O MERCADO BRASILEIRO PARA FUNGICIDAS COLOMBIANOS Identificação do produto Os fungicidas, de acordo com informações constantes na Tarifa Externa Comum (TEC)1, compreende os seguintes códigos da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM): • • • • • • • • • 3808.20.10 - apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto; Apresentados de outro modo: 3808.20.21 – à base de hidróxido de cobre, de oxicloreto de cobre ou de óxido cuproso; 3808.20.22 – à base de ziram ou de enxofre; 3808.20.23 – à base de mancozeb ou de maneb; 3808.20.24 – à base de sulfiram; 3808.20.25 – à base de compostos de cromo, de arsênio ou de cobre, exceto os produtos do subitem 3808.20.21; 3808.20.26 – à base de thiram; 3808.20.27 – à base de propiconazol; e 3808.20.29 – outros. Os fungicidas são produtos destinados a evitar o desenvolvimento de fungos ou a destruição dos já existentes. Podem ser caracterizados pela sua ação ou método de utilização e classificados como sistêmicos ou fumigantes. Os sistêmicos são transportados pela seiva e se deslocam para várias partes da planta a partir do seu ponto de aplicação. Os fumigantes combatem a ação dos fungos quando são aplicados, sob a forma de vapor, em partes afetadas de plantas. Esses produtos alcançam os seus efeitos, consoante os casos, por envenenamento dos sistemas nervoso ou digestivo, por asfixia, ou pelo seu cheiro. O uso de fungicidas é um dos principais métodos de controle de doenças de plantas, sendo a única forma de solução para diversos problemas fitossanitários. A facilidade de aplicação e os resultados imediatos obtidos os tornaram amplamente difundidos em diversas culturas agrícolas. Entretanto seu uso contínuo pode levar a uma seleção de fungos mais resistentes (fitopatogênicos), não controlados pelo fungicida que anteriormente apresentava-se eficaz, colocando em risco a eficiência do método. Esse é um grave problema enfrentado, principalmente, pelas empresas produtoras de fungicidas. Dessa situação surgiu a idéia da criação de um comitê integrado pelas diversas companhias de fungicidas para a troca de informações no sentido de evitar essa resistência. Nesse contexto foi criado o Fungicide Resistance Action Committee (FRAC), que fornece diversas informações sobre a situação da resistência aos diversos grupos de fungicidas e métodos para evitar o problema. No Brasil, foi criado o Comitê de Ação à Resistência a Fungicidas (FRAC-Brasil - http://www.frac-brasil.org.br/) com os mesmos propósitos do FRAC. É composto pelas principais empresas fabricantes do país e dedica-se à coordenação de ações conjuntas objetivando minimizar o problema da resistência de fungos a fungicidas no Brasil. Características gerais do mercado O consumo de fungicidas está diretamente ligado à produção agrícola, que exerce papel importante na estrutura econômica, principalmente nos países em desenvolvimento. Apesar do pequeno crescimento ocorrido na área plantada mundial nos últimos anos, são utilizados, cada vez mais, meios para obtenção de maior produtividade, sobretudo a utilização de fertilizantes, herbicidas e pesticidas. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO2), a área plantada mundial passou de 1,3 bilhão de hectares, em 1980, para 1,4 bilhão de hectares em 2002, com produção de aproximadamente 5,5 bilhões de toneladas de alimentos. De acordo com as estatísticas da FAO3, os principais consumidores mundiais de fungicidas são também os maiores exportadores de produtos agrícolas. No ranking mundial de produção de grãos, o Brasil ocupa a quinta posição entre os principais exportadores. Observando os valores referentes a 2001, nota-se que os principais consumidores foram: França e Itália, responsáveis, em conjunto, por cerca de 54,4% do total; Portugal (6,1%); Brasil (5,1%) e Alemanha (4,2%). O mercado mundial de fungicidas movimentou, em 2004, exportações de aproximadamente US$ 4,4 bilhões, segundo estatísticas da UNCTAD/ITC/Trademap4. Entre 2000 e 2004, o aquecimento médio da demanda foi da ordem de 11,4% ao ano. Os países desenvolvidos foram os maiores vendedores, responsabilizando-se por mais de 80% do total. A França, atualmente, é a principal vendedora (e também a principal compradora), com 17% do total do mercado exportador e transações de mais de US$ 700 milhões anuais. Em 2004, os principais mercados exportadores5 foram: França (16,6%); Alemanha (16,3%); Reino Unido (11,3%); Espanha (9,5%); Estados Unidos (6,3%); e Suíça (5,4%). A Colômbia ocupou a 11ª posição entre os vendedores mundiais, com participação de 2,5% no total e, o Brasil, o 14º lugar, com cerca de 1,7% das vendas mundiais. Pelo lado das importações6, nota-se que o Brasil foi, em 2004, o 2º maior comprador, após a França, absorvendo 8,9% das compras mundiais, cerca de US$ 397 milhões. Destacaram-se, ainda Reino Unido (6,3%), Alemanha (5,5%), Estados Unidos (5,3%), Espanha (4,0%) e Itália (3,3%). Principais exportadores, 2004 País França Alemanha Reino Unido Espanha Estados Unidos Suíça China Itália Países Baixos Bélgica Subtotal Outros países Total Part.% 16,6% 16,3% 11,3% 9,5% 6,3% 5,4% 4,9% 4,6% 3,6% 3,4% 82,1% 17,9% 100,0% Principais importadores, 2004 País França Brasil Reino Unido Alemanha Estados Unidos Espanha Itália Bélgica Países Baixos Polônia Subtotal Outros países Total Part.% 13,2% 8,9% 6,3% 5,5% 5,3% 4,0% 3,3% 3,2% 2,5% 2,5% 54,8% 45,2% 100,0% Fonte: UNCTAD/ITC/Trademap. 2 Perfil do mercado brasileiro Até 1998, o Brasil era exportador líquido de fungicidas. A partir de 1999, com o bom desempenho das importações, a balança comercial começou a acumular déficits, totalizando, no ano de 2005, US$ 199,3 milhões, conforme estatísticas do MDIC/SECEX/AliceWeb7. As exportações brasileiras experimentaram, no intervalo de 1996-2005, crescimento médio anual de 7,7% e os valores embarcados saltaram de US$ 31,2 milhões para US$ 60,6 milhões. A expansão ocorrida no uso de fungicidas no Brasil está direta e proporcionalmente ligada ao aumento da área utilizada na agricultura. Conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB8), no decênio de 19952004, a área plantada brasileira cresceu em aproximadamente 29,5%, passando de 36,6 milhões de hectares para 47,4 milhões de hectares. Perfil das importações9 As importações brasileiras apresentaram significativo dinamismo em quase todos os anos do período de 1996-2005. A expansão média foi da ordem de 45,9% ao ano e, em valores, saltaram de US$ 8,7 milhões, para US$ 259,9 milhões. O melhor desempenho ocorreu em 2004, quando somou US$ 397,2 milhões. Vale mencionar que no âmbito do grupo SH 6 (3808.20) destaca-se a subposição 3808.20.29 (outros fungicidas apresentados de outro modo), que representa aproximadamente 95% do total importado do grupo. Os números referentes a essa subposição expandiram, em média, 45,3% ao ano e passaram de US$ 8,6 milhões, em 1996, para US$ 247,5 milhões, em 2005. Ressalta-se, ainda, que nos anos de 2003 e 2004, as compras brasileiras apresentaram crescimento anual de mais de 100%. O subitem 3808.20.25 (fungicida à base de compostos de cromo/cobre ou arsênio) foi o segundo do grupo em volume e representou, em 2005, cerca de 2% do total importado do item. Entre 2001 e 2005, as compras brasileiras da subposição expandiram em 111,7% ao ano e passaram de US$ 256 mil para US$ 5,1 milhões. Importações brasileiras, 1996-2005 (US$ mil) Ano 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Valor Var. % (US$ mil) 8.703 15.157 32.095 42.465 41.444 46.393 78.559 191.000 397.245 259.923 55,4% 74,7% 111,2% 32,4% -2,6% 12,1% 69,4% 143,0% 108,0% -34,6% Fonte: MDIC/SECEX/Aliceweb. 3 Principais países fornecedores10 - 3808.20.25 (fungicida à base de compostos de cromo/cobre ou arsênio) Os Estados Unidos são o principal fornecedor ao Brasil do subitem 3808.20.25, sendo responsável, entre 2000 e 2004, pela totalidade importada. Em 2005, o mercado brasileiro abriu espaço, ainda que discreto, para o produto originário do Uruguai e Chile. Os dois países somados responderam por cerca de 1% do total das compras brasileiras. Principais fornecedores do subitem 3808.20.25, 2003-2005 (US$ mil) País Estados Unidos Uruguai Chile Total 2003 Valor Part.% 1.394,9 0,0 0,0 100,0% 0,0% 0,0% 1.394,9 100,0% 2004 Valor Part.% 2.169,8 0,0 0,0 100,0% 0,0% 0,0% 2.169,8 100,0% 2005 Valor Part.% 5.096,1 28,9 20,9 99,0% 0,6% 0,4% 5.145,9 100,0% Fonte: MDIC/SECEX/Aliceweb. - 3808.20.29 (outros fungicidas apresentados de outro modo) Os principais exportadores para o mercado brasileiro do subitem 3808.20.29 são da União Européia. Desde o ano de 2000 são creditados a esse bloco econômico mais de 75% do total das compras brasileiras. Em 2005, destacaram-se, individualmente, os seguintes países: Reino Unido (46,2% do total); Espanha (23,3%); Argentina (11,6%); Itália (6,0%); Suíça (4,3%); e Estados Unidos (3,2%). Nos últimos dez anos, foram registradas importações brasileiras originárias da Colômbia somente entre 1996 e 2001, com valores pouco expressivos. Em 2001, melhor desempenho das vendas colombianas ao Brasil no decênio sob análise, totalizou apenas US$ 1,1 mil. Principais fornecedores do subitem 3808.20.29, 2003-2005 (US$ mil) País Valor Reino Unido Espanha Argentina Itália Suíça Estados Unidos Alemanha Israel Subtotal Outros países Total 2003 Part.% 51.489 73.861 31.167 9.176 629 7.328 8.212 136 27,9% 40,0% 16,9% 5,0% 0,3% 4,0% 4,4% 0,1% 181.999 98,5% 2.691 1,5% 184.690 100,0% Valor 2004 Part.% 128.275 109.383 68.433 53.725 1.522 10.795 11.128 153 33,2% 28,3% 17,7% 13,9% 0,4% 2,8% 2,9% 0,0% 383.414 99,1% 3.494 0,9% 386.908 100,0% Valor 2005 Part.% 114.258 57.730 28.668 14.842 10.586 7.849 5.656 2.906 46,2% 23,3% 11,6% 6,0% 4,3% 3,2% 2,3% 1,2% 242.494 98,0% 4.947 2,0% 247.441 100,0% Fonte: MDIC/SECEX/Aliceweb. 4 Questões logísticas11 - 3808.20.25 (fungicida à base de compostos de cromo/cobre ou arsênio) Em 2005, aproximadamente 99% das importações brasileiras foram desembarcadas por modal marítimo, no porto de Santos-SP. O restante, proveniente do Uruguai e Chile, teve por entrada no Brasil as rodovias do Chuí e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. - 3808.20.29 (outros fungicidas apresentados de outro modo) Os modais utilizados na importação brasileira do subitem 3808.20.29 foram o marítimo, com 80,4% do total. Desse montante, 79,4% foram desembarcados no porto de Santos-SP e 0,5% no porto do Rio de Janeiro. O modal rodoviário, responsável por 12,4% da carga, utilizou a Rodovia Uruguaiana-RS. Por último, o aéreo, com 7,2%, as mercadorias foram desembarcadas nos aeroportos Internacional de Campinas e Internacional de São Paulo, no estado de São Paulo. Tratamento tarifário12 - 3808.20.25 – Fungicida apresentado à base de compostos de cromo/cobre ou arsênio O imposto de importação (II) incidente nas compras brasileiras do subitem 3808.20.25 é de 14%. O produto é tributado, também, pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), imposto de competência estadual, cuja alíquota pode variar, normalmente, de 0 a 25% em função da essencialidade ou seletividade do produto, podendo ultrapassar esse percentual em alguns casos, por exemplo, nos serviços de telecomunicação (30%). De acordo com a Lei nº 10.925/04 e o Decreto 5.630/05, ficaram reduzidas a 0% as alíquotas de contribuição do Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), somente nos casos em que a pessoa jurídica adquirente seja fabricante dos produtos nele relacionados. Vale notar que a entrada do produto no Brasil é também livre de IPI. No âmbito do MERCOSUL e da ALADI, o Brasil concede preferências tarifárias a alguns países da América do Sul. A NCM 3808.20.25 corresponde aos seguintes códigos na tarifa aplicada aos países-membros da ALADI (NALADI): 380820.10; 3808.20.91; 3808.20.92; e 3808.20.99. Para cada subposição da NALADI, a Colômbia possui uma margem de preferência, conforme discriminado, a seguir: - 3808.20.10 – margem de preferência de 50%: quando apresentados em formas ou em embalagens para venda a retalho. Quando apresentados em formas ou embalagens para venda a varejo; à base de etilenobisditiocarbamatos, inclusive de cobre, sob forma de artigos, a preferência percentual é de 75%. Ainda, quando “outros apresentados sob forma de artigos”: preferência de 93%; 5 - - 3808.20.91 – quando apresentados à base de compostos de cobre: preferência de 93%; 3808.20.92 – fungicidas agrícolas com mais de 50% de sais de cobre: preferência de 75%; 3808.20.99 – quando apresentados à base de etilenobisditiocarbamatos, mesmo de cobre: preferência de 75%. 3808.20.29 – Outros fungicidas apresentados de outro modo A tarifa normal do imposto de importação (II) incidente nas compras brasileiras do subitem 3808.20.29 é de 8%, entretanto, pela Resolução CAMEX 04 de 22 de fevereiro de 2006, em vigor desde 07/03/2006, o produto goza de isenção total do II. O produto é também isento do IPI. Quanto às contribuições de PIS/PASEP e Cofins, de acordo com a Lei nº 10.925/04 e Decreto 5.630/05, ficam reduzidas a 0% as alíquotas. Tal redução é válida somente nos casos em que a pessoa jurídica adquirente seja fabricante dos produtos nele relacionados. O produto é tributado pelo ICMS, imposto de competência estadual, cuja alíquota pode variar, normalmente, de 0 a 25% em função da essencialidade ou seletividade do produto. Tratamento administrativo13 As subposições 3808.20.25 e 3008.20.29 estão sujeitas a autorização prévia de importação, junto ao SISCOMEX, antes do embarque e do licenciamento de importação. Deverão ser submetidos, antes do desembaraço aduaneiro, no ponto de ingresso, a uma conferência documental e de lacre por técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A fiscalização e inspeção sanitária, fitossanitária e de qualidade serão realizadas em estabelecimento registrado ou relacionado no MAPA, ou na EADI (Estação Aduaneira Interior) de destino, conforme indicado na solicitação apresentada. No subitem 3808.20.25 quando se tratar de fungicidas preparados à base de benlate, a importação está sujeita a licenciamento não-automático, a ser analisada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). Empresas colombianas exportadoras Empresas brasileiras interessadas em fazer negócios com a Colômbia poderão ter acesso a informações no sítio de promoção comercial desse país, Proexport Colômbia (http://www.proexport.com.co). Constam no Diretório de Exportadores Colombianos do Proexport, as seguintes empresas exportadoras de fungicidas: 1. Agrevo S.A. [email protected] 2. Agro S.A. Tel.: (574) 777-2411 6 Fax: (574) 775-9786 3. Bayer de Colombia S.A. Tel.: (574) 414-2277 4. Cyanamid de Colombia S.A. Tel.: (574) 676-2500 Fax: (574) 676-2410 5. Dowelanco de Colombia S.A. Tel.: (574) 319-2100 / 610-3330 Fax: (574) 610-4872 6. Du Pont de Colombia S.A. Tel.: (574) 629-2202 Fax: (574) 629-2428 7. Electroquimica West S.A. Tel.: (574) 372-0303 Fax: (574) 372-0317 [email protected] 8. ICI Colombia S.A. Tel.: (574) 610-0699 Fax: (574) 617-0081 [email protected] 9. Lucta Grancolombiana S.A. Tel.: (574) 857-5511 / 02 / 10 Fax: (574) 857-5544 [email protected] 10. Productos Fitosanitarios de Colombia – PROFICOL Tel.: (574) 644-6730 Fax: (574) 640-1210 [email protected] 11. Rhone Poulenc Colombia Ltda Tel.: (574) 290-7799 Fax: (574) 420-3658 12. Rohm and Haas Colombia S.A. Tel.: (574) 217-4811 Fax: (574) 212-1579 [email protected] Empresas brasileiras importadoras14 Ciente da importância de apresentar diretório importador para produtos da demanda brasileira, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), lançou em 2006, no âmbito do Programa de Substituição Competitiva de Importações (PSCI), o Catálogo de Importadores Brasileiros (CIB). O catálogo foi produzido a partir de informações obtidas diretamente das empresas importadoras, em 7 atendimento a consulta específica da Funcex. Trata-se de uma iniciativa pioneira e que vem ao encontro das tradicionais demandas da comunidade empresarial sul-americana. O CIB, disponível em formato eletrônico e na BrazilTradeNet (“PSCI”), traz dados completos de 5.307 empresas importadoras e permite consulta tanto por código quanto por nome da empresa importadora. É possível, ainda, filtrar a consulta por faixas de valor importado. Tendo em vista a necessidade de facilitar as consultas, foi adotada a nomenclatura do Sistema Harmonizado (SH), em nível de seis dígitos (SH 6). As empresas relacionadas no catálogo representaram mais de 80% do volume importado pelo País anualmente. O CIB está disponível em português, espanhol e inglês. Entretanto, conforme salientado, as listagens do CIB não são exaustivas. Compreendem apenas as empresas que se dispuseram a responder questionário encaminhado pela Funcex, a respeito do perfil importador das firmas brasileiras. No que tange ao mercado de fungicidas, o CIB mostra a presença de 38 empresas brasileiras importadoras, conforme relacionadas a seguir, em ordem alfabética, com a respectiva indicação de endereço eletrônico e fax: Empresas brasileiras importadoras de fungicidas Nome Akzo Nobel Ltda Agribrands Purina do Brasil Ltda. Agricur Defensivos Agrícolas Ltda Agropecuária Vale das Uvas Ltda. Basf S.A. Bayer Polímeros S.A. Bermas Ind. e Com. Ltda. Bombril Círio S.A. Brasiluvas Agrícola Ltda. Clariant S.A. Danisco Cultor Brasil Ltda. Dowelanco Industrial Ltda. Du Pont do Brasil S.A. Elf Atochem Brasil Química Ltda. Flosul Ind. e Com. de Madeiras Ltda. Fuga Couros Jales Ltda Griffin Brasil Ltda. Guararapes Agrícola S.A. Hokko do Brasil Ind. Quim. e Agrop.Ltda Iharabras S.A. Indústrias Químicas Interfruta Ltda. Itap Demis Ltda Logos Butiá Agropecuária Ltda. Merck S.A. Indústrias Químicas Natural Pharma Prods Farms. Ltda Nectar Agrícola Imp. e Exp. Ltda Procter e Gamble do Brasil e Cia. Rhodia-Ster Fibras e Resinas Ltda Rhone - Poulenc Agro Brasil Ltda. Rohm And Haas Química Ltda E-mail / Sítio [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] www.rhone.com.br Fax 55 11 4346-1727 55 19 3884-7624 55 11 3819-1269 55 87 3862-1204 55 11 4343-6989 55 71 834-6126 55 85 334-9018 55 19 455-4159 55 74 613-7165 55 11 5683-7410 55 11 7922-1101 55 11 5188-9901 55 11 7266-8132 55 11 571-0472 55 51 681-1393 55 17 36243099 55 71 632-1990 55 81 3463-5101 55 15 3292-1977 55 15 3235-7777 55 87 3986-1530 55 11 3268-1823 55 74 531-1176 55 21 2444-2157 55 11 6947-4177 55 87 3861-5455 55 11 6940-8031 55 11 5502-1334 55 17 234-3328 www.rhweb.rohmhaas.com 8 Sipcam Agro S/A Special Fruit Imp. e Exp. Ltda. Stoller do Brasil Ltda Timbaúba Agrícola S.A. Tintas Renner S.A. Votorantin Celulose e Papel S.A. Witco do Brasil Ltda. Zeneca Brasil Ltda [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] 55 34 3319-5570 55 74 811-4992 55 19 3872-1200 55 81 3463-5101 55 51 3344-5471 55 11 3269-4055 55 11 5181-7972 [email protected] Ainda com referência ao universo de empresas importadoras do produto em questão, cumpre esclarecer que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (MDIC) dispõe de relação completa das empresas brasileiras importadoras da Colômbia. Tal relação, contudo, não permite realizar as consultas utilizando como filtro o código dos produtos. O endereço eletrônico da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC é: http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/secex/depPlaDesComExterior/indEstati sticas/empExpImp_Importadoras.php Endereços úteis A seguir lista das representações diplomáticas colombianas no Brasil, bem como das brasileiras na Colômbia, cujos dados completos encontram-se disponíveis no sítio do Ministério das Relações Exteriores (http://www.mre.gov.br): Embaixada da Colômbia em Brasília SES – Av. das Nações, Quadra 803 – Lote 10 70444-900 – Brasília-DF Tels.: (61) 3226-8997 / 3226-8902 / 3226-2547 Fax: (61) 3224-4732 E-mail: [email protected] (Embaixada) [email protected] (Consulado) Expediente: de segunda-feira a sexta-feira de 9h00 às 13h00 e de 14h00 às 18h00. Consulados da Colômbia no Brasil Setor Consular da Embaixada em Brasília-DF Tel.: (61) 3226-8997 Fax: (61) 3224-4732 Consulado-Geral em Manaus-AM Tel.: (92) 234-6777 Fax: (92) 622-6078 Consulado-Geral no Rio de Janeiro-RJ Tels.: (21) 2552-5048 / 5628 Fax: (21) 2552-5449 Consulado-Geral em São Paulo-SP Tel.: (11) 285-6350 Fax: (11) 285-2577 9 Consulado em Tabatinga-AM Tels.: 412-2597 / 2230 Embaixada do Brasil em Bogotá Calle 93, nº 14-20 – Piso 8 Apartado Aereo 90540 Bogotá 8 – Colombia Tels.: (571) 218-0800 Fax: (571) 218-8393 E-mail: [email protected] Sítio: www.brasil.org.co Vice-Consulado brasileiro na Colômbia Vice-Consulado em Letícia Tel.: (578) 592-7384 Fax: (578) 592-8116 E-mail: [email protected] Outros endereços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) (http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/inicial/index.php) Ministério das Relações Exteriores (http://www.mre.gov.br/) BrazilTradeNet (http://www.braziltradenet.gov.br/) Receita Federal (http://www.receita.fazenda.gov.br) Proexport Colombia (http://www.proexport.com.co) 10 1 Tarifa Externa Comum – TecWin 2006 – Acesso em 24/04/06. A Tarifa Externa Comum (TEC) foi implantada no Brasil pelo Decreto 1343/94. A TecWin é a versão eletrônica da TEC, que contempla o tratamento tarifário e administrativo aplicado às importações brasileiras. É atualizada diariamente via internet e está disponível em www.aduaneiras.com.br. 2 www.fao.org – Acesso em 24/04/06 em “Summary of World Food and Agricultural Statistics, 2005”. 3 Idem. 4 O Trademap é uma ferramenta de análise de mercados, cobrindo 5.300 produtos e 180 países. É desenvolvido pela Seção de Análise de Mercados do International Trade Centre (ITC), da UNCTAD/OMC. Disponível na BrazilTradeNet (www.braziltradenet.gov.br) – Acesso em 25/04/06. O Trademap também está disponível, em inglês, no sítio do ITC (www.intracen.org). 5 Idem. 6 Idem. 7 www.desenvolvimento.gov.br – Acesso em 25/04/06. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mantém o sistema AliceWeb. O AliceWeb disponibiliza estatísticas, em meio eletrônico, das importações e exportações brasileiras, por produtos e países de destino. Para tanto, utiliza o Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias, ou simplesmente Sistema Harmonizado (SH). 8 www.conab.gov.br – Acesso em 26/04/06. 9 www.desenvolvimento.gov.br – Acesso em 27/04/06. 10 Idem. 11 Idem. 12 TecWin – Acesso em 28/04/06. 13 Idem. 14 Catálogo de Importadores Brasileiros – CIB. Disponível na BrazilTradeNet/PSCI. Acesso em 28/04/06. Brasília, abril de 2006. ♣ ♣ ♣ 11