Fragilidade e Resistência.
Uma introdução ao pensamento contemporâneo através do
cinema espanhol
17 de setembro a 28 de setembro de 2012
Coord.: Prof. Dr. David Camello
Palestrantes: Prof. Dr. David Camello (Departamento de Filosofia, USP)
Profa. Dra. Estrella Maestre (Departamento de Antropologia, USP)
Profa. Dra. Rocio Alonso (Departamento de Antropologia, USP)
Grupo de Estudos
de
Estética
Coord.: Dr. David Camello
Palestrantes: Dr. David Camello (Pós-doutorando - Departamento de Filosofia, USP)
Dra. Estrella Maestre (Pós-doutoranda - Departamento de Antropologia, USP)
Dra. Rocio Alonso (Pós-doutoranda - Departamento de Antropologia, USP)
APRESENTAÇÃO
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JUSTIFICATIVA
4
METODOLOGIA
5
SINOPSES
6
PROGRAMA
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GRADE HORÁRIA
14
BIBLIOGRAFÍA
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APRESENTAÇÃO
O Curso de Extensão e Difusão Fragilidade e Resistência. Uma introdução ao
pensamento contemporâneo através do cinema espanhol - organizado em conjunto com
o Cinusp “Paulo Emilio” e o Grupo de Estética do Departamento de Filosofia da
FFLCH-USP - fornece uma introdução para os problemas do pensamento
contemporâneo através de uma série de filmes espanhóis de reconhecido valor artístico,
intensificando o estudo da área fértil da interseção entre estética e filosofia, ao mesmo
tempo que mostra uma visão geral da atual sociedade espanhola. Por isso, o curso é
direcionado a estudantes de filosofia, letras e espanhol e ao público em geral
interessado em problemas e propostas do pensamento contemporâneo e no poder de
criação e estética do cinema espanhol.
3
JUSTIFICATIVA
Pensamento contemporâneo “e” cinema
Neste curso não interpretamos filosoficamente uma série de filmes; em vez disso,
temos a intenção de conhecer as ressonâncias e os ecos que ocorrem entre áreas de
reflexão e trabalho que, embora autônomas, também têm interesses comuns. Ao longo
dos filmes que selecionamos, encontramos como se configura o indivíduo contemporâneo
em sua tensão com os outros, com o poder, consigo mesmo, etc.
No horizonte do pensamento contemporâneo aparece a consideração não unitária
nem atômica do sujeito. Como disse Rosi Braidotti, um sujeito dividido, inacabado,
ligado, contraditório, rizomático, nômade. Um sujeito que efetivamente perdeu sua
unidade, mas, no entanto, é suscetível, em sua fragmentação e multiplicidade, de ser
estudado de acordo com diversos modos de sujeição (assujettissement) em uma
sociedade. Encontramos nos filmes propostos personagens que respondem arriscando-se
contra o medo e a paralisia de um modelo de pensamento e de sociedade fechada e autosuficiente, que aspira à segurança a qualquer preço e faz uma ameaça ao estrangeiro (A
Zona do crime). Esses personagens, porém, são entregues com humildade e rigor à sua
tarefa (O sol do marmeleiro), talvez como Ángel (Terra), desdobrado no diálogo com
uma voz interior que o chama.
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METODOLOGIA
Quanto à metodologia, ao largo de duas semanas vamos assistir a exibição de 10
filmes espanhóis.
Cada filme vai ser exibido duas vezes (uma vez às 16.00h e outra às 19.00h) para
facilitar a assistência dos participantes ao curso.
Desse jeito, cada dia vai ter duas sessões:
A primeira sessão, às 16.00h, que vai consistir numa breve apresentação e a
exibição de um primeiro filme.
E a segunda sessão, ás 19.00h, que será estruturada por:
1. Apresentação de um segundo filme.
2. Exibição do segundo filme.
3. Palestra breve sobre este filme e o tópico em questão em relação com um texto
filosoficamente relevante como espaço de ressonância possível ou quadro de
referência (os textos poderão encontrar-se numa pasta na Xeros da FFLCH ou vão
ser enviados pelo e-mail). Estas palestras pretendem, além disso, trazer
questionamentos sobre a relação entre cinema e filosofia, a partir de uma
perspectiva de pensamento mais atual.
4. Debate aberto e participativo.
A localização do curso é:
CINUSP, Rua do Anfiteatro 181, Colméia - Favo 04, Cidade Universitária, São
Paulo, SP.
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Fragilidade “e” Resistencia
Nosso curso está interessado no espaço de conjugação, tensão entre a experiência
de nossos limites, nossa evidente fragilidade - e um desejo de não renúncia ante o
aparentemente fechado - nossa efetiva resistência. Em certa medida, cada um de nós tem
muito a ver com os protagonistas dos filmes e com as situações que devem responder,
que nem sempre são fáceis. Talvez, como César, o jovem empresário desconcertado de
De Olhos Abertos, cada um de nós enfrente a insegurança cada dia de ser reconhecido
pelo outro e de reconhecer-se a si próprio, ou seja, o terror do ver e ostentar nosso rosto
refletido nos olhos dos outros. Às vezes nós precisamos da absoluta solidariedade e
aliança com nossos colegas ante a tirania do poder (O verdugo), ou incorporamos
estranhos modos de ser, identidades, para nos sentirmos aceitos ou nos tornamos atores
de uma tragédia inesperada e aleatória (Cela 211) que altera nosso ser próprio e nosso
corpo a ponto de transfigurá-lo (A pele que habito). Muitas vezes, como Angel (Terra),
encontramo-nos desdobrados em diálogos com uma voz interior que nos desafia.
Na verdade, homens e mulheres hoje somos seres extremamente complexos e
estranhos. Em contextos teóricos e políticos que são apresentados como inexoráveis,
nosso curso reivindica a ação de pensar, pensar em ação: começamos a suspeitar com
muito boas razões que nós próprios somos um caractere a ser configurado dentro do
panorama geral da história em que vivemos.
Boas sessões!
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SINOPSES
1. La piel que habito (A pele que habito)
Espanha, 2011, 120'
Classificação etária: 16 anos
Direção: Pedro Almodovar
Elenco: Antonio Banderas (Robert Ledgard , Elena
Anaya (Vera), Marisa Paredes (Marilia), Jan Cornet
(Vicente) , Roberto Álamo (Zeca), Blanca Suárez
(Norma), Eduard Fernández (Fulgencio) , Susi
Sánchez (Madre de Vicente) , Bárbara Lennie
(Cristina), Fernando Cayo (Doutor), José Luis
Gómez (Presidente do Instituto de biotecnologia)
Sinopse: Pele e corpo transcendem sua materialidade biológica neste filme de Almodovar. A perspectiva
dualista de mente-corpo, por muito tempo em debate, desaparece para fazer surgir ligações entre
subjetividade, corporalidade e identidade. A pele que habito conta a história de um cirurgião plástico que,
desde a morte de sua esposa, queimada em um acidente de carro, quer criar uma nova pele que pudesse ter
sido capaz de salvar a vida de sua amada. O filme, além de expor os conflitos éticos que surgem na
investigação biomédica, encoraja-nos a pensar novamente a comprensão da relação da nossa identidade
com o nosso próprio corpo.
2. Abre los ojos (De Olhos Abertos)
Espanha/França/Itália, 1997, 117'
Classificação etária: 13 anos
Direção: Alejandro Amenabar
Elenco: Eduardo Noriega (César), Penélope Cruz
(Sofía), Chete Lera (Antonio.), Fele Martínez
(Pelayo), Najwa Nimri (Nuria)
Sinopse: De Olhos Abertos apresenta, entre outras questões, a relação da memória e identidade. César, um
jovem homem de negócios bem sucedido, vê como sua vida é transformada depois de sofrer um acidente de
carro. É então que, muito concretamente, ele se defronta com uma série de perguntas, perguntas que agora
deixam de ser para ele meras dúvidas cartesianas e tornam-se questões existenciais: como distinguir um
mundo sonhado de um mundo real?, como distinguir a verdade de seu simulacro? Faz sentido aspirar a um
verdadeiro conhecimento da realidade? Como se sabe, De Olhos Abertos foi um filme que obteve êxito e
Cameron Crowe fez nos USA uma versão (Vanilla sky) em 2001, com Tom Cruise como protagonista.
7
3. El ángel exterminador (O Anjo Exterminador)
Mexico, 1962, 90'
Classificação etária: livre
Direção: Luis Buñuel
Elenco: Enrique RambaL, Lucy Gallardo, Tito Junco,
Augusto Benedico , Claudio Brook, Patricia Moran,
Silvia Pinal, Ofelia Montesco
Sinopse: Em uma suntuosa mansão se celebra um jantar elegante depois que os participantes voltam de
uma ópera. Ao término da recepção, os convidados se dão conta de que não podem abandonar o salão:
simplesmente não conseguem deixar o local, sem que haja uma explicação racional para isso.
4. Tierra (Terra)
Espanha, 1996, 125'
Classificação etária: 13 anos
Direção: Julio Medem
Elenco: Carmelo Gómez (Angel), Emma Suárez
(Angela), Karra Elejalde (Patricio), Silke (Mari),
Nancho Novo (Alberto)
Sinopse: Angel chega com a missão de dedetizar a região para assim acabar com uma praga de
cochonilhas, insetos que interferem no solo e conferem um sabor estranho ao vinho. Durante o tempo em
que Angel desenvolve essa tarefa, ele é levado para resolver sua divisão de personalidade, escolhendo entre
duas mulheres aparentemente muito diferentes: Angela e Mari. Tierra é simplesmente um filme hipnótico,
maravilhosamente emocionante, poético…
5. El verdugo (O verdugo)
Espanha/Italia, 1963, 87'
Classificação etária: livre
Direção: Luis García Berlanga
Elenco: Nino Manfredi, Emma Penella, Jose Isbert ,
Jose Luis Lopez Vazquez , Angel Alvarez , Elvira
Quintilla, Maria Luisa Ponte
Sinopse: José Luis, empregado de uma funerária, projeta emigrar a Alemanha para se converter em um
bom mecânico. Sua namorada Carmen é filha de Amadeo, verdugo de profissão. Este os surpreende na
intimidade e os obriga a se casar. Diante da falta extrema de meios económicos dos recém casados,
Amadeo, que está para se aposentar, logra convencer José Luis para que solicite a vaga que ele vai deixar
livre, o que lhe daria direito a uma moradia. Pressionado pela família, José Luis aceita a proposta do sogro,
convencido de que jamais exercerá tão ignominioso ofício (Fonte ICCA).
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6. Te doy mis ojos (Dou-te os meus olhos)
Espanha, 2003, 109'
Classificação etária: 13 anos
Direção: Iciar Bollaín
Elenco: Laia Marull (Pilar) , Luis Tosar (Antonio) ,
Candela Peña (Ana) , Rosa María Sardá (Aurora) ,
Kiti Manver (Rosa)
Sinopse: Uma noite de inverno, uma mulher, Pilar, sai fugindo da sua casa. Leva consigo quatro coisas
apenas e o filho dela, Juan. Antonio não demora em ir buscá-la. Pilar é um doce, diz, e além, "tem lhe dado
os seus olhos"... Ao longo do filme, os personagens irão reescrevendo esse livro da família no qual está
escrito quem é quem e o que se espera que faça, mas no qual todos os conceitos estão equivocados e onde
diz-se lar lê-se inferno, onde diz-se amor há dor e quem promete proteção produz terror (Fonte ICCA).
7. La Zona (Zona do Crime)
Espanha/México, 2007, 96'
Classificação etária: 13 anos
Direção: Rodrigo Plá
Elenco: Maribel Verdú (Mariana), Daniel Giménez
Cacho (Daniel), Carlos Bardem (Gerardo), Daniel
Tovar (Alejandro)
Sinopse: La Zona é um espaço residencial fechado, autossuficiente e com uma forte segurança privada: um
refúgio criado contra a criminalidade, a violência e a falta de lei. Depois de um incidente violento, um
fugitivo permanece oculto no interior do complexo. É então que, através de decisões, posições e ações dos
moradores da área, o filme mostra a perigosa estrada que leva à relação entre direito e justiça nas nossas
sociedades industrializadas ocidentais.
9
8. Celda 211 (Cela 211)
Espanha/França, 2009, 109'
Classificação etária: 18 anos
Direção: Daniel Monzón
Elenco: Luis Tosar (Malamadre), Alberto Ammann
(Juan Oliver “Calzones”), Marta Etura (Elena),
Antonio Resines (Utrilla), Carlos Bardem (Apache)
Sinopse: Celda 211 é um filme emocionante. Como todos os dias, aquele parecia um dia normal na vida de
Juan, um oficial da prisão que chega um dia antes de sua investidura oficial a seu novo destino. Ele quer
conhecer o novo lugar e seus novos colegas de trabalho e preparar-se melhor para o atual emprego. Mas ali
algo acontece e faz com que ele se torne o protagonista inesperado de uma história em que inicialmente não
deveria ter sido envolvido.
9. Balada triste de trompeta (Balada do Amor e do Ódio)
Espanha/França, 2010, 101'
Classificação etária: 16 anos
Direção: Álex de la Iglesia
Elenco: Carlos Areces (Javier), Antonio de la Torre
(Sergio), Carolina Bang (Natalia)
Sinopse: Balada triste de trompeta é um filme arriscado que, através da história trágica e cômica de Javier
e Sergio, dois palhaços que estão em disputa por amarem a uma mesma dançarina, oferece um retrato
altamente original da historia da sociedade espanhola. É um filme que, certamente, não deixa ninguém
indiferente e foi com ele que Aléx de la Iglesia obteve os prêmios de melhor roteiro e o Leão de prata de
melhor diretor no Festival de Veneza em 2010 por um júri presidido por Quentin Tarantino.
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10. El sol del membrillo (O sol do marmeleiro)
Espanha, 1992, 139'
Classificação etária: livre
Direção: Víctor Erice
Elenco: Antonio López , María Moreno , Enrique
Gran , María López , Carmen López
Sinopse: O filme apresenta o esforço do pintor Antonio Lopez para tentar pintar, durante o
amadurecimento dos frutos, uma árvore - um membrillero - já há muito tempo plantado no jardim da sua
casa, que agora serve de estúdio. Não é a primeira vez. Durante toda a sua vida, quase como uma
necessidade, o pintor tem trabalhado sobre o mesmo tema em muitas ocasiões. A cada ano, com a chegada
do outono, esta necessidade é renovada. O filme dá conta dessa experiência e, ao mesmo tempo, todas as
coisas (o passar dos dias, a rotina diária de pessoas e coisas...) gravitam sobre aquela casa e seu jardim. Um
espaço e um tempo - outono de 1990 - de onde vêm as obras do artista e o fruto da árvore no momento de
seu máximo esplendor.
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PROGRAMA
1. Fragilidade e Resistência
17/09 (segunda-feira) às 19.00h
Filme: Balada triste de trompeta (Balada do Amor e do Ódio) (2010) de Álex de
la Iglesia)
Sessão inaugural: Apresentação geral do curso
2. Novos feminismos: Centaurides e Amazonas
18/09 (terça-feira) às 19.00h
Filme: La piel que habito (A pele que habito) (2011) de Pedro Almodovar
Texto de referência: Braidotti, R, “Devenir mujer, o la diferencia sexual
reconsiderada”, em Metamorfosis. Hacia una teoría materialista del devenir
(Seleção), Editorial Akal, Trad: Ana Varela Mateos, 2005, pp.25-86.
3. Identidade e alteridade
19/09 (quarta-feira) às 19.00h
Filme: Tierra (Terra) (1996) de Julio Medem
Texto de referência: Ricoeur, P, «La vida: un relato en busca de narrador»,
em Educación y cultura, Docencia, Buenos Aires, 1986, pp. 45-58.
4. Amor e violencia
20/09 (quinta-feira) às 19.00h
Filme: Te doy mis ojos (Dou-te os meus olhos) (2003) de Iciar Bollaín
Texto de referência: Barthes, R., Fragmentos de um discurso amoroso, Rio de
Janeiro, Francisco Alves Editora, 1981: “Fazer uma cena”, pp. 36-39, “Os
ciúmes”, pp. 46-47, “O louco”, pp. 144-147, “Por que?”, pp; 161-162 e “O
rapto”, pp. 165-170.
5. Poéticas do trágico: O destino
21/09 (sexta-feira) às 19.00h
Filme: Celda 211 (Cela 211) (2009) de Daniel Monzón
Texto de referência: Nietzsche, F., O nascimento da tragédia.
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6. Memoria e repetição
24/09 (segunda-feira) às 19.00h
Filme: El ángel exterminador (O Anjo Exterminador) (1962) de Luis Buñuel
Textos de referência: Deleuze, G., A imagem-movimento, Cinema 1, trad. Eloisa
de Araujo Ribeiro,pp.160-169 e Gabilondo, Á., “Lo que no acaba de llegar”,
em Alguien con quien hablar, Aguilar, Madrid, 2007, pp. 41-43.
7. O Corpo em questão
25/09 (terça-feira) às 19.00h
Filme: Abre los ojos (De Olhos Abertos) (1997) de Alejandro Amenábar
Texto de referência: Michel Foucault, Le corps utopique, Les hétérotopies, Paris,
Nouvelles Editions Lignes, 2009.
8. Segurança, controle e território
26/09 (quarta-feira) às 19.00h
Filme: La Zona (Zona do Crime) (2007) de Rodrigo Plá
Texto de referência: Foucault, M., Vigiar e punir: nascimento da prisão;
tradução de Raquel Ramalhete, Rio de Janeiro, Editora Vozes, 2010. (Seleção).
9. A coragem e o poder
27/09 (quinta-feira) às 19.00h
Filme: El verdugo (O verdugo) (1964) de Luis García Berlanga
Texto de referência: Platão, Apologia de Sócrates (Seleção); tradução do grego,
introdução e notas de Manuel de Oliveira Pulquério, Série Clássicos gregos &
latinos, v. 16, Lisboa, Edições 70, 2009.
10. Arte e verdade
28/09 (sexta-feira) às 19.00h
Filme: El sol del membrillo (O sol do marmeleiro) (1992) de Víctor Erice
Texto de referência: Heidegger, M., El arte y el espacio (Die Kunst und der
Raum, Erker Verlag, St. Gallen, 1969), Cuadernos de la Cátedra Jorge Oteiza,
introd., trad., y notas de Duque, F., 2002, pp. 115-137.
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GRADE HORÁRIA
17/09
18/09
19/09
20/09
21/09
segunda-feira
terça-feira
quarta-feira
quinta-feira
sexta-feira
16h
Abre los ojos
(De Olhos
Abertos)
El ángel
exterminador
(O Anjo
Exterminador)
El verdugo (O
verdugo)
La Zona (Zona
do Crime
El sol del
membrillo (O
sol do
marmeleiro)
)
19h
Balada triste de
trompeta
(Balada do
Amor e do
Ódio)
La piel que
habito (A pele
que habito)
Tierra (Terra)
Te doy mis ojos
(Dou-te os
meus olhos)
Celda 211 (Cela
211))
24/09
25/09
26/09
27/09
28/09
segunda-feira
terça-feira
quarta-feira
quinta-feira
sexta-feira
Celda 211
(Cela 211)
La Zona (Zona
do Crime)
Balada triste de
trompeta
(Balada do
Amor e do
Ódio)
El verdugo (O
verdugo)
Te doy mis ojos
(Dou-te os
meus olhos)
El sol del
membrillo (O
sol do
marmeleiro)
16h
Tierra (Terra)
La piel que
habito (A pele
que habito)
19h
El ángel
exterminador
(O Anjo
Exterminador)
Abre los ojos
(De Olhos
Abertos)
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BIBLIOGRAFÍA
1. Barthes, R., Fragmentos de um discurso amoroso, Rio de Janeiro, Francisco
Alves Editora, 1981: “Fazer uma cena”, pp. 36-39, “Os ciúmes”, pp. 46-47, “O
louco”, pp. 144-147, “Por que?”, pp; 161-162 e “O rapto”, pp. 165-170.
2. Braidotti, R, “Devenir mujer, o la diferencia sexual Reconsiderada”, em
Metamorfosis. Hacia una teoría materialista del devenir, Editorial Akal, Trad:
Ana Varela Mateos, 2005, pp.25-86.
3. Deleuze, G., A imagem-movimento, Cinema 1, trad. Eloisa de Araujo
Ribeiro,pp.160-169.
4. Foucault, M., Le corps utopique, Les hétérotopies, Paris, Nouvelles Editions
Lignes, 2009: trad. cast.: El cuerpo utópico. Las heterotopías. Nueva Visión,
Buenos Aires. 2010.
5. Foucault, M., Vigiar e punir: nascimento da prisão; tradução de Raquel
Ramalhete, Rio de Janeiro, Editora Vozes, 2010, (Seleção).
6. Heidegger, M., El arte y el espacio (Die Kunst und der Raum, Erker Verlag, St.
Gallen, 1969), Cuadernos de la Cátedra Jorge Oteiza, introd., trad., y notas de
Duque, F., 2002, pp. 115-137.
7. Gabilondo, Á., “Lo que no acaba de llegar”, em Alguien con quien hablar,
Aguilar, Madrid, 2007, pp. 41-43
8. Nietzsche, F., O nascimento da tragédia, (Seleção).
9. Platão, Apologia de Sócrates (Seleção); tradução do grego, introdução e notas de
Manuel de Oliveira Pulquério, Série Clássicos gregos & latinos, v. 16, Lisboa,
Edições 70, 2009.
10. Ricœur, P, «La vida: un relato en busca de narrador», em Educación y cultura,
Docencia, Buenos Aires, 1986, pp. 45-58.
15
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Programação