MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Uberaba – MG 2010 2 A Educação que queremos transcende os espaços formais e se concretiza à medida que vai transformando a pessoa. Para essa transformação, nos colocamos a serviço numa atitude colaborativa, mediadora e aprendiz. Este é o nosso sonho de realidade. 3 Reitor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM PROF. DR. VIRMONDES RODRIGUES JÚNIOR Vice-Reitora da UFTM PROFª. DRª. ANA LÚCIA DE ASSIS SIMÕES Pró-Reitor de Administração da UFTM PROF. DR. JOÃO ULISSES RIBEIRO Pró-Reitora de Assuntos Comunitários e Estudantis da UFTM PROFª. DRª. ROSIMÁR ALVES QUERINO Pró-Reitor de Ensino da UFTM PROF. DR. ACIR MÁRIO KARWOSKI Pró-Reitora de Extensão Universitária da UFTM PROFª. DRª. VIRGÍNIA REZENDE SILVA WEFFORT Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFTM PROF. DR. DALMO CORREIA FILHO Pró-Reitora de Planejamento e Desenvolvimento da UFTM CARLA COSTA FIGUEIREDO Pró-Reitora de Recursos Humanos da UFTM ANA PALMIRA SOARES SANTOS Diretora do Núcleo de Desenvolvimento Educacional da UFTM SONIA MARIA GOMES LOPES Coordenadora do Ciclo Comum de Formação da UFTM PROFa. DRa . GRAZIELA GIUSTI PACHANE Coordenadora do Curso de Física-Licenciatura da UFTM PROFª. NILVA LÚCIA LOMBARDI SALES 4 1 Equipe Responsável pelos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Licenciatura e Serviço Social Prof. Ms. Ailton de Souza Aragão Prof. Dr. Ailton Paulo de Oliveira Júnior Prof. Drª. Alexandra Bujokas de Siqueira Prof. Dr. Alexandre Rossi Profª. Drª. Amanda Regina Gonçalves Prof. Drª Ângela Maria Soares Prof. Dr Ântônio Carlos Freire Sampaio Prof. Dr. Carlos Henrique Medeiros de Araújo Profª. Drª. Celeste Aparecida Pereira Barbosa Prof. Dr. Clayton Cardoso Romano Prof. Dr. Fábio César da Fonseca Profª. Ms. Fernanda Borges de Andrade Dantas Profª. Drª. Flávia de Souza Lima Profª. Drª. Glaura Teixeira Nogueira Lima Profª. Drª. Graziela Giusti Pachane Profª. Drª. Idalice Ribeiro Silva Lima Prof. Dr. José Fernando Condeles Prof. Dr. Júlio César Ribeiro Profª Ms. Leandra Domingues Silvério Prof. Ms. Leonardo de Amorim e Silva Prof. Dr Luís Antônio da Silva Prof. Ms. Luiz Fernando Rodrigues Profª. Drª. Maria Terezinha Serafim Gomes Profª Drª. Marinalva Vieira Barbosa Profª. Drª. Marta Regina Farinelli Prof. Dr. Milton Taidi Sonoda Profª. Drª. Natália Aparecida Morato Fernandes Profª. Ms. Nilva Lúcia Lombardi Sales Prof. Dr. Orlando Fernandez Aquino 1 Fazem parte do grupo de Licenciaturas referenciadas neste projeto os cursos de: Ciências Biológicas, Física, Geografia, História, Matemática e Química. 5 Prof. Dr. Osvaldo Dalbério Profª. Drª. Regina Maura Rezende Prof. Dr. Ricardo Souza da Silva Profª. Drª. Rosane Aparecida de Sousa Martins Profª. Ms. Rita de Cássia Araújo Cosenza Profª. Drª. Rogéria Moreira Rezende Isobe Profª. Drª. Sandra Mara Dantas Prof.ª Drª. Simone Acrani Profª. Drª. Váldina Gonçalves da Costa Profª. Drª. Valéria Almeida Alves Prof. Dr. Wagner da Silva Teixeira Walêska Dayse Dias de Sousa Revisão Técnica Pedagógica – Núcleo de Desenvolvimento Educacional Jacqueline Oliveira Lima Zago Luciene Maria Souza Sonia Maria Gomes Lopes 6 EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA Prof. Ms. Breno Arsioli Moura Prof. Dr. José Fernando Condeles Prof. Dr. José Roberto Siqueira Junior Prof. Dr. Marcos Dionízio Moreira Prof. Dr. Milton Taidi Sonoda Prof(a). Ms. Nilva Lúcia Lombardi Sales Prof. Dr. Ricardo Souza da Silva DO PROJETO 7 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 12 2. APRESENTAÇÃO DO CURSO ............................................................................... 13 3. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO E A IDENTIDADE INSTITUCIONAL ................................................................................ 17 3.1. Características sócio-econômicas e educacionais da cidade de Uberaba ......................................... 17 3.2. Breve histórico da Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM....................................... 19 3.3. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro: projetos em execução e características identitárias ................................................................................................................................................................ 21 3.4. Contexto da Universidade: Justificativa, conceitos e fundamentos ................................................. 23 4. JUSTIFICATIVA SOCIAL: FORMAÇÃO DE DOCENTES PARA ATUAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA .................................................................................................. 21 5. ABRANGÊNCIA DO CURSO NO ENSINO, NA PESQUISA E NA EXTENSÃO 31 5.1. No Ensino ........................................................................................................................................ 31 5.2. Na Pesquisa ..................................................................................................................................... 32 5.3. Na Extensão ..................................................................................................................................... 33 6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ..................................................... 36 6.1. Coordenação do Curso .................................................................................................................... 36 6.2. Coordenador do Ciclo Comum de Formação ................................................................................. 37 6.3. Forma de Gestão .............................................................................................................................. 38 6.4. Núcleo Docente Estruturante ........................................................................................................... 39 6.5. Corpo Docente ................................................................................................................................. 39 6.6. Atenção aos Discentes ..................................................................................................................... 42 7. CONCEPÇÃO DO CURSO ....................................................................................... 43 7.1. Fundamentação Teórico-Metodológica ........................................................................................... 43 7.2. Objetivos ......................................................................................................................................... 49 7.3. Perfil do Egresso.............................................................................................................................. 50 7.4. Habilidades e Competências ............................................................................................................ 52 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................ 43 8 8.1. Competência e Habilidades - Ciclo Comum de Formação .............................................................. 55 8.2. Desenho curricular do Ciclo Comum de Formação ......................................................................... 56 8.3 Organização Curricular da Formação Específica do Professor de Física ......................................... 59 8.4 Organização Curricular da Formação Pedagógica Comum aos Cursos de Licenciatura .................. 63 8.5. Unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos ............................................................ 64 8.5.1. Fundamentos norteadores ..................................................................................................... 64 8.5.2. Formas de operacionalização ............................................................................................... 67 8.5.3. Avaliação da Unidade Temática EDP .................................................................................... 70 8.6. Unidades Temáticas Optativas ......................................................................................................... 70 8.7. Atividades Práticas Curriculares - APC .......................................................................................... 70 9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO ..................................................................... 72 9.1. Por eixo temático ............................................................................................................................. 72 9.2. Por período ...................................................................................................................................... 77 10. METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ..................................... 82 11. PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ......................................... 84 11.1. Concepção de avaliação ................................................................................................................. 84 11.2. Formas de recuperação da aprendizagem ...................................................................................... 87 11.3. Sistema de Auto-Avaliação do Curso e do Projeto Pedagógico ..................................................... 87 11.4. Projeto de Avaliação Institucional ................................................................................................. 89 12. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO ........................................................................................................................................ 91 12.1. Funcionamento das Atividades como Práticas Curriculares - APC .............................................. 91 12.2. Estágio Curricular Supervisionado ................................................................................................ 92 12.3. Trabalho de Conclusão do Curso ................................................................................................... 98 12.4. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs) .................................................................. 99 13. CONTINUIDADE DE ESTUDOS PARA OS EGRESSOS DO CURSO ............... 91 13.1. Cursos de Aperfeiçoamento ......................................................................................................... 103 13.2. Cursos de Especialização............................................................................................................. 103 13.3. Curso Stricto Sensu...................................................................................................................... 104 9 14. INCORPORAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO....................................................................................... 105 15. MEDIDAS PARA CONSOLIDAÇÃO DO CURSO: ........................................... 107 15.1. Dos recursos humanos ................................................................................................................. 107 15.2. Dos recursos físicos e materiais ................................................................................................... 107 15.3. Das atividades .............................................................................................................................. 108 15.4. Acompanhamento ....................................................................................................................... 108 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................. 109 17. EMENTAS E REFERÊNCIAS ............................................................................... 111 17.1. I PERÍODO ................................................................................................................................. 111 17.1.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO I PERÍODO .................................................................... 114 17.2. II PERÍODO ................................................................................................................................ 119 17.3. III PERÍODO ............................................................................................................................... 124 17.4. IV PERÍODO............................................................................................................................... 130 17.5. V PERÍODO ................................................................................................................................ 134 17.6. VI PERÍODO............................................................................................................................... 140 17.7. VII PERÍODO ............................................................................................................................. 146 17.8. VIII PERÍODO ............................................................................................................................ 151 17.8.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO VIII PERÍODO .............................................................. 156 18. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ......................................................................... 165 19. ANEXOS ............................................................................................................... 169 ANEXO I – Matriz curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009 .......................................... 170 ANEXO II – Matriz Curricular – Vigência a partir do 2° Semestre de 2011........................................ 185 ANEXO III – Regimento do Colegiado do Curso de Graduação em Licenciatura em Física da UFTM. .................................................................................................................................................................. 207 ANEXO IV – Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do curso de Graduação em Física Licenciatura .......................................................................................................................................... 218 ANEXO V – Regulamento de Estágio Curricular do Curso de Graduação em Física - Licenciatura .. 224 ANEXO VI – Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais do Curso de Graduação em Física – Licenciatura............................................................................................................................. 244 10 ANEXO VII – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em Fïsica – Licenciatura .......................................................................................................................................... 259 ANEXO VIII – Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela primeira elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. ........................ 270 11 ENDEREÇOS Instituição Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM Rua Frei Paulino, nº 30 - Bairro: Abadia CEP 38025-180 Fone: (34) 3318 -5000 - FAX: (34) 3318 -5846 Uberaba – MG Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação - ICENE Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM Avenida Getúlio Guaritá, 159 - Bairro: Abadia CEP 38025-440 Fone: (34) 3318 -5909 - FAX: (34) 3318 -5846 Uberaba – MG Curso de Física-Licenciatura Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM Avenida Getúlio Guaritá, 159 - Bairro: Abadia CEP 38025-440 Fone: (34) 3318 -5939 - FAX: (34) 3318 -5846 Uberaba – MG 12 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso Graduação em Física Modalidade oferecida Licenciatura Habilitação Professor de Física Título acadêmico conferido Licenciado em Física Modalidade de ensino presencial Regime de matrícula semestral/por créditos Tempo de duração quatro anos (oito semestres) mínimo seis anos (doze semestres) máximo Carga horária mínima CNE: 2.800h ou 3.360h/a (224 créditos) UFTM: 3.615h/a (241 créditos) Número de vagas oferecidas trinta, por semestre Número de turmas uma, por semestre Turno de funcionamento noturno Local de funcionamento campus da UFTM Forma de ingresso Vestibular, reopção de curso, transferência externa e portador de diploma 13 2. APRESENTAÇÃO DO CURSO O Curso de Graduação em Física - Licenciatura, objeto deste projeto pedagógico, apóia-se e organiza-se nos termos das legislações abaixo citadas: Legislação Institucional – UFTM Resolução nº. 004, de 15 de dezembro de 1995, da Congregação da FMTM, e suas alterações, fixa diretrizes e normas para os Cursos de Graduação da FMTM. Resolução nº 004, de 25 de outubro de 2007, da Congregação da UFTM, dispõe sobre a criação de novos cursos de graduação da UFTM. Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, dispõe sobre as diretrizes para reestruturação da carga horária dos cursos de graduação e dá outras providências. Legislação do Ministério da Educação Portaria MEC n°. 1.793, de 27 de dezembro de 1994, que dispõe sobre a necessidade de complementar os currículos de formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades especiais e dá outras providências. Portaria nº. 4.059, de 10 de dezembro de 2004, que autoriza a inclusão de disciplinas não presenciais em cursos superiores reconhecidos. Decreto n° 6.096 de 24/04/2007 que institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI. Legislação do Conselho Nacional de Educação Resolução nº. 3, de 2 de julho de 2007, que dispõe sobre procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras providências. Parecer CES/CNE nº. 261/2006, 9 de novembro de 2006, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados quanto ao conceito de hora-aula, e dá outras providências. Diretrizes Gerais para Formação de Professores para Educação Básica Parecer CNE/CP nº. 028, de 2 de outubro de 2001, que dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e a carga horária dos cursos 14 de Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP nº. 001, de 18 de fevereiro de 2002, que institui as DCN para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP nº. 002, de 19 de fevereiro de 2002, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. Parecer CNE/CES nº. 213/2003, de 1 de outubro de 2003, homologado em 9 de outubro de 2006, que dispõe a respeito da consulta sobre a Resolução CNE/CP 1, que institui as DCN para a formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e a Resolução CNE/CP 2, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior. Parecer CNE/CES nº 197/2004, de 7 de julho de 2004, homologado em 5 de abril de 2005, que dispõe sobre a consulta, tendo em vista o art. 11 da Resolução CNE/CP 1/2002, referente às DCN para a Formação de Professores da Educação Básica em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Parecer CNE/CES nº. 213, de 1 de outubro de 2003, homologado em 9 de outubro de 2006, que dispõe a respeito da consulta sobre a Resolução CNE/CP 1/2002, que institui as DCN para a Formação de Professores da Educação Básica em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, e a Resolução CNE/CP nº 2, que institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de Professores da Educação Básica em nível superior. O Curso de Física - Licenciatura, objeto deste projeto pedagógico, apóia-se nos artigos 61 a 67 da Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996, a qual trata da formação dos profissionais da educação; na Lei que aprova o Plano Nacional de Educação 10.172 de 9/1/2001, organizando-se segundo os Parâmetros Curriculares - SESU-MEC (27/10/2000) e pela proposta de Diretrizes Curriculares para o Curso de Física homologada em 06/11/2001 pelo Ministério da Educação e Desporto – MEC. Além 15 disso, está de acordo com o que prevê a proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, Curso de Licenciatura, Resolução CNE/CP 18, 01/02/2002, homologada pelo Ministério da Educação – MEC. Também está de acordo com o que propõe o Decreto n° 6.096 de 24/04/2007 que institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI. As concepções de prática de ensino baseiam-se nas Resoluções CNE/CP 1 e 2 de 18 e 19 de fevereiro de 2002 e no Parecer CNE/CES 09/2001 e 109/2002, aprovado em 13/03/2002 que estabelecem, respectivamente, as diretrizes curriculares de formação de professores, a duração e a carga horária dos cursos em nível superior de licenciatura. O curso adotará o regime semestral, será oferecido no turno noturno e disponibilizará semestralmente 30 vagas. A sua duração será de 3.615 horas/aula, integralizado em 241créditos, integralizadas em 200 dias letivos anuais, distribuídas ao longo de oito (08) semestres, da seguinte forma: Tabela 1 - Síntese da matriz curricular do curso de licenciatura em Física mostrando a distribuição da carga horária ao longo do curso. SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR COMPONENTES CURRICULARES Componentes Curriculares Gerais HORAS-AULA CRÉDITOS 2.205 147 90 6 - - Estágio Curricular Supervisionado 480 32 Atividades Práticas Curriculares – APC 480 32 Trabalho de Conclusão de Curso 60 4 Componentes Curriculares a Distância 60 4 Atividades Acadêmico-Científico- Culturais 240 16 3.615 h/a 241 2 Componentes Curriculares Eletivos Componentes Curriculares Optativos TOTAL DO CURSO 2 3 Os componentes curriculares eletivos são os de livre escolha do aluno, dentro do elenco oferecido pela UFTM, necessários à integralização do currículo. (UFTM, 2010). 3 Os componentes Curriculares optativos são os de livre escolha do aluno, dentro de um elenco oferecido pelos cursos de graduação cujos créditos integralizam o currículo e auxiliam na formação complementar. (UFTM, 2010). 16 Carga Horária Total do Curso em horas = 3.012 horas 30 min Tempo de integralização curricular (semestres/anos) Mínimo Máximo 8 semestres/4 anos 12 semestres/6 anos 17 3. HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO E A IDENTIDADE INSTITUCIONAL 3.1. Características sócio-econômicas e educacionais da cidade de Uberaba A Universidade Federal do Triângulo Mineiro está sediada na cidade de Uberaba, região do Triângulo Mineiro, no Estado de Minas Gerais, com população estimada em 296.261 mil habitantes, de acordo com dados do IBGE. Considerada pólo de desenvolvimento agro-pecuário e industrial, é uma das regiões mais ricas e promissoras do Estado de Minas Gerais, exercendo liderança efetiva em mais de 30 municípios. Uberaba tem características típicas de cidade interiorana, sendo, ao mesmo tempo, urbana e rural, com agricultura e pecuária produtivas, parque industrial diversificado e planejada estrutura urbana. A localização do Município é altamente estratégica do ponto de vista geoeconômico, em função da eqüidistância média de 500 km da sede estadual, e em relação a grandes centros do país como São Paulo e Brasília. No que se refere à saúde, Uberaba é um dos maiores e principais centros de atendimento médico, hospitalar e odontológico da região do Triângulo Mineiro, apresentando considerável estrutura de hospitais, unidades básicas de saúde e ambulatórios. Neste aspecto, destaca-se a UFTM, que mantém um complexo hospitalar credenciado pelo SUS, constituído de 280 leitos conveniados, Prontos-Socorros Adulto e Pediátrico, três Ambulatórios e um Centro de Reabilitação. Todo o complexo atende, em média, 30.000 pacientes/mês, oriundos de mais de 400 municípios de Minas Gerais, Norte de São Paulo, Sul de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e outros 14 estados. O Hospital Universitário da UFTM mantém atendimento em diversas especialidades, com serviços próprios de Diagnose e Terapia, realiza procedimentos de alta complexidade como: transplantes renais e de córneas, cirurgias ortopédicas, neurocirúrgicas, oftalmológicas, oncológicas, cardíacas, hemodinâmicas, entre outras. Dispõem também de serviço de tomografia computadorizada, terapia renal substitutiva e UTIs adulta, neonatal e coronariana. A cidade de Uberaba, rica em recursos educacionais e culturais, é dotada ainda de uma economia em franca expansão, com destaque para a agropecuária e para os seguintes pólos: pólo moveleiro: dezenas de indústrias estão transformando rapidamente a cidade 18 em expressivo pólo moveleiro, com condições de ser o maior da América do Sul, em função da proximidade de matéria-prima, da localização estratégica, da capacitação de mão-de-obra, das boas condições de instalação e da qualidade de vida oferecida. pólo químico: juntas, as 24 empresas do pólo químico são as maiores produtoras de adubos fosfatados da América Latina. Instaladas em 18 milhões de metros quadrados no Distrito Industrial III, este pólo viabiliza a produção agrícola brasileira, reduzindo a necessidade de importação de insumos básicos e de matérias-primas. pólo biotecnológico: Uberaba é nacionalmente conhecida por ser grande centro médico, bem como grande centro de melhoramento genético de raças bovinas e a maior produtora de grãos de Minas Gerais. Estas vertentes estão consolidando a cidade como “pólo” em biotecnologia humana, animal e vegetal. pólo de cosméticos: aproximadamente uma dezena de empresas, as quais exportam seus produtos para vários países, estão consolidando o pólo de cosméticos. pólo da moda (calçados, confecções e acessórios): mais de uma centena de empresas, envolvendo vários segmentos, tem representado a cidade nas principais feiras do país, conquistando importantes negócios no mercado internacional. O “Pólo da Moda” é um projeto em estudo, com possibilidade de geração de mais de 3.000 empregos, com uso intensivo de logística e gestão estratégica. pólo de alimentos processados (doces caseiros e similares): algumas fábricas de médio e outras de pequeno porte utilizam diariamente centenas de quilos de açúcar na produção de doces dos mais variados tipos, notadamente os de frutas e de derivados do leite. parque tecnológico: com área de 760 hectares, tem abrangência politemática, com empresas de “software”, de energia e biotecnologia. Nas extensas áreas verdes da Univerdecidade estão sendo implantados projetos de recuperação da paisagem natural de cerrado da região e a integração entre espaços de trabalho e lazer, beneficiando trabalhos criativos e inovadores, típicos das empresas de tecnologia lá instaladas. 19 A cidade possui 91 escolas de Ensino Fundamental, além de 38 escolas de Ensino Médio, somando no total 49.881 mil alunos matriculados, de acordo com dados do IBGE. Este número expressivo de escolas de Educação Básica justifica a necessidade de oferecer Cursos de Graduação em Licenciatura que formem, com excelência, professores para atuarem nesse nível de ensino. Além disso, no que concerne ao ensino superior público e privado em Uberaba, contamos com aproximadamente 16.865 alunos matriculados. 3.2. Breve histórico da Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM A criação da primeira Faculdade de Medicina de Uberaba – atual UFTM – começou a ser idealizada no ano de 1948. Um grupo de médicos, estimulados e fortemente apoiado pelas lideranças políticas municipais fundou em 27 de abril de 1953, sob regime de instituição privada, a Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. Seus fundadores perceberam que Uberaba estava amadurecida para ampliar sua contribuição ao desenvolvimento educacional da região sudeste do Brasil. Tal amadurecimento não foi fruto do acaso; ao contrário, foi construído graças à visão de inúmeras famílias uberabenses, que investiram na formação de seus filhos em grandes centros como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, possibilitando a formação de um quadro de profissionais de alto nível, nas diversas especialidades médicas. Estavam criadas então as primeiras e indispensáveis condições para que Uberaba pudesse avançar no tempo e, mais que isso, responder aos novos desafios que lhe foram impostos naquele momento. A autorização para o funcionamento da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (FMTM) foi assinada pelo Presidente Getúlio Vargas e pelo Ministro da Educação Antonio Balbino, no Decreto-Lei nº 35.249, de 24 de março de 1954, com base em projeto técnico-pedagógico elaborado segundo a legislação educacional vigente. Autorizado o funcionamento, realizou-se o primeiro concurso vestibular em abril de 1954, com 164 candidatos inscritos, concorrendo a 50 vagas. Teve início então o Curso de Medicina na FMTM. A partir do primeiro ano de funcionamento, a administração da Faculdade, devidamente apoiada pelo corpo docente, discente e técnico, iniciou um amplo programa de melhoria das condições físicas, pedagógicas e tecnológicas, visando não apenas a alcançar reconhecimento, mas também melhoria da qualidade de ensino. 20 Para a satisfação dos fundadores, dos primeiros educadores e colaboradores, a Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro consolida-se legalmente através do Decreto de Reconhecimento nº 47.844, de 24 de dezembro de 1959. A primeira turma de formandos foi diplomada em 06 de junho de 1960. Com os avanços cada vez mais intensos e velozes da ciência e da tecnologia médica, concluiu-se ser indispensável o apoio e a participação do poder público federal, a fim de que a Instituição pudesse cumprir com mais eficiência e eficácia a missão educacional e a social. Para que o projeto se concretizasse, a FMTM contou com o apoio incondicional das lideranças políticas locais e de seu Diretório Acadêmico, coroando a ação integrada de sensibilização do Governo Federal, com a federalização, pela Lei nº 3.856, de 18 de dezembro de 1960 e, posteriormente, com a transformação em Autarquia Federal, pelo Decreto nº 70.686, de 7 de junho de 1972. Desde que foi fundada, a FMTM desenvolveu-se nos aspectos quantitativo e qualitativo criando, a partir de 1989, o Curso de Graduação em Enfermagem. A Universidade mantém também um Centro de Formação Especial em Saúde (CEFORES), com o propósito de formar técnicos para atuação na área da saúde (pós ensino médio), funcionando desde o ano de 1990, com seis cursos noturnos: Enfermagem, Nutrição, Radiologia, Patologia Clínica, Farmácia e Saúde Bucal, com um total de 2.773 egressos. Em 1999, a Faculdade obteve autorização para o funcionamento do Curso de Graduação em Biomedicina. A Biblioteca da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, denominada “Biblioteca Universitária”, está instalada em prédio próprio e em 2009 passou por reforma e ampliação, aumentando significativamente às áreas destinadas ao acervo de livros, periódicos, teses, obras de referência e material áudio-visual. As novas instalações possuem os requisitos de acessibilidade estando assim dividida: ambiente de estudo individual, cabines de estudo em grupo, mesas de estudo, computadores disponíveis para usuários, cabines para uso de materiais audiovisuais, sala para treinamento dos usuários, escaninho para o usuário guardar seus materiais. O empréstimo é informatizado, facilitando o controle de materiais. A reserva e a renovação de livros pode ser feita na biblioteca ou on-line pelo site da biblioteca. No ano de 1995 foram criados o Centro Cultural e a CIM - Central de Idiomas Modernos, ora ligados à Pró-Reitoria de Ensino, Pesquisa e Extensão. 21 Com o objetivo de estimular, identificar e valorizar a produção cultural e artística na Instituição, o Centro Cultural mantém intercâmbio com pessoas e instituições afins, promove a integração das comunidades interna e externa na promoção e realização de eventos. O Centro Cultural mantém ainda os seguintes projetos permanentes: Videoteca: vídeos científicos e comerciais para empréstimo à comunidade interna e escolas públicas; Biblioteca: aproximadamente 300 títulos; Curso de Desenho para alunos, servidores e dependentes; Sessões de cinema, com exibição regular de filmes. Por sua vez, a CIM presta serviços de tradução, versão e revisão de textos em línguas estrangeiras e na vernácula, pretendendo tornar-se um centro de ensino que abrigue as diversas linguagens existentes na nova sociedade. Além do código verbal, pretende agregar também outros códigos necessários à comunicabilidade humana, como: Libras, Língua Brasileira de Sinais; Braille; imagem (fotografia, artes plásticas, gráficas e audiovisuais) e som (música, canto e dança). 3.3. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro: projetos em execução e características identitárias A UFTM até 2005 funcionava como uma Faculdade isolada especializada na área de saúde, que oferecia os cursos de graduação em Medicina, Enfermagem e Biomedicina. Com a transformação em Universidade, foram criados três cursos na área de saúde, ainda em fase de consolidação, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Nutrição e um na área de ciências humanas, de Licenciatura em Letras (com duas habilitações, Português-Inglês e Português-Espanhol). Em 2008 foi criado o curso de Psicologia, em 2009, Educação Física, Serviço Social e Licenciaturas em Física, Química, Matemática, Ciências Biológicas, História e Geografia. Em 2010, os cursos de Engenharia: Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Engenharia Química. No âmbito da pós-graduação lato sensu, além da Residência Médica com 24 Programas de especialização (Anestesiologia; Cirurgia do Aparelho Digestivo; Cirurgia Geral; Cirurgia Plástica; Clínica Médica; Colo-Proctologia; Endocrinologia; Gastroenterologia; Hematologia e Hemoterapia; Hematologia Pediátrica; Infectologia; 22 Mastologia e Oncologia; Medicina Fetal; Medicina Intensiva Pediátrica; Neurologia (pré-requisito em Clínica Médica); Neurologia; Obstetrícia e Ginecologia; Oftalmologia; Ortopedia e Traumatologia; Patologia; Pediatria; Radiologia e Diagnóstico por Imagem; Reumatologia; Urologia), são oferecidos quatro Cursos de Especialização (Saúde Coletiva, Saúde da Família, Docência na Educação Superior, e Critica Literária e Ensino da Literatura). Na pós-graduação stricto sensu são oferecidos mestrado e doutorado em Medicina Tropical e Infectologia, com duas áreas de concentração: 1- Clínica de Doenças Infecciosas e Parasitárias; 2-Imunologia e Parasitologia Aplicadas, e, em Patologia com quatro áreas de concentração: 1-Patologia Geral, 2-Patologia Clínica, 3-Anatomia Patológica e Patologia Forense e 4-Patologia Ginecológica e Obstétrica. Em 2007, mais dois cursos de mestrado foram aprovados pela CAPES: os cursos de pós-graduação stricto sensu em Atenção à Saúde e em Ciências Fisiológicas, com início em 2008. Recentemente, foram aprovados os cursos de Mestrado em Educação Física, Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica – PMPIT e Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional – PROFMAT. Os Programas de PósGraduação possuem linhas de pesquisa e propostas adequadas e coerentes com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e têm o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), União Européia (EU) e Ministério da Saúde (MS). Esses programas possuem vínculos estreitos com várias instituições nacionais e internacionais, os quais possibilitam apoio logístico, diagnóstico, na pesquisa e intercâmbio de estudantes, e convênios com universidades estrangeiras (Universidade do Mediterrâneo – França; Universidade Guayaquil – Equador). Vale destacar que, além das agências citadas, a UFTM conta com financiamento da Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerias e outros com financiamento privados. Pelo terceiro ano consecutivo, a UFTM tem projeto aprovado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), no programa CT-INFRA. O Hospital de Clínicas da UFTM está orientado a atender a demanda de estágio curricular para os cursos de saúde, além de servir de campo para a pesquisa científica e 23 a extensão. Com 300 leitos conveniados, possui um Pronto-Socorro Adulto, um Pronto Socorro Pediátrico, três Ambulatórios, um Centro de Reabilitação, clínicas especializadas nas mais diversas áreas de assistência e complexidade sendo o único hospital geral classificado como Centro de Referência Hospitalar Regional (CRHR) em média e alta complexidade. Associadas à UFTM existem duas fundações: Fundação de Ensino e Pesquisa de Uberaba (FUNEPU) e Fundação Rádio Educativa (FUREU). A FUNEPU atua na gestão dos recursos repassados pelo SUS e também na gestão financeira de projetos de pesquisa financiados por agências de fomento. Essa Fundação apóia jovens doutores na UFTM e gerencia alguns projetos de qualificação profissional. A FUREU conta com a Rádio Universitária FM (104.9) e a TV Universitária (canal 5), vinculada à TV Educativa (TVE), gerando programas locais onde são abordados assuntos ligados à saúde, à cultura, às pesquisas científicas e outros de interesse da comunidade. 3.4. Contexto da Universidade: Justificativa, conceitos e fundamentos De Faculdade isolada transformada em Universidade em 29 de julho de 2005, a UFTM tem se submetido a um processo acelerado de expansão, visando consolidar-se mediante a incorporação de novos cursos de graduação e pós-graduação e às transformações requeridas no tocante à política acadêmica e ao modelo de gestão e organização projetado. Além da criação simultânea de novos cursos voltados à área de saúde, cursos na área de ciências humanas foram acrescentados àqueles originalmente existentes, exigindo reformulação de conceitos, conteúdos e visão. O processo de organização da UFTM está sendo reformulado. O Estatuto foi aprovado e a partir de agora serão elaborados o Regimento Geral e os Internos. A UFTM tem por missão, como foco e visão de atuação específica: Atuar na geração, difusão, promoção de conhecimentos e na formação de profissionais conscientes e comprometidos com o desenvolvimento sócio-econômico, cultural e tecnológico, proporcionando a melhoria da qualidade de vida da população. Fundamentando sua filosofia de vida institucional, projetada como referencial de conduta e de pensamento à comunidade interna (alunos, docentes e técnicoadministrativos), os valores e princípios que devem inspirar suas ações, relações e desempenho de acordo com o Projeto Pedagógico Institucional (2009, p.16), são: 24 I. II. Pioneirismo; Inclusão social; III. Cidadania e respeito às diferenças; IV. Tratamento justo e respeitoso ao ser humano e à vida (humanização); V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. Liberdade de expressão e participação democrática; Profissionalismo e competência técnica; Ética e transparência; Qualidade e desenvolvimento sustentável; Inovação tecnológica; Preservação e incentivo aos valores culturais; Prioridade ao interesse público. A UFTM orienta-se pelas seguintes diretrizes fundamentais: I. Envolver a comunidade universitária nas dimensões sociais, políticas, culturais e econômicas da sociedade, tendo, para tanto, o indivíduo, a coletividade e o meio ambiente como atenção e preocupação centrais. II. Proporcionar a todos as mesmas oportunidades e condições de desenvolvimento intelectual e cultural. III. Manter a percepção ampla e diversificada, visando à interação com as comunidades interna e externa. IV. Estimular permanentemente a exploração e geração de conhecimentos e de potencialidades. V. Contribuir para o desenvolvimento da educação básica, tecnológica e profissional. VI. Agregar continuamente competências relativas à organização e à gestão corporativas. VII. Manter reciprocidade harmoniosa e legítima na relação com a sociedade e com a comunidade universitária, visando ao alinhamento mútuo de necessidades e expectativas. 25 VIII. Comprometer-se com a preservação, a defesa e a recuperação do meio ambiente. IX. Suscitar posturas individuais e coletivas, junto à força de trabalho e ao corpo gerencial, para atender à busca sistemática da satisfação de clientes e de usuários. X. Zelar pela conservação e otimização do emprego do patrimônio, bens e direitos disponíveis, em respeito inviolável ao bem público, visando aplicá-los, exclusivamente, na consecução dos objetivos institucionais. Dentro de sua nova ótica universalista, a UFTM tem privilegiado o processo de gestão, confirmado pela inserção em seu Estatuto, no Art. 9º, de artigo específico estabelecendo os instrumentos de gestão que irá implementar, optando assim por uma maior profissionalização de seu funcionamento e desenvolvimento. 26 4. JUSTIFICATIVA SOCIAL: FORMAÇÃO DE DOCENTES PARA ATUAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA A UFTM, ao ampliar seu campo de atuação, cujo processo instaura a construção de uma instituição que conjugue, em seus projetos, o equilíbrio entre tradição e modernidade, orienta-se para um trabalho eficiente e funcional no qual a educação seja compreendida mais amplamente. Assim, sua equipe gestora e seu corpo docente e administrativo entendem que uma instituição de ensino superior tem um papel de mediadora, incentivadora e produtora de um conhecimento que garanta, ao indivíduo, uma autoformação permanente, que não se limita aos muros escolares. Nesse sentido, atenta a sua responsabilidade social e, em sintonia com os anseios da comunidade, propõe a implantação de cursos que se caracterizem pela preocupação com a formação de um professor-educador comprometido com o desenvolvimento humano em todas as suas dimensões e que compartilhe da missão de formar profissionais responsáveis, éticos e criativos, em vários campos do saber. O primeiro passo para essa nova realidade foi a implantação do Curso de Letras nas habilitações Português-Inglês e Português-Espanhol, em 2006. Primeiro curso da UFTM voltado para a formação de professores, ele vem se despontando na instituição pela ousadia, pelos ideais de formar, com excelência, professores para atuar na Educação Básica. Além disso, prima por ofertar programas, projetos e eventos de extensão e iniciação científica que colaboram para a formação integral discente. O Curso de Letras representou, assim, um especial impulso para que a UFTM expandisse sua oferta. A necessidade de formar professores de outras áreas de conhecimento, sobretudo Matemática, Física e Química, vem suprir uma carência verificada em todo o país. Os cursos a serem oferecidos cumprirão sua dupla função social: formar a integralidade dos sujeitos, dando a eles melhores condições de se relacionar com o mundo, e formar com excelência professores para a Educação Básica. Para a concretização desses ideais, nos unimos aos anseios da comunidade acadêmica uberabense que, atenta ao seu papel formador, se mobiliza, nesse momento, para deixar registrada sua contribuição. O Município de Uberaba é reconhecido pela sua história no campo da educação: hoje se constitui num pólo regional que congrega várias instituições de Ensino Superior. Essas instituições formaram uma comissão no ano de 2005 para, em nome da comunidade acadêmica, elaborar o documento intitulado “Contribuição para a Criação 27 de uma Instância Acadêmica Responsável pela Formação Superior de Educadores na UFTM” entregue em sessão solene à Reitoria da UFTM. Assim o presente Projeto Pedagógico considerou, em seu início, também sugestões dos participantes dessa comissão que representavam diversas instituições de ensino superior do município. O item IV daquele documento, denominado “Sugestões de Prioridades para Implementação da Instância Acadêmica Responsável pela Formação de Educadores na UFTM” traz as seguintes solicitações: 1. Criação de uma Instância Acadêmica responsável pela Formação de Educadores, cuja estrutura contemple a articulação entre licenciaturas, educação continuada e pesquisa. 2. Implantação imediata das Licenciaturas que completam os componentes curriculares do Núcleo Comum da Educação Básica (Art.96) a fim de assegurar a este nível de ensino a sua efetiva qualidade. A implantação concomitante de tais licenciaturas permitirá uma organização curricular que conte com um núcleo de integração especificamente voltado para o desenvolvimento de um trabalho interdisciplinar (exigência da contemporaneidade) e para a ampliação cultural do professor. As licenciaturas aqui previstas são: Pedagogia; Letras – Habilitação Português/Inglês e suas literaturas; Letras – Habilitação Português-Espanhol e suas literaturas; Matemática; Física; História; Geografia; Ciências Biológicas; Educação Física e Educação Artística. 3. Oferta de cursos de Complementação Pedagógica para qualificação e habilitação de profissionais de outras carreiras. 4. Oferta da Educação Continuada em consonância com a formação inicial prevendo cursos de atualização, de aperfeiçoamento e de Pós-Graduação lato e stricto sensu. 5. Implementação de laboratório de pesquisa em práticas pedagógicas e modalidades tecnológicas (tecnologia da Informação e Comunicação, Projeto EAD e outras) tendo em vista a concretização da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. 6. Criação de um Fórum Permanente de Educação Superior de Uberaba, de caráter consultivo, constituído como instância democrática de debates sobre: políticas do ensino superior em consonância com as expectativas da realidade local e 28 regional; formulação e adoção de projetos que objetivem promover o desenvolvimento sócio-econômico-cultural desejado e urgente, etc. O Fórum, implantado em parceria com a Prefeitura Municipal de Uberaba, terá como premissa básica a representação dos diferentes segmentos organizados da sociedade civil, de técnicos e especialistas da área de educação e cultura. 7. Criação de uma Comissão Técnica Local que, juntamente com a Comissão designada pelo MEC, será responsável pela elaboração do Projeto Pedagógico da Instância Acadêmica responsável pela Formação e Desenvolvimento de Professores. Para atender a essas solicitações, a demanda social e a necessidade de implementar cursos com uma organização curricular mais flexível, a UFTM vive atualmente um momento de reestruturação administrativa, tendo em vista a necessidade de consolidação da universidade. Nas últimas décadas o desenvolvimento da Ciência e da tecnologia tem ocorrido de maneira tão acelerada que a grande maioria dos indivíduos de nossa sociedade tem sentido dificuldades em acompanhar esse processo e, sobretudo, entendê-lo. Esta situação exige continuamente o desenvolvimento de profissionais, aptos e com uma visão ampla dos acontecimentos, que tenham capacidade para acompanhar e entender o progresso científico, além de assumir uma postura crítica com relação às mudanças e que sejam capazes de dialogar com a sociedade alertando-a sobre riscos e benefícios decorrentes dos avanços científico-tecnológicos. Neste sentido, a formação de professores em suas diferentes áreas de conhecimento e, em particular, a formação do professor de Física, torna-se uma prioridade uma vez que este profissional, além de possuir um amplo domínio do saber científico, possui atitudes investigativas e aptas a disseminar este saber. As Diretrizes Curriculares Nacionais que orientam a elaboração do projeto pedagógico do curso enfatizam a necessidade de se adotar uma nova abordagem para a formação do profissional, uma vez que a sociedade, hoje tão competitiva, demanda por profissionais flexíveis e com capacidade de adaptação às novas realidades. O mundo globalizado exige não somente rapidez na interpretação geral dos problemas, mas também capacidade para a análise crítica, criatividade, adaptabilidade às situações inusitadas, relacionamento cooperativo e integrado, com vistas a aprimorar a qualidade de vida dos cidadãos. 29 O Curso de Graduação em Física-Licenciatura foi estruturado de forma a permitir que os egressos adquiram habilidades e competências que o mundo globalizado vem exigindo. Além disso, o mesmo deve facilitar e promover o processo de compreensão do meio socioeconômico, histórico-cultural e político destes egressos, os quais serão importantes agentes na formação de cidadãos. A estrutura do curso foi realizada com base nos seguintes princípios: Liberdade acadêmica e autonomia universitária, para que se dê cumprimento à função social da universidade através do ensino e pesquisa de qualidade e a extensão a favor do desenvolvimento de recursos humanos e da sociedade de maneira geral; Estímulo às atividades que socializam o conhecimento produzido pelo corpo docente e pelos discentes, afirmando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; Adoção de princípios éticos que promovam o respeito à pluralidade de pensamento no compromisso com a educação e com os objetivos da instituição, privilegiando-os em detrimento de interesses particulares, individuais ou de grupos; Interação permanente com a sociedade, com o mundo do trabalho e com as demandas sociais de formação profissional, cumprindo, com isto, a função social da universidade; Sólida formação teórica e rigoroso trato-prático no campo em que se constituem os saberes da docência e da pesquisa. Com isto, garante-se a qualidade do ensino, a atualização dos conhecimentos e sua discussão contextualizada, como um meio para a formação de atitudes científicas diante do conhecimento e do pensamento crítico; Flexibilidade curricular para desenvolvimento de competências e habilidades que levem o aluno a procurar, interpretar, analisar e selecionar informações, identificar problemas relevantes, realizar diagnósticos, experimentos e projetos de pesquisa; Estímulo às atividades complementares, destacando-se, por exemplo, a iniciação científica, extensão, monitoria e participação em eventos acadêmicos científicos 30 e culturais; Desenvolvimento de uma prática de avaliação diagnóstica do aprendizado dos estudantes, e uma prática de avaliação sistemática do Projeto Pedagógico. 31 5. ABRANGÊNCIA DO CURSO NO ENSINO, NA PESQUISA E NA EXTENSÃO 5.1. No Ensino A questão da aprendizagem no ensino de Física começou a emergir no Brasil na década de setenta, logo após o período dos projetos curriculares para o Ensino Médio que envolvia diretamente ou indiretamente o ensino de Física, período classificado por ele como paradigma dos projetos. O motivo da passagem relativamente efêmera deste paradigma parece que foi a falta de uma concepção de aprendizagem destes projetos, ou seja, eles foram muito claros em dizer como se deveria ensinar a Física, mas nada ou pouco disseram sobre como aprender Física. A pesquisa sobre como aprender Física consolidou-se na década de oitenta com as investigações sobre concepções espontâneas e hoje se encontra em pleno vigor com um grande número de trabalhos e pesquisas bastante diversificadas: concepções espontâneas, mudança conceitual, resolução de problemas, representações mentais dos alunos, formação inicial e permanente de professores, etc. Ainda na década de setenta, surgiram o Simpósio Nacional de Ensino de Física SNEF (1970), as primeiras dissertações e teses em ensino de Física no Brasil (1972) e a Revista de Ensino de Física (1979), que a partir de 1992 transformou-se Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF), se tornando um dos grandes veículos de divulgação e de publicação de trabalhos científicos e didáticos relativos ao ensino de Física; até então, não havia uma revista especializada na área. Nos anos oitenta surgiram o Caderno Catarinense de Ensino de Física (1984), que a partir de 2002, Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF) - que também se tornou um dos grandes desaguadores e referências para a pesquisa em ensino de Física no Brasil - e o Encontro de Pesquisa em Ensino de Física - EPEF (1986). Mais tarde, a partir da década de noventa, nasceram a Revista Ciência & Educação (1995), Revista Investigações em Ensino de Ciências (1996), o Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - ENPEC (1997) e as revistas Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1999), a Física na Escola (2000) e ABRAPEC (2001). Periódicos e evento que, juntamente com RBEF, CBEF e as atas do SNEF e EPEFs, vêm sendo os principais disseminadores dos resultados da pesquisa em ensino de Física no Brasil. Apesar do grande avanço da pesquisa acadêmica sobre ensino de Física no Brasil, no sentido da compreensão dos problemas relativos ao ensino dessa Ciência, e da 32 existência de um sistema de divulgação (periódicos, eventos, dissertações, teses, cursos de pós-graduação etc), ainda há pouca aplicação desses resultados em sala de aula. Considerando que o conhecimento se encontra em permanente construção e a aprendizagem é um processo dialético de re-significação que se realiza na reflexão contínua do estudante com a mediação do professor, a metodologia de ensino a ser adotada deve ser aquela que favoreça a interação, o questionamento, o diálogo e a criatividade. Considerando ainda que o nível universitário envolva a pesquisa e a extensão e não apenas o ensino, a simples transmissão de conhecimentos não parece ser suficiente para caracterizar a metodologia de ensino a ser ministrado. Devido aos motivos apresentados, os conteúdos a serem ensinados no curso de graduação em Física da UFTM deverão estar contextualizados e articulados com a pesquisa e a extensão, buscando a diversidade cultural e a interdisciplinaridade. Desta forma, a contextualização dos conteúdos, bem como o rigor teórico serão indicadores do desenvolvimento do método de ensino no Curso. Os princípios norteadores para a execução desse método de ensino são: a flexibilidade curricular; a visão interdisciplinar, a formação global e a articulação entre teoria e prática; o predomínio da formação sobre a informação; a capacidade para lidar com a construção do conhecimento de maneira crítica; o desenvolvimento de conteúdos, habilidades e atitudes formativas. 5.2. Na Pesquisa O Curso de Física - Licenciatura deverá explorar a pesquisa científica como forma de estimular, na UFTM, o desenvolvimento de atividades que propiciem a integração e a interface com os demais cursos da instituição e de outras instituições, procurando enaltecer a habilidade do discente em: Descrever e explicar fenômenos naturais, processos e equipamentos tecnológicos em termos de conceitos, teorias e princípios físicos gerais; Diagnosticar, formular e encaminhar a solução de problemas físicos, experimentais e teóricos, fazendo uso dos instrumentos laboratoriais e/ou matemáticos apropriados, atuando tanto na pesquisa básica quanto na aplicada, como forma de ampliar o conhecimento cientifico voltado ao melhoramento das atividades no ensino; Acompanhar os avanços tecnológicos e desenvolver novas tecnologias que se 33 caracterizem como inovações para o país; Utilizar linguagem científica na expressão de conceitos físicos, na descrição de procedimentos de trabalhos científicos e na divulgação de seus resultados; Desenvolver uma ética de atuação profissional e a conseqüente responsabilidade social, compreendendo a Ciência como conhecimento histórico, desenvolvido em diferentes contextos sócio-políticos, culturais e econômicos. A implantação e implementação de Laboratórios de Física Básica e Física Avançada, além de um laboratório de Ensino de Física, bem como o trabalho interdisciplinar a partir de eixos e unidades temáticas constituirá um espaço para a formação de grupos de estudos e pesquisas, a fim de criar um ambiente de fomento às iniciativas, estudos e atividades científicas em diferentes áreas do conhecimento, de acordo com a formação acadêmica do docente-pesquisador. No entanto, a pesquisa deverá também estar voltada para formação de professores e o aperfeiçoamento de práticas de ensino de Física. Pretende-se estimular a pesquisa docente e discente, com vistas a estabelecer um “embrião” para o desenvolvimento de linhas de pesquisa na área de Física na UFTM, o que será fomentado especialmente no desenvolvimento da Unidade Temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos, que tem caráter articulador de conhecimentos e experiências no ensino, pesquisa e extensão. O docente lotado no curso de Física será estimulado a estabelecer e manter parceria com grupos de pesquisa de instituições de excelência, com localização geográfica relativamente próxima. No desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, também se investirá na pesquisa, com a possibilidade de socialização dos trabalhos concluídos e em andamento em Seminários de Orientação de TCC organizados pelo Colegiado do Curso de Física. No âmbito da assessoria pedagógica do Núcleo de Desenvolvimento Educacional – NuDE, a pesquisa continuará sendo produzida pelo grupo de Estudo e Pesquisa sobre Inovações Curriculares, garantindo assim o processo contínuo de reconstrução e inovação do currículo. 5.3. Na Extensão A relação entre universidade e sociedade organizada vem se tornando cada vez mais harmoniosa devida em grande parte, à implantação de projetos de extensão. 34 Atualmente, tendo em vista as novas demandas oriundas dos avanços tecnológicos, meios de produção e modelos sociais, esta relação vem se pautando pela necessidade de articulação mais íntima, pois os desafios são cada vez maiores e as soluções são possíveis com a participação de todos os segmentos. Portanto, articular a universidade à sua comunidade local e regional é uma tendência que deve se consolidar para além da missão de formação de profissionais e de docentes para a educação básica. Os princípios fundamentais da extensão destacam que para a formação do profissional cidadão é imprescindível sua efetiva interação com a sociedade, seja para se situar historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação com os problemas que um dia terá que enfrentar. Nesse sentido, as atividades de extensão têm contribuído para a superação das desigualdades sociais buscando soluções para demandas que se apresentam no dia-a-dia, utilizando a criatividade e inovações resultantes do trabalho acadêmico e com ótica da formação de recursos humanos. A extensão universitária tem incluído no seu escopo atividades de difusão cultural, cursos de extensão e atividades correlatas, prestação de serviços à comunidade e divulgação de oportunidades para as classes economicamente menos favorecidas. Tais ações também podem abranger mecanismos de interação entre universidade, empresa, fundações, incubadoras, empresas juniores, centros de pesquisas e inovação tecnológica e outros. O Curso de Física – Licenciatura da UFTM propiciará o desenvolvimento sistemático de atividades direcionadas tanto à comunidade acadêmica, quanto à comunidade em geral por meio de: ações de planejamento e acompanhamento das atividades de docência, coordenação, supervisão, coleta de dados e educação continuada dos docentes, alunos do Sistema Municipal e Estadual de Ensino e comunidade em geral; participação e promoção de seminários, encontros, fóruns, congressos e assemelhados, nas áreas de Educação e Física; realização de cursos e de oficinas para a comunidade acadêmica da UFTM e externa, com vista a estabelecer ações de responsabilidade social, em parceria com os demais cursos da UFTM; criação e elaboração de roteiros para programas educativos para serem veiculados na Rádio e na TV Universitária, e em ambientes virtuais; 35 produção de instrumento de comunicação próprio e produção de conteúdo (publicações de periódicos; materiais didáticos, dentre outros) para contribuir com a divulgação do conhecimento produzido no âmbito da UFTM; desenvolvimento de projetos de complementação da formação docente aos professores das escolas da rede estadual e municipal de ensino; prestação de serviços de assessoria na área educacional à comunidade escolar, especialmente na questão da formação continuada de professores. Com estas propostas entendemos que a extensão deve estar sempre articulada com a pesquisa e o ensino, conforme previsto nos princípios e fins da Educação Superior Brasileira. 36 6. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO 6.1. Coordenação do Curso A administração acadêmica será exercida pelo respectivo Coordenador e Colegiado de Curso. São atribuições do Coordenador conforme Regimento Interno aprovado em 2010: presidir o Colegiado do Curso e o Núcleo Docente Estruturante; elaborar, de acordo com o interesse institucional, o quadro de horários do curso; solicitar ao Instituto competente, quando necessário, docentes para as disciplinas do curso; zelar pelo cumprimento do projeto pedagógico, por meio de avaliações periódicas e proposta de alterações, quando necessárias; estabelecer condições de interação entre os docentes do curso, para efetivação da inter e transdisciplinaridade; planejar as atividades acadêmico-científico-culturais em conjunto com o Colegiado de Curso; verificar o cumprimento do Plano de Ensino; acompanhar o desempenho dos docentes por meio de avaliações permanentes, junto aos discentes, por meio de instrumento institucional; estimular o aperfeiçoamento dos docentes ou outras providências necessárias à melhoria do ensino; acompanhar os alunos em seu desenvolvimento biopsicossocial e afetivo e encaminhá-los ao setor competente, quando necessário; divulgar as atividades programadas e realizadas pelo curso; articular-se com as Pró-Reitorias competentes para acompanhamento, execução e avaliação das atividades do curso; compatibilizar os horários e locais de oferta das disciplinas, respeitando a conveniência didático-pedagógica, com anuência da Direção do Instituto; promover, opinar e participar de eventos extracurriculares relacionados à 37 formação acadêmica dos alunos; comunicar ao Diretor do Instituto competente as irregularidades cometidas pelos professores do curso; orientar e acompanhar a vida acadêmica, bem como proceder a adaptações curriculares dos alunos do curso; homologar parecer sobre aproveitamento de estudos, emitidos pelos professores das disciplinas; encaminhar os processos acadêmico-administrativos ao Colegiado do Curso para pareceres e deliberações; manter atualizados os dados históricos do curso em relação a alterações curriculares e Plano de Ensino; representar o curso nas instâncias para qual for designado; identificar as necessidades do curso e promover gestões para seu equacionamento; executar as deliberações do Colegiado de Curso; apresentar ao Pró-Reitor de Ensino o Relatório Anual das Atividades da Coordenação; promover a divulgação e inscrição dos discentes no Sistema Nacional de Avaliação – SINAES; zelar pelo cumprimento das disposições legais e regimentais do curso; 6.2. Coordenador do Ciclo Comum de Formação Terá atribuições relacionadas à operacionalização do Ciclo Comum de Formação, atuando de forma integrada aos demais coordenadores dos cursos de Licenciatura e Serviço Social. Entre suas atribuições destacam-se: elaborar, de acordo com os docentes e as necessidades dos cursos, o horário semanal; solicitar, quando necessário, a contratação de docentes para atuar no Ciclo Comum de Formação; 38 direcionar o currículo aos objetivos expressos no Projeto Pedagógico; estabelecer condições de interação entre os docentes, visando à efetivação da interdisciplinaridade; orientar, solicitar e aprovar, em reunião colegiada, os planos de ensino das unidades temáticas do Ciclo Comum de Formação, segundo os padrões institucionais, encaminhando-os ao Núcleo de Desenvolvimento Educacional (NuDE), para análise e arquivo; organizar, em conjunto com demais coordenadores de curso e docentes dos Ciclo Comum de Formação, a recepção dos calouros, de forma a recebê-los e acolhêlos na Instituição; realizar reuniões ordinárias mensais ou extraordinárias, com docentes e representantes discentes; planejar atividades acadêmico-científico-culturais em conjunto com as unidades acadêmicas responsáveis; acompanhar a organização das salas para o bom andamento das aulas; apresentar à Pró-Reitoria de Planejamento o relatório anual das atividades desenvolvidas; acompanhar os alunos quanto ao desenvolvimento nas atividades pedagógicas e também em seus aspectos biopsicossocial e afetivo promovendo inclusão social; divulgar à comunidade UFTM as atividades programadas; promover, em conjunto com o NuDE, programas de desenvolvimento pessoal e profissional para os docentes; acompanhar atividades de ensino, pesquisa e extensão; orientar os alunos quanto aos seus direitos e deveres acadêmicos. 6.3. Forma de Gestão Segundo o Art. 57 do Regimento Interno da UFTM as decisões serão tomadas em reuniões de colegiado do curso por ser esta uma instância deliberativa sobre matérias e recursos de aplicação e interesse de seu Coordenador, professores e discentes. Esse colegiado será composto por coordenador (presidente), representantes 39 dos professores, representante discente, representantes dos servidores técnicoadministrativos do curso. A partir de decisões tomadas pelo colegiado, o coordenador deverá implementar encontros que tenham como objetivo encaminhar as discussões realizadas de forma colegiada, num movimento dinâmico e permanente de deliberação - definição de plano de encaminhamento - análise e estudos - apresentação dos novos encaminhamentos ao colegiado de curso. A regulamentação do colegiado, definida em reunião, é parte dos anexos deste Projeto Pedagógico. 6.4. Núcleo Docente Estruturante Atuando conjuntamente com a Coordenação na gestão do curso estará o Núcleo Docente Estruturante – NDE, formado por professores tanto da área específica quanto da área pedagógica e do Ciclo Comum. O papel do NDE é acompanhar a evolução e o desenvolvimento do curso e das atividades a ele atreladas, principalmente no sentido de promover a atualização constante do Projeto Pedagógico do Curso. O Núcleo Docente Estruturante se reunirá bimestralmente, apresentando o encaminhamento das decisões tomadas em reunião ao Colegiado de Curso. As atividades do NDE são regidas por regulamento próprio, aprovado no Colegiado de Curso. Este regulamento consta como anexo neste Projeto Pedagógico. 6.5. Corpo Docente Os professores serão contratados mediante concurso público, cujo edital deverá prever os pré-requisitos e perfis básicos exigidos e estarão vinculados ao Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação da UFTM (ICENE-UFTM). Segundo o Art. 162 do Regimento Interno, são atribuições dos docentes: elaborar o Plano de Ensino da disciplina ou atividade didático-pedagógica pela qual responde; ministrar e coordenar as atividades de prática didático-pedagógica da disciplina correspondente, cumprindo integralmente o programa e a carga horária que lhe competem; controlar a frequência de discentes dentro dos prazos estabelecidos; organizar e aplicar os métodos e instrumentos da avaliação de aproveitamento 40 discente, além de observar e aplicar os recursos de recuperação estabelecidos; cumprir o Calendário Acadêmico em termos de integralização curricular, de provas e exames, da avaliação de aproveitamento discente e de registro de notas e frequências; observar e aplicar os Regimes Disciplinares, discente e docente; participar de Conselhos, Colegiados, Núcleos de Estudo e Análises ou de Comissões da Instituição a que for designado; orientar os trabalhos didático-pedagógicos, entre eles o Estágio Supervisionado Obrigatório e outras atividades extracurriculares; participar de projetos de pesquisa acadêmica ou programas e atividades de extensão e/ou coordená-los; orientar e supervisionar trabalhos de discentes em atividades de pós-graduação; publicar artigos ou títulos e efetuar eventuais apresentações em eventos técnicocientíficos ou culturais; participar, quando designado, da elaboração ou reformulação de projetos pedagógico e institucional; participar de iniciativas e estudos objetivando a prospecção de potencialidades, criação, reformulação, avaliação e extinção de programas, projetos ou atividades; reportar-se, independente da lotação, ao Núcleo Didático-Científico de referência, ao Coordenador de Curso, projeto, área ou atividade, ao qual tenha sido designado; exercer demais atribuições de natureza didática, pedagógica, técnica, científica, cultural e de gestão a si consignadas. Considerando o desenho curricular diferenciado que busca promover integração e propiciar interdisciplinaridade, o perfil do docente para desenvolver o trabalho nas unidades temáticas é o de um professor com ampla visão, tanto de conhecimentos específicos, quanto de formação e prática pedagógica. O profissional deverá também ser competente para trabalhar em equipe, desenvolvendo habilidades para concretizar um trabalho coletivo no curso com a integração necessária entre pesquisa, ensino e 41 extensão. Deverá, ainda, ter atitude de um docente aprendiz em que suas atitudes e decisões passem por uma reflexão crítica a respeito das práticas pedagógicas adotadas. O Núcleo de Desenvolvimento Educacional – NuDE estará em articulação com o corpo docente do Curso de Física - Licenciatura, implementando programas permanentes de desenvolvimento pessoal e profissional, com o objetivo de colaborar com o perfil de professor aprendiz que é um dos princípios desta proposta pedagógica. É importante destacar a necessidade de investir na formação dos docentes e técnico-administrativos que serão responsáveis pela concretização desta proposta, pois de acordo com o que expressa Tardif e Lessard (2008, p. 02), Sabemos que o trabalho do docente representa uma atividade profissional complexa e de alto nível, que exige conhecimentos e competências em vários campos: cultura geral e conhecimentos disciplinares; psicopedagogia e didática; conhecimento dos alunos, de seu ambiente familiar e sociocultural; conhecimento das dificuldades de aprendizagem, do sistema escolar e de suas finalidades; conhecimento das diversas matérias do programa, das novas tecnologias da comunicação e da informação; habilidade na gestão de classe e nas relações humanas, etc. Essa atividade profissional necessita também das aptidões e das atitudes próprias para facilitar a aprendizagem dos alunos: respeito a eles; habilidades de comunicação; capacidade de empatia; espírito de abertura para as diferentes culturas e minorias; habilidade para colaborar com os pais e outros atores escolares, etc.; assim também como uma boa dose de autonomia e o exercício de um julgamento profissional respeitoso tanto das necessidades dos alunos quanto das exigências da vida escolar e social. Em resumo, o ensino se tornou um trabalho especializado e complexo, uma atividade rigorosa que exige, daqueles e daquelas que a exercem, um verdadeiro profissionalismo. Em outras palavras, para ensinar o docente necessita mobilizar diversos saberes que são imprescindíveis para uma prática pedagógica eficaz. O processo de docência exige um professor que consiga, habilmente, conciliar tanto o conhecimento específico de sua área de atuação, mas que também tenha o domínio dos saberes pedagógicos, bem como a consciência de seu papel como sujeito social, responsável também pela construção de sua experiência. 42 6.6. Atenção aos Discentes De acordo com a proposta do novo sistema organizacional da UFTM, constituirão os órgãos executivos, nessa nova estrutura: reitoria e pró-reitorias. Na estrutura da PróReitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários - PROACE configura-se o Núcleo de Atenção ao Estudante, que será responsável, segundo o Art. 172 do Regimento Interno da UFTM, pela assistência e atenção integral à comunidade discente, no tocante ao atendimento de carências e necessidades de ordem biopsicossocial, pedagógica e relativas à integração comunitária. Pretende-se, no âmbito do Curso de Física - Licenciatura, que seja feito um acompanhamento permanente dos discentes do curso, tanto do ponto de vista pedagógico quanto do ponto de vista bio-psicossocial. Para realizar este trabalho serão definidas, de forma colegiada, açõespara que sejam diagnosticadas as necessidades, definidas as ações de intervenção na forma de parcerias e encaminhadas para o Núcleo de Apoio ao Estudante, caso necessário. Além do trabalho a ser desenvolvido no Núcleo de Atenção ao Estudante em parceria com os cursos, pretende-se viabilizar ações/projetos/programas/cursos extraclasse com o objetivo de atender carências educacionais dos alunos ingressantes, de forma que possibilitem um melhor rendimento deles nas atividades de graduação. 43 7. CONCEPÇÃO DO CURSO 7.1. Fundamentação Teórico-Metodológica As mudanças ocorridas nos últimos anos, em todos os segmentos da vida humana, nos sinalizam para a necessidade de rever posturas, apurar nosso espírito crítico-reflexivo, para acompanhar, sem perder de vista nossa humanidade, as novas demandas impostas. Formamos uma aldeia global, em que as informações estão disponíveis cada vez em menor tempo e os conhecimentos acumulados historicamente podem ser acessados a qualquer tempo, em qualquer espaço, graças aos avanços da tecnologia informacional. Comunicar-se passa a ser uma habilidade revestida de outras roupagens, neste contexto. Pode-se comunicar a grandes distâncias, com o uso de ferramentas tecnológicas como o computador e o telefone celular, conectados, por vias eletrônicas invisíveis aos nossos olhos, à rede mundial de computadores: a internet. Por esses meios, já é possível estabelecer contato para diversas finalidades: educacionais, corporativas, afetivas, entre outras, o que reconfigura também as relações no mundo do trabalho e no mundo social. O papel da universidade, nesse contexto, traduz-se pela necessidade de concretizar sua essência de universalização do conhecimento científico. Não é mais possível, na chamada Sociedade do Conhecimento, que os saberes científicos fiquem restritos a pequenos grupos. Portanto, a abertura da universidade pública brasileira é esperada para além da articulação de atividades de ensino, pesquisa e extensão. Espera-se que ela cumpra, ainda, seu papel social de contribuir para a formação da integralidade humana, de forma inclusiva e democrática. Nessa proposta pedagógica, atendemos a duas perspectivas básicas em nossa concepção educativa: a necessidade de uma formação generalista e humanística que concorra para uma relação crítico-reflexiva entre sujeito e mundo social no chamado Ciclo Comum de Formação, primeiro ano do curso, e também para a necessidade de formar professores competentes nos conhecimentos específicos e pedagógicos da respectiva área de saber. Para isso pensamos ser fundamental ter nossa proposta alicerçada nos seguintes princípios: flexibilidade curricular; metodologias de ensino que tenham como foco a aprendizagem; interdisciplinaridade; construção de postura crítico-reflexiva contemporâneo; 43 acerca das discussões do mundo 44 indissociabilidade entre teoria e prática. Estes princípios estão de acordo com o decreto 6096, de 24/04/07, que instituiu o Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI que expressa à necessidade de ampliar a mobilidade estudantil, com a implantação de regimes curriculares e sistemas de títulos que possibilitem a construção de itinerários formativos. Para alcançar essa meta, a flexibilidade é fundamental na organização curricular. O aluno, ao entrar na universidade, precisa desenvolver sua autonomia acadêmica, podendo optar, desde o ingresso, entre unidades temáticas ofertadas. Para que isso se concretize em nossa proposta, o aluno terá a sua disposição algumas possibilidades de escolha, já no início do curso, que constituirão as unidades temáticas de natureza eletiva. Essa flexibilidade oportunizará que o aluno possa escolher unidades temáticas que não sejam, necessariamente, da área do seu curso. Assim, no primeiro ano da formação, no chamado Ciclo Comum de Formação, a partir um total de 02 créditos ou carga horária de 30h/a, o aluno poderá eleger uma unidade temática no primeiro período. Caso ele opte por integralizar o curso num período superior a quatro e inferior a seis anos, ele poderá, ainda, cursar a carga horária eletiva, num limite de 02 créditos ou 30h/a semestrais em outro momento do curso dentro desse prazo de integralização. Além dessa possibilidade de flexibilidade curricular, que será específica para o primeiro ano da formação, o currículo expresso nesta proposta pedagógica também prevê a possibilidade do aluno integralizar, nos três próximos anos do curso, outras unidades temáticas eletivas e também unidades temáticas optativas. Para isso, o curso incentivará a participação do aluno nesse componente curricular, destacando sua importância para o enriquecimento do currículo. Elas poderão ser ofertadas pelo curso em horários diferenciados que atendam a demanda de alunos trabalhadores, embora não sejam obrigatórias. Além disso, o aluno também poderá optar por realizar optativas em outras instituições de Educação Superior, o que também atende ao princípio da mobilidade estudantil. Ainda tratando de flexibilidade, outra opção prevista para o aluno é, ao final do primeiro ou segundo período do Ciclo Comum de Formação, ou seja, o primeiro ano, realizar uma troca da sua opção inicial de curso, o que chamamos de reopção de curso. Caso o aluno tenha percebido maior afinidade por outro e este possua disponibilidade de vaga, o aluno terá essa possibilidade. Para realizar a reopção de curso a universidade abrirá edital próprio, amplamente divulgado, informando todos os critérios necessários para participação dos alunos. 44 45 A estrutura acadêmica também levará em conta o novo contexto vivido. As propostas educacionais baseadas numa relação professor-aluno tradicional, em que há predominância da ação docente em detrimento da ação discente, também serão revistas. Os estudos que apontam para essa necessidade, contraditoriamente, são produzidos no próprio meio acadêmico, que ainda perpetua, em muitos casos, o mesmo modelo tradicional, com ênfase no ensino em detrimento da aprendizagem. Portanto, nossa proposta pedagógica leva em conta uma reflexão não só de conteúdos necessários à formação integral, numa perspectiva progressista, mas também na reflexão do seu próprio fazer educativo cotidiano. Daí considerarmos fundamental que a equipe responsável pela concretização desse projeto fomente um trabalho sistemático e coletivo de formação em serviço. Sobre o uso de novas metodologias, elas devem ser implementadas na perspectiva de que ensinar só é relevante se resultar em aprendizagem. Com esse ponto de vista, o aluno passa a ser o foco central da ação educativa, elevando a qualidade do processo educacional. Uma prática pedagógica que leva em conta a interdisciplinaridade, também é princípio fundamental nesta proposta. Entendemos que o conceito de interdisciplinaridade está de acordo com a visão de conhecimento que se espera no contexto atual, indo além dos limites disciplinares para formas mais integradas de saber. Nesse sentido, compreender o que acontece no mundo e com a humanidade, numa visão interdisciplinar, seria um diálogo de complementaridade entre os diferentes pontos de vista e áreas do conhecimento que podem explicar um mesmo fenômeno. É como nos apresenta Masetto (2006), a interdisciplinaridade nos permite esperar a produção de um conhecimento científico novo a partir de duas ou mais diferentes áreas de conhecimento que se integram para tal. Para a concretização de um projeto alicerçado na visão de interdisciplinaridade, novamente percebemos a necessidade de um trabalho de equipe constante. Só o currículo formal, nessa perspectiva, é insuficiente para dar “concretude” à nossa proposta. Para efetiválo, transformá-lo no “currículo em ação” sabemos ser fundamental que os docentes incumbidos de sua operacionalização tenham afinidade de intenções. Só assim a dimensão interdisciplinar poderá ser desenvolvida conforme proposto. É preciso, como afirma Fazenda (2003, p.67), estabelecer a parceria, um dos fundamentos de uma proposta interdisciplinar, pois “a parceria consiste numa tentativa de incitar o diálogo com outras formas de conhecimento a que não estamos habituados, e nessa tentativa, a possibilidade de interpenetração delas”. Só assim a dimensão interdisciplinar poderá ser desenvolvida conforme proposto. 45 46 A construção de uma postura crítico-reflexiva, pelo aluno, acerca das discussões atuais do mundo contemporâneo, também é primordial nessa nova organização curricular. Na atualidade percebe-se que pensar a complexidade humana, sob os mais diferentes pontos de vista, não se constitui, tendo em vista os índices de avaliação do Ministério da Educação relacionados com a Educação Básica, como princípio norteador deste nível de escolaridade. Em função do modelo tradicional ainda muito presente, não se verifica, de forma geral, uma postura crítica do egresso do Ensino Médio. Chama a atenção, que somente em 2008 por força de lei, foram regulamentas e serão obrigatoriamente oferecidas as disciplinas de Sociologia e Filosofia no Ensino Médio. Acreditamos ser esta uma política pública que em muito contribuirá para a melhoria da formação integral do aluno. Em nossa proposta, o exercício de elaboração do pensamento, que conduzirá uma construção permanente de criticidade acerca do mundo social, deverá perpassar todos os conteúdos a serem discutidos, como ponto de partida e de chegada. Sempre provisórios em relação à dinâmica do processo de desenvolvimento humano. Como último princípio, fundamentamos nossa proposta na necessidade de indissociabilidade entre teoria e prática. Entendemos que aprender envolve diferentes níveis de organização da inteligência e o nível teórico é apenas um deles. Acreditamos que um novo conhecimento só se incorpora a outro pré-existente, com a mediação de um sujeito social que esteja preparado/habilitado e tenha a competência para contribuir com este processo; no caso, o docente. É necessário, portanto, que ele conheça os mecanismos da inteligência para a aquisição de novas aprendizagens, fazendo de sua prática pedagógica algo significativo para o aluno. Significar deve, nessa perspectiva, ser a busca constante de conexões entre o que o aluno já sabe, já viveu, já experimentou, e o novo conhecimento. Acreditamos, ainda, que dar equilíbrio a estas questões teórico-práticas é importante no sentido de possibilitar a passagem de um nível de aprendizado mecanicamente treinado para um nível de aprendizagem que se incorpora ao fazer, ao pensar, ao agir, ao intervir, enfim, à essência humana. O desenho curricular do curso de Licenciatura em Física desenvolve-se através de três eixos básicos de sustentação: Vida em Sociedade e Formação Pedagógica Comum, Múltiplas Linguagens e Especificidades da Formação na área de Licenciatura em Física. Desses eixos originam- se unidades temáticas específicas. No eixo temático Vida em Sociedade e Formação Pedagógica Comum, estão articuladas unidades temáticas com conteúdos relacionados com uma formação geral e humanística, além 46 47 de conteúdos relacionados com a formação pedagógica dando a possibilidade ao ingresso, de perceber a complexidade dos fenômenos naturais, sociais e culturais e suas relações com a vida em sociedade e a complexidade humana. Por isso a proposta prevê neste eixo uma formação integrada nas áreas de Ciências Humanas fundamentadas em bases filosóficas do conhecimento científico. A partir daí, pretende-se que o ingresso tenha melhores condições de pensar o mundo em diferentes perspectivas: econômica, política, artística, histórica, filosófica, sociológica, antropológica, social, entre outras. O eixo temático Múltiplas Linguagens é um eixo integrador e mediador. Por meio desse eixo os aprendizes terão a possibilidade de incorporar instrumentos e habilidades para construir, refletir e exteriorizar suas aprendizagens. Será oportunizada uma formação geral a partir de processos de comunicação e expressão diferenciados, que proporcionarão a construção de competências e habilidades para que o aluno tenha melhores condições de assumir sua cidadania. Esta construção perpassará toda a sua formação, dando ênfase à utilização da língua materna em suas dimensões falada e escrita, às linguagens corporal, visual, artístico-cultural, às metodologias de cunho científico e também às linguagens relacionadas ao uso de novas tecnologias na educação. No eixo temático Especificidades da Formação na área de Licenciatura em Física os aprendizes construirão as habilidades e competências relacionadas às especificidades da área do saber Físico, que o capacitarão para tornar-se um profissional capaz de criar e executar um projeto político pedagógico na Educação Básica com excelente qualidade. Esse eixo proporcionará a construção de habilidades e competências para que o professor/educador se forme para atuar como um profissional da aprendizagem. Em um curso com um desenho curricular estruturado em eixos o pensamento é de um currículo em rede, em trabalhar os conteúdos sem uma linearidade, evitando-se a fragmentação dos conteúdos em disciplinas e permitindo a articulação de um movimento processual no currículo, garantindo, assim, de certa forma, que este mantenha suas características de ser e estar sempre em construção. Visualizamos, a seguir, a estrutura do currículo construído em rede. 47 48 Figura 01: Currículo em rede A seguir, a visualização dos eixos e unidades temáticas do primeiro e segundo períodos: Figura 02: Eixos temáticos e unidades temáticas do Ciclo Comum de Formação 48 49 No próximo desenho, a visualização do Eixo: Múltiplas Linguagens: Interpretação e criação de textos sobre as áreas afins. Textualidade. Coerência e coesão textual. Textos descritivos, narrativos e argumentativos e a relação com a produção acadêmica (relatórios, resenhas, fichamentos, monografias). A mídia na educação. O paradigma das mediações culturais e sua relação com a articulação de agentes culturais e sociais em torno de projetos de transformação social.O planejamento ecossistemas e desenvolvimentos educativos mediados Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos de Científicos. Redação de trabalhos científicos. Recursos, por normas e técnicas para organização e apresentação de processos de educação e pelo uso das tecnologias trabalhos de informação. A interface científicos. Fontes e procedimentos metodológicos. A investigação e a construção do Educação e Comunicação. conhecimento nas ciências exatas e humanas. Figura 03: Detalhamento do Eixo: Múltiplas Linguagens Sendo a flexibilidade na organização curricular um dos princípios desse projeto, uma das características dessa flexibilização é que o aluno, ao entrar na universidade opte, desde o ingresso, por conteúdos gerais que lhes despertem o desejo de aprender, desenvolvendo, a partir daí, habilidades e competências essenciais para a sua formação. Antes de confirmar sua opção profissional, o aluno deve ter a chance de construir conhecimentos mais sólidos, de natureza generalista e humanista, em oposição à profissionalização precoce e especializada que se verifica atualmente nos currículos convencionais. Pensando nisso criamos nos dois primeiros períodos, o que chamamos de Ciclo Comum de Formação. 7.2. Objetivos A formação do(a) licenciado(a) em Física deve viabilizar uma capacitação teóricometodológica e ético-política que o(a) prepare para compreender e atuar no processo de ensino-aprendizagem na escola básica e nas suas relações com o contexto no qual se inserem as instituições de ensino, propiciando aprendizagens significativas ancoradas em saberes, conhecimentos e habilidades anteriores dos estudantes e em atividades socioeconômicas, 49 50 políticas e ambientais. Dentro dessa propostas podemos citar como objetivos específicos do curso: Promover o ensino da Física com estímulo à autonomia intelectual do aluno, valorizando a expressão de suas idéias e de seus saberes não científicos; Resolver problemas concretos da prática docente e da dinâmica escolar, zelando pela aprendizagem dos alunos e pela qualidade do ensino ministrado na instituição; Fornecer uma sólida formação teórica e prática em Física, que permita construir relações com o conhecimento, que levem ao efetivo domínio de seus fundamentos; Promover atividades integradas à pesquisa, ensino e a extensão no sentido de estimular a criação e a reflexão; Incentivar atividades de enriquecimento cultural, desenvolvendo práticas investigativas e utilizando metodologias, estratégias e materiais de apoio; Incentivar o trabalho dinâmico e a postura crítica frente à realidade; Promover o saber científico, gerar novas tecnologias e estimular a evolução cultural, procurando socializar os conhecimentos produzidos pela academia, por meio de todos os níveis do ensino e veículos de comunicação; Estimular a educação continuada. 7.3. Perfil do Egresso De forma geral, o perfil do egresso do curso de Licenciatura em Física da UFTM é o de um professor formado com excelência para atuar nos quatro anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio da Educação Básica, de forma criativa, crítico-reflexiva, democrática, ética e comprometida com uma aprendizagem transformadora, a partir do domínio teórico-prático do seu campo de saber, tendo em vista o desenvolvimento do aluno em todas as suas dimensões. O Licenciado em Física deve ser um profissional com conhecimentos sólidos e atualizados em Física, dominando tanto os seus aspectos conceituais, como os históricos e epistemológicos e em Educação, de forma a dispor de elementos que lhe garantam o exercício competente e criativo da docência nos diferentes níveis do ensino formal e espaços nãoformais, atuando tanto na disseminação dos conhecimentos desenvolvidos pela Física 50 51 enquanto ciência e instrumento de leitura da realidade e construção da cidadania, como na produção de novos conhecimentos relacionados ao seu ensino e divulgação do conhecimento. Assim, a definição do perfil do egresso do curso de Licenciatura de Física se pauta nos pressupostos de que o educando compreenda a Física como um processo de construção e reconstrução e o papel que o professor de Física deve desempenhar na interpretação deste processo. Esse profissional não deve ser pensado apenas em sua dimensão mais usual, ou seja, ligado ao ensino formal da Física, mas sim, àquele capaz de desenvolver habilidades ligadas à pesquisa, à investigação dos processos físicos, à transmissão do conhecimento especializado e estabelecer diálogo com disciplinas afetas, pois essas dimensões não devem ser pensadas isoladamente. Dentro deste perfil geral de professor, podem se distinguir perfis específicos, tomados como referencial para o delineamento da formação em Física: Físico – educador: dedica-se preferencialmente à formação e à disseminação do saber científico em diferentes instâncias sociais, seja através da atuação no ensino escolar formal, seja através de novas formas de educação científica, como vídeos, “software”, ou outros meios de comunicação. Não se ateria ao perfil da atual Licenciatura em Física, que está orientada para o ensino médio formal. Físico – pesquisador: ocupa-se preferencialmente de pesquisa, básica ou aplicada, em universidades e centros de pesquisa. Esse é com certeza, o campo de atuação mais bem definido e o que tradicionalmente tem representado o perfil profissional idealizado na maior parte dos cursos de graduação que conduzem ao Bacharelado em Física. Físico – tecnólogo: dedica-se dominantemente ao desenvolvimento de equipamentos e processos, por exemplo, nas áreas de dispositivos opto-eletrônicos, eletro-acústicos, magnéticos, ou de outros transdutores, telecomunicações, acústica, termodinâmica de motores, metrologia, ciência dos materiais, microeletrônica e informática. Trabalha em geral de forma associada a engenheiros e outros profissionais, em microempresas, laboratórios especializados ou indústrias. Este perfil corresponderia ao esperado para o egresso de um Bacharelado em Física Aplicada. Físico – interdisciplinar: utiliza prioritariamente o instrumental (teórico e/ ou experimental) da Física em conexão com outras áreas do saber, como, por exemplo, Física Médica, Oceanografia Física, Meteorologia, Geofísica, Biofísica, Química, Física Ambiental, Comunicação, Economia, Administração e incontáveis outros campos. Em quaisquer dessas situações, o físico passa a atuar de forma conjunta e harmônica com especialistas de outras 51 52 áreas, tais como químicos, médicos, matemáticos, biólogos, engenheiros e administradores. O físico, seja qual for sua área específica de atuação, deve ser um profissional que, apoiado em conhecimentos sólidos e atualizados em Física, seja capaz de abordar e tratar problemas novos e tradicionais e que esteja sempre preocupado em buscar novas formas do saber e do fazer científico e/ou tecnológico. Em todas as suas atividades, a atitude de investigação deve estar sempre presente, embora associada a diferentes formas e objetivos de trabalho.. O físico deverá ainda ser capaz de contextualizar sua atuação dentro de sua realidade sócio-econômico, histórico-cultural e política, qualidade esta necessária a um profissional que venha a atuar como agente transformador da sociedade. 7.4. Habilidades e Competências O Licenciado em Física deve possuir as seguintes habilidades e competências: fazer escolhas pedagógicas, conforme os ciclos de desenvolvimento e a diversidade humana, de acordo com princípios políticos, éticos, estéticos e epistemologicamente coerentes; oportunizar o diálogo entre os alunos, orientando-os a respeitar e valorizar a diversidade humana tendo em vista a valorização das diferenças, a solidariedade e o exercício da cidadania; fazer uso de diferentes linguagens em suas mais variadas manifestações: visual, corpórea, gestual, artística, oral, escrita, matemática, informacional, em diferentes situações; ler com proficiência textos em língua portuguesa e, como professor, levar seus alunos a fazer leituras significativas de diferentes tipos de texto, de modo a descobrir e inferir significados, a partir do seu conhecimento de mundo, numa postura crítica-reflexiva; redigir textos, em língua portuguesa, com coesão e coerência, criatividade, autoria e adequação à situação de comunicação e aos padrões da gramática normativa; desenvolver atitude de pesquisa como componente indissociável do seu fazer pedagógico; desenvolver hábitos de aprendizagem permanente; mediar e gerenciar conflitos nas relações que estabelece no contexto escolar entre 52 53 professor-aluno, professor-professor e professor-unidade escolar; gerir o seu fazer pedagógico articulando-o a diversificados ambientes de aprendizagem com duração de tempo e espaço adequados e também diversificados; trabalhar em equipe. desenvolver uma visão de totalidade sobre o mundo; atuar de maneira interdisciplinar; desenvolver atitudes propositivas que levem em conta a análise da realidade, a busca de intervenções que possibilitem a sua melhoria, a concretização de ações e a avaliação dos processos, num movimento dinâmico e constante; priorizar o efetivo aprendizado de seus alunos, como concretização da sua prática docente 53 54 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Em decorrência dos princípios propostos na concepção do curso, que prevê como fundamentos essenciais, durante todo o seu percurso, a flexibilidade curricular, metodologias de ensino que tenham como foco a aprendizagem, a interdisciplinaridade, a construção de postura crítico-reflexiva acerca das discussões do mundo contemporâneo e indissociabilidade entre teoria e prática, é importante destacar dois momentos neste currículo. O primeiro diz respeito aos dois semestres iniciais, chamado de Ciclo Comum de Formação, que tem caráter de formação generalista, proporcionando ao aluno uma visão ampla das relações entre o homem e o mundo. O segundo, a partir do terceiro semestre, dá ênfase à formação específica da área de física, aliado à formação pedagógica do “ser professor”. O Ciclo Comum de Formação será uma etapa comum aos Cursos de Licenciatura em Geografia, História, Matemática, Física, Ciências Biológicas e Química. Pela natureza de proximidade na formação, também será comum ao Curso de Serviço Social. Dada a sua especificidade, apresentaremos a seguir o perfil desejado para o aluno ao término desta etapa de formação: Professor formado com excelência para atuar nos quatro anos finais do Ensino Fundamental e Médio da Educação Básica, de forma criativa, crítico-reflexiva, democrática, ética e comprometida com uma aprendizagem transformadora, a partir do domínio teórico-prático do seu campo de saber, com habilidade para usar recursos tecnológicos diversos na solução de problemas específicos, tendo em vista o desenvolvimento do aluno em todas as suas dimensões. A partir deste perfil apresentamos, ainda, os objetivos propostos para o Ciclo Comum de Formação: formar um cidadão ético para atuar no aperfeiçoamento das relações pessoais e sociais em uma sociedade pluralista e multicultural; desenvolver o posicionamento crítico-reflexivo acerca de temas discutidos da atualidade; ampliar a visão de mundo, percebendo que um mesmo fenômeno social pode ser analisado à luz de diferentes saberes que são complementares e 54 55 inter-dependentes; perceber que nessa organização curricular atendemos ao princípio da interdisciplinaridade e que os conteúdos específicos desenvolvidos durante a formação só terão significado se colaborarem para uma visão de totalidade sobre o mundo; ter acesso a conhecimentos variados, de diferentes matrizes teóricas, para incorporar ao escopo da sua integralidade humana; desenvolver atitude de pesquisa permanente; articular fundamentos teóricos desenvolvidos em situações da vida cotidiana; buscar equilíbrio entre formação acadêmica, científica e cultural dos alunos; favorecer o protagonismo dos estudantes em sua formação acadêmica, científica e cultural, a partir do entendimento da complexidade dos fenômenos estudados; propiciar trocas e cooperação entre os estudos realizados nos eixos temáticos de formação, especialmente na unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos, tendo em vista sua natureza de estudo colaborativo; envolver a Universidade na discussão de assuntos que possam reverter em melhorias para a comunidade em que está inserida, cumprindo sua responsabilidade social. 8.1. Competência e Habilidades - Ciclo Comum de Formação Formar o aluno em sua totalidade, numa perspectiva generalista e humanística, para que ele seja capaz de: pensar a complexidade humana, a partir das diferentes áreas de saber contempladas no Ciclo de Formação Comum, vivências e experiências pessoais e sociais e posicionar-se em relação a estas referências; ler textos em diferentes linguagens, apropriando-se das suas informações explícitas e também sendo capaz de fazer inferências, ou seja, lendo o que está implícito; 55 56 usar adequadamente diferentes linguagens em suas mais variadas manifestações: visual, corporal, gestual, artística, oral, escrita, matemática, informacional, entre outras, em diferentes situações e em diferentes níveis de formalidade; redigir textos, em língua portuguesa, com coesão e coerência, criatividade, autoria e adequação à situação de comunicação e aos padrões da gramática normativa; desenvolver atitude de pesquisa como componente indissociável do seu fazer acadêmico; desenvolver hábitos de aprendizagem permanente; gerir a sua atividade discente, com o desenvolvimento de disciplina e autonomia para os estudos acadêmicos presenciais e semi-presenciais; trabalhar em equipe; desenvolver uma visão sistêmica sobre os temas e problemas de sua área de atuação; desenvolver atitudes propositivas que levem em conta: a análise da realidade, a busca de intervenções que possibilitem a sua melhoria, a concretização de ações e avaliação, num movimento dinâmico e constante. 8.2. Desenho curricular do Ciclo Comum de Formação O currículo do Ciclo Comum de Formação dos Cursos de Licenciatura, na UFTM, está organizado de maneira que os três eixos o perpassam, conforme a figura abaixo: Quadro 1 - Matriz Curricular do 1º período do Ciclo Comum de Formação Cursos de Licenciatura e Serviço Social. EIXO UNIDADES TEMÁTICAS VIDA EM Homem, Sociedade e Cultura PERÍODO I SOCIEDADE E FORMAÇÃO CARGA CATEGORIA HORÁRIA/ CRÉDITOS 90h/a Obrigatória 6c Eletiva ofertada pelo Curso de PEDAGÓGICA Licenciatura em Geografia I 30h/a 2c 56 Eletiva 57 COMUM Eletiva ofertada pelo Curso de I Licenciatura em Matemática Eletiva ofertada pelo Curso de I 30h/a Eletiva 2c Eletiva ofertada pelo Curso de em Eletiva 2c Licenciatura em Química Licenciatura 30h/a I Ciências 30h/a Eletiva 2c Biológicas Eletiva ofertada pelo Curso de I Serviço Social Eletiva 2c Leitura e Produção de Textos I MÚLTIPLAS LINGUAGENS 30h/a 60h/a Obrigatória 2c Metodologia Científica I 30h/a Obrigatória 2c Estudo e Desenvolvimento de I Projetos I Atividades 60h/a Obrigatória 4c Acadêmico- I 30h/a Obrigatória I 30h/a Eletiva Científico-Culturais ESPECIFICIDA Eletiva ofertada pelo Curso de DES NA ÁREA Licenciatura em Física DE 2c Matemática Básica para os I LICENCIATURA cursos de Exatas 30h/a Obrigatória 2c EM FÍSICA * As Uts eletivas serão ofertadas semestralmente, cabendo ao Colegiado de Curso a definição de outras possibilidades de oferta que concorram para o enriquecimento curricular do aluno. Portanto, periodicamente o Colegiado de Curso avaliará essa oferta e decidirá pela sua variação ou não. Caso isso aconteça, as novas opções de eletivas deverão ser incluídas no ementário do Projeto Pedagógico de Curso. Quadro 2 - Matriz Curricular do 2º período do Ciclo Comum de Formação Cursos de Licenciatura e Serviço Social. EIXO UNIDADES TEMÁTICAS 57 PERÍODO CARGA CATEGORIA HORÁRIA/ CRÉDITOS 58 VIDA EM Formação Sócio-Histórica II SOCIEDADE E Brasileira FORMAÇÃO 30h/a Obrigatória 2c Trabalho e Sociabilidade II PEDAGÓGICA 90h/a Obrigatória 6c COMUM MÚLTIPLAS Letramento Matemático II LINGUAGENS Educação e II Tecnologias II Projetos II* Atividades 30h/a Obrigatória 2c Estudo e Desenvolvimento de 60h/a Obrigatória 4c Acadêmico- II Científico-Culturais 30h/a Obrigatória 2c ESPECIFICIDA Fundamentos de Física II DA FORMAÇÃO Obrigatória 2c Comunicação, DES 30h/a 60h/a Obrigatória 4c Introdução ao cálculo diferencial NA ÁREA DE e Integral II 30h/a Obrigatória 2c LICENCIATUR A EM FÍSICA * Para cursar Estudos e Desenvolvimento de Projetos II o aluno deverá ter sido aprovado em Estudos e Desenvolvimento de Projetos I A organização curricular do Ciclo Comum de Formação e conseqüentemente de todo o curso, conforme expresso no capítulo “Concepção do Curso”, traduz a idéia de que é necessário partir de uma visão ampla sobre as relações entre o homem e o mundo. Para isso, o aluno desenvolverá diferentes habilidades para construir as competências necessárias. De cada unidade temática emanam conteúdos articulados de modo a não perder de vista a interdisciplinaridade, a autonomia do aluno para desenvolver investigações em áreas diversas de estudo e pesquisas em parceria com outras instituições que investigam as mesmas temáticas. Metodologicamente, espera-se que a prática pedagógica privilegie um movimento constante de interação teórico-prática, permeada pelas relações interpessoais e 58 59 desdobramentos do campo pedagógico. Nesse sentido, estudar os fundamentos das ciências, só terá significado e relevância se for oportunizado ao ingresso, experiências de confrontação com a realidade, além das discussões conceituais, para que o estudante tenha condições, inclusive, de pensar a possibilidade de sua transformação. 8.3 Organização Curricular da Formação Específica do Professor de Física Segundo as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica (Resoluções CNE/CP 1/1999, 1 e 2/2002 – Pareceres CNE/CP 09, 21, 27 e 28/2001); às Diretrizes Nacionais Curriculares para os Cursos de Física (Parecer CNE/CES nº 1.304 e Resolução CNE/CES nº 9); aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias, o graduado em licenciatura em Física é um profissional capaz de: Compreender e explicar os diferentes conceitos que informam as estruturas e as relações sócio-históricas de uma dada sociedade; A integração entre os conhecimentos específicos da área de Física e os conhecimentos de educação; A transposição didática dos conhecimentos aprendidos durante o curso e que serão objeto de sua intervenção no contexto escolar, considerando-se sua relevância e inserção nas diferentes etapas da Educação Básica; A reflexão sobre condicionantes sociais, históricos e pedagógicos que caracterizam os processos de ensinar e aprender na área de Física; A motivação para o desenvolvimento de pesquisas sobre os processos de ensino e aprendizagem dos conteúdos de Física na Educação Básica; Conhecer os princípios físicos básicos, bem como de suas diferentes modalidades de combinações no tempo e no espaço; Saber transitar pelas fronteiras entre a Física e outras áreas do conhecimento sendo capaz de diferenciá-las; Ter as competências necessárias para atuar no ensino de Física, tanto no âmbito formal, como em práticas não-formais, para produzir materiais pedagógicos e para refletir sobre as questões referentes ao ensino da Física nos diferentes âmbitos e níveis em que ele se desenvolve; 59 60 Estar capacitado para desenvolver a pesquisa e a produção de conhecimento não só no âmbito da produção acadêmica propriamente dita, como em instituições de pesquisa, públicas e privadas, atuar em assessorias para o desenvolvimento de políticas e projetos na gestão que envolvam processos físicos. E, atendendo as diretrizes acima elencadas, o curso de Licenciatura em Física da UFTM, fundamentado na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão propõe o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades: Domínio das linhas gerais da Física em suas várias dimensões e conhecer as principais vertentes teóricas que orientam as aplicações e análises físicas. Realizar a articulação entre informações teóricas e experimentais de forma crítica, tanto na atividade de docência quanto na de pesquisa, seja no âmbito acadêmico, como em instituições de pesquisa, de desenvolvimento de projetos ligados à gestão de ensino; Dominar os conteúdos básicos que são objetos de ensino-aprendizagem no ensino fundamental e médio, bem como os métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transmissão do conhecimento para os diferentes níveis de ensino; Manter um diálogo interdisciplinar, matizando aquilo que é especificidade do campo da física e alargando a possibilidade de propor questões e objetos para o estudo da Física; Considerar as preocupações do presente e os compromissos de (re)escrever os desafios encontrados na prática do ensino de física, a partir da problematização da realidade vivida, particularmente nos projetos e atividades de extensão e ensino de Física. Integrar suas práticas ao contexto da cultura digital, da aprendizagem colaborativa, aberta e em rede. As Diretrizes Curriculares Nacionais que orientam a elaboração do projeto pedagógico do curso enfatizam a necessidade de se adotar uma nova abordagem para a formação do profissional, uma vez que a sociedade, hoje tão competitiva, demandaprofissionais flexíveis e com capacidade de adaptação às novas realidades, de tal forma que o curso de graduação em Física deve ser estruturado para permitir que os egressos adquiram habilidades e competências que o mundo globalizado vem exigindo e 60 61 para o exercício do trabalho em atividade docente. Além disso, o curso deve facilitar e promover o processo de compreensão do meio sócio-econômico, histórico-cultural e político destes egressos, os quais serão importantes agentes na formação de cidadãos. O curso tem a prática pedagógica como articuladora da integração entre o saber acadêmico e a prática profissional para permitir o desenvolvimento de competências e habilidades a serem utilizadas na prática docente, pois entende que a formação de professores deva estar fundamentada em um desenvolvimento intelectual e profissional. A seguir, as Unidades Temáticas da formação específica do professor de Física: EIXO UNIDADES TEMÁTICAS PERÍODO CARGA HORÁRIA*/ CATEGORIA CRÉDITOS Física I III Física Experimental I III Geometria Analítica III Cálculo Diferencial e Integral I Física II III IV DES DA Física Experimental II IV FORMAÇÃO NA Física Matemática I IV Cálculo Diferencial e Integral II Física III IV Física Experimental III V Física Computacional V Cálculo Diferencial e Integral III Física IV V VI Física Experimental IV VI Química Geral VI Física Matemática II VI ESPECIFICIDA ÁREA DE LICENCIATURA EM FÍSICA V 61 75 h/a 5c 45 h/a 3c 30 h/a 2c 60 h/a 4c 75 h/a 5c 45 h/a 3c 30 h 2c 60 h/a 4c 75 h/a 5c 30 h 2c 30 h 2c 60 h 4c 60 h 4c 30 h 2c 60 h 4c 45 h/a 3c Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória 62 MÚLTIPLAS LINGUAGENS Eletromagnetismo VII 75 h/a 5c 60 h 4c 60 h 4c 30 h 2c 60 h 4c 75 h 5c 45h 3c 60h 4c 60 h 4c 30h 2c Obrigatória Mecânica Clássica VII Termodinâmica VII Eletiva 3 VIII Evolução dos Conceitos da Física Estrutura da Matéria VIII Laboratório de Estrutura da Matéria TCC I VIII TCC II VIII Estudos e Desenvolvimento III IV 30h 2c Obrigatória V 30h 2c Obrigatória VI 30h 2c Obrigatória III 30h/a 2c Obrigatória IV 30h/a 2c Obrigatória V 30h/a 2c Obrigatória VI 30h/a 2c Obrigatória VII 30h/a 2c Obrigatória VIII 30h/a 2c Obrigatória VIII VII de Projetos III Estudos e Desenvolvimento de Projetos IV Estudos e Desenvolvimento de Projetos V Estudos e Desenvolvimento de Projetos VI Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais * Carga horária considerada em horas/aula, módulos de 50 min. cada. 62 Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória Obrigatória 63 8.4 Organização Curricular da Formação Pedagógica Comum aos Cursos de Licenciatura EIXO VIDA UNIDADES TEMÁTICAS PERÍODO EM Concepções de educação e III SOCIEDADE E novos paradigmas FORMAÇÃO PEDAGÓGICA COMUM CARGA HORÁRIA/ CRÉDITOS 30 h/a 2c CATEGORIA Obrigatória Política e organização da Educação Básica no Brasil III 30 h/a 2c Obrigatória História da Educação no Brasil Didática Geral e Saber Docente Teorias e estratégias de IV 30 h/a 2c 30 h/a 2c 30h/a Obrigatória IV V aprendizagem O Obrigatória Obrigatória 2c planejamento em V Educação 30h/a Obrigatória 2c 30 h/a 2c 30 h/a 2c Obrigatória VII 30 h/a 2c Obrigatória Língua Brasileira de Sinais VII Obrigatória Currículo Escolar VIII 30 h/a 2c 30 h/a 2c 30 h/a 2c V 120 h 8c Obrigatória VI 120 h 8c Obrigatória Avaliação Educacional VI Saberes do docente em VI Física O Uso de Tecnologias de Informação e Comunicação Obrigatória (TICs) na Aprendizagem de Física Instrumentação para o VIII Ensino de Física Orientação e Estágio Curricular Supervisionado I Orientação e Estágio Curricular Supervisionado II 63 Obrigatória Obrigatória 64 Orientação e Estágio VII 120 h 8c Obrigatória VIII 120 h 8c Obrigatória Curricular Supervisionado III Orientação e Estágio Curricular Supervisionado IV 8.5. Unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos A Unidade Temática Estudos e Desenvolvimento de Projetos (EDP), que faz parte do eixo Múltiplas Linguagens, tem características bastante distintas em seu desenvolvimento e, portanto, a necessidade de detalhamento, tanto no que diz respeito à concepção, quanto na operacionalização presentes nesse projeto pedagógico. A unidade temática EDP estará presente nos seis semestres iniciais do curso e será organizada a partir de problemas/temáticas que sejam do interesse do aluno. Os problemas/temáticas escolhidos desencadearão o estudo de conteúdos integradores em diferentes áreas de saber. Para isso as turmas, nessa unidade temática, serão organizadas em grupos menores, com a carga horária semestral distribuída em 30h/a presenciais e 30h/a à distância, totalizando 60h/a semestrais e 04 créditos, nos dois primeiros semestres. Nos demais semestres a carga horária da disciplina será 30 h/a presencias, representando 02 créditos e as temáticas serão focadas na área de formação do aluno. Todos os estudos desenvolvidos aí serão orientados pelos princípios da metodologia do trabalho científico, que está incorporada às atividades. Por ser uma das inovações curriculares presentes nessa proposta, é importante fundamentar a EDP, tendo em vista os princípios teórico-metodológicos já apresentados para o curso e a necessidade de articulação com as demais unidades temáticas. Com o detalhamento que apresentaremos em relação à Unidade Temática “Estudos e Desenvolvimento de Projetos”, esperamos que seus fundamentos sejam considerados ao longo de todo o curso, no sentido de guardar estreita unidade entre os ciclos comum e o específico da formação do licenciado em Física. 8.5.1. Fundamentos norteadores Uma das habilidades que se pretende desenvolver ao longo do curso é a 64 65 possibilidade de trabalhar em equipe. Na unidade temática Estudos e Desenvolvimento de Projetos, esse princípio será fundamental. Quando definido o problema/tema a ser investigado, os grupos serão convidados a assumir uma postura de busca coletiva para as possíveis soluções, articulando conteúdos de várias áreas do conhecimento. Terão, por isso, um papel ativo na construção de conhecimento. Para fundamentar nossa proposta de EDP, utilizaremos como referência o material produzido pela USP – Leste (2007), especialmente quando apresenta os processos acadêmicos do que chamam de “Resolução de Problemas – RP”. De acordo com esse material, os estudos envolvem grupos de alunos que atuam da seguinte maneira: identificando problemas na realidade científica e cotidiana; discutindo um problema particular; utilizando seus próprios conhecimentos e experiências, com o auxílio de professores e outros meios, na busca de respostas para o problema abordado; levantando uma série de hipóteses que podem explicar e resolver o problema; procurando investigar as hipóteses apontadas; apontando as possíveis respostas e/ou soluções e, no final do processo, preparando um relatório acadêmico contendo reflexões teóricas e análises sobre o problema estudado, e socializando os resultados do projeto desenvolvido com o coletivo da classe. Percebe-se que, com esta perspectiva de trabalho acadêmico, o papel do professor sofre mudanças e passa a ter o papel de mediador das aprendizagens que serão construídas pelo aluno a partir de suas orientações. De acordo com Krasilchik (2007), (...) embora em nível internacional existam várias maneiras de adotar o trabalho com Resolução de Problemas, as bases teóricas e os princípios de aprendizagem são os mesmos: a ação do sujeito que aprende sobre os objetos de conhecimento e uma estrutura de ensino-aprendizagem que tem a experiência como base de sustentação. Tais idéias encontram suas raízes nos trabalhos de autores como J. Piaget, L. Vygotsky, J. Dewey e K. Lewin, mas também autores mais recentes como Kolb (1984), Lave and Wenger (1991) e Gardner (2000). 65 66 Com este trabalho, pretendemos que o EDP dê protagonismo aos alunos no ato educativo, lhes permitindo aprender a aprender. A avaliação da aprendizagem, coerente com os princípios desta proposta pedagógica, deve ser processual, mediadora, formativa, contínua, de modo que permita verificar se a aprendizagem está sendo significativa. Fundamentados na concepção educativa do sócio-interacionismo, propomos a organização do EDP, para que a aprendizagem tenha relevância e significado para a construção de novos conhecimentos a partir de uma ação ativa do sujeito. Com isso, acreditamos que ele poderá ser protagonista na construção, produção e transformação da realidade, além de desenvolver uma postura científica desde o início da sua formação. E o papel docente no EDP, assim como em todo o curso? Passa a ser reconfigurado numa relação mediadora, facilitadora da aprendizagem. A responsabilidade dos novos saberes passa a ser do aluno, tendo o professor o papel de orientador dos estudos. Segundo Marques (2008, p.5): (...) o papel do professor é de um apoiante e facilitador, um mediador fundamental, que procura que sejam tidas em conta as diferenças cognitivas, sociais e afetivas dos alunos e que as interações se caracterizem pelo respeito mútuo, em que o erro seja tido como motor de desenvolvimento e em que haja lugar para a exigência, para a responsabilidade e solidariedade. A metodologia a ser utilizada no EDP leva em conta a construção e o desenvolvimento de projetos, concebidos como estratégia-base para que o aluno, desde o primeiro semestre, desenvolva a pesquisa como princípio fundamental em sua formação acadêmica. De acordo com Marques (2008) elaborar projetos situa os alunos na condição de agentes na construção do conhecimento, possibilitando o desenvolvimento de habilidades de análise, síntese e argumentação que são fundamentais na formação de profissionais melhor qualificados. A escolha da metodologia de projetos também leva em conta o que nos afirma Krasilchik apud Jensen (2004): (...) o trabalho com projetos, além de ser a forma com que a maioria das empresas, públicas e privadas, vem organizando sua estrutura operacional, ao ser introduzido como estratégia de aprendizagem, motiva os estudantes e 66 67 aumenta sua atividade. Além disso, assegura um aprendizado mais profundo sobre os temas investigados e, devido ao relatório que deve ser produzido ao final do projeto, melhora as habilidades dos estudantes no registro documental e análise das informações. 8.5.2. Formas de operacionalização Apresentamos, na seqüência, fases que consideramos fundamentais para o desenvolvimento das atividades em EDP: 1. Definição, em reunião de Colegiado de Curso, de temas gerais, dos quais se originarão os problemas a serem abordados nos projetos de cada grupo de estudo.Estes temas deverão ser pertinentes aos conteúdos ministrados nas unidades temáticas de cada semestre ou dos anteriores, com a possibilidade de também estarem articulados com a programação das atividades acadêmicocientífico-culturais, numa visão interdisciplinar. É importante destacar que, do terceiro ao sexto períodos, cada semestre de EDP se ocupará de uma abordagem específica da área de ensino de Física, tais como: experimentação, História da Ciência e o uso de simulações computacionais. Essa escolha deve também estar associada ao contexto social vivido pelo aluno, pois segundo Marques (2008), “a utilização de temas associados à vida cotidiana e à região, favorece a integração do estudante no curso, demonstrando ainda o potencial do mercado na absorção dos profissionais formados.”. 2. A partir dos temas gerais, cada grupo deverá elaborar o seu tema/problema de pesquisa, com orientação do docente de EDP a que ficará responsável a sua turma. Concomitantemente ao desenvolvimento do projeto, que poderá seguir uma estrutura básica, ou seja: definição do problema de pesquisa, objetivos, justificativa, procedimentos metodológicos e bibliografia, o respectivo docente orientador da turma, organizará estudos paralelos feitos presencialmente e a distância (esses específicos aos dois primeiros semestres do curso) para nortear o projeto em desenvolvimento. Como sugestão de organização dos estudos feitos a distância, sugerimos os roteiros de estudo e/ou utilização de ambiente virtual de aprendizagem. Além da organização dos estudos a distância feitos por meio de roteiros, é importante que o docente orientador registre, em 67 68 instrumento próprio, a entrega desses estudos feitos pelos alunos. Esse registro poderá se constituir em importante fonte para avaliação das atividades não presenciais, visto que será uma forma de registrar a presença e o envolvimento dos alunos com o desenvolvimento do trabalho. 1. Como conteúdo dos estudos feitos, presencialmente e a distância, além das temáticas gerais pesquisadas, sugerimos a inclusão de temáticas básicas ligadas a metodologia do trabalho científico, metodologia de projetos. Outras ferramentas para orientar os estudos a distância, poderão ser utilizadas pelo orientador de EDP que terá flexibilidade para escolher àquelas que considerar mais pertinentes. Para isso poderá escolher: ambientes virtuais de aprendizagem, blogs, e-mails, msn, chats, lista de discussões, Facebook, fóruns, entre outras opções. 2. Cada grupo de estudos definirá um planejamento para o desenvolvimento do seu projeto, com a orientação do docente de EDP. Neste planejamento deverão constar: o levantamento bibliográfico a ser consultado, as etapas do trabalho, cronogramas, definição de responsabilidades dentro do grupo e demais ações que se fizerem necessárias. Vale lembrar que com o desenvolvimento do projeto, algumas práticas ou idas a campo para observação e coleta de dados poderão ser realizadas, embora não signifique que a pesquisa de campo deva ser uma exigência do trabalho a ser desenvolvido. Mas pode ser uma boa escolha, a ser incentivada pelo professor, considerando que o contato com a realidade, tal como ela se apresenta, é uma diretriz importante para a formação de professores, conforme expresso na Resolução CNE/CP 1 de 2002, art. 12, parágrafo 2°: “A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor”. E mais a frente, no mesmo documento, art. 13, parágrafo 1°: “A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas observações realizadas e a resolução de situações-problema.” 3. Outra etapa do trabalho de EDP diz respeito ao registro da Prática de Ensino. Conforme expresso na Resolução CNE/CP 1 de 2002, art. 13 que diz que “em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar”, faremos a opção por 68 69 integralizar nossa Prática de Ensino, enquanto componente curricular, articulando ao trabalho de EDP nos primeiros seis semestres do curso. Isso não dispensa todos os demais componentes curriculares de terem uma dimensão prática. Para integralização das 60h semestrais de Práticas de Ensino, articuladas ao trabalho de EDP, sugerimos que o resultado da pesquisa seja socializado semestralmente, e as ações referentes ao planejamento e concretização dessa socialização, sejam registrados sob a forma do que chamaremos de Relatório Avaliativo da Prática de Ensino. A socialização pode ocorrer de inúmeras formas: em eventos de caráter científico-extensionista, seja na própria universidade ouem espaços de aprendizagem não formal ou via ferramentas web 2.0 compartilhando os resultados no espaço virtual., entre outras opções. Sugerimos que o Relatório Avaliativo da Prática de Ensino contenha as impressões do processo, incluindo o planejamento do trabalho de socialização; a definição das tarefas no grupo; a socialização e a avaliação do trabalho de socialização. Para a organização das aulas de EDP, tanto presenciais como a distância, a flexibilidade será uma constante, não havendo uma única forma de funcionamento. Cada docente orientador deverá elaborar sua própria estratégia. Apesar disso, quatro momentos podem ser considerados comuns nessa organização: a) aproximação ao tema e análise do problema; b) desenvolvimento de ações que levem à resolução do problema; c) formas de registro das ações e reflexões desencadeadas pelo problema, inclusive na carga horária referente às Práticas de Ensino, que deverão também constar no Portfólio do Projeto; d) socialização dos conhecimentos produzidos. Nessa proposta, acreditamos que a avaliação não é fim, mas meio. Para o aluno, um meio de corrigir erros e tomar outros caminhos em sua construção de conhecimentos e para o professor, meio de aperfeiçoar seus procedimentos de ensino-aprendizagem. Fundamentados numa concepção de avaliação formativa, que consiste no fornecimento de informações que serão utilizadas pelo docente, objetivando a melhoria do aluno durante o seu processo de aprendizagem, sugerimos a utilização do portfólio como um dos instrumentos avaliativos, por se diferenciar de outro trabalho acadêmico na medida 69 70 em que é construído por meio de reflexões a partir de diferentes linguagens, além de ser um meio para se organizar as aprendizagens. A partir deste modelo de organização, o processo será conduzido de forma significativa e coerente com as concepções educativas aqui apresentadas. 8.5.3. Avaliação da Unidade Temática EDP Sintetizando o exposto até agora, relativo à operacionalização de EDP, é importante que o docente orientador tenha claro os seguintes critérios para consolidar sua avaliação do discente: I. II. Cumprimento da carga horária prevista. Cumprimento das atividades propostas, sejam nos momentos presenciais ou a distância. III. Socialização do resultado da pesquisa, seja na forma de um projeto de pesquisa seja na forma de um relatório de pesquisa ou artigo científico. IV. Apresentação de um instrumento de avaliação definido pelo docente responsável pela disciplina que permita um acompanhamento do processo de construção do trabalho desenvolvido pelo aluno. 8.6. Unidades Temáticas Optativas Serão oferecidas como atividades do currículo mínimo estabelecido e constituem uma opção para o aluno complementar seus estudos independentes e outras atividades científico-culturais, bem como a formação didático-pedagógica. Também podem estar relacionadas às respectivas linhas de pesquisas pretendidas por cada aluno. As unidades temáticas optativas serão oferecidas com base nas necessidades dos alunos e será levado em consideração o interesse dos grupos de pesquisas nos respectivos Eixos Temáticos e também os critérios definidos pelo corpo docente. 8.7. Atividades Práticas Curriculares - APC A legislação relacionada aos cursos de licenciatura determina que o currículo desenvolva tanto atividades práticas como teóricas que se relacionem com o exercício da docência do futuro professor da escola básica. Diante disso, foi prevista a inclusão das Atividades Práticas Curriculares segundo orientações apontadas pela Resolução CNE/CP Nº 01/2002, conforme se lê no artigo 12: 70 71 § 1º A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado, que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso. § 2º A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do professor. § 3º No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes curriculares de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática. Desse modo, a fim de atender a legislação pertinente aos cursos de graduação, foi aprovado pelo Colegiado de Graduação a criação de um novo campo na matriz curricular para registro de tais atividades, denominado Atividades Práticas Curriculares – APC. Nos Projetos Pedagógicos dos cursos de Licenciaturas e Serviço Social as Atividades Práticas Curriculares nos primeiros seis períodos estão vinculadas à Unidade Temática de Estudos e Desenvolvimento de Projetos - EDP. A metodologia a ser utilizada em EDP leva em conta a construção e desenvolvimento de projetos, concebidos como estratégia-base para que o aluno, desde o primeiro semestre, desenvolva a pesquisa como princípio fundamental em sua formação acadêmica. Sendo assim, a EDP proporciona aproximação com os temas a serem estudados e a Atividade como Prática Curricular aproxima os alunos ao contexto onde essas temáticas se desenvolvem, ou seja, no campo profissional. A partir do sétimo período do curso, quando não existem mais EDPs, as Atividades Práticas Curriculares – APCs serão distribuídas dentro das unidades temáticas, de modo que não haja indissociabilidade entre teoria e prática na formação do futuro professor. Assim, as Atividades Práticas Curriculares deverão se constituir em momentos de formação privilegiados para articular o conhecimento conceitual da “matéria de ensino” com os conteúdos a serem ensinados na Educação Básica, considerando condicionantes, particularidades e objetivos de cada unidade escolar. 71 72 9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO Vigência a partir do 2° Semestre de 2010 9.1. Por eixo temático EIXO/PERÍODO ESPECIFICIDADES DA FORMAÇÃO NA ÁREA DE LICENCIATURA EM FÍSICA I PERÍODO II PERÍODO III PERÍODO IV PERÍODO V PERÍODO VI PERÍODO VII PERÍODO VIII PERÍODO Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade Temática Unidade Temática Temática Temática Temática Temática Temática Carga horária Temática Carga horária Carga horária Carga horária Carga horária Carga horária Carga horária Introdução à Fundamentos da Ciência Física Física I 75 h/a 5c Física II 75 h/a 5c Física III 75 h/a 5c Física IV 60 h/a 4c (Eletiva 1) 60 h/a 30 h/a 4c Carga horária Eletromagnetismo Estrutura da 75 h/a 5c Matéria 75 h/a 5c 2c Matemática Introdução ao Física Física Física Física Mecânica Clássica Laboratório de Básica para Cálculo Experimental I Experimental II Experimental III Experimental IV 60 h/a Estrutura da Cursos de Exatas Diferencial e 30 h/a 2c 30 h/a 2c Matéria Integral 45 h/a 3c 4c 30 h/a 45 h/a 3c 2c 30 h/a 2c 72 45 h/a 3c 73 Geometria Analítica 30 h/a 2c Física Física Química Geral Termodinâmica Eletiva 3 Matemática I Computacional 60 h/a 60 h/a 30 h/a 30 h/a 2c 30 h/a 2c 4c 4c 2c Cálculo Cálculo Cálculo Física Matemática Evolução dos Diferencial e Diferencial e Diferencial e II Conceitos da Integral I Integral II Integral III Física 60 h/a 60 h/a 60 h/a 45 h/a 3c 4c 4c 4c 60 h/a 4c Leitura e Comunicação, TCC I TCC II Produção de Educação e 30 h/a 30 h/a Textos Tecnologias 2c 2c MÚLTIPLAS 60 h/a 30 h/a LINGUAGENS 4c 2c Metodologia Letramento Científica Matemático 30 h/a 2c 30h/a 2c 73 74 Atividades Atividades Atividades Atividades Atividades Atividades Atividades Atividades Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Acadêmico- Científico- Científico- Científico- Científico- Científico- Científico- Científico-Culturais Científico- Culturais Culturais Culturais Culturais Culturais Culturais 30 h/a Culturais 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 2c 30 h/a 2c 2c 2c 2c 2c 2c Estudos e Estudos e Estudos e Estudos e Estudos e Estudos e Desenvolvimento Desenvolvimento Desenvolvimento Desenvolvimento Desenvolvimento 2c Desenvolvimento de Projetos I de Projetos II de Projetos III de Projetos IV de Projetos V de Projetos VI 60 h/a* 60 h/a* 30 h/a 30 h/a 30 h/a 4c 4c 2c 2c 30 h/a 2c VIDA EM Homem, Formação Concepções de História da Teorias e Saberes do O Uso de SOCIEDADE E Sociedade e Sociohistórica do educação e novos Educação no Estratégias de docente em Física Tecnologias de FORMAÇÃO Cultura Brasil paradigmas Brasil aprendizagem 30h/a Informação e PEDAGÓGICA 90 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30h/a 2c Comunicação COMUM 6c 2c 2c 2c 2c 2c (TICs) na Aprendizagem de Física 30 h/a 2c 74 75 Eletiva 2 Trabalho e Política e Didática geral e O planejamento Avaliação Língua Brasileira de Currículo 30h/a Sociabilidade organização da saber docente em educação educacional Sinais Escolar 2c 90h/a Educação Básica 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 30 h/a 6c no Brasil 2c 2c 2c 2c 2c 30 h/a 2c Instrumentação para o Ensino de Física 30 h/a 2c Orientação e Orientação e Orientação e Orientação e Estágio Curricular Estágio Curricular Estágio Curricular Estágio Supervisionado I Supervisionado II Supervisionado III Curricular 120 h/a 120 h/a 120 h/a Supervisionado 8c 8c 8c IV 120 h/a 8c 75 76 APC APC APC APC APC APC APC APC 60 h/a 60 h/a 60 h/a 60 h/a 60 h/a 60 h/a 60 h/a 60h/a 4c 4c 4c 4c 4c 4c 4c 4c (articulada com (articulada com (articulada com (articulada com (articulada com (articulada com (articulada com a (articulada com EDP) EDP) EDP) EDP) EDP) EDP) UT: O Uso de a UT: Tecnologias de Instrumentação Informação e para o Ensino de Comunicação Física) (TICs) na Aprendizagem de Física) Carga Horária Total 420 420 390 390 495 *30h/a presenciais e 30h/a à distância 76 495 495 510 77 9.2. Por período 1° PERÍODO Código Horas-Aula Unidades Temáticas Créditos Teórica Prática AD APC Total HSC Homem, Sociedade e Cultura 90 - - - 90 06 LPT Leitura e Produção de Textos 60 - - - 60 04 30 - 30 60 120 08 30 - - - 30 02 30 - - - 30 02 EDP1 METOD MATBA Estudos e Desenvolvimento de Projetos I Metodologia Científica Matemática Básica para Cursos de Exatas Pré-requisito - Eletiva I 30 - - - 30 02 - Eletiva II 30 - - - 30 02 00 30 - - 30 02 300 30 30 60 420 28 - Créditos Pré-requisito AACC1 Atividades Acadêmico-Científico Culturais I - SubTotal 2° PERÍODO Código Horas-Aula Unidades Temáticas Teórica Prática AD APC Total FSHB Formação Sócio-Histórica do Brasil 30 - - - 30 02 TSOC Trabalho e Sociabilidade 90 - - - 90 06 EDP2 Estudos de 30 - 30 60 120 08 e 20 10 - - 30 02 Letramento Matemático 30 - - - 30 02 Introdução ao Cálculo Diferencial e 30 - - - 30 02 Fundamentos da Física 60 - - - 60 04 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 290 40 30 60 420 28 e Desenvolvimento EDP1 Projetos II CET Comunicação, Educação Tecnologias LMAT ICDI MATBA Integral FFISC AACC2 Culturais II - SubTotal 77 - 78 3° PERÍODO Horas-Aula Unidades Temáticas Código FISC1 PréCréditos Física I Teórica Prática AD APC Total 75 - - - 75 05 requisito MATBA, FFISC FIEXP1 Física Experimental I GEOAN Geometria Analítica 00 45 - - 45 03 30 - - - 30 02 CDI1 Cálculo Diferencial e Integral I 60 - - - 60 04 CENP Concepções de Educação e Novos 30 - - - 30 02 30 - - - 30 02 de 30 - - 60 90 06 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - 30 02 255 75 60 390 26 Paradigmas POEBB Política e Organização da Educação Básica no Brasil EPD3 Estudos e Desenvolvimento Projetos III AACC3 Culturais III - SubTotal - - 4° PERÍODO Horas-Aula Código PréCréditos Unidades Temáticas requisito Teórica Prática AD APC Total CDI2 Cálculo Diferencial e Integral II 60 - - - 60 04 CDI1 FISC2 Física II 75 - - - 75 05 FISC1 FIEXP2 Física Experimental II 00 45 - - 45 03 FIEXP1 FMAT1 Física Matemática I 30 - - - 30 02 ICDI HEB História da Educação no Brasil 30 - - - 30 02 DGSD Didática Geral e Saber Docente 30 - - - 30 02 EDP4 Estudos de 30 - - 60 90 06 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 255 75 - 60 390 26 e Desenvolvimento Projetos IV AACC4 Culturais IV - SubTotal 78 - 79 5° PERÍODO Horas-Aula PréCréditos Unidades Temáticas Código Teórica Prática AD APC Total requisito CDI3 Cálculo Diferencial e Integral III 60 - - - 60 04 CDI2 FISC3 Física III 75 - - - 75 05 FISC1 FIEXP3 Física Experimental III 00 30 - 30 02 FIEXP1 FCOMP Física Computacional 15 15 - 30 02 FISC1, - GEOAN, CDI1 TEAPR Teorias e Estratégias de 30 - - - 30 02 30 - - - 30 02 de 30 - - 60 90 06 Curricular 15 105 - - 120 08 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 255 180 - 60 495 33 Aprendizagem PED O Planejamento em Educação EDP5 Estudos e Desenvolvimento Projetos V OECS1 Orientação e Estágio Supervisionado I AACC5 Culturais V - SubTotal - 6° PERÍODO Horas-Aula Código PréCréditos Unidades Temáticas requisito Teórica Prática AD APC Total Física IV 60 - - - 60 04 FISC1 Física Experimental IV 00 30 - - 30 02 FIEXP1 Química Geral 30 30 - - 60 04 Física Matemática II 45 - - - 45 03 FMAT1 30 - - 60 90 06 FCOMP Saberes do Docente em Física 30 - - - 30 02 AVED Avaliação Educacional 30 - - - 30 02 OECS2 Orientação Curricular 15 105 - - 120 08 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 FISC4 FIEXP4 QUIG FMAT2 EDP6 Estudos e Desenvolvimento de Projetos VI SFIS e Estágio Supervisionado II AACC6 79 OESUP1 80 Culturais VI - SubTotal 240 195 - 60 495 33 - 7° PERÍODO Horas-Aula PréCréditos Unidades Temáticas Código requisito Teórica Prática AD APC Total ELET Eletromagnetismo 75 - - - 75 05 FISC3 MECC Mecânica Clássica 60 - - - 60 04 FISC1 TERMO Termodinâmica 60 - - - 60 04 FISC2 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais 30 - - 30 02 TICFIS 30 - - 60 90 06 Trabalho de Conclusão de Curso I 15 15 - - 30 02 Orientação Curricular 15 105 - - 120 08 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 285 150 - 60 495 33 O Uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na Aprendizagem de Física TCC1 OECS3 e Estágio OESUP2 Supervisionado III AACC7 Culturais VII - SubTotal - 8° PERÍODO Horas-Aula PréCréditos Unidades Temáticas Código requisito Teórica Prática AD APC Total Eletiva III 30 - - - 30 02 Evolução dos Conceitos da Física 60 - - - 60 04 ESTM Estrutura da Matéria 75 - - - 75 05 FISC4 LABM Laboratório de Estrutura da Matéria 00 45 - - 45 03 FISC4 Instrumentação para o Ensino de 30 - - 60 90 06 15 105 - - 120 08 30 - - - 30 02 ECF IEF Física OECS4 Orientação e Estágio Curricular Supervisionado IV CESC Currículo Escolar 80 OESUP3 81 TCC2 AACC8 Trabalho de Conclusão de Curso II 15 15 - - 30 02 Atividades Acadêmico-Científico 00 30 - - 30 02 255 195 - 60 510 34 TCC1 Culturais VIII - SubTotal - *APC – Atividade Prática Curricular * AD – Componente Curricular a Distância SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR COMPONENTES CURRICULARES HORAS-AULA CRÉDITOS 2.205 147 90 6 - - Estágio Curricular Supervisionado 480 32 Práticas de Ensino – APC 480 32 Trabalho de Conclusão de Curso 60 4 Componentes Curriculares a Distância 60 4 Atividades Acadêmico-Científico- Culturais 240 16 3.615 h/a 241 Componentes Curriculares Gerais - Unidades Temáticas Componentes Curriculares Eletivos Componentes Curriculares Optativos TOTAL DO CURSO Carga Horária Total do Curso em horas = 3.012 horas 30 min Tempo de integralização curricular (semestres/anos) Mínimo Máximo 8 semestres/4 anos 12 semestres/6 anos ATO DE CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO/RECONHECIMENTO DO CURSO Resolução nº. 04 da Congregação da UFTM de 25.10.2007 OBSERVAÇÃO: 1. De acordo com a Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, a duração dos cursos será fixada em horas-aula (h/a). Cada h/a terá a duração de 50 minutos. O crédito acadêmico corresponde a 15 (quinze) horas/aula. 2. Quando a CH semestral das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não for cumprida deverá ser registrado Habilitado ou Inabilitado. 81 82 10. METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM O Curso de Física-Licenciatura privilegia a interação dialógica como base teórica das relações de ensino-aprendizagem. Nessa concepção, os participantes do processo não fazem somente expressar um pensamento, ou transmitir uma informação, mas trabalhar simultaneamente com seus interlocutores. A linguagem é vista como instrumento humanístico, político e social de integração do homem no seu contexto. Sabe-se que é por meio da linguagem que o homem decodifica a realidade e nela intervém, quer seja transformando-a quer seja ratificando-a. Nessa perspectiva, entendese que sua proposta metodológica reflita essa concepção. Assim, durante todo o desenvolvimento do curso, espera-se superar a passividade que tende a dominar a sala de aula numa perspectiva tradicional e buscar nas atividades, estratégias de ensino e postura docente, uma concepção educativa progressista, pautada na interação, na mediação e principalmente na aprendizagem como elemento sustentador da relação professor-aluno. O aluno deverá compreender o contexto sóciohistórico em que está inserido, para fazer parte da construção teórica que fundamentará sua formação profissional. Desse modo, ele poderá se apresentar com competência própria, realizando-se como sujeito ativo, crítico e participativo. Não caberia mais ao aluno acumular passivamente as informações dos conteúdos, mas de forma crítica e postura intelectual madura articular novos conhecimentos a conhecimentos prévios, dando saltos qualitativos nos seus esquemas cognitivos e afetivos de inteligência. Diversificadas metodologias poderiam ser utilizadas a partir deste princípio, bem como diferentes recursos de ensino. Como exemplos podemos citar o uso de técnicas diversificadas de leitura e produção de textos, técnicas de ensino, dinâmicas de grupo, trabalhos em grupo diversificados. Como recursos de ensino, o uso de TV, DVD, data show, web 2, laboratório de informática, quadro de giz, vídeo-conferência, livros, textos, entre outros. A aprendizagem, nesse processo de formação integral, deverá ser orientada pelo princípio metodológico geral traduzido pela ação-reflexão-ação que aponta a resolução de situações-problema como uma das estratégias didáticas de ensino. Ao se considerar a realidade humana e social atual, caracterizada pelo avanço tecnológico e a informação instantânea, pela globalização e pela abordagem da concepção dialética de educação, será levada em conta, na metodologia do curso, a 82 83 relação dialética entre teoria – prática contemplando, ao longo do curso: a) a inclusão das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no aluno atitudes e valores orientados para a cidadania; b) em um “fazer” sustentado por um “dizer” e vice-versa; c) um modelo interdisciplinar com integração dos conteúdos teóricos e práticos, através da observação e intervenção na realidade. Utilização de práticas e de recursos de ensino que estimulem maior envolvimento dos alunos e professores com o objetivo de estudo; d) a utilização de metodologias que privilegiem a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e a integração dos conteúdos, além de estimular a interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência; e) a busca de um novo paradigma de intervenção pedagógica fundamentado na perspectiva da educação continuada; do registro das ações docentes; da pesquisa; da inventividade; da compreensão da dimensão social e da formação do ser humano para o exercício da cidadania. Segundo o Parecer CNE/CP n.º 9/2001, a perspectiva metodológica deve propiciar “situações de aprendizagem focadas em situações-problema ou no desenvolvimento de projetos que possibilitem a interação dos diferentes conhecimentos, que podem estar organizados em áreas ou disciplinas, conforme o desenho curricular.” As situações escolares de ensino e aprendizagem são situações comunicativas, nas quais os alunos e professores coparticipam, concorrendo com influência igualmente decisiva para o êxito do processo. 83 84 11. PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 11.1. Concepção de avaliação A educação, e tudo que a envolve, deve ser entendida como uma rede que interliga os conhecimentos, num universo no qual as fronteiras do conhecimento deverão ser cada vez mais estendidos e interligados. Neste prisma, admitimos que aprender constitui-se em integrar novos dados, novos fatos, novas sensibilidades, novos saberes. Integrá-los em processo complexo, gradual, que não pode ser medido e quantificado em um só momento, torna-se essencial. Os princípios de interação e de integração devem ser percebidos como processos de aprendizagem-transformação-adaptação- reaprendizagem-retransformação, bem como de formas compartilhada e global, que somam as contribuições individuais para um trabalho coletivo. Assim, a avaliação só pode ser um desmembramento da concepção “em cadeia” em que se constitui a educação. Conseqüentemente, não se pode constituí-la como um apêndice, visto que é tudo o que diz respeito ao processo. Sendo um contínuo trabalho de integração, a avaliação é regida por modos e processos de aprendizagem para ser o que é e para transformar-se no que virá a ser. Esta concepção do trabalho educativo reconhece a múltipla experiência dialógica, vivida diariamente, em todo momento, e não somente em uma situação singular. Deve se constituir em experiência, porque envolve sempre o próprio trabalho; deve representar a relação de troca constante entre os pares e os orientadores do trabalho acadêmico; deve ser também fruto de uma vivência adquirida de um novo conhecimento significativo como ato de aprendizagem, que necessariamente subentende um passo a passo inevitável. Tais etapas, conforme entendemos, não podem ser perdidas na avaliação, pois são partes integrantes, significativas, não podendo ser percebidas numa avaliação única que enfoca apenas o resultado final. Portanto, defendemos a avaliação que entre em diálogo com o conhecimento apreendido anteriormente. Uma forma de avaliação é, como concebe Luckesi (1986, p. 149-150): “um instrumento de verificação dos resultados que estão sendo obtidos e para fundamentar decisões que devem ser tomadas para que os resultados sejam construídos”. Compreendendo que a avaliação da aprendizagem é um mecanismo subsidiário de planejamento e de execução, ela só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico da execução e dos resultados que estão em questão, trabalhando a serviço da 84 85 melhoria destes resultados. A avaliação deve ser entendida como um processo que parte do diagnóstico para o desenvolvimento, pautando-se por ser uma atividade racionalmente definida, cujas ações são marcadas por decisão clara e explícita do que se está fazendo e para onde possivelmente se encaminham os resultados obtidos. Apoiados em Hoffmann (2000, p. 146), entendemos que o ideal é uma perspectiva de avaliação mediadora, calcada no máximo desenvolvimento do educando, levando em conta o processo sem limites pré-estabelecidos, mas com objetivos claramente delineados. A perspectiva da avaliação pretende, essencialmente, opor-se ao modelo do ''transmitir-verificar-registrar'', porém evoluir no sentido de uma ação reflexiva e desafiadora do educador com vistas a contribuir, elucidar, favorecer a troca de idéias entre e com seus alunos, em movimento de superação do saber transmitido a uma produção de saber enriquecido, construído a partir da compreensão dos fenômenos estudados. A adoção da avaliação formativa qualitativa e não classificatória, visa a propiciar a abordagem de uma dimensão participativa no processo de avaliação, na qual os alunos, reconhecidos como partícipes legítimos do processo de ensino-aprendizagem, devem ser escutados em suas expectativas, acolhidos em suas carências, estimulados em suas curiosidades e incluídos na comunidade investigativa e deliberativa. Não há como pensar em avaliação sem pensar em co-participação da comunidade discente. Neste enfoque, o educando constrói o seu conhecimento e a avaliação se apresenta como mediadora entre o saber construído e a reflexão sobre esse saber, conforme destaca Demo (1999, p.24) ''a qualidade não se capta observando, mas vivenciando-a''. A avaliação deve ser coerente com os princípios de uma educação que intenta imprimir o sentido não classificatório, mas cuja prática permita aos educandos, conforme Hoffmann (2000, p. 160-161): momentos para expressar idéias e retomar dificuldades referentes aos conteúdos introduzidos e desenvolvidos; a realização de tarefas em grupo, de modo que haja auxílio mútuo nas dificuldades, garantindo o acompanhamento de cada aluno a partir de tarefas avaliativas individuais em todas as etapas do processo; possibilidades de aprimoramento, partindo das anotações significativas para 85 86 professor e aluno, em vez de simplesmente considerar o “certo” ou o “errado”; a gradação de desafios, partindo de tarefas relacionadas às anteriores, coerentes com novas descobertas e com o surgimento de dificuldades; a compreensão do processo de avaliação como tomada de decisão, que substitui a tradicional rotina de atribuir conceitos classificatórios às tarefas, calculando médias de desempenho final, de forma a torná-los comprometidos com tal processo. Nesse contexto,Hoffmann (2000, p.126) afirma que ''avaliar é acompanhar o processo de construção do conhecimento do aluno, ou seja, é contribuir para o aprimoramento de seu saber''. Assim, a ação avaliativa é compreendida não como de julgamento, mas ação do saber provisório a um saber enriquecido, em que não haja apenas um resultado, mas sempre um processo. A avaliação defendida por Hoffmann é a avaliação mediadora no sentido de movimento, de ação, de reflexão. Portanto, não há sentido em pontuar participação. Não adianta o aluno freqüentar as aulas, se não aprender. A participação importa na medida em que há aprendizagem. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro entende que, para ser coerente com os princípios da formação profissional proposta, é necessário implementar uma avaliação da aprendizagem que se caracterize pela prática humanista/democrática, entendida como ação coletiva e consensual, investigativa e reflexiva, diante da qual professores e alunos assumam posturas cooperativa, crítica e responsável. Do ponto de vista do pleno desenvolvimento humano, o processo avaliativo a ele dirigido deve buscar a integração dos conteúdos, vistos como meio e não como fim da aprendizagem. A proposta avaliativa há que se harmonizar com o perfil do egresso e com as competências e habilidades esperadas do profissional. Deve ser também incorporada e vivenciada pelo aluno durante todo o processo de sua formação. Assim, refletindo sobre um processo de avaliação que esteja em consonância com a natureza evolutiva do processo de aprendizagem, que respeite e vislumbre as múltiplas inteligências, é que a avaliação do desempenho escolar do Curso de Graduação em Física deverá constar no Novo Regulamento de Graduação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Os critérios estabelecidos levam em consideração a freqüência e o aproveitamento durante o período letivo, cuja operacionalização deverá estar garantida nos planos de 86 87 curso das disciplinas. A avaliação da aprendizagem deverá ser coerente com os princípios da Universidade, ou seja, de forma processual, mediadora, formativa e contínua e permitir a verificação da aprendizagem do ponto de vista significativo, possibilitando ao aluno a aquisição dos conhecimentos específicos, das competências e habilidades propostas no diálogo professor-aluno. Nestas condições, adquire o valor de uma atividade formativa tanto para professores quanto para alunos, a partir da qual é possível introduzir-se um novo problema ou uma nova situação de aprendizagem que atenda ao conteúdo avaliado no momento. O processo é considerado como mais importante que o produto, porque permite ao avaliador refletir sobre sua prática pedagógica, buscar novas estratégias e recursos, bem como repensar a própria dinâmica. O avaliado, por sua vez, compromete-se com a aprendizagem de forma mais efetiva, porque terá a responsabilidade de permanecer em constante processo de estudo. Impede-se, assim, a divisão dos conhecimentos, pois os pontos serão cumulativos e alcançados mediante um esforço constante de reflexão da própria busca de conhecimento. O professor, mediador do processo, poderá, juntamente com o aluno, rever os conceitos e selecionar estratégias de recuperação de aprendizagem, ao longo do curso. 11.2. Formas de recuperação da aprendizagem Por ser a aprendizagem um processo contínuo, não se pode ter uma única forma de avaliação, pois o aprendizado consiste também na experiência e vivência diária, no diálogo e na troca constante entre professores e alunos. Acreditamos que tudo isto também devem fazer parte da avaliação, visto que integram todo o processo de aprendizado e não podem ser medidas numa avaliação única que têm por objetivo somente o resultado final. O professor mediador do processo poderá, juntamente com o aluno, rever os conceitos e selecionar formas de recuperação de aprendizagem, ao longo do curso. Sendo assim, ressaltamos a importância de constar no texto, as possíveis estratégias de recuperação da aprendizagem que serão adotadas durante o período letivo. 11.3. Sistema de Auto-Avaliação do Curso e do Projeto Pedagógico Frente às mudanças constantes no mercado de trabalho, às mudanças tecnológicas 87 88 e às necessidades regionais, o Projeto Pedagógico do Curso de Física poderá e deverá ser constantemente reavaliado, buscando atender a novas demandas. Poderá também ser transformado mediante necessidades percebidas pela Instituição, pelo corpo docente e discente, além das mudanças propostas pelo MEC, quando de suas visitas para avaliação. Além da análise regular, a avaliação ocorrerá em momentos específicos: grupo de análise constante dos planos de ensino: oficinas e/ou reuniões semestrais com docentes, que analisarão os planos de ensino, considerando a quantidade e a ordem de conteúdos relacionados à ementa e ainda aos demais planos trabalhados no período letivo. Será analisado ainda em relação à metodologia dos encontros e a bibliografias utilizadas. Esta análise subsidiará possíveis mudanças no plano a ser seguido ao longo do semestre. No início de novo semestre, todos os planos serão analisados, os docentes responsáveis discutirão as estratégias eficazes e aquelas que apontam a necessidade de mudanças. Assim, instala-se um processo permanente de avaliação e transformação; análise feita pela Instituição: periodicamente a instituição elaborará análise que envolva a satisfação dos discentes e dos docentes em instrumento a ser criado; análise discente: atividade periódica, organizada pelos alunos com o objetivo de avaliar seu processo de construção da aprendizagem. Este evento poderá ser organizado como seminário, no âmbito do curso, com a co-participação de docentes e servidores ligados ao NuDE – Núcleo de Desenvolvimento Educacional. O grupo organizador definirá a temática e a forma de obter os dados a respeito do tema, ouvidos seus pares. Esta atividade contribuirá para a participação crítica dos alunos, desenvolvendo sua capacidade de reflexão e de comunicação e ainda, servindo como forma de acompanhamento do projeto pedagógico do curso. O Curso, a coordenação e o corpo docente serão avaliados por seus pares e alunos, a partir de instrumento aplicado pelo NuDE – Núcleo de Desenvolvimento Educacional, que objetiva levantar dados para análise e estudos diversos. A partir desses dados, que serão divulgados para a Coordenação do Curso, poderão ser definidas ações conjuntas com o objetivo de melhorar, permanentemente, os processos educativos. Além 88 89 disso, o Núcleo Docente Estruturante, NDE, é outro órgão com função de estudar e discutir a implementação e atualização do projeto pedagógico do curso. 11.4. Projeto de Avaliação Institucional Instituída pela Lei n° 10.681 de 14 de abril de 2004, regulamentada pela Portaria n° 2.051, de 09 de julho de 2004 do Ministério da Educação e pela Portaria de n° 093, de 14 de junho de 2004, da Reitoria da Universidade do Triângulo Mineiro (UFTM), foi criada a Comissão Própria de Avaliação com o objetivo de coordenar, subsidiar e colocar em prática, no âmbito da UFTM, o processo de auto-avaliação, como etapa preliminar à Avaliação Externa do INEP. Desta forma, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFTM, atende às diretrizes propostas pelo Ministério da Educação, sistematizadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), que propõem a articulação de diferentes metodologias de avaliação das instituições de ensino, incluindo processos de autoavaliação, em busca de melhorias qualitativa e quantitativa da Educação Superior. Neste contexto, a Comissão Própria de Avaliação (CPA) assume o papel de coordenar e articular o processo interno e contínuo de avaliação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, consciente de que sua contribuição só será significativa se contar com a efetiva participação de toda a comunidade acadêmica e administrativa, bem como da sociedade da cidade de Uberaba. A avaliação institucional deverá ser instrumento democrático de melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; da análise da responsabilidade social e de sua comunicação com a sociedade; da criteriosa avaliação das políticas de pessoal; da organização, gestão, estrutura física e dimensões, das políticas de atendimento a estudantes, da sustentabilidade financeira, além de outros itens menos pontuais que porventura forem, ao longo do processo, sendo observados. A auto-avaliação fará parte do dia-a-dia da instituição, dos docentes, discentes, técnico-administrativos em educação e da sociedade na qual está inserida. Deverá ser democrática, emancipatória, participativa, coletiva, livre de ameaças e transformadora dos atores institucionais. Professores, alunos e servidores técnico-administrativos em educação serão convidados a participar, respondendo questionários direcionados, nos quais serão indicados aspectos positivos e negativos da Instituição como um todo e em especial à qualidade dos cursos ministrados, donde se espera que, ao final, haja efetiva melhoria da qualidade do ensino e de seus mais diversos aspectos. 89 90 Os ex-alunos e seus empregadores também serão chamados ao processo para colaborar, apontando sugestões quanto ao modelo pedagógico adotado, visando à melhoria dos projetos sociais, do ensino, da pesquisa e da extensão. Portanto, a avaliação estará vinculada à qualidade e exigirá que o corpo docente e o segmento técnico-administrativo em educação informe à Comissão Própria de Avaliação sobre a relevância do processo de ensino e as ações direcionadas para o ensino, pesquisa e extensão. 90 91 12. ATIVIDADES GRADUAÇÃO ACADÊMICAS ARTICULADAS AO ENSINO DE 12.1. Funcionamento das Atividades como Práticas Curriculares - APC No Curso de Física - Licenciatura, a organização e funcionamento das Atividades como Práticas Curriculares (APC) fundamentam-se na legislação vigente e abrangem não apenas a formação pedagógica, mas também os estudos, investigações e demais atividades da formação específica, uma vez, que concorre em conjunto com esse e demais componentes do currículo para a formação da identidade do graduando. A APC é um componente teórico-prático da formação integral do aluno, pois não constitui um momento prático em oposição aos componentes teóricos, uma vez que pretende construir um conhecimento sobre a realidade, em todas as suas dimensões, ao mesmo tempo em que se caracteriza como uma instância de formação, na qual se dá início à vivência profissional. Dessa forma, segundo o Parecer CNE/CP 28 de 2001, essa componente deve estar presente ao longo de todo o curso, constituindo uma prática “que produz algo no âmbito do ensino”; deve ser uma “atividade flexível como os demais pontos de apoio do processo de formação do professor, para dar conta dos múltiplos modos de ser da atividade acadêmico-científica”; e, além disso, “transcende a sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação escolar”. É preciso que esse componente envolva atividades por meio das quais o docente em formação tenha “a oportunidade de assumir criticamente a sua profissão”, implicando uma formação política que viabilize a contextualização do meio em que se desenvolve o trabalho docente, para que se torne uma instância de confronto, de reflexão e de construção de conhecimento, a partir da investigação e do estudo de todos os aspectos que constituem a educação escolar e de tudo que se relaciona com a profissão docente. Assim, essa prática realizar-se-á, ao longo de todo o curso, sob a supervisão e acompanhamento da instituição formadora, por meio de atividades de natureza variada, de modo a cumprir a sua função no currículo. As APCs, enquanto componente curricular específico, com carga horária de 60h/a semestrais, serão desenvolvidas e articuladas em diferentes Unidades Temáticas (UTs) do curso. Do primeiro ao sexto períodos, na UT “Estudos e Desenvolvimento de Projetos”. No sétimo período, na UT “O Uso de Tecnologias de Informação e Comunicação na aprendizagem de Física” e no oitavo período na UT “Instrumentação 91 92 para o Ensino de Física”. Pretende-se que estas UTs desenvolvam um caráter articulador às APCs, partindo dessa articulação, estudos, projetos e experiências que transcendam a sala de aula. Além disso, espera-se que o desenvolvimento dessa articulação concorra para a construção de uma postura do licenciando como profissional crítico-reflexivo e consciente de sua atuação profissional. As formas de apresentação dos estudos desenvolvidos nas APCs, para fins de validação e registro acadêmico, serão definidas pelo Colegiado de Curso. 12.2. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado é um componente teórico-prático da formação docente, em que a vivência profissional tem seu início, sob a supervisão da Universidade. Não se constitui apenas em um momento “prático” em oposição aos componentes “teóricos” do curso, mas uma etapa de formação em que é suposto haver interlocução ativa entre teoria e prática, em um movimento de retroalimentação de questões e possíveis soluções. A formação dos profissionais docentes deve se pautar pela oportunidade de aproximar o licenciando dos aspectos sócio-político-cuturais do cotidiano docente para compreender o papel social da educação. Desse modo, no exercício da profissão, o futuro egresso poderá estabelecer as correlações necessárias com os saberes específicos, pedagógicos, experienciais e atitudinais, definidos no projeto pedagógico do curso. Neste sentido, estagiar é vivenciar no local onde se desenvolvem as experiências educativas o conjunto de práticas e saberes necessários à formação docente, que se completam com as experiências advindas da sala de aula. Torna-se, portanto, uma oportunidade para que o estagiário reconheça-se autor e protagonista da sua história e, principalmente, projete o seu exercício profissional. Ao propormos que o aluno conheça contextos educativos em espaços educativos formais e não formais, não estamos desqualificando a escola como o espaço oficial do aprender, mas ampliando a concepção de docência ao reconhecermos o papel do educador em outros nichos. Nesse sentido, a docência é aqui reconhecida como as atividades com finalidade educativa desenvolvidas no âmbito escolar ou não. Ao reconhecer estes contextos educativos como distintos e esperar deles performances específicas, o interesse do estagiário passa a ser uma descrição dos contextos de aprendizagem e uma tentativa de interlocução. Portanto, a escola é ponto de partida e chegada, e os espaços educativos não formais, aliados à sala de aula constituem palcos 92 93 complementares para o ensino de Física. Nas atividades docentes e técnicas são importantes as relações entre estudantes, professores, conhecimentos e metodologias que se desenvolvem nos processos educativos. O estágio é, assim, uma oportunidade que o profissional em formação tem para assumir criticamente a sua profissão, o que implica uma inserção política que viabilize a contextualização cultural do meio onde o aluno desenvolve o seu conhecimento prático. Os momentos do estágio distribuem-se em atividades curriculares e extracurriculares, sendo a carga horária total do estágio 480 h/a, o que corresponde a 400 horas. Ao longo dos períodos em que o aluno desenvolverá suas atividades no campo de estágio, ele contará com uma carga horária de 15h/a semestrais, com o docente responsável em sala de aula. No campo de estágio, as atividades a serem desenvolvidas estarão organizadas conforme descrito abaixo. 5º PERÍODO Os estagiários deverão organizar, juntamente com o professor orientador de estágio, um projeto de trabalho, cuja finalidade será analisar de forma abrangente diferentes contextos em que o ensino de Física acontece, conhecendo, dessa forma cenários educativos diversificados. Com isso, pretende-se que os alunos tenham consciência de que a educação não se faz apenas no ambiente escolar tradicional, podendo ocorrer em locais diversos. No caso particular da Física, o campo de trabalho do futuro egresso estará basicamente restrito ao Ensino Médio. Portanto, é fundamental que o licenciando conheça – mesmo que brevemente – outros ambientes educacionais, a fim de ampliar sua cultura geral e conhecimento sobre a Educação. A princípio, integrarão o projeto de trabalho tanto visitas de caráter técnico, quanto realização de encontros com convidados que possuam experiência e produção nas áreas que os discentes irão estudar. Estão previstas atividades nos seguintes ambientes educacionais: Escola da rede pública, que poderá vir a ser a escola com a qual os alunos estabelecerão o protocolo de estágio no semestre seguinte. Nesta visita os alunos buscarão descrever a situação física do prédio e recursos disponíveis, 93 94 caracterizar a escola quanto ao número total de professores, conhecer o projeto pedagógico (concepção de educação que norteia o projeto político-pedagógico da escola; critérios gerais de avaliação e recuperação; atividades lúdicas, culturais e científicas complementares às aulas), assim como o entorno da escola. Espaços educativos que se organizem a partir de proposta pedagógica reconhecidamente pouco tradicional; Espaços educativos que trabalhem com as séries iniciais do ensino fundamental; Espaços educativos que trabalhem com público com necessidades educativas especiais, desenvolvendo materiais e estratégias específicas para estes sujeitos; Museus e Centros de Ciências em que sejam desenvolvidas visitas orientadas, ações educativas e processos formativos específicos para professores; Parques e empresas que desenvolvam programas de educação ambiental com a realização de trilhas pedagógicas Núcleos que desenvolvam práticas de Educação a Distância; Espaços que trabalhem com Educação de Jovens e Adultos. A partir das informações recolhidas durante as visitas e na presença dos convidados, os alunos deverão elaborar um artigo comparando as situações educativas vivenciadas, procurando destacar os papéis esperados para cada sujeito envolvido nas cenas educativas. Este artigo será considerado o Relatório Final de estágio. A presença nas atividades e a redação do artigo corresponderão a 105h/a de estágio. 6º PERÍODO No 6º período o aluno trabalhará com a observação e docência nas turmas das séries finais do Ensino Fundamental. O aluno terá 10 horas de observação em sala de aula, o que corresponde a 12h/a. Inicialmente, cada aluno deverá observar as aulas, em cada uma das quatro séries do Ensino Fundamental (5.ª a 8.ª séries), para conhecer as particularidades de desenvolvimento cognitivo nas diversas etapas do processo ensinoaprendizagem, assim mantendo um diálogo constante com o professor regente a partir 94 95 de suas observações. Esta observação inicial não poderá exceder 6 h/a. Ao longo de sua permanência como observador, o aluno buscará construir o perfil cognitivo do aprendiz que será seu aluno no momento da regência. Isto corresponde a um deslocamento no tradicional olhar depositado sobre o professor, e que representa por vezes um dificultador para a realização dos estágios. O professor sente-se mais confortável ao perceber que não está sendo avaliado, e que os estagiários buscam traçar um perfil para os alunos que os caracterizem enquanto sujeitos de aprendizagem. É importante esclarecer, contudo, que mesmo que o desempenho do professor e suas escolhas não sejam a questão central na leitura dos discentes, estes dados aparecerão indiretamente quando forem descritas as muitas reações dos alunos em sala de aula. Após realizar as observações iniciais, o aluno escolherá uma turma específica para realizar uma observação mais profunda utilizando a carga horária de observação restante. Esta observação tem como intuito estabelecer o perfil cognitivo do grupo, considerando os seguintes pontos: Como o aluno se vê diante do processo ensino aprendizagem; O interesse demonstrado pela realização de atividades em sala, para casa e outros espaços; Relação com atividades avaliativas; A manifestação de concepções espontâneas durante as aulas, assim como são acolhidas e trabalhadas pelo professor; O nível de compreensão de leitura e habilidade para a escrita; O número de alunos e faixa etária Se há repetentes e como é a relação destes com o grupo, com o professor e com o conhecimento; A relação dos alunos e do professor com as perguntas: se as fazem, se são respondidos, etc; A natureza das perguntas empreendidas durante as aulas; Evidências de dificuldades com relação ao conhecimento e ao convívio social; Papel que o aprendiz atribui ao professor e a si próprio no processo de aprendizagem. 95 96 De posse dos perfis cognitivos traçados, os alunos escolherão em conjunto com o professor supervisor de estágio o grupo com o qual o estagiário irá trabalhar. O plano de aula, portanto, será feito sob medida para estes aprendizes e buscará dar continuidade ao programa de ensino do professor da escola. É suposto que os alunos fiquem responsáveis pela regência de 6 aulas de 50 minutos cada, equivalendo a 5h/a. O planejamento das aulas que serão ministradas envolverá: leitura básica e complementar sobre o tema da aula, seleção das estratégias e recursos didáticos e encontros para orientação com o professor regente ou com grupos organizados por ele. Juntamente com o tempo previsto para organizar os dados e elaborar o Relatório Final do período, estas atividades corresponderão às 87h/a restantes do estágio. 7º PERÍODO No 7º período os alunos irão realizar a observação e docência nas turmas do Ensino Médio. Será realizada nos mesmos moldes do período anterior e, valendo as mesmas orientações, considerando apenas as eventuais adequações para o Ensino Médio. O número de horas-aula previstas para a observação e regência (12 e 6, respectivamente) será mantido, assim como as horas reservadas para planejamento e estudo e elaboração do Relatório Final (87 h/a). Da mesma forma como o estágio no período anterior, cada aluno deverá observar inicialmente as aulas em cada uma das três séries do Ensino Médio, a fim de conhecer as particularidades de desenvolvimento cognitivo nas diversas etapas do processo ensino-aprendizagem e, posteriormente, escolher uma turma específica para realizar uma observação mais detalhada. 8º PERÍODO No último período, os alunos deverão elaborar e implementar um projeto educacional que poderá ser desenvolvido em parceria com a escola que os acolheram nos períodos anteriores, e preferencialmente com as turmas com as quais trabalhou. A implementação do projeto deverá estar de acordo com as necessidades da escola, ligadas direta ou indiretamente ao conteúdo de Física, verificadas pelo estagiário ao longo dos períodos anteriores e com o aceite da escola parceira, podendo ser ou não desenvolvidos no espaço escolar. O trabalho deverá ser feito em grupos de até 05 estagiários por 96 97 projeto, podendo haver réplicas de atividades em escolas diferentes. Para elaborar o projeto, o aluno ou grupo de alunos contará constantemente com o auxílio do Professor Orientador e do Profissional Supervisor. Neste período, as atividades de estágio serão divididas em seis fases: a) Elaboração do projeto com a orientação do professor orientador da disciplina de Estágio e do profissional supervisor; b) Apresentação da proposta do projeto educacional em reunião com a direção da escola, profissional supervisor e professor, para apreciação, encaminhamentos e realização de ajustes; c) Implementação do projeto; d) Avaliação do projeto pela equipe envolvida desde a concepção até a implementação; e) Elaboração do Relatório Final; f) Organização do material que será disponibilizado no repositório do curso, em formato impresso e eletrônico. Para organizar este trabalho, a carga horária do Estágio Curricular Supervisionado neste período será organizada da seguinte forma: 10h/a para levantamento das necessidades da escola e definição inicial da problemática a ser enfrentada a partir do que foi construído pelo aluno estagiário ao longo do seu percurso na escola-campo de estágio; 20h/a para apresentação da proposta e elaboração do projeto; 50h/a para implementação do projeto; 10h/a para avaliação do projeto; 15h/a para organização do Relatório Final do período. Acompanhamento do estágio O andamento do estágio curricular supervisionado será acompanhado pela Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC), composta por professores que atuam na formação específica do curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Os procedimentos e decisões feitas por esta comissão terão como base o Regulamento de 97 98 Estágio Curricular, que rege sobre todos os temas pertinentes ao estágio, bem como sobre as formas de avaliação, acompanhamento e desligamento do estagiário, e que consta em anexo. Bases Legais Lei 11788, de 25 de Setembro de 2008; Resolução CNE/CP 2, de 19 de Fevereiro de 2002. 12.3. Trabalho de Conclusão do Curso Os Cursos de Licenciatura da UFTM tem por objetivo formar o professor com excelência para atuar nos quatro anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio da Educação Básica. Assim, o trabalho de Conclusão de Curso – TCC vem coroar o processo de formação do aluno e futuro professor, desenvolvendo-se no sétimo e oitavo períodos com 2 créditos semestrais ou uma carga horária semestral de 30h/a. Para desenvolver o TCC, que pressupõe conhecimentos um pouco mais sistematizados pelos alunos, ligados à pesquisa, é importante destacar que a pesquisa será, desde o primeiro semestre do curso, valorizada e desenvolvida nesta proposta pedagógica. Isso acontecerá especialmente na unidade temática: Estudos e Desenvolvimento de Projetos – EDP, que acontecerá a partir do primeiro e até o sexto períodos. Nela, os alunos terão a oportunidade de desenvolverem em grupos, projetos semestrais de trabalho, adquirindo habilidades e competências necessárias para, ao final do curso, de forma individual, realizarem com maior amadurecimento o seu TCC. O tema do TCC será definido na disciplina TCC1 e desenvolvido, para ser apresentado, em sessão pública, até o fim da disciplina TCC2. Cada docente orientador se responsabilizará por até três trabalhos, com atendimento que poderá ser individual ou em grupo, conforme a natureza do trabalho. Esses encontros serão programados, no decorrer do Curso, pelo professor orientador. Os trabalhos conclusivos serão orientados por um professor do curso ou pertencente ao corpo docente da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, com titulação mínima de mestre, cujo nome será submetido à aprovação do colegiado do Curso. Os temas dos trabalhos deverão ser pertinentes à temática desenvolvida a ser registrados pelo coordenador. Esses trabalhos serão redigidos no idioma nacional, de acordo com as normas da ABNT e socializados mediante apresentação pública à comunidade acadêmica e aos membros de banca examinadora. 98 99 Além do processo de orientação do trabalho com o docente de referência, os alunos terão suporte e incentivo para construção do conhecimento científico, desde os períodos iniciais, quando começarão a realizar pesquisas bibliográficas, conhecer e identificar a necessidade de escritas que possam ter caráter científico, bem como serão estimulados a participação em atividades científicas e elaboração de trabalho científicos para congressos, revistas e eventos diversos. Ao longo do Curso, as unidades temáticas subsidiarão o aluno na escrita e na leitura, bem como haverá momentos específicos em que serão estudadas formas de analisar dados e a sua importância, o que contribuirá com a elaboração do TCC. Pode-se perceber que há uma preocupação para que o Trabalho de Conclusão seja parte de um processo maior e não apenas um momento específico, isolado e estanque do Curso de Graduação em Física - Licenciatura. Ao final do Curso, a exigência do Trabalho de Conclusão será respaldada por uma unidade temática específica, cujos docentes acompanharão semanalmente os alunos, subsidiando-os em relação à construção da revisão de literatura, delimitação do problema, objetivos e metodologia e contribuindo para as reflexões necessárias na análise dos dados sem vieses. Por se tratar de uma unidade temática, a orientação coletiva poderá fazer com que haja troca de saberes entre os alunos e que estes possam compreender sobre outras temáticas e formas de análise de dados. O Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso está anexado a este Projeto Pedagógico. 12.4. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACCs) Estas atividades referem-se a um importante aspecto da formação do futuro educador, pois contribuem para o enriquecimento do currículo e se originam na própria iniciativa e interesse do discente. Elas se abrem a um amplo campo de possibilidades formativas, e constituem uma ampliação das oportunidades educativas realizadas no cotidiano da sala de aula. Apresentam-se como maneiras privilegiadas de flexibilização do currículo. Por sua natureza, e por ser manifestação de necessária autonomia, devem ser de controle do próprio aluno, que fornecerá à coordenação de seu curso os dados necessários para o devido acompanhamento e registro. Deverão perfazer um total de 16 créditos ou 240 (duzentas e quarenta) h/a ao longo do período em que estiver matriculado no curso. A distribuição da carga horária, bem como a forma de realizar seu devido reconhecimento, será definida em regulamento próprio, anexo a esse projeto. 99 100 A partir destas diferentes atividades, espera-se que a formação discente se dê também em diferentes tempos e espaços didático-pedagógicos, além daqueles tradicionalmente previstos. Assim, além de serem realizadas em outras Instituições Educativas, poderão também ocorrer em outros turnos ou mesmo durante o período de férias. Não excluídas as demais possibilidades, estas atividades incluem a participação em: pesquisas, palestras, conferências, simpósios, seminários, monitorias e iniciação científica; disciplinas não incluídas no currículo pleno; resenhas de livros ou partes de livros; produção científica; representação estudantil; cursos e demais atividades presenciais ou a distância; trabalho voluntário ligado ou não à área de formação; participação como ouvinte em bancas de qualificação ou defesa de mestrado ou doutorado; participação em grupos de estudos devidamente reconhecidos e aprovados pela UFTM. organização de eventos; visitas temáticas a órgãos e instituições, de acordo com a área de formação; outros eventos e atividades aprovadas pelo colegiado do curso. O acompanhamento será feito por uma coordenação própria, que dará as devidas orientações e os encaminhamentos ao conjunto das atividades, quando for o caso, bem como sua comprovação. São elencadas aqui, por exemplo, a participação em atividades interdisciplinares ou projetos e eventos da UFTM. Para a devida validação, os alunos deverão apresentar relatórios de desempenho, declarações e certificados, com as respectivas cargas horárias e notas, quando for o caso, cópias autenticadas ou cópias de texto acompanhadas dos originais, além das 100 101 assinaturas dos profissionais responsáveis. As formas de apresentar e validar as atividades também estarão descritas no Regulamento de AACC em anexo. 101 102 13. CONTINUIDADE DE ESTUDOS PARA OS EGRESSOS DO CURSO A rapidez da transformação tecnológica traz a necessidade de constante atualização, pois as informações tornam-se obsoletas em pouco tempo. Além disso, o Curso Superior possibilita a percepção de conceitos e necessidades gerais a fim de que, no período, o aluno possa perceber todas as possibilidades de atuação. Desta forma, faz-se necessária a atualização constante das informações. Os alunos serão estimulados, desde as séries iniciais, a perceber a necessidade de complementar seu conhecimento, por isso será incentivada a realização de atividades autônomas visando também à complementação do currículo, de forma que o aluno perceba sempre a necessidade de escolhas e de que a formação não se encerra com o fim da graduação. O Curso de Física terá compromisso com a criação de cursos de especialização e/ou programas de pós-graduação que complementem a formação do licenciado sendo que, num primeiro momento, os mesmos estarão relacionados a estratégias da assistência na atenção voltada à promoção, à prevenção e à recuperação. Considerandose a necessidade da consolidação do grupo de pesquisadores para a construção dos programas de pós-graduação, a especialização terá caráter interdisciplinar. A implementação do Curso de Especialização em Física já foi identificada como necessária para atender as demandas do Município e percebida como carência da região. Além da necessidade e carência destes conhecimentos no mercado, alguns cursos já contam com corpo docente com formação na área, o que pode ser positivo para a formação de linhas de pesquisa, constituindo-se uma possibilidade para curso de mestrado. A criação de um programa de mestrado caracteriza-se como sendo meta a ser alcançada, pelo envolvimento com linhas de pesquisa e com interação entre os pesquisadores de áreas afins. Enquanto a criação não ocorre, os docentes titulados do Curso de Física estarão envolvidos em diversas atividades de pesquisa, podendo orientar alunos em programas interdisciplinares de mestrado e doutorado, permitindo assim a possibilidade da construção do conhecimento em programas já consolidados. Tem-se como meta, em médio prazo, a criação de programa de pós-graduação específico, relacionado a linhas de pesquisa com as quais os docentes do curso já trabalham. Para tanto, o docente lotado no curso será incentivado a participar de editais lançados por agencias de fomento estaduais e federais que contemplem a aquisição de materiais e equipamentos para laboratórios de pesquisa na UFTM. 102 103 13.1. Cursos de Aperfeiçoamento Os cursos de aperfeiçoamento que sejam oferecidos pelo Curso de Física devem ter como objetivos, dentre outros: a) Refletir sobre a atuação dos profissionais da educação, de forma a estabelecer uma interação teórico-prática que possibilite, ao educador, a contextualização de sua atividade com a realidade sócio-político e cultural da educação básica. b) Contribuir para os egressos atuarem na educação de modo mais amplo e menos fragmentado, pois é preciso integrar os conteúdos das disciplinas em situações práticas que coloquem problemas aos professores e lhes possibilitem experimentar soluções. Dessa forma, vivencia-se a formação humana e docente, fazendo da formação continuada condição para aprendizagem permanente, desenvolvimento pessoal, cultural e profissional. 13.2. Cursos de Especialização Os cursos de Especialização (pós-graduação lato sensu) que sejam oferecidos pelo Curso de Física devem estar de acordo com as Resoluções internas que regem a oferta dessa modalidade de cursos bem como com a Resolução n.º 1 CNE/CES e devem ter como objetivos, dentre outros: a) Oferecer subsídios teóricos e metodológicos que ampliem o trabalho com a linguagem, de forma a ir além de uma visão sistêmica da língua, em busca de um olhar múltiplo sobre os campos da linguagem, tomando-a como lugar de interação social e de construção de conhecimentos especializados. b) Inter-relacionar o ensino e o uso de terminologias específicas, próprias de novos campos do saber. c) Propiciar um ambiente de reflexão sobre a prática pedagógica do professor universitário, a partir da sua experiência docente, e estabelecer a interação teórico-prática contextualizada em uma realidade sócio-econômica-políticacultural. Esse movimento de integração de teorias e práticas educativas deverá suscitar a transformação da atuação docente e a busca de alternativas 103 104 educacionais e tecnologias na geração de conhecimento para portadores de necessidades especiais. 13.3. Curso Stricto Sensu O objetivo é constituir, inicialmente, grupos de estudos em linhas de pesquisa que, no princípio, sustentem a Iniciação Científica para que venham a se constituir em um embrião de Programas de Pós-Graduação em Física e em Educação com ênfase ao ensino de Física, em médio prazo, em nível de Mestrado e, posteriormente, de Doutorado. Esses grupos terão, preliminarmente, a função de fomentar estudos interdisciplinares com vistas a envolver, não só os cursos de licenciatura, mas também os cursos de outras áreas do conhecimento. 104 105 14. INCORPORAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS AO ENSINO DE GRADUAÇÃO Conforme Sousa (2007), vivemos num contexto globalizado em que as informações estão cada vez mais disponíveis às populações. No contexto educacional, o aluno, fora da sala de aula, tem acesso à tecnologia e pode interagir com o mundo. Portanto, a educação dos bancos escolares, com horário marcado para acontecer, começa a ser questionada, conforme nos diz Sousa (2007) apud Silva (2002, p. 1): Prevalece ainda hoje o modelo tradicional de educação baseado na transmissão para memorização, ou na distribuição de pacotes fechados de informações ditas “conhecimento”. Há cinco mil anos a escola está baseada no falar-ditar do mestre e na repetição do que foi dito por ele. Paulo Freire, maior educador brasileiro, criticou intensamente esse modelo educacional. Ele dizia: “a educação autêntica não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B.” Nesse contexto, as novas tecnologias se popularizam, gerando o temor, sobretudo entre profissionais da educação, de que os recursos de informática e a internet podem com o tempo, substituir a clássica relação entre quem aprende e quem ensina, passando a uma relação estritamente entre homem e máquina. Os avanços tecnológicos continuam, velozmente, chegando às populações de todo o mundo, mas não se tem confirmado o temor: aquele que ensina, continua absolutamente necessário no seu trabalho de formar as novas gerações. Embora seu perfil necessite de reconstruções, redefinição de habilidades que até então não eram demandadas, seu papel é da maior relevância, no sentido de mediar a construção de saberes, seja em qualquer ambiente de aprendizagem e em qualquer modalidade de ensino. Uma visão contemporânea da educação, portanto, concebe as ferramentas digitais como recursos inerentes à ação educativa e não como um objeto de estudos à parte. Em todas as etapas do curso, professores das diversos módulos – ciclo comum, formação específica e formação pedagógica – devem ser encorajados a usar as novas mídias e sua cultura típica para atender demandas específicas da sua área de ensino. Ao longo do currículo, tal prática será importante para promover a inclusão digital, desenvolver habilidades de “literacia em mídia” e incentivar a inovação nos processos de ensino e aprendizagem. O Curso de Física pretende oportunizar a discussão e a implementação do uso de 106 novas tecnologias aplicadas à educação. Destacamos como possibilidades para isso, a utilização de ferramentas web 2.0 diversas (blogs, sites com ferramentas para produção e compartilhamento de conteúdos digitais multimodais), portais de Recursos Educacionais Abertos, Comunidades Abertas de Aprendizagem, tanto na docência, quanto nas atividades de pesquisa e extensão. Pretendemos, com a inserção de novas tecnologias no ensino de graduação, assim como afirma Behrens (2004), continuar o debate sobre educação de qualidade, a partir de elementos como: a construção do conhecimento na sociedade da informação, as novas concepções do processo de aprendizagem colaborativa, a revisão e a atualização do papel e funções do professor, a formação permanente deste profissional no contexto dos avanços tecnológicos. 107 15. MEDIDAS PARA CONSOLIDAÇÃO DO CURSO: 15.1. Dos recursos humanos Contratação de professores competentes e titulados, atingindo um patamar mínimo de 18 professores. Contratação de 4 técnicos para os laboratórios didáticos e de pesquisa. Contratação de 1 secretário e 2 técnicos administrativo-educacional para auxiliar nas questões administrativas e pedagógicas do curso. Desenvolvimento pessoal e profissional dos professores em programas de formação permanente, objetivando a reflexão do ato educativo seja no âmbito do ensino, da pesquisa ou da extensão. Investimento na gestão colegiada do curso, com incentivo a participação discente e valorização das contribuições do pessoal técnico-administrativo em encontros sistemáticos para deliberações diversas, estudos, planejamento de atividades, entre outros. 15.2. Dos recursos físicos e materiais Continuar a atualização do acervo bibliográfico específico da área de conhecimento de Física. Ofertar aos alunos e professores, mediante projetos para aquisição institucionais e/ou do curso de recursos tecnológicos atualizados, facilitando o uso da informática como instrumento de ensino, pesquisa e extensão. Disponibilidade de meios de transporte, mediante planejamento prévio, para o trabalho de campo, visitas técnicas e de estudo. Montar e disponibilizar laboratórios de informática com recursos de som e imagem. Montar e disponibilizar espaço físico propício ao uso como laboratórios de ensino de Física e equipamentos didáticos para a instalação dos seis laboratórios didáticos de Física, que serão usados no oferecimento das unidades temáticas experimentais, a saber: i) Física Experimental I; ii) Física Experimental II; iii) 107 108 Física Experimental III; iv) Física Experimental IV; v) Laboratório de Estrutura da Matéria e vi) Instrumentação para o ensino de Física, além das outras unidades temáticas experimentais oferecidas aos cursos de licenciatura em Química e Ciências Biológicas. 15.3. Das atividades Criação de núcleos de estudos, de pesquisas e atividades extensionistas com a participação de alunos, docentes e pessoal técnico-administrativo ligados ao curso. Fortalecimento de uma vivência universitária plena, com o incentivo à participação em atividades científicas, culturais, esportivas e sociais. Promoção de atividades de observação direta, permitindo aos alunos e professores a vivência de investigação, de observação e de pesquisa. Estímulo à participação de docentes e discentes nos programas de monitorias, de iniciação científica, extensão, reuniões científicas como congressos, simpósios, encontros e outros. Estímulo aos docentes e alunos para a participação em eventos científicos, na própria universidade e em outros espaços, incentivando a realização de pesquisas documentais, bibliográficas, de campo e a elaboração de textos, artigos para publicação. Realização de Seminários com participação de docentes, discentes e técnicoadministrativos para avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso e para avaliação do ensino desenvolvido. Esta atividade poderá acontecer, anualmente, após o primeiro ano de curso. 15.4. Acompanhamento As ações de acompanhamento do processo ensino-aprendizagem, de acordo com os perfis intermediário e final, propõem um acompanhamento contínuo e sistemático do trabalho docente, incluindo a auto-avaliação, observando-se: o compromisso com as diretrizes estabelecidas para o curso; a ênfase na aprendizagem dos alunos; 108 109 o domínio e a adequação dos conteúdos programáticos; a utilização de princípios pedagógicos adequados às necessidades e inovadores; a participação nas atividades acadêmicas propostas; o fortalecimento do trabalho em equipe; o planejamento das atividades. O acompanhamento contínuo e sistemático do trabalho discente será observado pelo docente e coordenação de curso, a partir de seu desempenho, tendo em vista as competências definidas nos perfis. A partir desses resultados serão propostas, caso necessário, intervenções adequadas às necessidades que poderão ser definidas em projetos de ação. Tais projetos poderão ser implementados com a participação de outros setores da universidade, especialmente aqueles voltados à atenção discente. Além disso, o acompanhamento do aluno pelo docente e coordenação será realizado a partir da observação da sua participação nas atividades promovidas pelo curso, sejam elas de qualquer natureza: extraclasse, oficinas pedagógicas, atividades interdisciplinares, estágios e projetos. 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS Além dos princípios epistemológicos que fundamentam nossa proposta pedagógica, é preciso considerar algumas experiências/ projetos que referendaram nossa construção curricular. São referências importantes, desenvolvidas no Brasil e em outras universidades do mundo, que só reforçam o nosso propósito educacional. Entre essas referências, destacamos os estudos desenvolvidos pela Universidade Federal da Bahia com vistas à construção de uma nova arquitetura acadêmica que possibilitasse maior flexibilidade, desenvolvesse a autonomia do educando, recuperasse a totalidade em detrimento da fragmentação disciplinar, atendesse às necessidades do egresso do Ensino Médio e fosse mais inclusiva do que as atuais estruturas acadêmicas. Por último destacamos a experiência desenvolvida pela Universidade de São Paulo – USP Leste, depois chamada de EACH – Escola de Artes, Ciências e Humanidades, que prevê um primeiro ano básico com princípios de interdisciplinaridade e características inovadoras em sua organização. Neste trabalho, o Ciclo Básico se organiza em três eixos centrais: formação introdutória no campo específico de conhecimentos de cada curso, formação geral e formação científica por 109 110 meio da Resolução de Problemas. Consideramos que essas experiências são fundamentais para a proposta pedagógica que apresentamos, no sentido de fundamentar, referendar, engrossar o coro daqueles que defendem uma reestruturação curricular nos cursos de Educação Superior. Nesse sentido, acreditamos que é necessário valorizar os esforços de docentes e pesquisadores de toda parte, que percebem a necessidade de um currículo integrador em oposição à fragmentação que se verifica nos currículos mais tradicionais e que acaba contribuindo para uma formação também fragmentada que, entre outros indícios, não consegue atender às demandas que são exigidas do sujeito na chamada Sociedade do Conhecimento. Esperamos que essas experiências/projetos possibilitem um avanço qualitativo na Educação Superior brasileira e, sobretudo, na formação integral de seus egressos. Além de dar destaque às experiências/projetos que fundamentaram nossa proposta, é importante dizer que o produto que apresentamos é destinado a ser processo. Não se ocupa com a terminalidade. Ao contrário, se propõe a mostrar caminhos e só assumirá contornos de realidade se for constantemente checado, avaliado, reorganizado, tendo em vista as necessidades que se apresentarem no decorrer do cotidiano acadêmico. Nesse sentido, reforçamos a necessidade de um trabalho coletivo docente e de uma postura de aprendizagem permanente. Aprendizagem construída a várias mãos: docentes e discentes do curso e pessoal técnico, sobretudo ligados ao NuDE – Núcleo de Desenvolvimento Educacional, que se empenharão nessa tarefa. 110 111 17. EMENTAS E REFERÊNCIAS 17.1. I PERÍODO HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA TEÓRICA PRÁTICA 90h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 90h/a – 6c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Introdução às Ciências Humanas e Sociais. O homem, o trabalho e a sociabilidade. A interrelação das questões econômicas, políticas, sociais, filosóficas e culturais. A sociedade e a questão da diversidade cultural (identidade e alteridade). Tradições culturais e formas de preconceito (discursos e práticas). BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDDENS, A. Sociologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 14.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992. COMPLEMENTAR MONDIN, J.B. O homem, quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 11.ed. São Paulo: Paulus, 2003. DA MATTA, R. Relativizando. Uma introdução à Antropologia Social. 16ª ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria L. de O. & OLIVEIRA, Márcia G. de. Um toque de clássicos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 2002 SEVCENKO, N. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. São Paulo: Compania das Letras, 2001. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS TEÓRICA 60h/a PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a – 4c I Múltiplas linguagens EMENTA Concepções de leitura e escrita. Texto e discurso. Leitura e construção de sentidos. O texto acadêmico no universo dos gêneros textuais. Gênero acadêmico e tipo textual. Textualidade e 111 112 argumentação. Coerência e coesão. Reescrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto: Língua Portuguesa para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 2006. KOCH, I.G.; ELIAS, V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2008. PERROTA, C. Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a produção do texto acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004. COMPLEMENTAR ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. KOCH, I. As tramas do texto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. KOCH, I.G.V;ELIAS, V. M. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. MACHADO, A.R.;LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L.S. Resenha. São Paulo: Parábola, 2008. _____________. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2007. METODOLOGIA CIENTÍFICA TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Múltiplas linguagens EMENTA Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos Científicos. Redação de trabalhos científicos. Recursos, normas e técnicas para organização e apresentação de trabalhos científicos. Fontes e procedimentos metodológicos. A investigação e a construção do conhecimento nas ciências naturais e humanas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DALBÉRIO, Osvaldo; DALBÉRIO, Maria Célia Borges. Metodologia científica: desafios e caminhos. São Paulo: Paulus, 2009. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002. MARCONI, Marina de Oliveira; Lakatos, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007. COMPLEMENTAR BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LHEFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: 112 113 propostas metodológicas. 16. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005. CERVO, A. L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna et al. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Tradução de Sandra R. Netz. 2. ed.Porto Alegre: Artmed: Bookman, 2006. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologia qualitativa na sociologia. 8 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. LÜDKE, Menga, ANDRÉ, Marli E. D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS I TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a 30h/a 60h/a 120h/a – 8c I Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. Acesso, análise e uso de informações em diferentes contextos. Aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de prática como componente curricular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOURA, Dácio G. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986. PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002. COMPLEMENTAR FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1998. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed-McGraw Hill, 2010 TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. MATEMÁTICA BÁSICA PARA CURSOS DE EXATAS TEÓRICA PRÁTICA 30h/a - TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física 113 114 EMENTA Retomar noções básicas de matemática elementar e oferecer aos alunos oportunidade de rever e reforçar tais conteúdos. Frações, Potências e Raizes; Fatoração e Simplificação de Expressões Numéricas; Módulo de um número. Solução de equações e inequações; Funções; Funções do 1o Grau; Funções do 2° Grau; Raizes de Funções do 1° e 2° Graus; Função Módulo; Polinômios; Funções Polinomiais; Função Logarítmica; Função Exponencial; Geometria Básica; Trigonometria; Funções Trigonométricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MEDEIROS, Valéria Z. Pré-cálculo – 2ª edição, revisada e atualizada. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2009 MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira; MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006. LARSON, R.; HOSTETLER, R. P.; EDWARDS, B. H. Precalculus Functions and Graphs: A Graphing Approach. Orlando: Ed.Houghton Mifflin, 2007. COMPLEMENTAR SAFIER, F. Pré-cálculo, teoria e problemas. 1ª ed.Porto Alegre: Editora Bookman. 2003 DOERING, Luisa Rodriguez; DOERING, Claus Ivo. Pré-Cálculo. 2a ed. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2009. SILVA, EM; SILVA, EM; SILVA, SM. Matemática Básica para Cursos Superiores, São Paulo: Ed. Atlas, 2002 17.1.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO I PERÍODO INTRODUÇÃO À CIÊNCIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA Essa unidade temática pode ser abordada em dois momentos: o falar sobre ciência e o fazer ciência. No primeiro momento serão discutidos tópicos de filosofia e epistemologia das ciências. Concepções de ciência, seus mecanismos de funcionamento e suas relações com a sociedade atual. O uso de episódios da história da ciência para compreensão da ciência como uma construção humana. Já no segundo momento serão abordados conceitos fundamentais de ciências (preferencialmente temas interdisciplinares) que permitam a compreensão das relações entre ciência, tecnologia e sociedade. 114 115 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª ed.São Paulo: Editora Brasiliense, 2009 HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º ed.Porto Alegre:Editora bookman,2002 SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física,2006 COMPLEMENTAR OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção temas atuais da Física/SBF. São Paulo: Editora livraria da Física, 2005 CAPRA, F. O tao da física, 1ª ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2000 FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição Definitiva, Vol. 1, 2 e 3.Porto Alegre: Editora Bookman, 2008. KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª ed. São Paulo: Editora Perspectiva, 2009. FEYERABEND, Paul. Contra o método. 1ª ed. São Paulo: Editora Unesp, 2007 MATEMÁTICA NO COTIDIANO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Simbologia matemática e conjuntos numéricos. Frações. Números decimais. Razão proporção. Porcentagem. Regra de três simples e composta. Medidas. Introdução à matemática financeira. Noções de lógica matemática. Estudo de casos relacionados envolvendo raciocínio matemático. Desafios matemáticos. Noções de Estatística Descritiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, G. Matemática e Realidade: Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Atual, 2000. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2003. CRESPO, A. Estatística Fácil.São Paulo: Editora Saraiva, 1999. COMPLEMENTAR DI PIERRO NETO, S.; FILHO, S. O. Quanta: Matemática em fascículos para o Ensino Médio – fascículo 10. São Paulo: Saraiva, 2000. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. 115 116 ALENCAR FILHO, Edgar de. Iniciação à lógica matemática. 18 ed. São Paulo: Nobel, 1999. DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995. TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1981. EDUCAÇÃO AMBIENTAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação transformadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis: Vozes, 2001. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2006. DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992. COMPLEMENTAR CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores Associados, 2004. GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000. PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004. HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e 116 117 formação pedagógica comum EMENTA Estudo da origem da ciência na antiguidade, com ênfase na importância do pensamento grego. Caracterização histórica da ciência na idade média e do surgimento da ciência moderna. Análise das relações entre ciência, tecnologia e sociedade ao longo do tempo. Estudo do uso da História da ciência no ensino das ciências naturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. ed. São Paulo:Moderna, 2004. FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP; Ribeirão Preto: SBG. 2008 SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006. COMPLEMENTAR FOUREZ, G.. A construção da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, 1995. MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002. MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002 PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS, História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000. ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro: JZE. 1990 INTRODUÇÃO À QUÍMICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A necessidade do conhecimento químico para a soluções de problemas ambientais e da vida. A Química e o método científico. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de Lewis e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e Teoria do Orbital Molecular) e metálica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Ed. São Paulo: Makron, 1994. Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norte117 118 americana. São Paulo: Thomson, 2005. ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 1ª Ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. COMPLEMENTAR BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. ROZENBERG, I.M. Química Geral. 1ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas.São Carlos: Edufscar, 2004. QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais. Fenômenos urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sociopolítica e cultural, particularizando a questão social na região do Triangulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as demandas, mercado de trabalho e competência profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ: Ed. Vozes.2002 CASTELLS, Manuel.A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009 IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. COMPLEMENTAR BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009. IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/ Nov/ 1989. Disponível em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009 MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1- quest.htm>, acesso em mar/2000. TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. 118 119 BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001. SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000. RAÍZES DA MODERNIDADE TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. _________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad. Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986. COMPLEMENTAR BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007. CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995. MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001. REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. 17.2. II PERÍODO TRABALHO E SOCIABILIDADE 119 120 TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 90h/a - 90h/a – 6c II Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A centralidade do trabalho na constituição da sociabilidade humana. O mundo do trabalho na sociedade capitalista: materialidade e subjetividade. Reprodução social e o papel da educação. Globalização, transformações do mundo do trabalho e as relações na contemporaneidade. Aspectos socioeconômicos da sociedade burguesa e sua relação com o Estado e o poder. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2007. BOBBIO, Norberto. Estado, Governo e Sociedade: para uma Teoria Geral da Política. 13aed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. GENTILI, Pablo. Globalização excludente: desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. Petrópolis: Vozes, 2008. COMPLEMENTAR HARVEY, D. Condição pós – moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Loyola, 1994. LESSA, S. Mundo dos homens: trabalho e ser social. São Paulo: Boitempo: 2002. MARX, K. O capital: crítica da economia política. Tradução Reginaldo Sant’Anna. 26aed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, Livro I, V. I MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005. PINTO, G. A. A organização do trabalho no século 20: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. São Paulo: Expressão Popular, 2010. FORMAÇÃO SÓCIOHISTÓRICA DO BRASIL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c II Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA O estudo sobre a especificidade de construção da nação e da identidade nacional frente à consolidação da República no Brasil. A organização social, política e a funçao do Estado no 120 121 processo de industrialização, urbanização e as possíveis transformações na relação trabalho e cultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2007. HOLLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. REIS José Carlos. As identidades do Brasil. De Varnhagen a FHC. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 1999. COMPLEMENTAR DAGNINO, Evelina (org). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1994. PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1995. REIS FILHO, D.A.; FERREIRA, J.; ZENHA, C.(orgs). O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. SACHS, Ignacy.; WILHEIM, Jorge e PINHEIRO, Paulo. (orgs). Brasil – um século de transformações. São Paulo: Cia das Letras, 2001. SCHWARCZ, Lílian M. (org). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. V.4. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 20h/a 10h/a 30h/a – 2c II Múltiplas Linguagens EMENTA Tecnologias digitais e cultura contemporânea. Análise de textos midiáticos. Produção e remix de conteúdo. Mídia-educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARTHES, Roland. O óbvio e o Obtuso. 2ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados.6ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. COMPLEMENTARES BARTHES, Roland. O óbvio e o Obtuso. 2ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990. ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados.6ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc. 121 122 [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. LETRAMENTO MATEMÁTICO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c - 30h/a – 2c II Múltiplas Linguagens EMENTA Conceito, construção e avaliação de argumentos. O papel da aritmética, da geometria, da álgebra e da análise de dados na construção do raciocínio lógico, análise e síntese de informações direcionadas para a tomada de decisões e resolução de problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de problemas: os intuitivos, os sistemáticos e os heurísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 1ª Ed. São Paulo: Editora Interciência, 1995. BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino – Aprendizagem com Modelagem Matemática. 1ª Ed. São Paulo: Editora Contexto, 2004. NEWTON – SMITH, W. H. Lógica – um curso introdutório. 1ª Ed. São Paulo: Editora Gradiva, 1998. COMPLEMENTARES SALMON, Wesley C. Lógica. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. ROCHA, Enrique. Raciocínio Lógico: você consegue aprender. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2006. MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio Lógico – Quantitativo. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2009. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a 30h/a 60h/a 120h/a – 8c II Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de Prática como componente curricular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 122 123 2002. MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986. PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002. COMPLEMENTAR FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo, Papirus, 2003. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1998. TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed – McGrawHill, 2010. INTRODUÇÃO AO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c II Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA Introdução aos conceitos elementares de cálculo diferencial e integral. O conceito da função derivada, suas propriedades e algumas aplicações em física. O conceito da função integração, suas propriedades e algumas aplicações físicas. Funções Compostas; Matrizes e Determinantes; Sistema de Equações; Limite; Continuidade; Derivadas; Integral; Números Complexos; BIBLIOGRAFIA BÁSICA MEDEIROS, Valéria Z. Pré-cálculo – 2ª edição, revisada e atualizada. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2009. MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira; MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006. DOERING, Luisa Rodriguez; DOERING, Claus Ivo. Pré-Cálculo. 2a ed.Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2009. COMPLEMENTAR SAFIER, F. Pré-cálculo, teoria e problemas. 1ª ed. Porto Alegre:Editora Bookman, 2003 123 124 WAITS, BT.; FOLEY, GD.; DEMANA, F, Pré-Cálculo. 1ª ed.São Paulo:Editora Addison Wesley, 2008 SILVA, EM; SILVA, EM; SILVA, SM; Matemática Básica para Cursos Superiores. São Paulo: Ed. Atlas, 2002 FUNDAMENTOS DA FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 2c II Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA A Física de Aristóteles. A Física Medieval. As origens da Mecânica. A Mecânica Newtoniana. Noções de Cálculo diferencial e Integral. Cinemática em uma dimensão. Conceito de vetores. Cinemática em duas e três dimensões. A teoria da relatividade restrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA YOUNG, H. Física I: mecânica, 12ª Edição. São Paulo: Addison Wesley, 2009. HEWITT, P. G. Física Conceitual. 9º Edição.Porto Alegre: Editora Bookman, 2002. FREIRE JR., O.;RIBEIRO FILHO Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002. COMPLEMENTAR MARTINS, R.A. O Universo: teorias sobre sua origem e evolução, 1ª Edição. São Paulo: Editora Moderna, 1994. Disponível em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Universo/ PIRES, A. Evolução das Idéias da Física. São Paulo:Livraria da Física, 2008. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. EINSTEIN, A. A teoria da Relatividade Geral e Especial. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999. 17.3. III PERÍODO FÍSICA I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 75h/a - 75h/a – 5c III Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física 124 125 Ementa: Dinâmica da Partícula, Trabalho e Energia, Conservação do Momento Linear, Colisões, Cinemática de Rotação, Dinâmica de Corpos Rígidos, Gravitação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 1: Mecânica. 4aEd. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. CHAVES, A., SAMPAIO, J. F. Física Básica: Mecânica.1a ed.Ed. Rio de Janeiro:LTC, 2007. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed.Rio de Janeiro:Ed. LTC, 2009. COMPLEMENTAR SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 1 – Mecânica.12a. ed. São Paulo: Ed. Addison Wesley, 2008. KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física – volume 1. São Paulo:Ed. Makron Books, 1999. HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 1.5a ed., Rio de Janeiro:Ed. LTC, 2002. FÍSICA EXPERIMENTAL I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 45h/a 45h/a – 3c III Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Movimento unidimensional. Movimento em duas dimensões. Cinemática da rotação. Movimento relativo. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação da energia. Conservação do momento linear. Colisões. Experimentos sobre dinâmica da rotação. Estática dos fluidos. Dinâmica dos fluidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Alonso, M., Finn, E. J.,Física: Um Curso Universitário Volume 1: Mecânica. São Pauloo:Edgard Blücher, 2005. Knight, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 1: mecânica newtoniana, gravitação, ocilações e ondas. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009. Sears, F., Young, H. D., Freedman, R. A., Zemansky, M. W., Física 1 – Mecânica.12a.ed. São Paulo: 125 126 Ed. Addison Wesley, 2008. COMPLEMENTAR Tipler, P. A., Mosca, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros. Volume 1. 6a ed. Rio de Janeiro:Editora LTC, 2009. Nussenszveig, H. M.; Curso de Física Básica volume 1: Mecânica. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2002. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos da Física 1: Mecânica. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. GEOMETRIA ANALÍTICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c III Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Retas no plano e no espaço. Planos. Posições relativas entre retas. Posições relativas entre retas e planos. Posições relativas entre planos. Distâncias e ângulos. Coordenadas polares. Cônicas. Superfícies quádricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REIS, Genésio Lima dos; SILVA, Valdir Vilmar da.Geometria analítica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. WINTERLE, Paulo. Vetores e geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 2009. CAMARGO, Ivan; BOULOS, Paulo. Geometria Analítica. 3ª Edição. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. COMPLEMENTAR IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar, volume 7: geometria analítica. 5ª edição. São Paulo: Atual, 2004. SANTOS, F. J.dos; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. São Paulo: Bookman Companhia Ed, 2009. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987. 126 127 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c III Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Funções reais de uma variável real. Limite e Continuidade. Derivadas. Aplicações das derivadas. Primitiva de uma função. A integral de Riemman. Técnicas de Integração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo, volume 1. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2010. THOMAS, George B. Cálculo, volume 1. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2009. GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 1. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo S. S. Cálculo das funções de uma variável, volume 1. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2004. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 1982. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 1. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994. SWOKOWSKI, E.W., Cálculo com geometria analítica. Vol.1. Porto Alegre: MacGraw Hill, 1995. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. Vol.1. 5. ed. Rio de Janeiro: L.T.C., 2001. CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E NOVOS PARADIGMAS PRÁTICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c III Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Visão do mundo atual. Globalização e a era planetária. Pós-modernidade, globalização, educação, complexidade. Os princípios do conhecimento pertinente. A falsa antinomia entre as humanidades e as ciências naturais. O conceito de paradigma. O paradigma educacional emergente e diferentes concepções de educação. O paradigma construtivista, interacionista, sociocultural e transcendente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. 11ª ed. São Paulo, SP: Papirus, 2005. p.238. 127 128 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2000. SANFELICE, José Luis. Pós-modernidade, Globalização e Educação. In: Pós-modernidade, Globalização e Educação: história, filosofía e temas transversais. José Claudinei Lombardi (org). 2. ed. rev. e ampl. Campinas, SP: Autores Associados: HISTEDBR; Caçador, SC: UnC, 2003. p.3-12. COMPLEMENTAR SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez, 2003. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A Educação como Cultura. São Paulo: Mercado de Letras, 2002. MORIN, Edgar. Cabeça bem feita. Bertrand, 2001. HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-modernidade.6.ed.; Rio de Janeiro: DP&A, 2001. MORAES, Maria Cândida. Educação, aprendizagem e cidadania do século XXI. Petrópolis: Ed. Vozes, 2004. POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL TEÓRICA TEÓRICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c III Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Políticas educacionais brasileiras para a Educação Básica e as interconexões socioculturais da escola. Educação como exercício de diversidade: as políticas educacionais e curriculares e os contextos sociais demarcados pelas contradições emergentes. Políticas educacionais, ética e compromisso social: tendências contemporâneas e perspectivas. Políticas de educação: impactos nos processos de ensinar e aprender. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. A nova LDB: ranços e avanços. 14ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2002. DOURADO, Luis Fernando & PARO, Vítor Henrique (Orgs.) Políticas públicas e educação básica. São Paulo: Xamã, 2001. FRIGOTTO, Gaudêncio; GENTILI, Pablo. A cidadania negada: políticas de exclusão na educação e no trabalho. Buenos Aires: CLASCO, 2000. COMPLEMENTAR BRZEZINSKI, Iria (Org.) LDB: limites e possibilidades. São Paulo: Cortez, 1997. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 4. ed. São Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire, 2001. (Coleção Prospectiva; 5) 128 129 GENTILLI, Pablo E. & MCCOWAN, Tristan (Orgs.) Reinventar a escola pública: política educacional para um novo Brasil. Petrópolis: Vozes, 2003. LIBÂNEO; José Carlos; OLIVEIRA José Ferreira; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003. OLIVEIRA, Romualdo Portela de (org.). Política educacional: imapasses e alternativas. São Paulo: Cortez, 1995. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS III TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 60h/a 90h/a – 6c III Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de problemas reais. Foco na experimentação no ensino de Física. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de Prática como componente curricular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VALADARES, Eduardo de Campos. Física mais que divertida – Edição revista e ampliada. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed-McGrawHill, 2010. ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria. O Saber fazer e seus muitos saberes – Experimentos, Experiências e Experimentações. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006. COMPLEMENTAR PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. São Paulo: EDUSP, 2005. PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. São Paulo: EDUSP, 2005. PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. São Paulo: EDUSP, 2005. PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. São Paulo: Editora Artmed, 2002. 129 130 17.4. IV PERÍODO FÍSICA II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 75h/a - 75h/a – 5c IV Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Hidrostática, Hidrodinâmica, Oscilações, Ondas, Leis da Termodinâmica, Propriedades Termodinâmica dos Gases, Teoria Cinética dos Gases. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 2: Fluidos, Oscilações e Ondas, Calor. 4a ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002. CHAVES, A. Física Básica: Gravitação, Fluidos, Ondas, Termodinâmica. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 8a ed.Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008. COMPLEMENTAR SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e Ondas. 12a.ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008. KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física – volume 2. São Paulo: Ed. Makron Books, 1999. HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 2. 5a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2003. FÍSICA EXPERIMENTAL II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 45h/A 45h/a – 3c IV Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Hidrostática, Hidrodinâmica, Oscilações, Ondas, Leis da Termodinâmica, Propriedades Termodinâmica dos Gases, Teoria Cinética dos Gases. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 130 131 ALONSO, M., FINN, E. J.,Física: Um Curso Universitário Volume 2: Campos e Ondas. São Paulo:Edgard Blücher, 2004. KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 2: termodinâmica óptica. São Paulo: Ed. Bookman, 2009. SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e Ondas. 12a.ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008. COMPLEMENTAR TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e EngenheirosVolume 2. 6a ed.Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 2 – Termodinâmica e Ondas. 12a.ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008. HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 2. 5a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2003. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c IV Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Integrais Impróprias; Sequências e Séries de Números Reais; Os Espaços Rn; Função de uma Variável Real a Valores em Rn; Funções de Várias Variáveis Reais a Valores Reais; Limite e Continuidade; Derivadas Parciais; Funções Diferenciáveis; Regra da Cadeia; Gradiente e Derivada Direcional, Derivadas Parciais de Ordens Superiores; Teorema do Valor Médio, Fórmula de Taylor com Resto de Lagrange; Máximos e Mínimos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo, volume 2. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2009. THOMAS, George B. Cálculo, volume 2. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2002. GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 2. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de várias variáveis. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 2. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994. 131 132 FÍSICA MATEMÁTICA I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c IV Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Números Complexos, Sistema de Equações Lineares, Matrizes e Determinantes, Problemas de autovalores, Série de Fourier, Equações Diferenciais Ordinárias de Primeira Ordem, Probabilidade BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARFKEN, G. B., WEBER, H. Física Matemática: Métodos Matemáticos para Engenharia e Física. São Paulo: Ed. Elsevier, 2007. BUTKOV, E. Física Matemática. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1998. BOAS, M. L. Mathematical Methods in the Physical Sciences. 3a ed.New Jersey: Ed. Wiley, 2005. COMPLEMENTAR KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 1. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 2. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. COURANT, R; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics – vol. 1. Nova York: Ed. WileyVHC, 1989. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c IV Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Circulação de modelos pedagógicos e práticas de educação no Brasil colônia e Império. A organização da educação nas primeiras décadas republicanas: relações entre escolarização, modernidade e identidade nacional. Educação em tempos autoritários: o Estado Novo e o Regime Militar. O processo de expansão da escola pública e as configurações da cultura escolar no Brasil BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREITAS, Marcos Cézar de, BICCAS, Maurilane de S. História Social da Educação Brasileira (1926-1996). São Paulo: Cortez, 2009 HILSDORF, M.L. História da Educação Brasileira: leituras. São Paulo: Thomson, 2003. VEIGA, Cynthia Greive. História da Educação 1. Ed. São Paulo: Atica, 2007. 132 133 COMPLEMENTAR CARVALHO, Marta Maria Chagas. A escola e a República e outros ensaios. Bragança Paulista: EDUSF, 2003. FARIA FILHO Luciano M. De (org.). Educação, modernidade e civilização. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. MAGALDI, Ana Maria et alli (orgs). Educação no Brasil: história, cultura e política. Bragança Paulista – SP: EDUSP, 2003. S0UZA, Rosa Fátima de, et alli. O legado educacional no século XX. CAMPINAS: Autores Associados, 2004. SAVIANI, Dermeval, LOMBARDI, José Claudinei e NASCIMENTO, Maria I. A escola pública no Brasil. Campinas - SP- HISTEDBR. Autores Associados.2005. DIDÁTICA GERAL E SABER DOCENTE TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c IV Formação do professor e Prática Pedagógica EMENTA Conceitualizações sobre Didática: objeto de estudo, funções e dimensões. Didática e interdisciplinaridade. Principais momentos históricos e tendências atuais da Didática. Conhecimentos, saberes e competências associadas à Didática. Questões teóricas e práticas relacionadas aos objetivos, conteúdos, métodos, procedimentos, recursos e linguagens. Formas de organização do trabalho na sala de aula. O processo de ensino-aprendizagem. Perspectivas articuladoras, considerando as dimensões humanas, técnicas e sócio-culturais da prática pedagógica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FAZENDA, Ivani (Org.) Didática e interdisciplinaridade. 10 Ed. Campinas, SP: Papirus, 2005. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2008. VEIGA, Ilma P. A. Lições de didática. Campinas, SP: Papirus, 2006. COMPLEMENTAR CANDAU, Vera (Org.) Didática. Questões contemporâneas. Rio de Janeiro: Forma e Ação, 2009. CANDAU, Vera. Didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1986. CANDAU, V. (Org.) Didática, currículo e saberes escolares. 2. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 112-128. VEIGA, Ilma P. A. Repensando a didática. 21 ed. rev. e atual. Campinas SP: Papirus, 2004, p. 33-54. 133 134 ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS IV TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 60h/a 90h/a – 6c IV Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas Física I e Física II. Produção de atividades de ensino utilizando fontes históricas primárias e secundárias. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. Atividades de Prática como componente curricular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, Cibelle C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2006. ALFONSO-GOLDFARB, A. M.; BELTRAN, M. H. R. Escrevendo a História da Ciência: tendências, propostas e discussões historiográficas. São Paulo: EDUC/ Editora Livraria da Física, 2004. FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO, A. Origens e Evolução das Idéias da Física. EDUFBA, Salvador-BA, 2002. COMPLEMENTAR NEWTON, I. Principia: Princípios Matemáticos da Filosofia Natural - Livro I. São Paulo: EDUSP, 2008. NEWTON, I. Principia – Livros II e III – Princípios Matemáticos da Filosofia Natural. São Paulo: EDUSP, 2008. GALILEI, G. Diálogo sobre os dois máximos sistemas do mundo: Ptolomaico e Copernicano. 2ª edição. São Paulo: Editora Discurso Editorial/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004 COPERNICO, N. Commetariolus. 2ª edição São Paulo: Editora Livraria da Física,2003 17.5. V PERÍODO FÍSICA III TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 75h/a - 75h/a – 5c V Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Carga e matéria; Lei de Coulomb; Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial elétrico; Capacitores e 134 135 dielétricos; Corrente, resistência elétrica e lei de Joule; Campo Magnético; Lei de Ampère; Lei de Biot-Savart; Lei de Faraday-Lenz; Circuitos; Propriedades magnéticas da matéria; Equações de Maxwell. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3: Eletromagnetismo. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 1997. CHAVES, A. Física Básica: Eletromagnetismo. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Eletromagnetismo. 8a Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008. COMPLEMENTAR SEARS, F., ZEMANSKY, M. W.,Física 3 – Eletromagnetismo. 12aEd. São Paulo: Addison Wesley, São Paulo, 2009. HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 3.5a Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 2. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. FÍSICA EXPERIMENTAL III TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 30h/a 30h/a – 2c V Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Carga e matéria; Lei de Coulomb; Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial elétrico; Capacitores e dielétricos; Corrente, resistência elétrica e lei de Joule; Campo Magnético; Lei de Ampère; Lei de Biot-Savart; Lei de Faraday-Lenz; Circuitos; Propriedades magnéticas da matéria; Equações de Maxwell. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica. Volume 3: eletricidade e magnetismo. 2ª Ed. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009. SEARS, F., YOUNG, H. D., FREEDMAN, R. A., ZEMANSKY, M. W., Física 3 – Eletromagnetismo. 12ª Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2008. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3: Eletromagnetismo. São Paulo:Ed. Edgard Blücher, 1997 135 136 COMPLEMENTAR GRIFFITHS, D.J. Eletrodinâmica. 3a ed. São Paulo: Pearson Education, 2011. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Eletromagnetismo. 8a Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2008. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c V Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudo de Integrais duplas e Integrais triplas. Caracterização de funções de várias variáveis reais a valores vetoriais. Análise e estudo de Integrais de linha e o Teorema de Green. Estudo de Cálculo de Área e Integral de Superfície. Análise do fluxo de um campo vetorial. Análise do Teorema da divergência e do Teorema de Stokes no espaço. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, James. Cálculo, volume 2. 6ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2009. THOMAS, George B. Cálculo, volume 2. 11ª edição. São Paulo: Addison-Wesley, 2002. GUIDORIZZI, Hamilton L. Um Curso de Cálculo, volume 3. 5ª edição. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. COMPLEMENTAR SWOKOWSKI, E.W. Cálculo com geometria analítica. Vol. 2.Porto Alegre: MacGraw Hill, 1995. ÁVILA, Geraldo. Cálculo das funções de várias variáveis. 7ª edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006. MUNEM, Mustafa A.; FOULIS, David J. Cálculo, volume 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica, volume 2. 3ª edição. São Paulo: Harbra, 1994. FÍSICA COMPUTACIONAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15h/a 15h/a 30h/a – 2c V Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA Conceitos Básicos de Programação Fortran; Tipos de Variáveis; Comandos entrada e saída de dados; 136 137 Expressões Lógicas; Estruturas de Repetição; Estrutura Condicional; Vetores e Matrizes; Formatação; Funções Intrinsecas; Funções e Subprogramas; Estrutura de Dados; Entrada e Saída para arquivos; Aplicações em Física. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, R. D. Introdução à Liguagem de Programação Fortran 90. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 2005. ORTEGA, J. M. Introduction to Fortran 90 for Scientific Computing. Oxford: Ed. Oxford University Press, 1994. GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics. 2a ed. Upple Saddle River: Ed. Benjamin Cummings, 2005. COMPLEMENTAR CHAPMAN, S. J. Fortran 90/95 for Scientists and Engineers. 2 Ed. Columbus: McGrawHill,2003. SMITH, I. M. Programming in Fortran 90 – A First Course for Engineers and Scientists. New Jersey: Ed. John Wiley, 1994. FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Ed. Prentice Hall Brasil, 2006. BARROSO, L.; BARROSO, M. M. A.; Campos Filho, F. F. Cálculo Numérico: com Aplicações. 2ª Ed.São Paulo: Ed. Harbra, 1987. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 1996. TEORIAS E ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c V Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA As teorias sobre a aprendizagem. Perspectivas de aprendizagem: significativa, baseada na resolução de problemas, desenvolvimental, por meio da pesquisa. Estratégias de ensinagem e aprendizagem na sala de aula. Competências e desafios nas condições de trabalho do(a) professor(a). Práticas de desenvolvimento e análise de estratégias de aprendizagem na sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 137 138 ANASTASIOU, L. da G. C.; ALVES, L. P. (orgs.) Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para a estratégia de trabalho na aula. Joinville, SC: UNIVILLE, 2003. HILGARD, E. R. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1975. VEIGA, Ilma P. A. Técnicas de ensino: por que não? 16ª Ed. Campinas, SP: Papirus, 2005 COMPLEMENTAR CASTELLANOS, Doris, et. al. Aprender y enseñar en la escuela. La Habana: Pueblo y Educación 2002. MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986. PERRENOUD, Philippe. As dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. VAZQUEZ, Adolfo Sánchez. Filosofia da práxis. 4ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 1986. ZABALA, Antonio A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. O PLANEJAMENTO EM EDUCAÇÃO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c V Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Conceitualizações sobre planejamento. O planejamento em Educação. Tipos de planos e diversos níveis de realização. O projeto político-pedagógico. Análise de PPPs e elaboração de planos de unidades e de aulas. Dimensões da aula: a dimensão científica, a dimensão ética, a dimensão estética. As relações interpessoais na sala de aula e na escola. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PENIN, Sonia J. de Sousa. A Aula: espaço de conhecimento, lugar de cultura. Campinas, SP: Papirus, 1994. VEIGA, Ilma P. A. Aula: Gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, 2008 MORAIS, Regis de (Org.) Sala de aula: que espaço é esse? 3ª edição. Campinas, SP: Papirus, 1988 COMPLEMENTAR ABREU, Maria Célia de & MASETTO, Marcos Tarciso. O Professor Universitário em Aula Prática e Princípios Teóricos. São Paulo: Cortez, 1980. CUNHA, Maria Isabel da.O professor Universitário na transição de paradigmas. Araraquara: Junqueira & Marin editores, 2005. 138 2ª Ed. 139 DANILOV M.A. & SKAKIN, M.N. Didáctica de la escuela media. La Habana: Pueblo y Educación, 1978. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 28ª reimp. São Paulo: Cortez, s/d. VEIGA, Ilma P. A. CASTANHO, Maria Eugenia L.M. (Orgs.) Pedagogia universitária: a aula em foco. Campinas, SP: Papirus, 2000. ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15h/a 105h/a 120h/a – 8c V Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Organização do projeto de trabalho de estágio. Orientações na elaboração do relatório de estágio. Reflexões sobre as informações colhidas nos campos de estágio. Orientações sobre a socialização das informações colhidas no campo de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009 PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004 COMPLEMENTAR PIMENTA, S.G..O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo: EPU, 1986. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS V TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 60h/a 90h/a – 6c V Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas Física III e Física IV. Produção de atividades de ensino utilizando abordagem histórica contextualizada. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. 139 140 BIBLIOGRAFIA BÁSICA SILVA, C.C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006 ALFONSO-GOLDFARB, A. M.; BELTRAN, M. H. R. Escrevendo a História da Ciência: tendências, propostas e discussões historiográficas. São Paulo: EDUC/ Editora Livraria da Física, 2004. COMPLEMENTAR LOPES, J.L. Uma História da Física no Brasil. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. NEWTON, I. Optica. São Paulo: EDUSP, 1996. FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO, A Origens e Evolução das Idéias da Física. EDUFBA, Salvador-BA, 2002. ASSIS, A. K. T. Os Fundamentos Experimentais e Históricos da Eletricidade. 1ª edição. Montreal: Apeiron, 2010 17.6. VI PERÍODO FÍSICA IV TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c VI Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Ótica Geométrica; Interferência; Difração; Polarização; Relatividade; Primórdios da Teoria Quântica; Princípios Básicos da Teoria Quântica; Equação de Schrödinger; Sistema Quânticos Simples. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 4: Ótica, Relatividade, Física Quântica. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Óptica e Física Moderna. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. SEARS, F.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.;, ZEMANSKY, M. W., Física 4 – Ótica e Física Moderna. 10ª Ed.São Paulo: Ed. Pearson Education, 2003. COMPLEMENTAR CHAVES, A. Física vol. 3: Ondas, Relatividade e Física Quântica. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007. 140 141 HALLIDAY, D.; KRANE, K.; RESNICK, R. Física 4.5a Ed. Rio de Janeiro:LTC, Rio de Janeiro, 2004. TIPLER, P. A., MOSCA, G., Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 3. 6ª Ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. FÍSICA EXPERIMENTAL IV TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 30h/a 30h/a – 2c VI Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Ótica Geométrica; Interferência; Difração; Polarização; Relatividade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SEARS, F.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.;, ZEMANSKY, M. W., Física 4 – Ótica e Física Moderna. 10ª Ed. São Paulo: Ed. Pearson Education, 2003. Knight, R. D., Física: uma abordagem estratégica – Volume 2: termodinâmica óptica. 2ª Ed. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2009. TIPLER, P. A., MOSCA, G.Física – Para Cientistas e Engenheiros Volume 2. 6ª Ed.Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. COMPLEMENTAR STRONG, J.,Concepts of classical Optics. New York:Dover, 2004. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 4: Ótica, Relatividade, Física Quântica. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física: Óptica e Física Moderna. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. FÍSICA MATEMÁTICA II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 45h/a - 45h/a – 3c VI Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Análise Vetorial, Equações Diferenciais Lineares de Segunda Ordem, Funções Especiais Equações Diferenciais Parciais, Funções de uma variável complexa, Transformada de Laplace, 141 142 Transformada de Fourier, Teoria de Distribuição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARFKNE, G. B., WEBER, H. Física Matemática: Métodos Matemáticos para Engenharia e Física. Rio de Janeiro: Ed. Elsevier, 2007. BUTKOV, E. Física Matemática. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 1998. BOAS, M. L. Mathematical Methods in the Physical Sciences. 3a ed.New York: Ed. Wiley, 2005. COMPLEMENTAR KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 1. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. KREYSZIG, E. Matemática Superior para Engenharia – vol. 2. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. COURANT, R; HILBERT, D. Methods of Mathematical Physics – vol. 1. Nova York: Ed. WileyVHC, 1989. QUÍMICA GERAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a 30h/a 60h/a – 4c VI Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA Conceitos Fundamentais de Elementos Químicos, suas Propriedades e Substâncias Simples e Compostas. Fórmulas Mínimas de Compostos Químicos. Misturas. Lei de Conservação de Massa e Estequiometria. Estados Físicos da Matéria. Soluções. Equilíbrio Químico. Noções de Segurança Laboratorial. Classificação de Resíduos Químicos. Serão dadas práticas diversas com o objetivo de familiarizar o aluno com os equipamentos gerais de um laboratório de química, operações simples e aplicações práticas de conceitos já conhecidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C.;Química geral e reações químicas: volume 1. Tradução técnica Flávio Maroni Vichi; Tradução Solange Aparecida Visconte. São Paulo: Cengage Learning, 2009 KOTZ, John C.; TREICHEL, Paul M.; WEAVER, Gabriela C.;;Química geral e reações químicas: volume 2. Tradução e revisão técnica Flávio Maron Vichi, Tradução Solange Aparecida Visconte. São Paulo: Cengage Learning, 2010 RUSSELL, John B. Química geral: volume 2. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 142 143 COMPLEMENTAR ROZENBERG, Izrael Mordka. Química geral. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2008. MAIA, Daltamir Justino; BIANCHI, J. C. de A.. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007 MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J..Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 1995 AVALIAÇÃO EDUCACIONAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c VI Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA As teorias sobre a avaliação da aprendizagem. As relações da avaliação com a didática e com a aprendizagem. Questões ideológicas nos processos de avaliação. As políticas de avaliação no Brasil. Tipos de avaliação. Avaliação somativa vs avaliação formativa. Técnicas, procedimentos e instrumentos de avaliação. Os critérios de avaliação. Prática de elaboração, aplicação e correção de diferentes instrumentos de avaliação na sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação: para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. 3ª ed. São Paulo: Cortez. 2005. CATANI, Denice Barbara e GALLEGO, Rita de Cassia. Avaliação. São Paulo: Editora UNESP, 2009. HOFFMANN, J.; ESTEBAN, M. T. (orgs.) Práticas avaliativas e aprendizagens significativas: em diferentes áreas do currículo. 3.ed. Porto Alegre: Mediação, 2004. COMPLEMENTAR BONAMINO, A., BESSA, N., FRANCO (orgs.). Avaliação da educação básica. Pesquisa e gestão. São Paulo: Loyola, 2004. ESTEBAN, Maria T.(Org.). Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2003. FREITAS, Luís Carlos de. Avaliação: construindo o campo e a crítica. Florianópolis: Insular, 2002 GATTI, Bernardete A. O Professor e a avaliação em sala de aula. Estudos em Avaliação Educacional, n. 27, p. 97-113, jan./jun. 2003. 143 144 HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Trad. Patrícia C. Ramos, Porto Alegre ARTMED Editora, 2001. ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15h/a 105h/a 120h/a – 8c VI Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Organização do projeto de estágio. Acompanhamento das atividades de observação e docência nas turmas das séries finais do Ensino Fundamental. Orientações na realização dos planos de aula. Avaliação das aulas ministradas pelos alunos estagiários. Orientações no relatório de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009 PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004 COMPLEMENTAR PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo: EPU, 1986. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS VI TEÓRICA 30h/a AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 60h/a 90h/a – 6c VI Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas já estudadas até o momento. Produção de atividades de ensino utilizando simulações computacionais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PANG, Tao.An Introduction to Computational Physics.2a ed. Cambridge: Ed. Cambridge, 2006. 144 145 SCHERER, Cláudio. Métodos Computacionais da Física. São Paulo: Ed. Livraria da Física, 2005. LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.Computational Physics – Problem Solving with Computers. 2a ed.Hoboken: Ed. John Wiley, 2007. COMPLEMENTAR STAUFFER, D.; de OLIVEIRA, S. M.; de OLIVEIRA, P. M. C.; MARTINS, J. S. S. Biology, Sociology, Geology by Computational Physicists. San Francisco: Elsevier, 2007. MILLER, J. H.; PAGE, S. E. Complex Adaptive Systems – An Introduction to Computational Models of Social Life. Princeton: Ed. Princeton University, 2007. GURNEY, K. An Introduction to Neural Networks. Boca Raton: Ed. CRC Press, 1997. QUARTERONI, A.; SALERI, F.; GERVASIO, P.; Scientific Computing with MATLAB and Octave. 3a Ed. New York: Ed. Springer, 2010. SABERES DO DOCENTE EM FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c VI Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Estudo das concepções e tendências do ensino de Física. Diretrizes curriculares e Parâmetros Curriculares Nacionais e do estado de Minas Gerais. A História e Filosofia da Ciência no Ensino de Física. A abordagem de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS). A resolução de problemas (abertos ou fechados) de Física. O uso de recursos audiovisuais no Ensino de Física e os objetos de aprendizagem. Análise de livros didáticos de Física. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, A.M.P.; RICARDO, E.C.; SASSERON, L.H.; ABIB, M.L.V.S.; PIETROCOLA, M. Ensino de Física – Coleção Idéias em Ação. São Paulo: Cengage, 2011. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNANBUCO, M. M. Ensino de Ciências: Fundamentos emétodos. 2ª edição. São Paulo: Editora Cortez, 2009. CARVALHO, Anna Maria Pessoa (organizadora). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. 1ª edição. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2009. COMPLEMENTAR SILVA, Cibelle C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006 145 146 NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004. CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005. 17.7. VII PERÍODO ELETROMAGNETISMO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 75h/a - 75h/a – 5c VII Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Gradiente, Divergente e Rotacional. Eletrostática. Solução de problemas eletrostáticos. Campo eletrostático na matéria. Magnetostática no vácuo: Lei de Lorenz, Lei de Biot-Savart, divergência, rotacional, potencial vetorial. Magnetostática em meios materiais: magnetização, campo de um objeto magnetizado, campo auxiliar H, meios lineares e não lineares. Eletrodinâmica. Ondas eletromagnéticas. Radiação eletromagnética. Bibliografia BÁSICA GRIFFITHS, D.J. Introduction to Electrodynamics. 3. ed. New York: Prentice Hall, 1998. REITZ, J. R., MILFORD, F. J.,CHRISTY, R. W. Fundamentos da Teoria Eletromagnética. 11ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1982. HAYT, W. H., BUCK, J. A. Eletromagnetismo. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. McGraw-Hill, 2008. COMPLEMENTAR JACKSON, J. D. Classical Electrodynamics. 3a Ed. Hoboken: Ed. John Wiley, 1998. GRIFFITHS, D.J. Eletrodinâmica. 3a ed. São Paulo: Pearson Education, 2011. FRANKLIN, J. Classical Electromagnetism. New York: Pearson Education, 2005. GRANT, I.S.; PHILLIPS, W.R. Electromagnetism. 2a ed. Hoboken: Ed. John Wiley, 1991. MECÂNICA CLÁSSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c VII Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física 146 147 Ementa: Matrizes, Vetores e Cálculo Vetorial, Mecânica Newtoniana de uma partícula; Teoremas de Conservação, Oscilações, Oscilações Não-Lineares e Caos, Gravitação, Cálculo Variacional, Princípio de Hamilton; Dinâmica Lagrangiana e Hamiltoniana; Teorema de Liouville; Teorema do Virial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems.5ª Ed. Florence: Brooks Cole, 2003. SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro:Editora Campus, 1982. BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. COMPLEMENTAR GREINER, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed. Springer Verlag, 2002. GOLDSTEIN, H., POOLE, C. P., SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River: Addison Wesley, 2002. LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São Paulo: Ed. Hemus, 2004. KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. 5a ed.London. Ed. Imperial College Press, 2004. TERMODINÂMICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a –4c VII Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Variáveis e equilíbrio termodinâmico. Primeira lei da termodinâmica. Entropia – Segunda lei da termodinâmica. Reversibilidade e irreversibilidade. Potenciais Termodinâmicos. Relações de Maxwell. Transições de fase de primeira ordem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERMI, E.,Thermodynamics. New York: Dover Publications Inc., 1956. STÖCKER, H., GREINER, W., NEISE, L. Thermodynamics and Statistical Mechanics. New York: Ed. Springer Verlag, 2008. OLIVEIRA, M. J.,Termodinâmica. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. 147 148 COMPLEMENTAR CALLEN, H. H., Thermodynamics and an Introduction to Thermostatics.2a ed. Hoboken: John Wiley & Sons, 1985. SALINAS, S. Introdução à Física Estatística. 2a Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2005. ADKINS, C. J. Equilibrium Thermodynamics. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. BORGNAKKE, C.; WYLEN, G.J.V. Fundamentos da Termodinâmica. 7ª Ed.Rio de Janeiro: Edgard Blücher, 2009. LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c VII Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Introdução a linguagem brasileira de sinais. História da educação dos surdos. A legislação sobre libras: Lei 10.436 de 24/04/2002. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, Fernando César; Raphael, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado trilingue da língua de sinais brasileira: Volume I e II. 3. Ed. São Paulo: EDUSP, 2008. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – Secretaria de Educação Especial, Ensino da Língua Portuguesa para surdos. Caminhos para a prática pedagógica – Brasília, 2002. Vol. 1 e 2. SACKS, Oliver W.,Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos Surdos. Tradução Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. COMPLEMENTAR BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro: UFRJ, 1995. QUADROS, R.M. de Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. COUTINHO, Denise – Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa, Semelhanças e Diferenças. Porto Alegre: Mediação, 2001. SKLIAR, Carlos (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre: Mediação, 1999. Volumes 1 e 2. FERNANDES, Eulália. Linguagem e Surdez. Porto Alegre: Artmed, 2003. 148 149 ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15 h/a 105 h/a 120h/a – 8c VII Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Organização do projeto de estágio. Acompanhamento das atividades de observação e docência nas turmas das séries finais do Ensino Médio. Orientações na realização dos planos de aula. Avaliação das aulas ministradas pelos alunos estagiários. Orientações no relatório de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009 PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004 COMPLEMENTAR PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo: EPU, 1986. O USO DE TICs NA APRENDIZAGEM DE FÍSICA TEÓRICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 60h/a 90h/a – 6c VII Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Novas abordagens e práticas de ensino de Física e o uso das Tecnologias da informação e comunicação no ensino de física. O Ensino à distância. Uso de plataformas virtuais para o ensino de Física. O uso s e análise de softwares educativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. São Paulo: 149 150 Editora Mediação, 2007. BARRETO, R.G. Tecnologias educacionais e educação à distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2000. GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999. COMPLEMENTAR POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre. Artmed , 2002. PETERS, O. Didática do ensino à distância. 1ª edição. Editora Unisinos, Rio Grande do Sul. 2001 MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004. PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem. Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005. TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo: Cortez, 2004. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15h/a 15h/a 30 h/a – 2c VII Múltiplas Linguagens EMENTA Escolha e definição do tema de pesquisa de um trabalho de graduação vinculado à área de Ensino de Física ou de Física básica e afins. Nesta etapa o aluno, sob orientação de um docente da UFTM, deverá realizar as primeiras etapas de um processo de pesquisa: pesquisa bibliográfica, levantamento e consulta às fontes. Problematização a partir da experiência de pesquisa. Elaboração e consolidação do projeto de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre:Artmed , 2002. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed-McGrawhill, 2010 GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999. COMPLEMENTAR FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. São Paulo: Editora Mediação, 2007. 150 151 MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologiase mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004. PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem. Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005. TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo: Cortez, 2004. 17.8. VIII PERÍODO ESTRUTURA DA MATÉRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 75h/a - 75h/a – 5c VIII Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Radiação de corpo negro. Comportamento corpuscular da radiação. Comportamento ondulatório da matéria. O átomo de Bohr. A equação de Schrödinger. Potenciais unidimensionais. Átomos de um elétron. Momento de dipolo magnético, spin e regras de transição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SERWAY, R. A., MOSES, C. J., MOYER, C. A. Modern Physics. 3a ed. Florence: Ed. Brooks Cole, 2005. BEISER, A. Concepts of Modern Physics. 6a ed.New York: Ed. McGraw Hill, 2002. CARUSO, F., OGURI, V. Física Moderna – Origens Clássicas e Fundamentos Quânticos. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 2006. COMPLEMENTAR KRANE, K. S. Modern Physics. 2a ed.Hoboken: Ed. Wiley, 1995. RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979. TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009. GRIFFITHS, D. J. Introduction to Quantum Mechanics.2a ed.Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005. LABORATÓRIO DE ESTRUTURA DA MATÉRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 45h/a 45h/a – 3c VIII Especificidades da 151 152 formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudos e desenvolvimento teórico e prático dos seguintes tópicos: Radiação de corpo negro. Comportamento corpuscular da radiação. Comportamento ondulatório da matéria. O átomo de Bohr. A equação de Schrödinger. Potenciais unidimensionais. Átomos de um elétron. Momento de dipolo magnético, spin e regras de transição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979. GRIFFTHS, DAVID J. Introduction to Quantum Mechanics. 2. ed. Upper Saddle River: Pearson Education, 2005. GASIOROWICZ, S. Quantum Physics. 3a ed.Hoboken: John Wiley and Sons, 2003. COMPLEMENTAR KNIGHT, R. D., Física: uma abordagem estratégica - 2.ed.Volume 2: termodinâmica óptica. São Paulo: Ed. Bookman, 2009. NUSSENZVEIG, H. M., Curso de Física Básica 4. 4ª Ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 2002. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 4: Mecânica. 8ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. CURRÍCULO ESCOLAR TEÓRICA 30h/a AD - APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 30h/a – 2c VIII Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA: As teorias sobre o currículo. O campo do currículo na contemporaneidade, inclusão e multiculturalismo. Diferentes teorizações pedagógicas e perspectivas sobre o currículo. A centralidade da cultura no campo do currículo. As relações do currículo com a vida, com a ciência, com a cultura, com a didática, com o planejamento educacional, com a prática da sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Marisa V. (org). O currículo nos limiares do contemporâneo. Rio de Janeiro: DP&A, 152 153 1998. MOREIRA, Antônio Flávio e, SILVA, T. T. (Orgs). Currículo, Cultura e Sociedade. 3.ed.; São Paulo, SP: Cortez, 1999. SILVA, Tomaz Tadeu da.Documentos de identidade; uma introdução ás teorias do currículo. 2ª Ed.7ª reimp. Belo Horizonte: Auténtica, 2005. COMPLEMENTAR APPLE, Michael W. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982. GOODSON, Ivor F.A construção social do currículo. Lisboa: Educa, 1997. LOPES, Alice Casimiro; MACEDO, Elizabeth Fernandes de. (Org.) Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002. SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Trad. Ernani F. da F. Rosa. 3.a ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998. SILVA, Tomaz Tadeu da.O currículo como fetiche; a poética do texto curricular. 2. reimp. Belo Horizonte; Autêntica, 2003. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15h/a 15h/a 30 h/a – 2c VIII Múltiplas Linguagens EMENTA: Desenvolvimento da pesquisa, elaboração e apresentação da monografia de TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres: a nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre:Artmed , 2002. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa Qualitativa em Educação – Fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed-McGrawhill, 2010 GRISPUN, M.Z. (org) Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1999. COMPLEMENTAR FERNANDES, N.L.R. Professores e computadores: navegar é preciso! 1ª edição. Editora Mediação, São Paulo. 2007 MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologiase mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004. PINO, Ivany R. Novas tecnologias e educação: construção de ambientes de aprendizagem. Disponível em: http://www.propp.ufms.br/ppgedu/geppe/artigo5.htm. Acesso em 29 nov.2005. 153 154 TEDESCO, Juan Carlos (org.) Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo: Cortez, 2004. EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS DA FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c II Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física EMENTA Análise histórica, filosófica e epistemológica dos desenvolvimentos dos conceitos e teorias da física, da Antiguidade aos dias atuais. Discussões sobre o papel social e cultural da física na nossa era. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROCHA, José Fernando. Origens e Evoluções das idéias da Física. 1ª edição. Salvador: EDUFBA,2002. PIRES, Antônio S. T. Evolução das ideias da física. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2008 EINSTEIN, A. e INFELD, L. - A evolução da física. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 1980 COMPLEMENTAR KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. São Paulo: Editora Perspectiva,2009. LOPES, José Leite. Uma História da Física no Brasil. 1ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. SCHENBERG, Mário. Pensando a Física. 5ª edição. São Paulo: Editora Landy, 2001. FEYERABEND, Paul. Contra o método. 1ª edição. São Paulo: Editora Unesp, 2007. BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. 3ª edição. Rio de Janeiro: Editora Tempo Brasileiro, 2000. ORIENTAÇÃO E ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 15 h/a 105 h/a 120h/a – 8c VIII Vida em sociedade e formação pedagógica comum 154 155 EMENTA Orientações para elaboração e implementação de projeto educacional na escola campo de estágio a partir das observações e reflexões realizadas. O ensino de Física, a avaliação e o vestibular. Organização, seleção de material e elaboração das atividades docentes, a partir das observações, estudos teóricos e de diagnóstico realizado para imersão no campo de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, A.M.P. Prática de Ensino: Os Estágios na Formação do Professor. São Paulo: Pioneira, 1985. CARVALHO, A.M.P; GIL-PÉREZ, D. Formação de Professores de Ciências: Tendências e Inovações.9ª Edição.São Paulo: Editora Cortez, 2009 PIMENTA, S.G.; LIMA, M.S.L. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004 COMPLEMENTAR PIMENTA, S.G. O Estágio na Formação de Professores: Unidade Teoria e Prática? 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2001. LÜDKE, M; ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas.São Paulo: EPU, 1986. INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO - 30h/a – 2c 60h/a – 4c 90h/a – 6c VIII Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA: O Laboratório didático e suas funções no Ensino de Física. Os vários tipos de atividades experimentais na pesquisa em Ensino de Física abordagem qualitativa e quantitativa. Produção de material didático experimental de baixo custo para o Ensino Fundamental, Médio e Superior. Reprodução de experimentos históricos factíveis no Ensino Médio. Experimentos que promovam mudanças conceituais e a visão do experimento como metodologias historicamente construídas, que encontra no aluno a possibilidade de sua própria elaboração e construção. Elaboração de livro-texto, vídeos interativos para a auto-aprendizagem de Física. Inserção de observações astronômicas e construção de instrumentos para o Ensino de Astronomia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Anna M.P. Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. 1ª edição. São Paulo: 155 156 Editora Cengage Learning, 2009. MÁXIMO, Antônio e ALVARENGA, Beatriz. Física – volume único. 2ª Edição, São Paulo: Editora Scipione, 2008. Grupo de Reelaboração do Ensino de Física (GREF): Material para professores e/ou alunos: Física 1 (mecânica), Física 2 (física térmica e óptica), Física 3 (eletricidade e magnetismo), Grupo de Reelaboração do Ensino de Física,Edusp. Material para alunos: Leituras em Física. Download a partir de http://www.if.usp.br/gref. COMPLEMETAR GASPAR, Alberto. Física – volume único. 1ª edição. São Paulo: Editora Ática, 2001. GASPAR, Alberto. Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Ática, 2003. MOREIRA, M. A. Investigação em Ensino de Ciências, volumes 1, 2. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1997/1998. 17.8.1. DISCIPLINAS ELETIVAS DO VIII PERÍODO TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: História do Ensino de Física no Brasil. A pesquisa em Ensino de Física no Brasil e suas principais linhas de estudo. As políticas públicas para o Ensino de Física no Brasil: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Parâmetros Curriculares Nacionais, Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores, Plano Nacional de Educação, Plano de Desenvolvimento da Educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GHIRALDELLI JR, P. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2005. SANTOS, F.M.T.; GRECA, I.M. A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias. Ijuí: Editora Unijuí, 2006 DELIZOICOV, D. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. COMPLEMENTAR DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2000. 156 157 NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004. SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. Campinas: Autores Associados, 2008. SILVA, M.V.; MARQUES, M.R.A. LDB: balanços e perspectivas para a educação brasileira. Campinas: Editora Alínea, 2008. PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001. TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Movimento CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) e o Ensino de Física. Divulgação científica e educação não formal e sua relação com o Ensino de Física. Física e Cultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001. NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004. MARTINS, A.F.P. Física ainda é cultura? São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009. COMPLEMENTAR CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005. KRASILCHIK, M. Professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras Editora, 2007. TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA III TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de 157 158 Licenciatura em Física Ementa: História do livro didático no Brasil. O livro didático de Física. Análise crítica de livros didáticos. Produção de material didático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora Komedi, 2006. CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. COMPLEMENTAR PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EdUFSCar, 2008. NARDI, R. Pesquisas em Ensino de Ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras, 2004. NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras Editora, 2007. PROJETOS DE ENSINO DE FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Projetos de Ensino de Física no contexto nacional e internacional da década de 60 aos dias atuais. Diretrizes curriculares e projetos de ensino de Física no Brasil. Identificação da concepção de Física, proposta educacional, modelo de aprendizagem, abordagem do conteúdo, ênfases curriculares, atividades experimentais desenvolvidas, etc. presentes nesses projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora Komedi, 2006. CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: 158 159 Thomson Pioneira, 2004. COMPLEMENTAR PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EdUFSCar, 2008. PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 INTRODUÇÃO À MECÂNICA QUÂNTICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Revisão de Números Complexos, Dualidade Onda-Partícula, Função de Onda, Princípio da Superposição, Princípio da Incerteza, Quantização da Energia, Potenciais Unidimensionais, Potenciais Periódicos, Revisão de Álgebra,Operadores e suas Propriedades, Notação de BraKet, Autofunções e Autovalores, Operadores Momentos (Linear e Angular) e de Posição, Equação de Schrondinger, Oscilador Harmônico Quântico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SCHERRER, R., Quantum Mechanics: An Accessible IntroductionAddison-Wesley, 2006. GREINER, W., Quantum Mechanics: An Introduction, Springer, 2001. BRANSEN, B. H., JOACHAIN, C. J., Introduction to Quantum Mechanics, Longman, 1989 COMPLEMENTAR PHILIPS, A. C., Introduction to Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 2003. RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979. TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009. GRIFFITHS, D. J., Introduction to Quantum Mechanics. 2a ed. Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005. JAMMER, M., The Conceptual Development of Quantum Mechanics.Tomash Publishers, 1989. 159 160 FUNDAMENTOS E FILOSOFIA DAFÍSICA QUÂNTICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Discussões conceituais e filosóficas da interpretação da Física Quântica a partir da análise de alguns tópicos tais como: dualidade onda-partícula; interferômetro de Mach-Zehnder; estados quânticos e princípio da superposição, colapso e decoerência; Problema da medição e postulados da mecânica quântica; princípio da incerteza, Paradoxo de Einstein, Podlsky e Rosen entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 1. São Paulo: Livraria da Física, 2006 PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 2. São Paulo: Livraria da Física, 2006 PESSOA JR, O (Org.). Fundamentos da Física 1- Simpósio David Bohm. São Paulo: Livraria da Física, 2000 COMPLEMENTAR JAMMER, M., The Philosophy of Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 1974. FREIRE JR, O. PESSOA JR, O. BROMBERG, J. L. Teoria Quântica - Estudos Históricos e Implicações Culturais. São Paulo: Livraria da Física 2010 ISHAM, C. J.,Lectures on Quantum Theory. London: Imperial College Press, 1985. FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estrutura cristalina; difração em cristal; a rede recíproca; ligação cristalina; vibrações da rede; gás de Fermi de elétrons livres; bandas de energia; cristais semi-condutores; superfícies de Fermi e metais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASHCROFT, N.W.; MERMIN, N.D. Solid State Physics.Florence: Brooks Cole, 1976. Kittel, C.Introdução a física do estado sólido. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006. 160 161 SINGLETON, J.Band Theory and Electronic Properties of Solids. Oxford: Oxford Press, 2001. COMPLEMENTAR OLIVEIRA, IVAN S.; JESUS, VITOR L. B.Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. SUTTON, A. P.Eletronic Structure of Materials. Oxford: Oxford Press, 1994. CHAIKIN, P.M.; LUBENSKY, T. C.Principles of Condensed Matter Physics. Cambridge: Cambridge University Press, 2000. VIBRAÇÕES E ONDAS TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudo Analítico das vibrações e ondas e aplicações nos campos da mecânica, acústica, hidrodinâmica e eletromagnetismo: Movimentos Periódicos; Superposição de Movimentos Periódicos; Vibrações Livres de Sistemas Físicos; Vibrações Forçadas e Ressonância; Osciladores Acoplados e Modos Normais; Modos Normais de Sistemas Contínuos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, AP. Vibrações e Ondas.Brasília: Ed. UnB, 2002 CRAWFORD JR, FS. Waves: Berkeley Physics Course, Volume 3. Nova Iorque: Mcgraw-Hill, 1968. PAIN, J. The Physics of Vibrations and Waves. Southern Gate: Wiley, 2005. COMPLEMENTAR BENADE, AH. Horns, Strings and Harmony. Nova Iorque: Dover Publications, 1992. TOWNE, DH. Wave Phenomena, Nova Iorque: Dover Publications, 1989. SMITH, WF. Waves and Oscillations: A Prelude to Quantum Mechanics. Nova Iorque: Oxford University Press, 2010. FÍSICA COMPUTACIONAL II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de 161 162 Licenciatura em Física Ementa: Aplicações Avançadas de Física Computacional: Equações Diferenciais Ordinárias; Equações Diferenciais Parciais; Potenciais e Campos Elétricos e Magnéticos; Sistemas Ondulatórios; Passeios Aleatórios; Simulação de Monte Carlo; Modelo de Ising; Análise de Fourier; Algorítimo Genético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics.2ª Ed. Upper Saddle River: Ed. Benjamin Cummings, 2005. LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.; Computational Physics – Problem Solving with Computers. 2a ed.New York: Ed. John Wiley, 2007. PANG, Tao An Introduction to Computational Physics. 2a ed.Cambridge: Cambridge University Press, 2006. COMPLEMENTAR WONG, SSM, Computational Methods in Physics and Engineering. 2a ed. Hackensack: Ed. World Scientific Publishing Company, 1997. DeVRIES, PL.; HASBUN, JE.;A First Course in Computational Physics. 2a ed. Boston: Ed. Jones & Bartlett Publishers, 2010. THIJSSEN, J.; Computational Physics. 2ª Ed. Cambridge: Ed. Cambridge University Press, 2007. MECÂNICA CLÁSSICA II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Revisão do Princípio de Hamilton, Força Central, Dinâmica de um Sistema de Partículas, Movimento em um Sistema de Coordenadas Não-Inercial, Dinâmica de Corpos Rígidos, Oscilações Acopladas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems. 5a ed. Florence:Brooks Cole, 2003. Greiner, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed. Springer Verlag, 2002. GOLDSTEIN, H.; POOLE, C. P.;SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River: 162 163 Addison Wesley, 2002. COMPLEMENTAR SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1982. BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana. 1ª edição. São Paulo: Livraria da Física, 2004. LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São PaulO: Ed. Hemus, 2004. KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. London: Ed. Imperial College Press, 2004. ASTRONOMIA I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: História da Coordenadas tempo, Astronomia: geográficas Movimentos: características e da seus e Terra, Grécia, Modelo astronômicas, Sol constituintes, e Lua Geocêntrico Trigonometria e suas Determinação de e Heliocêntrico, esférica, implicações, distâncias Medida Sistema e do Solar: noções de Cosmologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera (organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008. HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria da Física, 2008. COMPLEMENTAR IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar, 2007. CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler, Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. 163 164 ASTRONOMIA II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Fotometria, Espectroscopia, Estrelas, Interiores Estelares, Galáxias, Cosmologia, Planetas Extrasolares, Vida Extraterrestre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera (organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008. HORVATH, T. O abc da astronomia e astrofísica. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria da Física, 2008. COMPLEMENTAR IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar, 2007. CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler, Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. MÍDIA-EDUCAÇÃO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Media literacy. Conceitos-chave da mídia-educação. Habilidades básicas. Tendências internacionais para a formação de professores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNER, J. Cultura da Educação. Lisboa: Edições 70, 2000. SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. ISSN 0101-7330. 164 165 UNESCO / International Expert Group. Teacher Training Curricula for Media and information Literacy - Background Strategy Paper .Paris: UNESCO, 2008.Disponível em <http://portal.unesco.org/ci/en/ev.phpURL_ID=27057&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html> COMPLEMENTAR BROOKER, W.; JERMYN, D. The audience studies reader. New York: Routledge, 2003. ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. FRAU-MEIGS, D. Media education: a kit for teachers, students, parents and professionals.Paris: UNESCO, 2006.Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf> KELLNER, Douglas and SHARE, Jeff. Educação para a leitura crítica da mídia, democracia radical e a reconstrução da educação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.104, pp. 687-715. TYNNER, Kathleen. Literacy in a digital world. Londres: Lawrence Erlbaum, 1998. 18. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA CAMARGO, Célia Reis (Org.) Experiências Inovadoras de Educação Profissional. São Paulo, Ed.UNESP, 2002. CUNHA, Maria Isabel da.O professor universitário na transição de paradigmas. 2ª ed. Araraquara: Junqueria & Marin Editores, 2005. CUNHA, Maria Isabel da.O Bom professor e sua prática. 8. ed. Campinas: Papirus, 1989. FAZENDA, Ivani C. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo: Paulus, 2003. FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. GARCIA, W. E. Inovação Educacional no Brasil: problemas e perspectivas. São Paulo, Cortez Editora, 1989. HERNÁNDEZ, F. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: ARTMED, 2000. _____________.Transgressão e Mudança na Educação. Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre: ArtMed, 1998. HERNÁNDEZ, F.& VENTURA, M. A Organização do Currículo por Projeto de Trabalho. O Conhecimento é um Caleidoscópio. Porto Alegre: ArtMed, 1998. 165 166 HOFFMANN, J. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 17. ed. Porto Alegre: Mediação, 2000. INSTITUTO DE FORMAÇÃO DE EDUCADORES. Projeto Político Pedagógico para formação de professores para a educação básica. Universidade de Uberaba, 2001. KRASILCHIK, Myrian; ARANTES, Valéria A.; Araújo, Ulisses F. Princípios gerais e o ciclo básico. São Paulo: Universidade de São Paulo – Escola de Artes, Ciências e Humanidades, 2007. MARQUES,André Luís et al. Projetos interdisciplinares como ferramenta de ensino. [S.l.: s.n.], 2008. MASETTO, Marcos T. Inovação na educação superior. In Revista Interface Comunicação, Saúde Educação v.8, n. 14, set. 2003 – fev. 2004. MASETTO, Marcos T. In: CARVALHO, Antonio Cesar de; KRIGER, Leo. Educação Odontológica. Um paradigma interdisciplinar para a formação do cirugião dentista.São Paulo: Abeno. 2006 ______ ; FELDMANN, Marina; GAETA, Marília Cecília Damas et al. Formação docente para inovação no ensino superior. Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino (14: 2008: Porto Alegre, RS). Trajetórias e processos de ensinar e aprender: lugares, memórias e culturas [recurso eletrônico] / 14. ENDIPE. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008. 1 CD –ROM. MORAES, Maria Cândida. O Paradigma educacional emergente. 5. ed. Campinas: Papirus, 2000. MORAN, José Manuel. MASETTO, Marcos T., BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2004. PROPOSTA DE PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO – Cursos Campus Litoral. UFPR- LITORAL. Disponível em: <http://www.litoral.ufpr.br/> Acesso: 02/05/2008. SOUSA, Walêska Dayse Dias de. Construção de novos saberes no curso de Pedagogia a distância da UNIUBE: concretudes e desafios. [S.l.: s.n.], 2007. UBERABA (Prefeitura). Secretaria de Educação. Contribuição para a criação de uma instância acadêmica responsável pela formação superior de educadores na UFTM. 166 167 Uberaba, 2005. UFBA – Universidade Nova. Reestruturação da Arquitetura acadêmica da UFBA. Disponível em: <http://www.fis.ufba.br/dfes/PDI/Texto%20Universidade%20Nova.htm>Acesso: 10/12/2007 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO- Escola de artes, ciências e humanidades. Princípios gerais para o ciclo básico. Janeiro, 2007. UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO. Regimento Geral. Uberaba, 2010. VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Avaliação como elemento mediador do processo de ensino-aprendizagem. Série Pedagogia. Uberaba: Universidade de Uberaba, 2008. v.3, etapa 4 TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. SÍTIOS DE DOCUMENTOS OFICIAIS CONSULTADOS BRASÍLIA. Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Disponível em: http://www3.dataprev.gov.br/SISLEX/paginas/42/1996/9394.htm BRASÍLIA. Lei 10.172 de 9 de janeiro de 2001. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm BRASÍLIA. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11788.htm MEC. Decreto n° 6.096 de 24/04/2007. Disponível em:http://gestao2010.mec.gov.br/marcos_legais/decree_16.php MEC. Parecer CNE/CP nº 28, de 2 de outubro de 2001. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/028.pdf MEC. Parecer CNE/CES 09/2001 e 109/2002, aprovados em 13 de março de 2002. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES0109.pdf MEC. Parecer CNE/CES nº 213/2003, de 1° de outubro de 2003. Disponível em: 167 168 http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2003/pces213_03.pdf MEC. Parecer CNE/CES nº 197/2004, de 7 de julho de 2004. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces197_04.pdf MEC. Parecer CES/CNE nº. 261/2006. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pces261_06.pdf MEC. Parecer CNE/CES nº 213/2003, de 1 de outubro de 2003. Disponível: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2003/pces213_03.pdf MEC. Portaria MEC n° 1.793, de 27 de dezembro de 1994. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/portaria1793.pdf MEC. Portaria nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/nova/acs_portaria4059.pdf MEC. Resolução nº 3, de 2 de julho de 2007. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces003_07.pdf MEC. Resolução CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de 2002. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/res1_2.pdf MEC. Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002. Disponível em:http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP022002.pdf UFTM. Resolução nº 4, de 15 de dezembro de 1995, da Congregação da FMTM. Disponível em: <http://sitioanterior.uftm.edu.br/cdi/resolucoes/resolucoes%20- %201995.pdf> 168 169 19. ANEXOS 1. Matriz Curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009 2. Matriz Curricular – vigência a partir do 2° Semestre de 2011 3. Regimento do Colegiado do Curso de Graduação emFísica – Licenciatura. 4. Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. 5. Regulamento de Estágio do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. 6. Regulamento das Atividades Academico-Científico-Culturais do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. 7. Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. 8. Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela primeira elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. 169 170 ANEXO I – Matriz curricular – vigência a partir do 1° Semestre de 2009 Enquanto processo, este projeto pedagógico passou por vários momentos de reflexão e reestruturação, desde a concepção até a primeira implementação em forma de organização curricular. A partir da concretização do projeto pedagógico de curso, as experiências pedagógicas têm sido constantemente avaliadas, bem como seus impactos na formação discente. Sendo assim, entre outras ações necessárias, o grupo de docentes tem se reunido sistematicamente para discutir a matriz curricular do Ciclo Comum de Formação. Fruto dessas intensas discussões foi aprovado em 11/03/10, conforme constante em ata de reunião, pelo grupo representativo do Ciclo Comum de Formação, composto por professores das unidades temáticas que o contemplam e representantes dos cursos, algumas alterações em sua matriz curricular implementadas em 2010. Tais alterações têm como horizonte, o perfil de egresso do Ciclo Comum de Formação que permanece inalterado. No entanto, consideramos de fundamental importância manter neste anexo as ementas de 2009 enquanto registro do percurso metodológico construído até aqui. Consideramos esse resgate o registro vivo do currículo em ação, que está em constante movimento e que pode, inclusive, subsidiar possíveis consultas futuras. Os alunos que ingressaram em 2009 – primeiros semestres – cursaram um currículo concebido ainda em 2008, conforme as unidades temáticas elencadas na tabela abaixo e respectivos ementários: Tabela 2 – Matriz Curricular - 2009 I PERÍODO CÓDIGO UNIDADE TEMÁTICA SITUAÇÃO CH/A EDP1 ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE OBRIGATÓRIA 60 PROJETOS I HSC HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA OBRIGATÓRIA 120 LPT1 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS I OBRIGATÓRIA 30 170 171 METODOLOGIA CIENTÍFICA METOD 30 OBRIGATÓRIA CARGA HORÁRIA 240 CÓDIGO UNIDADE TEMÁTICA SITUAÇÃO CH/A ARMOD AS RAÍZES DA MODERNIDADE ELETIVA 4 30 EDAMB ELETIVA 30 HCB EDUCAÇÃO AMBIENTAL HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA ELETIVA 30 INTCIENC INTRODUÇÃO À CIÊNCIA ELETIVA 30 INTQUIM INTRODUÇÃO À QUÍMICA ELETIVA 30 MATCOT MATEMÁTICA NO COTIDIANO I ELETIVA 30 QSRLR QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E ELETIVA 30 REGIONAL CARGA HORÁRIA 210 II PERÍODO CÓDIGO DISCIPLINA SITUAÇÃO CH/A CET COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS OBRIGATÓRIA 30 EDP2 ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II OBRIGATÓRIA 60 FSHSB FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA SOCIEDADE OBRIGATÓRIA 60 BRA-SILEIRA FMAT1 FUNDAMENTOS DA FÍSICA OB/ESPECÍFICA 60 LPT2 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS II OBRIGATÓRIA 30 TSOC TRABALHO E SOCIABILIDADE OBRIGATÓRIA 60 CARGA HORÁRIA 300 I PERÍODO HOMEM, SOCIEDADE E CULTURA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 120h/a – 8c - 120h/a – 8c I Vida em sociedade e formação pedagógica 4 Os alunos cursaram duas UTs ao longo do período. 171 172 comum EMENTA O método e as matrizes clássicas dos pensamentos sociológico, antropológico, filosófico e econômico. O homem, o trabalho e a inter-relação das questões econômicas, políticas, sociais e culturais. A sociedade e a questão da diversidade cultural (identidade e alteridade). Folclore, tradição e formas de preconceitos (discursos e práticas). Aspectos sócio-econômicos da sociedade burguesa e sua relação com o Estado e o poder. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIDDENS, A. Sociologia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 14.ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. SEVERINO, A. J. Filosofia. São Paulo: Cortez, 1992. COMPLEMENTAR MONDIN, J.B. O homem, quem é Ele? Elementos de antropologia filosófica. 11.ed. São Paulo: Paulus, 2003. DA MATTA, R. Relativizando. Uma introdução à Antropologia Social. 16ª ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. QUINTANEIRO, Tânia; BARBOSA, Maria L. de O. & OLIVEIRA, Márcia G. de. Um toque de clássicos. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru: Edusc, 2002 SEVCENKO, N. A corrida para o século XXI: no loop da montanha russa. São Paulo: Compania das Letras, 2001. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Múltiplas Linguagens EMENTA Noções de texto e leitura. Estratégias de leitura. Variações situacionais e linguística. Leitura e produção de gêneros textuais do ambiente universitário: fichamento, síntese.. Diálogos entre textos: intertextualidade e interdiscursividade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto: Língua Portuguesa para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 2006. KOCH, I.G.; ELIAS, V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2008. 172 173 PERROTA, C. Um texto pra chamar de seu: preliminares sobre a produção do texto acadêmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004. COMPLEMENTAR BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Unesp, 1993. CHARTIER, Anne-Marie e HÉBRARD, Jean. Discursos sobre a Leitura: 1880-1980. São Paulo: Ática, 1995. FERRERO, Emília. Os processos de leitura e escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988. KOCH, I. e TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1995. KRAMER, Sonia. Por entre as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática, 1993. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS I TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a 30h/a 60h/a – 4c I Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOURA, Dácio G. Trabalhando com projetos: planejamento e gestão de projetos educacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986. PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. RS, Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002. COMPLEMENTAR FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1998. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed-McGraw Hill, 2010 TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. METODOLOGIA CIENTÍFICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Múltiplas linguagens 173 174 EMENTA Introdução à Metodologia da Ciência. Métodos Científicos. Redação de trabalhos científicos. Recursos, normas e técnicas para organização e apresentação de trabalhos científicos. Fontes e procedimentos metodológicos. A investigação e a construção do conhecimento nas ciências exatas e humanas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DALBÉRIO, Osvaldo; DALBÉRIO, Maria Célia Borges. Metodologia científica: desafios e caminhos. São Paulo: Paulus, 2009. 264 p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002. 335 p. MARCONI, Marina de Oliveira; Lakatos, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 315 p. COMPLEMENTAR BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LHEFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. 16. ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2005. CERVO, A. L.; BERVIAN, P.A. Metodologia Científica. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. DENZIN, Norman K. ; LINCOLN, Yvonna et al. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Tradução de Sandra R. Netz. 2. ed.Porto Alegre: Artmed: Bookman, 2006. HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologia qualitativa na sociologia. 8 ed. Petrópolis: Vozes, 2001. LÜDKE, Menga, ANDRÉ, Marli E. D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. INTRODUÇÃO À CIÊNCIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Examinar os princípios físicos fundamentais que regem as aplicações práticas que movimentam nossa sociedade e nossa vida cotidianamente. Mostrar de que modo as grandes idéias da física se interligam para proporcionar uma compreensão profunda, de modo simples e conceitual, do universo em que vivemos. Os impasses da Física clássica e contribuições da física quântica. O nascimento do eletromagnetismo. O átomo e o quantum. O modelo atômico de Bohr. Ondas 174 175 eletromagnéticas. Propriedades da luz. A natureza da luz: corpúsculos, ondas e a dualidade ondapartícula. Emissão e absorção de luz. O impacto da física na evolução da tecnologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª edição.Editora Brasiliense, São Paulo. 2009 HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º Edição, Editora bookman, Porto Alegre. 2002 SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006 COMPLEMENTAR OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção temas atuais da Física/SBF. Editora livraria da Física, 2005 CAPRA, F. O tao da física, 1ª edição. Editora Cultrix, 2000 FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição Definitiva, Volume 1, 2 e 3, Editora: Bookman, Porto Alegre. 2008 KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. Editora Perspectiva, São Paulo. MATEMÁTICA NO COTIDIANO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 1c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Simbologia matemática e conjuntos numéricos. Frações. Números decimais. Razão proporção. Porcentagem. Regra de três simples e composta. Medidas. Introdução a matemática financeira. Noções de lógica matemática. Estudo de casos relacionados envolvendo raciocínio matemático. Desafios matemáticos. Noções de Estatística Descritiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, G. Matemática e Realidade: Ensino Fundamental. São Paulo: Editora Atual, 2000. ASSAF NETO, Alexandre. Matemática financeira e suas aplicações. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2003. CRESPO, A. Estatística Fácil. São Paulo: Editora Saraiva, 1999. COMPLEMENTAR DI PIERRO NETO, S.; FILHO, S. O. Quanta: Matemática em fascículos para o Ensino Médio – 175 176 fascículo 10. São Paulo: Saraiva, 2000. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6.ed. São Paulo: Saraiva, 1999. ALENCAR FILHO, Edgar de. Iniciação à lógica matemática. 18 ed. São Paulo: Nobel, 1999. DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra de Boole. 4 ed. São Paulo: Atlas, 1995. TOLEDO, G. L.; OVALLE, I. I. Estatística básica. São Paulo: Atlas, 1981. INTRODUÇÃO À QUÍMICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A Química e o método científico. Medidas experimentais: precisão, exatidão e erros de uma medida, algarismos significativos. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de Lewis e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e Teoria do Orbital Molecular) e metálica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Edição. São Paulo: Makron, 1994. Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norteamericana, São Paulo: Thomson, 2005. ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, 1ª Ed., Porto Alegre: Bookman, 2001. COMPLEMENTAR BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral, 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1986. ROZENBERG, I.M. Química Geral, 1ª ed., São Paulo: Edgard Blücher, 2002. RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas, São Carlos:Edufscar, Série Apontamentos. HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA 176 177 Origem da ciência na antiguidade. O pensamento grego. A contribuição da alta idade média e do renascimento. A criação da ciência moderna. A relação entre ciência e religião. As principais contribuições científicas do século XIX e das grandes descobertas e novas formulações que marcaram o século XX. Tópicos de História da Biologia no sec. XX. Os atuais desaios da ciência contemporânea. A relação da ciência e da tecnologia com a cultura, a economia e a sociedade. História da ciência e ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. ed. São Paulo:Moderna, 2004. FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP; Ribeirão Preto: SBG. 2008 SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006. COMPLEMENTAR FOUREZ, G.. A construção da ciência. São Paulo: Ed. UNESP, 1995. MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002. MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002 PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS, História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000. ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro: JZE. 1990Krasilchick, M. 2004. Prática de Ensino de Biologia. Edusp, São Paulo. Pimenta, S. 1997. Didática e a Formação de Professores. Cortez, São Paulo. EDUCAÇÃO AMBIENTAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA: Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação transformadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, 177 178 poder.Petrópolis: Vozes, 2001. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2006. DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992. COMPLEMENTAR CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores Associados, 2004. GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000. PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004. AS RAÍZES DA MODERNIDADE TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Especificidades da formação na área de Licenciatura em História EMENTA A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. _________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad. 178 179 Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986. COMPLEMENTAR BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007. CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995. MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001. REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA: Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais. Fenômenos urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sócio-política e cultural, particularizando a questão social na região do Triângulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as demandas, mercado de trabalho e competência profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ: Ed. Vozes.2002 CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009 IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. COMPLEMENTAR: BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009. IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/ Nov/ 1989. Disponível em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009 179 180 MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1- quest.htm>, acesso em mar/2000 TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001, 88 p. SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000. COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a - 30h/a – 2c I e II Múltiplas Linguagens EMENTA A mídia na educação e a educação na mídia e suas relações com as tecnologias. O paradigma das mediações culturais e sua relação com a articulação de agentes culturais e sociais em torno de projetos de transformação social. O planejamento e o desenvolvimento de ecossistemas educativos mediados pelo uso das tecnologias de informação e por processos de comunicação. A interface Educação e Comunicação e Tecnologias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1-Ross, P. W. - The Handbook of Software for Engineers and Scientists – CRC Press – EUA – 2000. 2-Yoshida, M. - Um Framework para o desenvolvimento de aplicações educacionais considerando estilos de aprendizagem – Dissertação de Mestrado – Universidade Estadual de Maringá – 2004. 3-Tanenbaum, A. S. - Organização Estruturada de Computadores (4a.Ed.) – Ed. LTC – 2001. II PERÍODO FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DA SOCIEDADE BRASILEIRA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c II Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A especificidade da conformação da cultura brasileira e sua repercussão sobre o Brasil contemporâneo. O processo de industrialização , urbanização e escolarização e o papel do Estado. Questões sobre cidadania, democracia, desigualdade social e pensamento racial. 180 181 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 2007. HOLLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. REIS José Carlos. As identidades do Brasil. De Varnhagen a FHC. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 1999. COMPLEMENTAR DAGNINO, Evelina (org). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1994. PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 1995. REIS FILHO, D.A.; FERREIRA, J.; ZENHA, C.(orgs). O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000. SACHS, Ignacy.; WILHEIM, Jorge e PINHEIRO, Paulo. (orgs). Brasil – um século de transformações. São Paulo: Cia das Letras, 2001. SCHWARCZ, Lílian M. (org). História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. V.4. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. TRABALHO E SOCIABILIDADE TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 4c II Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A centralidade do trabalho na constituição da sociabilidade humana. A ontologia do ser social: o elemento fundante. O mundo do trabalho na sociedade capitalista: materialidade e subjetividade. A sociedade e os indivíduos. Reprodução social e o papel da educação. Globalização, transformações do mundo do trabalho e relações sociais na contemporaneidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2007. BOBBIO, Norberto. Estado, Governo e Sociedade: para uma Teoria Geral da Política. 13ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. GENTILI, Pablo. Globalização excludente: desigualdade, exclusão e democracia na nova ordem mundial. Petrópolis: Vozes, 2008. 181 182 COMPLEMENTAR HARVEY, D. Condição pós – moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Loyola, 1994. LESSA, S. Mundo dos homens: trabalho e ser social. São Paulo: Boitempo: 2002. MARX, K. O capital: crítica da economia política. Tradução Reginaldo Sant’Anna. 26ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, Livro I, V. I MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005. PINTO, G. A. A organização do trabalho no século 20: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. São Paulo: Expressão Popular, 2010. ESTUDOS E DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a 30h/a 60h/a – 4c II Múltiplas Linguagens EMENTA Estudos e desenvolvimento de projetos articulados às Unidades Temáticas do período. A busca de informações em diferentes contextos e a aquisição de conhecimentos estruturada ao redor de problemas reais. O trabalho em grupo, a pesquisa individual e coletiva. Projetos interdisciplinares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. MIZUKAMI, M G N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo:EPU, 1986. PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. RS, Porto Alegre: ARTMED Editora S.A., 2002. COMPLEMENTAR FAZENDA, I. Interdisciplinaridade: qual o sentido? São Paulo, Papirus, 2003. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1998. TARDIF, M.; LESSARD, C. O ofício de professor: histórias, perspectivas e desafios internacionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. ESTEBAN, M. P. S. Pesquisa qualitativa em educação – fundamentos e tradições. Porto Alegre: Artmed – McGrawHill, 2010. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS II TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 182 183 30h/a - 30h/a – 2c II Múltiplas linguagens EMENTA Concepções de linguagem e escrita. Discurso. Interdiscurso. Especificidades da linguagem escrita. Leitura e produção de gêneros discursivos do ambiente universitário: resumo e resenha. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, I. Aula de Português: encontro e interações. São Paulo: Parábola, 2009. ANTUNES,, I. Língua, texto e ensino. São Paulo: Parábola, 2009. __________. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BARBOSA, M. V. (et all). Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Thompson, 2008. CALKINS, L. A arte de ensinar a escrever. Trad. Daise Batista. Porto alegre: Artes Médicas, 2989. FABIANO, S. Pesquisa na Graduação: a escrita do gênero acadêmico. Cáceres: Unemat Editora, 2004. COMPLEMENTAR BAKHTIN, Mikhail. Questões de literatura e de estética. São Paulo: Unesp, 1993. CHARTIER, Anne-Marie e HÉBRARD, Jean. Discursos sobre a Leitura: 1880-1980. São Paulo: Ática, 1995. FERRERO, Emília. Os processos de leitura e escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988. KOCH, I. e TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. 4. ed. São Paulo: Cortez, 1995. KRAMER, Sonia. Por entre as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática, 1993. FUNDAMENTOS DA FÍSICA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 60h/a - 60h/a – 2c II Múltiplas linguagens EMENTA A Física de Aristóteles. A Física Medieval. As origens da Mecânica. A Mecânica Newtoniana. Noções de Cálculo diferencial e Integral. Cinemática em uma dimensão. Conceito de vetores. Cinemática em duas e três dimensões. A teoria da relatividade restrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA YOUNG, H. Física I: mecânica, 12ª Edição. São Paulo: Addison Wesley, 2009. HEWITT, P. G. Física Conceitual. 9º Edição.Porto Alegre: Editora Bookman, 2002. FREIRE JR., O. e RIBEIRO FILHO Origens e Evolução das Idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002. 183 184 COMPLEMENTAR MARTINS, R.A. O Universo: teorias sobre sua origem e evolução, 1ª Edição. São Paulo: Editora Moderna, 1994. Disponível em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Universo/ PIRES, A. Evolução das Idéias da Física. São Paulo:Livraria da Física, 2008. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J..Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8a ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2009. EINSTEIN, A. A teoria da Relatividade Geral e Especial. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 1999. 184 185 ANEXO II – Matriz Curricular – Vigência a partir do 2° Semestre de 2011 No final de 2010, os cursos de Licenciatura do Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação (ICENE) iniciaram um estudo sobre a matriz curricular vigente no período, buscando readequar a carga horária do Ciclo Comum de Formação para a área de Ciências Exatas e Naturais. Em virtude da redundância e do aprofundamento em demasia de alguns conteúdos trabalhados em diferentes disciplinas do Ciclo Comum, alunos egressos deste período de formação não apresentavam o perfil esperado para o ingresso no ciclo de formação específica, iniciado no 3° período de curso.A evasão em excesso e o alto número de reprovações nas disciplinas de formação específicas foram as principais consequências deste problema. Dessa forma, algumas mudanças foram necessárias, no sentido de preservar a formação humanista e generalista de nossos alunos no Ciclo Comum de Formação, mas também prepará-los de forma mais adequada para as disciplinas de formação específica a partir do 3° período do curso.É fundamental ressaltar que estas mudanças não afetaram o ideal de formação e o perfil do egresso constante do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Licenciatura em Física. Todas elas foram discutidas e aprovadas tanto no Colegiado de Curso quanto no Núcleo Docente Estruturante. Em suma, as mudanças foram as seguintes: Disciplina Leitura e Produção de Textos (60 horas-aula), realocada para o 2° período. Disciplinas Cálculo Diferencial e Integral I (60 horas-aula), Geometria Analítica (30 horas-aula) e Química Geral (60 horas-aula) realocadas para o 2° período. Disciplinas Cálculo Diferencial e Integral II (60 horas-aula) e Eletiva II (30 horas-aula) realocadas para o 3° período. Disciplina Cálculo Diferencial e Integral III (60 horas-aula) realocada para o 4° período. Disciplina Saberes do Docente em Física (30 horas-aula) realocada para o 5° período. Disciplina Termodinâmica (60 horas-aula) realocada para o 6° período. 185 186 Disciplinas retiradas da matriz: Letramento Matemático (2° período / 30 horas-aula); Introdução ao Cálculo Diferencial e Integral (2° período / 30 horas-aula); Matemática Básica para Cursos de Exatas (1° período / 30 horasaula) Trabalho e Sociabilidade (2° período / 90 horas-aula); Formação SócioHistórica do Brasil (2° período / 30 horas-aula), Comunicação, Educação e Tecnologias (2° período / 30 horas-aula). Inclusão da disciplina Pré Cálculo (60 horas-aula / 1° período). Inclusão da disciplina Raciocínio Lógico-Quantitativo (30 horas-aula) como eletiva na Matriz Curricular. Inclusão das disciplinasIntrodução à Ciência (30 horas-aula / 1° período), Astronomia I (30 horas-aula / 5° período) e Projetos de Ensino de Física (30 horas-aula / 6° período) como disciplinas obrigatórias na Matriz Curricular. A readequação da carga horária do Ciclo Comum de Formação – com a retirada de algumas disciplinas e realocação de outras – possibilitará um melhor aproveitamento por parte dos alunos e uma interação mais proveitosa entre eles. Com uma carga horária mais coesa e melhor distribuída, o Ciclo Comum permanecerá uma etapa importante e inovadora da formação dos licenciandos, favorecendo o diálogo interdisciplinar e dinâmico entre os vários cursos de licenciatura da UFTM. Por sua vez, o adiantamento das disciplinas de Cálculo Diferencial e Integral oferecerá condições para que o aluno se prepare de forma mais adequada para as disciplinas específicas do curso de Licenciatura em Física, que se iniciam com Física I e Física Experimental I no 3° período. Com os recursos matemáticos em mãos, os alunos iniciarão esta etapa com mais facilidade, evitando desistências prematuras e altos índices de reprovação, como os evidenciados com a matriz atual. Cabe ressaltar, contudo, que as mudanças propostas não ignoram a formação humanista e generalista do aluno e não a restringem apenas ao Ciclo Comum de Formação. As disciplinas de Estudos e Desenvolvimento de Projetos, as pedagógicas gerais e as pedagógicas específicas – que incluem, por exemplo, Saberes do Docente em Física, oferecida nesta nova matriz no 5° período –, presentes ao longo dos 8 semestres de duração do curso, abarcam o intuito de formação humanista, dinâmica e crítica de nossos alunos, ponto central deste Projeto Pedagógico. Por fim, a realocação da disciplina Eletiva II e a inclusão das disciplinas 186 187 Introdução à Ciência, Astronomia I e Projetos de Ensino de Física como obrigatórias buscam agregar maior flexibilidade e dinamismo à formação, possibilitando, por exemplo, que o aluno tenha contato obrigatório com aspectos da Filosofia da Ciência, da Astronomia e da história do Ensino de Física no Brasil e no mundo, elementos considerados importantes para uma formação de professores adequada aos parâmetros vigentes. A Matriz Curricular com vigência a partir do 2° Semestre de 2011, bem como as ementas das disciplinas antes eletivas e agora obrigatórias, da disciplina Pré-cálculo e do rol de disciplinas eletivas, seguem desta forma: MATRIZ CURRICULAR Vigência a partir de (2011/2) 1° PERÍODO Unidades Temáticas Código HSC EDP1 Homem, Sociedade e Cultura Estudos e Desenvolvimento de Projetos I METOD Metodologia Científica PC Pré-Cálculo ICIEN Introdução à Ciência Eletiva I AACC1 Atividades Acadêmico-Científico Horas-Aula Créditos Pré-requisito Teórica Prática AD APC Total 90 30 - 30 60 90 120 06 08 30 60 30 30 00 30 - - 30 60 30 30 30 02 04 02 02 02 270 30 30 60 390 26 - Créditos Pré-requisito Culturais I - SubTotal 2° PERÍODO Unidades Temáticas Código FFISC LPT EDP2 Fundamentos da Física Leitura e Produção de Textos Estudos e Desenvolvimento de Projetos II CDI1 Cálculo Diferencial e Integral I GEOAM Geometria Analítica QUIG Química Geral AACC2 Atividades Acadêmico-Científico Horas-Aula Teórica Prática AD APC Total 60 60 30 - 30 60 60 60 120 04 04 08 60 30 30 00 30 30 - - 60 30 60 30 04 02 04 02 PC PC 270 60 30 60 420 28 - Créditos Prérequisito 05 FFIS, CDI Culturais II - SubTotal 3° PERÍODO Horas-Aula Unidades Temáticas Código FISC1 Física I Teórica Prática AD APC Total 75 - - - 75 187 188 FIEXP1 CDI2 CENP POEBB EDP3 AACC3 Física Experimental I Cálculo Diferencial e Integral II Concepções de Educação e Novos Paradigmas Política e Organização da Educação Básica no Brasil Estudos e Desenvolvimento de Projetos III 00 60 30 45 - - - 45 60 30 03 04 02 30 - - - 30 02 30 - - 60 90 06 Eletiva II Atividades Acadêmico-Científico Culturais III 30 00 30 - - 30 30 02 02 SubTotal 255 75 - 60 390 26 1, GEOAN FFIS, PC CDI1 4° PERÍODO Horas-Aula Código Créditos Unidades Temáticas Teórica Prática AD APC Total Prérequisito CDI3 FISC2 FIEXP2 FMAT1 Cálculo Diferencial e Integral III Física II Física Experimental II Física Matemática I 60 75 00 30 45 - - - 60 75 45 30 04 05 03 02 HEB DGSD EDP4 História da Educação no Brasil Didática Geral e Saber Docente Estudos e Desenvolvimento de Projetos IV 30 30 30 - - 60 30 30 90 02 02 06 AACC4 Atividades Acadêmico-Científico Culturais IV 00 30 - - 30 02 SubTotal 255 75 - 60 390 26 - Créditos Prérequisito - CDI2 FISC1 FIEXP1 CDI1, GEOAN 5° PERÍODO Horas-Aula Código FISC3 FIEXP3 FCOMP Unidades Temáticas Teórica Prática AD APC Total Física III 75 - - - 75 05 Física Experimental III Física Computacional 00 15 30 15 - - 30 30 02 02 30 30 30 - - - 30 30 30 02 02 02 30 30 - - 60 30 90 02 06 15 105 120 08 00 30 - - 30 02 255 180 - 60 495 33 ASTRO1 Astronomia I SFIS Saberes do Docente em Física TEAPR Teorias e Estratégias de Aprendizagem PED O Planejamento em Educação EDP5 Estudos e Desenvolvimento de Projetos V OESUP1 Orientação e Estágio Curricular Supervisionado I AACC5 Atividades Acadêmico-Científico FISC1, CDI3 FIEXP1 FISC1, GEOAN, CDI1 FFISC, PC Culturais V SubTotal 188 189 6° PERÍODO Horas-Aula Código FISC4 FIEXP4 FMAT2 Créditos Unidades Temáticas Física IV Física Experimental IV Física Matemática II TERMO Termodinâmica EDP6 Estudos e Desenvolvimento de Projetos VI PEF Projetos de Ensino de Física AVED Avaliação Educacional OESUP2 Orientação e Estágio Curricular Supervisionado II AACC6 Atividades Acadêmico-Científico Prérequisito Teórica Prática AD APC Total 60 00 45 30 - - - 60 30 45 04 02 03 60 30 - - 60 60 90 04 06 FISC2 FIEXP1 FMAT1, FISC2 FISC2 FCOMP 30 30 15 105 - - 30 30 120 02 02 08 OESUP1 00 30 - - 30 02 270 165 - 60 495 33 - Créditos Prérequisito Culturais VI - SubTotal 7° PERÍODO Horas-Aula Código Unidades Temáticas Teórica Prática AD APC Total ELET Eletromagnetismo 75 - - - 75 05 MECC Mecânica Clássica 75 - - - 75 05 30 30 - - 60 30 90 02 06 - 30 120 02 08 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais TICFIS O Uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na Aprendizagem de Física TCC1 Trabalho de Conclusão de Curso I OESUP3 Orientação e Estágio Curricular Supervisionado III AACC7 Atividades Acadêmico-Científico FISC3, CDI3 FISC1, CDI3 15 15 15 105 - 00 30 - - 30 02 240 150 - 60 450 30 - Créditos Prérequisito OESUP2 Culturais VII - SubTotal 8° PERÍODO Horas-Aula Código Unidades Temáticas Teórica Prática AD APC Total Eletiva III 30 - - - 30 02 ECF ESTM Evolução dos Conceitos da Física Estrutura da Matéria 60 75 - - - 60 75 04 05 LABM Laboratório de Estrutura da Matéria 00 45 - - 45 03 - Verificar o prérequisito da disciplina escolhida FISC4, CDI3 FISC4, CDI3, 189 190 FISEXP4 IEF Instrumentação para o Ensino de Física OESUP4 Orientação e Estágio Curricular Supervisionado IV CESC Currículo Escolar TCC2 Trabalho de Conclusão de Curso II AACC8 Atividades Acadêmico-Científico 30 - - 15 105 30 15 00 15 30 - 255 195 - 60 90 06 120 08 OESUP3 - 30 30 30 02 02 02 TCC1 60 510 34 - Culturais VIII - SubTotal *APC – Atividade Prática Curricular * AD – Componente Curricular a Distância SÍNTESE DA MATRIZ CURRICULAR COMPONENTES CURRICULARES Componentes Curriculares Gerais - Unidades Temáticas HORAS-AULA 2.160 CRÉDITOS 144 90 6 - - Estágio Curricular Supervisionado 480 32 Práticas de Ensino - APC 480 32 Trabalho de Conclusão de Curso 60 4 Componentes Curriculares a Distância 60 4 Atividades Acadêmico-Científico- Culturais 240 16 3.570 h/a 238 Componentes Curriculares Eletivos Componentes Curriculares Optativos TOTAL DO CURSO Carga Horária Total do Curso em horas = 2.975 horas Mínimo Máximo 8 semestres/4 anos 12 semestres/6 anos Tempo de integralização curricular (semestres/anos) ATO DE CRIAÇÃO/AUTORIZAÇÃO/RECONHECIMENTO DO CURSO Resolução nº. 04 da Congregação da UFTM de 25.10.2007 OBSERVAÇÕES: 1. De acordo com a Resolução n° 001 de 09/02/2010 da Congregação da UFTM, a duração dos cursos será fixada em horas-aula (h/a). Cada h/a terá a duração de 50 minutos. O crédito acadêmico corresponde a 15 (quinze) horas/aula. 2. Quando a CH semestral das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não for cumprida deverá ser registrado Habilitado ou Inabilitado. ___________________________________________ Assinatura e carimbo da Coordenação do Curso 190 191 EMENTAS – DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ASTRONOMIA I TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: História da Coordenadas tempo, Astronomia: geográficas Movimentos: características e da seus Grécia, e Modelo astronômicas, Terra, Sol e constituintes, Lua Geocêntrico Trigonometria e suas Determinação de e Heliocêntrico, esférica, implicações, distâncias Medida Sistema e do Solar: noções de Cosmologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Kepler e SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica, 2ª edição. Editora Livraria da Física, São Paulo. 2004 FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera (organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. EDUSP, São Paulo, 2008 HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. Editora livraria da Física, São Paulo. 2008 COMPLEMENTAR IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. Editora Jorge Zahar, São Paulo, 2007 CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. Editora Brasiliense, São Paulo. 1994 BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler, Galileu, Newton. 1ª edição. Editora Contraponto. 2008 INTRODUÇÃO À CIÊNCIA TEÓRICA 30h/a PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física 191 192 EMENTA Essa unidade temática pode ser abordada em dois momentos: o falar sobre ciência e o fazer ciência. No primeiro momento serão discutidos tópicos de filosofia e epistemologia das ciências. Concepções de ciência, seus mecanismos de funcionamento e suas relações com a sociedade atual. O uso de episódios da história da ciência para compreensão da ciência como uma construção humana. Já no segundo momento serão abordados conceitos fundamentais de ciências (preferencialmente temas interdisciplinares) que permitam a compreensão das relações entre ciência, tecnologia e sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal? 2ª edição.Editora Brasiliense, São Paulo. 2009 HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9º Edição, Editora bookman, Porto Alegre. 2002 SILVA, C. C.(organizadora).Estudos de História e Filosofia das Ciências– Subsídios paraaplicação no Ensino.São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006 COMPLEMENTAR OKUNO, E. VILELA, M. A. C. Radiação ultravioleta: características e carcinogênes – Coleção temas atuais da Física/SBF. Editora livraria da Física, 2005 CAPRA, F. O tao da física, 1ª edição. Editora Cultrix, 2000 FEYNMAN, R.P., LEIGHTON, R. B. e SANDS, M. Lições de Física de Feynman, Edição Definitiva, Volume 1, 2 e 3, Editora: Bookman, Porto Alegre. 2008 KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9ª edição. Editora Perspectiva, São Paulo. PROJETOS DE ENSINO DE FÍSICA TEÓRICA 30h/a PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Projetos de Ensino de Física no contexto nacional e internacional da década de 60 aos dias atuais. Diretrizes curriculares e projetos de ensino de Física no Brasil. Identificação da concepção de Física, proposta educacional, modelo de aprendizagem, abordagem do conteúdo, ênfases curriculares, atividades experimentais desenvolvidas, etc. presentes nesses projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. 192 193 FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora Komedi, 2006. CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. COMPLEMENTAR PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EdUFSCar, 2008. PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 1 – Mecânica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 2 – Física térmica e Óptica. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 PROFESSORES DO GREF/USP. GREF – Física 3 – Eletromagnetismo. 5ª edição. Editora EDUSP. 2005 PRÉ-CÁLCULO TEÓRICA PRÁTICA AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO Especificidades da 60 h/a – – – 60h/a – 4c Formação na àrea de I Licenciatura em Física EMENTA Conjuntos numéricos. Números reais. Relações e funções. Funções elementares. Funções compostas e inversas. Função modular. Funções exponenciais e logarítmicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, G; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar. Volume 1: Conjuntos e Funções. 7ª edição. São Paulo: Atual, 2008. IEZZI, G; MURAKAMI, C, DOLCE, C. Fundamentos de Matemática Elementar. Volume 2: Logaritmos. 8ª edição. São Paulo: Atual, 2009. MEDEIROS, Valéria Zuma; CALDEIRA, André Machado; DA SILVA, Luiza Maria Oliveira; MACHADO, Maria Augusta Soares. Pré-Cálculo. São Paulo: Thomson, 2006. COMPLEMENTAR NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta: Matemática Ensino Médio – 1ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005. NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta: Matemática Ensino Médio – 2ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005. 193 194 NETTO, Scipione Di Pierro; FILHO, Sérgio Orsi; CARVALHO, Maria Cecilia. Quanta: Matemática Ensino Médio – 3ª Série – 3ª edição.São Paulo: Saraiva, 2005. IEZZI, G.; DOLCE, O.; DEGENSZAJN, D.; PÉRIGO, R. Matemática: Volume Único. São Paulo: Atual Editora, 2002. DEMANA, Franklin D.; WAITS, Bert K.; FOLEY, Gregory D.; KENNEDY, Daniel. Pré-Cálculo. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2008. EMENTAS – DISCIPLINAS ELETIVAS TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA I TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: História do Ensino de Física no Brasil. A pesquisa em Ensino de Física no Brasil e suas principais linhas de estudo. As políticas públicas para o Ensino de Física no Brasil: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Parâmetros Curriculares Nacionais, Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores, Plano Nacional de Educação, Plano de Desenvolvimento da Educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GHIRALDELLI JR, P. História da educação brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2005. SANTOS, F.M.T.; GRECA, I.M. A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas metodologias. Ijuí: Editora Unijuí, 2006 DELIZOICOV, D. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. COMPLEMENTAR DELIZOICOV, D. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2000. NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004. SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. Campinas: Autores Associados, 2008. SILVA, M.V.; MARQUES, M.R.A. LDB: balanços e perspectivas para a educação brasileira. Campinas: Editora Alínea, 2008. PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001. 194 195 TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA II TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Movimento CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade) e o Ensino de Física. Divulgação científica e educação não formal e sua relação com o Ensino de Física. Física e Cultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PIETROCOLA, M. (org.) Ensino de física: conteúdo, metodologia e espistemologia numa concepção integradora. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001. NARDI, R. (org.) Pesquisas em ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras Editora, 2004. MARTINS, A.F.P. Física ainda é cultura? São Paulo: Editora Livraria da Física, 2009. COMPLEMENTAR CACHAPUZ, A.; GIL-PEREZ, D.; CARVALHO, A.M.P.; PRAIA, J.; VILCHES, A. A necessária renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005. KRASILCHIK, M. Professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras Editora, 2007. TÓPICOS DE ENSINO DE FÍSICA III TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: História do livro didático no Brasil. O livro didático de Física. Análise crítica de livros didáticos. Produção de material didático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: EPU/EDUSP, 1987. FRACALANZA, H; MEGID NETO, J. O livro didático de Ciências no Brasil. Campinas: Editora Komedi, 2006. 195 196 CARVALHO, A.M.P. (org.). Ensino de Ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson Pioneira, 2004. COMPLEMENTAR PAVÃO, A.C.; FREITAS, D. (orgs.) Quanta ciência há no ensino de ciências. São Carlos: EdUFSCar, 2008. NARDI, R. Pesquisas em Ensino de Ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras, 2004. NARDI, R. (org.) A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo: Escrituras Editora, 2007. INTRODUÇÃO À MECÂNICA QUÂNTICA TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Revisão de Números Complexos, Dualidade Onda-Partícula, Função de Onda, Princípio da Superposição, Princípio da Incerteza, Quantização da Energia, Potenciais Unidimensionais, Potenciais Periódicos, Revisão de Álgebra,Operadores e suas Propriedades, Notação de BraKet, Autofunções e Autovalores, Operadores Momentos (Linear e Angular) e de Posição, Equação de Schrondinger, Oscilador Harmônico Quântico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SCHERRER, R., Quantum Mechanics: An Accessible IntroductionAddison-Wesley, 2006. GREINER, W., Quantum Mechanics: An Introduction, Springer, 2001. BRANSEN, B. H., JOACHAIN, C. J., Introduction to Quantum Mechanics, Longman, 1989 COMPLEMENTAR PHILIPS, A. C., Introduction to Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 2003. RESNICK, R., EISBERG, R. M. Física Quântica: Átomos, Moléculas, Sólidos, Núcleos e Partículas. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1979. TOLEDO PIZA, A. F. R. Mecânica Quântica. 2ª Ed. São Paulo: Ed. Edusp, 2009. GRIFFITHS, D. J., Introduction to Quantum Mechanics. 2a ed. Upper Saddle River: Ed. PrenticeHall, 2005. JAMMER, M., The Conceptual Development of Quantum Mechanics.Tomash Publishers, 1989. 196 197 FUNDAMENTOS E FILOSOFIA DA FÍSICA QUÂNTICA TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Discussões conceituais e filosóficas da interpretação da Física Quântica a partir da análise de alguns tópicos tais como: dualidade onda-partícula; interferômetro de Mach-Zehnder; estados quânticos e princípio da superposição, colapso e decoerência; Problema da medição e postulados da mecânica quântica; princípio da incerteza, Paradoxo de Einstein, Podlsky e Rosen entre outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 1. São Paulo: Livraria da Física, 2006 PESSOA JR, O (Org.). Conceitos de física quântica – volume 2. São Paulo: Livraria da Física, 2006 PESSOA JR, O (Org.). Fundamentos da Física 1- Simpósio David Bohm. São Paulo: Livraria da Física, 2000 COMPLEMENTAR JAMMER, M., The Philosophy of Quantum Mechanics. Hoboken: Wiley, 1974. FREIRE JR, O. PESSOA JR, O. BROMBERG, J. L. Teoria Quântica - Estudos Históricos e Implicações Culturais. São Paulo: Livraria da Física 2010 ISHAM, C. J., Lectures on Quantum Theory. London: Imperial College Press, 1985. FÍSICA DA MATÉRIA CONDENSADA TEÓRICA 30h/a PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estrutura cristalina; difração em cristal; a rede recíproca; ligação cristalina; vibrações da rede; gás de Fermi de elétrons livres; bandas de energia; cristais semi-condutores; superfícies de Fermi e metais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASHCROFT, N.W.; MERMIN, N.D. Solid State Physics. Florence: Brooks Cole, 1976. Kittel, C. Introdução a física do estado sólido. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2006. 197 198 SINGLETON, J. Band Theory and Electronic Properties of Solids. Oxford: Oxford Press, 2001. COMPLEMENTAR OLIVEIRA, IVAN S.; JESUS, VITOR L. B. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2005. SUTTON, A. P. Eletronic Structure of Materials. Oxford: Oxford Press, 1994. CHAIKIN, P.M.; LUBENSKY, T. C. Principles of Condensed Matter Physics. Cambridge: Cambridge University Press, 2000. VIBRAÇÕES E ONDAS TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Estudo Analítico das vibrações e ondas e aplicações nos campos da mecânica, acústica, hidrodinâmica e eletromagnetismo: Movimentos Periódicos; Superposição de Movimentos Periódicos; Vibrações Livres de Sistemas Físicos; Vibrações Forçadas e Ressonância; Osciladores Acoplados e Modos Normais; Modos Normais de Sistemas Contínuos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, AP. Vibrações e Ondas. Brasília: Ed. UnB, 2002 CRAWFORD JR, FS. Waves: Berkeley Physics Course, Volume 3. Nova Iorque: Mcgraw-Hill, 1968. PAIN, J. The Physics of Vibrations and Waves. Southern Gate: Wiley, 2005. COMPLEMENTAR BENADE, AH. Horns, Strings and Harmony. Nova Iorque: Dover Publications, 1992. TOWNE, DH. Wave Phenomena, Nova Iorque: Dover Publications, 1989. SMITH, WF. Waves and Oscillations: A Prelude to Quantum Mechanics. Nova Iorque: Oxford University Press, 2010. FÍSICA COMPUTACIONAL II TEÓRICA 30h/a PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de 198 199 Licenciatura em Física Ementa: Aplicações Avançadas de Física Computacional: Equações Diferenciais Ordinárias; Equações Diferenciais Parciais; Potenciais e Campos Elétricos e Magnéticos; Sistemas Ondulatórios; Passeios Aleatórios; Simulação de Monte Carlo; Modelo de Ising; Análise de Fourier; Algorítimo Genético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIORDANO, N. J., NAKANISHI, H. Computational Physics. 2ª Ed. Upper Saddle River: Ed. Benjamin Cummings, 2005. LANDAU, R. H.; PÁEZ, M. J.; BORDEIANU, C. C.; Computational Physics – Problem Solving with Computers. 2a ed.New York: Ed. John Wiley, 2007. PANG, Tao An Introduction to Computational Physics. 2a ed.Cambridge: Cambridge University Press, 2006. COMPLEMENTAR WONG, SSM, Computational Methods in Physics and Engineering. 2a ed. Hackensack: Ed. World Scientific Publishing Company, 1997. DeVRIES, PL.; HASBUN, JE.;A First Course in Computational Physics. 2a ed. Boston: Ed. Jones & Bartlett Publishers, 2010. THIJSSEN, J.; Computational Physics. 2ª Ed. Cambridge: Ed. Cambridge University Press, 2007. MECÂNICA CLÁSSICA II TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Revisão do Princípio de Hamilton, Força Central, Dinâmica de um Sistema de Partículas, Movimento em um Sistema de Coordenadas Não-Inercial, Dinâmica de Corpos Rígidos, Oscilações Acopladas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARION, J. B. E THORNTON, S. T. Classical Dynamics of Particles and Systems. 5a ed. Florence: Brooks Cole, 2003. Greiner, W. Classical Mechanics: System of Particles and Hamilton Dynamics. New York: Ed. Springer Verlag, 2002. GOLDSTEIN, H.; POOLE, C. P.; SAFKO, J. L. Classical Mechanics. 3a ed. Upper Saddle River: 199 200 Addison Wesley, 2002. COMPLEMENTAR SYMON, K. R., Mechanics. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1982. BARCELOS J. N. Mecânica Newtoniana, Lagrangiana e Hamiltoniana. 1ª edição. São Paulo: Livraria da Física, 2004. LANDAU, L; LIFCHITZ, E. Curso de Física: Mecânica. São PaulO: Ed. Hemus, 2004. KIBBLE, T. W. B.; BERKSHIRE, F. H. Classical Mechanics. London: Ed. Imperial College Press, 2004. ASTRONOMIA II TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c 8º Especificidades da formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Fotometria, Espectroscopia, Estrelas, Interiores Estelares, Galáxias, Cosmologia, Planetas Extrasolares, Vida Extraterrestre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OLIVEIRA, Kepler; SARAIVA, Maria de Fátima. Astronomia e Astrofísica.2ª edição. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2004. FRIAÇA, Amâncio C. S.; DAL PINO, Elisabete; SODRÉ JR., Laerte; JATENCO-PEREIRA, Vera (organizadores). Astronomia: uma visão geral do Universo. 2ª edição. São Paulo: EDUSP, 2008. HORVATH, T. O ABC DA ASTRONOMIA E ASTROFÍSICA. 1ª edição. São Paulo: Editora livraria da Física, 2008. COMPLEMENTAR IAN, Ridpath. Guia Ilustrado Zahar de Astronomia. 1ª edição. São Paulo: Editora Jorge Zahar, 2007. CANIATO, Rodolfo. O que é Astronomia. 8ª edição. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. BERTRAND, Joseph. Os fundadores da Astronomia Moderna: Copérnico, Tycho Brahe, Kepler, Galileu, Newton. 1ª edição. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008. MÍDIA-EDUCAÇÃO TEÓRICA PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 200 201 30h/a – 2c 30h/a Especificidades da 8º formação na área de Licenciatura em Física Ementa: Media literacy. Conceitos-chave da mídia-educação. Habilidades básicas. Tendências internacionais para a formação de professores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNER, J. Cultura da Educação. Lisboa: Edições 70, 2000. SIQUEIRA, Alexandra Bujokas de. Educação para a mídia: da inoculação à preparação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.105, pp. 1043-1066. ISSN 0101-7330. UNESCO / International Expert Group. Teacher Training Curricula for Media and information Literacy - Background Strategy Paper .Paris: UNESCO, 2008.Disponível em <http://portal.unesco.org/ci/en/ev.phpURL_ID=27057&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html> COMPLEMENTAR BROOKER, W.; JERMYN, D. The audience studies reader. New York: Routledge, 2003. ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 6 ed. São Paulo: Perspectiva, 2008. FRAU-MEIGS, D. Media education: a kit for teachers, students, parents and professionals.Paris: UNESCO, 2006.Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001492/149278e.pdf> KELLNER, Douglas and SHARE, Jeff. Educação para a leitura crítica da mídia, democracia radical e a reconstrução da educação. Educ. Soc. [online]. 2008, vol.29, n.104, pp. 687-715. TYNNER, Kathleen. Literacy in a digital world. Londres: Lawrence Erlbaum, 1998. EDUCAÇÃO AMBIENTAL TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Epistemologia da Educação Ambiental e os antecedentes históricos. Dimensões formal e não-formal da Educação Ambiental. As relações entre a sociedade e a natureza. Educação Ambiental e ação transformadora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 201 202 LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis: Vozes, 2001. PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. Descaminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 2006. DIAS, G. F. Educação Ambiental, princípios e práticas. São Paulo: Editora Gaia Ltda, 1992. COMPLEMENTAR CARVALHO, I. C. de M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004. REIS-TAZONI, M. F de. Educação ambiental: natureza, razão e história. Campinas: Autores Associados, 2004. GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 3 ed. Rio de Janeiro: 2000. PHILIPPI JR., Arlindo; PELICIONI, Maria C. F. (org.). Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE / MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA. Brasília: MMA/ME, 2004. RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO TEÓRICA PRÁTICA 30 h/a – AD APC TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO – – 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Conceito, construção e avaliação de argumentos. O papel da aritmética, da geometria, da álgebra e da análise de dados na construção do raciocínio lógico, análise e síntese de informações direcionadas para a tomada de decisões e resolução de problemas. Estudo dos principais métodos de resolução de problemas: os intuitivos, os sistemáticos e os heurísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POLYA, George. A Arte de Resolver Problemas. 1ª Edição. São Paulo: Editora Interciência, 1995. BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-Aprendizagem com Modelagem Matemática. 1ª Edição. São Paulo: Editora Contexto, 2004. NEWTON-SMITH, W. H. Lógica – Um Curso Introdutório. 1ª Edição. São Paulo: Editora 202 203 Gradiva, 1998. COMPLEMENTAR SALMON, Wesley C. Lógica. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009. ROCHA, Enrique. Raciocínio Lógico: Você Consegue Aprender. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2006. MORGADO, Augusto C.; CESAR, Benjamin. Raciocínio Lógico-Quantitativo. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Campus Elsevier, 2009. HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DA BIOLOGIA TEÓRICA PRÁTICA 30h/a TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Estudo da origem da ciência na antiguidade, com ênfase na importância do pensamento grego. Caracterização histórica da ciência na idade média e do surgimento da ciência moderna. Análise das relações entre ciência, tecnologia e sociedade ao longo do tempo. Estudo do uso da História da ciência no ensino das ciências naturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. 2ª. edição. São Paulo:Moderna, 2004. FREIRE-MAIA, N. Verdades da ciência e outras verdades. São Paulo: Ed. UNESP; Ribeirão Preto: SBG. 2008 SILVA, C. C. Estudos de História e Filosofia das Ciências – Subsídios para aplicação no Ensino. São Paulo: Editora Livraria da Física. 2006. COMPLEMENTAR BIZZO, N. M. V. História da Ciência e Ensino: onde terminam os paralelos possíveis? Em Aberto, v.55 (jul-set), 1992. FOUREZ, G. 1995. A construção da ciência. UNESP, São Paulo. MARGULIS, L e SAGAN, D. – O que é sexo? Rio de Janeiro: JZE, 2002. MARGULIS, L. e SAGAN, D. – O que é vida? Rio de Janeiro: JZE, 2002 MATTHEWS, M. História, Filosofia e ensino de Ciências: a tendência atual de aproximação. Caderno Catarinense de Ensino de Física. V. 12. n. 3: p. 164-214, 1995 PAPAVERO, N., LLORENTE-BOUSQUETS, J., ORGANISTA, D. E. e MASCARENHAS, História da Biologia Comparada 2ª. ed. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2000. 203 204 ROMAN, C. História Ilustrada da Ciência vols. 1, 2, 3 e 4 Rio de Janeiro: JZE. 1990 INTRODUÇÃO À QUÍMICA TEÓRICA PRÁTICA 30h/a – 2c TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A necessidade do conhecimento químico para a soluções de problemas ambientais e da vida. A Química e o método científico. Modelos atômicos. Ligações químicas: iônica, covalente (Teoria de Lewis e repulsão dos pares de elétrons da camada de valência, Teoria de Ligação de Valência e Teoria do Orbital Molecular) e metálica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSELL, J. B. Química Geral. 2a Edição. São Paulo: Makron, 1994. Kotz, J.C., Treichel Jr, P.M. Química Geral e Reações Químicas, Tradução da 5ª edição norteamericana, São Paulo: Thomson, 2005. ATKINS, P., JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, 1ª Ed., Porto Alegre: Bookman, 2001. COMPLEMENTAR BRADY, J. E., HUMINSTON, G.E. Química Geral, 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 1986. ROZENBERG, I.M. Química Geral, 1ª ed., São Paulo: Edgard Blücher, 2002. RODRIGUES J.A. Introdução às Ligações Químicas, São Carlos: Edufscar, Série Apontamentos. QUESTÃO SOCIAL E REALIDADE LOCAL E REGIONAL TEÓRICA 30h/a – 2c PRÁTICA TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA Configurações da questão social no Brasil e suas repercussões em Minas Gerais. Fenômenos urbanos e industriais. Densidade e heterogeneidade econômica, sociopolítica e cultural, particularizando a questão social na região do Triangulo Mineiro. Dinâmica das forças sociais e as demandas, mercado de trabalho e competência profissional. 204 205 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 4.ed.Petrópolis, RJ: Ed. Vozes.2002 CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 4.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2009 IANNI, Octavio. A era do globalismo. 15.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. COMPLEMENTAR BUARQUE, Cristovam Buarque. A questão social do século XXI. VIII Congresso Luso-afrobrasileiro de Ciências Sociais. Coimbra. 16 a 18 de setembro de 2004. Disponível em<http:www.ces.uc.pt/lab2004/pdfs/cristovambuarquecomunicacao.pdf>. Acesso em: jul/2009. IANNI, Octávio. A questão social. In: Revista USP. Set/Out/ Nov/ 1989. Disponível em:<http:www.usp.br/revista usp/03/17 – octavio.pdf.>, acesso em marc/2009 MACHADO, Ednéia Maria. Questão social: objeto do Serviço Social?In: Serviço Social em Revista. Volume 2. n.1, jul/dez 2000. Disponível em<http://www.ssrevista.uel.br/c_v2n1- quest.htm>, acesso em mar/2000 TEMPORALIS 3. Revista da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. BRASÍLIA: Grafline, ano 2, n.3, jan/jul 2001, 88 p. SER SOCIAL. Revista Semestral do Programa de Pós-Graduação em Política Social do Departamento de Serviço Social da UnB. Brasília: SER/UnB. n.6, jan/jun 2000. RAÍZES DA MODERNIDADE TEÓRICA PRÁTICA 30h/a – 2c TOTAL PERÍODO EIXO TEMÁTICO 30h/a – 2c I Vida em sociedade e formação pedagógica comum EMENTA A modernidade como condição histórico-cultural, a valorização da ciência e da tecnologia, a consolidação do capitalismo e as estratégias de inserção do Brasil no mundo moderno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. (2000). Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. _________. Globalização. As conseqüências humanas. Trad. Marcus Penchel. Rio de Janeiro: 205 206 Zahar, 1999. BERMAN, Marshall. Tudo o que é sólido desmancha no ar - A aventura da modernidade. Trad. Carlos Felipe Moisés, Ana Maria L Ioriatti. São Paulo: Cia das Letras, 1986. COMPLEMENTAR BAUDELAIRE, Charles. Sobre a Modernidade. São Paulo: Paz e Terra, 2007. CARVALHO, José Murillo. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos. O breve século XX. (1914-1989) Trad. Marcos Santarrita. São Paulo: Cia das Letras, 1995. MARX, K. & ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Martin Claret, 2001. REIS FILHO, Daniel. (org). O século XX. O tempo das dúvidas. Do declínio das utopias às globalizações. Vol 3. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. 206 207 ANEXO III – Regimento do Colegiado do Curso de Graduação em Licenciatura em Física da UFTM. REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA 207 208 Ministério da Educação Universidade Federal do Triângulo Mineiro REGIMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA DA UFTM Capítulo I Das Disposições Preliminares Art. 1º - O Colegiado do Curso de Graduação em Física - Licenciatura é o órgão de coordenação didática do curso com função normativa, consultiva, deliberativa e de planejamento e encaminhamento acadêmico de atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso, com composição, competências e funcionamento definidos no Regimento Geral da UFTM e disciplinados neste Regimento Interno. Capítulo II Das Atribuições do Colegiado Art. 2º - A coordenação didática e disciplinar do Curso de Física – Licenciatura será efetuada pelo Colegiado de Curso; Art. 3º - São atribuições do Colegiado de Curso: I. II. III. IV. V. Cumprir e fazer cumprir as normas da Graduação em sua totalidade; Avaliar e coordenar as atividades didático-pedagógicas do curso; Organizar de acordo com a legislação em vigor, o Projeto Pedagógico do Curso; Discutir e deliberar sobre as questões relativas à análise do Projeto Pedagógico do Curso e as alterações necessárias após indicações do NDE; Elaborar um planejamento estratégico de distribuição das necessidades de docentes para o curso, manifestando-se sobre as formas de seleção 208 209 VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. XV. XVI. XVII. XVIII. XIX. XX. e admissão, em consenso com a demanda da maioria dos professores específicos da área do curso; Receber, analisar e encaminhar solicitações de ações disciplinares referentes aos docentes que atuam no curso ou discentes regularmente matriculados; Acompanhar as atividades docentes e as propostas de atividades acadêmicas realizadas pelos docentes que atuam no curso nas áreas de pesquisa, extensão, bem como dos diversos quesitos que compõem o Projeto Pedagógico do curso e suas especificidades; Analisar e aprovar os planos de ensino das unidades temáticas obrigatórias, optativas e eletivas do curso, propondo alterações quando necessárias; Fixar normas para a coordenação interdisciplinar e promoção da integração horizontal e vertical do curso, visando garantir sua qualidade didático-pedagógica; Propor intercâmbio, substituição e capacitação de professores ou providências de outra natureza, necessárias à melhoria da qualidade do ensino ministrado; Examinar e emitir parecer, com base na análise de integralização curricular, sobre processos de transferência interna e externa de alunos a serem admitidos ou desligados do curso conforme dispositivos legais em vigor; Deliberar sobre aproveitamento de estudos, convalidação de disciplinas, conjunto de disciplinas, módulos interdisciplinares, áreas de conhecimento ou campos de saber, excedência de créditos, prérequisitos e co-requisitos em caso de recurso ao encaminhamento da coordenação de curso; Emitir parecer sobre processos de revalidação de diplomas de cursos de graduação, expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior; Estabelecer a política de oferta de disciplinas, conjunto de disciplinas, módulos interdisciplinares, áreas de conhecimento ou campos de saber; Definir e homologar o regulamento do estágio, através de deliberação acerca do regulamento de Estágio Curricular; Definir e homologar o regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso; Definir e homologar o regulamento das Atividades Acadêmico-CientíficoCulturais; Aprovar propostas de convênio com outras instituições e as atividades acadêmicas complementares; Homologar matérias aprovadas ad referendum do Colegiado, pelo coordenador; Opinar e decidir sobre sugestões do Núcleo Docente Estruturante – NDE, do Núcleo de Desenvolvimento Educacional - NuDE e do Instituto 209 210 XXI. XXII. XXIII. XXIV. XXV. de Ciências Exatas, Naturais e Educação – ICENE que envolvam assuntos de interesse do curso; Propor a reformulação do Regimento do Colegiado, submetendo-o à aprovação do Conselho Universitário ou à instância cabível; Homologar o resultado da eleição do Coordenador de Curso nos prazos estabelecidos no Regimento da UFTM e encaminhar à reitoria; Opinar e deliberar sobre outras matérias que lhe forem atribuídas, bem como sobre casos omissos que se situem na esfera de sua competência; Cumprir as determinações dos órgãos deliberativos superiores; Opinar sobre áreas prioritárias para seleções e concursos públicos no âmbito do curso. Capítulo III Da Constituição do Colegiado Art. 4º - O Colegiado do Curso será constituído da seguinte forma: I. II. III. IV. Coordenador do Curso de Curso de Física - Licenciatura, como seu presidente e, na sua ausência justificada, por seu substituto legal; Todos os membros efetivos do Departamento de Física do Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação – ICENE. Um (01) representante técnico-administrativo do ICENE com atuação no curso de Física – Licenciatura, indicado por seus pares, e, na sua ausência, por seu suplente, com mandato de dois (02) anos. Um (01) aluno do curso eleito por seus pares, através de eleição discente, e, na sua ausência, por seu suplente, com mandato de um (01) ano. Art. 5º - A representação discente será eleita, anualmente, sendo a eleição de responsabilidade do Centro Acadêmico do curso ou no caso da inexistência desse último pelos representantes de turmas com mandato de 1 (um) ano, com possibilidade de recondução. Capítulo IV Das Atribuições do Presidente do Colegiado Art. 6° - Compete ao Presidente do Colegiado do Curso: I. II. Executar e fazer cumprir as decisões do Colegiado; Representar o Colegiado junto aos órgãos da Universidade e, na sua ausência justificada, enviar seu substituto legal; 210 211 III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. XV. Convocar, presidir, suspender e encerrar as reuniões do Colegiado do Curso; Exercer o voto de qualidade em situações de empate nas votações; Executar as deliberações do Colegiado; Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo Colegiado; Decidir ad referendum, em caso de urgência, sobre matéria de competência do Colegiado, Supervisionar o envio regular ao órgão competente de todas as informações sobre freqüência, notas ou aproveitamento de estudos dos alunos; Encaminhar, após referendo do Colegiado de Curso, ao órgão competente a relação dos alunos aptos a colar grau; Acompanhar a vida acadêmica dos alunos, no que se refere aos limites de tempo mínimo e máximo de integralização curricular; Orientar os alunos quanto à matrícula e conteúdos de unidades temáticas oferecidas; Caso seja solicitado, deliberar sobre solicitações encaminhadas ao Colegiado tais como: trancamento parcial e total, regime excepcional, matrícula em unidade temática, disciplina isolada, dispensa ou aproveitamento de unidade temática, reingresso; Comunicar ao Instituto competente irregularidades cometidas pelos professores que atuam no curso; Coordenar a elaboração dos horários de aula, ouvidos os docentes, departamentos e/ou Institutos envolvidos; Supervisionar as atividades da secretaria do Colegiado do Curso. Capítulo V Dos Membros do Colegiado Art. 7° - Compete aos Membros do Colegiado: I. II. III. IV. V. VI. VII. Colaborar com o Coordenador no desempenho de suas atribuições; Colaborar com o Coordenador na orientação e fiscalização do funcionamento didático e administrativo do curso; Comparecer às reuniões ou justificar a ausência com antecedência; Apreciar, aprovar e assinar ata de reunião; Debater e votar a matéria em discussão; Requerer informações, providências e esclarecimentos ao Coordenador sobre temas de sua competência; Realizar estudos, apresentar proposições, apreciar e relatar as matérias que lhes forem atribuídas; 211 212 VIII. Compor comissões para estudo, análise e encaminhamento de questões relativas à matéria do curso, corpo docente, administrativo, discente e outros relacionados à matéria do curso e correlatos. Capítulo VI Da Secretaria do Colegiado Art. 8° - Compete ao Secretário do Colegiado: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. Proceder aos encaminhamentos para a convocação do Colegiado de Curso; Lavrar as atas do Colegiado; Executar os serviços de redação de documentos e correspondência; Designar os servidores da secretaria para os encargos próprios ao seu perfeito funcionamento; Registrar as deliberações do Colegiado após a redação final; Transmitir aos membros do Colegiado os avisos de convocações de reuniões; Efetuar diligências e encaminhar os pedidos de informação dirigidos à Coordenação do Colegiado; Organizar, para aprovação do Coordenador, a pauta para as reuniões do Colegiado; Exercer as demais atribuições inerentes às funções. Capítulo VII Das Comissões Especiais Temporárias Art. 9° - O Colegiado poderá constituir Comissões Especiais Temporárias para exame de assuntos específicos. § 1º - As comissões de que trata o caput deste artigo serão integradas por membros do Colegiado ou membros por ele indicados, sendo o exercício das atividades por eles desenvolvidas consideradas relevantes e não ensejará qualquer remuneração; § 2º - Em caso de urgência o Coordenador do Curso poderá criar Comissões Especiais Temporárias ad referendum do Colegiado; § 3º - Os documentos elaborados por essas Comissões (parecer, relatório ou outro) serão analisados e aprovados/homologados pelo Colegiado. 212 213 Capítulo VIII Das Reuniões Art. 10° - O Colegiado do Curso reunir-se-á ordinariamente uma vez ao mês, por convocação de iniciativa do seu Presidente ou atendendo ao pedido de 1/3 (um terço) dos seus membros. § 1º - O Coordenador convocará por escrito, com pelo menos 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, enviando a pauta com os assuntos a serem tratados nas reuniões ordinárias. § 2º - As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo Coordenador, ou o requerimento de 1/3 (um terço) do total dos membros do Colegiado, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas, com indicação e motivo. § 3º - Em caso de urgência ou excepcionalidade, o prazo de convocação previsto no parágrafo anterior poderá ser reduzido e a indicação de pauta, omitida, justificando-se a medida no início da reunião. § 4º - O Colegiado reunir-se-á com o quórum mínimo de maioria absoluta de seus membros em primeira convocação. Havendo necessidade de uma segunda convocação, a ser realizada 30 (trinta) minutos após a primeira, o quórum passa a ser de 1/3 (um terço) dos membros do Colegiado. § 5°Não se realizando a reunião por falta de quórum, será convocada outra reunião, havendo entre a data desta e da anterior o intervalo mínimo de vinte e quatro (24) horas. Art. 11° - O comparecimento às reuniões do Colegiado é obrigatório e preferencial em relação a quaisquer outras atividades universitárias, exceto às referentes aos órgãos que lhe sejam superiores. § 1º É permitida a participação na reunião do Colegiado através de vídeoconferência, caso o membro esteja impedido de se locomover até o local da reunião. § 2º O membro do Colegiado que deixar de comparecer à reunião deverá justificar-se por escrito (textos impressos ou emails) ao Presidente do Colegiado, preferencialmente antes da reunião. Caso isso 213 214 não seja possível a justificativa deve ser enviada à coordenação do curso no prazo máximo de quarenta e oito (48) horas após a reunião, cuja justificativa será apreciada na reunião subseqüente do Colegiado. § 3º Não havendo pedido de justificativa, a falta será dada como não justificada. § 4º - A ausência de representante docente ou discente a três reuniões consecutivas, sem justificativa, será comunicada ao respectivo Instituto/Departamento ou ao Diretório Acadêmico, conforme for o caso. I - Quando o membro ao qual se refere o caput desse artigo for o representante discente ele perderá seu mandato e não poderá participar da eleição seguinte para essa função. II - Quando o membro ao qual se refere o caput anterior for um representante docente, suas faltas serão mencionadas em seus relatórios de avaliação de desempenho periódicos, ficando esse sujeito às sanções cabíveis. § 4º - Será considerada justificativa: a) Motivo de saúde; b) Direito assegurado por legislação específica; c) Motivo relevante, a critério do Colegiado. Art. 12° - Será admitida a presença e, em caráter eventual, desde que aprovada pelo Colegiado, a participação, com direito a voz e sem direito a voto, de alunos das unidades temáticas do curso, de membros da Comunidade, de docentes ou de representantes dos órgãos técnicos desta Universidade nas reuniões do Colegiado para prestar e/ou obter esclarecimentos que se façam necessários sobre assuntos constantes da ordem do dia. § 1º - Durante a discussão de assuntos que o Colegiado considere de caráter sigiloso, só poderão estar presentes os membros do Colegiado. Art. 13° - As reuniões serão presididas pelo Presidente do Colegiado. § 1º - Na falta ou impedimento do Presidente e de seu substituto legal, assumirá a Presidência o docente do Colegiado mais antigo na docência da instituição. 214 215 Art. 14° - As reuniões não terão duração máxima fixadas, entretanto não poderão sobrepor os horários de docência em sala de aula. § 1º - Em caso de interrupção da reunião devido à sobreposição ao horário de docência em sala de aula, com temas de pauta ainda pendentes, uma nova reunião será marcada em caráter extraordinário em horário acordado entre os presentes. Art. 15º - As reuniões do Colegiado constarão de duas partes: I. II. Expediente, destinado a leitura, discussão e votação da ata da reunião anterior, cuja cópia deverá ser distribuída previamente aos membros; Ordem do dia, destinada à discussão e votação da matéria constante da pauta. § 1º - Não havendo quem se manifeste sobre a ata, será a mesma considerada aprovada, sendo em seguida assinada pelo Presidente do Colegiado e pelos membros listados na ata. § 2º - Nas reuniões extraordinárias as matérias deliberadas não poderão sofrer acréscimos. Art. 16° - As deliberações do Colegiado ocorrerão por votação aberta sendo considerada aprovada a proposta que obtiver a maioria simples dos membros presentes na reunião, respeitando o Art. 10°,§ 4º. § 1º - O presidente do Colegiado poderá votar em qualquer situação e seu voto só será considerado voto de qualidade em situações de empate. § 2º - Caso estejam em votação mais de três propostas e nenhuma delas obtiver maioria simples dos votos dos presentes, as duas mais votadas seguem para uma segunda votação. Será considerada aprovada a proposta que obtiver maioria simples dos membros presentes na reunião nesse segundo turno. § 3º - A votação poderá ser secreta quando solicitada por pelo menos um dos membros do Colegiado, ou caso o tema envolva conflito de interesse ou constrangimento de algum dos membros do colegiado. Art. 17° - Os trabalhos de cada reunião devem, obrigatoriamente, ser registrados em ata. § 1º - Caberá ao secretário do Colegiado a lavratura das atas das reuniões, que serão assinadas pelo Presidente ou seu representante 215 216 legal e rubricadas, quando da sua aprovação pelos membros listados na ata. Art. 18º - Do que se passar na sessão, o Secretário lavrará ata circunstanciada, fazendo constar: I. II. III. IV. V. A natureza da sessão, o dia, a hora, o local e o nome de seu Presidente; Nomes dos membros presentes, bem como os que não compareceram, consignando, a respeito destes, a circunstância de haverem ou não justificado a ausência; A discussão sobre a ata da sessão anterior e respectiva votação; Discussão dos assuntos da ordem do dia, declarações de voto e outras ocorrências; Propostas e outros acontecimentos, após a ordem do dia. Capítulo XIX Do Regime Didático e Acadêmico Art. 19° - O curso de Física – Licenciatura reger-se-á no que couber pelo disposto no Regimento Interno da UFTM, e demais normas regulamentares que regem o ensino na Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Capítulo XX Disposições Finais Art. 20° - O Período normal de funcionamento do Colegiado do Curso obedecerá ao Calendário Acadêmico da UFTM. § 1º - O Presidente deverá fixar um recesso nos períodos de férias acadêmicas, por um período preferencialmente aos períodos de férias da Universidade. § 2º - As férias do Pessoal Administrativo do Colegiado coincidirão, preferencialmente, com o período de recesso, assegurado dentro do possível o atendimento dos interessados. Art. 21° - As modificações deste Regimento poderão ser propostas pelo Presidente ou pela maioria simples dos membros titulares do Colegiado, e aprovadas por no mínimo 2/3 (dois terços) dos Membros do Colegiado, Art. 22° - Alterações neste regimento só terão validade quando aprovadas pelo Colegiado do curso de Física - Licenciatura, respeitando as regras de votação descritas no Art. 16º. 216 217 Art. 23° - Casos omissos a esse regimento deveram ser analisados pelo Colegiado do Curso de Física – Licenciatura. Art. 24° - Este Regimento entrará em vigor em 28 de Setembro de 2011, data de sua aprovação no Colegiado do Curso. 217 218 ANEXO IV – Regulamento do Núcleo Docente Estruturante do curso de Graduação em Física - Licenciatura REGULAMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA 218 219 Ministério da Educação Universidade Federal do Triângulo Mineiro REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA DA UFTM Capítulo I Da Natureza e das Finalidades Art. 1º. O presente Regimento disciplina a criação, as atribuições e o funcionamento do Núcleo Docente Estruturante – NDE – do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Art. 2º. O Núcleo Docente Estruturante é um órgão que tem função consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica, formado pelo conjunto de professores do curso, mestres e doutores, contratados em tempo integral, responsável pela coordenação didático-científica e administrativa do curso, e que respondem mais diretamente pela implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física - Licenciatura (PPC), pela discussão de temas ligados ao curso, pelo planejamento e avaliação das atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão do curso. Capítulo II Das Atribuições Art. 3º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: I. Analisar constantemente o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura e propor eventuais alterações; II. Acompanhar, atualizar, articular e adequar o PPC de acordo com a Comissão Própria de Avaliação - CPA, o Sistema Nacional de Avaliação 219 220 da Educação Superior – SINAES, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – Enade, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, o Projeto Pedagógico Institucional – PPI e as demandas do mundo do trabalho; III. Manter o PPC atualizado de acordo com os interesses da Instituição e em cumprimento a normas estabelecidas pelo Curso; IV. Encaminhar ao Colegiado de Curso propostas de reestruturação curricular para aprovação; V. Promover a articulação e integração dos conteúdos curriculares tanto no plano horizontal como vertical, visando garantir-lhe a qualidade didáticopedagógica e a interdisciplinaridade; VI. Promover espaços para elaboração de projetos de pesquisa e de extensão, com vistas a produção científica na área de Física e/ou educacional. VII. Propor atividades extracurriculares necessárias para o bom funcionamento do curso; VIII. Acompanhar o trâmite de processos de autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento do curso no MEC; IX. Subsidiar de informações e de documentação requeridas quando do processo de avaliação do curso pelo MEC em diligências na UFTM. Art. 4º. Ao Presidente do NDE compete: I. Coordenar e supervisionar os trabalhos do NDE II. Organizar a pauta, convocar e presidir as reuniões do NDE. III. Exercer o voto de qualidade, quando ocorrer empate nas votações. IV. Encaminhar as deliberações do NDE ao Colegiado do Curso. V. Representar o NDE sempre que assim for necessário. VI. Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser decidida pelo NDE, quando for o caso; VII. Resolver questões de ordem. Capítulo III Da Composição 220 221 Art. 5° - O Núcleo Docente Estruturante será constituído, a princípio, por 3 (três) docentes do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da UFTM que atuem na formação específica do curso e por 2 (dois) professores que atuem no Ciclo Comum de Formação e/ou Formação Pedagógica Comum. § 1º. O presidente do NDE será o coordenador do Curso de Graduação em Física. § 2°. Na ausência temporária do coordenador de curso, a presidência do NDE será exercida pelo seu substituto legal. § 3°. As 3 (três) vagas destinadas aos docentes do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da UFTM que atuem na formação específica deverão ser obrigatoriamente preenchidas da seguinte forma: 1 (uma) vaga deverá ser ocupada por um docente da área de Física Experimental, 1 (uma) vaga por um docente da área de Física Teórica e 1 (uma) vaga por um docente da área de Ensino de Física. I. Somente na hipótese prevista no inciso I e II, § 2° do Art. 6°, haverá ampliação na representação de uma das áreas. § 4º. O presidente do NDE será o representante de sua área. Art. 6°. Os membros do NDE serão indicados pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM e terão mandato de 2 anos. § 1°. Ao fim do mandato, os membros do NDE poderão ser reconduzidos indefinidamente, desde que com o aval do Colegiado de Curso. § 2°. A indicação do presidente do NDE ficará atrelada à eleição para coordenador do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM, em conformidade com o § 1° do Art. 5°. I. Empossado um novo coordenador e caso este não pertença ao NDE, este deverá ser integrado ao núcleo, ampliando para 4 (quatro) as vagas destinadas aos docentes do Curso de Graduação em Física que atuem na formação específica. II. Na hipótese da situação descrita no inciso anterior, o novo coordenador também será o representante de sua área de atuação, conforme descrito no § 4° do Art. 5°. III. O ex-coordenador poderá cumprir o restante do mandato no NDE, caso tenha, como membro regular e representante de sua área de atuação. 221 222 IV. Na hipótese de renúncia do coordenador, a presidência do NDE será assumida pelo substituto legal, respeitando o descrito no inciso I acima. Art. 7°. Para a renovação da composição do NDE, será adotada a estratégia de renovação parcial, de modo a assegurar a continuidade no processo de acompanhamento do curso. § 1°. A renovação não deverá ultrapassar o limite máximo de 50% dos membros. Capítulo IV Das Reuniões Art. 8º. O Núcleo Docente Estruturante reunir-se-á, ordinariamente, trimestralmente, por convocação de iniciativa de seu presidente e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo presidente ou por 1/3 (um terço) de seus membros efetivos ou a pedido do Colegiado do Curso. § 1º - O presidente convocará por escrito, com pelo menos 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, a pauta com osassuntos a serem tratados nas reuniões ordinárias. § 2º - As reuniões extraordinárias serão convocadas pelo presidente, ou a requerimento de 1/3 (um terço) do total dos membros do NDE, ou a pedido do Colegiado do Curso, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas, com indicação e motivo. Art. 9º. O Núcleo Docente Estruturante funcionará com a presença da maioria simples de seus membros, admitido o “quórum” mínimo de pelo menos 50% de seus componentes. Art. 10º. As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes. Capítulo V Das Disposições Finais 222 223 Art. 11º. Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do presente Regulamento serão discutidos e resolvidos em reunião do Núcleo Docente Estruturante ou por órgão superior, de acordo com a legislação vigente. Art. 12°. Os casos não previstos por esta regulamentação serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciaturada UFTM. Art. 13º. O presente Regulamento entra em vigor em 28 de Setembro de 2011, data de sua aprovação no Colegiado do Curso. 223 224 ANEXO V – Regulamento de Estágio Curricular do Curso de Graduação em Física - Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA 224 225 Ministério da Educação Universidade Federal do Triângulo Mineiro REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Capítulo I Da natureza Art. 1º. O estágio caracteriza-se como ato educativo supervisionado, desenvolvido em ambiente de trabalho, visando à preparação para o trabalho produtivo e formativo dos alunos que estejam devidamente matriculados no Curso de Graduação em Física – Licenciatura da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Art. 2º. O estágio curricular é componente obrigatório para todos os alunos do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM e sua realização é requisito para a integralização do curso e obtenção do diploma. Art. 3º. O estágio curricular não acarretará vínculo empregatício de qualquer natureza, conforme o artigo 3º da Lei 11788 de 25.09.08. Capítulo II Dos objetivos Art. 4º. O estágio curricular supervisionado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM tem por objetivos: I. Proporcionar ao aluno, mediante contato com o campo real de exercício de sua profissão, aprendizagem de conhecimentos e desenvolvimento 226 de habilidades técnico-científicas, complementando aquelas construídas no curso acadêmico; II. Ampliar a experiência no campo docente, viabilizando experiências educativas em espaços formais e não formais que poderão subsidiar as futuras escolhas dos estagiários em sala de aula; III. Contribuir para a formação ética, social, humana e cidadã do aluno; IV. Promover a integração entre a Universidade, os diversos campos educacionais e a comunidade como um todo. Capítulo III Do cumprimento Art. 5º. O estágio curricular deverá ser cumprido a partir do 5° (quinto) período do curso, desde que o aluno tenha cumprido os pré-requisitos pedagógicos previstos no Projeto Pedagógico do Curso. Art. 6º. A cada período, o aluno deverá se matricular na disciplina “Orientação e Estágio Curricular Supervisionado” (120 horas-aula, 8 créditos) correspondente. § 1º. Da carga horária total, 15 (quinze) horas-aula serão presenciais, destinadas à orientação de estágio, e serão incluídas na grade curricular do semestre. § 2º. As 105 (cento e cinco) horas-aula restantes comporão a carga horária que deverá ser cumprida em atividades de estágio. Art. 7º. As atividades de estágio deverão ser realizadas de acordo com o previsto para cada período no Projeto Pedagógico do Curso. Art. 8º. O cumprimento do estágio e de sua carga horária ficarão sujeitos à aprovação por conceito e por frequência na disciplina de estágio. 227 Capítulo IV Da Comissão Interna de Estágio Curricular Art. 9º. A coordenação do estágio curricular supervisionado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura ficará a cargo da Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC). Art. 10º. A CIEC será composta por 3 (três) professores que atuem na formação específica do curso. § 1º. A CIEC será presidida por um de seus membros. § 2º. A indicação dos membros que comporão a CIEC, incluindo o presidente, será feita pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Art. 11º. A CIEC deverá se reunir ordinariamente duas vezes por semestre, mediante convocação de seu presidente. § 1º. A CIEC poderá se reunir extraordinariamente, mediante solicitação de 2/3 (dois terços) de seus membros ou do Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. Capítulo V Do estagiário Art. 12º. O estagiário será o aluno do Curso de Graduação em Física – Licenciatura regularmente matriculado na disciplina “Orientação e Estágio Curricular” correspondente do semestre. Capítulo VI Do orientador de estágio Art. 13º. O orientador de estágio será o docente responsável pela disciplina “Orientação e Estágio Curricular Supervisionado”. § 1º. Em casos particulares, outro docente que atue na formação 228 específica poderá colaborar para o estágio, devendo este ser registrado como “Professor Colaborador” no Plano de Ensino da disciplina. Capítulo VII Do campo de estágio Art. 14º. A instituição que oferecerá o campo de estágio poderá ser: I. Escola pública ou privada de Educação Básica, que trabalhe com ensino regular e/ou com educação de jovens e adultos e/ou educação especial; II. Museus, centros de ciências e demais espaços de educação não formal; III. Instituições públicas ou privadas que desenvolvam projetos na área de Educação Básica; IV. Outros espaços de Educação Básica. Art. 15°. O estagiário poderá desenvolver estágio em local diferente dos citados no artigo anterior, desde que autorizado pela Comissão Interna de Estágio Curricular. Art. 16°. Caso o estagiário seja docente regular na Educação Básica, ele poderá realizar o estágio na instituição onde leciona, desde que: I. A atividade de estágio não seja a própria atividade docente; II. Todas as normas e procedimentos deste regulamento sejam cumpridos. Capítulo VIII Do profissional supervisor Art. 17°. Em cumprimento ao inciso III do art. 9° da Lei 11788 de 25.09.08, a instituição que fornece o campo de estágio deverá designar um funcionário de seu quadro pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente. § 1º. Em casos particulares o orientador do estágio pode exercer a função de supervisor. 229 Capítulo IX Do Termo de Compromisso Art. 18°. Em cumprimento ao inciso I do art. 7° da Lei 11788 de 25.09.08, deverá ser celebrado Termo de Compromisso entre a instituição de ensino, a instituição concedente e o aluno. Art. 19°. O termo deverá ter três vias, todas assinadas pelos representantes da instituição de ensino e da instituição concedente e pelo aluno. §1°. A via da instituição de ensino deverá permanecer guardada nos arquivos do Núcleo de Estágios da Graduação (NUEG). Art. 20°. O coordenador do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM assinará como representante da instituição de ensino. Capítulo X Do cronograma de atividades Art. 21°. Antes do início do estágio deverá ser elaborado um Cronograma de Atividades, conjuntamente entre o aluno e o orientador do estágio, de acordo com o modelo do Anexo I. §1°. O Cronograma de Atividades deverá estar de acordo com as atividades previstas no Projeto Pedagógico do Curso para cada semestre. §2°. Uma cópia do Cronograma de Atividades deverá ser encaminhada, pelo orientador de estágio, à CIEC até 45 (quarenta e cinco) dias após o início do semestre letivo, para apreciação, podendo ser em via impressa ou digital. Capítulo XI Do relatório final de estágio 230 Art. 22°. Ao final do estágio, o aluno deverá entregar ao orientador de estágio o Relatório Final de Estágio, conforme o modelo do Anexo II. §1°. O Relatório Final de estágio deverá ser utilizado como instrumento avaliativo. §2°. Uma cópia do Relatório de Estágio deverá ser encaminhada, pelo orientador de estágio, à CIEC até 10 (dez) dias após o fim do semestre letivo, para apreciação. Capítulo XII Da avaliação e frequência Art. 23º. A avaliação do desempenho do estagiário será feita pelo orientador do estágio, utilizando, no mínimo, dois instrumentos avaliativos, entre eles o Relatório Final de Estágio. §1°. O orientador poderá solicitar ao supervisor de estágio uma avaliação do estagiário por meio da Ficha de Avaliação de Desempenho (anexo III), a fim de somar aos instrumentos avaliativos já definidos. § 2º. Cabe ao orientador de estágio decidir, semestralmente, o peso de cada um dos instrumentos avaliativos. Art. 24º. A frequência será controlada por meio de lista de presença, no caso das horas destinadas à orientação de estágio, e pela Folha de Frequência (anexo V), no caso das horas cumpridas no campo de estágio. Capítulo XIII Da dispensa Art. 25°. Em cumprimento ao Parágrafo Único do Art. 1° da Resolução CNE/CP de 19.02.02, os alunos que atuam como docente regular na Educação Básica poderão ter redução na carga horária total do estágio curricular supervisionado até o máximo de 200 (duzentas) horas. Art. 26°. A redução da carga horária de que trata o art. 26° se dará da 231 seguinte forma: I. Redução de até 200 horas, no caso de docência em Física; II. Redução de até 100 horas, no caso de docência em Matemática, Química ou Ciências. § 1º. A redução da carga horária não será cumulativa, podendo ser aplicada apenas uma vez por semestre. Art. 27°. A redução máxima da carga horária será semestral e dividida da seguinte forma: I. 25 horas (docência em Física ou em Matemática, Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado I; II. 75 horas (docência em Física) ou 25 horas (docência em Matemática, Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado II; III. 75 horas (docência em Física) ou 25 horas (docência em Matemática, Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado III; IV. 25 horas (docência em Física ou em Matemática, Química e Ciências) na disciplina Orientação e Estágio Curricular Supervisionado IV. § 1º Apresentados os documentos comprobatórios dispostos no art. 28º, caberá à CIEC definir e homologar a redução de carga horária. Art. 28°. A docência regular na Educação Básica deverá ser comprovada semestralmente, com documento emitido pela instituição onde o aluno mantém vínculo formal e assinado pelo seu representante. § 1°. Os documentos comprobatórios de docência regular na Educação Básica deverão ser encaminhados pelo aluno à CIEC, no máximo, 15 (quinze) dias após o início do semestre letivo. § 2º Caso o exercício da docência regular pelo aluno seja interrompido ao longo do semestre, o mesmo deverá comunicar imediatamente à CIEC, a fim de que a redução seja recalculada. § 3º No caso previsto no § 2º deste artigo, a CIEC deverá comunicar por escrito ao aluno a carga horária a ser reduzida, no prazo de 15 dias. 232 Capítulo XIV Das atribuições Art. 29°. À Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC) compete: I. Indicar os campos de estágio, de acordo com o que estabelece o art. 13°; II. Acompanhar a realização do estágio pelo aluno; III. Apoiar do ponto de vista pedagógico, curricular e operacional os orientadores de estágio; IV. Zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso, tanto por parte do aluno quanto da instituição concedente; V. Decidir sobre o desligamento do estagiário, em comum acordo com este, com a instituição concedente e com o coordenador do curso; VI. Decidir sobre outras solicitações que competem à CIEC, encaminhadas por qualquer uma das partes envolvidas no estágio. Art. 30°. Ao estagiário compete: I. Realizar com zelo, dedicação e espírito profissional todas as etapas previstas no Cronograma de Atividades elaborado em conjunto com o orientador de estágio; II. Cumprir as datas de entrega previamente estabelecidas do Cronograma de Atividades, dos relatórios, folha de frequência e demais documentos solicitados; III. Elaborar o Cronograma de Atividades, os relatórios e outros documentos solicitados de acordo com os modelos e exigências estabelecidas; IV. Cumprir a carga horária prevista para o estágio; V. Dispor das informações e de toda documentação exigida para a elaboração do Termo de Compromisso, dentro do prazo estabelecido; VI. Requerer à secretaria de curso, Compromisso; VII. Cumprir o Termo de Compromisso; a elaboração do Termo de 233 VIII. Encaminhar à CIEC, nas datas estabelecidas no §1° do Art. 29°, os documentos referentes à redução de carga horária de estágio, se for o caso; IX. Respeitar todas as normas legais e laborais aplicáveis; X. Respeitar as regras específicas da instituição concedente; XI. Compatibilizar a jornada de atividades de estágio com o horário escolar e o turno de trabalho; XII. Informar ao orientador de estágio, à CIEC e à instituição concedente eventuais problemas que podem surgir ao longo da realização do estágio. Art. 31°. Ao Núcleo de Estágios da Graduação (NUEG) compete: I. Receber dos alunos a documentação para a elaboração do Termo de Compromisso; II. Elaborar o Termo de Compromisso; III. Encaminhar, no início do semestre letivo, o Termo de Compromisso às partes envolvidas; IV. Zelar pela integridade da documentação relativa ao processo de estágio dos alunos, para fins de comprovação formal; V. Empreender o processo administrativo de desligamento do estagiário, conforme encaminhado pela CIEC. VI. Assessorar a CIEC em outras matérias administrativas de competência do NUEG. Art. 32°. Ao orientador de estágio compete: I. Observar e avaliar as condições do campo de estágio para receber alunos, de acordo com o estabelecido no art. 13°; II. Comunicar à instituição concedente, no início do estágio, as datas de realização de atividades escolares ou acadêmicas; III. Auxiliar na composição do Cronograma de Atividades; IV. Estar em contato constante com o profissional supervisor, estabelecendo um processo de comunicação para o acompanhamento conjunto dos estagiários; 234 V. Zelar pela conduta ética e moral dos alunos sob sua supervisão, tendo como base inequívoca o Código de Ética Profissional; VI. Orientar todas as atividades didático-pedagógicas do aluno, incluindo a elaboração de relatórios, projetos de intervenção, seminários, estudos, entre outras atividades; VII. Proporcionar aos alunos conhecimentos teórico-práticos compatíveis com a realidade científico-profissional e a realidade institucional/social, de forma aprofundada e atualizada; VIII. Verificar a frequência do aluno no campo de estágio por meio de sua Folha de Frequência; IX. Divulgar os instrumentos avaliativos e as respectivas datas de aplicação no início do semestre letivo; X. Divulgar as datas de entrega do Cronograma de Atividades, de relatórios e folhas de frequência no início do semestre letivo, de modo que as datas limite de encaminhamento de documentos à CIEC sejam cumpridas; XI. Avaliar o desempenho do aluno de forma imparcial; XII. Encaminhar à CIEC, na data estabelecida no §2° do Art. 20°, o Cronograma de Atividades dos alunos orientados; XIII. Encaminhar à CIEC, nas datas estabelecidas no §2° do Art. 21° e no Art. 25°, o Relatório Final de estágio. XIV. Encaminhar ao NUEG os documentos que considerar pertinentes para os arquivos do aluno. Art. 33º. À instituição concedente do campo de estágio compete: I. Celebrar e cumprir o Termo de Compromisso firmado com a UFTM e o aluno; II. Oferecer instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; III. Designar um funcionário de seu quadro efetivo para ser o profissional supervisor do estagiário; 235 IV. Oferecer seguro de acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme estabelecido no Termo de Compromisso; V. Comunicar à CIEC ou ao orientador de estágio ou ao coordenador do curso qualquer irregularidade detectada no desenvolvimento do estágio; VI. Manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio; VII. Disponibilizar uma dinâmica de estágio compatível com a realidade profissional a ser encontrada pelo aluno. § 1º. Por se tratar de estágio obrigatório, a responsabilidade de contratação do seguro contra acidentes pessoais de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá ser assumida pela UFTM. Capítulo XV Da aprovação, reprovação e desligamento Art. 34º. A aprovação ou reprovação se dará por meio de conceito (Aprovado ou Reprovado)., § 1º. Em todos os casos, a frequência exigida é de 100%. § 2º. Não haverá, em qualquer hipótese, avaliação final de estágio, sendo reprovados os alunos que não atingirem o estabelecido no inciso I deste artigo. Art. 35º. O desligamento do estagiário ocorrerá: I. Automaticamente ao término do estágio; II. Em caso de desistência, abandono ou transferência do curso; III. A pedido do estagiário; IV. Pelo não comparecimento no campo de estágio, sem motivo justificado, por 30 (trinta) dias consecutivos ou não durante todo o período de estágio, caso não esteja previsto no Cronograma de Atividades; V. Pelo descumprimento de qualquer uma de suas atribuições listadas no art. 26° deste regulamento. § 1°. Nos casos listados nos incisos II a V deste artigo, o desligamento 236 deverá ser julgado pela Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC). § 2°. O desligamento implicará, automaticamente, na reprovação por conceito e frequência. Capítulo XVI Das disposições gerais Art. 36°. As normas e procedimentos deste regulamento são aplicáveis em todas as disciplinas “Orientação e Estágio Curricular Supervisionado” da grade curricular do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Art. 37°. Os casos não previstos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão Interna de Estágio Curricular (CIEC) do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Art. 38°. Este regulamento poderá ser revisado, mediante pedido de 2/3 (dois terços) dos membros da CIEC ou do Colegiado de Curso. Art. 39°. Este regulamento entra em vigor em 06 de Março de 2012, data de sua aprovação no Colegiado do Curso. 237 REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA ANEXOS 238 Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura ANEXO I Modelo de Cronograma de Atividades RESUMO DAS ATIVIDADES PREVISTAS PARA O SEMESTRE Atividade Período Carga Horária LOCAL DE ESTÁGIO Escreva qual(is) é(são) o(s) local(is) de estágio escolhidos para o semestre, estejam eles definidos ou não. Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura ANEXO II Modelo de Relatório Final de Estágio Orientações gerais O Relatório Final de Estágio deve ser redigido com fonte Arial, tamanho 12, com margens de 2cm. O relatório deve ter de 5 a 10 páginas. Não serão aceitos relatórios escritos à mão. O Relatório Final de Estágio deverá ser elaborado em conformidade com o modelo abaixo e entregue ao orientador de estágio em data previamente marcada por ele. Relatórios entregues fora do prazo não serão aceitos. Lembramos que a entrega e a redação do Relatório Final de Estágio conforme o modelo abaixo é condição inequívoca para um bom desempenho, sendo qualquer descumprimento passível de perda de pontos na Ficha de Avaliação de Desempenho. Além disso, o Relatório Final de Estágio poderá ser utilizado como instrumento avaliativo, como prevê o §1º, Art. 21º do Regulamento de Estágio. CAPA A capa deve seguir o exemplo do final desse anexo. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Copie aqui o Cronograma de Atividades entregue no início do semestre. ANÁLISE DAS ATIVIDADES Faça uma análise reflexiva das atividades desenvolvidas, apontando como elas contribuíram para seu desenvolvimento profissional e intelectual. Discuta possíveis problemas enfrentados e as soluções adotadas. Finalize com um panorama dos assuntos discutidos no relatório e com comentários sobre a relevância das atividades desenvolvidas para a escola e para você. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Inclua as referências bibliográficas utilizadas no texto, se houver. Universidade Federal do Triângulo Mineiro Curso de Licenciatura em Física RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO Aluno: ___________________________________ Nº de matrícula:_______________________ Período:______ Instituição onde foi cumprido o estágio:_________________________________________ Supervisor:_______________________________________________________ Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura ANEXO III Ficha de Avaliação de Desempenho - Supervisor FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Atribuir pontuação na escala: a (adequado); b (razoável); c (insuficiente); Nome do Aluno: Professor Orientador: Professor Supervisor: Período: ____/____/_____ a d (inadequado) _____/_____/____Carga horária: ____________ FATORES A CONSIDERAR CONCEITO PLANEJAMENTO DO ESTÁGIO:Organização e planejamento das aulas a serem observadas e executadas.Capacidade de desempenhar as tarefas com cuidado, exatidão, precisão e aplicação técnica, bem como planejar, organizar e executar tarefas com objetividade e capacidade de autoavaliação. OBSERVAÇÕES EM SALA DE AULA: Atenção, discrição, cordialidade, respeiro com os professores e alunos e demais estagiários. PLANO DE AULA: tempo adequado, claro, consistente, coerente com a propsota da escola, estratejas adequadas. ESTRATÉGIAS E DINÂMICA NAS AULAS REGIDAS: cumprimento do plano de aula, utilização adequada das estratégias e dos recursos, tempo gasto em cada conteúdo, dinâmica e inovação. Relação com os alunos e segurança. EXPLICAÇÃO: explicações claras, adequadas ao público e com a devida amplitude; coerentes com o plano de aula. AVALIAÇÃO DAS AULAS REGIDAS: A avaliação proposta foi adequada ao conteúdo abordado. Observação: compreende-se por avaliação o ato de identificar as aprendizagens ocorridas utilizando quaisquer recursos avaliativos, mesmo que não atrelados à nota. ORGANIZAÇÃO DA SALA DE AULA: disposição dos espaços físicos; organização do quadro e dos espaços físicos, disposição frente à turma ao utilizar o quadro ou outras estratégias. RESPONSABILIDADE: Assiduidade; pontualidade; apresentação pessoal condizente com as normas da escola. Volume de trabalho produzido, levando-se em conta a complexidade, a capacidade de aprendizagem e o tempo de execução, sem prejuízo da qualidade. RELAÇÔES INTERPESSOAIS: Cordialidade; linguagem polida; respeito aos alunos, professores e funcionários da escola. Contribuição espontânea no trabalho de equipe para atingir os objetivos propostos. DOMÍNIO CONCEITUAL: Domínio do conteúdo conceitual e articulações intradisciplinares. OBSERVAÇÕES: apontar alguns elementos avaliativos referentes ao estágio do licenciando que possa contribuir para o aperfeiçoamento do estagiário. Uberaba, ____ de ___________ de 201__ Assinatura do Orientador Assinatura do Supervisor Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física Licenciatura ANEXO IV Ficha de Avaliação de Desempenho - Orientador FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Atribuir pontuação a (adequado); b (razoável); na c (insuficiente); escala: d (inadequado) Nome do Aluno: Professor Orientador: Professor Supervisor: Período: ____/____/_____ a _____/_____/____Carga horária: ____________ FATORES A CONSIDERAR CONCEITO PLANEJAMENTO DO ESTÁGIO: Organização e planejamento das aulas observadas e executadas. Capacidade de desempenhar as tarefas com cuidado, exatidão, precisão e aplicação técnica, bem como planejar, organizar e executar tarefas com objetividade e capacidade de autoavaliação. PLANO DE AULA: tempo adequado, clara, consistente, coerente com a propsota do estágio, estratejas adequadas. PARTICIPAÇÃO EM SALA DE AULA: Natureza das perguntas; reflexão; articulação dos textos com RELATÓRIO REFLEXIVO: Levantamento escolar; levantamento das salas de aula; articulação com pesquisa em educação / ensino de ciências e educação matemática; autoavaliação; considerações finais; consistência de cada um dos pontos do relatório. EXPLICAÇÃO:Clareza na exposição das ideias defendidas. CADERNO DE CAMPO:Realizado ao longo das atividades; adequado à proposta de estágio. DOMÍNIO CONCEITUAL: Domina o conteúdo conceitual e suas articulações intradisciplinares. RESPONSABILIDADE: Assiduidade; pontualidade –Volume de trabalho produzido, levando-se em conta a complexidade, a capacidade de aprendizagem e o tempo de execução, sem prejuízo da qualidade. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO: Empenho nas leituras e na produção de textos ao longo da disciplina. Articulação das leituras ao longo do relatório final. REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: Realizou as atividades propostas no prazo, em qualidade adequada e com afinco. OBSERVAÇÕES Uberaba, ____ de ___________ de 201__ Assinatura do Orientador Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Física - Licenciatura ANEXO V Folha de Frequência MÊS/ANO: FOLHA DE FREQÜÊNCIA Nome:___________________________________________________________________ Curso:____________________________________ Função: ( ) - Estagiário ( ) - Voluntário Lotação:______________________________________________________________________ Dia Entrada Saída Rubrica Entrada Saída 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Carga Horária do Mês: Carimbo e assinatura do responsável pela instituição de ensino Rubrica / ANEXO VI – Regulamento das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICOCIÊNTIFICO-CULTURAIS (AACCs) CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Ministério da Educação Universidade Federal do Triângulo Mineiro REGULAMENTO DAS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOCULTURAIS (AACC) DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA LICENCIATURA Capítulo I Das disposições preliminares Art. 1º. Este Regulamento define, no âmbito do Curso de Física-Licenciatura da UFTM, as Atividades Acadêmico-Científico-Culturais/AACC a que se refere à Resolução CNE/CP Nº 2 – de 19/02/2002, assim como a Resolução Nº 2 – de 18/06/2007, ambas do Conselho Nacional de Educação, bem como os procedimentos a serem adotados para a atribuição e cômputo da carga horária obrigatória. Capítulo II Da natureza Art. 2º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC), integrantes do currículo pleno do Curso de Licenciatura em Física, correspondem a 210 (duzentas e dez) horas ou 240 (duzentas e quarenta) horas-aula, carga horária que pode ser cumprida pelo aluno durante todo o curso de graduação, observado o disposto nos parágrafos abaixo. § 1º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não estão vinculadas a nenhum período da matriz curricular. § 2º. Não serão consideradas, em caso algum, atividades desenvolvidas pelo aluno, antes do ingresso no curso, ressalvada a situação prevista no § 3º deste artigo. § 3º. Os alunos que ingressarem no Curso de Licenciatura em Física da UFTM por transferência, reopção ou reingresso ficam também sujeitos ao cumprimento da carga horária estabelecida no caput deste artigo, podendo solicitar à a Coordenação das AACCs o cômputo da carga horária atribuída pela Instituição de origem, observada as seguintes condições: I. II. compatibilidade das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais estabelecidas pela Instituição de origem com as estabelecidas neste Regulamento; a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior à conferida às atividades especificadas por este Regulamento à atividade idêntica ou congênere. § 4º. Em cumprimento ao art. 2º da Resolução CNE/CP, de 19 de Fevereiro de 2002, a carga horária total de AACC deverá ser integralizada em, no mínimo, 3 (três) anos letivos. Art. 3º. A escolha das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais é de responsabilidade exclusiva do aluno, considerando-se que a sua finalidade principal é o enriquecimento do currículo pleno do curso, permitindo-lhe uma ampliação de seus conhecimentos, tendo como objetivo a formação integral do profissional. § 1º. A execução de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais não confere crédito nem grau ao aluno. § 2º. A carga horária comprovada de atividades acadêmicas pelo aluno deverá ser encaminhada, pelo coordenador de AACC, para fins de registro ao DRCA – Divisão de Registro e Controle Acadêmico. Art. 4º. As Atividades Acadêmico-Científico-Culturais consideradas para os fins do caput do art. 2º estão distribuídas em 4 (quatro) modalidades: 1) Atividades de Ensino, Pesquisa, Extensão e Representação Estudantil; 2) Atividades de Caráter Científico e de Divulgação Científica; 3) Atividades de Caráter Artístico e Cultural; 4) Atividades de Caráter Técnico. § 1º. Ficam estabelecidas as seguintes atividades distribuídas em cada modalidade discriminadas no caput deste artigo, bem como os requisitos e limites para o aproveitamento e cômputo de carga horária: Quadro 1 - atividades de ensino, pesquisa, extensão e representação estudantil: Código da Atividade Forma de Comprovação Valor em Horas 1.01 - Representação estudantil (Colegiado da Graduação, Conselho do Instituto, Conselhos Superiores, Centro Acadêmico, DCE, UNE, Comissões Institucionais, entre outros). - Atas ou documentos similares que atestem a nomeação e a exoneração ou término do mandato, emitidas pelo órgão colegiado competente. 10 horas por ano de mandato, respeitando o teto de 40 horas para o total de atividades deste tipo para participação como membro efetivo e 20% destes valores para membro suplente. No caso específico de Comissões Instituicionais, o tempo de participação do Estudantes será definido pelo presidente da comissão. 1.02 - Disciplina de outro curso, cursada com aproveitamento, na UFTM ou em outra Instituição de Ensino Superior, em curso devidamente reconhecido pelo MEC, exceto disciplinas aprovadas em pedidos de equivalência. - Histórico Escolar 20 horas por disciplina, respeitando o teto de 40 horas. 1.03 - Atividades de pesquisa com bolsa (UFTM, CNPq, FAPEMIG, entre outros). 1.04 - Atividades de pesquisa sem bolsa, (obs.: atividades de pesquisa sem bolsa que forem submetidas ao comitê da UFTM que avalia o PIBIC e que forem aprovadas seguirão os mesmos critérios de atividades de pesquisa com Atividade -Documento que ateste o cumprimento das atividades previstas no projeto, emitido pelo orientador e/ou pelo órgão competente. - Documento emitido pelo orientador da atividade, devidamente validado pelo Colegiado do Curso de FísicaLicenciatura. No Documento deverá constar uma descrição sumária da atividade, seus objetivos e uma 15 horas por ano de bolsa, respeitando o teto de 45 horas para atividades deste tipo. Até 15 horas por ano, respeitando o teto de 45 horas para o total de atividades deste tipo. bolsa) 1.05 - Atividades de extensão com bolsa. 1.06 - Atividades de extensão sem bolsa, (obs.: atividades de extensão sem bolsa que forem submetidas ao comité da UFTM que avalia o PIBEG e que forem aprovadas seguirão os mesmos critérios de atividades de extensão com bolsa) 1.07 - Atividades de monitoria em disciplinas de graduação. 1.08 - Atividades de monitorias ou estágio extracurricular em ambientes acadêmicos. 1.09 1.10 1.11 1.12 apreciação do desempenho do aluno. - Documento que ateste a participação do educando no projeto e seu desempenho, emitido pelo órgão que financiou o mesmo. - Documento emitido pelo orientador da atividade, devidamente validado pelo Colegiado do Curso de Física. No Documento deverá constar uma descrição sumária da atividade, seus objetivos e uma apreciação do desempenho do aluno. - Documento emitido pela Diretoria de Ensino, atestando a participação e o desempenho do aluno na atividade. - Documento emitido pelo órgão onde as atividades foram realizadas. - Documento emitido - Atividades de pelo Conselho da monitorias em unidade que recebeu o ambientes académicos monitor, atestando sua de outras unidades da participação e UFTM. desempenho. - Realização de trabalhos voltados à educação e/ou alfabetização de - A critério do jovens e adultos, sem colegiado do curso. remuneração. (Sujeito à aprovação do colegiado) - Realização de trabalhos voltados à promoção do exercício - A critério do da cidadania. colegiado do curso. (Sujeito à aprovação do colegiado) - Premiação por - Documento 15 horas por ano de bolsa, respeitando o teto de 45 horas para atividades deste tipo. Até 15 horas por ano, respeitando o teto de 45 horas para o total de atividades deste tipo. 10 horas por semestre de monitoria, respeitando o teto de 50 horas para o total de atividades deste tipo. 10 horas por semestre de monitoria, respeitando o teto de 20 horas para o total de atividades deste tipo. 10 horas por semestre de monitoria, respeitando o teto de 20 horas para o total de atividades deste tipo. 15 horas por semestre, respeitando o teto de 60 horas para o total de atividades deste tipo. 10 horas por semestre, respeitando o teto de 40 horas para o total de atividades deste tipo. 5 horas por prêmio no trabalho acadêmico em atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão 1.13 Outras atividades de ensino, pesquisa, extensão e representação estudantil (Sujeito à aprovação do colegiado) comprobatório emitido pela entidade promotora âmbito da UFTM, num total de 15 horas; 10 por prêmio no âmbito municipal e regional num total de 30 horas, 15 horas por prêmio no âmbito estadual num total de 45 horas; 20 horas por prêmio nacional, num total de 60 horas - A critério do colegiado do curso. - A critério do colegiado do curso. Quadro 2 - Atividades de Caráter Científico e de Divulgação Científica Código da Atividade Atividade Forma de Comprovação 2.01 - Participação, como ouvinte, em minicursos, cursos de extensão, oficinas, colóquios, palestras e outros. - Certificado de participação, emitido pela entidade promotora, constando a carga horária da atividade. 2.02 - Apresentação de comunicações ou pôsteres em eventos científicos . - Certificado de apresentação emitido pela entidade promotora. 2.03 - Publicação de trabalhos completos em anais de eventos científicos. - Cópia do material publicado. 2.04 - Outras atividades de caráter científico ou de divulgação científica. (Sujeito à aprovação do colegiado). - A critério do colegiado do curso. Valor em Horas 10 horas por atividade, ou então a carga horária especificada no certificado de participação, respeitando o teto de 40 horas para o total de atividades deste tipo. 20 horas por comunicações ou Pôsteres apresentados ou carga horária constante no certificado de participação, respeitando o teto de 60 horas para atividades deste tipo. 30 horas por publicações em anais, respeitando o teto de 90 horas para atividades deste tipo. A critério do colegiado do curso. 2.05 - Publicação de resumos em anais de eventos científicos. - Cópia do material publicado. 2.06 - Publicação de artigos em periódicos científicos com ISSN e conselho editorial. - Cópia do material publicado. 2.07 2.08 2.09 - Publicação de artigos em periódicos de divulgação científica ou de caráter não acadêmico (jornais, revistas...). - Desenvolvimento ou participação no desenvolvimento de material informacional (divulgação científica) ou didático (livros, CDROMs, vídeos, exposições...) - Desenvolvimento ou participação no desenvolvimento de instrumentos de pesquisa, guias ou catálogos de acervos de memória e/ou exposições. - Cópia do material publicado e certificado do editor do periódico. 15 horas por resumo publicado em anais, respeitando o teto de 45 horas para Atividades deste tipo. 30 horas por artigo publicado, respeitando o teto de 90 horas para atividades deste tipo. 10 horas por artigo publicado, respeitando o teto de 40 horas para atividades deste tipo. - Cópia do material desenvolvido e certificado do coordenador ou organizador do projeto. 5 horas por material desenvolvido, respeitando o teto de 30 horas para atividades deste tipo. - Cópia do material desenvolvido e certificado do coordenador ou organizador do projeto. 5 horas por material desenvolvido, respeitando o teto de 30 horas para atividades deste tipo. 2.10 - Organização ou participação na organização de eventos científicos. - Certificado de participação emitido pela entidade promotora. 2.11 - Visitas monitoradas Extracurriculares à instituições Públicas e Privadas de caráter científico - Certificado de participação emitido pela instituição promotora. 2.12 - Outras atividades de caráter científico ou de divulgação científica. (Sujeito à aprovação do colegiado) - A critério do colegiado do curso. 15 horas por evento organizado, respeitando o teto de 60 horas para atividades deste tipo. 10 horas por visita ou então a carga horária especificada no certificado de participação da visita respeitando o teto de 50 horas para atividades deste tipo - A critério do colegiado do curso. Quadro 3 - Atividades de caráter artístico e cultural Código da Atividade Atividade 3.01 - Produção ou participação na produção de objetos artísticos (vídeo, artes plásticas, curadoria, literatura, artes performáticas, música...). (Sujeito à aprovação do colegiado) 3.02 - Participação em oficinas, cursos ou mini-cursos relacionados a manifestações artísticas e culturais. 3.03 - Outras atividades de caráter artístico ou cultural. (Sujeito à aprovação do colegiado). Forma de Comprovação Valor em Horas - A critério do colegiado do curso. 10 horas por produção, respeitando o teto de 30 horas para o total de atividades deste tipo. - Certificado de participação, emitido pela entidade promotora e constando a carga horária da atividade. Igual à carga horária especificada no certificado de participação, ou quando não dispuzer, pontua-se 15 horas, respeitando o teto de 45 horas para o total de atividades deste tipo. - A critério do colegiado do curso. - A critério do colegiado do curso. Quadro 4 - Atividades de caráter técnico Código da Atividade Atividade Forma de Comprovação Valor em Horas 4.01 - Traduções de artigos, produção de resenhas, editoração, diagramação e revisão técnica de material publicado em periódicos acadêmicos com ISSN e política seletiva. - Cópia do material publicado e certificado do editor do periódico. 10 horas por material publicado, respeitando o teto de 40 horas para atividades deste tipo. - Participação em oficinas, cursos ou mini-cursos relacionados ao aprendizado de técnicas úteis à profissão do professor/Físico. - Certificado de participação, emitido pela entidade promotora e constando a carga horária da atividade. Igual à carga horária especificada no certificado de participação, ou quando não dispuzer, pontua-se 15 horas, 4.02 4.03 - Atividades de campo, relacionadas a projetos de pesquisa, extensão ou complementares a atividades de ensino que não sejam obrigatórias. (Sujeito à aprovação do colegiado). - Documento comprobatório emitido pelo educadororientador do projeto. 4.04 - Outras atividades de caráter técnico ou educativo. (Sujeito à aprovação do colegiado) - A critério do colegiado do curso. respeitando o teto de 45 horas para o total de atividades deste tipo. Igual à carga horária especificada no certificado de participação, ou quando não dispuzer, pontua-se 15 horas, respeitando o teto de 45 horas para o total de atividades deste tipo. A critério do colegiado do curso. § 2º. A relação das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais previstas no §1° deste artigo poderá ser alterada, mediante proposta e aprovação do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física da UFTM. Capítulo III Das atribuições e contagem da carga horária Art. 5º. A atribuição de carga horária pelo desenvolvimento das Atividades Acadêmico- Científico-Culturais obedecerá ao seguinte procedimento: 1) preenchimento pelo aluno de requerimento do formulário específico (Anexo A) dirigido à Coordenação de AACC, acompanhado dos documentos exigidos no § 1º do artigo 4°, de acordo com a atividade; 2) análise pela Coordenação de AACC do material recebido e sua pertinência; 3) atribuição da carga horária para a atividade, observados os limites previstos no § 1º do artigo 4°. 4) lançamento no histórico escolar do aluno. § 1º. O indeferimento do pedido de atribuição de carga horária pela Coordenação de AACC será comunicado por escrito ao aluno, que tomará ciência do mesmo, podendo na ocasião ou, no máximo, nos três dias úteis seguintes, formular pedido de reconsideração. § 2º. A Coordenação de AACC poderá formular exigências para a atribuição de carga horária, como a apresentação de outros documentos, ou pedir esclarecimentos por escrito ao aluno, sempre que tiver dúvidas acerca da pertinência de uma atividade. § 3º. Ao final de cada semestre, observado o período de encaminhamento de conceitos no calendário acadêmico da UFTM, a Coordenação de AACC encaminhará à Divisão de Registro e Controle Acadêmico a relação de alunos que desenvolveram Atividades Acadêmico-Científico-Culturais no semestre e a carga horária atribuída. Capítulo III Da Coordenação das AACC Art. 6º. A coordenação das AACCs ficará a cargo de um docente do Departamento de Física do ICENE, indicado pelo colegiado do curso de Graduação em Física - Licenciatura. § 1º. O coordenador do curso de Graduação em Física - Licenciatura poderá ser o coordenador de AACC, desde que manifeste interesse e tenha seu nome aprovado pelo colegiado do curso. § 2º. Os demais membros do colegiado do curso atuarão com auxiliares do coordenador de AACC. § 3º. A troca da coordenação de AACC ou a sua manutenção deverá ser analisada e aprovada na primeira reunião ordinária do colegiado do curso a cada início de semestre letivo. Art. 7º. Compete à coordenação das AACCs: I. II. III. Atribuir a carga-horária para as atividades desenvolvidas pelos alunos, inclusive as realizadas em outras instituições. Homologar os resultados de pedido de aproveitamento e cômputo de carga horária de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais junto ao Colegiado de Curso. Dirimir quaisquer dúvidas referentes ao presente Regulamento, em primeira instância. Capítulo IV Das Competências do Acadêmico Art. 8º. Aos alunos da UFTM, matriculados no curso de Licenciatura em Física, compete: I. II. III. IV. V. VI. Informar-se sobre o Regulamento e as atividades oferecidas dentro ou fora da UFTM que propiciem cômputo de carga horária para Atividades Acadêmico-Científico-Culturais. Inscrever-se e participar efetivamente das atividades. Providenciar a documentação comprobatória, relativa à sua participação efetiva nas atividades realizadas. Entregar a cópia da documentação necessária (acompanhada dos originais) para o cômputo e a avaliação das Atividades AcadêmicoCientífico-Cultural, até a data limite estabelecida no Calendário Acadêmico. Na ausência dos documentos originais, serão aceitas cópias autenticadas. Arquivar a documentação comprobatória das Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais e apresentá-la sempre que solicitada. Conferir se a documentação a ser apresentada está devidamente legitimada pela Instituição emitente, contendo carimbo e assinatura ou outra forma de avaliação e especificação de carga horária, período de execução e descrição da atividade Capítulo V Das disposições finais Art. 9º. Atos complementares que se fizerem necessários para o aperfeiçoamento deste regulamento serão expedidos após aprovação pelo Colegiado do Curso de Graduação em Física - Licenciatura da UFTM. Art. 10º. Os casos omissos serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em Física. Art. 11°. Este regulamento entra em vigor em 11 de Abril de 2012, data de sua aprovação no Colegiado do Curso. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE DEPARTAMENTO DE FÍSICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG Anexo A Instruções para Elaboração do Relatório de Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais I – O relatório deve ter como página inicial o formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL” devidamente preenchido. II – Além da identificação do estudante, cada linha deste formulário deve ser preenchida da seguinte maneira: Código da Atividade (Cod.) realizada segundo os Cód. quadros 1, 2, 3, e 4 do Regulamento das AACCs do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM Este campo deve conter de forma sucinta as informações abaixo sempre que aplicável à atividade: Tipo de Atividade / Forma de Participação / Nome do Evento ou Atividade CH tipo de atividade - exemplos: mini-curso, oficina, palestra, apresentação de pôster, apresentação oral, iniciação científica, ativ. de extensão, publicação, monitoria, curso, representação estudantil, etc. forma de participação – participação ou organização nome do evento ou atividade – exemplos “III Feira de Profissões da UFTM”, “VII Jornada de Exensão Universitária da UFTM”, “Olimpíada Brasileira de Física”, “Produção de vídeos educativos”, etc Carga horária (CH) máxima atribuída pelo Regulamento das AACCs para a atividade realizada, segundo os quadros 1, 2, 3 e 4. Importante ressaltar que os valores apresentados nestes quadros não necessariamente correspondem ao valor apresentado nos certificados. Validação Deixar em branco para utilização da coordenação das AACCs III – Para cada atividade apresentada no formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”, um formulário “RELATÓRIO” deve ser preenchido, seguido imediatamente dos respectivos comprovantes da referida atividade. Os conjuntos de “RELATÓRIO” e comprovantes de cada atividade devem ser organizados na mesma ordem em que foram apresentadas no formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”. IV – O quadro “Identificação da Atividade” do formulário RELATÓRIO” deve ser preenchido da mesma forma que o campo “Tipo de Atividade / Forma de Participação / Nome do Evento ou Atividade” do formulário “FECHAMENTO SEMESTRAL”. V – O campo Relatório deve conter: A. Uma descrição objetiva da atividade realizada. B. Relevância da atividade realizada para a formação Acadêmica e/ou Cultural do Estudante C. Uma avaliação crítica da atividade realizada MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE DEPARTAMENTO DE FÍSICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS - FECHAMENTO SEMESTRAL Identificação do aluno: Nome: _________________________________________________________ Matrícula:________________________ Cód. Período: __________________ Tipo de Atividade / Forma de Participação / Nome do evento ou atividade CH Val. Total ______________________________ Aluno(a) __________________________ Coordenador(a) de AACC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE DEPARTAMENTO DE FÍSICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS - RELATÓRIO Identificação do aluno: Nome: ________________________________________________________ Matrícula:__________________________ Período: __________________ Identificação da Atividade: Cód. da Atividade: ____ Forma de Participação: ________________________ Evento: ________________________________________________________ Local da realização: _______________ Data: _________ Carga horária: ____ Relatório: ______________________________ Aluno(a) __________________________ ANEXO VII – Regulamento de Trabalho de Conclusão de Curso REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA – LICENCIATURA 260 Ministério da Educação Universidade Federal do Triângulo Mineiro REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CUSO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM FÍSICA - LICENCIATURA Capítulo I Da natureza Art. 1º. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é parte integrante do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM, com o objetivo de desenvolver competências e habilidades desejáveis na formação do perfil profissional do graduando. § 1º. O TCC é uma atividade obrigatória, constituído por disciplinas do curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. Art. 2º. O TCC promove a elaboração de um trabalho teórico-prático direcionado à investigação científica, possibilitando ao graduando aprender a pesquisar, organizar e articular novos conhecimentos, ampliando o campo de atuação e visão profissional. § 1º. Ao longo do curso de Física – Licenciatura o aluno tem contato com atividades de pesquisa nas disciplinas “Estudos e Desenvolvimento de Projetos” do 1º ao 6º semestres do curso. Assim, o TCC se caracteriza por ser o fechamento desse envolvimento do graduando com atividades de pesquisa ao longo de sua formação acadêmica. Capítulo II Dos objetivos Art. 3º. O TCC tem como objetivos: V. VI. Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada, por meio da execução de um projeto de pesquisa; Aprofundar o estudo de um tema das áreas de Física, Ensino de Física, ou correlatas; 261 VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. XV. XVI. Desenvolver a capacidade científica, crítica, reflexiva e criativa na área de interesse do discente; Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das áreas de Física, Ensino de Física ou correlatas; Despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de problemas; Estimular a produção científica; Intensificar a extensão universitária, por intermédio da resolução de problemas existentes nos diversos setores da sociedade; Estimular a construção do conhecimento coletivo Estimular a interdisciplinaridade; Estimular a inovação tecnológica; Intensificar a interação entre corpo docente e discente; Estimular a formação continuada. Capítulo III Do cumprimento Art. 4º. O TCC será desenvolvido por meio das disciplinas obrigatórias, denominadas Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC1) e Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC2), com carga horária de 30 h/a semanais cada uma, que serão oferecidas nos sétimo e oitavo períodos do curso, respectivamente. § 1º. A carga horária da disciplina é dividida da seguinte forma: I. II. 15 h/a teóricas: encontros presenciais entre discentes e docente responsável pela disciplina para orientação das atividades gerais da disciplina; 15 h/a práticas: carga horária corresponde aos trabalhos a serem realizados pelos discentes que podem ocorrer fora da grade horária do curso. Art. 5°. São atividades da Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I e II (TCC1 e TCC2): I. Realização de uma pesquisa de cunho científico; II. Elaboração de uma monografia com os resultados obtidos; III. Apresentação e defesa oral da monografia perante uma Banca Examinadora. Art. 6°. O TCC deverá ser feito individualmente ou em dupla. § 1° A realização de TCC em dupla deverá ser aprovada pela Coordenação de TCC, a partir de pedido escrito feito pelos alunos envolvidos. 262 Capítulo IV Da Coordenação do Trabalho de Conclusão de Curso Art. 7º. A coordenação do TCC ficará a cargo dos docentes responsáveis pelas disciplinas TCC1 e TCC2. § 1º. No caso de dois docentes assumirem as disciplinas, eles deverão indicar quem será o coordenador titular e quem será o coordenador auxiliar para o Colegiado do Curso de Física que oficializará em ata tal indicação. § 2º. No caso de um único docente assumir as duas disciplinas, ele será automaticamente o coordenador do TCC. Neste caso ele poderá solicitar ao colegiado do curso de Física a indicação de um coordenador auxiliar, se julgar necessário, entre os docentes do curso. Art. 8º. Compete à coordenação do TCC: I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. X. XI. XII. XIII. XIV. Preparar e apresentar calendário semestral com as datas previstas para entrega das atividades pertinentes a cada semestre, bem como informar sobre formas de avaliação; Cuidar para que o cronograma seja cumprido; Divulgar as normas do TCC para os alunos matriculados nas disciplinas TCC1 e TCC2 e para os docentes interessados em orientar trabalhos; Elaborar e apresentar aos alunos o quadro de professores orientadores e das áreas de domínio a serem escolhidas; Orientar os discentes quanto à escolha dos orientadores e acompanhar os alunos sem orientador até que estes formalizem sua escolha; Formalizar a indicação de orientadores a partir da escolha dos alunos; Controlar o número de orientados por professor, encaminhando para discussão no colegiado do curso de Licenciatura em Física, situações diferentes do previsto no Art. 13 Mediar, quando necessário, as relações entre orientador e aluno; Verificar se o tema do projeto proposto está em concordância com os objetivos do TCC apresentados no Capítulo II; Designar os professores que comporão as bancas examinadoras; Receber do aluno os exemplares do TCC e encaminhá-los para a banca examinadora; Acompanhar o processo de avaliação do Projeto e da Monografia de TCC; Encaminhar o resultado final ao DRCA; Julgar e resolver casos omissos. Capítulo V Da operacionalização do TCC 263 Art. 9º. O TCC é uma disciplina de regime especial, obrigatória do curso de FísicaLicenciatura, que será desenvolvida nas seguintes etapas: I. II. III. IV. Disponibilização aos alunos um quadro das áreas de domínio dos professores orientadores disponíveis, pelo coordenador do TCC, no início da disciplina TCC1. Entrega pelo aluno ao coordenador do TCC, no prazo definido pelo coordenador, do Termo de Compromisso (Anexo A) firmado entre orientador e orientando. Entrega pelo aluno ao coordenador do TCC, no prazo definido pelo coordenador, de um trabalho sobre o qual será pautada sua avaliação nas disciplinas TCC1 e TCC2. Apresentação e defesa oral da monografia para uma banca examinadora em data previamente estabelecida pelo coordenador do TCC. Capítulo VI Da orientação e do orientador de estágio Art. 10º. A atividade de orientação da disciplina de TCC1 e TCC2 ocorrerá nos encontros presenciais previstos no horário regular do 7º e 8º períodos respectivamente, conforme descrito no § 1º do Art. 4º. Art. 11º. A atividade de orientação do projeto de pesquisa desenvolvido nas disciplinas TCC1 e TCC2 caberá ao professor orientador escolhido pelo aluno. § 1º. Os encontros de orientação do projeto de pesquisa ocorrerão em horários previamente combinados entre orientado e orientador e serão denominados de sessões de orientação de acordo com a carga horária mínima descrita no inciso I, §1º do Art. 4º. Art. 12º. Os professores orientadores serão escolhidos a partir de quadro de professores apresentado pelo coordenador do TCC. São considerados qualificados como professores orientadores os docentes do Departamento de Física do ICENE que tenham, no mínimo, título de mestre. § 1º. Professores que não preencherem as especificações acima poderão colaborar orientando trabalhos de TCC desde que sejam recomendados e autorizados pelo Colegiado do curso de Física – Licenciatura. 264 § 2º. Professores de outros Departamentos da UFTM, que possuam no mínino título de mestre Física ou em áreas afins, poderão orientar trabalhos de TCC desde que sejam recomendados e autorizados pelo Colegiado do curso de Física – Licenciatura. Art. 13º. Cada docente orientador poderá se responsabilizar por no máximo 3 (três) trabalhos de TCC semestralmente. Capítulo VII Da estrutura formal dos documentos e da avaliação Art. 14°. Projetos que envolvam pesquisas com seres humanos e/ou animais deverão ser aprovados pelo Comitê de Ética da UFTM, adequando-se aos prazos e exigências deste Comitê. Art. 15°. Ao final da disciplina TCC1 o aluno deverá apresentar um projeto de pesquisa contendo: 1) Resumo do trabalho; 2) Uma introdução com uma revisão bibliográfica do tema escolhido para a pesquisa; 3) Justificativa do tema escolhido; 4) Objetivos da pesquisa a ser desenvolvida 5) Metodologia a ser adotada para a realização da pesquisa 6) Cronograma de desenvolvimento da pesquisa e elaboração e defesa da monografia. § 1º. A sequência dos tópicos descritos acima pode ser complementada ou alterada pelo coordenador do TCC, desde que os alunos sejam orientados sobre tal alteração. Art. 16°. Ao final da disciplina TCC2 o aluno deverá apresentar uma monografia contendo: 1) Um resumo do trabalho; 2) Uma introdução, constando o assunto e uma justificativa do tema escolhido, a idéia geral da pesquisa, a relevância do tema tratado, os procedimentos metodológicos adotados, a idéia central de cada parte e/ou capítulo documentado; 3) Os resultados da pesquisa, contendo dados qualitativos e/ou quantitativos, inclusive com a apresentação de gráficos e/ou tabelas; 4) Uma conclusão, que apresente a(s) resposta(s) aos objetivos enunciados; 265 5) Referências Bibliográficas. Art. 17°. Os textos de que tratam os dois artigos anteriores deverá ser elaborado de acordo com padrões estabelecidos pelo “Manual para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos baseado nas Normas de Documentação da ABNT/UFTM”, que estará à disposição de todos os alunos e orientadores na Biblioteca Central da UFTM na Coordenação do TCC. Art. 18°. A avaliação dos alunos em TCC1 será realizada pelo docente responsável pela disciplina TCC1 levando em conta os seguintes critérios: I. II. Frequência mínima nas aulas presenciais de 75%; Frequência mínima nos encontros de orientação de 75%. Essa informação será dada pelo orientador ao final do semestre para o coordenador do TCC; III. Aprovação do projeto de pesquisa realizado tanto pelo orientador como pelo docente responsável pela disciplina TCC1; IV. Demais critérios apresentados pelo docente responsável pela disciplina TCC1 no início do semestre letivo, desde que tenha a aprovação do coordenador do TCC ou do coordenador do curso de Licenciatura em Física. § 1º. Nos trabalhos realizados em duplas, a avaliação poderá feita individualmente. Art. 19°. Para o registro oficial do DRCA, no histórico escolar do aluno, constará o Conceito “A”, para aprovado e Conceito “R” para reprovado. § 1º. O aluno que obtiver o conceito “R” (reprovado) deverá cursar a disciplina TCC1 novamente no semestre subseqüente. Art. 20°. A avaliação de alunos em TCC2 será feita baseada na monografia e na apresentação e defesa oral do trabalho para uma Banca Examinadora. § 1º. Para ter o direito de submeter a monografia à apreciação de uma Banca Examinadora, o aluno deverá comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) tanto nas sessões de orientação agendadas pelo professor orientador, assim nos encontros presenciais previstos para a disciplina TCC2. § 2º. Nos trabalhos realizados em duplas, a avaliação poderá ser feita individualmente. Art. 21°. Para submeter a monografia à avaliação de uma Banca Examinadora, o aluno deverá entregá-la ao Coordenador de TCC. 266 § 1°. Em caso de impossibilidade de comparecimento na data estabelecida para avaliação com a banca examinadora, o pedido de nova data de avaliação deverá ser acompanhado de justificativa escrita pelo professor orientador, com base em documentação original ou autenticada que comprove afastamento por questões de saúde ou outras. A justificativa deverá ser analisada e aprovada pelo coordenador do TCC. § 2°. A monografia deve ser entregue em 3 (três) vias confeccionadas em espiral, destinadas à apreciação dos três membros da Banca Examinadora. § 3°. Além dos exemplares mencionados no Parágrafo anterior, em data a ser estabelecida previamente, deverá ser entregue ao Coordenador de TCC, 1 (uma) cópia da monografia em CD ou DVD, com as alterações exigidas ou sugeridas pela Banca Examinadora. Art. 22°. Para o registro oficial do DRCA, no histórico escolar do aluno, constará o Conceito “A”, para as monografias aprovadas e Conceito “R” para as monografias reprovadas. § 1º. O aluno que obtiver o conceito “R” (reprovado) deverá cursar a disciplina TCC2 novamente no semestre subsequente. Art. 23°. O resultado da avaliação da monografia e defesa, não será, sob quaisquer circunstâncias, passível de revisão e/ou alteração. Capítulo VIII Da banca examinadora Art. 24°. Os professores orientadores de trabalhos de TCC poderão indicar os membros que irão compor as Bancas Examinadoras. Eles deverão ser escolhidos dentre especialistas de cada área em questão, devendo ter, no mínimo, título de Mestre. A organização final da banca examinadora caberá ao coordenador de TCC, procurando sempre que possível, atender à indicação do professor orientador. § 1º. Poderão ser membros da Banca, em caso de necessidade, e após manifestação do Coordenador de TCC, professores de outros Departamentos da UFTM ou de outras Instituições, que atuem em disciplina ou área de pesquisa afim do trabalho. 267 Art. 25°. O professor orientador é membro nato e presidente da Banca Examinadora. Art. 26°. Deverão ser considerados, na atribuição de notas pela Banca Examinadora, os seguintes quesitos: I. Metodologia; II. Domínio teórico-conceitual; III. Manuseio de bibliografia e/ou fontes; IV. Clareza e coerência de raciocínio; V. Apresentação gráfica do documento escrito; VI. Definição dos objetivos do trabalho; VII. Qualidade da redação; VIII. Apresentação oral. Capítulo XIX Das disposições gerais Art. 27°. Quando o TCC for realizado em parceria com empresas ou outras organizações, deverá ser firmado termo de compromisso próprio, definindo as atribuições, direitos e deveres das partes envolvidas, inclusive a autorização da divulgação do nome da empresa na publicação do trabalho. Art. 28°. Poderão ser disponibilizados meios alternativos para acompanhamento e avaliação de alunos que desenvolvem o TCC fora da localidade onde o aluno estiver matriculado, a critério do Coordenador de TCC, desde que haja uma justificativa razoável para essa situação. Art. 29°. Quando o TCC resultar em patente, a propriedade desta será estabelecida conforme regulamentação própria. Art. 30°. O Colegiado de Curso poderá estabelecer normas operacionais complementares para as atividades de TCC. 268 Art. 31°. Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos pelo Colegiado de Curso. Art. 32°. Este regulamento entra em vigor em 28 de Setembro de 2011, data de sua aprovação no Colegiado do Curso de Graduação em Física – Licenciatura da UFTM. 269 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS, NATURAIS E EDUCAÇÃO - ICENE DEPARTAMENTO DE FÍSICA CURSO DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURA EM FÍSICA Av. Getúlio Guaritá, 159 – Abadia - (34) 3318-5939 – [email protected] – 38025-180 – UBERABA - MG TERMO DE COMPROMISSO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (Anexo A) Eu,___________________________, RG _________, matrícula nº ________________________, regularmente matriculado na disciplina/unidade temática de Trabalho de Conclusão de Curso/TCC ___ (indicar se 1 ou 2) da matriz curricular do Curso de Graduação em Física - Licenciatura, na condição de orientando, firmo perante o Prof. ___________________________________, na condição de orientador, o presente Termo de Compromisso para a condução dos estudos e a elaboração do TCC, com a observação do disposto nas seguintes cláusulas: CLÁUSULA PRIMEIRA: Preservar e incentivar a urbanidade e o desenvolvimento de atitudes éticas, como elemento de conduta individual. CLÁUSULA SEGUNDA: Apresentar, quando solicitado pelo Coordenador de TCC, os documentos que comprovem as atividades desenvolvidas junto ao TCC. E para que surtam todos os efeitos legais, o presente Termo de Compromisso será assinado pelo orientando e o orientador. Local e data: _________, ______________. Orientando(a) Orientador(a) 270 ANEXO VIII – Portarias 377 e 459 de 2008, que constituíram a equipe responsável pela primeira elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Física – Licenciatura. Como registro da história do curso, incluímos abaixo as portarias que designaram as primeiras equipes de trabalho para a elaboração dos projetos pedagógicos do cursos de Licenciatura e Serviço Social da UFTM, incluindo o curso de Licenciatura em Física. 271 272 273