A QUÍMICA DO CHOCOLATE
Autora: Jessica Norberto Rocha
Orientadora: Profa. Dra. Tânia Margarida Lima Costa
Centro de Difusão da Ciência da Universidade Federal de Minas Gerais
RESUMO: O projeto “A Química do Chocolate” foi realizado pelo Centro de Difusão da
Ciência da Universidade Federal de Minas Gerais (CDC/UFMG). Este projeto propôs trabalhar
em dois eixos. Um dos eixos foi o evento científico “A Química do Chocolate” realizado no dia
24 de Março de 2007, de 09h às 16h, na Praça da Liberdade em Belo Horizonte, com exposições
interativas, oficinas e palestras, abertas ao público em geral. O outro eixo foi a publicação e
distribuição da Coletânea de Ciência e Tecnologia – Química do chocolate: um mergulho
científico no mundo do chocolate, que atuou como fonte de informação para o público
participante e não-participante do evento.
PALAVRAS-CHAVE: Divulgação científica; chocolate; público diversificado.
O projeto “A Química do Chocolate” foi realizado pelo Centro de Difusão da
Ciência (CDC /UFMG), um espaço de divulgação científica e tecnológica e articulação
de unidades acadêmicas e instituições, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão da UFMG
e dirigido, desde a sua implantação em 2006, pela Professora Doutora Tânia Margarida
Lima Costa. Esse projeto foi proposto com a argumentação de que a discussão de um
tema de interesse comum a pessoas de todas as idades, como o chocolate, de forma
dinâmica e interativa, poderia ser uma estratégia para a difusão da ciência.
Reconhecendo o grande sucesso do chocolate como alimento, sendo altamente
consumido nos períodos próximos a Páscoa, o CDC/UFMG almejou aproximar a
sociedade do conhecimento científico e estreitar as relações entre Universidade e
comunidade.
Calvo Hernando (2002) coloca como um dos grandes desafios do século XXI a
necessidade de levar à sociedade o conhecimento científico, mostrando riscos,
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benefícios e promovendo um diálogo entre os cientistas e o restante da sociedade.
Segundo o jornalista, essa necessidade deriva da importância da ciência no mundo
contemporâneo: a ciência e a tecnologia repercutem nas estratégias industriais, nas
economias nacionais, na expectativa de vida da população, na demografia, além de
superar distâncias pelo satélite ou facilitando viagens e turismo. A partir desse ponto de
vista, a divulgação científica possui um significado de direito do cidadão. O
conhecimento é condição necessária para que qualquer cidadão possa estar mais bem
capacitado para pensar e atuar nas questões e nos problemas do meio em que vive e de
negar fé ingênua nas propostas e nos avanços científico-tecnológicos. Nessa direção, a
preocupação de se investir na divulgação científica para o letramento e a alfabetização
científica, apontam medidas de cunho internacional e nacional.
A Conferência Mundial da Unesco sobre ciência, realizada em julho de 1999,
emitiu uma declaração sobre a ciência e o uso do conhecimento científico. Lá foram
estabelecidos princípios implementados como norteadores de políticas públicas para o
desenvolvimento de pesquisas e temas relacionados à popularização da ciência. Nas
diretrizes foram apontadas necessidades como: a promoção para a comunidade em geral
do acesso mais eqüitativo à ciência e aos seus benefícios, a sensibilização dos que
atuam na ciência para o papel fundamental da educação científica, o aumento da
percepção pública sobre a ciência e o estímulo à sua popularização, além de sugerir que
os governos atribuam prioridade à melhoria da educação científica em todos os níveis
de ensino.
O World Science Fórum (WSF) realizado em Budapeste em novembro de 2003
teve como objetivo dar uma oportunidade às diversas comunidades científicas para
apresentar e discutir a ciência. Segundo Werthein,
A Declaração Sobre Ciência e o Uso do Conhecimento Científico, adotada
pela Conferência Mundial de Budapeste realizada pela UNESCO,
reconheceu que o acesso ao conhecimento científico, a partir de uma idade
muito precoce, faz parte à educação de todos os homens e mulheres, e que a
educação científica é de importância essencial para o desenvolvimento
humano, para a criação de capacidade científica endógena e para que
tenhamos cidadãos participantes e informados. A Declaração insiste em que
a educação em ciência, sem discriminação e abrangendo todos os níveis e
modalidades, é um requisito fundamental da democracia e também do
desenvolvimento sustentável (WERTHEIN, 2004)
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Da mesma forma, o governo federal vem promovendo um grande esforço para
estabelecer uma política de difusão e popularização da ciência que possa responder às
crescentes demandas da população brasileira e diminuir a distância entre ciência e vida
cotidiana. Na comissão de transição do primeiro governo do presidente Lula, o
professor Ildeu de Castro Moreira, atual coordenador do Departamento de
Popularização de Ciência do Ministério da Ciência e Tecnologia, defendeu a educação
científica para o crescimento do país e ressalta o compromisso das entidades de ensino e
pesquisa com a formação cidadã dos brasileiros. Argumenta que elas têm um grande
poder de divulgação científica que muitas vezes não o coloca em prática por diversos
motivos, por isso o governo deveria estimulá-las a fazer um grande mutirão. A
Universidade como local de ensino, pesquisa e extensão tem em suas duas primeiras
atividades significados claros para a comunidade, no entanto, as atividades de extensão
ainda precisam de maior compreensão. A extensão universitária ultrapassa os muros da
academia e oferece oportunidades para que haja uma rica troca de conhecimentos entre
os conhecedores da ciência, cientistas, professores e alunos, e a população. Assim, a
comunidade científica pode informar e educar sociedade, e a sociedade pode oferecer
elementos de seu cotidiano que incrementam e fomentam a pesquisa científica. Ambos
trabalhando numa permanente reflexão crítica sobre a realidade e, ao mesmo tempo,
atuando para transformá-la.
Dada a indiscutível importância da divulgação científica para o desenvolvimento
de uma nação e o compromisso acadêmico com tal tarefa, depara-se com a questão dos
meios que permitem aproximar a ciência e a população. Assumindo a existência de
distintos formatos, detecta-se a necessidade também de distintas estratégias de
comunicação. Ao buscar meios para popularizar a ciência optamos, nesse projeto, pelos
Eventos Científicos. É importante enfatizar que eles pretendem ousar e atingir “a
população como um todo”, ou seja, além do público escolar, um outro não exclusivo ao
meio escolar e/ou acadêmico ou que no momento da visita não tenha este foco. Dessa
forma, eles são visitados por um público mais abrangente como famílias, grupos de
amigos, entre outros. E ainda, acontecem em locais públicos como praças, parques,
clubes, e outros fora do ambiente escolar ou acadêmico. Tais características permitem
mostrar que a ciência não deve ser vista como um conteúdo pertencente apenas a
instituições de ensino e, sim, como um meio de entender e atuar no mundo em que se
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vive. E mais, servem como uma oportunidade rica de integrar pessoas com experiências
diversas em um mesmo espaço e tempo para refletirem e discutirem sobre um mesmo
tema.
Os Eventos Científicos para serem bem sucedidos também necessitam de um
tema que atraia a população, que desperte a curiosidade em pessoas de todas as idades,
classes sociais e níveis de instrução e que esclareça mitos, verdades e dúvidas. Assim,
escolhemos como tema de nosso Evento Científico o Chocolate. Várias foram as razões
para essa escolha, das quais destacamos duas. A primeira é o grande consumo do
chocolate como alimento e o desconhecimento de alguns aspectos desse produto por
parte dos consumidores e produtores. Quer seja ele amargo, ao leite, branco, liso,
granulado, crocante, líquido, em barra, frio, quente, em pó, caro, barato, nacional,
importado, enfim, o chocolate é um dos alimentos mais apreciados por todas as idades
classes sociais ao redor do mundo. Evidentemente, torna-se imperioso que a sociedade
saiba sobre os alimentos e produtos consumidos, bem como sua utilização, evitando
disseminação de informações falsas, o desperdício, a contaminação, reações alérgicas
no organismo, entre outras conseqüências. A segunda razão foi o grande apelo cultural
do chocolate na época da Páscoa. O chocolate é muito consumido durante todo o ano,
mas, durante os períodos próximos à grande comemoração da Páscoa, esse consumo
aumenta significativamente com a cultura de distribuir Ovos de chocolate. Assim,
argumentou-se que um Evento Científico que tivesse o chocolate como tema principal
durante essa época do ano, teria atenção do grande público pelo fato de fomentar o
interesse das pessoas em saber mais sobre o que consome, sobre a sua saúde, sobre as
origens desse alimento, sobre como manipular e armazenar o alimento e sobre como
gerar uma renda com esse alimento.
Este projeto propôs trabalhar em dois eixos, que contribuíram para a divulgação
das pesquisas desenvolvidas na Universidade sobre o chocolate e dos conhecimentos
adquiridos por outras instituições ao trabalharem com o alimento como matéria-prima.
O primeiro eixo foi a realização do evento científico “A Química do Chocolate” no dia
24 de Março de 2007, de 09h às 16h, na Praça da Liberdade em Belo Horizonte, Minas
Gerais destinado ao público em geral não-especializado da capital e regiões próximas. O
evento ofereceu atividades como oficinas, exposições e apresentações artísticas (todas
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gratuitas), de abordagem científica e multidisciplinar sobre o tema principal, o
chocolate. O segundo eixo foi a publicação da Coletânea de Ciência de Tecnologia –
Química do chocolate: um mergulho científico no mundo do chocolate, distribuída
durante todo o evento e que atingiu, além do público visitante, o não-visitante.
O desenvolvimento do projeto foi organizado em três fases: Concepção e
Preparação; Desenvolvimento e Conclusão e Realização.
Durante Concepção e Preparação, foram identificadas as áreas que poderiam
contribuir com o conhecimento científico e a direção de cada unidade acadêmica foi
contactada para que pudessem indicar um pesquisador que representasse a respectiva
área do conhecimento. Como resultado, obtivemos respostas positivas das seguintes
unidades: Faculdade de Farmácia, Faculdade de Medicina, Escola de Enfermagem,
Instituto de Ciências Biológicas e Centro Pedagógico. Da mesma forma, foi feita uma
busca por instituições em Minas Gerais que poderiam atuar como parceiras, obtendo os
seguintes resultados: Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira
(CEPLAC), Escola Maria Chocolate, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
(SENAC), Showcolate Fondue Express e Spa Outeiro de Minas. Entre todos esses
membros participantes do projeto, escolheram-se duas pesquisadoras para compor a
Comissão Científica, que ficaria a cargo da análise da veracidade e coerência de todas
as informações que seriam dadas ao público: Profa. Dra. Accácia J. G. Pereira, da
Faculdade de Farmácia, e Profa. Dra. Leonor B. Guerra e a Profa. Dra. Tânia Margarida
L. Costa, orientadora do projeto. Nessa fase foi realizada ainda a escolha da identidade
visual do evento e da coletânea.
A fase de Desenvolvimento envolveu o estabelecimento do conteúdo e da
abordagem que seria dada por cada um dos pesquisadores e parceiros. Foi-se decidido
então que o evento “A Química do Chocolate” seria dividido em oito espaços, sendo
sete deles tendas e um a Unidade Móvel do Senac. As tendas foram distribuídas pelo
tipo de abordagem e atividade a ser desenvolvida como segue: Tenda do Saber/ Mitos e
Verdades,Tenda dos Sentidos,Tenda dos Contos, Tenda da Estética Corporal, Tenda
Showcolate, Tenda Maria do Chocolate, Tenda do Saber Fazer / Unidade Móvel
SENAC.
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Na Conclusão, finalizamos a operacionalização do evento, definindo a
quantidade de monitores especializados para atuar no dia do evento, solicitação da
preparação deles por parte da Comissão Científica, locação de equipamentos (tendas,
TVs, DVDs e outros), verificação da documentação necessária, compra de material de
secretaria, elaboração de fichas para inscrição para as oficinas e outras ações.
Elaboramos os instrumentos de avaliação do evento e, finalmente, realizamos o evento
no dia 24/03/2007 na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Para a publicação da
Coletânea, a equipe do CDC/UFMG coletou os seguintes artigos escritos pelos
pesquisadores da Universidade: 1) “Chocolate é uma festa para o cérebro!”, 2)”Por que
o chocolate faz bem à saúde?”, 3) “Conhecendo o chocolate”. A equipe do CDC/UFMG
escreveu algumas sessões da Coletânea sob a orientação da Comissão Científica, como:
4) “Linha do tempo do chocolate”, 5) “Você sabia”, 6) “Derretendo os mitos”, 7) Links
de sites sobre o chocolate e os museus de chocolate no mundo, e 8) Deliciosas receitas.
Assim que organizada, a Coletânea passou pela revisão, pelo projeto gráfico e
diagramação e solicitação do número do ISBN (978-85-88221-04-8). A Coletânea de
Ciência e Tecnologia – Química do chocolate: um mergulho científico no mundo do
chocolate foi publicada com uma tiragem de 1 mil exemplares distribuídos
gratuitamente para o público que participou do evento “A Química do Chocolate”.
O público atendido com o projeto foi de aproximadamente 3,5 mil pessoas, de
diversas faixas etárias e classes sociais. Durante todo o evento “A Química do
Chocolate”, foram atendidas aproximadamente 2000 pessoas. Foram distribuídos 1 mil
exemplares da Coletânea. Acredita-se que a informação científica sobre o chocolate
pôde alcançar mais pessoas, tendo em conta que ela não foi lida somente pelas pessoas
presentes no evento, mas também por aquelas que não puderam comparecer e tiveram
acesso através de familiares, amigos, colegas de escola e trabalho.
Uma Pesquisa de Opinião e uma Pesquisa de Conhecimento foram elaboradas
para o evento. Na Pesquisa de Opinião procurou-se saber informações sobre como o
público visitante ficou sabendo do evento, sobre a clareza na transmissão de
informações, o espaço para esclarecimento de dúvidas, a proximidade entre o
aprendizado e o cotidiano, a qualidade das informações e a organização do evento como
um todo, sobre o sexo e idade do mesmo. Além disso, preparou-se uma pesquisa
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individual por tenda, em que houve atribuição de notas de 1 a 7 e uma pergunta fechada,
com objetivo de saber se o conhecimento científico abordado na atividade realmente foi
absorvido pelo público visitante. Após o evento houve a quantificação e tratamento dos
dados, posteriormente discutidos em reunião de equipe no CDC/UFMG. A discussão se
deu no sentido de evidenciar os pontos positivos e negativos do evento para planejar
ações de novos projetos. Pôde-se perceber que o público ficou satisfeito com o
desempenho geral do projeto, atribuindo notas médias de 6 pontos, num máximo de 7.
Sobre o conhecimento científico abordado nas perguntas, percebeu-se que a aquisição
do conhecimento se efetivou, na medida em que a grande maioria das respostas dadas
foi correta. As entrevistas dos meios de comunicação mostraram que os participantes
consideraram esse tipo de evento essencial para a aprendizagem, o convívio com
pessoas de vários níveis de instrução e, sobretudo, para despertar o interesse pelo
conhecimento científico. Podemos citar dois depoimentos dados respectivamente ao
MGTV 1ª edição e ao Circuito UFMG:
“Vou procurar para saber o que é bom, o que não é, pra gente maneirar e não
comer descontroladamente.” Angélica Trindade (Atendente)
“Acho que vale a pena trazer os alunos para esse contato com o conhecimento,
com a ciência, com a química, com o sabor, com o chocolate.” Adriana (Professora)
O Evento Científico teve grande repercussão na mídia, sendo comunicado em 4
jornais impressos, dentre eles os mais vendidos em Minas Gerais, como o Estado de
Minas e O Tempo; na televisão, através de emissoras com grande número de
espectadores, como é o caso da Globo Minas; no rádio, em estações como a CBN e a
Band News, e na internet, em portais como Uai. O fator divulgação também é
importante para o sucesso do evento, porque além de fomentar novas visitações, mostra
para a sociedade que a Universidade está buscando cada vez mais, através das ações de
extensão, se aproximar da comunidade.
A estratégia de divulgar ciência através de Eventos Científicos tem-se mostrado
ferramenta importante para suscitar a curiosidade e o debate do público para temas da
ciência. O projeto “A Química do Chocolate” serviu como ponto de partida para a
UFMG levar temas da ciência ao público geral não-especializado, de forma lúdica,
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criativa e divertida, mas também instrutiva, em um espaço fora do âmbito acadêmico.
Dessa forma, alcançamos nossos objetivos socializando as pesquisas acadêmicas sobre
o chocolate e o cacau, incentivando o espírito científico e a descoberta do próprio corpo.
O projeto também ofereceu oportunidades para aqueles que estão muito ligados à
academia, como pesquisadores, professores e alunos, contribuíssem para a formação
cidadã da população. A união das unidades acadêmicas e parcerias foi fundamental para
que os dois eixos de atuação do projeto obtivessem sucesso. E o mais importante, o
projeto conseguiu com que unidades acadêmicas, instituições, e empresas, cada qual
com seus objetivos e interesses, estreitassem seus laços e trabalhassem juntos e para
alcançar um fim comum: a melhoria da formação da população através da divulgação
científica. Concluindo, é essa perspectiva de divulgação da ciência e educação científica
para todos que o CDC/UFMG continua aceitando propostas de professores e bolsistas e
mantendo ações que obtiveram sucesso. Assim, o projeto “A Química do Chocolate” se
mantém no cronograma de atividades anual com previsão para atuar durante o primeiro
semestre de 2008.
Referências
HERNANDO, Manuel Calvo. “La divulgación científica y los desafios del nuevo siglo”,
Conferência realizada no Congresso Internacional de Divulgação Científica, São Paulo, 26 a 29
agosto 2002. In:
http://www.jornalismocientifico.com.br/artigodivciencalvohernandocongressousp.htm, em
16/04/2006.
___________. Manual de periodismo cientifico. Barcelona: Bosch, 1997.
MARQUES, G. C. Ciência para a comunidade. In: Crestana, S.; Castro, M. G. & Pereira, G. R.
M (Orgs.). Centros e Museus de Ciência: visões e experiências. Ed. Saraiva, 1998. p. 62-67.
MASSARANI, Luisa, MOREIRA, Ildeu de Castro, BRITO, Fatima (org.). Ciência e público.
Caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro, Casa da ciência – UFRJ, 2002.
MOREIRA, Ildeu de Castro. Universidades podem ajudar a divulgar ciência no Brasil. Rio de
Janeiro: ComCiência, nº 39, 10 de fevereiro de 2003. Entrevista concedida a Germana Barata.
Disponível em: <http://www.comciencia.br/reportagens/framereport.htm> Acesso em: 12 de
maio de 2007.
WERTHEIN, Jorge. Ensino de Ciências: cada vez mais relevante. Cadernos ABRADIC.
Núcleo José Reis de Divulgação Científica da ECA/USP, ano 3, nº 5, 1º Semestre de 2004.
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O projeto “A Química do Chocolate” foi realizado pelo Centro de