São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Página 17 RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores Acionistas: Em cumprimento as disposições legais e estatutárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial, as Demonstrações de Resultado, as Mutações do Patrimônio Líquido e as Demonstrações dos Fluxos de Caixa relativos aos exercícios, findos em 30 de Junho de 2015 e 2014, conforme artigo 175 da Lei 6.404/76. Politica e Gestão do Risco Operacional: Em atendimento à Resolução 3380/06 do BACEN, foi desenvolvido e implementado um sistema de Controle do Risco Operacional - SCRO, objetivando monitorar as atividades, dar tratamento às ocorrências, mitigar os riscos e tratar as ações corretivas. Está definida e implementada uma Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional, com atividades distribuídas em seus respectivos Riscos que foram compilados em Matrizes de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional. A Diretoria tem por definição e revisão anual a Política SCRO com vistas às ações para correção das deficiências identificadas e não mitigadas, sempre que necessário. As ações corretivas a serem determinadas pela Diretoria ou Comitê de Risco, se traduziram em Planos de Ações onde estão definidos previamente os recursos necessários, os prazos, datas de início e término e a identificação dos responsáveis pela implementação. O Relatório mensal contendo a descrição da Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional aprovado formalmente em reunião do comitê de Direção e Gestão de Riscos realizada em 12.2014. O Presidente do Banco PSA Finance Brasil S.A., em processo de homologação pelo Banco Central do Brasil é o Sr. Michael Marc Georges Arnaud, que conta na Estrutura de Gerenciamento e Controle do ROP com o Sra. Cristiane Iamamoto de Lima, na qualidade de Gerente de Riscos Operacionais. Demais informações podem ser obtidas através dos sites: www.peugeot.com.br/serviços peugeot/financiamento, www.citroen.com.br/serviços/financiamento Ouvidoria - 0800- BALANÇOS PATRIMONIAIS 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais) Ativo 2015 2014 Passivo Circulante 1.850.445 2.029.507 Circulante Disponibilidades (nota 4) 6.187 9.110 Depósitos (nota 9) Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 5) 142.833 150.441 Depósitos interfinanceiros Aplicações em depósitos interfinanceiros 142.833 150.441 Depósitos a prazo Títulos e valores mobiliários e instrumentos Recursos de aceites e emissões de títulos (nota 10) financeiros derivativos (nota 6) 142.536 125.456 Letras financeiras Carteira própria 142.536 123.997 Obrigações por empréstimos e repasses (nota 11) Instrumentos financeiros derivativos 1.459 Empréstimos no exterior Operações de crédito (nota 7) 1.517.527 1.686.498 Outras obrigações (nota 12) Setor privado 1.547.151 1.724.016 Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Provisão para créditos de liquidação duvidosa (29.624) (37.518) Sociais e estatutárias Outros créditos (nota 8) 35.596 48.694 Fiscais e previdenciárias Diversos 35.596 48.694 Diversas Outros valores e bens 5.766 9.308 Exigível a longo prazo Despesas antecipadas 5.766 9.308 Depósitos (nota 9) Realizável a longo prazo 768.528 997.518 Depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos Depósito a prazo financeiros derivativos (nota 6) 4.944 3.012 Recursos de aceites e emissões de títulos (nota 10) Instrumentos financeiros derivativos 4.944 3.012 Letras financeiras Operações de crédito (nota 7) 711.579 947.528 Obrigações por empréstimos e repasses (nota 11) Setor privado 721.946 962.570 Empréstimos no exterior Provisão para créditos de liquidação duvidosa (10.367) (15.042) Outras obrigações (nota 12) Outros créditos (nota 8) 52.005 46.978 Diversas Diversos 52.005 46.978 Resultados exercícios futuros (nota 13) Permanente 5.039 5.640 Receitas de exercícios futuros Imobilizado de uso 5.027 5.612 Patrimônio líquido (nota 14) Outras imobilizações de uso 7.618 7.430 Capital Depreciações acumuladas (2.591) (1.818) De domiciliados no país Diferido 12 28 De domiciliados no exterior Gastos de organização e expansão 250 250 Reserva de capital Amortizações acumuladas (238) (222) Reservas de lucros Total do ativo 2.624.012 3.032.665 Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Saldos em 31 de dezembro de 2013 Aumento de capital (nota 14a) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 14b) Reserva estatutária (nota 14c) Juros sobre o capital próprio (nota 14e) Saldos em 30 de junho de 2014 Mutações do semestre Saldos em 31 de dezembro de 2014 Aumento de capital (nota 14a) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 14b) Reserva estatutária (nota 14c) Juros sobre o capital próprio (nota 14e) Dividendos (nota 14e) Saldos em 30 de junho de 2015 Mutações do semestre 1. Contexto operacional: O Banco PSA Finance Brasil S.A. (“Banco PSA”) opera como banco múltiplo com as carteiras de investimento, crédito e financiamento. Foram firmados contratos com o Grupo Santander, para a prestação de serviços relacionados à gestão/controle operacional das operações de crédito a serem realizadas através do Banco PSA. A partir do segundo semestre de 2013, o Banco PSA implementou o projeto denominado “iDeal”, objetivando usufruir sua própria gestão/controle operacional das operações de crédito realizadas a partir daquela data, que entrou em operação em 22 de novembro de 2013. Em 24 de julho de 2015 o Banque PSA Finance, S.A. e o Banco Santander (Brasil) S.A assinaram um acordo de cooperação pelo qual o Banco Santander (Brasil) S.A. irá adquirir ações do Banco PSA Finance Brasil S.A. correspondentes a 50% de seu capital. A operação está em fase de aprovação pelas autoridades concorrenciais e autoridades regulatórias bancárias. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as diretrizes contábeis emanadas pela Lei 6.404/76, alterações introduzidas pelas Leis 11.638/07 e 11.941/09 e com as normas do Banco Central do Brasil, e estão sendo apresentadas de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. As estimativas contábeis são determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com base em julgamento. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos financeiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. 3. Sumário das principais práticas contábeis: As principais práticas contábeis adotadas para a elaboração das Demonstrações Financeiras foram: a) Apuração do resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência, observando-se o critério pro-rata dia para as de natureza financeira. As receitas e despesas de natureza financeira são calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionados com operações no exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b) Aplicações interfinanceiras de liquidez: As aplicações prefixadas são registradas pelo valor de resgate, deduzido das rendas pertencentes ao período futuro, e as pós-fixadas pelo valor de custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. As aplicações no mercado aberto são classificadas no ativo circulante e realizável a longo prazo em função de seus prazos de vencimento, independentemente dos prazos de vencimento dos papeis que lastreiam as operações. c) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068/01, do Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: • Títulos para negociação; • Títulos disponíveis para venda; e • Títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação (apresentados no ativo circulante) e disponíveis para venda (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo) são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo), com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização, através da venda definitiva ou da reclassificação dos respectivos títulos e valores mobiliários para a categoria de “títulos para negociação”. As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, contabilizando a valorização ou a desvalorização em conta de receita ou despesa, no resultado do período. De acordo com a Circular nº 3.082/02, e regulamentações posteriores, os instrumentos financeiros derivativos são classificados na data de sua aquisição de acordo com a intenção da administração para fins ou não de proteção (hedge). Fundos de investimento em direitos creditórios Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao FIDC Aberto PSA Finance Brasil, doravante denominado “FIDC”, conforme requerido para divulgação na instrução CVM n° 489/11: I. Característica do FIDC. Administrado pelo Banco Santander S.A. e constituído sob a forma de condomínio aberto nos termos da regulamentação em vigor. O FIDC iniciou suas operações em 13 de abril de 2010, com prazo indeterminado. II. Denominação, natureza, propósito e atividade pelo FIDC. O objetivo do FIDC é proporcionar aos cotistas a valorização de suas cotas por meio da aplicação preponderante dos recursos na aquisição de direitos creditórios do segmento financeiro. Estes direitos creditórios serão oriundos de operações de crédito e operações de arrendamento mercantil. III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do FIDC: Em conformidade com o artigo 24, inciso XV, da instrução CVM n° 356 e com a instrução CVM n° 393, o FIDC deve manter relação mínima entre o valor das cotas subordinadas e o de seu patrimônio líquido. IV. Natureza do envolvimento do Banco PSA com o FIDC – dar-se-á da seguinte forma: a) Subordinação de 10%; b) Rentabilidade mínima; e c) Reserva de caixa de 4%. V. Montante e natureza dos créditos, obrigações, entre a Companhia e o FIDC VI. Em conformidade com o estabelecido na Resolução nº 3.533/08 do Banco Central do Brasil, as cessões de direitos creditórios efetuadas a partir de 1º de janeiro de 2012, nas quais não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes aos direitos creditórios cedidos, o Banco PSA mantém os montantes correspondentes aos ativos objeto da cessão registrados na sua totalidade em sua carteira de crédito. Os valores recebidos na operação são registrados no ativo tendo como contrapartida passivo referente à obrigação assumida, e as despesas e receitas oriundas dos direitos creditórios objeto da cessão são registradas de forma segregada no resultado do período de acordo com o prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente. d) Operações de cessão de crédito: De acordo com a Resolução nº 3.533/08 do Banco Central do Brasil, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2012, as cessões de crédito a partir desta data devem classificar a venda ou a transferência de ativos financeiros, para fins de registro contábil, nas seguintes categorias: I - operações com transferência substancial dos riscos e benefícios; II - operações com retenção substancial dos riscos e benefícios; e III - operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios. Na categoria operações com transferência substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente transfere substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. Na categoria operações com retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. Na categoria operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente não transfere nem retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. A avaliação quanto à transferência ou retenção dos riscos e benefícios de propriedade dos ativos financeiros é de responsabilidade do Banco PSA e é efetuada com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, utilizando-se como metodologia a comparação da exposição da instituição, antes e depois da venda ou da transferência, relativamente à variação no valor presente do fluxo de caixa esperado associado ao ativo financeiro descontado pela taxa de juros de mercado. e) Operações de Crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa: As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do Banco Central do Brasil, que requer a análise periódica da 2015 2014 1.435.416 1.516.070 705.719 641.070 675.702 606.479 30.017 34.591 67.126 117.720 67.126 117.720 100 45.405 100 45.405 662.471 711.875 2.278 2.100 11.097 8.502 17.682 10.809 631.414 690.464 701.627 1.019.096 132.011 409.654 10.499 316.116 121.512 93.538 109.116 59.240 109.116 59.240 17.330 17.330 443.170 550.202 443.170 550.202 63.666 62.285 63.666 62.285 423.303 435.214 2 2 229.754 229.332 422 193.547 205.458 2.624.012 3.032.665 7719090 - SAC 0800-7715575 - 0800-7711772; (Deficiente): Por determinação da Resolução CMN n. 3.849/10, o Banco PSA, instituiu componente organizacional de Ouvidoria compatível com a natureza de suas operações. Com objetivo de aprimorar o relacionamento do mesmo com seus públicos, a Ouvidoria atua como canal de comunicação entre os cidadãos e a instituição, principalmente no tratamento de reclamações, denúncias, sugestões e elogios que não sejam solucionados pelos canais habituais de atendimento do Banco. Risco de Liquidez: O Banco PSA adota uma política de gerenciamento do risco de liquidez aprovado pela Alta Administração, onde contempla o acompanhamento e o controle diário da composição dos recursos disponíveis e do plano de contingência. O risco de liquidez relaciona-se com o descasamento de fluxos financeiros de ativos e passivos e seus reflexos sobre a capacidade financeira da instituição em obter ativos e honrar suas obrigações. Em 2013, o gerenciamento do risco de liquidez foi efetivo, para o primeiro semestre baseamos nossa estratégia na de nossa parceria, e aproveitamentos a medida MP442/08 editada pelo BACEN. A partir de outubro de 2013,o Banco PSA implementou o projeto denominado "iDeal",objetivando usufruir sua própria gestão/controle operacional das operações de crédito realizadas a partir daquela data. Risco de Mercado: A política de gerenciamento de risco de mercado aprovado pela Alta Administração do Banco PSA está embasada nas orientações do Banco Central do Brasil e nos conceitos do Comitê de Basiléia, procurando proporcionar a permanente adequação do gerenciamento do risco à natureza das operações, à complexidade dos produtos e à dimensão da exposição a risco de mercado da Instituição. A política de gestão do risco de mercado é conservadora, sem arbitragem entre prazos de moedas, sendo monitorado e acompanhado diariamente. São Paulo, 27 de agosto de 2015. A Administração. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por lote de mil ações) Semestre 2015 2014 Receitas da intermediação financeira 144.361 170.724 Operações de crédito (nota 7f) 112.954 143.816 Resultado com títulos e valores mobiliários e aplicações interfinanceiras de liquidez (notas 5 e 6a) 30.802 37.850 Resultado com instrumentos financeiros derivativos (nota 6b) 605 (10.942) Despesas da intermediação financeira (90.303) (92.796) Operações de captação no mercado (notas 9 e 10) (67.977) (73.174) Operações de empréstimos, cessões e repasses (nota 11) (2.112) (1.236) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (nota 7e) (20.214) (18.386) Resultado bruto da intermediação financeira 54.058 77.928 Outras receitas (despesas) operacionais (29.244) (32.570) Receitas de prestação de serviços (nota 18) 10.593 14.541 Despesas de pessoal (14.854) (18.695) Outras despesas administrativas (nota 19) (15.661) (21.657) Despesas tributárias (4.233) (5.889) Outras receitas operacionais (nota 20) 3.160 6.410 Outras despesas operacionais (nota 21) (8.249) (7.280) Resultado operacional 24.814 45.358 Resultado não operacional (nota 22) (821) (792) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações 23.993 44.566 Imposto de renda e contribuição social (3.770) (13.143) Provisão para imposto de renda e contribuição social (nota 15a) (14.227) (7.552) Ativo fiscal diferido (nota 15b) 10.457 (5.591) Participações estatutárias nos lucros (1.871) (1.260) Lucro líquido do semestre 18.352 30.163 Lucro líquido por lote de mil ações - em R$ 87,66 139,69 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais) Semestre Fluxo de caixa das atividades operacionais 2015 2014 Lucro líquido ajustado do semestre 38.961 48.941 Lucro líquido do semestre 18.352 30.163 Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa líquido 20.609 18.778 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 20.214 18.386 Depreciações e amortizações 395 392 Variação de ativos e passivos 3.242 32.675 Redução em aplicações interfinanceiras de liquidez – 194 Redução em títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos 27.689 95.539 Redução em operações de crédito 234.839 207.713 (Aumento) redução em outros créditos (3.471) 24.958 (Aumento) em outros valores e bens (1.305) (7.138) Aumento (redução) em depósitos (129.883) 29.198 Aumento (redução) em recursos de aceites e emissão de títulos 11.032 (226.050) Aumento (redução) em obrigações por empréstimos e repasses 903 (156.563) Aumento (redução) em outras obrigações (141.537) 57.370 Aumento em resultados de exercícios futuros 4.975 7.454 Caixa líquido gerado em atividades operacionais 42.203 81.616 Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de imobilizado de uso (133) (388) Alienação no diferido 8 Caixa líquido gerado (aplicado) em atividades de investimento (133) (380) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Juros sobre o capital próprio pago (13.055) (10.002) Dividendo pago (36.105) Aumento de capital social 15.017 Caixa líquido gerado (aplicado) em atividades de financiamento (49.160) 5.015 Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (7.090) 86.251 Caixa e equivalentes de caixa (nota 4) Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre 254.927 85.992 Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre 247.837 172.243 Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (7.090) 86.251 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais) Reservas de lucros Capital social Reserva de capital Reserva legal Reserva estatutária 214.317 422 14.760 170.537 15.017 1.508 18.653 229.334 422 16.268 189.190 15.017 1.508 18.653 229.334 422 17.713 206.642 422 (422) 918 4.379 (36.105) 229.756 18.631 174.916 422 (422) 918 (31.726) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. Lucros acumulados 30.163 (1.508) (18.653) (10.002) 18.352 (918) (4.379) (13.055) - Total 400.036 15.017 30.163 (10.002) 435.214 35.178 454.111 18.352 (13.055) (36.105) 423.303 (30.808) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais) carteira e sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco mínimo) e “H” No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com instrumentos fi- No semestre findo em 30 de junho de 2015 foram recuperados créditos baixa(risco máximo – perda). As rendas das operações de crédito vencidas há mais nanceiros derivativos foi de R$ 605 (R$ 10.942 no semestre findo em 30 de ju- dos para prejuízos, no montante de R$ 4.776 (R$ 3.291 no semestre findo em de 59 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconheci- nho de 2014). 30 de junho de 2014). das como receita, quando efetivamente recebidas. As operações classificadas 7. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa f) Rendas com operações de crédito: No semestre findo em 30 de junho de como nível “H” permanecem nessa classificação por seis meses, quando en- a) Composição da carteira de crédito por tipo de cliente 2015, as rendas com operações de crédito totalizaram R$ 112.954 (R$ 143.816 tão são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de com- Descrição 2015 2014 no semestre findo em 30 de junho de 2014). pensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações Pessoa física 1.703.164 1.941.155 8. Outros créditos diversos 2015 2014 renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam clasPessoa jurídica 595.933 745.431 Créditos tributários (Nota 15b) 60.635 61.648 sificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixaTotal 2.269.097 2.686.586 Antecipações de imposto de renda e contribuição social 11.986 6.677 das contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classifi- b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento das parcelas Pagamentos a ressarcir 397 1.074 cadas como nível “H”. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, consi- Descrição 2015 2014 Previsão de subsídios (a) 8.987 15.129 derada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo A vencer 2.227.463 2.637.795 Outros créditos 5.596 11.144 Banco Central do Brasil. f) Imobilizado de uso: O imobilizado é demonstrado ao Até 3 meses 395.553 282.803 Total 87.601 95.672 custo de aquisição reduzido da depreciação acumulada. A depreciação do imoDe 3 meses a 1 ano 1.109.964 1.392.422 Curto prazo 35.596 48.694 bilizado é calculada pelo método linear, com base em taxas anuais que conAcima de 1 ano 721.946 962.570 Longo prazo 52.005 46.978 templam a vida útil-econômica dos bens, sendo: móveis, utensílios e instalaVencidas 41.634 48.791 De 1 A 14 dias 13.905 9.664 (a) Refere-se aos subsídios gerados no último mês que serão pagos pela ções - 10%; e sistema de processamento de dados e veículos - 20%. g) DepóAcima de 14 dias 27.729 39.127 montadora PSA Peugeot Citröen do Brasil S.A. no início do mês subsequente e sitos e captações no mercado aberto: São demonstrados pelos valores das Total 2.269.097 2.686.586 são posteriormente diferidos de acordo com a curva das operações de crédito. exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reco9. Depósitos nhecidos em base “pro-rata” dia. As captações no mercado aberto são classifi- c) Concentração do risco de crédito cadas entre passivo circulante e exigível a longo prazo em função de seus pra- Descrição 2015 2014 a) Diversificação de produtos e prazo 2015 47.600 85.321 zos de vencimento, independente dos prazos de vencimento dos papéis que Principal devedor 2,10 3,18 Até 90 De 91 a Acima de lastreiam as operações. h) Redução do valor recuperável de ativos não finan- Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 315.740 336.806 ceiros – (Impairment): O registro contábil de um ativo deve evidenciar eventos 20 maiores devedores dias 360 dias 360 dias Total 2014 ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 13,91 12,54 Depósito a prazo 4.539 25.478 121.512 151.529 128.129 que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando d) Composição da carteira de operações de crédito e correspondente provisão Depósito tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recu- para devedores duvidosos nos prazos e níveis de risco estabelecidos pela ReInterfinanceiros 223.527 452.175 10.499 686.201 922.595 perável, é constituída uma provisão, ajustando o valor contábil líquido. Essas solução nº 2.682/99 do Banco Central do Brasil em 30 de junho de 2015 e 2014 Total 228.066 477.653 132.011 837.730 provisões são reconhecidas no resultado do período/exercício, conforme pre2015 2014 Total – 2014 149.764 491.306 409.654 1.050.724 visto na Resolução n° 3.566/08 do Banco Central do Brasil. Os valores dos atiCarteira b) Concentração 2015 2014 vos não financeiros são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há Nível Cedida % Sobre a % Sobre alguma indicação de perda por impairment. Exceto créditos tributários que são de Carteira depois Total das Provisão Total das Provisão Valor carteira Valor a carteira revistos semestralmente. Em 30 de junho de 2015 e 2014 não foram identifica- risco própria da 3.533 operações constituída operações constituída 10 maiores credores 785.030 93,71% 968.059 92,13% dos ativos não financeiros registrados com indicação de perda por impairment. A 655.043 954.707 1.609.750 8.049 2.091.967 10.460 Demais credores seguintes 52.700 6,29% 82.665 7,87% B 439.371 116.909 556.280 5.563 462.052 4.621 i) Imposto de renda e contribuição social: As provisões para o imposto de renda Total 837.730 100,00% 1.050.724 100,00% C 41.204 16.974 58.178 1.745 67.056 2.012 (IRPJ) e contribuição social (CSLL), quando devidas, são calculadas com base No semestre findo em 30 de junho de 2015, as despesas de captação por depóD 9.978 4.038 14.016 1.401 21.174 2.117 no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões de caráter E 3.850 2.202 6.052 1.815 8.539 2.562 sitos no mercado totalizaram R$ 56.857 (R$ 52.417 no semestre findo em 30 permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela alíquota F 2.668 1.862 4.530 2.264 7.087 3.543 de junho de 2014). de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no exerG 2.543 1.242 3.785 2.648 4.883 3.418 10. Recursos de aceites e emissão de títulos cício (R$ 120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. Os H 12.027 4.479 16.506 16.506 23.828 23.827 a) Diversificação de produtos e prazo créditos tributários de imposto de renda e contribuição social foram calculados 2015 sobre as adições e exclusões temporárias, prejuízo e base negativa. Os crédi- Total 1.166.684 1.102.413 2.269.097 39.991 2.686.586 52.560 tos tributários são baseados nas expectativas atuais de realização e conside- e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Até Acima de rando os estudos técnicos e análises da administração, o total dos créditos tri2015 2014 90 dias 360 dias Total 2014 butários está registrado na rubrica “Outros créditos – diversos” no grupo do atiCarteira Carteira Carteira Carteira Letras Financeiras – Pré fixadas 117.720 vo circulante, conforme descrito na nota 8. j) Ativos e passivos contingentes e cedida cedida cedida cedida Letras Financeiras – Pós fixadas 67.126 109.116 176.242 59.240 Carteira depois antes Carteira depois antes obrigações fiscais e previdenciárias: O reconhecimento, a mensuração e a diTotal 67.126 109.116 176.242 176.960 vulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados própria da 3.533 da 3.533 própria da 3.533 da 3.533 b) Concentração 2015 2014 de acordo com os critérios definidos na Resolução nº 3.823/09 e Carta Circular Saldo no início % Sobre % Sobre nº 3.429/10 ambas do Banco Central do Brasil e Pronunciamento Técnico CPC do semestre 28.782 13.365 506 38.200 9.419 1.610 Valor a carteira Valor a carteira nº 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), obedecendo Constituições 31.822 1.097 - 20.118 4.077 176.242 100,00% 176.960 100,00% aos seguintes critérios: Contingências ativas – Não são reconhecidas nas de- Reversões (11.760) (663) (281) (5.156) (28) (625) 10 maiores credores Total 176.242 100,00% 176.960 100,00% monstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propi- Créditos baixados para prejuízo (22.652) - (14.047) (28) - No semestre findo em 30 de junho de 2015, as despesas de captação por recurciem a garantia de sua realização sobre as quais não cabem mais recursos. sos de aceites e emissão de títulos no mercado totalizaram R$ 11.032 Contingências passivas – São reconhecidas nas demonstrações financeiras Saldo no final 26.192 13.799 225 39.120 13.440 985 (R$ 20.649 no semestre findo em 30 de junho de 2014). quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for do semestre considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quan- 11. Obrigações por empréstimos e repasses: O saldo é composto por captações no exterior para as operações de “floor plan”. Os quadros a seguir resumem do os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As os valores e condições contratuais em 30 de junho de 2015 e 2014, respectivamente: 2015 contingências passivas classificadas como perda possível são apenas Data Valor inicial Valor Encargos Variação divulgadas em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda Data Vencimento Reais mil Euro mil Contábil juros Cambial Encargos dos contratos (i) remota não requerem provisão, nem divulgação. Obrigações legais – fiscais e Início 23/03/2015 21/03/2017 17.330 5.000 17.430 128 (28) 2,6890% a.a. + variação EURO previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestaTotal 17.330 5.000 17.430 128 (28) das a legalidade ou a inconstitucionalidade de alguns tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado e registrado mensalmente. (i) As taxas dos contratos referem-se ao 2º trimestre de 2015. 2014 k) Resultado de exercícios futuros: Está representado, principalmente, pelo vaData Valor inicial Valor Encargos Variação lor das parcelas de receitas contratuais recebidas antecipadamente que serão Data Vencimento Reais mil Euro mil Contábil juros Cambial Encargos dos contratos (ii) apropriadas ao resultado de acordo com os prazos dos contratos de financia- Início 17/06/2014 17/12/2014 30.220 10.000 30.200 50 (70) 4,6400% a.a + variação EURO mento aos quais se referem. l) Despesa antecipada: Está representada pelos 23/03/2015 16.224 5.000 15.205 130 (1.149) 3,0650% a.a. + variação EURO valores de despesas pagas antecipadamente e são apropriados ao resultado de 21/03/2014 Total 46.444 15.000 45.405 180 (1.219) acordo com os prazos e taxas dos contratos cedidos. 4. Caixa e equivalente de caixa: A demonstração dos fluxos de caixa foi ela- (ii) As taxas dos contratos referem-se ao 2º trimestre de 2014. tituídas em até 5% do lucro líquido de cada exercício social após as deduções le2015 2014 borada em conformidade com a Resolução nº 3.604/08 do Banco Central do Ativo Receita Ativo Receita gais da reserva legal e dos dividendos até atingir o limite de 100% do capital sociBrasil, sendo considerados como equivalentes de caixa as aplicações (passivo) (Despesa) (passivo) (Despesa) al, ressalvada a existência de deliberação tomada em contrário pela Assembleia interfinanceiras de liquidez e aplicações em fundos de investimento cujos praGeral, conforme estabelecido no estatuto social. d) Lucros acumulados: Conforme zos de liquidação na data de contratação eram inferiores a 90 dias. O caixa e Operações ativas vinculadas (iii) Financiamentos floor plan 17.429 3.768 45.405 8.686 Resolução nº 3.605/08 do Banco Central do Brasil, o lucro apurado e não distribuído equivalentes de caixa estão assim representados: no semestre deverá ser destinado. Em 30 de junho de 2015, o lucro remanescente 2015 2014 Banque PSA Finance de R$ 4.379 (R$ 18.653 em 30 de junho de 2014) foi destinado para a rubrica de Holanda (iv) Disponibilidades 6.187 9.110 (17.429) 2.112 (45.405) 4.890 reserva de lucros. e) Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio: O esAplicações em depósitos interfinanceiros de liquidez 142.833 150.441 Empréstimos no exterior Títulos e valores mobiliários 98.817 12.692 (iii) Operações classificadas conforme circular n°. 3.233/04 e atualizada pela tatuto social estabelece dividendo mínimo obrigatório de 5% sobre o lucro líquido Total de caixa e equivalentes de caixa 247.837 172.243 Circular nº. 3.644/13. (iv) Juros: R$ (1.384) – (2014 – R$ (1.236)) e Variação do exercício ajustado consoante a legislação em vigor. Em conformidade com a Lei. nº 9.249/1995, a Administração do Banco PSA decidiu pelo provisionamento de 5. Aplicações interfinanceiras de liquidez 2015 2014 Cambial: R$ (728) - (2014 – R$ (6.126)). juros sobre capital próprio, limitado na forma da legislação vigente. No semestre 12. Outras obrigações Aplicações em depósitos interfinanceiros de liquidez a) Sociais e estatutárias 2015 2014 findo em 30 de junho de 2015, o valor deliberado foi de R$ 13.055 (2014 Até 90 dias 142.833 150.441 Social e estatutárias 11.097 8.502 R$ 10.002). Em 24 de abril de 2015, em Assembléia Geral Extraordinária, foi de142.833 150.441 Total 11.097 8.502 liberado a distribuição e do respectivo pagamento de dividendos no montante No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com aplicações interfib) Fiscais e previdenciárias 2015 2014 de R$ 36.105 e de Juros Sobre o Capital Próprio no montante de R$ 17.003. nanceiras foi de R$ 18.518 (R$ 9.990 no semestre findo em 30 de junho de 2014). Imposto de Renda 8.813 4.637 15. Imposto de renda e contribuição social 6. Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos a) Os encargos com imposto de renda e contribuição social correntes incidenContribuição Social 5.413 2.915 a) Títulos e valores mobiliários Cobrança e arrecadação de tributos 3.456 2.100 tes sobre as operações do semestre são demonstrados a seguir Carteira própria 2015 2014 2015 2014 Outros 2.278 3.257 Títulos para negociação IRPJ CSLL IRPJ CSLL Total 19.960 12.909 FIDC Aberto PSA Finance Brasil (i)(ii) 43.719 111.305 c) Outras obrigações - Diversas 2015 2014 Resultado antes da tributação sobre Santander FIC FI Empresas Curto Prazo 3.557 4.907 Floor-Plan – Montadora PCBA (i) 23.034 24.397 o lucro e participações 23.993 23.993 44.566 44.566 Santander FIC FI Soberano Referenciado DI 91.332 7.785 Despesas administrativas 9.373 14.828 (-) Juros sobre capital próprio (13.055) (13.055) (10.002) (17.667) Bradesco FIC FI Referenciado 2.714 Comissões a pagar 1.524 1.674 (-) Participações estatutárias sobre lucro (1.871) (1.871) (1.260) (2.456) Itaú Soberano Referenciado 57 Carteira Cedida-Resolução nº.3.533 1.034.518 1.189.842 Resultado antes da tributação Itaú Dynamic Curto Prazo 1.048 Passivos contingentes (nota 16b) 5.707 5.167 sobre o lucro 9.067 9.067 33.304 33.304 Outros 109 Outras 428 4.758 Adições temporárias 28.061 28.061 36.487 36.487 142.536 123.997 Total 1.074.584 1.240.666 Provisões para gratificações No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com aplicações em títuCurto Prazo 631.414 690.464 Provisões para ajuste a valor de mercado 38 38 los e valores mobiliários foi de R$ 12.284 (R$ 27.860 no semestre findo em 30 Longo Prazo 443.170 550.202 Provisões para contingências jurídicas de junho de 2014). (i) As cotas de fundos de investimento estão classificadas 201 201 como sendo sem vencimento e são mensuradas pelo valor de custo de aquisi- (i) Referem-se a recebimentos de operações de Floor Plan do último dia do Provisão para despesas com Santander Provisão para aluguel ção ajustado pelas variações das cotas e valores de perda no valor recuperável mês, pendentes de repasse à montadora. dos ativos, quando aplicável. (ii) Em 30 de junho de 2015 o FIDC apresenta a 13. Resultado de exercícios futuros: O saldo registrado é referente aos subsí- Provisões para crédito de liquidação duvidosa 19.550 19.550 24.166 24.166 seguinte situação patrimonial: No encerramento do semestre findo em 30 de ju- dios de taxas de operações de crédito, recebidos da PSA Peugeot Citröen do Bra8.511 8.511 12.082 12.082 nho de 2015, o ativo total do FIDC era de R$ 478.770 (2014 – R$ 1.171.065) sil S.A e suas concessionárias autorizadas, no montante de R$ 63.666 nota 17b Outras provisões 880 880 169 169 com passivos no montante de R$ 4.422 (2014 – R$ 12.717) e patrimônio lí- (R$ 62.285 em 30 de junho de 2014). Foi apropriado no semestre o montante de Adições permanentes 605 605 1 1 quido no montante de R$ 474.348 – (2014 – R$ 1.158.348). Em 30 de junho R$ 32.640 (R$ 34.717 no mesmo período de 2014). As Instituições Financeiras Promoções de marketing 275 275 168 168 de 2015 o Banco PSA detém 7.380.260,0684 cotas subordinadas (2014 – PSA no Brasil mantêm inalterados os diferimentos das subvenções de juros que Outras adições permanentes (1.918) (1.918) (50.465) (50.465) 27.922.449,222888) do FIDC totalizando R$ 43.719 (2014 – R$ 111.305). as marcas Peugeot e Citroën promovem nas vendas de veículos em campanhas Exclusões temporárias b) Instrumentos financeiros derivativos • Swap: O quadro a seguir resume o comerciais, independentemente da existência ou não de cessões de recebíveis. Realização da provisão para crédito (5.807) (5.807) valor referencial atualizado ao preço de mercado e as respectivas exposições Esse procedimento conservador visa manter as curvas de juros constantes dos de liquidação duvidosa contratos ao longo de suas vidas úteis, pois as cessões efetuadas são de Créditos Incobráveis - Perdas - (43.872) (43.872) líquidas no balanço patrimonial. recebíveis com coobrigação e consolidação de risco no Banco PSA. Provisão de comissões (591) (591) (339) (339) 2015 (1.010) (1.010) Data Data Valor Valor Ajuste Valor 14. Patrimônio líquido: a) Capital social: Em 30 de junho de 2015, o capital so- Provisão pagamento ABN (317) (317) (447) (447) Início vencimento referencial curva MTM mercado cial, totalmente subscrito e integralizado é de R$ 229.756 representado por Outras provisões (67) (67) 209.355 ações, ordinárias nominativas (R$ 229.334 representado por 215.921 Exclusões permanentes EUR x CDI (67) (67) 23/03/2015 21/03/2017 17.330 4.994 (50) 4.944 ações, ordinárias nominativas em 30 de junho de 2014). Aumento em andamento Promoções de marketing 17.330 4.994 (50) 4.944 de R$ 422 referente à conversão da reserva de capital sujeito a aprovação do Base de cálculo antes da compensação Banco Central do Brasil. Em 28 de abril de 2014, em Assembléia Geral Extraor- de prejuízo fiscal e base negativa 2014 da CSLL 36.090 36.090 19.428 19.428 Data Data Valor Valor Ajuste Valor dinária foi deliberado o aumento de capital no montante de R$ 15.017, mediante a Início vencimento referencial curva MTM mercado emissão de 14.140 novas ações ordinárias e nominativas, por meio da capitaliza- Base de cálculo do imposto de renda 36.090 36.090 19.428 19.428 ção de juros sobre capital próprio destinados e provisionados ao término exercí- e contribuição social EUR x CDI (197) (208) 17/06/2014 17/12/2014 30.220 1.513 54 1.459 cio findo em 31 de dezembro de 2013. b) Reserva legal: O Banco PSA deve des- (-) PAT 21/03/2014 23/03/2015 16.224 2.847 (165) 3.012 tinar 5% do lucro líquido de cada exercício social para a reserva legal, que não Despesa com imposto de renda 8.813 5.414 4.637 2.915 46.444 4.360 111 4.471 poderá exceder a 20% do capital integralizado. c) Reserva estatutária: São cons- e contribuição social continua...