Livro do Professor
3ª. série - 1°. volume
Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP)
(Ana Cristina Dakiw Piaceski Lagos / CRB 9-1166 / Curitiba, PR, Brasil)
B514
Berlatto, Fábia
Sociologia : 2ª. serie, 1º. volume / Fábia Berlatto ; ilustrado por José Aguiar, Marcos
Guilherme. – Curitiba: Positivo, 2011.
: il.
Sistema Positivo de Ensino
ISBN 978-85-385-5307-6 (Livro do aluno)
ISBN 978-85-385-5308-3 (Livro do professor)
1. Sociologia. 2. Ensino médio – Currículos. I. Berlatto, Fábia. II. Giseli, Angela.
III. Título.
CDU 316:373.5
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Adriano Nervo Codato
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Sociologia
3ª. série – 1º. volume
Livro do Professor
1. Concepção de ensino
A Sociologia como ciência da sociedade
A Sociologia deve ser capaz de se recusar a ver
o universo social tal como ele se apresenta: definitivo
e imutável.
O bom senso, o senso comum, a visão herdada
e reiterada sobre o mundo social quer fazer crer que
as coisas são como são, isto é: as desigualdades
são naturais, o nosso modo de vida (cristão, ocidental, masculino, etc.) é universal, os nossos valores
são aplicáveis a tudo ou a quase tudo que existe,
as hierarquias são necessárias para que as coisas
funcionem bem, as diferenças nunca são bem-vindas,
e o poder é legítimo porque é, afinal, o poder estabelecido.
O cientista social, ao contrário, tem de ser capaz
de superar tanto o conformismo intelectual – para
buscar as causas, as conexões entre as causas e
o sentido oculto dos processos e das instituições
sociais, tornando-os compreensíveis a todos – quanto seu assombro diante das coisas mais esquisitas,
longínquas ou excêntricas, principalmente quando
elas estão em desacordo com os seus valores e os
seus ideais, para poder dizer como o mundo social
é, e não como ele deveria ser.
Por isso mesmo, a Sociologia não é uma terapia
coletiva, que pretende curar a sociedade dos seus
males, nem uma engenharia social, que deseja reorganizá-la de um modo mais racional, eficaz ou justo.
Há uma confusão em torno das Ciências Sociais,
muitas vezes alimentada e difundida pelos próprios
cientistas sociais: a Sociologia teria uma missão, que
é, imodestamente, a de consertar o mundo. De acordo
com esse entendimento, mais comum e mais persistente do que se imagina, o ponto de vista sociológico
é uma espécie de introdução à discussão sobre os
problemas sociais ou uma tomada de consciência coletiva da desigualdade existente no mundo. Cumprida
essa etapa, deve-se passar à assistência social (ou,
nas visões mais radicais, à revolução social).
A Sociologia, ao contrário, é acima de tudo uma
atividade intelectual, não uma atitude moral e uma
disposição meramente “crítica”, capaz de examinar
e considerar minuciosamente tanto um conjunto de
valores quanto um costume, tanto um comportamento
quanto uma instituição social ou política.
Essa atividade tem um traço específico, e é isso
o que caracteriza o empreendimento sociológico. A
Sociologia, afirmou Émile Durkheim, tem de explicar
o social pelo social.
Isso significa, em outras palavras, que a cultura,
os valores, os costumes, a tradição, os comportamentos, os procedimentos e as instituições devem
ser entendidos a partir de suas causas (ou funções)
sociais, e não em razão de motivos psicológicos,
morais, religiosos, políticos, econômicos, etc, alegados pelos indivíduos. Na realidade, é a psicologia,
a moralidade, a religião, a política e a economia que
devem ser explicadas pela Sociologia – isto é, pelas
condições sociais que as tornam possíveis. Cabe à
Ciên­cia Social, por exemplo, observar à Psicanálise
que Freud se esqueceu de uma verdade fundamental
– a de que Édipo era um rei, como enfatizou Pierre
Bourdieu. Isto é, a analogia derivada do mito e a sua
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potência explicativa e curativa dependem, antes de tudo,
do reconhecimento das determinações sociais dos
comportamentos individuais.
A introjeção desse modo peculiar de ver o mundo
exige, como qualquer outra habilidade, treino e técnica.
A inclusão da Sociologia nos currículos do Ensino Médio
é uma oportunidade para exercitar essa habilidade desde
cedo. A aprendizagem dos conceitos e das teorias é, por
sua vez, o pré-requisito para a aquisição dessa técnica
especializada de julgamento do mundo social.
2. Organização didática e recursos de
compreensão
Este material didático prevê, para as três séries do
Ensino Médio, a abordagem de diferentes áreas, temas
e enfoques da Sociologia clássica e, em especial, das
várias sociologias contemporâneas.
Os assuntos foram repartidos em quatro volumes para
cada uma das três séries do Ensino Médio. Os conteúdos
correspondem às divisões tradicionais da disciplina (Sociologia da violência, do trabalho, da política, etc.) ou às
especializações recentes (Sociologia do consumo, da identidade, das diferenças, etc.). Essas áreas neste material
foram, por sua vez, repartidas em unidades de trabalho.
Cada unidade, por sua vez, destaca um aspecto relevante
e polêmico das subáreas da Sociologia.
Para facilitar e orientar o seu trabalho bem como
o dos alunos, este material se vale de algumas seções
que funcionam como recursos didáticos:
Sempre que for necessário, essa
seção apresentará explicações
mais detalhadas sobre a origem,
os diferentes significados e os usos
mais comuns de determinados conceitos das Ciências Sociais relacionados aos conteú­dos
trabalhados.
O objetivo é duplo:
1o.)Fixar as definições sociológicas de determinadas
palavras ou expressões de uso comum (ideologia, estigma, indústria cultural, etc.), dando a
elas um sentido mais restrito e mais técnico.
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Livro do Professor
2o.)Demonstrar que esses sentidos são dinâmicos,
ou seja, variam segundo as correntes teóricas
que os empregam. Todo conceito teórico é objeto de disputas na comunidade científica, que
se bate pelo poder de impor seu “verdadeiro
sentido”.
O contato direto dos alunos com textos dos próprios cientistas sociais
estudados é um procedimento altamente recomendável.
Essa indicação no material
assinalará trechos de obras importantes dos autores
clássicos da disciplina e passagens de artigos ou livros
de sociólogos mais contemporâneos.
O objetivo é expor os alunos à linguagem, aos conceitos, às afirmações e às interpretações de diversos
autores sobre vários assuntos, enfatizando, através de
exercícios específicos de interpretação de texto, não
somente o entendimento das teses e dos argumentos,
mas as divergências que elas apresentam em relação à
visão tradicional sobre o tema.
O estudo da Sociologia pode
ser muito difícil em função do
acúmulo tanto de informações
históricas, que servem de pano
de fundo aos conceitos, noções e
teorias, quanto dos próprios conceitos que os alunos têm
obrigatoriamente de conhecer.
Sociologia
3ª. série – 1º. volume
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A função dessa indicação no material é abrir espaço tanto para exercícios de aprendizagem como para
exercícios de fixação de conteúdos imprescindíveis da
disciplina. Os exercícios podem ser de tipos diversos
(testes de múltipla escolha, questões abertas, etc.), mas
seu propósito será sempre permitir aos alunos assimilarem aos poucos, à medida que os conteúdos avançam,
as ideias fundamentais das Ciências Sociais.
Em ciência, recomenda-se sempre
desconfiar das primeiras impressões, das causas aparentes e das
soluções muito fáceis (e definitivas) para problemas polêmicos e
complexos.
Nessa seção, os alunos devem ser levados, pela
curiosidade, a buscarem mais informações, elaborarem
hipóteses explicativas e proporem ângulos alternativos
de análise sobre determinado tema. Isso permitirá que
reflitam sobre as explicações disponíveis, refaçam a
própria opinião sobre pontos de vista tradicionais diante
do assunto, de tal maneira que se possa fugir da simples
repetição de “verdades” sobre o mundo social.
Essa é uma oportunidade para desenvolver dois
tipos de habilidades:
1.A capacidade de descrever, de maneira detalhada,
informada, imparcial e objetiva um fenômeno social
e/ou uma instituição social.
2.A capacidade de perguntar-se sobre as causas ou as
origens do problema em questão.
No momento da descrição pode-se recorrer a dois
procedimentos tradicionais: a narração etnográfica e a
pesquisa histórica. No caso da etnografia, recomenda-se que os alunos providenciem um pequeno bloco de
anotações. No caso da pesquisa em fontes secundárias
(livros, documentos, estatísticas, etc.), pode-se aproveitar
a oportunidade para ensiná-los a usar a biblioteca, por
exemplo.
Essa seção abrirá espaço para
que sejam propostos problemas
e dilemas sobre como interpretar
a dinâmica social atual, estabelecendo, se possível, relações com o
cotidiano dos alunos.
O objetivo do exercício é orientar a discussão coletiva sobre uma questão polêmica, que pode ser abordada
por meio de debate, pesquisa, produção de textos, painel,
etc., de tal maneira que se possa passar da mera “opinião
pessoal” dos alunos para uma visão sobre o problema, devidamente informada pelo conhecimento sociológico.
Os alunos devem, então, estabelecer relações de causalidade, de semelhança, de diferença entre fenômenos,
procurar ser rigorosos e lógicos na argumentação, superando o ponto de vista que tinham antes da pesquisa e/ou
do debate sobre o assunto em pauta.
Nos dois tipos de exercício, eles deverão expor e
explicar as suas conclusões e relatar como chegaram
a elas, confrontando-as com as opiniões dos colegas.
3. Conteúdos privilegiados e aderência à
Matriz do ENEM 2009
Na organização dos conteúdos privilegiados, destaca-se a convergência entre esse projeto e a Matriz de
Referência para o ENEM 2009.
Contudo, os temas abordados neste projeto para
o ensino da Sociologia no Ensino Médio ultrapassam
as diretrizes estipuladas pelo Ministério da Educação.
Por meio do estudo das sociologias especiais (da
violência, do trabalho, da identidade, das diferenças, da
política, da economia, do consumo e do meio ambiente),
dá-se maior relevância aos tópicos exigidos, ao mesmo
tempo que se traduzem os problemas sociais “oficiais”
em linguagem sociológica e de acordo com a perspectiva
sociológica. Por exemplo:
a)“Cultura material e imaterial; patrimônio e diversidade
cultural no Brasil. Diversidade cultural, conflitos e vida em
sociedade; a luta pela conquista de direitos pelos cidadãos: direitos civis, humanos, políticos e sociais. Direitos
sociais nas constituições brasileiras. Políticas afirmativas.”
Esses tópicos estão contemplados tanto em Sociologia
da identidade quanto em Sociologia das diferenças
e Sociologia brasileira: “raça” e nação.
b)“Formação territorial brasileira; as regiões brasileiras;
políticas de reordenamento territorial; grupos sociais
em conflito no Brasil Imperial e a construção da nação” são temas discutidos em Sociologia brasileira:
modernização e desenvolvimento nacional.
c)A questão da “cidadania e democracia; Estado e direitos do cidadão; democracia representativa” e das
“formas de organização social, movimentos sociais,
pensamento político e ação do Estado” são vistos,
sob óticas diferentes, em Sociologia política e em
Sociologia do trabalho.
d)“A globalização e as novas tecnologias de telecomunicação e suas consequências econômicas,
políticas e sociais” são tratadas de um ponto de
vista diferente do usual em Sociologia do consumo; enquanto “conflitos político-culturais pós-Guerra Fria, reorganização política internacional e os
organismos multilaterais nos séculos XX e XXI” são
domínios da Sociologia econômica.
e)A Sociologia da violência tem como um dos principais objetivos explicar a nova “vida urbana: redes e
hierarquia nas cidades, pobreza e segregação espacial”.
Temas mais gerais, como o estudo das transformações históricas de longa duração ou a especificidade do
conhecimento científico diante do senso comum, são vistos em função da problemática propriamente sociológica.
Enquanto a Sociologia clássica cuida do primeiro, a
Sociologia como ciência é especialmente dedicada
ao segundo.
Um ponto importante e merecedor de destaque
é que, apesar da comunicação óbvia entre os conteúdos, da devida interdisciplinaridade e da necessidade de se superar o conhecimento compartimentado
arbitrariamente em múltiplos departamentos de ensino, as Ciências Sociais são diferentes da História,
da Filosofia, da Geografia Humana, da Biologia, etc.
Interdisciplinaridade e multidisciplinaridade preveem
que haja, antes, disciplinaridade, isto é, a existência
de disciplinas com uma identidade própria, com seus
métodos, problemas e tradições teóricas. Uma vez estabelecido e adquirido um tipo de conhecimento, pode-se trocar com outro de maneira muito mais produtiva.
4. Objetivos gerais das três séries
A seguir, estão listados os objetivos a serem atingidos com os conteúdos das três séries do Ensino Médio:
1.a série
Toda a 1.a série é uma introdução à Sociologia.
Porém, cada volume faz isso à sua maneira.
A EM11 é uma apresentação tradicional da disciplina que enfatiza dois aspectos: a cientificidade da
Sociologia e a originalidade do seu precursor, Comte.
A EM12 trata dos três clássicos da Sociologia –
Marx, Weber e Durkheim – sob um ponto de vista não tradicional. Há vários problemas sociológicos que unificam
os três autores. Elegeu-se para estudá-los a emergência
da noção de cidadão livre ou de “indivíduo”. Esse foi
um pré-requisito político, jurídico, ideológico e econômico
para o desenvolvimento do capitalismo.
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Livro do Professor
A EM13 continua essa introdução à Sociologia, mas
com base em alguns problemas históricos e teóricos
brasileiros, especialmente a questão da “raça” e do desenvolvimento nacional. Essa é uma maneira de mostrar
que a Sociologia discute não apenas grandes questões
(o capitalismo, a modernidade, as classes), mas também
problemas bem circunscritos no tempo e no espaço.
A EM14 trata da Educação como instrução escolar,
mas principalmente como processo de socialização.
2.a série
Os conteúdos da 2.a série destacam dois problemas
tradicionais – a questão da violência cotidiana e a do
trabalho social. Dá-se a eles um enfoque mais sistemático, destacando as suas repercussões contemporâneas. O
volume sobre a Sociologia da violência (EM21) mostra
as relações complexas entre as novas formas de controle
Sociologia
3ª. série – 1º. volume
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social e a organização do espaço urbano; enquanto a
EM22, sobre a Sociologia do trabalho, acompanha a
discussão sobre as transformações recentes do mundo do
trabalho e suas repercussões sobre a estrutura de classes,
com o aparecimento de uma nova estratificação social.
Além disso, os conteúdos da 2.a série abrigam dois
temas que, embora não sejam absolutamente novos, – a
diversidade cultural e a construção social da sexualidade
– incorporam o debate sociológico mais recente sobre o
assunto. A EM23 apresenta o ponto de vista da Antropologia Social, mostrando aproximações (e diferenças)
em relação à abordagem da Sociologia. A EM24 discute
gênero e sexualidade.
O objetivo dessa série é estudar as consequências
– vistas pela Sociologia – de transformações históricas
nos padrões de relações sociais ao longo do século XX.
3.a série
Um dos fenômenos centrais de todas as sociedades
humanas é o do poder. Esse é o objeto da EM31 (Sociolo-
gia Política). Além da preocupação em dar uma definição
científica a esse termo, tão comum e tão frequentemente
utilizado, faz-se uma análise sobre as formas de divisão
social do poder e suas assimetrias. A pergunta central
que guia a organização desse volume é: como funciona
a democracia contemporânea?
Isso permite que se entre diretamente na agenda
de questões postas pelo século XXI. Por isso, a EM32,
a EM33 e a EM34 tratam de três temas emergentes: as
relações de poder entre governos e mercados no mundo
contemporâneo; a formação social dos gostos e dos padrões de consumo numa sociedade em que até mesmo a
publicidade está globalizada; e as novas relações do homem com a natureza no contexto da atual crise ambiental.
O objetivo específico dos conteúdos reunidos na
a
3. série é atualizar os alunos quanto aos debates mais
quentes e mais polêmicos da Sociologia contemporânea,
principalmente no que se refere a problemas relacionados
ao poder de representar e ser representado, de governar,
de consumir e de destruir a civilização.
5. Mecanismos de avaliação
Dada a diversidade de conteúdos, aliada à diversidade de teorias explicativas, paradigmas interpretativos
e pontos de vista convergentes ou conflitantes sobre
esses assuntos, é necessário lançar mão de diversas
metodologias de avaliação do aprendizado.
Uma vez que os objetivos pedagógicos estipulados
na Matriz do ENEM 2009 envolvem, entre outras habilidades a serem desenvolvidas, comparar pontos de vista
expressos em diferentes fontes, compreender os elementos que constituem determinada instituição ou relação
social, associar manifestações culturais do presente aos
seus processos de constituição histórica, identificar o
papel de certas práticas sociais na construção da vida
social, etc., é preciso:
solicitar que se analisem os textos incluídos nas Leituras sociológicas, procurando compreender a argumentação desenvolvida e a teorização de base; para
tanto, são incluídos nos volumes perguntas abertas;
incentivar debates entre grupos sobre questões
sociais contemporâneas;
indicar fontes para a confecção de painéis explicativos, pelos próprios alunos, sobre o tópico
que mais chamou a atenção no volume;
buscar desenvolver, através de trabalhos específicos
para esse fim, a capacidade de argumentação e
redação dos alunos, insistindo para que a reflexão
(pessoal ou coletiva) seja transformada em um texto
escrito;
propor o estudo aprofundado de um tema tradicional de Sociologia de maneira a demonstrar como
diferentes teorias enfatizam diferentes variá­veis
explicativas, chegando também a conclusões diferentes sobre o assunto;
averiguar, através de testes específicos e exclusivamente elaborados para esse fim, o entendimento
correto e completo dos conceitos básicos de Sociologia;
por fim, desenvolver uma “atitude sociológica” diante do mundo, demandando, através de exercícios
constantes, que se procure sempre sociologizar as
coisas mais banais, os comportamentos mais usuais,
as instituições mais costumeiras.
6. Referências
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da fome. São Paulo: Cosac & Naify, 2007.
10
Livro do Professor
1.o VOLUME
3.a SÉRIE
Sociologia política: poder, política e
democracia
1. A sociologia política e o fenômeno do
poder
O que é Sociologia?
O que é a política?
O que é decisão política?
O que é comportamento político?
O que é Sociologia Política?
2. O conceito de poder
O que é poder?
O poder como probabilidade
O poder como relação social e a imposição
da vontade
O poder como resistência e conflito
O poder político
3. O poder em ação
Fundamentos econômicos do poder político
Fundamentos organizacionais do poder
político
Fundamentos informacionais do poder
político
Fundamentos culturais do poder político
4. Poder, elites e democracia
A democracia contemporânea: uma democracia representativa
Igualdade política e desigualdade social
Condições necessárias e condições suficientes na democracia
2.a SÉRIE
Controle social: Sociologia do espaço
urbano e da violência
1. Espaços da cidade e segregação social
Combate à pobreza e invenção da favela
Segregação social e espacial
2. Controle social: percurso e
interpretações
Integração e bem-estar social
Escola de Chicago
Emergência da sociedade disciplinar
3. Sociologia do crime e da violência
Dinâmicas do estigma
Crime: explicações biológicas e psicológicas
O que a Sociologia diz sobre o crime?
O que é violência?
1.a SÉRIE
A ciência da sociedade: Auguste Comte e
as origens da Sociologia
1. Sociologia como ciência
O que é a Sociologia?
Mudanças históricas: da Revolução Científica
às revoluções do século XVIII
Surgimento da Sociologia: do século XVIII
para o século XIX
O que é ser “científico”?
2. Divisões das Ciências Sociais
Antropologia
Ciência Política
Sociologia
3. Auguste Comte e a fundação da
Sociologia
Confusão terminológica: os “positivismos”
Resumo biográfico: vida e obra
Sociologia comtiana
4. Sociologia de Comte: estática e
dinâmica sociais
Estática e dinâmica
Da Filosofia à política e da política à religião
Programação de conteúdos para o Ensino Médio
2.a SÉRIE
Sociologia do trabalho: trabalho no mundo
contemporâneo e formas de estratificação
social
4. Natureza do trabalho nas sociedades
divididas em classes
O trabalho no senso comum
O conceito de trabalho para a Sociologia
O trabalho nas diferentes sociedades
Divisão técnica e capitalista do trabalho
5. Força, condições e processos de
trabalho no capitalismo
Mais-valia: a fonte de riqueza
O trabalho como mercadoria
Mais qualidade em menos tempo: taylorismo
Racionalização do trabalho: esteira e produção em série
Trabalhador da indústria fordista: operário-padrão
Mudanças na produção e na organização
do trabalho
6. Trabalho, lutas e movimentos sociais
Luta coletiva dos trabalhadores
História dos sindicatos
Ideologias políticas e movimento sindical
7. Classes e formas de estratificação
social no capitalismo contemporâneo
Conceito de classe social na Sociologia de
Marx e Weber
Estratificação social na Sociologia
Estratificação social da sociedade contemporânea
1.a SÉRIE
2.o VOLUME
Sociologia clássica e emergência do
cidadão livre
5. Trabalho livre e estratificação social
O cidadão na passagem do feudalismo ao
capitalismo
O cidadão e os estratos sociais segundo os
clássicos
6. Fatores da mudança e da reprodução
social
Karl Marx e o fator político: revoltas, revoluções e superação do capitalismo
Max Weber e o fator econômico-religioso:
afinidades entre o espírito do capitalismo
e a ética protestante
Émile Durkheim e o fator social: normas e
educação na produção/reprodução da
sociedade
7. Estados modernos e cidadania
O Estado em Marx
O Estado em Weber
O Estado em Durkheim
8. Socialismo, valores e sistema social
O socialismo segundo Marx e Engels
O socialismo segundo Weber
O socialismo segundo Durkheim
Sociologia
Sociologia econômica: Estados
Nacionais, mercados e globalização
5. Origens históricas da globalização
econômica
Início da integração e da interdependência
no mundo pós-guerra
Adoção do dólar como moeda internacional
6. Interdependência econômica global
Choques do petróleo (1973 e 1979)
Desvalorização do dólar e liberdade de circulação monetária
7. Características da globalização
econômica
Fluxos financeiros internacionais
Força política e econômica das grandes
corporações transnacionais
Opção entre liberdade de comércio ou
protecionismo e formação dos blocos
econômicos
8. Consequências político-culturais da
globalização
Globalização e cultura
Conflito no mundo pós-Guerra Fria
3.a SÉRIE
3ª. série – 1º. volume
11
12
Livro do Professor
3.o VOLUME
2.a SÉRIE
Sociologia da identidade: cultura e
diversidade social
8.O que é cultura?
Natureza versus cultura
Qual é a origem da cultura?
Relativismo cultural e etnocentrismo
9.Cultura brasileira: diversidade e
conflitos
Cultura, processos sociais, transformações
e cidadania
A questão indígena no Brasil
10.Diversidade e questão afro-brasileira
Um pouco de história
Enquanto isso no Brasil...
Década de 1930 e culturalismo brasileiro
Projeto UNESCO no Brasil: questionamento
do mito da democracia racial
Movimento negro e políticas sociais de
Estado
Desigualdade social na ordem do dia
1.a SÉRIE
Sociologia brasileira: modernização e
desenvolvimento nacional
9.Representações da modernidade no
Brasil
Intenso processo de transformação
Representações da identidade nacional
Sociologia da modernização
Modernização conservadora no Brasil
Estrada de ferro: símbolo do progresso no
século XIX
10.Modernização na transição do Império
para a República
Escravidão: símbolo do atraso
Abolicionismo como projeto de modernidade
O Rio de Janeiro na passagem do século XIX
Cortiço: o atraso em plena Capital Federal
11.Transição para a modernidade nas
grandes interpretações do Brasil
Euclides da Cunha e as imagens do Brasil: do
litoral ao Sertão
Oliveira Viana e a defesa da modernização
autoritária
Sérgio Buarque de Holanda e a crítica às
raízes rurais
Gilberto Freyre e as raízes ibéricas da cultura
brasileira
Sociologia do consumo: capitalismo,
indústria cultural e publicidade
9. Mercadoria e satisfação das
necessidades
Mercadoria como produto do trabalho
humano
Fetiche da mercadoria esconde trabalho
humano
10.Da ética da poupança ao consumo
como prática social: fordismo e
advento da publicidade
Da publicidade informativa a instrumento
persuasivo
Publicidade na formação de um novo ethos
social
11.Indústria cultural, tempo livre e
consumo
Tempo livre e consumo
Distinção social
12.Consumo em tempos de mundialização
e acumulação flexível
Diminuição da vida média dos produtos e serviços e a nova experiência espaçotemporal
Transformação da notícia jornalística em
mercadoria
3.a SÉRIE
2.a SÉRIE
Sociologia das diferenças: gênero e
sexualidade
11.Noção de gênero, diferenças sexuais e
desigualdades
Desnaturalizando as desigualdades de
gênero
De onde vem a diferença entre os sexos?
O “gênero” como construção social das
diferenças sexuais
12.O movimento feminista
A segunda onda do movimento feminista
Feminismo no Brasil: da Ditadura Militar à
redemocratização
De 1990 até hoje: difusão, institucionalização
e diversificação do feminismo e a conquista de direitos
13.Relações entre corpo, desejo e
instituições sociais
Ser ou não ser belo: gênero e corporalidade
Origem do desejo sexual e a repressão social
da sexualidade
Práticas sexuais, violência e preconceito
Sexualidade e juventude no Brasil contemporâneo
1.a SÉRIE
4.o VOLUME
Educação e sociedade
12.Educação e socialização primária
Educação além da escola
Socialização primária
Controle social
13.Educação e socialização secundária
Socialização secundária
Controle social na vida adulta
Aprendizado em um contexto de mudança
Diferentes meios de aprendizagem
14.Educação, escola e sociedade
Conteúdos escolares
Centralidade da escola a partir do século XX
Desafios e debates da escolarização no Brasil
em perspectiva comparada
15. Escola e diferenciação social
Dilemas da diferenciação pelo rendimento
escolar
Escolarização de homens e mulheres no
Brasil
Escola individualização e autonomia
Sociologia
Sociedade, ambiente e desenvolvimento
13.Sociedade e natureza
A natureza transformada pela ação e pelo
pensamento do homem
Diferentes formas sociais de uso e apropriação da natureza
14.Crise ambiental
Crise ambiental e novos paradigmas
Ambientalismo como movimento social
Ações do Estado para enfrentar a crise
ambiental
15.Desenvolvimento e sustentabilidade
Discurso do desenvolvimento sustentável
Para além do desenvolvimento sustentável
Desafios ao desenvolvimento: conflitos ambientais e justiça social
3.a SÉRIE
3ª. série – 1º. volume
13
Anotações
14
Livro do Professor
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Livro do Professor 3ª. série - 1°. volume