A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S A N T Ó N I O S É R G I O ESTÁ ESCRITO SUMÁRIO PÁG. PALAVRAS SOLTAS 2 ESCOLA EM MOVIMENTO 3 BE / CRE 5 CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS 15 MATEMÁTICA 17 EDUCAÇÃO FÍSICA 19 INGLÊS / FRANCÊS 21 1.º CICLO AGUALVA 2 22 J. I. AGUALVA 2 23 E. B. QUINTA DA FIDALGA 26 J. I. Nª S. ANUNCIAÇÃO 27 ED. TECNOLÓGICA 28 CONCURSO 28 D E Z E M B R O 2 0 1 4 Editorial Dia 12 de dezembro, sexta-feira, 10 horas da manhã! O auditório da escola transborda de alunos e de emoção. Sentados, inquietos, os rostos e os olhares seguem todos os movimentos. À frente um biombo, onde uma coroa dourada, brilhante e impaciente denuncia a presença da corte. Talvez do Rei da Helíria. Desconfiam! De quando em vez, o pedido de silêncio. Não admira. É difícil murmurar quando nos apetece clamar… Afinal esperam a escritora que lhes conta as histórias que os encantam, que lhes alimentam a imaginação e os fazem sonhar! E eis que chega Alice Vieira, acompanhada pela professora Graciete Monteiro. Todos se sentem emocionados, ou pela responsabilidade, ou pela surpresa ou, simplesmente, pela presença. A escritora sente-se constrangida com tanto público, por isso é bom que todos estejam calmos para transmitirem o mesmo sentimento… As apresentações são feitas e os avisos também. A sessão começa, mesmo sem as pancadas de Molière. Com a representação de Leandro, rei da Helíria, os alunos querem agraciar a sua presença e fazem-no da forma mais genuína que podem. A timidez da escritora começa a desvanecer com o primeiro riso que as personagens lhe arrancam e toda a sala descontrai, também. Os adereços não são sofisticados, não há jogos de luz ou outros artifícios, mas os minutos enchem-se de alegria e bem fazer. Penso. No palco estão mais do que alguns alunos do oitavo B. Ali está o empenho, a motivação e o respeito por quem aposta neles e os orienta. Assim dá gosto! E assim, ao som de gargalhadas, a peça avança e bem. A própria “criadora” confessa a sua admiração por aquilo que acabou de ver; confessa o quão difícil é representar a sua obra; confessa que gostou, e todos nos sentimos orgulhosos! Depois, os alunos do sétimo A dedicam-lhe algumas quadras. Simples, despretensiosas, cheias de carinho. A escritora ouve tudo com muita atenção. Ouve cada pergunta que alunos de todas as turmas lhe fazem e responde. Todos querem participar. As mãos erguem-se. Querem saber e perguntar tudo, mas o tempo urge. Está na hora das recordações e dos autógrafos. Está a chegar ao fim o encontro. É necessário retomar a rotina. Vamos. Felizes! Alice Vieira, jornalista, escritora, mãe de família, sabe, também, cativar o público com sorrisos e palavras ditas! E assim temos mais um exemplo do que é aprender e viver a escola ! Feliz Natal! Prof.ª Virgínia Caetano PALAVRAS SOLTAS Página 2 O Natal É Natal O Natal É um dia especial. É Natal e por esse mundo, Quantos corações sem Esperança Quantas lágrimas rolando Num rostinho de Criança Cortejo do Menino Surgindo de dia. Caminhando para a noite, Com muita alegria. Quanta criança descalça, Rota, magra, faminta, Apelando para o mundo Na rua estende a mãozita... No Natal, nada está mal. Reúne-se a família, Num jantar divinal. Ah se eu fosse Poderoso Bem mais do que um simples ser, Não Haveria no mundo Uma criança a sofrer Cai a neve branquinha no chão. Cá dentro a lareira acesa E nós em comemoração. Por isso meu Bom Jesus Quando o sino badalar Vou fazer uma oração Tua imagem adorar Filhoses, sonhos e rabanadas, Comemos pela ceia. A árvore cheia de prendas E nós de barriga cheia. Pedirei paz para o mundo Muito amor para os pequeninos Alegria para os que choram E pão para os pobrezinhos À meia-noite, em volta do pinheiro, Muitas prendas para abrir. Vem o Pai Natal, Para nos ver sorrir. E ajudando os que sofrem A cada um dando a mão Passaremos um Natal Com mais paz no coração. Rodrigo Dias - 6C Nasceu o Deus Menino Que lindo que ele é E tão pequenino. Tiago, 6.º C É Natal! Vamos todos e depressa, Seguindo este caminho, Até ao menino Jesus Para Lhe levar o nosso presentinho. DIA DO POETA Ser poeta é ter a capacidade de fazer dançar as palavras, ao ritmo do coração, numa pista de papel. Dia 25 de Dezembro, Uma noite especial, E como ela não haverá igual. A abrir presentes, Uma euforia que trespassa paredes. Iremos sempre lembrar-nos Do nascimento Dele Pois seria impossível esquecer Quem se sacrificou para a Vida vencer. Irisvan 8.º A Ficha técnica: Professoras responsáveis: Hélia Reis e Virgínia Caetano Deste poema me despeço Com alegria e emoção, Por um Natal todos os anos diferente Mas que me enche sempre o coração. Francisco Lima, 6.ºC Página 3 Uma aventura em Sintra Era uma manhã friorenta de Outono, dia 18 de Novembro. Estava prestes a realizar-se a visita de estudo a Sintra da nossa turma (o 6.º C) e do 6.º D, do Agrupamento de Escolas António Sérgio. Iriamos visitar um dos mais belos Palácios de Portugal (O Palácio da Vila) e o Museu de História e Natural. Fomos a pé até à Estação dos Comboios e tentávamos imaginar o nosso dia. Já dentro do comboio, era a euforia geral. Conversas, brincadeiras e jogos de telemóvel eram os principais entreténs que tínhamos naquele momento. Ao chegar a Sintra, vimos a Câmara Municipal. Aí aprendemos que Tomé de Barros Queiroz aclamou a república da sua varanda. Ao caminharmos, vimos muitas esculturas de Anjos Teixeira. Por momentos, parámos numa fonte de azulejo esbelto a que os árabes chamavam de mudéjar. A fonte foi reconstruída no século XX. Naquele tempo, o mudéjar era um azulejo que enfeitava edifícios importantes. Ainda caminhámos algum tempo até chegar ao Museu de História Natural, local onde deixámos as nossas malas e descemos ao piso de baixo. Nesse piso vimos muitas luzes que representavam as várias eras pré-históricas. Encontrámos muitos fósseis de diversos animais, países e idades, uns mais jovens e outros mais idosos. Uma senhora chamada Teresa apareceu para nos explicar cada “era” e o tipo de vida associada. Começou por nos esclarecer acerca do Big Bang que toda a gente conhece devido aos gases que formaram uma grande explosão. De seguida formou-se o nosso planeta e, quem sabe… talvez tenha criado outros planetas pela via Láctea fora. Depois explicou-nos o significado da palavra Pangeia. Pangeia corresponde agora aos continentes todos … naquela altura os continentes todos formavam um só único continente assim denominado de Pangeia. Depois clarificounos a primeira “era conhecida por “ Era Polizoica ” onde começaram a aparecer os primeiros seres Captorinos agora reconhecidos como anfíbios e Mezosauros famosos por peixes. A segunda “era” foi nomeada por “ Era Mesozoica ” onde os Dinossauros se reproduziam com ovos. Uma curiosidade… As fezes do Dinossauros eram chamadas por crepólitos e as conchas que hoje vemos na praia chamavam-se amanítes. A “Era Mesozoica” dividia-se em três partes, Cretássico, Jurássico e Triássico. A terceira e última “era” conhecia-se por “ Era Cenozoica ”. Era famosa pelos mamíferos e é a “era” em que vivemos atualmente. Esta “era” é formada por três compartimentos: Paleogéneo, Neógeno e Quaternária. Esta “era” marca a abertura do capítulo mais recente na história da Terra e da Humanidade. Foi também o tempo em que a vida animal se transformou lentamente no que hoje se conhece. Nessa altura os mamíferos alimentavam-se por ervas e as ervas regeneravam-se após ser comi- ESCOLA EM MOVIMENTO das. Nós, os Homens, também nos transformámos. O nosso descendente era um primata conhecido hoje por macaco ou Homozápis que vivia na Savana Africana. Depois de uma “ excelentíssima aula de Ciências ”, por assim dizer, fomos todos almoçar ao “ Parque das Merendas ” onde convivemos todos com alegria e comemos os nossos petiscos e provámos as famosas queijadas de Sintra, oferecidas pelas nossas professoras. Depois de comermos, fomos ao local que todos esperávamos… Palácio da Vila. Á entrada tirámos muitas fotografias e trocámos comentários sobre o Palácio. Este foi conquistado aos mouros em 1147. Os reis ou os membros da corte, incluindo a família real, vinham caçar nos arredores do Palácio. As janelas estão decoradas ao estilo Manuelino, que está relacionado com o mar. Entrámos e fomos visitar a 1ª sala que se chamava Sala dos Cisnes. Uma sala bonita e interessante. Esta tinha, no seu teto, representados vinte e sete cisnes que indicavam a idade da filha de D. João I, o Mestre de Avis. A segunda sala era a sala de espera, com paredes decoradas com mudejar, um azulejo típico dos mouros. O seu teto tinha uma ave com uma rosa no bico onde está escrito “ Por bem ” que simbolizava lealdade. Já a terceira sala era o quarto de D. Sebastião com as paredes cobertas por um azulejo que simbolizava a folha de videira pois, nessa altura, era muito frequente a venda de vinho. Na quarta sala, Sala das Sereias, encontrámos os guarda-fatos onde, principalmente os reis armazenavam os seus fatos ou seja, as suas armaduras e as suas roupas diárias. A quinta sala chamava-se de Sala de Júlio César, onde estava um tapete muito extenso com o seu rosto. Havia muitas mais salas bonitas e interessantes mas que não explorámos com atenção. A cozinha, tão grande que era, tinha duas grandes chaminés para expulsar todos os cheiros e fumos que vinham das carnes, peixes e mais alguns alimentos que naquele tempo eram apenas conservados pelo sal. Ao sairmos do Palácio, começou a chuviscar e pouco depois começou a chover. Alguns de nós cobrimo-nos com chapéus-de-chuva que pertenciam ao CRE. Pouco depois, regressámos à estação de Sintra e daí partimos de novo para a nossa escola onde, de novo houve muita brincadeira e emoção. Planificámos o nosso futuro trabalho de Português que agora estamos a apresentar com muito gosto e com muito trabalho. Para concluir, podemos dizer que a visita de estudo não podia ter corrido melhor. Foi muito interessante e adquirimos muitos conhecimentos com a ajuda da professora Graciete Monteiro e da professora Manuela Rebelo que são muito cultas. Queremos agradecer a todas as professoras que nos acompanharam nesta visita de estudo. Esperamos que se repita mais vezes! Francisco Lima, Guilherme Leão e Rodrigo Dias, 6.ºC ESCOLA EM MOVIMENTO No passado dia 10 de dezembro, no âmbito das disciplinas de Geografia, Físico -química, História e Português, as turmas A, B, C e D do nono ano realizaram uma visita de estudo ao Museu da eletricidade e ao teatro para assistir à representação da peça Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente . Da parte da manhã, os alunos puderam visitar o edifício da Central Tejo que funcionou como central elétrica desde o início do século 20 a meados dos anos 1970. Orientados por um guia, os alunos percorreram a antiga fábrica observando os vários componentes e ouvindo as explicações de como laborava. Tiveram a oportunidade de observar várias fontes de energia e maquetas sobre todo o processo de produção, transporte e distribuição da eletricidade. Realizaram ainda experiências que permitiram perceber as várias fases da descoberta da eletricidade e o desenvolvimento de alguns fenómenos elétricos. À tarde, os alunos assistiram à representação do Auto da Barca do Inferno, consolidando assim os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Todos apreciaram particularmente a interação dos atores com o público, o que tornou a peça ainda mais interessante e cómica. Vários alunos foram convidados a participar e subiram ao palco. Foi um momento pleno de emoções, de riso e de boa disposição. No final do dia, todos regressaram a casa com a certeza de que aprender não se confina ao espaço da escola, sendo também importante construir o conhecimento fora dele. Página 4 BE/CRE Página 5 Apesar do frio, da chuva e do inverno que se aproxima, à medida que o mês de dezembro vai avançando, nós não conseguimos alhear-nos das luzes mais cintilantes, das decorações mais brilhantes, das melodias mais emocionantes, símbolos que à nossa volta, na rua, na escolas, no aconchego dos lares, nos fazem alertar e esperar por mais um Natal. No final de mais um primeiro período, fazemos aqui mais um balanço das principais atividades da nossa BE/CRE. A primeira etapa foi a da organização da equipa, dos colaboradores, dos tutores, sempre com o grande apoio da nossa funcionária, Dona Virgínia Nunes. Depois planificámos as nossas atividades e pusemos “mãos à obra”. A adesão à função de Tutores foi mais uma vez enorme e a formação e seleção dos mesmos traduziu-se em momentos de entusiasmo e prazer. Temos já uma equipa de vinte e oito tutores. O nosso Clube de Leitura às Quartas já deu os primeiros passos. No ano letivo anterior, aplicámos o Plano de Melhoria, no seu primeiro ano. Durante este ano faremos novamente a avaliação dos diferentes domínios das Bibliotecas Escolares. As utilizações da BE/CRE, nas suas diferentes valências, continuam a orgulhar-nos. Neste primeiro período, temos grandes novidades, como os gráficos podem comprovar. Houve cerca de 4042 utilizações, distribuídas pela utilização de computadores, leitura, realização de trabalhos e estudo individualizados, pesquisa e trabalhos de grupo. Para além dessas utilizações, muitas foram as turmas que Na sequência de um convite dirigido à Professora Bibliotecária da escola sede para participar numa formação dirigida a professores bibliotecários de todo o país “Aprender com a Biblioteca Escolar”, irá ser discutido, planificado e divulgado um projeto de “literacia da leitura, dos média e da informação” que irá integrar o Plano de articulação curricular do Agrupamento. Estão previstas ações e workshops para professores e alunos, da responsabilidade dos professores Graciete Monteiro, Vera Oliveira (TIC) e João Lopes. Foram dinamizadas duas sessões sobre “Como avaliar uma apresentação eletrónica”, para professores e Tutores, que tiveram grande adesão e um impacto positivo. participaram na dinamização de projetos (nomeadamente o do Newton Leitura às quartas, Tutores do CRE), animação, formação de utilizadores, substituições, no encontro com a escritora Alice Vieira e noutras atividades. Os anos que mais utilizaram os nossos serviços foram, o 6.º, 5.º e 8.º anos, respetivamente. Mas o 7.º e 9.º anos também os utilizam com alguma frequência. BE/CRE O mês de outubro, mês das Bibliotecas Escolares, foi lembrado em diferentes momentos. No dia 20 de outubro, “Dia do Poeta”, dinamizaram -se atividades à volta da poesia. Algumas turmas fizeram pesquisas sobre biografias de poetas e de poemas. Produziram-se ainda poemas originais. Todos estes materiais foram expostos na Biblioteca, com visitas e partilhas declamadas de poemas. Durante quinze dias, realizou-se a Feira do Livro Usado, com um grande sucesso. Professores e alunos puderam colocar na feira livros para partilha ou compra simbólica. Cada exemplar oferecido podia ser trocado por outro existente. A adesão e o entusiasmo foram enormes. Houve oferta de exemplares muito variados e inesperados, quer pela “antiguidade” quer pela temática. Muitos alunos pediram a sua repetição. Prometemos voltar a dinamizar o evento. No dia 27 de outubro, dia das Bibliotecas Escolares, fizeram-se leituras, declamaram-se poemas, divulgaram-se trabalhos. Algumas turmas realizaram trabalhos sobre a importância da BE/CRE nas aprendizagens e hábitos de leitura dos alunos e expuseram-nos nos placards da Biblioteca. Nessa semana receberamse ainda algumas turmas de quinto ano para conhecerem e se motivarem para a utilização correta e eficaz deste espaço e dos seus recursos. Foi dinamizado o concurso de “A melhor frase sobre a Biblioteca”. Participaram oitenta e cinco alunos e foram premiadas várias frases de alunos de diferentes anos. Totais de Requisições por Ano de Escolaridade - 1º Período 400 334 350 Nº de Requisições A BE/CRE da EB 2,3 AS continua a dinamizar o "Projeto a LER+", do PNL, que visa alargar e consolidar hábitos de leitura, não só na escola, como em toda a comunidade exterior envolvente. Tivemos a sorte de receber mais um reforço de verbas do PNL e, desta forma, as coleções de obras de leitura e o nosso fundo documental foram mais reforçados e renovados. Ainda no âmbito deste projeto “A Ler+, tivemos o privilégio de ser convidados a participar no V Encontro Nacional de Escolas a Ler+, tendo sido uma das cinco Bibliotecas a nível nacional, a apresentar Boas Práticas de leitura envolvendo a comunidade, no dia sete de novembro, na Torre do Tombo. Neste âmbito, a Professora Bibliotecária, Graciete Monteiro, apresentou e divulgou uma das atividades que envolve todas as BE/CRE e escolas do Agrupamento, na Semana da Leitura – a Matiné e Sarau de Leitura. Página 6 300 257 250 200 127 150 154 100 38 50 0 5º Ano 6ºAno 7ºAno 8ºAno 9ºAno As nossas metas de leitura continuam a orgulhar-nos. Desde o início do ano, já foram requisitados para leitura ao domicílio, 910 títulos. O ano com mais requisições é o 5.º ano (sendo as turmas F, C e A, as que mais requisitaram), seguindo-se o 6.º ano (com destaque para as turmas C, H e G) e 8ºano (com as turmas G, F e H com mais requisições). O ano que continua a ler menos é o 9.º ano. Para a sala de aula, os Baús do PNL e da Educação Literária saíram 189 vezes. No 2.º Ciclo, os títulos mais lidos, foram: Pedro Alecrim, Rosa Minha irmã Rosa, Ulisses, O Rapaz de Bronze, A fada Oriana, Chocolate à chuva. Quanto ao 3.º ciclo, as obras mais lidas foram: Histórias da terra e do mar, O cavaleiro da Dinamarca, O mundo em que vivi, Auto da Barca do Inferno Os professores de Língua Portuguesa continuam a aderir com interesse e de uma forma ativa aos projetos de Leitura e de Escrita apresentados pelo PAA da BE/CRE. BE/CRE Página 7 Ainda durante o mês de outubro, a BECRE divulgou e apoiou as candidaturas ao concurso “Dá voz à letra”, promovido pela Calouste Gulbenkian. As professoras Hélia Reis e Graciete Monteiro apoiaram nas fases de seleção, ensaio e gravação em vídeo dos textos de oito candidatos do 8.º C, 9.º A, 9.º C e 9.º D. As candidaturas foram apresentadas até dia 29 de Outubro de 2014. No dia 18 de novembro foram anunciados os 20 semifinalistas nacionais e, num universo de trezentos e oitenta candidatos, passaram à semifinal dois alunos nossos: Duarte Coelho do 8.º C e Duarte Ramalhete do 9.º C. No dia 29 de Novembro de 2014, na Fundação Calouste Gulbenkian, teve lugar o encontro, com provas de seleção, para apuramento dos 10 finalistas, entre eles, o aluno Duarte Coelho, do 8.º C. A final do concurso terá lugar no dia 7 de fevereiro de 2015 e consiste num espetáculo dirigido por um encenador de reconhecido prestígio. No final do espetáculo, o Júri presente selecionará os três melhores Leitores ou Leitoras em voz alta. PARABÉNS aos nossos participantes e selecionados. O S. Martinho foi, mais uma vez, um momento de festa e de partilha. Muitos alunos produziram textos, cartazes e adereços alusivos à data, não deixando de ler e analisar a Lenda de São Martinho. Realizou-se a exposição de trabalhos, na BE/CRE e, no dia 11 de novembro, os alunos trouxeram castanhas cruas que foram assadas na cozinha do refeitório e redistribuídas palas turmas. Os tutores da BE/CRE ajudaram nas tarefas necessárias à criação de um ambiente de magusto e levaram, até às salas de aula, as castanhas "quentes, boas e cheirosas". Foi um dia bem passado. No dia 22 de novembro, realizou-se a cerimónia de entrega de diplomas aos alunos que foram destacados no quadro de valor e de excelência, no ano 2013/14. A apresentação deste espetáculo esteve a cargo de tutores do CRE, nomeadamente, Madalena Costa e Francisco Lima, do 6.º C; Irina Costa, Duarte Coelho, Sandyla e Leonardo, do 8.º C e o Duarte Ramalhete, do 9.º C. Foram apresentadas algumas canções, da responsabilidade das professoras de Educação Musical, e alguns poemas vencedores da 9.ª Maratona da Poesia. Foi com emoção que recebemos alunos que foram tutores da BECRE e que já se encontram noutras escolas. A BE/CRE aderiu mais uma vez ao projeto “Newton gostava de ler” que associa a leitura à ciência. Serão desenvolvidas cinco sessões, sendo a turma do 6.º C, a principal recetora de cada uma das sessões. Far-se-ão, posteriormente, “réplicas” dessas sessões em turmas diferenciadas, do 3.º ao 9.º ano de escolaridade, e nas diferentes BE/CRE do agrupamento. Já se realizou a primeira sessão, “Experiência Emulcionante” no dia 28 de novembro, das 15.15 às 17h na BECRE, com dois elemen- tos do Centro de Ciência Viva de Sintra. Deu-se a conhecer várias facetas de Leonardo Da Vinci, entre elas, a do gosto pela culinária mas também pela arte de bem comer e de etiqueta à mesa. Da leitura passou-se à ciência. A partir de natas, os alunos puderam aprender e aplicar a feitura de manteiga, em poucos minutos. Ainda a puderam provar, com pequenas tostas e com um chá quentinho. . BE/CRE Página 8 As nossas opiniões sobre o projeto Newton Gostava de Ler Acho que é uma boa oportunidade para descobrir coisas que não fazíamos ideia. Por exemplo: eu não sabia, sinceramente, que se podia fazer manteiga através de natas com uma pedra ou que até Leonardo Da Vinci fosse um pintor ou botânico. Podemos aprender todo o tipo de coisas através deste projeto. Eu, especialmente, adorei! Comecei por saber que para fazer a manteiga temos de agitar um frasco de natas com uma pedra ou um berlinde lá dentro para que a pedra rebente com a membrana das natas e para que as natas se solidifiquem e se tornem em manteiga. A primeira sessão do projeto Newton foi muito engraçada porque juntou ciência, história e português numa só “lição”. Falámos de Leonardo da Vinci e descobrimos muitas coisas que não sabíamos sobre ele. Ele era cozinheiro! Fizemos manteiga num frasco e comemos com tosta… Foi muito engraçado. João Simas, 6.C Na minha opinião, a sessão Newton gostava de ler foi muito interessante e foi uma experiencia ótima. Eu e minha turma tivemos a oportunidade de participar nesta sessão e aprendemos muito com ela. Foi uma experiencia muito educativa onde ouvimos falar de Leonardo Da Vinci. Para experimentar fiz manteiga em casa para os meus pais e irmãos e eles gostaram muito! Adorei esta sessão! Madalena Pereira, 6º.C Francisco, 6.ºC Achei esta sessão do projeto “Newton Gostava de Ler” “Experiência Emocionante”, muito divertida, educativa. Talvez um pouco dolorosa!! As sensações que tive no meu braço depois de abanar um pequeno frasco para fazer manteiga não foram muito agradáveis!!! Aprendi imensas coisas novas, por exemplo, que as moléculas da gordura estão protegidas do meio exterior por uma membrana dura à sua volta o que impossibilita a sua mistura com a água. Aprendi também que a manteiga é feita a partir de natas frescas e que, para a sua formação, necessitamos de perfurar a membrana que se encontra à volta da gordura. Nesta experiência utilizámos uma pedra para destruir a membrana. As professoras de português leram uma carta antiga do próprio Leonardo Da Vinci traduzida para Esta sessão de Newton foi para mim muito divertida porque aprendemos muitas coisas novas e interessantíssimas. Aprendemos uma nova faceta de Leonardo Da Vinci pois para mim foi muito bom porque o aprecio muito. Era cozinheiro e até lemos um livro para comprovar. Fizemos uma “Experiencia Emulsionante”. Os senhores do Ciência Viva de Sintra puseram natas frescas num copinho, fecharam-no e agitaram muito bem. Passados uns minutos, a nata estava em manteiga. Foi para mim uma surpresa. Depois tentámos e resultou, foi incrível. Adorei a sessão Newton, foi fora do normal e completamente divertida. Espero que se repita mais tarde para aprendermos mais. Guilherme, 6.ºC o português, que descrevia as qualidades do autor da carta. Descobrimos assim que Leonardo Da Vinci era um excelente cozinheiro e que grande parte das suas receitas necessitavam de manteiga. Devido a tudo o que aprendi e do quanto me diverti, gostaria que o projeto “Newton Gostava de Ler” se mantivesse ativo e Na minha opinião, o projeto Newton foi bom porque ensina-nos experiências engraçadas, aprendemos mais coisas. Na primeira sessão aprendemos mais sobre Leonardo da Vinci e também nos acabámos por divertir que mais alunos e professores pudessem vir a ter experiências muito a aprender com a experiência fantástica de manteiga que fizemos. “Emulsionantes” como esta. Espero que para a próxima sessão seja também muito divertida. Tomás Daniel, 6.º C Inês Figueiredo, 6.º C BE/CRE Página 9 No dia 27 de Novembro a minha turma, o 6.º C, participou na primeira sessão do projeto ‘’Newton gostava de ler’’, série 3. Nesta sessão falámos sobre Leonardo Da Vinci, não como matemático, arquiteto, inventor ou artista, mas como mestre de banquetes e folias. Aprendemos também que Leonardo Da Vinci gostava muito de manteiga. Achei esta sessão bastante deliciosa! Depois de nos explicarem a parte teórica partimos logo à prática. Diverti-me bastante nesta sessão e estou ansioso pelas próximas sessões. Hugo Fernandes, 6.º C O que aprendi sobre Leonardo Da Vinci foi saber que teve muitas profissões. Nasceu em Itália no séc. XIV, em Florença. Era muito exigente com as regras que se deve ter à mesa. A alimentação é muito importante, para crescermos saudáveis. Relativamente à manteiga, aprendi que a manteiga vem das natas do leite de “vaca” e da “ovelha”. Também podemos ser nós a produzi-la. Gostei muito desta experiência, porque assim já posso fazer manteiga. Transformei natas em manteiga só com uma pedra e um frasco de plástico. Gostei muito desta atividade, e espero que existam mais iguais. Madalena Costa ,6.º C O Projeto Newton Gostava de Ler foi uma experiência muito divertida e também muito interessante porque aprendi coisas que nunca pensava que se era capaz de fazer com umas simples natas frescas que não sejam pasteurizadas. Fiz manteiga e ainda por cima deliciosa quase melhor do que a que compramos e muito mais barata! Descobri que Leonardo Da Vinci foi uma grande pessoa e que exercia muitas profissões muito interessantes e todas trabalhosas. Foi músico, poeta, arquiteto, escultor, pintor, botânico, anatomista, inventor, engenheiro, matemático, cientista e muitas mais, todas de muito trabalho, só aí se vê que foi uma grande pessoa! Gostei muito do projeto, espero que se volte a repetir, com a nossa professora Graciete Monteiro, professora de Português e da BE/CRE! Rodrigo Dias, 6.ºC BE/CRE Página 10 A FEIRA DO LIVRO decorreu de 3 a 16 de dezembro com o apoio da Editora Leya. Estamos no fim do primeiro período. Aproximase o Natal, época de paz, de amor, de partilha e de solidariedade. A BE CRE associou-se a este ambiente, tentando proporcionar alguns momentos de alegria, de reflexão e de vivência de alguns valores de Natal. Foram construída uma árvore de natal com o apoio de muitos alunos em geral e de turmas em particular, que as enfeitaram e onde colocaram as suas mensagens natalícias. A BE/CRE está a promover a Campanha de Solidariedade de Natal da escola, com angariação de alimentos e de roupa. Associaram-se também a esta iniciativa, os nossos tutores que ajudam na organização dos cabazes que são distribuídos no dia da festa de natal da escola, no dia 16 de dezembro. Vamos de férias. No 2.º período, a BE/CRE esperavos com mais projetos, mais encontros, mais leituras, entre muitos, a Semana da Leitura e o Sarau de Leitura, a 13 de março. A BECRE continuará sempre disponível para o apoio eficaz a todos os que a procuram. A Equipa do CRE junta-se a toda a Comunidade Educativa, nesta época e deseja um Natal de 2014 com Paz, Saúde e Amor. Boas Férias, um Natal Feliz e votos de um Bom Ano 2015 para TODOS! A Professora Bibliotecária Graciete Monteiro Alice Vieira veio à nossa escola! No dia 12 de dezembro, no âmbito das atividades promovidas pela BE/CRE e com a colaboração do departamento de Português, tivemos o prazer de receber na nossa escola a escritora Alice Vieira. Durante o encontro, que contou com a presença das turmas 5.º A, 6.º B, 6.º J, 7.º A, 8.º B e tutores da BE/CRE, a autora apreciou uma exposição de trabalhos elaborados sobre as suas obras, lidas e tratadas em sala de aula. Assistiu ainda à representação da peça Leandro, rei da Helíria, respondeu a perguntas para satisfazer a curiosidade dos alunos e deu autógrafos. No final, foi presenteada com um lenço dos namorados, no qual estava pintado uns versos alusivos ao seu trabalho, da autoria do 7.º A! Página 11 BE/CRE BE/CRE DA ESCOLA EB1 DE COLARIDE Neste período houve muitas atividades e animação na BE de Colaride. Começámos por fazer uma visita guiada à biblioteca aos pais e encarregados de educação, logo no início do ano, para lhes dar a conhecer o espaço, o espólio e lhes falar um pouco das atividades que aqui se desenvolvem. Neste espaço estava patente uma exposição que sintetizava as atividades promovidas pela BE/CRE, no ano letivo anterior. A abertura da BE aos alunos, fez-se este ano logo em setembro, com duas apresentações em PowerPoint "Boas Manei- Página 12 ras na Biblioteca" e “Boas Maneiras com os Livros” e com o livro ”Vermelhinha, a maçãzinha estudiosa”. Depois de verem as apresentações, os alunos fizeram frases e /ou desenhos subordinados ao tema “Para que serve a Biblioteca”, que, depois de selecionadas, foram expostas no Dia das Bibliotecas Escolares. A partir deste dia, deu-se início à requisição domiciliária . Na escola EB1 Agualva 3 a abertura da biblioteca fez-se em outubro. Apresentaram-se os mesmos PowerPoint e, a partir dessa data, também começou a requisição domiciliária. Na semana de 13 a 17 de outubro todas as turmas da escola de Colaride passaram pela biblioteca, pois se comemorava a Semana da Alimentação. O ponto de partida para as atividades foi a leitura do conto "A árvore dos rebuçados". A partir daí todos os alunos fizeram trabalhos, de acordo com o ano de escolaridade, para decorar a “Nossa árvore dos rebuçados” que ficou linda! Esteve exposta até dezembro. O ponto alto deste período, mais uma vez, foi o dia 27 de outubro, data em que se comemorou o “Dia das Bibliotecas Escolares” na nossa escola. Para isso, os pais foram convidados a vir à biblioteca ler um livro à turma do seu educando. E vieram muitos. As histórias foram muito animadas e os alunos adoraram! Destacamos “O monstro das festinhas” e “A formiga horripilante”, apresentadas aos alunos do Pré-escolar por duas mães e “A cabra tonta” trazida pela Educadora Ana, aos alunos do 4º ano, pela forma original e cativante com que foram apresentadas: com adereços, de forma dramatizada e/ou com a ajuda das próprias crianças. Foi um grande dia! Os mais pequenitos fizeram, por fim, o desenho das atividades deste dia. Página 13 BE/CRE DA ESCOLA EB1 DE COLARIDE Já em novembro, mais propriamente no dia 11, também se comemorou o S. Martinho na biblioteca de Colaride, com rimas, acróstico e desenhos, feitos após o visionamento de diversas imagens À tarde, realizou-se o Magusto e, apesar do frio e do vento gelado que se fazia sentir no pátio da escola, todos, miúdos e graúdos se deliciaram com as castanhas. Em dezembro, fizemos a árvore de Natal com livros pequeninos, um presépio e os alunos trataram da decoração natalícia da biblioteca, substituindo a “árvore dos rebuçados” por uma “árvore de bolas coloridas”. E para terminar em festa, no último dia de aulas deste período, a professora bibliotecária apresentou no polivalente, a todas as turmas da escola, a dramatização de um conto de Natal – “A Dieta do Pai Natal”, previamente preparada com alguns alunos do 4.º ano. Podemos dizer, em jeito de conclusão que o 1.º período foi um sucesso na BE/ CRE de Colaride, pois além das atividades já referidas, no dia-a-dia, a biblioteca encheu-se de alunos, para participarem em várias atividades, mas especialmente para requisitar livros. Até esta data foram requisitados 925 livros pelos alunos, do J.I. ao 4.º ano. A Professora Bibliotecária Conceição Moscoso Requisição Domiciliária – 1.º período Sala Verde 34 Sala amarela 59 Sala azul 42 1.º A 141 2.º A 97 3.º A 265 4.º A 167 4.º B 120 BE/CRE AGUALVA 2 Página 14 A biblioteca escolar proporciona informação e ideias fundamentais para sermos bem-sucedidos na sociedade atual, baseada na informação e no conhecimento. Ela desenvolve nos alunos competências para a aprendizagem ao longo da vida e estimula a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis. In Manifesto IFLA/ UNESCO A nossa Missão é formar pensadores críticos, disponibilizando os nossos serviços a todos os membros da comunidade escolar e temos como objetivo, criar e manter na criança o hábito de leitura, da aprendizagem e de utilização da biblioteca ao longo da vida. Iniciámos o nosso ano escolar no dia 15 de setembro e tendo como ponto de partida a história, “Ler é divertido”, nesse mesmo dia, a Biblioteca esteve aberta aos Encarregados de Educação para conhecerem o espaço e os alunos ouviram a história e as regras da biblioteca. Para a atividade de 16 de outubro, “Dia mundial da alimentação” ouvimos a história “A árvore dos rebuçados”. Foi uma atividade muito bem implementada. Os alunos deixaram uma mensagem na nossa árvore Para o dia 27 de outubro “Dia Internacional da Biblioteca Escolar” fizemos Feira do livro usado. Foi a primeira vez. Para o próximo ano será melhor. A nossa banca estava linda ! Para comemorar o S. Martinho ouvimos a história de António Torrado, “A última castanha”. Construímos fantoches e foi muito divertido. As imagens demonstram isso! A Professora Bibliotecária Emília Fernandes CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Página 15 No dia 23 de novembro, o vulcão da Ilha do Fogo, em Cabo Verde, entrou em erupção pela primeira vez em 90 anos. Embora seja um acontecimento de grande espetacularidade, esta, como muitas outras atividades vulcânicas, tem feito grandes estragos na Ilha, embora felizmente sem vítimas a registar até ao momento. A estrada alternativa entre o Parque Natural e Portela, a localidade mais próxima do vulcão, foi fechada e foram destruídos a sede administrativa e o museu do Parque Natural do Fogo, habitações, a escola, um hotel e uma grande área de terrenos agrícolas. A torrente de lava, que se estendia inicialmente por 600m de largura e 4,5km de comprimento, aumentou significativamente, e avança a uma velocidade de 20m/h. As previsões indicam que esta situação pode manter-se por dois ou três meses, temendo-se desta forma que a lava chegue a outras localidades. Nautilus Caranguejo Ferradura No passado dia 27 de novembro realizou-se mais uma sessão do “Projeto Newton Gostava de Ler- III série - Experiência emulsionante” em parceria com o Centro de Ciência Viva de Sintra. Assim a turma C, do sexto ano, assistiu à leitura da obra “Notas de cozinha de Leonardo da Vinci” e realizou em grupo a atividade prática, onde a partir do leite se pode obter manteiga. No final puderam deliciar-se com um lanche e provar a manteiga em tostinhas! A atividade resultou em pleno e todos foram para casa com a receita para elaborarem com as suas famílias! Agora é a tua vez de experimentares! Atividade prática – fazer manteiga Material : 1 frasco com tampa 1 pedra pequena lavada 1 garfo 1 faca 1 prato pequeno natas frescas (acabadas de sair do frigorífico) tostas Procedimento: 1- Encher, com natas, o frasco até metade da altura 2- Colocar uma pedra lavada dentro do referido recipiente 3- Fechar o frasco com a tampa 4- Agitar vigorosamente até se obter uma massa amarela separada do soro 5- Abrir o frasco e verter o soro para uma taça com a ajuda do garfo 6- Colocar a manteiga num prato e esmagar com o garfo de modo a retirar todo o soro nela contido 7- Provar o resultado BOM APETITE!!!!! CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Página 16 A sonda espacial Rosetta cumpriu a sua missão no dia 12 de novembro de 2014 Rosetta, uma sonda espacial construída e lançada pela Agência Espacial Europeia (ESA) tinha a missão de se encontrar no espaço com o cometa 67P/ChuryumovGerasimenko, que viaja entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Foi a primeira sonda construída para orbitar e pousar num cometa. Esta missão teve início a 2 de março de 2004, com o lançamento de uma nave composta por duas partes, a sonda espacial Rosetta e o robot Philae. Esta viagem, que durou dez anos, culminou quando o robot espacial Philae, com os seus cem quilos de sensores e instrumentação científica, se separou com sucesso da sonda Rosetta e pousou na superfície do cometa em boas condições. A sonda espacial Rosetta cumpriu a sua missão no dia 12 de novembro de 2014. O Philae chegou onde nunca antes tinha sido possível ir, seguindo-se agora e pela primeira vez o estudo de um cometa e a tentativa de descobrir mais sobre os mistérios e origem do Universo. Uma nova era de descobertas vai começar! O robot Philae, que transportava uma carga de cem quilos de material, teve pela frente sete horas de um voo em queda livre até chegar ao destino – o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. VISITA DE ESTUDO AO MUSEU DA ELETRICIDADE Nos primeiros dias do mês de dezembro de 2014, todas as turmas do 9º ano de escolaridade e a turma do Curso Vocacional 3, da Escola Básica 2,3 António Sérgio, realizaram uma Visita de Estudo ao Museu da Eletricidade em Lisboa. O Museu da Electricidade localiza-se na antiga Central Tejo, na zona de Belém, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo, no final do século XIX. Apresenta nos seus espaços, o passado, o presente e o futuro das Energias, num conceito de Museu de Ciência, oferecendo-nos uma história viva através dos equipamentos recuperados. A Central Tejo foi construída entre 1908 e 1951, conhecendo por isso ao longo deste período diversas fases de ampliação. A sua estrutura segue o tipo da arquitetura ocidental do ferro com revestimento em tijolo. O grande protagonista no funcionamento da Central foi o carvão, o qual chegava em fragatas. Esta Central representa um marco histórico no percurso efetuado no nosso país, por uma das mais belas descobertas do Homem – a Eletricidade. Diferente do serviço que prestou durante largos anos a Lisboa enquanto fornecedora de eletricidade, mas não menos importante, é o papel que agora desempenha e o qual contribuiu para o enriquecimento cultural dos nossos alunos. MATEMÁTICA Página 17 O FASCÍNIO DA MATEMÁTICA A Matemática está em tudo o que nos rodeia.! A Matemática e os números estão em tudo: nas horas, nos dias, nos tamanhos, nas áreas e perímetros das coisas, nas simetrias naturais e artificiais, nos padrões, e em muito mais coisas… Utilizamo-la todos os dias em aplicações, e nem sequer nos damos conta disso: quando vamos às compras, para sabermos quanto gastamos, quais as quantidades que compramos; quando cozinhamos, para podermos seguir uma receita e calcular as massas e os pesos daquilo que precisamos para que fique um bolo fabuloso; quando o nosso despertador toca e precisamos calcular quanto tempo levamos a ficar prontos e a chegar até à escola! Está presente nas operações financeiras, na construção de edifícios, no envio do homem para o espaço. Está presente na natureza e em algo de que todos nós tanto gostamos: na criação de linguagens informáticas que dão origem aos jogos que todos os dias nos apetece jogar. Abre-nos a mente para raciocínios lógicos, estimula a descoberta e ajuda a concentração! Ainda acham que é possível viver sem a Matemática? Reflitam e verifiquem que, no que quer que façam, a Matemática está sempre presente!! Ela está aí e veio para ficar! JOGOS NUMÉRICOS Quadrados Mágicos A construção de quadrados mágicos é muito antiga e pensase que terá tido origem na China, uma vez que o primeiro registo apareceu nas margens do rio Lo, na carapaça de uma tartaruga. Diz-se que um quadrado é mágico quando a soma dos números de cada linha, de cada coluna e de cada diagonal é igual e não tem números repetidos. Completa agora: André Miguel N. Morais - 6.º A 3 6 A MAGIA DOS NÚMEROS És bruxo? Pensa num número Multiplica-o por 2. Adiciona 8. Divide por 2. Subtrai 4 e diz o resultado. _______ Foi exatamente esse o número em que pensaste? TRIÂNGULO MÁGICO Dispõe na figura os algarismos de 1 a 9, utilizando-os uma única vez, de modo que a soma de cada três números em linha recta seja 15. Para te ajudar já estão escritos três algarismos. 11 12 10 5 Estrela Mágica 9 13 15 Completa a estrela mágica, sabendo que a soma de todos os elementos de cada diagonal é sempre igual. MATEMÁTICA Página 18 HISTÓRIAS DA MATEMÁTICA Eratóstenes e o perímetro da Terra Eratóstenes, sábio grego que viveu por alturas do século III a. C., conhecido pelo método para descobrir os números primos, que tem o seu nome (crivo de Eratóstenes), ficou também, famoso por ter, em tempos tão recuados, calculado o perímetro da Terra. Eratóstenes vivia no Egito e numa das suas viagens observou fenómenos da Natureza, ocorridos no dia 21 de Junho, dia do solstício de verão. Depois de várias experiências e muitos cálculos, Eratóstenes, chegou ao resultado de 39 690km para o valor do perímetro da Terra, valor muito próximo do correto (40 076km). O Homem de Vitrúvio Repara na moeda italiana de 1 euro, que retrata um homem em duas posições. Vitrúvio descobriu várias relações numéricas entre os membros do corpo humano que, quando verificadas, definiriam um ideal de beleza e a uma harmonia perfeita entre as várias partes do corpo: A distância entre o topo da cabeça e o queixo é 1/8 da altura do homem; A largura máxima dos ombros é 1/4 da altura do homem; O comprimento da mão é 1/10 da altura do homem; O comprimento do pé é 1/6 da altura do homem. PROVÉRBIOS “O número dois” "Mais vale um pássaro na mão que dois a voar". "Homem avisado vale por dois". "Matar dois coelhos numa cajadada só". "Dois proveitos não cabem num saco só". "Entre os dois venha o diabo e escolha". "Mais vale um hoje do que dois amanhã". "Mais vale um pé do que duas muletas". "Mais valem duas pernas do que três andas". "Não há dois altos sem um baixo no meio". "Dois sobre um asno, sinal de bom amigo". "Dois pesos e duas medidas". PIADAS MATEMÁTICAS A idade da senhora O pai preocupado A senhora vaidosa perguntou ao cavalheiro: - Vamos ver...que idade o senhor me dá? Ah! – exclama ele – pelos cabelos dou-lhe vinte anos; pelo olhar 18; pela pele 15; pelo corpo, se me dá licença, 16. - Oh! O senhor está a ser lisonjeiro! - Espere... ainda não fiz a soma. O pai, ao ajudar o filho a fazer o trabalho de casa, confessa-lhe: - Olha filho, receio que um dia a professora perceba que sou eu quem faz os seus exercícios de Matemática. O filho responde: - Não se preocupe pai! Ela já descobriu. Ainda ontem me disse: parece impossível que tu cometas tantos erros! ADIVINHA R: Piolho Qual o animal que tem aproximadamente 3,14 olhos? EDUCAÇÃO FÍSICA Página 19 Dorsal 47 Sete da manhã, onze de dezembro, é hoje o dia do Cortamato da Escola António Sérgio. Não me posso esquecer nada, fato de treino, calções, T-shirt da escola, parece que está tudo. Pequeno almoço, cereais com leite, uma torrada com manteiga e uma maçã, parece-me bem para um dia especial. Às oito sai-se de casa para ir nas calmas. Oito e meia, concentração junto ao ginásio, uma multidão… ansiedade ao rubro. As perguntas sucedem-se, as dúvidas e os lapsos de última hora, “Posso correr com estes calções?”, “A que horas é a minha prova?”, “O percurso é o mesmo do que o das aulas?”, “Bolas! Esqueci-me dos alfinetes em cima da mesa”. Oito e quarenta e cinco, distribuição dos dorsais no campo de jogos, últimas recomendações dos professores: “Não se esqueçam que o dorsal é para colocar à frente”, “Todos os alunos têm que correr com a camisola da escola”. Nove e dez, hora de ir deixar o fato de treino no ginásio e ir para cima. Calma aí, que é melhor irmos todos. Nove e meia, a agitação no portão é grande e os minutos parecem não querer passar, até a polícia está ali para controlar o trânsito, “Atenção a atravessar a estrada”, “Dois a dois em fila”, “Vamos fazer um pequeno aquecimento e só depois é que se dá a partida”, repetem os professores ao megafone. Despachem lá isso que a malta quer é correr, é o que muitos estão a pensar sem o dizerem. De repente, abre-se o portão, “Calma, vamos sair ordeiramente e dirigir-nos para o local de aquecimento”, relembram-nos mais uma vez. Umas corridinhas de frente, mais umas para trás, outras ainda de lado, mais rápido, mais devagar, roda os braços, a cintura, os joelhos, tornozelos, alonga aqui, flete acolá e tá feito. Chega-se à linha de partida e a adrenalina é tanta que as pernas parecem não querer obedecer, relembram-se os últimos conselhos: o percurso, Não empurrem na partida”, “Corram em linha reta”, “Guardem algumas forças para o final”. Eis que chega o grande momento. “Aos seus lugares”; “Partida”. Espetáculo, aqui vou eu cheio de “speed”, o vento bate-me na cara só vejo cabeças e pernas à minha volta, foi para este momento que me preparei. Mais adiante começa o terreno mais duro, uma subida, uma passagem estreita, umas pedras que não se devem pisar, mas tudo bem, ninguém caiu é o mais importante, hoje é mais difícil, porque estão aqui os craques das outras turmas, não podemos dar parte fraca. O pior já passou, agora é a descer, já não há muita energia, o coração continua a bater forte e as pernas já não respondem como no início. A meta já está à vista, temos que ir buscar a energia lá ao fundo para acabar em grande. Último esforço, último sprint e.. já está! Agora é só levantar os braços e disfrutar, “Depois de cortarem a meta, ninguém ultrapassa”, ouve-se lá ao fundo. As pernas querem continuar a correr mas, cá para mim, não me parece boa ideia, lanço um pé para a frente e vai o pé mais o joelho, nem quero saber. No funil, olha-se para trás e vê-se o um imenso rasto de camisolas a terminar. À frente até que nem são muitos, talvez até dê para receber uma medalha. Na aparelhagem sonora, ouve-se que a distribuição de medalhas é às 13h00, no polivalente, até ao décimo classificado. Consegui! Sinto-me recompensado pelo meu esforço, sabia que ia valer a pena, eu tinha um pressentimento que este ano era a minha vez. Recebo uma água, um chocolate, uma maçã e um queque, que me vai saber mesmo bem. Aproximo o olhar da folha onde a professora regista a ordem de chegada e confirmo, dorsal 47, sexto lugar, “YES!!”. Sabias que… As atividades físicas melhoram a sensação de bem-estar, diminuem a ansiedade e a probabilidade de depressão, por liberarem a serotonina, uma hormona conhecida como a “molécula da felicidade”? EDUCAÇÃO FÍSICA Página 20 Corta Mato da Escola A 33.ª edição do Corta-Mato da Escola decorreu no dia 11 de Dezembro. Correram mais de 350 alunos, divididos por 10 escalões, procurando obter a melhor classificação. O nível das provas foi elevado em todas as corridas, uma vez que os apuramentos nas turmas foram muito disputados. Os alunos classificados nos Ambiente no final da prova Marta Leitão 7.ºA seis primeiros lugares representarão a escola no Corta-Mato concelhio. No final houve um pequeno lanche e prémios para os dez primeiros classificados em cada escalão. Contámos mais uma vez com o apoio da Junta de Freguesia de Agualva- Mira- Sintra e com os fornecedores da escola. O Corta-Mato é a primeira prova a contar para as Olimpíadas da Turma e cada turma deverá apresentar, pelo menos, duas raparigas e dois rapazes para obter a Prémios do Corta-mato pontuação máxima de 40 pontos. Classificações: Infantis A fem.: 1.º Carolina Costa 5º B; 2.º Patrícia Martins 6.º E; 3.º Filipa Canas 5.º A. Infantis A masc: 1.º Leandro Tingão 5.º I; 2.º Elvis Teixeira 5.º F; 3.º Marco Vieira 5.º H; : Infantis B fem: 1.º Marta Leitão 7.º A; Soraia Torres 7.º E; Nádia Varela 7.º E. Infantis B masc. : Renato Moreira 7.º F; Francisco Cunha 7.º A; Pedro Carapinha 7.º A. Iniciados fem. 1.º Ana Valentina 8.º B; Érica Salvador 8.º B; Ginilda Santos 8.º B. Iniciados masc. 1.º Leandro Sanca 8.º D; 2.º ZedilAquecimento para as provas son Fernandes 8.º G; Tiago Inácio 7.º C. Juvenis fem. 1.º Solange Pires; 2.º Débora Damião; 3.º Ana Andrade. Juvenis masc. 1.º Amadu Candé 8.º E; 2.º Calvin Gomes 9.º D; 3.º Josué Tavares. Juniores fem. 1.º Lavínia Brandão 8.º H Juniores masc. 1.º Elisangelo Furtado VOC 2; 2.º Eude Muto VOC 2; 3.º Nelson dos Santos 8.º B. Página 21 INGLÊS / FRANCÊS No dia 31 de outubro comemorou-se uma vez mais o Halloween na nossa escola com uma exposição, jogos e canções. O polivalente foi decorado para o evento com uma teia de aranha gigante, bruxas, fantasmas, aranhas e outros motivos alusivos à época. Vários alunos do quinto e sexto anos apresentaram canções que ensaiaram nas aulas de Música e Inglês. Alguns vieram disfarçados como manda a tradição! Foi um dia diferente e bastante divertido! Para comemorar esta época natalícia, as professoras de Inglês e Francês decoraram duas mesas, no polivalente, com pratos tradicionais de cada um dos países. Foram convidadas altas individualidades para o banquete: à mesa do Reino Unido estão a Rainha Isabel II (Queen Elisabeth II) e o primeiro ministro (David Cameron); à mesa francesa encontram-se o presidente da república (François Hollande) e o primeiro ministro (Manuel Valls). As professoras de Inglês e Francês desejam a toda a comunidade educativa umas boas festas! ESCOLA 1.º CICLO AGUALVA 2 Reis a rimar… SÃO MARTINHO D. Afonso Henriques… o Conquistador Contra a sua mãe, lutou. A independência de Portugal, conseguiu. E, várias terras conquistou. No dia de São Martinho ,fez-se o Magusto na nossa escola! Adorámos estar todos juntos a comer castanhas assadas e cozidas que estavam quentinhas e deliciosas! Para celebrar o Dia de São Martinho realizámos várias atividades: elaborámos quadras, acrósticos, trabalhámos a Lenda de São Martinho e pesquisámos algumas adivinhas e provérbios relacionados com o tema. Ficam aqui alguns registos das nossas atividades… D. João I… o de Boa Memória Lembrou-se de Dª Leonor Teles expulsar, E, com o apoio do povo e da burguesia Nos aposentos da rainha, O Conde Andeiro foi matar. A castanha ao lume Começa a saltar No dia de São Martinho Ela não pode faltar. D. Dinis… o Lavrador A primeira universidade fundou. Plantou o pinhal de Leiria, E a exploração de minerais ordenou. O São Martinho está a chegar A lareira vou acender Para as castanhas assar E contigo as vou comer. D. Fernando… o Formoso A sua filha Beatriz casou Com o rei de Castela Mas, satisfeito não ficou! D. Pedro… o Justiceiro Prometeu Inês sempre amar Até que ela morreu… Nos braços do seu príncipe de encantar. Página 22 No dia de São Martinho Abre um sol radioso Para honrar um homenzinho Que ajudou um pobre idoso. 4.ºA 4.ºC Friso cronológico O nosso friso cronológico é colorido e começa no séc. IV a.c. e termina no séc. XXI d.c.. Ele é um conjunto de vinte e cinco folhas de papel colorido onde colocamos alguns desenhos feitos por nós. Colamos os desenhos e escrevemos a data do acontecimento e para o completar vamos colocando mais desenhos sobre o que vamos aprendendo. Serve para recordarmos os eventos históricos de Portugal como as invasões à Península Ibérica dos Celtas, Fenícios, Romanos, Suevos ou dos Mouros, alguns reis de Portugal e sem esquecer o nascimento de Jesus Cristo. O nosso friso cronológico ajuda-nos a termos conhecimento sobre várias coisas e com os nossos amigos gostamos de o completar. 4.º B Simpático Amizade Orgulhoso Mendigo Atitude Realizado Tempestade Imperador Nuvem Humano Oferta JARDIM DE INFÂNCIA AGUALVA 2 Página 23 Bruxas à solta! No dia 30 de outubro, as bruxas apareceram e com elas voamos todos até à biblioteca da nossa escola. Lá, encontrámos a professora Emília que logo nos desafiou para a construção de uma Bruxa muito bruxa e bruxona. “Alá bu xi cá bu yá!” E ela apareceu… o seu nome é a Bruxa “Toc Toc”. Tudo isto aconteceu através da viagem mágica que todos fizemos com a ajuda da história A abóbora gigante. E este foi o resultado! Desta aventura com magia e pozinhos de Pir-limpim –pim! e muitas coisas assim… Os Castelos contam histórias Com o Projeto A minha Família tem um Castelo, surge… Quando? – na celebração do Dia Nacional dos Castelos, dia 7 de outubro e o desejo individual de desenhar castelos e de fazer em casa com a ajuda dos pais . Onde? – na sala 2, casa das famílias e na entrada do pré-escolar. Para quem? – jardim de infância, 1.º ciclo e famílias da Agualva 2. Como? – com histórias, rimas, lengalengas, pesquisas em livros e internet, reflexão, visualização de fotografias, partilhas da família e exposição final. Para quê? – para saber o que é um castelo, quem viveu neles, para que serviam, diferenças através dos tempos, como estão agora. Com a ajuda das famílias conseguimos fazer Castelos! E assim… A minha Família tem um Castelo. Foi com grande entusiasmo que partilhamos as nossas obras de arte e outros trabalhos e descobertas realizadas, grande parte dos resultados foram construções em 3D. Hum! E descobrimos verdadeiros artistas! Por isso, decidimos fazer uma exposição e convidar os amigos do 1ºciclo e pré-escolar, para uma visita guiada e mostrar/partilhar às nossas famí- lias. Um bem haja às nossas famílias ! Obrigada! Por tanta criatividade e participação. Ficamos muito orgulhosos! Os Castelos ficaram fantásticos! E. B. QUINTA DA FIDALGA Página 26 O Nosso Primeiro Dia de Aulas Chegamos à escola e ficámos no polivalente com a nossa professora e os nossos pais e outros familiares. Conhecemos os outros professores, as senhoras que vigiam os recreios e limpam a nossa sala e as senhoras que nos fazem o almoço. Na nossa sala, a professora contou-nos uma história muito engraçada de um guaxinim que também ia começar a escola. Ele queria poder continuar a brincar e não queria sair de perto da sua mãe. Então a mãe contou-lhe um segredo. Aprendemos com a mãe do guaxinim o que fazer quando sentimos saudades da nossa família. Eles dão-nos um beijinho na mão e quando sentimos saudades, abrimos a mão e sentimos um calorzinho no coração. Nesse dia também fizemos juntos a árvore dos beijinhos. No dia seguinte conversámos sobre o que se passou e vimos que as nossas famílias adoraram. A mãe de um dos nossos colegas de turma foi tão querida, que nos ofereceu a todos, um lápis guaxinim e lápis coruja à nossa professora, porque a professora da história era a senhora coruja. 1.º A Na nossa escola estamos a desenvolver um projeto que se chama “Escola Limpa”. O objetivo deste projeto é mantermos o recinto exterior da nossa escola sempre limpo. Assim, às quartas-feiras, há uma turma que fica responsável por apanhar todo o lixo que se encontre. Por exemplo: papéis, pacotes de leite ou sumo, restos de fruta, sacos de plástico, iogurtes e folhas de árvores. Antes de iniciarmos a nossa tarefa, cada um de nós calça uma luva, para não sujarmos as mãos e para não tocarmos no lixo diretamente. Dividimo-nos em grupos e cada grupo tem um saco para colocar o lixo. A nossa professora e uma auxiliar acompanha-nos nesta tarefa. Percorremos todo o recinto exterior da escola e apanhamos todo o lixo que encontramos. No final tiramos as luvas, entregamos os sacos do lixo à auxiliar e vamos lavar as mãos. Depois de terminarmos a nossa tarefa verificamos que a nossa escola está mais bonita. Havia muitas folhas no chão, o que é normal nesta época do ano, visto que estamos no outono. Gostamos muito de participar neste projeto, pois assim estamos a ajudar a manter o ambiente limpo. 2.º / 3.º C Página 27 E.B. QUINTA DA FIDALGA Semana da Matemática A “Semana da Matemática” decorreu de 10 a 14 de novembro. Ao longo desta semana tivemos a oportunidade de trabalharmos e de nos divertirmos com a nossa amiga MATEMÁTICA. Sempre que era a hora da Matemática já sabíamos que vinha aí uma surpresa. Cada turma realizou várias tarefas matemáticas, tais como: exercícios de cálculo mental, de áreas e de volumes; pavimentações; sólidos geométricos; medições de ângulos; desenho de circunferências e rosáceas; resolução de problemas e desafios. Para resolvermos estas tarefas utilizámos diferentes materiais: transferidor, régua, compasso, jogo do 12, jogo do 24, jogo das cartas dos sólidos geométricos, sólidos geométricos, geoplano, tangran, policubos, dominós, pentaminós, fósforos e calculadora. No último dia desta semana, tão divertida, quisemos partilhar estas atividades com os nossos pais, por isso convidámo-los a virem participar. As outras turmas também tiveram a colaboração das suas famílias. Foi maravilhoso! 4.ºA O Dia de S. Martinho No dia onze de novembro comemorámos o dia de S. Martinho, na nossa escola. Trouxemos castanhas de casa e, no intervalo da manhã, fomos comê-las ao refeitório. As senhoras auxiliares puseram as castanhas assadas nas mesas compridas e nós começámos a comer. Alguns alunos não sabiam descascar as castanhas e os professores ajudaram a descascá-las. Quando acabámos de comer, fomos brincar para o recreio. Na sala de aula o professor contou-nos a lenda de S. Martinho. Era um soldado romano que seguia no seu cavalo, num dia de grande tempestade e encontrou no caminho um mendigo cheio de frio a pedir abrigo. O soldado, ao ver o mendigo, parou e com a espada cortou metade da sua capa e deu-a ao mendigo. Seguiu o seu caminho e, de repente, o sol apareceu. É por isso que se diz que, quando aparecem uns dias de sol nesta altura do ano, é o verão de S. Martinho. Mais tarde fizemos desenhos sobre a lenda e também resolvemos alguns problemas sobre castanhas. 3.º B J.I. N.ª Sª DA ANUNCIAÇÃO Página 26 PÃO POR DEUS Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o “Pão por Deus”. Passeiam assim, por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos cheios de doces e, às vezes, até dinheiro! No Dia 31 de outubro os meninos do Jardim de Infância da Nossa Senhora da Anunciação fizeram as Broas dos Santos, para assinalar em a data de acordo com as nossas tradições. Depois de misturar muito bem todos os ingredientes, as crianças fizeram as suas próprias broas. Prontinhas para ir ao forno Sala 4 Para quem quiser experimentar J.I. Nª Sª DA ANUNCIAÇÃO Página 27 VISITA DE ESTUDO AO TEATRO A 30 de outubro, as crianças da sala 3, do Jardim de De volta à sala, fizemos o reconto desta admirável aventura: Infância da Nossa Senhora da Anunciação, foram assistir a um musical no teatro Tivoli. “Miguel e Matilde são primos e muito corajosos, sempre prontos para viver uma boa aventura. Um dia, quando descobrem dentro de um baú antigo, o mapa de um tesouro e a carta de um tetra avô, Miguel e Matilde ficam muito admirados com o que vêm e desejosos por começar uma nova aventura. O desafio torna-se irresistível e os primos começam, sem demoras, a pensar na forma ideal para conseguirem partir à conquista do tesouro do tetra avô. Com a ajuda do Miguel e da Matilde “embarcámos” numa aventura sem igual e descobrimos que não existe maior tesouro do que viajar, conhecer o mundo e as suas gentes. Num turbilhão de peripécias, entre perigos, alegrias, conquistas e tropelias, Miguel e Matilde imaginaram-se uns piratas e partem numa viagem inesquecível pelos continentes. Aprendemos a conhecer e respeitar outras culturas e as diferentes tradições e que apesar das diferenças, no fundo, no fundo, SOMOS TODOS IGUAIS. Sala 3 Todas as crianças do Jardim de Infância tiveram a oportunidade de conhecer outros países, culturas, línguas, dialetos, trajes, bandeiras, músicas e danças,… enfim! ficámos todos mais sabedores… Até à próxima ! EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Página 28 Onde está o nosso Presépio? A convite do presidente da junta de Freguesia Agualva Mira Sintra, Carlos Casimiro, este ano, o nosso belo Presépio vai estar patente no jardim do professor, avenida dos Bons Amigos no Cacém. A ideia surgiu quando o Presidente, numa visita à nossa escola, teve oportunidade de apreciar algumas peças construídas na disciplina de Educação Tecnológica. Sendo um apreciador e entusiasta do que se faz nas escolas e considerando a importância de dar a conhecer à comunidade esse trabalho, convidou-nos para expormos no exterior este exlibris há tanto tempo guardado só para nós. CONCURSO Concurso “ Quem conta um conto à moda de Saramago?!” Regulamento ‘Quem conta um conto… ao modo de Saramago!?’ é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Fundação José Saramago, a Rede de Bibliotecas Escolares, o Instituto Camões, IP e a Porto Editora. Trata-se de um desafio à criatividade dos jovens autores ou dos que querem ousar a sua primeira experiência de escrita e que possam desenvolver, de forma criativa, experiências ou sensações do seu quotidiano vivido ou imaginado, podendo perpassar por interesses diversos, quer na área social, familiar, na esfera política, no exercício de atividades artísticas, nas relações com os amigos… A presente Edição [2014 | 2015] do concurso é extensiva às escolas da Ilha de Lanzarote, nas Canárias, que tenham níveis de ensino equivalentes aos 3º Ciclo e Ensino Secundário do Sistema de Ensino português e tem como fundo inspirador a obra “Memorial do Convento”, de José Saramago. São chamadas à participação nesta iniciativa as instituições culturais, educativas e administrativas de Mafra, com quem se prevê organizar uma cerimónia de entrega de prémios, digna deste nosso autor maior, do espaço histórico onde a ação da obra decorre e do seu monumento emblemático. Calendarização: PROCEDIMENTOS DATA Condições de Participação: 1. Os Trabalhos a concurso são de natureAbertura do concurso: 10 | dezembro |2014 za Individual e autónoma. Receção dos trabalhos Até 22 | maio |2015 2. Os alunos concorrentes devem preenAvaliação: Até 17 | junho | 2015 cher o Formulário próprio com a sua identiDivulgação dos resultados 18 | junho | 2015 ficação e da escola. Cerimónia de entrega dos prémios Dia a definir | junho | 2015 3. O Formulário deve, além da identificação, conter o trabalho a concurso. 4. O Formulário referido no ponto anterior Critérios de avaliação dos trabalhos: deve ser anexado numa mensagem dirigida ao Plano Nacional de Leitura. tos produzidos 5. O CONTO deve ter um título, curto e sugestivo do conteúdo; uma dimensão do conteúdo) entre 4 e 10 páginas [correspondente ao – ‘Memorial do Conespaço existente no formulário]; ser assinavento’ do com Pseudónimo. O rei D. João V. ergue um convento em Mafra; o Padre Bartolomeu sonha com máquinas voadoras; Blimunda e Baltazar apaixonam-se enquanto a inquisição faz autos de fé e o povo, empobrecido, vive faminto. Este é o enredo do romance mais importante de Saramago. O “Memorial do Convento” foi publicado em 1982. Nele, José Saramago cruza a História, a ficção e fantástico, com personagens inventadas e figuras históricas de carácter exagerado ou excêntrico como o rei D.João V, sua consorte a princesa austríaca D. Josefa ou o Padre Bartolomeu de Gusmão. a quem foi atribuída a invenção da passarola. D. João V promete a Deus e à Igreja a construção de um convento caso tenha um filho com D. Josefa. A rainha engravida e o Convento é construído por vontade do rei, sacrificando o tesouro do reino e o povo. http://ensina.rtp.pt/artigo/memorial-do -convento-de-jose-saramago