COMENTÁRIO DO FILME INCONDICIONAL Gênero: Drama Diretor: Brent McCorkle
Elenco: LynnCollins, Michael Ealy, Bruce McGill
1-­‐ Neste filme, a vida de Samantha é um conto de fadas. Ela está feliz no casamento, vive num rancho onde mantém o seu cavalo amado. Enquanto Sam vê Joe amar e cuidar das crianças de seu bairro humilde, ela começa a entender que não importam as circunstâncias da vida, o amor sempre nos alcançará. Uma mulher prestes a se matar, duas crianças negras são perseguidas após furtarem o supermercado e um homem é obrigado a fazer hemodiálise diária para sobreviver... Samantha é uma jovem autora e ilustradora de livros infantis que toma para si a obrigação de descobrir o assassino do marido, Billy, morto há meses. Vivendo solitária num rancho, ela aos poucos vai perdendo a motivação pelo ofício, passando a investigar por conta própria os suspeitos do crime que possuem as mesmas descrições dadas pela polícia. Já Macon e Keisha são órfãos e vivem de pequenos furtos. A traumática morte da mãe na sua frente resultou na, aparentemente irreversível, mudez de Keisha e na revolta do irmão. A última desta tríade de histórias envolve Joe Bradford um ex-­‐presidiário regressado da marginalidade, que assume a direção de uma ONG, dando auxílio a dezenas de menores carentes, a maioria sem pais, e paralelamente lutando pela vida no combate contra uma doença renal. Após um acidente, as vidas dos quatro protagonistas cruzam-­‐se e vão resgatando elementos do passado, como a — até então desconhecida — amizade infantil entre Samantha e Joe. No decorrer da trama, segredos não revelados ganham vez, gerando sérias transformações. Optando pela subtileza em detrimento ao altamente expositivo, também o roteirista, apostou numa linguagem menos verbal e mais visual ao tocar em determinados temas ligados a algum tipo de preconceito, o racismo é o mais gritante. Seja na espantada reação de crianças brancas à “escandalosa” inclusão de um garoto negro na escola ou na natural desconfiança de que o assassino de Billy tenha sido alguém da camada mais baixa da região e obviamente afro-­‐americano. Mas no final tudo acaba bem e Samanta ficar a saber realmente o que se sucedeu na morte do marido e volta a dar rumo a sua vida, enquanto Joe enfrenta um transplante e consegue sobreviver. Também Keisha voltou a falar para felicidade da avó que cumpriu o prometido (não voltar a beber álcool) e assim todos contribuíram para o sucesso da ONG. Salomão Fernandes – Técnico Comercial (ação 1) -­‐ 2º ano 2 -­‐ Os filmes são usados para muitas vezes passar uma lição e sensibilizar os alunos, isso acontece na maioria das vezes nas escolas; onde aprendemos muitas coisas! Posso dizer que o tema do filme é o amor incondicional baseado em dois factos: a perda e o reencontro. O filme baseia-­‐se na vida idílica de uma mulher que foi abalada quando seu marido foi brutalmente assassinado num ato de violência. Posso dizer que este amor incondicional foi generoso ao ponto de ajudar quem precisava; quem ama de forma incondicional não espera nada em troca. Já não há pessoas assim e é dessas pessoas que este mundo está precisando. Espero que este filme tenha sensibilizado algumas pessoas para que possamos melhorar os nossos comportamentos! Gialinda Lima -­‐ Técnico Comercial (ação 1) -­‐ 2º ano 3-­‐ É o típico “amor de mãe”, que é dado livremente, independente do que recebe de volta, ou seja, quem tem amor incondicional ama sem ter razões ou pré-­‐requisitos e um amor verdadeiro que não há como apagar nem o tempo nem o vento nem a tempestade e nem distância. Quem ama sofre, quem sofre luta e quem luta vence não há amor sem dor, porque quem ama entrega-­‐se a quem o ama e a quem ama. É um sentimento que não se vê e uma ferida que dói e nem se sente é um contentamento descontente. (Luís de Camões) Para mim a palavra incondicional é como o infinito, ou seja, é para sempre. Não sei explicar aquilo que sinto… mas sei que é incondicional, disso tenho a certeza. Incondicional é amar sem saber como explicar. Enquanto Sam assiste a Joe a amar e cuidar das crianças de seu bairro humilde, ela começa a entender que não importam as circunstâncias da vida, o amor sempre nos alcançará. A história força a barra na mensagem de encontrar a esperança de circunstâncias infelizes em lugares inesperados de maneira insípida e duvidosa. Foca-­‐se ainda no retrato instintivo que tece de raça e racismo em que o único meio lenitivo da situação conflituosa é a salvação da comunidade negra oprimida. Elisângela Correia-­‐ Técnico Comercial (ação 1) -­‐ 2º ano 4-­‐ Este filme relata a história de uma jovem, escritora de livros infantis que tem uma vida muito feliz. Vivia numa fazenda com o seu marido, mas, quando ela menos espera a sua vida muda totalmente; quando o marido dela morre, a mesma perde a vontade de viver e pensa que os seus sonhos foram “roubados” pela vida. Com um pensamento infeliz “Sam” planeia suicidar-­‐se no mesmo local onde o seu marido foi assassinado ao mesmo tempo uma criança,“Keisha”, é atropelada. “Keisha” é irmã de “Macon”, são duas crianças órfãs que sofreram um grande trauma, pois a sua mãe morreu à frente dos mesmos e eles vivem furtando para comer. A sua avó só pensa em beber, e “Keisha” após a morte da sua mãe ficou muda. “Sam” salva a vida da menina e leva-­‐a para um hospital, onde por coincidência reencontra o seu melhor amigo de infância, “Joe”, um homem que faz voluntariado ajudando crianças com problemas sociais. Parte dessas crianças são órfãos e Joe é um ex-­‐presidiário e vive a lutar contra uma doença renal, tendo que fazer diversas hemodiálises por semana. Ao ver a batalha de “Joe” em dar tudo do bom e do melhor às crianças, “Sam” aprende a ter mais fé e confiança em si própria. Este filme é muito marcante porque fala sobre o preconceito, racismo, revolta com a vida, e mudanças. É um filme que nos faz pensar muito em qual será o nosso papel na vida? Porque que existe discriminação? Como podemos fazer a diferença no mundo? Será que não há nada no mundo que possa curar a dor da perda de quem amamos incondicionalmente? Porque é que nos preocupamos tanto com o “amanhã” e não vivemos o “hoje”?! Porque é que por vezes se pensa que desistir da vida seria a melhor solução? Este filme passa uma mensagem que faz com que a nossa fé aumente e que possamos ter mais consciencialização sobre a vida do “próximo”, fazendo também com que percebamos que os nossos problemas nem sempre são um “bicho-­‐de-­‐sete-­‐cabeças” como julgamos que sejam, e que ao fazer bem ao próximo estamos ao mesmo tempo a fazer bem a nos próprios. Jayne Esteves Lima -­‐ Técnico Comercial (ação 1) -­‐ 2º ano 5-­‐ Achei o filme bastante interessante. Joga bastante com os sentimentos. Cativa atenção até ao último minuto. Faz pensar na vida, nos nossos comportamentos e bastante na amizade. Basicamente, achei o filme muito bem feito. Gostei. Ekaterina -­‐Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 6-­‐ Pelo pouco que vi do filme concluo que é um bom filme. Dá que pensar e é muito emocionante, de chegar “quase às lágrimas” e aprendemos coisas com isso como por exemplo que devemos lutar pelo que queremos e temos em mente. Nada nem ninguém é mais forte do que nós mesmos. E devemos amar sempre os outros porque não sabemos quando é que simplesmente desaparecem das nossas vidas. Pena que a Pen não tinha espaço senão voltava a ver. Bom filme. Cheila Tavares -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 7-­‐ Sendo a vida de Samantha um conto de fadas, e onde tudo lhe corria bem na vida, em conjunto com o seu marido, até ao dia da morte do mesmo, a personagem principal do filme viu a sua vida de “pernas para o ar”. Na minha opinião, Samantha poderia ter tido um final de vida trágico se não tivesse no local certo à hora certa. Keisha, irmã de Macon que havia sido atropelada, no local onde de Samantha se tentou matar. Basicamente, o filme transmite-­‐nos uma ideia de que por mais que a nossa vida tenha momentos menos bons, existe alguém que vai sempre precisar de nós. O filme relata várias realidades da sociedade desde a discriminação até á criminalidade, mas mesmo assim, consegue comover os espectadores através de uma história de grande amizade entre Samantha e Joe, que é revivida quando estes se encontram no hospital depois de Keisha ter sido atropelada e salva por Samantha. No final do Filme, podemos concluir que às vezes um pequeno gesto pode criar um sorriso desejado há muito de quem menos esperamos e mais queremos. Margarida Simões -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 8-­‐ O filme que foi visto pela turma é muito interessante porque fala de coisas que muitos de nós já vivemos. A personagem que me chamou mais à atenção foi a rapariga que perdeu o marido, pois passou uma fase difícil apesar de receber várias provas acabou o “culpado” por ser a sua “carta” carta de despedida do marido. Jéssica Freitas -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 9-­‐ Era um menino de cor que foi para uma escola onde só havia lá brancos; quando ele chegou à sala de almoço para se sentar ninguém o deixou sentar, mas depois uma menina convida-­‐o para se sentar e eles ficaram amigos para sempre e, passados alguns anos reencontraram-­‐se. O rapaz chamava-­‐se Joe e a rapariga Sam (LynnCollins). O marido da Sam foi assassinado por um homem que ela pensou que era um rapaz que, não era. Mas depois descobriu que não era ele. Depois o seu amigo Joe tinha problemas de saúde que lhe punham sua vida em risco, mas depois correu tudo bem com ele. Má Áua– Técnico comercial (ação 3)-­‐ 1º ano 10-­‐ Na minha opinião, o filme que a professora expôs à turma é bastante interessante e emotivo, pois têm a capacidade de captar a atenção de qualquer pessoa, mesmo dos mais distraídos. Um filme que contém vários factos reais da vida, como a morte de um ente querido, filhos que crescerem sem os pais biológicos e entre outros. Gostei do filme apesar de não ter acompanhado desde o início. Márcia Carvalho -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 11-­‐ No filme, a vida de Samantha é um conto de fadas. Ela está feliz no casamento, vive num rancho onde também tem o seu cavalo amado, até que o seu marido Billy é morto num ato insensato de violência. Samantha perde a sua fé e a sua vontade de viver. Mas ao aproximar-­‐se de Joe, um antigo amigo, ela começa a perceber que as circunstâncias da vida não importam. Andreia Mendes -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 12-­‐ É um bom filme, a mulher era muito feliz até que o seu marido foi morto e ela se tenta matar. Mas, depois encontra o seu amigo de infância. É um filme emocionante tem muito bons atores, gostei de ver o filme. Mas não é o género de filme que eu gosto de ver, principalmente devido à discriminação, acho desnecessário pôr alguém de parte só por ser negro. Leuro Baldé-­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 13-­‐ Achei o filme bastante emotivo, este transmitiu várias mensagens interessantes e atuais, como a diferença de etnia, (aspeto que não importa) e o espírito de companheirismo. Diana Maia Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 14-­‐ Samantha era casada e feliz com o seu marido, Billy, entretanto mataram-­‐no e ela quis tentar encontrar o bandido que o matou. Voltou a encontrar o seu melhor amigo de infância e ao longo do filme foram apresentando momentos de ambos. Um acontecimento que eu gostei imenso foi quando um menino negro entrou na escola e, a única pessoa que o deixou sentar ao seu lado (foi a Sam) e até trocaram várias vezes o lanche. Não importa a cor de cada um para o julgar. Gostei de tudo no filme, é bastante interessante. No final, ela achava ter descoberto quem era o assassino do seu marido, mas julgou mal o homem por algo que nem fez. Gostei que no final ela tenha conseguido ultrapassar o seu problema. Bruno Silva -­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 15-­‐ Eu acho que este filme é bastante interessante, demonstrou-­‐nos muitos factos da vida por que passamos e dá-­‐nos algumas lições de vida, é que, por muito difíceis que sejam os nossos caminhos, temos que enfrentá-­‐los de “ cabeça fria e alma quente”, e que o tempo é uma das melhores curas para a maior parte das nossas doenças e/ ou preocupações. Karim Ali-­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 18-­‐ Gostei do filme é interessante, porque ensina as pessoas a ouvirem antes de fazerem os atos. Rodrigo Oliveira-­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 16-­‐ É um filme muito interessante, pois relata uma vida perfeita até acontecer algo que muda completamente a vida de uma pessoa, neste caso Samanta. No início ela sente-­‐se perdida não sabendo como lidar com a mudança. Até que de certa forma volta para o passado ao encontrar o seu amigo de infância, e aprende a lidar com o problema e começa a viver os bons momentos que Joe, Keisha, Macon e as outras crianças lhe oferecem. A partir desse momento ela começa a fazer o que sempre gostou com mais satisfação, felicidade e menos tristeza sempre que se lembrava do falecido marido. Momentos bons aparecem quando menos esperamos. Cleide F-­‐ Técnico comercial (ação 3) -­‐ 1º ano 17 -­‐ Na minha opinião, o filme é muito bom. Retrata a discriminação, a bondade e o amor incondicional. É um bom filme para fazer as pessoas pensarem sobre o facto de sermos todos iguais, independentemente da cor, sobre todos merecermos o amor e a bondade de alguém, que podemos até não conhecer mas que pode fazer a diferença na vida dessa pessoa. Foco ainda o facto de que podemos encontrar sempre esperança, mesmo que se perca algo muito importante para nós. Penso que é um filme interessante, que aborda os temas já ditos de uma forma simples e realista. Sara Moura – Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 18 -­‐ A vida de Sam era uma maravilha, mas depois do assassinato do seu marido ela perde o chão, acha que a vida não tem mais sentido e estava disposta a tirar a própria vida. Nos acontecimentos da vida ela reencontra o seu amigo de infância Joe. Eu gostei do filme, é muito emocionante; o filme relata de fatos reais da vida, a discriminação por (Joe) ser negro, foi discriminado por crianças que nós imaginamos crianças não têm maldade no coração, mas também se os pais em casa são racistas a criança não tem como não ser, dos 100% pode-­‐se dizer que 90% não é como os pais e a maioria toma exemplos em casa. Eu gostei muito do relacionamento da Sam e Joe e como sempre ela sempre lhe salvava a vida, que devia ser o contrário e, desde criança foi assim. Achei muito emocionante a parte de, todas as sextas feiras, as crianças saírem da escola e irem para casa do Joe onde faziam várias atividades. Tinham também que levar um cartão verde para provar que tinham tido bom comportamento, e no final do dia Joe dava-­‐ lhes um kit de alimentos. 19 -­‐ Eu achei o filme bem elaborado, gostei de cada pormenor; acho que só por sermos de cor, diferentes, não podemos discriminar os outros e que não podemos julgar os outros sem saber direito as coisas. Nádia Lopes Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 20 -­‐ Na nossa opinião, o filme foi bastante agradável, pois tem uma história muito emotiva, pelo facto do Joe sofrer muito ao longo da sua vida, mas mesmo assim ter arranjado forças para ultrapassar a sua doença, e nunca abandonar as crianças que tanto o adoravam. No fim tudo se resolveu,e todos ficaram juntos e felizes. Margarida e Cátia -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 21-­‐ Joe é um jovem com problemas de saúde que ajuda as crianças do seu bairro. Encontrou Samanta, uma velha amiga de infância no hospital quando esta ajuda uma das crianças que Joe também ajuda. Samanta perdeu o seu marido num assalto e a partir desse dia nunca mais foi a mesma, perdeu totalmente a vontade de viver até que Joe lhe ensinou os prazeres da vida. Kelton Xavier Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 22-­‐ No geral eu acho que o filme é muito bom, não só pela história em si, como pelo facto de mostrar o quanto é importante existirem instituições que ajudem as crianças órfãs. Uma das passagens do filme que eu mais gostei foi logo no início, quando o Joe Bradford era uma criança e chega à nova escola. Por ser o único rapaz de cor é alvo de muita discriminação por parte das outras crianças. Mas recuemos um pouco, será que repararam que estou a falar de simples crianças? E de discriminação? Será isto possível? Utilizar estas duas palavras numa mesma frase? Pois é, infelizmente não é só no filme que isto acontece. Hoje em dia e cada vez mais, as crianças são alvo de discriminação e as principais causadoras dela. A nossa infância tem um peso enorme na nossa educação, é crucial para quem nós somos e em quem nos iremos tornar. Na infância, é suposto ser-­‐se alegre, divertida, despreocupada e só pensamos em brincar, mas nem sempre é isto que acontece. A infância para alguns pode ser bastante dolorosa. Na minha opinião, a mudança de escola, de lugar é bastante difícil para quem quer que seja, e para uma criança ter que se integrar novamente, ser aceite pelos outros e criar amigos é difícil também (embora pareça que não). Agora imaginemos uma criança de uma raça diferente das restantes numa escola, onde não conhece ninguém. O primeiro dia não corre bem, ninguém o recebe com carinho, todos o desprezam e discriminam por ser de raça negra, excepto a pequena Samantha, que acaba por se tornar amiga dele, aliás a melhor amiga. Agora imaginemos se a Samantha não se tivesse aproximado dele e ele fosse desprezado por todos, como iria crescer o Joe? Com ódio às outras crianças que o discriminavam? Com ódio de si mesmo por ser diferente? Com ódio à vida por não o aceitarem? Tudo isto iria fazer com que o Joe se tornasse num homem revoltado com a vida, problemático e sem amor a nada. E tudo isto porque umas simples crianças numa escola foram educadas com a ideia de que os “negros” não são iguais a elas. E de onde será que vem esta educação, poderemos realmente chamar isto de educação? A discriminação é um tema que dá muito que falar. Na minha perspectiva somos todos iguais, existem pessoas boas e pessoas más em todas as raças, etnias e religiões. Mas infelizmente por uns pagam os outros e é assim que a sociedade é definida. Todas as pessoas têm direito a uma oportunidade, têm direito a ser felizes e a lutar por aquilo que querem. E isso começa logo na infância, temos que educar as nossas crianças dizendo-­‐lhes e ensinando-­‐os que todos somos iguais, que todos temos os mesmos direitos, basta que nos esforcemos por eles. Sílvia Vinagre Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 23-­‐ É um filme que aborda vários temas (Racismo, amor, discriminação, etc.) Samanta era feliz no casamento e depois o marido foi assassinado, ela ficou desesperada, mas encontra um velho amigo, Joe, que é um rapaz cheio de amor, simpático e sonhador, mas que tinha um problema nos rins. Apesar de tudo isso, ele estava sempre feliz e gostava de crianças. Gelson Mendes e Fábio Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 24-­‐ O filme que acabei de ver é um filme muito interessante. Eu adorei a parte do filme em que o Joe foi à escola e foi discriminado por todos, menos por Sam. Depois transformaram-­‐se em melhores amigos; a parte mais interessante foi quando o Joe tomou conta da Sam na escola e deu uma porrada a um rapaz parvo. E também gostei da parte em que “Papa Joe” construiu uma família ali. E a parte da Sam ter desconfiado que o Tee matou o seu marido e afinal não era. Um grande filme, espero ver mais filmes desses. Aprendi muita coisa com o filme. Beijinhos aos bebés do Joe. Erickson Fortes -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 25-­‐ No filme Samanta tinha uma vida triste depois da morte do marido até que encontrou o seu velho amigo, Joe que lhe mostrou que o prazer da vida era partilhar a felicidade. Mostrou-­‐lhe que é nas situações mais complicadas que se precisa de um sorriso amigo e que não importa o que já passou, importa vivermos e partilharmos cada momento da nossa felicidade. Natasha Lisictkina -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 26-­‐ Muitas das vezes nós na vida olhamos para as pessoas ou para alguém em concreto e julgamo-­‐los sem sabermos nada sobre elas, simplesmente porque algo nelas não nos agrada. O filme que acabamos de ver retrata muito isso, o Joe e o Tee foram julgados; o Joe na escola quando era pequeno, porque era de outra “raça” e o Tee, quando a Sam viu o lenço que foi deixado ao lado do corpo do seu marido. Não julguem pela aparência porque ela por vezes ilude. Ana Cassilda Rodrigues-­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 27-­‐ Uma luta constante pela vida, ajudando os que mais precisam. Um amor incondicional e de uma força abrasadora face à descoberta do porquê de uma morte injusta, como se costuma dizer “no sitio errado, à hora errada”. Este filme foca-­‐se principalmente em dar ao mundo uma lição de vida. Em mudar a mente racista do mesmo. Faz-­‐nos acreditar que tudo é possível, basta querermos. Podemos estar doentes, mas somos nós que com a nossa força e determinação damos asas à nossa imaginação, que tudo vai acabar bem. Suicídio nunca poderá ser considerado opção! Quando menos esperamos aparece uma mão amiga para nos ajudar. Acreditar em nós mesmos é algo imprescindível à vida. Tantas crianças que nunca conheceram os pais vencem na vida! Foquem-­‐se naquilo que realmente é importante, não percam tempo a criticar os outros, pois vocês também têm “telhados de vidro”. Como tal, é mais fácil criticar do que supostamente lutar. A vida é um ciclo vicioso, tudo acontece por um motivo, seja ele qual for. Não existem coincidências, e este filme retrata bem isso. É sem dúvida dos melhores filmes para dar uma lição de vida a muitas pessoas. Patrícia Santos -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 28-­‐ Eu achei o filme muito interessante. Este filme mostrou-­‐nos como há pessoas boas no mundo. De facho no mundo ainda existe muita discriminação racial. Quando Joe era ainda um menino e entrou na sala e todos os colegas se afastaram, a única que veio ter com ele foi a Sam. Eu gostei da sua atitude, porque não mostrou nenhum tipo de preconceito para com o colega. Desde então foram sempre amigos, brincavam juntos, comiam juntos tornaram-­‐se assim melhores amigos. O filme mostra como a amizade existe realmente. Eles salvam as vidas um do outro. Isso acontece muitas vezes durante o filme. O momento mais marcante para mim é quando o Joe vai para o hospital. Quando isso acontece parece que tudo começa a resolver-­‐se foi uma parte muito emocionante. Gostei muito do filme. Leticia Fortes -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 29-­‐ É um filme dramático onde podemos encontrar vários tipos e “amor”, o amor que a Sam tem pelo seu marido, o amor que existe desde de infância entre a Sam e o Joe pois eram os melhores amigos, quando eram pequenos, Sam foi a única que não foi racista e não o rejeitou quando ele entrou naquele refeitório escolar. Houve uma noite em que o marido da Sam, o Billy foi assassinado, e isso mudou radicalmente a vida de Tee, pois o mesmo começou a encarar a vida de uma forma diferente. Sam, quando encontrou o amigo de infância, começou a perceber que ao longo do tempo perdeu muito, pois Joe ainda que estivesse doente entregava-­‐se a uma causa de corpo e alma. Essa causa era cuidar das crianças do bairro, pois eram crianças sem apoio e com dificuldades e isso fez Sam ver a vida de outra maneira e fez com que ela recomeçasse a sua vida o que pensava que já não conseguia depois da perda do marido. Quando enfrentou Tee o mesmo explicou-­‐lhe que não tinha morto o marido dela, e que esteve com ele momentos antes da sua morte e que Billy lhe deixou a seguinte mensagem: “Eu estarei sempre entre as nuvens... “ Jéssica -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 30-­‐ Gostei muito do filme, porque retrata vários aspetos da vida tais como: a discriminação, o amor incondicional, a tristeza, a alegria, o sofrimento, a vontade de viver, a amizade, etc…. O filme é muito emocionante. Ensina-­‐nos a não pensar só em nós, mas também a pensar sobre o próximo. E a ajudarmo-­‐nos entre nós. Noellie Sylvie Gomis -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 31-­‐ Em relação ao filme, achamos que se enquadra no âmbito da disciplina, pois deixa-­‐
nos a pensar nos direitos humanos; tem muitos aspetos relacionados com o nosso dia-­‐
a-­‐dia. Foi muito bonito ver a relação que o Joe tinha pelas crianças e a forma como o um simples conhecido pode mudar a maneira de ser de um homem. Mas ao mesmo tempo um pouco triste, porque Samantha, ao perder o marido, perdeu a vontade de ser feliz, ao ponto de se querer matar. Joe mostrou-­‐lhe uma nova forma de viver devido às suas circunstâncias na vida, pois voltou a relembrar-­‐lhe o que é ser feliz, devido às crianças e à longa amizade que já mantinham há anos. Samantha vivia um trauma desde que o falecido marido se foi, pois sempre quis encontrar o assassino, nunca se esqueceu do casaco vermelho e o pano sujo com óleo, em que precisamente seria mecânico. Quando reencontrou Joe e levou uma das crianças a casa (que Joe tomava conta) lembrou-­‐se do casaco vermelho que o “tio” “deles”, Tee, tinha vestido e que, por coincidência, era mecânico, além de que sempre foi o suspeito dela. Até que um dia enfrentou-­‐o e descobriu que realmente os dois tiveram juntos na noite em que morreu Billy (marido da Sam), mas que este apenas o ajudou, e não tinha qualquer intenção de o matar. Deu o desenho de um pássaro a Sam que era uma personagem do livro que Sam tinha escrito, e desenhado, e que mostrava que nunca se esqueceria dela para além das nuvens. Nesta vida há sempre uma razão que nos faz feliz! Ana Sofia e Cláudio Marques -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 32-­‐ O filme aborda factos importantes da vida, como o racismo, que parece estar cada vez mais presente na sociedade em geral, a discriminação, por alguém ser diferente, ser de outra etnia, ou por simplesmente não ser ou por não ter as mesmas parecenças. Kelly Soares-­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 33-­‐ A minha opinião sobre os assuntos retratados no filme são vários, e muitos deles vividos dia a dia por várias pessoas. Temos o caso do racismo que quando o rapaz que é diferente dos outros é gozado e tratado com desprezo por parte das outras crianças. Apesar de vermos que existem depois crianças que acabam por interagir com essa criança, as outras acabam de tratar essa do mesmo modo que tratavam a nova. Isto vem também muito da educação que as crianças têm em casa e de como os outros que estão à sua volta reagem às situações. Existe também o caso do marido que é assassinado e a sua mulher perde toda a vontade de viver e de fazer tudo o que sempre gostou. Devido a isso, ela tenta por tudo descobrir o culpado. E, no fim, apesar das pistas apontarem para uma pessoa em concreto, essa pessoa não é a culpada e apenas estava no sítio errado na hora errada. Isto por vezes leva muita gente a ser acusada por crimes que não cometeu. Outro tema que o filme retrata é o de haver muitas crianças em instituições por causa de acidentes ou outras razões, ou por não conhecerem, os pais biológicos. Muitas destas instituições por vezes não têm condições nem as crianças são tratadas de maneira correta o que faz com que se revoltem e comecem a fazer o mesmo que lhes fizeram. No entanto, acho que o facto de haver muitas crianças em instituições será um problema que não irá abrandar tão rápido, pois cada vez mais os jovens, com idades entre os 15 e 18 anos, devido aos atos que fazem sem pensar na vida futura, leva a que muitos tenham filhos muito novos o que não é propriamente bom. Com esta idade é tempo de estudar e aproveitar a vida de uma maneira segura, mas também se torna um problema de saúde pois o corpo de uma pessoa nesta idade ainda se está a desenvolver. Muitas destas crianças que nascem acabam por não poder ter condições de vida e são levadas para instituições, ou no caso de ficarem com a mãe torna-­‐se complicado para alguém sem idade de ter um trabalho para sustentar a criança o que leva com que os pais tenham de ajudar os filhos com as suas crianças fazendo muitas vezes sejam os avós, a cuidar da criança. No entanto, não é graças à falta de informação ou de métodos, é mais a falta de interesse em saber e se proteger, para que não haja cada vez mais jovens nestas idades a ter filhos que não possam sustentar ou até mesmo a apanhar doenças que possam destruir a sua vida. Bruno Sousa -­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 34-­‐ Eu gostei muito, muito do filme, sobretudo porque foi baseado numa história verídica. É um filme dramático onde há uma jovem chamada Samantha que vivia num conto de fadas, era muito feliz ao lado do seu marido Billy que foi morto num ato insensato de violência. Pouco antes de sua morte Sam tinha-­‐lhe contado uma história de um pequeno pássaro “Firebird” que só vivia para o sol e não gostava da chuva. Não entendia porque é que quando chovia o sol não brilhava… Um dia, ganhou coragem e voou até ao desconhecido, rompeu as nuvens e tudo ficou claro para ele, pois mesmo que chova, caiam raios e trovões, para lá das nuvens o sol estará sempre a brilhar. Ao perder o seu marido, Sam perdeu também a vontade de viver e deixou de escrever as suas histórias. Uma dia, por ironia do destino ela reencontrou o seu velho amigo Joe e no seus olhos viu um homem nobre guerreiro e amoroso. Ele cuidava das crianças do bairro para que elas tivessem uma vida melhor e não se tornassem bandidos ou marginais. O Joe ajudou-­‐a a perceber que as circunstâncias da vida não importam, pois o importante é seguir em frente e ser feliz. Ela descobriu o que realmente havia acontecido com o seu marido e seguiu o conselho do seu falecido marido, continuar as suas histórias. O filme é muito emocionante, e tem vários amores: o da Sam pelo seu marido, o de Joe com as suas crianças, o de Joe para com a sua mulher e, o mais importante, o de Joe e Sam um amor de uma verdadeira amizade. Também gostei sobretudo da frase que o seu falecido marido disse segundos antes de fechar os olhos: “Estarei sempre entre as nuvens”. Aline Rodrigues-­‐ Técnico Contabilidade (ação 2) – 1º ano 
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COMENTÁRIO DO FILME INCONDICIONAL Gênero: Drama