03 EDITORIAL 04 FORMAÇÃO Formação em 2009 05 MENSAGEM Investimento nas Áreas Críticas Como é do conhecimento geral, a economia Portuguesa atravessa actualmente um momento difícil. Vai ser necessário um enorme esforço da parte de todos para ultrapassar esta situação e tentar assim minorar os impactos negativos que certamente se farão sentir na nossa actividade. 06 EVENTO Securitas Patrocina Encontros FLE 07 EVENTO Director de Recursos Humanos da Securitas Foi Orador na 5.ª Edição 08 CLIENTES Na capa: Supervisor Paulo Cardoso. BPI com Securitas 11 CLIENTES O Grupo Securitas tem demonstrado, em virtude da sua actividade específica e do modo como tem sido gerido, uma capacidade notável para superar as dificuldades. Securitas Contribui para Alcançar os Objectivos da Repsol 14 CLIENTES Securitas Garante a Segurança da Sovena 17 CLIENTES McLane com Securitas Desde 2000 FICHA TÉCNICA Museu de Portimão Recebe Prémio Museu Conselho da Europa 2010 Revista Securitas Portugal 20 CLIENTES 24 CLIENTES Grupo Sá com Securitas Há 11 Anos 27 SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Aeroportos e Navegação Aérea da Madeira Satisfeitos 31 NACIONAL Novos Cargos/Novos Desafios 35 VIGILANTE EM ACÇÂO Louvores de Clientes/Quem Faz a Diferença 44 EVENTO Cerimónia Anual de Reconhecimento da Securitas 45 NACIONAL Novos Contratos 47 EVENTO Grande Prémio de Portugal/Algarve F1 Motonáutica 48 EVENTO Campeonato Nacional de Endurance 2010 49 EVENTO Rugby Veterans Festival 50 NACIONAL Concurso Novos Talentos 51 NACIONAL Concurso Conhecimento da Securitas 52 INTERNACIONAL Securitas Participou na 9.ª Conferência Europeia da ASIS 53 INTERNACIONAL Securitas Patrocina e Participa na Conferência “Maritime Domain Awareness” 54 GRUPO DESPORTIVO 1.ª Caminhada “Não Corra... Caminhe Connosco!...” 56 NACIONAL ED I TOR I AL Í ND I C E / FI C H A TÉC NI C A Nesta Edição PROPRIEDADE Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. SEDE Rua Rodrigues Lobo, n.º 2 Edifício Securitas 2799-553 Linda-a-Velha EDIÇÃO Direcção Serv. Marketing DIRECTOR Firmino Fonseca DESIGN/PRODUÇÃO DE CONTEÚDO E GRÁFICA RH Positivo© www.rhpositivo.pt IMPRESSÃO E ACABAMENTO Multitema - Partners for Printing FOTOGRAFIA José Ribeiro - Fototime Alexandre Bettencourt - Foto Profissional (Madeira) (Fotos da Madeira: ANAM, Grupo Sá, Loja Cidadão e Cheias) TIRAGEM 9.000 exemplares PERIODICIDADE Semestral DISTRIBUIÇÃO Gratuita aos Colaboradores da Securitas e a Clientes www.securitas.pt Alvarás: MAI, nº22A (2004.11.25): Nº22B e C (1999.03.04): Nº22D (2001.02.07) A estratégia definida e os meios humanos e operacionais disponibilizados, em conjunto com uma atitude correcta, têm contribuído para o desenvolvimento sustentado alcançado. Não existe alternativa senão a da perseverança e empenhamento em prosseguir com os objectivos traçados. Cada um de nós tem de dar o seu melhor, funcionando em equipa e sendo, no dia-a-dia, e em todas as frentes, um Embaixador da Empresa. Nas alturas de maior necessidade é que a atitude certa pode fazer toda a diferença. Nesta edição da nossa Revista ficam expressos, em entrevistas, mais alguns testemunhos de Clientes que optaram pela Securitas, e que viram satisfeitas as suas expectativas, devido à qualidade do serviço que a Empresa lhes presta. Paralelamente, o reconhecimento explícito do desempenho de muitos Vigilantes fica igualmente registado, o que honra a posição de liderança da Securitas no mercado nacional. A Empresa continua a apoiar acções de Solidariedade Social, como é o caso da Marcha contra a Fome realizada recentemente em Lisboa e no Porto, e a Corrida Sempre Mulher, da luta contra o Cancro, que irá decorrer em Novembro e que será patrocinada pela Securitas na categoria “Mães e Filhas”. As questões relacionadas com a Ética Empresarial estão igualmente na linha da frente das causas apoiadas pela Securitas, tendo sido patrocinada, no passado mês de Maio, a iniciativa da APEE – - 5ª Edição da Semana da Responsabilidade Social. Foram atribuídos os prémios aos Vencedores dos Concursos internos – “Conhecimento da Securitas” e “Novos Talentos”, que obtiveram assinalável sucesso entre os Colaboradores da Empresa. Ainda no decorrer de 2010 serão lançadas novas edições destes concursos, esperando-se, desta vez, uma participação ainda maior. Aproveito esta ocasião para desejar a todos os Colegas um óptimo período de férias, repleto de descanso, boa disposição e convívio com os amigos e a família. Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. Securitas na Meia e Mini Maratonas de Lisboa 57 RESPONSABILIDADE SOCIAL Marcha Contra a Fome 58 RESPONSABILIDADE SOCIAL Corrida Sempre Mulher Firmino Fonseca Director Serv. Marketing 02 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 03 Formação em 2009 Investimento nas Áreas Críticas A componente Formação é uma das prioridades da Securitas, para uma prestação de serviços especializada, de acordo com a segmentação por sectores de actividade, que é a orientação do Grupo Securitas a nível internacional. No momento em que escrevo estas palavras podemos já antecipar e apreciar os resultados da empresa no 1.º semestre, concluindo que continuamos a ser bastante resilientes, neste momento desfavorável da situação sócio-económica. No ano de 2009, a Securitas teve cerca de 1.000 Colaboradores em acções de formação e reciclagem, num total de mais de 9.000 horas. Obter níveis de crescimento comparáveis com anos anteriores é um objectivo de difícil concretização, face à evidente contracção do mercado, decorrente da necessidade de permanentes ajustamentos que as empresas têm de promover com vista a manterem a sua competitividade e, muitas das vezes, a sua sobrevivência. Estas acções incluíram desde o Security Leadership Training, a Liderança e Motivação de Equipas, e o Sistema de Avaliação de Desempenho, destinados a chefias, passando pela Formação Sócio-Comportamental, até à Gestão de Segurança, Gestão de Conflitos, Primeiros Socorros, Extinção de Pequenos Incêndios e Evacuação de Edifícios, Defesa Pessoal, Prevenção Contra Violência Urbana, entre outras. Muitos Vigilantes da Vigilância Mobile participaram em acções de reciclagem. Foi prestada também formação de reciclagem aos Supervisores relativa à utilização de computadores mini portáteis, que lhes foram distribuídos o ano passado. A Formação Contínua para o Trabalho Cinotécnico integrou igualmente o Plano de Formação de 2009. A Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, as Boas Práticas Ambientais também constituíram matérias leccionadas no Centro de Fomação da Securitas, com instalações próprias na sua Sede, em Linda-a-Velha. A Nova Norma ISO 9001:2008, o Sistema de Normalização Contabilística e o Impacto Fiscal neste sistema foram igualmente alvo de formação, entre outros temas de importância para o bom funcionamento da nossa Organização. 04 VANTAGENS COMPETITIVAS SECURITAS PORTUGAL NACIONAL PRESIDENTE DA SECURITAS PARA A EUROPA PRESENTE NA Reunião de Análise da Performance do 1.º Trimestre Realizou-se, a 4 de Março, na nossa Sede, em Linda-a-Velha, a reunião de análise da performance da Securitas no 1.º trimestre de 2010. Foram abordados temas relevantes, tendo este encontro contado com a presença do Administrador-Delegado, dos Directores de Área de Negócios e dos Gestores de Filial. Nesta reunião tivemos o prazer de contar igualmente com a participação do Presidente da Securitas para a Europa, Bart Adam, que acompanhou os trabalhos, tendo feito também uma apresentação sobre os resultados da Securitas, a nível europeu, referentes ao mesmo período. O posicionamento estratégico que traçámos para responder a este cenário de adversidade foi o de implementar medidas que visem a apresentação e implementação das melhores soluções de segurança, mantendo os padrões de qualidade e de protecção às instalações dos nossos Clientes, através da adopção de soluções inovadoras e mais competitivas. Desta forma, estamos a acrescentar valor e eficiência em todo o processo produtivo, desenvolvendo a nossa cadeia de valor e criando vantagens competitivas, que nos permitirão responder com eficácia às tendências do mercado da segurança privada no médio/longo prazo. Agora, mais do que nunca, o envolvimento e a determinação de todos na prossecução dos objectivos da empresa é fundamental para que possamos, numa primeira fase, resistir e defender a manutenção dos postos de trabalho, acreditando que, numa fase posterior, teremos o retorno dos investimentos agora dispensados. Estou fortemente convencido que as Empresas que tiverem, agora, capacidade para se adaptarem e aproveitarem para fazer investimentos nas áreas críticas do seu core business (no nosso caso na formação, desenvolvimento de competências, MENS AG EM FOR MAÇ ÂO APOSTA PERMANENTE implementação de novas ferramentas e introdução de tecnologia) colocar-se-ão num patamar distinto de competitividade, podendo almejar atingir outros níveis de crescimento e rentabilidade. É verdade que no sector da Segurança Privada continuam a operar concorrentes que em nada contribuem para a sua dignificação, promovendo práticas marginais que prejudicam todos os seus intervenientes. No entanto, é com satisfação que registamos o aparecimento de novas Associações que se têm pautado pela defesa dos interesses do sector, denunciando diversas ocorrências que carecem de acompanhamento e supervisão pelas entidades competentes. Vamos acreditar que estes exemplos possam estimular todos os agentes que estão em condições de contribuir activamente para a tão desejada moralização e credibilização desta indústria na sociedade. Avizinhando-se o período das férias para grande parte dos nossos Colaboradores, aproveito a oportunidade para desejar a todos momentos de bom descanso e diversão. Jorge Couto Administrador-Delegado SECURITAS PORTUGAL 05 Securitas Patrocina Encontros FLE SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL Director de Recursos Humanos da Securitas Foi Orador na 5.ª Edição A Securitas é um dos patrocinadores dos Encontros FLE, organizados pelo Fórum para a Liberdade de Educação (FLE), no âmbito das Comemorações do Centenário da República Portuguesa. Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da Securitas, foi orador na 5.ª edição da Semana da Responsabilidade Social organizada pela APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial. Os Encontros FLE, promovidos a pensar o futuro da Educação, têm como objectivo questionar os principais problemas do sistema educativo português, conhecer as melhores práticas educativas internacionais e projectar o futuro em ordem a uma educação de qualidade para todos. A Semana da Responsabilidade Social é um evento anual que versa sobre temas relacionados com a ética e a responsabilidade social, e que conta com a participação de várias personalidades de diferentes áreas, desde dirigentes empresariais a líderes sindicais, representantes dos consumidores, ongs, ipss, administração pública, académicos, desporto e comunicação social. O programa, iniciado no passado mês de Fevereiro, no Porto, prevê a realização de vários Encontros, também em Lisboa e Coimbra, com temas, oradores, comentadores e moderadores vários. Entre estes últimos, encontram-se cerca de 40 personalidades, nacionais e estrangeiras, provenientes do mundo académico, empresarial e político, com uma vasta experiência no domínio da Educação. Os temas dos Encontros FLE, que terminarão no final de Novembro próximo, são diversos, versando sobre a educação olhada sob o ponto de vista da história, da economia, do desenvolvimento, da governação política, da escola, entre outros Professores, directores de escola, investigadores, decisores políticos, empresários, encarregados de educação, constituem o público-alvo dos Encontros FLE. A Securitas, atenta às questões decisivas da evolução da sociedade portuguesa, tem participado nestes importantes Encontros, representada pelo Dr. Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da nossa Empresa. Os Encontros FLE têm o Alto Patrocínio da Presidência da República, da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, da Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves, AEEP – Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, entre outros. Este ano, a sua 5.ª edição decorreu sob o tema “Rumo a Uma Ética Global”, tendo apresentado um novo formato, em função do interesse, expresso por diversas entidades, de que esta troca de experiências e de conhecimentos fosse mais abrangente a nível geográfico, atingindo novos públicos. Assim, o evento expandiu-se a cinco cidades: Lisboa, Porto, Aveiro, Leiria e Viana do Castelo. Teve a duração de cinco dias, decorrendo entre os dias 3 e 7 do passado mês de Maio. Na qualidade de representante da Securitas, o Dr. Jorge Martins, nosso Director de Recursos Humanos, fez a sua intervenção na manhã do dia 5 de Maio, em Leiria, no painel “Quais as competências e como se adquirem”. Falou sobre a nossa Missão, Valores e Visão, mostrou como funciona o Modelo Securitas e a construção da Organização correcta. Seguidamente, fez um resumo da história da Securitas a nível internacional e nacional. 06 SECURITAS PORTUGAL E V ENTO E V ENTO FÓRUM PARA A LIBERDADE DE EDUCAÇÃO A segmentação, preconizada pelo Grupo Securitas, foi explicada com exemplos de cada um dos segmentos. A Vigilância Especializada, a Vigilância Mobile e a Vigilância Aeroportuária foram também focadas na sua alocução. Jorge Martins apresentou igualmente os pontos-chave da Política Integrada da Securitas e realçou a importância do nosso Sistema de Gestão, que define os requisitos do Sistema de Gestão da Segurança e do Sistema de Responsabilidade Social. Explicou ainda o método de trabalho da Securitas, do planeamento à prestação do serviço, que inclui a Formação Específica, os Meios Auxiliares e a Avaliação dos Riscos, entre outras acções. Deteve-se mais detalhadamente na Gestão de Talento do Grupo Securitas, da qual faz parte o Desenvolvimento de Competências, e concluiu a sua intervenção fazendo a explanação da Formação Modelar. SECURITAS PORTUGAL 07 BPI com Securitas O Grupo BPI conta com a parceria da Securitas há quase 20 anos, pois os Serviços de Vigilância Especializada que ali prestamos datam da altura em que o então Banco de Investimento adquiriu o Banco Fonsecas & Burnay, em 1991. Pedimos ao Dr. Fernando Ulrich uma breve análise da situação actual do Grupo BPI, em Portugal e a nível internacional, nos países onde o Grupo desenvolve a sua actividade, incluindo, naturalmente, Angola e Moçambique. Em conversa com o Presidente Executivo do Grupo BPI, Dr. Fernando Ulrich, falámos sobre a forma como este grupo financeiro enfrenta a actual conjuntura económica e também, como não podia deixar de ser, sobre questões de segurança. “O Banco está bem, com grande solidez financeira, sempre com uma situação de liquidez muito sólida.” – afirmou. “Tem resistido à crise nacional e internacional, que se iniciou em 2007 e que é a maior desde 1930. O BPI não recorreu à garantia do Estado e manteve os mesmos ratings. Mantém igualmente o seu rumo com grande estabilidade.” Na opinião do Presidente Executivo do BPI, a recuperação da economia portuguesa, infelizmente, vai demorar mais algum tempo. Considera o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) para os próximos quatro anos fundamental para o controlo das contas públicas e a sua necessária consistência. “O ajustamento das Finanças Públicas, a longo prazo, vai permitir um crescimento sustentado”, segundo prevê. “A médio prazo, vamos continuar a enfrentar um período muito exigente para a banca e para as empresas.” Presença Internacional O BPI está presente em Portugal e Espanha, bem como junto das comunidades portuguesas de vários países. Possui uma rede de balcões em Paris e tem escritórios de representação em Londres, na Suíça, Alemanha, Luxemburgo, África do Sul, na cidade de Joanesburgo, em Caracas, nos EUA e em Toronto, no Canadá. Tem uma presença muito importante em Angola, através do BFA - Banco Fomento de Angola, onde detém 50,1 por cento do capital desta instituição bancária, que possui 130 balcões e 700 mil Clientes, prevendo-se que até final do presente ano atinja um total de 150 balcões em território Angolano. O Grupo tem igualmente uma presença significativa em Moçambique, detendo 30 por cento do BCI – Banco Comercial e de Investimentos, que possui uma rede de mais de 50 agências. Relativamente à evolução e previsões de expansão do Grupo BPI nestes mercados, o Dr. Fernando Ulrich afirmou que o desenvolvimento das redes de balcões do BFA e BCI vai prosseguir. “Quanto a Portugal, neste momento, o Banco tem a dimensão que quis e quer ter, não se prevê, por esse motivo, a abertura de mais balcões, mas tem o intuito de crescer”, segundo referiu. Entre 2004 e 2008, o BPI registou em território nacional um crescimento orgânico de 40 por cento, tendo actualmente 700 balcões, 40 centros de investimento e 50 centros de empresas, uma rede de agências que é comparável às do Santander Totta e do BES e que se aproxima da rede da CGD. Vigilante Susete Rodrigues no Edifício Jean Monnet, onde se situa a Administração do BPI Grandes Desafios Quisemos conhecer os principais desafios que o BPI enfrenta na actualidade, face à concorrência e à conjuntura económica nacional e internacional. “Temos um desafio muito grande que não é ainda conhecido mas previsível, que vai afectar todos os bancos, e que é a regulação do sistema bancário.” – disse o Dr. Fernando Ulrich. “A Comunidade Europeia ainda não a definiu concretamente, são temas que estão ainda em discussão e que irão ter um maior impacto nos próximos três ou quatro anos. Prevê-se que sejam impostas regras exigentes, que afectarão todos os bancos, incluindo os de grande dimensão.” Segundo o Dr. Fernando Ulrich, constitui igualmente um desafio desenvolver o negócio bancário, face ao factor risco, tendo em conta a actual conjuntura, sobretudo em Portugal. Conjuntura que considera ser muito difícil, pois tudo se passa num mercado muito concorrencial. CLIE NTE S C L I ENTE S PARCERIA VAI PERFAZER 20 ANOS “Em Angola, o desafio é conseguir que o crescimento da economia prossiga, pois esteve um pouco parado em 2009, mas está a retomar em 2010”, conforme comentou. Em termos de recuperação da economia portuguesa, o Presidente Executivo do Grupo BPI pensa que vai ser lenta. “No ano de 2009 o PIB caiu 2.7% , registou-se uma queda muito acentuada. Prevemos que em 2010 e 2011 se verifique um crescimento baixo, inferior a 1%. A situação está muito dependente das exportações, nomeadamente para Espanha, Alemanha e Angola”, acrescentou. Dr. Fernando Ulrich 08 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 09 Securitas Contribui para Alcançar os Objectivos da Repsol C L I ENTE S 27 ANOS DE PARCERIA Vigilante António Borges no BPI Segurança – Máxima Prioridade Seguidamente, esta nossa conversa centrou-se nas questões de segurança. Perguntámos ao Dr. Fernando Ulrich qual a importância dos Serviços de Segurança Privada na actividade do BPI. CLIE NTE S “Num Banco o tema da segurança é importantíssimo.” – disse. “Temos uma enorme preocupação com os bens que os Clientes põem à nossa guarda e, igualmente, como gerimos o crédito que concedemos. As questões de segurança dos canais informáticos, dos Colaboradores, dos Clientes, do transporte de valores, são para nós da máxima prioridade. Damos muita atenção a todas estas vertentes. Pensamos que, em todos os componentes, os resultados têm sido muito positivos.” Para terminar esta entrevista, perguntámos ao Dr. Fernando Ulrich como perspectiva a evolução da situação económica e seu reflexo nas exigências de segurança. “Tradicionalmente, quando a situação económica se agrava, tende a haver potencialmente mais problemas de segurança, por isso é um tema que para nós merece especial atenção. No que toca ao sector bancário, em geral, e ao BPI, em particular, seja pela nossa acção como pelas empresas que nos apoiam, os níveis de exigência nesta matéria são e continuarão a ser elevados”, segundo concluiu. Nestes quase 20 anos de parceria, a Securitas tem prestado Serviços de Vigilância Especializada nas instalações do BPI de Lisboa e Porto. Quisemos saber como eles são avaliados. “Para haver uma relação tão longa num sector muito concorrencial é porque há confiança e satisfação neste relacionamento, é sinal de que há uma boa parceria.” – afirmou o Dr. Fernando Ulrich. “Na parte que conheço directamente, o meu testemunho é que o serviço tem sido muito bom, humanamente. Os Vigilantes da Securitas têm mostrado uma grande disponibilidade e competência. A nossa satisfação é elevada.” A Repsol, em 2004, adquiriu a Shell Portuguesa — o primeiro Cliente da Securitas em Portugal, que manteve connosco uma parceria na área da Segurança Especializada durante quase 40 anos. Sobre a actividade do nosso Cliente Repsol e a actual relação com a Securitas falámos com o Eng.º José Luis Figueira, Gerente da Instalação de Banática, da Repsol Portuguesa, S.A., no Monte da Caparica, concelho de Almada. “A Repsol iniciou a sua actividade de comercialização de produtos químicos no nosso país no ano de 1978 e a comercialização de combustíveis em 1990.” - referiu o Eng.º José Luís Figueira. “Em 2004, por via das aquisições da Shell e Borealis, a Repsol está hoje presente nos negócios de comercialização de produtos petrolíferos, incluindo gás GPL, com quotas de mercado de cerca de 20 por cento, sendo a maior empresa química portuguesa.” As principais empresas do Grupo Repsol em Portugal são: Eng.º José Luis Figueira • A Repsol Portuguesa SA, que se dedica à comercialização de produtos petrolíferos, comprando, armazenando e distribuindo combustíveis, lubrificantes e asfaltos. • A Repsol Polímeros Lda. — a maior empresa química portuguesa, que opera o Complexo Petroquímico de Sines. • A operação própria de Estações de Serviço é gerida pela sociedade Gespost, que tem um programa de geração de emprego para deficientes, sendo que dois por cento dos seus Colaboradores são portadores de algum tipo de deficiência. • A Repsol Gás Portugal SA, que se dedica à aquisição, armazenagem e distribuição de gás butano e propano, através de uma rede de mais de 10 mil pontos de venda em todo o país. Relativamente aos desafios que actualmente se colocam ao Grupo Repsol, nomeadamente conjunturais, a nível nacional e internacional, o Eng.º José Luís Figueira afirmou: “Situamo-nos num mercado competitivo e que está sujeito ao que internacionalmente se designa por influência dos preços das commodities, sendo que a Repsol tecnologicamente está na vanguarda da exploração de gás e comercialização de combustí- Vigilante Rogério Braz no Edifício Jean Monnet 10 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 11 Em cima, entrada das instalações Repsol Em termos da previsão da evolução do mercado, o Eng.º José Luís Figueira considera que as energias renováveis vão complementar em parte algum consumo, sendo que a base se perspectiva continuar, durante largos anos, a ter o petróleo como uma das fontes energéticas primordiais. Segurança é Fulcral CL IE NT E S Seguidamente abordámos a questão da importância dos serviços de Segurança Privada na actividade da Repsol, sobre a qual o Responsável pela Instalação de Banática afirmou: incluem, além dos residentes, os tripulantes de embarcações que vão aportar ao terminal, assim como os visitantes previstos. Atendendo à tipologia dos produtos aqui existentes, há uma formação específica dos Vigilantes, de forma a poderem dar cabalmente resposta às necessidades especiais da instalação. Perguntámos ao Eng.º José Luís Figueira como avalia os serviços prestados pela Securitas durante décadas de parceria. Vigilante Ricardo Silva “A Repsol assumiu os activos de pessoal da Shell, pelo que a minha antiguidade na empresa data de 1974, estando quase a perfazer 36 anos de serviço.” – respondeu-nos. “Avalio o desempenho da Securitas da melhor forma possível, ao longo da minha carreira profissional.” “A reputação da Repsol e o nosso compromisso com a segurança constituem objectivos fulcrais na nossa actividade, onde o recurso à contratação de serviços prestados por entidades externas nos obriga a um exigente processo de selecção e avaliação de Fornecedores.” “Os Vigilantes da Securitas são considerados “pessoas da casa” e enquadrados como qualquer outro Colaborador da Repsol, no âmbito da política da própria Companhia, que privilegia o bom clima laboral.” - acrescentou. “Para além do objectivo humano, esta forma de estar facilita alcançar os objectivos da Companhia, em matéria de segurança.” A Repsol em Números Para finalizar, quisemos saber qual a perspectiva de evolução das exigências de segurança neste sector de actividade. A Securitas assegura os Serviços de Vigilância Especializada neste terminal portuário de combustíveis da Repsol, que está sujeito ao código ISPS - International Safety Port and Security. A Repsol impõe um conjunto de regras de segurança estipuladas pelo ISPS e pela Administração do Porto de Lisboa (APL) que determinam, por parte dos Vigilantes, um controlo de portarias com algumas especificidades. Para além do registo de entradas, estas regras de segurança obrigam a identificação mediante listas aprovadas pela gestão da instalação. Estas listagens “A envolvente das economias globais pressupõe uma exposição ao risco cada vez maior.” – declarou o Eng.º José Luís Figueira. “Neste tipo de terminais exige-se formação constante e um alerta para condições potencialmente perigosas. Estas instalações têm a certificação Seveso, que se reporta à prevenção de acidentes industriais graves. A questão da vigilância e da formação são essenciais para cumprir as normas por ela exigidas.” Em 2009, as principais empresas do Grupo Repsol em Portugal facturaram 1,9 mil milhões de euros e tiveram 7,9 milhões de euros de resultado líquido estatutário global. CL IE NT E S veis e derivados. O mercado da energia poderá ter variações de consumo, que são influenciadas pelas condições do mercado, mas evidentemente a curva do consumo é rígida, porque as necessidades são inerentes à actividade económica em geral.” Em Portugal, tem activos de valor superior a 1,1 mil milhões de euros. Em 2009 e em termos médios, empregou 1.270 pessoas, possuindo uma rede de 426 Estações de Serviço com a marca Repsol em todos os distritos do país. Vigilante Olga Santos 12 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 13 Vigilante Roque Cardoso Instalações da Sovena em Palença de Baixo - Almada C L I ENTE S AZEITE PARA O MUNDO Securitas Garante a Segurança da Sovena A Securitas, com uma solução de Segurança Integrada, englobando Vigilância Especializada e sistemas de videovigilância, garante a segurança da Sovena há 11 anos. Falámos com a Eng.ª Lina Dionísio, Directora Fabril da Sovena Oilseeds Portugal, unidade de produção localizada em Palença de Baixo, concelho de Almada, para conhecermos melhor a razão do sucesso deste importante Grupo português. Com quatro áreas de negócio, actividades em vários países e integrando a segunda maior empresa de azeite do mundo, quisemos saber como é que o Sovena Group enfrenta a actual situação económica portuguesa e mundial. “Uma das principais razões que nos levou a transformar o Sovena Group, nos últimos 10 anos, passando-o de uma grande empresa portuguesa a uma multinacional de origem portuguesa, foi a de diversificar geografias, aproveitando as tendências de crescimento económico global, sem ficarmos limitados pela performance económica do nosso país.” – afirmou a Eng.ª Lina Dionísio. “Portugal é um mercado maduro com 10 milhões de pessoas. Assim sendo e para crescer, é preciso colocar os olhos no mundo e exercer a nossa vocação exportadora. Hoje em dia, respondemos às dificuldades económicas que Portugal atravessa não só disponibilizando produtos mais competitivos para os consumidores, mas também investindo no nosso país. Foi nos últimos dois anos que mais investimos no projecto do olival e estamos muito orgulhosos por contribuirmos para que Portugal passe a ser de novo um exportador líquido de azeite. O nosso olival português — o maior do mundo, é um marco claro na inversão da tendência de abandono do olival que se registou nas últimas décadas.” Perguntámos à Eng.ª Lina Dionísio qual o posicionamento do Sovena Group nos mercados em que opera e como encara os desafios que lhe estão a ser colocados na actualidade? “Somos o segundo maior grupo do mundo do sector do azeite.” – declarou. “Operamos com presença 14 SECURITAS PORTUGAL excepcional que adiciona um sabor único à saúde. Para o fazermos, temos de ter qualidade e competitividade e é nisso que apostamos.” Glocal A Directora Fabril da Sovena explicou-nos que a missão do Sovena Group se traduz no seu conceito “Glocal” e na respectiva estratégia. Este conceito é o de “Azeite para o Mundo”. A estratégia consiste em integrar a cadeia de valor do azeite, controlando a qualidade e garantindo competitividade para lutar por mercado, a nível internacional, a par de azeites do mundo inteiro. Eng.ª Lina Dionísio física, entre fábricas e escritórios, em sete países: Portugal, Espanha, EUA, Marrocos, Tunísia, Angola e Brasil. E exportamos para mais de 60 outros países. Os nossos grandes desafios resumem-se na nossa missão “Azeite para o Mundo”, que é a de fazer chegar a todos os países o nosso azeite, um produto Boa Relação de Parceria A unidade de produção de Palença de Baixo tem uma envolvente problemática, em virtude da sua situação geográfica. As instalações fabris são de grande dimensão, pelo que rondas móveis ajudam na detecção de incidentes/acidentes em determinadas zonas da instalação. “Faz sentido os serviços de segurança estarem atriOutra vista das Instalações Sovena Um dos marcos mais relevantes na história do Sovena Group foi o seu primeiro passo para a internacionalização, dado em 2001, com a compra de uma unidade fabril em Espanha — o maior mercado produtor e o segundo maior mercado consumidor do mundo. O investimento nos EUA foi igualmente um marco importante do Grupo, onde é o maior operador, particularmente assinalável devido ao factor distância, que torna a operação mais complexa de gerir. É ainda de salientar o investimento agrícola que o Sovena Group tem vindo a efectuar desde 2006. “Um investimento de médio/longo prazo, sério, complexo e vasto, mas vital para nos garantir a tal qualidade e competitividade necessárias para continuarmos a ter sucesso.” – comentou a Eng.ª Lina Dionísio. “Estão previstos futuros investimentos, que oportunamente anunciaremos, pois o segredo é a alma do negócio.” SECURITAS PORTUGAL 15 SEGURANÇA É IMPRESCINDÍVEL A McLane Portugal, empresa que opera no sector da Logística e Transporte de Mercadorias, é Cliente da Securitas desde a sua fundação no nosso país. A análise do sector, a evolução da McLane e a importância da Segurança na sua actividade foram os temas centrais da entrevista com o seu Director Geral, David Claxton. buídos a uma empresa privada, uma vez que não é este o core business da Sovena”, referiu a Eng.ª Lina Dionísio. Fazendo parte do Grupo McLane — o maior grupo norte-americano de distribuição para redes de lojas de conveniência, supermercados e fast food, a McLane Portugal é um operador de Logística Integrada que actua na área do Transporte de Mercadorias, a nível nacional e internacional, exportando e importando igualmente todo o tipo de produtos dos cinco continentes, através de uma rede de distribuição própria. CLIENT E S Há 11 anos, foi confiada à Securitas a segurança das instalações da Sovena de Palença de Baixo, Almada, através de um Contrato de Segurança Integrada que inclui Vigilância Especializada e sistemas de vídeo vigilância (CCTV). “Nestes anos de parceria, os serviços têm correspondido às expectativas.” – declarou a Eng.ª Lina Dionísio. “Destacamos como ponto positivo a apresentação de soluções técnicas – recentemente aumentou-se o número de câmaras de CCTV para abranger toda a instalação.” A Directora Fabril da Sovena considera que a segurança é imprescindível para o negócio da Sovena, até porque o factor risco é significativo pelas matérias-primas com que trabalha. “Com a Securitas temos uma boa relação de parceria”, segundo referiu. E salientou que a Securitas tem conseguido responder sempre às solicitações da Sovena. “Os Vigilantes da Securitas são tratados como se fossem da casa.” – acrescentou. “Alguns já trabalham connosco há muito tempo. Integraram-se bem na estrutura da Sovena e estão sempre disponíveis 16 SECURITAS PORTUGAL Vigilante Barão Oliveira para ajudar em todas ocasiões. Têm uma postura de partilha e de entreajuda, ou seja, já fazem parte da “Equipa da Sovena”. Para finalizar este nosso contacto, a Eng.ª Lina Dionísio disse que o Sovena Group tem um plano de investimento ambicioso de segurança, que visa elevar a fasquia nesta área. “As nossas exigências nesta matéria serão cada vez maiores, a Segurança dos Outros começa em Nós .” “Além de que a legislação de segurança é cada vez mais apertada e exigente, pelo que contamos com a Securitas para acompanhar a evolução dos requisitos nesta área tão sensível.” – concluiu. C L I ENTE S McLane Com Securitas Desde 2000 um mercado que nos coloca enormes desafios, aos quais nos orgulhamos de conseguir corresponder eficazmente.” Relativamente à actual conjuntura económica nacional e internacional, David Claxton considera que não é muito favorável em termos de margens comerciais. “A forma que encontrámos para as proteger é sermos mais eficientes.” – sublinhou. “Medimos a produtividade e temos tomado medidas que aumentam a nossa eficiência.” A McLane Portugal ocupa a sexta posição do mercado, conta com 170 Colaboradores e uma frota de camiões próprios e sub-contratados que fazem entregas diárias em mais de 12.000 pontos nacionais e internacionais. O seu core business são soluções de armazenagem multi-temperatura, handling e distribuição nacional. A empresa presta igualmente serviços de valor acrescentado, como embalagem e etiquetagem de produtos, assim como soluções de transporte internacional. “Estamos em Portugal há 10 anos e temos tido um crescimento assinalável.” – referiu o Director Geral da McLane, David Claxton, de nacionalidade inglesa. “Estamos focados no Serviço ao Cliente e empenhados numa prestação de excelência. Encontramo-nos sediados no concelho de Palmela e esperamos estar em Portugal, pelo menos, por mais uma dezena de anos. A nossa especial vocação é a prestação de serviços a Clientes com operações a nível mundial. É SECURITAS PORTUGAL 17 David Claxton, Director Geral da McLane CLIENT E S Em 2008, a McLane Portugal investiu cerca de 700 mil euros em tecnologia. Investimento que envolveu a renovação da frota de empilhadores e a implementação de tecnologia RF (Identificação por Rádio Frequência) no Centro de Distribuição de Palmela. O objectivo foi o de aumentar a produtividade, através de uma maior rapidez e eficiência na gestão logística. “Este significativo investimento permitiu-nos dispor dos mais avançados sistemas Wi-Fi (wireless), tecnologia que permite a interconexão entre equipamentos sem fios.” - comentou David Claxton. “E também das mais modernas aplicações específicas para a nossa actividade, o que constitui uma enorme base de suporte para o nosso negócio, pois permite-nos ser mais eficientes, manter as margens de comercialização e ter um nível mais elevado de serviço.” Nível de Excelência Eficiência, rigor e precisão é o lema da McLane, de forma a corresponder aos exigentes requisitos dos seus Clientes, para os quais é necessário estar num nível de excelência. “Em alguns aspectos, o investimento em alta tecnologia que efectuámos atraiu novos Clientes, mas tem sido sobretudo a eficiência que os tem fidelizado”, segundo referiu David Claxton. 18 SECURITAS PORTUGAL “O principal desafio é a manutenção das margens de comercialização, pois há concorrentes que baixam os custos para sobreviverem.” – respondeu-nos. “Portugal tem de rever as suas leis laborais, o que considero um equilíbrio difícil. Não queremos a exploração dos Colaboradores, mas sim ser uma empresa justa, com perspectivas de futuro para cada um dos elementos da nossa equipa e uma boa e humana política de Recursos Humanos. Mas, o que é facto é que a legislação laboral portuguesa não ajuda. Em Portugal e Espanha a situação é complicada, pois os accionistas vêem mal a questão das restrições nesta matéria.” Quisemos saber como prevê que o sector da Logística evolua a nível nacional, num futuro próximo. Instalações da McLane, em Palmela Da esquerda para a direita: Vigilantes Natália Dias, Anabela Galamba e António Gomes “A nossa visão é o que designo pela iberização do mercado — uma solução ibérica para Portugal e Espanha.” – afirmou. “Parece-nos que as empresas líderes na área da Logística serão aquelas que possam oferecer soluções e serviços para a Península Ibérica. Daí que o primeiro passo será expandirmo-nos para Espanha.” da, incluindo também os sistemas de CCTV (vídeo vigilância), Controlo de Acessos e Detecção de Intrusão. Esta solução engloba uma Estação Central de Monotorização que funciona 24 horas por dia. Durante este período, todas as operações de carga e descarga de mercadorias são monitorizadas, no interior e no exterior das instalações deste nosso Cliente. Para tal, a questão que se coloca será, no entender do Director Geral da McLane, dispor das infra-estruturas mais rápidas para o transporte entre Portugal e Espanha, tais como: auto-estradas, vias férreas e portos marítimos. Como não poderíamos deixar de saber, perguntámos ao Director Geral da McLane Portugal como avalia, nestes 10 anos de parceria, os serviços prestados pela Securitas. “Estamos bem situados no distrito de Setúbal, pois o concelho de Palmela e a sua freguesia do Poceirão, no futuro, será um dos melhores locais para o nosso sector de actividade”, segundo comentou. Segurança - Absolutamente Crucial “A Segurança é absolutamente crucial para a nossa actividade.” – respondeu David Claxton à questão que lhe colocámos sobre o seu grau de importância para a McLane. “Temos um valor de stocks muito elevado, em produtos dos nossos Clientes. Compete-nos assegurar completamente a sua integridade. Assim, é essencial que a segurança esteja a funcionar bem.” Em Novembro de 2000, no início da actividade da McLane em Portugal, o serviço prestado pela Securitas era apenas de Vigilância Especializada. Em 2004, passou a uma solução de Segurança Integra- “Estamos muito satisfeitos.” – referiu. “O facto de mantermos esta parceria há uma dezena de anos fala por si. Os Vigilantes da Securitas são parte da nossa equipa, partilhamos a sua vida. Fundamentalmente, é uma relação baseada na confiança. O vosso pessoal é eficaz, cuida de nós e apoia o nosso trabalho.” CLIENT E S Perguntámos a David Claxton quais os principais desafios com que se depara a McLane Portugal e o Grupo McLane, tendo em conta os actuais constrangimentos económicos nacionais e internacionais. Por último, pedimos a David Claxton para nos dar a sua opinião sobre as perspectivas de evolução económica e seu reflexo nas exigências de Segurança. “Internamente, estamos seguros.” – declarou. “Confiamos nos nossos Colaboradores, estão connosco há 10 anos. A nível externo, a situação económica é afectada pelos condicionalismos internacionais conhecidos. Se as condições piorarem, as tentações poderão aumentar. Isto implica que teremos de estar mais alerta e, para isso, contamos com a Securitas!” SECURITAS PORTUGAL 19 Museu de Portimão Recebe Prémio Museu Conselho da Europa 2010 A Securitas, que garante a segurança do Museu de Portimão, desde 2007, tem recentemente a acrescida responsabilidade de proteger a escultura de Joan Miró “La femme aux beaux seins”, que durante um ano vai estar neste Museu, devido à atribuição do Prémio Museu Conselho da Europa 2010, com que foi distinguido. Fomos ao Museu de Portimão conversar com o seu Director, o Prof. José Gameiro, e felicitá-lo pelo importante prémio e também pelo segundo aniversário do Museu, comemorado no passado dia 17 de Maio. Manuel Teixeira Gomes No ano em que se comemoram os 150 anos do nascimento de Manuel Teixeira Gomes, a principal novidade da 10.ª edição da Corrida Fotográfica de Portimão, a maior maratona fotográfica a sul do Tejo, que decorreu a 15 de Maio, nas modalidades analógica, digital e subaquática, foi o facto de ter por tema, a obra literária daquele ilustre portimonense. Primeiramente, quisemos saber quais as razões que levaram à criação do Museu e conhecer a sua mostra permanente. “A profunda relação histórica do homem com a envolvente flúvio-marítima deste território, constituída pela Ria de Alvor, o Rio Arade e o Oceano Atlântico, o valioso espólio industrial, naval, subaquático, arqueológico, etnográfico e iconográfico aqui existente, desde alguns anos, são o objecto privilegiado do trabalho de pesquisa e de interpretação museológica, constituindo-se igualmente como a razão e o suporte decisivo para a origem do Museu de Portimão, inaugurado em 17 de Maio de 2008”, segundo referiu. A Corrida Fotográfica de Portimão é outra iniciativa do Museu de Portimão, que proporciona aos concorrentes — fotógrafos amadores de todo o país, a oportunidade de descobrir, no espaço geográfico do município de Portimão, um renovado e actualizado olhar do seu património cultural e natural, suas gentes, actividades e vivências. Há ainda a possibilidade de captarem uma perspectiva única da fauna e flora subaquáticas da frente flúvio-marítima do concelho, numa parceria com o Portisub - Clube Subaquático de Portimão. Os trabalhos vencedores participarão numa exposição colectiva, a ter lugar no último trimestre do ano, no Museu de Portimão. Assume particular destaque no desenho e discurso do Museu, a grande exposição de referência e de carácter mais permanente, designada “Portimão – – Território e Identidade”, que se estrutura e desenvolve nos seguintes três percursos: Percurso 1 – Origem e Destino de Uma Comunidade Percurso 2 – A Vida Industrial e o Desafio do Mar Percurso 3 – Do Fundo das Águas Em termos de exposições temporárias, previstas para o final deste ano , para além da “10.ª Corrida Fotográfica de Portimão” será exibida em parceria com o Museu do Oriente, uma exposição sobre 20 SECURITAS PORTUGAL De 17 de Julho a 6 de Agosto, vai passar pelo Museu de Portimão, a edição 2010 da “World Press Photo”. Serão cerca de 180 fotografias, seleccionadas entre milhares, que irão estar em exposição no exterior do Museu, na Zona Ribeirinha de Portimão. Prof. José Gameiro brinquedos orientais, designada “Omocha: Brinquedos Tradicionais do Japão”. Até lá decorrem as exposições ”Portimão nos Alvores do Século XX” e “Manuel Teixeira Gomes: Entre Dois Séculos e Dois Regimes”. Presidente da República entre 1923 e 1925, Teixeira Gomes nasceu em Portimão a 27 de Maio de 1860. Em termos de perspectivas futuras, o Museu de Portimão, em parceria com nove Museus europeus, integra o Projecto “A Taste of Europe” (Sabores da Europa), sobre a alimentação europeia e, no âmbito da temática da agricultura e produtos associados, está a desenvolver o tema do azeite, considerando a sua utilização na indústria das conservas e como produto integrante da dieta mediterrânica. Pedimos ao Prof. José Gameiro que nos explicasse a razão porque foi escolhida a implantação do Museu de Portimão numa antiga fábrica conserveira. “Grande parte da história de Portimão e das próprias colecções do Museu encontram-se profundamente ligadas ao mar, à pesca e à indústria conserveira, factores esses que estiveram na base da decisão da Autarquia em adquirir, em 1996, uma antiga fábrica de conservas para as suas novas funções, como Museu de Portimão.” – disse. “Por um lado, ao ser tomada essa decisão pela Câmara Municipal de Portimão, procurou-se valorizar um edifício emblemático, com uma simbologia específica relacionada com o património industrial local e, por outro lado, prosseguir uma política de dinamização e requalificação da envolvente urbana da Zona Ribeirinha de Portimão, contribuindo, deste modo para a regeneração de espaços desactivados, procurando-se, assim, uma maior atractividade para esta zona da cidade, revitalizando-a enquanto destino público, através deste novo pólo cultural e museológico.” CLIENT E S C L I ENTE S SECURITAS PROTEGE PATRIMÓNIO CULTURAL O Prof. José Gameiro salientou ainda as actividades complementares do Centro de Documentação e Arquivo Histórico, Auditório e dos Serviços Educativos do Museu de Portimão, os quais, através da sua Oficina Educativa, oferecem um conjunto de actividades destinadas aos mais novos e à comunidade escolar, para descobrir de forma criativa as suas exposições, os seus espaços e a história do Município. SECURITAS PORTUGAL 21 Teixeira Gomes – Datas Importantes 1860 – Nasce em Portimão, a 27 de Maio. 1910 – Após o 5 de Outubro, exerce o cargo de Ministro Plenipotenciário de Portugal em Inglaterra. 1923 – O Congresso da República elege-o para o cargo de Presidente. 1924 – Assina o decreto que eleva Vila Nova de Portimão a cidade. Seguidamente falámos sobre o recente prémio atribuído pelo Conselho da Europa ao Museu de Portimão, que o classifica como Museu Europeu do Ano 2010, traduzindo-se num importante factor de reconhecimento internacional, do esforço, do trabalho e do investimento desenvolvidos pelo Museu e pelo Município de Portimão, colocando-os num patamar de grande visibilidade e de responsabilidade. CLIENT E S É igualmente uma distinção estimulante e prestigiante para a museologia portuguesa, pois desde 1990, que o “Prémio Conselho da Europa” não era atribuído a qualquer Museu do nosso país. potenciar a exposição “Algarve - do Reino à Região”, uma grande iniciativa colectiva e descentralizada, que apresenta em 13 localidades, uma visão sobre a história e o património algarvio, em moldes absolutamente originais e dignos do maior apreço. Medidas Especiais de Segurança O foco da nossa conversa com o Prof. José Gameiro centrou-se seguidamente nas questões de segurança. Perguntámos-lhe qual a importância dos Serviços de Segurança Privada na actividade do Museu. Perguntámos ao Prof. José Gameiro como caracteriza o actual momento das artes e da cultura no Algarve. “É fundamental e representam um elevado critério de credibilidade para os Museus, enquanto entidades que têm à sua responsabilidade importantes e valiosos acervos museológicos e estão obrigados a gerir rotinas de segurança e vigilância acrescidas”, segundo comentou. “Pese embora o Algarve ainda por vezes ser pressentido como uma zona periférica e sazonal, até mesmo do ponto de vista cultural, existe uma massa crítica e um conjunto de recursos que justificam uma programação regional articulada e apoiada em critérios de qualidade, que felizmente tem surgido.” – afirmou. “Essas iniciativas podem e devem evoluir definitivamente na sua reformulação e programação, com contributos dos agentes e estruturas culturais residentes de forma mais permanente.” Sobre esta questão, acrescentou: “O Museu de Portimão elaborou um Plano de Segurança, no cumprimento do estipulado na Lei-Quadro dos Museus, dando ênfase à segurança preventiva de pessoas (Visitantes e Colaboradores), de colecções, equipamentos e instalações, recorrendo, para tal, a uma estrutura externa, profissional e treinada para garantir uma resposta pronta e eficaz às diversas situações que podem ocorrer dentro de um estrutura museológica.” No caso dos Museus, a Região Algarvia, a partir dos Municípios e outras entidades, foi pioneira na criação e desenvolvimento de uma activa e cooperante Rede de Museus do Algarve (RMA), a qual conseguiu Artes do Cheio, Artes do Vazio Como se pode ler nos azulejos alusivos do Museu de Portimão, “cheio” e “vazio” designavam as duas principais áreas de trabalho na fábrica, onde se desenvolviam todas as fases de elaboração das conservas, desde o fabrico da própria lata vazia, até ao seu enchimento e embalagem final. Fases do Cheio – descabeçar, engrelhar, cozer, secar, enlatar, azeitar, cravar, esterilizar, limpar, verificar. 22 1941 – Morre a 18 de Outubro, no Hotel de L’Étoile, em Bougie, na Argélia, cidade que é actualmente geminada com Portimão, onde viveu os seus últimos anos. Deixou uma considerável obra literária. O Museu de Portimão está dotado de meios de detecção e vigilância electrónicos, que permitem monitorizar e prevenir tentativas de roubo ou vandalismo que possam ocorrer relativamente às suas colecções, quer as que se encontram em exposição, bem como as que se encontram em situação de reserva. Com a atribuição do Prémio Museu Conselho da Europa 2010 e a consequente deslocação, por um ano, da escultura “La femme aux beaux seins”, de Joan Miró, para o Museu de Portimão, foram implementadas medidas especiais de segurança para a respectiva protecção. “Bastante Satisfeitos com a Securitas” “Para além do seguro obrigatório, temos Sistemas de Vídeo Vigilância (CCTV) em funcionamento 24 horas.” - disse o Director do Museu de Portimão. “Na preparação da vitrina de exposição da escultura de Joan Miró, optámos por materiais construtivos que reforçassem as medidas de segurança passiva, comuns nas nossas exposições. A escultura ‘La femme aux beaux seins’ está inserida numa vitrina especial, cujo vidro temperado e laminado foi oferecido pela Securitas, tendo o projecto construtivo da vitrina, o sistema de iluminação e a base em pedra, sienito de Monchique, sido uma oferta da empresa Sienave.” O Museu tem, desde Junho de 2007, um Contrato de Segurança Integrada com a Securitas, que inclui Vigilância Humana, Sistemas de Detecção de Intrusão e de Detecção de Incêndio e CCTV. Quisémos saber como tem decorrido esta parceria e como o Prof. José Gameiro avalia os serviços prestados pela Securitas. “Estamos bastantes satisfeitos com a prestação da Securitas e da sua Direcção, e devo acrescentar que os elementos que constituem a equipa desta Empresa souberam integrar-se no espírito de equipa do Museu.” – declarou. “A vigilância electrónica sem a componente da vigilância humana não seria suficiente e, nesse aspecto, a equipa da Securitas, tem vindo a garantir o seu correcto funcionamento, graças à prontidão da sua intervenção técnica.” Para finalizar a nossa conversa, quisémos saber como o Prof. José Gameiro perspectiva a evolução da situação sócio-económica, e seu reflexo nas exigências de segurança dos Museus, em geral. “É um factor preocupante, que o actual contexto pode introduzir algum grau de perturbação nos níveis de exigência e eficácia, em particular no universo dos Museus.” – respondeu-nos. “Considero que a segurança de pessoas e bens museológicos não deve ser considerado um aspecto acessório ou de menor prioridade.” Vigilante Carlos Branco Fases do Vazio – litografar, imprimir, cortar, cunhar, soldar, cravar, encaixotar, cintar. SECURITAS PORTUGAL CLIENT E S Prémio Prestigiante 1925 – Sai da Presidência da República, partindo para o auto-exílio, a bordo do cargueiro holandês “Zeus”. “A fragilidade do regime republicano, a instabilidade dos Governos que se sucediam e o clima político onde se sentia a proximidade dos emergentes fascismos europeus, desiludiram profundamente Teixeira Gomes, levando a auto-exilar-se, para nunca mais voltar”, segundo se pode ler na exposição a ele dedicada. SECURITAS PORTUGAL 23 C L I ENTE S SEGURANÇA NA DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR Grupo Sá com Securitas Há 11 Anos O Grupo Sá, sediado na Região Autónoma da Madeira, tem demonstrado um enorme dinamismo desde a sua fundação, graças ao empreendedorismo do Comendador Jorge Sá e filhos. A Securitas é, há 11 anos, o seu parceiro de segurança, tanto na Madeira como no Continente. A história do Grupo Sá começou com a paixão pelos cafés do seu fundador — o Comendador Jorge Sá, e pela sua enorme vontade de estabelecer-se por conta própria. O seu sonho tornou-se realidade com a abertura da “Pérola dos Cafés”, a 6 de Janeiro de 1956, que, por sua vez, o levou a criar a “Torrefacção Insular”, em 1959, onde o café era tratado segundo uma receita própria. A dedicação e imaginação com que Jorge Sá se entregou à actividade comercial continuaram a dar frutos e a originar novas apostas. Após o armazém de “atacados” e a mercearia, surge a abertura do primeiro supermercado — o Super Sá 1, o que acontece em 1985. Actualmente, o Grupo Sá conta com cerca de 1.500 colaboradores, distribuídos por mais de 50 espaços de âmbito alargado de intervenção, desde o comércio a retalho e grossista, cafetarias, ourivesarias, torrefacção de café, lojas tipo bazar até à hotelaria. Fazem parte do Grupo Jorge Sá, a Tomacafé, o Hotel Bahia Palace, a Albergaria Catedral e o Transitário Flutuamar. Mensagem de Optimismo Quisemos saber de que forma as cheias, registadas no passado mês de Fevereiro na Madeira, afectaram os negócios do Grupo. “Tivemos algumas lojas totalmente destruídas, nomeadamente a do Marina Shopping e a Nova Lojinha dos Cafés, permanecendo esta última ainda encerrada.” – disse Cipriano Sá. “A ‘mítica’ Pretinha dos Cafés, a loja da Rua da Praia, o Império das Louças, o Bazar do Povo, o Hiper do Seminário foram outros Cipriano Sá não se coibiu de enaltecer o carácter empreendedor de seu pai. “Começou a trabalhar aos 17 anos, depois de ter completado o Curso Complementar de Comércio, e ainda hoje, passados 60 anos, exerce diariamente as funções inerentes à Presidência do Conselho de Administração do Grupo Sá.” – afirmou. “Já em 1981 a Presidência da República reconheceu o seu desempenho em prol da economia madeirense, e não só, agraciando-o com a Comenda de Mérito.” Jorge Cipriano Sá - Administrador do Grupo Sá SECURITAS PORTUGAL espaços também parcialmente afectados. Os prejuízos ainda não se encontram totalmente contabilizados, mas o seu valor deverá ascender a cerca de um milhão de euros.” Face à actual conjuntura nacional e internacional, perguntámos a Cipriano Sá quais os desafios que o Grupo enfrenta. “Os desafios com que o Grupo Sá se depara são fruto do mercado global.” – respondeu. “Há uma crise que abrange toda a actividade económica que tem reflexo nas vendas e, assim sendo, repercussões nos custos. O desafio está em conseguirmos adaptarmo-nos rapidamente a toda esta problemática, mantendo a competitividade. No fundo, cada empresa tem de ser repensada, ao nível das compras, das vendas e de toda a sua envolvência. Esta problemática gera um tipo de desafios diferente de todos os outros, cuja resposta não vem nem nunca esteve nos livros.” “Foi um momento simbólico de ambição e crescimento sustentado, que está bem patente aos olhos de todos, ao longo dos últimos 25 anos.” – referiu Cipriano Sá, Administrador do Grupo Sá e filho mais velho do Comendador Jorge Sá. “Entretanto, outros supermercados e hipermercados se seguiram.” 24 Sede e Armazém Central do Grupo Sá “Independentemente de toda a problemática actual, o Grupo Sá não se pode amedrontar.” – acrescentou. “O seu crescimento prossegue imparável, tanto assim é que temos, neste momento, dois empreendimentos em construção, com abertura prevista ainda para este ano. É um esforço necessário do Grupo Sentado: Comendador Jorge Sá e, da esquerda para a direita Rui Sá, Jorge Cipriano Sá e Vitor Sá que vem também ajudar a população da Madeira, na medida em que é gerador de emprego e constitui uma mensagem de optimismo, que é aquilo que as pessoas precisam neste momento.” Securitas Marca a Diferença A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada ao Grupo Sá há 11 anos, em oito áreas comerciais, incluindo o Hiper de São Martinho. SECURITAS PORTUGAL 25 Além do Hiper Sá e dos Supermercados Sá, cuja primeira loja fora da Madeira foi inaugurada, em 2006, no Centro Comercial Campo Pequeno — com uma área de 1.400 m2 e uma nítida aposta na qualidade dos produtos, entre eles madeirenses, o Grupo Sá possui as seguintes empresas e marcas: Bazar do Povo - Loja carismática, provavelmente a mais antiga da Madeira, foi adquirida pelo Grupo Sá, nos anos 90. Inspirada nos “grands magasins” do século XIX, a estrutura da vasta oferta de produtos faz-se por departamentos: retrosaria, têxtil-lar, papelaria, livraria, discoteca, perfumaria, brinquedos, artigos para o lar. Império das Louças – Loja especializada em utilidades domésticas e decorativas. GRANDE EMPENHO DA EQUIPA DA SECURITAS Aeroportos e Navegação Aérea da Madeira Satisfeitos SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA Empresas e Marcas do Grupo Sá Severa – Cadeia de pastelarias/cafetarias, com 13 lojas que oferecem diferentes tipos de serviços, desde o Take Away, Pizzaria, Boutique de Pão, Gelataria. Camacha Shopping – Centro Comercial com cerca de 16.000 m2. A loja âncora é o Hiper Sá. Cine Camacha – Duas salas de cinema, com 160 lugares cada, situadas no Camacha Shopping. Bis-Bis – Parque destinado aos mais pequenos, localizado no Camacha Shopping. C LI ENTE S De cima para baixo, Fachada do Camacha Shopping (Hiper Sá), Chefe de Grupo Duarte Góis e Vigilante Ruben Paixão “Tem sido uma boa parceria.” – declarou Cipriano Sá. “A Securitas, nestes últimos anos, tem estado mais presente nas nossas superfícies, fruto da garantia da sua marca que marca a diferença, passe a expressão, porque nos transmite realmente segurança. A relação entre o Grupo Sá e a Securitas assenta na confiança e vai muito para além do simples fornecimento de serviços.” Para o Grupo Sá os serviços de segurança prestados pela Securitas são de enorme importância para o tranquilo desenvolvimento das suas actividades. “É indiscutível a importância da segurança na nossa Organização.” – concluiu. “Em anos de crise, a insegurança é maior. Torna-se uma área onde, também, o desafio é maior, pois é uma nova situação, um outro nível de exigência que se coloca, quer ao Grupo Sá, quer à Securitas, perante os conflitos e problemas sociais presentes.” 26 SECURITAS PORTUGAL Domestik – Loja também situada no Camacha Shopping, dedicada à venda de electrodomésticos, brindes e artigos para o lar. Planeta D’Ouro – Ourivesaria implantada no Camacha Shopping. Paraíso – Ourivesaria. Camões – Ourivesaria. Olho no Preço – Produtos a preços reduzidos. Tomacafé – Entreposto de Frio, indústria de Panificação e Pastelaria, bem como Torrefacção de Café. Bahia Palace – Hotel de quatro estrelas, com 100 suites, em S. Miguel, Açores. Albergaria Catedral – Unidade hoteleira de quatro estrelas, no centro do Funchal. Flutuamar – Empresa de Transitários, com sede em Lisboa. Ramforma – Escola de Formação destinada especialmente a valorizar os Recursos Humanos do Grupo Sá. Equipa Sá Competições - Imagem desportiva do Grupo Sá, simbolizando a cultura da vitória, ambição e espírito de conquista, é liderada por Vítor Sá. A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada à ANAM – Aeroportos e Navegação Aérea da Madeira, nos Aeroportos da Madeira e do Porto Santo. O contrato, firmado há três anos, inclui o rastreio de passageiros, da bagagem de mão e de porão, bem como boarding pass e controlo de acessos terra/ar. Em conversa com o Eng.º Duarte Ferreira, Administrador da ANAM, e com o Dr. Mário Fernandes, Gestor Operacional do Aeroporto da Madeira, ficámos a conhecer melhor a operação desta vital entidade da Região Autónoma da Madeira (RAM), bem como a sua opinião sobre a prestação dos nossos serviços. A ANAM é concessionária dos dois aeroportos da RAM, movimentando anualmente 2,5 milhões de passageiros, dos quais 50 por cento são nacionais e os outros 50 por cento internacionais. Destes, um terço são provenientes do Reino Unido, 20 por cento alemães e os restantes principalmente nórdicos, franceses e espanhóis. O aeroporto de Porto Santo tem sobretudo tráfego nacional. O tráfego não nacional só tem expressão a nível do Verão. A ANAM, como concessionária das duas infra-estruturas aeroportuárias existentes na Região Autónoma da Madeira, tem por objectivos construir, gerir e explorar os dois aeroportos e, no âmbito da sua actividade, promoveu a alteração profunda nas características dos Aeroportos da Madeira e Porto Santo, verificada nos últimos anos: Eng.º Duarte Ferreira em primeiro plano, e Dr. Mário Fernandes à esquerda SECURITAS PORTUGAL 27 no dia 20 de Fevereiro deste ano, reflectiram-se na nossa actividade, traduzindo-se em apreensão e instabilidade por parte dos nossos Clientes. Depois vieram as cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, provocando dias praticamente sem operação. Neste momento, pensamos que nada de pior poderá acontecer, pelo que temos esperança numa retoma do nosso tráfego, como resultado das campanhas de divulgação e esclarecimento que têm sido desenvolvidas.” Engenharia Portuguesa Premiada No Porto Santo - novos edifícios do Terminal de Passageiros, Torre de Controlo e Apoio (SLCI, Gasolineiras e handlers). SE G URANÇA AERO P O RT UÁRI A Na Madeira - construção de uma infra-estrutura profundamente remodelada, num investimento total de cerca de 550 milhões de euros: - nova pista de aterragem com o comprimento de 2.781metros; - nova plataforma de estacionamento de aeronaves; - novos edifícios destinados a Terminal Passageiros, handlers, Socorros, Terminal de Carga, Manutenção, Central de Combustíveis, Forças e Serviços de Segurança. - novos acessos rodoviários e parques de estacionamento, entre outros. Este investimento contou com o apoio da União Europeia, através do Feder e do Fundo de Coesão, num apoio a fundo perdido de cerca de 220 milhões de euros. A ANAM é detida em 70% do seu capital pela ANA – Aeroportos de Portugal SA, 20% pela Região Autónoma e 10% pelo Estado. Quisemos saber como a ANAM tem sido afectada pela actual conjuntura nacional e internacional, incluindo, além da situação económica, as cheias registadas na Madeira no passado mês de Fevereiro e ainda as cinzas do vulcão islandês. “Relativamente à crise que se vive na Europa Ocidental, o ano passado registámos menos quatro por cento de tráfego, o que obviamente se traduziu em menos receitas.” – referiu o Eng.º Duarte Ferreira. “Além da crise, que afecta muito fortemente os nossos proveitos, as cheias na Madeira, registadas 28 SECURITAS PORTUGAL Esta infra-estrutura foi sempre considerada como uma das limitações ao desenvolvimento da principal actividade económica regional – o Turismo, e é assim que, no final dos anos 70, se iniciam estudos para dotar a Madeira de uma infra-estrutura aeroportuária que permitisse a utilização por aeronaves de maior porte, permitindo operações directas de e para os principais mercados turísticos. Entretanto, um grave acidente ocorrido em 1977, em que uma aeronave da TAP saiu da pista, fez com que entre 1982 e 1986 a pista fosse ampliada no seu comprimento em 200 metros (passou para 1.800 metros de comprimento), procurando-se, assim, melhorar as condições operacionais da infraestrutura. Da direita para a esquerda: Vigilantes Sandra Abreu, Lisa Teixeira, Hugo Caetano e Nuno Gouveia “De sublinhar que a infra-estrutura continuava a constituir um grave obstáculo ao desenvolvimento turístico regional.” – comentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Como exemplo, basta referir que uma aeronave do tipo A320 não podia fazer um voo directo entre a Madeira e o Reino Unido, porque a pista do Aeroporto não tinha comprimento suficiente para a descolagem com o combustível necessário à viagem. As aeronaves eram obrigadas a fazer uma escala técnica para reabastecimento no Porto Santo.” A adesão de Portugal à União Europeia, permitiu que fosse reconhecida a necessidade de dotar a Madeira de uma infra-estrutura aeroportuária que eliminasse as restrições operacionais da anterior infra-estrutura, que se traduziam num grave entrave ao desenvolvimento económico. “É assim que, em 1995, se iniciam os trabalhos de construção de uma nova infra-estrutura, que é inaugurada em 15 de Setembro de 2000, por Sua Excelência o Presidente da República, na presença das principais autoridades europeias, nacionais e regionais.” – afirmou o Dr. Mário Fernandes, Gestor Operacional do Aeroporto da Madeira. “A pista passa a ter 2.781 metros de comprimento, a plataforma de estacionamento de Aeronaves passa para 15 posições. Desta forma, passa a ser possível a operação até ao Boeing 747-400.” Esta é uma obra que se deve, sobretudo, à engenharia portuguesa. O projecto base inicial foi da autoria do Eng.º Edgar Cardoso, que faleceu alguns meses antes da sua inauguração. O projecto final e implementação foi da responsabilidade do Eng.º Segadães Tavares. Foi premiada nacional e internacionalmente, sendo assim reconhecida a capacidade aos seus autores. Em 2001, com o Prémio Secil. E, em 2004, com o prémio mundial de Engenharia de Estruturas – IABSE (International Association for Bridge and Strctural Engineering). Este galardão reveste-se da maior importância, uma vez que foi atribuído pela primeira vez a uma obra nacional, concebida e executada pela engenharia portuguesa. O Aeroporto da Madeira, desta forma, está dimensionado para poder movimentar até 3,5 milhões de passageiros, com capacidade máxima horária de 14 movimentos e 3.200 passageiros. Novas Facilidades Relativamente a novas facilidades proporcionadas aos passageiros, a ANAM colocou à sua disposição, desde o ano passado, os serviços Green Way e My Way, que são comuns a todas as empresas do Grupo ANA – Aeroportos de Portugal SA. No âmbito do Green Way, as companhias podem disponibilizar um tratamento especial a passageiros em classe executiva e a portadores de cartões com facilidades especiais, proporcionando o rastreio mais rápido da bagagem de mão. SE G URANÇA AERO P O RT UÁRI A Vigilante João Rodrigues “A Ilha do Porto Santo tem actualmente uma pista fantástica com 3.000 metros.” – acrescentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Deve salientar-se que a primeira infra-estrutura aeroportuária na Região foi no Porto Santo. Inaugurada em 1960, a pista, então com 2.200 metros, permitiu as primeiras ligações com carácter regular e permanente entre o Arquipélago e Lisboa. Como se compreenderá, a parte final da viagem entre o Porto Santo e a Madeira era feita num antigo navio cacilheiro, sem grandes condições de comodidade. A Madeira só teve a sua infra-estrutura inaugurada e operacional em 1964, então com 1.600 metros de pista.” “Estes passageiros não têm privilégio no controlo, apenas em rapidez na chegada a esse controlo.” – esclareceu o Eng.º Duarte Ferreira. “Fruto da legislação europeia, em Julho de 2009, passámos a ter o serviço My Way. Até à data eram as companhias que disponibilizavam esse serviço. O My Way é destina- SECURITAS PORTUGAL 29 NAC I ONAL NOMEAÇÕES Vigilante João Paulo Freitas Novos Cargos Novos Desafios do a passageiros com mobilidade reduzida, comummente designados por PMR, e tem por objectivo pôr à sua disposição meios mecânicos facilitadores da mobilidade, bem como profissionais capacitados que asseguram total assistência.” S EG U RANÇ A AE RO P O RT UÁRI A Inserida na União Europeia (UE), a ANAM tem de dar cumprimento rigoroso à legislação em vigor, matéria que está sempre em constante evolução. Neste sentido, instalou o sistema de HBS (Hold Baggage Screening), quer na Madeira, quer em Porto Santo, sistema que garante o rastreio a 100 por cento da bagagem de porão e é operado no âmbito do contrato com a Securitas. A contratação da Securitas foi firmada na sequência de um concurso público de âmbito internacional, que ganhou. Assim, desde Maio de 2007, a Securitas começou a prestar serviço na área dos passageiros, do staff, bagagens fora do formato, bagagens de porão, acesso de viaturas, tripulações e terminal de carga. “É uma grande tarefa.” – comentou o Administrador da ANAM. “Até agora temos registado um grande empenho da equipa da Securitas, quer por parte dos Vigilantes que possuem formação especializada, quer por parte dos responsáveis pela gestão deste numeroso quadro de Colaboradores.” Segurança é Fundamental O Eng.º Duarte Ferreira considera que para que o negócio seja proveitoso para ambas as partes, tem de satisfazer a ambas. E constata que tem havido um esforço mútuo, tanto da ANAM como da Securitas, para que tudo corra bem em matéria de segurança. “Pela ANAM, disponibilizando a informação necessária e pagando atempadamente.” – referiu. “Por parte da Securitas, há um sentimento de orgulho em que o serviço corra da melhor forma. Sente-se que 30 SECURITAS PORTUGAL os Colaboradores da Securitas gostam de trabalhar aqui, sentem-se dignificados na sua profissão em trabalhar connosco.” “Em termos de qualidade de serviço, estamos integrados na ACI - Airports Council International.” – acrescentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Esta entidade audita a qualidade do serviço prestado aos passageiros, nas mais variedades vertentes: acessibilidade — autocarros, táxis, rodovias, parques de estacionamento; qualidade e assistência no check—in; conforto do terminal; sentimento de segurança; qualidade no rastreio; e qualidade nas lojas e restaurantes. Em termos de pontuação, com base na avaliação dos passageiros, temos oscilado entre o segundo e terceiro lugares dos aeroportos nacionais.” “A segurança é para nós fundamental.” – declarou ainda o Eng.º Duarte Ferreira. “Inseridos na UE, temos de corresponder aos requisitos exigidos nesta matéria. Somos auditados regularmente por entidades externas e podemos inclusive ser auditados pela própria UE, sem aviso prévio. Portanto, temos de estar sempre preparados para dar resposta cabal aos requisitos regulamentares.” Em termos da evolução das exigências de segurança nos últimos anos e no futuro, no que diz respeito à regulamentação, a actividade aeroportuária está sempre sujeita a grandes investimentos. “Há dois anos foi o investimento no sistema de processamento de bagagem HBS.” – comentou o Administrador da ANAM. “Actualmente, surgiu nova regulamentação que já exige novos investimentos. Por exemplo, em relação ao transporte de líquidos, estão em vias de implementação novas regras, que implicam novos equipamentos, novos investimentos, nova formação. É uma actividade que se pode considerar, de capital intensivo.” Recentemente, foram nomeados para novos cargos três chefias da Securitas. As suas actuais funções acarretam-lhes novos desafios e responsabilidades acrescidas, que todos encaram com serenidade e motivação. Falámos com cada um deles e deixamos aqui o seu testemunho. ANTÓNIO FREITAS SAMPAIO António Freitas Sampaio foi muito recentemente nomeado Director Comercial dos Serviços de Vigilância Especializada da Securitas. Anteriormente desempenhou as funções de Gestor da Filial de Setúbal, após um percurso na nossa empresa, em funções idênticas, numa série de Filiais, de Norte a Sul do país. Trocámos umas breves impressões sobre a sua experiência na Filial de Setúbal e sobre o novo cargo. Securitas Portugal – Em que ano foi nomeado Gestor da Filial de Setúbal? António Freitas Sampaio – Em Dezembro de 2004 e assumi funções a 3 de Janeiro de 2005. Estes cinco anos de Filial de Setúbal foram gratificantes, conheci novos Clientes, novos Vigilantes, novas gentes. SP - Que desenvolvimentos notou durante o período em que exerceu funções nesta Filial? AFS - O mercado cresceu, a Filial quase duplicou em termos de volume de negócios. Verificaram-se alterações de atitude por parte dos Colaboradores, através da formação. Houve Clientes novos e, essencialmente, trabalhámos este mercado com criatividade, inovação e adicionando valor à actividade dos Clientes. Também agilizámos processos. António Freitas Sampaio SP - Quer referir algum episódio mais marcante da sua passagem por esta Filial? AFS - Tenho algumas centenas, mas ressalvo o que vou recordar para todo o sempre — o ambiente de parceria e elevada confiança com os Clientes e Vigilantes. Atingimos um nível muito elevado na prestação de serviços em alguns Clientes, que SECURITAS PORTUGAL 31 SP – Passou, há pouco tempo, a desempenhar as funções de Director Comercial dos Serviços de Vigilância Especializada da Securitas. Como encara o desafio que acarreta este novo cargo? AFS - É mais um e novo desafio que foi lançado pelo nosso Administrador-Delegado, que aceitei com muito agrado, porque sinto-me com capacidade para o desempenho desta função. Conto com a colaboração directa de toda a Organização, nomeadamente dos Directores de Área de Negócio e dos Gestores de Filial. Para alcançar os objectivos desta função, é preciso determinação, dedicação, perseverança e, fundamentalmente, aplicar todos os conhecimentos e ferramentas disponíveis na Empresa, que são muitas e boas. Temos de procurar ser diferenciadores, oferecendo ao Cliente boas e globais soluções de segurança, além de economicamente vantajosas. Foi extremamente enriquecedor, não só pelo conhecimento adquirido no desenvolvimento e gestão do negócio, bem como pela formação recebida ao longo desse período. José Guimarães – Dimensão, organização, metodologia e sistema de trabalho — uma diferença brutal. Aqui temos uma Organização que tem todos os cânones dos princípios da gestão. É uma empresa estruturada, com as pessoas a desempenharem as funções que lhes dizem respeito, enquanto que na outra empresa tinha forçosamente de ser polivalente, mas no mau sentido, porque tinha de estar envolvido em todos os sectores, o que originava falta de focalização nos assuntos e consequente demora e qualidade de resposta. SP – Mais recentemente, desempenhou também funções na Área da Administração Pública. Quais os principais desafios que enfrentou durante este período? SP – Como descreve a sua experiência como Director de uma das Áreas de Negócio da Filial de Lisboa? JG – A nossa Organização está devidamente estruturada e tem estatuídas as competências de cada cargo existente no nosso organigrama. A função desempenhada implicava a gestão de quatro Filiais, devidamente segmentadas, o que possibilitou uma maior conhecimento e especialização em relação ao mercado. NAC IO NAL O facto de ter desempenhado funções em todas as Filiais do Continente, permite-me ter um conhecimento aprofundado do mercado, nomeadamente dos nossos Colaboradores e Clientes a nível local, o que constitui uma vantagem significativa para as funções que passei a desempenhar. Outra das obrigações, resultantes da alteração legislativa, foi a obrigação da resposta aos concursos públicos ter de ser obrigatoriamente efectuada através de plataformas electrónicas. Tudo isto foi implementado a nível nacional, o que implicou alterações na organização de processos, quer na nossa Sede, quer nas Filiais. SP - Actualmente é o Gestor responsável pela Filial de Setúbal. Como encara esta nova função? JG - Encaro com a motivação e a entrega de sempre. A disponibilidade profissional implica termos a flexibilidade necessária para responder aos desafios que nos são lançados, o que é algo intrinsecamente ligado à cultura desta Organização. Conheço bem o país, as suas regiões. Tenho quase 30 anos de serviço na Segurança Privada, dos quais 25 na Securitas, o que me dá um conhecimento abrangente da actividade. O desempenho de funções dentro das Organizações é cada vez mais exigente, o que nos obriga a estarmos, dentro de certos parâmetros de conhecimento, preparados para as mudanças tidas por necessárias. SP – Em que sentido, quais os desafios que antevê e como perspectiva o desenvolvimento da actividade da Empresa, nesta importante Filial, no futuro próximo? JOSÉ GUIMARÃES José Guimarães, que era Gestor do Segmento da Administração Pública, passou a pasta a Ana Calapez para ir ocupar o cargo antes exercido por António Freitas Sampaio. Assim, assumiu agora as funções de Gestor da Filial de Setúbal. Quisemos saber qual a sua apreciação do anterior cargo e como vê o novo desafio que tem pela frente. JG – Em primeiro lugar, será conhecer bem a equipa de trabalho que irei liderar. A Securitas tem uma metodologia de trabalho, que é comum a todos, pelo que deverá ser dada continuidade à sua aplicação, colocando o meu cunho pessoal na liderança das pessoas e dos processos. Securitas Portugal – Começou a sua actividade na Securitas em 2002, nas funções de Director de uma das Áreas de Negócios da Filial de Lisboa. 32 JG – Fundamentalmente, as minhas funções estavam ligadas ao processo comercial. Foi num período de grandes transformações legislativas, com a entrada em vigor do Novo Código dos Contratos Públicos e o fim do decreto-lei que regia toda a contratação pública. Foi um período extremamente envolvente face à implementação das alterações resultantes da mudança da legislação, obrigando adaptar a análise e respostas aos concursos públicos. Esta Filial abrange uma área que vai de Setúbal a Elvas. Trata-se de uma zona ampla, com uma grande dispersão geográfica de Clientes, essencialmente composta pelo segmento indústria, transportes e poder local, com especial incidência na indústria automóvel, alimentar, metalúrgica e logística. Relativamente aos tempos que correm, a crise actual afectou muito esta região. Devemos assegurar que o nosso trabalho constitua uma mais-valia para o Cliente, criando uma correcta optimização dos serviços, fornecendo soluções integradas de segurança (factor humano associado a equipamento electrónico - CCTV, Sistemas de Detecção de Incêndio, de Detecção de Intrusão, e Controlo de Acessos), possibilitando, desta forma, uma redução concreta das verbas pagas pela prestação dos nossos serviços que, por sua vez, resulta no incremento da segurança nas instalações do Cliente. Associando a este factor o constante enriquecimento dos nossos meios humanos, através de acções de formação concretas e direccionadas para as necessidades dos nossos Clientes, melhoramos a qualidade da nossa prestação, o que nos diferencia da maioria das Empresas a operar no mercado. A Securitas está, certamente, numa posição ímpar para atingir estes objectivos. Dispomos das ferramentas necessárias, de pessoas e do know-how para o conseguir, o que nos permite antecipar a evolução do mercado e ganhar vantagens competitivas. ANA CALAPEZ Ana Calapez foi nomeada Gestora do Segmento da Administração Pública, no início deste ano. Falámos com esta advogada, ao serviço da Securitas há 11 anos, sobre o novo cargo e funções que lhe foram atribuídas. Securitas Portugal - Ingressou na Securitas no ano de 1999, altura em que estava a iniciar o 2.º ano no estágio de advocacia. Que tipo de empresa veio encontrar? Ana Calapez - Foi a primeira empresa em que trabalhei, portanto, toda a minha formação profissional foi adquirida na Securitas. José Guimarães SECURITAS PORTUGAL NAC IO NAL mereceram comentários de enorme satisfação da sua parte. Além disso, posso dizer que comemorei sempre com a equipa a entrada de um novo Cliente, cada uma delas foi devidamente assinalada. Ingressou na Securitas, proveniente de uma outra empresa de Segurança Privada. Quais as principais diferenças, se as houve, que constatou quando ingressou na nossa Empresa? SECURITAS PORTUGAL 33 V I G I L ANTE EM ACÇ ÃO A Securitas é uma empresa dinâmica, acolhedora, com um capital humano muito forte, que marca a formação dos seus profissionais. A Securitas destaca-se no mercado pela sua credibilidade, seriedade e responsabilidade na prestação dos serviços que oferece aos seus Clientes, bem como pela experiência e conhecimento dos seus profissionais, e pelo seu forte espírito de equipa. SP - Como se tem desenvolvido a sua carreira na Securitas, desde então? AC - Exerci funções na área Jurídica até 2007, como advogada. No final desse ano, ingressei nos quadros da Securitas. Em Janeiro de 2010, fui nomeada Gestora do Segmento da Administração Pública. A Securitas tem feito uma aposta muito grande nos profissionais da Empresa, na equipa de trabalho, o que para mim teve consequências muito positivas na minha progressão e especialização profissional. É, sem dúvida, algo que me marca de forma muito positiva nestes 11 anos de colaboração com a Empresa. NAC IO NAL SP - Como tem evoluído este mercado tão específico? AC - A contratação pública teve alterações profundas, a partir de 2008, a nível de legislação. Foi aprovado o primeiro Código dos Contratos Públicos que, além de integrar a legislação dispersa, visou tornar a contratação pública mais simples e transparente. Este código estabeleceu igualmente a contratação electrónica, na qual o Estado português foi pioneiro, porque implementou, em todas as fases dos procedimentos de aquisição de bens e serviços, a opção pela desmaterialização dos concursos, banindo o suporte em papel. Para além disso, é importante a opção tomada pela Administração Pública de centralizar a aquisição de serviços de Segurança Privada na Agência Nacional de Compras Públicas, no âmbito do Sistema Nacional de Compras Públicas, através da pré-selecção de fornecedores, que apresentaram a sua candidatura em resposta aos critérios de selecção estabelecidos. Como é evidente, no âmbito do Acordo-Quadro para a actividade de Vigilância e Segurança, a Securitas é uma das empresas seleccionadas. SP - Quais os principais desafios com que se depara no dia-a-dia? 34 SECURITAS PORTUGAL Ana Calapez AC - Encarar sucessivamente novas necessidades de estratégia, dada a contínua actualização e inovação da informação, o que implica uma aprendizagem constante. Ainda, a adaptação dos conhecimentos jurídicos a um mercado tão específico e exigente como é o da Segurança Privada, o que apesar de ser um desafio, faço de uma forma natural, porque a minha formação profissional tem evoluído na Empresa. Gostaria também de salientar que as minhas funções permitem a riqueza de trabalhar com equipas multidisciplinares. São estes desafios que tornam a minha função muito aliciante e motivadora. SP - Como antevê a evolução na área da Administração Pública, nos próximos anos? AC - Sendo a questão da segurança uma das principais preocupações da Administração Pública, na gestão das suas instalações, penso que é essencial nos seus procedimentos aquisitivos a opção pela selecção de fornecedores e a procura de propostas economicamente mais vantajosas, para que exista uma verdadeira aposta na qualidade dos serviços. A prestação de serviços de segurança privada tem uma componente humana muito significativa nos custos e, por isso, no momento da contratualização, ao se analisar a justificação do preço, é essencial a verificação do cumprimento das obrigações dos custos da actividade e das regras laborais, sendo esta a única forma de assegurar o desenvolvimento da actividade. Penso que nos próximos anos é imperativo a opção pela qualidade dos serviços, que promova a inovação e especialização das soluções de segurança propostas e aplicadas a cada instalação. LOUVORES DE CLIENTES Quem Faz a Diferença As cartas e e-mails de louvor à actuação dos nossos Vigilantes sucedem-se, o que é extremamente gratificante para a Securitas por reflectirem, por um lado, a satisfação dos Clientes pelos serviços que lhes prestamos e, por outro, a qualidade com que os nossos Colaboradores desempenham as suas funções. Aos Vigilantes que mereceram essa distinção por parte dos nossos Clientes, a Securitas redobra o seu elogio, agradecendo a estes nossos Colaboradores a sua postura, que dignifica a nossa Empresa e constitui um estímulo e modelo a seguir pelos seus Colegas. Damos especial destaque aos louvores que publicamos na sua totalidade. Seguidamente, publicamos carta da Empresa Balbino & Faustino, agradecendo a pronta e corajosa intervenção do Vigilante Mobile, João Paulo Henriques Costa, que deteve a propagação de um incêndio ocorrido nas suas instalações, conseguindo debelá-lo antes da chegada dos Bombeiros. Gestor de Filial Vigilância Mobile Leiria - Miguel Tomé e Vigilante João Costa NACEIOEM NAL VIGIL ANT ACÇ ÃO VIGI L ANT E E M ACÇ ÃO A primeira carta que reproduzimos é da Loja do Cidadão da Madeira, localizada no Funchal. O seu Director nela expressa a sua gratidão pelo facto do Vigilante Luís Silvestre Almeida Pereira, nas cheias que afectaram recentemente a Região Autónoma da Madeira, ter tido a iniciativa e prontidão de resposta que possibilitou que as instalações não ficassem completamente inundadas, minorando significativamente os estragos. A sua intervenção foi de tal forma importante que passará a ser adoptado o uso de uma barreira, baseada na que utilizou, em futuras situações deste tipo. Da esquerda para a direita: Vigilante Luis Pereira, Dr. João Lomelino Freitas e Gestor de Filial Vigilância Especializada Madeira - Rui Freitas 36 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 37 VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO Esquerda para a direira: Supervisor Carlos Freitas, Vigilante Luis Santos e Gestor de Filial Vigilância Mobile Algarve, Miguel Heliodoro Gestor de Segmento Retail, Maurílio Soares, Geraldo Ferreira (Auxiliar Operações Rio Sul), Vigilante Luis Santos, Dr. Luis Teodoro (Dir. Geral) e Dr.ª Ana Serra (Dir. Operações Rio Sul). 38 SECURITAS PORTUGAL Especial referência merece também a carta que o Director do Rio Sul Shopping nos endereçou, louvando os serviços prestados pelo Vigilante Luís Santos, durante o ano de 2009, que foram além das suas atribuições e que contribuíram para a melhoria do Ambiente. O Hotel Baía Grande expressou também o seu agradecimento, por carta, pela decisiva intervenção do Vigilante Mobile, Luís José Sequeira Santos, que impediu uma tentativa de furto e agressão. SECURITAS PORTUGAL 39 VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO Por parte da Directora dos Serviços Jurídicos e de Contencioso do CHLO – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, recebemos um e-mail salientando o profissionalismo dos Vigilantes José Vieira e Ângelo Ribeiro, cuja louvável atitude favorece a imagem do Hospital de São Francisco Xavier, um dos três hospitais geridos pelo CHLO. VIG IL ANTE E M ACÇ ÃO Da parte da Directora de Recursos Humanos do Grupo Savoy, sediado na Região Autónoma da Madeira, recebemos igualmente uma carta de agradecimento pela colaboração da equipa da Securitas que, ao longo de 13 anos, prestou serviços no Hotel Savoy Clássico, actualmente encerrado e em fase de demolição. Esquerda para a direita: Chefe de Grupo Rui Gonçalves, Vigilante José Vieira, Vigilante Ângelo Ribeiro e Gestor de Filial Segmento Saúde - Lisboa, Luis Silva 40 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 41 Equipa da Securitas – Cliente: Câmara Municipal do Porto O responsável da Divisão Municipal de Protocolo e Relações Públicas, pertencente à Direcção Municipal dos Serviços da Presidência, através de e-mail, enalteceu o desempenho da Equipa da Securitas durante o ano transacto, destacando o desempenho da Vigilante Ana Moura e do seu Coordenador Jorge Cunha, bem como dos Vigilantes Ernesto Pereira, Paulo Maia e Miguel Martins. Este elogio tem como base o facto da equipa da Securitas demonstrar permanente melhoria e apoio, de forma muito activa e positiva. Foram também enaltecidas a motivação e o empenho destes Colaboradores, ao apresentarem propostas e ao recomendarem procedimentos. Vigilante Abílio Gomes Moreira – Cliente: Vishay Electrónica Portugal A Gestora de Recursos Humanos desta Empresa Cliente elogiou a “postura de extrema dedicação, empenhamento, zelo, motivação e competência” deste profissional, que ali prestou serviços durante mais de 17 anos. VIGIL ANT E EM ACÇ ÃO Esquerda para a direita: Sr. Paulo Baptista - Gestor de Segurança (TAP), Vigilante Ricardo Coelho e António Meireles, Responsável pelo Cliente UCS. Equipa Securitas – Cliente: Câmara Municipal de Sintra Através de e-mail, a Responsável pelas instalações de Vila Verde deste Município, elogiou a “responsabilidade e fiabilidade” da Equipa da Securitas, nos registos de entradas e saídas de viaturas, bem como dos materiais transportados. Ainda merecendo especial relevo, reproduzimos na sua totalidade o e-mail dirigido pela Tabacaria Madeira, integrada no Hiper Sá, localizado em São Martinho, na Região Autónoma da Madeira, onde a equipa da Securitas presta serviço. O Cliente destacou a importante intervenção dos Vigilantes Almerindo Sousa, Duarte Góis, Geraldo Fernandes e Nuno Pimenta, que pôs cobro a uma situação continuada de furto. 42 Equipa Securitas – Cliente: Banco Popular E-mail de agradecimento, enviado pelo Coordenador de Unidade da Área de Património – Obras, Manutenção e Segurança, pelo importante contributo da Equipa da Securitas na situação de risco de cheia, verificada no final de Fevereiro e início de Março, que ameaçou a Agência de Vila Nova de Gaia – Cais e que obrigou à desmontagem e montagem dos equipamentos das respectivas instalações. SECURITAS PORTUGAL Vigilante Rosa Celeste Soares de Sousa – Cliente: Instituto Nacional de Medicina Legal O Chefe de Gabinete da Administração deste Instituto, em carta que nos endereçou, elogiou a actuação da nossa Vigilante, pelo seu empenho e dedicação, elevado profissionalismo e bom relacionamento interpessoal, manifestando igualmente a sua satisfação pelo atendimento prestado, “de forma afável, disponível e responsável”, segundo declarou. Sede da Securitas, em Linda-a-Velha Vigilante Vítor Salazar – Cliente: Câmara Municipal do Entroncamento Via e-mail, esta Autarquia manifestou o seu agrado pelo facto do nosso Vigilante ter encontrado uma carteira com 170 euros em dinheiro e sem quaisquer documentos, no Parque de Estacionamento Subterrâneo do Entroncamento, e tê-la devolvido à utente que a perdera, mediante a descrição do seu formato e cor, bem como da quantia nela inclusa. Vigilante Rui Pires – Cliente: Museu de Portimão Um visitante deste Museu enviou e-mail à Securitas, agradecendo a “actuação nobre e de uma sensibilidade fora do comum” do nosso Vigilante Rui Pires, salientando igualmente a sua amabilidade e correcção extrema. Vigilante-Chefe Carlos Alves e Equipa Securitas – Cliente: Escola Superior de Tecnologia do Barreiro/Instituto Politécnico de Setúbal O Director deste Estabelecimento de Ensino Superior, por e-mail, louvou “a forma profissional e dedicada” que a Equipa da Securitas tem sempre demonstrado, destacando a especial colaboração prestada numa cerimónia de grande importância, que ali decorreu. Expressou o seu reconhecimento, pedindo que o mesmo fosse transmitido ao Vigilante-Chefe Carlos Alves. Vigilante Eduardo Gaspar – Cliente: Teleperformance Administrador de Prédio em Setúbal, em seu nome e de todos os Condóminos, enviou-nos um e-mail, agradecendo a intervenção do referido Vigilante, ao serviço da Teleperformance, “pelo civismo e profissionalismo demonstrado”, segundo afirmou, pois, devido à sua rápida intervenção, evitou a queda da antena parabólica do edifício, em risco de cair devido aos fortes ventos que, na altura, se faziam sentir na zona. SECURITAS PORTUGAL VIGIL ANT E EM ACÇ ÃO Especial relevo merece igualmente o e-mail remetido por ex-Colaborador da Megasis, utente da UCS (TAP) – Cuidados Integrados de Saúde, que ali deixou esquecida a sua carteira, louvando a integridade do Vigilante Ricardo Coelho que lha devolveu, dias depois, intacta. Resumimos os restantes louvores recebidos, pelo facto de, por uma questão de espaço, não nos ser possível publicá-los na íntegra. 43 NAC I ONAL E V ENTO HOMENAGEM A COLABORADORES DINAMISMO COMERCIAL PROSSEGUE A Securitas prestou homenagem aos seus Colaboradores que atingiram 25, 30, 35 e 40 anos de serviço em 2009. A Securitas celebrou recentemente vários contratos comerciais, que demonstram a confiança que os Clientes têm nas nossas soluções de segurança e que estão cientes da mais-valia que estas constituem para a sua actividade. Revelam também que, com determinação, conseguimos alcançar os objectivos que traçámos, o principal dos quais é satisfazer as necessidades específicas de cada um dos nossos Clientes, de cada segmento de mercado. Cerimónia Anual de Reconhecimento da Securitas O evento decorreu no Casino da Figueira da Foz, no dia 27 de Janeiro de 2010, tendo início com a Cerimónia de Reconhecimento aos Colaboradores que cumpriram o ano passado, 25, 30, 35 e 40 anos de casa. Após a Cerimónia de Reconhecimento, e também no Casino, teve lugar o jantar oferecido a todos os convidados, seguido de espectáculo. Novos Contratos Fazemos aqui referência a alguns dos novos contratos, ganhos nos últimos meses: Os homenageados receberam o tradicional pin/charme, comemorativo dos anos ao serviço da Securitas, e algumas lembranças. Após o reconhecimento, realizou-se a entrega dos prémios e a apresentação dos trabalhos vencedores do Concurso Novos Talentos, bem como aqueles que foram distinguidos com menções honrosas. Aeroporto Francisco Sá Carneiro – Segurança Aeroportuária A Securitas iniciou recentemente a prestação de Serviços de Segurança da Aviação Civil, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, Porto. O contrato celebrado inclui Rastreio de Passageiros e Bagagem de Mão, Rastreio de Bagagem de Porão, Rastreio a Viaturas e Controlo de Acessos Terra/Ar. Quinta da Aveleda – Contrato de Segurança Integrada Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica, que inclui Sistemas de Detecção de Intrusão e Sistemas de Detecção de Incêncio, com ligação à Central de Monitorização da Securitas. Os Colaboradores homenageados na Figueira da Foz 44 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 45 Centro Cultural Olga Cadaval e Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas – Vigilância Especializada Contrato de Prestação de Serviços de Vigilância Humana Especializada. SECURITAS NOS GRANDES EVENTOS INTERNACIONAIS Grande Prémio de Portugal/Algarve F1 Motonáutica Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Securitas garantiu a segurança do Grande Prémio de Portugal/Algarve Fórmula 1 em Motonáutica, que se realizou nos dias 8 e 9 do passado mês de Maio, em Portimão. O estuário do rio Arade recebeu, mais uma vez, a prestigiada competição mundial do calendário da União Internacional de Motonáutica (UIM) — a 12.ª edição do Grande Prémio de Portugal/Algarve F1, espectáculo de alta velocidade que agitou as águas algarvias e também a cidade de Portimão, pelos muitos visitantes que a prova sempre atrai. NACIONAL Park & Zoo S. Inácio – Vila Nova de Gaia – Contrato de Segurança Integrada Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços de Vigilância Humana Especializada e Electrónica, que inclui Sistemas de Detecção de Intrusão. E V ENTO Grupo Hipogest – Contrato de Segurança Integrada Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica, que inclui Sistemas de Vídeo Vigilância (CCTV), Sistemas de Detecção de Intrusão e Sistemas de Controlo de Acessos. Esta edição do Grande Prémio de Motonáutica contou com 19 pilotos de 10 equipas, entre os quais Duarte Benavente, da F1 Atlantic Team, o único piloto português em prova. O piloto dos Emirados Árabes Unidos, Ahmad Al Hameli (Abu Dhabi) venceu esta prova de abertura do Mundial de Fórmula 1 em motonáutica, tendo o português Duarte Benavente (F1 Atlantic) abandonado a competição com problemas mecânicos. Classificação (42 voltas) 1. Ahmad Al Hameli (EAU/Abu Dhabi), 45 minutos 2. Francesco Cantando (Itália/Singha F1), a 18,78 segundos 3. Thani Al Qamzi (EAU/Abu Dhabi), a 21,97 4. Jay Price (EUA/Qatar), a 24,73 5. Pierre Lundi (Suécia/CTIC China), a 41,86 6. Andy Elliot (Grã-Bretanha/Qatar), a 2 voltas 7. Fabian Kalsow (Alemanha/F1 Atlantic), a 2 voltas 8. Davide Padovan (Itália/Rainbow), a 2 voltas Benavente cumpriu apenas sete das 42 voltas do circuito algarvio, tendo abandonado quando seguia na terceira posição, atrás do vencedor da corrida, na altura liderada pelo italiano Francesco Cantando (Singha F1). Ahmad Al Hameli (Abu Dhabi) dominou a corrida depois de destronar do comando, à sétima volta, o italiano Francesco Cantando (Singha F1). A vitória em Portimão é a segunda consecutiva do piloto dos Emirados Árabes Unidos em Portugal, onde venceu em 2009. A temporada de 2010 ficou marcada pela ausência de Guido Capellini, que se retirou da competição no final da última época. Ninguém venceu mais em Portimão do que este italiano, 10 vezes campeão mundial e vencedor de sete das 13 provas realizadas em Portugal. O 12.º Grande Prémio Portugal/Algarve F1 em Motonáutica teve como patrocinador oficial o Município de Portimão que, com a Urbis SGRU EM assegurou a coordenação geral da prova, tendo a Federação Portuguesa de Motonáutica prestado o apoio técnico oficial. Secretaria Geral do Ministério da Justiça – Vigilância Especializada Contrato de Prestação de Serviços de Vigilância Humana Especializada. Em cima da esquerda para a direita, Vigilantes João Cabrita e Francisco Silva, em baixo Vigilante Pedro Ferreira 46 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 47 SECURITAS APOIA PROVA HÍPICA SECURITAS NO A Securitas apoiou a edição deste ano do Campeonato Nacional de Endurance, prova hípica organizada pela Sociedade Agrícola D. Dinis, SA, que decorreu nos dias 16 a 18 do passado mês de Abril, no Monte da Ravasqueira, em Arraiolos, e que teve como vencedor João Raposo. A Securitas associou-se ao Rugby Veterans Festival, através do Rugby Clube de Santarém, uma das equipas que participou neste torneio e à qual pertencem dois Colaboradores nossos. No passado dia 15 de Maio, organizado pelo Rugby Clube de São Miguel, de Lisboa, realizou-se um Torneio Quadrangular de Veteranos — Veterans Festival in Lisbon, num campo sintético do Estádio Nacional. O Monte da Ravasqueira acolheu, na zona da Herdade da Mata, este Concurso de Endurance Internacional (CEI), integrado no calendário de provas da Federação Equestre Internacional (FEI), com a classificação “Três Estrelas”, o nível mais elevado e apenas abaixo dos Campeonatos da Europa e do Mundo. E VE NTO Rugby Veterans Festival Este torneio esteve aberto a jogadores com mais de 35 anos e que tenham já deixado de jogar no campeonato nacional. A Securitas associou-se a este evento, através do Rugby Clube de Santarém, do qual fazem parte o Vigilante Hélder Vieira, da Filial Retail, e Luís Freire, Gestor da Filial Retail Lisboa. Para além deste CEI, com uma extensão de 160 quilómetros, no qual participaram cavaleiros de Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, França, Suíça, Reino Unido, Dinamarca, Itália, EUA, Qatar, Barainh, entre outros, decorreram, paralelamente, mais quatro concursos equestres de endurance: um CEI “Duas Estrelas” de 120 quilómetros, um CEI “Uma Estrela” de 80 quilómetros, um CEQ de 80 quilómetros e um CEP de 40 quilómetros. As equipas convidadas a participar neste torneio, para além da equipa do Rugby Clube São Miguel, foram a do Clube Desportivo de Direito (Lisboa), a Hamburger Rugby Team — equipa de Hamburgo, Alemanha, e a do Rugby Clube de Santarém. Foram disputados 12 jogos, de 24 minutos cada. O vencedor do torneio foi o Grupo Desportivo de Direito que alcançou três vitórias, mas, mais importante que apurar um vencedor, foi o convívio entre as equipas que se viveu ao longo do dia. Após os jogos, o São Miguel convidou todos os participantes e amigos para um lanche ajantarado, com sardinhas assadas e febras, juntamente com muita conversa, música e boa disposição. Todos os participantes ficaram satisfeitos e prometeram voltar a jogar em torneios similares. E VE NTO Campeonato Nacional de Endurance 2010 A realização destas provas no Monte da Ravasqueira esteve aberta ao público em geral e contribuiu para a promoção do turismo regional e dos produtos regionais, sendo também uma forma de promover o desporto equestre e o cavalo árabe e anglo-árabe nacional, bem como o cavalo lusitano. A Endurance é uma das modalidades equestres que mais tem crescido nos últimos anos e que mais medalhas tem trazido para Portugal em disciplinas equestres. A Equipa Portuguesa tem um vasto palmarés de resultados internacionais, de onde se destaca a Medalha de Prata conquistada no Campeonato da Europa 2009, em Itália. 48 SECURITAS PORTUGAL 49 INESPERADAS REVELAÇÕES GRANDE ADESÃO Concurso Novos Talentos A Direcção de Recursos Humanos da Securitas lançou o concurso “Novos Talentos”, que teve como objectivo estimular o trabalho criativo dos seus Colaboradores, nas categorias de Literatura, Pintura, Música e Fotografia. A iniciativa suscitou bastante interesse e tem merecido muitos elogios por parte dos Colaboradores da Securitas, visto a Empresa premiar a sua criatividade e preocupar-se com os seus talentos e actividades extra-laborais de eleição. Concurso Conhecimento da Securitas Na primeira edição do “Concurso Conhecimento da Securitas”, lançado pela Direcção Serv. Marketing, participaram 815 Colaboradores da Empresa. A forma de apresentação de cada obra presente a concurso foi deixada ao critério criativo do respectivo candidato, sendo, no entanto, obrigatório que fosse acompanhada de uma breve e clara exposição. Aos vencedores de cada categoria foi entregue um prémio monetário. Os vencedores da primeira edição deste Concurso, foram apurados, de entre todos os participantes que tinham respondido correctamente a todas as questões. O concurso “Novos Talentos” terá continuidade no corrente ano, pelo que a sua segunda edição será anunciada proximamente. Dirigido a todos os Colaboradores, de todas as idades e de todo o país, o concurso “Novos Talentos” abarcou quatro grandes áreas: Literatura, Pintura, Música e Fotografia. Segundo o regulamento, só foi possível a cada candidato apresentar um trabalho, individual ou em grupo e apenas para uma das categorias mencionadas. Vigilante Fernando Pinto Sá Lista de Premiados 50 SECURITAS PORTUGAL Os vencedores foram os Vigilantes Fernando Pinto Sá e Vítor Manuel Alves Borges, ambos da Filial do Porto, e o Vigilante Igor Machado, da Filial de Braga. Estes colegas, que felicitamos pelo seu conhecimento da Securitas, a nível nacional e internacional, ganharam fins de semana para duas pessoas, na Ilha da Madeira, numa Pousada de Portugal e no Algarve, prémios atribuídos respectivamente ao primeiro, segundo e terceiro lugares, conforme o regulamento deste concurso. Ana Zélia Rodrigues NAC I ONAL NAC I ONAL Da esquerda para a direita : Alexandre Filipe, Pedro Magalhães, Rui Araújo, José Ferreira, Administrator-Delegado Jorge Couto, Ana Rodrigues e Maria Bichinho Literatura (Vencedor) Pedro Magalhães “Em Nome da Fé” Literatura (Menção Honrosa) Ana Zélia Rodrigues “Instantes” Música (Vencedor) Alexandre Filipe “Ebnoy – Securitas” Pintura (Vencedor) José Ferreira “Alfama” Pintura (Menção Honrosa) Maria Bichinho “Encontro Especial de Infinito” Fotografia (Vencedor) Rui Araújo “Perspectiva” Vigilante Vitor Manuel Alves Borges O sorteio teve a presença do nosso Administrador-Delegado Jorge Couto, de Abel de Sousa, Director Nacional da Vigilância Mobile, e do Eng.º Ricardo Sá, Director-Geral da Divisão Aviation, que retiraram de uma tômbola, os três formulários premiados. De acordo também com o regulamento, o concurso foi dirigido a todos os Colaboradores afectos directamente à actividade operacional nas instalações dos Clientes, exceptuando-se os Colaboradores ligados às estruturas operacionais e administrativas das nossas Filiais. A segunda edição deste concurso irá realizar-se ainda este ano, prevendo-se que seja lançada após o período de férias de Verão. Vigilante Igor Machado SECURITAS PORTUGAL 51 Securitas Participou na 9.ª Conferência Europeia da ASIS A Securitas esteve presente na 9.ª Conferência Anual Europeia de Segurança da ASIS International, que este ano se realizou em Portugal, no Centro de Congressos de Lisboa, de 18 a 21 de Abril. REALIZADA EM PORTUGAL Securitas Patrocina e Participa na Conferência “Maritime Domain Awareness” A Securitas patrocinou e participou nesta importante Conferência de âmbito internacional, realizada a 14 e 15 de Junho, no Lisboa Marriott Hotel, que teve como tema a Segurança Marítima, Naval e Portuária. Infelizmente, esta importante conferência viu afectado o número de participantes que, em alguns casos, não conseguiram chegar atempadamente a Lisboa, devido ao encerramento, sem precedentes, do espaço aéreo europeu, provocado pelas cinzas vulcânicas provenientes da Islândia. Apesar deste inconveniente, a 9.ª Conferência Anual Europeia de Segurança da ASIS International manteve os seus trabalhos, contando com oradores de excelência, que contribuíram com importantes intervenções sobre a indústria da Segurança. Fundada em 1955, sob a designação “American Society for Industrial Security” (ASIS), esta destacada Organização norte-americana de profissionais de Segurança, alterou, em 2002, a sua denominação para ASIS International que, além de preservar a sua história, reflecte melhor o seu crescimento e expansão, já que conta com mais de 35.000 membros em todo o mundo, abarcando uma ampla gama de serviços e especialidades da indústria da Segurança. A conferência “Maritime Domain Awareness” focou os desafios que se colocam no domínio marítimo, nomeadamente à Guarda Costeira e à indústria naval. Desafios que têm mudado drasticamente na última década, tornando pouco previsíveis as questões de segurança nesta particular área. Esta conferência proporcionou a oportunidade de conhecer e discutir abertamente as ameaças à segurança neste domínio, através de “case studies” apresentados por conceituados oradores internacionais: da Marinha, da Guarda Costeira, do Socorrismo e dos sectores Marítimo Comercial e Portuário. O seu programa incluiu, entre outras, intervenções do International Maritime Bureau e da Marinha Por- tuguesa, da responsabilidade do Contra-Almirante António Silva Ribeiro, Vice-Chefe Adjunto do Estado-Maior da Armada. A conferência defendeu que o primeiro passo para aumentar a segurança marítima passa por uma maior sensibilização, pois elevará igualmente o nível de consciência no domínio marítimo, contribuindo para a decisiva segurança dos oceanos. Segundo as conclusões desta Conferência, a partir do 11 de Setembro, a preocupação prioritária em termos de segurança concentrou-se de forma extremamente acentuada nos Transportes Aéreos. Esta situação pode levar a que o tipo de Organização que esteve por trás do 11 de Setembro transfira a sua atenção para a área dos Transportes Marítimos, a qual, até agora, não tem beneficiado de atenção idêntica em termos de segurança, pelas Autoridades competentes. Assim, para combater esta eventual ameaça, convém estarmos cientes desta possível evolução. INT E RNACI ONAL I NTER NAC I ONAL NO CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA A ASIS International tem por objectivo aumentar a eficácia e produtividade dos profissionais de Segurança, através do desenvolvimento de programas e materiais educativos de interesse geral para esta indústria, como é o caso do Seminário Anual da ASIS, bem como sobre temas específicos de Segurança. 52 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 53 1.ª Caminhada “Não Corra... Caminhe Connosco!...” O Grupo Desportivo Securitas prossegue as suas actividades, dando continuidade àquelas que têm maior adesão e apresentando também novos desafios, sempre com o objectivo de proporcionar um saudável convívio entre todos os que nelas participam. Assim, no passado dia 1 de Maio, no pavilhão da Escola Secundária Mães D’Água, na Brandoa, realizou-se a apresentação da equipa de Futsal do Grupo Desportivo da Securitas, que defrontou a sua congénere da Vigilância Mobile, tendo como resultado final 9-3, a favor da equipa da primeira (Vigilância Especializada). Antes deste jogo, decorreu um outro entre Directores e Gestores de Filial, que amavelmente acederam ao À hora marcada e com indicações bem explícitas relativamente ao ponto de encontro, no parque do Museu Anjos Teixeira, a iniciativa começou com a entrega de brindes a todos os participantes, seguida da caminhada pelo percurso proposto, onde todos se deliciaram com a bela paisagem da Serra de Sintra. convite do Grupo Desportivo. O resultado, não sendo o mais importante, ficou no empate a uma bola — o melhor para um encontro amigável. Neste evento contámos com a participação da empresa Oriflame, que efectuou um workshop destinado às senhoras (colegas, mulheres/namoradas de Colaboradores), distribuindo amostras de produtos cosméticos comercializados por esta empresa. Contámos também com a participação “ruidosa” do grupo musical “Barafuzada”, pertencente à Filarmónica de Alverca, que animou a plateia no decorrer de ambos os encontros. No final destes, realizou-se um almoço/convívio no Restaurante Mineirão, situado também na Brandoa, que superou as expectativas. No final, os caminhantes foram agraciados com uma medalha de participação à chegada ao Parque das Merendas da Mata Municipal de Sintra, local onde se realizou um almoço que foi um sucesso devido às iguarias trazidas pelos participantes. Caminhada em Sintra No passado dia 22 de Maio de 2010, o Grupo Desportivo da Securitas inovou com a realização da sua 1.ª Caminhada, sob o lema “Não Corra… Caminhe Connosco!...”, ao longo do Percurso de Seteais, em Sintra. Futuramente, o Grupo Desportivo da Securitas tenciona organizar mais caminhadas sob o mesmo lema, contando inclusive com mais participantes, em virtude da opinião unânime desta 1.ª Caminhada ter sido muito salutar e agradável. Por esta razão, o nosso Grupo Desportivo considera ser actividade a repetir. Esta actividade foi aberta a todos os Colaboradores — — entre os quais se contaram Gestores de Filial, Escaladores, Supervisores, Vigilantes, Administrativos, bem como seus familiares e amigos, contando com a participação de um total de 34 pessoas. G RUP O DE S P O RT I VO G RUP O D E S P ORTI VO APRESENTAÇÃO DA EQUIPA DE FUTSAL E… Entre estes últimos, estiveram pessoas ligadas a vários ramos de actividade, nomeadamente, Gestores Bancários, Consultores de Marca, Estudantes Universitários e Militares. Da esquerda para a direita, Vigilância Mobile Nacional, Vigilância Especializada de Lisboa e Directores, Gestores de Filial e Supervisores da Empresa 54 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 55 Securitas na Meia e Mini Maratonas de Lisboa RESP ONSABILIDADE SOCIAL NAC I ONAL SEMPRE A CORRER SECURITAS APOIA CAUSAS SOCIAIS Marcha Contra a Fome e Corrida Sempre Mulher Marcha Contra a Fome Walk the World 2010 Lisboa No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de pessoas participam nesta causa. Torre de Belém Docas Participe! Marcha Contra a Fome Marcha Contra a Fome Walk the World 2010 06.Junho Contribua com 5€ e Marche Contra a Fome 10h00 (Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição) NIB: 0007 0576 000038000 18 84 Inscrições: Até 04/06/2010 TNT Porto: Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem. Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia Marcha Contra a Fome Porto No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de pessoas participam nesta causa. Walk the World 2010 TNT Coimbra: Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro Cais de Gaia Passeio Alegre Participe! TNT Lisboa: Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa Marcha Contra a Fome TNT Lisboa (sede): Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa 06.Junho Contribua com 5€ e Marche Contra a Fome No dia da marcha na local da partida As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a Fome das Nações Unidas 10h00 (Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição) NIB: 0007 0576 000038000 18 84 Para mais informações: TNT - Telf: 218 545 000 www.movingtheworld.org Inscrições: Até 04/06/2010 e-mail: [email protected] www.tnt.com * Transporte gratuito na rede regular da Carris a todos os participantes portadores de t-shirt e boné entre as 07h00 e as 15h00. Patrocínios TNT Porto: Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem. Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia TNT Coimbra: Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro TNT Lisboa: Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa TNT Lisboa (sede): Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa No dia da marcha na local da partida As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a Fome das Nações Unidas Para mais informações: TNT - Telf: 218 545 000 www.movingtheworld.org e-mail: [email protected] www.tnt.com Apoio Logístico Media Partner Apoio Institucional No mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de pessoas participam nesta causa. * Transporte gratuito na rede regular STCP a todos os participantes portadores de t-shirt e boné entre as 08h00 e as 13h00. Patrocínios Apoio Logístico Media Partner Apoio Institucional Participe! Marcha Contra a Fome 6. Junho 10h00 Lisboa Contribua com 5€ e Marche Contra a Fome Torre de Belém . Docas (Oferta de t-shirt e boné no acto da inscrição) NIB: 0007 0576 000038000 18 84 Inscrições: Até 04/06/2010: Os vários Colaboradores da Securitas participantes no Evento. No passado dia 21 de Março, a Securitas reuniu cerca de 70 Colaboradores e participou na 20.ª Meia e Mini Maratonas de Lisboa. De forma a criar um verdadeiro espírito de equipa entre os Participantes da Prova, a Securitas ofereceu a todos os Colaboradores a participação e uma t-shirt com o seu logótipo. O ponto de encontro para o local da partida foi na nossa Sede, em Linda-a-Velha. Chegados ao ponto de partida, foi o momento da foto de grupo. Até ao início da prova houve confraternização entre Colegas e depois foi correr, para ver quem chegava primeiro à meta. Na verdade, só alguns correram, porque outros optaram por um belo passeio, repleto de amigável cavaqueira. 56 SECURITAS PORTUGAL A Meia Maratona, este ano denominada “EDP - 20.ª Meia Maratona Internacional de Lisboa”, foi uma organização do Maratona Clube de Portugal, e o seu percurso teve uma extensão de cerca de 21 quilómetros Integrada no programa da “EDP 20.ª Meia Maratona Internacional de Lisboa”, disputou-se em simultâneo uma competição-convívio de 7.200 metros. O seu percurso teve início junto às portagens da Ponte 25 de Abril, seguindo por Alcântara e terminando no Mosteiro dos Jerónimos, onde se encontrava instalada a meta. No âmbito da sua Política de Responsabilidade Social, a Securitas foi um dos patrocinadores da Marcha Contra a Fome e vai igualmente contribuir com o seu patrocínio para apoiar a Corrida Sempre Mulher. Atenta às importantes causas sociais, sempre que possível, a Securitas presta-lhes o seu apoio. Foi o que aconteceu em relação à Marcha Contra a Fome, realizada em Portugal, simultaneamente, em Lisboa e no Porto, no passado dia 6 de Junho. TNT Porto: Rua do Barreiro 200, Urb. Boa Viagem, Armazém H, 4470-573 Moreira da Maia TNT Coimbra: Mercado Abastecedor da Região Coimbra, Entreposto E2, 3045-504 Taveiro TNT Lisboa: Rua C, Edifício 77, Aeroporto de Lisboa, 1700-008 Lisboa TNT Lisboa (sede): Parque das Nações, Av. D. João II, Lote 1.17.01, 9ºA, 1990-084 Lisboa No dia da marcha na local da partida. As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a Fome das Nações Unidas Para mais informações: TNT - Telf: 218 545 000 e-mail: [email protected] http://www.movingtheworld.org http://www.tnt.com A Marcha Contra a Fome inseriu-se na iniciativa “Walk the World 2010”, sendo que no mesmo dia e à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de pessoas participaram nesta causa. As verbas angariadas foram entregues, na sua totalidade, ao WFP – Programa Alimentar Contra a Fome das Nações Unidas. SECURITAS PORTUGAL 57 Inscrições e Informações: www.corridasempremulher.com telf.: 918 234 803 e 263 508 301 Venha Correr ou Andar por uma boa Causa Receita a favor da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama Parque das Nações 07 de Novembro 2010 Presença especial de Tony Carreira Embaixador da Luta contra o Cancro da Mama Patrocinadores Oficiais Parceiros Comunicação e Design C M Parceiros Media Y Organização CM MY Transportes CY RE S P O NSABI LI DADE SO C I AL CMY K Corrida Sempre Mulher Entretanto, a Securitas já decidiu ser um dos patrocinadores oficiais da Corrida Sempre Mulher, que se vai realizar no dia 7 de Novembro próximo, dando o seu contributo para esta acção de Solidariedade Social, cuja receita se destina à Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama. A Corrida Sempre Mulher estará de volta ao Parque das Nações, em Lisboa, contando com a presença de Tony Carreira, Embaixador da Luta Contra o Cancro da Mama 2010. O percurso de quatro quilómetros da Corrida Sempre Mulher em 2010 tem como objectivo a angariação de fundos para a aquisição da nova Sede da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, no Campo Santa Clara, em Lisboa, e para a obra de construção do respectivo Auditório. Porque o Cancro da Mama não é exclusivo das mulheres, os homens também podem participar, desde que se inscrevam em conjunto com um elemento feminino, adulto ou criança. Os participantes, no dia da corrida, poderão viajar gratuitamente na CP, Fertagus, Metro Lisboa e Carris, transportes oficiais desta iniciativa. 58 SECURITAS PORTUGAL