X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 EXPERIMENTO MATEMÁTICO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Rochelande Felipe Rodrigues Universidade Federal do Tocantins [email protected] Josinalva Estacio Menezes Universidade Federal Rural de Pernambuco [email protected] José Vieira da Silva Faculdade de Formação de Professores de Goiana – PE [email protected] Resumo: Esta pesquisa analisa a utilização de um experimento matemático chamado Soma Cubo, onde é utilizado e aplicado com a finalidade de desenvolver habilidades no que diz respeito à percepção espacial, raciocínio lógico, planejamento de estratégia, seqüenciamento de montagem, composição e decomposição de sólidos. A pesquisa foi desenvolvida com finalidades educacionais, a fim de mostrar que jogos e experimentos matemáticos podem ser aplicados de forma correta e objetiva auxiliando no processo de ensino-aprendizagem da matemática na Educação de Jovens e Adultos. Palavras-chave: Educação Matemática; Experimento matemático; EJA. INTRODUÇÃO Os experimentos matemáticos têm um papel importante na produção do conhecimento matemático, pois os mesmos têm auxiliado o desenvolvimento de teorias em diversas áreas trazendo contribuições para a humanidade. Poderíamos citar fatos relacionados aos experimentos matemáticos, que foram utilizados de ponto de partida para resoluções de problemas, ou no desenvolvimento destas soluções. Porém, não iremos abordar fatos desta natureza, mas um experimento voltado para área educacional, chamado de Soma Cubo. O Ensino da Matemática vêm tentando encontrar formas para representar a matemática de uma maneira mais clara e agradável, mantendo as características e propriedades matemáticas encontradas. Segundo Pais (2002), o desafio didático consiste fazer a contextualização, sem reduzir o significado das idéias matemáticas que deram Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 1 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 origem ao saber ensinado. Estas formas podem ser consideradas experimentos matemáticos. O Soma Cubo é um experimento matemático desenvolvido em 1936, pelo poeta, filosofo, inventor e matemático dinamarquês Piet Hein. Trata-se de um quebra cabeça formado por sete peças, onde todas unidas formam um cubo maior. As peças podem ser reunidas de formas variadas, originando outras figuras geométricas tridimensionais. Sendo um experimento matemático pode apresentar outras variações, como as cores e formas diferentes, constituindo-se em uma ferramenta que auxilia o processo de ensinoaprendizagem da matemática, principalmente na geometria, não se limitando à mesma. Com o Soma Cubo, podemos trabalhar conteúdos referentes à: área, volume, formas e análise combinatória, explorando seus conceitos e propriedades. Os PCN destacam a importância da utilização dos conceitos geométricos no currículo da matemática, que por meios deles possa ser desenvolvido um tipo especial de pensamento permitindo ao aluno compreender, descrever e representar de forma organizada o mundo que vive (PCN, 1998). Este tipo de pensamento sugerido pelos PCN, pode ser desenvolvido com a aplicação de atividades como o Soma Cubo na sala de aula, direcionando o experimento com base nos estágios cognitivos de cada turma de alunos. Esta pesquisa foi elaborada, com a finalidade de analisar as atividades e depoimentos realizados pelos participantes. Nela, procuramos identificar a percepção espacial, raciocínio lógico, planejamento de estratégia, seqüenciamento, composição e decomposição de sólidos eventualmente mobilizados pelos alunos. 1. METODOLOGIA A metodologia aplicada foi de uma abordagem qualitativa, com tratamentos de dados quantitativos, que possibilitou uma melhor compreensão dos fatores pesquisados. Os dados foram adquiridos por atividades aplicadas e entrevistas semi-estruturadas aos participantes da pesquisa. 1. 1. AS PEÇAS DO SOMA CUBO As peças do Soma Cubo são formadas por policubos, onde as sete peças estão representadas abaixo: Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 2 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 Fig. 1: As peças do Soma Cubo O Soma Cubo tem um enigma principal que é montar as sete partes para formar um cubo. Este é um dos mais fáceis de resolver, porque há 240 maneiras diferentes de formar o cubo, não incluindo as rotações e reflexões, isto é, girando o cubo ou olhando sua imagem no espelho. Se acrescentarmos as rotações e reflexões, chegaremos a um número elevado de 11.520 maneiras de formar o cubo. Há considerações na construção do cubo utilizando as sete peças do Soma Cubo; para isto, iremos considerar a numeração das peças citadas anteriormente. De início, um cubo tem oito vértices, e que o cubo a ser formado tem 3ux3ux3u (unidades de largura, comprimento e altura) de cubos, obtendo um total de 27 cubos. Iremos utilizar as peças 2 e 3, porque estas partes podem preencher dois vértices do cubo, então a partir daí temos as seguintes conclusões: 1- Se a parte 3 dá forma a nenhum vértice do cubo, então a parte 2 irá preencher dois vértices. Isto não é possível, pois sobram cinco partes para preencher seis vértices; 2- Se à parte 3 dá forma a dois cantos, então à parte 2 deve dar forma a um vértice. Portanto, à parte 3 dá forma a dois vértices, e a parte 2 deve dar forma à pelo menos um vértice, não podendo encontrar-se no meio. Uma das formas de memorizar as soluções é através de um método utilizado por Martin Gardner, onde consiste em marcar em três níveis: inferior, médio e superior, considerando a numeração das peças. Podemos observar abaixo, um exemplo de como Martin Gardner fazia suas anotações: 4 5 2 4 1 2 1 1 2 7 5 5 Superior Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 3 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 4 6 5 4 3 2 Médio Fig. 2: Uma formação do cubo com as suas numerações. 7 7 6 7 6 6 3 3 3 Inferior 1.2. ATIVIDADES PROPOSTAS As atividades aplicadas foram baseadas no método de Martin Gardner, e em problemas que necessitassem da percepção espacial, raciocínio lógico, planejamento de estratégia, seqüenciamento, composição e decomposição de sólidos, para sua resolução. Primeira Atividade: Tente montar um cubo, utilizando todas as peças do Soma Cubo, anotando sua solução no método: nível inferior, médio e superior. Superior Médio Inferior Segunda Atividade: 1) As estruturas a abaixo são cubos empilhados. Observe atentamente e indique a quantidade de cubos em cada estrutura. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 4 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 2) Observe a figura abaixo e responda. Quais são as quatro peças numeradas necessárias para formar a figura A? 3) Para transformar a estrutura A em um cubo 4u x 4u x 4u, você deve acrescentar um certo número de cubos pequenos. Em que pilha há um número exato de cubos pequenos necessários? Mais de uma pilha atendem ao propósito? 1.3. SUJEITOS DA PESQUISA E RECURSOS DIDÁTICOS Foram 6 participantes envolvidos na pesquisa, que iremos caracterizar por P1, P2, P3, P4, P5, P6. Iremos citar abaixo as características de cada participante: P1 : Homem de 37 anos, tem a profissão de Radialista e parou de estudar na conclusão do o 2ª ano do ensino médio; P2 : Homem de 51 anos, profissão de Pedreiro e parou de estudar na 6ª série ou no 7ª ano do ensino fundamenta; P3 : Mulher de 31 anos, profissão de Costureira e estuda atualmente no 1ª ano do ensino médio da EJA; P4 : Homem de 21 anos, profissão de Operador de Maquinas e estuda atualmente no 1ª ano do ensino médio da EJA; Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 5 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 P5: Mulher de 25 anos, profissão de estudante e atualmente é universitária do curso de Contabilidade; P6: Mulher de 40 anos, profissão de Técnica de Enfermagem, com o grau de instrução até o ensino médio. 2. ANÁLISE DOS DADOS Todos os participantes envolvidos montaram o cubo, e os quadros seguintes, expressam algumas observações anotadas pelo professor e respostas citadas pelos participantes, no decorrer das duas atividades. No quadro I, referente à primeira atividade proposta, marcamos o seu tempo de montagem do cubo, se o participante obteve orientações na sua montagem e suas opiniões sobre o grau de dificuldade na montagem do cubo e nas anotações de suas soluções. QUADRO I PRIMEIRA ATIVIDADE Participantes Tempo de montagem Orientações na montagem Grau de Dificuldade na Montagem Grau de Dificuldade na Anotação P1 20 m Sim Médio Difícil P2 12 m Não Difícil Fácil P3 25 m Sim Médio Médio P4 7m Não Fácil Fácil P5 28 m Sim Difícil Médio P6 15 m Sim Médio Médio No quadro II, é referente à segunda atividade proposta, expressamos os percentuais de acerto de cada questão. A primeira questão é formada por quatro itens, e cada item correto correspondeu a 25% de acerto. Na segunda existem oito peças, da qual quatro montam corretamente uma peça maior, consideramos cada peça marcada corretamente um acerto. E por último, a terceira questão que têm duas perguntas, onde consideramos o acerto total a resposta correta das duas. O Quadro II, também expressa a opinião dos Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 6 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 participantes em relação à primeira atividade, isto é, se a primeira atividade facilitava a resolução da segunda. QUADRO II SEGUNDA ATIVIDADE Participantes 1ª Questão Percentual de acerto 2ª Questão Percentual de acerto 3ª Questão Percentual de acerto Facilidade em Responder após a primeira atividade P1 25% 75% 50% Sim P2 50% 75% 0% Sim P3 100% 100% 100% Sim P4 100% 100% 100% Sim P5 50% 50% 50% Sim P6 25% 75% 100% Sim As considerações a seguir, estão relacionadas aos quadros anteriores, com comentários e observações não citadas anteriormente: P1: Na primeira atividade, o participante montou o cubo em 20 minutos, porém com 10 minutos de tentativa o participante teve orientações na sua montagem. Posteriormente, anotou sua solução pelo método de Martin Gardner, apresentando dificuldade nas anotações, decompondo o cubo para fazer as anotações dos números. Na segunda atividade, também obteve dificuldades, principalmente na segunda questão, porém citou que a atividade anterior facilitou a sua resolução. P2: Na primeira atividade, o aluno não montou na primeira tentativa, porém insistiu em tentar novamente e conseguiu montar em 12 minutos. Recusou-se a receber orientações, mas desenvolveu uma estratégia em relação à sua montagem. Após, registrou a sua solução pelo método de Martin Gardner, obtendo dificuldade na sua anotação, tendo que decompor as peças para registrar a sua solução. Na segunda atividade, o participante teve dificuldade nas duas ultimas questões, se interessando nas resoluções e citando que a atividade anterior teria facilitado a sua resolução. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 7 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 P3: Na primeira atividade, a participante montou o cubo em 25 minutos, após 10 minutos de tentativa foi oferecido orientações, recusada pela mesma; porém depois de 20 minutos foi orientada. A participante desenvolveu uma estratégia própria em relação a sua montagem, facilitando a construção do cubo. Na anotação, a participante anotou sem decompor as peças, porém citou dificuldades em visualizar os números escondidos e em imaginar as posições das peças. Na segunda atividade, a mesma não teve muita dificuldade, só reclamou da não visualização de algumas peças, citando que a primeira atividade facilitou muito a resolução da segunda. P4: Na primeira atividade, o participante montou em 7 minutos, não teve qualquer tipo de orientação, e também descreveu a sua estratégia de montagem. Na anotação da solução, o participante não teve dificuldades, nem decompôs as peças para anotar sua solução. Na segunda atividade, ele não expressou dificuldade em resolver, não citando qualquer queixa na sua resolução, e confirmando que, após a primeira atividade, a visualização das peças escondidas ficou mais fácil de identificar. P5: Na primeira atividade, a participante montou o cubo em 28 minutos, apresentou dificuldades na montagem, mas após 10 minutos teve orientações. Na anotação da sua solução, obteve um pouco de dificuldade na anotação do nível médio, onde a mesma citou que foi pelo fato da numeração está escondida, caracterizando a anotação em uma dificuldade de nível médio. Na segunda atividade, não obteve um bom desempenho, porém, apesar das queixas, citou que a primeira atividade facilitou a resolução da segunda, onde utilizou estratégias usadas anteriormente. P6: No inicio da primeira atividade, a participante apresentou uma falta de noção espacial, composição e decomposição na montagem do cubo, mas em 10 minutos após foi orientada, conseguindo montar em 15 minutos, apresentando uma dificuldade nos encaixes das peças. No caso da anotação da sua solução, não apresentou dificuldades. Na segunda atividade, obteve um resultado satisfatório, mas não apresentou qualquer tipo de estratégia de resolução em nenhuma das atividades, porém apresentou uma empolgação nas resoluções das atividades. Nota-se que as orientações citadas anteriormente, são referentes às considerações na montagem do cubo, onde estão localizadas no texto. Não foi montado o cubo com os participantes, mas citadas as considerações de sua montagem. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 8 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 No decorrer das entrevistas, foram observadas estratégias realizadas por alguns participantes, referente a montagem do cubo, onde os mesmos citaram suas dificuldades, que traçaram estratégias para superá-las. Podemos observar isto nos seguintes fragmentos das entrevistas, abaixo: E: Na montagem, o que você achou mais difícil? Qual dificuldade que você teve para montar o cubo? P3: A dificuldade que tem é você [...] é! é! [ ...] é no meio dela assim... E: A parte central dele? P3: É! P3: Você achando o [...] o centro, que é à parte de baixo, os encaixes... E: Achando a base o resto da montagem sai mais fácil? P3: É! -------------------------------------------------------------E: Quando você estava montando ele, o que você achou mais difícil, [...] quando você estava montando? O que você achou mais difícil? P4: mais difícil né... E: você achou fácil a montagem, [...] alguma dificuldade você teve na montagem? P4: Achei mais difícil, [...] foi montar a parte superior. E: A parte superior? P4: Tudo que vem de baixo é fácil, o médio também fica fácil, mas a parte superior, tem peça que você pensa que é, mas não é! Tá entendendo? E: Essa foi a sua maior dificuldade? P4: Só a superior. Com esses fragmentos, podemos verificar que os participantes P3 e P4 descreveram suas dificuldades e formularam suas próprias estratégias de montagem do cubo. Observamos também que os mesmos tiveram dificuldades diferentes. No caso do P3, a parte inferior e o meio se tornaram difíceis, principalmente a parte inferior, que podemos considerar como a base do cubo. No caso do P4, a dificuldade na montagem caracterizou na parte superior do cubo, isto é, as últimas peças a serem colocadas. Ambos tiveram dificuldades diferentes na montagem, gerando estratégias de resolução diferentes. Apresentamos em seguida alguns fragmentos de entrevistas, que representa uma falta de elaboração de estratégia ou uma falta de explicação, referente à sua solução na primeira atividade: E: O que você achou mais difícil em montar o cubo? P2: No inicio? E: Você conseguiu montar? P2: Conseguir! E: O que você achou mais difícil na montagem? P2: Foi a montagem! Um pouquinho foi à montagem. E: O que você acha que dificultou a montagem? P2: Na minha opinião? E: Sim! P2: Colocar os números na regra certa. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 9 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 --------------------------------------------------------------------E: Que dificuldades você sentiu na montagem do cubo? Quais foram às dificuldades? P5: [...] Tá! Encaixar né... E: O que você achou mais difícil para encaixar as peças? P5: Não tava desenhadozinho para saber! P5; Risos... E: Se tivesse uma montagem pronta, seria mais fácil? P5: Era mais fácil! E: Quando você estava montando, e estava perto de montar e não conseguia, ai tentava novamente [...] O que você acha que estava lhe impedindo de montar o cubo? P5: A [...] a peça né [...] que estava encaixando errado, só isso, na certa não era ela. Lembramos que uma falta de explicação não caracteriza uma falta de compreensão da atividade, pelo fato da possibilidade do participante ter em sua mente uma estratégia de resolução, porém não sabe explicar com palavras. Para este tipo de análise, seria necessário um estudo mais aprofundado e demorado que foge aos objetivos deste trabalho cientifico. 3. CONCLUSÃO As atividades aplicadas juntamente com as análises realizadas, buscam fazer algumas identificações de pontos referentes a certas habilidades sugeridas nos PCN. Estas habilidades são consideradas essenciais, para que qualquer pessoa possa utilizar, identificar ou resolver problemas matemáticos, no tocante à geometria. Os resultados encontrados apontam que experimentos ou jogos matemáticos podem auxiliar no processo de ensinoaprendizagem da matemática. Os participantes apresentaram-se muito empolgados na resolução das atividades, até aqueles que não apresentaram algum tipo de estratégia. O envolvimento foi grande, trazendo opiniões, sugestões e interesse em montar outras formas com as peças do Soma Cubo. As discussões durante as atividades trouxeram elementos e características do cubo, tais como: forma, tamanho, volume, área, vértices, arestas e outros, não se limitando a forma cubo. Uma atividade matemática aplicada com responsabilidade e com rigor matemático, conservando as propriedades e definições trazem benefícios ao processo de ensino-aprendizagem da matemática. 4. REFERÊNCIAS: Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática Comunicação Científica 10 X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador – BA, 7 a 9 de Julho de 2010 BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC / SEF, 1998. 148p. CHRISTIAN, Eggermont. The Soma Cube. Disponível em http://web.inter.nl.net/users/C. Eggermont/Puzzels/Soma/. Acessdo em 15/04/2007. 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