IF SUDESTE MG – REITORIA
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PLANO INSTITUCIONAL DE CULTURA 2015-2017
Projeto visando a candidatura aos recursos para o
desenvolvimento, fortalecimento e inovação da cultura
e das artes nas Instituições Federais de Ensino Superior
– IFES e nas Instituições da Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica, referente ao
edital “Mais Cultura na Universidade”, Portaria
Interministerial MEC/Minc nº 18/2013.
Coordenação: Prof. Dr. Rui Gonçalves de Souza
Reitor: Prof. Dr. Paulo Rogério Araújo Guimarães
Juiz de Fora
23 de Março de 2015
1
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Sumário
1 – Dados Cadastrais
2
2 – Caracterização do Plano de Cultura
2
2.1 – Identificações
2
2.2 – Características da Proposta
2
2.3 – Público Alvo
3
2.4 – Parcerias
4
2.5 – Descrição do Plano de Cultura – Ações
12
2.5.1 – Eixo Temático – Produção e Difusão de Artes e Linguagens
12
2.5.1.1 – Circuito Cultural do IF na Zona da Mata e Campos das Vertentes
15
2.5.1.2 – Formação de “Trupes Mambembes” de teatro no IF Sudeste MG
20
2.5.1.3 – Musicalização nos Campus do IF Sudeste MG
25
2.5.1.4 – Coletivo de atividades circenses
38
2.5.1.5 – Gesamtkunstwerk (arte total) no IFSUDESTEMG
41
2.5.2 – Eixo temático – Arte, Comunicação, Cultura das Mídias e Audiovisual
43
2.5.2.1 – Vídeo-arte nos Campus Juiz de Fora e S. João Del Rey
43
2.5.2.2 – Cineclube no Campus S. João Del Rey
45
2.5.3 – Eixo temático – Diversidade Artística-Cultural
47
2.5.3.1 – Os Candendês e Puris barbacenenses em cena
47
2.5.3.2 – Coletivos artísticos da cultura do “Tambor Mineiro”
50
2.5.4 – Eixo temático – Memória, Museus e Patrimônio Artístico-Cultural
2.5.4.1- Visitas Guiadas ao Patrimônio Artístico Cultural de Barbacena
53
53
2.6 – Objetivos do Plano de Cultura
56
2.7 – Metas do Plano de Cultura
57
2.8 – Metodologias
57
2.9 – Avaliação
58
3 – Cronograma físico
59
3.1 – Cronograma financeiro geral
60
3.2 – Envolvimento da comunidade na qual a Instituição está inserida
61
3.3 – Envolvimento do Plano de Cultura com populações em situação de vulnerabilidade social 61
3.4 – Envolvimento do Plano de Cultura com a diversidade cultural brasileira
61
4 – Referências Bibliográficas
62
5 – Anexos
64
2
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PLANO INSTITUCIONAL DE CULTURA
EDITAL MAIS CULTURA NAS UNIVERSIDADES
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC
MINISTÉRIO DA CULTURA – MinC
1. DADOS CADASTRAIS:
1.1
INSTITUIÇÃO: INSTITUTO FEDERAL DO SUDESTE DE MINAS GERAIS (IF SUDESTE MG)
1.2
EIXOS TEMÁTICOS:
1( ) 2(X ) 3( )
4( X ) 5 ( X )
1.3
COORDENADOR:
RUI GONÇALVES DE SOUZA
TELEFONE PARA CONTATO
6(
)
7(
) 8( X )
E-MAIL:
[email protected]
FIXO: (32) 3216 2611 - (33) 9902 6359
CELULAR: (32) 8419 2360
2. CARACTERIZAÇÃO DO PLANO DE CULTURA:
2.1 Identificações
Instituição: INSTITUTO FEDERAL DO SUDESTE DE MINAS GERAIS
Unidade Geral: INSTITUTO FEDERAL DO SUDESTE DE MINAS GERAIS
Unidade de Origem:
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO - INSTITUTO FEDERAL DO SUDESTE DE MINAS GERAIS
Início Previsto:
01/06/2015
Término Previsto: 30/05/2017
Recurso Financeiro Solicitado: R$ 1.500.000,00
Gestor da Instituição: Paulo Rogério Araújo Guimarães
2.2 - Características da Proposta:
Abrangência Regional
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Municípios
Abrangido:
Período de
Realização:
Públicoalvo:
Municípios onde estão localizados os Campus, em funcionamento, do Instituto Federal do
Sudeste de Minas Gerais.
Mais precisamente, as Microrregiões de Barbacena (Campus Barbacena), Muriaé (Campus
Muriaé), Ubá (Campus Rio Pomba), São João del Rey (Campus São João del Rey), além de
áreas urbanas das cidades de Juiz de Fora e Santos Dumont.
01/06/2016 a 30/05/2017
Comunidade Acadêmica do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (alunos,
funcionários administrativos, professores e seus familiares; populações das periferias,
distritos, pequenos municípios sob a influência das cidades onde estão localizados os
Campus do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, populações essas que, por razões
sociais e econômicas, não possuem acesso a manifestações culturais; comunidades do
espaço social de ação das políticas educacionais do Instituto Federal do Sudeste de Minas
Gerais, vivendo em situação de instabilidade social e com baixa estima; comunidades
tradicionais localizadas no espaço social das políticas educacionais do Instituto Federal do
Sudeste de Minas Gerais; escolas públicas de ensino fundamental; instituições de
acolhimento às pessoas com deficiências, centros de tratamentos de usuários de drogas.
2.3 Discriminar Público-alvo:
Público Interno da
Universidade/Instituto
Instituições Governamentais
Federais
Instituições Governamentais
Estaduais
Instituições Governamentais
Municipais
Organizações de Iniciativa Privada
Movimentos Sociais
Organizações Não-Governamentais
(ONGs/OSCIPSs)
Organizações Sindicais
Grupos Comunitários
Outros
Alunos, técnicos administrativos, professores do Instituto Federal do
Sudeste de Minas Gerais
Alunos, funcionários, professores de escolas de ensino médio;
hospitais psiquiátricos; presídios.
Alunos, funcionários, professores de escolas de ensino fundamental e
creches.
Orfanatos; creches; asilos, residências psiquiátricas..
Associações de moradores, cooperativas de pequenos agricultores,
comunidades rurais em seus espaços de encontros, organização e
ações afirmativas.
APAES; centros de recuperação de usuários de drogas.
Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barbacena
Comunidades tradicionais Candendês .
População urbana, de forma geral, em espaços públicos,
historicamente, pontos de referência e de encontro em suas
manifestações culturais, artísticas e afirmativas, em cidades onde
estão localizados os Campus do Instituto Federal e sob suas
influências.
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2.4 Parcerias
Nome
FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO (PALÁCIO DAS ARTES – BELO HORIZONTE)
(Aceite da parceria: vide ofício em anexo).
Sigla
FCS
Parceria
Participação no Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, a ser
implantado em 2016/2017 e que acontecerá nas cidades onde localizam os nossos Campus.
Concertos didáticos que acontecerão em palcos de ruas, com toda a infraestrutura de som e
iluminação, para receber uma orquestra sinfônica com 80 músicos ou uma grande companhia de
balé, nas seis cidades integrantes do circuito. Contaremos com apresentações da Orquestra
Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), considerada uma das grandes orquestras do país, nas seis
cidades. Seu repertório, inclui desde o clássico tradicional, como balés, concertos, sinfonias e
obras sacras, até o mais significativo da música popular. Haverá também um encontro entre
música erudita e popular com participação do Coral das “Mulheres à Mil”, do Campus
Barbacena, Programa Mulheres Mil, do programa Brasil Sem Miséria.
Uma segunda participação da FCS, será com sua Companhia de Dança do Palácio da Artes
(CDPA), reconhecida como uma das mais importantes companhias do Brasil e é uma das
referências na história da dança no Brasil e em Minas Gerais.
A parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia vem ao encontro da
missão da Fundação Clóvis Salgado de difundir a arte e a cultura, por meio de apresentações de
música e dança em todo o território mineiro, conforme é salientado pela Diretora Artística,
Claúdia de Lanna Malta, em seu oficio, aceitando a proposta de participação desta
empreitada.
Tipo de
A Fundação Clóvis Salgado é uma entidade de direito público vinculada à Secretaria de Estado
Instituição de Cultura de Minas Gerais. Grande parte de sua programação artística possui entrada gratuita
ou a preço subsidiado, o que possibilita a um público diverso, acesso à cultura. Vinculada à
Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, a Fundação gere três corpos artísticos:
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), o Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG) e
a Cia. de Dança Palácio das Artes (CDPA), grupos profissionais que possuem uma extensa
programação que acontece no Palácio das Artes e em diversos espaços públicos de Belo
Horizonte.
A Instituição é responsável pela gestão do Centro de Formação Artística (Cefar), que oferece à
comunidade cursos de teatro, dança e música, cumprindo importante papel de formar crianças e
jovens no campo da arte. O Cefar é responsável pelos grupos jovens profissionalizantes: Coral
Infanto juvenil Palácio das Artes, Grupo de Choro Palácio das Artes, Big Band Palácio das
Artes e Ballet Jovem Palácio das Artes.
Com o intuito de realizar e potencializar a programação artística dos equipamentos culturais e
dos grupos profissionais e jovens que gere, a Fundação estabelece parcerias fundamentais com
instituições públicas e privadas. Por ser referência na produção operística, a Fundação Clóvis
Salgado estabelece parcerias com os principais teatros do Brasil como o Municipal de São Paulo
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Histórico
e o do Rio de Janeiro.
ORQUESTRA SIFÕNICA DE MINAS GERAIS
Criada em 1976, é considerada uma das grandes orquestras do país. A OSMG apresenta-se em
eventos locais e nacionais com o intuito de difundir a música erudita e atua também na
temporada de óperas produzidas pela Fundação Clóvis Salgado. A direção atual pretende nos
próximos anos, não só atuar nos espaços da capital, mas ampliar sua presença em cidades do
interior de Minas.
Figuras 1-4. Fundação Clóvis Salgado. Fotografias de Divulgação.
Para propiciar ao público a proximidade com o universo da música de concerto, a OSMG
desenvolve diversos projetos que possibilitam a fruição, tanto no espaço convencional de um
teatro quanto em outros espaços culturais e públicos da cidade de Belo Horizonte e a
participação no Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, é a
oportunidade de ampliar suas ações. Como iniciativas de destaque, podem ser citadas a
tradicional série Concertos no Parque, Concertos Sinfônicos e Concertos Didáticos.
CIA. DE DANÇA PALÁCIO DAS ARTES
A Cia. de Dança Palácio das Artes (CDPA), é reconhecida como uma das mais importantes
companhias do Brasil e é uma das referências na história da dança em Minas Gerais. O Grupo
desenvolve hoje um repertório próprio de dança contemporânea e se integra aos outros corpos
artísticos da Fundação em produções operísticas e espetáculos cênico-musicais realizados pela
Instituição ou em parceria com artistas brasileiros. A história da Companhia faz parte do
processo de grandes transformações ocorridas no campo da dança. Fundada em 1971, iniciou
seus trabalhos com um repertório clássico. Em 1999 houve uma ruptura do Grupo com a
linguagem clássica e deu-se o início dos trabalhos com o método bailarino-pesquisadorintérprete, que propõe a legitimação do bailarino como sujeito de sua própria dança. A partir
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desse momento, a Companhia passou a trabalhar com um diretor artístico para coordenar os
processos de criação de seus bailarinos e não mais com coreógrafos residentes.
A Cia. de Dança possui um método singular de criação dos espetáculos, que inclui um profundo
processo de pesquisa e concepção por parte dos bailarinos. Em muitos casos, o processo de
pesquisa abarcou o contato direto com a comunidade, o que amplia a fruição das obras pelo
público.
Figura 05 e 06 – Cia de Balé do Palácio das Arte da FCS – Foto de divulgação
Em sua trajetória, a Companhia já foi vista por um público de várias cidades do interior de
Minas, capitais do Brasil e também em países como Cuba, França, Itália, Jordânia, Líbano e
Portugal.
Nome
GALPÃO CINE HORTO (Aceite da parceria: vide propostas em anexo).
Sigla
Parceria
GRUPO GALPÃO
REALIZAÇÃO DE OFICINAS DE TEATRO DE RUA
Oficinas para alunos participantes de nossas “Trupes de Teatro”, professores de artes da nossa
Instituição e de Escolas públicas das cidades que farão parte do Circuito Cultural. O Objetivo é
nos ajudar na formação de coletivos de artes em quatro Campus e iniciar os participantes (sem
formação específica) na linguagem do teatro de rua. É fazer com que os alunos comecem a
experimentar as primeiras noções da composição cênica; os jogos de atenção e prontidão, os
jogos de conexão (o olhar e ver) e a escuta, que vão contribuir para conceituar as bases do jogo
teatral.
ESPETÁCULOS DO PROJETO DO GRUPO GALPÃO TÁ RUA
O projeto Cine Horto Pé Na Rua foi criado no ano de 2005 para colocar em prática o desejo do
Grupo Galpão de realizar um projeto de pesquisa e criação voltado para o teatro de rua. Tendo
como base a ideia de que atuar na rua é uma vivência das mais ricas para o ator, esse projeto
busca aproximar o teatro de suas funções primordiais na sociedade, além de ampliar as
perspectivas de atores interessados em novas imersões artísticas. O Grupo participará do
Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de Minas, com apresentações nas cidades
onde temos Campus.
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Figuras 07 e 08 – Grupo Galpão, fotos de divulgação
Tipo de
O Grupo Galpão é uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, cuja
Instituição origem está ligada à tradição do teatro popular e de rua. Com a fundação de seu próprio centro
cultural, o Galpão Cine Horto na cidade de Belo Horizonte, em 1998, as atividades do Grupo
têm sido abertas à comunidade, comprometido com a pesquisa, a formação, o fomento e o
estímulo à criação em teatro.
Instalado em um antigo cinema da década de 50, esse centro cultural abriga uma sala de
espetáculos multimeios, uma sala de cinema e vídeo e salas de aula. A partir de 2006, passou
também a contar com o Centro de Pesquisa e Memória do Teatro, que reúne um importante
acervo bibliográfico e videográfico disponível gratuitamente a seus associados.
O Galpão Cine Horto trabalha com os mesmos princípios que norteiam o trabalho do Grupo
Galpão, recebendo uma intensa programação de espetáculos, oficinas e cursos que privilegiam
a reflexão sobre o fazer artístico e buscam o aperfeiçoamento de artistas e agentes culturais.
Em todos os projetos que realiza está sempre em evidência o desejo de unir e reunir pessoas
em torno do teatro para uma experiência coletiva. A partir do planejamento constante de
programas de ação educativa e da oferta diversificada de atividades artísticas de qualidade, o
Galpão Cine Horto tem consolidado sua relação com a cidade, os artistas e o público.
Histórico
Companhia de origem no teatro popular e de rua, que leva para o espetáculo um trabalho
resultante da pesquisa de diversos elementos cênicos e linguagens, como o circo, a música,
farsa e o melodrama. Criada em Belo Horizonte, por Teuda Bara, Eduardo Moreira, Wanda
Fernandes, Antonio Edson e Fernando Linares, em 1982. Em seus três primeiros anos, seus
espetáculos misturavam acrobacia, mímica, bonecos e técnicas circenses em quadros de humor
criados coletivamente. Apresentados em diversas cidades de Minas Gerais e em festivais
nacionais, seus espetáculos, nesta fase inicial, totalizaram mais de três centras de récitas,
ganhando aplausos de pública e crítica.
A partir de 1986 seus espetáculos passaram trabalhar com maquiagem extravagantes,
máscaras, utilizando de procedimentos que remetiam a intensidade física do jogo atorial
da commedia dell'arte. A estreia de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, em 1992, com
direção de Gabriel Villela, espetáculo que torna o grupo reconhecido nacionalmente e
encenado no Rio de Janeiro, junto ao monumento dos pracinhas, Aterro do Flamengo, dois
anos depois, recebe o Prêmio Shell especial. A partir daí com a associação a Gabriel Villela,
várias montagens de sucesso de público e crítica foram realizadas. Além de uma extensa
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carreira por cidade brasileiras, o grupo se apresentou na Alemanha, Costa Rica, Colômbia
e Uruguai, e em 1999, com Romeu e Julieta, o grupo participa da inauguração do novo Globe
Theatre, em Londres. Como companhia mambembe, o Grupo Galpão sobrevive de viagens
pelo Brasil e pelo exterior, raramente realizando temporadas extensas. Além da participação
em quase todos os festivais de âmbito nacional, realiza apresentações em festivais
internacionais de Aurillac (França, 1989), Caracas (Venezuela, 1997), Santiago (Chile, 1998),
entre outros.
Nome
Sigla
Parceria
GRUPO GIRAMUNDO (Aceite da parceria: vide propostas em anexo).
GIRAMUNDO
OFICINAS: “CONTOS DE SOMBRA E LUZ”
Participação do Giramundo na construção dos coletivos de arte, nos Campus de Barbacena,
Muriaé, Rio Pomba e São João del Rey. As oficinas propõem a criação de grupos que,
juntamente com os orientadores, desenvolverão roteiro para um esquete, abordando o tema
meio ambiente. Os grupos confeccionarão, ainda, cenários e bonecos para serem utilizados na
produção. A atividade busca a transformação de materiais que se destinariam ao lixo em
matéria-prima de criações artísticas, mudanças de percepção sobre o meio ambiente, o uso de
sombras e movimentos – se valendo de distorções ou ilusões criadas a partir do experimento
com o teatro de sombras – e uma reflexão sobre o tema ecológico, trabalho em grupo, criação
e interpretação.
ESPETÀCULOS DE PALCO
Participação do Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, nas seis
cidades sedes de Campus, Segue abaixo proposta de apresentação do espetáculo “O Carnaval
dos Animais”.
Figuras 09 e 10 – Grupo Giramundo, fotos de divulgação da companhia.
Tipo de
O Giramundo é um grupo de teatro de bonecos, criado em 1971, em Belo Horizonte. A
Instituição estrutura institucional do Giramundo é composta pelo Museu, Teatro, Escola, Estúdio de
Animação e Produtos, o que o define, mais como um centro de pesquisa e referência do que
uma organização teatral convencional. O grupo se notabilizou pela permanente postura de
pesquisa, pela criatividade e apuro técnico de suas montagens e pela constante relação com a
cultura brasileira, contribuindo para a formação de centenas de profissionais e grupos e para o
avanço de pesquisas na área do teatro de bonecos. Em sua trajetória, o Giramundo sofreu
influência das Artes Plásticas e, mais recentemente, da metodologia de projeto do Design. Seu
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planejamento estratégico prevê a produção para cinema, tv e internet, o desenvolvimento de
um teatro digital que misture técnicas tradicionais e novas tecnologias, e o intercâmbio com o
vídeo, animação e dança na criação de sua linguagem teatral.
Histórico
O Grupo Giramundo surgiu a partir de iniciativa do artista plástico Álvaro Apocalypse, ainda
professor da Escola de Belas Artes da UFMG. Álvaro direcionou seu processo criativo para a
produção de bonecos e em outubro de 1970, seriam fabricados os primeiros bonecos. A
primeira peça, A Bela Adormecida, estreou em 1971, no Teatro Marília. Em seguida, o grupo
realizou sucessivas apresentações até solidificar sua identidade. Esse período incluiu
participações em festivais universitários de Ouro Preto e um convite da UFMG para que o
grupo instalasse a sede do grupo no campus. Na década de 80, o grupo teve o maior
desenvolvimento criativo desde a sua criação. Na década seguinte, período mais audacioso, foi
desenvolvida, uma série de antologias com nuances pornográficas e anarquistas. No final da
década, a parceria com a UFMG chegou a seu fim.
Figura 11 – Grupo Giramundo, fotos de divulgação
A partir de 2003, o Giramundo conseguiu patrocínio para um teatro móvel e assim
passou a fazer apresentações no interior do Estado com um caminhão-baú. Viria após outro
período difícil a conquista de uma sede própria no Bairro Floresta, em Belo Horizonte, com a
consolidação de outros eixos de atuação, o que inclui congregar na mesma sede teatro, museu,
escola, estúdio de cinema, animação e área de produtos. Atualmente, além de realizar
espetáculos em todo Brasil, o grupo participa com sua produção de bonecos do programa da
Rede Minas, Dango Balango, e, na última temporada, produziu estórias em passagens de obras
literárias, como as de Guimarães Rosa.
Nome
Sigla
Parceria
Grupo INGOMA
INGOMA
OFICINAS TAMBOR MINEIRO - Vivência cultural do “Tambor Mineiro” como mecanismo
de aprendizado musical
Tipo de
O INGOMA é um grupo associado de pessoas reunidas com o intuito de pesquisar, fomentar,
Instituição divulgar e multiplicar a cultura do Tambor Mineiro. Atualmente o coletivo é constituído de 13
artistas e possui entre seus projetos o “INGOMA grupo de apresentações artísticas” e as
“Oficinas de Tambor Mineiro”. O coletivo estuda as manifestações artísticas de ritmos
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mineiros, tendo como foco principal os provindos da tradição do Congado. A "Caixa de Folia"
ou "Tambor Mineiro" compõe, juntamente com outros (patangomes e gungas), a
instrumentação necessária para a elaboração dos ritmos e levadas. Isto traz consigo parte do
interior do estado, do cerne da mineiridade, aliados aos pilares do grupo: educação musical,
cultura, corpo e arte.
Histórico
Figura 12 – Grupo Ingom, 2012
Reunidos em Juiz de Fora desde 2008, sob a coordenação do músico, compositor e arranjador
Lucas Soares, o INGOMA iniciou suas atividades enquanto grupo de estudos e pesquisa da
manifestação artística do congado mineiro. Suas primeiras apresentações surgiram de convites
de movimentos sociais e instituições ligadas ao movimento negro. Com a ampliação de suas
atividades e capacitação dos integrantes através de oficinas com grandes nomes da música
brasileira e da educação musical, como Maurício Tizumba, Raquel Coutinho, ou o criador do
Método d’O Passo Lucas Ciavatta, e a presença e parceria com festas e movimentos populares,
como a festa do Divino em São João Del Rei e o Congado do Rio das Mortes, o grupo deu
início as atividades da Oficina de Tambor Mineiro, que hoje funciona perenemente com novas
turmas todos os semestres na Casa de Cultura da UFJF, e em formato de workshop, realizando
a oficina em comunidades e eventos ligados aos movimentos sociais e capacitação de
multiplicadores.
Figura 13 = Grupo Ingoma apresentação de rua. Figura 14 – Congado tradicional de Minas Gerais
Suas apresentações ao longo dos anos ganharam dimensões importantes, possíveis em dois
formatos, em palco italiano ou cortejo e roda popular, e são referência enquanto junção entre
manifestação artística do tambor mineiro e cancioneiro popular brasileiro, apresentando-se
sempre em projetos como “Corredor Cultural de Juiz de Fora (2009-2010)”, “Espaço Cultural
dos Correios – Sangue Mineiro (2011)”, “Primavera nos Museus (2013)”, “Medalha Nelson
Silva (2013)”, “Campanha de popularização de Teatro (2014)”, “Semana da consciência negra
(2009-2014)”, “Semana de igualdade racial e questões agrárias (2014)”, “Corredor da Folia
(2015)”.
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Nome
Sigla
Parceria
FUNDAÇÃO DIAULAS ABREU
FAPE
A FAPE será responsável pelo apoio junto as demais instituições parceiras e pela gestão
financeira do Plano de Cultura do IF Sudeste MG, de acordo com os Decretos 8.240/14 e
8.241/14, ambos de 21 de maio de 2014.
Tipo de
Fundação de direito privado com personalidade jurídica própria, sem fins lucrativos, com
Instituição autonomia administrativa e financeira, com 15 anos de atividades. A finalidade desta
instituição é apoiar o Instituto Federal de Ensino, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas
Gerais, em atividades de apoio ao ensino, pesquisa, extensão, cultural, esportivas e
tecnológicas, favorecendo as relações de parceria com as demais instituições públicas e
privadas da microrregião de Barbacena.
Histórico Criada em 08/08/2000 e seu Estatuto registrado em 24/11/2000, instituída pelos servidores do
Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Campus Barbacena, administrada pelo
Conselho Diretor, Diretoria Executiva e Conselho Fiscal. Iniciou suas atividades em abril de
2001 e atualmente gerencia Projetos de Extensão, Ensino, Seminários e Cursos financiados e
em parceria com empresas de fomento, tais como: SEBRAE, SEDESE, SENAR, UNESCO
Paris – Ministério da Saúde, FNDE, Prefeitura Municipal de Barbacena e região, Sindicatos
Rurais e outros.
Trabalhando com autonomia e independência, nossa Fundação mantém-se compromissada
com seus objetivos e com sua missão, respeitando os princípios éticos e legais e colaborando e
promovendo o fortalecimento de Barbacena e da região. Enfim, a FAPE é um instrumento de
transformação e desenvolvimento da comunidade regional através da educação, do ensino e da
inclusão social.
Nome
ESCOLA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL DE BARBACENA
Parceria
A Escola de Educação Patrimonial, em sua parceria com o Plano de Cultura, será responsável
pelo andamento da ação das visitas guiadas, já que possui contato com as escolas da rede
pública e particular de ensino, como também ministrará os cursos de capacitação de guias e
será a referência metodológica das visitas guiadas.
Tipo de
Entidade sem fim lucrativo ligado Diretoria de Cultura e Turismo da Agencia Municipal de
Instituição Desenvolvimento Integrado de Barbacena e Região – AGIR, CNPJ 19.290.001/1000-46.
Histórico
Entre as atividades que desenvolve estão a educação patrimonial, a elaboração dos projetos
municipais do ICMS Cultural, enviado anualmente ao Instituto Estadual do Patrimônio
Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA – e o do ICMS Turístico, enviado anualmente
à Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais – SETUR. A Escola também é responsável
pelo Projeto ‘Barbacena: patrimônio e memória’, aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura de
Minas Gerais - 2015, tendo ministrado entre os anos de 2014 e 2015 o curso de formação de
Guias Culturais do Patrimônio Histórico, Guias Culturais Turísticos e Guias Culturais
Ambientais, com carga de 51 horas/aula.
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Nome
Parceria
ASSOCIAÇÃO DAS TRABALHADORAS E TRABALHADORES RURAIS DA
COMUNIDADE RURAL REMANESCENTE QUILOMBOLA DOS CANDENDÊS
Parceria: A Associação das Trabalhadoras se Trabalhadores Rurais da Comunidade Rural
Remanescente Quilombola dos Candendês será a base estrutural da pesquisa de campo e da
organização dos empreendimentos criativos, selecionando participantes, dividindo funções,
cuidando da sustentabilidade ambiental e comercializando produtos.
Tipo de
Associação de trabalhadores rurais
Instituição
Histórico A Associação das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais da Comunidade Rural Remanescente
Quilombola dos Candendês - CNPJ 15.761.636/0001-23, criada em 12/04/2012, domiciliada
no distrito de Ponto Chique do Martelo, tem por finalidade principal associar e zelar pelos
direitos trabalhistas e sociais dos trabalhadores rurais daquela região do município de
Barbacena. Sua participação no processo de auto reconhecimento da comunidade quilombola
em Ponto Chic foi de fundamental importância junto à Fundação Cultural Palmares, resultando
no registro da Comunidade Rural Remanescente Quilombola dos Candendês, ID Quilombola
1909, processo FCP 01420.005104/2012-74, registrada como patrimônio cultural imaterial do
município de Barbacena. A associação também é responsável pela organização das celebrações
religiosas e culturais junto à comunidade. Sua atuação no campo ambiental é ampla no sentido
da preservação, da sustentabilidade, da agricultura de subsistência e na proteção da tradicional
centenária figueira existente no local, símbolo da tradição e da história da comunidade.
2.5 - Descrição do Plano de Cultura Ação:
Eixo Temático 5 – Produção e Difusão das Artes e Linguagens
Eixo Temático 5 - Constituição de um Circuito Cultural permanente e de Coletivos ArtísticosCulturais
A primeira proposta referente ao eixo temático 5 do Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG visa
constituição de um Circuito Cultural permanente, presente nas Cidades onde localizam os campi em
funcionamento do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais: Barbacena, Juiz de Fora, Muriaé, Rio
Pomba, Santos Dumont, São João del Rey. Além do mais, visa a consolidação e a formação de coletivos
artísticos culturais nessas escolas, no intuito de consolidar a Instituição como mediadora cultural e artístico
em prol da experiência estética do espectador escolar – aluno, professor, técnicos administrativos e
funcionário terceirizados – e da população, em geral, vivendo em seu espaço social. Os resultados obtidos
com a formação destes coletivos integrarão o Circuito Cultural, junto com algumas atrações de porte de
nossa cultura, com a finalidade de marcar território e no sentido de se fazer parte do calendário de
atividades permanentes das ações artísticos-culturais das cidades integrantes do circuito.
As estratégias estabelecidas visam estabelecer diálogos entre as linguagens artísticas e entre públicos
diferenciados em suas perspectivas de fazer, refletir e difundir, além de proporcionar uma experiência
prazerosa, despertando o interesse e gosto pela cultura e pelas artes. Visa estimular a frequência da
população de seu espaço social em eventos artísticos-culturais, contribuindo assim, com a formação de
plateia na região. A nossa perspectiva visualiza a importância das vivências das linguagens artísticas, como
saber essencial para exercitar e estimular o processo criativo visando a desenvolver valores relativos ao
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universo do pensamento simbólico, a observação e percepção das habilidades naturais, o estimulo na
exploração consciente de potencialidades, bem como enriquecer e ampliar o repertório criativo estimulando
a imaginação, não só de seus alunos, mas, de todos os indivíduos que, de alguma forma, se relacionam com
a Instituição.
Figura 14 – Estrutura de Gestão do Plano Institucional de Cultura
Para idealizar este projeto, partimos da perspectiva de propensão de consumo de bens culturais de Pierre
Bourdieu (2007), ou seja, da "necessidade cultural" que, diferentemente das "necessidades básicas", é
produto da educação: daí, segue-se que as desigualdades diante das obras de cultura não passam de um
aspecto das desigualdades diante da Escola que cria a "necessidade cultural" e, ao mesmo tempo, oferece os
meios para satisfazê-la. Para ele, a cultura não é um privilégio natural, mas que seria necessário e bastaria
que todos possuíssem os meios para dela tomarem posse para que pertencesse a todos. A "necessidade
cultural" é, em seu entender, produto da educação, da ação da escola.
Para Bourdieu a classes inferiores estão fadadas à exclusão das possibilidades de vivência da fruição
estética, já que não estão aos seus alcances a educação familiar e escolar que favoreça a retomada
consciente de esquemas de pensamento, de percepção ou de expressão, prerrogativas de uma classe
dominante que tem tempo e dinheiro para adquirir o amor pela arte. Esta impossibilidade de acesso ao
universo da cultura e arte, mais um ato de violência simbólica e forma de distinção de classe.
Histórico da Instituição – IF Sudeste MG
A Instituição foi criado em 2008, com a promulgação da Lei nº 11.892, que criou os Institutos Federais de
Educação, Ciência e Tecnologia, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, com o
objetivo de dar novo impulso ao ensino profissionalizante no país. Assim como os demais Institutos
Federais, o IF Sudeste MG tem formação multicampus. Originou-se da união de três antigas e já
consolidadas instituições federais, denominadas “Escola Agrotécnica Federal de Barbacena”, “Colégio
Técnico Universitário” (vinculado à UFJF) e “CEFET de Rio Pomba”. Essas três instituições tornaram-se
unidades de um só Instituto Federal, aliadas à implantação de um novo câmpus na cidade de Muriaé. Com a
posterior criação dos câmpus Santos Dumont, São João del-Rei e câmpus Avançado Bom Sucesso, a
instituição ampliou-se ainda mais e passou a oferecer maior variedade de cursos em diferentes áreas do
conhecimento. Atualmente, está sendo implantado o câmpus Manhuaçu.
Campus Barbacena
A Escola foi criada em 1910, voltada para o “aprendizado agrícola”, pelo então presidente Nilo Peçanha,
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com área total de 4.950.138,64 m2. Atualmente oferece um curso de pós-graduação, dez cursos de
graduação, cinco cursos técnicos concomitante e subsequentes, quatro cursos técnicos integrados além de
alunos de programas especiais como PROEJA e PRONATEC, totalizando, em 2015, 2937 alunos
presenciais matriculados, além de alunos em cursos EAD.
Campus Juiz de Fora
A Escola teve sua origem nos anos 1950, e nos anos 1960 passou a ser denominado de Colégio Técnico
Universitário – CTU, pertencente a Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 2008, atendendo ao projeto
de reestruturação e expansão da Rede Federal de Educação Técnica e Tecnológica do Governo Federal, a
Congregação do CTU aprovou sua desvinculação da UFJF para tornar-se um dos câmpus do IF Sudeste
MG. Atualmente consta matriculado na unidade, 3.789 alunos em regime presencial, em três cursos de
graduação, doze cursos técnicos em regime presencial, alunos de programas especiais como PROEJA e
PRONATEC. O câmpus oferece também sete cursos a distância.
Figura 15 - Mapa de abrangência do IF Sudeste de MG por Mesorregiões
Campus Rio Pomba
A Escola foi fundada em 1957, em terras de uso do Departamento Nacional de Produção Animal e da
Estação Experimental de Fumo do Serviço Nacional de Pesquisas Agronômicas. Com a Lei de Criação dos
Institutos Federais, passou a integrar o IF Sudeste MG. A Instituição se desenvolveu, então, suas bases
agrárias e hoje atua em diversas áreas do conhecimento, oferecendo formação profissional tecnológica do
nível básico à pós-graduação além de participar de programas especiais, como PROEJA e PRONATEC.
Atualmente possui 2.639 alunos matriculados em regime presencial, além da modalidade EAD.
Campus Muriaé
A unidade do IF Sudeste MG nasceu de uma parceria entre o antigo Centro Federal de Educação
Tecnológica de Rio Pomba e a Prefeitura Municipal de Muriaé. Em setembro de 2009, iniciaram-se os
projetos para funcionamento definitivamente do câmpus Muriaé e, hoje, ele conta com unidades urbana e
rural, que dão infraestrutura à oferta de cursos com diferentes perfis. Estão matriculados na escola 1172
alunos em regime presencial, em cursos técnicos integrados e concomitantes, cursos superiores, além de
alunos de PROEJA e PRONATEC.
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Campus Santos Dumont
A Escola foi criado em 2009 como “câmpus avançado” então câmpus Avançado Santos Dumont foi
reconhecido como câmpus, propriamente dito, em 23 de abril de 2013, quando novas proposições foram
absorvidas para dar continuidade ao desenvolvimento regional. Hoje, possui 810 alunos matriculados em
regime presencial em cinco cursos técnicos concomitantes e subsequentes.
Campus São João del-Rey
A unidade iniciou suas atividades em 2010 como câmpus, avançado. Com o advento da Portaria nº 330, de
23 de abril de 2013, do Ministério da Educação, a Unidade recebeu o status de câmpus, garantindo-lhe uma
maior autonomia administrativa. A Unidade oferece onze cursos entre superiores, técnicos e cursos
PRONATEC. São 763 alunos matriculados em regime presencial.
Total de alunos matriculados em regime presencial no IF Sudeste MG: São 12.264 alunos
Total de alunos matriculados em regime EAD no IF Sudeste MG: 2.424 alunos
População das microrregiões onde estão localizados os Campus do IF Sudeste MG: 1.661.813
(IBGE,2010), estimada 2014: 1.754.820
Ação 1 – Implantação do Circuito Cultural
Parte do recurso do Edital “Mais Cultura na Universidade” será utilizado para implantar as bases do
Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, que ocorrerá nas cidades onde temos
campus em funcionamento, desdobrando em duas fases: a primeira em maio de 2016, em Barbacena,
Muriaé e Rio Pomba. A segunda fase ocorrerá em Juiz de Fora, Santos Dumont e São João Del Rey.
As atividades do Circuito Cultural ocorrerão durante três dias em cada cidade, em locais públicos com
grande fluxo de público, e, onde tradicionalmente são realizadas celebrações populares em datas
comemorativas, os espetáculos ao ar livre gratuitos, comícios, etc. Teremos em cada cidade um palco em
formato de concha, com toda infraestrutura para receber uma orquestra sinfônica de grade porte ou uma
companhia de balé, também de grande porte. Disponibilizaremos toalhetes químicos e de 1.000 a 2.000
cadeiras, dependendo do lugar, para que parte de público possa assistir sentados as performances, mas em
alguns dos locais pode receber até 3.000 pessoas, sendo parte em pé. Serão as seguintes atrações em cada
etapa do circuito:
Primeiro dia, quinta feira – Concerto Sinfônico Didático noturno da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais,
com participação especial na programação do Coral das alunas do Programa “Brasil Sem Miséria”, “As
Mulheres Mil” do Campus de Barbacena.
Segundo dia, sexta-feira – Apresentação noturna da peça de teatro de bonecos “O Carnaval dos Animais”
pelo premiado Grupo Giramundo de Belo Horizonte. Apresentação diurna do espetáculo de teatro “Fábulas
errantes” da trupe mambembe “Pé na Rua” do Grupo Galpão de Belo Horizonte, um dos mais importantes
grupos artísticos das artes cênicas brasileira. A apresentação ocorrerá na área central das cidades, em algum
espaço com grande fluxo de público.
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Terceiro dia, sábado – Virada cultural com apresentação do Grupo “INGOMA”, ritmos do tambor mineiro
e dos “Coletivos de Arte” de todos os Campus do Instituto Federal do Sudeste de Minas além de atrações
locais. O transporte desses “Coletivos de Arte” é a contrapartida de cada Campus.
1.1 Previsão dos custos do Circuito Cultural em cada cidade (3 dias)
Apresentação da Orquestra Sinfônica – sem cachê, será a contrapartida da Secretaria de Cultura do Governo
de Minas Gerais
Hospedagem e alimentação dos componentes da orquestra, 90 pessoas entre músicos e técnicos – estimado
em R$ 15.000,00
Transporte dos instrumentos, já com seguros: R$ 8.000,00 (Os músicos serão transportados em ônibus do
Campus da cidade).
Montagem do palco que atenda aos requisitos técnicos de um Concerto Sinfônico: R$ 25.000,00
Serviço de sonorização e Iluminação: R$ 35.000,00
Montagem e apresentação do espetáculo do Grupo Giramundo (cachê, transporte e hospedagem): R$
21.740,00
Apresentações da trupe “Pé na Rua” do Grupo Galpão (cachê, transporte e hospedagem): R$ 11.000,00
Locação de toalete químico e cadeiras: R$ 8.000,00
Apresentação do Grupo de ritmos do tambor mineiro “INGOMA”: R$ 3.500,00
Despesas com produção e transporte de grupos locais: R$ 2.000,00
Alvará, licenças, ponto de energia elétrica: R$ 800,00
Custo da etapa em cada cidade do Circuito Cultural: R$ 130.040,00
1.2 - Estimativa de público nos três dias do Circuito em cada cidade (limitado pelo espaço)
Barbacena: 8.000 pessoas; Juiz de Fora: 6.000 pessoas; Muriaé: 5.000 pessoas; Rio Pomba 4.000 pessoas;
Santos Dumont: 5.000 pessoas; São João Del Rey: 4.000 pessoas.
Total estimado de público nos três dias do Circuito no total das 6 cidades: R$ 34.000 espectadores
1.3 - Dos locais onde serão montados os palcos do Circuito Cultural – áreas centrais com grande fluxo
de público, muitas delas áreas degradas, ocupadas por populações de ruas, mas que possuem verdadeiros
patrimônios de nossa arquitetura. Um dos propósitos é a valorização destes espaços, em condição de
receber manifestações artísticos-culturais.
Figuras 16, 17 – Praça da Matriz em Barbacena
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Figuras 18 e 19 – Praça da Matriz em Rio Pomba
Figuras 20 e 21 – Praça da Estação – Centro de Juiz de Fora
Figura. 22 – Largo do Rosário, São João del Rey. Figura 23 – Praça João Pinheiro, Muriaé.
Figura 24 – Praça da Matriz, Santos Dumont.
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1.4 – Custos Totais do Circuito Cultural
Custo da etapa em cada cidade do Circuito Cultural: R$ 130.040,00
Custo total do Circuito Cultural nas seis (6) cidades: R$ 780.240,00
1.5 - Justificativa do Circuito Cultural
A expansão da Rede Federal de Educação Técnica e Tecnológica provocou, nos últimos anos, uma
verdadeira revolução neste segmento do ensino brasileiro, oferecendo cursos gratuitos de nível superior e
técnico em todo o país, chegando às regiões que estavam, até então, historicamente, esquecidas das
estratégias de formação de recursos humanos para a expansão da economia do País.
A Lei 11.892 de 29 de dezembro de 2008, que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica
e Tecnológica e criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, em seu capítulo II, seção II,
que trata das finalidades e características dos Institutos Federais, diz em seu artigo 6º/VIII, que os Instituto
Federais, entre outras finalidades, devem estimular “a produção cultural”. No entanto, temos percebido na
prática, que esta missão, no que diz respeito às demandas culturais de formação acadêmica e, também,
como Instituição mediadora entre as políticas de governo relativo as práticas artísticas-culturais e as
comunidades em que as instituições estão instaladas, ainda estão em passos lentos comparativamente as
estratégias de formação profissional. No Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, a situação não é
diferente.
Há de se ressalvar que, além da falta de recursos para o desenvolvimento de projetos, existem questões de
cunho cultural. As nossas Unidades veem de uma tradição de formação de mão de obra para o mercado,
com uma perspectiva tecnicista, e, olhar para outras áreas de conhecimento, que não seja uma perspectiva
técnica e tecnológica, é uma mudança de paradigma. Quando ações voltadas para a expressividade no
campo da estética acontecem em nossa Instituição, ela feita de forma heroica, por alguns apaixonados pelo
campo da cultura e da arte, com recursos escassos, o que leva estas ações, muitas vezes, não terem
continuidade.
Uma outra questão que deve ser ressaltada, é a questão geográfica que não colabora para a existência de
uma “necessidade cultural”, estamos no interior de Minas Gerais, distante dos grandes centros, longe das
condições físicas de acesso às práticas cultivadas. Este distanciamento leva, mesmo aos interessados, a uma
lentidão do processo de aculturação, sobretudo, em matéria de cultura artística, o que conduz a
determinadas diferenças sutis, associadas à antiguidade do acesso à cultura, continuam, portanto, separando
indivíduos aparentemente iguais no que diz respeito à situação social e, até mesmo, ao nível escolar. “A
nobreza cultural possui, igualmente, seus redutos” (BOURDIEU, 2007), e eles estão nos grandes centros.
Visamos nesta nossa ação, quebrar o círculo vicioso de que a cultura erudita e grandes espetáculos das artes
cênicas é reservado para um público dos grandes centros, normalmente, de um grupo seleto de pessoas que
possuem as condições, no sentido das predisposições, de construir o seu amor pela arte, e sim é também um
direito das pessoas de todas as classes vivendo nos interiores de nosso país.
Uma outra questão é a necessidade de seduzir, despertar em nossa comunidade acadêmica o “amor pela
arte”, a boa vontade para com a arte, para que abracem o desenvolvimento dos “Coletivos Artísticos-
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Culturais” de cada Campus e a implantação de suas estratégias de aproximação das populações dos seus
espaços sociais, a base para um projeto de longa duração. Portanto, é neste sentido que estamos aqui.
Por último o Circuito Cultural do IF Sudeste MG vislumbra um futuro mais amplo para esta iniciativa, ou
seja, fazer parte do calendário de eventos culturais, artísticos e turísticos da região, fomentando o turismo
cultural e gerando fonte de renda para a região.
1.6 - Fundamentação Teórica do Circuito Cultural
Pierre Bourdieu em seu livro Amor pela arte (2007) desvenda as condições sociais da prática cultural, onde
ele mostra que a cultura não é um privilégio natural, mas que seria necessário e bastaria que todos
possuíssem os meios para dela tomarem posse, sendo assim, ela, pertenceria a todos sem discriminação. Em
suma, pela leitura de seu livro o Amor pela arte, é possível compreender os mecanismos através dos quais
apenas parte dos indivíduos consegue obter as chaves para a plena fruição das obras de arte (ou, para falar
como Max Weber, gozam "do monopólio da manipulação dos bens de cultura e dos signos institucionais da
salvação cultural").
Segundo Bourdieu a aquisição institucionalmente organizada da cultura que é a condição da experiência
adequada dessas obras estão submetidas às mesmas leis, compreende-se como é difícil quebrar o círculo
que faz com que o capital cultural leve ao capital cultural: de fato, basta que a instituição escolar permita o
funcionamento dos mecanismos objetivos da difusão cultural e se exima de trabalhar, sistematicamente,
para fornecer a todos, na e pela própria mensagem pedagógica, os instrumentos que condicionam a
recepção adequada da mensagem escolar para que a Escola reduza as desigualdades iniciais e, por suas
sanções, legitime a transmissão do capital cultural.
Neste sentido, em uma perspectiva “bourdieana”, para que torne-se menos dolorosa a “violência simbólica”,
em relação as classes menos favorecidas, pela impossibilidade ao acesso as oportunidades de terem
momentos de fruição estética, a escola e as instituições oficiais voltadas para o fomento das práticas
culturais e artísticas, deverão assumir o seu papel. Desta forma, os recursos oriundos do edital “Mais
Cultura na Universidade” é a oportunidade para que o Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais possa
vestir sua camisa, assumir seu posto e trabalho, e, em seu espaço social, venha trabalhar para a redução
desta violência.
1.5 – Cronograma de implantação do Circuito Cultural
Ação 1 – Investimento no Circuito Cultural do Sudeste de Minas Gerais
Atividade
Mês da atividade ano 1
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Formalização das parcerias
Formalizar do uso dos espaços com Prefeituras
Alvarás e contratação de ponto de energia
Processo licitatório para componentes de palco
Processo licitatório fornecimentos de cadeiras
Processo licitatório fornecimento toaletes químicos
Realização da etapa 1 do Circuito Cultural
Realização da etapa 2 do Circuito Cultural
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Ação 1 – Investimento no Circuito Cultural do Sudeste de Minas Gerais
Atividade
Mês da atividade ano 2
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14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
Formalização das parcerias
Formalizar do uso dos espaços com Prefeituras
Alvarás e contratação de ponto de energia
Processo licitatório para componentes de palco
Processo licitatório fornecimentos de cadeiras
Processo licitatório fornecimento toaletes químicos
Realização da etapa 1 do Circuito Cultural
Realização da etapa 2 do Circuito Cultural
Relatório final
Ação 2 – Implantação das “Trupes Mambembes” de teatro nos Campus de Barbacena, Juiz de Fora,
Muriaé, Rio Pomba e São João del Rey
Esta ação trabalha com a possibilidade da mediação cultural e artístico/teatral como instrumento potente de
ação cultural em espaços de educação formal e não formal, em prol da experiência estética do espectador.
Entendendo a noção de “espectador” como sujeito passível de experiências estéticas pessoais e
intransferíveis, mas que fazem parte de uma coletividade (o público) e “plateia” como o coletivo
propriamente dito. Sendo assim, neste projeto propomos uma articulação harmoniosa entre duas dimensões
– fruir e fazer teatro – que não cabe mais ser tratado de modo paralelo quando se tem em vista a formação
sensível de um indivíduo crítico. Em nossa perspectiva as atividades de mediação artístico-cultural são
desenvolvidas norteadas pelo pensamento de uma pedagogia do espectador, que objetiva o fomento de
futuros apreciadores e fazedores de teatro, e tem como prioridade a formação de público, de modo que essas
atividades podem envolver diferentes abordagens na construção do conhecimento estético.
Figura 25 – Trupe do Espaço Cultura Nilza Furlan, Cambará, PR, 2013. Figura 26 – Grupo Galpão, Romeu e Julieta,
2012.
As estratégias a serem utilizadas é do teatro de rua, onde iremos beber nas fontes da Commedia dell’arte e
do teatro utópico revolucionário de Meyerhold e Maiakóvski na Rússia leninista. No entanto nos
organizaremos para atuar em espaços culturais de uma forma geral, em salas de espetáculos, creches,
escolas, mas sem deixar de observar que o espectador contemporâneo também solicita outra dinâmica,
outros espaços, onde a formação de público espontâneo é fomentada pelo movimento, pela vivacidade do
espaço, pela frequência de programação. Diante dessa realidade, as estratégias de ação que incentivam o
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“mergulho” de espectadores não iniciados nesses espaços são essenciais, pois possuem per si um caráter de
“desmistificação” e “deselitização” da arte. Portanto, nesta ação visualizamos não se tratar de um processo
de uma retomada ao romantismo que pressuponha o dom. Trata-se de contextualizar e compreender que, se
por um lado o gosto não se ensina nem deve ser imposto, por outro, estética se discute, se estimula, se
compartilha, se amplia, se apreende.
As “Trupes” além de levar entretenimento as comunidades acadêmicas, envolverá a população como um
todo, em uma agenda de apresentações que incluirá: o próprio campus, áreas públicas, creches, escolas da
rede pública, eventos populares, associações de moradores e regiões de instabilidade social, entre outros.
Além do mais, participará de campanhas educativas, quer seja no âmbito de do Instituto Federal ou de
outras atividades oficiais públicas, fFestivais de teatro de ruas por todo País (se tiver recurso) e também
campanhas com intuito de dar visibilidade ao Instituto em suas regiões e em suas funções de produzir
conhecimento e incluir grupos à margem da sociedade.
A proposta é da formação de grupos permanentes, mas em função de atender especificamente os prazos
fixados no edital “Mais cultura na Universidade” vislumbramos um período de atuação de todas as trupes,
equivalente a 20 meses. Em princípio trabalharemos com textos consagrados, a exemplo do teatro de
Moliére, Ariano Suassuna, Bertold Brecht, entre outros.
2.1 - Custos alusivos à formação da “Trupe mambembe” no Campus Barbacena
a) Diretor de teatralização convidado – (Bolsa mensal R$ 1.000,00) x 20 meses: R$ 20.000,00
b) Oficina de Teatro de Rua com o “Grupo Galpão”, com a participação de professores de escolas públicas
da região (5 encontros de 4 horas): R$ 6.000,00.
c) Oficina de teatro de bonecos com o Grupo Giramundo, com a participação de professores de escolas
públicas da região (2 encontros de 4 horas): R$ 3.800,00
d) Diárias e transportes para instrutores das oficinas: R$ 3.000,00
e) Custo de duas produções para 2016 e 2017: R$ 13.000,00
f) Bolsistas estagiário do projeto: 2 x 20 meses x R$ 250,00: R$ 10.000,00
Custo total da formação da “Trupe” em Barbacena: R$ 55.800,00
2.2 - Custos alusivos à formação da “Trupe mambembe” no Campus Juiz de Fora
a) Diretor de teatralização convidado – (Bolsa mensal R$ 1.000,00) x 10 (dividido em 2 temporadas de 5
meses): R$ 10.000,00
b) Oficina de Teatro de Rua com o “Grupo Galpão”, com a participação de professores de escolas públicas
da região (5 encontros de 4 horas): R$ 6.000,00.
c) Oficina de teatro de bonecos com o Grupo Giramundo, com a participação de professores de escolas
públicas da região (2 encontros de 4 horas): R$ 3.500,00
d) Diárias e transportes para instrutores das oficinas: R$ 4.000,00
e) Custo de duas produções para 2016 e 2017: R$ 10.000,00
Custo total da formação da “Trupe” em Juiz de Fora: R$ 33.500,00
2.3 - Custos alusivos à formação da “Trupe mambembe” no Campus Rio Pomba
a) Diretor de teatralização convidado – (Bolsa mensal R$ 1.200,00) x 12 meses (duas temporadas de 6
meses): R$ 14.400,00
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b) Oficina de Teatro de Rua com o “Grupo Galpão”, com a participação de professores de escolas públicas
da região (5 encontros de 4 horas): R$ 6.000,00.
c) Oficina de teatro de bonecos com o Grupo Giramundo, com a participação de professores de escolas
públicas da região (2 encontros de 4 horas): R$ 3.800,00
d) Diárias e transportes para instrutores das oficinas: R$ 4.000,00
e) Custo de duas produções para 2016 e 2017: R$ 13.000,00
f) Bolsistas estagiário do projeto: 2 x 20 meses x R$ 250,00: R$ 10.000,00
g) Restauração e adaptação de um automóvel utilitário que será o Ícone da “Trupe Mambembe” – Doado
pelo serviço de patrimônio do Campus: R$ 20.000,00
Custo total da formação da “Trupe” em Rio Pomba: R$ 72.200
Figura 27 – Grupo Galpão em seu “veraneio furreca” Ícone
2.4 - Custos alusivos à formação da “Trupe mambembe” no Campus Muriaé
a) Diretor de teatralização convidado – (Bolsa mensal R$ 1.000,00) x 12 (dividido em 2 temporadas de 6
meses): R$ 12.000,00
b) Oficina de Teatro de Rua com o “Grupo Galpão”, com a participação de professores de escolas públicas
da região (5 encontros de 4 horas): R$ 6.000,00.
c) Oficina de teatro de bonecos com o Grupo Giramundo, com a participação de professores de escolas
públicas da região (2 encontros de 4 horas): R$ 3.800,00
d) Diárias e transportes para instrutores das oficinas: R$ 4.000,00
f) Custo de duas produções para 2016 e 2017: R$ 15.000,00
g) Bolsistas estagiário do projeto: 4 x 20 meses x R$ 300,00: R$ 24.000,00
Custo total da formação da “Trupe” em Muriaé: R$ 65.800,00
Nota: O professor Natalino da Silva de Oliveira ocupará a tarefa de Assistente de Direção, dando
continuidade as ações na ausência do diretor convidado.
2.5 - Custos alusivos à formação da “Trupe mambembe” no Campus São João del Rey
a) Oficina de Teatro de Rua com o “Grupo Galpão”, com a participação de professores de escolas públicas
da região (5 encontros de 4 horas): R$ 6.000,00.
b) Diárias e transportes para instrutores das oficinas: R$ 3.000,00
c) Custo de duas produções para 2016 e 2017: R$ 10.000,00
d) Bolsistas estagiário do projeto: 2 x 10 meses x R$ 300,00: R$ 6.000,00
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Custo total da formação da “Trupe” São João del Rey: R$ 26.000,00
Nota: a Direção Artística da “Trupe” de São João Del Rey ficará a cargo da professora de arte do Campus
Rosana Machado
2.6 - Justificativa da implantação das “Trupes mambembes de Teatro”
Com um Estado neoliberal regulador, as políticas de cultura e de educação cada vez mais são delegadas às
outras instituições, que deveriam atuar de forma complementar às políticas públicas. Essas instituições
muitas vezes acabam sujeitando-se somente aos aspectos de mercado, marketing ou aos aspectos
quantitativos de atendimento à população, deixando os setores de educação e cultura à mercê da “boa
intenção” no compromisso qualitativo nesses serviços. Sendo assim, nos interiores deste País, onde estamos
localizados, a nossa inclusão nas estratégias da Indústria Cultural, de certa forma, nem são cogitadas, já que
em suas perspectivas, suas ações visam um número que possa medir o nível de visibilidade que suas
marcas, porventura, possam alcançar quando do apoio a eventos artísticos-culturais.
Em nossa perspectiva, como Agentes Públicos que somos, em consonância com a lei de nossa fundação, os
Institutos Federais nasceram predestinados a estimular a produção cultural, mas este processo está em sua
fase de maturação. Desta forma devemos elaborar alternativas para a dominância da Indústria Cultural
marcada pela produção e veiculação de bens simbólicos e artísticos homogêneos e elitizados. Nesse
contexto, os espetáculos teatrais, em processo, podem contribuir tanto para a dinâmica artística como para o
desenvolvimento crítico do cidadão comum. Portanto, colaborar para a descentralização e democratização
da produção teatral por meio de espetáculos itinerantes em diferentes pontos.
A formação de “Trupes mambembes” visa proporcionar uma experiência de formação prazerosa,
despertando o interesse e gosto pelo teatro e estimulando a frequência do nosso meio acadêmico e da
população de seu entorno em eventos teatrais e contribuindo com a formação de plateia na região. O projeto
busca estimular a autoestima de nossos alunos, interessados em serem protagonistas na difusão da
linguagem teatral em suas origens e também do público da região, o que compreende desenvolver a
autonomia na construção de seus lugares de sujeitos do próprio processo artístico-cultural. Destaca-se a
relevância das perspectivas teatrais de pequeno porte no contexto da cultura local em inter-relação com as
demais regiões do país e do mundo.
Propomos através de nossas ações estimular o nosso olhar e dos que nos acercam para os grandes
momentos da teatralidade: o teatro grego, a Commedia dell’Arte etc. Entre o popular e o erudito, entre a
tradição e o contemporâneo, através de remontagem de clássicos consagrados e para isso teremos como
referência e também como parceiros, o Grupo Galpão, com seus espetáculos de rua cômicos, grotescos,
irreverentes e nos oferecendo treinamentos através de oficinas.
2.7 – Fundamentação Teórica
A perspectiva que vislumbramos nesta proposta de trabalho, é o teatro como instrumento de tomada de
consciência, no sentido de incentivo aos espectadores, seja do nosso meio acadêmico ou o público em geral,
vivendo no mesmo espaço social em que estamos, de participarem do destino de suas próprias vidas, de
lutarem contra os processos sócio-políticos-econômicos que levam a exclusão social, das problemáticas
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que os acercam cotidianamente, assim como, combustível para se elevar as suas autoestimas, ou, até
mesmo, como simples entretenimento prazeroso, mas que, no entanto, de forma velada, possa produzir
reflexões. Concebemos a cena como um lugar de um debate ideológico que tem como finalidade última a
educação estética dos espectadores, no entanto, não uma educação de forma passiva, pelo contrário.
Buscamos referências para construir nossas estratégias no teatro de Meyerhold e Maiakóvski na época do
processo de industrialização russa, nas primeiras décadas do século passado, quando as promessas de
crescimento econômico e emancipação social, quase sempre alardeadas a plena voz pela ideologia
dominante, não se efetivaram plenamente. Assim, a exclusão de muitos, acirraram as fissuras sociais e
desembocaram na revolução de 1917. Neste sentido, a artes cênicas, pensadas por estes dois camaradas,
projetava de maneira divertida, às vezes grotesca, um mundo utópico com o objetivo de se construir o novo
cidadão soviético, ao mesmo tempo que criticava de forma sarcástica o status quo anteriormente
estabelecido.
O teatro de Meyerhold e Maiakóvski procurou quebrar a ilusão criada pela cena naturalista-realista, e
promoveu uma revolução no modo de interpretação do ator e, deste modo, criou uma nova ilusão mas com
sentido novo. Ou seja, o teatro é pura ficção, produto da imaginação humana enquanto arte. Não reflete,
apenas apresenta situações que podem remeter à realidade por meio do jogo. Entre suas características – a
utilização do grotesco como forma de evidenciar as grandes contradições; a preparação física e intelectual
dos atores para que pudessem se movimentar de forma “extra cotidiana” com a valorização do circo com
seus exercícios acrobáticos; história da arte e trabalho com música.
Em confronto ao naturalismo que dominava as artes cênicas, com seus cenários e figurinos como se espelho
do mundo real, Meyerhold e Maiakóvski repensaram o teatro como arte e não como reprodução da
realidade, com os procedimentos e a improvisação da Commedia dell’Arte. Por meio da
“inverossimilhança” convencional e do jogo de contrastes, orientaram suas pesquisas para fazer do
grotesco, do cômico, do monstruoso e estranho as bases de suas estilísticas. Um mundo como uma feira de
delirantes palhaços, com ironia, e personagens ridículas.
Além de atacar a moralidade burguesa, sob o ideário do Construtivismo, eles trouxeram para a encenação a
conformação dramatúrgica politizada e a palavra como condutora de um discurso. As ideias revolucionárias
estimularam as transformações do espetáculo e das práticas artísticas não somente através de sua
politização, como também pela busca de uma poética inovadora em conformidade com as aspirações da
época. Desta maneira, as atividades circenses e teatrais participavam ativamente desta busca desenfreada,
porém numa relação de confluência e hibridismo. É neste ambiente de palco que a arte e a literatura foram
cultivadas como lugar de transformação e transcendência, como também espaços comprometidos com seu
povo, sua cultura e sua tradição. É neste terreno fértil, portanto, que a famosa vanguarda russa plantou suas
raízes no início do século XX, apropriando-se dos modelos da tradição em função da mudança, e essas são
as estratégias que irão nortear a atuação das “Trupes Mambembes do Instituto Federal do Sudeste de Minas
Gerais”.
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2.8 – Cronograma das etapas de Formação das “Trupes de Teatro” do IF Sudeste MG – 20 meses
Ação 2 –Formação das “Trupes de Teatro” do IF Sudeste MG – Inicio: junho/15 com interrupção de férias
Atividades
Mês
1
2
3
4
5
6
7 8
9
10
11
12
Contratação dos coordenadores artísticos
Seleção dos componentes das trupes
Aquisição de materiais e estrutura física
Adequação de veículo utilitário ícone
Oficinas de teatro de rua com Grupo Galpão
Oficinas de marionetes do Grupo Giramundo
Oficinas de circo realizada pela educação física do Campus Barbacena
Ensaios
Produção e apresentação da primeira montagem
Produção e apresentação da segunda montagem
Ação 2 –Formação das “Trupes de Teatro” do IF Sudeste MG – Inicio: junho/15 com interrupção de férias
Atividades
Mês
13
14
15
16
17
18
19
20
Contratação dos coordenadores artísticos
Seleção dos componentes das trupes
Aquisição de materiais e estrutura física
Adequação de veículo utilitário ícone
Oficinas de teatro de rua com Grupo Galpão
Oficinas de marionetes do Grupo Giramundo
Oficinas de circo realizada pela educação física do Campus Barbacena
Ensaios
Produção e apresentação da primeira montagem
Produção e apresentação da segunda montagem
Relatório final
Ação 3 – Eixo 5 – Musicalização no Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais
O projeto de musicalização através da educação musical e formação de grupos Instituto Federal do Sudeste
de Minas Gerais, visa desenvolver e ampliar o universo sonoro e as vivências musicais, não só dos nossos
alunos participantes destes coletivos de música, mas da formação de públicos nas comunidades do espaço
social onde estão localizados nossos Campus. A ação pretende desenvolver a capacidade de tocar, cantar e
criar música coletivamente, desenvolvendo a sensibilidade, expressão, ritmo e ouvido musical, entre outros.
Segundo Maura Penna, a musicalização volta-se para o desenvolvimento do indivíduo, como sujeito social:
Concebemos a musicalização como um processo educacional orientado que, visando promover uma
participação mais ampla na cultura socialmente produzida, efetua o desenvolvimento dos instrumentos e
de percepção, expressão e pensamento necessários à apreensão da linguagem musical, de modo que o
indivíduo se torne capaz de apropriar-se criticamente das várias manifestações musicais disponíveis em
seu ambiente – o que vale dizer: inserir-se em seu meio sociocultural de modo crítico e participante.
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(PENNA, 2008, p. 47)
3.1 – Do Coletivo Musical do Campus de Barbacena - Projeto Música no Campus
O projeto Música no Campus, vigente há quatro anos, foi implementado a fim de promover momentos de
integração e socialização na comunidade acadêmica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Sudeste de Minas Gerais – Campus Barbacena, desenvolvendo oficinas musicais, apresentações, e
incentivando a formação de grupos de discentes e servidores. Atualmente sem recursos, está praticamente
parado. Neste sentido, a inclusão do Música no Campus no Plano Institucional de Cultura do Instituto
Federal do Sudeste de Minas Gerais visa fomentar e ampliar o que foi realizado com sucesso, melhorando
sua estrutura e ampliando seu alcance para além da comunidade acadêmica, especialmente, pessoas com
sofrimento mental e moradores de residências terapêuticas da cidade de Barbacena.
O projeto pretende aproveitar de um grupo em potencial para se resgatar o cancioneiro popular, as cantigas
de roda etc. A ação visa formar um Coral com as mulheres do Programa Mulheres Mil (mulheres em
situação de vulnerabilidade social e econômica de cinco comunidades periféricas do município) que são
atendidas em cursos de formação profissional no Campus. O Programa promove equidade, igualdade entre
sexos, combate à violência contra mulher e acesso à educação.
3.1.1 - Justificativa
O Projeto Música no Campus foi implementado incialmente com o objetivo de cumprir o previsto na lei nº
11.769/08, que rege a inclusão do Ensino de Música como conteúdo curricular da Educação Básica,
oportunizando o desenvolvimento holístico do educando. Embora os níveis de ensino técnico e tecnológico,
posteriores ao supracitado, prevaleçam no Instituto, considera-se que toda comunidade escolar é beneficiada
com atividades que envolvam música, uma vez que o engajamento ativo promove uma série de progressos
em âmbito pedagógico.
Portanto, estando em sua terceira edição, o projeto Música no Campus, que têm envolvido a comunidade
acadêmica, vem propiciando momentos de integração e socialização, bem como todos os benefícios
associados a estes tipos de desenvolvimento. Além de atividades promovidas pelo Projeto, como aulas de
violão, eventos como o IFestival e IFcultural, que incentivaram a formação de bandas tanto de discentes
quanto servidores, contribuíram imensamente para a integração social e disseminação cultural de artistas do
Instituto.
Neste contexto, este Projeto, vem apresentar uma proposta de expansão, com o objetivo de incentivar o seu
reconhecimento interinstitucional e oportunizar momentos de interação com a comunidade, propiciando um
espaço para os músicos do Campus e também de outras Instituições acadêmicas, especialmente no que diz
respeito a aculturação musical no município.
O público atendido pelo Programa Mulheres Mil, composto por mulheres em situação de vulnerabilidade
social e econômica, que nos últimos 4 anos foram ou são alunas do IF Barbacena também se beneficiarão
desse projeto, podendo ser ampliado o processo de inclusão por meio da música.
Existe ainda o apelo junto a pessoas com sofrimento mental e moradores de residências terapêuticas. O IFCampus Barbacena desenvolve o projeto Desloucar com estas pessoas com transtornos psiquiátricos,
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utilizando de atividades de socialização junto aos mesmos a fim de contribuir para sua reinserção social.
Trabalhar com este público no Música no Campus agregará a perspectiva de inserção sociocultural.
Assim, o Projeto justifica-se pelo caráter sociocultural, cuja disseminação propicia a integração da
comunidade acadêmica e comunidade externa em sentido extensionista e, principalmente, oportuniza o
desenvolvimento educacional do cidadão, o reconhecimento ao trabalho artístico regional e a pesquisa
educacional neste âmbito, fomentando a reflexão artística.
3.1.2 – Objetivo Geral
Promover o desenvolvimento de atividades musicais, valorizando as habilidades dos integrantes da
comunidade acadêmica e externa, possibilitando sua expressão artística, em âmbito interinstitucional.
3.1.3 – Objetivos Específicos
Incentivar e promover a formação de Grupos Musicais e Grupo de coral na comunidade interna e externa;
Promover eventos Interinstitucionais, como em escolas municipais, da rede pública estadual e federal;
Participar das produções de teatro da “Trupe Mambembe”.
3.1.4 – Participantes como membros do projeto
Músicos de Institutos Educacionais e apreciadores, moradores de residências terapêuticas e pessoas com
sofrimento mental da cidade de Barbacena, comunidade acadêmica do Campus em especial as alunas do
Programa Mulheres Mil.
3.1.5 - Resultados previstos
Formação de corpos musicais entre alunos e servidores do IF e um grupo de coral com as mulheres
Programa Mulheres Mil; expandir a abrangência do projeto com ampliação da oferta de oficinas
instrumentos como violão e guitarra; inclusão de pessoas com transtornos psiquiátricos; despertar
interesse pela atividade musical por alunos ainda não envolvidos; promoção de momentos
entretenimento à comunidade acadêmica e externa.
do
de
do
de
3.1.6 - Estratégias de Ação
Cadastrar musicistas da escola, sejam servidores ou discentes, principalmente junto aos novos alunos;
Incentivar a formação de bandas musicais e proporcionar momentos de ensaio e montagem de apresentação;
Ofertar oficinas de coral e montar uma apresentação;
Firmar parcerias e elaborar um calendário de atividades, palestras e eventos interinstitucionais;
Organizar as apresentações semanais nos horários de intervalo;
Promover eventos como Futebol Rock e IFestival;
Organizar, esquematizar e ampliar a oferta de oficinas de violão e guitarra;
Promover palestras sobre temáticas musicais e a influência educacional.
3.1.7 - Orçamento
Coordenação Musical/oficineiro: 1 coordenador técnico, nível superior com 6h semanais: R$ 750,00 x 20
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meses: R$ 15.000,00
Secretaria estagiário: R$ 300,00 x 20 meses: R$ 6.000,00
Materiais: R$ 2.000,00
Divulgação do projeto: R$ 1.000,00
Itens que tangem a realização de eventos (ornamentação, brindes em concursos) R$ 6.000,00
Total de recursos provenientes do edital “Mais Cultura” para o projeto Coletivo Musical do Campus de
Barbacena: R$ 30.000,00
As seguintes despesas serão Contrapartida do Campus Barbacena: coordenação administrativa: 1 professor,
R$ 14.400,00; 1 bolsista de graduação por 24 meses, R$ 8.640,00; transporte: R$ 1.500,00; aquisição de
instrumentos musicais: (aquisição e manutenção) R$ 10.000,00; equipamentos de som: (manutenção) R$
1.000,00
3.1.7 – Cronograma de atividades (20 meses com início em junho/15, com parada para férias)
Ação 3 – Implantação do Coletivo Musical do Campus de Barbacena - Projeto Música no Campus
Atividades
Mês das atividades (ano 1)
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12
Divulgação do projeto
Cadastro de músicos
Parceria com públicos envolvidos (hospitais psiquiátricos, residências terapêuticas
e Mulheres Mil)
Elaboração do cronograma interinstitucional e firmar parcerias
Encontro dos músicos, ensaios e montagem de apresentação
Orientar músicos na condução da hora cívica
Apresentação em eventos institucionais (flexível)
Definir horários de turmas das oficinas de instrumentos e coral
Elaborar critérios de seleção
Divulgar edital de oferta de oficinas
Selecionar participantes
Planejar aulas
Elaborar um tutorial com técnicas de ensino
Ministrar aulas de violão, guitarra e coral
Apresentação semanal nos intervalos
Realizar uma pesquisa de avaliação do Projeto
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Ação 3 – Implantação do Coletivo Musical do Campus de Barbacena - Projeto Música no Campus
Atividade
Mês da atividade
13
Divulgação do projeto
Cadastro de músicos
Parceria com públicos envolvidos (hospitais psiquiátricos,
terapêuticas e Mulheres Mil)
Elaboração do cronograma interinstitucional e firmar parcerias
Encontro dos músicos, ensaios e montagem de apresentação
Orientar músicos na condução da hora cívica
Apresentação em eventos institucionais (flexível)
Definir horários de turmas das oficinas de instrumentos e coral
Elaborar critérios de seleção
Divulgar edital de oferta de oficinas
Selecionar participantes
Planejar aulas
Elaborar um tutorial com técnicas de ensino
Ministrar aulas de violão, guitarra e coral
Apresentação semanal nos intervalos
Realizar uma pesquisa de avaliação do Projeto
14
15
16
17
18
19
20
residências
3.2 – Do Coletivo Musical do Campus de Muriaé – Coral do IF Muriaé
3.2.1 – Membros do Coletivo Musical
Alunos e servidores do IF Sudeste MG - Campus Muriaé além de familiares como voluntários.
3.2.2 – Justificativa
O projeto de musicalização no Campus Muriaé do IF Sudeste MG foi pensado no intuito de promover a
maior interação entre os discentes dos diversos cursos e a comunidade, bem como um compartilhamento de
experiências artístico/culturais. A partir da formação de um Coral, visa oportunizar aos indivíduos do seu
entorno, vivências musicais em uma cidade caracterizada por poucos investimentos em atividades desta
natureza. A ação almeja o desenvolvimento do indivíduo, a partir da música, no que se refere a capacidade
de tocar, cantar e compor música coletivamente, desenvolvendo a sensibilidade, expressão, ritmo e ouvido
musical, entre outros. A atividade é, em sua essência, um projeto de inclusão social com finalidade sócioeducativa-cultural que pretende estimular o desenvolvimento de uma relação de amor para com a arte, em
especial, o estimulo de potencialidades como autoestima, confiança, criatividade, percepção, sociabilidade e
solidariedade em seus alunos, funcionários, professores e a população em geral vivendo em sua área de
influência.
Pretendemos atuar na microrregião de Muriaé com o canto coral e demais atividades correlatas em espaços
artístico-culturais e instituições públicas e privadas, associações de moradores, através de concertos,
festivais, encontros, festividades regionais e datas comemorativas, igrejas, no entanto, na medida do
possível, estar presentes em ocasiões de mesma natureza em qualquer região de nosso País.
Visamos promover o desenvolvimento da música coral no âmbito de instituições educacionais, propiciando
o crescimento da sensibilidade estética através de atividades musicais, de modo a proporcionar a auto
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realização do indivíduo. Propomos levar música de boa qualidade à comunidade, de maneira a proporcionar
uma opção de lazer e fomentar o ambiente artístico-cultural regional.
3.2.3 – Objetivos Gerais
Promover lazer e cultura no Campus e nas comunidades da microrregião de Muriaé. Participação em
eventos culturais musicais em outras unidades da Rede Federal de Ensino Técnico e Tecnológico. Na
medida do possível, levar o nome do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais a eventos nacionais, tais
como: festivais de corais, concertos, encontros culturais, entre outros.
3.2.4 – Objetivos específicos
Vivenciar a experimentação musical através de canto coral e das artes cênicas; promover ações e eventos de
extensão envolvendo as comunidades em situação de risco social atendidas pelo CRAS de Muriaé; realizar
performances em espaços públicos e escolares; participar de campanhas educativas e dar visibilidade a
atuação do IF Sudeste MG; conceber oficinas e apresentações itinerantes nos bairros de Muriaé e
localidades do entorno (Vermelho, Pirapanema, Bom Jesus da Cachoeira, Belizário) e municípios como
Laranjal, Miraí, Barão do Monte Alto, Patrocínio do Muriaé, Miradouro; integrar nas atividades do Circuito
Cultural do IF Sudeste MG; participar de Festivais de Música da Rede Federal de Ensino Técnico e
Tecnológico, se tivermos recursos da matriz orçamentária, em todo País.
3.2.5 – Metodologia
O coletivo de canto coral será formado utilizando como método de preparação ensaios e estudos
sistemáticos e programados da arte de cantar, protagonizado por um Regente Instrutor bolsista, bem como
por oficinas montados pelo projeto. Após a concepção e ensaios de um determinado repertório constituindo
de um recital, o coletivo seguirá um calendário de apresentações, utilizando de meios de transportes
próprios da Instituição. Além das apresentações, com a estruturação do coletivo, parte de seus componentes
conceberam oficinas de iniciação ao canto em comunidades carentes, inclusive zona rural, fazendo parte
dos créditos necessários em extensão para a obtenção de seus títulos de graduação.
3.2.6 – Resultados Esperados
Espera-se despertar nos participantes do coral, alunos, professores, técnicos administrativos, o público
destino de nossas apresentações – comunidades visitadas pelo projeto –, momentos de fruição estética,
familiaridade com a música e o amor pela arte de cantar.
3.3.7 – Orçamento
Produção de 4 recitais: R$ 6.000,00
Aquisição de Uniformes: R$ 5.000,00
Material de divulgação, apostilas: R$ 2.000,00
Outros (Pilhas, baterias, cabos de som, maletas para transporte, bolsas para transporte, maletas de
maquiagem, fitas adesivas): R$ 2.000,00
Regente instrutor: 1 (um), 20 meses x R$ 1.200: R$ 24.000,00
Estudantes membros do coral com bolsa: 5 x 20 meses: R$ 30.000,00
Total do Orçamento da criação do Coletivo Musical do Campus Muriaé: R$ 70.000,00
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3.2.8 – Cronograma de formação do coletivo musical de Muriaé – 20 meses com interrupção de
períodos de férias
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Muriaé
Atividades
Mês da atividade ano 1
1
2
3
4
5
6
7 8
9
10
11
12
Contratação do Regente estagiário
Seleção dos componentes do coletivo
Desenvolvimento e aquisição de uniforme
Confecção de material didático e partituras
Produção de material de divulgação
Aquisição de materiais (maquiagem, pentes, escovas, etc.)
Ensaios da primeira temporada
Recitais da primeira temporada
Ensaios da segunda temporada
Recitais da primeira temporada
Relatório final
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Muriaé
Atividade
Mês da atividade
13
14
15
16
17
18
19
20
Contratação do Regente estagiário
Seleção dos componentes do coletivo
Aquisição de uniforme
Confecção de material didático e partituras
Produção de material de divulgação
Aquisição de materiais (maquiagem, pentes, escovas)
Ensaios da primeira temporada
Recitais da primeira temporada
Ensaios da segunda temporada
Recitais da primeira temporada
Relatório final
3.3 – Do Coletivo Musical do Campus de Rio Pomba - Projeto Música no Campus: Coral Vozes do
Vale, Grupo Cordas, Grupo Sopro, Grupo Percussão, Grupo Piano e Violinos
3.3.1 – Público Participante do Projeto
Docentes, discentes, servidores do IF Sudeste MG – Câmpus Rio Pomba além de voluntários da
comunidade, escolas públicas da cidade e do entorno, outras instituições: Asilo Rio Pomba, APAE de Rio
Pomba, CRAS de Rio Pomba (média de 800 pessoas envolvidas).
3.3.2 – Participação dos envolvidos em ações e eventos de extensão anteriores
Apresentação de Grupos de Canto e Coral em Barbacena (2010); IF Cultural em Barbacena (2010);
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Celebrações Religiosas: Dia do Padroeiro Municipal (2009 a 2014), Festa de aniversário de templos
católicos: Capela do Bairro da Estação (2010); IF na Praça: Apresentação do Coral Vozes do Vale (2009 a
2011); Cerimônias de Formaturas do IF (2009 a 2013); Cerimônia de abertura de eventos técnico-científicos
como: Semanas Acadêmicas, Simpósio de Educação, Ciência e Tecnologia (2009 a 2014); Outros projetos:
Projeto Café Cultura junto à Casa da Leitura/Pref. Municipal de Rio Pomba (2014)); Comemoração à
Independência do Brasil em Rio Pomba (2010 e 2011), além da participação em eventos de ensino, pesquisa
e extensão como: III Mostra de Projetos de Extensão e I SIMEPE (2014). Paralelo a esses eventos, também
ocorreram várias apresentações dentro do campus: Projeto Tô no Rango (2009 a 2014); Homenagens em
datas comemorativas: dia das mães, dia dos estudantes, dia dos pais, dia das crianças, etc (2009 a 2014).
3.3.3 – Objetivos da ampliação do programa
A partir dos recursos advindos deste projeto, pretende-se desenvolver outras atividades, tais como: Oficinas
de música em instituições públicas de ensino da cidade e região envolvendo a participação de crianças e
adolescente em situação de risco social, dificuldades de aprendizagem e portadores de necessidades
especiais. Devemos salientar que os investimentos a partir de recursos do edital “Mais Cultura”, refere-se a
restruturação, ampliação, melhoria de grupos existentes e que após estes investimentos, a manutenção
financeira ficará em função da matriz orçamentária do Campus ou da captação de investimentos privados.
Criação de um Coral para Surdos através da Língua de Sinais (Libras) junto à APAE de Rio Pomba (30
pessoas envolvidas); apoio ao Coral Infantil da Escola Estadual Padre Manoel através de instrumentistas de
cordas, sopros, piano e percussão (250 pessoas envolvidas); ações com idosos: proposta de ações e eventos
de extensão envolvendo os grupos musicais e os idosos do Asilo de Rio Pomba (60 pessoas envolvidas);
ações e eventos de extensão envolvendo os jovens e adolescentes que vivem em situação de risco social que
são atendidos pelo CRAS de Rio Pomba e os estudantes de tempo integral da Escola Estadual Professor
José Borges de Moraes (100 pessoas envolvidas); oficinas e apresentações de Música Itinerante
desenvolvendo atividades na cidade e no entorno (Rio Pomba, Silveirânia, Mercês, Tabuleiro, Piraúba e
Tocantins, possibilitando o acesso a estes eventos à uma média de 30.000 pessoas).
3.3.4 - Materiais e instalações disponíveis na instituição
Instrumentos de Cordas: vilões, contrabaixo, guitarra.
Instrumentos de sopro: pistons, clarineta, bombardino, trombone, baixo, saxofones e flautas.
Instrumentos de percussão: bateria, tarol, caixa, surdos, bumbos (todos os instrumentos necessários para a
formação de uma fanfarra).
Equipamentos de som: caixas acústicas, microfones, mesas de som, aparelhos de áudio e vídeo, máquina
fotográfica.
Prédio próprio para execução das atividades.
Peças de figurino (roupas e acessórios como bolsas, bijuterias, chapéus, sapatos, etc.)
Anfiteatro para 150 pessoas com palco preparado para apresentações culturais.
Um automóvel a ser adaptado para promover eventos com os grupos da Seção de Arte e Cultura.
O Campus Rio Pomba já possui um prédio onde funcionam todas as atividades da Seção de Arte e Cultura,
já equipado com quadro branco, carteiras, mesas, armários, banheiros, água, energia elétrica, equipamentos
de som, data show, computador, etc.
3.3.5 – Justificativa
Oportunizar aos participantes vivenciar a experimentação musical através das técnicas de canto coral, além
de promover maior interação entre os estudantes dos diversos cursos e a comunidade local, resultando em
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experiências de compartilhamento, tanto artística e cultual quanto social. Maior envolvimento do IF com a
comunidade. Possibilidade de melhoria das pessoas que estão em situação de risco social elevando a
autoestima e inserção de pessoas idosas e portadoras de necessidades especiais.
3.3.6 – Orçamento necessário para investimento no projeto/programa
Coordenador artístico musical estagiário (Coral e Orquestra) – Junho 2015 a dezembro 2015 e de Fevereiro
a Junho de 2016 - R$ 1.200,00 x 12: R$ 14.400,00
09 Estudantes bolsistas músicos – Junho 2015 a Junho 2016 – 09 x R$ 300 x 12: R$ 32.400,00
Aquisição de cordas para os instrumentos (Violão 12 cordas, Violão Nylon, Violão Aço, Viola, Violino): R$
1.500,00
Material de manutenção instrumentos de sopro e percussão: R$ 600,00
Concertos e manutenção de equipamentos: R$ 2.000,00
Capas para instrumentos: R$ 1.000,00
Suporte para descanso para instrumentos: R$ 1.000,00
Materiais impressos: R$ 1.000,00
Custeio (Pilhas, baterias, cabos som, maletas para transporte, bolsas para transporte materiais, peles para
instrumentos de percussão, baquetas, paletas): R$ 2.000,00
Custo total do Coletivo Musical do Campus Rio Pomba: R$ 55.900,00
3.3.7 – Cronograma de Restauração e Ampliação do Coletivo Musical do Campos Rio Pomba
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Rio Pomba – 10 meses
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Contratação do Regente estagiário
Seleção dos componentes do coletivo
Aquisição de uniforme
Confecção de material didático e partituras
Produção de material de divulgação
Aquisição de materiais (maquiagem, pentes, escovas)
Ensaios da primeira temporada
Recitais da primeira temporada
Ensaios da segunda temporada
Recitais da segunda temporada
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Rio Pomba – 10 meses
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Contratação do Regente estagiário
Seleção dos componentes do coletivo
Aquisição de uniforme
Confecção de material didático e partituras
Produção de material de divulgação
Aquisição de materiais (maquiagem, pentes, escovas)
Ensaios da primeira temporada
Recitais da primeira temporada
Ensaios da segunda temporada
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Recitais da segunda temporada
3.4 – Do Coletivo Musical do Campus de Santos Dumont - Orquestra de Sopro e Percussão
O projeto "Orquestra de Sopro e Percussão" consiste na formação de uma orquestra composta por
instrumentos de percussão diversos, responsáveis por condução de cadência musical, em conjunto de
instrumentos de sopro. O repertório consistirá do cancioneiro popular, nacional e internacional. Já seus
componentes serão recrutados na comunidade interna, alunos Campus Santos Dumont, podendo receber a
contribuição da comunidade externa interessada em participar e colaborar com o projeto.
A música é uma manifestação artístico-cultural de fácil assimilação pelos indivíduos e o ensino das artes é
um componente curricular que, quando bem trabalhado pode contribuir para a descoberta das aptidões e
afinidades que os alunos, ouvintes, porventura, possuem para desenvolver determinadas habilidades. Neste
sentido, as aptidões para se produzir arte podem se desenvolve na medida em que o aluno participe do
processo de ensino aprendizagem e da prática de tocar um instrumento, no nosso caso uma Banda Marcial
que já temos parcialmente formada, e que pretendemos transforma-la numa espécie orquestra, valorizando
a percussão e instrumentos de sopro.
Seus membros serão recrutados preferencialmente na nossa comunidade acadêmica, que se enquadram na
situação de baixa renda e carência social de uma forma geral e com faixa etária entre 15 e 20 anos porém,
no caso de situações especiais, poderão fazer parte do projeto, qualquer faixa etária, desde que possua
disponibilidade e compromisso com o desenvolvimento das atividades previstas. Serão adquiridos
aproximadamente 70 instrumentos, divididos entre instrumentos de sopro e percussão, que serão
distribuídos aos componentes por afinidade, melhor adaptação.
Figuras 28 e 29 – Antigo “Trem de Prata” da RFFSA.
Figura 30 – “Trens de Prata” da RFFSA - Pátio do IF Sudeste MG
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Campus Santos Dumont.
Vislumbramos a partir deste projeto o desenvolvimento de várias formas de participação e integração onde
seus componentes terão a possibilidade de exercitar suas criatividades, iniciativas, autodisciplinas e
solidariedade. Outrossim, devemos salientar que o projeto "Orquestra de Sopro e Percussão" está em
consonância com as estratégias educacionais planejadas pelo campus Santos Dumont do Instituto Federal
do Sudeste de Minas Gerais. Instituído onde antes operava pátios e oficinas da extinta RFFSA (Rede
Ferroviária Federal S.A.) e com a privatização da Rede Ferroviária, vários vagões de passageiros das
famosas composições dos legendários “Trem de Prata” e “Xangai” foram abandonadas nestes pátios, espaço
físico atual do Campus Santos Dumont.
Inclui neste projeto a contemplação de um espaço exclusivo para o grupo musical, espaço esse que está
sendo planejado a partir da adaptação de alguns dos referidos vagões para que estes se tornem uma espécie
de espaço cultural, onde serão realizadas atividades relativas ao projeto, armazenamento dos instrumentos,
ensaios. Serão realizadas com o uso destas viaturas apresentações em locais que poderão ser acessados
pelos trilhos, estando estas viaturas sob a responsabilidade permanente do Instituto Federal do Sudeste de
Minas Gerais em parceria com a MRS.
3.4.1 – Justificativa
A implantação do grupo musical “Orquestra de Sopro e Percussão” foi elaborado em consonância com a Lei
11.769/08, que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino de música na Educação Básica. O Projeto
interagirá com as atividades educacionais e contemplará ações para minimizar o índice de indisciplina,
reprovação, e, através da motivação, incentivar a permanência dos componentes no projeto e na escola. O
coletivo musical também será um instrumento de aproximação da escola para com a própria comunidade.
Um grande conflito que envolve a música no âmbito educacional atualmente é que a prática é vista, na
maioria das vezes, como uma forma de lazer e entretenimento ou somente meio de apoio as outras áreas do
conhecimento. Sendo assim, não é reconhecida por muitos como componente e integrante curricular
formadora de conhecimento. Rejeitamos este pensamento e acreditamos que a música possui um grande
potencial transformador.
No contexto contemporâneo acredita-se que através do ensino de música nas escolas, os alunos poderão ter
uma educação transformadora, onde poderão vivenciar novas experiências tanto no âmbito individual
quanto coletivo (CRUVINEL, 2003). Desta forma, a partir da experiência em grupo, os alunos poderão
vivenciar situações e dinâmicas, interagindo e socializando com os demais colegas. Quanto o papel do
educador musical deve conduzir seus ensinamentos de forma mais crítica, e para que sua prática tenha
respaldo, desta forma, faz-se necessário a contratação de um Regente instrutor motivado e qualificado para
a área. Desta forma, espera-se que o Regente do grupo, além de transmitir seus conhecimentos técnicos,
possa transmitir aos seus alunos a importância cultural da música para a formação do indivíduo, para a
comunidade, justamente no que diz respeito às ações transformadoras que poderão proporcionar.
A ideia é implantar o projeto de arte e cultura, a "Orquestra de Sopro e Percussão", às demandas da
comunidade de outra natureza, como por exemplo, o acompanhamento de escolas carentes nos desfiles
cívicos do município fará parte das funções do grupo. Além do mais, muitos outros pequenos projetos
podem ser desmembrados desta ação, como por exemplo, a participação em eventos culturais de diversas
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ordens promovendo ainda mais a cultura, o desenvolvimento artístico, a possibilidade de revelar talentos e o
resgate social de indivíduos da comunidade.
No mais, campus Santos Dumont já conta com uma quantidade considerável de instrumentos já adquiridos
para a composição da Orquestra de Sopro e Percussão, mas que se encontram mal acondicionados, sem um
espaço adequado de armazenamento, e sem utilização no momento por falta de outros instrumentos que
virão formar o grupo e de um instrutor professor de música para conduzir as aulas, auxiliar nos ensaios,
mais especificamente, nos instrumentos de sopro. .
Por outro lado a possibilidade do projeto de nos ajudar a recuperar pelo menos dois vagões do legendário
“Trem de Prata” da antiga Rede Ferroviária Federal que servirão de espaço para o Coletivo de arte,
resolverá parcialmente a questão do espaço próprio. Estes vagões estão parados no pátio da Instituição e
recuperados farão parte também do acervo histórico do curso Técnico em Manutenção Ferroviária.
3.4.2 – Objetivo Geral
Formação cultural e artística, principalmente de jovens e adolescentes, através da Orquestra de Sopro e
Percussão, como ferramenta de ensino e aprendizagem, de resgate e de inclusão social, desenvolvendo nos
participantes habilidades e disciplina através do manuseio de diversos tipos de instrumentos musicais,
servindo como atividade de educação, lazer e integração, cujo estímulo já comprovado melhora o
desempenho em outras disciplinas.
3.4.3 – Objetivos Específicos
Inserir o ensino da música na escola, conforme Lei 11.769/08; minimizar o índice de indisciplina, evasão e
reprovação na escola; valorizar o trabalho em grupo; melhorar a autoestima do educando, desviando-o do
caminho das drogas; cooperar com a movimentação cultural da cidade; desenvolver vocações e aptidões
musicais; valorizar o bom comportamento e dar oportunidade aos jovens com problemas de relacionamento
e vícios; promover a cultura, através do resgate das tradições musicais, nas apresentações, desfiles e outros;
Oportunizar a profissionalização musical; realizar apresentações para os públicos internos e externos
possibilitando aos participantes reconhecimento social e uma maior valorização da sua importância para o
projeto.
3.4.4 – Resultados Esperados
Incentivar uma maior satisfação e comprometimento do aluno para o com ambiente escolar com isso
minimizar o índice de reprovação, a indisciplina e a evasão escolar; elevar a autoestima dos discentes;
garantir a inserção da música nas atividades escolares; aumentar a participação e colaboração da
comunidade nas atividades da instituição;
3.4.5 – Orçamento de montagem do Coletivo Musical do Campus de Santos Dumont
Custo estimado para adaptação de dois vagões do “Trem de Prata”: R$ 70.000,00
Um regente instrutor por 20 meses x R$ 750,00: R$ 15.000,00
Um aluno estagiário para ajudar na gestão do projeto 20 meses x R$ 250,00: R$ 5.000,00
Aquisição de Instrumento e materiais que ainda faltam para compor a “Orquestra” conforme quadro abaixo:
R$ 26.130,00
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Quantidade
10
80
02
02
03
03
03
60
Aquisição de Instrumento e materiais que ainda faltam para compor a “Orquestra”
Instrumento
Custo unitário (R$)
Bumbo madeira 30cm x 22” aro metal
285,00
Maçaneta de pelúcia para bumbo e surdo
12,00
Sax Tenor
2.275,00
Sax Alto Eb
1.610,00
Trompete Bb
410,00
Trombone de Vara Bb
740,00
Trombone de Pisto Bb
700,00
Uniforme (calça, casaco e boina)
150,00
Total Geral
Custo total (R$)
2.850,00
960,00
4.550,00
3.220,00
1.230,00
2.220,00
2.100,00
9.000,00
26.130,00
Custo total de formação do Coletivo Musical do Campus de Santos Dumont: R$ 116.670,00
3.4.8 – Cronograma do plano de ação para 20 meses previsão de início maio 2016 com interrupção de
períodos de férias
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Santos Dumont 20 meses – com interrupção de férias
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Levantamento e aquisição dos materiais para a execução do projeto
Contratação de profissional músico como Regente do grupo musical
Plano de normas regimentais
Elaboração de um cronograma de ensaios
Seleção dos componentes
Apresentação das normas regimentais da Orquestra para a comunidade
Desenvolvimento do uniforme
Contratação do serviço de fabrico dos uniformes
Realização de aulas práticas e ensaios (duas vezes por semana)
Divulgação das apresentações
Concertos, apresentação (pelo menos dois mensais)
Promoção do encontro de Bandas marciais em Santos Dumont.
Ação 3 – Cronograma do Coletivo Musical do Campus de Santos Dumont 20 meses – com interrupção de férias
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Levantamento e aquisição dos materiais para a execução do projeto
Contratação de profissional músico como Regente do grupo musical
Plano de normas regimentais
Elaboração de um cronograma de ensaios
Seleção dos componentes
Apresentação das normas regimentais da Orquestra para a
comunidade
Desenvolvimento do uniforme
Contratação do serviço de fabrico dos uniformes
Realização de aulas práticas e ensaios (duas vezes por semana)
Divulgação das apresentações
Concertos, apresentação (pelo menos dois mensais)
Promoção do encontro de Bandas marciais em Santos Dumont.
Relatório Final
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3.5 - Fundamentação teórica sobre as questões da musicalização
Na perspectiva deste projeto assumimos a música e a musicalização como elementos contribuintes para o
desenvolvimento da inteligência e a integração do ser. Assim como, linguagem portadora das propriedades
de ação nos indivíduos, fisicamente e mentalmente, podendo contribuir para a harmonia pessoal, facilitando
a integração e a inclusão social.
Visualizamos a música na educação, não apenas como experiência estética, mas também como facilitadora
do processo de aprendizagem, como instrumento para tornar a escola um lugar mais alegre e receptivo, e
também com a proposta de ampliar o conhecimento musical do aluno, afinal a música é um bem cultural e
seu conhecimento não deve ser privilégio de poucos. Sugere que a escola deve oportunizar a convivência
com os diferentes gêneros, apresentando novos estilos, proporcionando uma análise reflexiva do que lhe é
apresentado, permitindo que o aluno se torne mais crítico.
Portanto a música dentro do nosso contexto educacional é apropriada como um elemento importante para
estabelecer a harmonia pessoal, facilitando a integração, a inclusão social. Para Bréscia (2003) a
musicalização é um processo de construção do conhecimento, que tem como objetivo despertar e
desenvolver o gosto musical, favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico,
do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, autodisciplina, do respeito ao
próximo, da socialização e afetividade, também contribuindo para uma efetiva consciência corporal e de
movimentação.
Desta forma, as atividades de musicalização também podem favorecer a inclusão de indivíduos em situação
de risco social, portadores de necessidades especiais, auxiliando na desinibição, contribuindo para o
envolvimento social, despertando noções de respeito e consideração pelo outro, e abrindo espaço para
outras aprendizagens.
Ação 4 – Coletivo artístico voltado para as atividades Circenses – Campus Barbacena
4.1 - Apresentação
Formação de um coletivo artístico voltado para as atividades Circenses, a partir de uma abordagem de arte
educação onde a atividade circense é ferramenta de trabalho utilizada na construção de uma prática
socializante, mobilizadora e cheia de potencialidades para transformações sociais. A educação corporal
percebida não só de forma limitada à aquisição de técnicas e conteúdo, mas sobretudo, como um espaço de
convivência e de construção de autoestima.
Trabalhamos dentro da certeza de que o impacto das nossas estratégias em nosso contexto social, nos
sinaliza que é possível realizar um trabalho com arte circense em nosso ambiente escolar. Existe um
interesse e uma demanda clara e significativa, em algumas oficinas já realizadas. O trabalho que apenas está
em sua fase de amadurecimento, precisa de continuidade para se criar as condições de um desenvolvimento
de uma consciência crítica, e, com isso, o desenvolvimento criativo e artístico, em que a possibilidade de
brincar, de conhecer seu corpo, de inverter o corpo no espaço (virar de ponta-cabeça) é a possibilidade de
realizar um outro olhar para a vida.
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Com os recursos provenientes do Plano Institucional de Cultura poderemos dar continuidade ao nosso
projeto Artes Circenses cuja atividades tiveram início em Abril de 2014, mas de forma tímida, pela escassez
de recursos. A oportunidade de vivências nas artes circenses para crianças da cidade, ampliando o universo
da cultura corporal de movimentos faz parte dos conteúdos da matriz curricular do curso de Educação
Física.
4.2 - Justificativa
Este projeto visa dar aos integrantes de suas oficinas a possibilidade de apropriarem dos conteúdos
relacionados às atividades circenses, como oportunidade de ensino, aprendizagem e reflexão sobre as artes
corporais. No encontro entre alunos estagiários do Curso de Licenciatura em Educação Física e crianças da
comunidade de Barbacena, no final de cada ano, essas as crianças apresentam, espetáculos com várias
coreografias, que contam com a participação de pais e membros da comunidade interna e externa. Como a
maioria dessas crianças vem de famílias em estado de vulnerabilidade social, que é uma das metas do
projeto, a ação funcional como momento de elevação da autoestima destas famílias e de uma maior
aproximação para com a escola.
4.3 - Objetivo geral:
Oportunizar a vivência prática das Atividades Circenses para crianças em modalidades como acrobacias de
solo e coletivas, malabares, parada de mãos, perna de pau, rola-rola e tecido acrobático.
4.4 - Objetivo(s) específico(s):
Incentivar as Atividades Circenses como atividades físicas de importância para o crescimento do indivíduo
em vários aspectos; ampliar o universo de atividades físicas oferecidas às crianças no âmbito escolar;
aplicar e/ou desenvolver novas metodologias para o ensino da modalidade a partir das observações.
Oferecer ao membro do grupo de teatro mambembe do Campus técnicas para que os mesmos possam
utilizar em suas performances.
4.5 - Público-alvo
Alunos envolvidos com a trupe de teatro mambembe, 120 crianças, 60 a cada ano, de 7 a 10 anos de idade,
meninos e meninas, residentes na cidade de Barbacena, especialmente crianças das Comunidades Rurais
Remanescentes Quilombola dos Candendês de Ponto Chic e Remanescente de Índios da Etnia Puris de
Padre Brito, ambas em situação de vulnerabilidade sociocultural geradas pela ausência de políticas públicas.
O Projeto buscará envolver também os filhos das mulheres que participam do Programa Mulheres Mil,
coincidindo parte destas atividades no horário que essas Senhoras estejam desenvolvendo atividade de arte
musical ao participarem do Coral das Mulheres Mil (ação do Projeto Música no Campus).
4.6 – Estratégia de Ação
Em um primeiro momento, consolidada a aprovação do projeto, serão selecionados os bolsistas que farão
parte deste projeto. Concomitantemente, terá início a divulgação do projeto para a comunidade externa,
com vistas a preencher as 60 vagas destinadas às oficinas no primeiro ano. Será estipulado um prazo para a
realização das inscrições, sendo que esta deverá ser feito pelos pais ou responsáveis pelo menor, com
apresentação de documento de identidade e assinatura de uma autorização para que a criança participe das
oficinas.
Os bolsistas selecionados serão preparados pelos orientadores do projeto para atuar nas oficinas, através de
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encontros semanais para estudo e discussão de temas relativos às atividades circenses, normas de segurança,
entre outros. As oficinas serão programadas de acordo com a disponibilidade dos materiais solicitados e a
partir da confecção de materiais alternativos, sendo previstas atividades como acrobacias de solo e
coletivas, malabares, parada de mãos, perna de pau, rola-rola, tecido acrobático, lira, diabolô e atividades
relacionadas à ginástica.
As oficinas serão realizadas duas vezes por semana, nas dependências do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, Campus Barbacena e também nas comunidades
envolvidas, sob supervisão dos bolsistas e orientadores. Ao longo de todo o processo serão realizadas
avaliações periódicas buscando identificar aspectos positivos e negativos da prática proposta, tanto pelos
participantes, quanto pelos bolsistas. Estes dados servirão de base para a avaliação do projeto e confecção
do Relatório Final. O processo se repetirá no segundo ano, pelo período do ano letivo, quando serão
montadas apresentações para a Virada Cultural do Circuito Cultural do Instituto Federal do Sudeste de
Minas Gerais.
4.7 - Fundamentação teórica
Em seu percurso histórico, os diversos estudiosos têm se esforçado por consolidar a Educação Física
enquanto área de conhecimento. Um dos esforços mais bem sucedidos neste sentido foi o de tornar a
educação física meio essencial de promoção da saúde e para a construção do “homem novo” para servir à
sociedade capitalista em expansão. Este pensamento médico-higienista predominou no campo da Educação
Física a partir do final do século XIX e, por ser baseado em um pensamento essencialmente científico, teve
como consequência um afastamento das manifestações corporais baseadas no espetáculo, como alerta
Soares (1998, p. 23)
“Desse modo, práticas corporais realizadas nas feiras, nos circos, onde palhaços, acrobatas, gigantes e anões
despertavam sentimentos ambíguos de maravilhamento e medo, passam a ser observados de perto pelas
autoridades. O circo é uma atividade que exerce grande fascínio na sociedade europeia do século XIX. Ali o
corpo é o centro do espetáculo, de todas as “variedades” apresentadas pela multifacetada atuação de seus
artistas”.
No último quarto do século XX, entretanto, essa relação próxima entre a educação física e o circo, já
identificada, porém não valorizada, passa a ser destacada a partir da proposta de Soares e colaboradores em
seu livro Metodologia do Ensino da Educação Física (1992). Na perspectiva defendida por estes autores, o
conteúdo do qual trata a Educação Física é denominado cultura corporal e se configura a partir de
manifestações como o jogo, o esporte, a dança, a ginástica, entre outros, sendo que seu objetivo maior seria
a apreensão da “expressão corporal como linguagem” (SOARES et al., 1992, p. 62). Alguns autores, como
Bortoleto (2010), destacam a íntima relação entre os componentes do circo e os elementos da ginástica,
desde a antiguidade até as manifestações contemporâneas.
Outro aspecto que contribuiu para esta certa apropriação da arte circense pela Educação Física foi o
surgimento do circo contemporâneo, ou “novo circo”, o qual se caracteriza pela inclusão do circo na
Industria Cultural com a formação dos artistas em escolas especializadas, e não mais pela transmissão de
experiências do circo tradicional (DUPRAT & BORTOLETO, 2007). Segundo Duprat e Bortoleto (2007),
esta nova configuração do circo permitiu uma abertura das atividades circenses a pesquisadores de diversas
áreas, entre elas os estudiosos do corpo, os quais passaram a considerar este importante conteúdo da cultura
corporal como parte essencial do ensino da Educação Física, especialmente na escola.
No que diz respeito ao ensino das atividades circenses, pode-se dizer que ainda apresenta-se insipiente.
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Conforme defendem Duprat e Bortoleto (2007, p. 176). Desta forma, não basta vivenciar as modalidades
circenses. Esta experiência corporal deve ser acompanhada de uma reflexão que ultrapasse apenas o aspecto
motor e deve ser proposta ao longo da formação dos professores de Educação Física, fornecendo subsídios
para sua prática pedagógica (BORTOLETO, 2011).Com base no exposto, vê-se a necessidade de
contextualizar o tema das atividades circenses dentro da escola e nos cursos de formação de professores de
Educação Física, a fim de torná-la parte integrante dos conteúdos da cultura corporal abordados na atuação
docente.
4.8 – Custo da ação
1 Coordenador de arte Circense: 20 meses x R$ 900,00: R$ 18.000,00
1 Aluno estagiário para apoio: 20 meses x R$ 360,00: R$ 7.200,00
Divulgação: R$ 1.500,00
Materiais (instrumentos e equipamentos): R$ 4.000,00
Itens para organização de eventos: R$ 3.000,00
Total do custo da ação artes circenses: R$ 33.700,00
4.9 – Cronogramas
Ação 4 – Temática 5 - Coletivo artístico voltado para as atividades Circenses – Campus Barbacena
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Divulgação do Projeto
Realização das inscrições
Planejamento das oficinas
Reuniões com orientadores
Execução das oficinas no primeiro ano do projeto
Avaliação do projeto e confecção do relatório final
Ação 4 – Temática 5 - Coletivo artístico voltado para as atividades Circenses – Campus Barbacena
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
10
Divulgação do Projeto
Realização das inscrições
Planejamento das oficinas
Reuniões com orientadores
Execução das oficinas no primeiro ano do projeto
Avaliação do projeto e confecção do relatório final
Ação 5 - Da intenção de produção de uma Gesamtkunstwerk no Instituto Federal do Sudeste de Minas
Gerais
O termo do alemão Gesamtkunstwerk significa a noção de obra de arte total, e, neste sentido, se relaciona
com as ideias de Richard Wagner de que a arte performática deveria ser constituída da associação de todos
os suportes de arte, objetivada, em seu caso na ópera. Seguindo essa noção de arte, procuraremos trabalhar
para que todos os nossos coletivos de arte tenham uma forte integração, e, inclusive associarem em
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produções Inter campus.
Visualizamos a atuação de nossos coletivos de arte – apesar de incentivar para que realizem apresentações
individuais – no trabalho do espetáculo de forma didática, no intuito de incentivar uma maior integração
dos alunos e comunidade, com uma noção de orquestração, tanto visual quanto sonora, uma organização tal
dos elementos de cena (ator, cantor, luz, movimentos e objetos) que gera uma composição explosiva, na
qual a transformação, a metamorfose, aparece como característica primordial de linguagem, distanciando-se
de uma eventual vulgarização, a música é considerada essencial na encenação e a espetacularidade do circo
será acoplada ao conteúdo dramático próprio do teatro, de forma a constituir uma linguagem de fácil
compreensão, já que visualizamos em nossas plateias a predominância de recém chegados ao campo da
arte, sem os códigos no que fala Pierre Bourdieu (2008) para assimilar as formas eruditas.
Diante destas premissas estamos visualizando uma experiências pioneira em nossa Instituição, uma espécie
de Gesamtkunstwerk, a la brasileira, a partir de uma ré encenação do espetáculo de palco de Vinicius de
Moraes “Orfeu da Conceição” pela associação de nossos coletivos de arte, quando além do espetáculo
teatral, haverá uma atividade interdisciplinar em sala de aula, onde a obra será estudada pelo viés da história
da arte, do design, da história do modernismo tanto na plástica quanto na literatura.
Segundo Suzana de Moraes (JOBIM, 2003), filha do poeta, o Orfeu da Conceição foi escrito em duas
etapas, a idéia original e o primeiro ato no começo dos anos 1940 no Brasil e o segundo e terceiro atos
quase quinze anos mais tarde, em Paris. A ideia foi de transpor o mito grego de Orfeu para uma favela
carioca e suas incursões no mundo das favelas, dos terreiros de candomblé, da região do Mangue e das
escolas de samba da cidade mergulharam o poeta em uma realidade afro-brasileira que até então não fazia
parte de seu cotidiano. Na própria perspectiva do poeta, foi nesta aproximação que ele enxergou a
possibilidade de vivenciar um encontro, através da poética em forma de teatro, entre os negros cariocas
moradores das favelas e os gregos heroicos e trágicos dos tempos míticos.
Fig.31 – Carlos Scliar – Cartaz para “Orfeu da Conceição”. Fig. 32 – Carlos Scliar. Coleção completa dos projetos originais dos
figurinos de Scliar para “Orfeu da Conceição” na residência de Luciana de Moraes, filha do poeta. Fig. 33 – Carlos Scliar. Figurino
para as passistas de “Orfeu da Conceição”.
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Em 25 de setembro de 1956, a peça finalmente estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Entre idas e
vindas de Paris, Vinícius conseguiu arregimentar para sua montagem grandes nomes da cultura brasileira de
então: Oscar Niemeyer fez os cenários, Carlos Scliar e Djanira fizeram os cartazes, o Teatro Experimental
do Negro de Abdias Nascimento forneceu os atores para o elenco, como o próprio Abdias, além de Haroldo
Costa, Ademar Pereira da Silva, Ruth de Souza entre outros. Foi a primeira vez, na história do Teatro
Municipal, que atores negros pisaram em seu palco.
A produção de todo evento tem custo estimado de R$ 38.000 e será apresentada no II SIMEPE (Simpósio
de Ensino, Pesquisa e Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de
Minas Gerais), que acontecerá no final de agosto de 2015. A montagem do espetáculo terá a participação
dos coletivos de teatro e música do Campus de Rio Pomba, os cenários ficarão a cargo dos alunos do Curso
de Design de Móveis do Campus de Juiz de Fora, enquanto os alunos do Curso de Design de Moda de
Muriaé trabalharam os figurinos. Além do espetáculo haverá uma “Mesa Redonda” organizada pelo
Campus de São João del Rey, objetivando um debate sobre a obra, onde participaram acadêmicos e
intelectuais do campo da literatura, arte cênica e artes visuais. Haverá também uma exposição dos projetos
originais dos figurinos realizados por Carlos Scliar associados aos figurinos realizados pelos alunos do
Design de Moda do Campus Muriaé. O acordo de empréstimo dos figurinos já foi acertado pelo Diretor de
Extensão IF Sudeste MG, Professor Doutor Rui Gonçalves de Souza com membros da família do poeta,
com que mantém relações familiares próximas.
Custos da Montagem do espetáculo (cenários, figurinos, iluminação): R$ 8.000,00
Montagem, curadoria, transporte e seguro da exposição: R$ 30.000,00
Total: R$ 38.000,00 sendo que R$ 23.000,00 virá do edital mais cultura, dispêndio em setembro 2015
O restante R$ 15.000,0 será a contrapartida da Organização do SIMEPE.
Eixo temático 2 – Arte, Comunicação, Cultura das Mídias e Audiovisual
Ação 1 - Eixo temático 2 – Coletivos de Vídeo-Arte no Campus Juiz de Fora e São João Del Rey
A cultura audiovisual está presente no cotidiano das novas gerações. A televisão, o cinema e a os canais de
vídeo da internet tem ganhado espaço junto aos adolescentes trazendo, ora entretenimento, ora informação e
também conhecimento. O acesso e a apropriação das tecnologias audiovisuais integradas às tecnologias de
comunicação (vídeo chats, webcams, celulares, máquinas fotográficas digitais), promovem o protagonismo
na produção audiovisual dos jovens.
O estímulo à produção de vídeo escolar, aproximando os interesses sociais dos alunos pelos meios de
comunicação da produção de conhecimento é um dos objetivos das oficinas de produção de vídeos em
nossa Instituição. Pretendemos desenvolver a construção de saberes incorporando a produção audiovisual
que permite a produção colaborativa, estimula o desenvolvimento das competências comunicativas,
promove a autonomia, a criatividade e o estímulo à produção de conhecimento significativo na comunidade
escolar.
1.1 – Da execução da ação
A oficina de vídeo será implantada por estudantes Estagiários responsável pelas oficinas, ou recém-
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formados, com supervisão de um professor em cada Escola. Estes estagiários serão recrutados nas
Faculdades de Comunicação Social da região. A proposta é de formar um coletivo de 4 alunos do Campus
Juiz de Fora e 4 alunos no Campus de São João del Rey, selecionados entre alunos cotistas, filhos de
famílias de baixa renda, em situação de vulnerabilidade social, nos conhecimentos da prática de produção
audiovisual, em atividades que se estendem à produção de vídeos institucionais, etnográficos e cobertura de
eventos.
1.2 - Justificativa
Neste projeto especificamente, os alunos do Campus Juiz de Fora ficarão responsável pelo registro
cinematográfico, fotográfico e de áudio, de todas as ações referentes ao “Plano de Institucional de Cultura”,
objetivando a construção de um portfólio consistente para tenhamos as condições, logo após encerrar os
recursos e prazos do edital “Mais Cultura”, captar recursos externos para a manutenção dos nossos coletivos
de Arte e dar continuidade ao nosso Circuito Cultural. A previsão de início da oficina: Agosto de 2015.
Concomitante ao registro cinematográfico das ações do nosso “Plano de Cultura Institucional” os recursos
técnicos a serem adquiridos servirão para outros projetos extensionistas que objetivam à produção de vídeo
escolar que visão: a ampliação das possibilidades de aprendizagem; reflexão crítica sobre os meios de
comunicação; a promoção do protagonismo de nossos alunos, quer seja do ensino médio ou superior,
através da produção audiovisual; a promoção da articulação dos conhecimentos e temas transversais na
escola; o incentivo à produção democrática da comunicação no espaço escolar e a integração entre escola e
comunidade.
Particularmente, a ação do Campus de São João Del Rey inclui um levantamento etnográfico por parte dos
alunos membros do “Coletivo de Vídeo Arte” onde pretendem registrar em formato de vídeos, dvd, as
manifestações culturais das localidades, zona urbana e rural, integrantes da microrregião (15 municípios,
182.096 hab. IBGE, 2010). Esta produção fará parte das apresentações integrarão o “Circuito itinerante” de
cinema e vídeo que será promovido pelo Cineclube do Campus São João del Rey, integrante das propostas
deste Plano de Cultura. Esta produção pretende se estabelecer como uma referência local para produção,
difusão e acesso à cultura popular, e objeto de acervo do Cineclube.
O coletivo de vídeo-arte de São João Del Rey visualiza estes registros visuais das manifestações da arte
popular na região com forma de integração da Escola, no sentido de também ampliar sua visibilidade, com
as comunidades artísticas oriundas de comunidades tradicionais e populares da microrregião, com isso,
fomentar a participação da população local, bem como da comunidade interna, em cineclubes, em diálogo
com a Rede Cine Mais Cultura.
1.3 - Orçamento oficina de vídeo
Campos Juiz de Fora
1 bolsa para o Estagiário Oficineiro de Graduação em Comunicação Social (R$ 600,00 x 10 meses): R$
6.000,00
1 bolsas para alunos estagiários internos apoio ao projeto de R$ 300,00 x 20 meses: R$ 6.000,00
2 câmeras filmadoras para registro de foco: R$ 3.600,00
1 câmera filmadora para registro global: R$ 16.000,00
1 Gravador de voz digital para entrevistas: R$ 999,00
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Materiais de consumo: R$ 1.500,00
Custo de implantação do Coletivo de Vídeo Campus de Juiz de Fora: R$ 34.099,00
Campus São João del Rey
A unidade já possui grande parte dos equipamentos para realizar as oficinas de vídeo, mas necessita de
equipamentos completares e da contratação de um estagiário produtor formador, sendo assim segue o
orçamento:
Contratação de Estagiário Oficineiro de Graduação em Comunicação Social (Bolsa R$ 1000,00 x 12
meses): R$ 12.000,00
Gravador digital de áudio em HD- Produção de arquivo digital: R$ 1.000,00
Software de edição de áudio- Produção de arquivo digital: R$ 600
Materiais de produção e consumo: R$ 2.000,00
Custo de implantação da Coletivos de Vídeo-Arte no Campus São João del Rey: R4 15.600,00
1.4 – Cronograma da Ação 1 – Oficinas de Vídeo-Arte no Campus Juiz de Fora e São João Del Rey
Ação 1 – Coletivos de Vídeo-Arte nos Campus Juiz de Fora e São João Del Rey
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
19
20
Contratação de um estagiário de Comunicação social
Seleção de alunos para participação do coletivo
Aquisição de equipamentos
Oficina de vídeo
Atuação em campo
Produção
Exibição da produção
Relatório final
Ação 1 – Coletivos de Vídeo-Arte nos Campus Juiz de Fora e São João Del Rey
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
Contratação de um estagiário de Comunicação social
Seleção de alunos para participação do coletivo
Aquisição de equipamentos
Oficina de vídeo
Atuação em campo
Produção
Exibição da produção
Relatório final
Ação 2 - Eixo temático 2 – Implantação de um Cineclube no Campus São João del Rey
A cidade de São João de Rey possui uma História peculiar comparativo as outras cidades históricas de
Minas Gerais, de arraial minerador à pólo comercial da região do Campo das Vertentes, mescla estilos
arquitetônicos que tem origem no barroco, passa pelo ecletismo e alcança o moderno. No município é
possível apreciar a evolução urbana de uma vila colonial mineira, cujo núcleo histórico permanece bastante
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preservado em harmonia com as construções ecléticas do século XIX e as mudanças ocorridas no século
XX. Por isso, a localidade apresenta-se como cenário perfeito para as diversas produções e expressões
artísticas e culturais. Tal potencial vem sendo explorado pela grande mídia, tanto pelo cinema quanto pela
televisão, embora é limitado as iniciativas regionais. Além do mais, seu potencial turístico tem sido
ampliado por esta incluída no roteiro do “Projeto Estrada Real”.
No campo das artes performáticas e cinéticas, embora a cidade tenha sido protagonista no teatro amador no
início século XX, com a presença de diversas companhias como a de Antônio Guerra, promovido festivais
de teatro, atualmente são escassas as iniciativas neste campo. Assim como no teatro, o mesmo ocorreu em
relação a produção e exibição cinematográfica. A cidade vivenciou a “era de ouro” do cinema nos anos
1950 a 1960, com várias salas de exibições. Para os interessados na sétima arte, atualmente, quase sempre,
resta sair da cidade quando se deseja assistir algum filme, ou correr o risco de encontrar uma película
interessante, mas nem sempre, em alguma locadora. Na cidade também não existe nenhum espaço para
assistir, falar e discutir cinema em forma de cineclube.
2.1 - Justificativa
Diante da escassez de salas de cinema e de um local para se refletir sobre a sétima arte, aliado a
possibilidade de trabalhar em parceria com o coletivo de produção de vídeo-arte, que é também objeto deste
Plano de Institucional, se justifica a criação de um videoclube no Campus do IF São João del Rey. Além da
sua função de cinemateca, o cineclube organizará todo o processo de circulação da produção relativo aos
registros de manifestações culturais e artística da região, realizado pelo grupo do Instituto que propuseram a
esta tarefa, em forma de “cinema na praça”, nas periferias e zona rural. Sendo assim a estruturação física do
cineclube aliada circulação de seu acervo de forma itinerante, configuraria, desta forma em um novo lugar
para se refletir, produzir e divulgar a cultura e arte regional.
Por fim, a proposta do nome de “Antônio Guerra” para o cineclube busca valorizar o empreendedor cultural
são-joanense, por ter sido ele um pesquisador, ter registrado e divulgado as atividades culturais e artísticas
da cidade relativo a mais de dois séculos de história. Esta proposta de trabalho pretende pesquisar e
registrar, assim como ele o fez por meio de seus álbuns de fotografia, mas agora, por meio de outras formas
de registro visuais, vídeo, dvd etc., as manifestações artísticas locais, bem como proporcionar à população,
dentro das instalações do Campus do IF Sudeste MG e na circulação de seus acervos, um novo espaço
cultural destinado a fruição estética, tendo como protagonista a arte inventada pelos irmãos Lumière,
gratuita e aberta a todos, e, em algumas oportunidades, com a presença das mãos de pessoas locais.
2.2 – Orçamento para a montagem do Cineclube
Aquisição de equipamento para projeção - R$ 5.800,00
Aquisição Tela de projeção – R$ 3.500,00
Aquisição Caixas de som - R$ 6.300,00
Conjunto de cabos - R$ 800,00
Microfones headset - R$ 2.000,00
Materiais de divulgação: R$ 1.000,00
Aquisição de Filmes: R$ 4.000,00
Custos de licenças: R$ 2.000,00
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Nota: o mesmo Estagiário “Oficineiro” do “Coletivo de Vídeo-Arte, será responsável, junto com os alunos
deste Coletivo, pela implantação do Cineclube. No entanto todo o processo terá a supervisão de um
professor da Instituição
Custo total de implantação de um Cineclube no Campus São João del Rey: R$ 25.400,00
2.3 – Cronograma da ação
Ação 2 – Implantação de Videoclube em São João Del Rey
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Aquisição de equipamentos
Aquisição de filmes
Material de divulgação
Licenças
Seções de cinema
Ação 2 – Implantação de Videoclube em São João Del Rey
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Aquisição de equipamentos
Aquisição de filmes
Material de divulgação
Licenças
Seções de cinema
Eixo temático 4 – Diversidade Artística-Cultural
Ação 1 – Os Candendês e Puris barbacenenses em cena
A ação que pretendemos realizar tem um aspecto simbólico, uma espécie e pagamento de uma dívida do
Campus Barbacena do Instituto Federal para com a Comunidade Rural Remanescente Quilombola dos
Candendês, de Ponto Chic do Martelo, e da Comunidade Remanescente de Índios da Etnia Puris, de Padre
Brito, no município de Barbacena. Ambas as comunidades já foram alvo de ações de nossa Instituição, mas
de forma extensionista e esporádica, voltado para aspectos da agricultura, já que esta era a única função,
anteriormente de nossa Escola, uma Escola Agrícola. Atualmente com a transformação em Campus dos
Instituto Federais, com a ampliação do leque de cursos, novas demandas destas populações têm chegado as
nossas salas de aulas, inclusive um grupo consistente de mulheres Candendês e Puris, tem aproveitado das
vagas ofertadas do Programa Mulheres Mil pelo Campus para conseguirem alguma qualificação
profissional
É neste contexto de aproximação Instituto e Comunidade Quilombola e Puris, para além de uma formação
profissional, é pretendemos aproximar mais do grupo, inclusive esta vontade tem sido demonstrada por eles
mesmos no contexto de sala de aula. O objetivo desta aproximação é de oferecer um suporte no intuito de
que eles possam protagonizar um resgate de suas práticas culturais, a partir de um levantamento dos saberes
e fazeres tradicionais e de forma oral entre os mais velhos das comunidades. Este procedimento visa à
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preservação cultural, sua valorização como identidade e memória e a criação de produtos culturais
sustentáveis que possam ser comercializados para a geração de trabalho e renda através de
empreendimentos criativos. Para esta empreitada o Sindicato dos Trabalhadores e Empregados Rurais de
Barbacena e Região – SINTER – e a Associação das Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais da Comunidade
Rural Remanescente Quilombola dos Candendês serão os agentes mediadores desta tarefa.
Faz parte desta ação a catalogação e registros das atividades artísticas e culturais nos campos da dança,
música, artesanato, alimentação e demais atividades constituintes de cada etnia. No entanto, todo este
trabalho, além de seus aspectos culturais e como instrumento de afirmação indenitária, será posteriormente
trabalhado em forma de bens culturais sustentáveis e comercializáveis no intuito de formação de
empreendimentos criativos com objetivo de gerar renda para a comunidade, utilização de mão de obra e
administração local e com distribuição equitativa dos lucros obtidos.
1.1 - Justificativa
As ações afirmativas de comunidades constituídas por povos tradicionais tem sido alvo de preocupação do
poder público no sentido de incentivá-las e de ocuparem o seu lugar dentro da nossa cultura, muitas vezes
dominados por visões eurocêntricas. As comunidades remanescentes de quilombos e indígenas encontramse em situação de vulnerabilidade sociocultural praticamente em todo o território nacional, o que coloca em
risco culturas, territorialidades e a sobrevivência de milhares de seres humanos. Estabelecer políticas
públicas de preservação e valorização de seus saberes e fazeres é garantir a memória e a identidade de
brasileiros que ajudaram na formação do nosso contexto de nação.
A Comunidade Rural Remanescente Quilombola dos Candendês, de Ponto Chic e a Comunidade
Remanescente de Índios da Etnia Puris de Padre Brito são reconhecidas como patrimônio cultural imaterial
dos barbacenenses pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Artístico de Barbacena. As referidas
comunidades vivem em situação de vulnerabilidade sociocultural geradas pela ausência de políticas
públicas efetivas, comprometendo a territorialidade e a sobrevivência. Formada basicamente por famílias de
baixa renda, que têm como fonte principal a agricultura de subsistência, não possuindo estrutura de
equipamentos básicos (saneamento em toda a sua extensão).
Segundo dados da administração pública, a localidade de Ponto Chic tem menos de dois mil habitantes,
entre o pequeno núcleo urbano às margens da rodovia MG 338 e a zona rural e é um dos povoados mais
antigos do município. O fundador do quilombo, denominado Antônio Lourenço, o “Candendê” Já a
comunidade de Padre Brito, parte dela é remanescente da etnia indígena Puris, vive atualmente da
agricultura de subsistência e de trabalho na produção leiteira, toda ela voltada para usinas de leite existentes
no vizinho município de Ibertioga.
A valorização dos saberes e fazeres de dois povos tradicionais, até então marginalizados dentro do processo
cultural do município, é uma forma de pagamento de dívida, aqui com a ação do IF Barbacena, para com
aqueles que, muitas vezes, contra suas vontades e princípios, foram os construtores do espaço social em que
vivemos, e , desta forma, trazer à tona a importância das duas comunidades na constituição do município de
Barbacena, com isso ampliar suas autoestimas e aproximá-los de forma definitiva ambiente escolar.
Internamente, na nossa Instituição, despertar um novo olhar para estes indivíduos, reconhecidos, estimados
e valorizados.
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1.2 -Fundamentação Teórica:
A identidade étnico-cultural é fonte de sentido e de construção do real, mesmo se aparece como
marginalizada. Os processos culturais são conflitivos e, em cada etnia, há uma história de luta pela
determinação de seus valores.
Entende-se o étnico como um processo que se constrói nas práticas sociais em perspectiva relacional. A
consciência de que a sociedade está cruzada por oposições e tensões de classe, étnicas, de gênero e outras,
com interesses frequentemente contrapostos, indica a necessidade de se desenvolver pesquisas que mostrem
como a escola atuou e atua na realidade diante do desafio da diversidade de culturas. Em nossa perspectiva
a escola não é o lugar a mais de exclusão das minorias étnicas, e sim o lugar chave, porque ela é essencial
na produção e reprodução da cultura. Por isso se constitui no espaço para a herança múltipla, polifônica das
tradições culturais, e, redescobrindo-as, é um passo para se entender que significações podem produzir na
articulação dos processos educacionais.
1.3 - Objetivos
Identificação e registro das práticas culturas tradicionais;
Criação de produtos culturais;
Geração de trabalho e renda através da implementação de empreendimentos criativos;
1.4 - Resultados previstos
Elevação da autoestima destes povos e dar visibilidade a história oral desta população objetivando
reconhecimento e valorização destes indivíduos como construtores e membros da comunidade
barbacenense. A disponibilização de produtos culturais comercializáveis com a identidade das etnias. A
elevação do nível socioeconômico dos integrantes das duas comunidades. Recuperação do meio ambiente
na geração de insumos.
1.5 – Cronograma da Ação
Ação 1 – Eixo temático 4 - Os Candendês em Cena
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Formação da equipe de trabalho
Estudos sobre a História dos distritos de Padre Brito e Ponto Chic
Discursão com as comunidades e lideranças sobre o projeto
Pesquisa de campo para consolidar os conhecimentos dos aspectos culturais das
etnias
Levantamento de possibilidades de produção de bens culturais comercializáveis
Desenvolvimento das formas de comercialização
Estruturação do empreendimento mercantil
Legalização das cooperativas
Estruturação do espaço da cooperativa
Aquisição de insumos
Material gráfico de marketing e embalagem
Início da produção
Acompanhamento da produção e comercialização
Relatório de prestação de contas
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Ação 1 –Eixo temático 4 - Os Candendês em Cena
Atividades
Mês da atividade
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18
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20
Formação da equipe de trabalho
Estudos sobre a História dos distritos de Padre Brito e Ponto Chic
Discursão com as comunidades e lideranças sobre o projeto
Pesquisa de campo para consolidar os conhecimentos dos aspectos
culturais das etnias
Levantamento de possibilidades de produção de bens culturais
comercializáveis
Desenvolvimento das formas de comercialização
Estruturação do empreendimento mercantil
Legalização das cooperativas
Estruturação do espaço da cooperativa
Aquisição de insumos
Material gráfico de marketing e embalagem
Início da produção
Acompanhamento da produção e comercialização
Relatório de prestação de contas
1.6 - Orçamento da ação
Coordenador com formação especializada: R$ 1.200,00 x (20 meses): R$ 24.000,00
Insumos (aluguel de espaço temporário nas comunidades e infraestrutura): R$ 12.000 (20 meses)
Materiais diversos: R$ 1.500,00
Total do custo da ação: R$ 37.500,00
Ação 2 – Difusão e formação de coletivos artísticos da cultura do “Tambor Mineiro” - Parceria com o
Grupo INGOMA
2.1 – Apresentação
Difundir a cultura afro-brasileira especificamente, a história do Congado Mineiro, através de oficinas de
percussão abertas à comunidade ministradas por um musicista com vasta experiência no tema. Pretende-se
que ao longo de 20 meses consigamos formar dois coletivos de música a partir da parceira como INGOMA.
A proposta vem contemplar a formação no Campus do Instituto Federal em Juiz de Fora do Núcleo de
Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas – NEABI do IF Sudeste MG Campus Juiz de Fora, criado no
propósito de apoiar e orientar as ações que serão apresentados nos eventos do calendário do câmpus.
Em novembro de 2013, a equipe do NEABI organizou a I Semana de Cultura e da Consciência Afrobrasileiras, que contou com atividades diversas, com destaque para uma exposição de painéis sobre
trajetória de lutas e conquistas da população negra no país e, ainda, a realização de debates e exibição de
curtas e documentários sobre as raízes históricas do racismo, a persistência no cotidiano de desigualdades e
injustiças engendradas pelo passado escravista da sociedade brasileira e a importância e abrangência das
políticas afirmativas no Brasil contemporâneo. Ainda, no NEABI é ministrada a disciplina História e
Cultura Afro-Brasileira e Indígena que virá embasar as ações do Plano de Cultura especificamente na
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elaboração do produto final do projeto.
As oficinas abordam a cultura do tambor mineiro e são ministradas utilizando o método d´O Passo. Os
ritmos são do congado mineiro e incluem cancioneiro popular brasileiro. As oficinas terão lugar no Câmpus
Juiz de Fora do IF Sudeste MG e pretende que ao final de cada oficina, ao todo duas de seis meses,
tenhamos dois corpos artísticos desta natureza. Esses corpos artísticos farão apresentações no nosso
Circuito Cultural e também em ocasiões especiais e datas comemorativas tais como Festa do Divino, Festa
de Nossa Senhora do Rosário, em escolas públicas do ensino fundamental e médio, associações de bairros,
entre outros. O transporte para estes eventos será a contrapartida do Campus. Das 25 vagas a serem
oferecidas a cada oficina, 10 delas serão reservadas preferencialmente a alunos da rede pública de ensino
médio da vizinhança do Campus de Juiz de Fora com histórico de violência.
2.2 – Justificativa
O Congado mineiro é uma expressão artística que faz parte das tradições afro-mineiras, mas que contém a
história das celebrações religiosas aliadas a influencias africana.
Segundo a Federação dos Congados do Estado, Minas Gerais tem a maior concentração de congadeiros do
país. Apesar disso, ainda persiste um desconhecimento e preconceito por se tratar de uma manifestação
cultural afro-brasileira. Para professora de teatro da UFMG, Leda Maria Martins, “O congado é uma das
mais importantes manifestações afro-brasileiras, uma das mais importantes reconstituições e reconstruções
de saberes africanos no Brasil. E é um dos maiores signos da resistência negra” (Martins, 2014). Através da
música afro-mineira, busca-se firmar um diálogo com a sociedade e o fortalecimento da tradição musical do
estado.
O Tambor Mineiro é uma tradição típica do estado de Minas Gerais e traz no seu cerne parte constitutiva
da mineiridade, soando seus toques e toadas sempre familiares aos indivíduos imersos na cultura de nosso
estado. Artisticamente, apresenta instrumentação rica e extremamente acessível para o aprendizado musical.
Suas Caixas de Folia (tambores), Gungas e Patangomes (chocalhos de mão e de pé) misturam o som
ancestral, primitivo, às possibilidades musicais modernas. Essencialmente uma atividade de grupo, sua
execução coloca todos os participantes em sintonia, seja ela rítmica ou sensível, no momento em que
coletivamente partilham a experiência.
As experiências e expressões artísticas no geral são ferramentas eficientes de reflexão e transformação de
realidades. A criação de um espaço de livre expressão para jovens e adultos, que, muitas vezes, convivem
com a violência e com problemas sociais, é uma maneira de dar voz, expandir as possibilidades de
expressão, dar vazão a situações e sentimentos, muitas vezes reprimidos. A música, especificamente,
possibilita o desenvolvimento da concentração, da coordenação motora, do estímulo intelectual, da
expressão corporal, de palavras ou sons, da participação em atividades que despertem a sensibilidade.
2.3 – Fundamentação teórica
O Congo ou Congado é uma manifestação folclórica afro-brasileira vinculada com a religião e a escravidão.
As expressões mostram fusão de mito e religiosidade através dos vestidos e a música com vários elementos
simbólicos tais como bastão, espada e tamboril. Uma das oportunidades onde podem ser presenciadas essas
manifestações é nas Festas do Rosário espalhados pelas Minas Gerais.
O Congado é “a irmandade do rosário dos homens pretos”, assim define Nery no livro “Um olhar sobre o
Congado das Minas Gerais”, e continua,
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A identidade faz parte do tripé: história, identidade e cultura. As raízes do congado estão
na África, principalmente nos povos bantos. Toda identidade tem uma história. Até
mesmo a identidade de uma pessoa tem tudo a ver com a história dela, desde criança,
tudo que ela aprendeu dos pais, da escola, da vida. Uma identidade cultural surge na
história de comunidades ou povos. No congado, os antepassados, as almas dos escravos,
o fundador da irmandade, reis, rainhas, capitães falecidos são lembrados e
reverenciados. A cultura congadeira é fiel aos ancestrais. (Nery, 2012)
Uma forma de transmitir e conservar essa cultura é através da divulgação de sua pratica, da preservação de
seus ritos, missão que estamos assumindo nesta proposta.
2.4 –Custos da oficina de “Tambor Mineiro”
Oficina de ritmos do “tambor mineiro” segundo semestre 2015 (5 meses/2 horas semana): R$ 6.500,00
Oficina de ritmos do “tambor mineiro” segundo semestre 2016 (5 meses/2 horas semana): R$ 6.500,00
26 tambores (caixa de folia), valor unitário R$ 270,00: R$ 7.020,00
26 talabartes (correia) – valor unitário R$ 30,00: R$ 780,00
26 Pares de baquetas – valor kit R$ 155,00 (3 kits): R$ 455,00
Custos total da oficina de “Tambor Mineiro: R$ 21.255,00
2.5 - Cronograma projeto oficina de “Tambor Mineiro
Eixo Temático 4 - Ação 2 – Cronograma oficina de “Tambor Mineiro – início junho 2015 com intervalo de férias
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Reunião para planejamento das ações do projeto
Divulgação do processo seletivo
Seleção dos integrantes do coletivo primeira turma
Compra dos instrumentos e componentes
Desenvolvimento das oficinas
Apresentações do coletivo
Relatório final da etapa
Eixo Temático 4 - Ação 2 – Cronograma oficina de “Tambor Mineiro
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Reunião para planejamento das ações do projeto
Divulgação do processo seletivo
Seleção dos integrantes do coletivo segunda turma
Compra dos instrumentos e componentes
Desenvolvimento das oficinas
Apresentações do coletivo
Relatório final da etapa
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Eixo temático 8 – Memória, Museus e Patrimônio Artístico-Cultural
Ação 1 – Projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural de Barbacena (formação de guias em
patrimônio)
1.1 – Apresentação
Este projeto visa a consolidação de um circuito cultural e formação de guias-educadores em parceria
Instituto Federal Campus Barbacena e a Escola de Educação Patrimonial da mesma cidade, para atuarem
como guias do projeto visitas guiadas, além de estabelecer a sistemática destas vistas. O projeto propõe
promover ações de Educação Patrimonial usando como referência principal o corredor central da cidade de
Barbacena onde situam grande parte dos bens imóveis tombados. Ou seja, este corredor representa um
mosaico histórico que reúne passado e presente – além de ser chamado também do centro financeiro e
comercial do município. Temos, por exemplo, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (patrimônio
municipal), Matriz de Nossa Senhora da Piedade (patrimônio federal), Prédio da Câmara Municipal, Solar
dos Andradas (patrimônio federal), Praça Conde de Prados (municipal), Solar dos Penna (municipal), Casa
da Cultura (estadual), Matriz de Nossa Senhora da Boa Morte (federal), entre muitos outros. É preciso
entender que, mais do que recuperar o interesse no espaço construído das cidades, é interessante
compreender as atribuições simbólicas vinculadas a este espaço a fim de evitar o risco de converter a cidade
em uma espécie de museu, já que o espaço urbano está em constante movimento e diálogo com os cidadãos
e o Poder Público.
As visitas serão realizadas a partir de agendamentos com a comunidade acadêmica do IF- Campus
Barbacena; escolas da rede municipal, estadual e privada; além de associações moradores de comunidades
em situação de vulnerabilidade sociocultural; integrantes do Grupo Melhor Idade e usuários da rede pública
de saúde mental de Barbacena. Nessas instituições são encontrados os guias que executarão as atividades,
devidamente treinados e capacitados pelos projetos.
As visitas contarão com o auxílio de um folder com mapa que identificará os usos antigos e novos dos
espaços, propondo, desta forma, que os participantes estabeleçam seus próprios significados para o espaço
através de apropriações não oficiais e que reconheçam uma cidade em constante transformação e uma
extensão de seus moradores. A construção destes significados possui grande potencial para despertar o
interesse dos participantes em relação ao patrimônio que visitam, favorecendo desta forma o
reconhecimento dos bens que lhes pertencem e sua necessária preservação. Assumir que determinada ação,
objeto ou espaço físico tem algo com que nós nos identificamos, transforma nossa percepção, predispondonos à preservação do que consideramos como público, ou seja, “nosso”.
1.2 - Justificativa
O projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural de Barbacena foi criado no ano de 2009 durante a 1ª
Jornada Mineira do Patrimônio Cultural, promoção do Governo de Minas Gerais e do Instituto Estadual do
Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA-MG, numa parceria com a Escola de Educação
Patrimonial de Barbacena, Fundação Municipal de Cultura, Secretaria Municipal de Educação, Conselho
Municipal do Patrimônio Histórico e Artístico de Barbacena e 3ª Superintendência Regional de Ensino. A
partir do Plano Inventário Municipal foi elaborado um roteiro cultural na região central da cidade, local do
surgimento do primeiro povoado e onde estão localizados imóveis de valor histórico e arquitetônico, com
muitos bens tombados pelo Município, Estado e União.
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Com o intuito de criar e explorar espaços onde os participantes da visita possam preparar-se para uma
observação crítica e construtiva do patrimônio comum, em especial ao que se refere a seu patrimônio
cultural material, imaterial e ambiental, o projeto apresenta-se como oportunidade para destacar elementos
da identidade sociocultural dos barbacenenses. Instrumentalizar este programa é colocar a Educação
Patrimonial como fator primordial para a cultura, preparando cidadãos cientes do seu papel no espaço
público, na cultura e na preservação da história.
1.3 - Objetivo Geral:
Executar um roteiro cultural na região central da cidade, utilizando o olhar e a interpretação como forma de
abordagem, enfatizando aspectos históricos e os diversos estilos arquitetônicos presentes em Barbacena,
como o barroco, o colonial e o eclético, e os usos culturais dos espaços, de forma a proporcionar a
Educação Patrimonial e valorizar, com isto, a história do município e a memória urbana.
1.4 - Objetivos Específicos:
Promover visitas guiadas ao patrimônio cultural de Barbacena num eixo cultural e central da cidade
compreendido entre a Praça do Rosário e a Praça Conde de Prados; elaborar material acerca da história de
Barbacena vista através da arquitetura e dos espaços culturais e fatos históricos para ser distribuído a todas
as escolas da rede municipal de ensino de Barbacena e demais centros culturais como forma de propagação,
visando a acessibilidade aos resultados do projeto.
1.5 - Público-alvo
Os guias a serem treinado para o projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural de Barbacena são
provenientes das seguintes instituições:
Alunos, professores e funcionários do IF Barbacena; estudantes das redes de ensino públicas e privada de
Barbacena; comunidades em situação de vulnerabilidade sociocultural; integrantes de grupos da Terceira
Idade; usuários do sistema de saúde mental municipal
1.5 - Resultados previstos
Valorização do patrimônio cultural barbacenense através das visitas guiadas com interpretação patrimonial
Sensibilização da população para a proteção e preservação do patrimônio da cidade, como exercício de
cidadania e de espaço para fortalecimento de processos identitários locais.
Capacitação de 100 guias culturais para realização de visitas guiadas de interpretação patrimonial
1.7 - Fundamentação Teórica
Quem diz patrimônio diz herança! Esta frase permite encaminhar perguntas delas derivadas: o que do
passado recebemos como herança? O que do passado achamos importante preservar? Assim começa Lucia
Lippi Oliveira (2008: 26) ao desvendar a questão do Patrimônio como política cultural. Assim, segundo a
autora, ao falarmos de patrimônio estamos lidando com história, memória e identidade, conceitos interrelacionados cujos conteúdos são definidos e modificados ao longo do tempo. A noção de patrimônio
confunde-se assim com a de propriedade herdada. O processo pelo qual se forma um patrimônio é o de
colecionar objetos, mantendo-os fora do circuito das atividades econômicas, sujeitos a uma proteção
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especial e expostos ao olhar dos homens. O valor desses objetos é determinado pelos mitos e pelas
tradições.
No Brasil, a história institucional do patrimônio começa em 1934 com a criação da Inspetoria dos
Monumentos Nacionais e posteriormente, em 1936, o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(Sphan). A primeira fase do Sphan foi caracterizada pela política do tombamento e pelo reconhecimento de
“bens de excepcional valor”. Podemos destacar neste período o predomínio da perspectiva estética
vinculada ao barroco. O passado colonial era visto como o repositório da originalidade da formação
nacional. Para historiar a criação do serviço federal de patrimônio, é preciso retornar às cidades coloniais de
Minas Gerais. Essas cidades barrocas foram sendo redescobertas ao longo da Primeira República. As
viagens a Minas Gerais começaram a ganhar status de experiência de conversão à brasilidade, de
redescoberta do Brasil, configurando o passado colonial barroco como o primeiro estilo brasileiro.
Estas viagens ao passado, ao encontro de uma herança até então abandonada e decadente, tiveram o efeito
de produzir uma nova consciência: a da necessidade de salvar vestígios do passado. Foi se constituindo um
discurso que passou a dizer: é preciso proteger os monumentos do abandono, impedir a dilapidação daquele
tesouro. Essa demanda surgiu nos anos 1920 e tomou forma na década de 1930, quando se reconheceu a
necessidade da ação do Estado. Nesses discursos que produzem a identidade nacional, a nação se faz
representar por seu patrimônio e este exprime sua identidade, sua memória. Assim, o patrimônio cultural
passa a ser julgado por sua “autenticidade”, isto é, ser mais ou menos próximo daquilo que significa
(Gonçalves, 1991).
Em nossos dias, no Brasil, as propostas de categorização de bens que possam constituir em patrimônio
cultural, expandiram para outras categorias e são avaliados levando em consideração a importância do
objeto, da edificação, da manifestação como referência cultural para grupos sociais. Vale notar que, em vez
da ideia de autenticidade – originalidade e permanência – que guiava o campo da preservação objetivando a
classificação de patrimônio histórico cultural, agora são tomadas como parâmetro as noções de referência
cultural e de continuidade histórica. Desta forma em Barbacena não é diferente, em princípio havia uma
valorização essencialmente de seu passado barroco, mas hoje em dia, transcende a época de Ataíde e
Aleijadinho e está a caminho a valorização arquitetônica de outras épocas vividas pela Cidade, e, inclusive
de outras formas culturais para além da época colonial e que fazem atualmente parte do corredor cultural
central de Barbacena.
1.8 – Custo da ação
1 Coordenador técnico, 20 meses x 700: R$ 14.000,00
1 Estagiário de apoio ao projeto R$ 350 x 20meses: R$ 7.000,00
Ajuda de custo lanches para os guias: R$ 2.000,00
Materiais, dvds, apostilas: R$ 2.000,00
Material gráfico de divulgação R$ 3.000,00
Custo total da ação Projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural: R$ 28.000,00
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1.9 – Cronograma e etapas da ação
Ação 1 – Temática 8 - Projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural de Barbacena (formação de guias)
Atividades
Mês da atividade
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Elaboração do folder com mapa ilustrativo
Oficina de capacitação dos guias culturais
Elaboração dos calendários de visitas
Realização das visitas
Produção de material de divulgação visual
Distribuição do material visual
Relatório final
Ação 1 – Temática 8 - Projeto Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural de Barbacena (formação de guias)
Atividades
Mês da atividade
11
12
13
14
15
16
17
18
19
10
Elaboração do folder com mapa ilustrativo
Oficina de capacitação dos guias culturais
Elaboração dos calendários de visitas
Realização das visitas
Produção de material de divulgação visual
Distribuição do material visual
Relatório final
2.6 Objetivos do Plano de Cultura:
Objetivos Gerais:
O Plano de Cultura do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais visa a consolidação da Instituição
como mediadora no campo da cultura e da arte em seu espaço social, segundo sua função determinada na
lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica
e Tecnológica e criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. No sentido que fala
Bourdieu (2007), as relações entre arte e cultura e o público em geral é caracterizado por o que ele
denomina de “violência simbólica”, onde as práticas artísticas culturais são dificultadas aos menos
favorecidos, reservados a uma elite culta que possui o acesso, por questões econômicas, as práticas culturais
de maior prestígio. Sendo assim, e função do poder público, na medida do possível, dá fim a esta “violência
simbólica” oferecendo a todos as mesmas possibilidades de fruição estética e de adquirir, com isso, o “amor
pela arte”. Propomos um trabalho árduo de sedução dos indivíduos – professores, alunos, funcionários – do
nosso espaço acadêmico em relação as questões do “gosto” em arte e cultura e a partir daí contaminar (no
bom sentido) todos aqueles que nos acercam, indiferentemente de classe social, sexo, cor, opção sexual.
Objetivos Específicos:
Devido a amplitude da Instituição, com unidades em diferentes municípios da Zona da Mata e Campos das
Vertentes em Minas Gerais, com históricos de atuação bem diferentes, além de contato com relações
culturais de ordem diversas, os objetivos específicos de cada ação das diferentes linhas temáticas estão em
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suas propostas em separado. No entanto, de forma geral, os objetivos específicos que nos nortearão nesta
empreitada podem ser resumidos de forma sucinta:
- Criar as bases de um Circuito Cultural permanente, democratizando o acesso as manifestações artísticas
culturais, e que este evento seja o ápice da aproximação, em termos artísticos culturais, da relação IF
Sudeste MG e o grande público das microrregiões onde localizam seus Campus;
- Formar coletivos de arte em todas as unidades. Tais coletivos, além de contribuir para a missão educadora
em salas de aulas, também levará entretenimento associado a conhecimentos a todo o seu espaço social,
visando em especial as categorias de indivíduos menos favorecidos economicamente e vivendo em situação
de vulnerabilidade social.
- Através da aproximação da Instituição ao grande público, com suas ações no campo da cultura e da arte,
reduzir a desconfiança das populações menos favorecida em relação às suas possibilidades de acesso à
educação pública de boa qualidade, uma vez que muitos deles consideram os Institutos e Universidades
como um espaço inacessível a eles, e, desta forma fazer com que eles reavaliem as suas concepções,
passando a compreender o acesso como uma possibilidade e um direito.
- Estimular a autoestima de artistas e do público da região, o que compreende desenvolver a autonomia
na construção de seu lugar de sujeitos do próprio processo artístico-cultural.
2.7 Metas do Plano de Cultura:
No espaço de dois anos estabelecer um ambiente de “boa vontade” para com a cultura em uma instituição,
historicamente voltada para uma educação de forma tecnicista, formadora de mão de obra. Inaugurar um
calendário de eventos culturais a partir de implantação do “Circuito Cultural” que se transforme em
referência para as cidades onde estão localizadas os nossos Campus, de forma que esta ação passe a se
constituir em atração turística regional, trazendo com isso possibilidades de ampliação da oferta de
empregos e renda.
Transformar a instituição em grande mediadora entre a políticas públicas voltadas para a cultura e arte e as
comunidades residentes no seu espaço social de atuação.
2.8 - Metodologias:
Visamos na construção de nosso Plano Institucional de Cultura trabalhar, na medida do possível, todos os
nossos coletivos de arte e cultura, apesar de incentivá-los também a realizar recitais, performances, de
forma independente, dentro de uma perspectiva da noção de obra de “arte total” (Gesamtkunstwerk), que
passou a fazer parte central do debate no campo arte e da cultura nas primeiras décadas do século XX.
O pensamento original de uma síntese da arte e da vida como uma condição da modernidade foi
apresentada em 1849 por Richard Wagner (2003) em seu ensaio "o trabalho de arte do futuro" (das
Kunstwerk der Zukunft), mas o termo não foi amplamente utilizado até o final do século XIX, quando
passou a representar uma nova atitude sobre classe, meio ambiente, o consumo e arte (Harrison et Wood:
1998). Wagner visualizou a unificação das artes em direção a um objetivo comum, neste caso da ópera
dramática. Para ele o drama seria um produto da colaboração de todas as artes, e, através desta "comunhão",
a Gesamtkunstwerk, poderia, assim, ser apreendido e compreendido pelo público em geral, não apenas por
uma a elite dotada do “amor pela arte” de que fala Bourdieu (2007).
A pesquisadora em Arte-educação da ECA-USP, Ana Mae Barbosa (1985) discorre sobre a carência de
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pessoal capaz de uma ação estimuladora da curiosidade pela arte, da compreensão e do fazer artístico. A
partir de sua perspectiva, os ensinamentos em arte deve considerar as particularidades de seu público
(aluno, plateia) a exercitar e estimular o processo criativo visando o desenvolvimento de valores relativos
ao universo do pensamento simbólico, estimulando-os na exploração consciente de suas potencialidades,
bem como enriquecendo e ampliando o repertório criativo estimulando a imaginação.
A partir da perspectiva Mae Barbosa, visualizamos as ações surgidas em cada uma das linguagens artísticas,
como possibilidades de diálogos com as comunidades nas quais se insere o Instituto Federal do Sudeste de
Minas Gerais e, da mesma forma, abrem caminhos de reflexão que levam em consideração as realidades de
cada um desses contextos. Assim, partindo do princípio de que as ações culturais e artísticas da Instituição é
um programa também de formação, nesses diálogos, propõe-se como suporte teórico para a sua realização,
a abordagem triangular, nos termos estudados pela autora (1985; 1991; 1999) notadamente em sua
perspectiva multiculturalista. Segundo a pesquisadora a sustentação da educação em arte, dá-se sobre três
eixos: apreciar, contextualizar e fazer, não necessariamente nesta ordem e desta forma estão nossas ações
programadas neste Plano Institucional de Cultura. Teremos momentos de apreciação, de fruição estética,
estamos também, na medida do possível, contextualizando nossa atuação dentro de um contexto social, e
por último estamos propondo várias atividades que resultarão em manifestações de nossa comunidade
acadêmica e de nosso espaço social em forma de apresentações culturais e artísticas.
2.9- Avaliação:
O processo de avaliação será realizado de forma continuada. Teremos uma coordenação central, na Próreitoria de Extensão, ocupada pelo Diretor de Extensão e as coordenações locais que serão comandadas
pelos Diretores de Extensão de cada Campus. Faremos reuniões mensais ao longo dos 24 meses do plano,
no intuito de avaliar o andamento das ações e reposicionar no caminho mais eficiente quando se fizer
necessário.
Toda a nossa atividade neste Plano de Cultura será registrada por relatórios e visualmente para que
tenhamos ao fim deste um portfólio consiste, e desta forma, ter mecanismos de divulgação para atrair a
iniciativa privada para investimentos em nosso projetos artísticos-culturais e não ficarmos dependente
somente de recursos oficiais.
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3. Cronograma Físico:
Do ponto de vista de investimento em estrutura física teremos10 grandes atividades que ocorrerão conforme
quadro abaixo:
Mês
Atividade
Junho
2015
Setembro
2015
Outubro
2015
Maio
2016
Maio
2017
Aquisição de equipamentos, instrumentos musicais para os coletivos de
arte e vídeo
Adaptação dos vagões do “trem de prata” para o coletivo de arte do
Campus Santos Dumont
Adaptação do veículo utilitário para a “trupe” de Rio Pomba
Adaptação de um imóvel locado para o projeto dos Candendês e Puris
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em Muriaé
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em Rio Pomba
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em Barbacena
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em Juiz de For
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em S. Dumont
Infraestrutura de Palco e show, etapa do circuito cultural em S. J. del
Rey
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3.1 Cronograma Financeiro Resumo:
Cronograma Financeiro Geral do Plano Institucional de Cultura do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Desembolso mensal
Cronograma Financeiro Geral - Total/Mês
1
Junho/15
2
Julho/15
3
Agost/15
14.410
62.090
100.710
13
Junho/16
14
Julho/16
15
Agost/16
21.910
46.060
21.210
4
Set/15
84.344
5
Out/15
128.110
6
Nov/15
42.510
7
Dez/15
12.200
8
Jan/16
2.900
9
Fev/16
17.010
10
Mar/16
22.710
11
Abril/16
20.210
12
Maio/16
431.610
Totais dos meses 01 a 12: R$ 938.814,00
Cronograma Financeiro Geral- Total/ mês
16
Set/16
24.510
17
Out/16
17.510
18
Nov/16
17.510
19
Dez/16
5.100
20
Jan/17
2.900
21
Fev/17
18.410
22
Mar/17
15.210
23
Abril/17
15.210
Totais dos meses 13 a 24: R$ 561.186,00
Total dos Recursos Candidatura ao “Mais Cultura”: R$ 1.500.000,00
Total dos Recursos Solicitados: R$ 1.546.764,00
Observação: o cronograma financeiro detalhado pode ser observado nos anexos.
61
24
Maio/17
402.410
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3.2 - Envolvimento da comunidade na qual a Instituição está inserida:
Todas nossas ações, mesmo a que estão sendo projetadas no ambiente interno, visa, de certa forma, sair da
redoma dos muros de nossos Campus, e assim, possam ganhar o espaço público e desta forma, alcançar o
grande público, indiferentemente de classe, raça, credo ou opção sexual.
3.3 - Envolvimento do Plano de Cultura com a população em situação de vulnerabilidade social:
Em nossa perspectiva, produzir arte e cultura nos espaços tradicionais de apresentação da arte erudita, ou
apropriar de linguagens que verberam a norma culta, é justamente perpetuar a “violência simbólica” que
ocorre no campo da arte e da cultura. As estratégias pensadas para os nossos coletivos de arte e de nosso
Circuito Cultural, conforme pode ser observados nos escopos de suas ações, apresentadas nos itens
anteriores, possuem em suas essências o desejo e a obrigação de aproximar de populações em situação de
vulnerabilidade social. Através do encantamento provocado pela fruição estética, possa provocar nessas
populações um incremento positivo em sua autoestima, para que eles, contaminados (no bom sentido) por
esta energia, sejam protagonistas de ações que venham modificar, para condições melhores, os seus status
dentro do contexto social.
3.4 - Envolvimento do Plano de Cultura com a diversidade cultural brasileira:
As regiões das Zona da Mata e Campos das Vertentes estão fortemente relacionadas com os aspectos da
cultura brasileira. Situada entre Rio de Janeiro e a produção de Ouro e Diamantes dos tempos coloniais,
várias de suas cidades possui conjuntos arquitetônicos e aspectos da cultura imaterial que remetem a este
passado. Há de destacar que a região, em tempos mais recentes, fora centro de desenvolvimento da
manufatura têxtil e de expansão da industrial metal-mecânica, além de estar vivendo uma expansão da
atividade de mineração.
Visualizamos nossa atuação como mediadores artísticos-culturais, não somente em termos de incentivo de
aspectos da cultura popular, mas também trazer o erudito para o grande espaço público. Assim o faremos
com as turnês da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG). No entanto queremos também promover o
encontro deste “corpo” erudito com o popular, quando pretendemos colocar no mesmo palco a OSMG e o
Coral da Mulheres Mil de Barbacena no Circuito Cultural, passando por todas as nossas sedes, entoando
cantigas do cancioneiro folclórico e cantigas de roda. Em relação ao teatro popular, iremos buscar
referencias e treinamento junto ao Grupo Galpão, que nos ajudará a levar a literatura de Ariano Suassuna
em forma de Commedia dell’arte para as ruas através de nossas trupes mambembe, do nosso grupo de arte
circense, entre outros. Já, entre os nossos coletivos de música, existe a preocupação de trabalhar a música
da tradição mineira, onde iremos buscar no Congado, os ritmos, a percussão dos “tambores mineiro” e
outras manifestações.
Em relação ao Patrimônio como política cultural, a nossa preocupação é a formação de guias culturais para
trabalharem na recepção de turistas e até mesmo para conduzir população local aos monumentos
representante de nossa memória, no sentido de tomarem conhecimento de nosso passado de nossa tradição,
e, assim, seja um mecanismo de valorização da autoestima da população que aqui vive.
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________________________________________________________________________________________________
4. Referências Bibliográficas:
BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempos São Paulo: Perspectiva:
Porto Alegre: Fundação IOCHPE, 1991.
_________, Arte-educação: conflitos/acertos. São Paulo: Max Limonad, 1985.
_________, (org.) Arte-educação: leitura no subsolo. São Paulo: Cortez, 1999.
BARRAGAN, T. O. Atividades Circenses na Educação Física escolar: equilíbrios e desequilíbrios
pedagógicos. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Educação Física; Universidade Estadual de Campinas.
Campinas, SP.2012. 143p.
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Stadium, n. 195, p. 5-15, 2006.
______. A ginástica e as atividades circenses. In: GAIO, R.; GOIS,A. A.; BATISTA, J. C. F.(org.).A
ginástica em questão: corpo e movimento. 2. ed.São Paulo: Phorte, 2010.
______. Atividades circenses: notas sobre a pedagogia da educação corporal e estética. Cadernos de
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__. A distinção: crítica social do julgamento. Porto Alegre, Zouk, 2011.
__. A economia das trocas simbólicas. São Paulo, Perspectiva, 2005.
__. Goût de classe et styles de vie. Paris, Actes de Ia Recherche en Sciences Sociales, n° 5, out. 1976, p. 1843.
BRÉSCIA, Vera Lúcia Pessagno. Educação Musical: bases psicológicas e ação preventiva. São Paulo:
Átomo, 2003.
CALLIGARIS, C. Um adolescente um pouco sem rumo. Editora Publifolha, 2009. Comissão de Educação da
Câmara dos Deputados VII Seminário Regional - MA. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/atividadelegislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ce/arquivos/fanfarra-musica-educacao-disciplina-e-lazer.
Acesso em: 25/02/2015.
CARREIRA, André. Meyerhold Experimentalismo e vanguarda. Rio de Janeiro: E-papers, 2008.
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musical como meio de transformação social Goiânia: Dissertação de mestrado - Escola de música e artes
cênicas, Universidade Federal de Goiás, 2003.
DUPRAT, R. M.; BORTOLETO, M. A. C. Educação Física escolar: pedagogia e didática das atividades
circenses. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 28, n. 2, p. 171-189, jan. 2007.
ELIAS, Norbert. A Sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
GONÇALVES, José Reginaldo. Ideólogos do Patrimônio. Rio de Janeiro: IBCP,1991.
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HOBSBAWN. A invenção das tradições. São Paulo: Paz e Terrra, 2012.
JOBIM, Ana (org.). Cancioneiro Vinicius de Moraes: Orfeu Songbook. Rio de Janeiro: Jobim Music, 2003.
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PENNA, M. Música (s) e seu ensino. Porto Alegre: Sulina, 2008.
WAGNER, Richard. A obra de arte do futuro. Lisboa, Antigona, 2003.
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Anexos
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Cronograma Financeiro Geral do Plano Institucional de Cultura do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Desembolso mensal
Cronograma Financeiro Geral - Total/Mês
1
Junho/15
2
Julho/15
3
Agost/15
14.410
62.090
100.710
13
Junho/16
14
Julho/16
15
Agost/16
21.910
46.060
21.210
4
Set/15
84.344
5
Out/15
128.110
6
Nov/15
42.510
7
Dez/15
12.200
8
Jan/16
2.900
9
Fev/16
17.010
10
Mar/16
22.710
11
Abril/16
20.210
12
Maio/16
431.610
Totais dos meses 01 a 12: R$ 938.814,00
Cronograma Financeiro Geral- Total/ mês
16
Set/16
24.510
17
Out/16
17.510
18
Nov/16
17.510
19
Dez/16
5.100
20
Jan/17
2.900
21
Fev/17
18.410
22
Mar/17
15.210
23
Abril/17
15.210
Totais dos meses 13 a 24: R$ 561.186,00
Total dos Recursos Candidatura ao “Mais Cultura”: R$ 1.500.000,00
Total dos Recursos Solicitados: R$ 1.546.764,00
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24
Maio/17
402.410
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Cronograma Financeiro Geral Plano Institucional de Cultura do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais – Desembolso mensal
Mês/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação
Junho/15
Julho/15
Agost/15
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
1.500
4.500
11.300
8.000
1.500
1.500
3000
10500
1000
6000
1000
1000
500
5.700
11.500
21.700
8.200
1.700
1.200
2.200
6.200
12.000
2.200
9.700
2.200
3600
6600
600
5600
600
Jan/16
Fev/16
10
Mar/16
11
Abril/16
12
Maio/16
390.000
1.500
1.500
1.500
8.000
500
500
500
500
1.200
1.200
1.200
1.200
Circuito Cultural
Ação Trupe Mambembe Campus Barbacena
Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora
Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba
Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé
Ação Trupe Mambembe São João Del Rey
Ação Musicalização Campus Barbacena
1050
1050
1050
1050
2050
1050
1050
1050
1050
1050
Ação Musicalização Campus Muriaé
2700
3700
3700
2700
4200
7700
2700
4200
2700
2700
Ação Musicalização Campus Rio Pomba
3900
4400
5500
5900
5400
4900
3900
3900
3900
3900
Ação Musicalização Campus Santos Dumont
1000
27130
1000
1000
71000
1000
1000
1000
1000
1000
Ação Artes Circenses Campus Barbacena
1260
2010
3260
1260
1260
2760
1260
1260
1260
1260
17899
900
900
900
900
900
38000
Ação Projeto Orfeu da Conceição
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora
3900
300
800
4500
900
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Mês/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação
Junho/15
Julho/15
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey
Agost/15
2600
Ação Cineclube Campus São João Del Rey
Set/15
2000
Out/15
1000
Nov/15
1000
Dez/15
9300
7100
2000
1000
1800
2800
1800
1300
1300
1300
1100
3600
1100
1100
5
Out/15
128.110
6
Nov/15
42.510
7
Dez/15
12.200
8
Jan/16
2.900
Ação Candendês e Puris barbacenense em cena Cineclube
Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora
9735
Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio - Cultural Campus Barbacena
Cronograma Financeiro Geral - Total/Mês
1
Junho/15
14.410
2
Julho/15
62.090
3
Agost/15
100.710
4
Set/15
84.344
Jan/16
1800
10
Mar/16
1000
11
Abril/16
1000
12
Maio/16
1000
2000
1000
1000
1800
1800
1800
1300
1300
1100
1100
1100
1100
9
Fev/16
17.010
10
Mar/16
22.710
11
Abril/16
20.210
12
Maio/16
431.610
Fev/16
1000
1800
Totais dos meses 01 a 12: R$ 938.814,00
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Ação
Mês/ R$
13
Junho/16
14
Julho/16
15
Agost/16
16
Set/16
17
Out/16
18
Nov/16
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/17
390.000
Circuito Cultural
Ação Trupe Mambembe Campus Barbacena
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
6.000
1.000
1.000
1.000
1.000
500
8.200
1.700
1.700
1.700
1.700
1.200
9.700
2.200
2.200
2.200
2.200
5.600
600
600
600
600
Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora
Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba
Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé
24
Maio/17
Ação Trupe Mambembe São João Del Rey
1.500
1.500
1.500
1.500
1.200
500
500
500
500
1.000
1.200
1.200
1.200
1.200
Ação Musicalização Campus Barbacena
1.050
1.050
1.050
3.050
1.050
1.050
7.050
1.050
1.050
1.050
Ação Musicalização Campus Muriaé
2.700
3.700
3.700
4.200
2.700
2.700
2.700
2.700
4.200
2.700
Ação Musicalização Campus Rio Pomba
4.900
Ação Musicalização Campus Santos Dumont
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
1.000
Ação Artes Circenses Campus Barbacena
1.260
2.010
3.260
1.260
1.260
1.260
1.260
2.760
1.260
1.260
900
1.900
300
300
300
300
300
300
300
300
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora
2.000
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Cronograma Financeiro Geral – Plano Institucional de Cultura do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais - Desembolso mensal
Ação
Mês/ R$
13
Junho/16
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey
2.000
Ação Cineclube Campus São João Del Rey
2.000
Ação Candendês e Puris barbacenense em cena Cineclube
1.800
14
Julho/
16
1.000
15
Agost/
16
1.000
16
Set/16
1.800
1.800
Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora
Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural - Campus Barbacena
Cronograma Financeiro Geral- Total/ mês
1.100
2.600
2.100
13
Junho/16
14
Julho/16
15
Agost/16
21.910
46.060
21.210
17
Out/16
18
Nov/16
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/
17
24
Maio/17
2.300
1.800
1.800
1.800
1.800
1.800
1.800
1.800
1.800
1.300
1.300
1.300
1.300
1.300
1.100
1.100
1.100
1.100
1.100
22
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
15.210
402.410
1.000
16
Set/16
24.510
17
Out/16
17.510
18
Nov/16
17.510
1.100
19
Dez/16
5.100
1.100
20
Jan/17
2.900
1.100
21
Fev/17
18.410
15.210
Totais dos meses 13 a 24: R$ 561.186,00
70
1.100
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
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Cronograma Financeiro - Ação Circuito Cultural - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio de 2016
Ação Circuito Cultural
1
Junho/1
5
2
Julho/15
3
Agost/1
5
4
Set/15
5
Out/15
Meses/R$
6
7
Nov/15
Dez/15
8
Jan/16
9
Fev/16
10
Mar/16
11
Abril/16
12
Maio/1
6
45.000
Hospedagem componentes da orquestra x 3 cidades
Transporte de instrumentos x 3 cidades
Montagem de palco do circuito cultural x 3 cidades
Sonorização iluminação de Palco x 3 cidades
Montagem do espetáculo do Giramundo x 3 cidades
Espetáculo de Rua Grupo Galpão x cidades
Toaletes químicos x 3cidades
Espetáculo Grupo INGOMA x 3 cidades
Despesas com produção de grupos locais x 3 cidades
Alvarás licença do circuito cultural x 3 cidades
Desembolso mensal
24.000
75.000
105.000
65.100
33.000
24.000
10.500
6.000
2.400
390000
71
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Cronograma Financeiro - Ação Circuito Cultural - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio de 2017
Meses/R$
Ação Circuito Cultural
13
Junho/16
14
Julho/16
15
Agost/16
16
Set/16
17
Out/16
18
Nov/16
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/17
Hospedagem componentes da orquestra x 3 cidades
Transporte de instrumentos x 3 cidades
Montagem de palco do circuito cultural x 3 cidades
Sonorização iluminação de Palco x 3 cidades
Montagem do espetáculo do Giramundo x 3 cidades
Espetáculo de Rua Grupo Galpão x 3 cidades
Toaletes químicos x 3 cidades
24.000
75.000
105.000
65.100
33.000
24.000
10.500
Espetáculo Grupo INGOMA x 3 cidades
Despesas com produção de grupos locais x 3 cidades
Alvarás licença do circuito cultural x 3 cidades
Desembolso mensal
6.000
2.400
390.000
Cronograma Financeiro – Ação Trupe Mambembe Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Trupe Mambembe Campus Barbacena
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsistas estagiário do projeto (2)
Desembolso mensal
24
Maio/17
45.000
Junho/15
1.000
Julho/15
1.000
Agost/15
1.000
Set/15
1.000
Out/15
1.000
Nov/15
1.000
Dez/15
Jan/16
Fev/16
1.000
10
Mar/16
1.000
11
Abril/16
1.000
12
Maio/16
1.000
6.000
3.800
3.000
6.500
6.500
500
500
500
500
500
500
500
500
500
500
1.500
4.500
11.300
8.000
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
8.000
72
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
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Cronograma Financeiro – Ação Trupe Mambembe Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Trupe Mambembe Campus Barbacena
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsistas estagiário do projeto (2)
Desembolso mensal
Junho/16
1.000
Julho/16
1.000
Agost/16
1.000
Set/16
1.000
Out/16
1.000
Nov/16
1.000
Dez/16
Jan/17
Fev/17
1.000
22
Mar/17
1.000
500
500
500
500
500
500
500
500
500
500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
1.500
11
Abril/16
12
Maio/16
Junho/15
Desembolso mensal
24
Maio/17
1.000
1.500
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
23
Abril/17
1.000
Julho/15
Agost/15
1.000
Set/15
1.000
Out/15
1.000
Nov/15
1.000
Dez/15
1.000
1000
1000
Jan/16
Fev/16
Mar/16
6.000
3.500
3.000
5.000
3000
10500
1000
6000
73
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
Ação Trupe Mambembe Campus Juiz de Fora
13
Junho/16
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Desembolso mensal
14
Julho/16
1.000
15
Agost/16
1.000
16
Set/16
1.000
17
Out/16
1.000
18
Nov/16
1.000
1000
1000
1000
1000
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
5.000
6000
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba
Junho/15
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Julho/15
1.200
Agost/15
1.200
Set/15
1.200
Out/15
1.200
Nov/15
1.200
Dez/15
1.200
Jan/16
Fev/16
Mar/16
11
Abril/16
12
Maio/16
500
500
500
500
500
500
500
500
6.000
3.800
4.000
6.500
Bolsista estagiário
500
500
500
500
20.000
500
500
Restauração do veículo utilitário ícone da trupe
Desembolso mensal
500
5.700
11.500
21.700
8.200
1.700
1.200
74
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
Ação Trupe Mambembe Campus Rio Pomba
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsista estagiário do projeto
Restauração do veículo utilitário ícone da trupe
13
Junho/16
14
Julho/16
1.200
15
Agost/16
1.200
16
Set/16
1.200
17
Out/16
1.200
18
Nov/16
1.200
19
Dez/16
1.200
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
500
500
500
500
500
500
500
500
Fev/16
10
Mar/16
11
Abril/16
12
Maio/16
6.500
500
500
500
500
500
500
500
8.200
1.700
1.700
1.700
1.700
1.200
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsista estagiário (4)
Desembolso mensal
Junho/15
1.000
Julho/15
1.000
Agost/15
1.000
Set/15
1.000
Out/15
1.000
Nov/15
1.000
Dez/15
Jan/16
6.000
3.800
4.000
7.500
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
1200
2.200
6.200
12.000
2.200
9.700
2.200
1.200
1.200
1.200
1.200
75
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé
Diretor de teatralização
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsistas estagiários (4)
Desembolso mensal
13
Junho/16
14
Julho/16
1.000
15
Agost/16
1.000
16
Set/16
1.000
17
Out/16
1.000
18
Nov/16
1.000
19
Dez/16
1.000
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
1200
1200
1200
1200
1200
1.200
9.700
2.200
2.200
2.200
2.200
Junho/15
Desembolso mensal
24
Maio/17
7.500
1200
1.000
1200
1200
1200
1200
1.200
1.200
1.200
1.200
11
Abril/16
12
Maio/16
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe São João Del Rey - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/ R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Trupe Mambembe São João Del Rey
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsista estagiário (2)
23
Abril/17
Julho/15
Agost/15
6.000
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
Jan/16
Fev/16
Mar/16
3.000
5.000
600
600
600
600
600
3600
6600
600
5600
600
76
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Trupe Mambembe Campus Muriaé - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/ R$
Ação Trupe Mambembe São João Del Rey
13
Junho/16
Oficina Teatro de Rua Grupo Galpão
Oficina de teatro de bonecos do Giramundo
Diárias e transportes dos instrutores das oficinas
Custo de produção 1
Custo de produção 2
Bolsista estagiário (2)
14
Julho/16
15
Agost/16
16
Set/16
17
Out/16
18
Nov/16
600
600
600
600
600
5600
600
600
600
600
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
22
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
Fev/16
750
300
10
Mar/16
750
300
11
Abril/16
750
300
12
Maio/16
750
300
1050
1050
1050
1050
5.000
Desembolso mensal
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 1015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Musicalização Campus Barbacena
Coordenador musical
Estagiário secretário
Divulgação do projeto
Eventos Concursos
Desembolso mensal
Junho/15
750
300
Julho/15
750
300
Agost/15
750
300
Set/15
750
300
Out/15
750
300
Nov/15
750
300
Dez/15
Jan/16
1000
1050
1050
1050
1050
2050
1050
77
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
Ação Musicalização Campus Barbacena
Coordenador musical
Estagiário secretário
Materiais
Eventos concursos
13
Junho/16
750
14
Julho/16
750
15
Agost/16
750
300
300
300
16
Set/16
750
17
Out/16
750
18
Nov/16
750
300
300
300
19
Dez/16
20
Jan/17
21
Fev/17
750
22
Mar/17
750
23
Abril/17
750
24
Maio/17
750
300
300
300
300
1050
1050
1050
Fev/16
1200
10
Mar/16
1200
11
Abril/16
1200
12
Maio/16
1200
1500
1500
1500
1500
2700
2700
2000
6000
Desembolso mensal
1050
1050
1050
3050
1050
1050
7050
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Muriaé - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Musicalização Campus Muriaé
Coordenador musical
Bolsas alunos do coral (5)
Materiais diversos
Material de divulgação, apostilas, partituras
Uniformes
Produção de recitais
Desembolso mensal
Junho/15
1200
Julho/15
1200
Agost/15
1200
Set/15
1200
Out/15
1200
Nov/15
1200
1500
1500
1500
1500
1500
1500
Dez/15
Jan/16
1000
1000
5000
1500
2700
3700
3700
2700
4200
1500
7700
2700
4200
78
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Muriaé - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Musicalização Campus Muriaé
Coordenador musical
Bolsas alunos do coral (5)
Materiais diversos
Material de divulgação, apostilas, partituras
Uniformes
Produção de recitais
Desembolso mensal
Junho/16
1200
Julho/16
1200
Agost/16
1200
Set/16
1200
Out/16
1200
Nov/16
1200
1500
1500
1500
1500
1500
1500
Dez/16
Jan/17
Fev/17
1200
22
Mar/17
1200
23
Abril/17
1200
24
Maio/17
1200
1500
1500
1500
1500
1000
1000
1500
2700
3700
3700
4200
1500
2700
2700
2700
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Rio Pomba - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Musicalização Campus Rio Pomba
Coordenador artístico musical
Alunos músicos bolsistas (9)
Aquisição de cordas para instrumentos
Materiais para manutenção de instrumentos de sopro
Manutenção de equipamentos
Capas para instrumentos
Suporte de descanso para instrumentos
Materiais impressos, partituras
Pilhas, cabos, maletas para transporte
Desembolso mensal
Junho/15
1.200
2.700
Julho/15
1.200
2.700
Agost/15
1.200
2.700
Set/15
1.200
2.700
Out/15
1.200
2.700
Nov/15
1.200
2.700
Dez/15
1.200
2.700
Jan/16
2700
4200
2700
Fev/16
1.200
2.700
10
Mar/16
1.200
2.700
11
Abril/16
1.200
2.700
12
Maio/16
1.200
2.700
3900
3900
3900
3900
1.500
600
1000
1000
1.0000
500
1000
3900
4400
5500
5900
5400
4900
3900
79
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Rio Pomba - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Musicalização Campus Rio Pomba
Coordenador musical
Alunos músicos bolsistas (9)
Aquisição de cordas para instrumentos
Materiais para manutenção de instrumentos de sopro
Manutenção de equipamentos
Capas para instrumentos
Suporte de descanso para instrumentos
Materiais impressos, partituras
Pilhas, cabos, maletas para transporte
Desembolso mensal
Junho/16
1.200
2.700
Julho/16
Agost/16
Set/16
Out/16
Nov/16
Dez/16
Jan/17
Fev/17
22
Mar/17
Bolsistas aluno estagiário para apoio
Aquisição de instrumentos complementares
Adaptação dos Vagões do Trem de Prata
Desembolso mensal
24
Maio/17
1000
1000
1000
4900
2000
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Santos Dumont - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Maio 2015 a Junho 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Musicalização Campus Santos Dumont
Coordenador musical
23
Abril/17
Junho/15
750
250
Julho/15
750
250
Agost/15
750
250
Set/15
750
250
1000
1000
Out/15
750
250
Nov/15
750
250
Dez/15
Jan/16
Fev/16
750
250
Mar/16
750
250
11
Abril/16
750
250
12
Maio/16
750
250
1000
1000
1000
1000
26.130
70.000
1000
27130
71000
1000
80
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Musicalização Campus Santos Dumont - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Maio 2016 a Junho 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Ação Musicalização Campus Santos Dumont
Coordenador musical
Bolsistas aluno estagiário para apoio (1)
Aquisição de instrumentos complementares
Adaptação dos Vagões do Trem de Prata
Desembolso mensal
Junho/16
750
250
Julho/16
750
250
Agost/16
750
250
Set/16
750
250
Out/16
750
250
Nov/16
750
250
1000
1000
1000
1000
1000
1000
Dez/16
Jan/17
Fev/17
750
250
Mar/17
750
250
23
Abril/17
750
250
24
Maio/17
750
250
1000
1000
1000
1000
Fev/16
900
10
Mar/16
900
11
Abril/16
900
12
Maio/16
900
360
360
360
360
1260
1260
1260
1260
Cronograma Financeiro - Ação Artes Circenses Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Artes Circenses Campus Barbacena
Coordenador de Arte circense
Aluno estagiário para apoio
Material de divulgação
Instrumentos e equipamentos
Itens para organização de eventos
Desembolso mensal
Junho/15
900
Julho/15
900
Agost/15
900
Set/15
900
Out/15
900
Nov/15
900
360
360
360
360
360
360
1260
1260
Dez/15
Jan/16
750
2.000
1500
1260
2010
3260
2760
81
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Artes Circenses Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Artes Circenses Campus Barbacena
Coordenador de Arte circense
Aluno estagiário para apoio
Material de divulgação
Instrumentos e equipamentos
Itens para organização de eventos
Desembolso mensal
Fev/17
900
22
Mar/17
900
23
Abril/17
900
24
Maio/17
900
360
360
360
360
360
1260
1260
1260
1260
Junho/16
900
Julho/16
900
Agost/16
900
Set/16
900
Out/16
900
Nov/16
900
360
360
360
360
360
1260
1260
Dez/16
Jan/17
750
2000
1500
1260
2010
3260
Cronograma Financeiro - Ação Projeto Orfeu da Conceição - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Projeto Orfeu da Conceição
Junho/15
Produção do Espetáculo
Julho/15
Agost/15
8000
Montagem da exibição de figurinos e curadoria
15000
Transporte, seguro, segurança
Desembolso mensal
15000
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
Jan/16
Fev/16
2760
10
Mar/16
11
Abril/16
38000
82
12
Maio/16
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora
Coordenador arte-vídeo
Bolsa estagiário do projeto
Filmadora para registro global
Câmara Filmadora para registro de foco (2)
Gravador digital para entrevistas
Materiais de consumo
Desembolso mensal
Junho/15
Julho/15
Agost/15
600
300
300
300
Mar/16
600
11
Abril/16
600
12
Maio/16
600
300
300
300
300
900
900
900
900
Set/15
600
Out/15
600
Nov/15
600
Dez/15
600
300
300
300
900
900
Jan/16
Fev/16
16000
3.600
999
500
300
800
4500
17899
Cronograma Financeiro - Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus Juiz de Fora
Coordenador arte-vídeo
Bolsa estagiário do projeto
Fev/17
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
Junho/16
600
Julho/16
600
Agost/16
Set/16
Out/16
Nov/16
300
300
300
300
300
300
300
300
Dez/16
Jan/17
Filmadora para registro global
Câmara Filmadora para registro de foco (2)
Gravador digital para entrevistas
Materiais de consumo
Desembolso mensal
1000
900
1900
83
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey
Junho/15
Julho/15
Coordenador arte-vídeo
Agost/15
1000
Set/15
1000
Out/15
1000
Nov/15
1000
1000
1000
Dez/15
Jan/16
Fev/16
1000
Mar/16
1000
11
Abril/16
1000
12
Maio/16
1000
1000
1000
1000
23
Abril/17
24
Maio/17
600
Software de edição de vídeo
Gravador digital para entrevistas
Materiais de produção e consumo
Desembolso mensal
1000
1000
2600
2000
1000
Cronograma Financeiro - Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Ação Coletivo de Vídeo-Arte Campus São João del Rey
Coordenador arte-vídeo
Software de edição de vídeo
Gravador digital para entrevistas
Materiais de produção e consumo
Desembolso mensal
Junho/16
1000
Julho/16
1000
Agost/16
1000
1000
1000
Set/16
1000
Out/16
Nov/16
Dez/16
Jan/17
Fev/17
Mar/17
1000
2000
1000
84
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Cineclube Campus São João del Rey - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Cineclube Campus São João Del Rey
Junho/15
Julho/15
Agost/15
Aquisição de equipamento para projeção
Set/15
5.800
Aquisição de tela de projeção
3.500
Out/15
Nov/15
Dez/15
Jan/16
Fev/16
10
Mar/16
11
Abril/16
12
Maio/16
1000
1000
1000
2000
1000
1000
22
Mar/17
23
Abril/17
24
Maio/17
6.300
Aquisição Caixas de Som
Aquisição de conjuntos de cabo
Aquisição de microfones headset
Materiais de divulgação
Aquisição de filmes
Custos de licenças
Desembolso mensal
800
2000
1000
1000
9300
7100
2000
1000
Cronograma Financeiro - Ação Cineclube Campus São João del Rey - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Cineclube Campus São João Del Rey
Junho/16
Julho/16
Agost/16
Set/16
Out/16
Nov/16
Dez/16
Jan/17
Fev/17
Aquisição de equipamento para projeção
Aquisição de tela de projeção
Aquisição Caixas de Som
Aquisição de conjuntos de cabo
Aquisição de microfones headset
Materiais de divulgação
Aquisição de filmes
Custos de licenças
Desembolso mensal
1000
1000
2000
85
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Candendês e Puris barbacenense - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Ação Candendês e Puris barbacenense em cena Cineclube
Junho/15
Julho/15
Agost/15
Set/15
Coordenador de assuntos culturais
Insumos (aluguel de espaço temporário)
Out/15
1200
Nov/15
1200
Dez/15
1200
Jan/16
1200
Fev/16
1200
10
Mar/16
1200
11
Abril/16
1200
12
Maio/16
1200
600
600
600
600
600
600
600
600
1800
1800
1800
1800
1800
1800
1000
Materiais diversos
Desembolso mensal
1800
2800
Cronograma Financeiro - Ação Candendês e Puris barbacenense - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
Ação Candendês e Puris barbacenense em cena Cineclube
Coordenador de assuntos culturais
Insumos (aluguel de espaço temporário e infraestrutura)
Materiais diversos
Desembolso mensal
Junho/16
1200
600
Julho/16
1200
600
Agost/16
1200
600
1800
1800
1800
Set/16
1200
600
500
2300
Out/16
1200
600
Nov/16
1200
600
Dez/16
1200
600
Jan/17
1200
600
Fev/17
1200
600
22
Mar/17
1200
600
23
Abril/17
1200
600
24
Maio/17
1200
600
1800
1800
1800
1800
1800
1800
1800
1800
86
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora
Junho/15
Julho/15
Agost/15
Coordenador instrutor das oficinas
Aquisição de caixas de folia - 26 unidades
Aquisição de talabartes – 26 unidades
Aquisição de pares de baquetas – 3 kits
Desembolso mensal
Mar/16
11
Abril/16
1300
1300
1300
1300
1300
1300
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
1300
7.200
780
455
9735
1300
1300
1300
1300
Jan/16
Fev/16
Cronograma Financeiro - Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
Ação Tambor Mineiro Campus Juiz de Fora
Junho/16
Coordenador instrutor das oficinas
Julho/16
Agost/16
Set/16
1300
Out/16
1300
Nov/16
1300
1300
1300
1300
Dez/16
Jan/17
Fev/17
Mar/17
1300
23
Abril/17
1300
1300
1300
Aquisição de caixas de folia - 26 unidades
Aquisição de talabartes - 26 unidades
Aquisição de pares de baquetas – 3 kits
Desembolso mensal
87
12
Maio/16
24
Maio/17
IF SUDESTE MG – REITORIA
Rua Luz Interior, 360, Bairro Estrela Sul - CEP 36030-776 – Juiz de Fora – MG
Telefax: (32) 3216-2611– e-mail: [email protected]
________________________________________________________________________________________________
Cronograma Financeiro - Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural - Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2015 a Maio 2016
Meses/R$
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio - Cultural Campus
Junho/15
Julho/15
Agost/15
Set/15
Out/15
Nov/15
Dez/15
Jan/16
Fev/16
Mar/16
Abril/16
Barbacena
12
Maio/16
Coordenador instrutor das oficinas e do roteiro
Aluno estagiário para apoio ao projeto
700
700
700
700
700
700
700
700
300
300
300
300
300
300
300
300
Ajuda de custos para aquisição de lanches para os guias
Materiais, dvds, apostilas
Material gráfico de divulgação do circuito
Desembolso mensal
100
100
100
100
100
100
100
100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1000
1.500
1100
3600
Cronograma Financeiro - Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural - Campus Barbacena - Plano Institucional de Cultura do IF Sudeste MG – Junho 2016 a Maio 2017
Meses/R$
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
Ação Visitas Guiadas ao Patrimônio Cultural - Campus
Junho/16
Julho/16
Agost/16
Set/16
Out/16
Nov/16
Dez/16
Jan/17
Fev/17
Mar/17
Abril/17
Barbacena
Coordenador instrutor das oficinas e do roteiro
Aluno estagiário para apoio ao projeto
Ajuda de custos para aquisição de lanches para os guias
Materiais, dvds, apostilas
Material gráfico de divulgação do circuito
Desembolso mensal
24
Maio/17
700
700
700
700
700
700
700
700
700
700
700
700
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
300
100
100
100
100
100
100
100
100
100
100
100
100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1100
1000
1.500
1100
2600
2100
88
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