Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO ETEC “JORGE STREET” TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM MANUTENÇÃO AUTOMOTIVA Sistema de troca de marchas eletrônico para motocicletas (STMEM). Marcos Rodrigues da Silva Maurício Oliveira dos Santos Rafael da Silva Reis Renan Pavan da Silva Thiago Martins da Silva Vagner de Oliveira Pereira Wellington de Alfenas Isqui Orientadores: Prof. Milton Alexandre Rhein Merizio Prof. Nubas Custódio São Caetano do Sul / SP 2013 Sistema de Troca de Marchas Eletrônico para Motocicletas (STMEM). Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como pré-requisito para obtenção do Diploma de Técnico em Manutenção Automotiva. Agradecimentos A Deus primeiramente por ter nos ajudado na elaboração e conclusão desse projeto, à família dos integrantes do grupo pelo apoio e compreensão, aos professores do centro de ensino ETEC. Jorge Street, ao Centro Paula Souza, ao nosso coordenador de curso Professor Luiz A. Carnielli e aos dedicados professores e amigos Nubas Custódio, Milton Alexandre e Francisco Chagas pela contribuição e empenho no ato do ensino e disposição nas aulas práticas e teóricas. Resumo Um projeto antes de se buscar obter lucro com ele, temos também que se ater a certos cuidados, ele deve atender a algumas necessidades básicas, como conforto ou utilidade. Visando estes dois pontos, temos como objetivo a fabricação de um dispositivo eletrônico que possa ser instalado em uma motocicleta, fazendo com que a troca de marchas seja efetuada sem a utilização de um pedal, mas sim através de botões. Isso vai muito além de um conforto ou utilidade, temos aqui também a realização de sonhos. Imaginem como seria para um jovem que sofreu um acidente e não pode mais conduzir uma motocicleta convencional de estrada por que não consegue fazer o movimento de engate por causa do acidente. Com um custo baixo e fácil adaptação, podemos através de nosso projeto batizado a princípio como STMEM oferecer exatamente dois itens muito requisitados nos dias atuais: conforto ao pilotar e baixo custo de aquisição. Lista de Figuras Figura 1........................................................................................................................7 Figura 2.......................................................................................................................11 Figura 3......................................................................................................................12 Figura 4......................................................................................................................12 Figura 5......................................................................................................................13 Figura 6......................................................................................................................14 Figura 7......................................................................................................................16 Figura 8......................................................................................................................17 Figura 9......................................................................................................................19 Sumário Introdução ................................................................................................................... 6 Sistema de Hidrogênio por Eletrólise .......................................................................... 6 Sistema de Direção Elétrica Universal ........................................................................ 6 Sistema de Troca de Marchas Eletrônica .................................................................... 6 1. Fundamentação Teórica ....................................................................................... 7 1.1. Transmissão da moto ........................................................................................ 7 1.2. Caixa de mudanças ........................................................................................... 7 1.3. Constituição da caixa de mudanças .................................................................. 8 1.4. Árvore primária .................................................................................................. 8 1.5. Árvore secundária ............................................................................................. 8 1.7. Engrenamento das marchas ............................................................................. 9 1.8. Engrenagens corrediças .................................................................................... 9 2. Desenvolvimento do Projeto ............................................................................... 11 3. Resultados Obtidos ............................................................................................ 13 4. Cronograma ........................................................................................................ 15 5. Desenho ............................................................................................................. 15 6. Croqui ................................................................................................................. 16 7. Pesquisa de Componentes - Tecnologias ........................................................... 17 7.1. Motores de corrente contínua .......................................................................... 17 8. Previsão de Custos ............................................................................................. 18 9. Fundamentação do Projeto................................................................................. 19 10. Objetivos – geral e específico(s) ..................................................................... 19 11. Justificativa ...................................................................................................... 20 12. Metodologia ..................................................................................................... 20 Conclusão ................................................................................................................. 21 6 Introdução No início, pensando em um tipo de projeto que viabilizasse um bom desempenho e idealização em seu desenvolvimento, surgiram ideias variadas em que algumas se destacam por serem usuais e inovadoras. Entre as ideias do grupo, destacamos as principais. Sistema de Hidrogênio por Eletrólise Um sistema de fabricação de hidrogênio visando a produção e o consumo do mesmo de forma imediata, sendo construída uma célula de eletrólise, onde a mesma iria retirar o hidrogênio de uma solução de água + algum catalisador. Optamos por não o tempo de fabricação e testes seria muito curto resolvemos passar para outro projeto. Sistema de Direção Elétrica Universal Um sistema de direção para ser adaptado em diversos veículos da linha popular, sendo cada um de adaptação exclusiva (cada linha com seu kit). Uma barra acoplada a um motor com corrente inversora e logo após, acoplada ao sistema de direção do veículo, faria com que o veículo obtivesse uma dirigibilidade muito mais agradável ao condutor. Devido a custos elevados para o grupo e pouco tempo para se desenvolver o projeto o mesmo passou a ser esquecido. Sistema de Troca de Marchas Eletrônica Trata-se de um conjunto a ser incorporado ao câmbio de uma motocicleta, fazendo com que a troca de marchas seja executada através de um comando eletrônico, ou seja, um motor de corrente continua (cc) receberá um sinal do circuito eletrônico e estará interligado a engrenagens que farão com que a troca seja executada ao ser acionado um botão pelo condutor da motocicleta. Um projeto não só inovador para ser acoplado a motos convencionais, mas também uma grande 7 possibilidade de que um condutor que sofreu um acidente e não pode mais conduzir uma motocicleta por uma lesão na perna possa voltar a conduzi-la normalmente. O sistema de troca de marchas eletrônica (STMEM) vem com o objetivo de facilitar a vida do condutor, fazendo com que haja menos esforço ao conduzir sua motocicleta, e também para ajudar aqueles, que já não podem mais conduzi-la por alguma adversidade sofrida. 1. Fundamentação Teórica 1.1. Transmissão da moto Um motor de motocicleta pode gerar uma enorme quantidade de potência, que deve ser entregue para a roda motriz do veículo de modo controlável. A transmissão da motocicleta entrega potência para a roda traseira através de uma série de estruturas que incluem o jogo de engrenagens, a embreagem e o sistema de acionamento. Figura 1 - Uma transmissão simples 1.2. Caixa de mudanças É um conjunto mecânico que, através de engrenagens, permite variar a velocidade da transmissão em benefício de maior força de tração na motocicleta. A caixa de mudanças permite que o motor funcione numa faixa constante de rotação, variando rotação da roda traseira de acordo com a necessidade na 8 condução, ou seja, se o motor mantém 2.000 rpm em terceira marcha, a velocidade é maior e a força menor, o que é possível pelo engrenamento de engrenagens de diferentes tamanhos. Quando o motor está em funcionamento, a árvore primária recebe a rotação da árvore de manivelas, que, através das engrenagens, multiplica ou divide esta rotação secundária, ou seja, as engrenagens da caixa de mudanças são de diversos tamanhos e estão fixadas em duas árvores paralelas que, quando engrenadas, transformam a força recebida do motor em velocidade ou força de tração. 1.3. Constituição da caixa de mudanças Basicamente, a caixa de mudanças é formada por duas árvores distintas: primária e secundária. 1.4. Árvore primária Composta por um eixo estriado com uma engrenagem fundida em sua estrutura e por diversas engrenagens que deslizam em suas estrias. O número de engrenagens deslizantes depende do número de marchas à frente de que a motocicleta for dotada. A árvore primária é ligada à embreagem por engrenagens, a qual se liga à árvore de manivelas do motor, recebendo deste último a força desenvolvida, transmitindo-a, então, à árvore secundária. Em alguns casos, a ligação da árvore primária com o motor é feita através de corrente de aço. 1.5. Árvore secundária Compõe-se de um eixo estriado e um número igual de engrenagens na árvore primária. A árvore secundária recebe o movimento da árvore primária, transmitindo-o à roda traseira da motocicleta na velocidade correspondente à marcha engrenada. A velocidade desenvolvida por cada marcha depende da relação de engrenagem 9 existente entre as engrenagens primárias e secundárias. 1.6. Relação das engrenagens Quando uma engrenagem pequena aciona uma grande, dá-se o aumento de torque ou força de torção, e, ao mesmo tempo, uma redução de rotações por minuto na engrenagem acionada. Numa relação de 3 × 1, diz-se que determinada engrenagem girou três vezes, enquanto a outra girou apenas uma vez, o que é possível, porque a engrenagem que girou menos vezes é maior e tem três vezes o número de dentes da engrenagem menor. Quando há o acoplamento de engrenagens de diferentes tamanhos, podemos variar a força e a velocidade. 1.7. Engrenamento das marchas O engrenamento das marchas nas motocicletas é feito por duas formas distintas: por engrenagens corrediças e engrenagens permanentes, estas últimas pouco usadas pelos fabricantes. 1.8. Engrenagens corrediças A mudança das marchas neste sistema é feita por garfos que se encaixam em ranhuras circunferências nos cubos das engrenagens. Cada engrenagem é fixada à árvore por meio da chaveta, de modo que possa correr livremente num espaço, até engrenar-se com a engrenagem mais próxima em forma de luva. Cada engrenagem fica em contato permanente com a engrenagem adjacente da outra árvore; mas gira livremente, até engrenar-se com a engrenagem corrediça, que, ao se acoplar, trava a árvore, fazendo girar todo o conjunto. Apesar de todas as engrenagens estarem engrenadas simultaneamente nos dois eixos, elas giram, mas sem produzir força, pois ela só é produzida, quando a engrenagem corrediça se interpõe entre as duas, ou seja, no momento em que é 10 acionado o garfo seletor, o qual movimenta-a, de modo que a rotação saia da árvore secundária. Os garfos de mudanças são controlados por um tambor de alavanca de mudança ou por um disco excêntrico. A função dos tambores e do disco é transformar o movimento giratório da alavanca de mudança para engate e desengate das engrenagens. O tambor da alavanca de mudanças é uma espécie de excêntrico com canais na superfície, onde os pinos passam pelos garfos. Os próprios garfos podem ser sustentados pelo tambor ou pelos eixos separados. De qualquer modo, os movimentos laterais e as posições são controlados por canais feitos no tambor. Enquanto o tambor gira, os garfos são movimentados lateralmente, para mudar as engrenagens dentro da caixa de mudanças. Cada mudança de engrenagem requer apenas alguns graus da rotação do tambor. Este sistema é o mais usado nas motocicletas convencionais pela sua simplicidade no engate ou desengate das marchas, pois o tambor seletor é construído de forma a nunca ser possível engrenar duas marchas ao mesmo tempo. A seleção das engrenagens é feita levantando ou apertando a alavanca de mudanças, ligada a uma catraca por um eixo. Acionada a alavanca, a mola da catraca faz com que esta volte, automaticamente, à sua posição central. Ao movimentar o mecanismo de mudanças, move-se o eixo de controle para frente ou para trás, dentro do eixo intermediário. O receptor de esferas empurra um jogo de esferas de aço para fora das suas aberturas no eixo intermediário, que se projetam deste para a cavidade existente na engrenagem, travando-o contra o eixo. As demais engrenagens ficam livres, uma vez que estão girando nesse eixo sem se encontrarem presas, pois não há possibilidade de engrenamento de duas marchas ao mesmo tempo. A caixa de mudanças de uma motocicleta basicamente não requer de manutenção periódica ou preventiva. Mas, há dois procedimentos básicos que não devem ser desprezados: trocar o óleo periodicamente é um fator de grande importância, pois da boa lubrificação auxiliam a conservação das engrenagens e um engrenamento perfeito. 11 2. Desenvolvimento do Projeto Inicialmente tivemos a ideia de utilizar um motor de trava elétrica, acionamento 12 v (cc), para adaptar a mudança no pedal de troca de marchas. Alteramos o ângulo do pedal em (90º), sendo assim, o mesmo ficou na posição vertical. Após testes realizados verificamos que o motor não exercia força suficiente pra movimento de avanço e recuo do pedal, pois seu curso não era suficiente, já que o curso total é de 20 mm. O segundo teste foi realizado com um solenoide de motor de arranque 12 v (cc), a estrutura do teste continuou a mesma que a anterior, mas desta vez ainda sem sucesso, o curso e a força exercida também não foi suficiente. Figura 2 – O terceiro teste foi realizado com um motor elétrico 12 V (cc) e uma engrenagem encaixada no eixo do motor, e outra soldada no pedal de troca de marchas, sendo assim, utilizamos o sistema de transmissão de força. Com a rotação do motor em ambos os sentidos, o pedal de troca de marchas se movimenta engrenando as machas, com movimento de avanço e recuo do pedal. 12 Figura 3 - Figura 4 - Por fim, foram feitos os ajustes finais com ajuda de multímetro para cálculo dos resistores que atuam de forma a limitar o curso das engrenagens. Notamos que a fase de ajustes finais foi a mais complexa, devido a precisão de encaixe das engrenagens, e o fato de não alterar a originalidade da motocicleta, também influenciou bastante, pois os ajustes tiveram que ser feitos 13 todos no suporte de fixação e no circuito eletrônico no intuito de um funcionamento melhor. 3. Resultados Obtidos Mesmo com pouco tempo para o desenvolvimento do projeto, foram obtidos ótimos resultados, apesar das dificuldades que apareceram durante o processo, o resultado foi considerado bom. Motor elétrico utilizado no projeto Figura 5 14 Reprodução computadorizada das engrenagens e do motor Figura 6 – Uma engrenagem fixa no eixo do motor e outra diretamente na alavanca seletora de marchas, engrenamento perfeito para selecionar as marchas para cima ou para baixo sem exigir muito do motor. Através de dois botões é feito o acionamento do motor de engrenamento, comandado por um circuito eletrônico o motor faz o movimento para direita ou para esquerda partindo do ponto 0 (neutro). Acionando o botão 1 a engrenagem se move para esquerda e a 1ª marcha será selecionada , ao engatar a marcha e engrenagem volta para seu ponto de origem pronto para novo acionamento, para acionar 2ª, 3ª, 4ª e 5º é só fazer a engrenagem mover para direita pressionando o botão 2. Para voltar ao neutro é só pressionar o botão 1 novamente. O sistema ainda conta com proteção para que se evite o engate indevido de marchas com qualquer toque indesejado; A placa eletrônica só será acionada quando receber um sinal de acionamento da embreagem. 15 4. Cronograma CRONOGRAMA ATIVIDADES Compra de Materiais Desenvolvimento e Pesquisa Testes Acabamento Conclusão 5. Desenho JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO 16 Figura 7 - 6. Croqui Figura 8 - 17 7. Pesquisa de Componentes - Tecnologias Especificações dos componentes: Motor Elétrico: Tensão: 12vcc Corrente Máxima: 1.8 A Potência: 4,9 Watts Torque: 11,1 Kgf. Caixa de Redução: 1:72 Botões: Normalmente aberto sem trava Circuito Eletrônico: Tensão Entrada: 12vcc Corrente: 400ma Tensão de Saída: 12vcc Tempo de acionamento da partida do motor: 300ms Tempo de acionamento do retorno do motor: 80 7.1. Motores de corrente contínua Precisam de uma fonte de corrente contínua, por exemplo, um dispositivo que converta a corrente alternada comum em contínua. Podem funcionar com velocidades ajustáveis entre amplos limites e se prestam a controles de grande flexibilidade e precisão. Por isso seu uso é restrito a casos especiais em que estas exigências compensam o custo muito mais alto da instalação, ou no caso da alimentação usada ser contínua, como no caso das pilhas em dispositivos eletrônicos. Na maioria dos motores elétricos CC, o rotor é um ‘eletroímã’ que gira entre os polos de ímãs permanentes estacionários. Para tornar esse eletroímã mais eficiente o rotor contém um núcleo de ferro, que se torna fortemente magnetizado, 18 quando a corrente flui pela bobina. O rotor girará desde que essa corrente inverta seu sentido de percurso cada vez que seus polos alcançam os polos opostos do estator. O modo mais comum para produzir essas reversões é usar um comutador. Figura 9 - 8. Previsão de Custos Produto Valor Relê (cada unidade) R$ 4,99 Motor rotativo (cc) R$ 53,20 Chave seletora R$ 6.00 Capacitores (cada unidade) R$ 0.20 Abraçadeiras de plástico (cada unidade) R$ 0.50 3 peças utilizadas 19 Fio (chicote total) R$ 4,00 Transistor R$ 0.60 Resistor R$ 0,40 Integrado 556 (cada unidade) R$ 4.00 Diodo (cada unidade) R$ 0.50 Custo Total R$ 211,38 9. Fundamentação do Projeto Utilizando componentes de fácil acesso, como um motor de corrente contínua (cc), e chave seletora, fios comuns encontrados em qualquer departamento de venda do tipo, podemos facilmente adaptar este componente a uma motocicleta, direcionado a área automobilística, no seguimento das motocicletas, podendo facilitar e suavizar a troca de marchas, o (STMEM) vem com a proposta de ser um projeto inovador em sua área de atuação. 10. Objetivos – geral e específico(s) Com o objetivo de demonstrar os conhecimentos adquiridos no curso de manutenção automotiva. E através deste projeto oferecer uma inovação ao mercado proporcionando conforto e praticidade. 20 11. Justificativa Por ser um projeto desafiador e também por ter uma ótima relação entre custo e beneficio. 12. Metodologia Este trabalho será realizado através de pesquisas em sites e com uma análise em uma motocicleta. Sites que iremos utilizar para realizar nosso trabalho: http://quatrorodas.abril.com.br/moto/reportagens/cambios-eletronicos-658396.shtml http://www.dynomania.com.br/rapid_bike.html http://www.centralcar.net.br/cambio_automatico.html http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=94106&topico=2650890 A nossa metodologia é experimental, montaremos o projeto sobre o eixo de acionamento das marchas do câmbio e iremos instalar na FAN 125, para observar a viabilidade e o funcionamento do projeto, analisando os resultados. 21 Conclusão Chegamos a conclusão que a cada aula e a cada instrução adquirida em sala, tanto de forma verbal quanto escrita é de extrema necessidade no momento de elaboração e fabricação de um projeto. Todo conhecimento que se adquire deve ser aplicado de forma eficaz e notória em todas as áreas de nossas vidas, e principalmente na formatação e realização de algo. Aprendemos e concluímos com esse simples projeto, que as dificuldades devem ser superadas, os empecilhos devem ser tratados de forma séria e responsável e não existem limites quando se quer conquistar. O STMEM foi importante para nós por vários fatores, principalmente na capacitação técnica e também no convívio e amizade adquiridos durante essa trajetória. Alguns integrantes do grupo aprenderam a soldar, outros adquiriram experiências em circuitos eletrônicos, outros desenvolveram habilidades em desenhos no AutoCAD e solid works. E consolidamos a ideia de que a vida é um eterno aprendizado.