Boletim Trimestral
‘15
› Jan › Fev › Mar
JORNAL FALADO
JOSÉ ESCADA
NOVOS MEMBROS
DIREÇÃO DO CNC
O CNC organiza este trimestre
uma Homenagem a José Escada,
no âmbito da rubrica Jornal Falado.
José Escada nasceu em Lisboa em 1934,
cidade onde viria a morrer em 1980.
Em 1950, ingressa no curso de Pintura
da Escola Superior de Belas-Artes
de Lisboa.
Aí, conhece Lourdes Castro,
Costa Pinheiro, René Bertholo
e Gonçalo Duarte. Terminado o curso,
partilha ateliê com os dois últimos
colegas e com o pintor João Vieira.
Com eles e com outros artistas,
portugueses e internacionais
(Christo, Jan Voss), viria,
já a viver em Paris, a formar
o grupo KWY. José Escada
é particularmente reconhecido
pelas suas pinturas-objeto,
em que emprega papéis coloridos,
que recorta e dobra de forma
simétrica.
A Direção do Centro Nacional de Cultura,
sob a presidência de Guilherme d’Oliveira
Martins e a Vice-presidência de Maria
Calado, conta, desde novembro passado,
com dois novos membros. Rui Grilo e
Marcos Soromenho Santos, há muito sócios
e colaboradores do CNC, juntam-se agora
a João David Nunes, Lourenço de Almeida
e Mário Ruivo.
Alberto Vaz da Silva passa a presidir ao
Grande Conselho, composto de amigos que,
pela dimensão universal da sua experiência,
aceitam ajudar o CNC a saber antecipar os
sinais dos tempos e a ser fiel à dimensão
espiritual própria da Europa.
Pedro Roseta assume a Vice-Presidência
da Assembleia Geral, presidida por Gonçalo
Ribeiro Telles, da qual também fazem
parte Helena Vaz da Silva e Graça Morais.
No Conselho Fiscal, presidido por António
Borges de Carvalho, Duarte Nuno Simões
e Duarte Ivo Cruz juntam-se
a Fernando Catarino.
[18 de março | 18h30]
Com Guilherme d’Oliveira Martins,
João de Almeida, José Luís Porfírio
e Mário Roque, no CNC.
Entrada Livre
70 ANOS DO CNC
DIA RAMALHO ORTIGÃO
Por ocasião
do início das
celebrações
dos 70 anos
da sua
fundação, em 13 de maio de 1945,
o Centro Nacional de Cultura realizou
no dia 4 de dezembro, no Circulo Eça
de Queiroz, um jantar comemorativo para
assinalar esta data. Foi o primeiro
de um ciclo que organizaremos durante
este ano, cujo tema será «CNC –
70 anos de cultura, novos desafios!».
Em 2015, o Centro Nacional de Cultura
promoverá ainda uma série de diferentes
iniciativas que serão divulgadas ao longo
do ano.
O Centro Cultural de Belém
e o Centro Nacional de Cultura
promovem no próximo dia 8 de fevereiro,
às 15h00, o Dia Ramalho Ortigão.
Não podemos compreender o Portugal
do fim do século XIX sem lermos
a sua obra. Cultor das raízes
portuguesas, da história, da terra,
da paisagem e das gentes soube
legar-nos retratos impressivos de
Portugal como realidade multifacetada,
feita de muitas diferenças
e complementaridades.
A programação conjunta de atividades
na área das Letras seguirá ao longo
de 2015 com dias dedicados
a Vasco Graça Moura (17 de maio),
MECENAS OURO
aos Cadernos da Poesia |
Ruy Cinatti, José Blanc de Portugal
e Tomaz Kim (4 de outubro)
e a Eça de Queiroz (6 de dezembro).
A entrada é livre.
SERIGRAFIA
GRAÇA MORAIS
O Centro Nacional de Cultura acaba
de editar, em colaboração com a
Cooperativa Árvore, mais uma serigrafia
para a sua coleção. Trata-se de um
magnífico desenho de Graça Morais,
que se encontra já disponível
para venda na nossa sede.
1
NOTÍ
Notícias
CIAS
BOLSAS
CRIAR LUSOFONIA
Viagens
VIAGENS DO CNC:
A MAGNA GRÉCIA
[20 a 27 de junho 2015]
GUIA: Anísio Franco
Depois de, em 2013, termos visitado
a Grécia de Sophia de Mello Breyner
Andresen, propomos este ano a viagem
“Magna Grécia”. Percorreremos durante
uma semana terras e lugares do Sul
Terminaram os seus projetos os
bolseiros Waldir Araújo e Pedro Cirne
Albuquerque. Lourença Baldaque,
uma das vencedoras do concurso Criar
Lusofonia 2012, apresentou o seu livro
INVENÇÃO DA VIDA resultado daquela
Bolsa, cuja investigação decorreu
no Recife, Brasil.
Em 30 de dezembro de 2014, terminou
o prazo de entrega de candidaturas do
novo concurso. Serão selecionados dois
escritores oriundos de países de língua
oficial portuguesa com projetos literários
a desenvolver na área geográfica
da lusofonia.
Este programa é apoiado pela Secretaria
de Estado da Cultura.
BOLSAS
JOVENS CRIADORES
Acabam de ser atribuídas as bolsas
a jovens artistas no âmbito do programa
Jovens Criadores 2014, promovido pelo
CNC com o apoio do Instituto de Desporto
e Juventude. Os contemplados foram
Philippe Marques e Henrique Portovedo
na área de Música, José Trigueiros na
área de Literatura, Catarina Vasconcelos/
Margarida Rego e Inês Teles na área de
Artes Visuais e Juliana Conde e Ricardo
Boléo na área de Artes do Espetáculo.
2
de Itália, a Grande Grécia. Na Sicília,
visitaremos com o Dr. Anísio Franco
alguns míticos locais como Palermo,
Trapani, Agrigento, Noto, Siracusa,
Catania, e não deixaremos de conhecer
o Museu Nacional da Magna Grécia
em Paestum, na Costa de Salermo.
Caso esteja interessado em receber
mais informações sobre esta viagem,
basta enviar-nos um email
para [email protected] ou devolver
o boletim de manifestação de interesse
que encontra na pág. 9
OS PORTUGUESES AO ENCONTRO
DA SUA HISTÓRIA – 2015 POR TERRAS DE SIÃO E SIRIÃO
(Tailândia e Myanmar) [29 de agosto a 9 de setembro]
GUIA: Maria Calado
“(…) É o reino de Siam gentio de gente
e cási a lingoagem tem semelhança
da de Pegu; é havida por gente
avisada e de boom conselho;
os mercadores sam muito ensinados
na mercadaria; sam homens grandes,
baços, da trosquia de Pegu;
o reino se rege em justiça. (…)”
In A Suma Oriental deTo m
é P ires
Em 2015, o Centro Nacional de Cultura
volta ao Oriente. Visitaremos
Banguecoque, a cidade de Ayutthaya
(classificada pela UNESCO) que foi a
capital do reino do Sião (Bang Portuguet,
as ruínas do convento de S. Domingos,
as igrejas de S. Paulo e S. Francisco).
Em Myanmar, no Sirião (Thanliyn), não
deixaremos de testemunhar a presença
portuguesa no Forte e Igreja de Santiago,
nem de visitar o sítio arqueológico na
atual Mrauk-U que foi, entre os séculos
XV e XVIII a capital do reino de Arracão.
Prevemos igualmente visitar Chatigão no
Golfo de Bengala, o primeiro porto a ser
visitado pelos portugueses nesta região.
Caso esteja interessado em receber mais
informações sobre esta viagem, basta
enviar-nos um email para [email protected]
ou devolver o boletim de manifestação
de interesse que encontra na pág. 9
MECENAS PRATA ANA ­‑ Aeroportos de Portugal, SA | Novo Banco | Correio da Manhã (Presslivre) | Diário de Notícias | DID ­‑ Doc. Informática
Desenv. | Duvídeo | Grupo Babel – Editorial Verbo, SA | Hoteis Heritage Lisboa | Imprensa Nacional ­‑ Casa da Moeda | Instituto Nacional de Estatística | Jornal de
Notícias Metropolitano de Lisboa | Fundação Manuel António da Mota | REN ­‑ Rede Eléctrica Nacional | Tabaqueira II, SA
NOTÍ
Notícias
CIAS
OUTRAS VIAGENS CULTURAIS:
“O HOMEM DE
CONSTANTINOPLA”
[23 de março a 3 de abril]
Com José Rodrigues dos Santos
A EDUCAÇÃO ARTISTICA:
UMA PRIORIDADE
As Artes na Educação são, há muito,
consideradas um veículo privilegiado
para assegurar na Escola espaços
de liberdade, de manifestação da
criatividade e inovação e do exercício
da tolerância e solidariedade, valores
incontornáveis na formação equilibrada
e pró-ativa das crianças e jovens.
Com uma existência repartida
entre o Oriente, onde nasceu,
e o Ocidente, onde se educou
e escolheu instalar-se, Calouste
Gulbenkian revelou-se um homem
da cultura do seu tempo, curioso
e eclético nos seus gostos
e interesses pessoais. Atento
ao mundo em que vivia, tinha
diversificados interesses
que iam muito para além
dos diretamente relacionados
com as suas atividades profissionais
e com a paixão pela Arte.
Começamos esta viagem
em Istambul e terminamos em Paris,
com passagem pela Geórgia,
Arménia e Azerbeijão.
Programa completo em
www.cnc.pt
Boletim de manifestação
de interesse na pág. 9
ASSOCIAÇÕES
À volta deste tema, sempre atual,
o Centro Nacional de Cultura em
parceria com o Clube UNESCO
de Educação Artística promove
uma série de tertúlias/encontros
com personalidades de inquestionável
mérito e reconhecidos pensadores em
várias áreas do conhecimento.
O próximo convidado desta série
é António Sampaio da Nóvoa e a sessão
terá lugar no próximo dia 14 de janeiro
às 18h30 no CNC, com entrada livre.
PORTUGAL E O MUNDO,
O FUTURO DO PASSADO
AMÉRICA DO SUL:
MISSÕES, REDUÇÕES
E BANDEIRANTES
Mais um volume da coleção «Portugal
e o Mundo, o Futuro do Passado» é dado à
estampa. Continua, assim, a concretizar-se a audaciosa ideia de Helena Vaz da
Silva e de Luís Amado, apoiada pelo
Ministério dos Negócios Estrangeiros,
de dar a conhecer os diversos recantos
e pormenores da presença da cultura
portuguesa no mundo. Ao relermos
as obras publicadas e ao ouvirmos os
testemunhos de quantos têm viajado
pelo mundo com a ajuda destes pequenos
livros, ficamos certos de que a iniciativa
tem uma importância muito significativa,
até por se tratar de algo sem paralelo
noutro tipo de livros semelhantes.
Mantemos a colaboração com o grupo
Leya, que certamente permite alargar
o campo de divulgação da preciosa
informação contida nestes cadernos.
APAI ­‑ Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial | ASC ­‑ Amigos do São Carlos | ATL ­‑ Associação de Turismo de Lisboa | Associação
de Valorização do Chiado | FESPAC ­‑ Federação Portuguesa das Associação e Sociedades Científicas | Fundação Passos Canavarro ­‑ Arte, Ciência e Democracia
| Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana | SEDES ­‑ Associação para o Desenvolvimento Económico e Social | SLP ­‑ Sociedade da Língua Portuguesa
3
Passeios de Domingo
1.º Trimestre 2015
1]
[Fundação
C. Gulbenkian
– Centro de Arte Moderna
Exposições: Salette Tavares
– Poesia Espacial |
António Dacosta 1914-2014
2]
[Marinha
Grande
Museu do Vidro
Museu Joaquim Correia
Museu do Molde
Sábado, 31 de janeiro
Sábado, 24 de janeiro
Salette Tavares nasceu em 1922,
em Moçambique. Aos onze anos
mudou-se com a sua família
para Sintra e viveu em Lisboa até 1994,
ano em que morreu aos 72 anos.
Com formação em Filosofia e Estética,
Salette Tavares começou por se destacar
na década de 1960, no contexto da
Poesia Experimental. A sua obra cruzou
a produção literária e a prática artística,
estendendo-se à poesia visual, à sua
exploração tridimensional e à produção
de objetos. Nesta exposição estão
reunidos trabalhos desenvolvidos em
múltiplos domínios, incluindo alguns
inéditos e peças reconstruídas para
esta mostra. Contamos com a presença
da filha da Artista, Salette Aranda Brandão.
António da Costa Jr, mais conhecido
por António Dacosta, foi um poeta,
crítico de arte e pintor português.
Assinalando o centenário do seu
nascimento, esta exposição procura
dar uma imagem de conjunto da obra
deste artista juntando obras inéditas
e menos conhecidas. Combina
núcleos perfeitamente demarcados
no tempo, o Surrealista dos anos 40,
ou os recomeços de 80, com outros
em que diferentes tempos se cruzam.
A exposição tem uma introdução
evocativa da estação do Metro do Cais
do Sodré, última obra pública de Dacosta,
bem como um núcleo documental.
GUIA: CAM e José Luís Porfírio
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 25 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: CAM – Fundação
Gulbenkian, entrada pela Rua Nicolau
Bettencourt
4
APOIOS
O Museu do Vidro está instalado no
Palácio Stephens, edifício de inspiração
neoclássica, construído na segunda
metade do séc. XVIII e classificado
de interesse público.
Reúne coleções que testemunham a
atividade industrial, artesanal e artística
vidreira portuguesa, desde meados
do século XVII/XVIII até à atualidade.
No domínio das artes plásticas,
o museu procura dar representatividade
às mais variadas tendências artísticas
e do design, procurando reunir uma
coleção internacional de vidro artístico
contemporâneo, atualmente constituída
por dezenas de obras de artistas
portugueses e estrangeiros.
No Museu Joaquim Correia podemos
conhecer obras doadas à Câmara
Municipal da Marinha Grande, pelo artista.
Joaquim Correia é descendente de uma
família de artistas pintores ligados
ao fabrico do vidro em Portugal.
Um “operário” da escultura no nobre
sentido desta palavra exaltada por Rodin.
O Museu do Molde tem como objetivo
contribuir para a memória coletiva
da indústria local e recuperação
de património que faz parte da história
deste setor.
Instalado no antigo edifício da resinagem,
apresenta uma coleção que pretende
ilustrar o que foi a indústria de moldes
na Marinha Grande.
Teremos ainda oportunidade de assistir
a uma demonstração da técnica de vidro
soprado.
GUIAS: Anísio Franco
HORÁRIO: 8h30
DURAÇÃO: dia inteiro
LIMITE: 45 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Entrecampos
(em frente ao edifício da Câmara
Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25)
Transporte, almoço
[3]
Ciclo Azulejos em Portugal:
Mosteiro S. Vicente de Fora
Domingo, 1 de fevereiro
O Mosteiro de São Vicente de Fora,
um dos marcos da história portuguesa
e da paisagem urbana de Lisboa,
apresenta uma variada oferta cultural
com a sua arquitetura, azulejaria,
pintura e talha.
Sobressai a azulejaria barroca
que reveste as paredes e a escadaria,
por ser a maior coleção mundial
num único edifício.
Com cerca de 100 mil azulejos podem-se
encontrar todos os períodos da azulejaria
barroca, desde o século XVII, com
exemplares da famosa Real Fábrica
de cerâmica do Rato e a única coleção
de Fábulas de La Fontaine de Portugal.
A portaria ostenta belíssimos azulejos
do início do século XVIII, alusivos
à tomada de Lisboa e Santarém.
GUIAS: José Meco
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Largo de São
Vicente – Lisboa
[4]
Palácio de Belém
Museu da Presidência
Sábado, 7 de fevereiro
O Palácio, localizado em Belém,
outrora palácio de reis, é hoje monumento
nacional e sede da Presidência
da República Portuguesa. Chamado
“das leoneiras” no século XVIII, parece
ter como emblema o leão – símbolo
PASSEIOS DE DOMINGO
Passeios de Domingo
solar que alia a Sabedoria ao Poder.
Trata-se de um conjunto arquitetónico
e paisagístico onde avulta um edifício
central de cinco corpos com frente
para o rio Tejo. A um primeiro palacete,
para nascente do Pátio das Damas
– o Anexo – segue-se o Picadeiro Real
(hoje Museu dos Coches). Para poente
desenvolvem-se os conjuntos do Pátio
dos Bichos, do pavilhão da Arrábida
e do Jardim da Cascata.
O Museu da Presidência da República
completa dez anos de atividade. Depois
de uma década a divulgar a história
recente de Portugal – e a instituição
presidencial em particular –, o Museu
reabriu as suas portas com um projeto
renovado.
Da remodelação arquitetónica, destaca-se
a intervenção no pátio do Museu, com a
introdução de três estruturas estilizadas,
em forma de árvore, para cobertura
parcial daquele espaço.
Os núcleos expositivos foram reformulados
mantendo-se o percurso pela História
da República portuguesa, através do qual
o visitante fica a conhecer os símbolos
nacionais, a biografia e os poderes
presidenciais ao longo da história,
as visitas e os presentes de Estado
e as ordens honoríficas.
GUIA: Museu da Presidência
| Serviços da Presidência da República
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Palácio de Belém
– Pç. Afonso de Albuquerque
5]
[MNAA
A Coleção Franco Maria Ricci
Quarta, 11 de fevereiro
A primeira apresentação internacional,
após a grande exposição de Colorno em
2004, da notável coleção constituída pelo
reconhecido designer, editor e bibliófilo
italiano, nascido em Parma em 1937.
Estão expostas cerca de uma centena
de obras de pintura e de escultura,
do século XVI ao século XX, que nos
guiam numa fascinante viagem pela
arte da representação humana. Nomes
como Filippo Mazzola, Jacopo Ligozzi,
Philippe de Champaigne, Bernini,
Canova ou Thorvaldsen, entre muitos
outros, espelham o gosto heterodoxo
do colecionador e ilustram, de forma
singular, a História da Arte ocidental.
Para além do espaço tradicional, a
exposição ocupa a Biblioteca do MNAA,
num núcleo que reúne algumas das mais
notáveis edições de Franco Maria Ricci.
GUIA: Anísio Franco
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 25 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Museu Nacional
de Arte Antiga – Rua das Janelas Verdes
[6]
Casa-Museu
Medeiros e Almeida:
Coleção de Leques
Quarta, 18 de fevereiro
A coleção de leques da Casa-Museu
Medeiros e Almeida foi constituída pelo
seu fundador durante as últimas duas
décadas e meia da sua vida. Adquirindo
estas peças em diversas leiloeiras e
antiquários nacionais e internacionais, e
também a particulares, António Medeiros
e Almeida reúne uma eclética seleção
de leques representativos de diferentes
períodos históricos, de diferentes
contextos de origem (europeu e asiático),
assim como de variadas tipologias
estéticas e formais.
Trata-se de uma coleção de 210 leques,
dos quais apenas três se encontravam,
até agora, em exposição permanente.
A abertura da nova sala traz à luz cerca
de 70 leques nunca antes apresentados
ao olhar do público, cuja seleção tem
por objetivo narrar a evolução histórica
do leque europeu do século XVIII
ao século XX.
GUIA: Museu
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Rua Rosa Araújo,
n.º 41
[7]
Diálogo das Estátuas
Sábado, 21 de fevereiro
Depois do primeiro diálogo na Avenida
da Liberdade, recordando o velho Passeio
Público, aberto graças à determinação
de Rosa Araújo, conversa dominada
por Garrett, Herculano, Castilho,
Oliveira Martins, Camilo Castelo Branco
e Pinheiro Chagas, é tempo de irmos ao
Jardim da Estrela – chamado de Guerra
Junqueiro, uma vez que o escritor morou
em Lisboa, muito perto daqui, ainda que
a sua estátua esteja na Praça de Londres.
Estamos perante o grande sucedâneo
do velho Passeio Público, criado nos anos
quarenta do século XIX entre a Basílica
da Estrela e o Cemitério dos Ingleses,
acima da cerca dos beneditinos.
O Cemitério britânico é um belíssimo
lugar romântico – onde repousa Fielding,
o grande autor de Tom Jones, que Garrett
venerou, e junto de quem quis morar na
velha Rua de Santa Isabel, num edifício
histórico destruído para grande pena de
todos os admiradores da Lisboa histórica.
Partiremos desta feita da referência
a João de Deus, segundo Unamuno
o maior poeta lírico do século de ouro
português, no Museu que se encontra
no Jardim-Escola e daí, depois de ver
a Biblioteca, iremos até à sua estátua
no Jardim e falaremos do extraordinário
diálogo com Antero de Quental, a outra
figura fundamental que aqui se encontra
(na estátua de Barata Feyo). E nada
melhor do que ler a poesia de ambos,
não esquecendo que no túmulo do autor
dos «Sonetos» nos Açores a homenagem
poética coube a João de Deus.
Trata-se de uma continuidade natural em
relação ao primeiro diálogo de estátuas.
Herculano e Garrett são os mestres cuja
memória também aqui está presente,
O S Í TIO D O C N C NA INT E RNE T CONTA COM O AP OI O
APOIOS SITE
5
Passeios de Domingo
Oliveira Martins foi o maior amigo
de Antero… E se falamos de memória
não esquecemos a velha casa de João
de Deus no Largo da Estrela, os grandes
poetas ibéricos representados na
Basílica, Santa Teresa de Jesus e S. João
da Cruz, passando ainda pela referência
essencial do imaginário infantil
de «Filha de Rei Guardando Patos»
de Costa Motta no lago do jardim…
Leremos aqui o célebre poema
de Eugénio de Castro que tão boas
memórias nos traz. De Costa Motta
ainda temos o busto do Ator Taborda
(sempre o teatro!) e a representação
do «Despertar», além do «Cavador»
de Simões de Almeida… E se lembramos
o grande pedagogo, autor da «Cartilha
Maternal» e de um atualíssimo método
de leitura, passaremos pela Escola
Froebel, pioneira na educação
pré-escolar em Portugal, bem presente
no Jardim e tantas vezes esquecida…
Que apaixonante diálogo teremos!
GUIAS: Guilherme d’Oliveira Martins
e António Ponces de Carvalho
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Museu João
de Deus – Av. Álvares Cabral n.º 69
[8]
Vila Viçosa
Sábado, 28 de fevereiro
Com a ascensão da Casa de Bragança
ao trono de Portugal em 1640, Vila Viçosa
passará de residência permanente
da primeira família da nobreza nacional,
a mais uma das residências reais
espalhadas pelo reino. O Paço Ducal
viverá de novo momentos áureos
quando dos casamentos duplos
dos filhos de D. João V e de D. Maria I
com os filhos dos soberanos espanhóis
seus contemporâneos, episódios
conhecidos por Troca de Princesas.
Por vontade d’El-Rei D. Manuel II,
expressa no seu testamento
6
de 20 de setembro de 1915, foi criada
a Fundação da Casa de Bragança
em 1933, um ano após a sua morte
ocorrida a 2 de julho de 1932. O último
Rei de Portugal quis preservar intactas
as suas coleções e todo o património
da Casa de Bragança, pelo que deixou
ainda outros elementos para precisar
o seu intuito inicial e legar todos
os bens sob a forma do Museu
da Casa de Bragança, “à minha Pátria
bem amada”.
– Estrada da Circunvalação – Prior Velho
(junto ao Aeródromo Figo Maduro)
GUIA: Casa de Bragança
HORÁRIO: 9h
DURAÇÃO: dia inteiro
LIMITE: 45 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Entrecampos
Sábado, 14 de março
(em frente ao edifício da Câmara
Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25)
Transporte, almoço
[9]
Quinta da Francelha
Sábado, 07 de março
Edificada como quinta de recreio,
muito característica dos arredores
de Lisboa, o núcleo primitivo da Casa
da Francelha foi edificado no séc. XVII,
sendo este espaço alargado nos anos
seguintes.
A estrutura neoclássica exterior
reflete a decoração do espaço interior,
que terá sido realizada no início
do século XIX. Em todos os espaços
sociais da casa a decoração é feita
com pinturas, cercaduras ornamentais,
painéis marmoreados e frescos.
Os salões do andar nobre, bem como
a sala de jantar, são decorados com
medalhões em trompe l’oeil, pintados
a fresco.
O medalhão da sala de baile é atribuído
ao pintor Pedro Alexandrino. A capela
privativa da quinta, de planta octogonal
coroada por cúpula, é decorada
no seu interior por pinturas a fresco,
podendo considerar-se uma verdadeira
joia ornamentada com estuques de cores
suaves ao gosto neoclássico.
GUIA: Anísio Franco
HORÁRIO: 11h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Quinta da Francelha
[10]
A Nova Sintra:
MU.SA
Paços do Concelho
Quinta Nova da Assunção
O MU.SA é um museu que nos propõe
uma viagem pela arte figurativa
existente na Coleção Municipal de Arte
Contemporânea, através da pintura
e da escultura produzidas por artistas
portugueses e estrangeiros residentes
em Portugal, mas não só: tem uma
programação polivalente e plural,
com obras de arte com temas
e técnicas diferenciadas de autores
de várias gerações, e trabalhos
de artistas marcantes no panorama
concelhio, nacional e internacional.
A caminho do centro da Vila o novo
edifício dos Paços do Concelho,
construído em 1909 segundo projeto
de Adães Bermudes, apresenta fachadas
austeras, com janelas neo-manuelinas
sobriamente decoradas. No interior
podemos admirar um magnífico
claustro, cujos varandins do piso
superior apresentam ornamentação
neo-manuelina e Renascentista.
Ainda no Concelho vamos conhecer
a Quinta Nova da Assunção, em pleno
centro de Belas. Edificada por volta
de 1860 por João Maria da Silva Rego,
constitui um importante exemplar
da arquitetura oitocentista onde
se patenteiam numerosas influências
exóticas. No interior do edifício destaca-se
o salão chinês e o revestimento
em trompe l’oeil das restantes divisões
e corredores. Nos magníficos e vastos
jardins, povoados por pequenos
pavilhões, tanques e lagos surge-nos
PHILIPS apoia a Galeria do CNC
PASSEIOS DE DOMINGO
Passeios de Domingo
espantoso conjunto azulejar de intensa
policromia.
GUIAS: Câmara Municipal de Sintra
| Maria Calado
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: dia inteiro
LIMITE: 45 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Entrecampos
(em frente ao edifício da Câmara
Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25)
Transporte, almoço
[11]
O Monte Olivete de Ruben A.
Domingo, 15 de março
O Monte Olivete é “a aldeia” de três
grandes figuras da literatura e das artes
do século XX: do romancista e historiador
Ruben A., do crítico José-Augusto França
e do poeta Alexandre O’Neill. Antonio
Tabucchi e Ruy Cinatti também tiveram
casa neste bairro. É em torno de Ruben A.
(pseudónimo de Ruben Andresen Leitão),
falecido há precisamente quarenta anos,
que percorreremos lugares ligados à sua
vivência neste passeio por Lisboa, partindo
do Príncipe Real.
GUIA: Paula Oleiro
HORÁRIO: 10h
DURAÇÃO: manhã
LIMITE: 30 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Jardim do Príncipe
Real (debaixo do cedro)
Portalegre de José Régio
Sábado, 21 de março
“vivi numa casa velha / velha, grande,
tosca e bela / à qual quis como se
fosse feita para eu morar nela”
Ré g io ,
GUIA: Paula Oleiro
HORÁRIO: 8h30
DURAÇÃO: dia inteiro
LIMITE: 45 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Entrecampos
(em frente ao edifício da Câmara
Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25)
Transporte, almoço
[13]
Castelos do Tratado
de Alcanizes
do Alentejo, com as Fortificações
de Elvas, Campo Maior, Olivença
e Juromenha.
Antes de atravessarmos a fronteira,
teremos oportunidade parar na vila
de Esperança para conhecer o retábulo
renascentista da capela-mor da Igreja
de Nossa Senhora da Esperança,
talhado em madeira dourada.
Por fim visitaremos o imponente castelo
de Albuquerque, conhecido como Luna
Castelo, referindo-se a Álvaro de Luna,
mestre da Ordem de Santiago, que viveu
nele por um longo período de tempo.
Esta fortaleza, construída sobre
uma crista afiada e rochosa localizada
na Serra de San Pedro, domina
a paisagem circundante à fronteira
de Portugal e protege as pessoas
que vivem do outro lado da colina.
GUIA: Anísio Franco
HORÁRIO: 8h
DURAÇÃO: Fim de semana
LIMITE: 45 pessoas
LOCAL DE ENCONTRO: Entrecampos
(em frente ao edifício da Câmara
Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25)
Transporte, alojamento e 3 refeições
Números de telefone
para contacto no dia
dos Passeios:
965 271 877 | 969 082 566
Sábado e Domingo, 28-29 de março
[12]
Jo s é
(no liceu Mouzinho da Silveira), e que
o inspirou a escrever a “Toada de
Portalegre”. Foi precisamente na sua
residência, cuja sala de trabalho e quarto
continuam tal qual os deixou, que foi
instalada a Casa-Museu que teremos
oportunidade de visitar. Conheceremos,
igualmente, os percursos que marcaram
a vivência do escritor como cafés
e espaços culturais.
Além das suas atividades literárias,
José Régio foi um grande colecionador,
principalmente de arte sacra, arte
popular e artesanato. Em 1965
vendeu as suas coleções à Câmara
Municipal de Portalegre com a condição
desta adquirir a casa, restaurá-la e
transformá-la em museu, ficando ele
com o usufruto até à sua morte. Tal não
aconteceu, pois José Régio viria a falecer
em 22 de dezembro de 1969, enquanto
que o museu só abriria a 23 de maio
de 1971.
To ada deP o rtaleg re
O poeta José Régio, embora não natural
de Portalegre, amou a cidade alentejana
onde lecionou por trinta e quatro anos
Depois de ter ficado incompleta a
nossa visita a Campo Maior, propomos
neste trimestre o regresso àquela vila
alentejana onde vamos conhecer o
Lagar-Museu, o Museu Aberto, a Igreja
Matriz e a Capela dos Ossos anexa.
Aproveitamos o fim de semana para
conhecer o património de Arronches,
designadamente a Igreja Matriz
construída no séc. XVI, e o Paço da
Ouguela, construção medieval de grande
importância no conjunto da edificações
que faziam parte da 1.º linha defensiva
Se se inscrever num Curso
em conjunto com um Passeio,
beneficie de um
desconto de 10% no total*
* Não acumulável com o desconto
sénior ou jovem já aplicado nos
cursos livres
7
Cursos Livres
[I]
AZULEJARIA
EM PORTUGAL
I.Introdução Geral. Pavimentos
Medievais. Azulejaria Mudéjar em
Portugal (Toledo, Sevilha e Valência) –
sécs. XV e XVI
II. Difusão geral da majólica. Azulejaria
de Antuérpia, Sevilha, Talavera e
Lisboa na segunda metade do séc. XVI.
Azulejaria geométrica.
III. Azulejaria em Portugal no séx. XVII:
padronagem, composição, painéis.
Azulejaria holandesa em Portugal
IV. Azulejaria barroca inicial:
Ciclo dos Mestres
V. Azulejaria barroca joanina.
Estilo regência e rococó inicial
VI. Azulejaria pombalina, neoclássica
e do séc. XIX
CURSOS LIVRES
VII. Azulejaria da primeira metade
do séc. XX: Arte Nova; Artes Deco
e Historicista. Azulejaria moderna
da 2ª metade do séc. XX
José Meco
HORÁRIO: segundas-feiras;
das 18h30 às 20h
DURAÇÃO: 7 sessões;
de 19 de janeiro a 9 de março
(no dia 16 de fevereiro não há sessão)
COORDENAÇÃO:
[II]
OS PALCOS DA MÚSICA
Este curso tem como linhas orientadoras
a abordagem de diferentes momentos
da História através das suas referências
artísticas, privilegiando-se os espaços
e a música para os quais foi criada e/
ou fruída. Pretende-se, pois, fazer uma
interpretação de estilos, correntes,
movimentos, escolas e grupos através
das suas criações auditivas e visuais
e a forma como se influenciam e
8
contaminam entre eles. A abordagem
realizar-se-á de uma forma conjuntural
e temática, situando as obras no seu
espaço/tempo criativo e referindo ou
diagnosticando as diferentes interações.
Através do caráter social, abordar-se-á
a arte e a harmonia como trabalhos
humanos com forte ligação às respetivas
técnicas, indicando o resultado de uma
ligação entre uma atividade mental e
outra operacional que se vai mantendo
e elaborando desde as primeiras
produções medievais até à introdução
e utilização sistemática das novas
tecnologias.
[III]
MINDFULNESS
O Mindfulness é uma prática que vai
buscar às técnicas de meditação budistas
o ato de estar conscientemente no
momento presente, sem avaliação, crítica
ou julgamento.
I. O que é o Mindfulness. História,
estudos e primeira abordagem à prática
II. Mindfulness da respiração.
O papel da respiração no bem-estar
I. Música medieval e polifónica
| Os espaços monacais
Ars Nova; Hildegard von Bingen
e o Mosteiro de Disibodenberg;
Léonin e Pérotin e a Escola
de Notre-Dame de Paris
III. Body Scan. A importância de observar
o corpo
II. O Renascimento
Os músicos cortesãos; Compositores
franco-flamengos | espaço sagrado
e espaço laico Itália do Renascimento;
A música nas Cortes italianas; Os Diversos
“Palcos” europeus; Os Teatros de Corte
e as Capelas Reais
VI. Integração do ambiente
que nos rodeia na prática do Mindfulness
III. O Barroco | As Artes ao serviço
da Ideia de “Espetáculo” O Palácio de
Versalhes | Jean-Baptiste Lully; A Igreja
de São Tomé | Johann Sebastian Bach
Os Teatros de Ópera: Londres, Paris,
Milão, Viena, Lisboa; As Festas
Galantes; A música nos Cafés: o Café
Zimmermann, em Leipzig
IV. O Salão musical de Maria Antonieta
A sua aprendizagem, o gosto pela música
e pelas artes e a constituição
de um círculo musical
V. A música na Corte brasileira
de D. João VI
VI. O séc. XX
A Música numa Nova Estrutura;
A Multidisciplinaridade nos Palcos
para a Música
Ana Mântua
quintas-feiras; das 18h30 às 20h
DURAÇÃO: 6 sessões; de 22 de janeiro
a 26 de fevereiro
COORDENAÇÃO:
HORÁRIO:
IV. Mindfulness da respiração e corpo.
Integração da prática
V. Observação dos pensamentos
sem julgamento
VII. Mindfulness da vida diária.
Aproveitar melhor os bons momentos
VIII. Exercício de Grounding.
Reflexões finais e avaliação da formação
Ana Sousa
das 18h30 às 20h00
DURAÇÃO: 8 sessões; de 3 de fevereiro
a 31 de março
(no dia 17 de fevereiro não há sessão)
COORDENAÇÃO:
HORÁRIO: terças-feiras;
[IV]
AS VANGUARDAS
ARTÍSTICAS DO SÉC. XX
“A revolução provocada pela arte
moderna foi, muitas vezes, comparada
àquela que teve lugar durante o
Renascimento, em Itália. Do mesmo
modo que os artistas do Renascimento
fizeram com que a pintura, a escultura
e a arquitetura enveredassem por uma
via completamente nova em relação às
conceções medievais, os do início do
Cursos Livres
século XX, romperam, por sua vez, com
as regras transmitidas pela Renascença.
Como eles, e evidentemente, com
outras bases, tatearam, exploraram,
inventaram. Como eles, subverteram
também, os hábitos mentais e as
sensibilidades.” Ferrier, Jean-Louis,
(Dir.), L’Aventure de L’Art au XXème
Siècle”, Chêne- Hachette, Paris, 1990
(trad. livre)
Este curso que se desenrolará ao longo
de seis sessões terá como principal
objetivo promover um conhecimento
aprofundado das ruturas artísticas
operadas na Europa no início do século
XX e as suas repercussões em Portugal.
Será feita uma introdução que tem como
objetivo mostrar as práticas artísticas
imediatamente anteriores ao século
XX, em seguida será focada a questão
do aparecimento da fotografia e suas
consequências assim como o papel
desempenhado pelas artes “primitivas”
na rutura provocada pelos movimentos
artísticos da primeira metade do século
XX estabelecendo-se um paralelo com
aquilo que se passava simultaneamente
em Portugal.
As sessões constarão de uma parte
mais teórica em que será feita uma
contextualização histórica, passando em
seguida à apresentação dos diferentes
movimentos ou obras e terminando
com a apresentação e análise
das imagens referentes a cada um
dos temas tratados.
Maria de Lurdes Riobom
quartas-feiras; das 18h30 às 20h00
DURAÇÃO: 6 sessões; de 4 de fevereiro
a 11 de março (sessões teóricas)
a 6ª sessão será uma visita a um Museu,
a combinar com os participantes
COORDENAÇÃO:
HORÁRIO:
[V]
MÚSICA PARA BEBÉS
A magia dos sons; as obras dos grandes
mestres da composição; pequenos
fragmentos melódicos e rítmicos;
são alguns dos menus recomendados
pelos cientistas para uma formação
global das crianças.
Programa:
• Interpretação (pelos professores)
de excertos de obras de Bach, Mozart
entre outros…
• Entoação de pequenos fragmentos
melódicos (cantados pelos pais
e professores)
• Execução de pequenos fragmentos
rítmicos (pelos pais e professores)
• Partilhar informação científica
sobre a importância da Música no
desenvolvimento dos bebés e crianças
Objetivos:
• Estruturar o cérebro das crianças
• Desenvolver a imaginação
• Estimular as emoções
• Estimular a harmonia e o bem-estar
dos bebés, crianças e pais
• Proporcionar momentos de beleza
• Desenvolver os afetos
• Desenvolver a coordenação motora
Os bebés e as crianças serão
acompanhados pelos pais, sendo
obrigatória a presença de pelo menos
um deles. Também poderão assistir
outros familiares (avós…). Não há
qualquer custo adicional com os
acompanhantes nas aulas.
COORDENAÇÃO:
Maestro José Soares | artonu s
HORÁRIO: quintas-feiras; das 18h00 às 18h45
(sessão para bebés) | das 19h00 às 19h45
(sessão para crianças dos 3 aos 5 anos)
DURAÇÃO: 12 sessões; de 5 de março
a 28 de maio
PREÇOS: Bebés (0-3): 60€/mês (módulo de
três meses = 175€) | Crianças (3-5): 70€/
mês (módulo de três meses = 200€)

VIAGENS 2015 – BOLETIM DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE
Gostaria de receber mais informações sobre a viagem:
 A MAGNA GRÉCIA
 OS PORTUGUESES AO ENCONTRO DA SUA HISTÓRIA – 2015 POR TERRAS DE SIÃO E SIRIÃO (Tailândia e Myanmar)
 “O HOMEM DE CONSTANTINOPLA”
Nome
Sócio nº
E-mail
Telefone
CNC
Rua António Maria Cardoso, n.º 68
1249­‑101 Lisboa
TEL: +351 213 466 722 | FAX: +351 213 428 250
E­‑MAIL: [email protected]
9
1.º Trimestre 2015
Regras para Marcação de Passeios
• As reservas podem ser feitas pelo telefone 213 466 722 das 11.00h
às 13.00h e das 14.30h às 17.00h, ou pessoalmente das 17.00h às
19.00h, nos dias 8 e 9 de janeiro de 2015.
• A partir de 13 de janeiro os sócios poderão inscrever-se por telefone
durante a semana anterior a cada passeio, no caso de haver vagas.
• Os passeios são atribuídos por ordem de inscrição e os pagamentos
deverão ser feitos até ao dia 16 de janeiro.
• Os sócios-participantes nos Passeios devem sempre comparecer
no local de partida com antecedência, de maneira a não pôr em
causa a hora de partida e os horários estabelecidos.
• Se em vez de vir pessoalmente levantar as senhas para os Passeios
e para os Cursos, preferir que elas sejam enviadas pelo correio,
bastará que nos envie, incluída no cheque com o pagamento, a
quantia de 0,75 € para despesas postais.
• Números de contacto no dia dos passeios:
965 271 877 ou 969 082 566
Caro(a) Sócio(a)
O Centro Nacional de Cultura vem chamar a atenção para as
regras de marcação dos passeios, designadamente no que diz
respeito aos prazos de pagamento e a confirmação da participação
nas atividades. Tendo em conta a logística de organização dos
Passeios, designadamente os de dia inteiro e de fim de semana,
em que é necessário adiantar pagamentos junto de restaurantes e
hotéis, não é possível esperar até à véspera para ter confirmação
de número de participantes.
Assim, seremos rigorosos na aplicação da regra da confirmação
do passeio apenas com o pagamento integral (no caso dos
passeios de meio dia ou de um dia) e de um sinal de 50% no
ato da inscrição e o restante com 15 dias de antecedência (no
caso dos passeios de fim de semana). Apenas nos passeios de
meio-dia poderão ser admitidos sócios sem inscrição prévia no
próprio dia do passeio, ficando sempre sujeitos à existência de
vagas, sendo neste caso o pagamento da senha feito no local do
passeio.
Os pagamentos dos passeios poderão fazer-se no CNC, por
cheque enviado por correio, por multibanco ou por transferência
bancária para o NIB 0033 0000 0002 3009 9530 5 (Millennium BCP),
sendo neste caso obrigatório enviar documento comprovativo por
correio ou email ([email protected])
Tabela de Preços – Passeios e Cursos
PASSEIOS DE DOMINGO
PASSEIO
DATA
SÓCIO
JOVEM SÓCIO
[1]
Fundação C. Gulbenkian | Exposições CAM
24 jan
15 €
15 €
[2]
Marinha Grande
31 jan
65 €
52 €
[3]
Ciclo Azulejos: Mosteiro de São Vicente de Fora
01 fev
12 €
12 €
[4]
Palácio de Belém | Museu da Presidência
07 fev
10 €
10 €
[5]
MNAA | Coleção Franco Maria Ricci
11 fev
12 €
12 €
[6]
Casa-Museu Medeiros e Almeida | Colecão de Leques
18 fev
7€
7€
[7]
Diálogo das Estátuas
21 fev
7€
7€
[8]
Vila Viçosa
28 fev
65 €
52 €
[9]
Quinta da Francelha
07 mar
7€
7€
[10]
A Nova Sintra
14 mar
35 €
28 €
[11]
O Monte Olivete de Ruben A.
15 mar
7€
7€
[12]
Portalegre de José Régio
[13]
Castelos do Tratado de Alcanizes
21 mar
70 €
56 €
28 e 29 mar
255 €*
204 €*
* suplemento single 30 €
CURSOS LIVRES
CURSO
[I]
[II]
N.º DE SESSÕES
ADULTO [ S | NS ]
‹ 25 OU › 65 ANOS [ S | NS ]
Azulejaria em Portugal
7
105 € | 126 €
84 € | 100 €
Os Palcos da Música
6
90 € | 108 €
72 € | 86 €
[III]
Mindfulness
8
175 € | 210 €
140 € | 168 €
[IV]
Vanguardas Artísticas do séc XX
6
90 € | 108 €
72 € | 86 €
[V]
Música para Bebés (dos 0 aos 3)
12
ver página 9
ver página 9
[VI]
Música para Crianças (dos 3 aos 5)
12
ver página 9
ver página 9
[ S ] Sócio [ NS ] Não Sócio
10
O Centro Nacional de Cultura
agradece a todos
os que apoiaram as suas
atividades em 2014
Mecenas
BOAS
FESTAS
E UM
ÓTIMO
Mecenas Prata
2015
ANA – Aeroportos de Portugal, SA
AND HAPPY
Mecenas Ouro
Banco Português de Investimento
Caixa Geral de Depósitos
SKODA
Caixa Geral de Depósitos
Correio da Manhã (Presslivre)
Diário de Notícias
DID – Doc. Inform. Desenvolvimento
Duvídeo – Profissionais de Imagem, SA
Grupo BABEL – Editorial Verbo, SA
Hoteis Heritage Lisboa
Imprensa Nacional – Casa da Moeda
Instituto Nacional de Estatística
Jornal de Notícias
Metropolitano de Lisboa, EP
Novo Banco
Fundação Manuel António da Mota
REN – Rede Eléctrica Nacional, SA
Tabaqueira II, SA
MERRY CHRISTMAS
2015
Associações
APAI – Ass. Port. de Arqueologia Industrial
ATL – Associação Turismo de Lisboa
AVC – Associação de Valorização do Chiado
FEPASC – Federação Port. das Ass. e Sociedades Científicas
Fundação Passos Canavarro – Arte, Ciência e Democracia
SEDES – Ass. para o Desenvolvimento Económico e Social
SLP – Sociedade da Língua Portuguesa
OPRU – Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
Apoios
ANA – Aeroportos de Portugal, SA • Agenda Cultural Lisboa • 9imagem • Ambisig • Armazéns do Chiado • Associação de
Valorização do Chiado • ATL – Associação de Turismo de Lisboa • BANIF • BPI • Câmara Municipal de Lisboa • Caixa Geral de Depósitos
• Centro de Estudos dos Povos de Expressão e Cultura Portuguesa (CEPCEP) • Cervejaria da Trindade • CETAPS – Centre for
English, Translation and Anglo-Portuguese Studies – Universidade Nova de Lisboa • Circulo Eça de Queiroz • Consulado-Geral de
Portugal em Goa • CTT – Correios de Portugal • Direção Geral do Património Cultural • Dominio.pt • EGEAC • Embaixada de Portugal
na China • Epson • Flesktelecom • Fundação Calouste Gulbenkian • Fundação EDP • Fundação Jorge Álvares • Fundação
Luso-Americana para o Desenvolvimento • Fundação Millennium BCP • Fundação Macau • Fundação Oriente • Gradiva • Grémio
Literário • Hotéis Heritage • Hotéis Tivoli • Instituto Cultural do Governo da R.A.E. de Macau • Instituto Internacional de Macau• Jornal
Expresso • Junta de Freguesia de Santa Maria Maior • Libertas • Livraria Bertrand • Lojas “A Vida Portuguesa” • Luso • Ministério
dos Negócios Estrangeiros – Fundo para as Relações Internacionais • Microsoft • Montepio Geral • Multitipo • Museu
Arqueológico do Carmo • Museu do Chiado • Novo Banco • PHILIPS • Portucel / Soporcel • Rádio Renascença • REFER / CP • Região
Autónoma dos Açores – Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura • Representação da Comissão Europeia em Portugal
• Rodoviária de Lisboa • Sagres • Santa Casa da Misericórdia de Lisboa • Secretaria de Estado da Cultura • Skoda • Teatro
Municipal São Luiz • Teatro Nacional de São Carlos • Texto Editora • Turismo de Portugal
CNC – Núcleo do Porto
Co-organizadores:
Câmara Municipal do Porto (CMP) e Fundação EDP
SERVIÇOS
Serviços
1. Café No Chiado
do almoço à ceia, no interior ou na esplanada,
um café literário
todos os dias das 10h às 2h
2. Galeria Fernando Pessoa
Descobertas
n.º 1, Ano VIII­‑ Nova série
DEPÓSITO LEGAL N.º:
para almoços de negócios, para apresentação de produtos,
para jantares de anos, ou para lançamentos de livros,
com ou sem “surpresa musical”, com ou sem catering.
N.º REGISTO ERC:
3. Ciber­‑Chiado
DESIGN:
uma ligação ao mundo num ambiente
de requinte português
de segunda a sexta das 10h00 às 18h00
125 483
PROPRIEDADE / ADMINISTRAÇÃO / REDAÇÃO:
DIRETOR:
“apartamentos de charme” no Chiado
(mínimo 1 semana máximo 2 meses)
5. Acolhimento VIP para Estrangeiros
Para Empresas e Embaixadas
Serviço de visitas em Lisboa e fora de Lisboa
com guia de turismo cultural especializado
(francês / Inglês)
6. Introdução à Língua e Cultura Portuguesa
para empresários estrangeiros
Programa de cursos de língua e cultura portuguesa
de curta e media duração para quadros de Empresas
e Embaixadas
CNC
Guilherme d’Oliveira Martins
Atelier B2
IMPRESSÃO: Multitipo - Artes Gráficas Lda,
Rua Sebastião e Silva, 19, 2715-311 Queluz
TIRAGEM DESTE N.º:
4. Residência de artistas
282 473/08
PERIODICIDADE:
2.300 exemplares
3x/ano (Janeiro, Abril e Outubro)
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
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Rua António Maria Cardoso, n.º 68 | 1249­‑101 Lisboa
TEL: +351 213 466 722 | FAX: +351 213 428 250
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HORÁRIO DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO: 2.ªs a 6.ªs feiras
das 10h00 às 19h00
CNC Porto
Palacete Viscondes de Balsemão
Pça. de Carlos Alberto, n.º 71 | 4050­‑157 Porto
TEL: +351 213 466 722 | FAX: +351 213 428 250
E­‑MAIL: [email protected]
7. Loja Atelier 55
mesmo ao lado do CNC um espaço de acolhimento
para turistas, onde pode encontrar as nossas edições
e peças únicas, artesanato e mobiliário português
8. GRAF – Consultas Grafológicas
análises para empresas, para admissão de pessoal
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9. Gabinete de Tradução
de e para várias línguas, rápido e com qualidade
10. Lisbon Walks
passeios a pé, para portugueses e estrangeiros,
guiados em várias línguas
11. Gincanas para Crianças
para escolas e aos sábados mediante inscrição
12
O papel é um produto renovável e reciclável. Todos
os papéis provenientes de florestas com gestão
sustentável são ambientalmente responsáveis.
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Envie­‑nos do seu e­‑mail uma mensagem para
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N.º sócio:
Endereço eletrónico:
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