47º FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG
Apropriação e Transformação dos Espaços da Cidade e da Universidade
17 a 25 de julho de 2015 – Belo Horizonte/MG
Promoção: Universidade Federal de Minas Gerais
Realização: Diretoria de Ação Cultural – DAC
Reitor da UFMG: Prof. Jaime Arturo Ramírez
Vice-reitora: Profa. Sandra Goulart Almeida
Diretora da DAC: Leda Martins
Diretor Adjunto da DAC: Fernando Mencarelli
Direção geral do Festival: Leda Martins e Fernando Mencarelli
Coordenação Geral: Ernani Maletta e Mônica Medeiros Ribeiro
Coordenação do Projeto Especial: Fabrício Fernandino
Produção Executiva e Coordenação Administrativa: Rossilene Azevedo Rossi Diana
Coordenação de Compras: Isabella Dometila Martins de Assis
Coordenação de Comunicação e Mídias Sociais: Marcílio Lana
Coordenação Financeira: Vera Lúcia Magalhães Silva
Coordenação de Infraestrutura: Alberto Antônio de Oliveira e Eliane Aparecida
Ferreira
Coordenação de Produção de Eventos: Rosângela da Silva Santos
Produção: Márcia Fonseca Rocha e Mary do Carmo Silva Ramos
Assessoria à Coordenação geral: Denise Lopes Leal e João Gabriel Marques Fonseca
Apoio administrativo: Isabella Damasceno Sampaio e Thobila Gabriela de Lima Costa
Revisora de texto: Sara Meynard Begname
Plano de Comunicação, Planejamento de Comunicação, Produção jornalística,
Protejo gráfico e Site: Centro de Comunicação - Cedecom.
Apoio institucional: Escola de Arquitetura, Biblioteca Central, CAC, Cecom, Cedecom,
Cedeplar, Centro Cultural UFMG, Coltec, Conservatório UFMG, Copeve, Copi, Diretoria
de Tecnologia de Informação, Escola de Belas Artes, Escola de Música, Espaço do
Conhecimento UFMG, Faculdade de Educação, Faculdade de Filosofia e Ciências
Humanas, Faculdade de Letras, Faculdade de Medicina, Faculdade de Odontologia,
Instituto de Geociências, Museu de História Natural e Jardim Botânico, Projeto
Manuelzão, Pró-Reitoria de Administração, Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de
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Graduação, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Planejamento e Teatro
Universitário.
Informativo da Diretoria de Ação Cultural − Av. Antônio Carlos, 6627
CEP 31270-901 − Belo Horizonte – MG − Fone: (31) 3409-6410
E-mail: [email protected]
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Coordenação Geral
Ernani Maletta (UFMG)
Professor da EBA/UFMG – Teatro e PPG Artes. Diretor cênico e musical, ator e cantor.
Doutor em Educação, sua pesquisa acadêmica focaliza a vocalidade e
a musicalidade da polifonia cênica. É reconhecido pela intensa participação na criação
de diversos espetáculos de Teatro em âmbito nacional e internacional. Vem atuando
ativamente na Itália desde 2010, tanto na criação quanto na formação artística, ao
lado da renomada artista e pesquisadora italiana Francesca Della Monica. De 1993 a
2011, atuou continuamente no Festival de inverno da UFMG, seja como professor,
coordenador de área ou subcoordenador geral.
Mônica Medeiros Ribeiro (UFMG)
Atriz, artista de dança, Doutora em Artes pela UFMG. Professora do Departamento de
Fotografia, Teatro e Cinema da EBA/UFMG, da Pós-Graduação em Artes da EBA, e do
mestrado ProfArtes (UFMG). Ex-integrante do Grupo Oficcina Multimédia (BH) e do
Taller del Sótano (MEX/DF). Foi preparadora de atores e assessora de movimento de
diversos grupos teatrais no Brasil e no exterior, como Oficcina Multimédia, Galpão,
Teatro de Ciertos Habitantes, Alícia Sanchez e Grupo 3 de Teatro. Uma das criadoras
do Curso de Dança da UFMG, foi também coordenadora e criadora da Especialização
em Crítica e Produção Cultural (IEC/PUCMinas). Subcoordenadora da Área de Artes
Cênicas da 37ª e da 38ª edições (2005/2006) e Coordenadora da mesma área da 39ª e
da 40ª edições (2007/2008) do Festival de Inverno da UFMG.
Coordenação do Projeto Especial - Fabrício José Fernandino (UFMG)
Escultor e professor Adjunto de Escultura da EBA/UFMG. Graduado em Pintura e em
Escultura, Mestre em Artes Visuais e Doutor em Artes pela EBA/UFMG. Atua
intensamente nas áreas artística, acadêmica e de extensão da UFMG, bem como em
atividades ligadas ao ensino, à pesquisa e a orientações, coordenando inúmeros
projetos nacionais e internacionais e participando de representações dentro e fora da
Universidade.
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INFORMAÇÕES GERAIS
INSCRIÇÕES
Todas as inscrições são gratuitas.
Oficinas com seleção – O interessado deve preencher a ficha de inscrição e anexar o
currículo resumido e uma carta de intenções. Os selecionados serão comunicados por
e-mail.
1 - Cortejo Cênico
• Inscrições - 29 de junho a 6 de julho
• Divulgação dos selecionados – 8 de julho
• Início da oficina – 13 de julho
2 - Dança Contemporânea e Possibilidades no Espaço
3 - Cobertura Participativa do 47º Festival de Inverno da UFMG
• Inscrições – 29 de junho a 12 de julho
• Divulgação dos selecionados – 15 de julho
• Início da oficina – 20 de julho
Oficinas sem seleção e Aulas abertas – inscrições de 29 de junho a 18 de julho
Oficinas sem seleção – O interessado deve preencher a ficha de inscrição. Será
considerada a ordem de inscrição até o limite do número de vagas, respeitada a idade
mínima e os pré-requisitos, quando indicados no texto específico da oficina. O inscrito
receberá a confirmação automática de sua inscrição.
Aulas abertas – Sem pré-requisitos e número de vagas. A adesão poderá ser feita na
hora da aula, entretanto, apenas os primeiros 20 (vinte) inscritos pelo site terão direito
ao certificado de participação.
Para efetivar sua inscrição clique aqui.
Observações importantes:
1. Os menores de 18 anos devem enviar, para o e-mail [email protected],
os seguintes documentos: certidão de nascimento e autorização dos pais ou
responsáveis, na qual deve constar o número da carteira de identidade dos
mesmos.
2. Iniciado o Festival, não será permitido aos inscritos a troca de atividades.
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CERTIFICADOS
Serão emitidos certificados de participação para os alunos devidamente inscritos no
site. Haverá uma lista de inscritos para assinatura. A partir do dia 3 de agosto, o
certificado estará disponível no site onde o aluno efetuou sua inscrição.
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PROGRAMAÇÃO
OFICINAS
CORTEJO CÊNICO
A proposta da oficina é preparar o espetáculo de abertura do 47º Festival de Inverno
da UFMG, a partir da junção das criações dos núcleos de teatro, dança, música,
palhaçaria e de figurinos e adereços.
Professor
Antônio Hildebrando (UFMG) – Dramaturgo, diretor e professor de teatro da
Graduação em Teatro e da Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG. Desenvolve, entre
outras atividades, pesquisas relativas à dramaturgia e à encenação de espetáculos com
grande número de participantes e que já resultaram nos espetáculos O Guesa Errante,
A Viagem de Thespis e Pessoa(s): Rapsódia Cênica, nos quais assinou a dramaturgia e a
direção, e Estrela: escombros da Babilônia, em parceria com o núcleo de Teatro do
Espaço Comum Luiz Estrela, no qual foi responsável pela supervisão de dramaturgia e
pela direção. No momento desenvolve a dramaturgia e a direção geral do espetáculo A
Contribuição Milionária de Todos os Erros.
Público-alvo: artistas e estudantes de arte em geral (teatro, dança, circo, música, artes
visuais, performance)
Vagas: 80
Carga horária: 34 horas
Período: 13 a 18 de julho
Horário: 10h às 12h30 e 14h às 17h (segunda a sexta-feira) e 14h às 20h (sábado)
Material do aluno: roupas adequadas para exercícios cênicos e de artes visuais; calça
e/ou saia, calçado, camisa e/ou vestido, chapéu e/ou boné e adereços, como óculos ou
cordões que possam ser customizados e mesmo “estragados”.
Local: prédio do curso de Teatro da UFMG – salas preta, vinho, verde, laranja e
amarela
Classificação etária: a partir de 18 anos
CANTANDO E REINANDO COM AS TRADIÇÕES DOS ARTUROS
A atividade busca valorizar a diversidade cultural brasileira e incentivar a continuidade
das manifestações já existentes, a partir das necessidades expressas pelos
participantes. É no sentido de valorizar o conhecimento e as tradições culturais, no que
se refere ao patrimônio cultural, que os Arturos pretendem contribuir para a
preservação deste importante patrimônio cultural mineiro, propondo uma oficina de
ritmos, de cantos e de danças preservados pela comunidade quilombola dos Arturos.
Professor
Jorge Antônio dos Santos (Contagem/MG) – Reconhecido como Mestre de culturas
populares pelo Ministério da Cultura, através da aprovação no edital de prêmio para
mestres e mestras de cultura popular – edição 100 anos de Mazzarope (2012), Jorge já
ministrou oficinas em diversos eventos culturais, como Artes e ofícios de saberes
tradicionais (UnB/Brasília), ECUM – encontro mundial de artes cênicas (São Paulo),
Seminário Internacional Brasil-África (PUCMG) e Seminário Nacional da ACBANTU
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(Salvador/BA), além de oficinas para construção de tambores para congados em
diversos municípios mineiros.
Instrutor: Thiago Antônio Silva dos Santos (BH)
Público-alvo: alunos e professores da UFMG, artistas, produtores culturais e demais
interessados no tema.
Vagas: 30
Carga horária: 15 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 9h às 12h
Material do aluno: caixa de congado ou folia (desejável)
Local: prédio do curso de Teatro da UFMG – sala vinho
Classificação etária: a partir de 9 anos
CARTOGRAFIAS DE PERCURSOS NARRATIVOS NA CRIAÇÃO CENOGRÁFICA
Partindo de uma ideia sugerida pela cenógrafa inglesa Pamela Howard, no livro What's
Scenography?, a oficina propõe a construção de cartografias, utilizando quaisquer
suportes, para situar, no tempo e espaço, algumas experiências que os participantes
considerem mais significativas ao longo de seu percurso de vida, desde o nascimento
até os dias atuais. Em sequência, os oficineiros serão convidados ao exercício de
proposição de uma cenografia para essa cartografia, no espaço multidimensional.
Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia – Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo A Megera
DoNada, a direção cênica de Naia Catarineta, espetáculo de abertura da SBPC, na
UFRN, em 2010, e a iluminação cênica dos espetáculos Fragmento da Hora Absurda
(2007) e Santa Cruz do Não Sei (2012). Seu trabalho mais recente foi a direção Cênica e
cenografia da ópera Bastien & Bastienne, de Mozart, que estreou em maio de 2015, na
UFRN.
Público-alvo: interessados no tema
Vagas: 20
Carga horária: 15 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 9h às 12h
Material do aluno: roupas leves, confortáveis e que permitam movimentação;
caderno de notas, lápis, caneta, borracha e três canetas Pilot (preta, vermelha e
azul).
Local: prédio do curso de Teatro da UFMG – sala preta
Classificação etária: a partir de 16 anos
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COBERTURA PARTICIPATIVA DO 47º FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG
A oficina objetiva envolver os participantes em um processo de cobertura participativa
e colaborativa do Festival de Inverno, com o uso de uma plataforma eletrônica
específica (WordPress ou Medium). Pretende, ainda, reunir colaboradores formais,
oficineiros, que podem ser estudantes de comunicação, artes, letras e outras áreas
interessadas em produzir e publicar conteúdos (reportagens, entrevistas, crônicas,
relatos em primeira pessoa, imagens – fotos, ilustrações e vídeos – e áudio). Essa
colaboração pode alcançar qualquer pessoa que não esteja inscrita na oficina, mas que
deseja compartilhar alguma experiência vivenciada no Festival.
Professora
Luana Macieira (UFMG) - É jornalista da Agência de Notícias da UFMG e escreve para o
site da universidade e para o Boletim UFMG. É pós-graduada em Gestão de
Comunicação Estratégica pela PUC-Minas e mestranda do Programa de Pós-graduação
em Estudos de Linguagens do Cefet-MG, pesquisando o jornalismo científico. Já passou
pelo Estado de Minas, Vale e Embrapa.
Público-alvo: estudantes de comunicação, artes, letras e outras áreas interessadas em
produzir e publicar conteúdos jornalísticos (reportagens, entrevistas, crônicas, relatos
em primeira pessoa, imagens – fotos, vídeos e ilustrações). Também pode envolver
pessoas não inscritas formalmente na oficina – colaboradores informais - que desejem
simplesmente compartilhar suas experiências artístico-culturais no Festival.
Vagas: 10
Carga horária: 20 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 9h às 13h
Material do aluno: canetas e blocos de anotação
Local: sala de reuniões do Cedecom – entrada lateral do prédio da Biblioteca Central
Classificação etária: a partir de 16 anos
CRIAÇÃO LITERÁRIA: CONTOS DE FUTEBOL
A atividade pretende proporcionar aos participantes, por meio de exercícios de leitura
e escrita, a criação de pequenos textos literários. Ao longo da oficina, serão realizadas
leituras e análises de trechos de vídeo, fotografias e textos de autores como Nelson
Rodrigues, Carlos Drummond de Andrade, Edilberto Coutinho, Sérgio Sant’Anna, Luiz
Vilela, Aldyr Schlee e Luiz Ruffato, além da audição de músicas e de hinos de futebol,
focando na incorporação dos elementos advindos dessas leituras ao processo criativo.
A intenção é efetuar uma breve historiografia do contato entre a Literatura e o Futebol
através de alguns dos principais pensadores dessa relação, como Pier Paolo Pasolini,
Milton Pedrosa, José Miguel Wisnik e Décio de Almeida Prado.
Professor
Gustavo Cerqueira Guimarães (BH) – Professor, pesquisador e poeta. Possui
Doutorado e Mestrado em Estudos Literários pela UFMG. Graduado em Letras (2012) e
Psicologia Clínica (1999) pela PUC/MG. É membro-pesquisador do Fulia (Núcleo de
Estudos sobre Futebol, Linguagem e Artes) da Faculdade de Letras da UFMG, faculdade
em que também desenvolveu a pesquisa de Pós-Doutorado intitulada
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A tabelinha entre o Futebol e outras práticas poéticas no Brasil (2014). Atualmente é
pesquisador do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD/Capes) junto à
Fale/UFMG, onde atua em atividades de ensino, pesquisa e extensão. É autor dos
livros de poesia Língua (2004) e Guerra (no prelo). Também administra o site
www.gustavocerqueiraguimaraes.com.
Público-alvo: interessados na relação entre escrita literária e futebol
Vagas: 15
Carga horária: 16 horas
Período: 21 a 24 de julho
Horário: 14h às 18h
Material do aluno (opcional): uma fotografia de infância que retrate algum elemento
do futebol. Algum texto literário sobre futebol (conto, crônica, romance, teatro,
poema, canção).
Local: Conservatório UFMG - sala 3
Classificação etária: a partir de 18 anos
DANÇA CONTEMPORÂNEA E POSSIBILIDADES NO ESPAÇO
A intenção da oficina é estabelecer um diálogo entre a dança contemporânea e os
possíveis espaços para sua manifestação. Serão realizadas práticas corporais que
possibilitem o entendimento de espaço, assim como sua relação com o movimento.
Professora
Ester França Monteiro de Barros (BH) – Bailarina, fundadora do Movasse – Coletivo de
Criação em Dança – e aluna do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG. Foi
bailarina intérprete criadora do Grupo de Dança 1º Ato, por 8 anos, e atualmente
coordena o Projeto Dança Jovem junto com Fábio Dornas. Atua diretamente em
trabalho de criação colaborativa e em improvisação.
Público-alvo: interessados em corpo, seja na dança, teatro ou performance, com
experiência prévia.
Seleção: apresentar currículo resumido e carta de intenções.
Vagas: 15
Carga horária: 15 horas
Período: 21 a 24 de julho
Horário: 14h às 17h45
Material do aluno: caderno e lápis para anotações pessoais e roupa confortável, que
permita movimentação.
Local: prédio do curso de Teatro da UFMG – sala verde
Classificação etária: a partir de 15 anos
DANÇA: CORPO E CONSCIÊNCIA PARA A MAIOR IDADE
Movida pela intenção de aproximar o praticante das potencialidades de seu corpo,
esta oficina buscará uma maior harmonização pessoal a partir de práticas de
sensibilização e de consciência corporal. Os oficineiros experienciarão jogos corporais
em grupo e entrarão em contato com elementos de dança e vídeos de dança
comentados. A ideia é alcançar a expressão pessoal de cada participante.
Professor
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Arnaldo Alvarenga (UFMG) - Formou-se em dança no Trans-Forma Centro de Dança
Contemporânea (BH/MG) e em Leitura Corporal, com aprofundamento em
Fisiognomonia, no Núcleo de Terapia Corporal de Belo Horizonte. No campo
acadêmico, graduou-se em geologia pela UFMG. É Mestre e Doutor em Educação pela
FAE/UFMG, em História da Educação. É docente dos Cursos de Graduação em Teatro e
do curso de Licenciatura em Dança da EBA/UFMG. Tem livros e artigos publicados,
desenvolvendo pesquisas na área de Estudos Corporais e Memória em Dança no Brasil.
Atualmente coordena o curso de Graduação Licenciatura em Dança da EBA/UFMG.
Público-alvo: adultos a partir de 65 anos de idade
Vagas: 24
Carga horária: 15 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 14h às 17h
Material do aluno: roupas adequadas para as práticas corporais que permitam a
realização de movimentos amplos, como: calças e blusas de malha e colants. Os
participantes serão convidados a ficar com os pés descalços, sem o uso de meias.
Local: Conservatório UFMG – sala de ensaios A e sala de ensaios B
Classificação etária: a partir de 65 anos
ESCULTURAS – PROCESSO CONSTRUTIVO (PROJETO ESPECIAL)
O objetivo da oficina é expor aos alunos todo o processo de criação e de concepção
das esculturas do artista plástico Jorge dos Anjos, desde o projeto inicial até a
instalação das obras nos espaços públicos, demonstrando suas influências africanas e
concretistas. O artista fará visitas guiadas com os alunos aos espaços públicos que têm
suas obras instaladas. Será realizada também uma sessão de exibição dos vídeos sobre
a obra do artista.
Professor
Jorge dos Anjos (BH) – Artista plástico de grande destaque na arte mineira
contemporânea. Organizou as exposições individuais 2013 – Geometria de Risco –
Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – Brasília;2012 - Institut für Künstlerische Keramik
und Glass – Hörgrenzhausen, Alemanha; 2011 – Pedra, Ferro e Fogo – Galeria Coleção
de Arte – Rio de Janeiro, RJ; 2010 – Nibourg Interieurs – Zwolle, Holanda; 2006 –
Esculturas, Lagoa da Pampulha, 3º FAN - Festival de Arte Negra, Belo Horizonte e
Esculturas, Praça da Estação, 3º FAN - Festival de Arte Negra, Belo Horizonte. Quanto
às exposições coletivas, ele integrou em 2014 a Mostra Rio de Esculturas Monumentais
– Praça Paris, Rio de Janeiro; em 2012 expôs no Centro Cultural dos Correios – Rio de
Janeiro, RJ; em 2011/2012 integrou a Europália - Incorporation – Contemporary AfroBrazilian Art (La Centrale Electrique, Bruxelas, Bélgica; em 2006 a exposição Encuentro
entre dos mares – Áfricas – Américas, Encuentros convergentes: ancestralidade y
contemporaneidad, Bienal de Valencia, Espanha, Réplica e Rebeldia [Artistas de
Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique], Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro;
Museu de Arte Moderna, Salvador – Brasil; Luanda – Angola; Moçambique e em 2005
participou da Brasil l´Heritage African, Musée Dapper, em Paris.
Público-alvo: estudantes ou interessados em arte e arquitetura
Vagas: 25
Carga horária: 18 horas
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Período: 20 a 24 de julho
Horário: 14h às 17h, exceto dia 23 (12h às 18h).
Visitas programadas:
21 de julho – Atelier do artista no bairro São Francisco; 22 de julho – DINAÇO no
distrito industrial CINCO/Contagem; 23 de julho – Shopping Estação em Sete
Lagoas/MG; 24 de julho – Obras do artista nos bairros Santa Efigênia e Pampulha.
Local: Escola de Música – sala 1030
Classificação etária: a partir de 16 anos
UMA INTRODUÇÃO À POÉTICA POPULAR
A oficina constará de uma abordagem teórica sobre o modo que a poesia popular
brasileira floresceu e se desenvolveu e da vivência criativa de alguns dos seus gêneros
e formas.
Professor
Antônio Nóbrega (SP) – Violinista desde criança. Entre 1968 e 1970, já participava da
Orquestra de Câmara da Paraíba e da Orquestra Sinfônica do Recife. Em 1971, foi
convidado por Ariano Suassuna a integrar o Quinteto Armorial, grupo precursor na
criação de uma música de câmara brasileira de raízes populares. Fruto desse
envolvimento com o universo da cultura popular, a partir de 1976, começou a
desenvolver um estilo próprio de concepção em artes cênicas e música. A partir de
1993 criou vários espetáculos, com os respectivos CDs. Participou do Festival
D’Avignon (França) com o espetáculo “Pernambouc”, preparado especialmente para o
público francês. A partir de 2007, com o espetáculo “Passo”, integralmente dedicado à
dança, começou a conciliar o seu trabalho de músico com o de dançarino e coreógrafo.
Entre 2006 e 2008, lançou o espetáculo dedicado ao frevo “Nove de Frevereiro”.
Recebeu inúmeros prêmios, dentre os quais destacam-se: TIM, SHELL, Mambembe,
APCA e Conrado Wessel – e, por duas vezes, a Comenda do Mérito Cultural. Com sua
mulher, Rosane Almeida, idealizou e dirige, em São Paulo, o Instituto Brincante, local
de cursos, oficinas, mostras e encontros onde procuram apresentar aos próprios
brasileiros um Brasil ainda pouco conhecido. Atualmente, conclui com Walter Carvalho
a realização de um longa-metragem sobre a sua obra, cuja estreia está prevista para o
segundo semestre do ano.
Público-alvo: interessados em conhecer e praticar a poesia popular brasileira
Vagas: 30
Carga horária: 3 horas
Data: 22 de julho
Horário: 9h30 às 12h30
Local: Conservatório UFMG – auditório e sala de ensaios B
Classificação etária: a partir de 16 anos
LITERATURA E MÚSICA (PROJETO ESPECIAL)
Após a recente rememoração dos 50 anos do Golpe Militar no Brasil, o curso tem
como objetivo relacionar literatura e música, levando em consideração a produção
realizada por compositores das últimas décadas, principalmente os de formação
universitária, como Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil. O tema escolhido – a
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cidade – pretende contemplar a relação entre modernidade e modernização, tradição
e vanguarda. Parte-se da concepção de que a vida urbana atua como catalisadora dos
movimentos políticos e culturais que tiveram como cenário a ditadura militar.
Professora
Eneida Maria de Souza (UFMG) – Professora titular de Teoria da Literatura e
professora emérita da UFMG. Autora, entre outros livros, de o Século de Borges, Crítica
Cult, Janelas Indiscretas, Sobrevivência e Devir da Leitura (Org.) e Modernidade Toda
Prosa (em coautoria com Marília Cardoso). É pesquisadora do CNPq.
Professor Assistente – Roniere Silva Menezes (CEFET-MG)
Público-alvo: interessados em literatura e música
Vagas: 30
Carga horária: 15 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 14h às 17h
Local: Escola de Música - sala 1026
Classificação etária: a partir de 14 anos
LUZ/ESPAÇO: UM LUGAR (PROJETO ESPECIAL)
A atividade envolverá a apresentação e a discussão do uso da luz como matéria/meio
de construção de espaço e de forma na arte contemporânea, enfocando sua atuação
como agente direto e indireto de efeitos perceptivos. A oficina é prática e os
participantes acompanharão o processo de criação e de montagem de uma instalação
artística feita com luz, que ao final será aberta ao público.
Professora
Telma Fernandes (SP) – Atriz, encenadora, dramaturga e designer de luz. Mestre em
Letras pela UFMG, com pesquisa sobre a relação entre o texto e a cena na primeira
montagem de Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues. É graduada em Filosofia (UFMG)
e Psicologia (PUC/MG). Atualmente vem consolidando seu trabalho como encenadora
voltando-se para a criação de espetáculos que apresentam uma estreita relação com
as artes visuais e performativas, partindo sempre da investigação sobre as diversas
linguagens do teatro contemporâneo. Como designer de luz assinou vários trabalhos
de destaque, tanto em Minas quanto em outros estados do país.
Público-alvo: artistas, estudantes de artes visuais e performativas, público em geral.
Vagas: 10
Carga horária: 20 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 16h às 20h
Material do aluno: alicate e chave de fenda
Local: Teatro Universitário – sala Otávio Cardoso
Classificação etária: a partir de 16 anos
UM CINEMA DA DIVERSIDADE ESTÉTICA E NARRATIVA
O grupo percorrerá uma breve história do cinema negro no Brasil, na África e nos
Estados Unidos da América, destacando sua origem, sua diversidade estética, temática
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e de contextos. Também serão abordados e exibidos pequenos trechos das obras dos
principais diretores.
Professor
Joel Zito Araújo (RJ) – Cineasta, escritor, professor, diretor, produtor executivo e
roteirista de filmes de ficção, de documentários, de programas de TV, de vídeos
educacionais e institucionais. Criador e diretor de 27 curtas e média-metragens e de
quatro filmes de longa-metragem para salas de cinema: “A Negação do Brasil”
(ganhador do É Tudo Verdade, 2001), “Filhas do Vento” (ganhador de 8 Kikitos no
Festival de Gramado de 2005 e do Festival de Tiradentes), “Cinderelas, Lobos e um
Príncipe Encantado” (ganhador de 5 prêmios de melhor documentário) e do recente
“Raça”.
Público-alvo: estudantes de cinema, de comunicação e de artes
Vagas: 30
Carga horária: 20 horas
Período: 20 a 24 de julho
Horário: 14h às 18h
Material do aluno: levar um lap top ou algum tipo de palmtop.
Local: Escola de Música - auditório
Classificação etária: a partir de 16 anos
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FESTIVAL JOVEM
O público infantil é convidado a integrar o Festival de Inverno da UFMG, que nesta
edição abre um espaço só para a criançada. Serão realizadas oficinas de arte, de
filosofia e de ciências, além de um piquenique temático, destinados a crianças de 4 a 7
anos de idade. É importante ressaltar que as crianças inscritas no Festival Jovem
devem participar de todas as atividades a seguir, não sendo permitida a inscrição em
atividades isoladas.
Obrigações dos pais ou responsáveis:
1. Após receber a confirmação da inscrição, enviar cópia da certidão de
nascimento do menor e a autorização disponibilizada no site para o e-mail
[email protected]
2. Assinar o termo de responsabilidade, no primeiro dia da oficina, informando
dados importantes sobre a criança, tais como restrição alimentar, alergia e tipo
sanguíneo.
3. Enviar diariamente, com a criança, um lanche leve e frio para o intervalo do
turno da manhã.
4. Enviar, ainda, uma refeição fria para o horário de almoço, caso seja de seu
interesse. O responsável pode também buscar a criança ao término das
atividades matinais (11h45) e trazê-la de volta ao local das oficinas às 14 horas.
Observações:
•
•
Os alimentos (lanche e refeição) serão acondicionados em geladeira, sem
possibilidade de aquecê-los para consumo.
As crianças, nos horários do lanche e do almoço, terão o acompanhamento de
monitores.
Vagas: 20
Período de realização: 20 a 24 de julho
Horário: 8h30 às 11h45 e 14h às 17h30
Carga horária: 38 horas
Material do aluno: roupa leve e confortável, garrafinha com água, lanche para a
criança (somente na parte da manhã), instrumentos musicais (livre). Além disso, é
desejável que a criança leve uma lata vazia de metal (Nescau, Neston, Mucilon, etc.)
Local: prédio do Teatro Universitário – sala Paula Lima
Classificação etária: 4 a 7 anos
A CRIANÇA E O CORPO: EXPERIÊNCIAS PARA DANÇAR
Por meio da corporeidade, as crianças experimentam o mundo à sua volta,
estabelecendo relações de intervenção e de aprendizagem constante. Com a Dança,
essas experiências se potencializam, já que a linguagem corporal trabalhada de
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maneira intencional e estética abre espaço para momentos de brincadeiras,
expressividade e liberdade nas criações. Pensando nisso, a oficina busca introduzir
alguns elementos da Dança (noções de consciência corporal e elementos de Laban,
entre outros), trazendo para a cena - e como protagonista - o próprio corpo das
crianças: espontâneo, criativo e disponível para novas experiências.
Professora
Marlaina Fernandes Roriz (BH) - Possui graduação em Dança, Licenciatura e
Bacharelado pela UFV (2010) e Mestrado em Ensino de Arte pela UFMG (2014). É
professora efetiva de Dança no Centro Pedagógico da Escola de Educação Básica e
Profissional da UFMG, desde 2014. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em
Docência em Dança e atua principalmente nas seguintes áreas: ensino de dança,
linguagem corporal, formação de professor, educação infantil e processos criativos em
Dança.
JOGOS E BRINCADEIRAS NO TEATRO
Nesta atividade, as crianças experimentarão brincadeiras tradicionais e jogos teatrais e
exercitarão coletivamente a imaginação, o corpo e a voz.
Professores
Grupo Serelepe (EBA/UFMG) – Formado em 2005, graças ao programa de rádio
Serelepe – uma pitada de Música Infantil, que vai ao ar até os dias de hoje pela Rádio
UFMG Educativa 104,5 FM, o Grupo Serelepe (EBA/UFMG) é composto por Reginaldo
Santos, Cris Lima, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu. Faz parte do Movimento Brasileiro
da Canção Infantil e do Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha.
Institucionalmente, é um projeto de extensão vinculado ao curso de Graduação em
Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG, onde Eugênio Tadeu (coordenador do
grupo) é professor. Desde 2010, o Serelepe ministra oficinas para crianças e adultos,
tendo sempre o brincar como fio condutor. Foi também neste ano que o grupo
começou a idealizar o espetáculo-cênico musical Locotoco, inspirado em canções e
brincadeiras tradicionais, recolhidas em diferentes regiões do Brasil e da América
Latina. Em 2014, o espetáculo foi registrado no CD homônimo. Ao longo desses anos, o
grupo se apresentou com espetáculos e ministrou oficinas de jogos e brincadeiras em
cidades como Belo Horizonte, Juiz de Fora, São Paulo, Ribeirão Preto, Piracicaba
(Brasil), Valparaíso (Chile), Santa Fé (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Medellín,
Bogotá e Melgar (Colômbia).
A EXPERIÊNCIA DO PENSAR, PENSAR A EXPERIÊNCIA
A intenção desta atividade é aproximar as crianças à experiência filosófica em um
marco de jogo. O grupo será incentivado a brindar ferramentas de pensamento crítico
e a refletir sob diversos temas a partir de contos, de poesias e de obras de arte.
Professor
Maximiliano Lionel Durán (RJ) - Pós-doutorando em Educação pela UERJ, Doutor em
Filosofia (UBA), Graduado em Filosofia (UBA), Professor da Universidad de Buenos
Aires, Professor de Ensino fundamental, Coordenador de filosofia com crianças na
Escuela de Capacitación del a Ciudad Autónoma de Buenos Aires.
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LEVES CANTOS – MUSICALIZAÇÃO INFANTIL
A ideia é levar a criança a vivenciar sua musicalidade, de maneira divertida e leve,
através do canto, de instrumentos pentatônicos e de brincadeiras musicais. A oficina
envolve atividades que podem despertar um mundo belo, cheio de possibilidades
sonoras e de fantasia natural dessa fase, como sentir os tons, tocar e cantar músicas
pentatônicas, que caracterizam os primeiros sete anos de vida de uma criança.
Professora
Adriana Soares (BH) - Licenciada em Música pela Universidade do Estado de Minas
Gerais. É flautista doce e transversal desde a infância. Atualmente estuda Antroposofia
em São Paulo e atua como professora de Música na Pólen Escola Waldorf (Colégio
Rudolf Steiner de Minas Gerais) em Nova Lima, onde também é regente da Orquestra
experimental da Escola. Atuou como atriz e flautista na Espanha em 2008 e na
Alemanha em 2006.
A LUZ NA INFÂNCIA
A oficina trabalhará, com uma abordagem lúdica, o encanto que as várias formas de
luz trazem para as crianças. Com histórias, brincadeiras e confecção de lanternas a
criançada será convidada a brincar com as possibilidades de iluminar.
Professores
Cristiano Diniz (BH) - Formado em Artes Cênicas pela UFMG, foi professor temporário
do curso de Graduação em Teatro da UFSJ e da escola COOPEMIG. Trabalha como ator,
dublador, iluminador, cenógrafo e performer. Já trabalhou como Coordenador Técnico
dos festivais FETO (2010-2014), Festival de Artes Cênicas de João Monlevade (2011),
Diálogos Cênicos (2014) e A-Mostra.Lab (2012-2014). Hoje é também ator convidado
da Cia Pierrot Lunar, iluminador dos grupos Cia Garabateios e do Grupo Trampulim.
Também tem outros trabalhos envolvendo cinema, teatro, dança e performance.
Eliezer Sampaio dos Santos Júnior (UFMG) – Técnico em Eletrônica, ator, iluminador
formado no Curso Técnico de Teatro pelo CEFAR - Centro de Formação de Atores da
FCS. Experiências profissionais - Coordenação Técnica e Artística do FETO - Festival
Estudantil de Teatro, desde 1999; integrou a equipe técnica do Festival de Inverno da
UFMG em suas 37ª, 38ª, 40ª e 41ª edições, realizadas em Diamantina/MG; Assistente
Técnico do 7º FIT-BH; participou da equipe técnica do Espetáculo TABU, do Grupo
Trama - Festival de Itaúna.
FÍSICA PARA CRIANÇAS
Nesta oficina, as próprias crianças constroem experimentos divertidos e aprendem,
através deles, de forma simples e prática, tópicos de física, química, matemática e
biologia. Ao final do trabalho de construção, os experimentos serão levados por elas e
utilizados como brinquedos pedagógicos com a finalidade de estimulá-las a olhar com
bons olhos para as ciências, aguçar-lhes a curiosidade e a visão crítica sobre os
fenômenos científicos vividos no dia a dia.
Professor
Juares Dutra da Silva (BH) - Licenciado em Física pela UFMG (2006), é também Mestre
em Educação – Ensino de Física pela Universidade Federal do Espírito Santo (2012). É
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co-autor do livro Aerodescobertas: explorando novas possibilidades, publicado pela
Fundação Ciência Jovem (2006) e co-autor de artigo do livro Tecnologias
computacionais e práticas educativas inclusivas: perspectivas de trabalho em escolas e
instituições acadêmicas, publicado pela CRV em 2012.
PERFORMANCE
A oficina levará as crianças a descobrirem, de forma lúdica, em atividades individuais e
em grupo, elementos da plasticidade e das potências do espaço. Serão criados
espaços, composições e objetos originais com a utilização de caixas e colagens.
Professor
Eugênio Paccelli Horta (UFMG) – Graduado em Desenho pela UFMG, Mestre e Doutor
em Arte e Educação pela Escola de Belas Artes da UFMG, com participação no
Programa de Doutorado Sanduíche (PDSE, CAPES) na Facultat de Bellas Artes da
Universidade de Granada, Espanha. Atualmente, é professor adjunto II da UFMG.
Desenvolve trabalhos e pesquisas com ênfase em desenho, atuando principalmente
nos temas arte, corpo, desenho, movimento e dança. Participou de exposições e de
eventos no Brasil e no exterior como artista plástico e performer.
PIQUENIQUE TEMÁTICO
A partir da relação da nutrição com vivências educativas e artísticas, a proposta é
promover uma atividade lúdica, envolvendo as crianças em uma experiência de
convívio por meio de um piquenique temático.
Professora
Carol Gualberto (UFMG) - coreógrafa da Escola de Belas Artes da UFMG, Mestre em
Literatura, Especialista em “Dança Contemporânea”, Bacharel e Licenciada em Dança.
É também cantora e escritora. Tem realizado estudos sobre nutrição e alimentação
saudável.
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PROJETO ESPECIAL – A ARTE E A CIDADE
Em sintonia com a proposta conceitual do 47º Festival de Inverno da UFMG, que é
realizar uma ampla integração entre a cidade de Belo Horizonte, a Universidade
Federal de Minas Gerais e os processos criativos artísticos, o Projeto A Arte e a Cidade
propõe a realização de um mapeamento e de uma reflexão sobre a cidade e o estado
da arte. Sob a premissa de manifestações artísticas especiais que guardam na
afetividade uma relação íntima com seu lócus, sua rua, seu bairro, sua cidade e com as
pessoas, serão mapeadas ações, coletivos e artistas que desenvolvem atividades
referências neste contexto. A proposta envolve artistas convidados para uma reflexão
e para o exercício de uma criação coletiva compartilhada.
Compõem a programação do Projeto Especial:
Eventos
• Palestra musical de José Miguel Wisnik
• Exposição “1964 – Bibliografia”
• Instalação Luz/Espaço: um lugar
Fóruns de Diálogo
• Arte, sociedade e juventude
Oficinas
• Esculturas – processo construtivo – Jorge dos Anjos (BH)
• Literatura e música – Eneida Maria de Souza (UFMG)
• Luz/Espaço: um lugar - Telma Fernandes (RJ)
Informações detalhadas sobre cada atividade podem ser encontradas nas modalidades
citadas.
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AULAS ABERTAS
Dia 20 de julho – segunda-feira
Praça da Liberdade
PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO
A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.
Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?
Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.
Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
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Praça de Santa Tereza
IMPROVISAÇÃO TEATRAL
A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.
Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
Dia 21 de julho – terça-feira
Parque Municipal
PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA
Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
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memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.
Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
IMPROVISAÇÃO TEATRAL
A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.
Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
Praça da Liberdade
O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE
A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.
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Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO
A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.
Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
Praça de Santa Tereza
PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?
Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.
Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
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Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA
O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.
Professora
Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, pesquisadora da cultura de
matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História do
Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional de
Povos tradicionais e comunidades de terreiro.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
Dia 22 de julho – quarta-feira
Parque Municipal
O SOM DO TAMBOR MINEIRO
A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.
Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
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Praça de Santa Tereza
DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto
O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.
Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
Praça de Liberdade
LOCKING E BOOGALOO
Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.
Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
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Dia 23 de julho – quinta-feira
Parque Municipal
CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA
O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.
Professora
Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, é pesquisadora da cultura
de matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História
do Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional
de Povos tradicionais e comunidades de terreiro.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
PARE, OLHE E VEJA: QUE ESPAÇO É ESTE ONDE NÓS ESTAMOS?
Nesta atividade, o Festival convida o público a um exercício de observação, de
descrição e de reflexão acerca dos espaços à nossa volta, com vistas a compreender
que o espaço humano é algo em constante construção e que, portanto, pode ser
modificado sempre que necessário, para atender de modo mais satisfatório às
necessidades dos sujeitos que nele habitam e nele transitam.
Professor
José Sávio Oliveira de Araújo (UFRN) – Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação
pela UFRN, com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, em que atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN e o
Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC). Coordena,
também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cências - PPGArC. Entre seus
trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico do
Grupo Clowns de Shakespeare, de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A Megera
DoNada". Foi responsável pela Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de
abertura da SBPC, na UFRN em 2010, e pelaIluminação cênica dos espetáculos
"Fragmento da Hora Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho
mais recente foi a Direção Cênica e a Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de
Mozart, que estreou em maio de 2015, na UFRN.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto
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O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.
Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
Praça da Liberdade
IMPROVISAÇÃO TEATRAL
A improvisação teatral é a habilidade de criar a partir dos estímulos recebidos pelo
público, pelo companheiro de cena e pelo espaço no calor da ação e diante do público.
Nesta aula aberta, serão realizados jogos e brincadeiras que estimulem a capacidade
inventiva do aluno em um ambiente divertido e acolhedor. Para quem faz, o desafio é
lançar-se ao vazio diante do outro. Para quem assiste, o prazer é criar junto.
Professora
Mariana Muniz (UFMG) – Professora Titular do Departamento de Fotografia, Teatro e
Cinema, atuando na Pós-graduação em Artes e no Curso de Graduação em Teatro da
EBA/UFMG. É autora do livro Improvisação como espetáculo: metodologias de
treinamento do ator-improvisador, publicado pela Editora UFMG. Doutora em História,
Teoria e Prática do Teatro pela Universidad de Alcalá (Espanha). Formada também em
Interpretação Gestual - Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid (2005).
Com experiência na área de teatro, é líder do grupo de pesquisa LADI - Laboratório de
Dramaturgia da Improvisação. Foi curadora do Festival de Inverno da UFMG de 2006 a
2009. Como diretora e/ou atriz já trabalhou com diversos coletivos, entre eles Uma
Companhia, Jogando no Quintal, Cia. Bárbara, Galpão Cine-Horto e Impromadrid. Foi
criadora e é a curadora do FIMPRO - Festival Internacional de Improvisação.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
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O SOM DO TAMBOR MINEIRO
A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.
Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA
Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.
Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
28
Praça de Santa Tereza
LOCKING E BOOGALOO
Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.
Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE
A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.
Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
PRÁTICA DO SENSÍVEL: DANÇANDO E DESENHANDO NO ESPAÇO
29
A atividade tem como proposta trabalhar no espaço público, ativando a percepção do
entorno. Pretende-se produzir estados de dança em conjunto, aguçar a noção do
corpo no espaço e o espaço do corpo, lançando mão da palavra de ordem flexibilidade.
Professora
Dudude Herrmann (MG) – Artista de dança, vive e trabalha entre Belo Horizonte e
Casa Branca. É performer, improvisadora, diretora de espetáculos e professora de
dança. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia
Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança do Palácio das Artes, Grupo
do Beco do Conglomerado Santa Lúcia, Oficinão Galpão Cine-Horto.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
Dia 24 de julho – sexta-feira
Parque Municipal
LOCKING E BOOGALOO
Aula teórica/prática nas modalidades Locking e Boogaloo, danças ligadas à cultura
Funk Styles, criadas por Don Campbellock e Boogaloo Sam, em Los Angeles – Califórnia,
em meados da década de 70. Mostrar a relação das danças sociais no desenvolvimento
de várias danças urbanas.
Professor
Black A (Luiz Fernando Nunes Bernardo) – formado em edificações e graduando em
Educação Física, atua profissionalmente com danças urbanas e cultura hip hop há 22
anos. Participou de diversos cursos com grandes nomes do cenário nacional e
internacional de dança urbana, como P-Lock (França) e Don Campbellock (Los
Angeles). Foi campeão por seis vezes de competição individual de dança urbana e o
oitavo melhor do mundo no Hip Hop Internacional, em Las Vegas (2012). Idealizador
do Fest Hip Hop e do H2 a Batalha. Realizou apresentações em programas do SBT, da
Record e da Rede Minas.
Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
O ESPAÇO DA PINTURA NA CIDADE
A atividade tem como proposta a observação de duas praças e de um parque de Belo
Horizonte, com atenção aos detalhes que formam tais espaços: suas construções,
gramas, pessoas, sombras, luzes e cores. Por meio de exercícios propostos nas aulas, a
pintura será um dos meios através do quais o grupo tratará tais detalhes.
Professora
Janaína Rodrigues (MG) – Artista visual, possui graduação na Escola de Belas Artes da
UFMG e Mestrado em Poéticas Visuais pela Pós-Graduação em Poéticas Visuais, no
Instituto das Artes/ UFRGS. Com o olhar direcionado às cenas com frutas, panos ou
utilitários, sua produção se aproxima dos detalhes e das modificações desses
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elementos. Em suas pinturas as figuras são formadas por cores vivas e por uma mistura
de texturas proporcionadas pela têmpera vinílica e pela tinta a óleo. Pela recorrente
observação das cenas de natureza-morta montadas em seu ateliê, os trabalhos atuais
estão envolvidos com as imagens e as questões da simultaneidade do broto e do
deperecer da matéria. A cerâmica, a pintura, o vídeo, o impresso e a instalação passam
a ser tentativas de fixar os momentos fugidios do que permanece, de revelar parte da
visão poética sobre um corpo, sendo ele fruta, pote, pano ou nós.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
Praça da Liberdade
DESUNIFORMIZADOS: um pelotão mal visto
O encontro pretende abordar os campos da performance e da intervenção urbana por
um viés prático, voltado para a conversão do espaço da rua, que de lugar de passagem
será transformado em lugar de permanência, de convívio e de exercício da expressão.
As atividades a serem desenvolvidas convidam os corpos presentes a manifestarem
seu potencial de resistência e de singularidade, convergindo na apropriação e
(re)significação de situações do cotidiano, a serem deslocadas de seu universo usual e
dotadas de ironia, ritualização e transgressão.
Professora
Christina Fornaciari (UFMG) – Atua na interface entre as Artes, a Educação e os
Direitos Humanos. É Doutora em Artes Cênicas pela UFBA, Mestre em Performance e
Direitos Humanos pela Queen Mary University of London e Mestre em Teorias e
Práticas Teatrais pela USP. Possui graduação em Direito pela Faculdade Milton Campos
e formação pelo Teatro Universitário da UFMG. Atualmente está vinculada à
FaE/UFMG, onde leciona as disciplinas de arte-educação no Curso de Pedagogia, bem
como nas licenciaturas em LAL - Literatura, Artes e Linguagem do FIEI (Formação em
Educação Intercultural Indígena) e do LeCampo (Licenciatura em Educação do Campo).
É organizadora do livro Corpo em Contexto, lançado em 2014, que aborda o fazer
artístico junto a minorias étnico-sociais.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
CANTANDO E CONTANDO A HISTÓRIA DO SAMBA
O encontro irá oferecer, aos participantes, estratégias de intervenção pedagógica que
favoreçam a construção de atividades lúdicas, com base na musicalidade rítmica do
samba, abrangendo o conhecimento sobre a história da África e a importância da
cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica racial.
Professora
Denísia Martins (MG) – Historiadora formada pela UFMG, é pesquisadora da cultura
de matriz africana. Produtora e educadora do Projeto Cantando e Contando a História
do Samba, produtora da cantora Dóris e Banda. É também integrante da Rede Nacional
de Povos tradicionais e comunidades de terreiro.
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Horário: 14 horas
Classificação etária: livre
Praça de Santa Tereza
PRODUÇÃO DE TEXTO – A ESCRITA CRIATIVA
Nosso trabalho é uma tentativa de tirar o gesso que a escola nos colocou e esqueceuse de tirar. A matéria prima da escrita é a palavra e não a ideia. A palavra gera ideias e
não o contrário. A palavra ganha então um corpo, um estatuto de objeto autônomo. A
fonte remota de cada unidade vocabular é o inconsciente. E o conduto imediato até o
papel é a caneta concebida aqui como um prolongamento dos dedos. Entendemos que
o ato de escrever está intimamente ligado ao ato de ler, à reflexão e à cultura. Daí os
textos motivadores que comparecem na oficina. Textos que não só remetem ao
exercício da escrita, como também discutem a própria vida e a cultura. São textos
criadores, gostosos, provocadores que vão desencadear outros e sugerir caminhos. É o
momento de descontração, de massagem cultural, de aquecimento para o fantástico
jogo da escrita. A fatura de textos dos alunos virá da prática. A teoria escorre dos
textos lidos, apresentados. E neste fazer, o agente passará pela descrição, narração,
dissertação. Em uma etapa posterior estará criando crônicas, minicontos, relatos da
memória. Descreverá paisagens, rios, cidades. Brincará com as palavras e fará delas
um desenho mágico.
Professor
Ronald Claver (UFMG) – Sou mineiro. A literatura é uma companheira legal e fiel.
Conhecia-a ainda menino, sem a carteirinha de escritor e sem pedir licença fui
escrevendo o mundo. A matéria do escritor é a vida e esta explode nas esquinas, nos
bares, na sala de jantar, nos becos, estádios e corações. A vida é eletricidade. O
escritor é o fio condutor desta realidade. E dá choque. Já fiz teatro, audiovisuais, fui
diretor de colégio, secretário municipal de Esportes. Já ganhei prêmios literários.
Tenho mais de 20 livros publicados. Alguns esperando o selo das editoras, outros na
gaveta da cabeça. São Francisco é meu santo, meu irmãozinho, meu rio, minha
sandália e minha lua cheia de fé e sol. Confesso que há essa contingência que
chamamos amor. Que às vezes é fel, às vezes é flor.
Horário: 9 horas
Classificação etária: livre
O SOM DO TAMBOR MINEIRO
A atividade pretende divulgar o som do Tambor Mineiro e difundir a raiz congadeira,
buscando a valorização dessa música de resistência do negro em Minas Gerais. O
encontro irá propor a quebra de preconceitos, além de propagar a cultura negra e
disseminar a arte.
Professor
Maurício Tizumba (MG) – Cantor, compositor e ator. Em sua carreira artística, que tem
início ainda na década de 60, se destaca por fazer um percurso de grande relevância
para a cultura afro-brasileira. Traz consigo a forte influência do congado mineiro,
manifestação cultural e religiosa que resiste há mais de três séculos enquanto
importante símbolo de expressão da cultura negra em Minas Gerais. Tizumba é
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formado pelo Teatro Universitário da UFMG, experiência que o capacitou para atuar
em diversas produções teatrais e cinematográficas.
Horário: 16 horas
Classificação etária: livre
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FÓRUNS DE DIÁLOGO
Trata-se de um diálogo que será estabelecido em torno de um subtema diretamente
relacionado ao tema maior do 47o Festival de Inverno da UFMG, isto é,
a Transformação e Apropriação dos Espaços da Cidade e da Universidade. Inicialmente,
o público assistirá ao debate entre dois ou três convidados; em certo momento, será
oferecida a duas ou três pessoas do público – que então se prontificarem – a
possibilidade de participar ativamente do diálogo, integrando-se ao grupo formado
pelos convidados.
Local: pátio interno do Conservatório UFMG
Classificação etária: a partir de 16 anos
ARTE, SOCIEDADE DE JUVENTUDE (Projeto Especial)
Moderador
Ernani Maletta (UFMG)
Professor da EBA/UFMG – Teatro e PPG Artes. Diretor cênico e musical, ator e cantor.
Doutor em Educação, sua pesquisa acadêmica focaliza a vocalidade e
a musicalidade da polifonia cênica. É reconhecido pela intensa participação na criação
de diversos espetáculos de Teatro em âmbito nacional e internacional. Vem atuando
ativamente na Itália desde 2010, tanto na criação quanto na formação artística, ao
lado da renomada artista e pesquisadora italiana Francesca Della Monica. De 1993 a
2011, atuou continuamente no Festival de inverno da UFMG, seja como professor,
coordenador de área ou subcoordenador geral.
Debatedores
Tânia Mara Lopes Cançado (UFMG) – graduada em Música pela UFMG, é também
pesquisadora e pianista, com mestrado e doutorado pela Universidade de Shenandoah
- VA, USA. Professora de piano e criadora do Centro de Musicalização Infantil da
Escola de Música da UFMG. Professora visitante no Centro Latino Americano da
Universidade Católica de Washington DC / USA. Mentora do Projeto Cariúnas junto à
Sociedade Artística Mirím de Belo Horizonte (Centro de treinamento e formação nas
áreas de música, dança e esportes para crianças carentes). Na Escola de Música da
UFMG, foi coordenadora do Centro de Musicalização Infantil (1985 a 1990), viceDiretora (1986 a 1990) e Diretora (1990 a 1994). Coordenou a da área de música no
Festival de Inverno da UFMG, em 1988. Foi vice-presidente da Cultura Artística de BH 1993 a 1995. Diretora Administrativa do Projeto Cariúnas e membro da Câmara da
Indústria de Cultura da FIEMG.
Márcio Lima (BH) - Artista e pedagogo. Foi professor de Música e regente do Coral
Canarinhos de Itabirito; criador e regente do Coral Infanto-Juvenil feminino “Vozes em
Canto”, da mesma cidade; professor de flauta doce em Congonhas/MG; professor de
Música no Projeto “Fica Vivo”, do governo de Minas; professor de musicalização e
flauta doce no Projeto “Revitalização da Música e Teatro” na cidade de Conceição do
Mato Dentro; idealizador e professor do Projeto “Despertar”, Itabirito/MG e do
Projeto “Fuim”, em Ouro Preto e Cachoeira do Campo. Atualmente é professor de
Música e flauta doce no CRAS (Centro de Referência e Assistência Social). É professor e
regente do Coral Canto Crescente – projeto vinculado ao Museu do Oratório de Ouro
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Preto/MG. Como artista, foi músico fundador da Orquestra Experimental da UFOP,
atual Orquestra Ouro Preto (2000 a 2009).
Samira Ávila (BH) - Atriz, diretora, professora e gestora cultural, atualmente é diretora
do projeto voltado para juventudes PlugMinas – Centro do Formação e
Experimentação Digital. Atuou por dez anos no programa de arte-cidadania Valores de
Minas como educadora (2005/2009), coordenadora da área de teatro (2006/2009),
gerente executiva (2010/2013) e diretora artística (2008/2014). Ministrou cursos de
atualização em teatro para professores de arte da rede estadual de ensino de Belo
Horizonte e curso de metodologia do ensino do teatro para a formação de agentes
culturais no Programa Multiplicadores de Arte e Cultura. Como diretora, seu último
trabalho foi Zanzar e como atriz Fala Comigo como a Chuva (prêmio de Melhor Atriz
no Usiminas/Sinparc e Sesc/Sated) e Servidão (indicada ao prêmio de Melhor Atriz no
Usiminas/Sinparc). Fundou e integrou o Grupo Espanca! com o espetáculo Por Elise e
Amores Surdos. Fez parte da Odeon Companhia Teatral e do Grupo Oficcina
Multimédia.
Data: 20 de julho
Horário: 18 horas
O ESPAÇO DA UNIVERSIDADE NA CIDADE E DA CIDADE NA UNIVERSIDADE
Moderadora
Mônica Medeiros Ribeiro (UFMG) - Atriz, artista de dança, Doutora em Artes pela
UFMG. Professora do Departamento de Fotografia Teatro e Cinema da EBA/UFMG, da
Pós Graduação em Artes da EBA, e do mestrado ProfArtes(UFMG). Ex-integrante do
Grupo Oficcina Multimédia (BH) e do Taller del Sótano (MEX/DF). Foi preparadora de
atores e assessora de movimento de diversos grupos teatrais no Brasil e exterior como
Oficcina Multimédia, Galpão, Teatro de Ciertos Habitantes, Alícia Sanchez, Grupo 3 de
Teatro. Uma das criadoras do Curso de Dança da UFMG, foi também coordenadora e
criadora da Especialização em Crítica e Produção Cultural (IEC/PUCMinas).
Subcoordenadora da Área de Artes Cênicas da 37ª e 38ª edições (2005/2006) e
Coordenadora da mesma área da 39ª e 40ª edições (2007/2008) do Festival de Inverno
da UFMG.
Debatedores
Christine Greiner (SP) – professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo - PUC/SP. Coordena o curso de graduação em Comunicação e Artes do Corpo,
que ajudou a criar. Desenvolve sua pesquisa na área de comunicação, com enfoque em
estudos interdisciplinares do corpo. É parceira de trabalho de Helena Katz, com quem
desenvolve o conceito de Teoria Corpomídia. É especialista em estudos do corpo no
Oriente e teve dois de seus pós-doutorados realizados no Japão. É jornalista,
professora e pesquisadora, e vem contribuindo ao longo dos anos com a construção de
uma pensamento e reflexão crítica sobre a dança.
Cássio Viana Hissa (UFMG) - graduado em Geografia pela Universidade Federal de
Minas Gerais (1982), mestrado em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e
Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (1990), doutorado em
Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999), pós-
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doutorado em Sociologia pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
(2006). É Professor Associado da Universidade Federal de Minas Gerais.
Data: 21 de julho
Horário: 18 horas
OS MÚLTIPLOS ESPAÇOS DA LUZ
Moderador
José Sávio Araújo (UFRN) - Doutor (2005) e Mestre (1998) em Educação pela UFRN,
com Pós-Doutorado na University of British Columbia, Vancouver, Canadá
(2008/2009). É Professor do Departamento de Artes da UFRN, onde atua como
docente no Curso de Licenciatura em Teatro. Coordena o PIBID TEATRO UFRN.
Coordena o Laboratório de Estudos Cenográficos e Tecnologias da Cena (CENOTEC).
Coordena, também, o Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - PPGArC. Entre
seus trabalhos artísticos mais relevantes destaca-se sua atuação como diretor cênico
do Grupo Clowns de Shakespeare de 1996 a 1998, quando dirigiu o espetáculo "A
Megera DoNada". Direção cênica de "Naia Catarineta" espetáculo de abertura da
SBPC, na UFRN em 2010. Iluminação cênica dos espetáculos "Fragmento da Hora
Absurda" (2007) e "Santa Cruz do Não Sei" (2012). Seu trabalho mais recente foi a
Direção Cênica e Cenografia da Ópera "Bastien & Bastienne", de Mozart, que estreou
em 09/05/2015, na UFRN.
Debatedores
Telma Fernandes (SP) - Atriz, encenadora, dramaturga e designer de luz. Mestre em
Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com pesquisa sobre a
relação entre texto e cena na primeira montagem de Vestido de Noiva de Nelson
Rodrigues. É graduada em Filosofia (UFMG) e Psicologia (PUC/MG). Atualmente vem
consolidando seu trabalho como encenadora voltando-se para a criação de
espetáculos que apresentam uma estreita relação com as artes visuais e
performativas, partindo sempre da investigação sobre as diversas linguagens do teatro
contemporâneo. Como designer de luz assinou vários trabalhos de destaque, tanto em
Minas quanto em outros estados do país.
Rodrigo Duarte (UFMG) - Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas
Gerais (1982), mestrado em Filosofia pela UFMG (1985) e doutorado em Filosofia –
Universität Gesamthochschule Kassel (1990). Realizou estágios de pós-doutoramento
na University of California at Berkeley (1997), na Universität Bauhaus de Weimar
(2000) e na Hochschule Mannheim (2011). Atualmente é professor titular do
Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência
na área de Filosofia, com ênfase em Ética, Estética e Filosofia Social. Desde maio de
2006 é presidente da Associação Brasileira de Estética (ABRE). Já publicou diversos
livros no Brasil e no exterior.
Sebastião de Pádua (UFMG) - Graduado em Física (São Carlos) pela Universidade de
São Paulo (1985), mestrado em Física - State University of New York at Stony Brook
(1990), mestrado em Física pela Universidade de São Paulo (1988) e doutorado em
Física - State University of New York at Stony Brook (1993) e pós-doutorado pela
Universitá di Roma "La Sapiensa" (2001). Em agosto de 2007, esteve por seis meses
como Professor visitante na Universidad de Concepción (Chile), no Grupo de
Información quântica (CEFOP) da Faculdad de Física y Matemática. Tem experiência na
área de física experimental, com ênfase em Óptica Quântica. Atualmente é Professor
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Titular da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi Coordenador da Pós-Graduação
do Departamento de Física da UFMG entre 11/2008 e 03/2011.
Data: 22 de julho
Horário: 18 horas
ESPAÇO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
Moderadora
Leda Martins (UFMG) - Poeta e Ensaísta. Pós-Doutorado em Performance Studies,
New York University, Tisch School of the Artes, 2009-2010; Pós-Doutorado em Rito,
Dramaturgia e Teatralidade, Universidade Federal Fluminense, 2009; Pós-Doutorado
em Teorias da Performance, New York University, Tisch School of the Arts, 1999-2000.
Doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (1991),
Mestrado em Master Of Arts, Indiana University (1981) e Graduação em Letras pela
Universidade Federal de Minas Gerais (1977). Atualmente, é professora associada da
Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação
em Estudos Literários da FALE/UFMG (Pós-Lit/UFMG), de 15 de maio de 2010 a 30 de
maio de 2012. Diretora de Ação Cultural da UFMG a partir de 18 de março de 2014.
Atua nas áreas de Letras (Estudos Literários) e de Artes Cênicas, com ênfase em teatro,
dramaturgia, performance e nas interlocuções entre a literatura e outros sistemas
semióticos, dentre eles o teatro, a dança, a música e as performances rituais. Sua
bibliografia inclui livros e capítulos de livros publicados no Brasil e no exterior, em
português, inglês, espanhol.
Debatedores
Cida Falabella (BH) - Atriz, diretora e professora de teatro. Mestre em Artes pela
Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), uma das
fundadoras e coordenadoras da ZAP18 – Zona de Arte da Periferia, grupo sediado em
Belo Horizonte, no qual assina trabalhos de direção, como O Sonho de uma Noite de
Verão (2001), de William Shakespeare, A Menina e o Vento (2004), de Maria Clara
Machado, Esta Noite Mãe Coragem (2006), a partir do texto de Bertold Brecht, e 19612013 - Ano V, com dramaturgia de Antônio Hildebrando.
Leonardo Lessa (RJ) - Ator, professor de teatro e gestor cultural, é graduado em Teatro
pela UFMG. É um dos fundadores do Grupo Teatro Invertido. Dentre os espetáculos
nos quais atuou, destacam-se: Medeiazonamorta (Direção: Amaury Borges – 2006),
Lugar Cativo (Direção: Cristiano Peixoto – 2004), Nossa Pequena Mahagonny (Direção:
Lenine Martins – 2003), Todas as belezas do mundo (Direção: Anderson Aníbal/ Cia
Clara – 2003), Os Cupins (Direção: Bya Braga – 2002), Barreado (Direção: Cida Falabella
– 2002) e Por toda a minha vida (Direção: Eduardo Moreira/ Grupo Galpão – 2001). Foi
assistente de planejamento do Grupo Galpão e do Galpão Cine Horto (2006/2007).
Membro do Colegiado Setorial de Teatro do Conselho Nacional de Política Cultural do
Ministério da Cultura (2010/11). Desde 2008 é coordenador geral do Galpão Cine
Horto, centro cultural do Grupo Galpão em Belo Horizonte. Atualmente, é diretor do
Centro de Artes Cênicas da Funarte.
Rita Gusmão (UFMG) - Graduada em Educação Artística pela Universidade de Brasília
(1994), mestrado em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (2000) e
doutorado em Arte pela Universidade de Brasília (2014). Atualmente é professora
37
assistente da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de Artes,
com ênfase em Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro, atuação ao
vivo, performance, pesquisa em artes cênicas e artes cênicas.
Data: 23 de julho
Horário: 18 horas
FORMATO DE FESTIVAIS
Moderador
Fernando Mencarelli (UFMG) - Professor Titular da UFMG, pesquisador CNPq e da
Fapemig e diretor teatral. Diretor adjunto de Ação Cultural da UFMG. Doutor e mestre
pela Unicamp, na área de História Social da Cultura. Pós-Doutoramento em Teatro, no
Laboratório ARIAS/CNRS-Universidade Sorbonne Nouvelle/Paris III, França. Professor
na graduação em Teatro e na pós-graduação em Artes da Escola de Belas-Artes da
UFMG. Membro do Comitê de Assessoramento do CNPq na área de Artes (2013-2016).
Membro do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais. Membro da equipe
de organização da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo.
Debatedores
Ernani Maletta (UFMG) - Professor da EBA/UFMG – Teatro e PPG Artes. Diretor cênico
e musical, ator e cantor. Doutor em Educação, sua pesquisa acadêmica focaliza
a vocalidade e a musicalidade da polifonia cênica. É reconhecido pela intensa
participação na criação de diversos espetáculos de Teatro em âmbito nacional e
internacional. Vem atuando ativamente na Itália desde 2010, tanto na criação quanto
na formação artística, ao lado da renomada artista e pesquisadora italiana Francesca
Della Monica. De 1993 a 2011, atuou continuamente no Festival de inverno da UFMG,
seja como professor, coordenador de área ou subcoordenador geral.
Fabrício Fernandino (UFMG) - Escultor e professor Adjunto de Escultura da Escola de
Belas-Artes/UFMG. Graduado em Pintura e Escultura, Mestre em Artes Visuais e
Doutor em Artes pela Escola de Belas-Artes/UFMG. Ingressou na UFMG. Atua
intensamente nas áreas artística, acadêmica e de extensão da UFMG, bem como em
atividades ligadas ao ensino, a pesquisa e orientações, coordenando inúmeros projetos
nacionais e internacionais e participando de representações dentro e fora da
Universidade.
Marcelo Bones (BH) - Formado em Sociologia pela UFMG, é também diretor e
professor de teatro. Professor de Interpretação no Curso Profissionalizante de Ator da
Fundação Clóvis Salgado. Lecionou também no Teatro Universitário da UFMG, na
Oficina – PUC de Teatro (Universidade Católica) e participou da concepção e
implantação do projeto Oficinão do Galpão Cine Horto. Fundador e diretor do Grupo
Teatro Andante fundado em 1990. Participou de vários festivais, entre eles: Festival
Internacional de Canela(RS), Festival de Teatro de Avinhão (França), Festival de Teatro
de Rua de Aurrilac (França), Festival de Teatro do Gesto de Perigueux (França), FILO Festival Internacional de Teatro de Londrina, Porto Alegre em Cena - Festival
Internacional de Teatro, Anjos do Picadeiro - Encontro Internacional de Palhaços Encontro Internacional de Teatro de Grupo (Argentina), Festivais Internacionais de
Teatro em Buenos Aires, Santiago do Chile e Bogotá. Foi Coordenador Geral do FIT –
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BH 2004: Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte e em janeiro de 2009
assumiu a Direção de Artes Cênicas da Fundação Nacional das Artes.
Ione de Medeiros (BH) – Formada no Curso Básico de Francês e Superior (Nancy) pela
Aliança Francesa/MG (1963); no Curso Superior de Letras da Faculdade de Filosofia e
Letras de Juiz de Fora/MG (1964); no Curso Superior de Piano do Conservatório
Estadual de Música de Juiz de Fora/MG (1965). Participa da criação do Grupo Oficcina
Multimédia (GOM), em 1977, no IX Festival de Inverno da UFMG, onde atua como
musicista, atriz e assistente de direção. Em 1983, assume a direção do G.O.M., dando
continuidade à proposta multimeios iniciada pelo compositor Rufo Herrera. Como
diretora, realiza a montagem de 19 espetáculos que representaram Belo Horizonte e
Minas Gerais em eventos nacionais e internacionais, como FIT de Caracas, Festival de
Teatro del Oriente y Países Ibero-Americanos-Barcelona/Venezuela; FIT de BH; São
José do Rio Preto/SP; Goiânia em Cena e "El Teatro del mundo en Argentina" INTPRESENTA. A partir de 1974, desenvolve atividades pedagógicas na Fundação de
Educação Artística dentro da sua pesquisa de Rítmica Corporal e Integração das Artes.
De 1984 a 1998 foi professora de música no Centro Pedagógico da UFMG. Coordena os
Festivais de Inverno da UFMG (Infantil de 1989 a 1992 e Jovem de 1994 a 1998). Dá
palestras e participa de conferências e fóruns em importantes eventos como ECUM e
FIT. Em 2009, recebe a Homenagem Especial – Área de Teatro – do prêmio
SESC/SATED, assinalando o importante trabalho realizado com o Verão Arte
Contemporânea em Belo Horizonte. Desde 1989, realiza com o GOM o Bloomsday, dia
internacional do escritor James Joyce. Desde 1998, realiza a Bienal dos Piores Poemas,
evento literário irreverente que contesta o academicismo e o bom gosto. Em 2008,
recebe a Medalha de Honra da Inconfidência do Estado de Minas Gerais. Em 2000
recebe o prêmio Bonsucesso - pela direção do espetáculo Zaac & Zenoel; em 1994,
recebeu o Prêmio Golden Minas, sendo o GOM eleito melhor grupo das artes cênicas
de Minas Gerais naquele ano; em 1998 recebeu o prêmio Gentileza Urbana, pela
coordenação da intervenção Zum zum zum lá no meio do mar.
Adriana Banana (BH) - Bacharel em Filosofia pela UFMG e mestre em Dança pela
UFBA. Fundou o Clube Ur=H0r em 1997 onde atua como dançarina e coreógrafa tendo
realizado 10 coreografias. Dentre estas: Creme (1997), Magazin (1998), Solo para
Thembi (2002, dentro do projeto Ajuntamento), Corpo de Referência (2003),
Desenquadrando as Possibilidades do Movimento (2004, este premiado pelo programa
Rumos Itaú Cultural Dança). Participou do Caravana da Funarte realizando turnê por
diversas cidades em São Paulo e Paraná, 2005), Zonas de Transição (2006, em parceria
com o Grupo de Dança Camaleão – Belo Horizonte), Prop.posição #1 – “Necessário a
posteriori” (solo para a Jaqueline Gimenes) + demonstração de desenquadramento
(2007), kronosmaterial (2008). Co-fundou a Cia de Dança Burra em 1988 na qual atuou
como dançarina e co-criadora em 7 coreografias (O Estábulo de Luxo, Disneyfrenia,
Partiram o seu coração em uma festa?), além de ter criado algumas das trilhas sonoras
e textos. Dirigiu o Laboratório Investigação Coreográfica para Cia de Dança de Caxias
do Sul (RS) em 2002. Em 1993, foi convidada para criar o único papel feminino de
Bonjour Madame… do coreógrafo Alain Platel/Les Ballets C. de la B. (Gent/Bélgica)
Recebeu a Bolsas Vitae de Artes em 2000 onde desenvolveu a pesquisa Do Zero ao
Limite do Um. Em 2001, recebeu a Bolsas APartes/Capes para realizar especialização
em dança através de residência no estúdio da Trisha Brown Dance Company (NY-EUA).
É idealizadora e diretora artística do FID-Fórum Internacional de Dança desde sua
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primeira edição em 1996. Em 2005, foi responsável pela curadoria de dança da
Semana Minas Gerais que integrava o Ano Brasil na França (a convite do Governo de
Estado de Minas Gerais). E, foi condecorada com Medalha de Tiradentes do Governo
de Minas como coreógrafa.
Fernanda Vidigal (BH) - sócia e fundadora da Agentz Produções. Atriz, jornalista e
Relações Públicas, é especializada em Gestão Cultural, área que faz questão de
compartilhar por onde chega, através de workshops que ministra sobre o assunto,
levando a produtores e gestores culturais de cada cidade um pouco de sua
experiência, informações e conhecimentos sobre projetos, montagem de espetáculos,
captação de recursos, entre outros assuntos.
Data: 24 de julho
Horário: 14 horas
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EVENTOS ARTÍSTICO-CULTURAIS
17 de julho – sexta-feira
19h – Solenidade de abertura Oficial do 47º Festival de Inverno da UFMG
Local: saguão da Reitoria
Classificação etária: livre
19h30 – ZAP conta João: uma biografia poética
Um passeio poético pela vida e carreira do diretor e dramaturgo João das Neves,
recriando trechos de sua importante e singular obra, realizada em três territórios: Rio,
Minas e Acre. Trechos de espetáculos, canções, narração e projeções de imagens
compõem a cena-homenagem, destacando a sua contribuição para o teatro brasileiro
ao longo de sua trajetória.
Direção: Cida Falabella
Local: saguão da Reitoria
Classificação etária: livre
19h45 – Abertura da exposição Yara Tupinambá
A exposição comemorativa da artista-professora Yara Tupinambá objetiva reunir e
colocar em diálogo grande parte da produção da artista que se encontra, atualmente,
espalhada pela UFMG. A proposta é reconhecer tanto seu trabalho como professora
quanto ressignificar seu trabalho como artista. A exposição possibilitará ao público o
acesso a essa grande artista, que continua atuante na capital mineira.
Curadoria: Rodrigo Vivas (UFMG)
Expografia: Tereza Bruzzi (UFMG) e Cristiano Cezarino (UFMG)
Local: saguão da Reitoria
Classificação etária: livre
20h30 – Dolores - espetáculo de dança com a Cia Mimulus
Um espetáculo de dança atrevido, no qual a Mimulus Cia de Dança visita Dolores (das
dores, das pequenas e ridículas dores) embalada no mundo e na trilha sonora dos
filmes de Almodóvar, no bom humor e na caixa de surpresas que os bailarinos sempre
colocam à disposição do seu público.
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre
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18 de julho - sábado
15h – Cortejo Cênico
Formandos muito especiais convidam a cidade para a sua espetacular festa de
formatura. Assim, o Cortejo Cênico, com suas intervenções artísticas, pretende,
através de efetivas apropriações e transformações das espacialidades, de forma lúdica
e interativa, por em foco a relação entre a universidade e a cidade, tema do 47º
Festival de Inverno da UFMG.
Trajeto: Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade), Av. João Pinheiro, Praça
Afonso Arinos
Classificação etária: livre
20h30 – O Som do Tambor Mineiro, show com Maurício Tizumba
Tizumba apresenta um repertório que passeia pelos seus 40 anos de carreira, com
músicas de seus CDs e DVD, além de canções extraídas do congado mineiro e da MPB.
Um show irreverente de um artista de grande relevância para a arte afro-brasileira.
Local: Teatro Francisco Nunes
Classificação etária: livre
19 de julho - domingo
9h às 18h - Domingo no Campus
Local: Bosque da Música, Gramado da Reitoria/Praça de Serviços do Campus Pampulha
10h – Pétala – voz e violão
Projeto musical de voz e violão que traz o melhor do rock e do pop internacional, em
versões mais intimistas e românticas, da dupla Rafael Bauth Silva e Raíssa Menezes
Ferreira.
Local: Praça de Serviços
Classificação etária: livre
12h30 – A2 – Cia. da Bobagem
Neste espetáculo, o encontro entre dois palhaços, com a temática do amor e todas as
suas possibilidades, torna-se a base da criação artística. Curiosos, esses palhaços,
representados por Marisa Riso e Rafael Marques, vão ampliar o ponto de vista dos
encontros amorosos que, por vezes, se tornam loucos, inocentes e imprevisíveis.
Local: Gramado da Reitoria
Classificação etária: livre
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13h – Cortejo Dixieland, com o grupo Barroco Jazz Band
O Dixieland revive a tradição dos grandes cortejos musicais, realizando apresentações
em festivais e solenidades do Brasil, contagiando a todos pelas ruas da cidade.
Local: nas proximidades da Reitoria
Classificação etária: livre
14h – Intermitentes ou vai e vem, com o grupo Teatro&Cidade – Núcleo de pesquisa
cênica da UFMG
Como um balão que de repente estoura. PUM! Surgem eles: uma família? Talvez
turistas? Uma liga de super-heróis? Palhaços? Manifestantes? Estão caminhando ora
em grupo, ora sozinhos, descobrindo, desbravando, brincando com o que há ao seu
redor. Tudo é muito novo, mas estranhamente familiar. No cotidiano de rotinas cinzas,
no meio da cidade, eles invadem as ruas com seu jeito colorido. Num ir e vir
descontraído. Observe com atenção, porque PUM!, como balão que estoura, eles
também se vão.
Local: nas proximidades da Reitoria
Classificação etária: livre
15h – Bira e Bedé, com o grupo Pigmalião Escultura que Mexe
Bira e Bedé são irmãs gêmeas, idênticas no semblante e opostas em personalidade, e
aparentam estar sempre à espera de algo ou alguém que nunca chega. Já em idade
avançada, flanam pela cidade procurado e inventando atividades para preencher o
tempo do seu cotidiano tedioso. A interação com quem elas se encontram surge ora
como um alívio, ora como reflexo da incapacidade delas de se separarem. Apesar de
seus semblantes pouco convidativos e de suas enormes estaturas, elas se esforçam
para se integrarem à multidão.
Local: nas proximidades da Reitoria
Classificação etária: livre
16h – Apresentação do Coral Canto Crescente
O Coral Canto Crescente é um projeto do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, já
realizado desde o ano de 2012, que possibilita a formação musical de 70 crianças e
adolescentes, estudantes da rede pública de ensino de Ouro Preto, com idades entre 7
e 15 anos, que associa a música a elementos cênicos, indo além da postura tradicional
dos coros. Iniciativa sociocultural do Museu do Oratório, o Coral apresenta-se como
uma alternativa para enriquecer a educação na rede escolar do município,
incentivando a formação na área musical e favorecendo o desenvolvimento cultural de
adolescentes de Ouro Preto.
Local: auditório da Reitoria
Classificação etária: livre
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17h – Show Banda Djambê
Em uma década de chão trilhado, através da auto-gestão de carreira e shows
realizados em diversas cidades do Brasil, o DJAMBÊ esteve presente em eventos
importantes como Virada Cultural de Belo Horizonte, Grito Rock e Transborda. Com O
mundo não é só eu, CD de estreia, a banda conquistou nove prêmios em festivais da
canção. Em março de 2015, lançou seu novo trabalho, o CD Encruzilhadas.
Local: Gramado da Reitoria
Classificação etária: livre
20h – Palestra musical, com José Miguel Wisnik
Graduado em Letras, mestre e doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela
Universidade de São Paulo. Além de seus discos, livros, ensaios e aulas, Wisnik faz
também música para cinema - Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas - e
teatro - As Boas e Hamlet. Fez três trilhas sonoras para o grupo Corpo, Nazareth
(1995), Parabelo (1997), em parceria com Tom Zé, Onqotô, com Caetano Veloso (2005)
e Sem Mim (2011), com Carlos Nuñez.
Local: Conservatório UFMG - auditório
Classificação etária: livre
20 de julho – segunda-feira
9h – Abertura da exposição 1964: Bibliografia (Projeto Especial)
O recorte temporal adotado para a exposição tem, como marco inicial, o suicídio de
Getúlio Vargas, em l954, e abarca os primeiros anos pós-1964, com as primeiras
tentativas de interpretação do golpe e as primeiras iniciativas da luta contra a
ditadura.
Curadoria: João Antônio de Paula (UFMG)
Coordenação e produção: Fabrício Fernandino (UFMG)
Montagem: Diná Araújo (coordenação) e Suzana Cruz (bolsista)
Visitação: 21 a 25 de julho, das 8h às 17h
Local: Biblioteca Central – 1º andar
Classificação etária: livre
20h – Apresentação do Ars Nova – Coral da UFMG
Fundado em l959, o Ars Nova está vinculado à UFMG desde 1964. Ao longo de sua
trajetória tornou-se referência na área de canto coral no Brasil e no exterior e
conquistou importantes premiações em concursos nacionais e internacionais. Por mais
de 40 anos, esteve sob a batuta do maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca e, desde
2013, é regido pela maestrina Iara Fricke Matte, responsável também pela sua
coordenação artística. A presente proposta de trabalho, eclética e dinâmica, tem como
principal objetivo a democratização da arte coral, priorizando a difusão do repertório
de música antiga e contemporânea.
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Regência: Iara Fricke Matte (UFMG)
Local: Conservatório UFMG - auditório
Classificação etária: livre
21 de julho – terça-feira
17h – Lançamento de livros
Arte e Cognição – Christine Greiner (SP)
Leituras do Corpo no Japão e suas diásporas cognitivas - Christine Greiner (SP)
Improvisação como Espetáculo - Mariana Lima e Muniz (UFMG)
Acervo artístico da UFMG - Fabrício Fernandino (UFMG), Marília Andrés Ribeiro (BH) e
Moema de Queiroz (UFMG)
Local: Conservatório UFMG
Classificação etária: livre
21h – Da quadrinha ao galope beira mar, com Antônio Nóbrega
Nesta que pode ser chamada de uma aula-espetáculo ou uma aula-cantoria, o artista
Antônio Nóbrega, além de cantar e tocar, apresenta o modo como foram se
desenvolvendo as inúmeras formas e gêneros da poesia popular brasileira. A narrativa
abrange um arco de tempo que vai desde o nascimento da nossa familiar quadrinha –
Idade Média, Portugal – à criação de um gênero poético sofisticado como o Galope à
beira-mar – século XIX, nordeste do Brasil. Tudo isso mesclado a cantos, danças e até a
momentos interativos em que o público é convidado a participar cantando, palmeando
ou mesmo dançando.
Local: auditório da Reitoria – Campus Pampulha
Classificação etária: livre
22 de julho – quarta-feira
17h30 – Récita – tudo aquilo que chama a atenção, atrai e prende o olhar
Récita é um espetáculo de música-teatro, que explora a construção de linguagens
híbridas na cena. Através da exploração do grotesco, o espetáculo busca as
possibilidades cênico-musicais da execução das canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht,
na formação voz e violino. A partir da negação de uma estética do belo, do solista, da
música como arte elevada, os corpos dos atores-músicos, Bárbara Biscaro e Fernando
Bresolin, subvertem a sonoridade musical na cena: cantam, agem e dançam, buscando
construir, na presença do público, noções compartilhadas do patético, do falso, do
melodrama, do sonho e da redenção nas histórias cantadas de Weill e Brecht.
Local: Escola de Belas Artes – piscinão
Classificação etária: livre (recomendado a partir de 12 anos)
21h – Concerto Bandoneón, com Rufo Herrera (BH)
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Rufo Herrera, compositor e bandoneonista argentino, radicado no Brasil, apresenta um
programa com transcrições de obras de J.S. Bach, composições de sua autoria e
versões próprias da obra de Astor Piazzolla para Bandoneón solo. Já gravou os discos
“Tocata del Alba”, “Toda Música”, com o Quinteto Tempos, “Bandoneón”, “Latinidade
I”, com a Orquestra Ouro Preto e “Balada para um loco”, com a cantora lírica Sylvia
Klein.
Local: Conservatório UFMG - auditório
Classificação etária: livre
23 de julho – quinta-feira
18h – Instalação Luz/Espaço: um lugar (Projeto Especial)
Instalação artística feita com luz, cujo processo de criação e de montagem foi
acompanhado pelos alunos da Oficina Luz/Espaço: um lugar, ministrada por Telma
Fernandes.
Visitação: dia 24 de julho, das 14h às 21h
Local: Teatro Universitário – sala Otávio Cardoso
Classificação etária: livre
19h – Espetáculo teatral “Eles também falam de amor”
O espetáculo aborda o universo da artista popular que transformou o papel de bala em
matéria-prima para suas obras e para sua filosofia de sustentabilidade. Inspirado nos
poemas, nas canções, nas histórias e nas criações plásticas de Efigênia Rolim, para
todas as idades, “Eles também falam de amor” é um espetáculo intimista, em diálogo
com as histórias de vida dos artistas em cena e em relação direta com o espectador.
Direção: Raquel Castro
Local: prédio do Teatro – sala preta
Classificação etária: livre
21h – Lamparina, show musical com Berimbrown
Berimbrown, em seu novo show intitulado “Lamparina”, mantém acesa a cultura, a
memória e a tradição das comunidades quilombolas de Minas Gerais. Com um
repertório que enfatiza e reconsidera a trajetória dos trabalhadores historicamente
situados à margem da sociedade, as letras tratam desde um passado de trabalhos
forçados nos garimpos até o domínio do capital financeiro na contemporaneidade,
mas que também convidam o ouvinte a repensar os desdobramentos do atual
processo de globalização.
Local: gramado da Reitoria – Campus Pampulha
Classificação etária: livre
24 de julho – sexta-feira
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18h30 – Roxo, com Tiago Tereza
A partir das possibilidades trazidas pela experiência contemporânea, Tiago Tereza
desenvolve um estudo sobre as linguagens artísticas em movimento. Roxo não é
espetáculo musical, nem cinema, nem performance, mas está entre. Do vídeo,
apropria-se da ideia de tela projetada; da música, a execução ao vivo de canções; da
performance, a transformação de espaços cotidianos e a abolição do próprio palco.
Local: Bosque da Música
Classificação etária: livre
19h – ApropriAção, com o grupo CEGeME
Apropriar-se e transformar locais, que até então exerciam diversas funções, em
espaços artísticos, apresentando performances que envolvam diferentes aspectos da
percepção humana. Projeções visuais serão utilizadas como forma de contribuir com a
interpretação dos músicos durante a performance. Produzir sons e imagens geradas a
partir dos movimentos inconscientes da plateia e observar o resultado artístico gerado.
Local: Bosque da Música
Classificação etária: livre
20h – Show com Hermeto Pascoal & Grupo
Hermeto Pascoal (Lagoa da Canoa, 22 de junho de 1936) é um importante compositor,
arranjador e multi-instrumentista brasileiro – toca acordeão, flauta, piano, saxofone,
trompete, bombardino, escaleta, violão e diversos outros instrumentos musicais.
Local: gramado da Reitoria - Campus Pampulha
Classificação etária: livre
25 de julho - sábado
16h – Locotoco, com o Grupo Serelepe
Locotoco é um espetáculo cênico-musical inspirado em canções e brincadeiras
tradicionais, recolhidas em diferentes regiões do Brasil e da América Latina. Tocando
instrumentos musicais variados, como tambores, patangome, violão, viola caipira e
cuatro, os integrantes do Serelepe (EBA/UFMG) se misturam ao público, convidando a
todos os presentes (crianças, jovens e adultos) a soltar a imaginação e a entrar na
brincadeira.
Local: Praça de Serviços
Classificação etária: livre
17h – Os Tambores do Rosário e o Baque Virado, com o Grupo de Maracatu Famiguê
O Grupo foi criado a partir de oficinas de percussão oferecidas gratuitamente pelo
Instituto Cultural Famiguê e, desde 2010, realiza apresentações reverenciando as
tradições de matriz afro-brasileira, dentre elas os Congados Mineiros e Maracatus de
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Baque Virado Pernambucanos. O Grupo é composto atualmente por 25 membros e
tem em seu repertório toadas e ritmos tradicionais.
Local: nas proximidades da Reitoria - Campus Pampulha
Classificação etária: livre
19h – Espetáculo teatral “Os Gigantes da Montanha”, com o Grupo Galpão
A fábula “Os Gigantes da Montanha” narra a chegada de uma companhia teatral
decadente a uma vila mágica, povoada por fantasmas e governada pelo Mago Cotrone.
Escrita por Luigi Pirandello, a peça é uma alegoria sobre o valor do teatro (e, por
extensão, da poesia e da arte) e sua capacidade de comunicação com o mundo
moderno, cada vez mais pragmático e empenhado nos afazeres materiais. A 21ª
montagem da companhia celebra o retorno da parceria com Gabriel Villela, que assina
também a direção de espetáculos marcantes do grupo, como “Romeu e Julieta” (1992)
e “A Rua da Amargura” (1994).
Local: gramado da Reitoria - Campus Pampulha
Classificação etária: livre
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Programação 47º Festival de Inverno