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Faculdade de Medicina
Universidade de São Paulo
Programa de Pós- Graduação
em Ciências Médicas
2015
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1. Histórico:
O Programa de Pós-graduação em Ciências Médicas da FMUSP foi criado em 2008,
a partir da fusão do Programa de Emergências Clínicas com os de Reumatologia e
Hematologia. Nascido no seio do Departamento de Clínica Médica, o Programa também
agregou as Disciplinas de Clínica Médica e Propedêutica, Geriatria, Ensino Médico, Medicina
Molecular e Farmacogenética, que não possuíam programa próprio e alguns docentes da
Imunologia e Endocrinologia.
Tal mudança foi baseada na filosofia da CAPES em aglutinar programas menores
em cursos de pós-graduação interdisciplinares para que abrigassem uma maior massa
crítica nas diferentes linhas de pesquisa.
Assim, o Departamento de Clínica Médica da FMUSP, tomando por base o programa
de Emergências Clínicas, promoveu uma extensa reestruturação, criando um programa
centrado na relação orientador-orientando, onde a construção do conhecimento científico
fosse baseada nas interfaces entre as diversas áreas do conhecimento que compõem este
programa e com outras que possam agregar soluções às questões a serem investigadas.
O Programa de Pós-Graduação em Ciências recebeu a nota máxima 7 na avaliação trienal
da CAPES de 2011, nota que vem mantendo desde então. A partir de 2013 faz parte do
Programa de Excelência (ProEx) da CAPES.
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2. Objetivos
2.1. Objetivo Geral:
O Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas tem por objetivo principal a geração do
conhecimento e destina-se à formação de docentes e pesquisadores com amplo domínio de
seu campo do saber.
2. 2. Objetivos Específicos:
2.2.1. Gerar conhecimento através de pesquisa de qualidade e integrada com outras áreas
do conhecimento, estimulando-se um trabalho em rede
2.2.2. Formação de docentes e pesquisadores de grande capacidade
2.2.3. Permitir um maior compartilhamento dos saberes transcendendo as especialidades
médicas
2. 2.4. Ampliar a infraestrutura utilizada para pesquisa atualmente existente dentro do
Complexo Faculdade de Medicina- Hospital das Clínicas.
2.2.5. Estimular a internacionalização de alunos e docentes.
2.2.6. Aumentar a interação com outras Universidades do País
2.2.7. Incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias
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3. A estrutura do Programa:
O Programa da Pós-Graduação em Ciências Médicas foi estruturado em torno de
cinco Áreas de Concentração, que agregam as 13 linhas de pesquisa desenvolvidas no
Programa.
3.1. Áreas de Concentração e Linhas de Pesquisa
3.1.1. Processos Imunes e Infecciosos
3.1.1.1. Auto-imunidade:
3.1.1.2. Infecção
3.1.1.3. Transplante e terapia celular
3.1.2. Processos Inflamatórios e Alérgicos
3.1.2.1. Inflamação
3.1.2.2. Alergia
3.1.3. Distúrbios Genéticos, do Desenvolvimento e do Metabolismo
3.1.3.1. Distúrbios Hormonais
3.1.3.2. Distúrbios Metabólicos
3.1.3.3. Desenvolvimento,
3.1.4. Distúrbios Crescimento Celular, Hemodinâmicos, Hemostasia
3.1.4.1. Hemostasia, coagulação e transfusão
3.1.4.2. Alterações Hemodinâmicas e Eletrofisiológicas
3.1.4.3. Neoplasias e Doenças Oncohematológicas
3.1.5. Educação e Saúde
3.1.5.1. Educação em Saúde
3.1.5.2. Promoção da Saúde
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4. Docentes e Linhas de Pesquisa
O Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas conta atualmente com 59
orientadores, todos com, no mínimo, Doutorado.
A seguir, segue a lista dos docentes, seus contatos e respectivas linhas de pesquisa:
NOME
LINHA DE PESQUISA
Adriana Castello Costa Girardi
Transporte epitelial renal
[email protected]
Efeitos renoprotetores e cardioprotetores dos inibidores da
DPPIV e de agentes Incretinomiméticos
Função tubular renal e doenças cardiovasculares
Alessandra Carvalho Goulart
Investigação Sobre Hábitos de Vida: Correlação com
[email protected]
Índices Antropométricos;
Pesquisa de Morbidade e Abragência Populacional
Envolvendo Fatores De Risco Cardiovasculares
Epidemiologia
Genética
de
Doenças
Crônicas
em
Populações não Relacionadas.
Alexandre da Costa Pereira
Fatores de Risco Cardiovascular
[email protected]
Genética de Doenças Cardiovasculares
Biomarcadores
Ana Claudia Latrônico Xavier
Receptores hormonais
[email protected]
Tumorigênese adrenocortical
Estudo clínico e molecular dos distúrbios puberais
humanos
Ana Lúcia de Sá Pinto
Exercício Físico em Crianças com Doenças Crônicas
[email protected]
Exercícios Físicos em Doenças Reumáticas
NOME
LINHA DE PESQUISA
André Russowsky Brunoni
Uso das
[email protected]
(estimulação magnética
elétrica
técnicas
de
transcraniana
neuromodulação não-invasiva
transcraniana
por
corrente
e estimulação
contínua)
como
instrumento diagnóstico e terapêutico na neuropsiquiatria
Interface entre distúrbios psiquiátricos e clínicos
Metodologia
de
pesquisa
randomizados, meta-análises
clínica
(ensaios
clínicos
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Antonio Carlos Seguro
Insuficiências Renasl Aguda
[email protected]
Nefrotoxicidade
Rins e Doenças Infecciosas
Stresse Oxidativo
Insuficiência Renal Crônica
Augusto Scalabrini Neto
Cardiotoxicidade de Drogas
[email protected]
Educação Médica
Ayumi Aurea Mayakawa
Mecanotransdução no sistema vascular
[email protected]
Identificação e caracterização de genes e proteínas
modificados no processo de arterialização de enxertos
venosos
Berenice Bilharinho de Mendonça
Esteroidogenese adrenal e gonadal
[email protected]
Distúrbios do Desenvolvimento Sexual (DDS)
Endocrinologia do desenvolvimento
Tumorigenese adrenal e gonadal
Puberdade
Transcrição gênica
Crescimento
Bruno Caramelli
Envolvimento cardíaco em outras doenças
[email protected]
Insuficiência coronária
Avaliação Perioperatória
Bruno Gualano
Efeitos terapêuticos do exercício físico
[email protected]
Suplementação nutricional e atividade motora
NOME
LINHA DE PESQUISA
Carla Máximo Prado
Fisiopatologia da Inflamação Pulmonar
[email protected]
Cesar de Almeida Neto
Doenças Transmissíveis pelo Sangue
[email protected]
Medicina Transfusional.
Aféreses terapêuticas e transfusionais
Doação de sangue e eventos adversos de doadores
Claudia Goldenstein Schainberg
Doenças reumáticas da infância
[email protected]
Espondiloartrites
Artrite Psoriásica
Imunologia celular nas doenças reumáticas e autoimunes
Clóvis Artur Almeida da Silva
Qualidade de vida nas Doenças crônicas: Função gonadal
[email protected]
e citologia cervico-vaginal, saúde oro-facial, dislipidemia,
osteoporose, dor músculo-esquelética crônica idiopática.
Agentes biológicos na terapia de doenças crônicas
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Cristiano Augusto de Freitas Zerbini
Doenças Osteometabólicas
[email protected]
Artrite Reumatóide
Denise de Castro Fernandes
Efeito fisiológico e mecanismos regulatórios pela dissulfeto
[email protected]
isomerase da produção de espécies reativas pela NADPH
oxidase em sistemas vasculares
Durvanei Augusto Maria
Desenvolvimento
de
fármacos
e
suas
aplicações
[email protected]
terapêuticas, ensaios pré-clínicos em modelos de tumores,
reparo e regeneração celular e terapia com células tronco
Eduardo Ferreira Borba Neto
Lúpus Eritematoso Sistêmico
[email protected]
Dislipidemias em doenças autoimunes
Síndrome do anticorpo antifosfolípede
NOME
LINHA DE PESQUISA
Élbio Antonio D’Amico
Distúrbios da Hemostasia
[email protected]
Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá
Autoimunidade
[email protected]
Imunologia das Doenças reumatológicas
Lúpus eritematoso sistêmico
Fabiana Braga Benatti
Efeitos
terapêuticos
[email protected]
suplementação
do
nutricional
exercício
em
físico
doenças
e
crônicas
da
e
reumatológicas
Fabiano Pinheiro da Silva
Genômica funcional
[email protected]
Sepse
Superfamília das imunoglobulinas
Peptídeos antimicrobianos
Sinalização celular
Francisco Garcia Soriano
Sepse - Disfunção de órgãos e papel da resposta
[email protected]
inflamatória
Tolerância ao LPS: regulação imunológica e alterações
gênicas e epigenéticas
Frederico Luiz Dulley
Transplante de Medula Óssea
[email protected]
Oncohematologia
Guilherme Giannini Artioli
Papéis fisiológicos da carnosina no músculo esquelético
[email protected]
Polimorfismos genéticos associados à aptidão física,
saúde e desempenho físico
Nutrição , exercício e saúde
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NOME
LINHA DE PESQUISA
Hamilton Augusto Roschel da Silva
Efeitos
[email protected]
reumatológicas
terapêuticos
do
exercício
nas
doenças
Efeitos terapêuticos do exercício nas doenças crônicodegenerativas
Treinamento de força aplicado à saúde e ao rendimento
esportivo
Adaptações neuromusculares ao treinamento de força
Treinamento Físico/Desempenho Esportivo
Nutrição aplicada
Heraldo Possolo de Souza
Interações entre metabolismos e Inflamação
[email protected]
Inflamação em Doenças Sistêmicas
Mecanismos de Sinalização Celular
Iolanda de Fátima Lopes Calvo Tibério
Educação Médica
[email protected]
Modelos Experimentais
Inflamação Pulmonar Alérgica Crônica
Medicadores Inflamatórios
Óxido Nítrico
Leucotrienos
Estresse
Inibidores vegetais de proteinases
Arginase
Rho quinase e enfisema experimental
Irineu Tadeu Velasco
Choque Hemorrágico
[email protected]
Reperfusão
Soluções Hipertônicas
Isabela Judith Martins Benseñor
Epidemiologia das doenças crônicas e dos sintomas
[email protected]
Israel Bendit
Estudo das doenças onco-hematológicas com ênfase na
[email protected]
monitoração molecular e sua relação com a classificação e
prognóstico destas
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NOME
LINHA DE PESQUISA
Itamar de Souza Santos
Epidemiologia em Clínica Médica
[email protected]
Educação Médica
José Eduardo Krieger
Bases moleculares das disfunções cardiovasculares
[email protected]
José Marcelo Farfel
Envelhecimento humano
[email protected]
Envelhecimento cerebral
Iatrogenia
Idoso em Unidade de Terapia Intensiva
Juliana Pereira
Tratamento e diagnóstico linfoproliferativas crônicas por
[email protected]
citometria de fluxo e biologia molecular e tratamento de
linfoma Não Hodgkin
Linamara Rizzo Battistella
Deficiência e Incapacidades
[email protected]
Luciano Cesar Pontes de Azevedo
Sepse
[email protected]
Choque
Monitorização Hemodinâmica
Lesão Pulmonar Aguda
Marcel Cerqueira Cesar Machado
Resposta inflamatória do idoso
[email protected]
Peptídeos antimicrobianos na sepse no idoso
Translocação bacteriana
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NOME
LINHA DE PESQUISA
Marcelo Larami Santoro
Caracterização biológica e bioquímica de venenos e
[email protected]
toxinas animais
Estudo das alterações hemostáticas em envenenamentos
por animais peçonhentos
Fisiopatologia das alterações sistêmicas induzidas por
venenos animais
Purificação e caracterização biológica e bioquímica de
proteínas de venenos ofídicos com atividade sobre a
hemostasia
Plaquetas sanguíneas: fisiologia e morfologia em diversas
condições patológicas
Interface hemostasia-inflamação: papel das plaquetas nas
reações inflamatórias
Cultura de megacarióticos
Miopatias inflamatórias idiopáticas –síndrome metabólica
Vasculites sistêmicas idiopáticas
Marcelo Park
Suporte à disfunção de múltiplos órgãos
[email protected]
Distúrbios ácidos básicos
Maria do Patrocinio Tenório Nunes
Inflamação Pulmonar
[email protected]
Educação Médica
Maria Lúcia Bueno Garcia
Poluição e Saúde
[email protected]
Ensino Médico
Milton de Arruda Martins
Fisiopatologia da Asma Brônquica
[email protected]
Mecanismos de Lesão Pulmonar
Avaliação Peri-operatória
Educação Médica
Patrícia Tempski Fiedler
Educação Médica
[email protected]
Qualidade de vida
Síndrome de Down
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NOME
LINHA DE PESQUISA
Paulo Andrade Lotufo
Epidemiologia das doenças crônicas
[email protected]
Avaliação do Ensino e da Prática Medica
Paulo Caleb Júnior de Lima Santos
Farmacogenética
[email protected]
plaquetários, anticoagulantes, digoxina, dentre outros
fármacos
;
de:
estatinas,
metabolismo
de
ferr0o,
antiagregantes
sobrecarga
e
deficiência de ferro; estudos de associação genética em
fenótipos bioquímicos e cardiovasculares
Pedro Enrique Dorlhiac Llacer
Tratamento de leucemias agudas e crônicas
[email protected]
Fatores prognósticos nas leucemias agudas ou crônicas
Hemoterapia-Imunohematologia
Hemoterapia-Risco Sorológico
Rosa Maria Rodrigues Pereira
Osteoporose
Primária
[email protected]
Reumatológicas
e
Secundária
a
doenças
a
Doenças
Osteoporose Induzida por Glicocorticóide
Biologia
Molecular
e
Celular
aplicada
Osteometabólicas
Lúpus Eritematoso e outras Colagenoses na adolescência
Vasculites - Doença de Takayasu
Samuel Katsuyuki Shinjo
Miopatias inflamatórias idiopáticas –síndrome metabólica
[email protected]
Vasculites sistêmicas idiopaticas
Sandra Gofinet Pasoto
Síndrome de Sjögren
[email protected]
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Autoanticorpos
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NOME
LINHA DE PESQUISA
Sergio Paulo Bydlowski
Farmacogenética
[email protected]
Metabolismo lipídico
Fisiopatologia dos processos vaso-oclusivos
Terapia celular e gênica
Proliferaçao celular onco-hematologia
Biologia molecular dos processos trombóticos
Sorahia Domenice
Distúrbios do Desenvolvimento Sexual
[email protected]
Distúrbios da Glândula Suprarrenal
Distúrbios Puberais
Suzana beatriz Veríssimo de Mello
Fisiopatologia da resposta inflamatória
[email protected]
Participação do óxido nítrico nas inflamações articulares
Funções celulares de leucócitos
Efeito de drogas nas artrites inflamatórias crônicas
Tânia Aparecida Sartori Sanchez Bachega
Hiperplasia Adrenal Congênita por Deficiência da 21-
[email protected]
Hidroxilase
Receptor de Andrógenos
Síndrome dos ovários policísticos
Thais Martins de Lima
Modulação da resposta inflamatória porácidos graxos e
[email protected]
seus metabólitos obesidade e inflamação
Walcy Paganelli Rosolia Teodoro
Estudo da matriz extracelular nas doenças reumáticas
[email protected]
Modelos animais de doenças reumáticas
Wilson Jacob Filho
Envelhecimento
[email protected]
Atividade Física e Envelhecimento
Senecultura
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5. Seleção de alunos para o Programa
O aluno(a) interessado(a) em fazer parte do corpo discente de nosso Programa deverá
inicialmente procurar as linhas de pesquisa oferecidas pelo programa (listadas acima) e
selecionar aquelas de seu interesse. O próximo passo é contatar o docente responsável pela
respectiva linha de pesquisa (através do endereço eletrônico fornecido) para saber sobre a
disponibilidade de vagas e de interesse do orientador em novos orientados.
Uma vez aceito pelo orientador, o candidato deverá apresentar à Comissão
Coordenadora do Programa (CCP):
carta de apresentação e aceite do orientador
projeto a ser realizado
currículo lattes atualizado
A CCP então marcará uma entrevista com o candidato onde será realizada uma arguição
sobre seu currículo e projeto. Em seguida a CCP, em reunião com o orientador, emitirá a
autorização ou não para a matrícula do aluno.
As inscrições são realizadas em fluxo contínuo, no período de 02/02/2015 a
27/11/2015, e deverão ser realizadas na secretaria do programa, à Avenida Dr. Enéas de
Carvalho Aguiar, 155, 8° andar, Bloco 03 Clínica Médica - PAMB, nos dias úteis, das 9:00 h
às 15:00 h.
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6. Condições Para Efetivação Da Inscrição
Uma vez que o candidato tenha passado pelas etapas anteriores, receberá, por
telefone e correio eletrônico, a notícia de sua aprovação ou não. Deverá então procurar a
secretaria do programa e deverá trazer:
- Formulário de Cadastramento de Alunos de Pós-Graduação (www.fm.usp.br - pósgraduação - senso estrito - inscrições)
- Cópia legível do Registro Geral (carteira de identidade);
para estrangeiros: cópia legível do Registro Nacional de Estrangeiros
- Cópia legível do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
- 2 fotos recentes 3 X 4
- Cópia legível do Diploma Graduação, com registro do MEC (frente e verso). Na falta do
diploma, apresentar declaração da instituição de origem, com data recente, com data em que
ocorreu colação de grau.
- Comprovante do pagamento de taxa de inscrição no valor de R$150,00 (cento e cinquenta
reais).
- Projeto de Pesquisa
- Currículo Lattes atualizado do orientador (a)
- Currículo Lattes atualizado, histórico escolar e acadêmico do candidato(a)
- Resultado de Proficiência em Inglês (com validade de 5 anos); ao aluno estrangeiro é
obrigatória a apresentação do certificado de nível intermediário no teste de proficiência em
português, realizado pelo CELPE-Brás, até 6 meses antes do prazo limite do curso
(http://portal.mec.gov.br/sesu)
Obs.: Serão aceitos unicamente os seguintes testes de proficiência em inglês: Reading Test
in English for Candidates for Postgraduate Courses, realizado pela Cultura Inglesa, filial
Pinheiros, exclusivamente para a Faculdade de Medicina da USP. Pontuação mínima para
curso de mestrado: 50 pontos; para curso de doutorado: 60 pontos; Toefl internet-based
Test, com pontuação mínima de 40 pontos para o curso de mestrado e 61 pontos para o
curso de Doutorado; Toefl Computer-based Test, com pontuação mínima de 120 pontos para
o curso de mestrado e 173 pontos para o curso de Doutorado; Toefl Paper-based Test, com
pontuação mínima de 433 pontos para o curso de mestrado e 500 pontos para o curso de
Doutorado; Não é aceito o Toefl Institucional.
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7. Disciplinas:
O aluno deverá, durante sua pós-graduação cumprir um determinado número de
créditos em disciplinas. (16 para o Mestrado e 24 para o Doutorado). Essas disciplinas
podem ser feitas em qualquer unidade da USP.
As Disciplinas são oferecidas no início de cada semestre através da Plataforma
Janus–USP. O aluno escolhe as disciplinas de seu interesse e faz sua matrícula, que é
depois chancelada pelo orientador. É sempre aconselhável que o aluno discuta com seu
orientador sobre a conveniência de realizar as disciplinas, antes de efetuar a matrícula.
Para maiores informações a respeito consulte o Regimento da PG USP e o
Regulamento do Programa (links no final da página).
As disciplinas oferecidas pelos docentes do Programa estão listadas abaixo. É
necessário lembrar que nem todas as Disciplinas são oferecidas todos os semestres.
Algumas delas são oferecidas anualmente ou de dois em dois anos. Na Plataforma Janus
aparecem as Disciplinas oferecidas no semestre da matrícula.
Caso tenha interesse em alguma disciplina específica que não seja oferecida em um
semestre, sugerimos que escreva aos responsáveis perguntando quando será oferecida.
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Lista de Disciplinas oferecidas pelos docentes do Programa:
MCM5828 - Transplante de Células Tronco Hematopoéticas
Docentes responsáveis
Frederico Luiz Dulley
Alfredo Mendrone Junior
Rosaura Saboya
MCM5872 – Oficina de redação de Trabalho Científico
Docentes responsáveis
Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfa
Eduardo Ferreira Borba Neto
Suzana Beatriz Verissimo de Mello
MCM5810 – Fisiopatologia da Ventilação Mecânica
Docentes responsáveis
Paulo Hilario Nascimento Saldiva
Marjorie Fregonesi Rodrigues da Silva
Adriano Mesquita Alencar
MCM5865 – Prática de Laboratório VI (Modelos Experimentais em Inflamação)
Docentes responsáveis
Heraldo Possolo de Souza
Maria Lucia Bueno Garcia
Suzana Beatriz Verissimo de Mello
MCM5866 – Prática de Laboratório VII ( Modeloss Experimentais em Alergia)
Docentes responsáveis
Milton de Arruda Martins
Iolanda de Fátima Lopes Calvo Tibério
Carla Máximo Prado
MCM5867 – Prática de Laboratório VIII (Modelos Experimentais em Choque e Sepse
Docentes responsáveis
Irineu Tadeu Velasco
Francisco Garcia Soriano
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MCM5873 – Resposta Inflamatória
Docentes responsáveis
Heraldo Possolo de Souza
Suzana Beatriz Verissimo de Mello
MCM5874 – Processos Inflamatórios e Alérgicos
Docente responsável
Maria Lucia Bueno Garcia
MCM5911 – Temas Avançados em Pesquisa
Docentes responsáveis
Sergio Paulo Bydlowski - 03/07/2014 até data atual
Geraldo Busatto Filho
Francisco Garcia Soriano
MCM5860 – Prática de Laboratório I
Docente responsável
Berenice Bilharinho de Mendonça
MCM5863 – Utilização da Biologia Molecular na Prática Clínica
Docentes responsáveis
Maria Candida Barisson Villares Fragoso
Tânia Aparecida Sartori Sanchez Bachega
MCM5875 – Metabolismo Ósseo
Docentes responsáveis
Raul Cavalcante Maranhao
Rosa Maria Rodrigues Pereira
MCM5900 – Interações e Inflamação
Docentes responsáveis
Heraldo Possolo de Souza
Thais Martins de Lima
MCM5914 – Topico em Farmacogenômica
Docente responsável
18
Paulo Caleb Júnior de Lima Santo
MCM5868 – Prática de Laboratório IX (Modelos Experimentais)
Docentes responsáveis
Antonio Carlos Seguro
Lucia da Conceição Andrade
MCM5878 – Biologia Celular e Vascular
Docentes responsáveis
Sergio Paulo Bydlowski
Heraldo Possolo de Souza
Francisco Garcia Soriano
MCM5903 – Das Hemorragias às Vaso-Oclusões: O Espectro das Anormalidades da
Hemostasia
Docente responsável
Elbio Antonio D'Amico
MCM5879 – Estudo da Mortalidade e Morbidade
Docente responsáveis
Gustavo Diniz Ferreira Gusso
Isabela Judith Martins Benseñor
Paulo Andrade Lotufo
MCM5880 – Bioestatística I
Docentes Responsáveis
Itamar de Souza Santos
Paulo Andrade Lotufo
Alessandra Carvalho Goulart
MCM5881- Biologia do Envelhecimento
Docente responsável
Wilson Jacob Filho
MCM5882 – Bioestatística em Estudos de Coorte
Docentes responsáveis
Itamar de Souza Santos
19
Isabela Judith Martins Benseñor
Paulo Andrade Lotufo
MCM5883 - Bioestatística em Ensaios Clínicos
Docentes responsáveis
Paulo Andrade Lotufo
Alessandra Carvalho Goulart
Rodrigo Diaz Olmos
MCM5884 – Educação Médica: Avaliação de Habilidades e Atitudes
Docentes responsáveis
Milton de Arruda Martins
Itamar de Souza Santos
Iolanda de Fátima Lopes Calvo Tibério
MCM5886 – Avaliação Funcional em Reabilitação
Docentes responsáveis
Marta Imamura
Linamara Rizzo Battistella
Daniel Gustavo Goroso
MCM5901 – Avaliação Didática de Projetos
Docentes responsáveis
Irineu Tadeu Velasco
Augusto Scalabrini Neto
Heraldo Possolo de Souza
MCM5902 – A Simulação Clínica no Ensino das Emergências
Docente responsável
Augusto Scalabrini Neto
MCM5908 – Revisão Sistemática e Meta-Análise: Princípios Teóricos e Práticos.
Docente responsável
André Russowsky Brunoni
MCM5909 – Bioestatítica Aplicada à Clínica Médica Usando R
Docentes responsáveis
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Itamar de Souza Santos
Isabela Judith Martins Benseñor
Alessandra Carvalho Goulart
MCM5916 – Bioestatística II : Análise de Sobrevida
Docentes responsáveis
Airlane Pereira Alencar
Paulo Andrade Lotufo
Alessandra Carvalho Goulart
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8. Exame de Qualificação:
8.1. Mestrado:
O objetivo do exame de qualificação no mestrado é avaliar o conhecimento adquirido em
disciplinas e sobre o tema de seu projeto, além da capacidade do(a) estudante em executar
seu projeto de pesquisa. O(A) estudante de Mestrado deverá inscrever-se no referido exame
num período máximo de 18 (dezoito) meses após sua primeira matrícula no curso. Na data
da inscrição da qualificação o aluno necessitará ter completado no mínimo 8 (oito) créditos
em disciplinas.
O aluno deverá apresentar seu projeto e os resultados obtidos até o momento. As
apresentações oral e escrita serão analisadas pela comissão examinadora que deverá
sugerir mudanças, se necessário. Caberá, ainda, à comissão examinadora arguir o aluno
sobre a metodologia e conteúdo e de disciplinas afins cumpridas pelo mesmo.
O aluno deverá entregar um texto, em formato digital. de no máximo 10 páginas, contendo os
objetivos do projeto inicial e o seu andamento até o momento da inscrição no exame de
qualificação. Referências bibliográficas deverão ser incluídas no texto. O texto deverá ser
entregue aos membros da banca pelo menos 20 (vinte) dias antes da data agendada para o
exame.
O aluno e seu orientador serão responsáveis pela formação da Comissão
Examinadora, que deverá seguir as normas estabelecidas no artigo 79 do Regimento da PGUSP. A comissão examinadora deve ser constituída por três membros, com titulação mínima
de doutor, sendo pelo menos 2 (dois) deles Orientadores do Programa. A CCP indicará o
presidente da Banca Examinadora obedecendo, sempre que possível, a hierarquia entre os
seus membros. O orientador e/ou coorientador não poderão fazer parte da comissão
examinadora de Exame de Qualificação.
O aluno e seu orientador deverão entrar em contato com os membros da Banca, e
agendar um horário que seja aceito por todos. Dois suplentes do Programa e dois de fora
também deverão ser confirmados. Uma vez que todos estejam de acordo com data e horário,
o aluno e seu orientador devem mandar para a CCP a composição da banca, data e horário
da sua realização. No dia do exame é de responsabilidade do aluno buscar na secretaria do
Programa a Ata do Exame, que deverá ser preenchida pelo Presidente da Banca
Examinadora. Após o exame, essa Ata será entregue pelo aluno à secretaria do Programa.
A exposição oral, em sessão pública, terá duração mínima de vinte e máxima de trinta
minutos, sendo seguida de arguição pela Banca Examinadora, designada pela CCP. Cada
membro da comissão julgadora terá no máximo 30 minutos para sua arguição, sendo o
mesmo tempo dedicado à resposta do candidato.
No caso de reprovação, o aluno poderá inscrever-se para novo Exame de Qualificação até
120 (cento e vinte) dias após a realização do primeiro. O segundo exame deverá ser
realizado em até 60 (sessenta) dias após a inscrição.
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8.2. Doutorado e Doutorado Direto
O objetivo do exame de qualificação no Doutorado é avaliar a capacidade do(a) candidato(a)
de desenvolver, de forma independente, o seu projeto de tese, dentro de sua área de
pesquisa. O(A) estudante de Doutorado deverá inscrever-se no referido exame num período
máximo de 24 (vinte e quatro) meses após sua primeira matrícula no curso. Na data da
inscrição da qualificação o aluno necessitará ter completado no mínimo 12 (doze) créditos
em disciplinas.
O aluno deverá apresentar seu projeto e os resultados obtidos até o momento. As
apresentações (oral e escrita) serão analisadas pela comissão examinadora que deverá
sugerir mudanças, se necessário. Caberá, ainda, à comissão examinadora arguir o aluno
sobre a metodologia e conteúdo e de disciplinas afins cumpridas pelo mesmo.
O aluno deverá entregar um texto, em formato digital contendo os objetivos do projeto inicial
e o seu andamento até o momento da inscrição no exame de qualificação. Referências
bibliográficas deverão ser incluídas no texto. O texto deverá ser entregue aos membros da
banca pelo menos 20 (vinte) dias antes da data agendada para o exame.
O aluno e seu orientador serão responsáveis pela formação da Comissão
Examinadora, que deverá seguir as normas estabelecidas no artigo 79 do Regimento da PGUSP. A comissão examinadora deve ser constituída por três membros, com titulação mínima
de doutor, sendo pelo menos um deles Orientadores do Programa. A CCP indicará o
presidente da Banca Examinadora obedecendo, sempre que possível, a hierarquia entre os
seus membros. O orientador e/ou coorientador não poderão fazer parte da comissão
examinadora de Exame de Qualificação.
O aluno e seu orientador deverão entrar em contato com os membros da Banca, e
agendar um horário que seja aceito por todos. Dois suplentes do Programa e dois de fora
também deverão ser confirmados. Uma vez que todos estejam de acordo com data e horário,
o aluno e seu orientador devem mandar para a CCP a composição da banca, data e horário
da sua realização. No dia do exame é de responsabilidade do aluno buscar na secretaria do
Programa a Ata do Exame, que deverá ser preenchida pelo Presidente da Banca
Examinadora. Após o exame, essa Ata será entregue pelo aluno à secretaria do Programa.
A exposição oral, em sessão pública, terá duração mínima de vinte e máxima de trinta
minutos, sendo seguida de arguição pela Banca Examinadora, designada pela CCP. Cada
membro da comissão julgadora terá no máximo 30 minutos para sua arguição, sendo o
mesmo tempo dedicado à resposta do candidato.
No caso de reprovação, o aluno poderá inscrever-se para novo Exame de Qualificação até
120 (cento e vinte) dias após a realização do primeiro. O segundo exame deverá ser
realizado em até 60 (sessenta) dias após a inscrição.
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9. Desempenho Acadêmico e Científico Insatisfatório
Além das regras estabelecidas no artigo 52 do Regimento da Pós-Graduação da USP, o(a)
estudante poderá ser desligado do Programa de pós-graduação, em qualquer um dos cursos
(Mestrado, Doutorado e Doutorado Direto), por desempenho acadêmico e científico
insatisfatórios mediante parecer circunstanciado do orientador sobre as atividades
programadas do aluno, analisado pela CCP.
O desligamento solicitado pelo orientador por desempenho científico insatisfatório só poderá
ocorrer até o primeiro ano do curso do aluno. As atividades programadas são estabelecidas
no início do curso pelo orientador, junto com o aluno e com o aval da CCP. Estas atividades
programadas envolvem, além das disciplinas obrigatórias a ser cursadas, a elaboração de
relatórios periódicos que devem ser submetidas ao orientador.
O desempenho acadêmico e científico será considerado insatisfatório se o relatório não for
aprovado. O aluno será ouvido pela CCP, que levará em consideração a oitiva do aluno para
sua deliberação. Em caso de reprovação, o aluno poderá apresentar novo relatório, no prazo
de 30 dias após a entrega do primeiro, sendo desligado se este último não for aprovado.
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10. Dissertação de Mestrado
10.1. Depósito da Dissertação:
O trabalho final no curso de Mestrado será na forma de dissertação, contendo os seguintes
itens:
- Capa com nome do autor, título do trabalho, local e data;
- Contra Capa com nome da unidade, nome do autor, título do trabalho, nome do orientador,
local e data;
- Ficha catalográfica;
- Lista de Figuras, Ilustrações, Equações e tabelas;
- Resumo em Português
- Abstract em Inglês;
- Introdução;
- Material e Métodos,
- Resultados;
- Conclusões;
- Sugestões para trabalhos futuros;
- Bibliografia;
- Anexos;
- Apêndices
Deverão ser entregues na Secretaria do Programa 7 exemplares impressos da dissertação
de mestrado, além de um exemplar em mídia digital da dissertação em formato PDF,
mediante emissão de recibo datado. Além disso, também será efetuado, pelo aluno, no
Serviço de Pós-graduação da FMUSP, o depósito de um exemplar impresso e um em mídia
digital da dissertação de mestrado, com cópia do recibo emitido pelo programa e ofício,
assinado pelo orientador e coordenador do Programa, atestando que o trabalho está apto
para defesa, bem como que o mesmo foi submetido a publicação em revista internacional
arbitrada, no qual o estudante seja primeiro autor, em revista internacional arbitrada.
10.2. Banca Julgadora da Dissertação de Mestrado
Uma vez efetuado o depósito da dissertação, o aluno deverá agendar a
apresentação da sua dissertação. No momento do depósito da dissertação, o candidato e
seu orientador deverão apresentar a sugestão de nomes para compor a comissão julgadora.
As comissões julgadoras de dissertação de Mestrado devem ser constituídas por três
examinadores, sendo membro nato e presidente o orientador do candidato. Na composição
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da comissão julgadora de Mestrado, um dos membros titulares, no mínimo, deverá ser
externo ao Programa de Pós-Graduação e à Unidade.
O orientador do candidato deverá encaminhar à CPG uma lista com sugestões para
a composição da banca. Essa lista deve conter:
- 5 nomes de membros internos, isto é, orientadores do programa ou docentes da Faculdade
de Medicina da USP. Nessa categoria incluem-se também os médicos ou técnicos que
trabalhem no complexo Hospital das Clínicas (e todos os seus institutos).
- 4 nomes de membros externos, isto é, que não pertençam ao Programa, à FMUSP ou ao
HC.
Todos os membros da Comissão Julgadora devem ter, pelo menos, o título de
Doutor.
Cabe à CPG da Unidade a escolha definitiva da Banca, podendo acatar ou não as sugestões
do Orientador do candidato.
10.3. Apresentação oral da dissertação de mestrado
A data e horário da sessão de defesa da dissertação de Mestrado devem ser agendados
com a Comissão Julgadora pelo candidato. O candidato deve entrar em contato com os
membros da banca e agendar uma data e horário que seja viável para todos. É um trabalho
duro e o consenso nas datas é difícil de conseguir. A sugestão é que o aluno não deixe para
agendar a apresentação de sua dissertação para o prazo limite possível.
Cabe também ao aluno agendar o local de apresentação. A FMUSP possui um serviço
centralizado de agendamento de anfiteatros (Sala....). No HC existem algumas salas
também, que são agendadas nas respectivas disciplinas.
A exposição da dissertação ocorrerá em sessão pública e deverá ocupar de 30 a 60 minutos.
Em seguida, haverá arguição pela banca, com 30 minutos para cada membro, com 30
minutos para resposta do candidato.
Imediatamente após o encerramento da arguição da dissertação cada examinador
expressará seu julgamento em sessão secreta, considerando o candidato aprovado ou
reprovado. Será considerado aprovado o candidato que obtiver aprovação da maioria dos
examinadores.
Ao final, a comissão julgadora entregará a ata da sessão, assinada por todos os
examinadores ao aluno, que ficará responsável pela sua entrega na secretaria do programa.
O estudante de mestrado que cumprir todas as exigências do curso receberá o Título
de “Mestre em Ciências”. Programa: Ciências Médicas.
11. Tese de Doutorado
11.1. Depósito da Tese
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O trabalho final no curso de doutorado será na forma de uma tese, contendo os
seguintes itens:
- Capa com nome do autor, título do trabalho, local e data;
- Contra Capa com nome da unidade, nome do autor, título do trabalho, nome do orientador,
local e data;
- Ficha catalográfica;
- Lista de Figuras, Ilustrações, Equações e tabelas;
- Resumo em Português
- Abstract em Inglês;
- Introdução;
- Material e Métodos,
- Resultados;
- Conclusões;
- Sugestões para trabalhos futuros;
- Bibliografia;
- Anexos;
- Apêndices
Deverão ser entregues na Secretaria do Programa 11 exemplares impressos da tese de
doutorado além de um exemplar em mídia digital da tese em formato PDF, mediante
emissão de recibo datado. Além disso, também será efetuado, pelo aluno, no Serviço de
Pós-graduação da FMUSP, o depósito de um exemplar impresso e um em mídia digital da
tese de doutorado, com cópia do recibo emitido pelo programa e ofício, assinado pelo
orientador e coordenador do Programa, atestando que o trabalho está apto para defesa, bem
como que o mesmo foi submetido a publicação em revista internacional arbitrada, no qual o
estudante seja primeiro autor, em revista internacional arbitrada.
A Tese poderá ser apresentada em forma de compilação de artigos desde que siga os
seguintes critérios:
-
pelo menos dois artigos, publicados em revistas indexadas no PubMed
-
o aluno tenha sido o primeiro autor
-
os artigos versem sobre assuntos correlatos
-
dentro da linha de pesquisa do orientador
-
tenham sido publicados no mínimo 12 meses após a matrícula do aluno no
Programa
11.2. Banca Julgadora da Tese de Doutorado
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Uma vez efetuado o depósito da tese, o aluno deverá agendar sua apresentação. No
momento do depósito da tese, o candidato e seu orientador deverão apresentar a sugestão
de nomes para compor a comissão julgadora. As comissões julgadoras de tese de
Doutorado devem ser constituídas por cinco examinadores, sendo membro nato e presidente
o orientador do candidato. Na composição da comissão julgadora de Doutorado, dois dos
membros titulares, no mínimo, deverão ser externos ao Programa de Pós-Graduação e à
Unidade.
O orientador do candidato deverá encaminhar à CPG uma lista com sugestões para
a composição da banca. Essa lista deve conter:
- 7 nomes de membros internos, isto é, orientadores do programa ou docentes da Faculdade
de Medicina da USP. Nessa categoria incluem-se também os médicos ou técnicos que
trabalhem no complexo Hospital das Clínicas (e todos os seus institutos).
- 5 nomes de membros externos, isto é, que não pertençam ao Programa, à FMUSP ou ao
HC.
Todos os membros da Comissão Julgadora devem ter, pelo menos, o título de
Doutor.
Cabe à CPG da Unidade a escolha definitiva da Banca, podendo acatar ou não as sugestões
do Orientador do candidato.
11.3. Apresentação oral da tese de doutorado
A data e horário da sessão de defesa da tese de Doutorado devem ser agendados com a
Comissão Julgadora pelo candidato. O candidato deve entrar em contato com os membros
da banca e agendar uma data e horário que seja viável para todos. É um trabalho duro e o
consenso nas datas é difícil de conseguir. A sugestão é que o aluno não deixe para agendar
a apresentação de sua tese para o prazo limite possível.
Cabe também ao aluno agendar o local de apresentação. A FMUSP possui um serviço
centralizado de agendamento de anfiteatros (Sala....). No HC existem algumas salas
também, que são agendadas nas respectivas disciplinas.
A exposição da tese ocorrerá em sessão pública e deverá ocupar de 40 a 60 minutos. Em
seguida, haverá arguição pela banca, com 30 minutos para cada membro, com 30 minutos
para resposta do candidato.
Imediatamente após o encerramento da arguição da tese cada examinador expressará seu
julgamento em sessão secreta, considerando o candidato aprovado ou reprovado. Será
considerado aprovado o candidato que obtiver aprovação da maioria dos examinadores.
Ao final, a comissão julgadora entregará a ata da sessão, assinada por todos os
examinadores ao aluno, que ficará responsável pela sua entrega na secretaria do programa.
O estudante de Doutorado ou Doutorado Direto que cumprir todas as exigências do
curso receberá o Título de “Doutor em Ciências”. Programa: Ciências Médicas.
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Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo