Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação
Conselho de Pesquisa
e Pós-Graduação
PROCESSO Nº. 144/11-COPPG
CAMPUS PROPONENTE: LONDRINA
Data de entrada: 25/11/11
PROJETO DE ABERTURA DO I CURSO DE
ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO E TECNOLOGIA
Data
Destino
1
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Campus Londrina
Assessoria de Pós Graduação Lato Sensu
(Diretoria de Pesquisa e Pós Graduação)
Memorando nº. 031/2011 – ASESP
De:
2
Londrina, 29 de novembro de 2011.
Lisandra Ferreira de Lima
Assessora de Lato Sensu
Para:
Luiz Nacamura Jr
Assunto:
Pro-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
Relatório parcial do II Curso de Especialização em Educação e Gestão
Ambiental e Abertura de novos cursos
Encaminho o projeto de abertura dos:
•
I Curso de Especialização em Ensino e Tecnologia;
•
I curso de Especialização em Educação de Jovens e Adultos;
•
I Curso de Especialização em Tecnologia no setor Sucroenergético;
•
III Curso de Especialização em Educação e Gestão Ambiental;
Encaminho também o relatório parcial do II Curso de Especialização em Educação e
Gestão Ambiental.
Coloco-me à disposição para maiores esclarecimentos.
Atenciosamente,
Lisandra Ferreira de Lima
Assessora de Lato Sensu
3
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Campus Londrina
Departamento de Pesquisa e Pós-Graduação
PROJETO DE ABERTURA DO I CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM
ENSINO E TECNOLOGIA
Área de concentração: Ensino e Tecnologia
LONDRINA - PR
Outubro - 2011
4
SUMÁRIO
1
TÍTULO ........................................................................................................ 3
2
JUSTIFICATIVA ........................................................................................... 3
3
OBJETIVOS ................................................................................................. 4
4
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ........................................................... 4
5
TURNO DE FUNCIONAMENTO .................................................................. 5
6
NÚMERO DE VAGAS .................................................................................. 5
7
CONDIÇÕES PARA INSCRIÇÃO ................................................................ 5
DATAS ............................................................................................................... 6
Datas para inscrição, classificação e registro de candidatos e principais datas para a
execução do curso: ...................................................................................... 6
8
EMENTAS DAS DISCIPLINAS COM BIBLIOGRAFIAS RELACIONADAS E
CARGAS HORÁRIAS .................................................................................. 7
9
QUADRO DE DOCENTES ........................................................................ 16
10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO .................................................................... 16
11 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO CURSO ......................................... 18
13 CERTIFICADOS DE CONCLUSÃO ........................................................... 20
ANEXO A - Curriculum vitae dos docentes ...................................................... 20
ANEXO B - CURRICULUM VITAE DOS DOCENTES........................................21
2
5
1 TÍTULO
I Curso de Especialização em Ensino e Tecnologia.
2 JUSTIFICATIVA
A região norte do Estado do Paraná está em amplo crescimento educacional, haja
vista o grande número de colégios e escolas que ali se instalam. Além dessas, há também
universidades e faculdades que escolheram Londrina e região para se estabelecer. Com
isso, o número de cursos de graduação cresce cada vez mais, colocando no mercado de
trabalho, todos os anos, um percentual considerável de profissionais que necessitam de
cursos de capacitação e formação continuada, como especializações, mestrados e
doutorados.
Contudo, a oferta de curso não atinge, ainda, toda a demanda. Como parte desse
público graduou-se em licenciaturas, muitos desses profissionais buscam cursos que lhes
ofereçam subsídios teóricos e didático-metodológicos que possam melhorar sua prática em
sala de aula. Para contribuir com a formação desses futuros licenciados e de graduados de
outras instituições, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, câmpus Londrina,
pretende realizar uma parceria entre ensino e tecnologia. Para tanto, apresenta esta
proposta de caráter interdisciplinar, a qual envolve três áreas científicas diferentes
(Humanas, Exatas e Sociais) e que se mostra bastante relevante para a região, indo ao
encontro das necessidades reais do norte paranaense e capaz de atender a essa demanda
de licenciados. Desse modo, a Proposta do Curso de Mestrado Profissional em Ensino e
Tecnologia surge no sentido de qualificar os profissionais cuja intenção é atuar nessa área.
Outro aspecto relevante quanto à implantação desse Curso no Câmpus Londrina
apresenta-se junto ao fato da inexistência de mestrado profissional nessa área, não apenas
em Londrina, mas em toda região. Nas universidades do norte do estado, as pósgraduações stricto sensu centralizam-se em cursos de Mestrado e Doutorado acadêmicos.
Há, contudo, Mestrados Profissionais no sul do estado, os quais, porém, não comportam
toda a demanda existente. Além disso, o curso que aqui se apresenta caracteriza-se
também como pioneiro, pois não há outros com o mesmo perfil (três linhas de pesquisas
distintas que abarcam a interdisciplinaridade no Ensino e na Tecnologia) no Paraná.
Assim, este projeto vem atender à exigência de qualificação e formação
continuada no sentido de suprir as demandas atuais em vista de democratizar o Ensino e a
Tecnologia. Para tanto, pauta-se na formação integral do ser humano, ou seja, em seus
3
6
aspectos socioculturais, cognitivos e afetivos, no intuito de melhor qualificá-lo para a
docência e para a pesquisa, primando-se por sistematizar a resolução de problemas locais.
O curso atenderá aos profissionais da educação, que atuam ou têm interesse
em atuar na docência em disciplinas de todas as áreas do conhecimento.
A UTFPR, através da DIRPPG, Campus Londrina, em conformidade com o
disposto na Resolução n° 01/2007 CNE/CES, e no Regulamento dos Cursos de PósGraduação Lato Sensu, propõe a realização do I Curso de Ensino e Tecnologia, com a
carga horária de 360 horas, para suprir as necessidades de profissionais nessa área,
conferindo o título de "Especialista em Ensino e Tecnologia" aos aprovados no curso.
3 OBJETIVOS
O objetivo é formar profissionais habilitados para atuar no ensino e na
tecnologia, de forma a contribuir com a sociedade por meio de formação adequada às
questões inerentes a esse campo de pesquisa, mediante a busca de possíveis soluções
para problemas que envolvam o ensino e a aprendizagem, tais como: o emprego de novas
tecnologias aplicadas ao ensino e à pesquisa; o ensino de linguagem e literatura; o ensino
de ciências e matemática; aspectos socioculturais.
3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Atender às necessidades de atualização e especialização de profissionais de nível
superior na área de ensino e tecnologia.

Capacitar profissionais para desenvolver pesquisa e aplicá-la na solução de
problemas relacionados ao ensino e aprendizagem.

Atualizar os profissionais de ensino no emprego de novas tecnologias em sala de
aula.

Qualificar profissionais de ensino para atuar como docentes em áreas afins ao
ensino e à tecnologia.
4 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O curso será ministrado nas dependências da UTFPR, câmpus Londrina. Os
equipamentos didático-pedagógicos são pertencentes à Diretoria de Graduação e Educação
Profissional do câmpus.
4
7
5 TURNO DE FUNCIONAMENTO
As aulas serão ministradas aos sábados pela manhã e à tarde.
6 NÚMERO DE VAGAS
O curso conta com 35 vagas, sendo:

04 vagas prioritárias, reservadas aos servidores da UTFPR que estão isentos do
pagamento de mensalidade e,

31 vagas para os interessados da comunidade denominados de alunos pagantes.
As vagas prioritárias que, porventura, não sejam preenchidas poderão ser
remanejadas para atender a candidatos da comunidade, de acordo com o §5o do Art. 5o da
Deliberação 5/2002 do COUNI.
O curso será aberto se, no mínimo 28 das vagas ofertadas aos interessados da
comunidade forem preenchidas.
7 CONDIÇÕES PARA INSCRIÇÃO
No momento da inscrição, os candidatos deverão entregar na secretaria os
seguintes documentos:
a.
b.
c.
d.
e.
f.
g.
h.
i.
j.
k.
Ficha de inscrição preenchida (no ato da inscrição);
Cópia autenticada do diploma ou certificado de conclusão do curso de graduação;
Cópia autenticada do histórico escolar do(s) curso(s) de graduação;
Currículo no formato Lattes;
Uma foto 3x4;
Cópia de Certidão de nascimento ou casamento;
Cópia do documento de identidade;
Cópia do titulo de eleitor;
Cópia do CPF;
Cópia do certificado de serviço militar (masculino); e
Alunos estrangeiros e/ou portadores de diploma de instituições de ensino
estrangeiras deverão apresentar documentação complementar.
A seleção dos candidatos será realizada mediante a classificação por currículo e
histórico da graduação, que serão analisados por uma comissão constituída pelo
proponente do curso e, pelo menos, mais dois professores da área que façam parte do
quadro de professores do curso, designada pela Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação do
câmpus Londrina.
Para a classificação dos candidatos serão examinados:
5
8
a)
b)
currículo;
histórico escolar do curso de graduação.
No caso de empate, dar-se-á preferência, sucessivamente, ao candidato com maior:
a)
b)
experiência profissional;
idade.
A classificação dos candidatos será feita até o número de vagas existentes, mais
25%, gerando uma lista de suplentes.
DATAS
Datas para inscrição, classificação e registro de candidatos e principais datas
para a execução do curso:
Período de Inscrição
02/01/2012 à 03/02/2012
Divulgação do resultado
10/02/2012
Matrícula
13 a 17/02/2012
Segunda chamada
20 a 24/02/2012
Início das aulas
03/03/2012
Término das aulas
25/05/2013
Apresentação da monografia
26 a 30/08/2013
6
9
8 EMENTAS DAS DISCIPLINAS COM BIBLIOGRAFIAS RELACIONADAS E
CARGAS HORÁRIAS
Metodologia da Pesquisa Científica (40 horas)
Ementa:
Conceitos Fundamentais sobre Conhecimento Empírico, Teológico e Filosófico. Definição e
Tipos de Métodos e Técnicas de Pesquisa. Tipos de Pesquisa. Normas para a Elaboração
de Trabalhos Acadêmicos. Reorganização do Projeto de Mestrado. Organização da
Dissertação.
Bibliografia:
AZEVEDO, I. B. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável
elaborar trabalhos acadêmicos. São Paulo: Editora Hagnos, 2001.
BARROS, Aidil S.; LEHFELD, Neide A.S. Fundamentos da metodologia científica. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2000.
CRESWELL, J.W. Projeto de Pesquisa: método qualitativo, quantitativo e misto. São Paulo:
ARTMED, 2003.
GUEDES, E. M. Curso de Metodologia Científica. Curitiba: HD LIVROS, 2000.
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2008.
MARCONI; M.A.; LAKATOS, E.M. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2008.
MILLER, S. M.; CORNELSEN, J. M. Normas e Padrões para teses, Dissertações e
Monografias. Londrina: Eduel, 2007.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Normas para elaboração de
trabalhos acadêmicos. Curitiba: Ed. UTFPR, 2009. 112 p.
Leitura e Produção Textual Aplicadas ao Ensino (32 horas)
Ementa:
Texto, contexto e interação. Fatores de textualidade. Coerência e coesão textuais.
Intertextualidade. Texto e cognição. Ensino de produção textual na escola e em livros
didáticos. Leitura. Concepções de leitura. Ensino da leitura na escola e em livros didáticos.
Bibliografia:
ALLIENDE, Felipe. A leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. PA: Artmed, 2005.
BRONCKART, Jean-Paul. Atividades de linguagem, textos e discursos: por um
interacionismo sócio-discursivo. São Paulo: EDNC, 2003.
BAKHTIN, Mikhail. Le marxisme et la phNosophie du langage. Paris: Gallimard, 1970.
Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BEAUGRANDE, Robert de. New Foundations for a Science of Text and Discourse.
Norwood, Nova Jersey: Alex, 1997.
BEAUGRAND, Robert de; DRESSLER, Wolfgang. Introduction to Text Linguisties.
London: Longman, 1983.
BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral. São Paulo: Nacional,
1974.
BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral II. Campinas: Pontes, 1989.
BROWN, Giblian; YULE, George. Discourse Analysis. Cambridge: Cambridge University
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de Bebidas: a adjetivação como recurso argumentativo. In: BURGO, Vanessa Hagemeyer;
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falados e escritos: aplicando teorias. 1 ed. Curitiba, Paraná: CRV, 2011, v. 1, p. 135-152.
DUCROT, Oswald. Dizer e não-dizer: princípios de semântica Iinguística. São Paulo:
Cultrix, 1977.
7
10
FÁVERO, Leonor Lopes. Coerência e coesão textuais. São Paulo: Ática, 1991.
KOCH, Ingedore G. Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto,
1977.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Introdução à Linguística Textual. São Paulo: Martins Fontes,
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sala de aula. In: XVIII Seminário do CELLIP, 2007, Ponta Grossa-PR. Anais do XVIII
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VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,
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VAN DIJK, Teun A. Studies iii the Pragrnatics of Discourse. Berlim, Monton: 1981.
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VILELA, Mário; KOCK, Ingedore, G. Viltaça. Gramática da língua portuguesa. Coimbra:
Almedina, 2001.
Motivação e Atividades Práticas em Ensino (32 horas)
Ementa:
Processo de Construção do Conhecimento. Elementos de um projeto de pesquisa.
Elaboração de instrumento de coleta de dados - Validação interna e externa Elaboração
de monografia. Formas de apresentação de pesquisa .
Bibliografia:
BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: Monografia, dissertação, tese. São Paulo:
Atlas, 2004.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
MAGALHÃES, G. Introdução à metodologia da pesquisa: Caminhos da ciência e
tecnologia. São Paulo: Ática, 2005.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2000.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Normas para elaboração de
trabalhos acadêmicos. Curitiba: Ed. UTFPR, 2009. 112 p.
8
11
Prática pedagógica, Pesquisa e Formação de Professores na Educação Básica.
Ementa: A prática pedagógica na Educação Básica, Ensino e Pesquisa na Formação
de Professores. Experiências de ensino e aprendizagem na educação básica e
resultados da pesquisa educacional na formação docente. Os processos de ensino e
aprendizagem, análise didática das principais teorias da aprendizagem: reflexões
contemporâneas.
Bibliografia:
ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa, formação e prática docente. Em: André, M. E. D. A.
(org.) O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas:
Papirus, 2006, capítulo 3, p. 55-69.
CHARLOT, Bernard. Da Relação com o Saber: Elementos para uma teoria. Porto
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______. Formação de professores: a pesquisa e a política educacional. In: PIMENTA,
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GAUTHIER, C.; MARTINEAU, S.; DESBIENS, J. F.; MALO, A. e SIMARD, D. Por uma
Teoria da Pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. Ijuí: Unijuí,
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PIMENTA, S. G. Professor reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, S. G.;
GHEDIN, E. Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São
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PONTE, João Pedro DA. Pesquisar para compreender e transformar a nossa
própria prática. Disponível em: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/jponte/index.html.
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ROCHA, Zenaide de F. D. C. Análise da dinâmica de um grupo de aprendizagem
em ciências no ensino fundamental. Londrina. Dissertação (Mestrado em Ensino de
Ciências e Educação Matemática) – Universidade Estadual de Londrina, 2005.
ROCHA, Zenaide de F.D.C. e BAROLLI, Elisabeth. Reflexões de uma ProfessoraPesquisadora: um estudo de caso no ensino de ciências. In: VII ENPEC, 2009,
Florianópolis - SC. VII ENPEC. Florianópolis - SC : ABRAPEC, 2009. v. 1.
ROCHA, Zenaide de F. D. C. Uma história de Sucesso na Educação Científica: a
duplicidade da prática docente. Campinas. Tese (Doutorado em Educação) –
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SACRISTÁN, J. Gimeno e GÓMEZ, A. I. Pérez. Compreender e Transformar o
Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p. 28-44.
TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Petrópolis: Vozes,
2002.
9
12
Ciência, Tecnologia e Sociedade.
Ementa:
A ciência, a tecnologia e a sociedade: relações e tendências. Formulação de Projetos de
Pesquisa em CTS. Elaboração e implementação de projetos de ensino na área de ciências.
Execução dos Projetos veiculando a pesquisa ao processo de Alfabetização Científica.
Bibliografia:
ALONSO, A.V; DÍAZ, J.A.A; MAS, M.A.M. Más allá de la enseñanza de las ciencias para
científicos: hacia una educación científica humanística. Revista Electrónica de Enseñanza
de las Ciencias, v.4, n.2, p.1-30, 2005.
ALONSO, A.V; MAS, M.A.M; DÍAZ, J. A. A; ROMERO, P. A. Consensos sobre la naturaleza
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ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa, formação e prática docente. Em: André, M. E. D. A. (org.) O
papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2006,
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AULER, D. Alfabetização científico-tecnológica: um novo “paradigma”? Ensaio-Pesquisa
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AULER, D.; DELIZOICOV, D. Alfabetização científico-tecnológica para quê? EnsaioPesquisa em Educação em Ciências, v.3, n.1, p.1-13, 2001.
CHASSOT, A. Alfabetização científica e cidadania. In: Alfabetização Científica:
questões e desafios para a educação. Ijuí, UNIJUÍ, 2000.
DÍAZ, J. A.A; ALONSO, A.V; MAS, M.A.M. Papel de la educación CTS en una alfabetización
científica y tecnológica para todas las personas. Revista Electrónica de Enseñanza de las
Ciencias, v.2, n.2, p.1-32, 2003.
DÍAZ, J. A.A; ALONSO, A.V; MAS, M.A.M; ROMERO, P.A. Creencias sobre la tecnología y
sus relaciones con la ciencia. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v.2, n.3,
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FONSECA, A.B. Ciência,Tecnologia e desigualdade social no Brasil: contribuições da
sociologia do conhecimento para a educação em ciências. Revista Electrónica de
Enseñanza de las Ciencias, v.6, n.2, p.364-377, 2007.
FONTES, A.; CARDOSO, A. Formação de professores de acordo com a abordagem
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FOUREZ, Geraldi. Alfabetización científica y tecnológica. Buenos Aires: Colihue, 1994.
GAZELLI, S.; FRANCO, C. Alfabetismo científico: novos desafios no contexto da
globalização. Ensaio-Pesquisa em Educação em Ciências, v.3, n.1, p.1-18, 2001.
LEMKE, J. L. Investigar para el futuro de la educación científica: nuevas formas de
aprender, nuevas formas de vivir. Enseñanza de las Ciencias, v.24, n.1, p.5-12, 2006.
LORENZETTI, L.; DELIZOICOV, D. Alfabetização científica no contexto das séries iniciais.
Ensaio-Pesquisa em Educação em Ciências, v.3, n.1, 2001.
MEDEIROS, Z.; VENTURA, P.C.S. O conceito cultura tecnológica e um estudo no meio
educacional. Ensaio-Pesquisa em Educação em Ciências, v.9, n.2, 2007.
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ROCHA, Zenaide de F. D. C. Análise da dinâmica de um grupo de aprendizagem em
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ROCHA, Zenaide de F.D.C. e BAROLLI, Elisabeth. Reflexões de uma ProfessoraPesquisadora: um estudo de caso no ensino de ciências. In: VII ENPEC, 2009, Florianópolis
- SC. VII ENPEC. Florianópolis - SC : ABRAPEC, 2009. v. 1.
ROCHA, Zenaide de F. D. C. Uma história de Sucesso na Educação Científica: a
duplicidade da prática docente. Campinas. Tese (Doutorado em Educação) –
Universidade Estadual de Campinas, 2011.
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las Ciencias, p.37-38. Barcelona, 2001.
SANTOS, S. E. La perspectiva histórica de las relaciones ciencia-tecnología-sociedad y su
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SOLBES, J; VILCHES, A. Visiones de los estudiantes de secundaria acerca de las
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Ciencias, v.1, n.2, p.1-12, 2002.
SOUZA, C. A.; BASTOS, F. P.; ANGOTTI, J.A.P. Cultura Científico-Tecnológica na
Educação Básica. Ensaio-Pesquisa em Educação em Ciências, v.9, n.1, p.1-13, 2007.
Inclusão Social, Acessibilidade e Tecnologia Assistiva
Ementa:
Fundamentos da educação inclusiva, diversidade, diferenças, deficiências e suas
implicações no contexto escolar. Políticas públicas educacionais e os processos de exclusão
social. Conceitos relacionados à Tecnologia Assistiva, comunicação alternativa e
suplementar, alternativas de inclusão social a partir da Tecnologia de Informação e de
Comunicação (TICs). Conceitos correlatos à acessibilidade baseados em normas técnicas
nacionais e internacionais.
Bibliografia:
AINLAY, S. C., BECKER, G., COLEMAN, L. M. The Dilemma of Difference: A
Multidisciplinary View of Stigma. New York: Prenun Press, 1986.
BARBOSA, R. M. (org). Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Porto Alegre: ArtMed,
2005.
BUENO, J. G. S. Educação Especial Brasileira: integração/segregação do aluno
diferente. São Paulo: Educ, 1993.
BUENO, J.G.S. Educação Especial Brasileira: integração/segregação do aluno
diferente. São Paulo: Educ, 1993.
BRASIL, Decreto nº 6.949 de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em
Nova York, em 30 de março de 2007. Diário Oficial da União. Brasília: 26 ago. 2009.
BRASIL Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei das Diretrizes e Bases da Educação.
Diário Oficial da União, Brasília, 23 dez. 1996. Seção 1.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Imprensa Oficial, 1988.
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CONFORTO, D. ; SANTAROSA, L. M. C. (2003). ACCESSIBILITY: Discussing
Human-Computer Interaction on the Web. In: Computers and Education: Towards a
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XXI. Câmpusnas: Autores Associados, 2004.
GOES, M. C. R.; LAPLANE, A. L. F. (orgs.). Políticas e práticas de Educação Inclusiva.
Câmpusnas: Autores Associados, 2004.
GOFFMAN, E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1988.
MANZINI, E.J. (Org.) Inclusão e Acessibilidade. Marília: ABPEE, 2006.
MAZZOTTA, J. S. Educação Especial no Brasil - história e políticas públicas. São Paulo:
Cortez, 1996.
OMOTE, S. (Org.). Inclusão: intenção e realidade. Marília: Fundepe, 2004.
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. (Eds.) Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
TAKAHASHI, T. (org). Sociedade da Informação no Brasil Livro Verde. Brasília:
Ministério de Ciência e Tecnologia, 2000.
WARSCHAUER, M. Tecnologia e Inclusão Social: a exclusão digital em debate. São
Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2006
UNESCO. Declaração de Salamanca. Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das
Necessidades
Educativas
Especiais.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf. Acesso em: 20 mar. 2011.
UNESCO. Organização das Nações Unidas para a educação, ciência e cultura. Declaração
Mundial sobre Educação para Todos (Conferência de Jomtien). Tailândia: Unesco, 1990.
Ação Docente no Contexto Construtivista
Ementa:
Paradigma construtivista. Aspectos individuais, sociais e culturais do ensino- aprendizagem.
Análise crítica de projetos e propostas atuais para a ação docente.
Bibliografia:
COLL, C. et al. O construtivismo em sala de aula. 6. ed. São Paulo: Ática, 2006. 221p.
MOREIRA, M. Teorias de Aprendizagem. S. Paulo: Editora Pedagógica Universitária,
2011
POZO, J. I. Aprendizes e Mestres. Artmed; Porto Alegre 2001. 296p.
PIAGET, J. Psicologia e Pedagogia. Rio de Janeiro: Ed. Forense, 1970.
PIAGET, J. Psicogênese e História das Ciências. Lisboa: Publicações Dom Quixote,
1987b
PIAGET, J.; INHELDER, B. A Psicologia da Criança. Rio de Janeiro: Bertrand, 1994.
BERBAUM, J. Aprendizagem e Formação. Porto: Ed. Do Porto, 1993. 125p. (Ciências da
Educação).
DUARTE, N. (org.) Sobre o construtivismo. São Paulo: Autores Associados, 2000. 106p.
(Polêmcias do Nosso Tempo).
REGO, T. C. Vygotsky: Uma Perspectiva Histórico-Cultural da Educação. 20ª Ed.
Petrópolis: Vozes, 2009
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente: Desenvolvimento dos Processos
Psicológicos Superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1984. 168p.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
As TIC’s no Processo de Ensino- Aprendizagem
Ementa:
A Formação do Professor para o uso das Novas Tecnologias. Mediação Pedagógica e o uso
12
15
das Novas Tecnologias. Ensino Tecnológico. Tecnologia, Desenvolvimento e Implicações ao
Ensino.
Bibliografia:
ALMEIDA, M. E. Informática e a formação de professores. Brasília: Mec Seed, 2000.
BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 16 ed. Campinas: Papirus,
2000.
GARCIA, N. M. D. LIMA FILHO, D. L. Trabalho, Educação e Tecnologia: alguns de seus
enlaces. Curitiba: Ed. UTFPR, 2010
LITWIN, E. (org.). Tecnologia Educacional. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
MERCADO, L. P. L. (Org.). Novas Tecnologias na educação: reflexões sobre a prática.
Maceió: Edufal, 2002.
OSTROVSKI, C. S. Interdisciplinaridade e o uso do jornal digital. Curitiba: Protexto,
2009.
SILVA, M. Sala de aula interativa. 4 ed. Rio de Janeiro: Quartet, 2006.
Tópicos de linguagem acadêmica (32 horas)
Ementa: Importância do desenvolvimento da autoria e da responsabilidade científica.
Cientificidade: conceito, correntes e opiniões. Relações entre ciência e ideologia. Papel da
linguagem na produção do conhecimento. Linguagem acadêmica. Escrita acadêmica.
Documentos científicos (relatórios, revisão bibliográfica de tópicos específicos, artigos).
Estratégias para redação de trabalhos científicos.
Bibliografia:
ALLIENDE, Felipe. A leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. PA: Artmed, 2005.
AZEVEDO, I. B. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável
elaborar trabalhos acadêmicos. São Paulo: Editora Hagnos, 2001.
BAKHTIN, Mikhail. Le marxisme et la phNosophie du langage.Paris: Gallimard, 1970.
BARROS NETO, B. de. Como fazer experimentos: pesquisa e desenvolvimento na ciência e
na indústria. Campinas: Unicamp, 2007.
BARROS NETO, B. de. SCARMINIO, I. S.; BRUNS, R. E.Como fazer experimentos:
pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. Campinas: UNICAMP, 2007.
BEAUGRAND, Robert de; DRESSLER, Wolfgang. Introduction to Text
Linguisties.London: Longman, 1983.
BEAUGRANDE, Robert de. New Foundations for a Science of Text and Discourse.
BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral II. Campinas: Pontes, 1989.
BENVENISTE, Émile. Problemas de Linguística Geral. São Paulo: Nacional,
BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. São Paulo:
Atlas, 2004.
BRONCKART, Jean-Paul. Atividades de linguagem, textos e discursos: por um
BROWN, Giblian; YULE, George. Discourse Analysis. Cambridge: Cambridge University
Press, 1986.
BURGO, Vanessa Hagemeyer; FERREIRA, Eduardo Francisco; STORTO, Letícia Jovelina..
(Org.). Análise de textos falados e escritos: aplicando teorias. Curitiba, Paraná: CRV,
2011.
CHASSOT, Á. A ciência através dos tempos. 2.ed. São Paulo: Moderna, 2004.
Cultrix, 1977.
DUCROT, Oswald. Dizer e não-dizer:princípios de semântica Iinguística. São Paulo:
Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
FÁVERO, Leonor Lopes. Coerência e coesão textuais. São Paulo: Ática, 1991.
interacionismo sócio-discursivo. São Paulo: EDNC, 2003.
KOCH, Ingedore G. Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1989.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Introdução à Linguística Textual. São Paulo: Martins Fontes,
2004.
13
16
KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto,
1977.
KOCH, Ingedore G. Villaça. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1989.
KÖCHE, J. C. Fundamentos da metodologia da científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
LIMA, R.C.P. (org.). Leituras: múltiplos olhares. Campinas, SP: das Letras ,2005.
Macedo, N. D. de. Iniciação à pesquisa bibliográfica: guia do estudante para a
fundamentação do trabalho de pesquisa. 2.ed. ver. São Paulo: Loyola, 1995.
MAGALHÃES, G. Introdução à metodologia da pesquisa: caminhos da ciência e
tecnologia. São Paulo: Ática, 2005.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
MARCUSHI, Luiz A. Linguística de texto: o que é e como se faz. Recife. Universidade
Federal de Pernambuco. Série Debates 1, 1983.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.
ed.São Paulo: Atlas, 2009.
MORAIS, R. de. Filosofia da ciência e da tecnologia: introdução metodológica e crítica. 8.ed.
Campinas: Papirus, 2007.
Norwood, Nova Jersey: Alex, 1997.
SCHMIDT, Siegfriwed J. Linguística e teoria do texto. São Paulo: Pioneira, 1978.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico.23.ed. São Paulo: Cortez, 2007.
SILVA, E.T. O ato de ler: fundamentos psicológicos para uma nova pedagogia da leitura.
Editora Cortez, 1981.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Pará: Artmed, 1998.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Normas para elaboração de
trabalhos acadêmicos. Curitiba: Ed. UTFPR, 2009.
VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo: Martins Fontes,
VAN DIJK, Teun A. Modelos na memória - o papel das representações da situação no
processamento do discurso. In: VAN DIJK, Teun A. Cognição discurso e interação. São
Paulo: Contexto, 1992.
VAN DIJK, Teun A. Studies iii the Pragrnatics of Discourse.Berlim, Monton: 1981.
VAN DIJK, Teun A. Text and Context. London: Longman, 1977.
VILELA, Mário; KOCK, Ingedore, G. Vilaça. Gramática da língua portuguesa. Coimbra:
Almedina, 2001.
Tópicos Especiais (30horas)
Ementa: Discussão de temas contemporâneos e fundamentais a uma compreensão
atualizada da educação em geral. Proposta de atuação multidisciplinar dentre as
diversas áreas de conhecimento oferecidas.
Bibliografia:
ALLIENDE, Felipe. A leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. PA: Artmed, 2005.
ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa, formação e prática docente. Em: André, M. E. D. A.
(org.) O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas:
Papirus, 2006, capítulo 3, p. 55-69.
AZEVEDO, I. B. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável
elaborar trabalhos acadêmicos. São Paulo: Editora Hagnos, 2001.
14
17
BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: Monografia, dissertação, tese. São
Paulo: Atlas, 2004.
GARCIA, N. M. D. LIMA FILHO, D. L. Trabalho, Educação e Tecnologia: alguns de
seus enlaces. Curitiba: Ed. UTFPR, 2010
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação
à pesquisa. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2006.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica.
6.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MERCADO, L. P. L. (Org.). Novas Tecnologias na educação: reflexões sobre a
prática. Maceió: Edufal, 2002.
NÓVOA, A. (Org.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
VEIGA, I. P. A. (Org.) Técnicas de ensino: Por que não? Campinas: Papirus, 1991.
VEIGA, I. P. A.; ARAÚJO, J. C. S. ; KAPUZINIAK, C. Docência: uma construção
ético-profissional. Campinas: Papirus, 2005.
VILELA, Mário; KOCK, Ingedore, G. Vilaça. Gramática da língua portuguesa.
Coimbra: Almedina, 2001
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
Paradigmas Pedagógicos da Prática Docente
Ementa:
Reflexões sobre as funções da docência de nível médio. Metodologias de ensino. Técnicas
didático-pedagógicas. A avaliação e a motivação. A importância do processo comunicativo
no processo de ensino-aprendizagem.
Bibliografia:
BICUDO, M. A.; SILVA JUNIOR, C. (Orgs.). Formação do Educador e Avaliação
Educacional. São Paulo: Ed. Da Unesp, 1999.
DEWEY, J. Experiência e Educação. 3. Ed. São Paulo: Nacional, 1979.
DÍAZ BORDENAVE, J.; PEREIRA, A. M. Estratégias de ensino-aprendizagem. 29 ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
IMBERNÓN, F. Formação Docente e Profissional: formar-se para a mudança e a
incerteza. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2002.
MION, R. A. Investigação-Ação: mudando o trabalho de formar professores. Ponta Grossa:
Gráfica Planeta, 2001.
NÓVOA, A. (Org.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
PERRENOUD, P. Avaliação. Porto Alegre: Artmed, 1999a.
PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artmed,
1999b.
VEIGA, I. P. A. (Org.) Técnicas de ensino: Por que não? Campinas: Papirus, 1991.
VEIGA, I. P. A.; ARAÚJO, J. C. S. ; KAPUZINIAK, C. Docência: uma construção éticoprofissional. Campinas: Papirus, 2005.
ZEICHNER, K. A. A formação reflexiva dos professores: ideias e práticas. Lisboa, Educa,
1993.
15
18
9
QUADRO DE DOCENTES
Nome da Disciplina
CH-P
(*)
CH-EAD
(**)
Docente Responsável e
Colaboradores
Titulação
(***)
Instituição
Metodologia da
Pesquisa Científica
40
-
Alessandra Dutra
D
Leitura e Produção
Textual Aplicadas ao
Ensino.
40
-
Letícia Jovelina Storto
M
Motivação e Atividades
práticas em ensino
30
-
Alcides Goya
D
Oficinas Pedagógicas
para a Educação
Básica.
30
-
Zenaide de Fátima Dante
Correia da Rocha
D
Ciência, Tecnologia e
Sociedade.
20
10
Mauricio César Menon
D
Inclusão social,
Acessibilidade e
Tecnologia Assistiva.
10
20
Vanderley Flor da Rosa
D
Ação Docente num
Contexto Construtivista.
10
20
Karen Hyelmager Gongora
Baricatti
D
UTFPR
Linguagem Acadêmica
e Tecnologia.
30
10
Letícia Jovelina Storto
M
UTFPR
As TIC’s no Processo
de EnsinoAprendizagem.
20
10
Alessandra Dutra
D
Paradigmas
Pedagógicos da Prática
Docente.
30
-
Marilu Martens de Oliveira
D
Tópicos Especiais
Carga horária total
20
10
Lisandra Ferreira de Lima
D
UTFPR
UTFPR
UTFPR
UTFPR
UTFPR
UTFPR
UTFPR
UTFPR
360
(*) CH-P = carga horária presencial
(**) CH-EAD = carga horária a distância
(***) M = MESTRE
D = DOUTOR
10 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação contemplará os aspectos atitudinais e cognitivos. A avaliação
atitudinal dar-se-á pela presença e participação. Quanto à avaliação cognitiva,
avaliar-se-á a produção e a sistematização de conhecimentos, segundo os
planejamentos de cada professor nas disciplinas específicas, de acordo com o
capítulo IV "Da Organização Didática" do regulamento de pós-graduação Lato Sensu
da UTFPR.
11.1 Critérios de avaliação da monografia
16
19
As monografias deverão ser elaboradas individualmente e atender às
especificações das Normas da UTFPR, sendo avaliados os seguintes critérios:
- a organização metodológica da monografia;
- a coerência e a clareza na escrita;
- apresentação da monografia e arguição.
17
11
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO CURSO
20
SEMANA
NOME DA DISCIPLINA
Metodologia da
Pesquisa Científica.
Leitura e Produção
Textual Aplicadas ao
Ensino.
Paradigmas
Pedagógicos da Prática
Docente
Ação Docente num
Contexto Construtivista
As TIC’s no Processo de
Ensino-Aprendizagem
Linguagem Acadêmica e
Tecnologia
Prática Pedagógica,
Pesquisa e Formação de
Professores na
Educação Básica.
Inclusão Social,
Acessibilidade e
Tecnologia Assistiva.
Ciência, Tecnologia,
Sociedade e Ensino.
Motivação e Atividades
Práticas em Ensino
Tópicos Especiais
C. H. Total das
Disciplinas (Aulas
Presenciais e a
distância)
Carga-horária Total
CHEAD
1
2
40
-
10
10
40
-
30
-
10
20
20
20
30
-
CHP
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
10
10
10
10
10
10
29
30
10
10
10
10
10
10
10
10
10
-
30
10
10
20
10
20
10
30
-
20
10
280
80
10
10
10
10
10
10
10
10
10
360
Ano
Mês
2012
Mar
Abr
Maio
Jun
Dia: sábado
10
17
31
14
28
05
12
26
Total Semanal
10h
10h
Total Mensal
Total Acumulado
M- para construção e defesa da monografia
30h
30
20h
50
Jul
2013
Ago
Set
Out
02
09
30
04
25
01
15
29
06
20
10h
10h
10h
10h
30h
80
30h
110
20h
130
30h
160
18
Nov
Dez
10
24
10h
20h
180
Jan
Fev
Mar
Abr
Maio
Jun
Jul
Ago
01
08
09
23
13
27
18
25
M
M
M
10h
10h
20h
10h
10h
20h
200
20h
220
20h
240
20h
260
20h
280
21
12 PLANILHA FINANCEIRA
I. DESPESAS COM REMUNERAÇÃO DE PESSOAL
R$
43.000,00
a) Rem uneração das aulas
Titulação
Total de horas
Valor unitário
Doutor
296
R$
70,00
R$
20.720,00
Mestre
64
R$
70,00
R$
4.480,00
Especialista
R$
-
R$
25.200,00
R$
7.000,00
b) Despesas com Orientação de Monografia
Total
Monografia
Valor unitário
35
R$
200,00
c) Palestras (eventuais)
Total
Valor unitário
R$
-
d) Rem uneração da secretária
Periodo (meses)
18
Valor mensal
R$
300,00
R$
5.400,00
R$
5.400,00
e) Rem uneração do coordenador
Periodo (meses)
Valor mensal
18
300,00
R$
f) Rem uneração do pessoal de apoio técnico (servidores da instituição)
Período (horas)
copeira (R$3,00/hora)
Valor (hora)
R$
n° pessoas
1
R$
tecnico de laboratório (R$8,00/hora)
-
1
g) Estagiário
Período (meses)
Valor mensal
n° pessoas
Bolsa
1
Vale Transporte
1
II. MATERIAL DE CONSUMO
R$
2.400,00
Material de laboratório
Valor
Material de expediente (escritório) em geral
Material de áudio, vídeo e foto
Material de informática (cartucho, tonner, ...)
Material didático e técnico e fotocópias ( 30 alunos * 60 copias por disciplina * 16 disciplinas*
R$
R$ 0,10)
2.400,00
III. MATERIAL PERMANENTE
R$
2.000,00
Equipamentos de Informática (impressora multifuncional)
R$
Valor
Livros e Material Bibliográfico
Máquinas e equipamentos
2.000,00
Equipamentos de aúdio, vídeo, etc.
Outros (Especificar)
IV. SERVIÇOS DE TERCEIRO
R$
1.445,00
Divulgação
R$
500,00
taxa SICOB
R$
945,00
depog
Valor
V. DIÁRIAS
R$
Diárias + hospedagens
200,00
Valor
VI. RESSARCIMENTO
R$
R$
Quilometragem, compras emergenciais, ..
200,00
1.200,00
Valor
R$
1.200,00
CÁLCULO DO VALOR TOTAL DO PROJETO (VTP)
Total item I (Rem uneração+ Encargos Sociais + Taxa de Adm inistração)
IA)
Remuneração (a+b+c+d+e+f)
R$
IB)
Encargos Sociais (20% do item IA)
R$
8.600,00
IC)
Somatório de IA + IB
R$
51.600,00
ID)
Estagiário (Ig)
R$
IE)
Custos adm inistrativos (30% dos itens IC+ID)
R$
15.480,00
Total Item I
R$
67.080,00
Total item II
R$
2.400,00
Total item III
R$
2.000,00
Total item IV
R$
1.445,00
Total item V
R$
200,00
Total item VI
R$
1.200,00
R$
74.325,00
VTP
43.000,00
-
CÁLCULO DO VALOR COBRADO POR ALUNO (VCA)
Nº Mínimo de alunos Índice de desistência (normal 20%)
31
20
VCA = VTP / ((NMA) * (1-Índice de Desistência))
R$
2.996,98
(*) Núm ero m ínim o de Alunos (NMA) = 0,9 x o núm ero previsto de alunos pagantes
entrada
17 x
R$ 195,00
R$ 164,82
19
22
13 CERTIFICADOS DE CONCLUSÃO
Ao aluno que cumprir todos os requisitos do curso e for aprovado com nota
mínima de 7,0 (sete), em uma escala de zero a dez, em todas as disciplinas, com
frequência mínima de 75%, além de nota mínima de 7,0 (sete), em uma escala de
zero a dez, pela elaboração e apresentação da monografia, será conferido
Certificado de Especialista em Ensino e Tecnologia, conforme Deliberação nº
05/2002 do COUNI, bem como conforme Resolução nº 01/2007 do CNE/CES.
ANEXO A - Curriculum vitae dos docentes
Alcides Goya
Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1981), especialização em Astrofísica
pela Universidade de São Paulo (1984) , mestrado em Física pela Universidade de Brasília (1994) e
doutorado em Física pela Universidade de Brasília (2002) . Atualmente é Professor da Universidade
Tecnológica Federal do Paraná.
Alessandra Dutra
Possui doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela UNESP/Araraquara, mestrado em Letras
pela Universidade Estadual de Londrina (2003) e graduação em Letras - Anglo com as respectivas
literaturas pela Universidade Estadual de Londrina (1997). Atua como professora de Comunicação
Linguística na Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Tem experiência na área de Letras, com
ênfase em Ensino de Língua Portuguesa e Inglesa, Estágio Supervisionado de Língua
Portuguesa/Inglesa e respectivas Literaturas, atuando principalmente nos seguintes temas: variação
linguística; descrição fonética do português, inglês, espanhol e italiano; aquisição do português como
língua estrangeira, linguagem e tecnologia e educação tecnológica.
Karen Hyelmager Gongora Bariccatti
Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Campinas (1994), mestrado em
Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2003) e doutorado em Educação pela
Universidade Estadual de Campinas (2010). Atualmente é pedagoga na Universidade Tecnológica
Federal do Paraná. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Psicologia Educacional,
atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de matemática, operações aritméticas,
tecnologia e ensino.
Letícia Jovelina Storto
É doutoranda em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina. Possui Mestrado
em Estudos da Linguagem (2010), Especialização em Língua Portuguesa (2009) e Graduação em
Letras (2007) pela mesma universidade. Atualmente, é professora substituta da Universidade
Tecnológica Federal do Paraná, campus Londrina. Tem experiência na área de Linguística, com
ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: Análise da
Conversação, Linguística Textual, Produção de Textos e Gêneros Discursivos (Haicai).
Lisandra Ferreira de Lima
Possui graduação (1999), mestrado (2002) e doutorado (2005) em Engenharia Química, todos
realizados pela Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Engenharia Química,
com ênfase em desenvolvimento de Processos, atuando principalmente nos seguintes temas:
20
23
reações catalíticas em meio supercrítico; preparo e identificação de catalisadores da família Salen´s,
análises cromatográficas (cromatografia gasosa).
Marilu Martens Oliveira
Possui graduação em Letras Franco-Portuguesas pela Faculdade Estadual de Filosofia Ciências
Letras de Cornélio Procópio (1972), graduação em Direito pela Universidade Estadual de Londrina
(1973), graduação em Pedagogia pela Faculdade de Educação Ciências e Letras Dom Domênico
(1981), especialização em Língua Portuguesa - Descrição e Ensino pela Fundação Faculdade
Estadual de Filosofia Ciências e Letras de Cornélio Proc (1992), mestrado em Letras pela
Universidade Estadual de Londrina (1998) , doutorado em Letras pela Universidade Estadual Paulista
Júlio de Mesquita Filho (2006) e aperfeiçoamento em Formação Empreendedora na Educação
Profissional pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002) . Atualmente é professor concursado
da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Membro de corpo editorial da Revista Diálogo e
Interação (FACCREI- FACED) e Membro de corpo editorial da Revista Eletrônica Via Litterae. Tem
experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Comparada.
Maurício Cesar Menon
Possui graduação em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (1989), especialização
em Literatura Brasileira pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (1999), mestrado em Letras pela
Universidade Estadual de Londrina (2002) e doutorado em Letras pela Universidade Estadual de
Londrina (2007). Atualmente é professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e Membro
de corpo editorial do Diálogo e Interação. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em
Literatura Brasileira. Atuando principalmente nos seguintes temas: gêneros, gótico, história, imagem,
medo e representação.
Suseli Cristiane Alves
Possui graduação em História pela Universidade Estadual de Londrina (1997) e mestrado em História
pela Universidade Estadual de Londrina (2003). Atualmente é professora da Universidade
Tecnológica Federal do Paraná. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do
Brasil República.
Vanderley Flor da Rosa
Doutor em Educação, na linha de pesquisa Políticas Públicas e Administração da Educação
Brasileira, pela UNESP - campus Marilia. Possui Mestrado em Ciências da Computação e Matemática
Computacional pela Universidade de São Paulo - ICMC/USP (2001). Possui graduação em
Licenciatura em Ciências Habilitação em Física pela Fundação Faculdade de Filosofia Ciências e
Letras de Cornélio Procópio (1988) , graduação em Tecnologia em Processamento de Dados pela
Universidade Norte do Paraná (1993) , especialização em Administração da Engenharia de Software
pela Universidade Norte do Paraná (1995) , especialização em Educação Tecnológica pela
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (1996) , especialização em Informática na Educação
pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (1998) Atualmente é professor titular da UTFPR Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Tem experiência na área de Ciência da Computação,
atuando principalmente nos seguintes temas: Cooperação, Internet, educação distribuída, educação a
distância, informática na educação, e ainda: Avaliação e Gestão de sistemas, instituições, planos e
programas educacionais; Educação Profissional, Acessibilidade e Educação Inclusiva.
Zenaide de Fátima Dante Correia Rocha
Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2011), Mestre em Ensino de
Ciências e Educação Matemática pela Universidade Estadual de Londrina (2005). Especialista em
Metodologia do Ensino-Aprendizagem da Matemática no Processo Educativo pela Faculdade de
Educação Sâo Luís (1997), Especialista em Administração, Supervisão e Orientação Educacional
pela Universidade Norte do Paraná (2000), graduada em Licenciatura em Ciências com Habilitação
em Matemática pelo Centro de Estudos Superiores de Londrina (1994), graduada em Pedagogia pela
Universidade Luterana do Brasil (2009). Tem experiência na área de Educação e pesquisa com
ênfase na Formação de professores.
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