2011.Abril.19
ASSUNTO: Análise Regional AECOPS
/ Abril 2011
Investimento em Construção continua em queda
Segundo os mais recentes dados disponibilizados pelo INE, a economia portuguesa registou, no ano de 2010, um
crescimento de 1,5%, tendo esta expansão do PIB ficado a dever-se ao comportamento positivo do consumo, tanto
das famílias como do Estado, e ao acentuado dinamismo revelado pela procura externa (crescimento real de 8,7%
das exportações). Em sentido contrário evoluiu o investimento, com uma quebra próxima dos 5%, com a
componente Construção a sofrer a redução mais significativa (-5,8%). De destacar que 2010 foi o nono ano
consecutivo em que o investimento em construção se reduziu, atingindo-se já uma quebra acumulada de 36% nesta
variável, desde 2002.
Mesmo com o PIB a crescer, o
mercado de trabalho voltou a revelar
2009
2010
um desempenho bastante desfavorável,
Período de
Var. Homól.
Var. Homól.
com o número total de pessoas
referência
Valor
Valor
acum. (%)
acum. (%)
empregadas a reduzir-se, pelo segundo
Contas Nac. Trim. (val. M €)
ano consecutivo, a par de um aumento
(valores a Preços correntes)
muito significativo do número de
PIB
Soma 4 trim
168.073,8
-2,5
172.836,8
1,4
desempregados, quer em 2009, quer
FBCF Construção
19.864,3
-11,7
19.654,4
-5,8
em 2010. De facto, o número total de
VAB Construção
9.807,1
-9,2
9.976,7
-3,9
desempregados ultrapassou os 602 mil
Emprego e Desemprego
em 2010, o que traduz um crescimento
População empregada (milh.)
5.054,1
-2,8
4.978,2
-1,5
acumulado de 41% ao longo dos 2
População desempregada (milh)
Soma 4 trim
528,6
23,8
602,6
14,0
últimos anos.
Taxa de desemprego (%)
9,5
10,8
O sector da Construção contribuiu de
Jan a
Consumos
forma significativa para esse aumento
Dezembro
Cimento (mil ton.)
5.802,1
-15,4
5.390,4
-7,1
do desemprego, se considerarmos o
Jan a
Preços (V. média ult 12 m.)
número de postos de trabalho que se
Dezembro
IPC (Cont. Total s/ Habit.)
-1,0
1,3
perderam nesta actividade. Assim,
Fontes: INE, ATIC, AECOPS
assistiu-se a uma redução de 72,5 mil
pessoas a trabalhar na Construção,
desde 2008, quando o Sector empregava 555 mil trabalhadores, até ao final do ano transacto, em que esse número
se reduziu para 482,5 mil trabalhadores. Esta informação é, aliás, confirmada pelos valores disponibilizados pelo IEFP
e que apontaram para um crescimento do número de desempregados oriundos do sector da Construção acima da
média global, durante o ano de 2010. Na verdade, em Janeiro desse ano, o número total de desempregados inscritos
nos centros de emprego apresentava uma variação homóloga de +25,6% enquanto o desemprego oriundo do sector
da Construção registava um acréscimo de 48,5%. Já no final do ano este diferencial era mais ténue, com as variações
a situarem-se em +3,1% e +3,2% respectivamente.
Informação Económica Nacional
O início de 2011 não veio revelar alterações significativas na situação das empresas de Construção, dado que se
mantém uma forte quebra da procura que é dirigida ao Sector. Assim e em termos de construção de edifícios
residenciais, verificou-se, em Janeiro, uma nova redução do número de fogos novos licenciados para construção
(-19,5%, em termos nacionais, após uma quebra de 10% em 2010). No que se refere ao conjunto de regiões de
influência da AECOPS, a situação é ainda mais negativa, com uma redução homóloga de 40% no número de fogos
licenciados em Janeiro, a qual se segue a uma quebra de 9% verificada ao longo do ano anterior. De entre as regiões
da zona sul do país, o Algarve e Lisboa são as mais afectadas por esta redução da procura, com quebras de 61% e de
51%, respectivamente, no número de fogos novos licenciados em Janeiro.
Também a contribuir para a difícil situação do mercado imobiliário, os valores da avaliação bancária têm vindo a
deteriorar-se, situando-se o preço por m2, em Fevereiro de 2011, 2,8% abaixo do valor apurado um ano antes. Este
é mais um factor que contribui para o aumento das dificuldades associadas ao escoamento dos fogos novos
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2011.Abril.19
concluídos e que se encontram ainda na posse das empresas, já que constitui um condicionante no acesso das
famílias ao crédito bancário para aquisição de habitação.
O conjunto dos diversos constrangimentos que limitam a produção da Construção tem conduzido à redução do
número de empresas em actividade neste Sector. Segundo os dados disponibilizados pelo InCI, no início de Abril de
2011 existiam, a nível nacional, menos 1.369 empresas de Construção do que um ano antes, 933 dessas sediadas em
zonas de influência da AECOPS (variação de -3,0% neste caso).
Informação Estatística
PORTUGAL
Período de
referência
Habitação (1)
Fogos novos licenciados
Fogos novos concluídos
Avaliação Bancária (€ / m2)
Concursos Públicos (2)
Abertos (Número)
Abertos (Valor) (M €) (3)
Adjudicados (Número)
Adjudicados (Valor) (M €) (3)
Empresas (2)
Com Alvará
Com Título de Registo
Total
Inquérito ao Emprego (INE)
Emprego Total (000)
Desemprego Total (000)
Taxa de desemprego (%)
Inf. Centros de Emprego (IEFP)
Desemprego Total (1)
Nº reg. final do mês (000)
Desemprego na construção (1)
Nº reg. final do mês (000)
Ofertas de emprego na Constr.
(ao longo do mês) (000) (1)
Fontes: INE, AECOPS, BI, InCI, IEFP
Var. Homóloga
acum. (%)
Nº
(b)
REGIÕES AECOPS
/ Portugal
Var. Homóloga
acum. (%)
(b) / (a)
617
26.994
-39,9
-10,9
-
36,3 %
47,0 %
41,5
25,8
52,2
46,4
1.700
57.484
1.139,0
-19,5
-37,3
-2,8
562
868,9
510
901,3
56,1
30,2
29,4
133,9
233
224,2
266
418,5
20,7
8,7
42,2
144,0
21.863
39.035
60.898
-2,0
-2,3
-2,2
11.444
19.241
30.685
-3,7
-2,5
-3,0
52,3 %
49,3 %
50,4 %
I+II+III+IVTrim/10
4.978,2
602,6
10,8
-1,5
14,0
-
3.015,2
333,9
10,0
-1,8
13,7
-
60,6 %
55,4 %
-
I+II+III+IVTrim/10
482,5
-4,6
273,7
-3,4
56,7 %
Fev-11
514,0
-1,2
275,2
-1,6
53,5 %
Fev-11
74,1
0,982
-2,1
5,5
37,8
0,546
-5,2
10,3
51,0 %
55,6 %
Jan-11
I+II+III+IV Trim/10
Fev-11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Abr-11
Abr-11
Abr-11
I+II+III+IVTrim/10
I+II+III+IVTrim/10
Nº empregados na Construção por
área de residência (000) (4)
Nº
(a)
REGIÕES AECOPS
Fev-11
-
%
%
%
%
Nota: Var. hom. acum = (dados acumulados de Janeiro até ao período ref. do ano n) / (dados acumulados de Janeiro até ao período ref. do ano n-1)
(1) Para as regiões AECOPS considerou-se a informação relativa à região Algarve (NUTII), à região Alentejo (NUT II); à região Lisboa (NUT II) e a relativa
às NUT III: Oeste + Pinhal Litoral+ Pinhal Interior Norte + Pinhal Interior Sul + Beira Interior Sul + Cova da Beira + Serra da Estrela + Médio Tejo
(2) Para as regiões AECOPS, considerou-se a informação relativa aos distritos de Faro, Évora, Beja, Portalegre, Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria e Castelo Branco.
No caso dos dados das empresas, a variação é calculada face ao mês homólogo do ano anterior
(3) - Valor a preços correntes
(4) População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS-2002), por actividade principal (CAE-Rev. 3)
Ainda assim, o comportamento do desemprego com origem na Construção revela, neste início de ano, um
comportamento menos negativo, com um ligeiro recuo (-2,1%) face ao ano anterior, não obstante continuar a
representar uma importante parcela do número total de desempregados inscritos nos centros de emprego (14,4%
do total).
Já em termos de procura no mercado das obras públicas, a situação tende a ser um pouco mais animadora, com um
crescimento assinalável do valor das obras adjudicadas, no total do país, durante o primeiro trimestre do ano, face a
igual período do ano anterior (+134% em termos nacionais e +144% no que concerne ao conjunto de regiões de
influência da AECOPS).
No entanto, esta evolução positiva continua a não ser extensível à região do Algarve, a qual manteve, até Março,
uma forte quebra no número e no valor das obras adjudicadas com impacto na região (-62% e -84%,
respectivamente). Esta situação, adicionada à quebra de 61% no número de fogos habitacionais licenciados em
Janeiro nesta região (que se segue a uma redução de 30% ao longo de 2010) traçam um cenário de quase paralisação
da actividade da construção na região mais a sul do país, com todas as graves consequências que daí advêm.
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Mesmo para o resto do território nacional, a difícil situação económica em que o país se encontra leva a temer que
parte significativa do investimento público previsto não se venha a efectuar no futuro próximo, o que poderá vir a
agravar a já difícil situação vivida nas restantes zonas do país.
Informação Qualitativa
(Janeiro a Março 2011)
Opinião sobre Nível de Actividade
Constr. edifícios residenciais
Constr. edifícios não residenciais
Obras Públicas
Situação Financeira
Venda de fogos
Capacidade Produtiva utilizada (%)
Carteira de Encomendas (meses)
Perspectivas
Produção
Emprego
Preços
Indicador de Confiança
Portugal
Algarve
Alentejo
Lisboa
Centro
-45
-53
-39
-40
-41
-82
67,5
8,0
-63
-48
-49
-94
-67
-57
64,2
5,0
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
-40
-49
-25
-37
-47
-76
66,5
6,9
-54
-62
-40
-52
-40
-81
65,7
4,8
-32
-43
-32
-60
-59
-55
-35
-76
n.d.
n.d.
n.d.
n.d.
-41
-46
-32
-60
-50
-42
-30
-65
Fonte: Inquérito Mensal à Actividade FEPICOP/UE.
Nota: resultados em SRE (Saldos de Respostas Extremas), excepto quando indicação em contrário
Os resultados apresentados correspondem aos SRE das diversas questões, excepto nos casos da Capacidade produtiva instalada e no da Carteira de encomendas
Os resultados do Algarve foram apurados com as respostas dos associados com sede no distrito de Faro; os resultados de Lisboa foram apurados com as respostas dos associados
com sede nos distritos de Lisboa e Setúbal e os resultados do Centro foram apurados com as respostas dos associados com sede nos distritos de Santarém, Leiria e Castelo Branco.
n.d. - Resultados não disponíveis devido ao facto do número de respostas recolhidas ser insuficiente para permitir apurar dados para esta região.
E esse cenário de dificuldades é o que tem vindo a ser transmitido através das opiniões emitidas mensalmente pelos
empresários da Construção que participam no Inquérito à Actividade FEPICOP/UE. Assim e ao longo do primeiro
trimestre do ano, a avaliação sobre o ritmo de actividade das empresas de Construção apontou para um forte
abrandamento face ao ano anterior, particularmente intenso na região do Algarve (onde foi apurado um saldo médio
trimestral de -63%, face a um resultado de -45% observado em termos médios nacionais).
O segmento com pior desempenho a nível nacional é o da construção de edifícios residenciais (saldo médio
trimestral de -53%), mas é de destacar o resultado obtido no Algarve para o segmento das obras de engenharia civil,
onde o saldo obtido (-94%) vem confirmar a quase paralisação da actividade decorrente da forte quebra da procura
que se vem observando nesta região.
Face ao ano de 2010, assistiu-se, até Março, a um agravamento da generalidade dos indicadores apurados neste
Inquérito Mensal. Assim e a par da quebra no nível de actividade corrente, registou-se uma sensível redução na
percentagem de utilização da capacidade produtiva instalada nas empresas (de 71,2% para 67,5%), no número de
meses de produção assegurada (desceu de 8,9 para 8,0 meses) e na avaliação sobre a situação financeira das
empresas, cujo saldo de opiniões se situou em -41% no primeiro trimestre deste ano.
No entanto, foi ao nível das expectativas dos empresários que a degradação dos resultados se revelou mais intensa,
particularmente no que concerne às perspectivas de evolução futura da produção, as quais, tendo-se traduzido num
saldo de -15% em 2010, evoluíram para um resultado de -32%, até Março deste ano. Também neste aspecto voltam
a ser os empresários da região do Algarve os mais pessimistas, com os resultados relativos à evolução esperada para
a produção, para o emprego e para os preços a praticar a assumirem valores bem mais negativos do que a média
nacional.
Deste modo, constata-se como sendo muito difícil a situação do sector da construção a nível nacional, mas como
particularmente preocupante a conjuntura vivida pelos empresários algarvios que se dedicam a esta actividade.
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Informação Estatística
Algarve
Período de
referência
Habitação (1)
Fogos novos licenciados
Fogos novos concluídos
Avaliação Bancária (€ / m2)
Concursos Públicos (2)
Abertos (Número)
Abertos (Valor) (M €) (3)
Adjudicados (Número)
Adjudicados (Valor) (M €) (3)
Empresas (2)
Com Alvará
Com Título de Registo
Total
Inquérito ao Emprego (INE)
Emprego Total (000)
Desemprego Total (000)
Taxa de desemprego (%)
Nº empregados na Construção por
área de residência (000) (4)
Inf. Centros de Emprego (IEFP)
Desemprego Total (1)
Nº reg. final do mês (000)
Desemprego na construção (1)
Nº reg. final do mês (000)
Ofertas de emprego na Constr.
(ao longo do mês) (000) (1)
Var.
Homóloga
acum. (%)
Nº
(c)
(c) / (a)
Var.
Homóloga
acum. (%)
Nº
(d)
ALENTEJO
/ Portugal
(d) / (a)
82
6.956
1.430
-61,1
-4,3
-2,7
4,8 %
12,1 %
125,5 %
121
3.326
1.035
-3,2
-10,1
-2,4
22
25,3
10
2,3
4,8
18,2
-61,5
-84,0
3,9
2,9
2,0
0,3
%
%
%
%
44
67,1
61
126,5
12,8
143,1
177,3
1019,5
1.440
3.253
4.693
-7,4
0,5
-2,7
6,6 %
8,3 %
7,7 %
919
1.336
2.255
-3,1
-8,1
-6,1
4,2 %
3,4 %
3,7 %
I+II+III+IVTrim/10
193,5
29,8
13,4
-3,3
29,3
-
3,9 %
4,9 %
-
327,1
42,2
11,4
-0,5
8,8
-
6,6 %
7,0 %
-
I+II+III+IVTrim/10
23,3
-7,2
4,8 %
32,3
1,6
6,7 %
Fev-11
28,3
2,5
5,5 %
21,8
-2,0
4,2 %
Fev-11
5,5
0,051
-1,5
34,2
7,4 %
5,2 %
2,9
0,049
-13,9
36,1
3,9 %
5,0 %
Jan-11
I+II+III+IV Trim/10
Fev-11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Abr-11
Abr-11
Abr-11
I+II+III+IVTrim/10
I+II+III+IVTrim/10
Fev-11
LISBOA
Período de
referência
Habitação (1)
Fogos novos licenciados
Fogos novos concluídos
Avaliação Bancária (€ / m2)
Concursos Públicos (2)
Abertos (Número)
Abertos (Valor) (M €) (3)
Adjudicados (Número)
Adjudicados (Valor) (M €) (3)
Empresas (2)
Com Alvará
Com Título de Registo
Total
Inquérito ao Emprego (INE)
Emprego Total (000)
Desemprego Total (000)
Taxa de desemprego (%)
Nº empregados na Construção por
área de residência (000) (4)
Inf. Centros de Emprego (IEFP)
Desemprego Total (1)
Nº reg. final do mês (000)
Desemprego na construção (1)
Nº reg. final do mês (000)
Ofertas de emprego na Constr.
(ao longo do mês) (000) (1)
Fontes: INE, AECOPS, BI, InCI, IEFP
ALENTEJO
Algarve
/ Portugal
Var.
Homóloga
acum. (%)
Nº
(e)
209
9.514
1.398
-50,9
-25,0
-3,2
83
66,0
93
189,3
-6,7
-46,4
25,7
118,1
5.713
8.734
14.447
LISBOA
/ Portugal
(e) / (a)
Var.
Homóloga
acumulada
(%)
Nº
(f)
7,8
7,7
12,0
14,0
%
%
%
%
CENTRO (5)
/ Portugal
(f) / (a)
205
7.198
953
-22,3
8,5
-2,8
12,1 %
12,5 %
83,7 %
%
%
%
%
84
65,8
102
100,4
90,9
93,0
56,9
70,2
14,9
7,6
20,0
11,1
-3,1
-0,2
-1,4
26,1 %
22,4 %
23,7 %
3.372
5.918
9.290
-3,3
-5,4
-4,6
15,4 %
15,2 %
15,3 %
1.251,8
158,7
11,2
-2,6
13,9
-
25,1 %
26,3 %
-
1.242,8
103,2
7,7
-1,0
11,4
-
25,0 %
17,1 %
-
90,3
-8,2
18,7 %
127,9
-0,3
26,5 %
Fev-11
155,7
-0,9
30,3 %
69,3
-4,7
13,5 %
Fev-11
20,7
0,170
-3,1
-17,1
27,9 %
17,3 %
8,8
0,276
-9,0
27,8
11,9 %
28,1 %
Jan-11
I+II+III+IV Trim/10
Fev-11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Jan/Março 11
Abr-11
Abr-11
Abr-11
I+II+III+IVTrim/10
I+II+III+IVTrim/10
I+II+III+IVTrim/10
12,3 %
16,6 %
122,7 %
CENTRO (5)
7,1 %
5,8 %
90,9 %
14,8
7,6
18,2
21,0
%
%
%
%
I+II+III+IVTrim/10
Fev-11
Nota: Var. hom. acum = (dados acumulados de Janeiro até ao período ref. do ano n) / (dados acumulados de Janeiro até ao período ref. do ano n-1)
(1) Para as regiões AECOPS considerou-se a informação relativa à região Algarve (NUTII), à região Alentejo (NUT II); à região Lisboa (NUT II) e a relativa
às NUT III: Oeste + Pinhal Litoral+ Pinhal Interior Norte + Pinhal Interior Sul + Beira Interior Sul + Cova da Beira + Serra da Estrela + Médio Tejo
(2) Para as regiões AECOPS, considerou-se a informação relativa aos distritos de Faro, Évora, Beja, Portalegre, Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria e Castelo Branco.
No caso dos dados das empresas, a variação é calculada face ao mês homólogo do ano anterior
(3) Valor a preços correntes
(4) População empregada segundo a região de residência NUTS II (NUTS-2002), por actividade principal (CAE-Rev. 3)
(5) Inf sobre avaliação bancária, emprego e desemprego correspondem à NUT II: Centro
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Delegações Regionais: Algarve, Alentejo, Centro e Lisboa e Setúbal
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