades da
Coordenação;
promover a divulgação e inscrição dos discentes no Sistema Nacional de
Avaliação – SINAES;
zelar pelo cumprimento das disposições legais e regimentais do curso;
6.2. Coordenador do Ciclo Comum de Formação
Terá atribuições relacionadas à operacionalização do Ciclo Comum de Formação,
atuando de forma integrada aos demais coordenadores dos cursos de Licenciatura e
Serviço Social. Entre suas atribuições destacam-se:
elaborar, de acordo com os docentes e as necessidades dos cursos, o horário
semanal;
solicitar, quando necessário, a contratação de docentes para atuar no Ciclo
Comum de Formação;
38
direcionar o currículo aos objetivos expressos no Projeto Pedagógico;
estabelecer condições de interação entre os docentes, visando à efetivação da
interdisciplinaridade;
orientar, solicitar e aprovar, em reunião colegiada, os planos de ensino das
unidades temáticas do Ciclo Comum de Formação, segundo os padrões
institucionais, encaminhando-os ao Núcleo de Desenvolvimento Educacional
(NuDE), para análise e arquivo;
organizar, em conjunto com demais coordenadores de curso e docentes dos Ciclo
Comum de Formação, a recepção dos calouros, de forma a recebê-los e acolhêlos na Instituição;
realizar reuniões ordinárias mensais ou extraordinárias, com docentes e
representantes discentes;
planejar atividades acadêmico-científico-culturais em conjunto com as unidades
acadêmicas responsáveis;
acompanhar a organização das salas para o bom andamento das aulas;
apresentar à Pró-Reitoria de Planejamento o relatório anual das atividades
desenvolvidas;
acompanhar os alunos quanto ao desenvolvimento nas atividades pedagógicas e
também em seus aspectos biopsicossocial e afetivo promovendo inclusão social;
divulgar à comunidade UFTM as atividades programadas;
promover, em conjunto com o NuDE, programas de desenvolvimento pessoal e
profissional para os docentes;
acompanhar atividades de ensino, pesquisa e extensão;
orientar os alunos quanto aos seus direitos e deveres acadêmicos.
6.3. Forma de Gestão
Segundo o Art. 57 do Regimento Interno da UFTM as decisões serão tomadas
em reuniões de colegiado do curso por ser esta uma instância deliberativa sobre
matérias e recursos de aplicação e interesse de seu Coordenador, professores e
discentes. Esse colegiado será composto por coordenador (presidente), representantes
39
dos professores, representante discente, representantes dos servidores técnicoadministrativos do curso.
A partir de decisões tomadas pelo colegiado, o coordenador deverá implementar
encontros que tenham como objetivo encaminhar as discussões realizadas de forma
colegiada, num movimento dinâmico e permanente de deliberação - definição de plano
de encaminhamento - análise e estudos - apresentação dos novos encaminhamentos ao
colegiado de curso.
A regulamentação do colegiado, definida em reunião, é parte dos anexos deste
Projeto Pedagógico.
6.4. Núcleo Docente Estruturante
Atuando conjuntamente com a Coordenação na gestão do curso estará o Núcleo
Docente Estruturante – NDE, formado por professores tanto da área específica quanto
da área pedagógica e do Ciclo Comum. O papel do NDE é acompanhar a evolução e o
desenvolvimento do curso e das atividades a ele atreladas, principalmente no sentido de
promover a atualização constante do Projeto Pedagógico do Curso.
O Núcleo Docente Estruturante se reunirá bimestralmente, apresentando o
encaminhamento das decisões tomadas em reunião ao Colegiado de Curso. As
atividades do NDE são regidas por regulamento próprio, aprovado no Colegiado de
Curso. Este regulamento consta como anexo neste Projeto Pedagógico.
6.5. Corpo Docente
Os professores serão contratados mediante concurso público, cujo edital deverá
prever os pré-requisitos e perfis básicos exigidos e estarão vinculados ao Instituto de
Ciências Exatas, Naturais e Educação da UFTM (ICENE-UFTM).
Segundo o Art. 162 do Regimento Interno, são atribuições dos docentes:
elaborar o Plano de Ensino da disciplina ou atividade didático-pedagógica pela
qual responde;
ministrar e coordenar as atividades de prática didático-pedagógica da disciplina
correspondente, cumprindo integralmente o programa e a carga horária que lhe
competem;
controlar a frequência de discentes dentro dos prazos estabelecidos;
organizar e aplicar os métodos e instrumentos da avaliação de aproveitamento
40
discente, além de observar e aplicar os recursos de recuperação estabelecidos;
cumprir o Calendário Acadêmico em termos de integralização curricular, de
provas e exames, da avaliação de aproveitamento discente e de registro de notas
e frequências;
observar e aplicar os Regimes Disciplinares, discente e docente;
participar de Conselhos, Colegiados, Núcleos de Estudo e Análises ou de
Comissões da Instituição a que for designado;
orientar os trabalhos didático-pedagógicos, entre eles o Estágio Supervisionado
Obrigatório e outras atividades extracurriculares;
participar de projetos de pesquisa acadêmica ou programas e atividades de
extensão e/ou coordená-los;
orientar e supervisionar trabalhos de discentes em atividades de pós-graduação;
publicar artigos ou títulos e efetuar eventuais apresentações em eventos técnicocientíficos ou culturais;
participar, quando designado, da elaboração ou reformulação de projetos
pedagógico e institucional;
participar de iniciativas e estudos objetivando a prospecção de potencialidades,
criação, reformulação, avaliação e extinção de programas, projetos ou
atividades;
reportar-se, independente da lotação, ao Núcleo Didático-Científico de
referência, ao Coordenador de Curso, projeto, área ou atividade, ao qual tenha
sido designado;
exercer demais atribuições de natureza didática, pedagógica, técnica, científica,
cultural e de gestão a si consignadas.
Considerando o desenho curricular diferenciado que busca promover integração e
propiciar interdisciplinaridade, o perfil do docente para desenvolver o trabalho nas
unidades temáticas é o de um professor com ampla visão, tanto de conhecimentos
específicos, quanto de formação e prática pedagógica. O profissional deverá também ser
competente para trabalhar em equipe, desenvolvendo habilidades para concretizar um
trabalho coletivo no curso com a integração necessária entre pesquisa, ensino e
41
extensão. Deverá, ainda, ter atitude de um docente aprendiz em que suas atitudes e
decisões passem por uma reflexão crítica a respeito das práticas pedagógicas adotadas.
O Núcleo de Desenvolvimento Educacional – NuDE estará em articulação com o
corpo docente do Curso de Física - Licenciatura, implementando programas
permanentes de desenvolvimento pessoal e profissional, com o objetivo de colaborar
com o perfil de professor aprendiz que é um dos princípios desta proposta pedagógica.
É importante destacar a necessidade de investir na formação dos docentes e
técnico-administrativos que serão responsáveis pela concretização desta proposta, pois
de acordo com o que expressa Tardif e Lessard (2008, p. 02),
Sabemos que o trabalho do docente representa uma
atividade profissional complexa e de alto nível, que exige
conhecimentos e competências em vários campos: cultura
geral e conhecimentos disciplinares; psicopedagogia e
didática; conhecimento dos alunos, de seu ambiente
familiar e sociocultural; conhecimento das dificuldades de
aprendizagem, do sistema escolar e de suas finalidades;
conhecimento das diversas matérias do programa, das
novas tecnologias da comunicação e da informação;
habilidade na gestão de classe e nas relações humanas,
etc. Essa atividade profissional necessita também das
aptidões e das atitudes próprias para facilitar a
aprendizagem dos alunos: respeito a eles; habilidades de
comunicação; capacidade de empatia; espírito de
abertura para as diferentes culturas e minorias;
habilidade para colaborar com os pais e outros atores
escolares, etc.; assim também como uma boa dose de
autonomia e o exercício de um julgamento profissional
respeitoso tanto das necessidades dos alunos quanto das
exigências da vida escolar e social. Em resumo, o ensino
se tornou um trabalho especializado e complexo, uma
atividade rigorosa que exige, daqueles e daquelas que a
exercem, um verdadeiro profissionalismo.
Em outras palavras, para ensinar o docente necessita mobilizar diversos saberes
que são imprescindíveis para uma prática pedagógica eficaz. O processo de docência
exige um professor que consiga, habilmente, conciliar tanto o conhecimento específico
de sua área de atuação, mas que também tenha o domínio dos saberes pedagógicos, bem
como a consciência de seu papel como sujeito social, responsável também pela
construção de sua experiência.
42
6.6. Atenção aos Discentes
De acordo com a proposta do novo sistema organizacional da UFTM, constituirão
os órgãos executivos, nessa nova estrutura: reitoria e pró-reitorias. Na estrutura da PróReitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários - PROACE configura-se o Núcleo de
Atenção ao Estudante, que será responsável, segundo o Art. 172 do Regimento Interno
da UFTM, pela assistência e atenção integral à comunidade discente, no tocante ao
atendimento de carências e necessidades de ordem biopsicossocial, pedagógica e
relativas à integração comunitária.
Pretende-se, no âmbito do Curso de Física - Licenciatura, que seja feito um
acompanhamento permanente dos discentes do curso, tanto do ponto de vista
pedagógico quanto do ponto de vista bio-psicossocial. Para realizar este trabalho serão
definidas, de forma colegiada, açõespara que sejam diagnosticadas as necessidades,
definidas as ações de intervenção na forma de parcerias e encaminhadas para o Núcleo
de Apoio ao Estudante, caso necessário.
Além do trabalho a ser desenvolvido no Núcleo de Atenção ao Estudante em
parceria com os cursos, pretende-se viabilizar ações/projetos/programas/cursos
extraclasse com o objetivo de atender carências educacionais dos alunos ingressantes,
de forma que possibilitem um melhor rendimento deles nas atividades de graduação.
43
7. CONCEPÇÃO DO CURSO
7.1. Fundamentação Teórico-Metodológica
As mudanças ocorridas nos últimos anos, em todos os segmentos da vida humana, nos
sinalizam para a necessidade de rever posturas, apurar nosso espírito crítico-reflexivo, para
acompanhar, sem perder de vista nossa humanidade, as novas demandas impostas.
Formamos uma aldeia global, em que as informações estão disponíveis cada vez em
menor tempo e os conhecimentos acumulados historicamente podem ser acessados a qualquer
tempo, em qualquer espaço, graças aos avanços da tecnologia informacional.
Comunicar-se passa a ser uma habilidade revestida de outras roupagens, neste contexto.
Pode-se comunicar a grandes distâncias, com o uso de ferramentas tecnológicas como o
computador e o telefone celular, conectados, por vias eletrônicas invisíveis aos nossos olhos, à
rede mundial de computadores: a internet. Por esses meios, já é possível estabelecer contato
para diversas finalidades: educacionais, corporativas, afetivas, entre outras, o que reconfigura
também as relações no mundo do trabalho e no mundo social.
O papel da universidade, nesse contexto, traduz-se pela necessidade de concretizar sua
essência de universalização do conhecimento científico. Não é mais possível, na chamada
Sociedade do Conhecimento, que os saberes científicos fiquem restritos a pequenos grupos.
Portanto, a abertura da universidade pública brasileira é esperada para além da articulação de
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Espera-se que ela cumpra, ainda, seu papel social
de contribuir para a formação da integralidade humana, de forma inclusiva e democrática.
Nessa proposta pedagógica, atendemos a duas perspectivas básicas em nossa concepção
educativa: a necessidade de uma formação generalista e humanística que concorra para uma
relação crítico-reflexiva entre sujeito e mundo social no chamado Ciclo Comum de Formação,
primeiro ano do curso, e também para a necessidade de formar professores competentes nos
conhecimentos específicos e pedagógicos da respectiva área de saber. Para isso pensamos ser
fundamental ter nossa proposta alicerçada nos seguintes princípios:
flexibilidade curricular;
metodologias de ensino que tenham como foco a aprendizagem;
interdisciplinaridade;
construção
de
postura
crítico-reflexiva
contemporâneo;
43
acerca
das
discussões
do
mundo
44
indissociabilidade entre teoria e prática.
Estes princípios estão de acordo com o decreto 6096, de 24/04/07, que instituiu o
Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais –
REUNI que expressa à necessidade de ampliar a mobilidade estudantil, com a implantação de
regimes curriculares e sistemas de títulos que possibilitem a construção de itinerários
formativos. Para alcançar essa meta, a flexibilidade é fundamental na organização curricular.
O aluno, ao entrar na universidade, precisa desenvolver sua autonomia acadêmica, podendo
optar, desde o ingresso, entre unidades temáticas ofertadas.
Para que isso se concretize em nossa proposta, o aluno terá a sua disposição algumas
possibilidades de escolha, já no início do curso, que constituirão as unidades temáticas de
natureza eletiva. Essa flexibilidade oportunizará que o aluno possa escolher unidades
temáticas que não sejam, necessariamente, da área do seu curso. Assim, no primeiro ano da
formação, no chamado Ciclo Comum de Formação, a partir um total de 02 créditos ou carga
horária de 30h/a, o aluno poderá eleger uma unidade temática no primeiro período. Caso ele
opte por integralizar o curso num período superior a quatro e inferior a seis anos, ele poderá,
ainda, cursar a carga horária eletiva, num limite de 02 créditos ou 30h/a semestrais em outro
momento do curso dentro desse prazo de integralização.
Além dessa possibilidade de flexibilidade curricular, que será específica para o primeiro
ano da formação, o currículo expresso nesta proposta pedagógica também prevê a
possibilidade do aluno integralizar, nos três próximos anos do curso, outras unidades
temáticas eletivas e também unidades temáticas optativas. Para isso, o curso incentivará a
participação do aluno nesse componente curricular, destacando sua importância para o
enriquecimento do currículo. Elas poderão ser ofertadas pelo curso em horários diferenciados
que atendam a demanda de alunos trabalhadores, embora não sejam obrigatórias. Além disso,
o aluno também poderá optar por realizar optativas em outras instituições de Educação
Superior, o que também atende ao princípio da mobilidade estudantil.
Ainda tratando de flexibilidade, outra opção prevista para o aluno é, ao final do primeiro
ou segundo período do Ciclo Comum de Formação, ou seja, o primeiro ano, realizar uma
troca da sua opção inicial de curso, o que chamamos de reopção de curso. Caso o aluno tenha
percebido maior afinidade por outro e este possua disponibilidade de vaga, o aluno terá essa
possibilidade. Para realizar a reopção de curso a universidade abrirá edital próprio,
amplamente divulgado, informando todos os critérios necessários para participação dos
alunos.
44
45
A estrutura acadêmica também levará em conta o novo contexto vivido. As propostas
educacionais baseadas numa relação professor-aluno tradicional, em que há predominância da
ação docente em detrimento da ação discente, também serão revistas. Os estudos que apontam
para essa necessidade, contraditoriamente, são produzidos no próprio meio acadêmico, que
ainda perpetua, em muitos casos, o mesmo modelo tradicional, com ênfase no ensino em
detrimento da aprendizagem. Portanto, nossa proposta pedagógica leva em conta uma reflexão
não só de conteúdos necessários à formação integral, numa perspectiva progressista, mas
também na reflexão do seu próprio fazer educativo cotidiano. Daí considerarmos fundamental
que a equipe responsável pela concretização desse projeto fomente um trabalho sistemático e
coletivo de formação em serviço.
Sobre o uso de novas metodologias, elas devem ser implementadas na perspectiva de
que ensinar só é relevante se resultar em aprendizagem. Com esse ponto de vista, o aluno
passa a ser o foco central da ação educativa, elevando a qualidade do processo educacional.
Uma prática pedagógica que leva em conta a interdisciplinaridade, também é princípio
fundamental nesta proposta. Entendemos que o conceito de interdisciplinaridade está de
acordo com a visão de conhecimento que se espera no contexto atual, indo além dos limites
disciplinares para formas mais integradas de saber. Nesse sentido, compreender o que
acontece no mundo e com a humanidade, numa visão interdisciplinar, seria um diálogo de
complementaridade entre os diferentes pontos de vista e áreas do conhecimento que podem
explicar um mesmo fenômeno. É como nos apresenta Masetto (2006), a interdisciplinaridade
nos permite esperar a produção de um conhecimento científico novo a partir de duas ou mais
diferentes áreas de conhecimento que se integram para tal.
Para a concretização de um projeto alicerçado na visão de interdisciplinaridade,
novamente percebemos a necessidade de um trabalho de equipe constante. Só o currículo
formal, nessa perspectiva, é insuficiente para dar “concretude” à nossa proposta. Para efetiválo, transformá-lo no “currículo em ação” sabemos ser fundamental que os docentes
incumbidos de sua operacionalização tenham afinidade de intenções. Só assim a dimensão
interdisciplinar poderá ser desenvolvida conforme proposto. É preciso, como afirma Fazenda
(2003, p.67), estabelecer a parceria, um dos fundamentos de uma proposta interdisciplinar,
pois “a parceria consiste numa tentativa de incitar o diálogo com outras formas de
conhecimento a que não estamos habituados, e nessa tentativa, a possibilidade de
interpenetração delas”. Só assim a dimensão interdisciplinar poderá ser desenvolvida
conforme proposto.
45
46
A construção de uma postura crítico-reflexiva, pelo aluno, acerca das discussões atuais
do mundo contemporâneo, também é primordial nessa nova organização curricular. Na
atualidade percebe-se que pensar a complexidade humana, sob os mais diferentes pontos de
vista, não se constitui, tendo em vista os índices de avaliação do Ministério da Educação
relacionados com a Educação Básica, como princípio norteador deste nível de escolaridade.
Em função do modelo tradicional ainda muito presente, não se verifica, de forma geral, uma
postura crítica do egresso do Ensino Médio. Chama a atenção, que somente em 2008 por força
de lei, foram regulamentas e serão obrigatoriamente oferecidas as disciplinas de Sociologia e
Filosofia no Ensino Médio. Acreditamos ser esta uma política pública que em muito
contribuirá para a melhoria da formação integral do aluno.
Em nossa proposta, o exercício de elaboração do pensamento, que conduzirá uma
construção permanente de criticidade acerca do mundo social, deverá perpassar todos os
conteúdos a serem discutidos, como ponto de partida e de chegada. Sempre provisórios em
relação à dinâmica do processo de desenvolvimento humano.
Como último princípio, fundamentamos nossa proposta na necessidade de
indissociabilidade entre teoria e prática. Entendemos que aprender envolve diferentes níveis
de organização da inteligência e o nível teórico é apenas um deles. Acreditamos que um novo
conhecimento só se incorpora a outro pré-existente, com a mediação de um sujeito social que
esteja preparado/habilitado e tenha a competência para contribuir com este processo; no caso,
o docente. É necessário, portanto, que ele conheça os mecanismos da inteligência para a
aquisição de novas aprendizagens, fazendo de sua prática pedagógica algo significativo para o
aluno. Significar deve, nessa perspectiva, ser a busca constante de conexões entre o que o
aluno já sabe, já viveu, já experimentou, e o novo conhecimento.
Acreditamos, ainda, que dar equilíbrio a estas questões teórico-práticas é importante no
sentido de possibilitar a passagem de um nível de aprendizado mecanicamente treinado para
um nível de aprendizagem que se incorpora ao fazer, ao pensar, ao agir, ao intervir, enfim, à
essência humana.
O desenho curricular do curso de Licenciatura em Física desenvolve-se através de três
eixos básicos de sustentação: Vida em Sociedade e Formação Pedagógica Comum, Múltiplas
Linguagens e Especificidades da Formação na área de Licenciatura em Física. Desses eixos
originam- se unidades temáticas específicas.
No eixo temático Vida em Sociedade e Formação Pedagógica Comum, estão articuladas
unidades temáticas com conteúdos relacionados com uma formação geral e humanística, além
46
47
de conteúdos relacionados com a formação pedagógica dando a possibilidade ao ingresso, de
perceber a complexidade dos fenômenos naturais, sociais e culturais e suas relações com a
vida em sociedade e a complexidade humana. Por isso a proposta prevê neste eixo uma
formação integrada nas áreas de Ciências Humanas fundamentadas em bases filosóficas do
conhecimento científico. A partir daí, pretende-se que o ingresso tenha melhores condições de
pensar o mundo em diferentes perspectivas: econômica, política, artística, histórica, filosófica,
sociológica, antropológica, social, entre outras.
O eixo temático Múltiplas Linguagens é um eixo integrador e mediador. Por meio desse
eixo os aprendizes terão a possibilidade de incorporar instrumentos e habilidades para
construir, refletir e exteriorizar suas aprendizagens. Será oportunizada uma formação geral a
partir de processos de comunicação e expressão diferenciados, que proporcionarão a
construção de competências e habilidades para que o aluno tenha melhores condições de
assumir sua cidadania. Esta construção perpassará toda a sua formação, dando ênfase à
utilização da língua materna em suas dimensões falada e escrita, às linguagens corporal,
visual, artístico-cultural, às metodologias de cunho científico e também às linguagens
relacionadas ao uso de novas tecnologias na educação.
No eixo temático Especificidades da Formação na área de Licenciatura em Física os
aprendizes construirão as habilidades e competências relacionadas às especificidades da área
do saber Físico, que o capacitarão para tornar-se um profissional capaz de criar e executar um
projeto político pedagógico na Educação Básica com excelente qualidade. Esse eixo
proporcionará a construção de habilidades e competências para que o professor/educador se
forme para atuar como um profissional da aprendizagem.
Em um curso com um desenho curricular estruturado em eixos o pensamento é de um
currículo em rede, em trabalhar os conteúdos sem uma linearidade, evitando-se a
fragmentação dos conteúdos em disciplinas e permitindo a articulação de um movimento
processual no currículo, garantindo, assim, de certa forma, que este mantenha suas
características de ser e estar sempre em construção. Visualizamos, a seguir, a estrutura do
currículo construído em rede.
47
48
Figura 01: Currículo em rede
A seguir, a visualização dos eixos e unidades temáticas do primeiro e segundo períodos:
Figura 02: Eixos temáticos e unidades temáticas do Ciclo Comum de Formação
48
49
No próximo desenho, a visualização do Eixo: Múltiplas Linguagens:
Interpretação e criação de textos sobre as
áreas afins. Textualidade. Coerência e coesão
textual.
Textos
descritivos,
narrativos
e
argumentativos e a relação com a produção
acadêmica
(relatórios,
resenhas,
fichamentos,
monografias).
A mídia na educação. O paradigma
das mediações culturais e sua relação com a
articulação de agentes culturais e sociais em
torno de projetos de transformação social.O
planejamento
ecossistemas
e
desenvolvimentos
educativos
mediados
Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos
de
Científicos. Redação de trabalhos científicos. Recursos,
por
normas e técnicas para organização e apresentação de
processos de educação e pelo uso das
tecnologias
trabalhos
de informação. A interface
científicos.
Fontes
e
procedimentos
metodológicos. A investigação e a construção do
Educação e Comunicação.
conhecimento nas ciências exatas e humanas.
Figura 03: Detalhamento do Eixo: Múltiplas Linguagens
Sendo a flexibilidade na organização curricular um dos princípios desse projeto, uma
das características dessa flexibilização é que o aluno, ao entrar na universidade opte, desde o
ingresso, por conteúdos gerais que lhes despertem o desejo de aprender, desenvolvendo, a
partir daí, habilidades e competências essenciais para a sua formação.
Antes de confirmar sua opção profissional, o aluno deve ter a chance de construir
conhecimentos mais sólidos, de natureza generalista e humanista, em oposição à
profissionalização precoce e especializada que se verifica atualmente nos currículos
convencionais. Pensando nisso criamos nos dois primeiros períodos, o que chamamos de
Ciclo Comum de Formação.
7.2. Objetivos
A formação do(a) licenciado(a) em Física deve viabilizar uma capacitação teóricometodológica e ético-política que o(a) prepare para compreender e atuar no processo de
ensino-aprendizagem na escola básica e nas suas relações com o contexto no qual se inserem
as instituições de ensino, propiciando aprendizagens significativas ancoradas em saberes,
conhecimentos e habilidades anteriores dos estudantes e em atividades socioeconômicas,
49
50
políticas e ambientais.
Dentro dessa propostas podemos citar como objetivos específicos do curso:
Promover o ensino da Física com estímulo à autonomia intelectual do aluno,
valorizando a expressão de suas idéias e de seus saberes não científicos;
Resolver problemas concretos da prática docente e da dinâmica escolar, zelando pela
aprendizagem dos alunos e pela qualidade do ensino ministrado na instituição;
Fornecer uma sólida formação teórica e prática em Física, que permita construir
relações com o conhecimento, que levem ao efetivo domínio de seus fundamentos;
Promover atividades integradas à pesquisa, ensino e a extensão no sentido de
estimular a criação e a reflexão;
Incentivar
atividades
de
enriquecimento
cultural,
desenvolvendo
práticas
investigativas e utilizando metodologias, estratégias e materiais de apoio;
Incentivar o trabalho dinâmico e a postura crítica frente à realidade;
Promover o saber científico, gerar novas tecnologias e estimular a evolução cultural,
procurando socializar os conhecimentos produzidos pela academia, por meio de todos
os níveis do ensino e veículos de comunicação;
Estimular a educação continuada.
7.3. Perfil do Egresso
De forma geral, o perfil do egresso do curso de Licenciatura em Física da UFTM é o de
um professor formado com excelência para atuar nos quatro anos finais do Ensino
Fundamental e no Ensino Médio da Educação Básica, de forma criativa, crítico-reflexiva,
democrática, ética e comprometida com uma aprendizagem transformadora, a partir do
domínio teórico-prático do seu campo de saber, tendo em vista o desenvolvimento do aluno
em todas as suas dimensões.
O Licenciado em Física deve ser um profissional com conhecimentos sólidos e
atualizados em Física, dominando tanto os seus aspectos conceituais, como os históricos e
epistemológicos e em Educação, de forma a dispor de elementos que lhe garantam o exercício
competente e criativo da docência nos diferentes níveis do ensino formal e espaços nãoformais, atuando tanto na disseminação dos conhecimentos desenvolvidos pela Física
50
51
enquanto ciência e instrumento de leitura da realidade e construção da cidadania, como na
produção de novos conhecimentos relacionados ao seu ensino e divulgação do conhecimento.
Assim, a definição do perfil do egresso do curso de Licenciatura de Física se pauta nos
pressupostos de que o educando compreenda a Física como um processo de construção e
reconstrução e o papel que o professor de Física deve desempenhar na interpretação deste
processo. Esse profissional não deve ser pensado apenas em sua dimensão mais usual, ou seja,
ligado ao ensino formal da Física, mas sim, àquele capaz de desenvolver habilidades ligadas à
pesquisa, à investigação dos processos físicos, à transmissão do conhecimento especializado e
estabelecer diálogo com disciplinas afetas, pois essas dimensões não devem ser pensadas
isoladamente.
Dentro deste perfil geral de professor, podem se distinguir perfis específicos, tomados
como referencial para o delineamento da formação em Física:
Físico – educador: dedica-se preferencialmente à formação e à disseminação do saber
científico em diferentes instâncias sociais, seja através da atuação no ensino escolar formal,
seja através de novas formas de educação científica, como vídeos, “software”, ou outros
meios de comunicação. Não se ateria ao perfil da atual Licenciatura em Física, que está
orientada para o ensino médio formal.
Físico – pesquisador: ocupa-se preferencialmente de pesquisa, básica ou aplicada, em
universidades e centros de pesquisa. Esse é com certeza, o campo de atuação mais bem
definido e o que tradicionalmente tem representado o perfil profissional idealizado na maior
parte dos cursos de graduação que conduzem ao Bacharelado em Física.
Físico – tecnólogo: dedica-se dominantemente ao desenvolvimento de equipamentos e
processos, por exemplo, nas áreas de dispositivos opto-eletrônicos, eletro-acústicos,
magnéticos, ou de outros transdutores, telecomunicações, acústica, termodinâmica de
motores, metrologia, ciência dos materiais, microeletrônica e informática. Trabalha em geral
de forma associada a engenheiros e outros profissionais, em microempresas, laboratórios
especializados ou indústrias. Este perfil corresponderia ao esperado para o egresso de um
Bacharelado em Física Aplicada.
Físico – interdisciplinar: utiliza prioritariamente o instrumental (teórico e/ ou
experimental) da Física em conexão com outras áreas do saber, como, por exemplo, Física
Médica, Oceanografia Física, Meteorologia, Geofísica, Biofísica, Química, Física Ambiental,
Comunicação, Economia, Administração e incontáveis outros campos. Em quaisquer dessas
situações, o físico passa a atuar de forma conjunta e harmônica com especialistas de outras
51
52
áreas, tais como químicos, médicos, matemáticos, biólogos, engenheiros e administradores.
O físico, seja qual for sua área específica de atuação, deve ser um profissional que,
apoiado em conhecimentos sólidos e atualizados em Física, seja capaz de abordar e tratar
problemas novos e tradicionais e que esteja sempre preocupado em buscar novas formas do
saber e do fazer científico e/ou tecnológico. Em todas as suas atividades, a atitude de
investigação deve estar sempre presente, embora associada a diferentes formas e objetivos de
trabalho.. O físico deverá ainda ser capaz de contextualizar sua atuação dentro de sua
realidade sócio-econômico, histórico-cultural e política, qualidade esta necessária a um
profissional que venha a atuar como agente transformador da sociedade.
7.4. Habilidades e Competências
O Licenciado em Física deve possuir as seguintes habilidades e competências:
fazer escolhas pedagógicas, conforme os ciclos de desenvolvimento e a diversidade
humana, de acordo com princípios políticos, éticos, estéticos e epistemologicamente
coerentes;
oportunizar o diálogo entre os alunos, orientando-os a respeitar e valorizar a
diversidade humana tendo em vista a valorização das diferenças, a solidariedade e o
exercício da cidadania;
fazer uso de diferentes linguagens em suas mais variadas manifestações: visual,
corpórea, gestual, artística, oral, escrita, matemática, informacional, em diferentes
situações;
ler com proficiência textos em língua portuguesa e, como professor, levar seus alunos
a fazer leituras significativas de diferentes tipos de texto, de modo a descobrir e inferir
significados, a partir do seu conhecimento de mundo, numa postura crítica-reflexiva;
redigir textos, em língua portuguesa, com coesão e coerência, criatividade, autoria e
adequação à situação de comunicação e aos padrões da gramática normativa;
desenvolver atitude de pesquisa como componente indissociável do seu fazer
pedagógico;
desenvolver hábitos de aprendizagem permanente;
mediar e gerenciar conflitos nas relações que estabelece no contexto escolar entre
52
53
professor-aluno, professor-professor e professor-unidade escolar;
gerir o seu fazer pedagógico articulando-o a diversificados ambientes de
aprendizagem com duração de tempo e espaço adequados e também diversificados;
trabalhar em equipe.
desenvolver uma visão de totalidade sobre o mundo;
atuar de maneira interdisciplinar;
desenvolver atitudes propositivas que levem em conta a análise da realidade, a busca
de intervenções que possibilitem a sua melhoria, a concretização de ações e a
avaliação dos processos, num movimento dinâmico e constante;
priorizar o efetivo aprendizado de seus alunos, como concretização da sua prática
docente
53
54
8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Em decorrência dos princípios propostos na concepção do curso, que prevê como
fundamentos essenciais, durante todo o seu percurso, a flexibilidade curricular,
metodologias de ensino que tenham como foco a aprendizagem, a interdisciplinaridade,
a construção de postura crítico-reflexiva acerca das discussões do mundo
contemporâneo e indissociabilidade entre teoria e prática, é importante destacar dois
momentos neste currículo. O primeiro diz respeito aos dois semestres iniciais, chamado
de Ciclo Comum de Formação, que tem caráter de formação generalista,
proporcionando ao aluno uma visão ampla das relações entre o homem e o mundo. O
segundo, a partir do terceiro semestre, dá ênfase à formação específica da área de física,
aliado à formação pedagógica do “ser professor”.
O Ciclo Comum de Formação será uma etapa comum aos Cursos de Licenciatura
em Geografia, História, Matemática, Física, Ciências Biológicas e Química. Pela
natureza de proximidade na formação, também será comum ao Curso de Serviço Social.
Dada a sua especificidade, apresentaremos a seguir o perfil desejado para o
aluno ao término desta etapa de formação:
Professor formado com excelência para atuar nos quatro
anos finais do Ensino Fundamental e Médio da Educação
Básica, de forma criativa, crítico-reflexiva, democrática,
ética
e
comprometida
com
uma
aprendizagem
transformadora, a partir do domínio teórico-prático do
seu campo de saber, com habilidade para usar recursos
tecnológicos
diversos
na
solução
de
problemas
específicos, tendo em vista o desenvolvimento do aluno em
todas as suas dimensões.
A partir deste perfil apresentamos, ainda, os objetivos propostos para o Ciclo
Comum de Formação:
formar um cidadão ético para atuar no aperfeiçoamento das relações
pessoais e sociais em uma sociedade pluralista e multicultural;
desenvolver o posicionamento crítico-reflexivo acerca de temas
discutidos da atualidade;
ampliar a visão de mundo, percebendo que um mesmo fenômeno social
pode ser analisado à luz de diferentes saberes que são complementares e
54
55
inter-dependentes;
perceber que nessa organização curricular atendemos ao princípio da
interdisciplinaridade e que os conteúdos específicos desenvolvidos durante a
formação só terão significado se colaborarem para uma visão de totalidade
sobre o mundo;
ter acesso a conhecimentos variados, de diferentes matrizes teóricas, para
incorporar ao escopo da sua integralidade humana;
desenvolver atitude de pesquisa permanente;
articular fundamentos teóricos desenvolvidos em situações da
vida
cotidiana;
buscar equilíbrio entre formação acadêmica, científica e cultural dos
alunos;
favorecer o protagonismo dos estudantes em sua formação acadêmica,
científica e cultural, a partir do entendimento da complexidade dos
fenômenos estudados;
propiciar trocas e cooperação entre os estudos realizados nos eixos
temáticos de formação, especialmente na unidade temática:
Estudos e
Desenvolvimento de Projetos, tendo em vista sua natureza de estudo
colaborativo;
envolver a Universidade na discussão de assuntos que possam reverter
em melhorias para a comunidade em que está inserida, cumprindo sua
responsabilidade social.
8.1. Competência e Habilidades - Ciclo Comum de Formação
Formar o aluno em sua totalidade, numa perspectiva generalista e humanística,
para que ele seja capaz de:
pensar a complexidade humana, a partir das diferentes áreas de saber
contempladas no Ciclo de Formação Comum, vivências e experiências pessoais
e sociais e posicionar-se em relação a estas referências;
ler textos em diferentes linguagens, apropriando-se das suas informações
explícitas e também sendo capaz de fazer inferências, ou seja, lendo o que está
implícito;
55
56
usar adequadamente diferentes linguagens em suas mais variadas manifestações:
visual, corporal, gestual, artística, oral, escrita, matemática, informacional, entre
outras, em diferentes situações e em diferentes níveis de formalidade;
redigir textos, em língua portuguesa, com coesão e coerência, criatividade,
autoria e adequação à situação de comunicação e aos padrões da gramática
normativa;
desenvolver atitude de pesquisa como componente indissociável do seu fazer
acadêmico;
desenvolver hábitos de aprendizagem permanente;
gerir a sua atividade discente, com o desenvolvimento de disciplina e autonomia
para os estudos acadêmicos presenciais e semi-presenciais;
trabalhar em equipe;
desenvolver uma visão sistêmica sobre os temas e problemas de sua área de
atuação;
desenvolver atitudes propositivas que levem em conta: a análise da realidade, a
busca de intervenções que possibilitem a sua melhoria, a concretização de ações
e avaliação, num movimento dinâmico e constante.
8.2. Desenho curricular do Ciclo Comum de Formação
O currículo do Ciclo Comum de Formação dos Cursos de Licenciatura, na UFTM,
está organizado de maneira que os três eixos o perpassam, conforme a figura abaixo:
Quadro 1 - Matriz Curricular do 1º período do Ciclo Comum de Formação Cursos
de Licenciatura e Serviço Social.
EIXO
UNIDADES TEMÁTICAS
VIDA
EM Homem, Sociedade e Cultura
PERÍODO
I
SOCIEDADE E
FORMAÇÃO
CARGA CATEGORIA
HORÁRIA/
CRÉDITOS
90h/a
Obrigatória
6c
Eletiva ofertada pelo Curso de
PEDAGÓGICA Licenciatura em Geografia
I
30h/a
2c
56
Eletiva
57
COMUM
Eletiva ofertada pelo Curso de
I
Licenciatura em Matemática
Eletiva ofertada pelo Curso de
I
30h/a
Eletiva
2c
Eletiva ofertada pelo Curso de
em
Eletiva
2c
Licenciatura em Química
Licenciatura
30h/a
I
Ciências
30h/a
Eletiva
2c
Biológicas
Eletiva ofertada pelo Curso de
I
Serviço Social
Eletiva
2c
Leitura e Produção de Textos
I
MÚLTIPLAS
LINGUAGENS
30h/a
60h/a
Obrigatória
2c
Metodologia Científica
I
30h/a
Obrigatória
2c
Estudo e Desenvolvimento de
I
Projetos I
Atividades
60h/a
Obrigatória
4c
Acadêmico-
I
30h/a
Obrigatória
I
30h/a
Eletiva
Científico-Culturais
ESPECIFICIDA Eletiva ofertada pelo Curso de
DES NA ÁREA Licenciatura em Física
DE
2c
Matemática Básica para os
I
LICENCIATURA cursos de Exatas
30h/a
Obrigatória
2c
EM FÍSICA
* As Uts eletivas serão ofertadas semestralmente, cabendo ao Colegiado de Curso a definição de
outras possibilidades de oferta que concorram para o enriquecimento curricular do aluno. Portanto,
periodicamente o Colegiado de Curso avaliará essa oferta e decidirá pela sua variação ou não. Caso isso
aconteça, as novas opções de eletivas deverão ser incluídas no ementário do Projeto Pedagógico de Curso.
Quadro 2 - Matriz Curricular do 2º período do Ciclo Comum de Formação Cursos
de Licenciatura e Serviço Social.
EIXO
UNIDADES TEMÁTICAS
57
PERÍODO
CARGA
CATEGORIA
HORÁRIA/
CRÉDITOS
58
VIDA
EM Formação
Sócio-Histórica
II
SOCIEDADE E Brasileira
FORMAÇÃO
30h/a
Obrigatória
2c
Trabalho e Sociabilidade
II
PEDAGÓGICA
90h/a
Obrigatória
6c
COMUM
MÚLTIPLAS
Letramento Matemático
II
LINGUAGENS
Educação
e
II
Tecnologias
II
Projetos II*
Atividades
30h/a
Obrigatória
2c
Estudo e Desenvolvimento de
60h/a
Obrigatória
4c
Acadêmico-
II
Científico-Culturais
30h/a
Obrigatória
2c
ESPECIFICIDA Fundamentos de Física
II
DA
FORMAÇÃO
Obrigatória
2c
Comunicação,
DES
30h/a
60h/a
Obrigatória
4c
Introdução ao cálculo diferencial
NA ÁREA DE e Integral
II
30h/a
Obrigatória
2c
LICENCIATUR
A EM FÍSICA
* Para cursar Estudos e Desenvolvimento de Projetos II o aluno deverá ter sido aprovado em
Estudos e Desenvolvimento de Projetos I
A organização curricular do Ciclo Comum de Formação e conseqüentemente de
todo o curso, conforme expresso no capítulo “Concepção do Curso”, traduz a idéia de
que é necessário partir de uma visão ampla sobre as relações entre o homem e o mundo.
Para isso, o aluno desenvolverá diferentes habilidades para construir as competências
necessárias.
De cada unidade temática emanam conteúdos articulados de modo a não perder de
vista a interdisciplinaridade, a autonomia do aluno para desenvolver investigações em
áreas diversas de estudo e pesquisas em parceria com outras instituições que investigam
as mesmas temáticas.
Metodologicamente, espera-se que a prática pedagógica privilegie um movimento
constante de interação teórico-prática, permeada pelas relações interpessoais e
58
59
desdobramentos do campo pedagógico. Nesse sentido, estudar os fundamentos das
ciências, só terá significado e relevância se for oportunizado ao ingresso, experiências
de confrontação com a realidade, além das discussões conceituais, para que o estudante
tenha condições, inclusive, de pensar a possibilidade de sua transformação.
8.3 Organização Curricular da Formação Específica do Professor de Física
Segundo as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica (Resoluções CNE/CP 1/1999, 1 e 2/2002 – Pareceres
CNE/CP 09, 21, 27 e 28/2001); às Diretrizes Nacionais Curriculares para os Cursos de
Física (Parecer CNE/CES nº 1.304 e Resolução CNE/CES nº 9); aos Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN) - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, o
graduado em licenciatura em Física é um profissional capaz de:
Compreender e explicar os diferentes conceitos que informam as estruturas e as
relações sócio-históricas de uma dada sociedade;
A integração entre os conhecimentos específicos da área de Física e os
conhecimentos de educação;
A transposição didática dos conhecimentos aprendidos durante o curso e que
serão objeto de sua intervenção no contexto escolar, considerando-se sua
relevância e inserção nas diferentes etapas da Educação Básica;
A reflexão sobre condicionantes sociais, históricos e pedagógicos que
caracterizam os processos de ensinar e aprender na área de Física;
A motivação para o desenvolvimento de pesquisas sobre os processos de ensino
e aprendizagem dos conteúdos de Física na Educação Básica;
Conhecer os princípios físicos básicos, bem como de suas diferentes
modalidades de combinações no tempo e no espaço;
Saber transitar pelas fronteiras entre a Física e outras áreas do conhecimento
sendo capaz de diferenciá-las;
Ter as competências necessárias para atuar no ensino de Física, tanto no âmbito
formal, como em práticas não-formais, para produzir materiais pedagógicos e
para refletir sobre as questões referentes ao ensino da Física nos diferentes
âmbitos e níveis em que ele se desenvolve;
59
60
Estar capacitado para desenvolver a pesquisa e a produção de conhecimento não
só no âmbito da produção acadêmica propriamente dita, como em instituições de
pesquisa, públicas e privadas, atuar em assessorias para o desenvolvimento de
políticas e projetos na gestão que envolvam processos físicos.
E, atendendo as diretrizes acima elencadas, o curso de Licenciatura em Física da
UFTM, fundamentado na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão propõe o
desenvolvimento das seguintes competências e habilidades:
Domínio das linhas gerais da Física em suas várias dimensões e conhecer as
principais vertentes teóricas que orientam as aplicações e análises físicas.
Realizar a articulação entre informações teóricas e experimentais de forma
crítica, tanto na atividade de docência quanto na de pesquisa, seja no âmbito
acadêmico, como em instituições de pesquisa, de desenvolvimento de projetos
ligados à gestão de ensino;
Dominar os conteúdos básicos que são objetos de ensino-aprendizagem no
ensino fundamental e médio, bem como os métodos e técnicas pedagógicas que
permitam a transmissão do conhecimento para os diferentes níveis de ensino;
Manter um diálogo interdisciplinar, matizando aquilo que é especificidade do
campo da física e alargando a possibilidade de propor questões e objetos para o
estudo da Física;
Considerar as preocupações do presente e os compromissos de (re)escrever os
desafios encontrados na prática do ensino de física, a partir da problematização
da realidade vivida, particularmente nos projetos e atividades de extensão e
ensino de Física.
Integrar suas práticas ao contexto da cultura digital, da aprendizagem
colaborativa, aberta e em rede.
As Diretrizes Curriculares Nacionais que orientam a elaboração do projeto
pedagógico do curso enfatizam a necessidade de se adotar uma nova abordagem para a
formação do profissional, uma vez que a sociedade, hoje tão competitiva,
demandaprofissionais flexíveis e com capacidade de adaptação às novas realidades, de
tal forma que o curso de graduação em Física deve ser estruturado para permitir que os
egressos adquiram habilidades e competências que o mundo globalizado vem exigindo e
60
61
para o exercício do trabalho em atividade docente. Além disso, o curso deve facilitar e
promover o processo de compreensão do meio sócio-econômico, histórico-cultural e
político destes egressos, os quais serão importantes agentes na formação de cidadãos.
O curso tem a prática pedagógica como articuladora da integração entre o saber
acadêmico e a prática profissional para permitir o desenvolvimento de competências e
habilidades a serem utilizadas na prática docente, pois entende que a formação de
professores deva estar fundamentada em um desenvolvimento intelectual e profissional.
A seguir, as Unidades Temáticas da formação específica do professor de Física:
EIXO
UNIDADES TEMÁTICAS
PERÍODO
CARGA
HORÁRIA*/
CATEGORIA
CRÉDITOS
Física I
III
Física Experimental I
III
Geometria Analítica
III
Cálculo Diferencial e
Integral I
Física II
III
IV
DES DA
Física Experimental II
IV
FORMAÇÃO NA
Física Matemática I
IV
Cálculo Diferencial e
Integral II
Física III
IV
Física Experimental III
V
Física Computacional
V
Cálculo Diferencial e
Integral III
Física IV
V
VI
Física Experimental IV
VI
Química Geral
VI
Física Matemática II
VI
ESPECIFICIDA
ÁREA DE
LICENCIATURA
EM FÍSICA
V
61
75 h/a
5c
45 h/a
3c
30 h/a
2c
60 h/a
4c
75 h/a
5c
45 h/a
3c
30 h
2c
60 h/a
4c
75 h/a
5c
30 h
2c
30 h
2c
60 h
4c
60 h
4c
30 h
2c
60 h
4c
45 h/a
3c
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
62
MÚLTIPLAS
LINGUAGENS
Eletromagnetismo
VII
75 h/a
5c
60 h
4c
60 h
4c
30 h
2c
60 h
4c
75 h
5c
45h
3c
60h
4c
60 h
4c
30h
2c
Obrigatória
Mecânica Clássica
VII
Termodinâmica
VII
Eletiva 3
VIII
Evolução dos Conceitos da
Física
Estrutura da Matéria
VIII
Laboratório de Estrutura da
Matéria
TCC I
VIII
TCC II
VIII
Estudos e Desenvolvimento
III
IV
30h
2c
Obrigatória
V
30h
2c
Obrigatória
VI
30h
2c
Obrigatória
III
30h/a
2c
Obrigatória
IV
30h/a
2c
Obrigatória
V
30h/a
2c
Obrigatória
VI
30h/a
2c
Obrigatória
VII
30h/a
2c
Obrigatória
VIII
30h/a
2c
Obrigatória
VIII
VII
de Projetos III
Estudos e Desenvolvimento
de Projetos IV
Estudos e Desenvolvimento
de Projetos V
Estudos e Desenvolvimento
de Projetos VI
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
* Carga horária considerada em horas/aula, módulos de 50 min. cada.
62
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
Obrigatória
63
8.4 Organização Curricular da Formação Pedagógica Comum aos Cursos de
Licenciatura
EIXO
VIDA
UNIDADES
TEMÁTICAS
PERÍODO
EM Concepções de educação e
III
SOCIEDADE E novos paradigmas
FORMAÇÃO
PEDAGÓGICA
COMUM
CARGA
HORÁRIA/
CRÉDITOS
30 h/a
2c
CATEGORIA
Obrigatória
Política e organização da
Educação Básica no Brasil
III
30 h/a
2c
Obrigatória
História da Educação no
Brasil
Didática Geral e Saber
Docente
Teorias e estratégias de
IV
30 h/a
2c
30 h/a
2c
30h/a
Obrigatória
IV
V
aprendizagem
O
Obrigatória
Obrigatória
2c
planejamento
em
V
Educação
30h/a
Obrigatória
2c
30 h/a
2c
30 h/a
2c
Obrigatória
VII
30 h/a
2c
Obrigatória
Língua Brasileira de Sinais
VII
Obrigatória
Currículo Escolar
VIII
30 h/a
2c
30 h/a
2c
30 h/a
2c
V
120 h
8c
Obrigatória
VI
120 h
8c
Obrigatória
Avaliação Educacional
VI
Saberes do docente em
VI
Física
O Uso de Tecnologias de
Informação e Comunicação
Obrigatória
(TICs) na Aprendizagem de
Física
Instrumentação
para
o
VIII
Ensino de Física
Orientação
e
Estágio
Curricular Supervisionado I
Orientação
e
Estágio
Curricular Supervisionado
II
63
Obrigatória
Obrigatória
64
Orientação
e
Estágio
VII
120 h
8c
Obrigatória
VIII
120 h
8c
Obrigatória
Curricular Supervisionado
III
Orientação
e
Estágio
Curricular Supervisionado
IV
8.5. Unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos
A Unidade Temática Estudos e Desenvolvimento de Projetos (EDP), que faz parte
do eixo Múltiplas Linguagens, tem características bastante distintas em seu
desenvolvimento e, portanto, a necessidade de detalhamento, tanto no que diz respeito à
concepção, quanto na operacionalização presentes nesse projeto pedagógico.
A unidade temática EDP estará presente nos seis semestres iniciais do curso e será
organizada a partir de problemas/temáticas que sejam do interesse do aluno.
Os
problemas/temáticas escolhidos desencadearão o estudo de conteúdos integradores em
diferentes áreas de saber. Para isso as turmas, nessa unidade temática, serão organizadas
em grupos menores, com a carga horária semestral distribuída em 30h/a presenciais e
30h/a à distância, totalizando 60h/a semestrais e 04 créditos, nos dois primeiros
semestres. Nos demais semestres a carga horária da disciplina será 30 h/a presencias,
representando 02 créditos e as temáticas serão focadas na área de formação do aluno.
Todos os estudos desenvolvidos aí serão orientados pelos princípios da metodologia do
trabalho científico, que está incorporada às atividades.
Por ser uma das inovações curriculares presentes nessa proposta, é importante
fundamentar a EDP, tendo em vista os princípios teórico-metodológicos já apresentados
para o curso e a necessidade de articulação com as demais unidades temáticas.
Com o detalhamento que apresentaremos em relação à Unidade Temática
“Estudos e Desenvolvimento de Projetos”, esperamos que seus fundamentos sejam
considerados ao longo de todo o curso, no sentido de guardar estreita unidade entre os
ciclos comum e o específico da formação do licenciado em Física.
8.5.1. Fundamentos norteadores
Uma das habilidades que se pretende desenvolver ao longo do curso é a
64
65
possibilidade de trabalhar em equipe. Na unidade temática Estudos e Desenvolvimento
de Projetos, esse princípio será fundamental. Quando definido o problema/tema a ser
investigado, os grupos serão convidados a assumir uma postura de busca coletiva para
as possíveis soluções, articulando conteúdos de várias áreas do conhecimento. Terão,
por isso, um papel ativo na construção de conhecimento.
Para fundamentar nossa proposta de EDP, utilizaremos como referência o material
produzido pela USP – Leste (2007), especialmente quando apresenta os processos
acadêmicos do que chamam de “Resolução de Problemas – RP”. De acordo com esse
material, os estudos envolvem grupos de alunos que atuam da seguinte maneira:
identificando problemas na realidade científica e cotidiana;
discutindo um problema particular;
utilizando seus próprios conhecimentos e experiências, com o auxílio de
professores e outros meios, na busca de respostas para o problema abordado;
levantando uma série de hipóteses que podem explicar e resolver o problema;
procurando investigar as hipóteses apontadas;
apontando as possíveis respostas e/ou soluções e, no final do processo,
preparando um relatório acadêmico contendo reflexões teóricas e análises sobre
o problema estudado, e socializando os resultados do projeto desenvolvido com
o coletivo da classe.
Percebe-se que, com esta perspectiva de trabalho acadêmico, o papel do professor
sofre mudanças e passa a ter o papel de mediador das aprendizagens que serão
construídas pelo aluno a partir de suas orientações. De acordo com Krasilchik (2007),
(...) embora em nível internacional existam várias
maneiras de adotar o trabalho com Resolução de
Problemas, as bases teóricas e os princípios de
aprendizagem são os mesmos: a ação do sujeito que
aprende sobre os objetos de conhecimento e uma estrutura
de ensino-aprendizagem que tem a experiência como base
de sustentação. Tais idéias encontram suas raízes nos
trabalhos de autores como J. Piaget, L. Vygotsky, J.
Dewey e K. Lewin, mas também autores mais recentes
como Kolb (1984), Lave and Wenger (1991) e Gardner
(2000).
65
66
Com este trabalho, pretendemos que o EDP dê protagonismo aos alunos no ato
educativo, lhes permitindo aprender a aprender.
A avaliação da aprendizagem, coerente com os princípios desta proposta
pedagógica, deve ser processual, mediadora, formativa, contínua, de modo que permita
verificar se a aprendizagem está sendo significativa.
Fundamentados na concepção educativa do sócio-interacionismo, propomos a
organização do EDP, para que a aprendizagem tenha relevância e significado para a
construção de novos conhecimentos a partir de uma ação ativa do sujeito. Com isso,
acreditamos que ele poderá ser protagonista na construção, produção e
transformação da realidade, além de desenvolver uma postura científica desde o
início da sua formação.
E o papel docente no EDP, assim como em todo o curso? Passa a ser
reconfigurado
numa
relação
mediadora,
facilitadora
da
aprendizagem.
A
responsabilidade dos novos saberes passa a ser do aluno, tendo o professor o papel de
orientador dos estudos. Segundo Marques (2008, p.5):
(...) o papel do professor é de um apoiante e facilitador,
um mediador fundamental, que procura que sejam tidas
em conta as diferenças cognitivas, sociais e afetivas dos
alunos e que as interações se caracterizem pelo respeito
mútuo, em que o erro seja tido como motor de
desenvolvimento e em que haja lugar para a exigência,
para a responsabilidade e solidariedade.
A metodologia a ser utilizada no EDP leva em conta a construção e o
desenvolvimento de projetos, concebidos como estratégia-base para que o aluno, desde
o primeiro semestre, desenvolva a pesquisa como princípio fundamental em sua
formação acadêmica. De acordo com Marques (2008) elaborar projetos situa os alunos
na condição de agentes na construção do conhecimento, possibilitando o
desenvolvimento de habilidades de análise, síntese e argumentação que são
fundamentais na formação de profissionais melhor qualificados.
A escolha da metodologia de projetos também leva em conta o que nos afirma
Krasilchik apud Jensen (2004):
(...) o trabalho com projetos, além de ser a forma com que
a maioria das empresas, públicas e privadas, vem
organizando sua estrutura operacional, ao ser introduzido
como estratégia de aprendizagem, motiva os estudantes e
66
67
aumenta sua atividade. Além disso, assegura um
aprendizado mais profundo sobre os temas investigados e,
devido ao relatório que deve ser produzido ao final do
projeto, melhora as habilidades dos estudantes no registro
documental e análise das informações.
8.5.2. Formas de operacionalização
Apresentamos, na seqüência, fases que consideramos fundamentais para o
desenvolvimento das atividades em EDP:
1. Definição, em reunião de Colegiado de Curso, de temas gerais, dos quais se
originarão os problemas a serem abordados nos projetos de cada grupo de
estudo.Estes temas deverão ser pertinentes aos conteúdos ministrados nas
unidades temáticas de cada semestre ou dos anteriores, com a possibilidade de
também estarem articulados com a programação das atividades acadêmicocientífico-culturais, numa visão interdisciplinar. É importante destacar que, do
terceiro ao sexto períodos, cada semestre de EDP se ocupará de uma abordagem
específica da área de ensino de Física, tais como: experimentação, História da
Ciência e o uso de simulações computacionais. Essa escolha deve também estar
associada ao contexto social vivido pelo aluno, pois segundo Marques (2008), “a
utilização de temas associados à vida cotidiana e à região, favorece a integração
do estudante no curso, demonstrando ainda o potencial do mercado na absorção
dos profissionais formados.”.
2. A partir dos temas gerais, cada grupo deverá elaborar o seu tema/problema de
pesquisa, com orientação do docente de EDP a que ficará responsável a sua
turma.
Concomitantemente ao desenvolvimento do projeto, que poderá seguir uma
estrutura básica, ou seja: definição do problema de pesquisa, objetivos, justificativa,
procedimentos metodológicos e bibliografia, o respectivo docente orientador da turma,
organizará estudos paralelos feitos presencialmente e a distância (esses específicos aos
dois primeiros semestres do curso) para nortear o projeto em desenvolvimento. Como
sugestão de organização dos estudos feitos a distância, sugerimos os roteiros de estudo
e/ou utilização de ambiente virtual de aprendizagem. Além da organização dos estudos a
distância feitos por meio de roteiros, é importante que o docente orientador registre, em
67
68
instrumento próprio, a entrega desses estudos feitos pelos alunos. Esse registro poderá
se constituir em importante fonte para avaliação das atividades não presenciais, visto
que será uma forma de registrar a presença e o envolvimento dos alunos com o
desenvolvimento do trabalho.
1. Como conteúdo dos estudos feitos, presencialmente e a distância, além das
temáticas gerais pesquisadas, sugerimos a inclusão de temáticas básicas ligadas
a metodologia do trabalho científico, metodologia de projetos. Outras
ferramentas para orientar os estudos a distância, poderão ser utilizadas pelo
orientador de EDP que terá flexibilidade para escolher àquelas que considerar
mais pertinentes. Para isso poderá escolher: ambientes virtuais de aprendizagem,
blogs, e-mails, msn, chats, lista de discussões, Facebook, fóruns, entre outras
opções.
2. Cada grupo de estudos definirá um planejamento para o desenvolvimento do seu
projeto, com a orientação do docente de EDP. Neste planejamento deverão
constar: o levantamento bibliográfico a ser consultado, as etapas do trabalho,
cronogramas, definição de responsabilidades dentro do grupo e demais ações
que se fizerem necessárias. Vale lembrar que com o desenvolvimento do projeto,
algumas práticas ou idas a campo para observação e coleta de dados poderão ser
realizadas, embora não signifique que a pesquisa de campo deva ser uma
exigência do trabalho a ser desenvolvido. Mas pode ser uma boa escolha, a ser
incentivada pelo professor, considerando que o contato com a realidade, tal
como ela se apresenta, é uma diretriz importante para a formação de professores,
conforme expresso na Resolução CNE/CP 1 de 2002, art. 12, parágrafo 2°: “A
prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação
do professor”. E mais a frente, no mesmo documento, art. 13, parágrafo 1°: “A
prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e
reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas
observações realizadas e a resolução de situações-problema.”
3. Outra etapa do trabalho de EDP diz respeito ao registro da Prática de Ensino.
Conforme expresso na Resolução CNE/CP 1 de 2002, art. 13 que diz que “em
tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática
transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das
diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar”, faremos a opção por
68
69
integralizar nossa Prática de Ensino, enquanto componente curricular,
articulando ao trabalho de EDP nos primeiros seis semestres do curso. Isso não
dispensa todos os demais componentes curriculares de terem uma dimensão
prática. Para integralização das 60h semestrais de Práticas de Ensino, articuladas
ao trabalho de EDP, sugerimos que o resultado da pesquisa seja socializado
semestralmente, e as ações referentes ao planejamento e concretização dessa
socialização, sejam registrados sob a forma do que chamaremos de Relatório
Avaliativo da Prática de Ensino. A socialização pode ocorrer de inúmeras
formas: em eventos de caráter científico-extensionista, seja na própria
universidade ouem espaços de aprendizagem não formal ou via ferramentas web
2.0 compartilhando os resultados no espaço virtual., entre outras opções.
Sugerimos que o Relatório Avaliativo da Prática de Ensino contenha as
impressões do processo, incluindo o planejamento do trabalho de socialização; a
definição das tarefas no grupo; a socialização e a avaliação do trabalho de
socialização.
Para a organização das aulas de EDP, tanto presenciais como a distância, a
flexibilidade será uma constante, não havendo uma única forma de funcionamento.
Cada docente orientador deverá elaborar sua própria estratégia. Apesar disso, quatro
momentos podem ser considerados comuns nessa organização:
a) aproximação ao tema e análise do problema;
b) desenvolvimento de ações que levem à resolução do problema;
c) formas de registro das ações e reflexões desencadeadas pelo problema, inclusive
na carga horária referente às Práticas de Ensino, que deverão também constar no
Portfólio do Projeto;
d) socialização dos conhecimentos produzidos.
Nessa proposta, acreditamos que a avaliação não é fim, mas meio. Para o aluno,
um meio de corrigir erros e tomar outros caminhos em sua construção de conhecimentos
e para o professor, meio de aperfeiçoar seus procedimentos de ensino-aprendizagem.
Fundamentados numa concepção de avaliação formativa, que consiste no fornecimento
de informações que serão utilizadas pelo docente, objetivando a melhoria do aluno
durante o seu processo de aprendizagem, sugerimos a utilização do portfólio como um
dos instrumentos avaliativos, por se diferenciar de outro trabalho acadêmico na medida
69
70
em que é construído por meio de reflexões a partir de diferentes linguagens, além de ser
um meio para se organizar as aprendizagens. A partir deste modelo de organização, o
processo será conduzido de forma significativa e coerente com as concepções
educativas aqui apresentadas.
8.5.3. Avaliação da Unidade Temática EDP
Sintetizando o exposto até agora, relativo à operacionalização de EDP, é
importante que o docente orientador tenha claro os seguintes critérios para consolidar
sua avaliação do discente:
I.
II.
Cumprimento da carga horária prevista.
Cumprimento das atividades propostas, sejam nos momentos presenciais ou a
distância.
III.
Socialização do resultado da pesquisa, seja na forma de um projeto de pesquisa
seja na forma de um relatório de pesquisa ou artigo científico.
IV.
Apresentação de um instrumento de avaliação definido pelo docente responsável
pela disciplina que permita um acompanhamento do processo de construção do
trabalho desenvolvido pelo aluno.
8.6. Unidades Temáticas Optativas
Serão oferecidas como atividades do currículo mínimo estabelecido e constituem
uma opção para o aluno complementar seus estudos independentes e outras atividades
científico-culturais, bem como a formação didático-pedagógica. Também podem estar
relacionadas às respectivas linhas de pesquisas pretendidas por cada aluno.
As unidades temáticas optativas serão oferecidas com base nas necessidades dos
alunos e será levado em consideração o interesse dos grupos de pesquisas nos
respectivos Eixos Temáticos e também os critérios definidos pelo corpo docente.
8.7. Atividades Práticas Curriculares - APC
A legislação relacionada aos cursos de licenciatura determina que o currículo
desenvolva tanto atividades práticas como teóricas que se relacionem com o exercício
da docência do futuro professor da escola básica. Diante disso, foi prevista a inclusão
das Atividades Práticas Curriculares segundo orientações apontadas pela Resolução
CNE/CP Nº 01/2002, conforme se lê no artigo 12:
70
71
§ 1º A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um
espaço isolado, que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do
curso.
§ 2º A prática deverá estar presente desde o início do curso e
permear toda a formação do professor.
§ 3º No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os
componentes curriculares de formação, e não apenas nas disciplinas
pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática.
Desse modo, a fim de atender a legislação pertinente aos cursos de graduação, foi
aprovado pelo Colegiado de Graduação a criação de um novo campo na matriz
curricular para registro de tais atividades, denominado Atividades Práticas Curriculares
– APC.
Nos Projetos Pedagógicos dos cursos de Licenciaturas e Serviço Social as
Atividades Práticas Curriculares nos primeiros seis períodos estão vinculadas à Unidade
Temática de Estudos e Desenvolvimento de Projetos - EDP. A metodologia a ser
utilizada em EDP leva em conta a construção e desenvolvimento de projetos,
concebidos como estratégia-base para que o aluno, desde o primeiro semestre,
desenvolva a pesquisa como princípio fundamental em sua formação acadêmica. Sendo
assim, a EDP proporciona aproximação com os temas a serem estudados e a Atividade
como Prática Curricular aproxima os alunos ao contexto onde essas temáticas se
desenvolvem, ou seja, no campo profissional.
A partir do sétimo período do curso, quando não existem mais EDPs, as
Atividades Práticas Curriculares – APCs serão distribuídas dentro das unidades
temáticas, de modo que não haja indissociabilidade entre teoria e prática na formação do
futuro professor.
Assim, as Atividades Práticas Curriculares deverão se constituir em momentos de
formação privilegiados para articular o conhecimento conceitual da “matéria de ensino”
com os conteúdos a serem ensinados na Educação Básica, considerando condicionantes,
particularidades e objetivos de cada unidade escolar.
71
72
9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
Vigência a partir do 2° Semestre de 2010
9.1. Por eixo temático
EIXO/PERÍODO
ESPECIFICIDADES
DA FORMAÇÃO
NA ÁREA DE
LICENCIATURA
EM FÍSICA
I PERÍODO
II PERÍODO
III PERÍODO
IV PERÍODO
V PERÍODO
VI PERÍODO
VII PERÍODO
VIII PERÍODO
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade
Unidade Temática
Unidade
Temática
Temática
Temática
Temática
Temática
Temática
Carga horária
Temática
Carga horária
Carga horária
Carga horária
Carga horária
Carga horária
Carga horária
Introdução à
Fundamentos da
Ciência
Física
Física I
75 h/a
5c
Física II
75 h/a
5c
Física III
75 h/a
5c
Física IV
60 h/a
4c
(Eletiva 1)
60 h/a
30 h/a
4c
Carga horária
Eletromagnetismo
Estrutura da
75 h/a
5c
Matéria
75 h/a
5c
2c
Matemática
Introdução ao
Física
Física
Física
Física
Mecânica Clássica
Laboratório de
Básica para
Cálculo
Experimental I
Experimental II
Experimental III
Experimental IV
60 h/a
Estrutura da
Cursos de Exatas
Diferencial e
30 h/a
2c
30 h/a
2c
Matéria
Integral
45 h/a
3c
4c
30 h/a
45 h/a
3c
2c
30 h/a
2c
72
45 h/a
3c
73
Geometria
Analítica
30 h/a
2c
Física
Física
Química Geral
Termodinâmica
Eletiva 3
Matemática I
Computacional
60 h/a
60 h/a
30 h/a
30 h/a
2c
30 h/a
2c
4c
4c
2c
Cálculo
Cálculo
Cálculo
Física Matemática
Evolução dos
Diferencial e
Diferencial e
Diferencial e
II
Conceitos da
Integral I
Integral II
Integral III
Física
60 h/a
60 h/a
60 h/a
45 h/a
3c
4c
4c
4c
60 h/a
4c
Leitura e
Comunicação,
TCC I
TCC II
Produção de
Educação e
30 h/a
30 h/a
Textos
Tecnologias
2c
2c
MÚLTIPLAS
60 h/a
30 h/a
LINGUAGENS
4c
2c
Metodologia
Letramento
Científica
Matemático
30 h/a 2c
30h/a 2c
73
74
Atividades
Atividades
Atividades
Atividades
Atividades
Atividades
Atividades
Atividades
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Acadêmico-
Científico-
Científico-
Científico-
Científico-
Científico-
Científico-
Científico-Culturais
Científico-
Culturais
Culturais
Culturais
Culturais
Culturais
Culturais
30 h/a
Culturais
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
2c
30 h/a
2c
2c
2c
2c
2c
2c
Estudos e
Estudos e
Estudos e
Estudos e
Estudos e
Estudos e
Desenvolvimento Desenvolvimento
Desenvolvimento
Desenvolvimento Desenvolvimento
2c
Desenvolvimento
de Projetos I
de Projetos II
de Projetos III
de Projetos IV
de Projetos V
de Projetos VI
60 h/a*
60 h/a*
30 h/a
30 h/a
30 h/a
4c
4c
2c
2c
30 h/a
2c
VIDA EM
Homem,
Formação
Concepções de
História da
Teorias e
Saberes do
O Uso de
SOCIEDADE E
Sociedade e
Sociohistórica do
educação e novos
Educação no
Estratégias de
docente em Física
Tecnologias de
FORMAÇÃO
Cultura
Brasil
paradigmas
Brasil
aprendizagem
30h/a
Informação e
PEDAGÓGICA
90 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30h/a
2c
Comunicação
COMUM
6c
2c
2c
2c
2c
2c
(TICs) na
Aprendizagem de
Física
30 h/a
2c
74
75
Eletiva 2
Trabalho e
Política e
Didática geral e
O planejamento
Avaliação
Língua Brasileira de
Currículo
30h/a
Sociabilidade
organização da
saber docente
em educação
educacional
Sinais
Escolar
2c
90h/a
Educação Básica
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
30 h/a
6c
no Brasil
2c
2c
2c
2c
2c
30 h/a
2c
Instrumentação
para o Ensino de
Física
30 h/a
2c
Orientação e
Orientação e
Orientação e
Orientação e
Estágio Curricular Estágio Curricular
Estágio Curricular
Estágio
Supervisionado I
Supervisionado II
Supervisionado III
Curricular
120 h/a
120 h/a
120 h/a
Supervisionado
8c
8c
8c
IV 120 h/a
8c
75
76
APC
APC
APC
APC
APC
APC
APC
APC
60 h/a
60 h/a
60 h/a
60 h/a
60 h/a
60 h/a
60 h/a
60h/a
4c
4c
4c
4c
4c
4c
4c
4c
(articulada com
(articulada com
(articulada com
(articulada com
(articulada com
(articulada com
(articulada com a
(articulada com
EDP)
EDP)
EDP)
EDP)
EDP)
EDP)
UT: O Uso de
a UT:
Tecnologias de
Instrumentação
Informação e
para o Ensino de
Comunicação
Física)
(TICs) na
Aprendizagem de
Física)
Carga Horária Total
420
420
390
390
495
*30h/a presenciais e 30h/a à distância
76
495
495
510
77
9.2. Por período
1° PERÍODO
Código
Horas-Aula
Unidades Temáticas
Créditos
Teórica
Prática
AD
APC
Total
HSC
Homem, Sociedade e Cultura
90
-
-
-
90
06
LPT
Leitura e Produção de Textos
60
-
-
-
60
04
30
-
30
60
120
08
30
-
-
-
30
02
30
-
-
-
30
02
EDP1
METOD
MATBA
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos I
Metodologia Científica
Matemática Básica para Cursos de
Exatas
Pré-requisito
-
Eletiva I
30
-
-
-
30
02
-
Eletiva II
30
-
-
-
30
02
00
30
-
-
30
02
300
30
30
60
420
28
-
Créditos
Pré-requisito
AACC1
Atividades Acadêmico-Científico
Culturais I
-
SubTotal
2° PERÍODO
Código
Horas-Aula
Unidades Temáticas
Teórica
Prática
AD
APC
Total
FSHB
Formação Sócio-Histórica do Brasil
30
-
-
-
30
02
TSOC
Trabalho e Sociabilidade
90
-
-
-
90
06
EDP2
Estudos
de
30
-
30
60
120
08
e
20
10
-
-
30
02
Letramento Matemático
30
-
-
-
30
02
Introdução ao Cálculo Diferencial e
30
-
-
-
30
02
Fundamentos da Física
60
-
-
-
60
04
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
290
40
30
60
420
28
e
Desenvolvimento
EDP1
Projetos II
CET
Comunicação,
Educação
Tecnologias
LMAT
ICDI
MATBA
Integral
FFISC
AACC2
Culturais II
-
SubTotal
77
-
78
3° PERÍODO
Horas-Aula
Unidades Temáticas
Código
FISC1
PréCréditos
Física I
Teórica
Prática
AD
APC
Total
75
-
-
-
75
05
requisito
MATBA,
FFISC
FIEXP1
Física Experimental I
GEOAN Geometria Analítica
00
45
-
-
45
03
30
-
-
-
30
02
CDI1
Cálculo Diferencial e Integral I
60
-
-
-
60
04
CENP
Concepções de Educação e Novos
30
-
-
-
30
02
30
-
-
-
30
02
de
30
-
-
60
90
06
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
30
02
255
75
60
390
26
Paradigmas
POEBB
Política e Organização da Educação
Básica no Brasil
EPD3
Estudos
e
Desenvolvimento
Projetos III
AACC3
Culturais III
-
SubTotal
-
-
4° PERÍODO
Horas-Aula
Código
PréCréditos
Unidades Temáticas
requisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
CDI2
Cálculo Diferencial e Integral II
60
-
-
-
60
04
CDI1
FISC2
Física II
75
-
-
-
75
05
FISC1
FIEXP2
Física Experimental II
00
45
-
-
45
03
FIEXP1
FMAT1
Física Matemática I
30
-
-
-
30
02
ICDI
HEB
História da Educação no Brasil
30
-
-
-
30
02
DGSD
Didática Geral e Saber Docente
30
-
-
-
30
02
EDP4
Estudos
de
30
-
-
60
90
06
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
255
75
-
60
390
26
e
Desenvolvimento
Projetos IV
AACC4
Culturais IV
-
SubTotal
78
-
79
5° PERÍODO
Horas-Aula
PréCréditos
Unidades Temáticas
Código
Teórica
Prática
AD
APC
Total
requisito
CDI3
Cálculo Diferencial e Integral III
60
-
-
-
60
04
CDI2
FISC3
Física III
75
-
-
-
75
05
FISC1
FIEXP3
Física Experimental III
00
30
-
30
02
FIEXP1
FCOMP
Física Computacional
15
15
-
30
02
FISC1,
-
GEOAN,
CDI1
TEAPR
Teorias
e
Estratégias
de
30
-
-
-
30
02
30
-
-
-
30
02
de
30
-
-
60
90
06
Curricular
15
105
-
-
120
08
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
255
180
-
60
495
33
Aprendizagem
PED
O Planejamento em Educação
EDP5
Estudos
e
Desenvolvimento
Projetos V
OECS1
Orientação
e
Estágio
Supervisionado I
AACC5
Culturais V
-
SubTotal
-
6° PERÍODO
Horas-Aula
Código
PréCréditos
Unidades Temáticas
requisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
Física IV
60
-
-
-
60
04
FISC1
Física Experimental IV
00
30
-
-
30
02
FIEXP1
Química Geral
30
30
-
-
60
04
Física Matemática II
45
-
-
-
45
03
FMAT1
30
-
-
60
90
06
FCOMP
Saberes do Docente em Física
30
-
-
-
30
02
AVED
Avaliação Educacional
30
-
-
-
30
02
OECS2
Orientação
Curricular
15
105
-
-
120
08
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
FISC4
FIEXP4
QUIG
FMAT2
EDP6
Estudos
e
Desenvolvimento
de
Projetos VI
SFIS
e
Estágio
Supervisionado II
AACC6
79
OESUP1
80
Culturais VI
-
SubTotal
240
195
-
60
495
33
-
7° PERÍODO
Horas-Aula
PréCréditos
Unidades Temáticas
Código
requisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
ELET
Eletromagnetismo
75
-
-
-
75
05
FISC3
MECC
Mecânica Clássica
60
-
-
-
60
04
FISC1
TERMO Termodinâmica
60
-
-
-
60
04
FISC2
LIBRAS Língua Brasileira de Sinais
30
-
-
30
02
TICFIS
30
-
-
60
90
06
Trabalho de Conclusão de Curso I
15
15
-
-
30
02
Orientação
Curricular
15
105
-
-
120
08
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
285
150
-
60
495
33
O Uso de Tecnologias de Informação
e
Comunicação
(TICs)
na
Aprendizagem de Física
TCC1
OECS3
e
Estágio
OESUP2
Supervisionado III
AACC7
Culturais VII
-
SubTotal
-
8° PERÍODO
Horas-Aula
PréCréditos
Unidades Temáticas
Código
requisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
Eletiva III
30
-
-
-
30
02
Evolução dos Conceitos da Física
60
-
-
-
60
04
ESTM
Estrutura da Matéria
75
-
-
-
75
05
FISC4
LABM
Laboratório de Estrutura da Matéria
00
45
-
-
45
03
FISC4
Instrumentação para o Ensino de
30
-
-
60
90
06
15
105
-
-
120
08
30
-
-
-
30
02
ECF
IEF
Física
OECS4
Orientação
e
Estágio
Curricular
Supervisionado IV
CESC
Currículo Escolar
80
OESUP3
81
TCC2
AACC8
Trabalho de Conclusão de Curso II
15
15
-
-
30
02
Atividades Acadêmico-Científico
00
30
-
-
30
02
255
195
-
60
510
34
TCC1
Culturais VIII
-
SubTotal
-
*APC – Atividade Prática Curricular
* AD – Componente Curricular a Distância
SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR
COMPONENTES CURRICULARES
HORAS-AULA
CRÉDITOS
2.205
147
90
6
-
-
Estágio Curricular Supervisionado
480
32
Práticas de Ensino – APC
480
32
Trabalho de Conclusão de Curso
60
4
Componentes Curriculares a Distância
60
4
Atividades Acadêmico-Científico- Culturais
240
16
3.615 h/a
241
Componentes Curriculares Gerais - Unidades Temáticas
Componentes Curriculares Eletivos
Componentes Curriculares Optativos
TOTAL DO CURSO
Carga Horária Total do Curso em horas = 3.012 horas 30 min
Tempo de integralização curricular (semestres/anos)
Mínimo
Máximo
8 semestres/4 anos
12 semestres/6 anos
ATO DE CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO/RECONHECIMENTO DO CURSO
Resolução nº. 04 da Congregação da UFTM de 25.10.2007
OBSERVAÇÃO:
1. De acordo com a Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, a duração
dos cursos será fixada em horas-aula (h/a). Cada h/a terá a duração de 50 minutos. O
crédito acadêmico corresponde a 15 (quinze) horas/aula.
2. Quando a CH semestral das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não for
cumprida deverá ser registrado Habilitado ou Inabilitado.
81
82
10. METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM
O Curso de Física-Licenciatura privilegia a interação dialógica como base teórica
das relações de ensino-aprendizagem. Nessa concepção, os participantes do processo
não fazem somente expressar um pensamento, ou transmitir uma informação, mas
trabalhar simultaneamente com seus interlocutores. A linguagem é vista como
instrumento humanístico, político e social de integração do homem no seu contexto.
Sabe-se que é por meio da linguagem que o homem decodifica a realidade e nela
intervém, quer seja transformando-a quer seja ratificando-a. Nessa perspectiva, entendese que sua proposta metodológica reflita essa concepção.
Assim, durante todo o desenvolvimento do curso, espera-se superar a passividade
que tende a dominar a sala de aula numa perspectiva tradicional e buscar nas atividades,
estratégias de ensino e postura docente, uma concepção educativa progressista, pautada
na interação, na mediação e principalmente na aprendizagem como elemento
sustentador da relação professor-aluno. O aluno deverá compreender o contexto sóciohistórico em que está inserido, para fazer parte da construção teórica que fundamentará
sua formação profissional. Desse modo, ele poderá se apresentar com competência
própria, realizando-se como sujeito ativo, crítico e participativo.
Não caberia mais ao aluno acumular passivamente as informações dos conteúdos,
mas de forma crítica e postura intelectual madura articular novos conhecimentos a
conhecimentos prévios, dando saltos qualitativos nos seus esquemas cognitivos e
afetivos de inteligência.
Diversificadas metodologias poderiam ser utilizadas a partir deste princípio, bem
como diferentes recursos de ensino. Como exemplos podemos citar o uso de técnicas
diversificadas de leitura e produção de textos, técnicas de ensino, dinâmicas de grupo,
trabalhos em grupo diversificados. Como recursos de ensino, o uso de TV, DVD, data
show, web 2, laboratório de informática, quadro de giz, vídeo-conferência, livros,
textos, entre outros.
A aprendizagem, nesse processo de formação integral, deverá ser orientada pelo
princípio metodológico geral traduzido pela ação-reflexão-ação que aponta a resolução
de situações-problema como uma das estratégias didáticas de ensino.
Ao se considerar a realidade humana e social atual, caracterizada pelo avanço
tecnológico e a informação instantânea, pela globalização e pela abordagem da
concepção dialética de educação, será levada em conta, na metodologia do curso, a
82
83
relação dialética entre teoria – prática contemplando, ao longo do curso:
a) a inclusão das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no aluno atitudes
e valores orientados para a cidadania;
b) em um “fazer” sustentado por um “dizer” e vice-versa;
c) um modelo interdisciplinar com integração dos conteúdos teóricos e práticos,
através da observação e intervenção na realidade. Utilização de práticas e de
recursos de ensino que estimulem maior envolvimento dos alunos e professores
com o objetivo de estudo;
d) a utilização de metodologias que privilegiem a participação ativa do aluno na
construção do conhecimento e a integração dos conteúdos, além de estimular a
interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência;
e) a busca de um novo paradigma de intervenção pedagógica fundamentado na
perspectiva da educação continuada; do registro das ações docentes; da pesquisa;
da inventividade; da compreensão da dimensão social e da formação do ser
humano para o exercício da cidadania.
Segundo o Parecer CNE/CP n.º 9/2001, a perspectiva metodológica deve propiciar
“situações de aprendizagem focadas em situações-problema ou no desenvolvimento de
projetos que possibilitem a interação dos diferentes conhecimentos, que podem estar
organizados em áreas ou disciplinas, conforme o desenho curricular.”
As situações escolares de ensino e aprendizagem são situações comunicativas, nas
quais os alunos e professores coparticipam, concorrendo com influência igualmente
decisiva para o êxito do processo.
83
84
11. PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
11.1. Concepção de avaliação
A educação, e tudo que a envolve, deve ser entendida como uma rede que interliga
os conhecimentos, num universo no qual as fronteiras do conhecimento deverão ser
cada vez mais estendidos e interligados. Neste prisma, admitimos que aprender
constitui-se em integrar novos dados, novos fatos, novas sensibilidades, novos saberes.
Integrá-los em processo complexo, gradual, que não pode ser medido e quantificado em
um só momento, torna-se essencial. Os princípios de interação e de integração devem
ser
percebidos
como
processos
de
aprendizagem-transformação-adaptação-
reaprendizagem-retransformação, bem como de formas compartilhada e global, que
somam as contribuições individuais para um trabalho coletivo.
Assim, a avaliação só pode ser um desmembramento da concepção “em cadeia”
em que se constitui a educação. Conseqüentemente, não se pode constituí-la como um
apêndice, visto que é tudo o que diz respeito ao processo. Sendo um contínuo trabalho
de integração, a avaliação é regida por modos e processos de aprendizagem para ser o
que é e para transformar-se no que virá a ser. Esta concepção do trabalho educativo
reconhece a múltipla experiência dialógica, vivida diariamente, em todo momento, e
não somente em uma situação singular. Deve se constituir em experiência, porque
envolve sempre o próprio trabalho; deve representar a relação de troca constante entre
os pares e os orientadores do trabalho acadêmico; deve ser também fruto de uma
vivência adquirida de um novo conhecimento significativo como ato de aprendizagem,
que necessariamente subentende um passo a passo inevitável. Tais etapas, conforme
entendemos, não podem ser perdidas na avaliação, pois são partes integrantes,
significativas, não podendo ser percebidas numa avaliação única que enfoca apenas o
resultado final.
Portanto, defendemos a avaliação que entre em diálogo com o conhecimento
apreendido anteriormente. Uma forma de avaliação é, como concebe Luckesi (1986, p.
149-150): “um instrumento de verificação dos resultados que estão sendo obtidos e para
fundamentar decisões que devem ser tomadas para que os resultados sejam
construídos”.
Compreendendo que a avaliação da aprendizagem é um mecanismo subsidiário de
planejamento e de execução, ela só faz sentido na medida em que serve para o
diagnóstico da execução e dos resultados que estão em questão, trabalhando a serviço da
84
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melhoria destes resultados. A avaliação deve ser entendida como um processo que parte
do diagnóstico para o desenvolvimento, pautando-se por ser uma atividade
racionalmente definida, cujas ações são marcadas por decisão clara e explícita do que se
está fazendo e para onde possivelmente se encaminham os resultados obtidos.
Apoiados em Hoffmann (2000, p. 146), entendemos que o ideal é uma perspectiva
de avaliação mediadora, calcada no máximo desenvolvimento do educando, levando em
conta o processo sem limites pré-estabelecidos, mas com objetivos claramente
delineados.
A perspectiva da avaliação pretende, essencialmente, opor-se ao modelo do
''transmitir-verificar-registrar'', porém evoluir no sentido de uma ação reflexiva e
desafiadora do educador com vistas a contribuir, elucidar, favorecer a troca de idéias
entre e com seus alunos, em movimento de superação do saber transmitido a uma
produção de saber enriquecido, construído a partir da compreensão dos fenômenos
estudados.
A adoção da avaliação formativa qualitativa e não classificatória, visa a propiciar
a abordagem de uma dimensão participativa no processo de avaliação, na qual os
alunos, reconhecidos como partícipes legítimos do processo de ensino-aprendizagem,
devem ser escutados em suas expectativas, acolhidos em suas carências, estimulados em
suas curiosidades e incluídos na comunidade investigativa e deliberativa.
Não há como pensar em avaliação sem pensar em co-participação da comunidade
discente. Neste enfoque, o educando constrói o seu conhecimento e a avaliação se
apresenta como mediadora entre o saber construído e a reflexão sobre esse saber,
conforme destaca Demo (1999, p.24) ''a qualidade não se capta observando, mas
vivenciando-a''.
A avaliação deve ser coerente com os princípios de uma educação que intenta
imprimir o sentido não classificatório, mas cuja prática permita aos educandos,
conforme Hoffmann (2000, p. 160-161):
momentos para expressar idéias e retomar dificuldades referentes aos conteúdos
introduzidos e desenvolvidos;
a realização de tarefas em grupo, de modo que haja auxílio mútuo nas
dificuldades, garantindo o acompanhamento de cada aluno a partir de tarefas
avaliativas individuais em todas as etapas do processo;
possibilidades de aprimoramento, partindo das anotações significativas para
85
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professor e aluno, em vez de simplesmente considerar o “certo” ou o “errado”;
a gradação de desafios, partindo de tarefas relacionadas às anteriores, coerentes
com novas descobertas e com o surgimento de dificuldades;
a compreensão do processo de avaliação como tomada de decisão, que substitui
a tradicional rotina de atribuir conceitos classificatórios às tarefas, calculando
médias de desempenho final, de forma a torná-los comprometidos com tal
processo.
Nesse contexto,Hoffmann (2000, p.126) afirma que ''avaliar é acompanhar o
processo de construção do conhecimento do aluno, ou seja, é contribuir para o
aprimoramento de seu saber''. Assim, a ação avaliativa é compreendida não como de
julgamento, mas ação do saber provisório a um saber enriquecido, em que não haja
apenas um resultado, mas sempre um processo.
A avaliação defendida por Hoffmann é a avaliação mediadora no sentido de
movimento, de ação, de reflexão. Portanto, não há sentido em pontuar participação. Não
adianta o aluno freqüentar as aulas, se não aprender. A participação importa na medida
em que há aprendizagem.
A Universidade Federal do Triângulo Mineiro entende que, para ser coerente com
os princípios da formação profissional proposta, é necessário implementar uma
avaliação da aprendizagem que se caracterize pela prática humanista/democrática,
entendida como ação coletiva e consensual, investigativa e reflexiva, diante da qual
professores e alunos assumam posturas cooperativa, crítica e responsável.
Do ponto de vista do pleno desenvolvimento humano, o processo avaliativo a ele
dirigido deve buscar a integração dos conteúdos, vistos como meio e não como fim da
aprendizagem. A proposta avaliativa há que se harmonizar com o perfil do egresso e
com as competências e habilidades esperadas do profissional. Deve ser também
incorporada e vivenciada pelo aluno durante todo o processo de sua formação.
Assim, refletindo sobre um processo de avaliação que esteja em consonância com
a natureza evolutiva do processo de aprendizagem, que respeite e vislumbre as múltiplas
inteligências, é que a avaliação do desempenho escolar do Curso de Graduação em
Física deverá constar no Novo Regulamento de Graduação da Universidade Federal do
Triângulo Mineiro.
Os critérios estabelecidos levam em consideração a freqüência e o aproveitamento
durante o período letivo, cuja operacionalização deverá estar garantida nos planos de
86
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curso das disciplinas.
A avaliação da aprendizagem deverá ser coerente com os princípios da
Universidade, ou seja, de forma processual, mediadora, formativa e contínua e permitir
a verificação da aprendizagem do ponto de vista significativo, possibilitando ao aluno a
aquisição dos conhecimentos específicos, das competências e habilidades propostas no
diálogo professor-aluno.
Nestas condições, adquire o valor de uma atividade formativa tanto para
professores quanto para alunos, a partir da qual é possível introduzir-se um novo
problema ou uma nova situação de aprendizagem que atenda ao conteúdo avaliado no
momento.
O processo é considerado como mais importante que o produto, porque permite ao
avaliador refletir sobre sua prática pedagógica, buscar novas estratégias e recursos, bem
como repensar a própria dinâmica. O avaliado, por sua vez, compromete-se com a
aprendizagem de forma mais efetiva, porque terá a responsabilidade de permanecer em
constante processo de estudo. Impede-se, assim, a divisão dos conhecimentos, pois os
pontos serão cumulativos e alcançados mediante um esforço constante de reflexão da
própria busca de conhecimento. O professor, mediador do processo, poderá, juntamente
com o aluno, rever os conceitos e selecionar estratégias de recuperação de
aprendizagem, ao longo do curso.
11.2. Formas de recuperação da aprendizagem
Por ser a aprendizagem um processo contínuo, não se pode ter uma única forma
de avaliação, pois o aprendizado consiste também na experiência e vivência diária, no
diálogo e na troca constante entre professores e alunos. Acreditamos que tudo isto
também devem fazer parte da avaliação, visto que integram todo o processo de
aprendizado e não podem ser medidas numa avaliação única que têm por objetivo
somente o resultado final.
O professor mediador do processo poderá, juntamente com o aluno, rever os
conceitos e selecionar formas de recuperação de aprendizagem, ao longo do curso.
Sendo assim, ressaltamos a importância de constar no texto, as possíveis estratégias de
recuperação da aprendizagem que serão adotadas durante o período letivo.
11.3. Sistema de Auto-Avaliação do Curso e do Projeto Pedagógico
Frente às mudanças constantes no mercado de trabalho, às mudanças tecnológicas
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88
e às necessidades regionais, o Projeto Pedagógico do Curso de Física poderá e deverá
ser constantemente reavaliado, buscando atender a novas demandas. Poderá também ser
transformado mediante necessidades percebidas pela Instituição, pelo corpo docente e
discente, além das mudanças propostas pelo MEC, quando de suas visitas para
avaliação.
Além da análise regular, a avaliação ocorrerá em momentos específicos:
grupo de análise constante dos planos de ensino: oficinas e/ou reuniões
semestrais com docentes, que analisarão os planos de ensino, considerando a
quantidade e a ordem de conteúdos relacionados à ementa e ainda aos demais
planos trabalhados no período letivo. Será analisado ainda em relação à
metodologia dos encontros e a bibliografias utilizadas. Esta análise subsidiará
possíveis mudanças no plano a ser seguido ao longo do semestre. No início de
novo semestre, todos os planos serão analisados, os docentes responsáveis
discutirão as estratégias eficazes e aquelas que apontam a necessidade de
mudanças. Assim, instala-se um processo permanente de avaliação e
transformação;
análise feita pela Instituição: periodicamente a instituição elaborará análise que
envolva a satisfação dos discentes e dos docentes em instrumento a ser criado;
análise discente: atividade periódica, organizada pelos alunos com o objetivo de
avaliar seu processo de construção da aprendizagem. Este evento poderá ser
organizado como seminário, no âmbito do curso, com a co-participação de
docentes e servidores ligados ao NuDE – Núcleo de Desenvolvimento
Educacional. O grupo organizador definirá a temática e a forma de obter os
dados a respeito do tema, ouvidos seus pares. Esta atividade contribuirá para a
participação crítica dos alunos, desenvolvendo sua capacidade de reflexão e de
comunicação e ainda, servindo como forma de acompanhamento do projeto
pedagógico do curso.
O Curso, a coordenação e o corpo docente serão avaliados por seus pares e
alunos, a partir de instrumento aplicado pelo NuDE – Núcleo de Desenvolvimento
Educacional, que objetiva levantar dados para análise e estudos diversos. A partir desses
dados, que serão divulgados para a Coordenação do Curso, poderão ser definidas ações
conjuntas com o objetivo de melhorar, permanentemente, os processos educativos. Além
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disso, o Núcleo Docente Estruturante, NDE, é outro órgão com função de estudar e
discutir a implementação e atualização do projeto pedagógico do curso.
11.4. Projeto de Avaliação Institucional
Instituída pela Lei n° 10.681 de 14 de abril de 2004, regulamentada pela Portaria
n° 2.051, de 09 de julho de 2004 do Ministério da Educação e pela Portaria de n° 093,
de 14 de junho de 2004, da Reitoria da Universidade do Triângulo Mineiro (UFTM), foi
criada a Comissão Própria de Avaliação com o objetivo de coordenar, subsidiar e
colocar em prática, no âmbito da UFTM, o processo de auto-avaliação, como etapa
preliminar à Avaliação Externa do INEP.
Desta forma, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFTM, atende às
diretrizes propostas pelo Ministério da Educação, sistematizadas pelo Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que propõem a articulação de diferentes
metodologias de avaliação das instituições de ensino, incluindo processos de autoavaliação, em busca de melhorias qualitativa e quantitativa da Educação Superior.
Neste contexto, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) assume o papel de
coordenar e articular o processo interno e contínuo de avaliação da Universidade
Federal do Triângulo Mineiro, consciente de que sua contribuição só será significativa
se contar com a efetiva participação de toda a comunidade acadêmica e administrativa,
bem como da sociedade da cidade de Uberaba.
A avaliação institucional deverá ser instrumento democrático de melhoria da
qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; da análise da responsabilidade social e
de sua comunicação com a sociedade; da criteriosa avaliação das políticas de pessoal;
da organização, gestão, estrutura física e dimensões, das políticas de atendimento a
estudantes, da sustentabilidade financeira, além de outros itens menos pontuais que
porventura forem, ao longo do processo, sendo observados. A auto-avaliação fará parte
do dia-a-dia da instituição, dos docentes, discentes, técnico-administrativos em
educação e da sociedade na qual está inserida. Deverá ser democrática, emancipatória,
participativa, coletiva, livre de ameaças e transformadora dos atores institucionais.
Professores, alunos e servidores técnico-administrativos em educação serão
convidados a participar, respondendo questionários direcionados, nos quais serão
indicados aspectos positivos e negativos da Instituição como um todo e em especial à
qualidade dos cursos ministrados, donde se espera que, ao final, haja efetiva melhoria da
qualidade do ensino e de seus mais diversos aspectos.
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Os ex-alunos e seus empregadores também serão chamados ao processo para
colaborar, apontando sugestões quanto ao modelo pedagógico adotado, visando à
melhoria dos projetos sociais, do ensino, da pesquisa e da extensão.
Portanto, a avaliação estará vinculada à qualidade e exigirá que o corpo docente e
o segmento técnico-administrativo em educação informe à Comissão Própria de
Avaliação sobre a relevância do processo de ensino e as ações direcionadas para o
ensino, pesquisa e extensão.
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12.
ATIVIDADES
GRADUAÇÃO
ACADÊMICAS
ARTICULADAS
AO
ENSINO
DE
12.1. Funcionamento das Atividades como Práticas Curriculares - APC
No Curso de Física - Licenciatura, a organização e funcionamento das Atividades
como Práticas Curriculares (APC) fundamentam-se na legislação vigente e abrangem
não apenas a formação pedagógica, mas também os estudos, investigações e demais
atividades da formação específica, uma vez, que concorre em conjunto com esse e
demais componentes do currículo para a formação da identidade do graduando.
A APC é um componente teórico-prático da formação integral do aluno, pois não
constitui um momento prático em oposição aos componentes teóricos, uma vez que
pretende construir um conhecimento sobre a realidade, em todas as suas dimensões, ao
mesmo tempo em que se caracteriza como uma instância de formação, na qual se dá
início à vivência profissional.
Dessa forma, segundo o Parecer CNE/CP 28 de 2001, essa componente deve
estar presente ao longo de todo o curso, constituindo uma prática “que produz algo no
âmbito do ensino”; deve ser uma “atividade flexível como os demais pontos de apoio do
processo de formação do professor, para dar conta dos múltiplos modos de ser da
atividade acadêmico-científica”; e, além disso, “transcende a sala de aula para o
conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar”. É preciso que esse
componente envolva atividades por meio das quais o docente em formação tenha “a
oportunidade de assumir criticamente a sua profissão”, implicando uma formação
política que viabilize a contextualização do meio em que se desenvolve o trabalho
docente, para que se torne uma instância de confronto, de reflexão e de construção de
conhecimento, a partir da investigação e do estudo de todos os aspectos que constituem
a educação escolar e de tudo que se relaciona com a profissão docente.
Assim, essa prática realizar-se-á, ao longo de todo o curso, sob a supervisão e
acompanhamento da instituição formadora, por meio de atividades de natureza variada,
de modo a cumprir a sua função no currículo.
As APCs, enquanto componente curricular específico, com carga horária de
60h/a semestrais, serão desenvolvidas e articuladas em diferentes Unidades Temáticas
(UTs) do curso. Do primeiro ao sexto períodos, na UT “Estudos e Desenvolvimento de
Projetos”. No sétimo período, na UT “O Uso de
Tecnologias de Informação e
Comunicação na aprendizagem de Física” e no oitavo período na UT “Instrumentação
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92
para o Ensino de Física”. Pretende-se que estas UTs desenvolvam um caráter articulador
às APCs, partindo dessa articulação, estudos, projetos e experiências que transcendam a
sala de aula. Além disso, espera-se que o desenvolvimento dessa articulação concorra
para a construção de uma postura do licenciando como profissional crítico-reflexivo e
consciente de sua atuação profissional.
As formas de apresentação dos estudos
desenvolvidos nas APCs, para fins de validação e registro acadêmico, serão definidas
pelo Colegiado de Curso.
12.2. Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio Curricular Supervisionado é um componente teórico-prático da
formação docente, em que a vivência profissional tem seu início, sob a supervisão da
Universidade. Não se constitui apenas em um momento “prático” em oposição aos
componentes “teóricos” do curso, mas uma etapa de formação em que é suposto haver
interlocução ativa entre teoria e prática, em um movimento de retroalimentação de
questões e possíveis soluções.
A formação dos profissionais docentes deve se pautar pela oportunidade de
aproximar o licenciando dos aspectos sócio-político-cuturais do cotidiano docente para
compreender o papel social da educação. Desse modo, no exercício da profissão, o
futuro egresso poderá estabelecer as correlações necessárias com os saberes específicos,
pedagógicos, experienciais e atitudinais, definidos no projeto pedagógico do curso.
Neste sentido, estagiar é vivenciar no local onde se desenvolvem as experiências
educativas o conjunto de práticas e saberes necessários à formação docente, que se
completam com as experiências advindas da sala de aula. Torna-se, portanto, uma
oportunidade para que o estagiário reconheça-se autor e protagonista da sua história e,
principalmente, projete o seu exercício profissional.
Ao propormos que o aluno conheça contextos educativos em espaços educativos
formais e não formais, não estamos desqualificando a escola como o espaço oficial do
aprender, mas ampliando a concepção de docência ao reconhecermos o papel do
educador em outros nichos. Nesse sentido, a docência é aqui reconhecida como as
atividades com finalidade educativa desenvolvidas no âmbito escolar ou não. Ao
reconhecer estes contextos educativos como distintos e esperar deles performances
específicas, o interesse do estagiário passa a ser uma descrição dos contextos de
aprendizagem e uma tentativa de interlocução. Portanto, a escola é ponto de partida e
chegada, e os espaços educativos não formais, aliados à sala de aula constituem palcos
92
93
complementares para o ensino de Física.
Nas atividades docentes e técnicas são importantes as relações entre estudantes,
professores, conhecimentos e metodologias que se desenvolvem nos processos
educativos. O estágio é, assim, uma oportunidade que o profissional em formação tem
para assumir criticamente a sua profissão, o que implica uma inserção política que
viabilize a contextualização cultural do meio onde o aluno desenvolve o seu
conhecimento prático.
Os
momentos
do
estágio
distribuem-se
em
atividades
curriculares
e
extracurriculares, sendo a carga horária total do estágio 480 h/a, o que corresponde a
400 horas. Ao longo dos períodos em que o aluno desenvolverá suas atividades no
campo de estágio, ele contará com uma carga horária de 15h/a semestrais, com o
docente responsável em sala de aula. No campo de estágio, as atividades a serem
desenvolvidas estarão organizadas conforme descrito abaixo.
5º PERÍODO
Os estagiários deverão organizar, juntamente com o professor orientador de
estágio, um projeto de trabalho, cuja finalidade será analisar de forma abrangente
diferentes contextos em que o ensino de Física acontece, conhecendo, dessa forma
cenários educativos diversificados. Com isso, pretende-se que os alunos tenham
consciência de que a educação não se faz apenas no ambiente escolar tradicional,
podendo ocorrer em locais diversos. No caso particular da Física, o campo de trabalho
do futuro egresso estará basicamente restrito ao Ensino Médio. Portanto, é fundamental
que o licenciando conheça – mesmo que brevemente – outros ambientes educacionais, a
fim de ampliar sua cultura geral e conhecimento sobre a Educação.
A princípio, integrarão o projeto de trabalho tanto visitas de caráter técnico,
quanto realização de encontros com convidados que possuam experiência e produção
nas áreas que os discentes irão estudar. Estão previstas atividades nos seguintes
ambientes educacionais:
Escola da rede pública, que poderá vir a ser a escola com a qual os alunos
estabelecerão o protocolo de estágio no semestre seguinte. Nesta visita os alunos
buscarão descrever a situação física do prédio e recursos disponíveis,
93
94
caracterizar a escola quanto ao número total de professores, conhecer o projeto
pedagógico (concepção de educação que norteia o projeto político-pedagógico
da escola; critérios gerais de avaliação e recuperação; atividades lúdicas,
culturais e científicas complementares às aulas), assim como o entorno da
escola.
Espaços educativos que se organizem a partir de proposta pedagógica
reconhecidamente pouco tradicional;
Espaços educativos que trabalhem com as séries iniciais do ensino fundamental;
Espaços educativos que trabalhem com público com necessidades educativas
especiais, desenvolvendo materiais e estratégias específicas para estes sujeitos;
Museus e Centros de Ciências em que sejam desenvolvidas visitas orientadas,
ações educativas e processos formativos específicos para professores;
Parques e empresas que desenvolvam programas de educação ambiental com a
realização de trilhas pedagógicas
Núcleos que desenvolvam práticas de Educação a Distância;
Espaços que trabalhem com Educação de Jovens e Adultos.
A partir das informações recolhidas durante as visitas e na presença dos
convidados, os alunos deverão elaborar um artigo comparando as situações educativas
vivenciadas, procurando destacar os papéis esperados para cada sujeito envolvido nas
cenas educativas. Este artigo será considerado o Relatório Final de estágio.
A presença nas atividades e a redação do artigo corresponderão a 105h/a de
estágio.
6º PERÍODO
No 6º período o aluno trabalhará com a observação e docência nas turmas das
séries finais do Ensino Fundamental. O aluno terá 10 horas de observação em sala de
aula, o que corresponde a 12h/a. Inicialmente, cada aluno deverá observar as aulas, em
cada uma das quatro séries do Ensino Fundamental (5.ª a 8.ª séries), para conhecer as
particularidades de desenvolvimento cognitivo nas diversas etapas do processo ensinoaprendizagem, assim mantendo um diálogo constante com o professor regente a partir
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de suas observações. Esta observação inicial não poderá exceder 6 h/a.
Ao longo de sua permanência como observador, o aluno buscará construir o perfil
cognitivo do aprendiz que será seu aluno no momento da regência. Isto corresponde a
um deslocamento no tradicional olhar depositado sobre o professor, e que representa por
vezes um dificultador para a realização dos estágios. O professor sente-se mais
confortável ao perceber que não está sendo avaliado, e que os estagiários buscam traçar
um perfil para os alunos que os caracterizem enquanto sujeitos de aprendizagem. É
importante esclarecer, contudo, que mesmo que o desempenho do professor e suas
escolhas não sejam a questão central na leitura dos discentes, estes dados aparecerão
indiretamente quando forem descritas as muitas reações dos alunos em sala de aula.
Após realizar as observações iniciais, o aluno escolherá uma turma específica para
realizar uma observação mais profunda utilizando a carga horária de observação
restante. Esta observação tem como intuito estabelecer o perfil cognitivo do grupo,
considerando os seguintes pontos:
Como o aluno se vê diante do processo ensino aprendizagem;
O interesse demonstrado pela realização de atividades em sala, para casa e
outros espaços;
Relação com atividades avaliativas;
A manifestação de concepções espontâneas durante as aulas, assim como são
acolhidas e trabalhadas pelo professor;
O nível de compreensão de leitura e habilidade para a escrita;
O número de alunos e faixa etária
Se há repetentes e como é a relação destes com o grupo, com o professor e com
o conhecimento;
A relação dos alunos e do professor com as perguntas: se as fazem, se são
respondidos, etc;
A natureza das perguntas empreendidas durante as aulas;
Evidências de dificuldades com relação ao conhecimento e ao convívio social;
Papel que o aprendiz atribui ao professor e a si próprio no processo de
aprendizagem.
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De posse dos perfis cognitivos traçados, os alunos escolherão em conjunto com o
professor supervisor de estágio o grupo com o qual o estagiário irá trabalhar. O plano de
aula, portanto, será feito sob medida para estes aprendizes e buscará dar continuidade ao
programa de ensino do professor da escola. É suposto que os alunos fiquem
responsáveis pela regência de 6 aulas de 50 minutos cada, equivalendo a 5h/a.
O planejamento das aulas que serão ministradas envolverá: leitura básica e
complementar sobre o tema da aula, seleção das estratégias e recursos didáticos e
encontros para orientação com o professor regente ou com grupos organizados por ele.
Juntamente com o tempo previsto para organizar os dados e elaborar o Relatório Final
do período, estas atividades corresponderão às 87h/a restantes do estágio.
7º PERÍODO
No 7º período os alunos irão realizar a observação e docência nas turmas do
Ensino Médio. Será realizada nos mesmos moldes do período anterior e, valendo as
mesmas orientações, considerando apenas as eventuais adequações para o Ensino
Médio. O número de horas-aula previstas para a observação e regência (12 e 6,
respectivamente) será mantido, assim como as horas reservadas para planejamento e
estudo e elaboração do Relatório Final (87 h/a).
Da mesma forma como o estágio no período anterior, cada aluno deverá observar
inicialmente as aulas em cada uma das três séries do Ensino Médio, a fim de conhecer
as particularidades de desenvolvimento cognitivo nas diversas etapas do processo
ensino-aprendizagem e, posteriormente, escolher uma turma específica para realizar
uma observação mais detalhada.
8º PERÍODO
No último período, os alunos deverão elaborar e implementar um projeto
educacional que poderá ser desenvolvido em parceria com a escola que os acolheram
nos períodos anteriores, e preferencialmente com as turmas com as quais trabalhou. A
implementação do projeto deverá estar de acordo com as necessidades da escola, ligadas
direta ou indiretamente ao conteúdo de Física, verificadas pelo estagiário ao longo dos
períodos anteriores e com o aceite da escola parceira, podendo ser ou não desenvolvidos
no espaço escolar. O trabalho deverá ser feito em grupos de até 05 estagiários por
96
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projeto, podendo haver réplicas de atividades em escolas diferentes.
Para elaborar o projeto, o aluno ou grupo de alunos contará constantemente com o
auxílio do Professor Orientador e do Profissional Supervisor.
Neste período, as atividades de estágio serão divididas em seis fases:
a) Elaboração do projeto com a orientação do professor orientador da disciplina de
Estágio e do profissional supervisor;
b) Apresentação da proposta do projeto educacional em reunião com a direção da
escola, profissional supervisor e professor, para apreciação, encaminhamentos e
realização de ajustes;
c) Implementação do projeto;
d) Avaliação do projeto pela equipe envolvida desde a concepção até a
implementação;
e) Elaboração do Relatório Final;
f) Organização do material que será disponibilizado no repositório do curso, em
formato impresso e eletrônico.
Para organizar este trabalho, a carga horária do Estágio Curricular
Supervisionado neste período será organizada da seguinte forma:
10h/a para levantamento das necessidades da escola e definição inicial da
problemática a ser enfrentada a partir do que foi construído pelo aluno estagiário
ao longo do seu percurso na escola-campo de estágio;
20h/a para apresentação da proposta e elaboração do projeto;
50h/a para implementação do projeto;
10h/a para avaliação do projeto;
15h/a para organização do Relatório Final do período.
Acompanhamento do estágio
O andamento do estágio curricular supervisionado será acompanhado pela
Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC), composta por professores que atuam na
formação específica do curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Os
procedimentos e decisões feitas por esta comissão terão como base o Regulamento de
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Estágio Curricular, que rege sobre todos os temas pertinentes ao estágio, bem como
sobre as formas de avaliação, acompanhamento e desligamento do estagiário, e que
consta em anexo.
Bases Legais
Lei 11788, de 25 de Setembro de 2008;
Resolução CNE/CP 2, de 19 de Fevereiro de 2002.
12.3. Trabalho de Conclusão do Curso
Os Cursos de Licenciatura da UFTM tem por objetivo formar o professor com
excelência para atuar nos quatro anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio
da Educação Básica. Assim, o trabalho de Conclusão de Curso – TCC vem coroar o
processo de formação do aluno e futuro professor, desenvolvendo-se no sétimo e oitavo
períodos com 2 créditos semestrais ou uma carga horária semestral de 30h/a.
Para desenvolver o TCC, que pressupõe conhecimentos um pouco mais
sistematizados pelos alunos, ligados à pesquisa, é importante destacar que a pesquisa
será, desde o primeiro semestre do curso, valorizada e desenvolvida nesta proposta
pedagógica. Isso acontecerá especialmente na unidade temática: Estudos e
Desenvolvimento de Projetos – EDP, que acontecerá a partir do primeiro e até o sexto
períodos. Nela, os alunos terão a oportunidade de desenvolverem em grupos, projetos
semestrais de trabalho, adquirindo habilidades e competências necessárias para, ao final
do curso, de forma individual, realizarem com maior amadurecimento o seu TCC.
O tema do TCC será definido na disciplina TCC1 e desenvolvido, para ser
apresentado, em sessão pública, até o fim da disciplina TCC2. Cada docente orientador
se responsabilizará por até três trabalhos, com atendimento que poderá ser individual ou
em grupo, conforme a natureza do trabalho. Esses encontros serão programados, no
decorrer do Curso, pelo professor orientador.
Os trabalhos conclusivos serão orientados por um professor do curso ou
pertencente ao corpo docente da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com
titulação mínima de mestre, cujo nome será submetido à aprovação do colegiado do
Curso.
Os temas dos trabalhos deverão ser pertinentes à temática desenvolvida a ser
registrados pelo coordenador. Esses trabalhos serão redigidos no idioma nacional, de
acordo com as normas da ABNT e socializados mediante apresentação pública à
comunidade acadêmica e aos membros de banca examinadora.
98
99
Além do processo de orientação do trabalho com o docente de referência, os
alunos terão suporte e incentivo para construção do conhecimento científico, desde os
períodos iniciais, quando começarão a realizar pesquisas bibliográficas, conhecer e
identificar a necessidade de escritas que possam ter caráter científico, bem como serão
estimulados a participação em atividades científicas e elaboração de trabalho científicos
para congressos, revistas e eventos diversos.
Ao longo do Curso, as unidades temáticas subsidiarão o aluno na escrita e na
leitura, bem como haverá momentos específicos em que serão estudadas formas de
analisar dados e a sua importância, o que contribuirá com a elaboração do TCC.
Pode-se perceber que há uma preocupação para que o Trabalho de Conclusão seja
parte de um processo maior e não apenas um momento específico, isolado e estanque do
Curso de Graduação em Física - Licenciatura.
Ao final do Curso, a exigência do Trabalho de Conclusão será respaldada por uma
unidade temática específica, cujos docentes acompanharão semanalmente os alunos,
subsidiando-os em relação à construção da revisão de literatura, delimitação do
problema, objetivos e metodologia e contribuindo para as reflexões necessárias na
análise dos dados sem vieses. Por se tratar de uma unidade temática, a orientação
coletiva poderá fazer com que haja troca de saberes entre os alunos e que estes possam
compreender sobre outras temáticas e formas de análise de dados.
O Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso está anexado a este Projeto
Pedagógico.
12.4. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs)
Estas atividades referem-se a um importante aspecto da formação do futuro
educador, pois contribuem para o enriquecimento do currículo e se originam na própria
iniciativa e interesse do discente. Elas se abrem a um amplo campo de possibilidades
formativas, e constituem uma ampliação das oportunidades educativas realizadas no
cotidiano da sala de aula. Apresentam-se como maneiras privilegiadas de flexibilização
do currículo. Por sua natureza, e por ser manifestação de necessária autonomia, devem
ser de controle do próprio aluno, que fornecerá à coordenação de seu curso os dados
necessários para o devido acompanhamento e registro. Deverão perfazer um total de 16
créditos ou 240 (duzentas e quarenta) h/a ao longo do período em que estiver
matriculado no curso. A distribuição da carga horária, bem como a forma de realizar
seu devido reconhecimento, será definida em regulamento próprio, anexo a esse projeto.
99
100
A partir destas diferentes atividades, espera-se que a formação discente se dê
também em diferentes tempos e espaços didático-pedagógicos, além daqueles
tradicionalmente previstos. Assim, além de serem realizadas em outras Instituições
Educativas, poderão também ocorrer em outros turnos ou mesmo durante o período de
férias.
Não excluídas as demais possibilidades, estas atividades incluem a participação
em:
pesquisas, palestras, conferências, simpósios, seminários, monitorias e iniciação
científica;
disciplinas não incluídas no currículo pleno;
resenhas de livros ou partes de livros;
produção científica;
representação estudantil;
cursos e demais atividades presenciais ou a distância;
trabalho voluntário ligado ou não à área de formação;
participação como ouvinte em bancas de qualificação ou defesa de mestrado ou
doutorado;
participação em grupos de estudos devidamente reconhecidos e aprovados pela
UFTM.
organização de eventos;
visitas temáticas a órgãos e instituições, de acordo com a área de formação;
outros eventos e atividades aprovadas pelo colegiado do curso.
O acompanhamento será feito por uma coordenação própria, que dará as devidas
orientações e os encaminhamentos ao conjunto das atividades, quando for o caso, bem
como sua comprovação. São elencadas aqui, por exemplo, a participação em atividades
interdisciplinares ou projetos e eventos da UFTM.
Para a devida validação, os alunos deverão apresentar relatórios de desempenho,
declarações e certificados, com as respectivas cargas horárias e notas, quando for o
caso, cópias autenticadas ou cópias de texto acompanhadas dos originais, além das
100
101
assinaturas dos profissionais responsáveis. As formas de apresentar e validar as
atividades também estarão descritas no Regulamento de AACC em anexo.
101
102
13. CONTINUIDADE DE ESTUDOS PARA OS EGRESSOS DO CURSO
A rapidez da transformação tecnológica traz a necessidade de constante
atualização, pois as informações tornam-se obsoletas em pouco tempo. Além disso, o
Curso Superior possibilita a percepção de conceitos e necessidades gerais a fim de que,
no período, o aluno possa perceber todas as possibilidades de atuação.
Desta forma, faz-se necessária a atualização constante das informações. Os alunos
serão estimulados, desde as séries iniciais, a perceber a necessidade de complementar
seu conhecimento, por isso será incentivada a realização de atividades autônomas
visando também à complementação do currículo, de forma que o aluno perceba sempre
a necessidade de escolhas e de que a formação não se encerra com o fim da graduação.
O Curso de Física terá compromisso com a criação de cursos de especialização
e/ou programas de pós-graduação que complementem a formação do licenciado sendo
que, num primeiro momento, os mesmos estarão relacionados a estratégias da
assistência na atenção voltada à promoção, à prevenção e à recuperação. Considerandose a necessidade da consolidação do grupo de pesquisadores para a construção dos
programas de pós-graduação, a especialização terá caráter interdisciplinar. A
implementação do Curso de Especialização em Física já foi identificada como
necessária para atender as demandas do Município e percebida como carência da região.
Além da necessidade e carência destes conhecimentos no mercado, alguns cursos já
contam com corpo docente com formação na área, o que pode ser positivo para a
formação de linhas de pesquisa, constituindo-se uma possibilidade para curso de
mestrado.
A criação de um programa de mestrado caracteriza-se como sendo meta a ser
alcançada, pelo envolvimento com linhas de pesquisa e com interação entre os
pesquisadores de áreas afins. Enquanto a criação não ocorre, os docentes titulados do
Curso de Física estarão envolvidos em diversas atividades de pesquisa, podendo
orientar alunos em programas interdisciplinares de mestrado e doutorado, permitindo
assim a possibilidade da construção do conhecimento em programas já consolidados.
Tem-se como meta, em médio prazo, a criação de programa de pós-graduação
específico, relacionado a linhas de pesquisa com as quais os docentes do curso já
trabalham. Para tanto, o docente lotado no curso será incentivado a participar de editais
lançados por agencias de fomento estaduais e federais que contemplem a aquisição de
materiais e equipamentos para laboratórios de pesquisa na UFTM.
102
103
13.1. Cursos de Aperfeiçoamento
Os cursos de aperfeiçoamento que sejam oferecidos pelo Curso de Física devem
ter como objetivos, dentre outros:
a) Refletir sobre a atuação dos profissionais da educação, de forma a estabelecer
uma interação teórico-prática que possibilite, ao educador, a contextualização de
sua atividade com a realidade sócio-político e cultural da educação básica.
b) Contribuir para os egressos atuarem na educação de modo mais amplo e menos
fragmentado, pois é preciso integrar os conteúdos das disciplinas em situações
práticas que coloquem problemas aos professores e lhes possibilitem
experimentar soluções. Dessa forma, vivencia-se a formação humana e docente,
fazendo da formação continuada condição para aprendizagem permanente,
desenvolvimento pessoal, cultural e profissional.
13.2. Cursos de Especialização
Os cursos de Especialização (pós-graduação lato sensu) que sejam oferecidos pelo
Curso de Física devem estar de acordo com as Resoluções internas que regem a oferta
dessa modalidade de cursos bem como com a Resolução n.º 1 CNE/CES e devem ter
como objetivos, dentre outros:
a) Oferecer subsídios teóricos e metodológicos que ampliem o trabalho com a
linguagem, de forma a ir além de uma visão sistêmica da língua, em busca de
um olhar múltiplo sobre os campos da linguagem, tomando-a como lugar de
interação social e de construção de conhecimentos especializados.
b) Inter-relacionar o ensino e o uso de terminologias específicas, próprias de novos
campos do saber.
c) Propiciar um ambiente de reflexão sobre a prática pedagógica do professor
universitário, a partir da sua experiência docente, e estabelecer a interação
teórico-prática contextualizada em uma realidade sócio-econômica-políticacultural. Esse movimento de integração de teorias e práticas educativas deverá
suscitar a transformação da atuação docente e a busca de alternativas
103
104
educacionais e tecnologias na geração de conhecimento para portadores de
necessidades especiais.
13.3. Curso Stricto Sensu
O objetivo é constituir, inicialmente, grupos de estudos em linhas de pesquisa que,
no princípio, sustentem a Iniciação Científica para que venham a se constituir em um
embrião de Programas de Pós-Graduação em Física e em Educação com ênfase ao
ensino de Física, em médio prazo, em nível de Mestrado e, posteriormente, de
Doutorado. Esses grupos terão, preliminarmente, a função de fomentar estudos
interdisciplinares com vistas a envolver, não só os cursos de licenciatura, mas também
os cursos de outras áreas do conhecimento.
104
105
14. INCORPORAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS AO
ENSINO DE GRADUAÇÃO
Conforme Sousa (2007), vivemos num contexto globalizado em que as
informações estão cada vez mais disponíveis às populações. No contexto educacional, o
aluno, fora da sala de aula, tem acesso à tecnologia e pode interagir com o mundo.
Portanto, a educação dos bancos escolares, com horário marcado para acontecer,
começa a ser questionada, conforme nos diz Sousa (2007) apud Silva (2002, p. 1):
Prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação
baseado na transmissão para memorização, ou na
distribuição de pacotes fechados de informações ditas
“conhecimento”. Há cinco mil anos a escola está baseada
no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por
ele. Paulo Freire, maior educador brasileiro, criticou
intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: “a
educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre
B, mas de A com B.”
Nesse contexto, as novas tecnologias se popularizam, gerando o temor, sobretudo
entre profissionais da educação, de que os recursos de informática e a internet podem
com o tempo, substituir a clássica relação entre quem aprende e quem ensina, passando
a uma relação estritamente entre homem e máquina.
Os avanços tecnológicos continuam, velozmente, chegando às populações de todo
o mundo, mas não se tem confirmado o temor: aquele que ensina, continua
absolutamente necessário no seu trabalho de formar as novas gerações. Embora seu
perfil necessite de reconstruções, redefinição de habilidades que até então não eram
demandadas, seu papel é da maior relevância, no sentido de mediar a construção de
saberes, seja em qualquer ambiente de aprendizagem e em qualquer modalidade de
ensino.
Uma visão contemporânea da educação, portanto, concebe as ferramentas digitais
como recursos inerentes à ação educativa e não como um objeto de estudos à parte. Em
todas as etapas do curso, professores das diversos módulos – ciclo comum, formação
específica e formação pedagógica – devem ser encorajados a usar as novas mídias e sua
cultura típica para atender demandas específicas da sua área de ensino. Ao longo do
currículo, tal prática será importante para promover a inclusão digital, desenvolver
habilidades de “literacia em mídia” e incentivar a inovação nos processos de ensino e
aprendizagem.
O Curso de Física pretende oportunizar a discussão e a implementação do uso de
106
novas tecnologias aplicadas à educação. Destacamos como possibilidades para isso, a
utilização de ferramentas web 2.0 diversas (blogs, sites com ferramentas para produção
e compartilhamento de conteúdos digitais multimodais), portais de Recursos
Educacionais Abertos, Comunidades Abertas de Aprendizagem, tanto na docência,
quanto nas atividades de pesquisa e extensão.
Pretendemos, com a inserção de novas tecnologias no ensino de graduação, assim
como afirma Behrens (2004), continuar o debate sobre educação de qualidade, a partir
de elementos como: a construção do conhecimento na sociedade da informação, as
novas concepções do processo de aprendizagem colaborativa, a revisão e a atualização
do papel e funções do professor, a formação permanente deste profissional no contexto
dos avanços tecnológicos.
107
15. MEDIDAS PARA CONSOLIDAÇÃO DO CURSO:
15.1. Dos recursos humanos
Contratação de professores competentes e titulados, atingindo um patamar
mínimo de 18 professores.
Contratação de 4 técnicos para os laboratórios didáticos e de pesquisa.
Contratação de 1 secretário e 2 técnicos administrativo-educacional para auxiliar
nas questões administrativas e pedagógicas do curso.
Desenvolvimento pessoal e profissional dos professores em programas de
formação permanente, objetivando a reflexão do ato educativo seja no âmbito do
ensino, da pesquisa ou da extensão.
Investimento na gestão colegiada do curso, com incentivo a participação
discente e valorização das contribuições do pessoal técnico-administrativo em
encontros sistemáticos para deliberações diversas, estudos, planejamento de
atividades, entre outros.
15.2. Dos recursos físicos e materiais
Continuar a atualização do acervo bibliográfico específico da área de
conhecimento de Física.
Ofertar aos alunos e professores, mediante projetos para aquisição institucionais
e/ou do curso de recursos tecnológicos atualizados, facilitando o uso da
informática como instrumento de ensino, pesquisa e extensão.
Disponibilidade de meios de transporte, mediante planejamento prévio, para o
trabalho de campo, visitas técnicas e de estudo.
Montar e disponibilizar laboratórios de informática com recursos de som e
imagem.
Montar e disponibilizar espaço físico propício ao uso como laboratórios de
ensino de Física e equipamentos didáticos para a instalação dos seis laboratórios
didáticos de Física, que serão usados no oferecimento das unidades temáticas
experimentais, a saber: i) Física Experimental I; ii) Física Experimental II; iii)
107
108
Física Experimental III; iv) Física Experimental IV; v) Laboratório de Estrutura
da Matéria e vi) Instrumentação para o ensino de Física, além das outras
unidades temáticas experimentais oferecidas aos cursos de licenciatura em
Química e Ciências Biológicas.
15.3. Das atividades
Criação de núcleos de estudos, de pesquisas e atividades extensionistas com a
participação de alunos, docentes e pessoal técnico-administrativo ligados ao
curso.
Fortalecimento de uma vivência universitária plena, com o incentivo à
participação em atividades científicas, culturais, esportivas e sociais.
Promoção de atividades de observação direta, permitindo aos alunos e
professores a vivência de investigação, de observação e de pesquisa.
Estímulo à participação de docentes e discentes nos programas de monitorias, de
iniciação científica, extensão, reuniões científicas como congressos, simpósios,
encontros e outros.
Estímulo aos docentes e alunos para a participação em eventos científicos, na
própria universidade e em outros espaços, incentivando a realização de
pesquisas documentais, bibliográficas, de campo e a elaboração de textos,
artigos para publicação.
Realização de Seminários com participação de docentes, discentes e técnicoadministrativos para avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso e
para avaliação do ensino desenvolvido. Esta atividade poderá acontecer,
anualmente, após o primeiro ano de curso.
15.4. Acompanhamento
As ações de acompanhamento do processo ensino-aprendizagem, de acordo com
os perfis intermediário e final, propõem um acompanhamento contínuo e sistemático do
trabalho docente, incluindo a auto-avaliação, observando-se:
o compromisso com as diretrizes estabelecidas para o curso;
a ênfase na aprendizagem dos alunos;
108
109
o domínio e a adequação dos conteúdos programáticos;
a utilização de princípios pedagógicos adequados às necessidades e inovadores;
a participação nas atividades acadêmicas propostas;
o fortalecimento do trabalho em equipe;
o planejamento das atividades.
O acompanhamento contínuo e sistemático do trabalho discente será observado
pelo docente e coordenação de curso, a partir de seu desempenho, tendo em vista as
competências definidas nos perfis. A partir desses resultados serão propostas, caso
necessário, intervenções adequadas às necessidades que poderão ser definidas em
projetos de ação. Tais projetos poderão ser implementados com a participação de outros
setores da universidade, especialmente aqueles voltados à atenção discente. Além disso,
o acompanhamento do aluno pelo docente e coordenação será realizado a partir da
observação da sua participação nas atividades promovidas pelo curso, sejam elas de
qualquer natureza: extraclasse, oficinas pedagógicas, atividades interdisciplinares,
estágios e projetos.
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Além dos princípios epistemológicos que fundamentam nossa proposta
pedagógica, é preciso considerar algumas experiências/ projetos que referendaram nossa
construção curricular. São referências importantes, desenvolvidas no Brasil e em outras
universidades do mundo, que só reforçam o nosso propósito educacional. Entre essas
referências, destacamos os estudos desenvolvidos pela Universidade Federal da Bahia
com vistas à construção de uma nova arquitetura acadêmica que possibilitasse maior
flexibilidade, desenvolvesse a autonomia do educando, recuperasse a totalidade em
detrimento da fragmentação disciplinar, atendesse às necessidades do egresso do Ensino
Médio e fosse mais inclusiva do que as atuais estruturas acadêmicas.
Por último destacamos a experiência desenvolvida pela Universidade de São
Paulo – USP Leste, depois chamada de EACH – Escola de Artes, Ciências e
Humanidades,
que
prevê
um
primeiro
ano
básico
com
princípios
de
interdisciplinaridade e características inovadoras em sua organização. Neste trabalho, o
Ciclo Básico se organiza em três eixos centrais: formação introdutória no campo
específico de conhecimentos de cada curso, formação geral e formação científica por
109
110
meio da Resolução de Problemas.
Consideramos que essas experiências são fundamentais para a proposta
pedagógica que apresentamos, no sentido de fundamentar, referendar, engrossar o coro
daqueles que defendem uma reestruturação curricular nos cursos de Educação Superior.
Nesse sentido, acreditamos que é necessário valorizar os esforços de docentes e
pesquisadores de toda parte, que percebem a necessidade de um currículo integrador em
oposição à fragmentação que se verifica nos currículos mais tradicionais e que acaba
contribuindo para uma formação também fragmentada que, entre outros indícios, não
consegue atender às demandas que são exigidas do sujeito na chamada Sociedade do
Conhecimento.
Esperamos que essas experiências/projetos possibilitem um avanço
qualitativo na Educação Superior brasileira e, sobretudo, na formação integral de seus
egressos.
Além de dar destaque às experiências/projetos que fundamentaram nossa
proposta, é importante dizer que o produto que apresentamos é destinado a ser processo.
Não se ocupa com a terminalidade. Ao contrário, se propõe a mostrar caminhos e só
assumirá contornos de realidade se for constantemente checado, avaliado, reorganizado,
tendo em vista as necessidades que se apresentarem no decorrer do cotidiano
acadêmico. Nesse sentido, reforçamos a necessidade de um trabalho coletivo docente e
de uma postura de aprendizagem permanente. Aprendizagem construída a várias mãos:
docentes e discentes do curso e pessoal técnico, sobretudo ligados ao NuDE – Núcleo
de Desenvolvimento Educacional, que se empenharão nessa tarefa.
110
111
17. EMENTAS E REFERÊNCIAS
17.1. I PERÍODO
HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA
TEÓRICA
PRÁTICA
90h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
90h/a – 6c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Introdução às Ciências Humanas e Sociais. O homem, o trabalho e a sociabilidade. A interrelação
das questões econômicas, políticas, sociais, filosóficas e culturais. A sociedade e a questão da
diversidade cultural (identidade e alteridade). Tradições culturais e formas de preconceito (discursos
e práticas).
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GIDDENS, A. Sociologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 14.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992.
COMPLEMENTAR
MONDIN, J.B. O homem, quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 11.ed. São Paulo:
Paulus, 2003.
DA MATTA, R. Relativizando. Uma introdução à Antropologia Social. 16ª ed. Rio de Janeiro:
Rocco, 2000.
QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria L. de O. & OLIVEIRA, Márcia G. de. Um toque de
clássicos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 2002
SEVCENKO, N. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. São Paulo: Compania
das Letras, 2001.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
TEÓRICA
60h/a
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a – 4c
I
Múltiplas linguagens
EMENTA
Concepções de leitura e escrita. Texto e discurso. Leitura e construção de sentidos. O texto
acadêmico no universo dos gêneros textuais. Gênero acadêmico e tipo textual. Textualidade e
111
112
argumentação. Coerência e coesão. Reescrita.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto: Língua Portuguesa para estudantes
universitários. Petrópolis: Vozes, 2006.
KOCH, I.G.; ELIAS, V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2008.
PERROTA, C. Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a produção do texto
acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
COMPLEMENTAR
ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
KOCH, I. As tramas do texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.
KOCH, I.G.V;ELIAS, V. M.
Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo:
Contexto, 2009.
MACHADO, A.R.;LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L.S. Resenha. São Paulo: Parábola, 2008.
_____________. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2007.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Múltiplas linguagens
EMENTA
Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos Científicos. Redação de trabalhos científicos.
Recursos, normas e técnicas para organização e apresentação de trabalhos científicos. Fontes e
procedimentos metodológicos. A investigação e a construção do conhecimento nas ciências naturais
e humanas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DALBÉRIO, Osvaldo; DALBÉRIO, Maria Célia Borges. Metodologia científica: desafios e
caminhos. São Paulo: Paulus, 2009.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez,
2002.
MARCONI, Marina de Oliveira; Lakatos, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2007.
COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LHEFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa:
112
113
propostas metodológicas. 16. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna et al. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e
abordagens. Tradução de Sandra R. Netz. 2. ed.Porto Alegre: Artmed: Bookman, 2006.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologia qualitativa na sociologia. 8 ed. Petrópolis: Vozes,
2001.
LÜDKE, Menga, ANDRÉ, Marli E. D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS I
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
30h/a
60h/a
120h/a – 8c
I
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. Acesso,
análise e uso de informações em diferentes contextos. Aquisição de conhecimentos estruturada ao
redor de problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos
interdisciplinares. Atividades de prática como componente curricular.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MOURA, Dácio G. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o
desafio da avaliação. Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002.
COMPLEMENTAR
FREIRE,
P.
Pedagogia
da
autonomia.
São
Paulo:
Paz
e
Terra,
1998.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre:
Artmed-McGraw Hill, 2010
TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
MATEMÁTICA BÁSICA PARA CURSOS DE EXATAS
TEÓRICA PRÁTICA
30h/a
-
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Especificidades da formação na área de
Licenciatura em Física
113
114
EMENTA
Retomar noções básicas de matemática elementar e oferecer aos alunos oportunidade de rever e
reforçar tais conteúdos. Frações, Potências e Raizes; Fatoração e Simplificação de Expressões
Numéricas; Módulo de um número. Solução de equações e inequações; Funções; Funções do 1o
Grau; Funções do 2° Grau; Raizes de Funções do 1° e 2° Graus; Função Módulo; Polinômios;
Funções Polinomiais; Função Logarítmica; Função Exponencial; Geometria Básica; Trigonometria;
Funções Trigonométricas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MEDEIROS, Valéria Z. Pré-cálculo – 2ª edição, revisada e atualizada. São Paulo: Editora
Cengage Learning, 2009
MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira;
MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006.
LARSON, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Precalculus Functions and Graphs: A
Graphing Approach. Orlando: Ed.Houghton Mifflin, 2007.
COMPLEMENTAR
SAFIER, F. Pré-cálculo, teoria e problemas. 1ª ed.Porto Alegre: Editora Bookman. 2003
DOERING, Luisa Rodriguez; DOERING, Claus Ivo. Pré-Cálculo. 2a ed. Porto Alegre: Ed. UFRGS,
2009.
SILVA, EM; SILVA, EM; SILVA, SM. Matemática Básica para Cursos Superiores, São Paulo:
Ed. Atlas, 2002
17.1.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO I PERÍODO
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Especificidades da formação
na área de Licenciatura em
Física
EMENTA
Essa unidade temática pode ser abordada em dois momentos: o falar sobre ciência e o fazer ciência.
No primeiro momento serão discutidos tópicos de filosofia e epistemologia das ciências.
Concepções de ciência, seus mecanismos de funcionamento e suas relações com a sociedade atual.
O uso de episódios da história da ciência para compreensão da ciência como uma construção
humana. Já no segundo momento serão abordados conceitos fundamentais de ciências
(preferencialmente temas interdisciplinares) que permitam a compreensão das relações entre ciência,
tecnologia e sociedade.
114
115
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª ed.São Paulo: Editora Brasiliense, 2009
HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º ed.Porto Alegre:Editora bookman,2002
SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios
paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física,2006
COMPLEMENTAR
OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção
temas atuais da Física/SBF. São Paulo: Editora livraria da Física, 2005
CAPRA, F. O tao da física, 1ª ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2000
FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição
Definitiva, Vol. 1, 2 e 3.Porto Alegre: Editora Bookman, 2008.
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª ed. São Paulo: Editora Perspectiva, 2009.
FEYERABEND, Paul. Contra o método. 1ª ed. São Paulo: Editora Unesp, 2007
MATEMÁTICA NO COTIDIANO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica comum
EMENTA
Simbologia matemática e conjuntos numéricos. Frações. Números decimais. Razão proporção.
Porcentagem. Regra de três simples e composta. Medidas. Introdução à matemática financeira.
Noções de lógica matemática. Estudo de casos relacionados envolvendo raciocínio matemático.
Desafios matemáticos. Noções de Estatística Descritiva.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
IEZZI, G. Matemática e Realidade: Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Atual, 2000.
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
CRESPO, A. Estatística Fácil.São Paulo: Editora Saraiva, 1999.
COMPLEMENTAR
DI PIERRO NETO, S.; FILHO, S. O. Quanta: Matemática em fascículos para o Ensino Médio –
fascículo 10. São Paulo: Saraiva, 2000.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6.ed. São Paulo:
Saraiva, 1999.
115
116
ALENCAR FILHO, Edgar de. Iniciação à lógica matemática. 18 ed. São Paulo: Nobel, 1999.
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995.
TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1981.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal
da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação
transformadora.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
Petrópolis: Vozes, 2001.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto,
2006.
DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992.
COMPLEMENTAR
CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo:
Cortez, 2004.
REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores
Associados, 2004.
GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000.
PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade.
Barueri: Manole, 2005.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional
de Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004.
HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
116
117
formação pedagógica
comum
EMENTA
Estudo da origem da ciência na antiguidade, com ênfase na importância do pensamento grego.
Caracterização histórica da ciência na idade média e do surgimento da ciência moderna. Análise das
relações entre ciência, tecnologia e sociedade ao longo do tempo. Estudo do uso da História da
ciência no ensino das ciências naturais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. ed. São Paulo:Moderna, 2004.
FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP; Ribeirão
Preto: SBG. 2008
SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006.
COMPLEMENTAR
FOUREZ, G.. A construção da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, 1995.
MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002.
MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002
PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS,
História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000.
ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro: JZE. 1990
INTRODUÇÃO À QUÍMICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A necessidade do conhecimento químico para a soluções de problemas ambientais e da vida. A
Química e o método científico. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de
Lewis e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e
Teoria do Orbital Molecular) e metálica.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Ed. São Paulo: Makron, 1994.
Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norte117
118
americana. São Paulo: Thomson, 2005.
ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 1ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
COMPLEMENTAR
BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986.
ROZENBERG, I.M. Química Geral. 1ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas.São Carlos: Edufscar, 2004.
QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais. Fenômenos
urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sociopolítica e cultural,
particularizando a questão social na região do Triangulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as
demandas, mercado de trabalho e competência profissional.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ:
Ed. Vozes.2002
CASTELLS, Manuel.A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009
IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
COMPLEMENTAR
BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível
em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009.
IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/
Nov/ 1989. Disponível
em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009
MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em
Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1-
quest.htm>, acesso em mar/2000.
TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social.
118
119
BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001.
SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do
Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000.
RAÍZES DA MODERNIDADE
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a
consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar,
2001.
_________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Zahar, 1999.
BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad.
Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986.
COMPLEMENTAR
BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2008.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos
Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001.
REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às
globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
17.2. II PERÍODO
TRABALHO E SOCIABILIDADE
119
120
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
90h/a
-
90h/a – 6c
II
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A centralidade do trabalho na constituição da sociabilidade humana. O mundo do trabalho na
sociedade capitalista: materialidade e subjetividade. Reprodução social e o papel da educação.
Globalização, transformações do mundo do trabalho e as relações na contemporaneidade. Aspectos
socioeconômicos da sociedade burguesa e sua relação com o Estado e o poder.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São
Paulo: Boitempo, 2007.
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo e Sociedade: para uma Teoria Geral da Política. 13aed.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
GENTILI, Pablo. Globalização excludente: desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem
mundial. Petrópolis: Vozes, 2008.
COMPLEMENTAR
HARVEY, D. Condição pós – moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural.
São Paulo: Loyola, 1994.
LESSA, S. Mundo dos homens: trabalho e ser social. São Paulo: Boitempo: 2002.
MARX, K. O capital: crítica da economia política. Tradução Reginaldo Sant’Anna. 26aed. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, Livro I, V. I
MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.
PINTO, G. A. A organização do trabalho no século 20: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. São
Paulo: Expressão Popular, 2010.
FORMAÇÃO SÓCIOHISTÓRICA DO BRASIL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
II
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
O estudo sobre a especificidade de construção da nação e da identidade nacional frente à
consolidação da República no Brasil. A organização social, política e a funçao do Estado no
120
121
processo de industrialização, urbanização e as possíveis transformações na relação trabalho e
cultura.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2007.
HOLLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
REIS José Carlos. As identidades do Brasil. De Varnhagen a FHC. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV,
1999.
COMPLEMENTAR
DAGNINO, Evelina (org). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense,
1994.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1995.
REIS FILHO, D.A.; FERREIRA, J.; ZENHA, C.(orgs). O século XX. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2000.
SACHS, Ignacy.; WILHEIM, Jorge e PINHEIRO, Paulo. (orgs). Brasil – um século de
transformações. São Paulo: Cia das Letras, 2001.
SCHWARCZ, Lílian M. (org). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade
contemporânea. V.4. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
20h/a
10h/a
30h/a – 2c
II
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Tecnologias digitais e cultura contemporânea. Análise de textos midiáticos. Produção e remix de
conteúdo. Mídia-educação.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BARTHES, Roland. O óbvio e o Obtuso. 2ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados.6ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc.
[online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066.
COMPLEMENTARES
BARTHES, Roland. O óbvio e o Obtuso. 2ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados.6ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc.
121
122
[online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066.
LETRAMENTO MATEMÁTICO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
-
30h/a – 2c
II
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Conceito, construção e avaliação de argumentos. O papel da aritmética, da geometria, da álgebra e da
análise de dados na construção do raciocínio lógico, análise e síntese de informações direcionadas
para a tomada de decisões e resolução de problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de
problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de problemas: os intuitivos, os sistemáticos e
os heurísticos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 1ª Ed. São Paulo: Editora Interciência, 1995.
BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino – Aprendizagem com Modelagem Matemática. 1ª Ed. São
Paulo: Editora Contexto, 2004.
NEWTON – SMITH, W. H. Lógica – um curso introdutório. 1ª Ed. São Paulo: Editora Gradiva,
1998.
COMPLEMENTARES
SALMON, Wesley C. Lógica. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
ROCHA, Enrique. Raciocínio Lógico: você consegue aprender. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus
Elsevier, 2006.
MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio Lógico – Quantitativo. 4ª Ed. Rio de
Janeiro: Campus Elsevier, 2009.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
30h/a
60h/a
120h/a – 8c
II
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de
informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de
problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares.
Atividades de Prática como componente curricular.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
122
123
2002.
MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o
desafio da avaliação. Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002.
COMPLEMENTAR
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo, Papirus, 2003.
FREIRE,
P.
Pedagogia
da
autonomia.
São
Paulo:
Paz
e
Terra,
1998.
TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios
internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre:
Artmed – McGrawHill, 2010.
INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
II
Especificidades da formação
na área de Licenciatura em
Física
EMENTA
Introdução aos conceitos elementares de cálculo diferencial e integral. O conceito da função
derivada, suas propriedades e algumas aplicações em física. O conceito da função integração, suas
propriedades e algumas aplicações físicas. Funções Compostas; Matrizes e Determinantes; Sistema
de Equações; Limite; Continuidade; Derivadas; Integral; Números Complexos;
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MEDEIROS, Valéria Z. Pré-cálculo – 2ª edição, revisada e atualizada. São Paulo: Editora
Cengage Learning, 2009.
MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira;
MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006.
DOERING, Luisa Rodriguez; DOERING, Claus Ivo. Pré-Cálculo. 2a ed.Porto Alegre: Ed. UFRGS,
2009.
COMPLEMENTAR
SAFIER, F. Pré-cálculo, teoria e problemas. 1ª ed. Porto Alegre:Editora Bookman, 2003
123
124
WAITS, BT.; FOLEY, GD.; DEMANA, F, Pré-Cálculo. 1ª ed.São Paulo:Editora Addison Wesley,
2008
SILVA, EM; SILVA, EM; SILVA, SM; Matemática Básica para Cursos Superiores. São Paulo:
Ed. Atlas, 2002
FUNDAMENTOS DA FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 2c
II
Especificidades da formação
na área de Licenciatura em
Física
EMENTA
A Física de Aristóteles. A Física Medieval. As origens da Mecânica. A Mecânica Newtoniana.
Noções de Cálculo diferencial e Integral. Cinemática em uma dimensão. Conceito de vetores.
Cinemática em duas e três dimensões. A teoria da relatividade restrita.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
YOUNG, H. Física I: mecânica, 12ª Edição. São Paulo: Addison Wesley, 2009.
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 9º Edição.Porto Alegre: Editora Bookman, 2002.
FREIRE JR., O.;RIBEIRO FILHO Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador: EDUFBA,
2002.
COMPLEMENTAR
MARTINS, R.A. O Universo: teorias sobre sua origem e evolução, 1ª Edição. São Paulo: Editora
Moderna, 1994. Disponível em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Universo/
PIRES, A. Evolução das Idéias da Física. São Paulo:Livraria da Física, 2008.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed. Rio de
Janeiro: Ed. LTC, 2009.
EINSTEIN, A. A teoria da Relatividade Geral e Especial. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Contraponto,
1999.
17.3. III PERÍODO
FÍSICA I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
75h/a
-
75h/a – 5c
III
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
124
125
Ementa:
Dinâmica da Partícula, Trabalho e Energia, Conservação do Momento Linear, Colisões, Cinemática de
Rotação, Dinâmica de Corpos Rígidos, Gravitação.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 1: Mecânica. 4aEd. São Paulo: Edgard Blücher,
2002.
CHAVES, A., SAMPAIO, J. F. Física Básica: Mecânica.1a ed.Ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed.Rio de
Janeiro:Ed. LTC, 2009.
COMPLEMENTAR
SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 1 – Mecânica.12a. ed.
São Paulo: Ed. Addison Wesley, 2008.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física – volume 1. São Paulo:Ed. Makron Books,
1999.
HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 1.5a ed., Rio de Janeiro:Ed. LTC, 2002.
FÍSICA EXPERIMENTAL I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
45h/a
45h/a – 3c
III
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Movimento unidimensional.
Movimento em duas dimensões. Cinemática da rotação. Movimento relativo. Dinâmica da partícula.
Trabalho e energia. Conservação da energia. Conservação do momento linear. Colisões. Experimentos
sobre dinâmica da rotação. Estática dos fluidos. Dinâmica dos fluidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alonso, M., Finn, E. J.,Física: Um Curso Universitário Volume 1: Mecânica. São Pauloo:Edgard
Blücher, 2005.
Knight, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 1: mecânica newtoniana,
gravitação, ocilações e ondas. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009.
Sears, F., Young, H. D., Freedman, R. A., Zemansky, M. W., Física 1 – Mecânica.12a.ed. São Paulo:
125
126
Ed. Addison Wesley, 2008.
COMPLEMENTAR
Tipler, P. A., Mosca, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros. Volume 1. 6a ed. Rio de
Janeiro:Editora LTC, 2009.
Nussenszveig, H. M.; Curso de Física Básica volume 1: Mecânica. São Paulo: Editora Edgard
Blücher, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos da Física 1: Mecânica. Rio de Janeiro:
Editora LTC, 2009.
GEOMETRIA ANALÍTICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
III
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Retas no plano e no espaço. Planos. Posições relativas entre retas. Posições relativas entre retas e
planos. Posições relativas entre planos. Distâncias e ângulos. Coordenadas polares. Cônicas.
Superfícies quádricas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da.Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
1996.
WINTERLE, Paulo. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 2009.
CAMARGO, Ivan; BOULOS, Paulo. Geometria Analítica. 3ª Edição. São Paulo: Prentice-Hall,
2005.
COMPLEMENTAR
IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar, volume 7: geometria analítica. 5ª edição. São
Paulo: Atual, 2004.
SANTOS, F. J.dos; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. São Paulo: Bookman Companhia Ed,
2009.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1987.
126
127
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
III
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Funções reais de uma variável real. Limite e Continuidade. Derivadas. Aplicações das
derivadas. Primitiva de uma função. A integral de Riemman. Técnicas de Integração.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
STEWART, James. Cálculo, volume 1. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
THOMAS, George B. Cálculo, volume 1. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2009.
GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 1. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2009.
COMPLEMENTAR
ÁVILA, Geraldo S. S. Cálculo das funções de uma variável, volume 1. 7ª edição. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 1. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com geometria analítica. Vol.1. Porto Alegre: MacGraw Hill, 1995.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Vol.1. 5. ed. Rio de Janeiro: L.T.C., 2001.
CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E NOVOS PARADIGMAS
PRÁTICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
III
Vida em sociedade e formação
pedagógica comum
EMENTA
Visão do mundo atual. Globalização e a era planetária. Pós-modernidade, globalização, educação,
complexidade. Os princípios do conhecimento pertinente. A falsa antinomia entre as humanidades e
as ciências naturais. O conceito de paradigma. O paradigma educacional emergente e diferentes
concepções de educação. O paradigma construtivista, interacionista, sociocultural e transcendente.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. 11ª ed. São Paulo, SP: Papirus,
2005. p.238.
127
128
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2000.
SANFELICE, José Luis. Pós-modernidade, Globalização e Educação. In: Pós-modernidade,
Globalização e Educação: história, filosofía e temas transversais. José Claudinei Lombardi (org). 2.
ed. rev. e ampl. Campinas, SP: Autores Associados: HISTEDBR; Caçador, SC: UnC, 2003. p.3-12.
COMPLEMENTAR
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A Educação como Cultura. São Paulo: Mercado de Letras, 2002.
MORIN, Edgar. Cabeça bem feita. Bertrand, 2001.
HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-modernidade.6.ed.; Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
MORAES, Maria Cândida. Educação, aprendizagem e cidadania do século XXI. Petrópolis: Ed.
Vozes, 2004.
POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
TEÓRICA
TEÓRICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
III
Vida em sociedade e formação
pedagógica comum
EMENTA
Políticas educacionais brasileiras para a Educação Básica e as interconexões socioculturais da
escola. Educação como exercício de diversidade: as políticas educacionais e curriculares e os
contextos sociais demarcados pelas contradições emergentes. Políticas educacionais, ética e
compromisso social: tendências contemporâneas e perspectivas. Políticas de educação: impactos nos
processos de ensinar e aprender.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. 14ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2002.
DOURADO, Luis Fernando & PARO, Vítor Henrique (Orgs.) Políticas públicas e educação
básica. São Paulo: Xamã, 2001.
FRIGOTTO, Gaudêncio; GENTILI, Pablo. A cidadania negada: políticas de exclusão na
educação e no trabalho. Buenos Aires: CLASCO, 2000.
COMPLEMENTAR
BRZEZINSKI, Iria (Org.) LDB: limites e possibilidades. São Paulo: Cortez, 1997.
CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos.
4. ed. São Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire, 2001. (Coleção Prospectiva; 5)
128
129
GENTILLI, Pablo E. & MCCOWAN, Tristan (Orgs.) Reinventar a escola pública: política
educacional para um novo Brasil. Petrópolis: Vozes, 2003.
LIBÂNEO; José Carlos; OLIVEIRA José Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar:
políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
OLIVEIRA, Romualdo Portela de (org.). Política educacional: imapasses e alternativas. São
Paulo: Cortez, 1995.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS III
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
60h/a
90h/a – 6c
III
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de
informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de
problemas reais. Foco na experimentação no ensino de Física. O trabalho em grupo, a pesquisa
individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de Prática como componente curricular.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
VALADARES, Eduardo de Campos. Física mais que divertida – Edição revista e ampliada. 2ª ed.
Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto Alegre:
Artmed-McGrawHill, 2010.
ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria. O Saber fazer e seus muitos saberes – Experimentos,
Experiências e Experimentações. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006.
COMPLEMENTAR
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. São Paulo: EDUSP,
2005.
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. São Paulo:
EDUSP, 2005.
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. São Paulo:
EDUSP, 2005.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o
desafio da avaliação. São Paulo: Editora Artmed, 2002.
129
130
17.4. IV PERÍODO
FÍSICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
75h/a
-
75h/a – 5c
IV
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Hidrostática,
Hidrodinâmica,
Oscilações,
Ondas,
Leis
da
Termodinâmica,
Propriedades
Termodinâmica dos Gases, Teoria Cinética dos Gases.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 2: Fluidos, Oscilações e Ondas, Calor. 4a ed. São
Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002.
CHAVES, A. Física Básica: Gravitação, Fluidos, Ondas, Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ed.
LTC, 2007.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. 8a ed.Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008.
COMPLEMENTAR
SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e
Ondas. 12a.ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física – volume 2. São Paulo: Ed. Makron Books,
1999.
HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 2. 5a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2003.
FÍSICA EXPERIMENTAL II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
45h/A
45h/a – 3c
IV
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Hidrostática, Hidrodinâmica,
Oscilações, Ondas, Leis da Termodinâmica, Propriedades Termodinâmica dos Gases, Teoria Cinética
dos Gases.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
130
131
ALONSO, M., FINN, E. J.,Física: Um Curso Universitário Volume 2: Campos e Ondas. São
Paulo:Edgard Blücher, 2004.
KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 2: termodinâmica óptica. São
Paulo: Ed. Bookman, 2009.
SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e
Ondas. 12a.ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008.
COMPLEMENTAR
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e EngenheirosVolume 2. 6a ed.Rio de Janeiro:
Editora LTC, 2009.
SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e
Ondas. 12a.ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008.
HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 2. 5a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2003.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
IV
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Integrais Impróprias; Sequências e Séries de Números Reais; Os Espaços Rn; Função de uma
Variável Real a Valores em Rn; Funções de Várias Variáveis Reais a Valores Reais; Limite e
Continuidade; Derivadas Parciais; Funções Diferenciáveis; Regra da Cadeia; Gradiente e Derivada
Direcional, Derivadas Parciais de Ordens Superiores; Teorema do Valor Médio, Fórmula de Taylor
com Resto de Lagrange; Máximos e Mínimos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
STEWART, James. Cálculo, volume 2. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
THOMAS, George B. Cálculo, volume 2. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2002.
GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 2. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2001.
COMPLEMENTAR
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de várias variáveis. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 2. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994.
131
132
FÍSICA MATEMÁTICA I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
IV
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Números Complexos, Sistema de Equações Lineares, Matrizes e Determinantes, Problemas de
autovalores, Série de Fourier, Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem, Probabilidade
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ARFKEN, G. B., WEBER, H. Física Matemática: Métodos Matemáticos para Engenharia e
Física. São Paulo: Ed. Elsevier, 2007.
BUTKOV, E. Física Matemática. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1998.
BOAS, M. L. Mathematical Methods in the Physical Sciences. 3a ed.New Jersey: Ed. Wiley, 2005.
COMPLEMENTAR
KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 1. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 2. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
COURANT, R; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics – vol. 1. Nova York: Ed. WileyVHC, 1989.
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
IV
Vida em sociedade e formação
pedagógica comum
EMENTA
Circulação de modelos pedagógicos e práticas de educação no Brasil colônia e Império. A
organização da educação nas primeiras décadas republicanas: relações entre escolarização,
modernidade e identidade nacional. Educação em tempos autoritários: o Estado Novo e o Regime
Militar. O processo de expansão da escola pública e as configurações da cultura escolar no Brasil
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FREITAS, Marcos Cézar de, BICCAS, Maurilane de S. História Social da Educação Brasileira
(1926-1996). São Paulo: Cortez, 2009
HILSDORF, M.L. História da Educação Brasileira: leituras. São Paulo: Thomson, 2003.
VEIGA, Cynthia Greive. História da Educação 1. Ed. São Paulo: Atica, 2007.
132
133
COMPLEMENTAR
CARVALHO, Marta Maria Chagas. A escola e a República e outros ensaios. Bragança Paulista:
EDUSF, 2003.
FARIA FILHO Luciano M. De (org.). Educação, modernidade e civilização. Belo Horizonte:
Autêntica, 1998.
MAGALDI, Ana Maria et alli (orgs). Educação no Brasil: história, cultura e política. Bragança
Paulista – SP: EDUSP, 2003.
S0UZA, Rosa Fátima de, et alli. O legado educacional no século XX. CAMPINAS: Autores
Associados, 2004.
SAVIANI, Dermeval, LOMBARDI, José Claudinei e NASCIMENTO, Maria I. A escola pública no
Brasil. Campinas - SP- HISTEDBR. Autores Associados.2005.
DIDÁTICA GERAL E SABER DOCENTE
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
IV
Formação do professor e
Prática Pedagógica
EMENTA
Conceitualizações sobre Didática: objeto de estudo, funções e dimensões. Didática e
interdisciplinaridade.
Principais
momentos
históricos
e
tendências
atuais
da
Didática.
Conhecimentos, saberes e competências associadas à Didática. Questões teóricas e práticas
relacionadas aos objetivos, conteúdos, métodos, procedimentos, recursos e linguagens. Formas de
organização do trabalho na sala de aula. O processo de ensino-aprendizagem. Perspectivas
articuladoras, considerando as dimensões humanas, técnicas e sócio-culturais da prática pedagógica.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FAZENDA, Ivani (Org.) Didática e interdisciplinaridade. 10 Ed. Campinas, SP: Papirus, 2005.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2008.
VEIGA, Ilma P. A. Lições de didática. Campinas, SP: Papirus, 2006.
COMPLEMENTAR
CANDAU, Vera (Org.) Didática. Questões contemporâneas. Rio de Janeiro: Forma e Ação, 2009.
CANDAU, Vera. Didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1986.
CANDAU, V. (Org.) Didática, currículo e saberes escolares. 2. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p.
112-128.
VEIGA, Ilma P. A. Repensando a didática. 21 ed. rev. e atual. Campinas SP: Papirus, 2004, p. 33-54.
133
134
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS IV
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
60h/a
90h/a – 6c
IV
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas Física I e Física II.
Produção de atividades de ensino utilizando fontes históricas primárias e secundárias. O trabalho em
grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de Prática como
componente curricular.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SILVA, Cibelle C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006.
ALFONSO-GOLDFARB, A. M.; BELTRAN, M. H. R. Escrevendo a História da Ciência:
tendências, propostas e discussões historiográficas. São Paulo: EDUC/ Editora Livraria da Física,
2004.
FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO, A. Origens e Evolução das Idéias da Física. EDUFBA,
Salvador-BA, 2002.
COMPLEMENTAR
NEWTON, I. Principia: Princípios Matemáticos da Filosofia Natural - Livro I. São Paulo:
EDUSP, 2008.
NEWTON, I. Principia – Livros II e III – Princípios Matemáticos da Filosofia Natural. São
Paulo: EDUSP, 2008.
GALILEI, G. Diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo: Ptolomaico e Copernicano. 2ª
edição. São Paulo: Editora Discurso Editorial/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004
COPERNICO, N. Commetariolus. 2ª edição São Paulo: Editora Livraria da Física,2003
17.5. V PERÍODO
FÍSICA III
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
75h/a
-
75h/a – 5c
V
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Carga e matéria; Lei de Coulomb; Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial elétrico; Capacitores e
134
135
dielétricos; Corrente, resistência elétrica e lei de Joule; Campo Magnético; Lei de Ampère; Lei de
Biot-Savart; Lei de Faraday-Lenz; Circuitos; Propriedades magnéticas da matéria; Equações de
Maxwell.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3: Eletromagnetismo. São Paulo: Ed. Edgard
Blücher, 1997.
CHAVES, A. Física Básica: Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Eletromagnetismo. 8a Ed.
Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008.
COMPLEMENTAR
SEARS, F., ZEMANSKY, M. W.,Física 3 – Eletromagnetismo. 12aEd. São Paulo: Addison Wesley,
São Paulo, 2009.
HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 3.5a Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 2. 6ª Ed. Rio de
Janeiro: Editora LTC, 2009.
FÍSICA EXPERIMENTAL III
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
30h/a
30h/a – 2c
V
Especificidades da formação
na área de Licenciatura em
Física
Ementa:
Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Carga e matéria; Lei de Coulomb;
Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial elétrico; Capacitores e dielétricos; Corrente, resistência
elétrica e lei de Joule; Campo Magnético; Lei de Ampère; Lei de Biot-Savart; Lei de Faraday-Lenz;
Circuitos; Propriedades magnéticas da matéria; Equações de Maxwell.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica. Volume 3: eletricidade e magnetismo. 2ª Ed.
Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009.
SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 3 –
Eletromagnetismo. 12ª Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3: Eletromagnetismo. São Paulo:Ed. Edgard
Blücher, 1997
135
136
COMPLEMENTAR
GRIFFITHS, D.J. Eletrodinâmica. 3a ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Eletromagnetismo. 8a Ed.
Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
V
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
Ementa:
Estudo de Integrais duplas e Integrais triplas. Caracterização de funções de várias variáveis
reais a valores vetoriais. Análise e estudo de Integrais de linha e o Teorema de Green. Estudo de
Cálculo de Área e Integral de Superfície. Análise do fluxo de um campo vetorial. Análise do Teorema
da divergência e do Teorema de Stokes no espaço.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
STEWART, James. Cálculo, volume 2. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
THOMAS, George B. Cálculo, volume 2. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2002.
GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 3. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2001.
COMPLEMENTAR
SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com geometria analítica. Vol. 2.Porto Alegre: MacGraw Hill, 1995.
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de várias variáveis. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 2. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994.
FÍSICA COMPUTACIONAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15h/a
15h/a
30h/a – 2c
V
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
EMENTA
Conceitos Básicos de Programação Fortran; Tipos de Variáveis; Comandos entrada e saída de dados;
136
137
Expressões Lógicas; Estruturas de Repetição; Estrutura Condicional; Vetores e Matrizes;
Formatação; Funções Intrinsecas; Funções e Subprogramas; Estrutura de Dados; Entrada e Saída
para arquivos; Aplicações em Física.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CUNHA, R. D. Introdução à Liguagem de Programação Fortran 90. Porto Alegre: Ed. UFRGS,
2005.
ORTEGA, J. M. Introduction to Fortran 90 for Scientific Computing. Oxford: Ed. Oxford
University Press, 1994.
GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics. 2a ed. Upple Saddle River: Ed.
Benjamin Cummings, 2005.
COMPLEMENTAR
CHAPMAN, S. J. Fortran 90/95 for Scientists and Engineers. 2 Ed. Columbus: McGrawHill,2003.
SMITH, I. M. Programming in Fortran 90 – A First Course for Engineers and Scientists. New
Jersey: Ed. John Wiley, 1994.
FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Ed. Prentice Hall Brasil, 2006.
BARROSO, L.; BARROSO, M. M. A.; Campos Filho, F. F. Cálculo Numérico: com Aplicações.
2ª Ed.São Paulo: Ed. Harbra, 1987.
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. 2ª
Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 1996.
TEORIAS E ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
V
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
As teorias sobre a aprendizagem. Perspectivas de aprendizagem: significativa, baseada na resolução
de problemas, desenvolvimental, por meio da pesquisa. Estratégias de ensinagem e aprendizagem na
sala de aula. Competências e desafios nas condições de trabalho do(a) professor(a). Práticas de
desenvolvimento e análise de estratégias de aprendizagem na sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
137
138
ANASTASIOU, L. da G. C.; ALVES, L. P. (orgs.) Processos de ensinagem na universidade:
pressupostos para a estratégia de trabalho na aula. Joinville, SC: UNIVILLE, 2003.
HILGARD, E. R. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1975.
VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: por que não? 16ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2005
COMPLEMENTAR
CASTELLANOS, Doris, et. al. Aprender y enseñar en la escuela. La Habana: Pueblo y Educación
2002.
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU,
1986.
PERRENOUD, Philippe. As dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
VAZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. 4ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1986.
ZABALA, Antonio A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
O PLANEJAMENTO EM EDUCAÇÃO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
V
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Conceitualizações sobre planejamento. O planejamento em Educação. Tipos de planos e diversos
níveis de realização. O projeto político-pedagógico. Análise de PPPs e elaboração de planos de
unidades e de aulas. Dimensões da aula: a dimensão científica, a dimensão ética, a dimensão
estética. As relações interpessoais na sala de aula e na escola.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PENIN, Sonia J. de Sousa. A Aula: espaço de conhecimento, lugar de cultura. Campinas, SP:
Papirus, 1994.
VEIGA, Ilma P. A. Aula: Gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, 2008
MORAIS, Regis de (Org.) Sala de aula: que espaço é esse? 3ª edição. Campinas, SP: Papirus, 1988
COMPLEMENTAR
ABREU, Maria Célia de & MASETTO, Marcos Tarciso. O Professor Universitário em Aula Prática e Princípios Teóricos. São Paulo: Cortez, 1980.
CUNHA, Maria Isabel da.O professor Universitário na transição de paradigmas.
Araraquara: Junqueira & Marin editores, 2005.
138
2ª Ed.
139
DANILOV M.A. & SKAKIN, M.N. Didáctica de la escuela media. La Habana: Pueblo y
Educación, 1978.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 28ª reimp. São Paulo: Cortez, s/d.
VEIGA, Ilma P. A. CASTANHO, Maria Eugenia L.M. (Orgs.) Pedagogia universitária: a aula em
foco. Campinas, SP: Papirus, 2000.
ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15h/a
105h/a
120h/a – 8c
V
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Organização do projeto de trabalho de estágio. Orientações na elaboração do relatório de estágio.
Reflexões sobre as informações colhidas nos campos de estágio. Orientações sobre a socialização
das informações colhidas no campo de estágio.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e
Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009
PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004
COMPLEMENTAR
PIMENTA, S.G..O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo:
EPU, 1986.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS V
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
60h/a
90h/a – 6c
V
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas Física III e Física IV.
Produção de atividades de ensino utilizando abordagem histórica contextualizada. O trabalho em
grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares.
139
140
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SILVA, C.C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino.
São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006
ALFONSO-GOLDFARB, A. M.; BELTRAN, M. H. R. Escrevendo a História da Ciência:
tendências, propostas e discussões historiográficas. São Paulo: EDUC/ Editora Livraria da Física,
2004.
COMPLEMENTAR
LOPES, J.L. Uma História da Física no Brasil. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004.
NEWTON, I. Optica. São Paulo: EDUSP, 1996.
FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO, A Origens e Evolução das Idéias da Física. EDUFBA,
Salvador-BA, 2002.
ASSIS, A. K. T. Os Fundamentos Experimentais e Históricos da Eletricidade. 1ª edição.
Montreal: Apeiron, 2010
17.6. VI PERÍODO
FÍSICA IV
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
VI
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Ótica Geométrica; Interferência; Difração; Polarização; Relatividade; Primórdios da Teoria Quântica;
Princípios Básicos da Teoria Quântica; Equação de Schrödinger; Sistema Quânticos Simples.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 4: Ótica, Relatividade, Física Quântica. São
Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Óptica e Física Moderna. 8ª
Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
SEARS, F.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.;, ZEMANSKY, M. W., Física 4 – Ótica e Física
Moderna. 10ª Ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2003.
COMPLEMENTAR
CHAVES, A. Física vol. 3: Ondas, Relatividade e Física Quântica. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007.
140
141
HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 4.5a Ed. Rio de Janeiro:LTC, Rio de Janeiro,
2004.
TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 3. 6ª Ed. Rio de
Janeiro: Editora LTC, 2009.
FÍSICA EXPERIMENTAL IV
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
30h/a
30h/a – 2c
VI
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Ótica Geométrica; Interferência;
Difração; Polarização; Relatividade.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SEARS, F.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.;, ZEMANSKY, M. W., Física 4 – Ótica e Física
Moderna. 10ª Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2003.
Knight, R. D., Física: uma abordagem estratégica – Volume 2: termodinâmica óptica. 2ª Ed.
Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009.
TIPLER, P. A., MOSCA, G.Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 2. 6ª Ed.Rio de Janeiro:
Editora LTC, 2009.
COMPLEMENTAR
STRONG, J.,Concepts of classical Optics. New York:Dover, 2004.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 4: Ótica, Relatividade, Física Quântica. São
Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Óptica e Física Moderna. 8ª
Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
FÍSICA MATEMÁTICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
45h/a
-
45h/a – 3c
VI
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Análise Vetorial, Equações Diferenciais Lineares de Segunda Ordem, Funções Especiais
Equações Diferenciais Parciais, Funções de uma variável complexa, Transformada de Laplace,
141
142
Transformada de Fourier, Teoria de Distribuição.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ARFKNE, G. B., WEBER, H. Física Matemática: Métodos Matemáticos para Engenharia e
Física. Rio de Janeiro: Ed. Elsevier, 2007.
BUTKOV, E. Física Matemática. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1998.
BOAS, M. L. Mathematical Methods in the Physical Sciences. 3a ed.New York: Ed. Wiley, 2005.
COMPLEMENTAR
KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 1. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 2. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009.
COURANT, R; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics – vol. 1. Nova York: Ed. WileyVHC, 1989.
QUÍMICA GERAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
30h/a
60h/a – 4c
VI
Especificidades da formação na
área de Licenciatura em Física
EMENTA
Conceitos Fundamentais de Elementos Químicos, suas Propriedades e Substâncias Simples e
Compostas. Fórmulas Mínimas de Compostos Químicos. Misturas. Lei de Conservação de Massa e
Estequiometria. Estados Físicos da Matéria. Soluções. Equilíbrio Químico.
Noções de Segurança Laboratorial. Classificação de Resíduos Químicos. Serão dadas práticas
diversas com o objetivo de familiarizar o aluno com os equipamentos gerais de um laboratório de
química, operações simples e aplicações práticas de conceitos já conhecidos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C.;Química geral e reações químicas:
volume 1. Tradução técnica Flávio Maroni Vichi; Tradução Solange Aparecida Visconte. São Paulo:
Cengage Learning, 2009
KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C.;;Química geral e reações químicas:
volume 2. Tradução e revisão técnica Flávio Maron Vichi, Tradução Solange Aparecida Visconte.
São Paulo: Cengage Learning, 2010
RUSSELL, John B. Química geral: volume 2. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
142
143
COMPLEMENTAR
ROZENBERG, Izrael Mordka. Química geral. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2008.
MAIA, Daltamir Justino; BIANCHI, J. C. de A.. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2007
MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J..Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard
Blucher, 1995
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
VI
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
As teorias sobre a avaliação da aprendizagem. As relações da avaliação com a didática e com a
aprendizagem. Questões ideológicas nos processos de avaliação. As políticas de avaliação no Brasil.
Tipos de avaliação. Avaliação somativa vs avaliação formativa. Técnicas, procedimentos e
instrumentos de avaliação. Os critérios de avaliação. Prática de elaboração, aplicação e correção de
diferentes instrumentos de avaliação na sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação: para uma sociologia das
políticas avaliativas contemporâneas. 3ª ed. São Paulo: Cortez. 2005.
CATANI, Denice Barbara e GALLEGO, Rita de Cassia. Avaliação. São Paulo: Editora UNESP,
2009.
HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (orgs.) Práticas avaliativas e aprendizagens significativas:
em diferentes áreas do currículo. 3.ed. Porto Alegre: Mediação, 2004.
COMPLEMENTAR
BONAMINO, A., BESSA, N., FRANCO (orgs.). Avaliação da educação básica. Pesquisa e gestão.
São Paulo: Loyola, 2004.
ESTEBAN, Maria T.(Org.). Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2003.
FREITAS, Luís Carlos de. Avaliação: construindo o campo e a crítica. Florianópolis: Insular,
2002
GATTI, Bernardete A. O Professor e a avaliação em sala de aula. Estudos em Avaliação
Educacional, n. 27, p. 97-113, jan./jun. 2003.
143
144
HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Trad. Patrícia C. Ramos, Porto Alegre ARTMED
Editora, 2001.
ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15h/a
105h/a
120h/a – 8c
VI
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Organização do projeto de estágio. Acompanhamento das atividades de observação e docência nas
turmas das séries finais do Ensino Fundamental. Orientações na realização dos planos de aula.
Avaliação das aulas ministradas pelos alunos estagiários. Orientações no relatório de estágio.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e
Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009
PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004
COMPLEMENTAR
PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo:
EPU, 1986.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS VI
TEÓRICA
30h/a
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
60h/a
90h/a – 6c
VI
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas já estudadas até o
momento. Produção de atividades de ensino utilizando simulações computacionais. O trabalho em
grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PANG, Tao.An Introduction to Computational Physics.2a ed. Cambridge: Ed. Cambridge, 2006.
144
145
SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. São Paulo: Ed. Livraria da Física, 2005.
LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.Computational Physics – Problem Solving
with Computers. 2a ed.Hoboken: Ed. John Wiley, 2007.
COMPLEMENTAR
STAUFFER, D.; de OLIVEIRA, S. M.; de OLIVEIRA, P. M. C.; MARTINS, J. S. S. Biology,
Sociology, Geology by Computational Physicists. San Francisco: Elsevier, 2007.
MILLER, J. H.; PAGE, S. E. Complex Adaptive Systems – An Introduction to Computational
Models of Social Life. Princeton: Ed. Princeton University, 2007.
GURNEY, K. An Introduction to Neural Networks. Boca Raton: Ed. CRC Press, 1997.
QUARTERONI, A.; SALERI, F.; GERVASIO, P.; Scientific Computing with MATLAB and
Octave. 3a Ed. New York: Ed. Springer, 2010.
SABERES DO DOCENTE EM FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
VI
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Estudo das concepções e tendências do ensino de Física. Diretrizes curriculares e Parâmetros
Curriculares Nacionais e do estado de Minas Gerais. A História e Filosofia da Ciência no Ensino de
Física. A abordagem de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). A resolução de problemas (abertos
ou fechados) de Física. O uso de recursos audiovisuais no Ensino de Física e os objetos de
aprendizagem. Análise de livros didáticos de Física.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, A.M.P.; RICARDO, E.C.; SASSERON, L.H.; ABIB, M.L.V.S.; PIETROCOLA, M.
Ensino de Física – Coleção Idéias em Ação. São Paulo: Cengage, 2011.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNANBUCO, M. M. Ensino de Ciências: Fundamentos
emétodos. 2ª edição. São Paulo: Editora Cortez, 2009.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa (organizadora). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a
prática. 1ª edição. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2009.
COMPLEMENTAR
SILVA, Cibelle C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006
145
146
NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de
professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004.
CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária
renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
17.7. VII PERÍODO
ELETROMAGNETISMO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
75h/a
-
75h/a – 5c
VII
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Gradiente, Divergente e Rotacional. Eletrostática. Solução de problemas eletrostáticos. Campo
eletrostático na matéria. Magnetostática no vácuo: Lei de Lorenz, Lei de Biot-Savart, divergência,
rotacional, potencial vetorial. Magnetostática em meios materiais: magnetização, campo de um objeto
magnetizado, campo auxiliar H, meios lineares e não lineares. Eletrodinâmica. Ondas
eletromagnéticas. Radiação eletromagnética.
Bibliografia
BÁSICA
GRIFFITHS, D.J. Introduction to Electrodynamics. 3. ed. New York: Prentice Hall, 1998.
REITZ, J. R., MILFORD, F. J.,CHRISTY, R. W. Fundamentos da Teoria Eletromagnética. 11ª Ed.
Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1982.
HAYT, W. H., BUCK, J. A. Eletromagnetismo. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. McGraw-Hill, 2008.
COMPLEMENTAR
JACKSON, J. D. Classical Electrodynamics. 3a Ed. Hoboken: Ed. John Wiley, 1998.
GRIFFITHS, D.J. Eletrodinâmica. 3a ed. São Paulo: Pearson Education, 2011.
FRANKLIN, J. Classical Electromagnetism. New York: Pearson Education, 2005.
GRANT, I.S.; PHILLIPS, W.R. Electromagnetism. 2a ed. Hoboken: Ed. John Wiley, 1991.
MECÂNICA CLÁSSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
VII
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
146
147
Ementa:
Matrizes, Vetores e Cálculo Vetorial, Mecânica Newtoniana de uma partícula; Teoremas de
Conservação, Oscilações, Oscilações Não-Lineares e Caos, Gravitação, Cálculo Variacional, Princípio
de Hamilton; Dinâmica Lagrangiana e Hamiltoniana; Teorema de Liouville; Teorema do Virial.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems.5ª Ed. Florence:
Brooks Cole, 2003.
SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro:Editora Campus, 1982.
BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana.
São Paulo: Editora
Livraria da Física, 2004.
COMPLEMENTAR
GREINER, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed.
Springer Verlag, 2002.
GOLDSTEIN, H., POOLE, C. P., SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River:
Addison Wesley, 2002.
LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São Paulo: Ed. Hemus, 2004.
KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. 5a ed.London. Ed. Imperial College
Press, 2004.
TERMODINÂMICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a –4c
VII
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Variáveis e equilíbrio termodinâmico. Primeira lei da termodinâmica. Entropia – Segunda lei da
termodinâmica. Reversibilidade e irreversibilidade. Potenciais Termodinâmicos.
Relações de
Maxwell. Transições de fase de primeira ordem.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FERMI, E.,Thermodynamics. New York: Dover Publications Inc., 1956.
STÖCKER, H., GREINER, W., NEISE, L. Thermodynamics and Statistical Mechanics. New York:
Ed. Springer Verlag, 2008.
OLIVEIRA, M. J.,Termodinâmica. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005.
147
148
COMPLEMENTAR
CALLEN, H. H., Thermodynamics and an Introduction to Thermostatics.2a ed. Hoboken: John
Wiley & Sons, 1985.
SALINAS, S. Introdução à Física Estatística. 2a Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2005.
ADKINS, C. J. Equilibrium Thermodynamics. Cambridge: Cambridge University Press, 1983.
BORGNAKKE, C.; WYLEN, G.J.V. Fundamentos da Termodinâmica. 7ª Ed.Rio de Janeiro:
Edgard Blücher, 2009.
LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
VII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Introdução a linguagem brasileira de sinais. História da educação dos surdos. A legislação sobre
libras: Lei 10.436 de 24/04/2002.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CAPOVILLA, Fernando César; Raphael, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado
trilingue da língua de sinais brasileira: Volume I e II. 3. Ed. São Paulo: EDUSP, 2008.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – Secretaria de Educação Especial, Ensino da Língua Portuguesa
para surdos. Caminhos para a prática pedagógica – Brasília, 2002. Vol. 1 e 2.
SACKS, Oliver W.,Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos Surdos. Tradução Laura Teixeira
Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
COMPLEMENTAR
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, 1995.
QUADROS, R.M. de Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1997.
COUTINHO, Denise – Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, Semelhanças e
Diferenças. Porto Alegre: Mediação, 2001.
SKLIAR, Carlos (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre: Mediação,
1999. Volumes 1 e 2.
FERNANDES, Eulália. Linguagem e Surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003.
148
149
ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15 h/a
105 h/a
120h/a – 8c
VII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Organização do projeto de estágio. Acompanhamento das atividades de observação e docência nas
turmas das séries finais do Ensino Médio. Orientações na realização dos planos de aula. Avaliação
das aulas ministradas pelos alunos estagiários. Orientações no relatório de estágio.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e
Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009
PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004
COMPLEMENTAR
PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo:
EPU, 1986.
O USO DE TICs NA APRENDIZAGEM DE FÍSICA
TEÓRICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
60h/a
90h/a – 6c
VII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Novas abordagens e práticas de ensino de Física e o uso das Tecnologias da informação e
comunicação no ensino de física. O Ensino à distância. Uso de plataformas virtuais para o ensino de
Física. O uso s e análise de softwares educativos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. São Paulo:
149
150
Editora Mediação, 2007.
BARRETO, R.G. Tecnologias educacionais e educação à distância: avaliando políticas e
práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.
GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999.
COMPLEMENTAR
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre.
Artmed , 2002.
PETERS, O. Didática do ensino à distância. 1ª edição. Editora Unisinos, Rio Grande do Sul. 2001
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologias
e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004.
PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem.
Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005.
TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo:
Cortez, 2004.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15h/a
15h/a
30 h/a – 2c
VII
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Escolha e definição do tema de pesquisa de um trabalho de graduação vinculado à área de Ensino de
Física ou de Física básica e afins. Nesta etapa o aluno, sob orientação de um docente da UFTM,
deverá realizar as primeiras etapas de um processo de pesquisa: pesquisa bibliográfica, levantamento
e consulta às fontes. Problematização a partir da experiência de pesquisa. Elaboração e consolidação
do projeto de pesquisa.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto
Alegre:Artmed , 2002.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto
Alegre: Artmed-McGrawhill, 2010
GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999.
COMPLEMENTAR
FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. São Paulo:
Editora Mediação, 2007.
150
151
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas
Tecnologiase mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004.
PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem.
Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005.
TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo:
Cortez, 2004.
17.8. VIII PERÍODO
ESTRUTURA DA MATÉRIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
75h/a
-
75h/a – 5c
VIII
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Radiação de corpo negro. Comportamento corpuscular da radiação. Comportamento ondulatório da
matéria. O átomo de Bohr. A equação de Schrödinger. Potenciais unidimensionais. Átomos de um
elétron. Momento de dipolo magnético, spin e regras de transição.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SERWAY, R. A., MOSES, C. J., MOYER, C. A. Modern Physics. 3a ed. Florence: Ed. Brooks Cole,
2005.
BEISER, A. Concepts of Modern Physics. 6a ed.New York: Ed. McGraw Hill, 2002.
CARUSO, F., OGURI, V. Física Moderna – Origens Clássicas e Fundamentos Quânticos. Rio de
Janeiro: Ed. Campus, 2006.
COMPLEMENTAR
KRANE, K. S. Modern Physics. 2a ed.Hoboken: Ed. Wiley, 1995.
RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e
Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979.
TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009.
GRIFFITHS, D. J. Introduction to Quantum Mechanics.2a ed.Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005.
LABORATÓRIO DE ESTRUTURA DA MATÉRIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
45h/a
45h/a – 3c
VIII
Especificidades da
151
152
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Radiação de corpo negro.
Comportamento corpuscular da radiação. Comportamento ondulatório da matéria. O átomo de Bohr. A
equação de Schrödinger. Potenciais unidimensionais. Átomos de um elétron. Momento de dipolo
magnético, spin e regras de transição.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e
Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979.
GRIFFTHS, DAVID J. Introduction to Quantum Mechanics. 2. ed. Upper Saddle River: Pearson
Education, 2005.
GASIOROWICZ, S. Quantum Physics. 3a ed.Hoboken: John Wiley and Sons, 2003.
COMPLEMENTAR
KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 2: termodinâmica óptica. São
Paulo: Ed. Bookman, 2009.
NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica 4. 4ª Ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 4: Mecânica. 8ª Ed. Rio de
Janeiro: Ed. LTC, 2009.
CURRÍCULO ESCOLAR
TEÓRICA
30h/a
AD
-
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
30h/a – 2c
VIII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA:
As teorias sobre o currículo. O campo do currículo na contemporaneidade, inclusão e
multiculturalismo. Diferentes teorizações pedagógicas e perspectivas sobre o currículo. A
centralidade da cultura no campo do currículo. As relações do currículo com a vida, com a ciência,
com a cultura, com a didática, com o planejamento educacional, com a prática da sala de aula.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
COSTA, Marisa V. (org). O currículo nos limiares do contemporâneo. Rio de Janeiro: DP&A,
152
153
1998.
MOREIRA, Antônio Flávio e, SILVA, T. T. (Orgs). Currículo, Cultura e Sociedade. 3.ed.; São
Paulo, SP: Cortez, 1999.
SILVA, Tomaz Tadeu da.Documentos de identidade; uma introdução ás teorias do currículo. 2ª
Ed.7ª reimp. Belo Horizonte: Auténtica, 2005.
COMPLEMENTAR
APPLE, Michael W. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
GOODSON, Ivor F.A construção social do currículo. Lisboa: Educa, 1997.
LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth Fernandes de. (Org.) Currículo: debates
contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002.
SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. da F. Rosa.
3.a ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
SILVA, Tomaz Tadeu da.O currículo como fetiche; a poética do texto curricular. 2. reimp. Belo
Horizonte; Autêntica, 2003.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15h/a
15h/a
30 h/a – 2c
VIII
Múltiplas Linguagens
EMENTA:
Desenvolvimento da pesquisa, elaboração e apresentação da monografia de TCC.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto
Alegre:Artmed , 2002.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto
Alegre: Artmed-McGrawhill, 2010
GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999.
COMPLEMENTAR
FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. Editora
Mediação, São Paulo. 2007
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas
Tecnologiase mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004.
PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem.
Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005.
153
154
TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São
Paulo: Cortez, 2004.
EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS DA FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
II
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
EMENTA
Análise histórica, filosófica e epistemológica dos desenvolvimentos dos conceitos e teorias da
física, da Antiguidade aos dias atuais. Discussões sobre o papel social e cultural da física na
nossa era.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ROCHA, José Fernando. Origens e Evoluções das idéias da Física. 1ª edição. Salvador:
EDUFBA,2002.
PIRES, Antônio S. T. Evolução das ideias da física. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria da
Física, 2008
EINSTEIN, A. e INFELD, L. - A evolução da física. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1980
COMPLEMENTAR
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. São Paulo: Editora
Perspectiva,2009.
LOPES, José Leite. Uma História da Física no Brasil. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria
da Física, 2004.
SCHENBERG, Mário. Pensando a Física. 5ª edição. São Paulo: Editora Landy, 2001.
FEYERABEND, Paul. Contra o método. 1ª edição. São Paulo: Editora Unesp, 2007.
BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. 3ª edição. Rio de Janeiro: Editora Tempo
Brasileiro, 2000.
ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
15 h/a
105 h/a
120h/a – 8c
VIII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
154
155
EMENTA
Orientações para elaboração e implementação de projeto educacional na escola campo de estágio a
partir das observações e reflexões realizadas. O ensino de Física, a avaliação e o vestibular.
Organização, seleção de material e elaboração das atividades docentes, a partir das observações,
estudos teóricos e de diagnóstico realizado para imersão no campo de trabalho.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e
Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009
PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004
COMPLEMENTAR
PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São
Paulo: Cortez, 2001.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo:
EPU, 1986.
INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
-
30h/a – 2c
60h/a – 4c
90h/a – 6c
VIII
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA:
O Laboratório didático e suas funções no Ensino de Física. Os vários tipos de atividades experimentais na
pesquisa em Ensino de Física abordagem qualitativa e quantitativa. Produção de material didático
experimental de baixo custo para o Ensino Fundamental, Médio e Superior. Reprodução de experimentos
históricos factíveis no Ensino Médio. Experimentos que promovam mudanças conceituais e a visão do
experimento como metodologias historicamente construídas, que encontra no aluno a possibilidade de sua
própria elaboração e construção. Elaboração de livro-texto, vídeos interativos para a auto-aprendizagem
de Física. Inserção de observações astronômicas e construção de instrumentos para o Ensino de
Astronomia.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CARVALHO, Anna M.P. Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. 1ª edição. São Paulo:
155
156
Editora Cengage Learning, 2009.
MÁXIMO, Antônio e ALVARENGA, Beatriz. Física – volume único. 2ª Edição, São Paulo: Editora
Scipione, 2008.
Grupo de Reelaboração do Ensino de Física (GREF): Material para professores e/ou alunos: Física 1
(mecânica), Física 2 (física térmica e óptica), Física 3 (eletricidade e magnetismo), Grupo de
Reelaboração do Ensino de Física,Edusp. Material para alunos: Leituras em Física. Download a partir de
http://www.if.usp.br/gref.
COMPLEMETAR
GASPAR, Alberto. Física – volume único. 1ª edição. São Paulo: Editora Ática, 2001.
GASPAR, Alberto. Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Ática,
2003.
MOREIRA, M. A. Investigação em Ensino de Ciências, volumes 1, 2. Porto Alegre: Editora da
Universidade, 1997/1998.
17.8.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO VIII PERÍODO
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
História do Ensino de Física no Brasil. A pesquisa em Ensino de Física no Brasil e suas principais
linhas de estudo. As políticas públicas para o Ensino de Física no Brasil: Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, Parâmetros Curriculares Nacionais, Diretrizes Curriculares para a Formação de
Professores, Plano Nacional de Educação, Plano de Desenvolvimento da Educação.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GHIRALDELLI JR, P. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2005.
SANTOS, F.M.T.; GRECA, I.M. A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias.
Ijuí: Editora Unijuí, 2006
DELIZOICOV, D. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
COMPLEMENTAR
DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2000.
156
157
NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores.
São Paulo: Escrituras Editora, 2004.
SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. Campinas: Autores
Associados, 2008.
SILVA, M.V.; MARQUES, M.R.A. LDB: balanços e perspectivas para a educação brasileira.
Campinas: Editora Alínea, 2008.
PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa
concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001.
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Movimento CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) e o Ensino de Física. Divulgação científica e
educação não formal e sua relação com o Ensino de Física. Física e Cultura.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa
concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001.
NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores.
São Paulo: Escrituras Editora, 2004.
MARTINS, A.F.P. Física ainda é cultura? São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.
COMPLEMENTAR
CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária
renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
KRASILCHIK, M. Professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo:
Escrituras Editora, 2007.
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA III
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
157
158
Licenciatura em Física
Ementa:
História do livro didático no Brasil. O livro didático de Física. Análise crítica de livros didáticos.
Produção de material didático.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora
Komedi, 2006.
CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2004.
COMPLEMENTAR
PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos:
EdUFSCar, 2008.
NARDI, R. Pesquisas em Ensino de Ciências: contribuições para a formação de professores. São
Paulo: Escrituras, 2004.
NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo:
Escrituras Editora, 2007.
PROJETOS DE ENSINO DE FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Projetos de Ensino de Física no contexto nacional e internacional da década de 60 aos dias atuais.
Diretrizes curriculares e projetos de ensino de Física no Brasil. Identificação da concepção de Física,
proposta educacional, modelo de aprendizagem, abordagem do conteúdo, ênfases curriculares,
atividades experimentais desenvolvidas, etc. presentes nesses projetos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora
Komedi, 2006.
CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo:
158
159
Thomson Pioneira, 2004.
COMPLEMENTAR
PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos:
EdUFSCar, 2008.
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. Editora
EDUSP. 2005
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. Editora EDUSP.
2005
INTRODUÇÃO À MECÂNICA QUÂNTICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Revisão de Números Complexos, Dualidade Onda-Partícula, Função de Onda, Princípio da
Superposição, Princípio da Incerteza, Quantização da Energia, Potenciais Unidimensionais, Potenciais
Periódicos, Revisão de Álgebra,Operadores e suas Propriedades, Notação de BraKet, Autofunções e
Autovalores, Operadores Momentos (Linear e Angular) e de Posição, Equação de Schrondinger,
Oscilador Harmônico Quântico.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SCHERRER, R., Quantum Mechanics: An Accessible IntroductionAddison-Wesley, 2006.
GREINER, W., Quantum Mechanics: An Introduction, Springer, 2001.
BRANSEN, B. H., JOACHAIN, C. J., Introduction to Quantum Mechanics, Longman, 1989
COMPLEMENTAR
PHILIPS, A. C., Introduction to Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 2003.
RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e
Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979.
TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009.
GRIFFITHS, D. J., Introduction to Quantum Mechanics. 2a ed. Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005.
JAMMER, M., The Conceptual Development of Quantum Mechanics.Tomash Publishers, 1989.
159
160
FUNDAMENTOS E FILOSOFIA DAFÍSICA QUÂNTICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Discussões conceituais e filosóficas da interpretação da Física Quântica a partir da análise de alguns
tópicos tais como: dualidade onda-partícula; interferômetro de Mach-Zehnder; estados quânticos e
princípio da superposição, colapso e decoerência; Problema da medição e postulados da mecânica
quântica; princípio da incerteza, Paradoxo de Einstein, Podlsky e Rosen entre outros.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 1. São Paulo: Livraria da Física, 2006
PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 2. São Paulo: Livraria da Física, 2006
PESSOA JR, O (Org.). Fundamentos da Física 1- Simpósio David Bohm. São Paulo: Livraria da
Física, 2000
COMPLEMENTAR
JAMMER, M., The Philosophy of Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 1974.
FREIRE JR, O. PESSOA JR, O. BROMBERG, J. L. Teoria Quântica - Estudos Históricos e
Implicações Culturais. São Paulo: Livraria da Física 2010
ISHAM, C. J.,Lectures on Quantum Theory. London: Imperial College Press, 1985.
FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estrutura cristalina; difração em cristal; a rede recíproca; ligação cristalina; vibrações da rede; gás de
Fermi de elétrons livres; bandas de energia; cristais semi-condutores; superfícies de Fermi e metais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ASHCROFT, N.W.; MERMIN, N.D. Solid State Physics.Florence: Brooks Cole, 1976.
Kittel, C.Introdução a física do estado sólido. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006.
160
161
SINGLETON, J.Band Theory and Electronic Properties of Solids. Oxford: Oxford Press, 2001.
COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, IVAN S.; JESUS, VITOR L. B.Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2005.
SUTTON, A. P.Eletronic Structure of Materials. Oxford: Oxford Press, 1994.
CHAIKIN, P.M.; LUBENSKY, T. C.Principles of Condensed Matter Physics. Cambridge:
Cambridge University Press, 2000.
VIBRAÇÕES E ONDAS
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estudo Analítico das vibrações e ondas e aplicações nos campos da mecânica, acústica, hidrodinâmica
e eletromagnetismo: Movimentos Periódicos; Superposição de Movimentos Periódicos; Vibrações
Livres de Sistemas Físicos; Vibrações Forçadas e Ressonância; Osciladores Acoplados e Modos
Normais; Modos Normais de Sistemas Contínuos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FRENCH, AP. Vibrações e Ondas.Brasília: Ed. UnB, 2002
CRAWFORD JR, FS. Waves: Berkeley Physics Course, Volume 3. Nova Iorque: Mcgraw-Hill,
1968.
PAIN, J. The Physics of Vibrations and Waves. Southern Gate: Wiley, 2005.
COMPLEMENTAR
BENADE, AH. Horns, Strings and Harmony. Nova Iorque: Dover Publications, 1992.
TOWNE, DH. Wave Phenomena, Nova Iorque: Dover Publications, 1989.
SMITH, WF. Waves and Oscillations: A Prelude to Quantum Mechanics. Nova Iorque: Oxford
University Press, 2010.
FÍSICA COMPUTACIONAL II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
161
162
Licenciatura em Física
Ementa:
Aplicações Avançadas de Física Computacional: Equações Diferenciais Ordinárias; Equações
Diferenciais Parciais; Potenciais e Campos Elétricos e Magnéticos; Sistemas Ondulatórios; Passeios
Aleatórios; Simulação de Monte Carlo; Modelo de Ising; Análise de Fourier; Algorítimo Genético.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics.2ª Ed. Upper Saddle River: Ed.
Benjamin Cummings, 2005.
LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.; Computational Physics – Problem Solving
with Computers. 2a ed.New York: Ed. John Wiley, 2007.
PANG, Tao An Introduction to Computational Physics. 2a ed.Cambridge: Cambridge University
Press, 2006.
COMPLEMENTAR
WONG, SSM, Computational Methods in Physics and Engineering. 2a ed. Hackensack: Ed. World
Scientific Publishing Company, 1997.
DeVRIES, PL.; HASBUN, JE.;A First Course in Computational Physics. 2a ed. Boston: Ed. Jones
& Bartlett Publishers, 2010.
THIJSSEN, J.; Computational Physics. 2ª Ed. Cambridge: Ed. Cambridge University Press, 2007.
MECÂNICA CLÁSSICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Revisão do Princípio de Hamilton, Força Central, Dinâmica de um Sistema de Partículas, Movimento
em um Sistema de Coordenadas Não-Inercial, Dinâmica de Corpos Rígidos, Oscilações Acopladas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems. 5a ed.
Florence:Brooks Cole, 2003.
Greiner, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed.
Springer Verlag, 2002.
GOLDSTEIN, H.; POOLE, C. P.;SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River:
162
163
Addison Wesley, 2002.
COMPLEMENTAR
SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1982.
BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana. 1ª edição. São Paulo:
Livraria da Física, 2004.
LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São PaulO: Ed. Hemus, 2004.
KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. London: Ed. Imperial College Press,
2004.
ASTRONOMIA I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
História
da
Coordenadas
tempo,
Astronomia:
geográficas
Movimentos:
características
e
da
seus
e
Terra,
Grécia,
Modelo
astronômicas,
Sol
constituintes,
e
Lua
Geocêntrico
Trigonometria
e
suas
Determinação
de
e
Heliocêntrico,
esférica,
implicações,
distâncias
Medida
Sistema
e
do
Solar:
noções
de
Cosmologia.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2004.
FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera
(organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008.
HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria
da Física, 2008.
COMPLEMENTAR
IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar,
2007.
CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.
BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler,
Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.
163
164
ASTRONOMIA II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Fotometria,
Espectroscopia,
Estrelas,
Interiores
Estelares,
Galáxias,
Cosmologia, Planetas Extrasolares, Vida Extraterrestre.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2004.
FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera
(organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008.
HORVATH, T. O abc da astronomia e astrofísica. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria da Física,
2008.
COMPLEMENTAR
IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar,
2007.
CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.
BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler,
Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.
MÍDIA-EDUCAÇÃO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Media literacy. Conceitos-chave da mídia-educação. Habilidades básicas. Tendências internacionais
para a formação de professores.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BRUNER, J. Cultura da Educação. Lisboa: Edições 70, 2000.
SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ.
Soc. [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. ISSN 0101-7330.
164
165
UNESCO / International Expert Group. Teacher Training Curricula for Media and information
Literacy
-
Background
Strategy
Paper
.Paris:
UNESCO,
2008.Disponível
em
<http://portal.unesco.org/ci/en/ev.phpURL_ID=27057&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html>
COMPLEMENTAR
BROOKER, W.; JERMYN, D. The audience studies reader. New York: Routledge, 2003.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.
FRAU-MEIGS, D. Media education: a kit for teachers, students, parents and professionals.Paris:
UNESCO, 2006.Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf>
KELLNER, Douglas and SHARE, Jeff. Educação para a leitura crítica da mídia, democracia
radical e a reconstrução da educação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.104, pp. 687-715.
TYNNER, Kathleen. Literacy in a digital world. Londres: Lawrence Erlbaum, 1998.
18. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
CAMARGO, Célia Reis (Org.) Experiências Inovadoras de Educação Profissional.
São Paulo, Ed.UNESP, 2002.
CUNHA, Maria Isabel da.O professor universitário na transição de paradigmas. 2ª
ed. Araraquara: Junqueria & Marin Editores, 2005.
CUNHA, Maria Isabel da.O Bom professor e sua prática. 8. ed. Campinas: Papirus,
1989.
FAZENDA, Ivani C. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo: Paulus, 2003.
FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
GARCIA, W. E. Inovação Educacional no Brasil: problemas e perspectivas. São
Paulo, Cortez Editora, 1989.
HERNÁNDEZ, F. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto
Alegre: ARTMED, 2000.
_____________.Transgressão e Mudança na Educação. Os Projetos de Trabalho.
Porto Alegre: ArtMed, 1998.
HERNÁNDEZ, F.& VENTURA, M. A Organização do Currículo por Projeto de
Trabalho. O Conhecimento é um Caleidoscópio. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
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HOFFMANN, J. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. 17. ed. Porto Alegre: Mediação, 2000.
INSTITUTO DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES. Projeto Político Pedagógico
para formação de professores para a educação básica. Universidade de Uberaba,
2001.
KRASILCHIK, Myrian; ARANTES, Valéria A.; Araújo, Ulisses F. Princípios gerais e
o ciclo básico. São Paulo: Universidade de São Paulo – Escola de Artes, Ciências e
Humanidades, 2007.
MARQUES,André Luís et al. Projetos interdisciplinares como ferramenta de ensino.
[S.l.: s.n.], 2008.
MASETTO, Marcos T. Inovação na educação superior. In Revista Interface
Comunicação, Saúde Educação v.8, n. 14, set. 2003 – fev. 2004.
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dentista.São Paulo: Abeno. 2006
______ ; FELDMANN, Marina; GAETA, Marília Cecília Damas et al. Formação
docente para inovação no ensino superior. Encontro Nacional de Didática e Prática de
Ensino (14: 2008: Porto Alegre, RS). Trajetórias e processos de ensinar e aprender:
lugares, memórias e culturas [recurso eletrônico] / 14. ENDIPE. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2008. 1 CD –ROM.
MORAES, Maria Cândida. O Paradigma educacional emergente. 5. ed. Campinas:
Papirus, 2000.
MORAN, José Manuel. MASETTO, Marcos T., BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas
Tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004.
PROPOSTA DE PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO – Cursos Campus Litoral.
UFPR- LITORAL. Disponível em: <http://www.litoral.ufpr.br/> Acesso: 02/05/2008.
SOUSA, Walêska Dayse Dias de. Construção de novos saberes no curso de
Pedagogia a distância da UNIUBE: concretudes e desafios. [S.l.: s.n.], 2007.
UBERABA (Prefeitura). Secretaria de Educação. Contribuição para a criação de uma
instância acadêmica responsável pela formação superior de educadores na UFTM.
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UFBA – Universidade Nova. Reestruturação da Arquitetura acadêmica da UFBA.
Disponível
em:
<http://www.fis.ufba.br/dfes/PDI/Texto%20Universidade%20Nova.htm>Acesso:
10/12/2007
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO- Escola de artes, ciências e humanidades.
Princípios gerais para o ciclo básico. Janeiro, 2007.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO. Regimento Geral.
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VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Avaliação como elemento mediador do processo
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v.3, etapa 4
TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios
internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
SÍTIOS DE DOCUMENTOS OFICIAIS CONSULTADOS
BRASÍLIA. Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:
http://www3.dataprev.gov.br/SISLEX/paginas/42/1996/9394.htm
BRASÍLIA.
Lei
10.172
de
9
de
janeiro
de
2001.
Disponível
em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm
BRASÍLIA.
Lei
nº
11.788,
de
25
de
setembro
de
2008.
Disponível
em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm
MEC.
Decreto
n°
6.096
de
24/04/2007.
Disponível
em:http://gestao2010.mec.gov.br/marcos_legais/decree_16.php
MEC.
Parecer
CNE/CP
nº
28,
de
2
de
outubro
de
2001.
Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/028.pdf
MEC. Parecer CNE/CES 09/2001 e 109/2002, aprovados em 13 de março de 2002.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0109.pdf
MEC. Parecer CNE/CES nº 213/2003, de 1° de outubro de 2003. Disponível em:
167
168
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2003/pces213_03.pdf
MEC. Parecer CNE/CES nº 197/2004, de 7 de julho de 2004. Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces197_04.pdf
MEC.
Parecer
CES/CNE
nº.
261/2006.
Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces261_06.pdf
MEC. Parecer CNE/CES nº 213/2003, de 1 de outubro de 2003. Disponível:
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2003/pces213_03.pdf
MEC. Portaria MEC n° 1.793, de 27 de dezembro de 1994. Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria1793.pdf
MEC.
Portaria
nº
4.059,
de
10
de
dezembro
de
2004.
Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/nova/acs_portaria4059.pdf
MEC.
Resolução
nº
3,
de
2
de
julho
de
2007.
Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces003_07.pdf
MEC. Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002. Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/res1_2.pdf
MEC.
Resolução
CNE/CP
2,
de
19
de
fevereiro
de
2002.
Disponível
em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP022002.pdf
UFTM. Resolução nº 4, de 15 de dezembro de 1995, da Congregação da FMTM.
Disponível
em:
<http://sitioanterior.uftm.edu.br/cdi/resolucoes/resolucoes%20-
%201995.pdf>
168
169
19. ANEXOS
1. Matriz Curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009
2. Matriz Curricular – vigência a partir do 2° Semestre de 2011
3. Regimento do Colegiado do Curso de Graduação emFísica – Licenciatura.
4. Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Física
– Licenciatura.
5. Regulamento de Estágio do Curso de Graduação em Física – Licenciatura.
6. Regulamento das Atividades Academico-Científico-Culturais do Curso de
Graduação em Física – Licenciatura.
7. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em
Física – Licenciatura.
8. Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela
primeira elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física –
Licenciatura.
169
170
ANEXO I – Matriz curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009
Enquanto processo, este projeto pedagógico passou por vários momentos de
reflexão e reestruturação, desde a concepção até a primeira implementação em forma de
organização curricular.
A partir da concretização do projeto pedagógico de curso, as experiências
pedagógicas têm sido constantemente avaliadas, bem como seus impactos na formação
discente. Sendo assim, entre outras ações necessárias, o grupo de docentes tem se
reunido sistematicamente para discutir a matriz curricular do Ciclo Comum de
Formação. Fruto dessas intensas discussões foi aprovado em 11/03/10, conforme
constante em ata de reunião, pelo grupo representativo do Ciclo Comum de Formação,
composto por professores das unidades temáticas que o contemplam e representantes
dos cursos, algumas alterações em sua matriz curricular implementadas em 2010. Tais
alterações têm como horizonte, o perfil de egresso do Ciclo Comum de Formação que
permanece inalterado.
No entanto, consideramos de fundamental importância manter neste anexo as
ementas de 2009 enquanto registro do percurso metodológico construído até aqui.
Consideramos esse resgate o registro vivo do currículo em ação, que está em constante
movimento e que pode, inclusive, subsidiar possíveis consultas futuras. Os alunos que
ingressaram em 2009 – primeiros semestres – cursaram um currículo concebido ainda
em 2008, conforme as unidades temáticas elencadas na tabela abaixo e respectivos
ementários:
Tabela 2 – Matriz Curricular - 2009
I PERÍODO
CÓDIGO
UNIDADE TEMÁTICA
SITUAÇÃO
CH/A
EDP1
ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE
OBRIGATÓRIA
60
PROJETOS I
HSC
HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA
OBRIGATÓRIA
120
LPT1
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS I
OBRIGATÓRIA
30
170
171
METODOLOGIA CIENTÍFICA
METOD
30
OBRIGATÓRIA
CARGA HORÁRIA
240
CÓDIGO
UNIDADE TEMÁTICA
SITUAÇÃO
CH/A
ARMOD
AS RAÍZES DA MODERNIDADE
ELETIVA
4
30
EDAMB
ELETIVA
30
HCB
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA
ELETIVA
30
INTCIENC
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA
ELETIVA
30
INTQUIM
INTRODUÇÃO À QUÍMICA
ELETIVA
30
MATCOT
MATEMÁTICA NO COTIDIANO I
ELETIVA
30
QSRLR
QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E
ELETIVA
30
REGIONAL
CARGA HORÁRIA
210
II PERÍODO
CÓDIGO
DISCIPLINA
SITUAÇÃO
CH/A
CET
COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS
OBRIGATÓRIA
30
EDP2
ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II
OBRIGATÓRIA
60
FSHSB
FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA SOCIEDADE
OBRIGATÓRIA
60
BRA-SILEIRA
FMAT1
FUNDAMENTOS DA FÍSICA
OB/ESPECÍFICA
60
LPT2
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS II
OBRIGATÓRIA
30
TSOC
TRABALHO E SOCIABILIDADE
OBRIGATÓRIA
60
CARGA HORÁRIA
300
I PERÍODO
HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
120h/a – 8c
-
120h/a – 8c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
4
Os alunos cursaram duas UTs ao longo do período.
171
172
comum
EMENTA
O método e as matrizes clássicas dos pensamentos sociológico, antropológico, filosófico e
econômico. O homem, o trabalho e a inter-relação das questões econômicas, políticas, sociais e
culturais. A sociedade e a questão da diversidade cultural (identidade e alteridade). Folclore, tradição
e formas de preconceitos (discursos e práticas). Aspectos sócio-econômicos da sociedade burguesa e
sua relação com o Estado e o poder.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GIDDENS, A. Sociologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 14.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992.
COMPLEMENTAR
MONDIN, J.B. O homem, quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 11.ed. São Paulo:
Paulus, 2003.
DA MATTA, R. Relativizando. Uma introdução à Antropologia Social. 16ª ed. Rio de Janeiro:
Rocco, 2000.
QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria L. de O. & OLIVEIRA, Márcia G. de. Um toque de
clássicos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000.
CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 2002
SEVCENKO, N. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. São Paulo: Compania
das Letras, 2001.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Noções de texto e leitura. Estratégias de leitura. Variações situacionais e linguística.
Leitura e
produção de gêneros textuais do ambiente universitário: fichamento, síntese.. Diálogos entre textos:
intertextualidade e interdiscursividade.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto: Língua Portuguesa para estudantes
universitários. Petrópolis: Vozes, 2006.
KOCH, I.G.; ELIAS, V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2008.
172
173
PERROTA, C. Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a produção do texto
acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
COMPLEMENTAR
BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Unesp, 1993.
CHARTIER, Anne-Marie e HÉBRARD, Jean. Discursos sobre a Leitura: 1880-1980. São Paulo:
Ática, 1995.
FERRERO, Emília. Os processos de leitura e escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
KOCH, I. e TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1995.
KRAMER, Sonia. Por entre as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática, 1993.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS I
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
30h/a
60h/a – 4c
I
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de
informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de
problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MOURA, Dácio G. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o
desafio da avaliação. RS, Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002.
COMPLEMENTAR
FREIRE,
P.
Pedagogia
da
autonomia.
São
Paulo:
Paz
e
Terra,
1998.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre:
Artmed-McGraw Hill, 2010
TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
METODOLOGIA CIENTÍFICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Múltiplas linguagens
173
174
EMENTA
Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos Científicos. Redação de trabalhos científicos.
Recursos, normas e técnicas para organização e apresentação de trabalhos científicos. Fontes e
procedimentos metodológicos. A investigação e a construção do conhecimento nas ciências exatas e
humanas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
DALBÉRIO, Osvaldo; DALBÉRIO, Maria Célia Borges. Metodologia científica: desafios e
caminhos. São Paulo: Paulus, 2009. 264 p.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez,
2002. 335 p.
MARCONI, Marina de Oliveira; Lakatos, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 2007. 315 p.
COMPLEMENTAR
BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LHEFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa:
propostas metodológicas. 16. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna et al. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e
abordagens. Tradução de Sandra R. Netz. 2. ed.Porto Alegre: Artmed: Bookman, 2006.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologia qualitativa na sociologia. 8 ed. Petrópolis: Vozes,
2001.
LÜDKE, Menga, ANDRÉ, Marli E. D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São
Paulo: EPU, 1986.
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Examinar os princípios físicos fundamentais que regem as aplicações práticas que movimentam
nossa sociedade e nossa vida cotidianamente. Mostrar de que modo as grandes idéias da física se
interligam para proporcionar uma compreensão profunda, de modo simples e conceitual, do
universo em que vivemos. Os impasses da Física clássica e contribuições da física quântica. O
nascimento do eletromagnetismo. O átomo e o quantum. O modelo atômico de Bohr. Ondas
174
175
eletromagnéticas. Propriedades da luz. A natureza da luz: corpúsculos, ondas e a dualidade ondapartícula. Emissão e absorção de luz. O impacto da física na evolução da tecnologia.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª edição.Editora Brasiliense, São Paulo. 2009
HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º Edição, Editora bookman, Porto Alegre. 2002
SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios
paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006
COMPLEMENTAR
OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção
temas atuais da Física/SBF. Editora livraria da Física, 2005
CAPRA, F. O tao da física, 1ª edição. Editora Cultrix, 2000
FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição
Definitiva, Volume 1, 2 e 3, Editora: Bookman, Porto Alegre. 2008
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. Editora Perspectiva, São Paulo.
MATEMÁTICA NO COTIDIANO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 1c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Simbologia matemática e conjuntos numéricos. Frações. Números decimais. Razão proporção.
Porcentagem. Regra de três simples e composta. Medidas. Introdução a matemática financeira.
Noções de lógica matemática. Estudo de casos relacionados envolvendo raciocínio matemático.
Desafios matemáticos. Noções de Estatística Descritiva.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
IEZZI, G. Matemática e Realidade: Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Atual, 2000.
ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 8.ed. São Paulo: Atlas,
2003.
CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Editora Saraiva, 1999.
COMPLEMENTAR
DI PIERRO NETO, S.; FILHO, S. O. Quanta: Matemática em fascículos para o Ensino Médio –
175
176
fascículo 10. São Paulo: Saraiva, 2000.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6.ed. São Paulo:
Saraiva, 1999.
ALENCAR FILHO, Edgar de. Iniciação à lógica matemática. 18 ed. São Paulo: Nobel, 1999.
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995.
TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1981.
INTRODUÇÃO À QUÍMICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A Química e o método científico. Medidas experimentais: precisão, exatidão e erros de uma medida,
algarismos significativos. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de Lewis
e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e Teoria do
Orbital Molecular) e metálica.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Edição. São Paulo: Makron, 1994.
Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norteamericana, São Paulo: Thomson, 2005.
ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente, 1ª Ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
COMPLEMENTAR
BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral, 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1986.
ROZENBERG, I.M. Química Geral, 1ª ed., São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas, São Carlos:Edufscar, Série Apontamentos.
HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
176
177
Origem da ciência na antiguidade. O pensamento grego. A contribuição da alta idade média e do
renascimento. A criação da ciência moderna. A relação entre ciência e religião. As principais
contribuições científicas do século XIX e das grandes descobertas e novas formulações que
marcaram o século XX. Tópicos de História da Biologia no sec. XX. Os atuais desaios da ciência
contemporânea. A relação da ciência e da tecnologia com a cultura, a economia e a sociedade.
História da ciência e ensino.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. ed. São Paulo:Moderna, 2004.
FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP; Ribeirão
Preto: SBG. 2008
SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006.
COMPLEMENTAR
FOUREZ, G.. A construção da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, 1995.
MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002.
MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002
PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS,
História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000.
ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro: JZE. 1990Krasilchick,
M. 2004. Prática de Ensino de Biologia. Edusp, São Paulo.
Pimenta, S. 1997. Didática e a Formação de Professores. Cortez, São Paulo.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA:
Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal
da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação
transformadora.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
LEFF,
Enrique.
Saber
ambiental:
sustentabilidade,
racionalidade,
complexidade,
177
178
poder.Petrópolis: Vozes, 2001.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto,
2006.
DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992.
COMPLEMENTAR
CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo:
Cortez, 2004.
REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores
Associados, 2004.
GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000.
PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade.
Barueri: Manole, 2005.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional de
Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004.
AS RAÍZES DA MODERNIDADE
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em História
EMENTA
A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a
consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar,
2001.
_________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
Zahar, 1999.
BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad.
178
179
Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986.
COMPLEMENTAR
BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2008.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos
Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001.
REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às
globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA: Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais.
Fenômenos urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sócio-política e cultural,
particularizando a questão social na região do Triângulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as
demandas, mercado de trabalho e competência profissional.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA:
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ:
Ed. Vozes.2002
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009
IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
COMPLEMENTAR:
BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível
em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009.
IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/
Nov/ 1989. Disponível
em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009
179
180
MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em
Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1-
quest.htm>, acesso em mar/2000
TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social.
BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001, 88 p.
SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do
Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000.
COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
-
30h/a – 2c
I e II
Múltiplas Linguagens
EMENTA
A mídia na educação e a educação na mídia e suas relações com as tecnologias. O paradigma das
mediações culturais e sua relação com a articulação de agentes culturais e sociais em torno de
projetos de transformação social. O planejamento e o desenvolvimento de ecossistemas educativos
mediados pelo uso das tecnologias de informação e por processos de comunicação. A interface
Educação e Comunicação e Tecnologias.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
1-Ross, P. W. - The Handbook of Software for Engineers and Scientists – CRC Press – EUA – 2000.
2-Yoshida, M. - Um Framework para o desenvolvimento de aplicações educacionais considerando
estilos de aprendizagem – Dissertação de Mestrado – Universidade Estadual de Maringá – 2004.
3-Tanenbaum, A. S. - Organização Estruturada de Computadores (4a.Ed.) – Ed. LTC – 2001.
II PERÍODO
FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA SOCIEDADE BRASILEIRA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
II
Vida em sociedade e formação
pedagógica comum
EMENTA
A especificidade da conformação da cultura brasileira e sua repercussão sobre o Brasil
contemporâneo. O processo de industrialização , urbanização e escolarização e o papel do Estado.
Questões sobre cidadania, democracia, desigualdade social e pensamento racial.
180
181
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2007.
HOLLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
REIS José Carlos. As identidades do Brasil. De Varnhagen a FHC. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV,
1999.
COMPLEMENTAR
DAGNINO, Evelina (org). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense,
1994.
PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1995.
REIS FILHO, D.A.; FERREIRA, J.; ZENHA, C.(orgs). O século XX. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2000.
SACHS, Ignacy.; WILHEIM, Jorge e PINHEIRO, Paulo. (orgs). Brasil – um século de
transformações. São Paulo: Cia das Letras, 2001.
SCHWARCZ, Lílian M. (org). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade
contemporânea. V.4. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
TRABALHO E SOCIABILIDADE
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 4c
II
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A centralidade do trabalho na constituição da sociabilidade humana. A ontologia do ser social: o
elemento fundante. O mundo do trabalho na sociedade capitalista: materialidade e subjetividade. A
sociedade e os indivíduos. Reprodução social e o papel da educação. Globalização, transformações
do mundo do trabalho e relações sociais na contemporaneidade.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São
Paulo: Boitempo, 2007.
BOBBIO, Norberto. Estado, Governo e Sociedade: para uma Teoria Geral da Política. 13ed. Rio
de Janeiro: Paz e Terra, 2007.
GENTILI, Pablo. Globalização excludente: desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem
mundial. Petrópolis: Vozes, 2008.
181
182
COMPLEMENTAR
HARVEY, D. Condição pós – moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural.
São Paulo: Loyola, 1994.
LESSA, S. Mundo dos homens: trabalho e ser social. São Paulo: Boitempo: 2002.
MARX, K. O capital: crítica da economia política. Tradução Reginaldo Sant’Anna. 26ed. Rio de
Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, Livro I, V. I
MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.
PINTO, G. A. A organização do trabalho no século 20: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. São
Paulo: Expressão Popular, 2010.
ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a
30h/a
60h/a – 4c
II
Múltiplas Linguagens
EMENTA
Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de
informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de
problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2002.
MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o
desafio da avaliação. RS, Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002.
COMPLEMENTAR
FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo, Papirus, 2003.
FREIRE,
P.
Pedagogia
da
autonomia.
São
Paulo:
Paz
e
Terra,
1998.
TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios
internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre:
Artmed – McGrawHill, 2010.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS II
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
182
183
30h/a
-
30h/a – 2c
II
Múltiplas linguagens
EMENTA
Concepções de linguagem e escrita. Discurso. Interdiscurso. Especificidades da linguagem escrita.
Leitura e produção de gêneros discursivos do ambiente universitário: resumo e resenha.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ANTUNES, I. Aula de Português: encontro e interações. São Paulo: Parábola, 2009.
ANTUNES,, I. Língua, texto e ensino. São Paulo: Parábola, 2009.
__________. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005.
BARBOSA, M. V. (et all). Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Thompson, 2008.
CALKINS, L. A arte de ensinar a escrever. Trad. Daise Batista. Porto alegre: Artes Médicas, 2989.
FABIANO, S. Pesquisa na Graduação: a escrita do gênero acadêmico. Cáceres: Unemat Editora,
2004.
COMPLEMENTAR
BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Unesp, 1993.
CHARTIER, Anne-Marie e HÉBRARD, Jean. Discursos sobre a Leitura: 1880-1980. São Paulo:
Ática, 1995.
FERRERO, Emília. Os processos de leitura e escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
KOCH, I. e TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1995.
KRAMER, Sonia. Por entre as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática, 1993.
FUNDAMENTOS DA FÍSICA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
60h/a
-
60h/a – 2c
II
Múltiplas linguagens
EMENTA
A Física de Aristóteles. A Física Medieval. As origens da Mecânica. A Mecânica Newtoniana.
Noções de Cálculo diferencial e Integral. Cinemática em uma dimensão. Conceito de vetores.
Cinemática em duas e três dimensões. A teoria da relatividade restrita.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
YOUNG, H. Física I: mecânica, 12ª Edição. São Paulo: Addison Wesley, 2009.
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 9º Edição.Porto Alegre: Editora Bookman, 2002.
FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador:
EDUFBA, 2002.
183
184
COMPLEMENTAR
MARTINS, R.A. O Universo: teorias sobre sua origem e evolução, 1ª Edição. São Paulo: Editora
Moderna, 1994. Disponível em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Universo/
PIRES, A. Evolução das Idéias da Física. São Paulo:Livraria da Física, 2008.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed. Rio de
Janeiro: Ed. LTC, 2009.
EINSTEIN, A. A teoria da Relatividade Geral e Especial. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Contraponto,
1999.
184
185
ANEXO II – Matriz Curricular – Vigência a partir do 2° Semestre de 2011
No final de 2010, os cursos de Licenciatura do Instituto de Ciências Exatas,
Naturais e Educação (ICENE) iniciaram um estudo sobre a matriz curricular vigente no
período, buscando readequar a carga horária do Ciclo Comum de Formação para a área
de Ciências Exatas e Naturais. Em virtude da redundância e do aprofundamento em
demasia de alguns conteúdos trabalhados em diferentes disciplinas do Ciclo Comum,
alunos egressos deste período de formação não apresentavam o perfil esperado para o
ingresso no ciclo de formação específica, iniciado no 3° período de curso.A evasão em
excesso e o alto número de reprovações nas disciplinas de formação específicas foram
as principais consequências deste problema.
Dessa forma, algumas mudanças foram necessárias, no sentido de preservar a
formação humanista e generalista de nossos alunos no Ciclo Comum de Formação, mas
também prepará-los de forma mais adequada para as disciplinas de formação específica
a partir do 3° período do curso.É fundamental ressaltar que estas mudanças não
afetaram o ideal de formação e o perfil do egresso constante do Projeto Pedagógico do
Curso de Graduação em Licenciatura em Física. Todas elas foram discutidas e
aprovadas tanto no Colegiado de Curso quanto no Núcleo Docente Estruturante.
Em suma, as mudanças foram as seguintes:
Disciplina Leitura e Produção de Textos (60 horas-aula), realocada para o 2°
período.
Disciplinas Cálculo Diferencial e Integral I (60 horas-aula), Geometria
Analítica (30 horas-aula) e Química Geral (60 horas-aula) realocadas para o 2°
período.
Disciplinas Cálculo Diferencial e Integral II (60 horas-aula) e Eletiva II (30
horas-aula) realocadas para o 3° período.
Disciplina Cálculo Diferencial e Integral III (60 horas-aula) realocada para o
4° período.
Disciplina Saberes do Docente em Física (30 horas-aula) realocada para o 5°
período.
Disciplina Termodinâmica (60 horas-aula) realocada para o 6° período.
185
186
Disciplinas retiradas da matriz: Letramento Matemático (2° período / 30
horas-aula); Introdução ao Cálculo Diferencial e Integral (2° período / 30
horas-aula); Matemática Básica para Cursos de Exatas (1° período / 30 horasaula) Trabalho e Sociabilidade (2° período / 90 horas-aula); Formação SócioHistórica do Brasil (2° período / 30 horas-aula), Comunicação, Educação e
Tecnologias (2° período / 30 horas-aula).
Inclusão da disciplina Pré Cálculo (60 horas-aula / 1° período).
Inclusão da disciplina Raciocínio Lógico-Quantitativo (30 horas-aula) como
eletiva na Matriz Curricular.
Inclusão das disciplinasIntrodução à Ciência (30 horas-aula / 1° período),
Astronomia I (30 horas-aula / 5° período) e Projetos de Ensino de Física (30
horas-aula / 6° período) como disciplinas obrigatórias na Matriz Curricular.
A readequação da carga horária do Ciclo Comum de Formação – com a retirada
de algumas disciplinas e realocação de outras – possibilitará um melhor aproveitamento
por parte dos alunos e uma interação mais proveitosa entre eles. Com uma carga horária
mais coesa e melhor distribuída, o Ciclo Comum permanecerá uma etapa importante e
inovadora da formação dos licenciandos, favorecendo o diálogo interdisciplinar e
dinâmico entre os vários cursos de licenciatura da UFTM.
Por sua vez, o adiantamento das disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral
oferecerá condições para que o aluno se prepare de forma mais adequada para as
disciplinas específicas do curso de Licenciatura em Física, que se iniciam com Física I e
Física Experimental I no 3° período. Com os recursos matemáticos em mãos, os alunos
iniciarão esta etapa com mais facilidade, evitando desistências prematuras e altos
índices de reprovação, como os evidenciados com a matriz atual.
Cabe ressaltar, contudo, que as mudanças propostas não ignoram a formação
humanista e generalista do aluno e não a restringem apenas ao Ciclo Comum de
Formação. As disciplinas de Estudos e Desenvolvimento de Projetos, as pedagógicas
gerais e as pedagógicas específicas – que incluem, por exemplo, Saberes do Docente em
Física, oferecida nesta nova matriz no 5° período –, presentes ao longo dos 8 semestres
de duração do curso, abarcam o intuito de formação humanista, dinâmica e crítica de
nossos alunos, ponto central deste Projeto Pedagógico.
Por fim, a realocação da disciplina Eletiva II e a inclusão das disciplinas
186
187
Introdução à Ciência, Astronomia I e Projetos de Ensino de Física como obrigatórias
buscam agregar maior flexibilidade e dinamismo à formação, possibilitando, por
exemplo, que o aluno tenha contato obrigatório com aspectos da Filosofia da Ciência,
da Astronomia e da história do Ensino de Física no Brasil e no mundo, elementos
considerados importantes para uma formação de professores adequada aos parâmetros
vigentes.
A Matriz Curricular com vigência a partir do 2° Semestre de 2011, bem como as
ementas das disciplinas antes eletivas e agora obrigatórias, da disciplina Pré-cálculo e
do rol de disciplinas eletivas, seguem desta forma:
MATRIZ CURRICULAR
Vigência a partir de (2011/2)
1° PERÍODO
Unidades Temáticas
Código
HSC
EDP1
Homem, Sociedade e Cultura
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos I
METOD Metodologia Científica
PC
Pré-Cálculo
ICIEN Introdução à Ciência
Eletiva I
AACC1 Atividades Acadêmico-Científico
Horas-Aula
Créditos
Pré-requisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
90
30
-
30
60
90
120
06
08
30
60
30
30
00
30
-
-
30
60
30
30
30
02
04
02
02
02
270
30
30
60
390
26
-
Créditos
Pré-requisito
Culturais I
-
SubTotal
2° PERÍODO
Unidades Temáticas
Código
FFISC
LPT
EDP2
Fundamentos da Física
Leitura e Produção de Textos
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos II
CDI1
Cálculo Diferencial e Integral I
GEOAM Geometria Analítica
QUIG Química Geral
AACC2 Atividades Acadêmico-Científico
Horas-Aula
Teórica
Prática
AD
APC
Total
60
60
30
-
30
60
60
60
120
04
04
08
60
30
30
00
30
30
-
-
60
30
60
30
04
02
04
02
PC
PC
270
60
30
60
420
28
-
Créditos
Prérequisito
05
FFIS, CDI
Culturais II
-
SubTotal
3° PERÍODO
Horas-Aula
Unidades Temáticas
Código
FISC1
Física I
Teórica
Prática
AD
APC
Total
75
-
-
-
75
187
188
FIEXP1
CDI2
CENP
POEBB
EDP3
AACC3
Física Experimental I
Cálculo Diferencial e Integral II
Concepções de Educação e Novos
Paradigmas
Política e Organização da Educação
Básica no Brasil
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos III
00
60
30
45
-
-
-
45
60
30
03
04
02
30
-
-
-
30
02
30
-
-
60
90
06
Eletiva II
Atividades Acadêmico-Científico
Culturais III
30
00
30
-
-
30
30
02
02
SubTotal
255
75
-
60
390
26
1, GEOAN
FFIS, PC
CDI1
4° PERÍODO
Horas-Aula
Código
Créditos
Unidades Temáticas
Teórica
Prática
AD
APC
Total
Prérequisito
CDI3
FISC2
FIEXP2
FMAT1
Cálculo Diferencial e Integral III
Física II
Física Experimental II
Física Matemática I
60
75
00
30
45
-
-
-
60
75
45
30
04
05
03
02
HEB
DGSD
EDP4
História da Educação no Brasil
Didática Geral e Saber Docente
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos IV
30
30
30
-
-
60
30
30
90
02
02
06
AACC4
Atividades Acadêmico-Científico
Culturais IV
00
30
-
-
30
02
SubTotal
255
75
-
60
390
26
-
Créditos
Prérequisito
-
CDI2
FISC1
FIEXP1
CDI1,
GEOAN
5° PERÍODO
Horas-Aula
Código
FISC3
FIEXP3
FCOMP
Unidades Temáticas
Teórica
Prática
AD
APC
Total
Física III
75
-
-
-
75
05
Física Experimental III
Física Computacional
00
15
30
15
-
-
30
30
02
02
30
30
30
-
-
-
30
30
30
02
02
02
30
30
-
-
60
30
90
02
06
15
105
120
08
00
30
-
-
30
02
255
180
-
60
495
33
ASTRO1 Astronomia I
SFIS
Saberes do Docente em Física
TEAPR Teorias e Estratégias de
Aprendizagem
PED
O Planejamento em Educação
EDP5
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos V
OESUP1 Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado I
AACC5 Atividades Acadêmico-Científico
FISC1,
CDI3
FIEXP1
FISC1,
GEOAN,
CDI1
FFISC, PC
Culturais V
SubTotal
188
189
6° PERÍODO
Horas-Aula
Código
FISC4
FIEXP4
FMAT2
Créditos
Unidades Temáticas
Física IV
Física Experimental IV
Física Matemática II
TERMO Termodinâmica
EDP6
Estudos e Desenvolvimento de
Projetos VI
PEF
Projetos de Ensino de Física
AVED Avaliação Educacional
OESUP2 Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado II
AACC6 Atividades Acadêmico-Científico
Prérequisito
Teórica
Prática
AD
APC
Total
60
00
45
30
-
-
-
60
30
45
04
02
03
60
30
-
-
60
60
90
04
06
FISC2
FIEXP1
FMAT1,
FISC2
FISC2
FCOMP
30
30
15
105
-
-
30
30
120
02
02
08
OESUP1
00
30
-
-
30
02
270
165
-
60
495
33
-
Créditos
Prérequisito
Culturais VI
-
SubTotal
7° PERÍODO
Horas-Aula
Código
Unidades Temáticas
Teórica
Prática
AD
APC
Total
ELET
Eletromagnetismo
75
-
-
-
75
05
MECC
Mecânica Clássica
75
-
-
-
75
05
30
30
-
-
60
30
90
02
06
-
30
120
02
08
LIBRAS Língua Brasileira de Sinais
TICFIS O Uso de Tecnologias de Informação
e Comunicação (TICs) na
Aprendizagem de Física
TCC1
Trabalho de Conclusão de Curso I
OESUP3 Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado III
AACC7 Atividades Acadêmico-Científico
FISC3,
CDI3
FISC1,
CDI3
15
15
15
105
-
00
30
-
-
30
02
240
150
-
60
450
30
-
Créditos
Prérequisito
OESUP2
Culturais VII
-
SubTotal
8° PERÍODO
Horas-Aula
Código
Unidades Temáticas
Teórica
Prática
AD
APC
Total
Eletiva III
30
-
-
-
30
02
ECF
ESTM
Evolução dos Conceitos da Física
Estrutura da Matéria
60
75
-
-
-
60
75
04
05
LABM
Laboratório de Estrutura da Matéria
00
45
-
-
45
03
-
Verificar o
prérequisito da
disciplina
escolhida
FISC4,
CDI3
FISC4,
CDI3,
189
190
FISEXP4
IEF
Instrumentação para o Ensino de
Física
OESUP4 Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado IV
CESC Currículo Escolar
TCC2 Trabalho de Conclusão de Curso II
AACC8 Atividades Acadêmico-Científico
30
-
-
15
105
30
15
00
15
30
-
255
195
-
60
90
06
120
08
OESUP3
-
30
30
30
02
02
02
TCC1
60
510
34
-
Culturais VIII
-
SubTotal
*APC – Atividade Prática Curricular
* AD – Componente Curricular a Distância
SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR
COMPONENTES CURRICULARES
Componentes Curriculares Gerais - Unidades Temáticas
HORAS-AULA
2.160
CRÉDITOS
144
90
6
-
-
Estágio Curricular Supervisionado
480
32
Práticas de Ensino - APC
480
32
Trabalho de Conclusão de Curso
60
4
Componentes Curriculares a Distância
60
4
Atividades Acadêmico-Científico- Culturais
240
16
3.570 h/a
238
Componentes Curriculares Eletivos
Componentes Curriculares Optativos
TOTAL DO CURSO
Carga Horária Total do Curso em horas = 2.975 horas
Mínimo
Máximo
8 semestres/4 anos
12 semestres/6 anos
Tempo de integralização curricular (semestres/anos)
ATO DE CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO/RECONHECIMENTO DO CURSO
Resolução nº. 04 da Congregação da UFTM de 25.10.2007
OBSERVAÇÕES:
1. De acordo com a Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, a
duração dos cursos será fixada em horas-aula (h/a). Cada h/a terá a duração de 50
minutos. O crédito acadêmico corresponde a 15 (quinze) horas/aula.
2. Quando a CH semestral das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não for
cumprida deverá ser registrado Habilitado ou Inabilitado.
___________________________________________
Assinatura e carimbo da Coordenação do Curso
190
191
EMENTAS – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
ASTRONOMIA I
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
História
da
Coordenadas
tempo,
Astronomia:
geográficas
Movimentos:
características
e
da
seus
Grécia,
e
Modelo
astronômicas,
Terra,
Sol
e
constituintes,
Lua
Geocêntrico
Trigonometria
e
suas
Determinação
de
e
Heliocêntrico,
esférica,
implicações,
distâncias
Medida
Sistema
e
do
Solar:
noções
de
Cosmologia.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
OLIVEIRA, Kepler e SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica, 2ª edição. Editora
Livraria da Física, São Paulo. 2004
FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera
(organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. EDUSP, São Paulo, 2008
HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. Editora livraria da Física,
São Paulo. 2008
COMPLEMENTAR
IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. Editora Jorge Zahar, São Paulo, 2007
CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. Editora Brasiliense, São Paulo. 1994
BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler,
Galileu, Newton. 1ª edição. Editora Contraponto. 2008
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA
TEÓRICA
30h/a
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Especificidades da formação
na área de Licenciatura em
Física
191
192
EMENTA
Essa unidade temática pode ser abordada em dois momentos: o falar sobre ciência e o fazer ciência.
No primeiro momento serão discutidos tópicos de filosofia e epistemologia das ciências.
Concepções de ciência, seus mecanismos de funcionamento e suas relações com a sociedade atual.
O uso de episódios da história da ciência para compreensão da ciência como uma construção
humana. Já no segundo momento serão abordados conceitos fundamentais de ciências
(preferencialmente temas interdisciplinares) que permitam a compreensão das relações entre ciência,
tecnologia e sociedade.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª edição.Editora Brasiliense, São Paulo. 2009
HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º Edição, Editora bookman, Porto Alegre. 2002
SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios
paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006
COMPLEMENTAR
OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção
temas atuais da Física/SBF. Editora livraria da Física, 2005
CAPRA, F. O tao da física, 1ª edição. Editora Cultrix, 2000
FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição
Definitiva, Volume 1, 2 e 3, Editora: Bookman, Porto Alegre. 2008
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. Editora Perspectiva, São Paulo.
PROJETOS DE ENSINO DE FÍSICA
TEÓRICA
30h/a
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Projetos de Ensino de Física no contexto nacional e internacional da década de 60 aos dias atuais.
Diretrizes curriculares e projetos de ensino de Física no Brasil. Identificação da concepção de Física,
proposta educacional, modelo de aprendizagem, abordagem do conteúdo, ênfases curriculares,
atividades experimentais desenvolvidas, etc. presentes nesses projetos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
192
193
FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora
Komedi, 2006.
CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2004.
COMPLEMENTAR
PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos:
EdUFSCar, 2008.
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. Editora
EDUSP. 2005
PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. Editora EDUSP.
2005
PRÉ-CÁLCULO
TEÓRICA PRÁTICA
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
Especificidades da
60 h/a
–
–
–
60h/a – 4c
Formação na àrea de
I
Licenciatura em Física
EMENTA
Conjuntos numéricos. Números reais. Relações e funções. Funções elementares. Funções compostas
e inversas. Função modular. Funções exponenciais e logarítmicas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
IEZZI, G; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar. Volume 1: Conjuntos e
Funções. 7ª edição. São Paulo: Atual, 2008.
IEZZI, G; MURAKAMI, C, DOLCE, C. Fundamentos de Matemática Elementar. Volume 2:
Logaritmos. 8ª edição. São Paulo: Atual, 2009.
MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira;
MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006.
COMPLEMENTAR
NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta:
Matemática Ensino Médio – 1ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005.
NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta:
Matemática Ensino Médio – 2ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005.
193
194
NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta:
Matemática Ensino Médio – 3ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005.
IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática: Volume Único. São Paulo:
Atual Editora, 2002.
DEMANA,
Franklin
D.;
WAITS,
Bert
K.;
FOLEY,
Gregory
D.;
KENNEDY,
Daniel. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2008.
EMENTAS – DISCIPLINAS ELETIVAS
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA I
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
História do Ensino de Física no Brasil. A pesquisa em Ensino de Física no Brasil e suas principais
linhas de estudo. As políticas públicas para o Ensino de Física no Brasil: Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, Parâmetros Curriculares Nacionais, Diretrizes Curriculares para a Formação de
Professores, Plano Nacional de Educação, Plano de Desenvolvimento da Educação.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GHIRALDELLI JR, P. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2005.
SANTOS, F.M.T.; GRECA, I.M. A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias.
Ijuí: Editora Unijuí, 2006
DELIZOICOV, D. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
COMPLEMENTAR
DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2000.
NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores.
São Paulo: Escrituras Editora, 2004.
SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. Campinas: Autores
Associados, 2008.
SILVA, M.V.; MARQUES, M.R.A. LDB: balanços e perspectivas para a educação brasileira.
Campinas: Editora Alínea, 2008.
PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa
concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001.
194
195
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Movimento CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) e o Ensino de Física. Divulgação científica e
educação não formal e sua relação com o Ensino de Física. Física e Cultura.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa
concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001.
NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores.
São Paulo: Escrituras Editora, 2004.
MARTINS, A.F.P. Física ainda é cultura? São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009.
COMPLEMENTAR
CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária
renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
KRASILCHIK, M. Professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo:
Escrituras Editora, 2007.
TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA III
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
História do livro didático no Brasil. O livro didático de Física. Análise crítica de livros didáticos.
Produção de material didático.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987.
FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora
Komedi, 2006.
195
196
CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2004.
COMPLEMENTAR
PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos:
EdUFSCar, 2008.
NARDI, R. Pesquisas em Ensino de Ciências: contribuições para a formação de professores. São
Paulo: Escrituras, 2004.
NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo:
Escrituras Editora, 2007.
INTRODUÇÃO À MECÂNICA QUÂNTICA
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Revisão de Números Complexos, Dualidade Onda-Partícula, Função de Onda, Princípio da
Superposição, Princípio da Incerteza, Quantização da Energia, Potenciais Unidimensionais, Potenciais
Periódicos, Revisão de Álgebra,Operadores e suas Propriedades, Notação de BraKet, Autofunções e
Autovalores, Operadores Momentos (Linear e Angular) e de Posição, Equação de Schrondinger,
Oscilador Harmônico Quântico.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
SCHERRER, R., Quantum Mechanics: An Accessible IntroductionAddison-Wesley, 2006.
GREINER, W., Quantum Mechanics: An Introduction, Springer, 2001.
BRANSEN, B. H., JOACHAIN, C. J., Introduction to Quantum Mechanics, Longman, 1989
COMPLEMENTAR
PHILIPS, A. C., Introduction to Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 2003.
RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e
Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979.
TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009.
GRIFFITHS, D. J., Introduction to Quantum Mechanics. 2a ed. Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005.
JAMMER, M., The Conceptual Development of Quantum Mechanics.Tomash Publishers, 1989.
196
197
FUNDAMENTOS E FILOSOFIA DA FÍSICA QUÂNTICA
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Discussões conceituais e filosóficas da interpretação da Física Quântica a partir da análise de alguns
tópicos tais como: dualidade onda-partícula; interferômetro de Mach-Zehnder; estados quânticos e
princípio da superposição, colapso e decoerência; Problema da medição e postulados da mecânica
quântica; princípio da incerteza, Paradoxo de Einstein, Podlsky e Rosen entre outros.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 1. São Paulo: Livraria da Física, 2006
PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 2. São Paulo: Livraria da Física, 2006
PESSOA JR, O (Org.). Fundamentos da Física 1- Simpósio David Bohm. São Paulo: Livraria da
Física, 2000
COMPLEMENTAR
JAMMER, M., The Philosophy of Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 1974.
FREIRE JR, O. PESSOA JR, O. BROMBERG, J. L. Teoria Quântica - Estudos Históricos e
Implicações Culturais. São Paulo: Livraria da Física 2010
ISHAM, C. J., Lectures on Quantum Theory. London: Imperial College Press, 1985.
FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA
TEÓRICA
30h/a
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estrutura cristalina; difração em cristal; a rede recíproca; ligação cristalina; vibrações da rede; gás de
Fermi de elétrons livres; bandas de energia; cristais semi-condutores; superfícies de Fermi e metais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
ASHCROFT, N.W.; MERMIN, N.D. Solid State Physics. Florence: Brooks Cole, 1976.
Kittel, C. Introdução a física do estado sólido. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006.
197
198
SINGLETON, J. Band Theory and Electronic Properties of Solids. Oxford: Oxford Press, 2001.
COMPLEMENTAR
OLIVEIRA, IVAN S.; JESUS, VITOR L. B. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2005.
SUTTON, A. P. Eletronic Structure of Materials. Oxford: Oxford Press, 1994.
CHAIKIN, P.M.; LUBENSKY, T. C. Principles of Condensed Matter Physics. Cambridge:
Cambridge University Press, 2000.
VIBRAÇÕES E ONDAS
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Estudo Analítico das vibrações e ondas e aplicações nos campos da mecânica, acústica, hidrodinâmica
e eletromagnetismo: Movimentos Periódicos; Superposição de Movimentos Periódicos; Vibrações
Livres de Sistemas Físicos; Vibrações Forçadas e Ressonância; Osciladores Acoplados e Modos
Normais; Modos Normais de Sistemas Contínuos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
FRENCH, AP. Vibrações e Ondas. Brasília: Ed. UnB, 2002
CRAWFORD JR, FS. Waves: Berkeley Physics Course, Volume 3. Nova Iorque: Mcgraw-Hill,
1968.
PAIN, J. The Physics of Vibrations and Waves. Southern Gate: Wiley, 2005.
COMPLEMENTAR
BENADE, AH. Horns, Strings and Harmony. Nova Iorque: Dover Publications, 1992.
TOWNE, DH. Wave Phenomena, Nova Iorque: Dover Publications, 1989.
SMITH, WF. Waves and Oscillations: A Prelude to Quantum Mechanics. Nova Iorque: Oxford
University Press, 2010.
FÍSICA COMPUTACIONAL II
TEÓRICA
30h/a
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
198
199
Licenciatura em Física
Ementa:
Aplicações Avançadas de Física Computacional: Equações Diferenciais Ordinárias; Equações
Diferenciais Parciais; Potenciais e Campos Elétricos e Magnéticos; Sistemas Ondulatórios; Passeios
Aleatórios; Simulação de Monte Carlo; Modelo de Ising; Análise de Fourier; Algorítimo Genético.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics. 2ª Ed. Upper Saddle River: Ed.
Benjamin Cummings, 2005.
LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.; Computational Physics – Problem Solving
with Computers. 2a ed.New York: Ed. John Wiley, 2007.
PANG, Tao An Introduction to Computational Physics. 2a ed.Cambridge: Cambridge University
Press, 2006.
COMPLEMENTAR
WONG, SSM, Computational Methods in Physics and Engineering. 2a ed. Hackensack: Ed. World
Scientific Publishing Company, 1997.
DeVRIES, PL.; HASBUN, JE.;A First Course in Computational Physics. 2a ed. Boston: Ed. Jones
& Bartlett Publishers, 2010.
THIJSSEN, J.; Computational Physics. 2ª Ed. Cambridge: Ed. Cambridge University Press, 2007.
MECÂNICA CLÁSSICA II
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Revisão do Princípio de Hamilton, Força Central, Dinâmica de um Sistema de Partículas, Movimento
em um Sistema de Coordenadas Não-Inercial, Dinâmica de Corpos Rígidos, Oscilações Acopladas.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems. 5a ed.
Florence: Brooks Cole, 2003.
Greiner, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed.
Springer Verlag, 2002.
GOLDSTEIN, H.; POOLE, C. P.; SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River:
199
200
Addison Wesley, 2002.
COMPLEMENTAR
SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1982.
BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana. 1ª edição. São Paulo:
Livraria da Física, 2004.
LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São PaulO: Ed. Hemus, 2004.
KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. London: Ed. Imperial College Press,
2004.
ASTRONOMIA II
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
8º
Especificidades da
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Fotometria,
Espectroscopia,
Estrelas,
Interiores
Estelares,
Galáxias,
Cosmologia, Planetas Extrasolares, Vida Extraterrestre.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 2004.
FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera
(organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008.
HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria
da Física, 2008.
COMPLEMENTAR
IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar,
2007.
CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994.
BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler,
Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.
MÍDIA-EDUCAÇÃO
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
200
201
30h/a – 2c
30h/a
Especificidades da
8º
formação na área de
Licenciatura em Física
Ementa:
Media literacy. Conceitos-chave da mídia-educação. Habilidades básicas. Tendências internacionais
para a formação de professores.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BRUNER, J. Cultura da Educação. Lisboa: Edições 70, 2000.
SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ.
Soc. [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. ISSN 0101-7330.
UNESCO / International Expert Group. Teacher Training Curricula for Media and information
Literacy
-
Background
Strategy
Paper
.Paris:
UNESCO,
2008.Disponível
em
<http://portal.unesco.org/ci/en/ev.phpURL_ID=27057&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html>
COMPLEMENTAR
BROOKER, W.; JERMYN, D. The audience studies reader. New York: Routledge, 2003.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008.
FRAU-MEIGS, D. Media education: a kit for teachers, students, parents and professionals.Paris:
UNESCO, 2006.Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf>
KELLNER, Douglas and SHARE, Jeff. Educação para a leitura crítica da mídia, democracia
radical e a reconstrução da educação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.104, pp. 687-715.
TYNNER, Kathleen. Literacy in a digital world. Londres: Lawrence Erlbaum, 1998.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal
da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação
transformadora.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
201
202
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder.
Petrópolis: Vozes, 2001.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto,
2006.
DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992.
COMPLEMENTAR
CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo:
Cortez, 2004.
REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores
Associados, 2004.
GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000.
PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade.
Barueri: Manole, 2005.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional
de Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004.
RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO
TEÓRICA PRÁTICA
30 h/a
–
AD
APC
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
–
–
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Conceito, construção e avaliação de argumentos. O papel da aritmética, da geometria, da álgebra e da
análise de dados na construção do raciocínio lógico, análise e síntese de informações direcionadas
para a tomada de decisões e resolução de problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de
problemas: os intuitivos, os sistemáticos e os heurísticos.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 1ª Edição. São Paulo: Editora Interciência, 1995.
BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática. 1ª Edição.
São Paulo: Editora Contexto, 2004.
NEWTON-SMITH, W. H. Lógica – Um Curso Introdutório. 1ª Edição. São Paulo: Editora
202
203
Gradiva, 1998.
COMPLEMENTAR
SALMON, Wesley C. Lógica. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
ROCHA, Enrique. Raciocínio Lógico: Você Consegue Aprender. 2ª Edição. Rio de Janeiro:
Campus Elsevier, 2006.
MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio Lógico-Quantitativo. 4ª Edição. Rio de
Janeiro: Campus Elsevier, 2009.
HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Estudo da origem da ciência na antiguidade, com ênfase na importância do pensamento grego.
Caracterização histórica da ciência na idade média e do surgimento da ciência moderna. Análise das
relações entre ciência, tecnologia e sociedade ao longo do tempo. Estudo do uso da História da
ciência no ensino das ciências naturais.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. edição. São Paulo:Moderna, 2004.
FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP;
Ribeirão Preto: SBG. 2008
SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no
Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006.
COMPLEMENTAR
BIZZO, N. M. V. História da Ciência e Ensino: onde terminam os paralelos possíveis? Em
Aberto, v.55 (jul-set), 1992.
FOUREZ, G. 1995. A construção da ciência. UNESP, São Paulo.
MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002.
MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002
MATTHEWS, M. História, Filosofia e ensino de Ciências: a tendência atual de aproximação.
Caderno Catarinense de Ensino de Física. V. 12. n. 3: p. 164-214, 1995
PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS,
História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000.
203
204
ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4 Rio de Janeiro: JZE. 1990
INTRODUÇÃO À QUÍMICA
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a – 2c
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A necessidade do conhecimento químico para a soluções de problemas ambientais e da vida. A
Química e o método científico. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de
Lewis e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e
Teoria do Orbital Molecular) e metálica.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Edição. São Paulo: Makron, 1994.
Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norteamericana, São Paulo: Thomson, 2005.
ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente, 1ª Ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
COMPLEMENTAR
BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral, 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1986.
ROZENBERG, I.M. Química Geral, 1ª ed., São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas, São Carlos: Edufscar, Série Apontamentos.
QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL
TEÓRICA
30h/a – 2c
PRÁTICA
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais. Fenômenos
urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sociopolítica e cultural,
particularizando a questão social na região do Triangulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as
demandas, mercado de trabalho e competência profissional.
204
205
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ:
Ed. Vozes.2002
CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009
IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
COMPLEMENTAR
BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível
em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009.
IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/
Nov/ 1989. Disponível
em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009
MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em
Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1-
quest.htm>, acesso em mar/2000
TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social.
BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001, 88 p.
SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do
Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000.
RAÍZES DA MODERNIDADE
TEÓRICA
PRÁTICA
30h/a – 2c
TOTAL
PERÍODO
EIXO TEMÁTICO
30h/a – 2c
I
Vida em sociedade e
formação pedagógica
comum
EMENTA
A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a
consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno.
BIBLIOGRAFIA
BÁSICA
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar,
2001.
_________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro:
205
206
Zahar, 1999.
BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad.
Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986.
COMPLEMENTAR
BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007.
CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2008.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos
Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001.
REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às
globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
206
207
ANEXO III – Regimento do Colegiado do Curso de Graduação em Licenciatura
em Física da UFTM.
REGIMENTO INTERNO DO
COLEGIADO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM FÍSICA –
LICENCIATURA
207
208
Ministério da Educação
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA DA UFTM
Capítulo I
Das Disposições Preliminares
Art. 1º - O Colegiado do Curso de Graduação em Física - Licenciatura é o
órgão de coordenação didática do curso com função normativa, consultiva,
deliberativa e de planejamento e encaminhamento acadêmico de atividades de
ensino, pesquisa e extensão do curso, com composição, competências e
funcionamento definidos no Regimento Geral da UFTM e disciplinados neste
Regimento Interno.
Capítulo II
Das Atribuições do Colegiado
Art. 2º - A coordenação didática e disciplinar do Curso de Física –
Licenciatura será efetuada pelo Colegiado de Curso;
Art. 3º - São atribuições do Colegiado de Curso:
I.
II.
III.
IV.
V.
Cumprir e fazer cumprir as normas da Graduação em sua totalidade;
Avaliar e coordenar as atividades didático-pedagógicas do curso;
Organizar de acordo com a legislação em vigor, o Projeto Pedagógico do
Curso;
Discutir e deliberar sobre as questões relativas à análise do Projeto
Pedagógico do Curso e as alterações necessárias após indicações do
NDE;
Elaborar um planejamento estratégico de distribuição das necessidades
de docentes para o curso, manifestando-se sobre as formas de seleção
208
209
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
XIV.
XV.
XVI.
XVII.
XVIII.
XIX.
XX.
e admissão, em consenso com a demanda da maioria dos professores
específicos da área do curso;
Receber, analisar e encaminhar solicitações de ações disciplinares
referentes aos docentes que atuam no curso ou discentes regularmente
matriculados;
Acompanhar as atividades docentes e as propostas de atividades
acadêmicas realizadas pelos docentes que atuam no curso nas áreas de
pesquisa, extensão, bem como dos diversos quesitos que compõem o
Projeto Pedagógico do curso e suas especificidades;
Analisar e aprovar os planos de ensino das unidades temáticas
obrigatórias, optativas e eletivas do curso, propondo alterações quando
necessárias;
Fixar normas para a coordenação interdisciplinar e promoção da
integração horizontal e vertical do curso, visando garantir sua qualidade
didático-pedagógica;
Propor intercâmbio, substituição e capacitação de professores ou
providências de outra natureza, necessárias à melhoria da qualidade do
ensino ministrado;
Examinar e emitir parecer, com base na análise de integralização
curricular, sobre processos de transferência interna e externa de alunos
a serem admitidos ou desligados do curso conforme dispositivos legais
em vigor;
Deliberar sobre aproveitamento de estudos, convalidação de disciplinas,
conjunto de disciplinas, módulos interdisciplinares, áreas de
conhecimento ou campos de saber, excedência de créditos, prérequisitos e co-requisitos em caso de recurso ao encaminhamento da
coordenação de curso;
Emitir parecer sobre processos de revalidação de diplomas de cursos de
graduação, expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino
superior;
Estabelecer a política de oferta de disciplinas, conjunto de disciplinas,
módulos interdisciplinares, áreas de conhecimento ou campos de saber;
Definir e homologar o regulamento do estágio, através de deliberação
acerca do regulamento de Estágio Curricular;
Definir e homologar o regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso;
Definir e homologar o regulamento das Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais;
Aprovar propostas de convênio com outras instituições e as atividades
acadêmicas complementares;
Homologar matérias aprovadas ad referendum do Colegiado, pelo
coordenador;
Opinar e decidir sobre sugestões do Núcleo Docente Estruturante –
NDE, do Núcleo de Desenvolvimento Educacional - NuDE e do Instituto
209
210
XXI.
XXII.
XXIII.
XXIV.
XXV.
de Ciências Exatas, Naturais e Educação – ICENE que envolvam
assuntos de interesse do curso;
Propor a reformulação do Regimento do Colegiado, submetendo-o à
aprovação do Conselho Universitário ou à instância cabível;
Homologar o resultado da eleição do Coordenador de Curso nos prazos
estabelecidos no Regimento da UFTM e encaminhar à reitoria;
Opinar e deliberar sobre outras matérias que lhe forem atribuídas, bem
como sobre casos omissos que se situem na esfera de sua
competência;
Cumprir as determinações dos órgãos deliberativos superiores;
Opinar sobre áreas prioritárias para seleções e concursos públicos no
âmbito do curso.
Capítulo III
Da Constituição do Colegiado
Art. 4º - O Colegiado do Curso será constituído da seguinte forma:
I.
II.
III.
IV.
Coordenador do Curso de Curso de Física - Licenciatura, como seu
presidente e, na sua ausência justificada, por seu substituto legal;
Todos os membros efetivos do Departamento de Física do Instituto de
Ciências Exatas, Naturais e Educação – ICENE.
Um (01) representante técnico-administrativo do ICENE com atuação no
curso de Física – Licenciatura, indicado por seus pares, e, na sua
ausência, por seu suplente, com mandato de dois (02) anos.
Um (01) aluno do curso eleito por seus pares, através de eleição
discente, e, na sua ausência, por seu suplente, com mandato de um (01)
ano.
Art. 5º - A representação discente será eleita, anualmente, sendo a
eleição de responsabilidade do Centro Acadêmico do curso ou no caso da
inexistência desse último pelos representantes de turmas com mandato de 1
(um) ano, com possibilidade de recondução.
Capítulo IV
Das Atribuições do Presidente do Colegiado
Art. 6° - Compete ao Presidente do Colegiado do Curso:
I.
II.
Executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado;
Representar o Colegiado junto aos órgãos da Universidade e, na sua
ausência justificada, enviar seu substituto legal;
210
211
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
XIV.
XV.
Convocar, presidir, suspender e encerrar as reuniões do Colegiado do
Curso;
Exercer o voto de qualidade em situações de empate nas votações;
Executar as deliberações do Colegiado;
Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo
Colegiado;
Decidir ad referendum, em caso de urgência, sobre matéria de
competência do Colegiado,
Supervisionar o envio regular ao órgão competente de todas as
informações sobre freqüência, notas ou aproveitamento de estudos dos
alunos;
Encaminhar, após referendo do Colegiado de Curso, ao órgão
competente a relação dos alunos aptos a colar grau;
Acompanhar a vida acadêmica dos alunos, no que se refere aos limites
de tempo mínimo e máximo de integralização curricular;
Orientar os alunos quanto à matrícula e conteúdos de unidades
temáticas oferecidas;
Caso seja solicitado, deliberar sobre solicitações encaminhadas ao
Colegiado tais como: trancamento parcial e total, regime excepcional,
matrícula em unidade temática, disciplina isolada, dispensa ou
aproveitamento de unidade temática, reingresso;
Comunicar ao Instituto competente irregularidades cometidas pelos
professores que atuam no curso;
Coordenar a elaboração dos horários de aula, ouvidos os docentes,
departamentos e/ou Institutos envolvidos;
Supervisionar as atividades da secretaria do Colegiado do Curso.
Capítulo V
Dos Membros do Colegiado
Art. 7° - Compete aos Membros do Colegiado:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
Colaborar com o Coordenador no desempenho de suas atribuições;
Colaborar com o Coordenador na orientação e fiscalização do
funcionamento didático e administrativo do curso;
Comparecer às reuniões ou justificar a ausência com antecedência;
Apreciar, aprovar e assinar ata de reunião;
Debater e votar a matéria em discussão;
Requerer informações, providências e esclarecimentos ao Coordenador
sobre temas de sua competência;
Realizar estudos, apresentar proposições, apreciar e relatar as matérias
que lhes forem atribuídas;
211
212
VIII.
Compor comissões para estudo, análise e encaminhamento de questões
relativas à matéria do curso, corpo docente, administrativo, discente e
outros relacionados à matéria do curso e correlatos.
Capítulo VI
Da Secretaria do Colegiado
Art. 8° - Compete ao Secretário do Colegiado:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
Proceder aos encaminhamentos para a convocação do Colegiado de
Curso;
Lavrar as atas do Colegiado;
Executar os serviços de redação de documentos e correspondência;
Designar os servidores da secretaria para os encargos próprios ao seu
perfeito funcionamento;
Registrar as deliberações do Colegiado após a redação final;
Transmitir aos membros do Colegiado os avisos de convocações de
reuniões;
Efetuar diligências e encaminhar os pedidos de informação dirigidos à
Coordenação do Colegiado;
Organizar, para aprovação do Coordenador, a pauta para as reuniões do
Colegiado;
Exercer as demais atribuições inerentes às funções.
Capítulo VII
Das Comissões Especiais Temporárias
Art. 9° - O Colegiado poderá constituir Comissões Especiais Temporárias
para exame de assuntos específicos.
§ 1º - As comissões de que trata o caput deste artigo serão
integradas por membros do Colegiado ou membros por ele indicados,
sendo o exercício das atividades por eles desenvolvidas consideradas
relevantes e não ensejará qualquer remuneração;
§ 2º - Em caso de urgência o Coordenador do Curso poderá criar
Comissões Especiais Temporárias ad referendum do Colegiado;
§ 3º - Os documentos elaborados por essas Comissões (parecer,
relatório ou outro) serão analisados e aprovados/homologados pelo
Colegiado.
212
213
Capítulo VIII
Das Reuniões
Art. 10° - O Colegiado do Curso reunir-se-á ordinariamente uma vez ao
mês, por convocação de iniciativa do seu Presidente ou atendendo ao pedido
de 1/3 (um terço) dos seus membros.
§ 1º - O Coordenador convocará por escrito, com pelo menos 48
(quarenta e oito) horas de antecedência, enviando a pauta com os
assuntos a serem tratados nas reuniões ordinárias.
§ 2º - As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo
Coordenador, ou o requerimento de 1/3 (um terço) do total dos membros
do Colegiado, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas,
com indicação e motivo.
§ 3º - Em caso de urgência ou excepcionalidade, o prazo de
convocação previsto no parágrafo anterior poderá ser reduzido e a
indicação de pauta, omitida, justificando-se a medida no início da
reunião.
§ 4º - O Colegiado reunir-se-á com o quórum mínimo de maioria
absoluta de seus membros em primeira convocação. Havendo
necessidade de uma segunda convocação, a ser realizada 30 (trinta)
minutos após a primeira, o quórum passa a ser de 1/3 (um terço) dos
membros do Colegiado.
§ 5°Não se realizando a reunião por falta de quórum, será
convocada outra reunião, havendo entre a data desta e da anterior o
intervalo mínimo de vinte e quatro (24) horas.
Art. 11° - O comparecimento às reuniões do Colegiado é obrigatório e
preferencial em relação a quaisquer outras atividades universitárias, exceto às
referentes aos órgãos que lhe sejam superiores.
§ 1º É permitida a participação na reunião do Colegiado através de vídeoconferência, caso o membro esteja impedido de se locomover até o local
da reunião.
§ 2º O membro do Colegiado que deixar de comparecer à reunião
deverá justificar-se por escrito (textos impressos ou emails) ao
Presidente do Colegiado, preferencialmente antes da reunião. Caso isso
213
214
não seja possível a justificativa deve ser enviada à coordenação do
curso no prazo máximo de quarenta e oito (48) horas após a reunião,
cuja justificativa será apreciada na reunião subseqüente do Colegiado.
§ 3º Não havendo pedido de justificativa, a falta será dada como
não justificada.
§ 4º - A ausência de representante docente ou discente a três
reuniões consecutivas, sem justificativa, será comunicada ao respectivo
Instituto/Departamento ou ao Diretório Acadêmico, conforme for o caso.
I - Quando o membro ao qual se refere o caput desse artigo for o
representante discente ele perderá seu mandato e não poderá participar
da eleição seguinte para essa função.
II - Quando o membro ao qual se refere o caput anterior for um
representante docente, suas faltas serão mencionadas em seus
relatórios de avaliação de desempenho periódicos, ficando esse sujeito
às sanções cabíveis.
§ 4º - Será considerada justificativa:
a) Motivo de saúde;
b) Direito assegurado por legislação específica;
c) Motivo relevante, a critério do Colegiado.
Art. 12° - Será admitida a presença e, em caráter eventual, desde que
aprovada pelo Colegiado, a participação, com direito a voz e sem direito a voto,
de alunos das unidades temáticas do curso, de membros da Comunidade, de
docentes ou de representantes dos órgãos técnicos desta Universidade nas
reuniões do Colegiado para prestar e/ou obter esclarecimentos que se façam
necessários sobre assuntos constantes da ordem do dia.
§ 1º - Durante a discussão de assuntos que o Colegiado considere
de caráter sigiloso, só poderão estar presentes os membros do
Colegiado.
Art. 13° - As reuniões serão presididas pelo Presidente do Colegiado.
§ 1º - Na falta ou impedimento do Presidente e de seu substituto
legal, assumirá a Presidência o docente do Colegiado mais antigo na
docência da instituição.
214
215
Art. 14° - As reuniões não terão duração máxima fixadas, entretanto não
poderão sobrepor os horários de docência em sala de aula.
§ 1º - Em caso de interrupção da reunião devido à sobreposição ao
horário de docência em sala de aula, com temas de pauta ainda
pendentes, uma nova reunião será marcada em caráter extraordinário
em horário acordado entre os presentes.
Art. 15º - As reuniões do Colegiado constarão de duas partes:
I.
II.
Expediente, destinado a leitura, discussão e votação da ata da reunião
anterior, cuja cópia deverá ser distribuída previamente aos membros;
Ordem do dia, destinada à discussão e votação da matéria constante da
pauta.
§ 1º - Não havendo quem se manifeste sobre a ata, será a mesma
considerada aprovada, sendo em seguida assinada pelo Presidente do
Colegiado e pelos membros listados na ata.
§ 2º - Nas reuniões extraordinárias as matérias deliberadas não
poderão sofrer acréscimos.
Art. 16° - As deliberações do Colegiado ocorrerão por votação aberta
sendo considerada aprovada a proposta que obtiver a maioria simples dos
membros presentes na reunião, respeitando o Art. 10°,§ 4º.
§ 1º - O presidente do Colegiado poderá votar em qualquer
situação e seu voto só será considerado voto de qualidade em situações
de empate.
§ 2º - Caso estejam em votação mais de três propostas e nenhuma
delas obtiver maioria simples dos votos dos presentes, as duas mais
votadas seguem para uma segunda votação. Será considerada
aprovada a proposta que obtiver maioria simples dos membros
presentes na reunião nesse segundo turno.
§ 3º - A votação poderá ser secreta quando solicitada por pelo
menos um dos membros do Colegiado, ou caso o tema envolva conflito
de interesse ou constrangimento de algum dos membros do colegiado.
Art. 17° - Os trabalhos de cada reunião devem, obrigatoriamente, ser
registrados em ata.
§ 1º - Caberá ao secretário do Colegiado a lavratura das atas das
reuniões, que serão assinadas pelo Presidente ou seu representante
215
216
legal e rubricadas, quando da sua aprovação pelos membros listados na
ata.
Art. 18º - Do que se passar na sessão, o Secretário lavrará ata
circunstanciada, fazendo constar:
I.
II.
III.
IV.
V.
A natureza da sessão, o dia, a hora, o local e o nome de seu Presidente;
Nomes dos membros presentes, bem como os que não compareceram,
consignando, a respeito destes, a circunstância de haverem ou não
justificado a ausência;
A discussão sobre a ata da sessão anterior e respectiva votação;
Discussão dos assuntos da ordem do dia, declarações de voto e outras
ocorrências;
Propostas e outros acontecimentos, após a ordem do dia.
Capítulo XIX
Do Regime Didático e Acadêmico
Art. 19° - O curso de Física – Licenciatura reger-se-á no que couber pelo
disposto no Regimento Interno da UFTM, e demais normas regulamentares
que regem o ensino na Universidade Federal do Triângulo Mineiro.
Capítulo XX
Disposições Finais
Art. 20° - O Período normal de funcionamento do Colegiado do Curso
obedecerá ao Calendário Acadêmico da UFTM.
§ 1º - O Presidente deverá fixar um recesso nos períodos de férias
acadêmicas, por um período preferencialmente aos períodos de férias
da Universidade.
§ 2º - As férias do Pessoal Administrativo do Colegiado coincidirão,
preferencialmente, com o período de recesso, assegurado dentro do
possível o atendimento dos interessados.
Art. 21° - As modificações deste Regimento poderão ser propostas pelo
Presidente ou pela maioria simples dos membros titulares do Colegiado, e
aprovadas por no mínimo 2/3 (dois terços) dos Membros do Colegiado,
Art. 22° - Alterações neste regimento só terão validade quando aprovadas
pelo Colegiado do curso de Física - Licenciatura, respeitando as regras de
votação descritas no Art. 16º.
216
217
Art. 23° - Casos omissos a esse regimento deveram ser analisados pelo
Colegiado do Curso de Física – Licenciatura.
Art. 24° - Este Regimento entrará em vigor em 28 de Setembro de 2011,
data de sua aprovação no Colegiado do Curso.
217
218
ANEXO IV – Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do curso de
Graduação em Física - Licenciatura
REGULAMENTO DO NÚCLEO
DOCENTE ESTRUTURANTE DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA
– LICENCIATURA
218
219
Ministério da Educação
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA DA UFTM
Capítulo I
Da Natureza e das Finalidades
Art. 1º. O presente Regimento disciplina a criação, as atribuições e o
funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE – do Curso de
Graduação em Física - Licenciatura da Universidade Federal do Triângulo
Mineiro.
Art. 2º. O Núcleo Docente Estruturante é um órgão que tem função
consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza
acadêmica, formado pelo conjunto de professores do curso, mestres e
doutores, contratados em tempo integral, responsável pela coordenação
didático-científica e administrativa do curso, e que respondem mais diretamente
pela implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Física - Licenciatura (PPC), pela discussão de temas ligados ao
curso, pelo planejamento e avaliação das atividades acadêmicas de ensino,
pesquisa e extensão do curso.
Capítulo II
Das Atribuições
Art. 3º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I.
Analisar constantemente o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Física – Licenciatura e propor eventuais alterações;
II.
Acompanhar, atualizar, articular e adequar o PPC de acordo com a
Comissão Própria de Avaliação - CPA, o Sistema Nacional de Avaliação
219
220
da Educação Superior – SINAES, o Exame Nacional de Desempenho
dos Estudantes – Enade, o Plano de Desenvolvimento Institucional –
PDI, o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e as demandas do mundo
do trabalho;
III.
Manter o PPC atualizado de acordo com os interesses da Instituição e
em cumprimento a normas estabelecidas pelo Curso;
IV.
Encaminhar ao Colegiado de Curso propostas de reestruturação
curricular para aprovação;
V.
Promover a articulação e integração dos conteúdos curriculares tanto no
plano horizontal como vertical, visando garantir-lhe a qualidade didáticopedagógica e a interdisciplinaridade;
VI.
Promover espaços para elaboração de projetos de pesquisa e de
extensão, com vistas a produção científica na área de Física e/ou
educacional.
VII.
Propor
atividades
extracurriculares
necessárias
para
o
bom
funcionamento do curso;
VIII.
Acompanhar o trâmite de processos de autorização, reconhecimento ou
renovação de reconhecimento do curso no MEC;
IX.
Subsidiar de informações e de documentação requeridas quando do
processo de avaliação do curso pelo MEC em diligências na UFTM.
Art. 4º. Ao Presidente do NDE compete:
I.
Coordenar e supervisionar os trabalhos do NDE
II.
Organizar a pauta, convocar e presidir as reuniões do NDE.
III.
Exercer o voto de qualidade, quando ocorrer empate nas votações.
IV.
Encaminhar as deliberações do NDE ao Colegiado do Curso.
V.
Representar o NDE sempre que assim for necessário.
VI.
Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo
NDE, quando for o caso;
VII.
Resolver questões de ordem.
Capítulo III
Da Composição
220
221
Art. 5° - O Núcleo Docente Estruturante será constituído, a princípio, por
3 (três) docentes do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da UFTM
que atuem na formação específica do curso e por 2 (dois) professores que
atuem no Ciclo Comum de Formação e/ou Formação Pedagógica Comum.
§ 1º. O presidente do NDE será o coordenador do Curso de Graduação
em Física.
§ 2°. Na ausência temporária do coordenador de curso, a presidência do
NDE será exercida pelo seu substituto legal.
§ 3°. As 3 (três) vagas destinadas aos docentes do Curso de Graduação
em Física - Licenciatura da UFTM que atuem na formação específica deverão
ser obrigatoriamente preenchidas da seguinte forma: 1 (uma) vaga deverá ser
ocupada por um docente da área de Física Experimental, 1 (uma) vaga por um
docente da área de Física Teórica e 1 (uma) vaga por um docente da área de
Ensino de Física.
I.
Somente na hipótese prevista no inciso I e II, § 2° do Art. 6°, haverá
ampliação na representação de uma das áreas.
§ 4º. O presidente do NDE será o representante de sua área.
Art. 6°. Os membros do NDE serão indicados pelo Colegiado do Curso de
Graduação em Física – Licenciatura da UFTM e terão mandato de 2 anos.
§ 1°. Ao fim do mandato, os membros do NDE poderão ser reconduzidos
indefinidamente, desde que com o aval do Colegiado de Curso.
§ 2°. A indicação do presidente do NDE ficará atrelada à eleição para
coordenador do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM, em
conformidade com o § 1° do Art. 5°.
I.
Empossado um novo coordenador e caso este não pertença ao NDE,
este deverá ser integrado ao núcleo, ampliando para 4 (quatro) as vagas
destinadas aos docentes do Curso de Graduação em Física que atuem
na formação específica.
II.
Na hipótese da situação descrita no inciso anterior, o novo coordenador
também será o representante de sua área de atuação, conforme descrito
no § 4° do Art. 5°.
III.
O ex-coordenador poderá cumprir o restante do mandato no NDE, caso
tenha, como membro regular e representante de sua área de atuação.
221
222
IV.
Na hipótese de renúncia do coordenador, a presidência do NDE será
assumida pelo substituto legal, respeitando o descrito no inciso I acima.
Art. 7°. Para a renovação da composição do NDE, será adotada a
estratégia de renovação parcial, de modo a assegurar a continuidade no
processo de acompanhamento do curso.
§ 1°. A renovação não deverá ultrapassar o limite máximo de 50% dos
membros.
Capítulo IV
Das Reuniões
Art. 8º. O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á, ordinariamente,
trimestralmente,
por
convocação
de
iniciativa
de
seu
presidente
e,
extraordinariamente, sempre que convocado pelo presidente ou por 1/3 (um
terço) de seus membros efetivos ou a pedido do Colegiado do Curso.
§ 1º - O presidente convocará por escrito, com pelo menos 48 (quarenta e
oito) horas de antecedência, a pauta com osassuntos a serem tratados nas
reuniões ordinárias.
§ 2º - As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo presidente, ou a
requerimento de 1/3 (um terço) do total dos membros do NDE, ou a pedido do
Colegiado do Curso, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas,
com indicação e motivo.
Art. 9º. O Núcleo Docente Estruturante funcionará com a presença da
maioria simples de seus membros, admitido o “quórum” mínimo de pelo menos
50% de seus componentes.
Art. 10º. As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de
votos, com base no número de presentes.
Capítulo V
Das Disposições Finais
222
223
Art. 11º. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do
presente Regulamento serão discutidos e resolvidos em reunião do Núcleo
Docente Estruturante ou por órgão superior, de acordo com a legislação
vigente.
Art. 12°. Os casos não previstos por esta regulamentação serão
resolvidos pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciaturada
UFTM.
Art. 13º. O presente Regulamento entra em vigor em 28 de Setembro de
2011, data de sua aprovação no Colegiado do Curso.
223
224
ANEXO V – Regulamento de Estágio Curricular do Curso de Graduação em
Física - Licenciatura
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
CURRICULAR DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM FÍSICA –
LICENCIATURA
224
225
Ministério da Educação
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA
Capítulo I
Da natureza
Art. 1º. O estágio caracteriza-se como ato educativo supervisionado,
desenvolvido em ambiente de trabalho, visando à preparação para o trabalho
produtivo e formativo dos alunos que estejam devidamente matriculados no
Curso de Graduação em Física – Licenciatura da Universidade Federal do
Triângulo Mineiro.
Art. 2º. O estágio curricular é componente obrigatório para todos os
alunos do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM e sua
realização é requisito para a integralização do curso e obtenção do diploma.
Art. 3º. O estágio curricular não acarretará vínculo empregatício de
qualquer natureza, conforme o artigo 3º da Lei 11788 de 25.09.08.
Capítulo II
Dos objetivos
Art. 4º. O estágio curricular supervisionado do Curso de Graduação em
Física – Licenciatura da UFTM tem por objetivos:
I.
Proporcionar ao aluno, mediante contato com o campo real de exercício
de sua profissão, aprendizagem de conhecimentos e desenvolvimento
226
de habilidades técnico-científicas, complementando aquelas construídas
no curso acadêmico;
II.
Ampliar a experiência no campo docente, viabilizando experiências
educativas em espaços formais e não formais que poderão subsidiar as
futuras escolhas dos estagiários em sala de aula;
III.
Contribuir para a formação ética, social, humana e cidadã do aluno;
IV.
Promover a integração entre a Universidade, os diversos campos
educacionais e a comunidade como um todo.
Capítulo III
Do cumprimento
Art. 5º. O estágio curricular deverá ser cumprido a partir do 5° (quinto)
período do curso, desde que o aluno tenha cumprido os pré-requisitos
pedagógicos previstos no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 6º. A cada período, o aluno deverá se matricular na disciplina
“Orientação e Estágio Curricular Supervisionado” (120 horas-aula, 8 créditos)
correspondente.
§ 1º. Da carga horária total, 15 (quinze) horas-aula serão presenciais,
destinadas à orientação de estágio, e serão incluídas na grade curricular do
semestre.
§ 2º. As 105 (cento e cinco) horas-aula restantes comporão a carga
horária que deverá ser cumprida em atividades de estágio.
Art. 7º. As atividades de estágio deverão ser realizadas de acordo com o
previsto para cada período no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 8º. O cumprimento do estágio e de sua carga horária ficarão sujeitos
à aprovação por conceito e por frequência na disciplina de estágio.
227
Capítulo IV
Da Comissão Interna de Estágio Curricular
Art. 9º. A coordenação do estágio curricular supervisionado do Curso de
Graduação em Física – Licenciatura ficará a cargo da Comissão Interna de
Estágio Curricular (CIEC).
Art. 10º. A CIEC será composta por 3 (três) professores que atuem na
formação específica do curso.
§ 1º. A CIEC será presidida por um de seus membros.
§ 2º. A indicação dos membros que comporão a CIEC, incluindo o
presidente, será feita pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física –
Licenciatura da UFTM.
Art. 11º. A CIEC deverá se reunir ordinariamente duas vezes por
semestre, mediante convocação de seu presidente.
§ 1º. A CIEC poderá se reunir extraordinariamente, mediante solicitação
de 2/3 (dois terços) de seus membros ou do Colegiado do Curso de Graduação
em Física – Licenciatura.
Capítulo V
Do estagiário
Art. 12º. O estagiário será o aluno do Curso de Graduação em Física –
Licenciatura regularmente matriculado na disciplina “Orientação e Estágio
Curricular” correspondente do semestre.
Capítulo VI
Do orientador de estágio
Art. 13º. O orientador de estágio será o docente responsável pela
disciplina “Orientação e Estágio Curricular Supervisionado”.
§ 1º. Em casos particulares, outro docente que atue na formação
228
específica poderá colaborar para o estágio, devendo este ser registrado como
“Professor Colaborador” no Plano de Ensino da disciplina.
Capítulo VII
Do campo de estágio
Art. 14º. A instituição que oferecerá o campo de estágio poderá ser:
I.
Escola pública ou privada de Educação Básica, que trabalhe com ensino
regular e/ou com educação de jovens e adultos e/ou educação especial;
II.
Museus, centros de ciências e demais espaços de educação não formal;
III.
Instituições públicas ou privadas que desenvolvam projetos na área de
Educação Básica;
IV.
Outros espaços de Educação Básica.
Art. 15°. O estagiário poderá desenvolver estágio em local diferente dos
citados no artigo anterior, desde que autorizado pela Comissão Interna de
Estágio Curricular.
Art. 16°. Caso o estagiário seja docente regular na Educação Básica, ele
poderá realizar o estágio na instituição onde leciona, desde que:
I.
A atividade de estágio não seja a própria atividade docente;
II.
Todas as normas e procedimentos deste regulamento sejam cumpridos.
Capítulo VIII
Do profissional supervisor
Art. 17°. Em cumprimento ao inciso III do art. 9° da Lei 11788 de
25.09.08, a instituição que fornece o campo de estágio deverá designar um
funcionário de seu quadro pessoal, com formação ou experiência profissional
na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e
supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente.
§ 1º. Em casos particulares o orientador do estágio pode exercer a
função de supervisor.
229
Capítulo IX
Do Termo de Compromisso
Art. 18°. Em cumprimento ao inciso I do art. 7° da Lei 11788 de 25.09.08,
deverá ser celebrado Termo de Compromisso entre a instituição de ensino, a
instituição concedente e o aluno.
Art. 19°. O termo deverá ter três vias, todas assinadas pelos
representantes da instituição de ensino e da instituição concedente e pelo
aluno.
§1°. A via da instituição de ensino deverá permanecer guardada nos
arquivos do Núcleo de Estágios da Graduação (NUEG).
Art. 20°. O coordenador do Curso de Graduação em Física – Licenciatura
da UFTM assinará como representante da instituição de ensino.
Capítulo X
Do cronograma de atividades
Art. 21°. Antes do início do estágio deverá ser elaborado um Cronograma
de Atividades, conjuntamente entre o aluno e o orientador do estágio, de
acordo com o modelo do Anexo I.
§1°. O Cronograma de Atividades deverá estar de acordo com as
atividades previstas no Projeto Pedagógico do Curso para cada semestre.
§2°. Uma cópia do Cronograma de Atividades deverá ser encaminhada,
pelo orientador de estágio, à CIEC até 45 (quarenta e cinco) dias após o início
do semestre letivo, para apreciação, podendo ser em via impressa ou digital.
Capítulo XI
Do relatório final de estágio
230
Art. 22°. Ao final do estágio, o aluno deverá entregar ao orientador de
estágio o Relatório Final de Estágio, conforme o modelo do Anexo II.
§1°. O Relatório Final de estágio deverá ser utilizado como instrumento
avaliativo.
§2°. Uma cópia do Relatório de Estágio deverá ser encaminhada, pelo
orientador de estágio, à CIEC até 10 (dez) dias após o fim do semestre letivo,
para apreciação.
Capítulo XII
Da avaliação e frequência
Art. 23º. A avaliação do desempenho do estagiário será feita pelo
orientador do estágio, utilizando, no mínimo, dois instrumentos avaliativos,
entre eles o Relatório Final de Estágio.
§1°. O orientador poderá solicitar ao supervisor de estágio uma
avaliação do estagiário por meio da Ficha de Avaliação de Desempenho (anexo
III), a fim de somar aos instrumentos avaliativos já definidos.
§ 2º. Cabe ao orientador de estágio decidir, semestralmente, o peso de
cada um dos instrumentos avaliativos.
Art. 24º. A frequência será controlada por meio de lista de presença, no
caso das horas destinadas à orientação de estágio, e pela Folha de Frequência
(anexo V), no caso das horas cumpridas no campo de estágio.
Capítulo XIII
Da dispensa
Art. 25°. Em cumprimento ao Parágrafo Único do Art. 1° da Resolução
CNE/CP de 19.02.02, os alunos que atuam como docente regular na Educação
Básica poderão ter redução na carga horária total do estágio curricular
supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas.
Art. 26°. A redução da carga horária de que trata o art. 26° se dará da
231
seguinte forma:
I.
Redução de até 200 horas, no caso de docência em Física;
II.
Redução de até 100 horas, no caso de docência em Matemática,
Química ou Ciências.
§ 1º. A redução da carga horária não será cumulativa, podendo ser
aplicada apenas uma vez por semestre.
Art. 27°. A redução máxima da carga horária será semestral e dividida da
seguinte forma:
I.
25 horas (docência em Física ou em Matemática, Química e Ciências)
na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado I;
II.
75 horas (docência em Física) ou 25 horas (docência em Matemática,
Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado II;
III.
75 horas (docência em Física) ou 25 horas (docência em Matemática,
Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular
Supervisionado III;
IV.
25 horas (docência em Física ou em Matemática, Química e Ciências)
na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado IV.
§ 1º Apresentados os documentos comprobatórios dispostos no
art. 28º, caberá à CIEC definir e homologar a redução de carga horária.
Art. 28°. A docência regular na Educação Básica deverá ser comprovada
semestralmente, com documento emitido pela instituição onde o aluno mantém
vínculo formal e assinado pelo seu representante.
§ 1°. Os documentos comprobatórios de docência regular na Educação
Básica deverão ser encaminhados pelo aluno à CIEC, no máximo, 15 (quinze)
dias após o início do semestre letivo.
§ 2º Caso o exercício da docência regular pelo aluno seja interrompido
ao longo do semestre, o mesmo deverá comunicar imediatamente à CIEC, a
fim de que a redução seja recalculada.
§ 3º No caso previsto no § 2º deste artigo, a CIEC deverá comunicar por
escrito ao aluno a carga horária a ser reduzida, no prazo de 15 dias.
232
Capítulo XIV
Das atribuições
Art. 29°. À Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC) compete:
I.
Indicar os campos de estágio, de acordo com o que estabelece o art.
13°;
II.
Acompanhar a realização do estágio pelo aluno;
III.
Apoiar do ponto de vista pedagógico, curricular e operacional os
orientadores de estágio;
IV.
Zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso, tanto por parte do
aluno quanto da instituição concedente;
V.
Decidir sobre o desligamento do estagiário, em comum acordo com este,
com a instituição concedente e com o coordenador do curso;
VI.
Decidir sobre outras solicitações que competem à CIEC, encaminhadas
por qualquer uma das partes envolvidas no estágio.
Art. 30°. Ao estagiário compete:
I.
Realizar com zelo, dedicação e espírito profissional todas as etapas
previstas no Cronograma de Atividades elaborado em conjunto com o
orientador de estágio;
II.
Cumprir as datas de entrega previamente estabelecidas do Cronograma
de Atividades, dos relatórios, folha de frequência e demais documentos
solicitados;
III.
Elaborar o Cronograma de Atividades, os relatórios e outros documentos
solicitados de acordo com os modelos e exigências estabelecidas;
IV.
Cumprir a carga horária prevista para o estágio;
V.
Dispor das informações e de toda documentação exigida para a
elaboração do Termo de Compromisso, dentro do prazo estabelecido;
VI.
Requerer à
secretaria
de
curso,
Compromisso;
VII.
Cumprir o Termo de Compromisso;
a elaboração
do Termo
de
233
VIII.
Encaminhar à CIEC, nas datas estabelecidas no §1° do Art. 29°, os
documentos referentes à redução de carga horária de estágio, se for o
caso;
IX.
Respeitar todas as normas legais e laborais aplicáveis;
X.
Respeitar as regras específicas da instituição concedente;
XI.
Compatibilizar a jornada de atividades de estágio com o horário escolar
e o turno de trabalho;
XII.
Informar ao orientador de estágio, à CIEC e à instituição concedente
eventuais problemas que podem surgir ao longo da realização do
estágio.
Art. 31°. Ao Núcleo de Estágios da Graduação (NUEG) compete:
I.
Receber dos alunos a documentação para a elaboração do Termo de
Compromisso;
II.
Elaborar o Termo de Compromisso;
III.
Encaminhar, no início do semestre letivo, o Termo de Compromisso às
partes envolvidas;
IV.
Zelar pela integridade da documentação relativa ao processo de estágio
dos alunos, para fins de comprovação formal;
V.
Empreender o processo administrativo de desligamento do estagiário,
conforme encaminhado pela CIEC.
VI.
Assessorar a CIEC em outras matérias administrativas de competência
do NUEG.
Art. 32°. Ao orientador de estágio compete:
I.
Observar e avaliar as condições do campo de estágio para receber
alunos, de acordo com o estabelecido no art. 13°;
II.
Comunicar à instituição concedente, no início do estágio, as datas de
realização de atividades escolares ou acadêmicas;
III.
Auxiliar na composição do Cronograma de Atividades;
IV.
Estar em contato constante com o profissional supervisor, estabelecendo
um processo de comunicação para o acompanhamento conjunto dos
estagiários;
234
V.
Zelar pela conduta ética e moral dos alunos sob sua supervisão, tendo
como base inequívoca o Código de Ética Profissional;
VI.
Orientar todas as atividades didático-pedagógicas do aluno, incluindo a
elaboração de relatórios, projetos de intervenção, seminários, estudos,
entre outras atividades;
VII.
Proporcionar aos alunos conhecimentos teórico-práticos compatíveis
com a realidade científico-profissional e a realidade institucional/social,
de forma aprofundada e atualizada;
VIII.
Verificar a frequência do aluno no campo de estágio por meio de sua
Folha de Frequência;
IX.
Divulgar os instrumentos avaliativos e as respectivas datas de aplicação
no início do semestre letivo;
X.
Divulgar as datas de entrega do Cronograma de Atividades, de relatórios
e folhas de frequência no início do semestre letivo, de modo que as
datas limite de encaminhamento de documentos à CIEC sejam
cumpridas;
XI.
Avaliar o desempenho do aluno de forma imparcial;
XII.
Encaminhar à CIEC, na data estabelecida no §2° do Art. 20°, o
Cronograma de Atividades dos alunos orientados;
XIII.
Encaminhar à CIEC, nas datas estabelecidas no §2° do Art. 21° e no Art.
25°, o Relatório Final de estágio.
XIV.
Encaminhar ao NUEG os documentos que considerar pertinentes para
os arquivos do aluno.
Art. 33º. À instituição concedente do campo de estágio compete:
I.
Celebrar e cumprir o Termo de Compromisso firmado com a UFTM e o
aluno;
II.
Oferecer instalações que tenham condições de proporcionar ao
educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural;
III.
Designar um funcionário de seu quadro efetivo para ser o profissional
supervisor do estagiário;
235
IV.
Oferecer seguro de acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível
com valores de mercado, conforme estabelecido no Termo de
Compromisso;
V.
Comunicar à CIEC ou ao orientador de estágio ou ao coordenador do
curso qualquer irregularidade detectada no desenvolvimento do estágio;
VI.
Manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a
relação de estágio;
VII.
Disponibilizar uma dinâmica de estágio compatível com a realidade
profissional a ser encontrada pelo aluno.
§ 1º. Por se tratar de estágio obrigatório, a responsabilidade de
contratação do seguro contra acidentes pessoais de que trata o inciso IV do
caput deste artigo poderá ser assumida pela UFTM.
Capítulo XV
Da aprovação, reprovação e desligamento
Art. 34º. A aprovação ou reprovação se dará por meio de conceito
(Aprovado ou Reprovado).,
§ 1º. Em todos os casos, a frequência exigida é de 100%.
§ 2º. Não haverá, em qualquer hipótese, avaliação final de estágio,
sendo reprovados os alunos que não atingirem o estabelecido no inciso I deste
artigo.
Art. 35º. O desligamento do estagiário ocorrerá:
I.
Automaticamente ao término do estágio;
II.
Em caso de desistência, abandono ou transferência do curso;
III.
A pedido do estagiário;
IV.
Pelo não comparecimento no campo de estágio, sem motivo justificado,
por 30 (trinta) dias consecutivos ou não durante todo o período de
estágio, caso não esteja previsto no Cronograma de Atividades;
V.
Pelo descumprimento de qualquer uma de suas atribuições listadas no
art. 26° deste regulamento.
§ 1°. Nos casos listados nos incisos II a V deste artigo, o desligamento
236
deverá ser julgado pela Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC).
§ 2°. O desligamento implicará, automaticamente, na reprovação por
conceito e frequência.
Capítulo XVI
Das disposições gerais
Art. 36°. As normas e procedimentos deste regulamento são aplicáveis
em todas as disciplinas “Orientação e Estágio Curricular Supervisionado” da
grade curricular do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM.
Art. 37°. Os casos não previstos neste regulamento serão resolvidos pela
Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC) do Curso de Graduação em
Física – Licenciatura da UFTM.
Art. 38°. Este regulamento poderá ser revisado, mediante pedido de 2/3
(dois terços) dos membros da CIEC ou do Colegiado de Curso.
Art. 39°. Este regulamento entra em vigor em 06 de Março de 2012, data
de sua aprovação no Colegiado do Curso.
237
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA –
LICENCIATURA
ANEXOS
238
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura
ANEXO I
Modelo de Cronograma de Atividades
RESUMO DAS ATIVIDADES PREVISTAS PARA O SEMESTRE
Atividade
Período
Carga Horária
LOCAL DE ESTÁGIO
Escreva qual(is) é(são) o(s) local(is) de estágio escolhidos para o semestre, estejam eles definidos ou não.
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura
ANEXO II
Modelo de Relatório Final de Estágio
Orientações gerais
O Relatório Final de Estágio deve ser redigido com fonte Arial, tamanho 12, com margens de 2cm. O relatório deve ter de
5 a 10 páginas. Não serão aceitos relatórios escritos à mão.
O Relatório Final de Estágio deverá ser elaborado em conformidade com o modelo abaixo e entregue ao orientador de
estágio em data previamente marcada por ele. Relatórios entregues fora do prazo não serão aceitos. Lembramos que a entrega e
a redação do Relatório Final de Estágio conforme o modelo abaixo é condição inequívoca para um bom desempenho, sendo
qualquer descumprimento passível de perda de pontos na Ficha de Avaliação de Desempenho. Além disso, o Relatório Final de
Estágio poderá ser utilizado como instrumento avaliativo, como prevê o §1º, Art. 21º do Regulamento de Estágio.
CAPA
A capa deve seguir o exemplo do final desse anexo.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Copie aqui o Cronograma de Atividades entregue no início do semestre.
ANÁLISE DAS ATIVIDADES
Faça uma análise reflexiva das atividades desenvolvidas, apontando como elas contribuíram para seu desenvolvimento
profissional e intelectual. Discuta possíveis problemas enfrentados e as soluções adotadas. Finalize com um panorama dos
assuntos discutidos no relatório e com comentários sobre a relevância das atividades desenvolvidas para a escola e para você.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Inclua as referências bibliográficas utilizadas no texto, se houver.
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Curso de Licenciatura em Física
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO
Aluno: ___________________________________
Nº de matrícula:_______________________
Período:______
Instituição onde foi cumprido o estágio:_________________________________________
Supervisor:_______________________________________________________
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura
ANEXO III
Ficha de Avaliação de Desempenho - Supervisor
FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Atribuir pontuação na escala:
a (adequado); b (razoável);
c (insuficiente);
Nome do Aluno:
Professor Orientador:
Professor Supervisor:
Período: ____/____/_____
a
d (inadequado)
_____/_____/____Carga horária: ____________
FATORES A CONSIDERAR
CONCEITO
PLANEJAMENTO DO ESTÁGIO:Organização e planejamento das aulas a serem observadas e
executadas.Capacidade de desempenhar as tarefas com cuidado, exatidão, precisão e aplicação
técnica, bem como planejar, organizar e executar tarefas com objetividade e capacidade de
autoavaliação.
OBSERVAÇÕES EM SALA DE AULA: Atenção, discrição, cordialidade, respeiro com os professores e
alunos e demais estagiários.
PLANO DE AULA: tempo adequado, claro, consistente, coerente com a propsota da escola,
estratejas adequadas.
ESTRATÉGIAS E DINÂMICA NAS AULAS REGIDAS: cumprimento do plano de aula, utilização
adequada das estratégias e dos recursos, tempo gasto em cada conteúdo, dinâmica e inovação.
Relação com os alunos e segurança.
EXPLICAÇÃO: explicações claras, adequadas ao público e com a devida amplitude; coerentes com o
plano de aula.
AVALIAÇÃO DAS AULAS REGIDAS: A avaliação proposta foi adequada ao conteúdo abordado.
Observação: compreende-se por avaliação o ato de identificar as aprendizagens ocorridas
utilizando quaisquer recursos avaliativos, mesmo que não atrelados à nota.
ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: disposição dos espaços físicos; organização do quadro e dos
espaços físicos, disposição frente à turma ao utilizar o quadro ou outras estratégias.
RESPONSABILIDADE: Assiduidade; pontualidade; apresentação pessoal condizente com as normas
da escola. Volume de trabalho produzido, levando-se em conta a complexidade, a capacidade de
aprendizagem e o tempo de execução, sem prejuízo da qualidade.
RELAÇÔES INTERPESSOAIS: Cordialidade; linguagem polida; respeito aos alunos, professores e
funcionários da escola. Contribuição espontânea no trabalho de equipe para atingir os objetivos
propostos.
DOMÍNIO CONCEITUAL: Domínio do conteúdo conceitual e articulações intradisciplinares.
OBSERVAÇÕES: apontar alguns elementos avaliativos referentes ao estágio do licenciando que possa contribuir
para o aperfeiçoamento do estagiário.
Uberaba, ____ de ___________ de 201__
Assinatura do Orientador
Assinatura do Supervisor
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura
ANEXO IV
Ficha de Avaliação de Desempenho - Orientador
FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
Atribuir
pontuação
a (adequado);
b (razoável);
na
c (insuficiente);
escala:
d (inadequado)
Nome do Aluno:
Professor Orientador:
Professor Supervisor:
Período: ____/____/_____
a
_____/_____/____Carga horária: ____________
FATORES A CONSIDERAR
CONCEITO
PLANEJAMENTO DO ESTÁGIO: Organização e planejamento das aulas observadas e executadas. Capacidade de
desempenhar as tarefas com cuidado, exatidão, precisão e aplicação técnica, bem como planejar, organizar e
executar tarefas com objetividade e capacidade de autoavaliação.
PLANO DE AULA: tempo adequado, clara, consistente, coerente com a propsota do estágio, estratejas adequadas.
PARTICIPAÇÃO EM SALA DE AULA: Natureza das perguntas; reflexão; articulação dos textos com
RELATÓRIO REFLEXIVO: Levantamento escolar; levantamento das salas de aula; articulação com pesquisa em
educação / ensino de ciências e educação matemática; autoavaliação; considerações finais; consistência de cada
um dos pontos do relatório.
EXPLICAÇÃO:Clareza na exposição das ideias defendidas.
CADERNO DE CAMPO:Realizado ao longo das atividades; adequado à proposta de estágio.
DOMÍNIO CONCEITUAL: Domina o conteúdo conceitual e suas articulações intradisciplinares.
RESPONSABILIDADE: Assiduidade; pontualidade –Volume de trabalho produzido, levando-se em conta a
complexidade, a capacidade de aprendizagem e o tempo de execução, sem prejuízo da qualidade.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: Empenho nas leituras e na produção de textos ao longo da disciplina.
Articulação das leituras ao longo do relatório final.
REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: Realizou as atividades propostas no prazo, em qualidade adequada e com
afinco.
OBSERVAÇÕES
Uberaba, ____ de ___________ de 201__
Assinatura do Orientador
Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de
Graduação em Física - Licenciatura
ANEXO V
Folha de Frequência
MÊS/ANO:
FOLHA DE FREQÜÊNCIA
Nome:___________________________________________________________________
Curso:____________________________________ Função: ( ) - Estagiário
( ) - Voluntário
Lotação:______________________________________________________________________
Dia
Entrada
Saída
Rubrica
Entrada
Saída
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Carga Horária do Mês:
Carimbo e assinatura do responsável pela instituição de ensino
Rubrica
/
ANEXO VI – Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
REGULAMENTO DAS
ATIVIDADES ACADÊMICOCIÊNTIFICO-CULTURAIS
(AACCs)
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
FÍSICA - LICENCIATURA
Ministério da Educação
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA LICENCIATURA
Capítulo I
Das disposições preliminares
Art. 1º. Este Regulamento define, no âmbito do Curso de Física-Licenciatura da
UFTM, as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais/AACC a que se refere à
Resolução CNE/CP Nº 2 – de 19/02/2002, assim como a Resolução Nº 2 – de
18/06/2007, ambas do Conselho Nacional de Educação, bem como os
procedimentos a serem adotados para a atribuição e cômputo da carga horária
obrigatória.
Capítulo II
Da natureza
Art. 2º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC), integrantes do
currículo pleno do Curso de Licenciatura em Física, correspondem a 210
(duzentas e dez) horas ou 240 (duzentas e quarenta) horas-aula, carga horária
que pode ser cumprida pelo aluno durante todo o curso de graduação,
observado o disposto nos parágrafos abaixo.
§ 1º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não estão vinculadas
a nenhum período da matriz curricular.
§ 2º. Não serão consideradas, em caso algum, atividades desenvolvidas
pelo aluno, antes do ingresso no curso, ressalvada a situação prevista no § 3º
deste artigo.
§ 3º. Os alunos que ingressarem no Curso de Licenciatura em Física da
UFTM por transferência, reopção ou reingresso ficam também sujeitos ao
cumprimento da carga horária estabelecida no caput deste artigo, podendo
solicitar à a Coordenação das AACCs o cômputo da carga horária atribuída
pela Instituição de origem, observada as seguintes condições:
I.
II.
compatibilidade das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
estabelecidas pela Instituição de origem com as estabelecidas neste
Regulamento;
a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser
superior à conferida às atividades especificadas por este Regulamento à
atividade idêntica ou congênere.
§ 4º. Em cumprimento ao art. 2º da Resolução CNE/CP, de 19 de
Fevereiro de 2002, a carga horária total de AACC deverá ser integralizada em,
no mínimo, 3 (três) anos letivos.
Art. 3º. A escolha das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais é de
responsabilidade exclusiva do aluno, considerando-se que a sua finalidade
principal é o enriquecimento do currículo pleno do curso, permitindo-lhe uma
ampliação de seus conhecimentos, tendo como objetivo a formação integral do
profissional.
§ 1º.
A execução de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não
confere crédito nem grau ao aluno.
§ 2º. A carga horária comprovada de atividades acadêmicas pelo aluno
deverá ser encaminhada, pelo coordenador de AACC, para fins de registro ao
DRCA – Divisão de Registro e Controle Acadêmico.
Art. 4º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais consideradas para os fins
do caput do art. 2º estão distribuídas em 4 (quatro) modalidades:
1) Atividades de Ensino, Pesquisa, Extensão e Representação Estudantil;
2) Atividades de Caráter Científico e de Divulgação Científica;
3) Atividades de Caráter Artístico e Cultural;
4) Atividades de Caráter Técnico.
§ 1º. Ficam estabelecidas as seguintes atividades distribuídas em cada
modalidade discriminadas no caput deste artigo, bem como os requisitos e
limites para o aproveitamento e cômputo de carga horária:
Quadro 1 - atividades de ensino, pesquisa, extensão e representação
estudantil:
Código
da
Atividade
Forma de
Comprovação
Valor em Horas
1.01
- Representação
estudantil (Colegiado
da Graduação,
Conselho do Instituto,
Conselhos Superiores,
Centro Acadêmico,
DCE, UNE,
Comissões
Institucionais, entre
outros).
- Atas ou documentos
similares que atestem
a nomeação e a
exoneração ou término
do mandato, emitidas
pelo órgão colegiado
competente.
10 horas por ano de
mandato, respeitando
o teto de 40 horas
para o total de
atividades deste tipo
para participação
como membro efetivo
e 20% destes valores
para membro
suplente. No caso
específico de
Comissões
Instituicionais, o tempo
de participação do
Estudantes será
definido pelo
presidente da
comissão.
1.02
- Disciplina de outro
curso, cursada com
aproveitamento, na
UFTM ou em outra
Instituição de Ensino
Superior, em curso
devidamente
reconhecido pelo
MEC, exceto
disciplinas aprovadas
em pedidos de
equivalência.
- Histórico Escolar
20 horas por
disciplina, respeitando
o teto de 40 horas.
1.03
- Atividades de
pesquisa com bolsa
(UFTM, CNPq,
FAPEMIG, entre
outros).
1.04
- Atividades de
pesquisa sem bolsa,
(obs.: atividades de
pesquisa sem bolsa
que forem submetidas
ao comitê da UFTM
que avalia o PIBIC e
que forem aprovadas
seguirão os mesmos
critérios de atividades
de pesquisa com
Atividade
-Documento que
ateste o cumprimento
das atividades
previstas no projeto,
emitido pelo orientador
e/ou pelo órgão
competente.
- Documento emitido
pelo orientador da
atividade,
devidamente validado
pelo Colegiado do
Curso de FísicaLicenciatura. No
Documento deverá
constar uma descrição
sumária da atividade,
seus objetivos e uma
15 horas por ano de
bolsa, respeitando o
teto de 45 horas para
atividades deste tipo.
Até 15 horas por ano,
respeitando o teto de
45 horas para o total
de atividades deste
tipo.
bolsa)
1.05
- Atividades de
extensão com bolsa.
1.06
- Atividades de
extensão sem bolsa,
(obs.: atividades de
extensão sem bolsa
que forem submetidas
ao comité da UFTM
que avalia o PIBEG e
que forem aprovadas
seguirão os mesmos
critérios de atividades
de extensão com
bolsa)
1.07
- Atividades de
monitoria em
disciplinas de
graduação.
1.08
- Atividades de
monitorias ou estágio
extracurricular em
ambientes
acadêmicos.
1.09
1.10
1.11
1.12
apreciação do
desempenho do aluno.
- Documento que
ateste a participação
do educando no
projeto e seu
desempenho, emitido
pelo órgão que
financiou o mesmo.
- Documento emitido
pelo orientador da
atividade,
devidamente validado
pelo Colegiado do
Curso de Física. No
Documento deverá
constar uma descrição
sumária da atividade,
seus objetivos e uma
apreciação do
desempenho do aluno.
- Documento emitido
pela Diretoria de
Ensino, atestando a
participação e o
desempenho do aluno
na atividade.
- Documento emitido
pelo órgão onde as
atividades foram
realizadas.
- Documento emitido
- Atividades de
pelo Conselho da
monitorias em
unidade que recebeu o
ambientes académicos
monitor, atestando sua
de outras unidades da
participação e
UFTM.
desempenho.
- Realização de
trabalhos voltados à
educação e/ou
alfabetização de
- A critério do
jovens e adultos, sem
colegiado do curso.
remuneração. (Sujeito
à aprovação do
colegiado)
- Realização de
trabalhos voltados à
promoção do exercício
- A critério do
da cidadania.
colegiado do curso.
(Sujeito à aprovação
do colegiado)
- Premiação por
- Documento
15 horas por ano de
bolsa, respeitando o
teto de 45 horas para
atividades deste tipo.
Até 15 horas por ano,
respeitando o teto de
45 horas para o total
de atividades deste
tipo.
10 horas por semestre
de monitoria,
respeitando o teto de
50 horas para o total
de atividades deste
tipo.
10 horas por semestre
de monitoria,
respeitando o teto de
20 horas para o total
de atividades deste
tipo.
10 horas por semestre
de monitoria,
respeitando o teto de
20 horas para o total
de atividades deste
tipo.
15 horas por
semestre, respeitando
o teto de 60 horas
para o total de
atividades deste
tipo.
10 horas por
semestre, respeitando
o teto de 40 horas
para o total de
atividades deste tipo.
5 horas por prêmio no
trabalho acadêmico
em atividades de
Ensino, Pesquisa e
Extensão
1.13
Outras atividades de
ensino, pesquisa,
extensão e
representação
estudantil
(Sujeito à aprovação
do colegiado)
comprobatório emitido
pela entidade
promotora
âmbito da UFTM, num
total de 15 horas; 10
por prêmio no âmbito
municipal e regional
num total de 30 horas,
15 horas por prêmio
no âmbito estadual
num total de 45 horas;
20 horas por prêmio
nacional, num total de
60 horas
- A critério do
colegiado do curso.
- A critério do
colegiado do curso.
Quadro 2 - Atividades de Caráter Científico e de Divulgação Científica
Código
da
Atividade
Atividade
Forma de
Comprovação
2.01
- Participação, como
ouvinte, em minicursos, cursos de
extensão, oficinas,
colóquios, palestras e
outros.
- Certificado de
participação, emitido
pela entidade
promotora, constando
a carga horária da
atividade.
2.02
- Apresentação de
comunicações ou
pôsteres em eventos
científicos .
- Certificado de
apresentação emitido
pela entidade
promotora.
2.03
- Publicação de
trabalhos completos
em anais de eventos
científicos.
- Cópia do material
publicado.
2.04
- Outras atividades de
caráter científico ou de
divulgação científica.
(Sujeito à aprovação
do colegiado).
- A critério do
colegiado do curso.
Valor em Horas
10 horas por atividade,
ou então a carga
horária especificada
no certificado de
participação,
respeitando o teto de
40 horas para o total
de atividades deste
tipo.
20 horas por
comunicações ou
Pôsteres
apresentados ou carga
horária constante no
certificado de
participação,
respeitando o teto de
60 horas para
atividades deste tipo.
30 horas por
publicações em anais,
respeitando o teto de
90 horas para
atividades deste tipo.
A critério do colegiado
do curso.
2.05
- Publicação de
resumos em anais de
eventos científicos.
- Cópia do material
publicado.
2.06
- Publicação de artigos
em periódicos
científicos com ISSN e
conselho editorial.
- Cópia do material
publicado.
2.07
2.08
2.09
- Publicação de artigos
em periódicos de
divulgação científica
ou de caráter não
acadêmico (jornais,
revistas...).
- Desenvolvimento ou
participação no
desenvolvimento de
material informacional
(divulgação científica)
ou didático (livros, CDROMs, vídeos,
exposições...)
- Desenvolvimento ou
participação no
desenvolvimento de
instrumentos de
pesquisa, guias ou
catálogos de acervos
de memória e/ou
exposições.
- Cópia do material
publicado e certificado
do editor do periódico.
15 horas por resumo
publicado em anais,
respeitando o teto de
45 horas para
Atividades deste tipo.
30 horas por artigo
publicado, respeitando
o teto de 90 horas
para atividades deste
tipo.
10 horas por artigo
publicado, respeitando
o teto de 40 horas
para atividades deste
tipo.
- Cópia do material
desenvolvido e
certificado do
coordenador ou
organizador do
projeto.
5 horas por material
desenvolvido,
respeitando o teto de
30 horas para
atividades deste tipo.
- Cópia do material
desenvolvido e
certificado do
coordenador ou
organizador do
projeto.
5 horas por material
desenvolvido,
respeitando o teto de
30 horas para
atividades deste tipo.
2.10
- Organização ou
participação na
organização de
eventos científicos.
- Certificado de
participação emitido
pela entidade
promotora.
2.11
- Visitas monitoradas
Extracurriculares à
instituições Públicas e
Privadas de caráter
científico
- Certificado de
participação emitido
pela instituição
promotora.
2.12
- Outras atividades de
caráter científico ou de
divulgação científica.
(Sujeito à aprovação
do colegiado)
- A critério do
colegiado do curso.
15 horas por evento
organizado,
respeitando o teto de
60 horas para
atividades deste tipo.
10 horas por visita ou
então a carga horária
especificada no
certificado de
participação da visita
respeitando o teto de
50 horas para
atividades deste tipo
- A critério do
colegiado do curso.
Quadro 3 - Atividades de caráter artístico e cultural
Código
da
Atividade
Atividade
3.01
- Produção ou
participação na
produção de objetos
artísticos (vídeo, artes
plásticas, curadoria,
literatura, artes
performáticas,
música...). (Sujeito à
aprovação do
colegiado)
3.02
- Participação em
oficinas, cursos ou
mini-cursos
relacionados a
manifestações
artísticas e culturais.
3.03
- Outras atividades de
caráter artístico ou
cultural. (Sujeito à
aprovação do
colegiado).
Forma de
Comprovação
Valor em Horas
- A critério do
colegiado do curso.
10 horas por
produção, respeitando
o teto de 30 horas
para o total de
atividades deste
tipo.
- Certificado de
participação, emitido
pela entidade
promotora e
constando a carga
horária da atividade.
Igual à carga horária
especificada no
certificado de
participação, ou
quando não dispuzer,
pontua-se 15 horas,
respeitando o teto de
45 horas para o total
de atividades deste
tipo.
- A critério do
colegiado do curso.
- A critério do
colegiado do curso.
Quadro 4 - Atividades de caráter técnico
Código
da
Atividade
Atividade
Forma de
Comprovação
Valor em Horas
4.01
- Traduções de artigos,
produção de resenhas,
editoração, diagramação e
revisão técnica de material
publicado em periódicos
acadêmicos com ISSN e
política seletiva.
- Cópia do material
publicado e
certificado do editor
do periódico.
10 horas por
material publicado,
respeitando o teto
de 40 horas para
atividades deste
tipo.
- Participação em oficinas,
cursos ou mini-cursos
relacionados ao aprendizado
de técnicas úteis à profissão
do professor/Físico.
- Certificado de
participação,
emitido pela
entidade promotora
e constando a
carga horária da
atividade.
Igual à carga
horária
especificada no
certificado de
participação, ou
quando não
dispuzer, pontua-se
15 horas,
4.02
4.03
- Atividades de campo,
relacionadas a projetos de
pesquisa, extensão ou
complementares a atividades
de ensino que não sejam
obrigatórias. (Sujeito à
aprovação do colegiado).
- Documento
comprobatório
emitido pelo
educadororientador do
projeto.
4.04
- Outras atividades de
caráter técnico ou educativo.
(Sujeito à aprovação do
colegiado)
- A critério do
colegiado do curso.
respeitando o teto
de 45 horas para o
total de atividades
deste tipo.
Igual à carga
horária
especificada no
certificado de
participação, ou
quando não
dispuzer, pontua-se
15 horas,
respeitando o teto
de 45 horas para o
total de atividades
deste tipo.
A critério do
colegiado do curso.
§ 2º. A relação das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais previstas no
§1° deste artigo poderá ser alterada, mediante proposta e aprovação do
Colegiado do Curso de Licenciatura em Física da UFTM.
Capítulo III
Das atribuições e contagem da carga horária
Art. 5º. A atribuição de carga horária pelo desenvolvimento das Atividades
Acadêmico- Científico-Culturais obedecerá ao seguinte procedimento:
1) preenchimento pelo aluno de requerimento do formulário específico
(Anexo A) dirigido à Coordenação de AACC, acompanhado dos
documentos exigidos no § 1º do artigo 4°, de acordo com a atividade;
2) análise pela Coordenação de AACC do material recebido e sua
pertinência;
3) atribuição da carga horária para a atividade, observados os limites
previstos no § 1º do artigo 4°.
4) lançamento no histórico escolar do aluno.
§ 1º. O indeferimento do pedido de atribuição de carga horária pela
Coordenação de AACC será comunicado por escrito ao aluno, que tomará
ciência do mesmo, podendo na ocasião ou, no máximo, nos três dias úteis
seguintes, formular pedido de reconsideração.
§ 2º.
A Coordenação de AACC poderá formular exigências para a
atribuição de carga horária, como a apresentação de outros documentos, ou
pedir esclarecimentos por escrito ao aluno, sempre que tiver dúvidas acerca da
pertinência de uma atividade.
§ 3º. Ao final de cada semestre, observado o período de encaminhamento
de conceitos no calendário acadêmico da UFTM, a Coordenação de AACC
encaminhará à Divisão de Registro e Controle Acadêmico a relação de alunos
que desenvolveram Atividades Acadêmico-Científico-Culturais no semestre e a
carga horária atribuída.
Capítulo III
Da Coordenação das AACC
Art. 6º.
A coordenação das AACCs ficará a cargo de um docente do
Departamento de Física do ICENE, indicado pelo colegiado do curso de
Graduação em Física - Licenciatura.
§ 1º. O coordenador do curso de Graduação em Física - Licenciatura
poderá ser o coordenador de AACC, desde que manifeste interesse e tenha
seu nome aprovado pelo colegiado do curso.
§ 2º. Os demais membros do colegiado do curso atuarão com auxiliares
do coordenador de AACC.
§ 3º. A troca da coordenação de AACC ou a sua manutenção deverá ser
analisada e aprovada na primeira reunião ordinária do colegiado do curso a
cada início de semestre letivo.
Art. 7º. Compete à coordenação das AACCs:
I.
II.
III.
Atribuir a carga-horária para as atividades desenvolvidas pelos alunos,
inclusive as realizadas em outras instituições.
Homologar os resultados de pedido de aproveitamento e cômputo de
carga horária de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais junto ao
Colegiado de Curso.
Dirimir quaisquer dúvidas referentes ao presente Regulamento, em
primeira instância.
Capítulo IV
Das Competências do Acadêmico
Art. 8º.
Aos alunos da UFTM, matriculados no curso de Licenciatura em
Física, compete:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
Informar-se sobre o Regulamento e as atividades oferecidas dentro ou
fora da UFTM que propiciem cômputo de carga horária para Atividades
Acadêmico-Científico-Culturais.
Inscrever-se e participar efetivamente das atividades.
Providenciar a documentação comprobatória, relativa à sua participação
efetiva nas atividades realizadas.
Entregar a cópia da documentação necessária (acompanhada dos
originais) para o cômputo e a avaliação das Atividades AcadêmicoCientífico-Cultural, até a data limite estabelecida no Calendário
Acadêmico. Na ausência dos documentos originais, serão aceitas cópias
autenticadas.
Arquivar a documentação comprobatória das Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais e apresentá-la sempre que solicitada.
Conferir se a documentação a ser apresentada está devidamente
legitimada pela Instituição emitente, contendo carimbo e assinatura ou
outra forma de avaliação e especificação de carga horária, período de
execução e descrição da atividade
Capítulo V
Das disposições finais
Art.
9º.
Atos
complementares
que
se
fizerem
necessários
para
o
aperfeiçoamento deste regulamento serão expedidos após aprovação pelo
Colegiado do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da UFTM.
Art. 10º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Licenciatura em Física.
Art. 11°. Este regulamento entra em vigor em 11 de Abril de 2012, data de sua
aprovação no Colegiado do Curso.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA
Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG
Anexo A
Instruções para Elaboração do Relatório de Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
I – O relatório deve ter como página inicial o formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”
devidamente preenchido.
II – Além da identificação do estudante, cada linha deste formulário deve ser preenchida
da seguinte maneira:
Código da Atividade (Cod.) realizada segundo os
Cód.
quadros 1, 2, 3, e 4 do Regulamento das AACCs do
Curso de Graduação em Física – Licenciatura da
UFTM
Este campo deve conter de forma sucinta as
informações abaixo sempre que aplicável à atividade:
Tipo de Atividade / Forma
de Participação / Nome do
Evento ou Atividade
CH
tipo de atividade - exemplos: mini-curso,
oficina, palestra, apresentação de pôster,
apresentação oral, iniciação científica, ativ. de
extensão, publicação, monitoria, curso,
representação estudantil, etc.
forma de participação – participação ou
organização
nome do evento ou atividade – exemplos “III
Feira de Profissões da UFTM”, “VII Jornada de
Exensão Universitária da UFTM”, “Olimpíada
Brasileira de Física”, “Produção de vídeos
educativos”, etc
Carga horária (CH) máxima atribuída pelo
Regulamento das AACCs para a atividade realizada,
segundo os quadros 1, 2, 3 e 4. Importante
ressaltar que os valores apresentados nestes
quadros não necessariamente correspondem ao
valor apresentado nos certificados.
Validação
Deixar em branco para utilização da coordenação
das AACCs
III – Para cada atividade apresentada no formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”, um
formulário “RELATÓRIO” deve ser preenchido, seguido imediatamente dos respectivos
comprovantes da referida atividade. Os conjuntos de “RELATÓRIO” e comprovantes de
cada atividade devem ser organizados na mesma ordem em que foram apresentadas no
formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”.
IV – O quadro “Identificação da Atividade” do formulário RELATÓRIO” deve ser
preenchido da mesma forma que o campo “Tipo de Atividade / Forma de Participação /
Nome do Evento ou Atividade” do formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”.
V – O campo Relatório deve conter:
A. Uma descrição objetiva da atividade realizada.
B. Relevância da atividade realizada para a formação Acadêmica e/ou Cultural do
Estudante
C. Uma avaliação crítica da atividade realizada
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA
Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS - FECHAMENTO SEMESTRAL
Identificação do aluno:
Nome: _________________________________________________________
Matrícula:________________________
Cód.
Período: __________________
Tipo de Atividade / Forma de Participação / Nome do
evento ou atividade
CH
Val.
Total
______________________________
Aluno(a)
__________________________
Coordenador(a) de AACC
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA
Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS - RELATÓRIO
Identificação do aluno:
Nome: ________________________________________________________
Matrícula:__________________________
Período: __________________
Identificação da Atividade:
Cód. da Atividade: ____ Forma de Participação: ________________________
Evento: ________________________________________________________
Local da realização: _______________ Data: _________ Carga horária: ____
Relatório:
______________________________
Aluno(a)
__________________________
ANEXO VII – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso
REGULAMENTO DE TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE CURSO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM
FÍSICA – LICENCIATURA
260
Ministério da Educação
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CUSO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA
Capítulo I
Da natureza
Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é parte integrante do Projeto
Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM, com o
objetivo de desenvolver competências e habilidades desejáveis na formação do
perfil profissional do graduando.
§ 1º. O TCC é uma atividade obrigatória, constituído por disciplinas do curso
de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM.
Art. 2º. O TCC promove a elaboração de um trabalho teórico-prático direcionado à
investigação científica, possibilitando ao graduando aprender a pesquisar, organizar
e articular novos conhecimentos, ampliando o campo de atuação e visão
profissional.
§ 1º. Ao longo do curso de Física – Licenciatura o aluno tem contato com
atividades de pesquisa nas disciplinas “Estudos e Desenvolvimento de Projetos” do
1º ao 6º semestres do curso. Assim, o TCC se caracteriza por ser o fechamento
desse envolvimento do graduando com atividades de pesquisa ao longo de sua
formação acadêmica.
Capítulo II
Dos objetivos
Art. 3º. O TCC tem como objetivos:
V.
VI.
Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas
durante o curso de forma integrada, por meio da execução de um projeto de
pesquisa;
Aprofundar o estudo de um tema das áreas de Física, Ensino de Física, ou
correlatas;
261
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
XIV.
XV.
XVI.
Desenvolver a capacidade científica, crítica, reflexiva e criativa na área de
interesse do discente;
Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver
problemas dentro das áreas de Física, Ensino de Física ou correlatas;
Despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de
problemas;
Estimular a produção científica;
Intensificar a extensão universitária, por intermédio da resolução de
problemas existentes nos diversos setores da sociedade;
Estimular a construção do conhecimento coletivo
Estimular a interdisciplinaridade;
Estimular a inovação tecnológica;
Intensificar a interação entre corpo docente e discente;
Estimular a formação continuada.
Capítulo III
Do cumprimento
Art. 4º. O TCC será desenvolvido por meio das disciplinas obrigatórias,
denominadas Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC1) e Trabalho de Conclusão
de Curso II (TCC2), com carga horária de 30 h/a semanais cada uma, que serão
oferecidas nos sétimo e oitavo períodos do curso, respectivamente.
§ 1º. A carga horária da disciplina é dividida da seguinte forma:
I.
II.
15 h/a teóricas: encontros presenciais entre discentes e docente
responsável pela disciplina para orientação das atividades gerais da
disciplina;
15 h/a práticas: carga horária corresponde aos trabalhos a serem
realizados pelos discentes que podem ocorrer fora da grade horária do
curso.
Art. 5°. São atividades da Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I e II (TCC1 e
TCC2):
I. Realização de uma pesquisa de cunho científico;
II. Elaboração de uma monografia com os resultados obtidos;
III. Apresentação e defesa oral da monografia perante uma Banca Examinadora.
Art. 6°. O TCC deverá ser feito individualmente ou em dupla.
§ 1° A realização de TCC em dupla deverá ser aprovada pela Coordenação
de TCC, a partir de pedido escrito feito pelos alunos envolvidos.
262
Capítulo IV
Da Coordenação do Trabalho de Conclusão de Curso
Art. 7º. A coordenação do TCC ficará a cargo dos docentes responsáveis pelas
disciplinas TCC1 e TCC2.
§ 1º. No caso de dois docentes assumirem as disciplinas, eles deverão
indicar quem será o coordenador titular e quem será o coordenador auxiliar para o
Colegiado do Curso de Física que oficializará em ata tal indicação.
§ 2º. No caso de um único docente assumir as duas disciplinas, ele será
automaticamente o coordenador do TCC. Neste caso ele poderá solicitar ao
colegiado do curso de Física a indicação de um coordenador auxiliar, se julgar
necessário, entre os docentes do curso.
Art. 8º. Compete à coordenação do TCC:
I.
II.
III.
IV.
V.
VI.
VII.
VIII.
IX.
X.
XI.
XII.
XIII.
XIV.
Preparar e apresentar calendário semestral com as datas previstas para
entrega das atividades pertinentes a cada semestre, bem como informar
sobre formas de avaliação;
Cuidar para que o cronograma seja cumprido;
Divulgar as normas do TCC para os alunos matriculados nas disciplinas
TCC1 e TCC2 e para os docentes interessados em orientar trabalhos;
Elaborar e apresentar aos alunos o quadro de professores orientadores e
das áreas de domínio a serem escolhidas;
Orientar os discentes quanto à escolha dos orientadores e acompanhar
os alunos sem orientador até que estes formalizem sua escolha;
Formalizar a indicação de orientadores a partir da escolha dos alunos;
Controlar o número de orientados por professor, encaminhando para
discussão no colegiado do curso de Licenciatura em Física, situações
diferentes do previsto no Art. 13
Mediar, quando necessário, as relações entre orientador e aluno;
Verificar se o tema do projeto proposto está em concordância com os
objetivos do TCC apresentados no Capítulo II;
Designar os professores que comporão as bancas examinadoras;
Receber do aluno os exemplares do TCC e encaminhá-los para a banca
examinadora;
Acompanhar o processo de avaliação do Projeto e da Monografia de
TCC;
Encaminhar o resultado final ao DRCA;
Julgar e resolver casos omissos.
Capítulo V
Da operacionalização do TCC
263
Art. 9º. O TCC é uma disciplina de regime especial, obrigatória do curso de FísicaLicenciatura, que será desenvolvida nas seguintes etapas:
I.
II.
III.
IV.
Disponibilização aos alunos um quadro das áreas de domínio dos
professores orientadores disponíveis, pelo coordenador do TCC, no início da
disciplina TCC1.
Entrega pelo aluno ao coordenador do TCC, no prazo definido pelo
coordenador, do Termo de Compromisso (Anexo A) firmado entre orientador
e orientando.
Entrega pelo aluno ao coordenador do TCC, no prazo definido pelo
coordenador, de um trabalho sobre o qual será pautada sua avaliação nas
disciplinas TCC1 e TCC2.
Apresentação e defesa oral da monografia para uma banca examinadora em
data previamente estabelecida pelo coordenador do TCC.
Capítulo VI
Da orientação e do orientador de estágio
Art. 10º. A atividade de orientação da disciplina de TCC1 e TCC2 ocorrerá nos
encontros presenciais previstos no horário regular do 7º e 8º períodos
respectivamente, conforme descrito no § 1º do Art. 4º.
Art. 11º. A atividade de orientação do projeto de pesquisa desenvolvido nas
disciplinas TCC1 e TCC2 caberá ao professor orientador escolhido pelo aluno.
§ 1º. Os encontros de orientação do projeto de pesquisa ocorrerão em
horários
previamente
combinados
entre
orientado
e
orientador
e
serão
denominados de sessões de orientação de acordo com a carga horária mínima
descrita no inciso I, §1º do Art. 4º.
Art. 12º. Os professores orientadores serão escolhidos a partir de quadro de
professores apresentado pelo coordenador do TCC. São considerados qualificados
como professores orientadores os docentes do Departamento de Física do ICENE
que tenham, no mínimo, título de mestre.
§ 1º. Professores que não preencherem as especificações acima poderão
colaborar orientando trabalhos de TCC desde que sejam recomendados e
autorizados pelo Colegiado do curso de Física – Licenciatura.
264
§ 2º. Professores de outros Departamentos da UFTM, que possuam no
mínino título de mestre Física ou em áreas afins, poderão orientar trabalhos de TCC
desde que sejam recomendados e autorizados pelo Colegiado do curso de Física –
Licenciatura.
Art. 13º. Cada docente orientador poderá se responsabilizar por no máximo 3 (três)
trabalhos de TCC semestralmente.
Capítulo VII
Da estrutura formal dos documentos e da avaliação
Art. 14°. Projetos que envolvam pesquisas com seres humanos e/ou animais
deverão ser aprovados pelo Comitê de Ética da UFTM, adequando-se aos prazos e
exigências deste Comitê.
Art. 15°. Ao final da disciplina TCC1 o aluno deverá apresentar um projeto de
pesquisa contendo:
1) Resumo do trabalho;
2) Uma introdução com uma revisão bibliográfica do tema escolhido para a
pesquisa;
3) Justificativa do tema escolhido;
4) Objetivos da pesquisa a ser desenvolvida
5) Metodologia a ser adotada para a realização da pesquisa
6) Cronograma de desenvolvimento da pesquisa e elaboração e defesa da
monografia.
§ 1º. A sequência dos tópicos descritos acima pode ser complementada ou
alterada pelo coordenador do TCC, desde que os alunos sejam orientados sobre tal
alteração.
Art. 16°. Ao final da disciplina TCC2 o aluno deverá apresentar uma monografia
contendo:
1) Um resumo do trabalho;
2) Uma introdução, constando o assunto e uma justificativa do tema escolhido,
a idéia geral da pesquisa, a relevância do tema tratado, os procedimentos
metodológicos adotados, a idéia central de cada parte e/ou capítulo
documentado;
3) Os resultados da pesquisa, contendo dados qualitativos e/ou quantitativos,
inclusive com a apresentação de gráficos e/ou tabelas;
4) Uma conclusão, que apresente a(s) resposta(s) aos objetivos enunciados;
265
5) Referências Bibliográficas.
Art. 17°. Os textos de que tratam os dois artigos anteriores deverá ser elaborado de
acordo com padrões estabelecidos pelo “Manual para Apresentação de Trabalhos
Acadêmicos baseado nas Normas de Documentação da ABNT/UFTM”, que estará
à disposição de todos os alunos e orientadores na Biblioteca Central da UFTM na
Coordenação do TCC.
Art. 18°. A avaliação dos alunos em TCC1 será realizada pelo docente responsável
pela disciplina TCC1 levando em conta os seguintes critérios:
I.
II.
Frequência mínima nas aulas presenciais de 75%;
Frequência mínima nos encontros de orientação de 75%. Essa informação
será dada pelo orientador ao final do semestre para o coordenador do TCC;
III. Aprovação do projeto de pesquisa realizado tanto pelo orientador como pelo
docente responsável pela disciplina TCC1;
IV. Demais critérios apresentados pelo docente responsável pela disciplina
TCC1 no início do semestre letivo, desde que tenha a aprovação do
coordenador do TCC ou do coordenador do curso de Licenciatura em Física.
§ 1º. Nos trabalhos realizados em duplas, a avaliação poderá feita
individualmente.
Art. 19°. Para o registro oficial do DRCA, no histórico escolar do aluno, constará o
Conceito “A”, para aprovado e Conceito “R” para reprovado.
§ 1º. O aluno que obtiver o conceito “R” (reprovado) deverá cursar a
disciplina TCC1 novamente no semestre subseqüente.
Art. 20°. A avaliação de alunos em TCC2 será feita baseada na monografia e na
apresentação e defesa oral do trabalho para uma Banca Examinadora.
§ 1º. Para ter o direito de submeter a monografia à apreciação de uma Banca
Examinadora, o aluno deverá comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por
cento) tanto nas sessões de orientação agendadas pelo professor orientador, assim
nos encontros presenciais previstos para a disciplina TCC2.
§ 2º. Nos trabalhos realizados em duplas, a avaliação poderá ser feita
individualmente.
Art. 21°. Para submeter a monografia à avaliação de uma Banca Examinadora, o
aluno deverá entregá-la ao Coordenador de TCC.
266
§ 1°. Em caso de impossibilidade de comparecimento na data estabelecida
para avaliação com a banca examinadora, o pedido de nova data de avaliação
deverá ser acompanhado de justificativa escrita pelo professor orientador, com base
em documentação original ou autenticada que comprove afastamento por questões
de saúde ou outras.
A justificativa deverá ser analisada e aprovada pelo
coordenador do TCC.
§ 2°. A monografia deve ser entregue em 3 (três) vias confeccionadas em
espiral, destinadas à apreciação dos três membros da Banca Examinadora.
§ 3°. Além dos exemplares mencionados no Parágrafo anterior, em data a
ser estabelecida previamente, deverá ser entregue ao Coordenador de TCC, 1
(uma) cópia da monografia em CD ou DVD, com as alterações exigidas ou
sugeridas pela Banca Examinadora.
Art. 22°. Para o registro oficial do DRCA, no histórico escolar do aluno, constará o
Conceito “A”, para as monografias aprovadas e Conceito “R” para as monografias
reprovadas.
§ 1º. O aluno que obtiver o conceito “R” (reprovado) deverá cursar a
disciplina TCC2 novamente no semestre subsequente.
Art. 23°. O resultado da avaliação da monografia e defesa, não será, sob quaisquer
circunstâncias, passível de revisão e/ou alteração.
Capítulo VIII
Da banca examinadora
Art. 24°. Os professores orientadores de trabalhos de TCC poderão indicar os
membros que irão compor as Bancas Examinadoras. Eles deverão ser escolhidos
dentre especialistas de cada área em questão, devendo ter, no mínimo, título de
Mestre. A organização final da banca examinadora caberá ao coordenador de TCC,
procurando sempre que possível, atender à indicação do professor orientador.
§ 1º. Poderão ser membros da Banca, em caso de necessidade, e após
manifestação do Coordenador de TCC, professores de outros Departamentos da
UFTM ou de outras Instituições, que atuem em disciplina ou área de pesquisa afim
do trabalho.
267
Art. 25°. O professor orientador é membro nato e presidente da Banca
Examinadora.
Art. 26°. Deverão ser considerados, na atribuição de notas pela Banca
Examinadora, os seguintes quesitos:
I. Metodologia;
II. Domínio teórico-conceitual;
III. Manuseio de bibliografia e/ou fontes;
IV. Clareza e coerência de raciocínio;
V. Apresentação gráfica do documento escrito;
VI. Definição dos objetivos do trabalho;
VII. Qualidade da redação;
VIII. Apresentação oral.
Capítulo XIX
Das disposições gerais
Art. 27°. Quando o TCC for realizado em parceria com empresas ou outras
organizações, deverá ser firmado termo de compromisso próprio, definindo as
atribuições, direitos e deveres das partes envolvidas, inclusive a autorização da
divulgação do nome da empresa na publicação do trabalho.
Art. 28°. Poderão ser disponibilizados meios alternativos para acompanhamento e
avaliação de alunos que desenvolvem o TCC fora da localidade onde o aluno
estiver matriculado, a critério do Coordenador de TCC, desde que haja uma
justificativa razoável para essa situação.
Art. 29°. Quando o TCC resultar em patente, a propriedade desta será estabelecida
conforme regulamentação própria.
Art. 30°. O Colegiado de Curso poderá estabelecer normas operacionais
complementares para as atividades de TCC.
268
Art. 31°. Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos pelo Colegiado de
Curso.
Art. 32°. Este regulamento entra em vigor em 28 de Setembro de 2011, data de sua
aprovação no Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da
UFTM.
269
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA EM FÍSICA
Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] –
38025-180 – UBERABA - MG
TERMO DE COMPROMISSO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
(Anexo A)
Eu,___________________________,
RG
_________,
matrícula
nº
________________________, regularmente matriculado na disciplina/unidade temática de
Trabalho de Conclusão de Curso/TCC ___ (indicar se 1 ou 2) da matriz curricular do Curso de
Graduação em Física - Licenciatura, na condição de orientando, firmo perante o Prof.
___________________________________, na condição de orientador, o presente Termo de
Compromisso para a condução dos estudos e a elaboração do TCC, com a observação do
disposto nas seguintes cláusulas:
CLÁUSULA PRIMEIRA:
Preservar e incentivar a urbanidade e o desenvolvimento de atitudes éticas, como elemento de
conduta individual.
CLÁUSULA SEGUNDA:
Apresentar, quando solicitado pelo Coordenador de TCC, os documentos que comprovem as
atividades desenvolvidas junto ao TCC.
E para que surtam todos os efeitos legais, o presente Termo de Compromisso será assinado
pelo orientando e o orientador.
Local e data: _________, ______________.
Orientando(a)
Orientador(a)
270
ANEXO VIII – Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela
primeira elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física –
Licenciatura.
Como registro da história do curso, incluímos abaixo as portarias que designaram as
primeiras equipes de trabalho para a elaboração dos projetos pedagógicos do cursos de
Licenciatura e Serviço Social da UFTM, incluindo o curso de Licenciatura em Física.
271
272
273
Download

PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA