03 EDITORIAL
04 FORMAÇÃO
Formação em 2009
05 MENSAGEM
Investimento nas Áreas Críticas
Como é do conhecimento geral, a economia Portuguesa atravessa
actualmente um momento difícil. Vai ser necessário um enorme
esforço da parte de todos para ultrapassar esta situação e tentar
assim minorar os impactos negativos que certamente se farão sentir
na nossa actividade.
06 EVENTO
Securitas Patrocina Encontros FLE
07 EVENTO
Director de Recursos Humanos da Securitas
Foi Orador na 5.ª Edição
08 CLIENTES
Na capa: Supervisor Paulo Cardoso.
BPI com Securitas
11 CLIENTES
O Grupo Securitas tem demonstrado, em virtude da sua actividade
específica e do modo como tem sido gerido, uma capacidade notável
para superar as dificuldades.
Securitas Contribui para Alcançar
os Objectivos da Repsol
14 CLIENTES
Securitas Garante a Segurança da Sovena
17 CLIENTES
McLane com Securitas Desde 2000
FICHA TÉCNICA
Museu de Portimão Recebe Prémio
Museu Conselho da Europa 2010
Revista Securitas Portugal
20 CLIENTES
24 CLIENTES
Grupo Sá com Securitas Há 11 Anos
27 SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA
Aeroportos e Navegação Aérea
da Madeira Satisfeitos
31 NACIONAL
Novos Cargos/Novos Desafios
35 VIGILANTE EM ACÇÂO
Louvores de Clientes/Quem Faz a Diferença
44 EVENTO
Cerimónia Anual de Reconhecimento
da Securitas
45 NACIONAL
Novos Contratos
47 EVENTO
Grande Prémio de Portugal/Algarve
F1 Motonáutica
48 EVENTO
Campeonato Nacional de Endurance 2010
49 EVENTO
Rugby Veterans Festival
50 NACIONAL
Concurso Novos Talentos
51 NACIONAL
Concurso Conhecimento da Securitas
52 INTERNACIONAL
Securitas Participou na 9.ª Conferência
Europeia da ASIS
53 INTERNACIONAL
Securitas Patrocina e Participa na Conferência
“Maritime Domain Awareness”
54 GRUPO DESPORTIVO
1.ª Caminhada “Não Corra...
Caminhe Connosco!...”
56 NACIONAL
ED I TOR I AL
Í ND I C E / FI C H A TÉC NI C A
Nesta Edição
PROPRIEDADE
Securitas - Serviços e Tecnologia
de Segurança S.A.
SEDE
Rua Rodrigues Lobo, n.º 2
Edifício Securitas
2799-553 Linda-a-Velha
EDIÇÃO
Direcção Serv. Marketing
DIRECTOR
Firmino Fonseca
DESIGN/PRODUÇÃO DE CONTEÚDO
E GRÁFICA
RH Positivo©
www.rhpositivo.pt
IMPRESSÃO E ACABAMENTO
Multitema - Partners for Printing
FOTOGRAFIA
José Ribeiro - Fototime
Alexandre Bettencourt - Foto Profissional (Madeira)
(Fotos da Madeira: ANAM, Grupo Sá, Loja Cidadão e Cheias)
TIRAGEM
9.000 exemplares
PERIODICIDADE
Semestral
DISTRIBUIÇÃO
Gratuita aos Colaboradores da Securitas e a Clientes
www.securitas.pt
Alvarás:
MAI, nº22A (2004.11.25):
Nº22B e C (1999.03.04):
Nº22D (2001.02.07)
A estratégia definida e os meios humanos e operacionais disponibilizados, em conjunto com
uma atitude correcta, têm contribuído para o desenvolvimento sustentado alcançado.
Não existe alternativa senão a da perseverança e empenhamento em prosseguir com os objectivos traçados. Cada um de nós tem de dar o seu melhor, funcionando em equipa e sendo, no
dia-a-dia, e em todas as frentes, um Embaixador da Empresa. Nas alturas de maior necessidade
é que a atitude certa pode fazer toda a diferença.
Nesta edição da nossa Revista ficam expressos, em entrevistas, mais alguns testemunhos de
Clientes que optaram pela Securitas, e que viram satisfeitas as suas expectativas, devido à qualidade do serviço que a Empresa lhes presta.
Paralelamente, o reconhecimento explícito do desempenho de muitos Vigilantes fica igualmente
registado, o que honra a posição de liderança da Securitas no mercado nacional.
A Empresa continua a apoiar acções de Solidariedade Social, como é o caso da Marcha contra a
Fome realizada recentemente em Lisboa e no Porto, e a Corrida Sempre Mulher, da luta contra o
Cancro, que irá decorrer em Novembro e que será patrocinada pela Securitas na categoria “Mães
e Filhas”.
As questões relacionadas com a Ética Empresarial estão igualmente na linha da frente das causas
apoiadas pela Securitas, tendo sido patrocinada, no passado mês de Maio, a iniciativa da APEE –
- 5ª Edição da Semana da Responsabilidade Social.
Foram atribuídos os prémios aos Vencedores dos Concursos internos – “Conhecimento da Securitas” e “Novos Talentos”, que obtiveram assinalável sucesso entre os Colaboradores da Empresa.
Ainda no decorrer de 2010 serão lançadas novas edições destes concursos, esperando-se, desta
vez, uma participação ainda maior.
Aproveito esta ocasião para desejar a todos os Colegas um óptimo período de férias, repleto de
descanso, boa disposição e convívio com os amigos e a família.
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da
Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A.
Securitas na Meia e Mini Maratonas de Lisboa
57 RESPONSABILIDADE SOCIAL
Marcha Contra a Fome
58 RESPONSABILIDADE SOCIAL
Corrida Sempre Mulher
Firmino Fonseca
Director Serv. Marketing
02
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
03
Formação
em 2009
Investimento nas
Áreas Críticas
A componente Formação é uma das prioridades
da Securitas, para uma prestação de serviços
especializada, de acordo com a segmentação
por sectores de actividade, que é a orientação do
Grupo Securitas a nível internacional.
No momento em que escrevo estas palavras
podemos já antecipar e apreciar os resultados da
empresa no 1.º semestre, concluindo que continuamos a ser bastante resilientes, neste momento desfavorável da situação sócio-económica.
No ano de 2009, a Securitas teve cerca de 1.000
Colaboradores em acções de formação e reciclagem,
num total de mais de 9.000 horas.
Obter níveis de crescimento comparáveis com anos
anteriores é um objectivo de difícil concretização,
face à evidente contracção do mercado, decorrente
da necessidade de permanentes ajustamentos que
as empresas têm de promover com vista a manterem a sua competitividade e, muitas das vezes, a sua
sobrevivência.
Estas acções incluíram desde o Security Leadership
Training, a Liderança e Motivação de Equipas, e o
Sistema de Avaliação de Desempenho, destinados
a chefias, passando pela Formação Sócio-Comportamental, até à Gestão de Segurança, Gestão de
Conflitos, Primeiros Socorros, Extinção de Pequenos
Incêndios e Evacuação de Edifícios, Defesa Pessoal,
Prevenção Contra Violência Urbana, entre outras.
Muitos Vigilantes da Vigilância Mobile participaram
em acções de reciclagem. Foi prestada também
formação de reciclagem aos Supervisores relativa à
utilização de computadores mini portáteis, que lhes
foram distribuídos o ano passado.
A Formação Contínua para o Trabalho Cinotécnico
integrou igualmente o Plano de Formação de 2009.
A Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, as Boas
Práticas Ambientais também constituíram matérias
leccionadas no Centro de Fomação da Securitas,
com instalações próprias na sua Sede, em Linda-a-Velha.
A Nova Norma ISO 9001:2008, o Sistema de
Normalização Contabilística e o Impacto Fiscal neste
sistema foram igualmente alvo de formação, entre
outros temas de importância para o bom funcionamento da nossa Organização.
04
VANTAGENS COMPETITIVAS
SECURITAS PORTUGAL
NACIONAL
PRESIDENTE DA SECURITAS PARA
A EUROPA PRESENTE NA
Reunião de Análise da
Performance do 1.º Trimestre
Realizou-se, a 4 de Março, na nossa Sede, em
Linda-a-Velha, a reunião de análise da performance da Securitas no 1.º trimestre de 2010.
Foram abordados temas relevantes, tendo este
encontro contado com a presença do Administrador-Delegado, dos Directores de Área de Negócios e
dos Gestores de Filial.
Nesta reunião tivemos o prazer de contar igualmente
com a participação do Presidente da Securitas para
a Europa, Bart Adam, que acompanhou os trabalhos,
tendo feito também uma apresentação sobre os
resultados da Securitas, a nível europeu, referentes
ao mesmo período.
O posicionamento estratégico que traçámos para
responder a este cenário de adversidade foi o de implementar medidas que visem a apresentação e implementação das melhores soluções de segurança,
mantendo os padrões de qualidade e de protecção
às instalações dos nossos Clientes, através da adopção de soluções inovadoras e mais competitivas.
Desta forma, estamos a acrescentar valor e eficiência
em todo o processo produtivo, desenvolvendo a
nossa cadeia de valor e criando vantagens competitivas, que nos permitirão responder com eficácia
às tendências do mercado da segurança privada no
médio/longo prazo.
Agora, mais do que nunca, o envolvimento e a
determinação de todos na prossecução dos objectivos da empresa é fundamental para que possamos,
numa primeira fase, resistir e defender a manutenção
dos postos de trabalho, acreditando que, numa fase
posterior, teremos o retorno dos investimentos agora
dispensados.
Estou fortemente convencido que as Empresas
que tiverem, agora, capacidade para se adaptarem
e aproveitarem para fazer investimentos nas áreas
críticas do seu core business (no nosso caso na
formação, desenvolvimento de competências,
MENS AG EM
FOR MAÇ ÂO
APOSTA PERMANENTE
implementação de novas ferramentas e introdução
de tecnologia) colocar-se-ão num patamar distinto
de competitividade, podendo almejar atingir outros
níveis de crescimento e rentabilidade.
É verdade que no sector da Segurança Privada
continuam a operar concorrentes que em nada
contribuem para a sua dignificação, promovendo
práticas marginais que prejudicam todos os seus
intervenientes. No entanto, é com satisfação que
registamos o aparecimento de novas Associações
que se têm pautado pela defesa dos interesses
do sector, denunciando diversas ocorrências que
carecem de acompanhamento e supervisão pelas
entidades competentes. Vamos acreditar que estes
exemplos possam estimular todos os agentes que
estão em condições de contribuir activamente para
a tão desejada moralização e credibilização desta
indústria na sociedade.
Avizinhando-se o período das férias para grande
parte dos nossos Colaboradores, aproveito a oportunidade para desejar a todos momentos de bom
descanso e diversão.
Jorge Couto
Administrador-Delegado
SECURITAS PORTUGAL
05
Securitas Patrocina
Encontros FLE
SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL
Director de Recursos Humanos da
Securitas Foi Orador na 5.ª Edição
A Securitas é um dos patrocinadores dos Encontros FLE, organizados pelo Fórum para a Liberdade de Educação (FLE), no âmbito das Comemorações do Centenário da República Portuguesa.
Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da
Securitas, foi orador na 5.ª edição da Semana da
Responsabilidade Social organizada pela APEE –
Associação Portuguesa de Ética Empresarial.
Os Encontros FLE, promovidos a pensar o futuro da
Educação, têm como objectivo questionar os principais problemas do sistema educativo português,
conhecer as melhores práticas educativas internacionais e projectar o futuro em ordem a uma educação
de qualidade para todos.
A Semana da Responsabilidade Social é um evento
anual que versa sobre temas relacionados com a
ética e a responsabilidade social, e que conta com
a participação de várias personalidades de diferentes áreas, desde dirigentes empresariais a líderes
sindicais, representantes dos consumidores, ongs,
ipss, administração pública, académicos, desporto e
comunicação social.
O programa, iniciado no passado mês de Fevereiro,
no Porto, prevê a realização de vários Encontros,
também em Lisboa e Coimbra, com temas, oradores,
comentadores e moderadores vários. Entre estes
últimos, encontram-se cerca de 40 personalidades,
nacionais e estrangeiras, provenientes do mundo
académico, empresarial e político, com uma vasta
experiência no domínio da Educação.
Os temas dos Encontros FLE, que terminarão no final
de Novembro próximo, são diversos, versando sobre
a educação olhada sob o ponto de vista da história,
da economia, do desenvolvimento, da governação
política, da escola, entre outros
Professores, directores de escola, investigadores,
decisores políticos, empresários, encarregados de
educação, constituem o público-alvo dos Encontros
FLE.
A Securitas, atenta às questões decisivas da evolução da sociedade portuguesa, tem participado
nestes importantes Encontros, representada pelo
Dr. Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da
nossa Empresa.
Os Encontros FLE têm o Alto Patrocínio da Presidência da República, da Comissão Nacional para as
Comemorações do Centenário da República, da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves,
AEEP – Associação de Estabelecimentos de Ensino
Particular e Cooperativo, entre outros.
Este ano, a sua 5.ª edição decorreu sob o tema
“Rumo a Uma Ética Global”, tendo apresentado um
novo formato, em função do interesse, expresso por
diversas entidades, de que esta troca de experiências
e de conhecimentos fosse mais abrangente a nível
geográfico, atingindo novos públicos.
Assim, o evento expandiu-se a cinco cidades: Lisboa,
Porto, Aveiro, Leiria e Viana do Castelo. Teve a duração de cinco dias, decorrendo entre os dias 3 e 7 do
passado mês de Maio.
Na qualidade de representante da Securitas, o Dr.
Jorge Martins, nosso Director de Recursos Humanos,
fez a sua intervenção na manhã do dia 5 de Maio, em
Leiria, no painel “Quais as competências e como se
adquirem”.
Falou sobre a nossa Missão, Valores e Visão, mostrou
como funciona o Modelo Securitas e a construção
da Organização correcta. Seguidamente, fez um
resumo da história da Securitas a nível internacional
e nacional.
06
SECURITAS PORTUGAL
E V ENTO
E V ENTO
FÓRUM PARA A LIBERDADE DE EDUCAÇÃO
A segmentação, preconizada pelo Grupo Securitas,
foi explicada com exemplos de cada um dos
segmentos. A Vigilância Especializada, a Vigilância
Mobile e a Vigilância Aeroportuária foram também
focadas na sua alocução.
Jorge Martins apresentou igualmente os pontos-chave da Política Integrada da Securitas e realçou
a importância do nosso Sistema de Gestão, que
define os requisitos do Sistema de Gestão da Segurança e do Sistema de Responsabilidade Social.
Explicou ainda o método de trabalho da Securitas,
do planeamento à prestação do serviço, que inclui
a Formação Específica, os Meios Auxiliares e a
Avaliação dos Riscos, entre outras acções.
Deteve-se mais detalhadamente na Gestão de
Talento do Grupo Securitas, da qual faz parte o
Desenvolvimento de Competências, e concluiu a
sua intervenção fazendo a explanação da Formação Modelar.
SECURITAS PORTUGAL
07
BPI com Securitas
O Grupo BPI conta com a parceria da Securitas
há quase 20 anos, pois os Serviços de Vigilância
Especializada que ali prestamos datam da altura
em que o então Banco de Investimento adquiriu
o Banco Fonsecas & Burnay, em 1991.
Pedimos ao Dr. Fernando Ulrich uma breve análise
da situação actual do Grupo BPI, em Portugal e a nível internacional, nos países onde o Grupo desenvolve a sua actividade, incluindo, naturalmente, Angola
e Moçambique.
Em conversa com o Presidente Executivo do Grupo
BPI, Dr. Fernando Ulrich, falámos sobre a forma
como este grupo financeiro enfrenta a actual conjuntura económica e também, como não podia deixar de
ser, sobre questões de segurança.
“O Banco está bem, com grande solidez financeira,
sempre com uma situação de liquidez muito sólida.” – afirmou. “Tem resistido à crise nacional e internacional, que se iniciou em 2007 e que é a maior desde 1930. O BPI não recorreu à garantia do Estado e
manteve os mesmos ratings. Mantém igualmente o
seu rumo com grande estabilidade.”
Na opinião do Presidente Executivo do BPI, a recuperação da economia portuguesa, infelizmente, vai demorar mais algum tempo. Considera o Programa de
Estabilidade e Crescimento (PEC) para os próximos
quatro anos fundamental para o controlo das contas
públicas e a sua necessária consistência.
“O ajustamento das Finanças Públicas, a longo prazo,
vai permitir um crescimento sustentado”, segundo
prevê. “A médio prazo, vamos continuar a enfrentar
um período muito exigente para a banca e para as
empresas.”
Presença Internacional
O BPI está presente em Portugal e Espanha, bem
como junto das comunidades portuguesas de vários
países. Possui uma rede de balcões em Paris e tem
escritórios de representação em Londres, na Suíça,
Alemanha, Luxemburgo, África do Sul, na cidade de
Joanesburgo, em Caracas, nos EUA e em Toronto, no
Canadá.
Tem uma presença muito importante em Angola,
através do BFA - Banco Fomento de Angola, onde
detém 50,1 por cento do capital desta instituição
bancária, que possui 130 balcões e 700 mil Clientes,
prevendo-se que até final do presente ano atinja um
total de 150 balcões em território Angolano.
O Grupo tem igualmente uma presença significativa
em Moçambique, detendo 30 por cento do BCI –
Banco Comercial e de Investimentos, que possui
uma rede de mais de 50 agências.
Relativamente à evolução e previsões de expansão
do Grupo BPI nestes mercados, o Dr. Fernando
Ulrich afirmou que o desenvolvimento das redes de
balcões do BFA e BCI vai prosseguir.
“Quanto a Portugal, neste momento, o Banco tem
a dimensão que quis e quer ter, não se prevê, por
esse motivo, a abertura de mais balcões, mas tem o
intuito de crescer”, segundo referiu.
Entre 2004 e 2008, o BPI registou em território
nacional um crescimento orgânico de 40 por cento,
tendo actualmente 700 balcões, 40 centros de
investimento e 50 centros de empresas, uma rede
de agências que é comparável às do Santander Totta
e do BES e que se aproxima da rede da CGD.
Vigilante Susete Rodrigues no Edifício Jean Monnet,
onde se situa a Administração do BPI
Grandes Desafios
Quisemos conhecer os principais desafios que o
BPI enfrenta na actualidade, face à concorrência e à
conjuntura económica nacional e internacional.
“Temos um desafio muito grande que não é ainda
conhecido mas previsível, que vai afectar todos
os bancos, e que é a regulação do sistema bancário.” – disse o Dr. Fernando Ulrich. “A Comunidade
Europeia ainda não a definiu concretamente, são
temas que estão ainda em discussão e que irão ter
um maior impacto nos próximos três ou quatro anos.
Prevê-se que sejam impostas regras exigentes, que
afectarão todos os bancos, incluindo os de grande
dimensão.”
Segundo o Dr. Fernando Ulrich, constitui igualmente
um desafio desenvolver o negócio bancário, face
ao factor risco, tendo em conta a actual conjuntura,
sobretudo em Portugal. Conjuntura que considera
ser muito difícil, pois tudo se passa num mercado
muito concorrencial.
CLIE NTE S
C L I ENTE S
PARCERIA VAI PERFAZER 20 ANOS
“Em Angola, o desafio é conseguir que o crescimento da economia prossiga, pois esteve um pouco
parado em 2009, mas está a retomar em 2010”,
conforme comentou.
Em termos de recuperação da economia portuguesa,
o Presidente Executivo do Grupo BPI pensa que vai
ser lenta. “No ano de 2009 o PIB caiu 2.7% , registou-se uma queda muito acentuada. Prevemos que
em 2010 e 2011 se verifique um crescimento baixo,
inferior a 1%. A situação está muito dependente das
exportações, nomeadamente para Espanha, Alemanha e Angola”, acrescentou.
Dr. Fernando Ulrich
08
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
09
Securitas Contribui para Alcançar
os Objectivos da Repsol
C L I ENTE S
27 ANOS DE PARCERIA
Vigilante António Borges no BPI
Segurança – Máxima Prioridade
Seguidamente, esta nossa conversa centrou-se
nas questões de segurança. Perguntámos ao Dr.
Fernando Ulrich qual a importância dos Serviços de
Segurança Privada na actividade do BPI.
CLIE NTE S
“Num Banco o tema da segurança é importantíssimo.” – disse. “Temos uma enorme preocupação
com os bens que os Clientes põem à nossa guarda
e, igualmente, como gerimos o crédito que concedemos. As questões de segurança dos canais informáticos, dos Colaboradores, dos Clientes, do transporte
de valores, são para nós da máxima prioridade. Damos muita atenção a todas estas vertentes. Pensamos que, em todos os componentes, os resultados
têm sido muito positivos.”
Para terminar esta entrevista, perguntámos ao Dr.
Fernando Ulrich como perspectiva a evolução da
situação económica e seu reflexo nas exigências de
segurança.
“Tradicionalmente, quando a situação económica se
agrava, tende a haver potencialmente mais problemas de segurança, por isso é um tema que para nós
merece especial atenção. No que toca ao sector
bancário, em geral, e ao BPI, em particular, seja pela
nossa acção como pelas empresas que nos apoiam,
os níveis de exigência nesta matéria são e continuarão a ser elevados”, segundo concluiu.
Nestes quase 20 anos de parceria, a Securitas tem
prestado Serviços de Vigilância Especializada nas
instalações do BPI de Lisboa e Porto. Quisemos
saber como eles são avaliados.
“Para haver uma relação tão longa num sector muito
concorrencial é porque há confiança e satisfação
neste relacionamento, é sinal de que há uma boa
parceria.” – afirmou o Dr. Fernando Ulrich. “Na parte
que conheço directamente, o meu testemunho é que
o serviço tem sido muito bom, humanamente. Os
Vigilantes da Securitas têm mostrado uma grande
disponibilidade e competência. A nossa satisfação é
elevada.”
A Repsol, em 2004, adquiriu a Shell Portuguesa —
o primeiro Cliente da Securitas em Portugal, que
manteve connosco uma parceria na área da Segurança Especializada durante quase 40 anos. Sobre
a actividade do nosso Cliente Repsol e a actual
relação com a Securitas falámos com o Eng.º José
Luis Figueira, Gerente da Instalação de Banática,
da Repsol Portuguesa, S.A., no Monte da Caparica, concelho de Almada.
“A Repsol iniciou a sua actividade de comercialização
de produtos químicos no nosso país no ano de 1978
e a comercialização de combustíveis em 1990.” - referiu o Eng.º José Luís Figueira. “Em 2004, por
via das aquisições da Shell e Borealis, a Repsol está
hoje presente nos negócios de comercialização de
produtos petrolíferos, incluindo gás GPL, com quotas
de mercado de cerca de 20 por cento, sendo a maior
empresa química portuguesa.”
As principais empresas do Grupo Repsol em Portugal
são:
Eng.º José Luis Figueira
• A Repsol Portuguesa SA, que se dedica à comercialização de produtos petrolíferos, comprando, armazenando e distribuindo combustíveis, lubrificantes e
asfaltos.
• A Repsol Polímeros Lda. — a maior empresa química portuguesa, que opera o Complexo Petroquímico
de Sines.
• A operação própria de Estações de Serviço é gerida
pela sociedade Gespost, que tem um programa de
geração de emprego para deficientes, sendo que dois
por cento dos seus Colaboradores são portadores de
algum tipo de deficiência.
• A Repsol Gás Portugal SA, que se dedica à aquisição,
armazenagem e distribuição de gás butano e propano, através de uma rede de mais de 10 mil pontos de
venda em todo o país.
Relativamente aos desafios que actualmente se
colocam ao Grupo Repsol, nomeadamente conjunturais, a nível nacional e internacional, o Eng.º José Luís
Figueira afirmou:
“Situamo-nos num mercado competitivo e que está
sujeito ao que internacionalmente se designa por
influência dos preços das commodities, sendo que
a Repsol tecnologicamente está na vanguarda da
exploração de gás e comercialização de combustí-
Vigilante Rogério Braz no Edifício Jean Monnet
10
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
11
Em cima, entrada das instalações Repsol
Em termos da previsão da evolução do mercado,
o Eng.º José Luís Figueira considera que as energias renováveis vão complementar em parte algum
consumo, sendo que a base se perspectiva continuar,
durante largos anos, a ter o petróleo como uma das
fontes energéticas primordiais.
Segurança é Fulcral
CL IE NT E S
Seguidamente abordámos a questão da importância
dos serviços de Segurança Privada na actividade da
Repsol, sobre a qual o Responsável pela Instalação
de Banática afirmou:
incluem, além dos residentes, os tripulantes de embarcações que vão aportar ao terminal, assim como
os visitantes previstos.
Atendendo à tipologia dos produtos aqui existentes,
há uma formação específica dos Vigilantes, de forma
a poderem dar cabalmente resposta às necessidades
especiais da instalação.
Perguntámos ao Eng.º José Luís Figueira como avalia
os serviços prestados pela Securitas durante décadas
de parceria.
Vigilante Ricardo Silva
“A Repsol assumiu os activos de pessoal da Shell,
pelo que a minha antiguidade na empresa data de
1974, estando quase a perfazer 36 anos de serviço.” – respondeu-nos. “Avalio o desempenho da Securitas da melhor forma possível, ao longo da minha
carreira profissional.”
“A reputação da Repsol e o nosso compromisso
com a segurança constituem objectivos fulcrais na
nossa actividade, onde o recurso à contratação de
serviços prestados por entidades externas nos obriga
a um exigente processo de selecção e avaliação de
Fornecedores.”
“Os Vigilantes da Securitas são considerados “pessoas da casa” e enquadrados como qualquer outro
Colaborador da Repsol, no âmbito da política da
própria Companhia, que privilegia o bom clima laboral.” - acrescentou. “Para além do objectivo humano,
esta forma de estar facilita alcançar os objectivos da
Companhia, em matéria de segurança.”
A Repsol em Números
Para finalizar, quisemos saber qual a perspectiva de
evolução das exigências de segurança neste sector
de actividade.
A Securitas assegura os Serviços de Vigilância Especializada neste terminal portuário de combustíveis
da Repsol, que está sujeito ao código ISPS - International Safety Port and Security. A Repsol impõe
um conjunto de regras de segurança estipuladas
pelo ISPS e pela Administração do Porto de Lisboa
(APL) que determinam, por parte dos Vigilantes, um
controlo de portarias com algumas especificidades.
Para além do registo de entradas, estas regras de
segurança obrigam a identificação mediante listas
aprovadas pela gestão da instalação. Estas listagens
“A envolvente das economias globais pressupõe
uma exposição ao risco cada vez maior.” – declarou
o Eng.º José Luís Figueira. “Neste tipo de terminais
exige-se formação constante e um alerta para condições potencialmente perigosas. Estas instalações
têm a certificação Seveso, que se reporta à prevenção de acidentes industriais graves. A questão da
vigilância e da formação são essenciais para cumprir
as normas por ela exigidas.”
Em 2009, as principais empresas do Grupo
Repsol em Portugal facturaram 1,9 mil
milhões de euros e tiveram 7,9 milhões de
euros de resultado líquido estatutário global.
CL IE NT E S
veis e derivados. O mercado da energia poderá ter
variações de consumo, que são influenciadas pelas
condições do mercado, mas evidentemente a curva
do consumo é rígida, porque as necessidades são
inerentes à actividade económica em geral.”
Em Portugal, tem activos de valor superior
a 1,1 mil milhões de euros. Em 2009 e em
termos médios, empregou 1.270 pessoas,
possuindo uma rede de 426 Estações de
Serviço com a marca Repsol em todos os
distritos do país.
Vigilante Olga Santos
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SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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Vigilante Roque Cardoso
Instalações da Sovena em Palença de Baixo - Almada
C L I ENTE S
AZEITE PARA O MUNDO
Securitas Garante a Segurança
da Sovena
A Securitas, com uma solução de Segurança Integrada, englobando Vigilância Especializada e sistemas
de videovigilância, garante a segurança da Sovena há 11 anos. Falámos com a Eng.ª Lina Dionísio,
Directora Fabril da Sovena Oilseeds Portugal, unidade de produção localizada em Palença de Baixo,
concelho de Almada, para conhecermos melhor a razão do sucesso deste importante Grupo português.
Com quatro áreas de negócio, actividades em vários
países e integrando a segunda maior empresa de
azeite do mundo, quisemos saber como é que o
Sovena Group enfrenta a actual situação económica
portuguesa e mundial.
“Uma das principais razões que nos levou a transformar o Sovena Group, nos últimos 10 anos,
passando-o de uma grande empresa portuguesa a
uma multinacional de origem portuguesa, foi a de
diversificar geografias, aproveitando as tendências
de crescimento económico global, sem ficarmos
limitados pela performance económica do nosso
país.” – afirmou a Eng.ª Lina Dionísio. “Portugal é um
mercado maduro com 10 milhões de pessoas. Assim sendo e para crescer, é preciso colocar os olhos
no mundo e exercer a nossa vocação exportadora.
Hoje em dia, respondemos às dificuldades económicas que Portugal atravessa não só disponibilizando
produtos mais competitivos para os consumidores,
mas também investindo no nosso país. Foi nos últimos dois anos que mais investimos no projecto do
olival e estamos muito orgulhosos por contribuirmos
para que Portugal passe a ser de novo um exportador líquido de azeite. O nosso olival português — o
maior do mundo, é um marco claro na inversão da
tendência de abandono do olival que se registou nas
últimas décadas.”
Perguntámos à Eng.ª Lina Dionísio qual o posicionamento do Sovena Group nos mercados em que
opera e como encara os desafios que lhe estão a ser
colocados na actualidade?
“Somos o segundo maior grupo do mundo do sector
do azeite.” – declarou. “Operamos com presença
14
SECURITAS PORTUGAL
excepcional que adiciona um sabor único à saúde.
Para o fazermos, temos de ter qualidade e competitividade e é nisso que apostamos.”
Glocal
A Directora Fabril da Sovena explicou-nos que a
missão do Sovena Group se traduz no seu conceito
“Glocal” e na respectiva estratégia. Este conceito é o
de “Azeite para o Mundo”. A estratégia consiste em
integrar a cadeia de valor do azeite, controlando a
qualidade e garantindo competitividade para lutar
por mercado, a nível internacional, a par de azeites
do mundo inteiro.
Eng.ª Lina Dionísio
física, entre fábricas e escritórios, em sete países:
Portugal, Espanha, EUA, Marrocos, Tunísia, Angola e
Brasil. E exportamos para mais de 60 outros países.
Os nossos grandes desafios resumem-se na nossa
missão “Azeite para o Mundo”, que é a de fazer
chegar a todos os países o nosso azeite, um produto
Boa Relação de Parceria
A unidade de produção de Palença de Baixo tem
uma envolvente problemática, em virtude da sua
situação geográfica.
As instalações fabris são de grande dimensão, pelo
que rondas móveis ajudam na detecção de incidentes/acidentes em determinadas zonas da instalação.
“Faz sentido os serviços de segurança estarem atriOutra vista das Instalações Sovena
Um dos marcos mais relevantes na história do
Sovena Group foi o seu primeiro passo para a internacionalização, dado em 2001, com a compra de
uma unidade fabril em Espanha — o maior mercado
produtor e o segundo maior mercado consumidor do
mundo. O investimento nos EUA foi igualmente um
marco importante do Grupo, onde é o maior operador, particularmente assinalável devido ao factor
distância, que torna a operação mais complexa de
gerir. É ainda de salientar o investimento agrícola que
o Sovena Group tem vindo a efectuar desde 2006.
“Um investimento de médio/longo prazo, sério,
complexo e vasto, mas vital para nos garantir a tal
qualidade e competitividade necessárias para continuarmos a ter sucesso.” – comentou a Eng.ª Lina
Dionísio. “Estão previstos futuros investimentos, que
oportunamente anunciaremos, pois o segredo é a
alma do negócio.”
SECURITAS PORTUGAL
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SEGURANÇA É IMPRESCINDÍVEL
A McLane Portugal, empresa que opera no
sector da Logística e Transporte de Mercadorias,
é Cliente da Securitas desde a sua fundação no
nosso país. A análise do sector, a evolução da
McLane e a importância da Segurança na sua
actividade foram os temas centrais da entrevista
com o seu Director Geral, David Claxton.
buídos a uma empresa privada, uma vez que não é
este o core business da Sovena”, referiu a Eng.ª Lina
Dionísio.
Fazendo parte do Grupo McLane — o maior grupo
norte-americano de distribuição para redes de lojas
de conveniência, supermercados e fast food, a McLane Portugal é um operador de Logística Integrada que
actua na área do Transporte de Mercadorias, a nível
nacional e internacional, exportando e importando
igualmente todo o tipo de produtos dos cinco continentes, através de uma rede de distribuição própria.
CLIENT E S
Há 11 anos, foi confiada à Securitas a segurança das
instalações da Sovena de Palença de Baixo, Almada,
através de um Contrato de Segurança Integrada que
inclui Vigilância Especializada e sistemas de vídeo
vigilância (CCTV).
“Nestes anos de parceria, os serviços têm correspondido às expectativas.” – declarou a Eng.ª Lina
Dionísio. “Destacamos como ponto positivo a
apresentação de soluções técnicas – recentemente
aumentou-se o número de câmaras de CCTV para
abranger toda a instalação.”
A Directora Fabril da Sovena considera que a segurança é imprescindível para o negócio da Sovena, até
porque o factor risco é significativo pelas matérias-primas com que trabalha.
“Com a Securitas temos uma boa relação de parceria”, segundo referiu. E salientou que a Securitas tem
conseguido responder sempre às solicitações da
Sovena.
“Os Vigilantes da Securitas são tratados como se
fossem da casa.” – acrescentou. “Alguns já trabalham
connosco há muito tempo. Integraram-se bem na
estrutura da Sovena e estão sempre disponíveis
16
SECURITAS PORTUGAL
Vigilante Barão Oliveira
para ajudar em todas ocasiões. Têm uma postura de
partilha e de entreajuda, ou seja, já fazem parte da
“Equipa da Sovena”.
Para finalizar este nosso contacto, a Eng.ª Lina
Dionísio disse que o Sovena Group tem um plano
de investimento ambicioso de segurança, que visa
elevar a fasquia nesta área.
“As nossas exigências nesta matéria serão cada vez
maiores, a Segurança dos Outros começa em Nós .”
“Além de que a legislação de segurança é cada vez
mais apertada e exigente, pelo que contamos com a
Securitas para acompanhar a evolução dos requisitos
nesta área tão sensível.” – concluiu.
C L I ENTE S
McLane Com Securitas
Desde 2000
um mercado que nos coloca enormes desafios, aos
quais nos orgulhamos de conseguir corresponder
eficazmente.”
Relativamente à actual conjuntura económica nacional e internacional, David Claxton considera que não
é muito favorável em termos de margens comerciais. “A forma que encontrámos para as proteger
é sermos mais eficientes.” – sublinhou. “Medimos a
produtividade e temos tomado medidas que aumentam a nossa eficiência.”
A McLane Portugal ocupa a sexta posição do mercado, conta com 170 Colaboradores e uma frota
de camiões próprios e sub-contratados que fazem
entregas diárias em mais de 12.000 pontos nacionais
e internacionais.
O seu core business são soluções de armazenagem
multi-temperatura, handling e distribuição nacional. A
empresa presta igualmente serviços de valor acrescentado, como embalagem e etiquetagem de produtos, assim como soluções de transporte internacional.
“Estamos em Portugal há 10 anos e temos tido um
crescimento assinalável.” – referiu o Director Geral
da McLane, David Claxton, de nacionalidade inglesa.
“Estamos focados no Serviço ao Cliente e empenhados numa prestação de excelência. Encontramo-nos
sediados no concelho de Palmela e esperamos estar
em Portugal, pelo menos, por mais uma dezena de
anos. A nossa especial vocação é a prestação de
serviços a Clientes com operações a nível mundial. É
SECURITAS PORTUGAL
17
David Claxton, Director Geral da McLane
CLIENT E S
Em 2008, a McLane Portugal investiu cerca de 700
mil euros em tecnologia. Investimento que envolveu
a renovação da frota de empilhadores e a implementação de tecnologia RF (Identificação por Rádio
Frequência) no Centro de Distribuição de Palmela. O
objectivo foi o de aumentar a produtividade, através
de uma maior rapidez e eficiência na gestão logística.
“Este significativo investimento permitiu-nos dispor
dos mais avançados sistemas Wi-Fi (wireless),
tecnologia que permite a interconexão entre equipamentos sem fios.” - comentou David Claxton. “E também das mais modernas aplicações específicas para
a nossa actividade, o que constitui uma enorme base
de suporte para o nosso negócio, pois permite-nos
ser mais eficientes, manter as margens de comercialização e ter um nível mais elevado de serviço.”
Nível de Excelência
Eficiência, rigor e precisão é o lema da McLane, de
forma a corresponder aos exigentes requisitos dos
seus Clientes, para os quais é necessário estar num
nível de excelência.
“Em alguns aspectos, o investimento em alta tecnologia que efectuámos atraiu novos Clientes, mas tem
sido sobretudo a eficiência que os tem fidelizado”,
segundo referiu David Claxton.
18
SECURITAS PORTUGAL
“O principal desafio é a manutenção das margens de
comercialização, pois há concorrentes que baixam os
custos para sobreviverem.” – respondeu-nos. “Portugal tem de rever as suas leis laborais, o que considero um equilíbrio difícil. Não queremos a exploração
dos Colaboradores, mas sim ser uma empresa
justa, com perspectivas de futuro para cada um dos
elementos da nossa equipa e uma boa e humana
política de Recursos Humanos. Mas, o que é facto é
que a legislação laboral portuguesa não ajuda. Em
Portugal e Espanha a situação é complicada, pois os
accionistas vêem mal a questão das restrições nesta
matéria.”
Quisemos saber como prevê que o sector da Logística evolua a nível nacional, num futuro próximo.
Instalações da McLane, em Palmela
Da esquerda para a direita: Vigilantes Natália Dias, Anabela Galamba e António Gomes
“A nossa visão é o que designo pela iberização do
mercado — uma solução ibérica para Portugal e
Espanha.” – afirmou. “Parece-nos que as empresas líderes na área da Logística serão aquelas que possam
oferecer soluções e serviços para a Península Ibérica.
Daí que o primeiro passo será expandirmo-nos para
Espanha.”
da, incluindo também os sistemas de CCTV (vídeo
vigilância), Controlo de Acessos e Detecção de
Intrusão. Esta solução engloba uma Estação Central
de Monotorização que funciona 24 horas por dia.
Durante este período, todas as operações de carga e
descarga de mercadorias são monitorizadas, no interior e no exterior das instalações deste nosso Cliente.
Para tal, a questão que se coloca será, no entender
do Director Geral da McLane, dispor das infra-estruturas mais rápidas para o transporte entre Portugal
e Espanha, tais como: auto-estradas, vias férreas e
portos marítimos.
Como não poderíamos deixar de saber, perguntámos
ao Director Geral da McLane Portugal como avalia,
nestes 10 anos de parceria, os serviços prestados
pela Securitas.
“Estamos bem situados no distrito de Setúbal, pois o
concelho de Palmela e a sua freguesia do Poceirão,
no futuro, será um dos melhores locais para o nosso
sector de actividade”, segundo comentou.
Segurança - Absolutamente Crucial
“A Segurança é absolutamente crucial para a nossa
actividade.” – respondeu David Claxton à questão que
lhe colocámos sobre o seu grau de importância para
a McLane. “Temos um valor de stocks muito elevado, em produtos dos nossos Clientes. Compete-nos
assegurar completamente a sua integridade. Assim,
é essencial que a segurança esteja a funcionar bem.”
Em Novembro de 2000, no início da actividade
da McLane em Portugal, o serviço prestado pela
Securitas era apenas de Vigilância Especializada. Em
2004, passou a uma solução de Segurança Integra-
“Estamos muito satisfeitos.” – referiu. “O facto de
mantermos esta parceria há uma dezena de anos
fala por si. Os Vigilantes da Securitas são parte da
nossa equipa, partilhamos a sua vida. Fundamentalmente, é uma relação baseada na confiança. O
vosso pessoal é eficaz, cuida de nós e apoia o nosso
trabalho.”
CLIENT E S
Perguntámos a David Claxton quais os principais
desafios com que se depara a McLane Portugal e o
Grupo McLane, tendo em conta os actuais constrangimentos económicos nacionais e internacionais.
Por último, pedimos a David Claxton para nos dar a
sua opinião sobre as perspectivas de evolução económica e seu reflexo nas exigências de Segurança.
“Internamente, estamos seguros.” – declarou. “Confiamos nos nossos Colaboradores, estão connosco
há 10 anos. A nível externo, a situação económica
é afectada pelos condicionalismos internacionais
conhecidos. Se as condições piorarem, as tentações
poderão aumentar. Isto implica que teremos de estar
mais alerta e, para isso, contamos com a Securitas!”
SECURITAS PORTUGAL
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Museu de Portimão Recebe Prémio
Museu Conselho da Europa 2010
A Securitas, que garante a segurança do Museu de Portimão, desde 2007, tem recentemente a acrescida responsabilidade de proteger a escultura de Joan Miró “La femme aux beaux seins”, que durante um
ano vai estar neste Museu, devido à atribuição do Prémio Museu Conselho da Europa 2010, com que foi
distinguido.
Fomos ao Museu de Portimão conversar com o seu
Director, o Prof. José Gameiro, e felicitá-lo pelo importante prémio e também pelo segundo aniversário
do Museu, comemorado no passado dia 17 de Maio.
Manuel Teixeira Gomes
No ano em que se comemoram os 150 anos do
nascimento de Manuel Teixeira Gomes, a principal
novidade da 10.ª edição da Corrida Fotográfica de
Portimão, a maior maratona fotográfica a sul do Tejo,
que decorreu a 15 de Maio, nas modalidades analógica, digital e subaquática, foi o facto de ter por tema,
a obra literária daquele ilustre portimonense.
Primeiramente, quisemos saber quais as razões que
levaram à criação do Museu e conhecer a sua mostra
permanente.
“A profunda relação histórica do homem com a
envolvente flúvio-marítima deste território, constituída pela Ria de Alvor, o Rio Arade e o Oceano
Atlântico, o valioso espólio industrial, naval, subaquático, arqueológico, etnográfico e iconográfico
aqui existente, desde alguns anos, são o objecto
privilegiado do trabalho de pesquisa e de interpretação museológica, constituindo-se igualmente como
a razão e o suporte decisivo para a origem do Museu
de Portimão, inaugurado em 17 de Maio de 2008”,
segundo referiu.
A Corrida Fotográfica de Portimão é outra iniciativa
do Museu de Portimão, que proporciona aos concorrentes — fotógrafos amadores de todo o país, a
oportunidade de descobrir, no espaço geográfico do
município de Portimão, um renovado e actualizado
olhar do seu património cultural e natural, suas gentes, actividades e vivências. Há ainda a possibilidade
de captarem uma perspectiva única da fauna e flora
subaquáticas da frente flúvio-marítima do concelho,
numa parceria com o Portisub - Clube Subaquático
de Portimão. Os trabalhos vencedores participarão
numa exposição colectiva, a ter lugar no último
trimestre do ano, no Museu de Portimão.
Assume particular destaque no desenho e discurso
do Museu, a grande exposição de referência e de
carácter mais permanente, designada “Portimão –
– Território e Identidade”, que se estrutura e desenvolve nos seguintes três percursos:
Percurso 1 – Origem e Destino de Uma Comunidade
Percurso 2 – A Vida Industrial e o Desafio do Mar
Percurso 3 – Do Fundo das Águas
Em termos de exposições temporárias, previstas
para o final deste ano , para além da “10.ª Corrida
Fotográfica de Portimão” será exibida em parceria
com o Museu do Oriente, uma exposição sobre
20
SECURITAS PORTUGAL
De 17 de Julho a 6 de Agosto, vai passar pelo Museu
de Portimão, a edição 2010 da “World Press Photo”.
Serão cerca de 180 fotografias, seleccionadas entre
milhares, que irão estar em exposição no exterior do
Museu, na Zona Ribeirinha de Portimão.
Prof. José Gameiro
brinquedos orientais, designada “Omocha: Brinquedos Tradicionais do Japão”.
Até lá decorrem as exposições ”Portimão nos Alvores do Século XX” e “Manuel Teixeira Gomes: Entre
Dois Séculos e Dois Regimes”. Presidente da República entre 1923 e 1925, Teixeira Gomes nasceu em
Portimão a 27 de Maio de 1860.
Em termos de perspectivas futuras, o Museu de
Portimão, em parceria com nove Museus europeus,
integra o Projecto “A Taste of Europe” (Sabores da
Europa), sobre a alimentação europeia e, no âmbito
da temática da agricultura e produtos associados,
está a desenvolver o tema do azeite, considerando
a sua utilização na indústria das conservas e como
produto integrante da dieta mediterrânica.
Pedimos ao Prof. José Gameiro que nos explicasse a
razão porque foi escolhida a implantação do Museu
de Portimão numa antiga fábrica conserveira.
“Grande parte da história de Portimão e das próprias
colecções do Museu encontram-se profundamente
ligadas ao mar, à pesca e à indústria conserveira,
factores esses que estiveram na base da decisão
da Autarquia em adquirir, em 1996, uma antiga
fábrica de conservas para as suas novas funções,
como Museu de Portimão.” – disse. “Por um lado, ao
ser tomada essa decisão pela Câmara Municipal de
Portimão, procurou-se valorizar um edifício emblemático, com uma simbologia específica relacionada
com o património industrial local e, por outro lado,
prosseguir uma política de dinamização e requalificação da envolvente urbana da Zona Ribeirinha de
Portimão, contribuindo, deste modo para a regeneração de espaços desactivados, procurando-se, assim,
uma maior atractividade para esta zona da cidade,
revitalizando-a enquanto destino público, através
deste novo pólo cultural e museológico.”
CLIENT E S
C L I ENTE S
SECURITAS PROTEGE PATRIMÓNIO CULTURAL
O Prof. José Gameiro salientou ainda as actividades
complementares do Centro de Documentação e
Arquivo Histórico, Auditório e dos Serviços Educativos do Museu de Portimão, os quais, através da
sua Oficina Educativa, oferecem um conjunto de
actividades destinadas aos mais novos e à comunidade escolar, para descobrir de forma criativa as
suas exposições, os seus espaços e a história do
Município.
SECURITAS PORTUGAL
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Teixeira Gomes – Datas
Importantes
1860 – Nasce em Portimão, a 27 de Maio.
1910 – Após o 5 de Outubro, exerce o cargo
de Ministro Plenipotenciário de Portugal em
Inglaterra.
1923 – O Congresso da República elege-o
para o cargo de Presidente.
1924 – Assina o decreto que eleva Vila Nova
de Portimão a cidade.
Seguidamente falámos sobre o recente prémio
atribuído pelo Conselho da Europa ao Museu de Portimão, que o classifica como Museu Europeu do Ano
2010, traduzindo-se num importante factor de reconhecimento internacional, do esforço, do trabalho
e do investimento desenvolvidos pelo Museu e pelo
Município de Portimão, colocando-os num patamar
de grande visibilidade e de responsabilidade.
CLIENT E S
É igualmente uma distinção estimulante e prestigiante para a museologia portuguesa, pois desde 1990,
que o “Prémio Conselho da Europa” não era atribuído
a qualquer Museu do nosso país.
potenciar a exposição “Algarve - do Reino à Região”,
uma grande iniciativa colectiva e descentralizada,
que apresenta em 13 localidades, uma visão sobre a
história e o património algarvio, em moldes absolutamente originais e dignos do maior apreço.
Medidas Especiais de Segurança
O foco da nossa conversa com o Prof. José Gameiro
centrou-se seguidamente nas questões de segurança. Perguntámos-lhe qual a importância dos Serviços
de Segurança Privada na actividade do Museu.
Perguntámos ao Prof. José Gameiro como caracteriza o actual momento das artes e da cultura no
Algarve.
“É fundamental e representam um elevado critério
de credibilidade para os Museus, enquanto entidades que têm à sua responsabilidade importantes e
valiosos acervos museológicos e estão obrigados a
gerir rotinas de segurança e vigilância acrescidas”,
segundo comentou.
“Pese embora o Algarve ainda por vezes ser pressentido como uma zona periférica e sazonal, até
mesmo do ponto de vista cultural, existe uma massa
crítica e um conjunto de recursos que justificam
uma programação regional articulada e apoiada em
critérios de qualidade, que felizmente tem surgido.”
– afirmou. “Essas iniciativas podem e devem evoluir
definitivamente na sua reformulação e programação,
com contributos dos agentes e estruturas culturais
residentes de forma mais permanente.”
Sobre esta questão, acrescentou: “O Museu de
Portimão elaborou um Plano de Segurança, no
cumprimento do estipulado na Lei-Quadro dos
Museus, dando ênfase à segurança preventiva de
pessoas (Visitantes e Colaboradores), de colecções,
equipamentos e instalações, recorrendo, para tal, a
uma estrutura externa, profissional e treinada para
garantir uma resposta pronta e eficaz às diversas
situações que podem ocorrer dentro de um estrutura
museológica.”
No caso dos Museus, a Região Algarvia, a partir dos
Municípios e outras entidades, foi pioneira na criação
e desenvolvimento de uma activa e cooperante Rede
de Museus do Algarve (RMA), a qual conseguiu
Artes do Cheio, Artes do Vazio
Como se pode ler nos azulejos alusivos do
Museu de Portimão, “cheio” e “vazio” designavam as duas principais áreas de trabalho
na fábrica, onde se desenvolviam todas as
fases de elaboração das conservas, desde
o fabrico da própria lata vazia, até ao seu
enchimento e embalagem final.
Fases do Cheio – descabeçar, engrelhar, cozer, secar, enlatar, azeitar, cravar, esterilizar,
limpar, verificar.
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1941 – Morre a 18 de Outubro, no Hotel de
L’Étoile, em Bougie, na Argélia, cidade que é
actualmente geminada com Portimão, onde
viveu os seus últimos anos. Deixou uma
considerável obra literária.
O Museu de Portimão está dotado de meios de detecção e vigilância electrónicos, que permitem monitorizar e prevenir tentativas de roubo ou vandalismo
que possam ocorrer relativamente às suas colecções,
quer as que se encontram em exposição, bem como
as que se encontram em situação de reserva.
Com a atribuição do Prémio Museu Conselho da
Europa 2010 e a consequente deslocação, por um
ano, da escultura “La femme aux beaux seins”, de
Joan Miró, para o Museu de Portimão, foram implementadas medidas especiais de segurança para a
respectiva protecção.
“Bastante Satisfeitos com a Securitas”
“Para além do seguro obrigatório, temos Sistemas
de Vídeo Vigilância (CCTV) em funcionamento 24
horas.” - disse o Director do Museu de Portimão. “Na
preparação da vitrina de exposição da escultura de
Joan Miró, optámos por materiais construtivos que
reforçassem as medidas de segurança passiva, comuns nas nossas exposições. A escultura ‘La femme
aux beaux seins’ está inserida numa vitrina especial,
cujo vidro temperado e laminado foi oferecido pela
Securitas, tendo o projecto construtivo da vitrina, o
sistema de iluminação e a base em pedra, sienito de
Monchique, sido uma oferta da empresa Sienave.”
O Museu tem, desde Junho de 2007, um Contrato
de Segurança Integrada com a Securitas, que inclui
Vigilância Humana, Sistemas de Detecção de Intrusão e de Detecção de Incêndio e CCTV. Quisémos
saber como tem decorrido esta parceria e como o
Prof. José Gameiro avalia os serviços prestados pela
Securitas.
“Estamos bastantes satisfeitos com a prestação da
Securitas e da sua Direcção, e devo acrescentar
que os elementos que constituem a equipa desta
Empresa souberam integrar-se no espírito de equipa
do Museu.” – declarou. “A vigilância electrónica sem a
componente da vigilância humana não seria suficiente e, nesse aspecto, a equipa da Securitas, tem vindo
a garantir o seu correcto funcionamento, graças à
prontidão da sua intervenção técnica.”
Para finalizar a nossa conversa, quisémos saber
como o Prof. José Gameiro perspectiva a evolução
da situação sócio-económica, e seu reflexo nas exigências de segurança dos Museus, em geral.
“É um factor preocupante, que o actual contexto
pode introduzir algum grau de perturbação nos
níveis de exigência e eficácia, em particular no universo dos Museus.” – respondeu-nos. “Considero que
a segurança de pessoas e bens museológicos não
deve ser considerado um aspecto acessório ou de
menor prioridade.”
Vigilante Carlos Branco
Fases do Vazio – litografar, imprimir, cortar,
cunhar, soldar, cravar, encaixotar, cintar.
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CLIENT E S
Prémio Prestigiante
1925 – Sai da Presidência da República, partindo para o auto-exílio, a bordo do cargueiro
holandês “Zeus”. “A fragilidade do regime
republicano, a instabilidade dos Governos
que se sucediam e o clima político onde se
sentia a proximidade dos emergentes fascismos europeus, desiludiram profundamente
Teixeira Gomes, levando a auto-exilar-se,
para nunca mais voltar”, segundo se pode ler
na exposição a ele dedicada.
SECURITAS PORTUGAL
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C L I ENTE S
SEGURANÇA NA DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR
Grupo Sá com Securitas
Há 11 Anos
O Grupo Sá, sediado na Região Autónoma da
Madeira, tem demonstrado um enorme dinamismo
desde a sua fundação, graças ao empreendedorismo do Comendador Jorge Sá e filhos. A Securitas é, há 11 anos, o seu parceiro de segurança,
tanto na Madeira como no Continente.
A história do Grupo Sá começou com a paixão pelos
cafés do seu fundador — o Comendador Jorge Sá,
e pela sua enorme vontade de estabelecer-se por
conta própria. O seu sonho tornou-se realidade com
a abertura da “Pérola dos Cafés”, a 6 de Janeiro de
1956, que, por sua vez, o levou a criar a “Torrefacção
Insular”, em 1959, onde o café era tratado segundo
uma receita própria.
A dedicação e imaginação com que Jorge Sá se
entregou à actividade comercial continuaram a dar
frutos e a originar novas apostas. Após o armazém
de “atacados” e a mercearia, surge a abertura do primeiro supermercado — o Super Sá 1, o que acontece
em 1985.
Actualmente, o Grupo Sá conta com cerca de 1.500
colaboradores, distribuídos por mais de 50 espaços
de âmbito alargado de intervenção, desde o comércio a retalho e grossista, cafetarias, ourivesarias,
torrefacção de café, lojas tipo bazar até à hotelaria.
Fazem parte do Grupo Jorge Sá, a Tomacafé, o Hotel
Bahia Palace, a Albergaria Catedral e o Transitário
Flutuamar.
Mensagem de Optimismo
Quisemos saber de que forma as cheias, registadas
no passado mês de Fevereiro na Madeira, afectaram
os negócios do Grupo.
“Tivemos algumas lojas totalmente destruídas, nomeadamente a do Marina Shopping e a Nova Lojinha
dos Cafés, permanecendo esta última ainda encerrada.” – disse Cipriano Sá. “A ‘mítica’ Pretinha dos
Cafés, a loja da Rua da Praia, o Império das Louças,
o Bazar do Povo, o Hiper do Seminário foram outros
Cipriano Sá não se coibiu de enaltecer o carácter
empreendedor de seu pai. “Começou a trabalhar
aos 17 anos, depois de ter completado o Curso
Complementar de Comércio, e ainda hoje, passados
60 anos, exerce diariamente as funções inerentes
à Presidência do Conselho de Administração do
Grupo Sá.” – afirmou. “Já em 1981 a Presidência da
República reconheceu o seu desempenho em prol da
economia madeirense, e não só, agraciando-o com a
Comenda de Mérito.”
Jorge Cipriano Sá - Administrador do Grupo Sá
SECURITAS PORTUGAL
espaços também parcialmente afectados. Os prejuízos ainda não se encontram totalmente contabilizados, mas o seu valor deverá ascender a cerca de um
milhão de euros.”
Face à actual conjuntura nacional e internacional,
perguntámos a Cipriano Sá quais os desafios que o
Grupo enfrenta.
“Os desafios com que o Grupo Sá se depara são
fruto do mercado global.” – respondeu. “Há uma crise
que abrange toda a actividade económica que tem
reflexo nas vendas e, assim sendo, repercussões nos
custos. O desafio está em conseguirmos adaptarmo-nos rapidamente a toda esta problemática, mantendo a competitividade. No fundo, cada empresa tem
de ser repensada, ao nível das compras, das vendas
e de toda a sua envolvência. Esta problemática gera
um tipo de desafios diferente de todos os outros,
cuja resposta não vem nem nunca esteve nos livros.”
“Foi um momento simbólico de ambição e crescimento sustentado, que está bem patente aos olhos
de todos, ao longo dos últimos 25 anos.” – referiu
Cipriano Sá, Administrador do Grupo Sá e filho mais
velho do Comendador Jorge Sá. “Entretanto, outros
supermercados e hipermercados se seguiram.”
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Sede e Armazém Central do Grupo Sá
“Independentemente de toda a problemática actual,
o Grupo Sá não se pode amedrontar.” – acrescentou.
“O seu crescimento prossegue imparável, tanto assim é que temos, neste momento, dois empreendimentos em construção, com abertura prevista ainda
para este ano. É um esforço necessário do Grupo
Sentado: Comendador Jorge Sá e, da esquerda para
a direita Rui Sá, Jorge Cipriano Sá e Vitor Sá
que vem também ajudar a população da Madeira, na
medida em que é gerador de emprego e constitui
uma mensagem de optimismo, que é aquilo que as
pessoas precisam neste momento.”
Securitas Marca a Diferença
A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada ao Grupo Sá há 11 anos, em oito áreas comerciais, incluindo o Hiper de São Martinho.
SECURITAS PORTUGAL
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Além do Hiper Sá e dos Supermercados Sá,
cuja primeira loja fora da Madeira foi inaugurada, em 2006, no Centro Comercial Campo
Pequeno — com uma área de 1.400 m2 e
uma nítida aposta na qualidade dos produtos,
entre eles madeirenses, o Grupo Sá possui as
seguintes empresas e marcas:
Bazar do Povo - Loja carismática, provavelmente a mais antiga da Madeira, foi adquirida
pelo Grupo Sá, nos anos 90. Inspirada nos
“grands magasins” do século XIX, a estrutura
da vasta oferta de produtos faz-se por departamentos: retrosaria, têxtil-lar, papelaria, livraria,
discoteca, perfumaria, brinquedos, artigos para
o lar.
Império das Louças – Loja especializada em
utilidades domésticas e decorativas.
GRANDE EMPENHO DA EQUIPA DA SECURITAS
Aeroportos e Navegação Aérea
da Madeira Satisfeitos
SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA
Empresas e Marcas do Grupo Sá
Severa – Cadeia de pastelarias/cafetarias, com
13 lojas que oferecem diferentes tipos de serviços, desde o Take Away, Pizzaria, Boutique
de Pão, Gelataria.
Camacha Shopping – Centro Comercial com
cerca de 16.000 m2. A loja âncora é o Hiper Sá.
Cine Camacha – Duas salas de cinema, com
160 lugares cada, situadas no Camacha Shopping.
Bis-Bis – Parque destinado aos mais pequenos, localizado no Camacha Shopping.
C LI ENTE S
De cima para baixo, Fachada do Camacha Shopping (Hiper Sá),
Chefe de Grupo Duarte Góis e Vigilante Ruben Paixão
“Tem sido uma boa parceria.” – declarou Cipriano
Sá. “A Securitas, nestes últimos anos, tem estado
mais presente nas nossas superfícies, fruto da
garantia da sua marca que marca a diferença, passe a expressão, porque nos transmite realmente
segurança. A relação entre o Grupo Sá e a Securitas assenta na confiança e vai muito para além do
simples fornecimento de serviços.”
Para o Grupo Sá os serviços de segurança
prestados pela Securitas são de enorme importância para o tranquilo desenvolvimento das suas
actividades.
“É indiscutível a importância da segurança na
nossa Organização.” – concluiu. “Em anos de crise,
a insegurança é maior. Torna-se uma área onde,
também, o desafio é maior, pois é uma nova
situação, um outro nível de exigência que se
coloca, quer ao Grupo Sá, quer à Securitas, perante os conflitos e problemas sociais presentes.”
26
SECURITAS PORTUGAL
Domestik – Loja também situada no Camacha
Shopping, dedicada à venda de electrodomésticos, brindes e artigos para o lar.
Planeta D’Ouro – Ourivesaria implantada no
Camacha Shopping.
Paraíso – Ourivesaria.
Camões – Ourivesaria.
Olho no Preço – Produtos a preços reduzidos.
Tomacafé – Entreposto de Frio, indústria de
Panificação e Pastelaria, bem como Torrefacção de Café.
Bahia Palace – Hotel de quatro estrelas, com
100 suites, em S. Miguel, Açores.
Albergaria Catedral – Unidade hoteleira de
quatro estrelas, no centro do Funchal.
Flutuamar – Empresa de Transitários, com
sede em Lisboa.
Ramforma – Escola de Formação destinada
especialmente a valorizar os Recursos Humanos do Grupo Sá.
Equipa Sá Competições - Imagem desportiva
do Grupo Sá, simbolizando a cultura da vitória,
ambição e espírito de conquista, é liderada por
Vítor Sá.
A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada à ANAM – Aeroportos e Navegação Aérea
da Madeira, nos Aeroportos da Madeira e do Porto Santo. O contrato, firmado há três anos, inclui
o rastreio de passageiros, da bagagem de mão e
de porão, bem como boarding pass e controlo de
acessos terra/ar.
Em conversa com o Eng.º Duarte Ferreira, Administrador da ANAM, e com o Dr. Mário Fernandes, Gestor Operacional do Aeroporto da Madeira, ficámos a
conhecer melhor a operação desta vital entidade da
Região Autónoma da Madeira (RAM), bem como a
sua opinião sobre a prestação dos nossos serviços.
A ANAM é concessionária dos dois aeroportos da
RAM, movimentando anualmente 2,5 milhões de
passageiros, dos quais 50 por cento são nacionais
e os outros 50 por cento internacionais. Destes, um
terço são provenientes do Reino Unido, 20 por cento
alemães e os restantes principalmente nórdicos,
franceses e espanhóis.
O aeroporto de Porto Santo tem sobretudo tráfego
nacional. O tráfego não nacional só tem expressão a
nível do Verão.
A ANAM, como concessionária das duas infra-estruturas aeroportuárias existentes na Região
Autónoma da Madeira, tem por objectivos construir,
gerir e explorar os dois aeroportos e, no âmbito da
sua actividade, promoveu a alteração profunda nas
características dos Aeroportos da Madeira e Porto
Santo, verificada nos últimos anos:
Eng.º Duarte Ferreira em primeiro plano, e Dr. Mário Fernandes à esquerda
SECURITAS PORTUGAL
27
no dia 20 de Fevereiro deste ano, reflectiram-se na
nossa actividade, traduzindo-se em apreensão e
instabilidade por parte dos nossos Clientes. Depois
vieram as cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, provocando dias praticamente sem operação.
Neste momento, pensamos que nada de pior poderá
acontecer, pelo que temos esperança numa retoma
do nosso tráfego, como resultado das campanhas de
divulgação e esclarecimento que têm sido desenvolvidas.”
Engenharia Portuguesa Premiada
No Porto Santo - novos edifícios do Terminal de
Passageiros, Torre de Controlo e Apoio (SLCI,
Gasolineiras e handlers).
SE G URANÇA AERO P O RT UÁRI A
Na Madeira - construção de uma infra-estrutura
profundamente remodelada, num investimento
total de cerca de 550 milhões de euros:
- nova pista de aterragem com o comprimento de 2.781metros;
- nova plataforma de estacionamento de
aeronaves;
- novos edifícios destinados a Terminal Passageiros, handlers, Socorros, Terminal de Carga,
Manutenção, Central de Combustíveis, Forças
e Serviços de Segurança.
- novos acessos rodoviários e parques de
estacionamento, entre outros.
Este investimento contou com o apoio da União
Europeia, através do Feder e do Fundo de Coesão,
num apoio a fundo perdido de cerca de 220 milhões
de euros.
A ANAM é detida em 70% do seu capital pela
ANA – Aeroportos de Portugal SA, 20% pela Região
Autónoma e 10% pelo Estado.
Quisemos saber como a ANAM tem sido afectada pela actual conjuntura nacional e internacional,
incluindo, além da situação económica, as cheias
registadas na Madeira no passado mês de Fevereiro
e ainda as cinzas do vulcão islandês.
“Relativamente à crise que se vive na Europa Ocidental, o ano passado registámos menos quatro por
cento de tráfego, o que obviamente se traduziu em
menos receitas.” – referiu o Eng.º Duarte Ferreira.
“Além da crise, que afecta muito fortemente os
nossos proveitos, as cheias na Madeira, registadas
28
SECURITAS PORTUGAL
Esta infra-estrutura foi sempre considerada como
uma das limitações ao desenvolvimento da principal
actividade económica regional – o Turismo, e é assim
que, no final dos anos 70, se iniciam estudos para
dotar a Madeira de uma infra-estrutura aeroportuária
que permitisse a utilização por aeronaves de maior
porte, permitindo operações directas de e para os
principais mercados turísticos.
Entretanto, um grave acidente ocorrido em 1977,
em que uma aeronave da TAP saiu da pista, fez
com que entre 1982 e 1986 a pista fosse ampliada
no seu comprimento em 200 metros (passou para
1.800 metros de comprimento), procurando-se,
assim, melhorar as condições operacionais da infraestrutura.
Da direita para a esquerda: Vigilantes Sandra Abreu,
Lisa Teixeira, Hugo Caetano e Nuno Gouveia
“De sublinhar que a infra-estrutura continuava a
constituir um grave obstáculo ao desenvolvimento
turístico regional.” – comentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Como exemplo, basta referir que uma aeronave
do tipo A320 não podia fazer um voo directo entre a
Madeira e o Reino Unido, porque a pista do Aeroporto não tinha comprimento suficiente para a descolagem com o combustível necessário à viagem. As
aeronaves eram obrigadas a fazer uma escala técnica
para reabastecimento no Porto Santo.”
A adesão de Portugal à União Europeia, permitiu que
fosse reconhecida a necessidade de dotar a Madeira
de uma infra-estrutura aeroportuária que eliminasse
as restrições operacionais da anterior infra-estrutura,
que se traduziam num grave entrave ao desenvolvimento económico.
“É assim que, em 1995, se iniciam os trabalhos
de construção de uma nova infra-estrutura, que é
inaugurada em 15 de Setembro de 2000, por Sua
Excelência o Presidente da República, na presença
das principais autoridades europeias, nacionais e
regionais.” – afirmou o Dr. Mário Fernandes, Gestor
Operacional do Aeroporto da Madeira. “A pista passa
a ter 2.781 metros de comprimento, a plataforma de
estacionamento de Aeronaves passa para 15 posições. Desta forma, passa a ser possível a operação
até ao Boeing 747-400.”
Esta é uma obra que se deve, sobretudo, à engenharia portuguesa. O projecto base inicial foi da autoria
do Eng.º Edgar Cardoso, que faleceu alguns meses
antes da sua inauguração. O projecto final e implementação foi da responsabilidade do Eng.º Segadães
Tavares. Foi premiada nacional e internacionalmente,
sendo assim reconhecida a capacidade aos seus
autores. Em 2001, com o Prémio Secil. E, em 2004,
com o prémio mundial de Engenharia de Estruturas –
IABSE (International Association for Bridge and Strctural Engineering). Este galardão reveste-se da maior
importância, uma vez que foi atribuído pela primeira
vez a uma obra nacional, concebida e executada pela
engenharia portuguesa.
O Aeroporto da Madeira, desta forma, está dimensionado para poder movimentar até 3,5 milhões de
passageiros, com capacidade máxima horária de 14
movimentos e 3.200 passageiros.
Novas Facilidades
Relativamente a novas facilidades proporcionadas
aos passageiros, a ANAM colocou à sua disposição,
desde o ano passado, os serviços Green Way e My
Way, que são comuns a todas as empresas do Grupo
ANA – Aeroportos de Portugal SA.
No âmbito do Green Way, as companhias podem
disponibilizar um tratamento especial a passageiros
em classe executiva e a portadores de cartões com
facilidades especiais, proporcionando o rastreio mais
rápido da bagagem de mão.
SE G URANÇA AERO P O RT UÁRI A
Vigilante João Rodrigues
“A Ilha do Porto Santo tem actualmente uma pista
fantástica com 3.000 metros.” – acrescentou o Eng.º
Duarte Ferreira. “Deve salientar-se que a primeira
infra-estrutura aeroportuária na Região foi no Porto
Santo. Inaugurada em 1960, a pista, então com
2.200 metros, permitiu as primeiras ligações com
carácter regular e permanente entre o Arquipélago
e Lisboa. Como se compreenderá, a parte final da
viagem entre o Porto Santo e a Madeira era feita
num antigo navio cacilheiro, sem grandes condições
de comodidade. A Madeira só teve a sua infra-estrutura inaugurada e operacional em 1964, então com
1.600 metros de pista.”
“Estes passageiros não têm privilégio no controlo,
apenas em rapidez na chegada a esse controlo.” – esclareceu o Eng.º Duarte Ferreira. “Fruto da legislação europeia, em Julho de 2009, passámos a ter o
serviço My Way. Até à data eram as companhias que
disponibilizavam esse serviço. O My Way é destina-
SECURITAS PORTUGAL
29
NAC I ONAL
NOMEAÇÕES
Vigilante João Paulo Freitas
Novos Cargos
Novos Desafios
do a passageiros com mobilidade reduzida, comummente designados por PMR, e tem por objectivo pôr
à sua disposição meios mecânicos facilitadores da
mobilidade, bem como profissionais capacitados que
asseguram total assistência.”
S EG U RANÇ A AE RO P O RT UÁRI A
Inserida na União Europeia (UE), a ANAM tem de dar
cumprimento rigoroso à legislação em vigor, matéria que está sempre em constante evolução. Neste
sentido, instalou o sistema de HBS (Hold Baggage
Screening), quer na Madeira, quer em Porto Santo,
sistema que garante o rastreio a 100 por cento da
bagagem de porão e é operado no âmbito do contrato com a Securitas.
A contratação da Securitas foi firmada na sequência
de um concurso público de âmbito internacional, que
ganhou. Assim, desde Maio de 2007, a Securitas começou a prestar serviço na área dos passageiros, do
staff, bagagens fora do formato, bagagens de porão,
acesso de viaturas, tripulações e terminal de carga.
“É uma grande tarefa.” – comentou o Administrador
da ANAM. “Até agora temos registado um grande
empenho da equipa da Securitas, quer por parte dos
Vigilantes que possuem formação especializada,
quer por parte dos responsáveis pela gestão deste
numeroso quadro de Colaboradores.”
Segurança é Fundamental
O Eng.º Duarte Ferreira considera que para que o negócio seja proveitoso para ambas as partes, tem de
satisfazer a ambas. E constata que tem havido um
esforço mútuo, tanto da ANAM como da Securitas,
para que tudo corra bem em matéria de segurança.
“Pela ANAM, disponibilizando a informação necessária e pagando atempadamente.” – referiu. “Por
parte da Securitas, há um sentimento de orgulho em
que o serviço corra da melhor forma. Sente-se que
30
SECURITAS PORTUGAL
os Colaboradores da Securitas gostam de trabalhar
aqui, sentem-se dignificados na sua profissão em
trabalhar connosco.”
“Em termos de qualidade de serviço, estamos
integrados na ACI - Airports Council International.” –
acrescentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Esta entidade
audita a qualidade do serviço prestado aos passageiros, nas mais variedades vertentes: acessibilidade
— autocarros, táxis, rodovias, parques de estacionamento; qualidade e assistência no check—in; conforto
do terminal; sentimento de segurança; qualidade
no rastreio; e qualidade nas lojas e restaurantes.
Em termos de pontuação, com base na avaliação
dos passageiros, temos oscilado entre o segundo e
terceiro lugares dos aeroportos nacionais.”
“A segurança é para nós fundamental.” – declarou
ainda o Eng.º Duarte Ferreira. “Inseridos na UE,
temos de corresponder aos requisitos exigidos nesta
matéria. Somos auditados regularmente por entidades externas e podemos inclusive ser auditados pela
própria UE, sem aviso prévio. Portanto, temos de
estar sempre preparados para dar resposta cabal aos
requisitos regulamentares.”
Em termos da evolução das exigências de segurança
nos últimos anos e no futuro, no que diz respeito
à regulamentação, a actividade aeroportuária está
sempre sujeita a grandes investimentos.
“Há dois anos foi o investimento no sistema de
processamento de bagagem HBS.” – comentou o
Administrador da ANAM. “Actualmente, surgiu nova
regulamentação que já exige novos investimentos.
Por exemplo, em relação ao transporte de líquidos,
estão em vias de implementação novas regras, que
implicam novos equipamentos, novos investimentos, nova formação. É uma actividade que se pode
considerar, de capital intensivo.”
Recentemente, foram nomeados para novos
cargos três chefias da Securitas. As suas actuais
funções acarretam-lhes novos desafios e responsabilidades acrescidas, que todos encaram com
serenidade e motivação. Falámos com cada um
deles e deixamos aqui o seu testemunho.
ANTÓNIO FREITAS SAMPAIO
António Freitas Sampaio foi muito recentemente
nomeado Director Comercial dos Serviços de
Vigilância Especializada da Securitas. Anteriormente desempenhou as funções de Gestor da
Filial de Setúbal, após um percurso na nossa
empresa, em funções idênticas, numa série de
Filiais, de Norte a Sul do país. Trocámos umas
breves impressões sobre a sua experiência na
Filial de Setúbal e sobre o novo cargo.
Securitas Portugal – Em que ano foi nomeado
Gestor da Filial de Setúbal?
António Freitas Sampaio – Em Dezembro de 2004
e assumi funções a 3 de Janeiro de 2005. Estes
cinco anos de Filial de Setúbal foram gratificantes,
conheci novos Clientes, novos Vigilantes, novas
gentes.
SP - Que desenvolvimentos notou durante
o período em que exerceu funções nesta Filial?
AFS - O mercado cresceu, a Filial quase duplicou
em termos de volume de negócios. Verificaram-se
alterações de atitude por parte dos Colaboradores,
através da formação. Houve Clientes novos e, essencialmente, trabalhámos este mercado com criatividade, inovação e adicionando valor à actividade dos
Clientes. Também agilizámos processos.
António Freitas Sampaio
SP - Quer referir algum episódio mais marcante
da sua passagem por esta Filial?
AFS - Tenho algumas centenas, mas ressalvo o
que vou recordar para todo o sempre — o ambiente
de parceria e elevada confiança com os Clientes
e Vigilantes. Atingimos um nível muito elevado
na prestação de serviços em alguns Clientes, que
SECURITAS PORTUGAL
31
SP – Passou, há pouco tempo, a desempenhar
as funções de Director Comercial dos Serviços
de Vigilância Especializada da Securitas. Como
encara o desafio que acarreta este novo cargo?
AFS - É mais um e novo desafio que foi lançado pelo
nosso Administrador-Delegado, que aceitei com
muito agrado, porque sinto-me com capacidade para
o desempenho desta função. Conto com a colaboração directa de toda a Organização, nomeadamente
dos Directores de Área de Negócio e dos Gestores
de Filial.
Para alcançar os objectivos desta função, é preciso
determinação, dedicação, perseverança e, fundamentalmente, aplicar todos os conhecimentos e
ferramentas disponíveis na Empresa, que são muitas
e boas. Temos de procurar ser diferenciadores,
oferecendo ao Cliente boas e globais soluções de
segurança, além de economicamente vantajosas.
Foi extremamente enriquecedor, não só pelo conhecimento adquirido no desenvolvimento e gestão do
negócio, bem como pela formação recebida ao longo
desse período.
José Guimarães – Dimensão, organização, metodologia e sistema de trabalho — uma diferença brutal.
Aqui temos uma Organização que tem todos os
cânones dos princípios da gestão. É uma empresa
estruturada, com as pessoas a desempenharem as
funções que lhes dizem respeito, enquanto que na
outra empresa tinha forçosamente de ser polivalente,
mas no mau sentido, porque tinha de estar envolvido em todos os sectores, o que originava falta de
focalização nos assuntos e consequente demora e
qualidade de resposta.
SP – Mais recentemente, desempenhou também
funções na Área da Administração Pública. Quais
os principais desafios que enfrentou durante este
período?
SP – Como descreve a sua experiência como
Director de uma das Áreas de Negócio da Filial de
Lisboa?
JG – A nossa Organização está devidamente estruturada e tem estatuídas as competências de cada
cargo existente no nosso organigrama.
A função desempenhada implicava a gestão de quatro Filiais, devidamente segmentadas, o que possibilitou uma maior conhecimento e especialização em
relação ao mercado.
NAC IO NAL
O facto de ter desempenhado funções em todas as
Filiais do Continente, permite-me ter um conhecimento aprofundado do mercado, nomeadamente
dos nossos Colaboradores e Clientes a nível local,
o que constitui uma vantagem significativa para as
funções que passei a desempenhar.
Outra das obrigações, resultantes da alteração
legislativa, foi a obrigação da resposta aos concursos públicos ter de ser obrigatoriamente efectuada
através de plataformas electrónicas.
Tudo isto foi implementado a nível nacional, o que
implicou alterações na organização de processos,
quer na nossa Sede, quer nas Filiais.
SP - Actualmente é o Gestor responsável pela
Filial de Setúbal. Como encara esta nova função?
JG - Encaro com a motivação e a entrega de sempre. A disponibilidade profissional implica termos a
flexibilidade necessária para responder aos desafios
que nos são lançados, o que é algo intrinsecamente
ligado à cultura desta Organização.
Conheço bem o país, as suas regiões. Tenho quase
30 anos de serviço na Segurança Privada, dos quais
25 na Securitas, o que me dá um conhecimento
abrangente da actividade.
O desempenho de funções dentro das Organizações
é cada vez mais exigente, o que nos obriga a estarmos, dentro de certos parâmetros de conhecimento,
preparados para as mudanças tidas por necessárias.
SP – Em que sentido, quais os desafios que antevê e como perspectiva o desenvolvimento da
actividade da Empresa, nesta importante Filial,
no futuro próximo?
JOSÉ GUIMARÃES
José Guimarães, que era Gestor do Segmento
da Administração Pública, passou a pasta a Ana
Calapez para ir ocupar o cargo antes exercido por
António Freitas Sampaio. Assim, assumiu agora
as funções de Gestor da Filial de Setúbal. Quisemos saber qual a sua apreciação do anterior cargo e como vê o novo desafio que tem pela frente.
JG – Em primeiro lugar, será conhecer bem a equipa
de trabalho que irei liderar. A Securitas tem uma
metodologia de trabalho, que é comum a todos, pelo
que deverá ser dada continuidade à sua aplicação,
colocando o meu cunho pessoal na liderança das
pessoas e dos processos.
Securitas Portugal – Começou a sua actividade
na Securitas em 2002, nas funções de Director
de uma das Áreas de Negócios da Filial de Lisboa.
32
JG – Fundamentalmente, as minhas funções estavam
ligadas ao processo comercial. Foi num período de
grandes transformações legislativas, com a entrada
em vigor do Novo Código dos Contratos Públicos
e o fim do decreto-lei que regia toda a contratação
pública. Foi um período extremamente envolvente
face à implementação das alterações resultantes da
mudança da legislação, obrigando adaptar a análise e
respostas aos concursos públicos.
Esta Filial abrange uma área que vai de Setúbal a
Elvas. Trata-se de uma zona ampla, com uma grande
dispersão geográfica de Clientes, essencialmente
composta pelo segmento indústria, transportes e
poder local, com especial incidência na indústria
automóvel, alimentar, metalúrgica e logística. Relativamente aos tempos que correm, a crise actual
afectou muito esta região. Devemos assegurar que
o nosso trabalho constitua uma mais-valia para o
Cliente, criando uma correcta optimização dos serviços, fornecendo soluções integradas de segurança
(factor humano associado a equipamento electrónico - CCTV, Sistemas de Detecção de Incêndio,
de Detecção de Intrusão, e Controlo de Acessos),
possibilitando, desta forma, uma redução concreta
das verbas pagas pela prestação dos nossos serviços
que, por sua vez, resulta no incremento da segurança
nas instalações do Cliente.
Associando a este factor o constante enriquecimento
dos nossos meios humanos, através de acções de
formação concretas e direccionadas para as necessidades dos nossos Clientes, melhoramos a qualidade
da nossa prestação, o que nos diferencia da maioria
das Empresas a operar no mercado.
A Securitas está, certamente, numa posição ímpar
para atingir estes objectivos. Dispomos das ferramentas necessárias, de pessoas e do know-how para
o conseguir, o que nos permite antecipar a evolução
do mercado e ganhar vantagens competitivas.
ANA CALAPEZ
Ana Calapez foi nomeada Gestora do Segmento
da Administração Pública, no início deste ano.
Falámos com esta advogada, ao serviço da Securitas há 11 anos, sobre o novo cargo e funções
que lhe foram atribuídas.
Securitas Portugal - Ingressou na Securitas no
ano de 1999, altura em que estava a iniciar o 2.º
ano no estágio de advocacia. Que tipo de empresa veio encontrar?
Ana Calapez - Foi a primeira empresa em que trabalhei, portanto, toda a minha formação profissional foi
adquirida na Securitas.
José Guimarães
SECURITAS PORTUGAL
NAC IO NAL
mereceram comentários de enorme satisfação da
sua parte. Além disso, posso dizer que comemorei
sempre com a equipa a entrada de um novo Cliente,
cada uma delas foi devidamente assinalada.
Ingressou na Securitas, proveniente de uma
outra empresa de Segurança Privada. Quais as
principais diferenças, se as houve, que constatou
quando ingressou na nossa Empresa?
SECURITAS PORTUGAL
33
V I G I L ANTE EM ACÇ ÃO
A Securitas é uma empresa dinâmica, acolhedora,
com um capital humano muito forte, que marca
a formação dos seus profissionais. A Securitas
destaca-se no mercado pela sua credibilidade,
seriedade e responsabilidade na prestação dos
serviços que oferece aos seus Clientes, bem como
pela experiência e conhecimento dos seus
profissionais, e pelo seu forte espírito de equipa.
SP - Como se tem desenvolvido a sua carreira
na Securitas, desde então?
AC - Exerci funções na área Jurídica até 2007, como
advogada. No final desse ano, ingressei nos quadros
da Securitas. Em Janeiro de 2010, fui nomeada Gestora do Segmento da Administração Pública.
A Securitas tem feito uma aposta muito grande nos
profissionais da Empresa, na equipa de trabalho, o
que para mim teve consequências muito positivas
na minha progressão e especialização profissional.
É, sem dúvida, algo que me marca de forma
muito positiva nestes 11 anos de colaboração
com a Empresa.
NAC IO NAL
SP - Como tem evoluído este mercado tão
específico?
AC - A contratação pública teve alterações profundas, a partir de 2008, a nível de legislação. Foi aprovado o primeiro Código dos Contratos Públicos que,
além de integrar a legislação dispersa, visou tornar
a contratação pública mais simples e transparente.
Este código estabeleceu igualmente a contratação
electrónica, na qual o Estado português foi pioneiro,
porque implementou, em todas as fases dos procedimentos de aquisição de bens e serviços, a opção
pela desmaterialização dos concursos, banindo o
suporte em papel.
Para além disso, é importante a opção tomada pela
Administração Pública de centralizar a aquisição de
serviços de Segurança Privada na Agência Nacional
de Compras Públicas, no âmbito do Sistema Nacional de Compras Públicas, através da pré-selecção de
fornecedores, que apresentaram a sua candidatura
em resposta aos critérios de selecção estabelecidos.
Como é evidente, no âmbito do Acordo-Quadro para
a actividade de Vigilância e Segurança, a Securitas é
uma das empresas seleccionadas.
SP - Quais os principais desafios com que se
depara no dia-a-dia?
34
SECURITAS PORTUGAL
Ana Calapez
AC - Encarar sucessivamente novas necessidades de
estratégia, dada a contínua actualização e inovação
da informação, o que implica uma aprendizagem
constante. Ainda, a adaptação dos conhecimentos
jurídicos a um mercado tão específico e exigente
como é o da Segurança Privada, o que apesar de ser
um desafio, faço de uma forma natural, porque a minha formação profissional tem evoluído na Empresa.
Gostaria também de salientar que as minhas funções
permitem a riqueza de trabalhar com equipas multidisciplinares. São estes desafios que tornam a minha
função muito aliciante e motivadora.
SP - Como antevê a evolução na área da Administração Pública, nos próximos anos?
AC - Sendo a questão da segurança uma das principais preocupações da Administração Pública, na
gestão das suas instalações, penso que é essencial
nos seus procedimentos aquisitivos a opção pela
selecção de fornecedores e a procura de propostas
economicamente mais vantajosas, para que exista
uma verdadeira aposta na qualidade dos serviços. A
prestação de serviços de segurança privada tem uma
componente humana muito significativa nos custos
e, por isso, no momento da contratualização, ao se
analisar a justificação do preço, é essencial a verificação do cumprimento das obrigações dos custos da
actividade e das regras laborais, sendo esta a única
forma de assegurar o desenvolvimento da actividade. Penso que nos próximos anos é imperativo a
opção pela qualidade dos serviços, que promova a
inovação e especialização das soluções de segurança
propostas e aplicadas a cada instalação.
LOUVORES DE CLIENTES
Quem Faz a Diferença
As cartas e e-mails de louvor à actuação dos nossos Vigilantes sucedem-se, o que é extremamente gratificante para a Securitas por reflectirem, por um lado, a satisfação dos Clientes pelos serviços que lhes
prestamos e, por outro, a qualidade com que os nossos Colaboradores desempenham as suas funções.
Aos Vigilantes que mereceram essa distinção por parte dos nossos Clientes, a Securitas redobra o seu
elogio, agradecendo a estes nossos Colaboradores a sua postura, que dignifica a nossa Empresa e constitui um estímulo e modelo a seguir pelos seus Colegas.
Damos especial destaque aos louvores que publicamos na sua totalidade.
Seguidamente, publicamos carta da Empresa Balbino
& Faustino, agradecendo a pronta e corajosa intervenção do Vigilante Mobile, João Paulo Henriques Costa,
que deteve a propagação de um incêndio ocorrido
nas suas instalações, conseguindo debelá-lo antes da
chegada dos Bombeiros.
Gestor de Filial Vigilância
Mobile Leiria - Miguel Tomé e
Vigilante João Costa
NACEIOEM
NAL
VIGIL ANT
ACÇ ÃO
VIGI L ANT E E M ACÇ ÃO
A primeira carta que reproduzimos é da Loja do Cidadão da Madeira, localizada no Funchal. O seu Director nela expressa a sua gratidão pelo facto do Vigilante Luís Silvestre Almeida Pereira, nas cheias que
afectaram recentemente a Região Autónoma da Madeira, ter tido a iniciativa e prontidão de resposta
que possibilitou que as instalações não ficassem completamente inundadas, minorando significativamente os estragos. A sua intervenção foi de tal forma importante que passará a ser adoptado o uso de
uma barreira, baseada na que utilizou, em futuras situações deste tipo.
Da esquerda para a direita: Vigilante
Luis Pereira, Dr. João Lomelino Freitas e
Gestor de Filial Vigilância Especializada
Madeira - Rui Freitas
36
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO
VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO
Esquerda para a direira: Supervisor Carlos Freitas,
Vigilante Luis Santos e Gestor de Filial Vigilância
Mobile Algarve, Miguel Heliodoro
Gestor de Segmento Retail, Maurílio Soares, Geraldo Ferreira (Auxiliar
Operações Rio Sul), Vigilante Luis Santos, Dr. Luis Teodoro (Dir. Geral)
e Dr.ª Ana Serra (Dir. Operações Rio Sul).
38
SECURITAS PORTUGAL
Especial referência merece também
a carta que o Director do Rio Sul
Shopping nos endereçou, louvando
os serviços prestados pelo Vigilante
Luís Santos, durante o ano de 2009,
que foram além das suas atribuições
e que contribuíram para a melhoria
do Ambiente.
O Hotel Baía Grande expressou também o seu agradecimento,
por carta, pela decisiva intervenção do Vigilante Mobile, Luís
José Sequeira Santos, que impediu uma tentativa de furto e
agressão.
SECURITAS PORTUGAL
39
VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO
Por parte da Directora dos Serviços Jurídicos e de Contencioso do
CHLO – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, recebemos um e-mail
salientando o profissionalismo dos Vigilantes José Vieira e Ângelo
Ribeiro, cuja louvável atitude favorece a imagem do Hospital de São
Francisco Xavier, um dos três hospitais geridos pelo CHLO.
VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO
Da parte da Directora de Recursos Humanos
do Grupo Savoy, sediado na Região Autónoma
da Madeira, recebemos igualmente uma carta
de agradecimento pela colaboração da equipa
da Securitas que, ao longo de 13 anos, prestou
serviços no Hotel Savoy Clássico, actualmente
encerrado e em fase de demolição.
Esquerda para a direita: Chefe de Grupo Rui Gonçalves,
Vigilante José Vieira, Vigilante Ângelo Ribeiro e Gestor de
Filial Segmento Saúde - Lisboa, Luis Silva
40
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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Equipa da Securitas – Cliente: Câmara Municipal
do Porto
O responsável da Divisão Municipal de Protocolo e
Relações Públicas, pertencente à Direcção Municipal dos Serviços da Presidência, através de e-mail,
enalteceu o desempenho da Equipa da Securitas
durante o ano transacto, destacando o desempenho
da Vigilante Ana Moura e do seu Coordenador Jorge
Cunha, bem como dos Vigilantes Ernesto Pereira,
Paulo Maia e Miguel Martins. Este elogio tem como
base o facto da equipa da Securitas demonstrar
permanente melhoria e apoio, de forma muito activa
e positiva. Foram também enaltecidas a motivação e
o empenho destes Colaboradores, ao apresentarem
propostas e ao recomendarem procedimentos.
Vigilante Abílio Gomes Moreira – Cliente: Vishay
Electrónica Portugal
A Gestora de Recursos Humanos desta Empresa
Cliente elogiou a “postura de extrema dedicação,
empenhamento, zelo, motivação e competência”
deste profissional, que ali prestou serviços durante
mais de 17 anos.
VIGIL ANT E EM ACÇ ÃO
Esquerda para a direita: Sr. Paulo Baptista - Gestor de
Segurança (TAP), Vigilante Ricardo Coelho
e António Meireles, Responsável pelo Cliente UCS.
Equipa Securitas – Cliente: Câmara Municipal de
Sintra
Através de e-mail, a Responsável pelas instalações
de Vila Verde deste Município, elogiou a “responsabilidade e fiabilidade” da Equipa da Securitas, nos
registos de entradas e saídas de viaturas, bem como
dos materiais transportados.
Ainda merecendo especial relevo, reproduzimos na sua totalidade o e-mail
dirigido pela Tabacaria Madeira, integrada no Hiper Sá, localizado em São
Martinho, na Região Autónoma da Madeira, onde a equipa da Securitas
presta serviço. O Cliente destacou a importante intervenção dos Vigilantes
Almerindo Sousa, Duarte Góis, Geraldo Fernandes e Nuno Pimenta, que pôs
cobro a uma situação continuada de furto.
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Equipa Securitas – Cliente: Banco Popular
E-mail de agradecimento, enviado pelo Coordenador
de Unidade da Área de Património – Obras, Manutenção e Segurança, pelo importante contributo da
Equipa da Securitas na situação de risco de cheia,
verificada no final de Fevereiro e início de Março, que
ameaçou a Agência de Vila Nova de Gaia – Cais e que
obrigou à desmontagem e montagem dos equipamentos das respectivas instalações.
SECURITAS PORTUGAL
Vigilante Rosa Celeste Soares de Sousa – Cliente:
Instituto Nacional de Medicina Legal
O Chefe de Gabinete da Administração deste Instituto, em carta que nos endereçou, elogiou a actuação
da nossa Vigilante, pelo seu empenho e dedicação,
elevado profissionalismo e bom relacionamento
interpessoal, manifestando igualmente a sua satisfação pelo atendimento prestado, “de forma afável,
disponível e responsável”, segundo declarou.
Sede da Securitas, em Linda-a-Velha
Vigilante Vítor Salazar – Cliente: Câmara
Municipal do Entroncamento
Via e-mail, esta Autarquia manifestou o seu agrado
pelo facto do nosso Vigilante ter encontrado uma
carteira com 170 euros em dinheiro e sem quaisquer
documentos, no Parque de Estacionamento Subterrâneo do Entroncamento, e tê-la devolvido à utente
que a perdera, mediante a descrição do seu formato
e cor, bem como da quantia nela inclusa.
Vigilante Rui Pires – Cliente: Museu de Portimão
Um visitante deste Museu enviou e-mail à Securitas,
agradecendo a “actuação nobre e de uma sensibilidade fora do comum” do nosso Vigilante Rui Pires,
salientando igualmente a sua amabilidade e correcção extrema.
Vigilante-Chefe Carlos Alves e Equipa
Securitas – Cliente: Escola Superior de Tecnologia do Barreiro/Instituto Politécnico de Setúbal
O Director deste Estabelecimento de Ensino
Superior, por e-mail, louvou “a forma profissional e
dedicada” que a Equipa da Securitas tem sempre
demonstrado, destacando a especial colaboração
prestada numa cerimónia de grande importância,
que ali decorreu. Expressou o seu reconhecimento,
pedindo que o mesmo fosse transmitido ao Vigilante-Chefe Carlos Alves.
Vigilante Eduardo Gaspar – Cliente:
Teleperformance
Administrador de Prédio em Setúbal, em seu nome
e de todos os Condóminos, enviou-nos um e-mail,
agradecendo a intervenção do referido Vigilante, ao
serviço da Teleperformance, “pelo civismo e profissionalismo demonstrado”, segundo afirmou, pois,
devido à sua rápida intervenção, evitou a queda da
antena parabólica do edifício, em risco de cair devido
aos fortes ventos que, na altura, se faziam sentir na
zona.
SECURITAS PORTUGAL
VIGIL ANT E EM ACÇ ÃO
Especial relevo merece
igualmente o e-mail remetido por ex-Colaborador
da Megasis, utente da UCS
(TAP) – Cuidados Integrados
de Saúde, que ali deixou
esquecida a sua carteira,
louvando a integridade do
Vigilante Ricardo Coelho
que lha devolveu, dias depois, intacta.
Resumimos os restantes louvores recebidos,
pelo facto de, por uma questão de espaço, não
nos ser possível publicá-los na íntegra.
43
NAC I ONAL
E V ENTO
HOMENAGEM A COLABORADORES
DINAMISMO COMERCIAL PROSSEGUE
A Securitas prestou homenagem aos seus Colaboradores que atingiram 25, 30, 35 e 40 anos de
serviço em 2009.
A Securitas celebrou recentemente vários contratos comerciais, que demonstram a
confiança que os Clientes têm nas nossas soluções de segurança e que estão cientes
da mais-valia que estas constituem para a sua actividade. Revelam também que, com
determinação, conseguimos alcançar os objectivos que traçámos, o principal dos quais
é satisfazer as necessidades específicas de cada um dos nossos Clientes, de cada
segmento de mercado.
Cerimónia Anual de
Reconhecimento da Securitas
O evento decorreu no Casino da Figueira da Foz,
no dia 27 de Janeiro de 2010, tendo início com a
Cerimónia de Reconhecimento aos Colaboradores
que cumpriram o ano passado, 25, 30, 35 e 40 anos
de casa.
Após a Cerimónia de Reconhecimento, e também
no Casino, teve lugar o jantar oferecido a todos os
convidados, seguido de espectáculo.
Novos Contratos
Fazemos aqui referência a alguns dos novos contratos, ganhos nos últimos meses:
Os homenageados receberam o tradicional pin/charme, comemorativo dos anos ao serviço da Securitas,
e algumas lembranças.
Após o reconhecimento, realizou-se a entrega dos
prémios e a apresentação dos trabalhos vencedores
do Concurso Novos Talentos, bem como aqueles
que foram distinguidos com menções honrosas.
Aeroporto Francisco Sá Carneiro – Segurança Aeroportuária
A Securitas iniciou recentemente a prestação de Serviços de
Segurança da Aviação Civil, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro,
Porto. O contrato celebrado inclui Rastreio de Passageiros e Bagagem de Mão, Rastreio de Bagagem de Porão, Rastreio a Viaturas e
Controlo de Acessos Terra/Ar.
Quinta da Aveleda – Contrato de Segurança Integrada
Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços
de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica, que inclui Sistemas de Detecção de Intrusão e
Sistemas de Detecção de Incêncio, com ligação à Central
de Monitorização da Securitas.
Os Colaboradores homenageados na Figueira da Foz
44
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
45
Centro Cultural Olga Cadaval e Museu Arqueológico de
São Miguel de Odrinhas – Vigilância Especializada
Contrato de Prestação de Serviços de Vigilância Humana
Especializada.
SECURITAS NOS GRANDES EVENTOS INTERNACIONAIS
Grande Prémio de Portugal/Algarve
F1 Motonáutica
Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Securitas garantiu a segurança do Grande Prémio de
Portugal/Algarve Fórmula 1 em Motonáutica,
que se realizou nos dias 8 e 9 do passado mês de
Maio, em Portimão.
O estuário do rio Arade recebeu, mais uma vez, a
prestigiada competição mundial do calendário da
União Internacional de Motonáutica (UIM) — a 12.ª
edição do Grande Prémio de Portugal/Algarve F1,
espectáculo de alta velocidade que agitou as águas
algarvias e também a cidade de Portimão, pelos
muitos visitantes que a prova sempre atrai.
NACIONAL
Park & Zoo S. Inácio – Vila Nova de Gaia
– Contrato de Segurança Integrada
Contrato de Segurança Integrada composto
por Serviços de Vigilância Humana Especializada e Electrónica, que inclui Sistemas de
Detecção de Intrusão.
E V ENTO
Grupo Hipogest – Contrato de Segurança Integrada
Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços
de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica,
que inclui Sistemas de Vídeo Vigilância (CCTV), Sistemas
de Detecção de Intrusão e Sistemas de Controlo de Acessos.
Esta edição do Grande Prémio de Motonáutica
contou com 19 pilotos de 10 equipas, entre os quais
Duarte Benavente, da F1 Atlantic Team, o único
piloto português em prova.
O piloto dos Emirados Árabes Unidos, Ahmad Al
Hameli (Abu Dhabi) venceu esta prova de abertura
do Mundial de Fórmula 1 em motonáutica, tendo o
português Duarte Benavente (F1 Atlantic) abandonado a competição com problemas mecânicos.
Classificação (42 voltas)
1. Ahmad Al Hameli (EAU/Abu Dhabi), 45 minutos
2. Francesco Cantando (Itália/Singha F1), a 18,78 segundos
3. Thani Al Qamzi (EAU/Abu Dhabi), a 21,97
4. Jay Price (EUA/Qatar), a 24,73
5. Pierre Lundi (Suécia/CTIC China), a 41,86
6. Andy Elliot (Grã-Bretanha/Qatar), a 2 voltas
7. Fabian Kalsow (Alemanha/F1 Atlantic), a 2 voltas
8. Davide Padovan (Itália/Rainbow), a 2 voltas
Benavente cumpriu apenas sete das 42 voltas do
circuito algarvio, tendo abandonado quando seguia
na terceira posição, atrás do vencedor da corrida,
na altura liderada pelo italiano Francesco Cantando
(Singha F1).
Ahmad Al Hameli (Abu Dhabi) dominou a corrida
depois de destronar do comando, à sétima volta, o
italiano Francesco Cantando (Singha F1). A vitória
em Portimão é a segunda consecutiva do piloto dos
Emirados Árabes Unidos em Portugal, onde venceu
em 2009.
A temporada de 2010 ficou marcada pela ausência
de Guido Capellini, que se retirou da competição
no final da última época. Ninguém venceu mais em
Portimão do que este italiano, 10 vezes campeão
mundial e vencedor de sete das 13 provas realizadas
em Portugal.
O 12.º Grande Prémio Portugal/Algarve F1 em Motonáutica teve como patrocinador oficial o Município
de Portimão que, com a Urbis SGRU EM assegurou
a coordenação geral da prova, tendo a Federação
Portuguesa de Motonáutica prestado o apoio técnico
oficial.
Secretaria Geral do Ministério da
Justiça – Vigilância Especializada
Contrato de Prestação de Serviços
de Vigilância Humana Especializada.
Em cima da esquerda para a direita, Vigilantes João Cabrita e
Francisco Silva, em baixo Vigilante Pedro Ferreira
46
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
47
SECURITAS APOIA PROVA HÍPICA
SECURITAS NO
A Securitas apoiou a edição deste ano do Campeonato Nacional de Endurance, prova hípica
organizada pela Sociedade Agrícola D. Dinis, SA,
que decorreu nos dias 16 a 18 do passado mês de
Abril, no Monte da Ravasqueira, em Arraiolos, e
que teve como vencedor João Raposo.
A Securitas associou-se ao Rugby Veterans Festival, através do Rugby Clube de Santarém, uma
das equipas que participou neste torneio e à qual
pertencem dois Colaboradores nossos.
No passado dia 15 de Maio, organizado pelo Rugby
Clube de São Miguel, de Lisboa, realizou-se um Torneio Quadrangular de Veteranos — Veterans Festival
in Lisbon, num campo sintético do Estádio Nacional.
O Monte da Ravasqueira acolheu, na zona da Herdade da Mata, este Concurso de Endurance Internacional (CEI), integrado no calendário de provas da
Federação Equestre Internacional (FEI), com a classificação “Três Estrelas”, o nível mais elevado e apenas
abaixo dos Campeonatos da Europa e do Mundo.
E VE NTO
Rugby Veterans
Festival
Este torneio esteve aberto a jogadores com mais
de 35 anos e que tenham já deixado de jogar no
campeonato nacional.
A Securitas associou-se a este evento, através do
Rugby Clube de Santarém, do qual fazem parte o
Vigilante Hélder Vieira, da Filial Retail, e Luís Freire,
Gestor da Filial Retail Lisboa.
Para além deste CEI, com uma extensão de 160
quilómetros, no qual participaram cavaleiros de
Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, França, Suíça,
Reino Unido, Dinamarca, Itália, EUA, Qatar, Barainh,
entre outros, decorreram, paralelamente, mais quatro
concursos equestres de endurance: um CEI “Duas
Estrelas” de 120 quilómetros, um CEI “Uma Estrela”
de 80 quilómetros, um CEQ de 80 quilómetros e um
CEP de 40 quilómetros.
As equipas convidadas a participar neste torneio,
para além da equipa do Rugby Clube São Miguel,
foram a do Clube Desportivo de Direito (Lisboa), a
Hamburger Rugby Team — equipa de Hamburgo,
Alemanha, e a do Rugby Clube de Santarém.
Foram disputados 12 jogos, de 24 minutos cada.
O vencedor do torneio foi o Grupo Desportivo de
Direito que alcançou três vitórias, mas, mais importante que apurar um vencedor, foi o convívio entre as
equipas que se viveu ao longo do dia.
Após os jogos, o São Miguel convidou todos os participantes e amigos para um lanche ajantarado, com
sardinhas assadas e febras, juntamente com muita
conversa, música e boa disposição.
Todos os participantes ficaram satisfeitos e prometeram voltar a jogar em torneios similares.
E VE NTO
Campeonato Nacional
de Endurance 2010
A realização destas provas no Monte da Ravasqueira
esteve aberta ao público em geral e contribuiu para
a promoção do turismo regional e dos produtos
regionais, sendo também uma forma de promover
o desporto equestre e o cavalo árabe e anglo-árabe
nacional, bem como o cavalo lusitano.
A Endurance é uma das modalidades equestres
que mais tem crescido nos últimos anos e que mais
medalhas tem trazido para Portugal em disciplinas
equestres. A Equipa Portuguesa tem um vasto
palmarés de resultados internacionais, de onde se
destaca a Medalha de Prata conquistada no Campeonato da Europa 2009, em Itália.
48
SECURITAS PORTUGAL
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INESPERADAS REVELAÇÕES
GRANDE ADESÃO
Concurso
Novos Talentos
A Direcção de Recursos Humanos da Securitas
lançou o concurso “Novos Talentos”, que teve
como objectivo estimular o trabalho criativo dos
seus Colaboradores, nas categorias de Literatura,
Pintura, Música e Fotografia.
A iniciativa suscitou bastante interesse e tem merecido muitos elogios por parte dos Colaboradores da
Securitas, visto a Empresa premiar a sua criatividade
e preocupar-se com os seus talentos e actividades
extra-laborais de eleição.
Concurso Conhecimento
da Securitas
Na primeira edição do “Concurso Conhecimento da Securitas”, lançado pela Direcção Serv.
Marketing, participaram 815 Colaboradores da
Empresa.
A forma de apresentação de cada obra presente a
concurso foi deixada ao critério criativo do respectivo
candidato, sendo, no entanto, obrigatório que fosse
acompanhada de uma breve e clara exposição.
Aos vencedores de cada categoria foi entregue um
prémio monetário.
Os vencedores da primeira edição deste Concurso,
foram apurados, de entre todos os participantes
que tinham respondido correctamente a todas as
questões.
O concurso “Novos Talentos” terá continuidade no
corrente ano, pelo que a sua segunda edição será
anunciada proximamente.
Dirigido a todos os Colaboradores, de todas as
idades e de todo o país, o concurso “Novos Talentos”
abarcou quatro grandes áreas: Literatura, Pintura,
Música e Fotografia. Segundo o regulamento, só foi
possível a cada candidato apresentar um trabalho,
individual ou em grupo e apenas para uma das
categorias mencionadas.
Vigilante Fernando Pinto Sá
Lista de Premiados
50
SECURITAS PORTUGAL
Os vencedores foram os Vigilantes Fernando Pinto
Sá e Vítor Manuel Alves Borges, ambos da Filial do
Porto, e o Vigilante Igor Machado, da Filial de Braga.
Estes colegas, que felicitamos pelo seu conhecimento da Securitas, a nível nacional e internacional,
ganharam fins de semana para duas pessoas, na Ilha
da Madeira, numa Pousada de Portugal e no Algarve,
prémios atribuídos respectivamente ao primeiro,
segundo e terceiro lugares, conforme o regulamento
deste concurso.

Ana Zélia Rodrigues
NAC I ONAL
NAC I ONAL
Da esquerda para a direita : Alexandre Filipe, Pedro Magalhães, Rui Araújo, José
Ferreira, Administrator-Delegado Jorge Couto, Ana Rodrigues e Maria Bichinho
Literatura (Vencedor)
Pedro Magalhães
“Em Nome da Fé”
Literatura (Menção Honrosa)
Ana Zélia Rodrigues
“Instantes”
Música (Vencedor)
Alexandre Filipe
“Ebnoy – Securitas”
Pintura (Vencedor)
José Ferreira
“Alfama”
Pintura (Menção Honrosa)
Maria Bichinho
“Encontro Especial de Infinito”
Fotografia (Vencedor)
Rui Araújo
“Perspectiva”
Vigilante Vitor Manuel Alves Borges
O sorteio teve a presença do nosso Administrador-Delegado Jorge Couto, de Abel de Sousa, Director
Nacional da Vigilância Mobile, e do Eng.º Ricardo Sá,
Director-Geral da Divisão Aviation, que retiraram de
uma tômbola, os três formulários premiados.
De acordo também com o regulamento, o concurso
foi dirigido a todos os Colaboradores afectos directamente à actividade operacional nas instalações dos
Clientes, exceptuando-se os Colaboradores ligados
às estruturas operacionais e administrativas das
nossas Filiais.
A segunda edição deste concurso irá realizar-se
ainda este ano, prevendo-se que seja lançada após o
período de férias de Verão.
Vigilante Igor Machado
SECURITAS PORTUGAL
51
Securitas Participou na
9.ª Conferência Europeia da ASIS
A Securitas esteve presente na 9.ª Conferência
Anual Europeia de Segurança da ASIS International, que este ano se realizou em Portugal, no
Centro de Congressos de Lisboa, de 18 a 21 de
Abril.
REALIZADA EM PORTUGAL
Securitas Patrocina e Participa
na Conferência “Maritime Domain
Awareness”
A Securitas patrocinou e participou nesta
importante Conferência de âmbito internacional,
realizada a 14 e 15 de Junho, no Lisboa Marriott
Hotel, que teve como tema a Segurança
Marítima, Naval e Portuária.
Infelizmente, esta importante conferência viu afectado o número de participantes que, em alguns casos,
não conseguiram chegar atempadamente a Lisboa,
devido ao encerramento, sem precedentes, do espaço aéreo europeu, provocado pelas cinzas vulcânicas
provenientes da Islândia.
Apesar deste inconveniente, a 9.ª Conferência
Anual Europeia de Segurança da ASIS International
manteve os seus trabalhos, contando com oradores
de excelência, que contribuíram com importantes
intervenções sobre a indústria da Segurança.
Fundada em 1955, sob a designação “American
Society for Industrial Security” (ASIS), esta destacada
Organização norte-americana de profissionais de Segurança, alterou, em 2002, a sua denominação para
ASIS International que, além de preservar a sua história, reflecte melhor o seu crescimento e expansão,
já que conta com mais de 35.000 membros em todo
o mundo, abarcando uma ampla gama de serviços e
especialidades da indústria da Segurança.
A conferência “Maritime Domain Awareness” focou
os desafios que se colocam no domínio marítimo,
nomeadamente à Guarda Costeira e à indústria naval.
Desafios que têm mudado drasticamente na última
década, tornando pouco previsíveis as questões de
segurança nesta particular área.
Esta conferência proporcionou a oportunidade
de conhecer e discutir abertamente as ameaças à
segurança neste domínio, através de “case studies”
apresentados por conceituados oradores internacionais: da Marinha, da Guarda Costeira, do Socorrismo
e dos sectores Marítimo Comercial e Portuário.
O seu programa incluiu, entre outras, intervenções
do International Maritime Bureau e da Marinha Por-
tuguesa, da responsabilidade do Contra-Almirante
António Silva Ribeiro, Vice-Chefe Adjunto do Estado-Maior da Armada.
A conferência defendeu que o primeiro passo para
aumentar a segurança marítima passa por uma maior
sensibilização, pois elevará igualmente o nível de
consciência no domínio marítimo, contribuindo para a
decisiva segurança dos oceanos.
Segundo as conclusões desta Conferência, a partir
do 11 de Setembro, a preocupação prioritária em
termos de segurança concentrou-se de forma
extremamente acentuada nos Transportes Aéreos.
Esta situação pode levar a que o tipo de Organização
que esteve por trás do 11 de Setembro transfira a
sua atenção para a área dos Transportes Marítimos,
a qual, até agora, não tem beneficiado de atenção
idêntica em termos de segurança, pelas Autoridades
competentes. Assim, para combater esta eventual
ameaça, convém estarmos cientes desta possível
evolução.
INT E RNACI ONAL
I NTER NAC I ONAL
NO CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA
A ASIS International tem por objectivo aumentar a
eficácia e produtividade dos profissionais de Segurança, através do desenvolvimento de programas e
materiais educativos de interesse geral para esta indústria, como é o caso do Seminário Anual da ASIS,
bem como sobre temas específicos de Segurança.
52
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
53
1.ª Caminhada “Não Corra...
Caminhe Connosco!...”
O Grupo Desportivo Securitas prossegue as suas
actividades, dando continuidade àquelas que
têm maior adesão e apresentando também novos
desafios, sempre com o objectivo de proporcionar
um saudável convívio entre todos os que nelas
participam.
Assim, no passado dia 1 de Maio, no pavilhão
da Escola Secundária Mães D’Água, na Brandoa,
realizou-se a apresentação da equipa de Futsal do
Grupo Desportivo da Securitas, que defrontou a sua
congénere da Vigilância Mobile, tendo como resultado final 9-3, a favor da equipa da primeira (Vigilância
Especializada).
Antes deste jogo, decorreu um outro entre Directores
e Gestores de Filial, que amavelmente acederam ao
À hora marcada e com indicações bem explícitas relativamente ao ponto de encontro, no parque do Museu
Anjos Teixeira, a iniciativa começou com a entrega de
brindes a todos os participantes, seguida da caminhada pelo percurso proposto, onde todos se deliciaram
com a bela paisagem da Serra de Sintra.
convite do Grupo Desportivo. O resultado, não sendo
o mais importante, ficou no empate a uma bola — o
melhor para um encontro amigável.
Neste evento contámos com a participação da empresa Oriflame, que efectuou um workshop destinado às senhoras (colegas, mulheres/namoradas de
Colaboradores), distribuindo amostras de produtos
cosméticos comercializados por esta empresa.
Contámos também com a participação “ruidosa” do
grupo musical “Barafuzada”, pertencente à Filarmónica de Alverca, que animou a plateia no decorrer de
ambos os encontros. No final destes, realizou-se um
almoço/convívio no Restaurante Mineirão, situado
também na Brandoa, que superou as expectativas.
No final, os caminhantes foram agraciados com uma
medalha de participação à chegada ao Parque das
Merendas da Mata Municipal de Sintra, local onde se
realizou um almoço que foi um sucesso devido às
iguarias trazidas pelos participantes.
Caminhada em Sintra
No passado dia 22 de Maio de 2010, o Grupo Desportivo da Securitas inovou com a realização da sua
1.ª Caminhada, sob o lema “Não Corra… Caminhe
Connosco!...”, ao longo do Percurso de Seteais, em
Sintra.
Futuramente, o Grupo Desportivo da Securitas tenciona organizar mais caminhadas sob o mesmo lema,
contando inclusive com mais participantes, em virtude da opinião unânime desta 1.ª Caminhada ter sido
muito salutar e agradável. Por esta razão, o nosso
Grupo Desportivo considera ser actividade a repetir.
Esta actividade foi aberta a todos os Colaboradores —
— entre os quais se contaram Gestores de Filial, Escaladores, Supervisores, Vigilantes, Administrativos,
bem como seus familiares e amigos, contando com a
participação de um total de 34 pessoas.
G RUP O DE S P O RT I VO
G RUP O D E S P ORTI VO
APRESENTAÇÃO DA EQUIPA DE FUTSAL E…
Entre estes últimos, estiveram pessoas ligadas a
vários ramos de actividade, nomeadamente, Gestores
Bancários, Consultores de Marca, Estudantes Universitários e Militares.
Da esquerda para a direita, Vigilância Mobile Nacional, Vigilância Especializada de Lisboa
e Directores, Gestores de Filial e Supervisores da Empresa
54
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
55
Securitas na Meia e Mini
Maratonas de Lisboa
RESP ONSABILIDADE SOCIAL
NAC I ONAL
SEMPRE A CORRER
SECURITAS APOIA CAUSAS SOCIAIS
Marcha Contra a Fome
e Corrida Sempre Mulher
Marcha Contra a Fome
Walk the World 2010
Lisboa
No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países,
milhares de pessoas participam nesta causa.
Torre de Belém
Docas
Participe!
Marcha Contra a Fome
Marcha Contra a Fome
Walk the World 2010
06.Junho
Contribua com 5€ e
Marche Contra a Fome
10h00
(Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição)
NIB: 0007 0576 000038000 18 84
Inscrições:
Até 04/06/2010
TNT Porto:
Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem. Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia
Marcha Contra a Fome
Porto
No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países,
milhares de pessoas participam nesta causa.
Walk the World 2010
TNT Coimbra:
Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro
Cais de Gaia
Passeio Alegre
Participe!
TNT Lisboa:
Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa
Marcha Contra a Fome
TNT Lisboa (sede):
Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa
06.Junho
Contribua com 5€ e
Marche Contra a Fome
No dia da marcha na local da partida
As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a
Fome das Nações Unidas
10h00
(Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição)
NIB: 0007 0576 000038000 18 84
Para mais informações:
TNT - Telf: 218 545 000
www.movingtheworld.org
Inscrições:
Até 04/06/2010
e-mail: [email protected]
www.tnt.com
* Transporte gratuito na rede regular da Carris a todos os participantes portadores de t-shirt e boné
entre as 07h00 e as 15h00.
Patrocínios
TNT Porto:
Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem. Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia
TNT Coimbra:
Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro
TNT Lisboa:
Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa
TNT Lisboa (sede):
Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa
No dia da marcha na local da partida
As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a
Fome das Nações Unidas
Para mais informações:
TNT - Telf: 218 545 000
www.movingtheworld.org
e-mail: [email protected]
www.tnt.com
Apoio Logístico
Media Partner
Apoio Institucional
No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países,
milhares de pessoas participam nesta causa.
* Transporte gratuito na rede regular STCP a todos os participantes portadores de t-shirt e
boné entre as 08h00 e as 13h00.
Patrocínios
Apoio Logístico
Media Partner
Apoio Institucional
Participe!
Marcha Contra a Fome
6. Junho
10h00
Lisboa
Contribua com 5€ e
Marche Contra a Fome
Torre de Belém . Docas
(Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição)
NIB: 0007 0576 000038000 18 84
Inscrições:
Até 04/06/2010:
Os vários Colaboradores da Securitas participantes no Evento.
No passado dia 21 de Março, a Securitas reuniu
cerca de 70 Colaboradores e participou na 20.ª
Meia e Mini Maratonas de Lisboa.
De forma a criar um verdadeiro espírito de equipa
entre os Participantes da Prova, a Securitas ofereceu
a todos os Colaboradores a participação e uma t-shirt
com o seu logótipo.
O ponto de encontro para o local da partida foi na
nossa Sede, em Linda-a-Velha. Chegados ao ponto
de partida, foi o momento da foto de grupo. Até ao
início da prova houve confraternização entre Colegas
e depois foi correr, para ver quem chegava primeiro à
meta. Na verdade, só alguns correram, porque outros
optaram por um belo passeio, repleto de amigável
cavaqueira.
56
SECURITAS PORTUGAL
A Meia Maratona, este ano denominada “EDP - 20.ª
Meia Maratona Internacional de Lisboa”, foi uma
organização do Maratona Clube de Portugal, e o seu
percurso teve uma extensão de cerca de 21 quilómetros
Integrada no programa da “EDP 20.ª Meia Maratona
Internacional de Lisboa”, disputou-se em simultâneo
uma competição-convívio de 7.200 metros. O seu
percurso teve início junto às portagens da Ponte 25
de Abril, seguindo por Alcântara e terminando no
Mosteiro dos Jerónimos, onde se encontrava instalada a meta.
No âmbito da sua Política de Responsabilidade
Social, a Securitas foi um dos patrocinadores da
Marcha Contra a Fome e vai igualmente contribuir com o seu patrocínio para apoiar a Corrida
Sempre Mulher.
Atenta às importantes causas sociais, sempre que
possível, a Securitas presta-lhes o seu apoio. Foi o
que aconteceu em relação à Marcha Contra a Fome,
realizada em Portugal, simultaneamente, em Lisboa
e no Porto, no passado dia 6 de Junho.
TNT Porto:
Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem, Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia
TNT Coimbra:
Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro
TNT Lisboa:
Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa
TNT Lisboa (sede):
Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa
No dia da marcha na local da partida.
As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra
a Fome das Nações Unidas
Para mais informações:
TNT - Telf: 218 545 000
e-mail: [email protected]
http://www.movingtheworld.org
http://www.tnt.com
A Marcha Contra a Fome inseriu-se na iniciativa
“Walk the World 2010”, sendo que no mesmo dia e
à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de
pessoas participaram nesta causa.
As verbas angariadas foram entregues, na sua totalidade, ao WFP – Programa Alimentar Contra a Fome
das Nações Unidas.
SECURITAS PORTUGAL
57
Inscrições e Informações: www.corridasempremulher.com
telf.: 918 234 803 e 263 508 301
Venha Correr ou Andar por uma boa Causa
Receita a favor da Associação Portuguesa
de Apoio à Mulher com Cancro da Mama
Parque das Nações
07 de Novembro 2010
Presença especial de Tony Carreira
Embaixador da Luta contra o Cancro da Mama
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M
Parceiros Media
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Organização
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Transportes
CY
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Corrida Sempre Mulher
Entretanto, a Securitas já decidiu ser um dos patrocinadores oficiais da Corrida Sempre Mulher, que se vai realizar no dia 7 de Novembro próximo, dando o seu contributo para esta acção de Solidariedade Social, cuja receita
se destina à Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama.
A Corrida Sempre Mulher estará de volta ao Parque das Nações, em Lisboa, contando com a presença de Tony
Carreira, Embaixador da Luta Contra o Cancro da Mama 2010.
O percurso de quatro quilómetros da Corrida Sempre Mulher em 2010 tem como objectivo a angariação de
fundos para a aquisição da nova Sede da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, no
Campo Santa Clara, em Lisboa, e para a obra de construção do respectivo Auditório.
Porque o Cancro da Mama não é exclusivo das mulheres, os homens também podem participar, desde que se
inscrevam em conjunto com um elemento feminino, adulto ou criança.
Os participantes, no dia da corrida, poderão viajar gratuitamente na CP, Fertagus, Metro Lisboa e Carris, transportes oficiais desta iniciativa.
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SECURITAS PORTUGAL
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