P A R A P E N T E V E N T O S F A V O R Á V E I S V ISÃ O PE SSOA L SOBR E SE G UR AN ÇA A segurança é uma noção que cada um adapta à sua própria visão de vida, mas parece evidente que passa por cada um dos seguintes parâmetros: nível de pilotagem, homologação da asa, estado e verificação do equipamento de voo, efectuar uma cuidada análise das condições de voo, elaborar um plano de voo, o comportamento está alerta e vigilante, a moral está confiante, o voo prevê-se agradável... A ânsia de voo leva-nos por vezes a gestos irresponsáveis, são decisões poucos razoáveis, podendo muitas vezes resultar num acidente, contribuindo desta forma para denegrir a imagem do parapente. Rejeitar um voo, quer por condições de voo, quer por razões pessoais, é um gesto muito positivo. Nunca devemos começar um voo que não desejamos, não ceder à euforia ambiente. É importante que cada piloto mantenha uma postura correcta e digna, saiba reconhecer o nível em que se encontra, para actuar em conformidade. Nunca fazer uma manobra bizarra só porque viu ou se quis evidenciar. O piloto prudente não pode abdicar de nenhuma regra de segurança, aspecto fundamental para valorizar esta tão nobre modalidade. Muitas vezes são as situações difíceis que contribuem para a evolução do piloto, “ é um abre olhos”, tomando consciência como lidar com as diferentes circunstâncias de voo. Para além de muitas outras regras; voar por antecipação, ou seja antes que algo aconteça, o piloto consegue prever e corrige atempadamente o que poderá vir a surgir. Por exemplo: sente que a asa vai picar “mergulhar”, antecipa e trava ligeiramente. Voar por antecipação; requer muita sensibilidade e só a experiência é decisiva. Voar em segurança passa por um leque muito vasto de procedimentos, além daqueles já mencionados: utilize sempre uma asa segura e ajustada ao seu nível; regule a cadeira, é fundamental no comportamento da asa; saiba voar com gestos precisos e justos é a forma de avaliar os perigos e dos evitar; evite gestos nervosos ou desnecessários; melhore o seu nível de precisão; avalie o seu nível de pilotagem; escolha o voo em função das condições; analise o tempo e a sua evolução e aprenda a decidir o seu voo; quando fizer um voo avançado equipe-se; esteja em boa forma; nunca voar sozinho; conheça as regras e prioridades do voo livre... Após uma boa formação, só a experiência e o contacto com outros pilotos experientes fazem a diferença, não tenha pressa de evoluir, deixe o tempo trazer a resposta. Quando não se sentir à vontade a voar, ou o medo se apoderou de si, não hesite em aterrar. Em algumas situações todos nós temos medo, quem disser o contrário; ou mente ou é louco. Recordo-me de uma frase do piloto francês David Chaumet: “A melhor estratégia é voar com prazer é saber parar quando se tem medo”. Faça de cada voo um estímulo para o próximo... seja um corajoso prudente!... Contudo, todo o piloto deve obter bons conhecimentos teóricos de forma a aplicá-los na prática adequadamente sem cometer erros, para que possa desfrutar desta magnífica modalidade em segurança e harmonia com a natureza. Esta modalidade representa um longo percurso cheio de etapas. Queimar etapas porque se quer evoluir rapidamente é potencialmente perigoso. O cumprimento rigoroso da segurança é algo que deve imperar em todos os seus aspectos envolventes. Para dominar esta modalidade é exigido ao piloto muita hora de treino e formação adequada. Para atingir níveis médios tudo passa por um aprender contínuo e persistente, desde a técnica de descolagem, às manobras executadas em pleno voo, técnica de aterragem, entre outras matérias do âmbito da modalidade. Não há Condições…Hoje Não Vou Voar!... Nunca devemos insistir com alguém para voar... a pré disposição é fundamental para a segurança, voar sem ter vontade estamos mais sujeitos ao acidente. Admiro os pilotos disciplinados, é um trabalho psicológico que cabe a cada um desenvolver... ANALISAR AS CONDIÇÕES: e concluir que o dia não está adequado para voar (cada dia é um dia "totalmente" diferente): ventos fortes, vento lateral na descolagem, aproximação de cumulonimbos, turbulência, descolagens não preparadas... sem aterragem oficial, vento com rajadas, vento não definido, rotores, etc... PILOTO: com ressaca, doente, dor de cabeça ou qualquer mau estar, aqueles dias que estamos sem disposição, aluno sem instrutor, desconhecimento do equipamento e voar em condições consideradas fortes. Ir voar sozinho ou voar sem trocar informações com pilotos locais. ATENÇÃO aos conselhos dos mais experientes ou dos pilotos locais! EQUIPAMENTO: asa danificada, velha, sem revisão ou demasiada avançada para o nível do piloto. Ou outro equipamento em mau estado. Fórmula matemática da segurança: VOO = HARMONIA entre (Condições + Piloto + Equipamento). A prática de parapente envolve um longo percurso de aprendizagem cheio de etapas, das quais o piloto não pode negligenciar nenhuma delas. Investir em cada uma delas (teoria e prática) é crucial para a segurança. A NT ES E DUR A NT E A S FA SE S DA D ESC OL AG E M C ol oc a r a as a nu m l oc a l che i o de pedr as e a rbu s tos . ⇒ C ons eq uê nc ia s : há g r ande s proba bi l i dade s de u m cor dão de s u spe nsã o pr ende r- se , pode da ni fi c á -l o ou mes mo ra s ga r a a sa . ⇒ T rei na r i nfl a dos na de sc ol a ge m s em e st ar dev i da me nte e q u i pa do ou l ig a do à as a. C ons eq uê nc ia s : U ma t ér mi ca fort e pode ti rá -l o do c hã o. N ão é se g u ra me nte o l oca l a deq u a do pa ra o fa ze r. I ni c i ar a de s col a g em nu m e s tado de bi l i ta do psi c ol ógi c o ou fí s i co. ⇒ C ons eq uê nc ia s : di fi c u lda de ex tr em a e m re a gi r ate mpa da mente c om pre c is ã o a q u al q u e r s i tu a çã o de l ic a da. E xe c u tar a de s col a g em s e m q u al q u e r pr epa ra ti v o (C hec k -u p). ⇒ C ons eq uê nc ia s : A s ba ndas pode m es ta r troc a das , pode m ex i s ti r nós nos c ordõe s de s us pens ã o, te c ido da ni fi ca do, m osq u e tã o a ber to, g ra v a tas f ei ta s , c i ntas da s pe rna s da c ade i ra por a pe rta r, e tc . e s tes f ac tore s pode m pr ov oca r o de sc ontr ol o da a sa e r esu l ta r nu m g r av e ac i de nte . De sc ol ar com u ma a sa su pe ri or ao s e u nív e l de pi lot ag e m. ⇒ C ons eq uê nc ia s : di fi c u lda de ex tr em a e m c orri g i r i nc i dent es de v oo, o q u e l ev a o pi l oto ao pâ ni c o e t otal de sc ontr ol o. C he g ar à de s col a g em e de sc ol ar de i me di a to se m a v al i a r a s c ondi ç ões de v oo. ⇒ C ons eq uê nc ia s : Pode se r s u rpre e ndi do com c ondi ç ões adv e rs a s e obstá c u l os per i gos os q u e ponha m e m ca u sa a su a i nt eg ri da de fí s i ca . Nã o es q u eç a q u e a a ut oconf ia nç a nã o é bom pa ra nenhu ma a cti v i da de . De sc ol ar em c ondi ç ões ae rol óg i c as di fí c ei s . ⇒ C ons eq uê nc ia s : pa ra a l é m de u m v oo de s ag ra dá v el , du ra nte a i nfl a g em o pi l oto pode s e r bru ta l me nte ar ra sta do pa ra a r eta g u a rda , du r ant e o v oo há g ra ndes proba bi l i dade s de s u rg i re m v ár ios i nc ide nte s de v oo. De sc ol ar com pou c o e spa ç o dis poní v el e c om obstá c u l os e nv ol v ente s . ⇒ C ons eq uê nc ia s : à m íni ma fa l ha do contr ol o da a s a, pode re su l ta r o a c i dente . ⇒ A pós a i nfl ag e m de re v er so (cos ta s par a o v e nto), fa ze r a v ol ta de 1 8 0 º pa ra o l ado c ont rá ri o. C ons eq uê nc ia s : as ba ndas e m ve z de des cr u za re m-s e , dã o a i nda ma i s u ma v ol ta , se o v ent o es ti v er u m pou co f orte o pi l oto pode per der o domí nio e s er ar ra sta do pa ra a r et ag u a rda com c ons eq u ê nc i as des a str osa s. De sc ol ar com o v e nto de l ado e m re l a çã o à enc os ta s u pe ri or a 4 5 º. ⇒ C ons eq uê nc ia s : du r ante a des c ol ag e m a a s a te m te ndê nci a a ca i r par a o l a do q u e e stá a f av or do v ento e por ou t ro l ado du r ant e o v oo; s us te ntaç ã o. Ex i s te t endê nc i a pa ra rotor es . pe rde m-s e q u a l i dade s de De sc ol ar se m v er i fi c ar se di spõe de e s paç o su f i ci e nte par a o f az e r e não ol ha r pa ra ⇒ o es pa ço à fr ente da des c ola g e m. C ons eq uê nc ia s : no ca s o de v e nto fra co, pode nã o a c onc re ti z ar por te r pou co e spa ço di sponí v e l pa ra a c orr i da. O e s q u ec i me nto de ol ha r pa ra a fr ent e da des c ol ag e m e nq u a nto e fe ct u a a me sma , pode ca u sa r u ma c ol i sã o c om ou tra a sa q u e s e e ncontr e a v oa r. Du ra nte a f as e de c orri da na des c ola g e m, dei x a r-s e u l tr apa s sa r pe l a a s a. ⇒ C ons eq uê nc ia s : pode s u rg i r u m f ec ho fr ontal . Pode s er gr av e se e sti v e r na fa se de ti ra r os pés do c hão. ⇒ De sc ol ar se m v ent o ou com v e nto fr ac o e se nta r-s e na c ade i ra mome ntos após de ti ra r os pés do c hão. C ons eq uê nc ia s : É u m e rro tí pi c o e m pi l otos pou c o e x pe ri e ntes , s ent ar em- se na c ade i ra se m q u e es ta ati nj a a v el oc i dade ne ce s sá ri a par a g a ra nti r a su s te ntaç ã o. Qu a n do a de sc ol a ge m é am pla s em obs tá cu l os , nada de gr av e s u ce de , m as q u ando e xi s te m obstá c u l os, na ú l ti ma f as e da de sc ol a ge m pode m ca u s ar sé ri os danos ao pi l oto. De ix a r- se l e v ar pe l o “ e fe i to de g ru po” . . . e fa ze r al g o q u e ex c e da o s eu ní v el de u ma ⇒ ⇒ f orma i rr es ponsá v e l . C ons eq uê nc ia s : o ac i de nte pode s er i mi nente . A pós a des c ola g e m dei x a r l og o os ma nobra dore s pa ra s e c ompor na c ade i ra . Consequências: pode surgir um incidente voo com consequências desastrosas. DUR AN T E O VOO ⇒ V oar a s ota ve nto a ba i xa a l ti tu de . C ons eq uê nc ia s : u m fe cho é i mi ne nte ou pra ti ca me nte ine v i tá v el . ⇒ O nã o cu mpr i ment o do pla no de v oo. C ons eq uê nc ia s : pi l otag e m e ate rr ag e m di fí c i l . O e sq u e ci me nto de re a v al i a r o pl a no de v oo. ⇒ C ons eq uê nc ia s : as me sma s da a nte ri or. ⇒ T ir ar as mãos dos m anobr ador es du ra nte o voo. C ons eq uê nc ia s : ne ss e e spa ç o de te mpo pode oc orre r u m i nc i dent e de v oo e o pi l oto pode nã o te r te mpo pa ra re a gi r . ⇒ E xe c u tar ma nobra s “ abe rr ant es ” des at enç ã o e o e x ce de r dos se u s l i mi te s. C ons eq uê nc ia s : pode oc orr er a c ol i sã o c om ou tros pi l otos ou c om o re l e v o. P il ota r c om g es tos ne rv os os. ⇒ C ons eq uê nc ia s : per da de c ontrol o e pre c is ã o da a sa . ⇒ F aze r v i r ag e ns a ba ix a a l ti tu de pa ra o l a do da e nc osta . C ons eq uê nc ia s : pode or i gi na r c ol i sã o c om o re l ev o E nr ol ar u ma t ér mi ca pe rto do re l e v o. ⇒ C ons eq uê nc ia s : ri s co de c oli s ã o com o r el e v o. ⇒ ⇒ V oar em c ondi ç ões ae rol óg i c as di fí c ei s j u nto ao r el e v o. C ons eq uê nc ia s : mu i ta tu rbu l ê nci a e su j e i to a i nc i de ntes de v oo. O se g re do e stá em a fas ta r-s e do r el e v o. A ce l er ar a f u ndo j u nto ao r el e v o. C ons eq uê nc ia s : est e g es to t orna -se a i nda ma i s pe ri g oso com o v e nto de cos ta s, no e nt anto o pi l oto pode s er s u rpre e ndi do c om u m i nci de nte de voo. te r em cont a, c om o ve nto de c osta s a s v olt as sã o me nos e fi c az e s. R eg ra fu nda me nta l : t ra v ar com o v e nto de cos ta s ou e m a s ce nde ntes e ac e l er ar c om o v ent o de na ri z ou e m des c ende nte s. L ibe rta r bru s c ame nte o a ce l er ador . ⇒ C ons eq uê nc ia : P ode pr ovoc a r mov i mentos pe ndu l a re s na a sa e oc orr er u m fe cho f ront al , e spe c ia l me nte q u ando a s c ondi ç ões e stã o fort es . T rav a r a 1 0 0 % e m pl eno v oo. ⇒ C ons eq uê nc ia s : A as a e ntr a e m pe rda . E nt ra r nu ma nu v em. ⇒ C ons eq uê nc ia s : ri s co de c oli s ã o, o pi l oto pe rde a ori e nta çã o se nã o ti v er u ma bú ss ol a. O pi l oto pode a i nda s ofre r g r ande tu rbu l ê nc i a s u j ei ta a gr av e s inc i de nte s de v oo. P erde r mu i to te mpo e m a sc ende nte s f ra ca s. ⇒ C ons eq uê nc ia s : pode s e r u ma per da de te mpo se nã o sa i rmos do l oca l . ⇒ V oar soz i nho. C ons eq uê nc ia s : o pi l oto pode ne c es si t ar de a j u da nu m a s i tu aç ã o i mpre v i sta . Qu a ndo voa r s oz i nho di ga a al g u e m a s u a rota . V oar em g ru po e a fa sta r- se do mes mo. ⇒ C ons eq uê nc ia s : em voo de té rmi c a é u m e rro cr as so, v oar s ozi nho a s re fer ênc i a s té rmi c as s ão me nore s e a s proba bil i da de s de su c e ss o e m c ondi ç ões f ra ca s torna m-s e a inda ma i ore s. Qu a n do se v oa e m g ru po e si g o u m pi l oto q u e te m u m gr ande a fu nda ment o e nã o a lt er o a r ota. C ons eq uê nc ia s : o pi l oto da f re nte entr a na de sc e ndente e l ogi c a ment e s e nã o a lt er ar a r ota, e ntro s e gu r ame nte na mes ma , per dendo a l tu ra si g ni fi c a ti v a. ⇒ ⇒ E m voo de té rmi c a com v e nto re l a ti v ame nte for te e nrol o té rm ic a l i ge i ra me nte à f re nte da des col a g em. C ons eq uê nc ia s : A o ex e cu t ar u ma v ol ta de 3 60 º sou pr oje c ta do par a s ota v ento da monta nha, o q u e pode se r g ra v e s e me e nc ontra r r el a ti v am ente ba i xo. Ne s tas s itu a ç ões , fa ze r oi t os e não v ol ta s de 3 6 0 º. DUR AN T E A S F ASE S DA A TE R R AG E M ⇒ ⇒ ⇒ E sq u e ci me nto de ana l i sa r a c onfi g u ra çã o do te rr eno e o fe nóme no ae rol óg i co. C ons eq uê nc ia s : Pode m se r di v e rs as ; o pi l oto na z ona da a prox i ma ç ão pode se r c onf ronta do c om obstá c u l os mu i to a l tos, o q u e dif i cu l ta a ent ra da fi na l na pi s ta. A z ona de a prox i maç ã o pode t er mu i ta t u rbu l ênc i a e pode por e m ri s c o a c ol i sã o c om ou tra s a e rona v es ou fa l har o ca mpo de at er ra ge m. C he g ar à z ona de a prox i ma ç ão a o me smo te mpo q u e ou tra s ae rona v es . C ons eq uê nc ia s : Au me nta a di fi c u l da de de ma nobra , q u e pode l e v a r o pi l oto a c ol i di r c om ou tr a a er onav e , ou pode a i nda não a ce rta r c om o ca mpo de at er ra ge m. Nota : É i mpor tant e q u e o pi l oto c heg u e i sol a do à z ona de a te rr ag e m. E sq u e ci me nto de dar pri ori da de à a e rona v e ma i s ba i x a. C ons eq uê nc ia s : Col i s ão, ou a mbos pode m nã o a ce rta r c om o c am po de a te rra g em . E sc ol ha da té cni c a de a prox i ma çã o de sa j u st ada a o ti po de te rr eno e c om obst ác u l os ⇒ ⇒ ⇒ e nv ol v e nte s. C ons eq uê nc ia s : o pi l oto pode f i ca r a trá s ou u l tra pas sa r a z ona de a te rra g em. E xe c u tar ma nobra s a ber ra nte s a bai x a al t it u de (e x : 3 6 0 º e v olt as mu i to fe c hada s) . C ons eq uê nc ia s : O pi l oto pode sofr er u m i nci de nte de v oo e nã o te r te mpo pa ra c or ri g i r e ss a s i tu a çã o. Por ou t ro l a do, di f i cu l ta o c ontrol o da as a , pe l a ene rg i a i mposta à as a re su l ta nte des sa s manobr as . F aze r a a prox i ma çã o c om o v ento de l a do. C ons eq uê nc ia s : a pr ec i s ão da a ter ra ge m pode se r c omprom eti da . No c a so de e xi s ti re m obs tá cu l os , e sq u e c i ment o de de fi ni r u ma l i nha i ma g iná ri a e ⇒ não u l t ra pas sá -l a . C ons eq uê nc ia s : poss i bi l ida de de c ol i sã o. ⇒ C ru za r c a bos e l éc tr i cos a ba i x a a l ti tu de . C ons eq uê nc ia s : Pode re su l ta r nu ma tr ag é di a, em c as o de dú v i da a te rr e se mpre a nt es dos me s mos. F aze r oi t os mu i to a pe rta dos. ⇒ C ons eq uê nc ia s : Di f ic u l ta a entr ada fi nal dev i do ao a u ment o de v e l oci da de da s v ol tas a per tada s . ⇒ ⇒ ⇒ E xe c u tar v i ra ge ns a ba i x a a l ti tu de . C ons eq uê nc ia s : o pi l oto pode e mba te r v i ol ent ame nte no sol o. F aze r a e ntra da fi nal nu ma a l tu ra de sa j u sta da . C ons eq uê nc ia s : o pi l oto pode nã o a ce rt ar com o c a mpo de a te rr ag e m. Nota : Qu a n do há v e nto a entr ada fi nal é fe i ta ma i s a lt a, em v i rtu de do pl a nei o fi nal se r ma is c u rto. Qu a ndo não há v e nto, a e ntr ada fi na l é f ei ta ma i s ba i x a, o pl a nei o f i nal é m ai or. O su c es so da a te rra g em de pe nde e s se nci a l me nte da e ntra da fi nal . A pós a apr ox im aç ã o o pil ot o fez a ú l ti ma v ir ag e m e não f ic ou de fre nte a o ve nto. C ons eq uê nc ia s : Er ro de pre ci s ã o. Du ra nte o pl ane i o fi na l o pi lot o tra v ou dema s i ado a l to. ⇒ C ons eq uê nc ia s : Pode ca u s ar pe rda na a s a ou pr ovoc a r mov i mentos pe ndu l a re s des c ontrol a dos. Du ra nte o pl ane i o fi na l , o pil ot o tra v ou dema s ia do ta rde . ⇒ C ons eq uê nc ia s : A ter ra ge m v i ol e nta. ⇒ ⇒ ⇒ Du ra nte o pl ane i o fi na l , o pil ot o sofr e u ma a sc e ndente . C ons eq uê nc ia s : Nã o ac e rta com o c a mpo de ate rr ag e m. Nota : fa ce a es ta si tu a çã o o pi l oto dev e c al c u l a r a ate rr ag e m pa ra o pri me ir o te rç o da pi s ta . Du ra nte o pl ane i o fi na l , o pil ot o não s ai u da c ade i ra . C ons eq uê nc ia s : A ca de ir a pode ba te r no sol o e da ni fi ca r- se , a a s a pode a v anç a r e o pi l oto des e q u i li br a- se . No c ontac to c om o sol o o pi l oto nã o c orre . C ons eq uê nc ia s : A as a a v a nça e o bordo de ata q u e em bate no s olo. A pós a at er ra ge m o pi l oto fi c a na pi s ta a dobra r a a sa c om ou tros pi l otos por ⇒ ⇒ a ter ra r. C ons eq uê nc ia s : Li mi ta çã o do e spa ç o de a te rra g e m, dif i cu l ta ndo a manobr a a os ou tros pi l otos. F orç a r a at er ra ge m e m Top- Landi ng q u a ndo as c ondi çõe s e s tão f orte s. C ons eq uê nc ia s : Uti l i z aç ã o e x ce s si v a da v e l oci da de mí ni ma , pode por a a s a em per da. ⇒ ⇒ V oar em c ondi ç ões de hu mi da de , ate rr ar e dobr ar a a s a. C ons eq uê nc ia s : S e dobr ar a a s a hú mi da , a m es ma i r á a c el e ra r o pr oce ss o de det er i ora çã o do te ci do. Qu a ndo i ss o a conte c er ant es de a dobra r s e q u e-a . E m dia s de c a l or, dei x a r fi c a r a as a “a ss a r” no ca rr o. C ons eq uê nc ia s : Ir á r edu z i r a re si s tê nci a da mes ma e c ontri bu i r par a o s eu e nv e l he ci me nto pre ma tu ro.