1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE URBANO BUENO HERNANDES JÚNIOR ANÁLISE DE EFICIÊNCIA OPERACIONAL E FINANCEIRA NAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO POR ÔNIBUS NA CIDADE DE SÃO PAULO ATRAVÉS DO MÉTODO DE ANÁLISE POR ENVOLTÓRIA DE DADOS NO ANO DE 2011. SÃO PAULO 2012 2 URBANO BUENO HERNANDES JÚNIOR ANÁLISE DE EFICIÊNCIA OPERACIONAL E FINANCEIRA NAS EMPRESAS DE TRANSPORTE COLETIVO URBANO POR ÔNIBUS NA CIDADE DE SÃO PAULO ATRAVÉS DO MÉTODO DE ANÁLISE POR ENVOLTÓRIA DE DADOS NO ANO DE 2011. Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação em Administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito parcial à obtenção do título de mestre em Administração de Empresas – Linha Finanças Estratégicas. ORIENTADOR: Prof. Dr. Leonardo Fernando Cruz Basso SÃO PAULO 2012 3 Hernandes Jr., Urbano Bueno. Análise de Eficiência Operacional e Financeira nas Empresas de Transporte Coletivo Urbano por ônibus na Cidade de São Paulo através do método de Análise por Envoltória de Dados no Ano de 2011. – 2012 – 155 f: il.; 30 cm Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2012 Orientação: Prof. Dr. Leonardo Fernando Cruz Basso Bibliografia: f. 82 1. Análise de Desempenho por Envoltória de Dados 2. Análise de Eficiência Operacional e Financeira 3. Transporte Público Local 4. Correlação de Pearson 4 URBANO BUENO HERNANDES JÚNIOR Análise de eficiência operacional e financeira nas empresas de transporte coletivo urbano por ônibus na cidade de São Paulo através do método de análise por envoltória de dados de 2011. Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito parcial à obtenção do título de mestre em Administração de Empresas – Linha Finanças Estratégicas. Aprovado em 22/02/2013 BANCA EXAMINADORA ___________________________________________________________________ Prof. Dr. Leonardo Fernando Cruz Basso – Orientador Universidade Presbiteriana Mackenzie ___________________________________________________________________ Prof. Dr.Herbert Kimura Universidade Presbiteriana Mackenzie ____________________________________________________________________ Prof. Dr. Eduardo Kazuo Kayo Universidade de São Paulo 5 Dedicatória Dedico este trabalho primeiramente a Deus, pela saúde, fé e perseverança que tem me dado. À Mariese Ribas Stankiewicz, minha fiel companheira na hora da tribulação. A meus filhos, Ramón e Victor, pelo reconhecimento à minha profissão de professor. Ao mais novo, inocente Luiz Fernando, pelo contagiante sorriso e vontade de viver, enchendo-nos de esperança e motivação. Aos meus pais, a quem honro pelo esforço com o qual mantiveram quatro filhos na escola, permitindo-lhes condições de galgar êxito na vida. A meus amigos pelo incentivo à busca de novos conhecimentos, a todos os professores e professoras que muito contribuíram para a minha formação, dos quais tenho boas lembranças, e ao meu professor orientador, Professor Leonardo Basso, pela sabedoria e dedicação com o qual me passou valiosas orientações para conclusão deste. 6 Reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Professor Doutor Benedito Guimarães Aguiar Neto Decano de Pesquisa de Pós-Graduação Professor Doutor Moisés Ari Zilber Coordenador de Pós-Graduação Professora Doutora Diana Luz Pessoa de Barros Diretor do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas Professor Doutor Sérgio Lex Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Administração de Empresas Professora Doutora Darcy Mitiko Mori Hanashiro 7 RESUMO Esta pesquisa aborda a aplicação do método DEA (Data Envelopment Analysis) sobre o desempenho operacional e financeiro das empresas de transporte público local de passageiros por ônibus na cidade de São Paulo no ano de 2011, ao mesmo tempo em que apresenta referencial teórico sobre o benchmarking, sobre o método DEA, seus conceitos, metodologia e algumas aplicações em transporte e sobre a mensuração de desempenho econômico e financeiro dessas empresas. A metodologia desta pesquisa consiste na identificação de um modelo de DEA a ser aplicado tanto à mensuração da eficiência operacional, quanto para à da financeira, obtendo um escore de eficiência para cada uma delas, para posteriormente aplicar a Correlação de Pearson e verificar o grau de correlação entre estas eficiências. Os dados utilizados para este trabalho foram extraídos de (i) relatórios técnico-operacionais da São Paulo Transporte S/A e das (ii) demonstrações contábeis de cada uma das empresas, todos de 2010 e 2011. Os resultados obtidos mostram que há uma maior dispersão no escore de eficiência financeira do que no de eficiência operacional, impossibilitando a aplicação de análise de regressão. O grau de correlação mostrou-se moderado, sugerindo que novas pesquisas possam ser realizadas para detectar outros motivos que complementam a relação entre eficiência operacional e financeira no transporte público por ônibus na cidade de São Paulo. Palavras-chave: Benchmarking, DEA, Transporte Público, Mensuração de Eficiência Operacional, Mensuração de Eficiência Financeira, Análise de Desempenho. 8 ABSTRACT This research approaches the application of DEA method (Data Envelopment Analysis) to the operational and financial performance of companies of local public transport of passengers by bus in the city of São Paulo in the year of 2011, at the same time in which it presents theoretical referential about benchmarking, about the DEA method, its concepts, methodology, and some applications in transport, and about the measurement of economic and financial performance of those companies. The methodology of this research consists in the identification of a DEA model to be applied to both the measurement of the operational efficiency and the financial one, obtaining a score of efficiency to each of them, afterward for applying Pearson’s Correlation and for verifying the level of correlation between these efficiencies. The data used in this study were verified from (i) technical and operational reports of São Paulo Transporte S/A, and from (ii) account statements of each firm, all of them from 2010 and 2011. The results attained show that there is a larger dispersion in the score of financial efficiency than in the operational one. It wasn´t possible to apply Regression Analysis. The correlational level was moderate, suggesting that new researches may be conducted for detecting other motives that complement the relationship between operational efficiency and financial one in public transportation by bus in the city of São Paulo. Keywords: Benchmarking, DEA, Public Transportation, Operational Measurement, Financial Efficiency Measurement, Performance Analysis. Efficiency 9 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Distritos e áreas do transporte coletivo da cidade de São Paulo..................................................................................................... 23 FIGURA 2 Relação entre Desempenho, Benchmarking e Aprendizado ................ 30 FIGURA 3 Modelos e Orientações da Abordagem DEA....................................... 40 FIGURA 4 Passo-a-passo para montar um eficiente modelo DEA......................... 47 FIGURA 5 Pontuação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis operacionais...................................................... 54 FIGURA 6 Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis operacionais...................................................... 54 FIGURA 7 Pontuações das DMUs pelo modelo BCC voltado ao produto com variáveis operacionais .................................................................. 59 FIGURA 8 Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao produto com variáveis operacionais................................................................... 59 FIGURA 9 Pontuação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis financeiras..................................................................... 65 FIGURA 10 Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis operacionais................................................................... 65 FIGURA 11 Pontuação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao produto com variáveis financeiras..................................................................... 70 FIGURA 12 Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis financeiras......................................................... 70 FIGURA 13 Dispersão entre os resultados de eficiência operacional e eficiência financeira utilizando o modelo DEA-BCC voltado ao insumo .......... 76 FIGURA 14 Dispersão entre os resultados de eficiência operacional e eficiência financeira utilizando o modelo DEA-BCC voltados ao produto – Operacional e Financeiro...................................................................... 78 10 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Área de atuação de Consórcios e Cooperativas.................................... 23 QUADRO 2 Empresas que compõem os consórcios................................................. 24 QUADRO 3 Síntese de alguns artigos de DEA em transporte.................................. 42 QUADRO 4 Inputs e Outputs utilizados para mensuração de eficiência operacional............................................................................................ 45 QUADRO 5 Inputs e Outputs utilizados para mensuração de eficiência financeira.............................................................................................. 45 QUADRO 6 Folga das DMUs com o modelo DEA-BCC voltado ao insumo para dados operacionais........................................................................ 57 QUADRO 7 Resultados comparativos dos modelos DEA-BCC orientado ao insumo x DEA-BCC orientado ao produto........................................... 60 QUADRO 8 Folgas das DMUs com o modelo DEA-BCC voltado ao produto para dados operacionais................................................................................ 63 QUADRO 9 Folgas das DMUs com modelo DEA-BCC voltado ao insumo para dados financeiros.................................................................................. 68 QUADRO 10 Comparativo entre os resultados dos modelos DEA-BCC orientado ao insumo X DEA-BCC orientado ao produto – variáveis financeiras............................................................................................. 71 QUADRO 11 Folgas das DMUs com o modelo DEA-BCC voltado ao produto para dados financeiros.................................................................................. 74 QUADRO 12 Comparação entre os escores os escores gerados pelos modelos DEABCC – Operacional e Financeiro.......................................................... 75 QUADRO 13 Comparação entre os escores gerados pelos modelos DEA-BCC voltados ao produto – Operacional e Financeiro.................................. 77 11 LISTA DE TABELA TABELA 1 Estatística descritiva da amostra........................................................... 51 TABELA 2 Dados Estatísticos do Modelo DEA-BCC voltados para o insumo para eficiência.......................................................................... 53 TABELA 3 Ranking com pontuações das DMUs no modelo DEA-BCC voltado ao insumo para eficiência operacional.................................................. 53 TABELA 4 Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo DEA-BCC voltado ao insumo para a eficiência operacional............................................................................................ 55 TABELA 5 Ranking com pontuações das DMUs no modelo DEA-BCC voltado ao produto para eficiência operacional................................................. 58 TABELA 6 Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo DEA-BCC voltado ao produto para a eficiência operacional............................................................................................ 61 TABELA 7 Dados estatísticos do modelo BCC voltado para insumo para eficiência financeira.............................................................................................. 64 TABELA 8 Ranking com as pontuações das DMUs no modelo DEA-BCC voltado ao insumo para eficiência financeira.................................................... 64 TABELA 9 Projeção de alvos para as empresas eficientes através do modelo DEA-BCC voltado para o insumo para eficiência financeira.............................................................................................. 66 TABELA 10 Ranking com pontuações das DMUs no modelo DEA-BCC voltado ao produto para eficiência financeira...................................... 69 TABELA 11 Projeção de alvos para empresas eficientes através do modelo DEABCC voltado ao produto para eficiência financeira.............................. 72 12 LISTA DE EQUAÇÕES EQUAÇÃO 1 Função de Produção.................................................................... 36 EQUAÇÃO 2 Função de Produtividade............................................................. 37 EQUAÇÃO 3 Modelo BCC voltado ao produto................................................ 39 EQUAÇÃO 4 Modelo BCC voltado ao insumo................................................. 40 13 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS DEA Data Envelopment Analysis SFA Stochastic Frontier Analysis SMT Secretaria Municipal de Transporte CPTM Companhia Paulista de Trens Metropolitanos CMTC Companhia Municipal de Transportes Coletivos EMTU Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos SPTrans São Paulo Transporte S/A DMU Decision Making Units OSL Ordinary Least Square CCR Charnes, Cooper e Rhodes (modelo básico inicial do DEA) CRS Constant Return to Scale VRS Variable Return to Scale NIRS Non-Increasing Returns to Scale EBIT Earnings Before Interest and Taxes EBITDA Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation, and Amortization NOPAT Net Operating Profit After Taxes RONA Return on Net Assets TSR Total Shareholder Return MVA Market Value Added CFROI Cash Flow Return On Investment 14 LISTA DE APÊNDICES APÊNDICE A Indicadores.................................................................................. 86 APÊNDICE B Exemplos de Aplicação do DEA................................................. 87 APÊNDICE C Resultado do Modelo BCC voltado ao insumo – Eficiência Operacional................................................................................. 89 APÊNDICE D Resultado do Modelo BCC voltado ao produto – Eficiência Operacional............................................................................... 104 APÊNDICE E Resultado do Modelo BCC voltado ao insumo – Eficiência Financeira.................................................................................. 119 APÊNDICE F Resultado do Modelo BCC voltado ao produto – Eficiência Financeira.................................................................................. 134 APÊNDICE G Correlação entre todas as variáveis........................................... 149 APÊNDICE H Código atribuído às empresas................................................... 156 15 SUMÁRIO RESUMO................................................................................................................ 7 LISTA DE FIGURAS............................................................................................ 9 LISTA DE QUADROS......................................................................................... 10 LISTA DE TABELAS........................................................................................... 11 LISTA DE EQUAÇÕES ................................................................................... 12 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS.............................................................. 13 LISTA DE APÊNDICES........................................................................................ 14 1 – INTRODUÇÃO................................................................................................ 17 2 – CENÁRIO DO TRANSPORTE PÚBLICO POR ONIBUS EM SÃO PAULO 2.1 – O sistema municipal de transporte da cidade de São Paulo............................ 20 2.1.1 - Divisão dos lotes de empresas por área....................................................... 21 2.1.2 – Corredores.................................................................................................... 21 2.1.3 – Subsistemas.................................................................................................. 22 a) Estrutural b) Local 2.1.4 - A importância da eficiência no setor de transporte público......................... 25 3 – REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 – A importância de medir desempenho............................................................. 26 3.1.1 – Implantando um sistema de medição de desempenho................................. 27 3.1.2 – Implantando um sistema de avaliação de desempenho............................... 28 3.1.3 – O benchmarking como instrumento de aprendizado................................... 29 3.2 – Medidas de avaliação de desempenho operacional e financeiro.................... 32 4. - METODOLOGIA 4.1 – DEA – Análise por Envoltória de Dados........................................................ 38 4.2 - Escolha e justificativa das variáveis................................................................ 46 16 4.3 - Criando um bom modelo de DEA................................................................... 46 4.3 – Resultado das Correlações.............................................................................. 48 4.4 – Identificação de outliers................................................................................. 49 4.6 – Custos homogêneos........................................................................................ 49 4.7 – Software utilizado........................................................................................... 50 4.8 – Informações da amostra.................................................................................. 51 5 – RESULTADOS 5.1 – Aplicação dos modelos................................................................................... 53 5.1.1 – Eficiência Operacional – Modelo DEA-BCC voltado ao insumo............... 53 5.1.2 – Eficiência Operacional – Modelo DEA-BCC voltado ao produto.............. 57 5.1.3 – Eficiência Financeira – Modelos DEA-BCC voltado ao insumo................ 63 5.1.4 – Eficiência Financeira – Modelos DEA-BCC voltado ao produto............... 68 5.2 – Análise e verificação dos escores de eficiência operacional e eficiência financeira........................................................................................................ 75 6 – CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................... 79 7 – REFERÊNCIAS............................................................................................... 82 8 – ANEXOS........................................................................................................... 86 17 1 – INTRODUÇÃO A proposta deste trabalho foi verificar se há relação entre eficiência operacional e eficiência financeira nas empresas de transporte público de ônibus da cidade de São Paulo, com o uso da abordagem da Análise por Envoltória de Dados, (DEA - abreviação do inglês Data Envelopment Analysis), com o uso de variáveis operacionais e financeiras de 2011. A base de dados foi constituída de indicadores e índices operacionais internos, de uso da Sptrans para controle e gestão do transporte, além das demonstrações contábeis das empresas relativas aos anos de 2010 e 2011. O ano de 2011 foi utilizado efetivamente para compor a hipótese, mas foi necessário a utilização dos dados de 2010 para composição de algumas variáveis, como Patrimônio Líquido Médio, Ativo Médio, etc. As variáveis de 2010 também serviram para verificar se havia alguma discrepância nos dados de um ano para outro, o que levaria a uma verificação das fontes e, possivelmente, exclusão da amostra. As empresas de ônibus do município de São Paulo estão classificadas como empresas permissionárias ou concessionárias e são remuneradas pelo município por passageiro transportado. Quando transportados, os usuários pagam pela tarifa através de pecúnia ou do decremento de um crédito eletrônico em um cartão, chamado de Bilhete Único. Os recursos arrecadados pelas empresas pertencem ao Sistema Municipal de Transporte – SMT, os quais são repassados novamente às empresas de acordo com, entre outras variáveis, o número de passageiros registrados em catraca. No setor de transporte público, os gastos com o transporte acabam sendo uma determinante para a fixação da tarifa. Quando os recursos advindos das tarifas não são suficientes para cobrir estes gastos, há repasses da Prefeitura para a Secretaria Municipal de Transportes em forma de subsídios, para que seja restabelecido o equilibro entre gastos e arrecadação. Concomitantemente a essa preocupação, as empresas buscam reduzir seus custos e maximizarem suas receitas, seja através de investimentos em novos carros, treinamentos com o pessoal, aluguel de espaços publicitários etc. E, ao mesmo tempo, devem atender as necessidades de transporte da população com qualidade. Uma das formas dessas empresas buscarem novas práticas para otimizar seus resultados operacionais e financeiros é a busca de conhecimento através de benchmarking, onde as empresas copiam as boas ideias do setor. Uma das ferramentas que pode ser utilizada 18 é a abordagem DEA – Análise Envoltória de Dados, que tem como principal ferramenta identificar as empresas eficientes do setor e fornecer alvos-meta para as empresas ineficiente. Para a utilização do DEA, faz-se necessário formular um modelo no qual serão utilizadas variáveis de entrada, chamadas de input e variáveis de saída, conhecidas como outputs. As variáveis de input representam os insumos que deverão ser considerados como relevantes para gerar produção e/ou resultados. As variáveis de output são os resultados considerados relevantes no negócio. No setor de transporte público por ônibus, verifica-se que há uma grande quantidade de variáveis de inputs e outputs que podem ser utilizadas na aplicação da metodologia. Para tanto, foi utilizada a experiência de outras aplicações similares para reproduzirmos a metodologia no sistema de transporte por ônibus na cidade de São Paulo. Muitos artigos como De Borger et al (2002,2008,2008), Boame (2004), Cowie (2002), Odeck e Alkadi (2001), Pina e Torres (2001) foram encontrados sobre a análise de desempenho em transporte de passageiros, e outros como Carton e Hofer (2006), Rappaport, Drucker (1954), Ansof (1965), Koopmans (1951), Peterson e Peterson (1996), Young & O´Byrne (2001), Murphy (1996), Barney (2001), Watson e Holman, (1979) em análise de desempenho financeiro. Mas até a conclusão deste trabalho, não foi encontrado nenhum artigo nacional que tivesse relacionado eficiência operacional e eficiência financeira através da abordagem por DEA em transporte público local de passageiros por ônibus. Com as variáveis disponíveis no setor, é possível mensurar eficiência operacional das empresas de transporte, bem como eficiência financeira. É sabido que há empresas com linhas deficientes, como também eficientes. Também se sabe que há empresas com problemas financeiros e enfrentando dificuldades, como há outras que não apresentam essa deficiência. Assim, nosso problema de pesquisa é verificar se eficiência operacional explica eficiência financeira. A hipótese inicial é de que haveria uma relação entre as duas eficiências. O objetivo principal deste trabalho foi aplicar a abordagem DEA com modelos operacionais e modelos financeiros que buscassem classificar e dar uma pontuação a cada uma destas empresas. Após a obtenção destes rankings, é aplicado um Diagrama de Dispersão entre as pontuações operacionais e financeiras para verificar se seu comportamento sugere uma análise de regressão, de forma que a variável independente explicasse a dependente. O objetivo secundário deste problema é identificar as sugestões para as empresas ineficientes. Essa é uma das ferramentas que a abordagem DEA propõe: alvos-meta para que as empresas ineficientes possam atingir a fronteira da eficiência, seja diminuindo insumos, seja aumentando a produção. 19 Como consequência desse estudo, foi realizada uma análise individual de todas as variáveis das empresas de transporte, identificando todas as variáveis utilizadas na literatura para conceituar e mensurar desempenho operacional e financeiro de empresas de transporte. Também foram identificados os modelos mais apropriados e utilizados de DEA para análise de desempenho operacional e desempenho financeiro destas empresas. Para a aplicação desta pesquisa, foi utilizada a base de dados da SPTrans sobre os índices e medições existentes sobre o transporte e suas empresas operadoras, bem como as demonstrações contábeis destas. Para delimitar a pesquisa, foram levantados dados de 2010 e 2011 (mas aplicados à abordagem do DEA somente aos de 2011), anos em que não houve eleições para prefeito ou trocas de comando na Secretaria Municipal dos Transportes e São Paulo Transporte S/A. 20 2 - CENÁRIO DO TRANSPORTE PÚBLICO POR ONIBUS EM SÃO PAULO 2.1 O sistema municipal de transporte da cidade de São Paulo Segundo o IBGE, a população da cidade de São Paulo no ano de 2010 ultrapassou 11 milhões de habitantes. Se levar em conta os 38 municípios que integram a região metropolitana de São Paulo, chegaremos aproximadamente a 17 milhões de pessoas. Segundo dados da Secretaria Municipal de Transporte de São Paulo, nesta região, 55% das viagens motorizadas são feitas em transporte coletivo, num total de seis milhões de passageiros transportados por dia útil. Para atender a demanda de passageiros na cidade de São Paulo, a São Paulo Transporte S/A gerencia a concessão de linhas para diversas empresas de ônibus, todas da iniciativa privada. Hoje, o sistema é operado por 13 consórcios, formados por 28 empresas e cooperativas, responsáveis pela operação de 15 mil veículos em quase de 1.500 linhas. Além dos coletivos sob a gestão da São Paulo Transporte S/A, a cidade de São Paulo é servida pela Companhia do Metropolitano de São Paulo e pela CPTM - Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, controladas pelo Governo Estadual, que transportam juntas cerca de 3,5 milhões de passageiros/dia, conforme site oficial da SPTrans. Para ligar a cidade de São Paulo às demais regiões da cidade, o sistema metropolitano de ônibus, responsabilidade da EMTU, também subordinado ao Governo Estadual, oferece uma extensa rede de linhas operadas por empresas privadas, um corredor intermunicipal em faixa segregada com linhas-tronco de ônibus a diesel e trólebus, além de um serviço rodoviário especial, que atende ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. A São Paulo Transporte S/A – SPTrans, denominação adotada em 8 de março de 1995 em substituição à antiga C.M.T.C – Companhia Municipal de Transporte Coletivo, tem por finalidade o planejamento e gerenciamento do sistema de transporte público por ônibus em São Paulo. Todas as linhas de ônibus são operadas por concessionárias, sob a supervisão da SPTrans. Esta emite ordens de serviço de operação para cada linha, incluindo definição de trajetos, horários de operação e frota necessária. O pagamento da passagem pelo usuário pode ser efetuado em dinheiro ou por um cartão denominado Bilhete Único. O referido órgão gestor coordena também a implantação e/ou uso dos corredores de ônibus e terminais de ônibus do município. 21 2.1.1 Divisão dos lotes de empresas por área O atual modelo do transporte público municipal em São Paulo divide a cidade em nove áreas diferentes, sendo que para oito delas (1 - Noroeste, 2 - Norte, 3 - Nordeste, 4 Leste, 5 - Sudeste, 6 - Sul, 7 - Sudoeste e 8 - Oeste) foram estabelecidos lotes para a distribuição das empresas e cooperativas que prestam os serviços de transporte por ônibus, micro-ônibus, vans e trólebus. A área 9 é a da região central da cidade, que não possui lotes específicos, de forma que não há nenhuma empresa ou cooperativa que atua especificamente nestes limites. As linhas que operam apenas dentro dos limites da área 9 são de responsabilidade de empresas das áreas 1 a 8, normalmente, a que fica mais próxima do ponto considerado como o inicial da linha (regra que comporta várias exceções). 2.1.2 Corredores O Corredor de Ônibus ou Faixa de Ônibus é uma via, de uso exclusivo ou não, voltado para a circulação de transporte público rodoviário, integrada em rodovia normal, geralmente urbana. Os corredores podem ser demarcados em uma faixa de rolamento à direita, ou ainda ter vias segregadas. Há ainda os que ocupam faixas à esquerda das avenidas e possuem paradas de ônibus deste lado. A atribuição do nome de “corredor de ônibus” é aplicada à via que recebe maior parte do tráfego de ônibus numa região. Na cidade de São Paulo, são os seguintes corredores: Campo Limpo - Rebouças - Centro Vereador José Diniz - Ibirapuera - Centro Inajar - Rio Branco - Centro Itapecerica - João Dias - Centro Jardim Ângela - Guarapiranga - Santo Amaro Parelheiros - Rio Bonito - Santo Amaro Pirituba - Lapa - Centro Santo Amaro - Nove de Julho - Centro 22 Expresso Tiradentes Expresso Grajaú Binário Santo Amaro 2.1.3 Subsistemas O Sistema Municipal de Transporte é composto por uma rede integrada, criada pela Secretaria Municipal de Transportes em 2003, em conjunto com a SPTrans. Essa rede permite um deslocamento mais rápido e a racionalização do uso dos meios de transporte na cidade. Esse sistema é composto por dois subsistemas: a) Subsistema Estrutural Subsistema Estrutural é formado por linhas operadas por veículos de médio e grande porte (articulados, biarticulados e comuns), destinadas a dar atendimento a grandes demandas de passageiros e integrar diversas regiões da cidade à área central desta. É a espinha dorsal do transporte coletivo. b) Subsistema Local Subsistema Local alimenta a malha estrutural e atende aos deslocamentos internos nos subcentros com linhas operadas por ônibus comuns e veículos de menor porte, como micro e mini ônibus. Para facilitar a organização das linhas, a cidade foi loteada em oito áreas, cada qual com uma tonalidade diferente e operada por um consórcio e uma cooperativa, conforme Figura 1: 23 Figura 1 – Distritos e áreas do transporte coletivo da cidade de São Paulo Fonte: SPTrans Quadro 1 – Área de atuação de Consórcios e Cooperativas Área Consórcio Cooperativa Área 1 Consórcio Bandeirante de Transporte Consórcio Transcooper Fênix Área 2 Consórcio Sambaíba Consórcio Transcooper Fênix Área 3 Consórcio Plus Consórcio Aliança Paulistana Área 4 Consórcio Leste 4 Consórcio Transcooper Fenix Área 5 Via Sul Transporte Ltda. Consórcio Aliança Cooperpeople Área 6 Consórcio Unisul Consórcio Authopam Área 7 Consórcio Sete Consórcio Authopam Área 8 Consórcio Sudoeste de Transporte Consórcio Unicoopers CooperAlfa Área 9 Todas Todas Fonte: SPTrans 24 Quadro 2 – Empresas que compõem os consórcios Área Área 1 Consórcio Consórcio Bandeirante de Viação Gato Preto Ltda. Transporte Viação Santa Brígida Ltda. Consórcio Transcooper Fenix Consórcio Sambaíba Área 2 Área 3 Área 4 Área 5 Empresas Consórcio Transcooper Fênix Consórcio Plus Fênix – Cooperativa de Trabalhadores no Transporte Coletivo da Grande São Paulo Transcooper – Cooperativa de Trabalhadores dos Profissionais no Transporte de Passageiros em Geral da Região Sudeste Sambaíba Transportes Urbanos Ltda. Fênix – Cooperativa de Trabalhadores no Transporte Coletivo da Grande São Paulo Transcooper – Cooperativa de Trabalhadores dos Profissionais no Transporte de Passageiros em Geral da Região Sudeste Expandir Empreendimentos e Participações Ltda. VIP Transportes Urbanos Ltda. Consórcio Aliança Associação Paulistana dos Condutores de Transporte Complementar da Zona Leste Paulistana Coopernova Aliança – Cooperativa de Transporte Alternativo Nova Aliança Consórcio Leste 4 Ambiental Transportes Urbanos S/A (antiga Himalaia) Empresa de Transportes Coletivos Novo Horizonte S/A Consórcio Transcooper Transcooper – Cooperativa de Trabalhadores dos Profissionais no Transporte de Fênix Passageiros em Geral da Região Sudeste Via Sul Transporte Ltda. Via Sul Transportes Urbanos Ltda. Consórcio Aliança Coopertranse – Coop. Dos Trab. Espec. em Transp. de Pass. em Geral no ESP Cooperpeople Coopernova Aliança – Cooperativa de Transporte Alternativo Nova Aliança TUPI Transportes Urbanos Piratininga Ltda. Consórcio Unisul Área Viação Cidade Dutra Ltda MobiBrasil Transporte Urbano Ltda. (antiga Metropolitana) VIP Transportes Urbano Ltda. 6 Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos Transporte de São Paulo – Cooper Pam Consórcio Authopam Consórcio dos Trabalhadores em Transporte Coletivo de Passageiros e de Cargas do Estado de São Paulo – Cooper Líder Transkuba Transportes Gerais Ltda. Área Consórcio 7 7 Consórcio Sudoeste de 8 Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda. VIP Transportes Urbanos Ltda. Consórcio Authopam Área Viação Campo Belo Ltda. Transporte Cooperativa dos Trab. Autônomos em Transp. De São Paulo Cooper Pam Viação Gato Preto Ltda. OAK TREE Transportes Urbanos Ltda. Transppass Transporte de Passageiros Ltda. Consórcio Unicoopers Cooperalfa – Cooperativa de Trabalho dos Condutores Autônomos Cooperalfa Unicoopers – Coop. Unificada de Transp. Coletivo Urbano de Passageiros 25 2.1.4 A importância da eficiência no setor de transporte público O Sistema Municipal de Transporte vem cada vez mais tendo que trabalhar com uma crescente população usuária dos sistemas de transporte coletivo por ônibus e com recursos que nem sempre acompanham a evolução do número de passageiros transportados. Nesse sentido, dado que a eficácia do transporte é oferecer um transporte que atenda a população usuário, e eficiência é realizar esse atendimento com o menor consumo de recursos, faz-se importante destacar que eficiência é tão importante quanto eficácia, pois embora as empresas tenham que atender a demanda da população por transporte, deve fazê-lo otimizando recursos como investimentos em novos ônibus, espaços destinados a alojamento destes ônibus, mão-de-obra e insumos como combustíveis, óleos lubrificantes entre outros. Por conta da aplicação destes recursos, as empresas apresentam diversos resultados, como passageiros transportados, quilômetros percorridos, geração de caixa e lucros. Nesse sentido, a eficiência se torna fundamental para a redução de custos por passageiro transportado e, consequente, aumento da lucratividade em um setor que, se não apresenta resultados satisfatórios, no mínimo pressiona os órgãos governamentais a uma revisão na remuneração e, por conseguinte, no aumento de preços públicos de tarifas, onerando a passagem de ônibus. Dentro do município de São Paulo, não há concorrência direta entre as empresas de ônibus, e por isso não se fala aqui em competição entre empresas. Evidentemente que há uma intersecção de linhas de empresas diferentes em uma dada via principal de uma região, mas essa intersecção tem impactos muitos pequenos entre uma empresa e outra. Também, há de se considerar que uma empresa mal gerida poderá levar a consequências bastante prejudiciais a todos os stakeholders, podendo resultar em paradas da empresa por protestos de funcionários (caso atrasem o salário, por exemplo), atrasos na entrega de insumos por fornecedores e até prejuízos à população pela interrupção ou deficiência na prestação do serviço. De acordo com Ferronato et al (2009), “ser mais eficiente do que outro modo não significa que o transporte coletivo seja absolutamente eficiente, e a busca de melhorias é necessária. Aumentar a eficiência na produção do serviço de transporte coletivo vem a ser, assim, um objetivo de toda a sociedade, além dos atores diretamente afetados: usuários e operadores.” Atenta a isso, a SPTrans está constantemente implantando novos sistemas e mecanismos de melhorias, como acompanhamento da velocidade média de cada linha operacional, novas formas de integração de tarifas com o uso do Bilhete Único, 26 3 – REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 A importância de medir desempenho A sobrevivência das empresas no mercado é determinada, entre outros fatores, de uma relação entre os objetivos da organização e a operação de suas atividades. De acordo com Smith (2005), o gerenciamento do desempenho é a chave para obtenção das melhores práticas gerenciais para alcançar as metas e objetivos de qualquer instituição. Este gerenciamento do desempenho proporciona, entre outras, a otimização no uso de recursos e/ou na produção, buscando o alinhamento entre recursos, pessoas, produção e eficiência nos mais diversos níveis da empresa (estratégico, tático e operacional) de modo a maximizar o resultado. Para Hronec (1994), as medidas de desempenho representam os sinais vitais de uma empresa. Para o autor, medição de desempenho é uma forma de quantificar as atividades dentro de um processo ou, ainda, de verificar se suas saídas atingem a meta específica, e este processo não deve apresentar interrupções, ou seja, deve ser contínuo para que haja feedback de informações e, consequentemente, a empresa possa gerar novas metas e ajustar suas estratégias. Ghalayini e Noble (1996) conseguiram identificar dois momentos na história da medição de desempenho: até os anos 80, a medição de desempenho era voltada para as medidas de desempenho financeiro, como retorno sobre a venda e lucro, e tradicionais, como produtividade. Após os anos 80, outros indicadores de desempenho não financeiros passaram a ser considerados, uma vez que a qualidade, flexibilidade, atendimento e entregas confiáveis fazem parte das estratégias das empresas até os dias de hoje e, como consequência, nos indicadores dos desempenhos organizacionais. Neely (1998) cita em seu livro que as empresas que dispõe de um sistema de medição de desempenho geram informações que respaldam as tomadas de decisões pelos gestores, pois eficiência e eficácia são quantificadas através da (i) coleta de dados, (ii) sua compilação, (iii) categorização, (iv) análise, (v) interpretação e (vi) disseminação das informações aos gestores. 27 3.1.1 Implantando um sistema de medição de desempenho Uma vez identificada a importância da medição de desempenho nas empresas, tanto para melhorias em processo como para subsidiar as tomadas de decisões, faz-se importante identificar as etapas para a implantação de um sistema de medição. Conforme cita Dey, Hariharan e Clegg (2006), o objetivo de um sistema métrico de desempenho é fornecer subsídios e parâmetros para uma melhoria contínua e otimização do desempenho operacional. Para tanto, é importante que seja escolhido os fatores apropriados para atingir esse objetivo, utilizando-se de um processo sistemático de medição quantitativa e uso adequado de metodologia para sua aplicação. Complementando os autores, Smith (2005) cita que a gestão do desempenho dá embasamento para que as instituições orientem seus funcionários para tomarem as decisões mais acertadas visando a maximização da eficiência. Para o autor, esta absorção de informações melhora a qualidade da organização construindo um valor de longo prazo a todos os seus stakeholders. Neely (1998) cita que a avaliação de desempenho não deve estar distante de seu retorno. O autor propõe quatro grupos que irão identificar as causas de uma medição: 1. Verificar posição 2. Comunicar posição 3. Identificar prioridades 4. Induzir progresso Harrington (1993) defende a aplicação de um sistema de medição do desempenho, mas com restrições. O mesmo autor cita que, uma vez que não há medição, não há controle; e se não há controle, não há gerenciamento e, consequentemente, melhoria. Por fim, alerta que, a menos que exista feedback, o sistema de medição pode ser um total desperdício de recursos como tempo e dinheiro. Conforme afirmam Sink e Tuttle (1993) o motivo mais importante para implantar um sistema de medição de desempenho é a possibilidade de incrementar o melhoramento e, principalmente, saber como melhorar, onde concentrar a atenção e aplicar os recursos. No tocante à disseminação das informações geradas pelo sistema de medição de desempenho, Carlzon (2005) defende que ninguém é responsável se não tem acesso à informação. Porém, cita que um gestor com informações não pode deixar de ser responsável, mostrando a importância das informações serem difundidas. 28 Com relação ao reconhecimento e premiação do desempenho, Harrington (1993) explica que a recompensa estimula as unidades tomadoras de decisão a não pouparem esforços para a organização se destacar. O autor alerta que a falta de premiação ou de reconhecimento tira do indivíduo ou da equipe o sentimento de realização. 3.1.2 Implantando um sistema de avaliação de desempenho Alguns cuidados básicos devem ser observados durante a implantação de uma avaliação de desempenho, tanto na idealização da medição como também o controle do desempenho. Harrington (1993) e Altmayer (2006) afirmam que é possível prevenir um desempenho ruim por meio da execução de um planejamento bem ajustado. Segundo os autores, é importante alinhar o papel da avaliação de desempenho às estratégias da empresa, e não sobre os processos de medição. Toda a construção de um modelo de medição deve se basear perguntando o que se quer atingir, e daí definir o que deve ser medido. Não se deve dar menor atenção ao desempenho em um sistema de avaliação, uma vez que este é responsável pela exatidão dos resultados obtidos. Plsossl (1992) cita várias condições para um controle ótimo, como (i) a implantação de um projeto executável, (ii) integridade dos dados, (iii) retorno das informações em tempo hábil, (iv) as próprias medidas de desempenho, (v) definição de margens de erro (tolerância); (vi) relatórios de ações corretivas, (vii) análise correta dos resultados, (viii) correção rápida e (iv) acompanhamento. Na implementação, Hronec (1994) cita que algumas etapas são importantes antes de iniciar o processo de avaliação de desempenho, como (i) desenvolvimento de medições que interaja com os diversos níveis organizacionais da empresa, (ii) determinar as medidas que estejam alinhadas às diretrizes e metas da organização, (iii) responder “o quê”, “por que”, “quando” e “como” sobre as medidas e, por fim, (iv) manter melhorias nas medições. Uma das preocupações que podem interferir na implantação de um sistema de medição de desempenho é quanto ao número de indicadores que farão parte do modelo. Alguns modelos, como o TQM – Gerenciamento pela Qualidade Total tem como característica o excesso de indicadores. Determinados autores (JOHNSON E KAPLAN; MÜLLER) sugerem que nenhuma organização ou gestor pode controlar tantos indicadores, e indicam um número entre 5 a 15 para uma boa gestão. Mais tarde, Rafaeli e Müller (2007) 29 acabam criando um modelo baseado no AHP – Analytic Hierarchy Process – no qual a medição do desempenho de uma empresa é dada através da construção de um índice (ICD – Índice Consolidado de Desempenho), formado pela conjunção de 35 indicadores e uso de gráficos. Evidentemente, é possível inferir que uma quantidade pequena de indicadores tornase necessária para medição de resultados, mas é preciso ter a cautela de não dispensar indicadores quando há a presença de diversos resultados periféricos de uma empresa. 3.1.3 O benchmarking como instrumento de aprendizado Como visto anteriormente, além de monitoração do sistema através da implementação de indicadores, os modelos devem permitir uma constante melhoria no desempenho avaliado, o que poderia ser feito por meio da comparação entre as unidades avaliadas, através de um processo de benchmarking. Benchmarking é a comparação de dois ou mais sistemas voltado para a busca das melhores práticas nas organizações que conduzem a um desempenho superior. Por meio de um processo positivo e pró-ativo, é possível examinar como outra empresa realiza uma tarefa específica a fim de melhorar a realização desta mesma tarefa. Min e Min (1997) cita benchmarking como um processo contínuo para melhoria da qualidade, avaliando suas forças e fraquezas internas e as vantagens dos melhores concorrentes. Drew (1997) cita que o benchmarking tornou-se uma das ferramentas mais utilizadas para gestão estratégica, graças à possibilidade de obter aprendizado de forma mais ágil. O autor ainda defende que o benchmarking interage com o sucesso dos processos, no desenvolvimento de novos produtos e mudanças organizacional nas empresas, alertando que o benchmarking, por si só, não leva à vantagem competitiva uma vez que está voltado ao desenvolvimento e implantação de procedimentos que sejam imitadores ou com pouca inovação. Segundo Min e Min (1997), benchmarking pode ser dividido em dois tipos: o competitivo e o de processos. O benchmarking competitivo é focado na comparação do desempenho organizacional de unidades concorrentes, e o de processos foca apenas nos processos específicos em relação a outras unidades que se utilizam dos mesmos. Já Drew (1997) complementa o estudo de Min e Min (1997) e desdobra o benchmarking competitivo em (i) 30 estratégico e de (ii) produtos e serviços. Pode-se notar que o benchmarking competitivo estratégico é utilizado para comparar estruturas organizacionais, as melhores práticas de gestão e as estratégias de negócio. Já o de produtos e serviços, como o próprio nome sugere, tem seu foco voltado em comparar os produtos e serviços oferecidos. Drew (1997) afirma ainda que o benchmarking tem sido aceito por muitas organizações como uma importante ferramenta de aprendizado organizacional, mas alerta para as limitações em sua utilização. O autor afirma que os benefícios de sua utilização traduzem em transmissão e absorção de conhecimento muito além dos limites da organização, e que este conhecimento pode levar as empresas a refletirem acerca dos conhecimentos adquiridos. Uma dessas limitações é a ausência de uma metodologia para tal. Goh e Richards (1997) complementa Drew (1997), afirmando que a falta de um processo, até então, para aplicar o benchmarking, é um dos problemas de uso desta ferramenta. Goh e Richards (1997), no entanto, propõem cinco dimensões de aprendizado através do benchmarking, quais são: a clareza da missão, o comprometimento dos líderes, a experimentação, a transmissão de conhecimento e o trabalho em equipe. Nota-se, até aqui, que o aprendizado é parte importante do desenvolvimento de uma empresa para que esta possa sobreviver em ambientes competitivos. Voss, Ahlström e Blackmon (1997) destacam uma relação significativa entre a vontade que a empresa tem para o aprendizado e o uso do benchmarking como mecanismo de melhoria de seu desempenho. Com base nessa argumentação, é possível estruturar uma relação entre desempenho, benchmarking e aprendizado, conforme segue: Desempenho Benchmarking Aprendizado Figura 2 – Relação entre desempenho, benchmarking e aprendizado 31 Voss, Ahlström e Blackmon (1997), baseados nesse argumento, propõem as seguintes relações: Organizações focadas na aprendizagem são mais voltadas na utilização de benchmarking; A prática de benchmarking levam as organizações a identificar práticas e objetivos desafiadores; A prática de benchmarking permite que a empresa identifique suas forças e fraquezas; e A identificação dessas forças e fraquezas beneficia o desempenho, visto que o plano de melhoria deverá ser elaborado de acordo com a realidade da organização. 32 3.2 Medidas de Avaliação de Desempenho Operacional e Financeiro Uma vez que a necessidade de implantar um sistema de medição de avaliação de desempenho deve estar alinhada com os objetivos da empresa, muitos indicadores foram criados como ferramentas que auxiliam a organização no atendimento de suas metas. Identificado os objetivos da medição de avaliação na organização, é importante definir o modelo de indicadores que será responsável pela medição do desempenho, haja vista a vasta gama de medidas de avaliação existentes. Muitas propostas têm sido desenvolvidas e implantadas para medição do desempenho de processos, áreas ou empresas, como TQM – Total Quality Management ou Gerenciamento pela Qualidade Total, TOC – Theory of Constrains ou Teoria das Restrições; CI – Capital Intelectual ou Capital Intelectual, Modelo Quantum e Modelo de Tummler e Brache. Em uma tentativa de identificar as métricas utilizadas para desempenho financeiro, é de consenso dos estudiosos que há um número sem fim de modelos e índices. A utilização de apenas uma das inúmeras métricas como única medida de avaliação de desempenho financeiro pode não parecer ser razoável, haja vista que cada uma delas indica benefícios variados e atende a diferentes interesses. Os diversos constructos financeiros de desempenho podem oferecer vantagens e desvantagens, conforme o ponto de vista de cada interessado, e sua escolha deve ser cuidadosa para não gerar desinformações ou vieses. Como exemplo, é possível dizer que a utilização dos lucros como medida de desempenho, muito difundida em tempos outrora, poderia levar a uma consequência como uso excessivo de capital investido a baixas taxas, o que resultaria em um lucro de grandeza nominal, mas não relativa ao investimento. Segundo Boston Consulting Group-FGV (1998), a utilização de medidas de desempenho pode influenciar as empresas das seguintes formas: a) Aumento do valor para o acionista, se utilizadas às medidas de desempenho corretas; b) Destruição do valor, em caso de utilização de medidas inadequadas. Assim, a medida escolhida deve considerar os resultados futuros e os riscos, e não ser influenciada pelos métodos contábeis (PETERSON e PETERSON, 1996). 33 O mesmo autor cita que as medidas tradicionais de desempenho financeiro são, em sua totalidade, baseadas em dados contábeis. A grande vantagem no uso destas medidas é a disponibilidade das informações, encontradas em sua totalidade nas demonstrações financeiras, além de serem de fácil cálculo e interpretação. Com referência a estas mesmas medidas tradicionais de desempenho, Petty & Guthrie (2000) apontaram ao menos quatro problemas: a) Os lucros contábeis e o fluxo de caixa não são iguais; b) Os números contábeis não consideram o risco das operações; c) O custo de oportunidade do capital próprio não é levado em conta; d) Não há valor do dinheiro no tempo. Além desses problemas pontuais, as práticas contábeis diferem de empresa para empresa, influenciando os lucros relatados, corroborando para a insuficiência do uso do indicador como criação de valor. Rappaport (1986) identificou ao menos cinco limitações no uso de medidas de lucratividade nas empresas: a) Métodos contábeis alternativos podem ser utilizados; b) O risco é excluído; c) Necessidades de investimento são excluídas; d) Política de dividendos não é considerada; e) O valor do dinheiro no tempo é ignorado. BCG/FGV (1999) cita que as empresas descobriram que medidas de desempenho financeiro diferentes das medidas tradicionais traduzem melhor o desempenho e auxiliam na gestão das empresas na tomada de decisões que criam valor para o acionista. Young & O’Byrne (2001) classificam as medidas de avaliação de desempenho em cinco categorias: • Medidas de lucro residual: consideram o custo de capital (próprio e de terceiros). Não incorporam a opinião do mercado sobre oportunidades de crescimento futuro. Ex: CVA (Cash Value Added), Lucro Econômico, EVA® (Economic Value Added); • Componentes do lucro residual: são os elementos do lucro que não incluem os custos do capital. Sua utilização é bastante ampla nos níveis inferiores da estrutura organizacional da empresa. Ex: EBIT (Earnings Before Interest and Taxes); EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization), que é o EBIT mais as 34 depreciações e amortizações; NOPAT (Net Operating Profit After Taxes); RONA (Return On Net Assets); • Medidas baseadas no mercado: são algumas derivadas do mercado de capitais. Ex: TSR (Total Shareholder Return); MVA® (Market Value Added). As medidas baseadas no mercado só são possíveis para organizações de capital aberto com ações negociadas no mercado; • Medidas de fluxos de caixa: são estruturadas para contornar a influência do regime de competência utilizado na contabilidade. Ex: Fluxo de Caixa das Operações; Fluxo de Caixa Livre para os acionistas; CFROI (Cash Flow Return On Investment); • Medidas de lucro tradicionais: incluem as medidas que os executivos e analistas externos têm focado há décadas. Ex: Lucro Líquido e Lucro por Ação. O que distingue as medidas de cada uma dessas categorias é o modo como se comportam (YOUNG; O’BYRNE, 2001) em termos de: • serem apresentadas em unidades monetárias ou em porcentagem; • incluírem o custo do capital de terceiros; • incluírem o custo do capital próprio; • serem mensuráveis em nível divisional; • serem fáceis de calcular; • serem ajustadas pela inflação; • incluírem o valor dos investimentos futuros. As medidas de lucro residual são apresentadas em unidades monetárias, incluem o custo do capital de terceiros e próprio e são mensuráveis em nível divisional. Por não incluírem o valor dos investimentos futuros, têm uma natureza de curto prazo. Sua principal vantagem é a facilidade com a qual são calculadas e mensuradas em nível divisional. Já aquelas baseadas no mercado como TSR – Total Shareholder Return e MVA® Market Value Added só podem ser utilizadas por empresas de capital aberto. Têm como vantagem a inclusão das expectativas do mercado sobre o crescimento futuro. As medidas de fluxo de caixa têm a vantagem de ligar a mensuração do desempenho à capacidade de geração de fluxo de caixa. 35 Finalmente, as de Lucro Tradicional têm a vantagem de estarem disponíveis nos relatórios financeiros. Entretanto, não consideram o custo do capital próprio e existe a possibilidade de serem manipuladas, distorcendo, dessa forma, inteiramente o valor criado. Em Measuring Organizational Performance – Metrics for Entrepreneurship and Strategic Management Reserch, Carton e Hofer (2006), após levantamento da literatura acerca de desempenho de empresas, concluem que não há um ponto em comum das variáveis que devem ser consideradas para mensuração da empresa. Ao todo, os autores examinaram cinco abordagens sobre desempenho econômico-financeiro de uma empresa: a contabilidade, o Balanced Scorecard, a gestão estratégica, o empreendedorismo e a microeconomia, sobre as quais seguem as principais características: Sobre a perspectiva do uso da contabilidade para medição de desempenho de uma organização, há a vantagem da padronização dos demonstrativos financeiros e do rigor com que são efetuados os registros, minimizando a formação de vieses (CARTON E HOFER, 2006). Além dessa vantagem, a contabilidade pode informar também a criação de valor da empresa. Através de medição dos resultados das diversas decisões tomadas por seus gestores, é possível identificar a criação de valor, uma vez que esta se relaciona à capacidade da organização em gerar caixa superior aos desembolsos da empresa. As organizações que focam a criação de valor se tornam mais saudáveis e sólidas, proporcionam benefícios para a sociedade, maiores oportunidades de carreiras e maiores possibilidades de negócios. O Balanced Scorecard, desenvolvido por professores da Harvard Business School, é uma metodologia de medição e gestão de desempenho que se utiliza não só de indicadores financeiros, mas como a utilização de outras informações como definição da estratégia empresarial, gerência de serviços, gestão da qualidade e gerência do negócio, todas como indicadores de desempenho. Muitos destes indicadores dependem de auto-avaliação dos próprios gestores, colocando em questionamento a sua validade. Além disso, o Balanced Scorecard usa medidas operacionais especificas a uma determinada empresa, dificultando assim a sua utilização por conta da peculiaridade do índice a cada organização. Com relação à gestão estratégica, esta aborda os processos utilizados para atingir as metas e objetivos organizacionais de uma organização (DRUCKER, 1954). O autor sugere oito medidas de desempenho que são essenciais para a sobrevivência de uma empresa: i) 36 Penetração de mercado, ii) Inovação, iii) Produtividade, iv) Recursos físicos e financeiros, v) Lucratividade, vi) Desempenho e desenvolvimento dos gestores, vii) Desempenhos e atitude do trabalhador e viii) Responsabilidade Pública. ANSOF (1965), contrapondo Drucker, propõe uma única medida organizacional que é o retorno sobre o investimento. Porém, ANSOF (1965) alerta que o interesse dos acionistas nem sempre está alinhado aos interesses da organização, e sugere também a utilização de indicadores não econômicos. Abordando a Perspectiva do Empreendedorismo, é importante ressaltar que vários aspectos que envolvem o processo empreendedor, desde a análise de oportunidade à equipe empreendedora e os recursos para o desenvolvimento do negócio são analisados sobre o prisma do empreendedorismo corporativo. Murphy et al. (1996) aplicou uma abordagem de medição de desempenho e conseguiu identificar que as empresas podem abrir mão de lucratividade em prol de crescimento, e vice-versa. Por fim, a perspectiva da microeconomia onde são abordadas duas correntes: Valor Econômico e a Teoria Neoclássica da Produção. Na perspectiva de Valor Econômico, Barney (2001) cita que o valor criado é exatamente o valor consumido na utilização dos ativos. Contrariando a ideia de que a empresa não apresente lucros, o conceito passa a ser diferente, uma vez que lucro nominal difere de lucro econômico. Lucro econômico é o lucro nominal descontado pelo custo médio de capital. E custo médio de capital é baseado em retornos futuros ajustado pelo risco das operações, o lucro econômico é igual à criação do valor necessário para atender o interesse dos investidores. Assim, se essa criação de valor não for suficiente para atender o retorno mínimo exigido, a empresa terá dificuldades em se manter, pois haveria uma fuga dos provedores de recursos. Do contrário, se a empresa gera mais valor do que esperado pelo mercado, estas conseguem atrair mais recursos para atender uma maior demanda resultando em vantagem competitiva. A perspectiva baseada na teoria neoclássica da produção explica que, em uma empresa, há entrada de recursos e insumos (inputs) dos mais variados tipos para produzir uma saída de produtos e/ou serviços (outputs). Esta relação entre inputs e outputs pode ser descrita através de uma função de produção como, por exemplo, no caso de um produto P produzido para n insumos X, tem-se uma função tal como: Equação 1 37 Koopmans (1951) cita em seu trabalho que uma empresa é eficiente se esta consegue aumentar a produção de um produto sem, contudo, diminuir a produção de outro. Eficiência também pode ser entendida como maximização de lucro ou minimização de custos. Watson e Holman (1979) citam que produtividade de uma firma é a razão dos bens e serviços produzidos pelos seus recursos utilizados, conforme segue: Equação 2 Esta perspectiva da microeconomia aparenta ser a mais indicada para abordar uma medida de desempenho para mensurar a eficiência das empresas de transporte, a qual pode ser aplicada utilizando a abordagem de Análise Envoltória de Dados. 38 4. METODOLOGIA 4.1 DEA – Análise por Envoltória de Dados Análise Envoltória de Dados – DEA (Data Envelopment Analysis) pode ser mais facilmente entendida se esclarecidos alguns de seus conceitos e composição, pertinentes ao modelo, como: DMU – Decision Making Unit (DMU) ou Unidades Tomadoras de Decisão. É importante que essas unidades tenham os mesmos tipos de recursos (inputs) e obtenham os mesmos tipos de produtos (outputs). Inputs – são os recursos ou insumos consumidos pelas DMUs para produção desejada, e, na abordagem DEA, quanto menos recursos forem utilizados, melhor para a DMU. Outputs - são os produtos (resultados) gerados pelas DMUs, e para abordagem DEA quanto mais for produzido, melhor para as DMUs. Plano de Produção: é a relação entre as unidades de inputs utilizados e os outputs produzidos por cada uma das DMUs; Escore de Eficiência – é um ranking de eficiência gerado para cada DMU, através de programação linear. O indicador varia de 0 a 1, sendo que um escore de eficiência igual a 1 , mostra a(s) unidade(s) eficiente(s) em relação às demais. Slacks – Conhecido como folgas, representa a distância das variáveis das empresas ineficientes da fronteira de eficiência. Cada variável apresenta uma folga, que irá determinar a sugestão para a empresa ineficiente atingir a eficiência. Poderão ocorrer casos em que uma variável representa uma produção, mas cuja quantidade é indesejável (ex. acidentes, quebras, poluição), e a forma de tratar essa variável é considerá-la como um input (GOMES, 2003). O autor afirma que as variáveis que se desejam diminuir são consideradas inputs, e as que se desejam aumentar são consideradas outputs. A abordagem por DEA permite alocar diversos insumos e produtos para calcular a eficiência das DMUs. Uma vez identificadas as empresas eficientes das ineficientes, pode-se construir uma fronteira de eficiência com as unidades eficientes, que servirão de benchmarking para as unidades ineficientes. 39 Uma vez que é possível encontrar tamanhos distintos de DMUs dentro de uma abordagem por DEA, há dois modelos de DEA que se atenta aos seus tamanhos. O modelo CCR (CHARNES et AL., 1978), também conhecido por CRS – Constant Returns to Scale,) admite retornos constantes de escala e entende que há uma proporcionalidade entre as variáveis de input e output. Já o modelo BCC, ou VRS – Variable Returns Scale, (BANKER et al. 1984), assume que não há proporcionalidade entre as variáveis de input e output, e sim uma convexidade entre elas. Por conta das variáveis de insumo e de produção, os modelos de DEA podem apresentar duas orientações: orientação voltada a inputs, a qual identificará como DMUs eficientes aquelas que minimizam a utilização de recursos, (ii) e a orientação voltada a output, a qual medirá a eficiência das DMUs pela eficiência de sua produção sem contudo alterar seus gastos. Para um modelo de medida de desempenho para as empresas de transporte, o modelo DEA a ser recomendado é o BCC, ou VRS, já que as unidades em avaliação apresentam diferenças de escala significativas. Deve também ser adotado um modelo orientado ao insumo, uma vez que são variáveis mais próximas de serem controladas do que as variáveis de output. Não foi descartado o uso do modelo voltado ao produto. O modelo BCC com retornos variáveis de escala (VRS), os índices de eficiência, como se viu, dependem da orientação escolhida. No caso do uso do modelo orientado para maximizar os produtos, sua fórmula será: Equação 3 Sujeito a 40 Quando se deseja minimizar os insumos, sem alteração do nível de produção, a formulação do modelo é: Equação 4 Sujeito a Figura 3: Modelos e orientações da abordagem DEA 41 Uma das recomendações na utilização desta abordagem (DEA) é a definição da quantidade e de quais variáveis inputs e outputs devem ser utilizadas. Dependendo do tamanho da amostra, uma grande quantidade de inputs e outputs poderá resultar em uma fronteira com 100% de DMUs eficientes. Uma das recomendações empíricas é de que a quantidade de DMUs seja o dobro ou o triplo da quantidade de variáveis. Recentemente, Gonzáles-Araya (2003) sugere que esse número seja ainda maior (4 a 5 vezes) quando, além da fronteira de eficiência, necessite analisar as benchmarks das unidades analisadas. Há também uma abordagem paramétrica a qual é usada para a estimação de fronteiras de produção (LOVELL e SCHIMDT, 1988). Isto requer que o formato da fronteira seja prenunciado de antemão especificando uma função particular relacionando inputs e outputs. Existe ainda a possibilidade de se combinar as diferentes forças de cada uma destas abordagens em um método híbrido (TOFALLIS, 2001), onde, num primeiro plano, as unidades de fronteiras são identificadas pelo DEA, definidas em uma superfície. Isto permite um melhor aproveitamento em relacionar múltiplos resultados (outputs) com múltiplos insumos (inputs) a serem estimados. A abordagem tem sido adaptada de funções de múltiplas entradas (inputs) e saídas (outputs), e aplicada em muitos setores como distribuição elétrica, portos, aviação comercial, transporte ferroviário, etc. O DEA desenvolve uma função cuja forma é determinada pela maioria dos produtores mais eficientes. Este método difere da técnica estatística dos Mínimos Quadrados Ordinários (OSL – Ordinary Least Square) a qual se baseia em comparações relativamente médias a um fabricante. Assim como a Análise de Fronteira Estocástica (SFA – Stochastic Frontier Analysis), o DEA identifica uma fronteira na qual os desempenhos relativos de todas as utilidades da amostra podem ser comparados: a abordagem DEA dá referências às empresas que estão abaixo dos melhores produtores. Ela pode ser caracterizada como um método de pontos extremos que presume que se uma firma pode produzir certo nível de resultados (outputs) utilizando um específico nível de insumos (inputs), outra empresa de igual escala deveria ser capaz de fazer o mesmo. Os produtores mais eficientes podem formar um composto produtor, permitindo o cálculo de uma solução eficiente para todos os níveis de entradas ou saídas (inputs e outputs). Onde não houver uma empresa correspondente, os produtores virtuais são identificados para fazer comparações (BERG, 2010). 42 Quadro 3 - Síntese de alguns artigos de DEA em transporte Autor Amostra 155 ônibus local da De Borger et al. (2008) Noruega e 55 operadoras francesas de ônibus 30 Boame (2004) operadoras de ônibus canadense. Especificação Orientação voltada ao insumo. CRS, VRS, CE (eficiência em custo) e TE (eficiência tecnológica) Orientação voltada ao insumo. VRS INPUTS OUTPUTS Principais resultados Custos com combustível, custos com motorista, Assentos por 25% de viés por CE incorretos. A quilômetro presunção por CRS foi rejeitada. outros custos Ônibus, combustível, salários Viés significante. Velocidade e ano com Receita por km positivo, índice de pico/base negativo, e por veículo idade do ônibus sem impacto significante na eficiência. 1990 - 1998 282 Cowie (2002) observações Orientação voltada ao de 58 insumo. operadoras CRS, VRS britânicas de 2º estágio de ônibus regressão Aumento significativo em eficiência Funcionários, veículos tecnológica (TEcrs) e gerencial (TEvrs). Km por veículos Nenhum aumento significativo em SE (escala de eficiência) para empresas compradas e grupos de firmas. 1992-1996 Assentos, Odeck e Alkadi (2001) 47 maiores operadoras de ônibus da Noruega Orientação voltada para input e output. CRS, VRS. 2º estágio de regressão. Teste de Mann-Whitney combustível, Nenhum efeito para mecânica própria e custos com Passageiros por serviços de solda. Operadores públicos x equipamentos, quilômetros, operadores privados e operações urbanas horas assentos por x operações regionais sem impactos dirigidas e quilômetros significantes. outros funcionários. Km de ônibus 15 ônibus Combustível por empregado, catalões por 100 km, km de ônibus Pina e (Espanha). Orientado ao insumo. subsídio por por ano e por Torres Ano da VRS. Regressão de 2º passageiro, habitante, (2001) amostra não estágio e logit custo por km, população, taxa foi custo por de acidente, informado. passageiro. frequência de Companhias públicas são mais eficientes, mas não significativas. Setor econômico concentrado, extensão geográfica, número de carros, receita per capita e idade da população sem influência significante. acidente. O Quadro 3 lista alguns estudos de DEA para um ou mais produtos de companhias de transporte públicos locais classificados por ano de publicação. A primeira coluna mostra o autor e o ano de publicação. A segunda coluna mostra o conjunto de dados com o número de 43 observações, número de empresas, país, tipo de operador e período. A terceira coluna fornece informações sobre o tipo de orientação, presunção de escala, e outras informações metodológicas. A quarta e quinta coluna mostra os insumos e produtos (inputs e outputs), e a sexta coluna resume a significância do estudo por comparação. Três destes estudos são restritos a observações tomadas em um único ano, refletindo a competência do DEA em conjuntos de dados transversais. Aplicações para dados em painel como Windows Analysis (COOPER et al., 2004, pp 42) existem, mas o desenvolvimento de modelos de dados em painel para DEA não é tão avançado como é em SFA. A orientação predominante em estudos de DEA de transporte público local é voltada ao insumo, por causa da rota frequentemente predeterminada (ODECK e ALKADI, 2001). A orientação voltada ao insumo é também observada quando voltada à minimização de custos, e principalmente por conta de muitas empresas de ônibus de transporte público local atuarem juntamente com o poder público e estarem impedidas de reajustar preços de tarifas. O cálculo correspondente do custo eficiente calcula quanto pode ser economizado mantendo os atuais níveis de produção. Para o cálculo do custo eficiente, informações sobre a quantidade de insumos e preços são necessários, o que são frequentemente ausentes em estudos anteriores. Dos estudos da tabela acima, apenas De Borger et al. (2008) foi capaz de usar tal informação. Como pode ser visto da figura anterior, escores de eficiência técnica são definidos em uma escala de 0 a 1, com o 1 indicando uma eficiente DMU. Enquanto há um consenso sobre as melhores variáveis de entrada (input) a serem utilizadas, há uma constante discussão sobre as variáveis de saída (output) que deveriam ser utilizadas. Desses estudos, um grupo defende o uso de medidas puras orientadas ao fornecimento, como quilômetros por veículos ou quilômetros por assento, enquanto outro autor defende medidas orientadas à demanda, isto é, passageiros e passageiros por quilômetros. Os que defendem o uso de medidas voltadas ao fornecimento argumentam que demanda não é uma variável controlada do gerenciamento. Aqueles que defendem medidas de demanda argumentam que no final das contas a carenagem do veículo é que conta; pois do contrário as empresas que colocam seus ônibus vazios através de áreas menos congestionadas seriam as mais eficientes. Quatro estudos levam em conta as medidas orientadas ao insumo, com Odeck e Alkadi (2001) considerando “passageiros por quilometro” como um segundo modelo. Apenas Boame (2004) considera uma medida orientada à demanda. Todos os cinco 44 estudos são, de fato, análises semiparamétricas porque desempenham regressões de segundo estágio, a maioria para determinar influências exógenas nas eficiências. No mais recente estudo de De Borger et al. (2008), os autores utilizaram as pesquisas realizadas sobre DEA que sugeriram procedimentos para correção de vieses e inferências através de método de bootstrapping em estimadores de DEA. Estes estimadores de DEA são enviesados pela construção, afirmando que a verdadeira fronteira de eficiência é desconhecida. Eles propuseram a construção de um estimador para corrigir os vieses DEA com a ajuda de pseudoamostra de dados. A influência de outras variáveis em eficiência é também testada por Odeck e Alkadi (2001). Tipos de propriedade (privada ou pública) são insignificantes, resultado este também confirmado por Pina e Torres (2001) para Catalunha. Isto reforça os resultados de pesquisa recente sobre o desempenho de operadoras de transporte por ônibus (DE BORGER e KERSTENS, 2008). Eles concluem que um grau de competição e regulação é mais relevante. Pina e Torres (2001), no entanto, aparecem com exceção na literatura, por utilizar medidas parciais de produtividade ao invés de puras entradas (inputs) e saídas (outputs) em seu modelo de DEA. Depois, após o procedimento básico do DEA, eles regressaram escores de eficiência como inputs para verificar seu poder de explicação. 4.2 - Escolha e justificativa das variáveis Para avaliação da eficiência operacional das empresas de ônibus da cidade de São Paulo foram selecionadas seis variáveis que indicam as relações clássicas entre produção, capital e trabalho, todas do ano de 2011. Como variáveis de inputs foram selecionadas as quantidades de linhas que cada empresa opera, a frota média operacional, as partidas realizadas, e a média das despesas administrativas por veículo. Como variáveis de outputs foram utilizadas as variáveis que representam o total de passageiros e o total de quilômetros rodados ao longo do ano. De todas as variáveis escolhidas, a única que poderia ser utilizada tanto como uma input como uma output é o total de quilômetros rodados. Se usada como input, acabaria indicando que quanto menos percurso houver para uma dada quantidade de passageiro, melhor para a empresa operadora. No entanto, o órgão gestor do transporte público da cidade gerencia não só o interesse das empresas, mas principalmente da população em geral, e entende que quanto mais quilômetros forem percorridos, mais bem atendida será a população de modo geral. 45 Quadro 4 – Inputs e Outputs utilizados para mensuração da eficiência operacional Eficiência Operacional Input Output Quantidade de linha Passageiros transportados Frota Quilômetros percorridos Partidas Despesas por veículo Na avaliação da eficiência financeira destas empresas, foram selecionadas sete variáveis, que compõe métricas de eficiência econômico-financeiras. Como variáveis de input, foram utilizados o ativo total da empresa, o patrimônio líquido e a média das despesas administrativas por veículo. Como outputs, as variáveis representaram o total da receita líquida, o lucro líquido do ano corrente, o índice de liquidez corrente e o retorno sobre ativos. Dentro dos transportes, e bem possivelmente de outros setores, uma das preocupações recorrentes é a capacidade de pagamento dos fornecedores, principalmente em recessões ou tempos de crise. Essa capacidade garante à empresa que não haja interrupção no fornecimento de insumos, e por isso o indicador de liquidez foi adicionado ao modelo. O Retorno sobre Ativo também é um importante indicador, pois representa o retorno de sua atividade operacional, importante para os acionistas.. Quadro 5 – Inputs e Outputs utilizados para mensuração de eficiência financeira Eficiência Financeira Input Output Ativo Total Receita Líquida Patrimônio Líquido Lucro Líquido Despesas por veículo Índice de Liquidez Corrente Retorno Sobre Ativo Para a definição das DMUs, deve-se observar a necessidade de certa homogeneidade entre elas. Nessa análise, foi verificado que todas as empresas operam somente com transporte de passageiros, estão circunstanciadas na mesma cidade, possuem as mesmas variáveis e seguem as determinações de um mesmo órgão gestor. Assim, não houve a necessidade de se excluir nenhuma delas por falta de homogeneidade. O modelo selecionado foi o DEA BCC orientado a inputs, já que há diferenças de escala significativas entre as DMUs, e o objetivo é verificar se a produção obtida justifica a quantidade de recursos alocados. Também foi aplicado o mesmo modelo orientado a outputs 46 Os resultados do modelo DEA foram obtidos com o uso do software DEA-Solver, obtido no endereço eletrônico www.saitech-inc.com. 4.3 Criando um bom modelo de DEA No desempenho de uma análise eficiente, faz-se necessário um total entendimento do processo de produção no qual estão inseridas as DMUs. Isso significa que os recursos consumidos (inputs) e os produtos úteis ou serviços criados (outputs) relevantes devem ser identificados. De acordo com o fórum DEA - Data Envelopment Analysis, do site LinkedIn, no qual conta com muitos usuários e estudiosos da abordagem, esse é o passo mais importante e mais difícil de dar certo. Se for omitido um input ou um output, as DMUs que utilizam pouco daquele recurso ou produzem muito mais daqueles outputs serão prejudicadas. Este é o problema da formulação de um modelo básico que irá permear todos os exercícios de modelação. Nada que se segue do modelo pode ser acreditado até que este primeiro passo básico seja dado. Há ainda o problema de características do local, por vezes chamado de fatores ambientais, e que alterariam os resultados das DMUs. No caso em estudo, todas as empresas operam dentro da mesma cidade, com a mesma geografia local e características ambientais semelhantes, como trânsito, chuvas, enchentes, etc. Estas são características das DMUs que podem afetar (positivamente ou negativamente) para operar eficientemente e até se eles pertencem ao mesmo controle de gestão. Para se ter uma ideia da importância das características ambientais, se uma DMU opera em uma área de alto custo é comum incorrer grandes custos de mão-de-obra e matéria-prima. Caso haja essas características, uma das possibilidades é incluir essas variáveis como restrições que a DMU requer para operar sob condições que poderiam ser, no mínimo, prejudiciais para a análise. Após, deve-se observar os retornos de escala. A distinção entre constante (CCR) e variável (VRS) é matematicamente trivial, mas pode fazer grandes diferenças nos resultados, especialmente se há alguma DMU muito pequena ou muito grande em relação às demais. Por fim, a orientação deve ser pensada e compreendida e o tipo de informação que está sendo procurada, como a necessidade de reduzir insumos ou de aumentar produtos. Em muitos casos, apenas uma delas tem sentido. Também devem ser consideradas orientações combinadas quando há uma necessidade tanto de reduzir como aumentar a produção. 47 Figura 4 – Passo a passo para rodar um eficiente modelo DEA Nessa abordagem, embora a orientação predominante em estudos de DEA de transporte público local seja voltada ao insumo, por causa da rota frequentemente predeterminada (ODECK e ALKADI, 2001), a orientação utilizada foi voltada para os inputs e outputs. Diminuir a quantidade de insumos utilizados é tão importante quanto aumentar a produção, e as informações obtidas podem ser utilizadas em planejamentos estratégicos. O cálculo de um custo eficiente nos mostra quanto pode ser economizado mantendo os atuais níveis de produção. Para o cálculo do custo eficiente, informações sobre a quantidade de insumos e preços são necessários, frequentemente ausentes em estudos anteriores. Pela variação existente no tamanho e nas características das empresas, a hipótese de retornos constantes à escala seria inadequada, o que justifica a opção por um modelo de retornos variáveis (modelo DEA BCC). A quantidade de inputs e outputs não deve ultrapassar a quantidade de DMUs, correndo o risco de todas as empresas se situarem na fronteira de eficiência. Como a quantidade de empresas a serem analisadas é razoavelmente limitadas (27 empresas), especial atenção foi dada à quantidade e à qualidade das variáveis utilizadas. Para garantia da qualidade das variáveis utilizadas no modelo, foi aplicada a correlação nas 44 variáveis disponíveis para uso deste trabalho. Essa metodologia foi utilizada por Norman e Stoker (1991). 48 4.4 - Resultados das correlações Evidentemente, conhecimento empírico e entendimento do processo de produção são importantes para a escolha das variáveis a serem utilizadas. Porém, o uso da correlação mostra se, de fato, as variáveis têm relações entre si, dando qualidade na identificação dos inputs e outputs para o trabalho (Apêndice G). Após aplicar a correlação em todas as variáveis, foi possível observar que alguns inputs e outputs pré-determinadas possuíam fortes correlações entre si. Uma das variáveis que inicialmente pretendia se utilizar era a “idade média da frota”, mas esta não apresentou correlação significativa com nenhuma outra variável. 4.5 – Identificação de Outliers Na estatística, outlier, ou valor atípico, é uma observação que apresenta grande afastamento das demais da série ou que é inconsciente. Um dos métodos para identificação dos outliers é o uso do desvio-padrão. É considerado outlier um valor se encontrar a uma determinada quantidade de desvios-padrão da média. A quantidade de desvio-padrão pode variar conforme o tamanho da amostra. Para Bogetoft (2011), em benchmarking, outliers são empresas que diferem uma grande extensão em relação ao resto das empresas e, portanto, podem ser mal capturadas pelo modelo ou ter um impacto significativo no modelo. Outliers são úteis quando usado em métodos mais empíricos, mas eles são frequentemente pensados em ser um incômodo para o DEA por que um outlier estende a fronteira e pode ter um impacto significativo sobre as outras empresas. Segundo Bogetoft (2011), existem três razões para uma empresa se tornar um outlier: 1 – Pode haver erros nos dados. Inputs e outputs podem ter sido perdidos ou conter erros de digitação. Tais outliers podem ser corrigidos ou talvez eliminados, porque não refletem o verdadeiro processo de produção. 2 – Os autores ainda citam que as observações podem ser potencialmente corretas, mas atípicas, e muitas vezes chamadas de pontos de alta alavancagem. Eles podem ser identificados e eliminados para que o modelo não seja distorcido no ajuste destas observações extremas. 3 – Por fim, estes autores sugerem excepcionalmente que altos ou baixos desempenhos relativos em modelos paramétricos e não paramétricos são candidatos para 49 detenção de outlier em benchmarking. Benchmarking exige que as observações que influenciem as estimações devem corresponder ao desempenho de outras firmas do mesmo conjunto e circunstâncias. Na performance relativa, a diferença é extrema, a observação individual é classificada como um outlier por razões de precaução, as quais não são necessariamente a mesma como no 2º tipo de detecção de outlier. Por outro lado, tais observações poderiam apresentar um fenômeno interessante. Eles poderiam refletir a primeira introdução de uma nova tecnologia em um processo produtivo ou uma inovação em práticas gerenciais das quais os outros gostariam de aprender. Na análise de detecção de outliers do presente trabalho, foi verificada a presença de duas DMUs que possuíam um alto índice de liquidez corrente, PA32 e PA3252 com ILC = 42,54. Em verificação ao primeiro tipo de razão citada por Bogetoft (2001), a veracidade dos dados se confirmou. Também não foi verificada nenhuma inovação tecnológica ou nova prática de gerenciamento, indicando que, possivelmente, houve alguma entrada excessiva de valor em caixa nos últimos dias do exercício contábil, refletindo um valor que não é normal com a amostra, o que ocasionou a sua retirada. 4.6 Custos homogêneos Inicialmente, custos foram pensados para serem incluídos na amostra. Porém, é de conhecimento empírico no órgão gestor da empresa que custos são, respeitando a proporcionalidade de cada empresa, bastante padronizados, o que é razoável quando as empresas possuem semelhantes custos variáveis e fixos, atuam no mesmo mercado, em sua maioria apresentam os mesmos fornecedores e são regidas pelo mesmo órgão gestor. Os custos variáveis como diesel, gás, energia para tração, lubrificantes e rodagem (pneus) são gastos comum pelas empresas e não possuem diferenças significativas entre as DMUs. Já os custos fixos advêm, principalmente, da depreciação dos veículos, da depreciação dos equipamentos eletrônicos (validadores e AVLs) e da reposição de peças e pneus. O custo com cobrador e motorista é determinado por pisos salariais e é calculado com relação à frota, que hoje se situa entre 6 e 7 operadores por veículo. Por fim, há os custos fixos com a operação de terminais de transferência, comercialização de créditos eletrônicos e fiscalização, gerenciamento e outros, os quais acabam sendo cobertos pelas empresas proporcionalmente aos passageiros transportados. 50 Evidentemente que os gastos com IR e CSSL são impostos em comum para todas elas, com alíquotas determinadas pelo órgão gestor do governo. Dada essa homogeneidade nos custos pelas empresas, e respeitada a proporcionalidade de cada uma delas, um dos indicadores que poderá mostrar a eficiência da empresa é a despesa com administração, o que poderá mostrar as boas práticas gerenciais de cada empresa. Dessa forma, observadas todas as etapas para montagem do modelo, rodou-se o modelo DEA BCC voltado para insumos, com dados operacionais, e obteve-se um escore de eficiência ranqueando as empresas das mais eficientes para as menos eficientes. Concomitantemente, foi rodado o DEA BCC voltado para insumos com dados financeiros, e também se obteve um escore de eficiência ranqueando as empresas. Com a obtenção dos dois escores, operacional e financeiro, foi aplicado a Correlação de Pearson para mostrar o nível de aderência entre empresas com eficiência operacional e com eficiência financeira. Também foi gerado um gráfico de dispersão, com a finalidade de se verificar o comportamento entre os resultados operacionais e financeiros. Após essa primeira rodada, foram realizados alguns testes para verificar o comportamento das eficiências com outro modelo: o BCC voltado para produtos. Assim, seguindo as mesmas etapas para o BCC voltado a insumo, encontraram-se dois escores que ranqueavam as empresas, nos quais foi aplicado a Correlação de Pearson e diagrama de dispersão. 4.7 Software utilizado Para aplicação da abordagem DEA às DMUs disponíveis, foi utilizado o software DEA-Solver, que pode ser obtido na página eletrônica www.saitech-inc.com. 51 4.8 – Informações da amostra Com o intuito de preservar as identidades das DMUs, o nome das empresas utilizadas não foi divulgado, sendo-lhes atribuído um código para cada uma (Apêndice H). Entretanto, os valores das variáveis se mantiveram como na base original sem qualquer ajuste ou ocultação. A amostra resume-se nas empresas de transporte público por ônibus da cidade de São Paulo. Inicialmente, foram detectados 39 DMUs, mas após a eliminação de algumas delas, sobraram 27 para análise. A eliminação deu-se em função de nem todas possuírem as informações necessárias para aplicar o modelo. As unidades PA21, PA22, PA31, CA41, PA52, CA64, CA74, PA71, CA83 e PA11PA21 não possuíam demonstrativos contábeis de 2011, e foram excluídas da amostra. As unidades PA32 e PA32PA52 foram excluídas por apresentar alto índice de liquidez corrente, o que comprometeria a aplicação da abordagem DEA. Segue abaixo as tabelas descritivas da amostra: Tabela 1 – Estatística descritiva da amostra qt_linha Max Min qt_termi transfer 196 11,0 46,40 o_basico 651,00 o_minibu o_midion 1.796,00 o_articu 342,00 o_padron 378,00 at_2011 9.924.058,87 576.534.150,91 27,80 0,00 0,00 44,00 108.809,11 679.252,00 4,9 36,73 163,14 175,90 30,59 57,45 159,76 0,76 8,28 535,90 2.345.259,85 104.175.980,02 SD 49,778 2,8 3,96 184,45 378,03 75,10 92,36 205,31 3,65 28,15 440,80 2.253.856,06 140.853.363,99 PVD PMM passa_11 kilom_11 rec_2011 lo_2011 317.147.668,97 5.137,26 4,77 816 12882 434.237.090 4.295.693 30.291.950,00 101,47 2,44 477 4765 12.368.808 127.785 Average 46.098.202,41 1.549,83 3,410345 655,1034 6360,103 115.520.102,31 1.273.537 189.865.239,75 6.961.285,2 SD 79.731.506,84 1.062,95 0,528338 73,13537 1389,597 95.863.486,71 1.091.040 174.288.466,83 12.391.502,8 Min - 577.621.198 53.889.388,00 0 parti_11 0,0 IPK 0 1.724,00 4 d_vei_11 0 frota_11 140,00 55,103 pl_2011 0 o_biarti 20,00 Average Max - o_microo 828,00 ll_2011 ilc_2011 rec_at11 roa_2011 rcp_2011 35.254.779,00 14,1 7,129 0,1162 0,235592 23815410 - 6.330.925,00 - 9.212.000,00 0,26 0,224 -0,1602 -0,183119 1.966.557,7 2,206 1,114099751 0,0095 0,049110 7.308.224,1 3,364 1,67747424 0,0609 0,098829 Onde: qt_linha = quantidade de linhas de operação de ônibus local qt_termi = número de terminais utilizados pelas linhas transfer = percentual de transferência de integração gratuita1 o_basico = ônibus básico o_minibu = minibus o_midion = midionibus o_articu = articulado o_padron = ônibus padron 1 O Bilhete Único em São Paulo permite que o cidadão possa efetuar sua viagem com a utilização de até quatro ônibus (três integrações) pagando apenas uma tarifa vigente. As empresas de ônibus recebem normalmente por essa viagem realizada. 52 o_microo = micro-ônibus o_biarti = ônibus biarticulado frota_11 = número médio de veículos em 2011 (arredondado) parti_11 = total de partidas realizadas em 2011 at_2011 – Ativo Total do Exercício de 2011 pl_2011 = Patrimônio Líquido de 2011 d_vei_11 = despesas administrativas média por veículo IPK = Índice de Passageiros por Quilometro PVD = Média de Passageiros transportados por veículo/Dia PMM = Percurso Médio Mensal por Veículo passa_11 = total de passageiros transportados em 2011 kilom_11 = total de quilômetros percorridos em 2011 rec_2011 = total de Receita Líquida de 2011 lo_2011 = Lajir – imposto sobre o rendimento ll_2011 = Lucro Líquido de 2011 ilc_2011 = Índice de Liquidez Corrente de 2011 rec_at11 = Vendas sobre o ativo total = vendas/valor médio do total do ativo roa_2011 = Retorno sobre o ativo - (Lajir - imposto sobre o rendimento) / valor médio do ativo total rcp_2011 = Retorno do Capital Próprio = lucros disponíveis para acionistas / valor médio do capital próprio 53 5. RESULTADOS 5.1 – Aplicações dos modelos 5.1.1 – Eficiência Operacional - Modelos DEA-BCC voltado ao insumo Conforme Quadro 4, foram utilizadas as variáveis que representam a frota média, despesas administrativas por veículo e as partidas realizadas como inputs. Para outputs, foram utilizadas as variáveis de passageiros transportados e quilômetros percorridos, todos de 2011, obtendo-se os seguintes dados estatísticos: Tabela 2 – Dados Estatísticos do Modelo BCC voltado para o insumo para eficiência operacional Total de Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros Linhas Média Realizadas por veículo transportados percorridos Max 196 1724 9.924.059 5.137,26 434.237.090 4.295.693 Min 9 79 204.534,7 110,54 14.340.508 143.826 Average 58,62963 569,1111 2.498.328 1.623,784 122.343.125 1.350.241 SD 49,80194 438,8197 2.261.477 1.057,952 95.846.115,6 1.091.940 Assim, após aplicar o modelo com auxílio do programa DEA-Solver, foram obtidas as seguintes pontuações: Tabela 3 – Ranking com pontuações das DMUs no modelo BCC voltado ao insumo para eficiência operacional: Pontuação Classificação Empresa 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 20 21 22 23 24 25 26 27 CA33CA64CA74 CA11 PA12PA22PA41 PA12 PA81 CA31 CA33 PA31 CA41 CA42 CA81 PA51 CA61 CA62 CA63 CA73 PA62 CA71 CA72 CA11CA83 CA82 PA82 PA61 CA12 PA61PA71 CA21 CA51 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0,985252 0,970035 0,952087 0,950174 0,942113 0,914249 0,91095 0,882748 54 O software DEA-Solver gerou o seguinte gráfico que representa os resultados de cada DMU: CA11CA83 PA61PA71 CA33CA64CA74 PA12PA22PA41 PA82 PA81 CA82 CA81 CA73 CA72 CA71 DMU PA62 PA61 CA63 CA62 CA61 PA51 CA51 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 CA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 5 – Pontuação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao insumo com variáveis operacionais Colocando em ordem: CA51 CA21 PA61PA71 CA12 PA61 PA82 CA82 CA11CA83 CA72 CA71 PA62 DMU CA73 CA63 CA62 CA61 PA51 CA81 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 PA81 PA12 PA12PA22PA41 CA11 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 6 – Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis operacionais 55 Com a aplicação do DEA – BCC voltado ao insumo, alvos-meta são projetados para as empresas ineficientes, como abaixo: Tabela 4 – Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo BCC voltado ao insumo para eficiência operacional. DMU Pontuação Projeção Diferença % Dados CA12 0,942112547 Linhas 77 73 -4,4573339 -5,79% Frota 792 746 -45,84686297 -5,79% Partidas 2.949.548 2.778.806 -170741,7999 -5,79% Despesas 1.165,55 1.098,08 -67,47072114 -5,79% Passageiros 154.923.221 154.923.221 0 0,00% Quilometros 1.822.614 1.822.614 0 0,00% CA21 0,910949746 Linhas 128 117 -11,39843248 -8,91% Frota 1.164 1.060 -103,6544954 -8,91% Partidas 4.168.343 3.797.151 -371192,0421 -8,91% Despesas 1.207,54 1.091,82 -115,7229031 -9,58% Passageiros 220.146.321 220.146.321 0 0,00% Quilometros 2.597.597 2.677.013 79416,3932 3,06% CA51 0,882748117 Linhas 86 76 -10,08366192 -11,73% Frota 770 680 -90,28394977 -11,73% Partidas 2.980.434 2.630.972 -349461,4479 -11,73% Despesas 2.432,77 1.554,04 -878,7285498 -36,12% Passageiros 157.827.290 157.827.290 0 0,00% Quilometros 1.798.856 1.798.856 0 0,00% PA61 0,95017413 -15,28% Linhas 70 59 -10,69591366 Frota 517 491 -25,75997457 -4,98% Partidas 3.378.892 2.097.841 -1281051,39 -37,91% Despesas 1.185,67 1.126,59 -59,07703878 -4,98% Passageiros 126.632.295 126.632.295 0 0,00% Quilometros 1.192.791 1.192.791 0 0,00% CA82 0,970034805 Linhas 51 43 -8,389509854 -16,45% Frota 473 459 -14,17353741 -3,00% Partidas 1.317.702 1.278.217 -39485,20214 -3,00% Despesas 2.538,66 1.625,45 -913,2054991 -35,97% Passageiros 103.500.558 103.500.558 0 0,00% Quilometros 1.088.021 1.101.924 13903,35736 1,28% PA61PA71 0,914249356 -23,64% Linhas 129 99 -30,49281357 Frota 1.073 981 -92,0104415 -8,58% Partidas 6.833.921 5.187.650 -1646271,05 -24,09% Despesas 1.185,67 1.084,00 -101,6719666 -8,58% Passageiros 249.020.899 249.020.899 0 0,00% Quilometros 2.471.773 2.471.773 0 0,00% CA11CA83 0,985251767 Linhas 33 33 -0,486691704 -1,47% Frota 324 319 -4,778427637 -1,47% Partidas 1.085.215 1.069.210 -16004,99714 -1,47% Despesas 2.552,64 2.514,99 -37,64693063 -1,47% Passageiros 75.314.865 75.314.865 0 0,00% Quilometros 652.301 768.744 116442,6573 17,85% 56 Nessa projeção, é possível verificar que a empresa de código CA11, por exemplo, está afastada da fronteira da eficiência, e para que a mesma possa atingi-la será necessária a redução de alguns insumos como quantidade de linhas, frota, partidas realizadas e despesas por veículos, todas na ordem de 5,79%. Ou seja, se a empresa mantiver sua produção com a redução de 5,79% em todos os seus insumos, atingirá a curva da fronteira da eficiência. A mesma projeção é feita para a empresa CA21, no qual é projetada uma redução de 8,91% nas quantidades de linhas, frota, partidas e uma redução de 9,58% em despesas por veículo. O mesmo estudo projeta um aumento em quilômetros percorridos em 3,06%. Para a empresa CA51, redução de 11,73% para os três primeiros inputs, e outra redução de 36,12% em despesas por veículos. A empresa PA61 tem as projeções de redução mais diversificadas para quantidade de linhas (10,69%), frota (25,75%), partidas (37,91%) e despesas por veículos (4,98%). A projeção para CA82 é de redução das linhas em 16,45%, a frota e partidas em 3%, e o que chama a atenção é a redução projetada para despesas com veículo, com quase 36%. PA82 necessita reduzir seus insumos em mais de 4% para ser eficiente. Para a empresa PA61PA71 é recomendado reduzir a quantidade de linhas em 23,64%, frota em 8,58%, partidas em 24,09% e despesas com veículos em 8,58%. Por fim, a empresa CA11CA83 deve reduzir todos os seus insumos em 1,47%, e aumentar a quantidade de quilômetros percorridos em 17,85%. Em resumo, com base na aplicação de benchmarking, é possível identificar as carências e os excessos nas variáveis de input e outputs, denominadas folgas (slacks, em inglês), como o quadro abaixo: 57 Quadro 6 – Folgas das DMUs com o modelo DEA – BCC voltado ao insumo para dados operacionais Excesso Excesso Excesso Excesso Deficiência Deficiência Despesas DMU Pontuação Linhas Frota Partidas Passageiros Quilômetros R$ CA11 1 CA12 0,942112547 PA12 1 CA21 0,910949746 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 1 CA42 1 CA51 0,882748117 PA51 1 CA61 1 CA62 1 CA63 1 PA61 0,95017413 PA62 1 CA71 1 CA72 1 CA73 1 CA81 1 CA82 0,970034805 PA81 1 PA82 PA12PA22 PA41 CA33CA64 CA74 0,952086844 PA61PA71 0,914249356 CA11CA83 0,985251767 8,19 79.416,4 593,48 7,2 1.112.695 6,9 837,13 13.903,4 377 1 1 19,4 1.060.258 116.442,7 Todos os resultados do modelo DEA BCC - voltado ao insumo estão descritos no Apêndice C. 5.1.2 – Eficiência Operacional – Modelos DEA-BCC voltado ao produto Utilizando os mesmos dados utilizados para aplicação do modelo BCC voltado ao insumo para eficiência operacional, foi aplicado o modelo BCC voltado ao produto, inicialmente para verificar se há mudanças significativas no ranking das empresas, seja por 58 um modelo ou outro. Também é possível verificar quais seriam as possíveis recomendações para aumento da produção, dada o uso dos recursos disponíveis. Assim, obteve-se: Tabela 5 – Ranking com pontuações das DMUs no modelo BCC voltado ao produto para eficiência operacional: Classificação DMU Pontuação 1 CA33CA64CA74 1 1 CA11 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12 1 1 PA81 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA42 1 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA62 1 1 CA63 1 1 CA73 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA72 1 20 CA11CA83 0,984679 21 CA82 0,969348 22 PA82 0,947559 23 PA61 0,941871 24 CA12 0,941048 25 CA21 0,92466 26 PA61PA71 0,914567 27 CA51 0,896462 Foram obtidos os seguintes gráficos representando a eficiência de cada empresa, através do modelo DEA BCC - voltado aos produtos com dados operacionais: 59 CA11CA83 PA61PA71 CA33CA64CA74 PA12PA22PA41 PA82 PA81 CA82 CA81 CA73 CA72 CA71 DMU PA62 PA61 CA63 CA62 CA61 PA51 CA51 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 CA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 7 – Pontuação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao produto com variáveis operacionais Em observação à ordem: CA51 PA61PA71 CA21 CA12 PA61 PA82 CA82 CA11CA83 CA72 CA71 PA62 DMU CA73 CA63 CA62 CA61 PA51 CA81 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 PA81 PA12 PA12PA22PA41 CA11 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 Eficiência Figura 8 – Classificação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao produto com variáveis operacionais 1 60 Nota-se que, qualquer que sejam os direcionamentos utilizados, não há diferenças entre empresas eficientes e ineficientes, a não ser com relação aos escores obtidos muito próximos (o que sugere uma leve concavidade no desenho da fronteira eficiente), conforme se pode ver no gráfico comparativo abaixo: Quadro 7: Resultados comparativos dos modelos DEA-BCC orientado ao insumo x DEA-BCC orientado ao produto Pontuação Pontuação DMU BCC-insumo Classificação DMU BCC-produto Classificação CA11 1 1 CA11 1 1 CA12 0,942113 24 CA12 0,941048 24 PA12 1 1 PA12 1 1 CA21 0,91095 26 CA21 0,92466 25 CA31 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA41 1 1 CA42 1 1 CA42 1 1 CA51 0,882748 27 CA51 0,896462 27 PA51 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA61 1 1 CA62 1 1 CA62 1 1 CA63 1 1 CA63 1 1 PA61 0,950174 23 PA61 0,941871 23 PA62 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA71 1 1 CA72 1 1 CA72 1 1 CA73 1 1 CA73 1 1 CA81 1 1 CA81 1 1 CA82 0,970035 21 CA82 0,969348 21 PA81 1 1 PA81 1 1 PA82 0,952087 22 PA82 0,947559 22 PA12PA22PA41 1 1 PA12PA22PA41 1 1 CA33CA64CA74 1 1 CA33CA64CA74 1 1 PA61PA71 0,914249 25 PA61PA71 0,914567 26 CA11CA83 0,985252 20 CA11CA83 0,984679 20 Com a aplicação do DEA – BCC voltado ao produto, novos alvos-meta foram projetados para as empresas ineficientes, conforme pode ser observado a seguir: 61 Tabela 6 – Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo BCC voltado ao produto para eficiência operacional. DMU Pontuação/Valores CA12 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros CA21 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros CA51 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros PA61 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros CA82 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros PA82 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros PA61PA71 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros CA11CA83 Linhas Frota Partidas Despesas Passageiros Quilômetros 0,941047588 77 792 2.949.548 1.165,55 154.923.221 1.822.614 0,924660143 128 1.164 4.168.343 1.207,54 220.146.321 2.597.597 0,896461537 86 770 2.980.434 2.432,77 157.827.290 1.798.856 0,941870911 70 517 3.378.892 1.185,67 126.632.295 1.192.791 0,96934838 51 473 1.317.702 2.538,66 103.500.558 1.088.021 0,947559379 24 248 964.843 1.813,75 53.937.046 572.299 0,914567454 129 1.073 6.833.921 1.185,67 249.020.899 2.471.773 0,984679258 33 324 1.085.215 2.552,64 75.314.865 652.301 Projeção Diferença % 77 792 2.949.548 1.165,55 164.628.466 1.936.793 9.705.245 114.179 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,26% 6,26% 128 1.164 4.168.343 977,21 238.083.498 2.925.453 0 0 0 -230,33 17.937.177 327.856 0,00% 0,00% 0,00% -19,07% 8,15% 12,62% 86 770 2.980.434 1.466,37 176.055.841 2.017.928 0 0 0 -966,40 18.228.551 219.072 0,00% 0,00% 0,00% -39,72% 11,55% 12,18% 63 517 2.251.406 1.185,67 134.447.612 1.266.406 -7 0 -1.127.486 0 7.815.317 73.615 -9,46% 0,00% -33,37% 0,00% 6,17% 6,17% 44 473 1.317.702 1.590,76 106.773.334 1.137.343 -7 0 0 -947,90 3.272.776 49.322 -14,04% 0,00% 0,00% -37,34% 3,16% 4,53% 24 248 964.843 1.813,75 56.922.075 603.972 0 0 0 0 2.985.029 31.673 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 5,53% 5,53% 106 1.073 5.715.362 1.088,90 272.282.704 2.702.669 -23 0 -1.118.559 -96,77 23.261.805 230.896 -17,47% 0,00% -16,37% -8,16% 9,34% 9,34% 33 324 1.085.215 2.552,64 76.486.698 781.892 0 0 0 0 1.171.833 129.591 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1,56% 19,87% 62 Aqui, pode-se perceber que as projeções estão voltadas, na sua maioria, para um aumento da produção, dado os recursos utilizados por cada empresa e com relação ao benchmarking entre todas as analisadas. A empresa CA12, por exemplo, considerada ineficiente perante outras empresas, precisa aumentar seus passageiros e quilometragem percorrida em 6,26% para atingir a fronteira da eficiência. Já a empresa CA21, além de reduzir os gastos com despesas com veículos, necessita aumentar a quantidade de passageiros transportados e de quilômetros percorridos em 8,15% e 12,62% respectivamente. A empresa CA51, considerada a pior empresa operacional dentro da amostra analisada, precisa não só aumentar sua produção para passageiros transportados em 11,55% e quilômetros percorridos em 12,18%s e reduzir suas despesas com veículos em 39,72%. A empresa PA61 tem uma situação bastante diferente das demais, pois para atingir a fronteira da eficiência precisa não só aumentar a ambos os produtos em 6,17%, como também reduzir a quantidade de linhas em 9,46% e as partidas em 33,37%. A empresa CA82 também precisa reduzir a quantidade de linhas em 14,04% e as despesas por veículo em 37,34%, bem como aumentar os passageiros em 3,16 e quilômetros em 4,53%. A PA82 precisa aumentar sua produção em 5,53%. A PA61PA71 deve reduzir sua quantidade de linhas em 17,47%, as partidas em 16,73%, as despesas por veículos em 8,16%, e aumentar ambos os produtos em 9,34%. Por fim, a empresa CA11CA83 deve aumentar os passageiros em 1,56%, e a quilometragem em 19,87%. Enfim, tomando-se como base a produção de cada empresa e dado os insumos utilizados por todas as empresas, é possível identificar as folgas nos inputs e outputs, como demonstrados no quadro a seguir: 63 Quadro 8 – Folgas das DMUs com o modelo DEA – BCC voltado ao produto para dados operacionais DMU Pontuação CA11 1 CA12 0,9410476 PA12 1 CA21 0,9246601 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 1 CA42 1 CA51 0,8964615 PA51 1 CA61 1 CA62 1 CA63 1 PA61 0,9418709 PA62 1 CA71 1 CA72 1 CA73 1 CA81 1 CA82 0,9693484 PA81 1 PA82 0,9475594 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 1 PA61PA71 0,9145675 CA11CA83 0,9846793 Excesso Excesso Excesso Linhas Frota Partidas 7 Despesas R$ Deficiência Deficiência Passageiros Quilômetros 230,33 116.208 966,40 11.310 947,90 14.918 1.127.486 7 23 Excesso 1.118.559 96,77 119.441 Todos os resultados do modelo DEA BCC - voltado ao produto estão descritos no Apêndice D. 5.1.3 – Eficiência Financeira – Modelos DEA-BCC voltado ao insumo Conforme Quadro 5, foram utilizadas as variáveis de 2011 que representam o Ativo Total, o Patrimônio Líquido, as Despesas por Veículo, a Receita Líquida, o Lucro Líquido, o 64 Índice de Liquidez Corrente e o Retorno sobre o Ativo, apresentando os seguintes dados estatísticos: Tabela 7 – Dados Estatísticos do Modelo BCC voltado para insumo para eficiência financeira Despesas Índice de Patrimônio Ativo Total por Receita Líquida Lucro Líquido Liquidez Líquido veículo Corrente Retorno sobre Ativo Máximo 576.534.150,91 317.147.668,97 5.137,26 577.621.198,09 35.254.779,00 4,36 0,1162 Mínimo 8.657.779,83 -30.291.950,00 110,54 23.815.410,32 -9.212.000,00 0,26 -0,0887 Média Desviopadrão 111.842.404,31 49.422.887,33 1.623,78 201.792.716,77 2.167.744,14 1,33 0,0220 143.028.149,16 81.656.195,57 1.057,95 174.824.884,58 7.535.220,24 0,95 0,0412 Com base nestas variáveis, foi obtido o seguinte escore: Tabela 8 – Ranking com pontuações das DMUs no modelo DEA-BCC voltado ao insumo para eficiência financeira: Classificação Empresa Pontuação 1 CA33CA64CA74 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA82 1 1 PA12 1 1 CA21 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 PA81 1 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA73 1 1 CA72 1 1 PA62 1 16 CA11CA83 0,897268 16 CA11 0,897268 18 CA61 0,857669 19 PA61 0,837287 19 PA61PA71 0,837287 21 CA63 0,828381 22 CA62 0,703622 23 CA12 0,607994 24 CA82 0,361204 25 CA42 0,342614 26 CA71 0,304087 27 CA51 0,23675 65 O software DEA-Solver gerou o seguinte gráfico que representa os resultados de cada DMU: CA11CA83 PA61PA71 CA33CA64CA74 PA12PA22PA41 PA82 PA81 CA82 CA81 CA73 CA72 CA71 DMU PA62 PA61 CA63 CA62 CA61 PA51 CA51 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 CA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 9 – Pontuação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao insumo com variáveis financeiras Posto em ordem, obtém-se o seguinte gráfico: CA51 CA71 CA42 CA82 CA12 CA62 CA63 PA61PA71 PA61 CA61 CA11 DMU CA11CA83 PA62 CA72 CA73 PA51 CA81 PA81 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 PA82 PA12PA22PA41 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 10 – Classificação das DMUs pelo modelo DEA-BCC voltado ao insumo com variáveis financeiras 66 Com a aplicação do DEA – BCC voltado ao insumo para eficiência financeira, alvosmeta foram projetados para as empresas ineficientes, como abaixo: Tabela 9 – Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo BCC voltado ao insumo para eficiência financeira. DMU DMU I/O Pontuação/valores CA11 0,897267702 Projeção Diferença % I/O Pontuação/valores CA63 0,82838093 Projeção Diferença % Ativo Total 61.727.000,00 55.385.643,43 -6.341.356,57 -10,27% Ativo Total 95.219.000,00 78.877.603,76 -16.341.396,24 -17,16% Patrimônio Líquido 26.870.000,00 22.449.972,95 -4.420.027,05 -16,45% Patrimônio Líquido 32.825.000,00 27.191.604,02 -5.633.395,98 -17,16% 2.552,64 1.357,57 -1.195,07 865,00 716,55 -148,45 -17,16% 132.687.000,00 132.687.000,00 0,00 0,00% Receita 117.629.000,00 179.221.853,82 61.592.853,82 52,36% 6.684.000,00 6.684.000,00 0,00 0,00% Lucro Líquido 9.493.000,00 9.493.000,00 0,00 0,00% Liquidez Corrente 2,29 2,29 0,00 0,00% Liquidez Corrente 0,76 0,77 0,01 1,07% ROA 0,04 0,04 0,00 0,00% ROA 0,04 0,06 0,02 57,79% 121.009.160,68 69.462.939,86 -51.546.220,82 -42,60% Ativo Total 38.004.036,04 31.820.289,85 -6.183.746,19 -16,27% 32.463.257,00 19.737.464,08 -12.725.792,92 -39,20% Patrimônio Líquido 32.066.024,45 19.422.749,27 -12.643.275,18 -39,43% 1.165,55 708,65 -456,90 1.185,67 992,75 -192,92 -16,27% 263.316.369,00 263.316.369,00 0,00 115.428.815,79 115.428.815,79 0,00 0,00% 340.735,00 2.896.796,42 2.556.061,42 302.382,78 1.569.719,75 1.267.336,97 419,12% 0,67 0,98 0,31 1,52 1,52 0,00 0,00% 0,000211659 0,03 0,03 0,01 0,06 0,05 454,00% 142.752.895,00 48.909.209,06 -93.843.685,94 -65,74% Ativo Total 125.074.355,89 38.033.454,84 -87.040.901,05 -69,59% 59.527.218,00 20.394.886,91 -39.132.331,09 -65,74% Patrimônio Líquido 43.459.212,45 13.129.467,91 -30.329.744,54 -69,79% 1.900,35 651,09 -1.249,26 5.137,26 1.562,17 -3.575,09 -69,59% 209.601.507,00 209.601.507,00 0,00 103.114.623,36 103.114.623,36 0,00 0,00% -2.153.606,00 23.804,39 2.177.410,39 3.605.727,66 3.605.727,66 0,00 0,00% Liquidez Corrente 0,76 1,01 0,25 0,83 0,83 0,00 0,00% ROA 0,01 0,08 0,06 0,01 0,03 0,02 227,88% Ativo Total 232.186.553,76 54.970.267,17 -177.216.286,59 -76,32% Ativo Total 139.962.218,00 50.554.921,09 -89.407.296,91 -63,88% Patrimônio Líquido 142.642.137,43 32.054.404,46 -110.587.732,97 -77,53% Patrimônio Líquido 52.465.799,00 18.950.859,50 -33.514.939,50 -63,88% 2.432,77 575,96 -1.856,81 2.538,66 916,97 -1.621,69 -63,88% 305.091.074,35 305.091.074,35 0,00 178.032.702,00 178.032.702,00 0,00 0,00% -6.223.279,00 2.227.463,48 8.450.742,48 3.972.964,00 3.972.964,00 0,00 0,00% Liquidez Corrente 1,41 1,41 0,00 0,77 0,77 0,00 0,00% ROA 0,00 0,10 0,10 0,02 0,04 0,03 143,80% 37.433.462,40 32.105.531,95 -5.327.930,45 -14,23% Ativo Total 38.004.036,04 31.820.289,85 -6.183.746,19 -16,27% 2.777.467,03 2.382.148,24 -395.318,79 -14,23% Patrimônio Líquido 32.066.024,45 19.422.749,27 -12.643.275,18 -39,43% 1.887,01 1.618,43 -268,58 1.185,67 992,75 -192,92 -16,27% 81.030.927,53 81.030.927,53 0,00 0,00% Receita 115.428.815,79 115.428.815,79 0,00 0,00% 61.781,88 61.781,88 0,00 0,00% Lucro Líquido 302.382,78 1.569.719,75 1.267.336,97 419,12% Liquidez Corrente 0,82 0,82 0,00 0,00% Liquidez Corrente 1,52 1,52 0,00 0,00% ROA 0,01 0,01 0,00 0,00% ROA 0,01 0,06 0,05 454,00% Ativo Total 82.903.295,22 58.332.541,02 -24.570.754,20 -29,64% Ativo Total 61.727.000,00 55.385.643,43 -6.341.356,57 -10,27% Patrimônio Líquido 17.106.698,03 12.036.640,54 -5.070.057,49 -29,64% Patrimônio Líquido 26.870.000,00 22.449.972,95 -4.420.027,05 -16,45% 1.506,41 1.059,94 -446,47 2.552,64 1.357,57 -1.195,07 -46,82% 213.598.372,70 213.598.372,70 0,00 0,00% Receita 132.687.000,00 132.687.000,00 0,00 0,00% 1.065.093,42 1.065.093,42 0,00 0,00% Lucro Líquido 6.684.000,00 6.684.000,00 0,00 0,00% Liquidez Corrente 1,02 1,02 0,00 0,00% Liquidez Corrente 2,29 2,29 0,00 0,00% ROA 0,00 0,02 0,01 0,04 0,04 0,00 0,00% Despesas Receita Lucro Líquido CA12 -46,82% Despesas 0,607993957 Ativo Total Patrimônio Líquido Despesas Receita Lucro Líquido Liquidez Corrente ROA CA42 PA61 -39,20% Despesas 0,00% Receita 750,16% Lucro Líquido 46,10% Liquidez Corrente 999,90% ROA 0,342614481 Ativo Total Patrimônio Líquido Despesas Receita Lucro Líquido CA51 CA71 Receita Lucro Líquido CA61 0,00% Receita 101,11% Lucro Líquido 32,36% Liquidez Corrente 448,41% ROA CA82 Patrimônio Líquido Despesas Receita Lucro Líquido CA62 0,00% Receita 135,79% Lucro Líquido 0,00% Liquidez Corrente 999,90% ROA PA61PA71 Receita Lucro Líquido 0,837287119 -14,23% Despesas 0,703621501 Despesas 0,361204058 -76,32% Despesas 0,857669312 Ativo Total 0,304086754 -65,74% Despesas 0,236750433 Despesas 0,837287119 CA11CA83 -29,64% Despesas 336,66% ROA 0,897267702 Apenas 15 empresas apresentaram-se eficientes financeiramente em relação às demais, ao contrário da eficiência operacional. 67 Aqui, é possível verificar que a empresa representada pelo código CA11, eficiente operacionalmente, apresenta ineficiência financeira em relação a outras DMUs existentes. Esta empresa, para se tornar eficiente, deve obter os mesmos resultados financeiros mas com menos recursos, a saber, Ativo Total (10,27%), Patrimônio Líquido (16,45%) e as despesas por veículos devem reduzir em 46,82%. A empresa CA12, nos modelos anteriores, não se apresentou como eficiente, e com a aplicação deste modelo (DEA BCC orientado a insumos com dados financeiros) também se mostrou ineficiente. Esta empresa, para atingir a eficiência, deveria possuir um Ativo Total menor em 42,6% e o Patrimônio Líquido e Despesas por Veículos menores em 39,20%. Além disso, deve aumentar seu lucro em 750%, seu Índice de Liquidez Corrente subir para 46,10% e obter um ROA 999,9% maior (em 2011 seu ROA foi de 0,02%). A empresa de código CA42 tem uma situação bastante adversa. Para ser considerada eficiente mantendo-se a mesma receita, ela praticamente terá que alterar todos seus insumos em 65,74%, aumentar o Lucro Líquido em 101,11%, o Índice de Liquidez Corrente em 32,36% e finalmente atingir um ROA 448,41% maior do que do ano de 2011. A representante do código CA51 deverá reduzir todos os seus insumos em torno de 77%, aumentar o Lucro Líquido em 135,79% e o ROA em 999,9%. Já a empresa CA61 necessita reduzir todos os insumos em 14,23%. A CA62 também necessita reduzir todos os insumos em 29,64%, e aumentar seu ROA em 336,66%. A empresa CA63 deve reduzir seus insumos em 17,16%, aumentar a Receita Líquida em 52,36%, o Índice de Liquidez Corrente em 1,07% e o ROA em 57,79%. A CA 71 deve reduzir seus insumos em 69,59% e aumentar o ROA em 227,88%. CA82 deve reduzir seus insumos em 63,88% e aumentar o ROA em 143,8%. PA61PA71 deve reduzir seu Ativo Total em 16,27%, o Patrimônio Líquido em 39,43% e as Despesas por Veículo em 16,27% O Lucro Líquido deve ser aumentado em 419,12% e o ROA em 454%. Por fim, CA11CA83 deve reduzir o Ativo Total em 10,27%, o Patrimônio Líquido em 16,45% e as Despesas por Veículo em 46,82%. Segue quadro com a identificação de todas as carências e excessos nas variáveis financeiras: 68 Quadro 9 – Folgas das DMUs com o modelo DEA – BCC voltado ao insumo para dados financeiros Excesso DMU Excesso Excesso Pontuação Ativo Total Patrimônio Despesas CA11 0,897267702 CA12 0,607993957 4.109.898,58 PA12 1 CA21 1 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 1 CA42 0,342614481 CA51 0,236750433 PA51 1 CA61 0,857669312 CA62 0,703621501 CA63 0,82838093 PA61 0,837287119 PA62 1 CA71 0,304086754 CA72 1 CA73 1 CA81 1 CA82 0,361204058 PA81 1 PA82 1 Líquido p/ veículo 1.659.610,20 932,84 Deficiência Deficiência Deficiência Deficiência Receita Lucro Liquidez Líquida Líquido Corrente 2.556.061,42 0,309 0,034 2.177.410,39 0,246 0,061 1.716.183,36 8.450.742,48 ROA 0,097 0,014 61.592.853,82 7.425.719,96 0,020 1.267.336,97 85.902,92 0,049 0,018 0,025 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 1 PA61PA71 0,837287119 7.425.719,96 CA11CA83 0,897267702 1.659.610,20 1.267.336,97 0,049 932,84 Todos os resultados do modelo DEA BCC - voltado ao insumo com dados financeiros estão descritos no Apêndice E. 5.1.4 – Eficiência Financeira – Modelo DEA-BCC voltado ao produto Utilizando os mesmos dados utilizados para aplicação do modelo BCC voltado ao insumo para eficiência financeira, foi aplicado o modelo BCC voltado ao produto, inicialmente para verificar se há mudanças significativas no ranking das empresas eficientemente financeiras, seja por um modelo ou outro. Também é possível verificar quais 69 seriam as possíveis recomendações para aumento das variáveis financeiras, dado o atual nível de insumos utilizados. Assim, obteve-se: Tabela 10 - Ranking com pontuações das DMUs no modelo BCC voltado ao produto para eficiência financeira. Classificação Empresa Pontuação 1 CA33CA64CA74 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA82 1 1 PA12 1 1 CA21 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 PA81 1 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA73 1 1 CA72 1 1 PA62 1 16 CA11CA83 0,901942 16 CA11 0,901942 18 CA61 0,778793 19 CA63 0,716835 20 CA62 0,70055 21 CA51 0,656232 22 CA12 0,568076 23 PA61 0,559612 23 PA61PA71 0,559612 25 CA42 0,430104 26 CA82 0,427164 27 CA71 0,345622 Com os resultados acima, foram obtidos os seguintes gráficos representando a eficiência de cada empresa, através do modelo DEA-BCC voltado aos produtos com dados financeiros: 70 CA11CA83 PA61PA71 CA33CA64CA74 PA12PA22PA41 PA82 PA81 CA82 CA81 CA73 CA72 CA71 DMU PA62 PA61 CA63 CA62 CA61 PA51 CA51 CA42 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 CA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 11– Pontuação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao produto com variáveis financeiras Em observação à ordem: CA71 CA82 CA42 PA61PA71 PA61 CA12 CA51 CA62 CA63 CA61 CA11 DMU CA11CA83 PA62 CA72 CA73 PA51 CA81 PA81 CA41 PA31 CA33 CA31 CA21 PA12 PA82 PA12PA22PA41 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 Eficiência Figura 12 – Classificação das DMUs pelo modelo BCC voltado ao produto com variáveis financeiras 71 Evidentemente, qualquer que sejam os direcionamentos utilizados, não há diferenças na identificação de empresas eficientes e ineficientes, a não ser com relação aos escores obtidos (o que sugere uma concavidade no desenho da fronteira eficiente), conforme se pode ver no gráfico comparativo abaixo: Quadro 10 – Comparativo entre os resultados dos modelos DEA-BCC orientado ao insumo x DEA-BCC orientado ao produto – variáveis financeiras Pontuação Pontuação DMU BCC-insumo Classificação DMU BCC-produto Classificação CA11 0,897268 16 CA11 0,901942 16 CA12 0,607994 23 CA12 0,568076 22 PA12 1 1 PA12 1 1 CA21 1 1 CA21 1 1 CA31 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA41 1 1 CA42 0,342614 25 CA42 0,430104 25 CA51 0,23675 27 CA51 0,656232 21 PA51 1 1 PA51 1 1 CA61 0,857669 18 CA61 0,778793 18 CA62 0,703622 22 CA62 0,70055 20 CA63 0,828381 21 CA63 0,716835 19 PA61 0,837287 19 PA61 0,559612 23 PA62 1 1 PA62 1 1 CA71 0,304087 26 CA71 0,345622 27 CA72 1 1 CA72 1 1 CA73 1 1 CA73 1 1 CA81 1 1 CA81 1 1 CA82 0,361204 24 CA82 0,427164 26 PA81 1 1 PA81 1 1 PA82 1 1 PA82 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12PA22PA41 1 1 CA33CA64CA74 1 1 CA33CA64CA74 1 1 PA61PA71 0,837287 19 PA61PA71 0,559612 23 CA11CA83 0,897268 16 CA11CA83 0,901942 16 Com a aplicação do DEA – BCC voltado ao produto, novos alvos-meta de dados financeiros foram projetados para as empresas ineficientes, conforme pode ser observado a seguir: 72 Tabela 11 – Projeção de alvos para as empresas eficientes, através do modelo DEA-BCC voltado ao produto para eficiência financeira. DMU Pontuação I/O Valores CA11 0,901941629 Projeção Diferença % Ativo Total 61.727.000,00 61.727.000,00 0,00 Patrimônio 26.870.000,00 25.507.313,57 -1.362.686,43 Despesas Receita Lucro Líquido 2.552,64 1.275,78 DMU Pontuação I/O Valores CA63 0,716834844 0,00% Ativo Total -5,07% Patrimônio 0,00 0,00% 32.825.000,00 32.825.000,00 0,00 0,00% 0,00 0,00% 865,00 865,00 117.629.000,00 202.851.150,96 85.222.150,96 72,45% 6.684.000,00 7.410.679,12 Liquidez 2,29 2,54 0,25 10,87% Liquidez 0,76 1,06 0,30 39,50% ROA 0,04 0,04 0,00 0,00% ROA 0,04 0,06 0,03 71,86% PA61 0,559611637 CA12 Ativo Total Patrimônio 0,568076191 121.009.160,68 68.757.441,85 -52.251.718,83 -43,18% Ativo Total 32.463.257,00 32.463.257,00 Despesas Receita 726.679,12 10,87% Lucro Líquido % Diferença 95.219.000,00 95.219.000,00 -1.276,86 -50,02% Despesas 132.687.000,00 147.112.624,23 14.425.624,23 10,87% Receita Projeção 1.165,55 856,10 0,00 0,00% Patrimônio -309,45 -26,55% Despesas 263.316.369,00 463.522.980,42 200.206.611,42 76,03% Receita Lucro Líquido 9.493.000,00 13.242.938,84 3.749.938,84 39,50% 38.004.036,04 38.004.036,04 0,00 32.066.024,45 22.505.619,63 -9.560.404,82 -29,81% 1.185,67 1.185,67 0,00 0,00% 0,00% 115.428.815,79 206.265.931,75 90.837.115,96 78,70% 340.735,00 1.049.582,13 1.046.462,96 744.080,18 246,07% Liquidez 0,67 1,36 0,69 103,04% Liquidez 1,52 2,72 1,20 78,70% ROA 0,00 0,09 0,09 999,90% ROA 0,01 0,05 0,04 379,12% CA42 Ativo Total Patrimônio 0,430104229 Lucro Líquido CA71 142.752.895,00 109.376.502,43 -33.376.392,57 -23,38% Ativo Total 59.527.218,00 59.527.218,00 Despesas Receita 708.847,13 208,03% Lucro Líquido 302.382,78 1.900,35 655,17 0,00 0,00% Patrimônio -1.245,18 -65,52% Despesas 209.601.507,00 487.327.240,38 277.725.733,38 132,50% Receita 125.074.355,89 109.363.703,90 -15.710.651,99 -12,56% 43.459.212,45 43.459.212,45 5.137,26 1.415,79 0,00 0,00% -3.721,47 -72,44% 103.114.623,36 298.345.239,49 195.230.616,13 189,33% -2.153.606,00 1.643.524,60 Liquidez 0,76 1,77 1,01 132,50% Liquidez 0,83 2,40 1,57 189,33% ROA 0,01 0,10 0,08 604,21% ROA 0,01 0,04 0,03 393,23% CA51 3.797.130,60 176,32% Lucro Líquido 0,345621816 0,656232265 CA82 Ativo Total 232.186.553,76 232.186.553,76 Patrimônio 142.642.137,43 127.420.398,47 -15.221.738,96 -10,67% Patrimônio Despesas Receita Lucro Líquido 2.432,77 730,03 0,00 0,00% Ativo Total -1.702,74 -69,99% Despesas 305.091.074,35 464.913.248,73 159.822.174,38 52,39% Receita 7.206.612,54 115,80% Lucro Líquido 3.605.727,66 10.432.581,21 6.826.853,55 189,33% 0,427164382 139.962.218,00 120.925.118,05 -19.037.099,95 -13,60% 52.465.799,00 52.465.799,00 2.538,66 1.006,05 0,00 0,00% -1.532,61 -60,37% 178.032.702,00 416.777.965,43 238.745.263,43 134,10% -6.223.279,00 983.333,54 3.972.964,00 9.300.784,82 5.327.820,82 134,10% Liquidez 1,41 2,15 0,74 52,39% Liquidez 0,77 1,80 1,03 134,10% ROA 0,00 0,06 0,06 999,90% ROA 0,02 0,07 0,06 316,74% PA61 0,559611637 PA61PA71 Ativo Total 38.004.036,04 38.004.036,04 Patrimônio 32.066.024,45 22.505.619,63 Despesas 1.185,67 Receita 115.428.815,79 206.265.931,75 90.837.115,96 78,70% Receita 1.185,67 Lucro Líquido 302.382,78 0,00% Ativo Total 0,00 0,00% Despesas 744.080,18 246,07% Lucro Líquido 38.004.036,04 38.004.036,04 0,00 32.066.024,45 22.505.619,63 -9.560.404,82 -29,81% 1.185,67 1.185,67 0,00 0,00% 0,00% 115.428.815,79 206.265.931,75 90.837.115,96 78,70% 302.382,78 1.046.462,96 744.080,18 246,07% Liquidez 1,52 2,72 1,20 78,70% Liquidez 1,52 2,72 1,20 78,70% ROA 0,01 0,05 0,04 379,12% ROA 0,01 0,05 0,04 379,12% CA62 1.046.462,96 0,00 -9.560.404,82 -29,81% Patrimônio 0,559611637 0,70055032 CA11CA83 0,901941629 Ativo Total 82.903.295,22 59.312.162,34 -23.591.132,88 -28,46% Ativo Total 61.727.000,00 61.727.000,00 0,00 0,00% Patrimônio 17.106.698,03 17.106.698,03 26.870.000,00 25.507.313,57 -1.362.686,43 -5,07% Despesas Receita Lucro Líquido 1.506,41 1.506,41 0,00 0,00% Patrimônio 0,00 0,00% Despesas 213.598.372,70 304.900.828,10 91.302.455,40 42,74% Receita 455.273,34 42,74% Lucro Líquido 2.552,64 1.275,78 -1.276,86 -50,02% 132.687.000,00 147.112.624,23 14.425.624,23 10,87% 1.065.093,42 1.520.366,76 6.684.000,00 7.410.679,12 726.679,12 10,87% Liquidez 1,02 1,45 0,43 42,74% Liquidez 2,29 2,54 0,25 10,87% ROA 0,00 0,03 0,03 752,78% ROA 0,04 0,04 0,00 0,00% 73 Aqui, pode-se perceber que as projeções estão voltadas, na sua maioria, para um aumento das variáveis financeiras de output, dado os recursos utilizados por cada empresa e com relação ao benchmarking entre todas as analisadas. Para a empresa CA11 atingir a fronteira da eficiência, é projetado um aumento na Receita Líquida, Lucro Líquido e do Índice de Liquidez Corrente em 10,87%, e uma redução de 5,07% no Patrimônio Líquido e de 50% nas Despesas por Veículo de 50,02%. A empresa CA12 deveria ter um Ativo Total de 43,18% menor, e uma redução em Despesas por Veículo em 26,55%, além de um aumento de 76,03% em Receita Líquida, 208,03% em Lucro Líquido, 103,04%, em Índice de Liquidez Corrente e 999,9% em ROA. Para a empresa CA42 atingir a eficiência financeira, seu Ativo Total deveria ser reduzido em 23,38% e as despesas por veículos em 65,52%. Já a Receita Líquida deve ser aumentada em 132,50%, o Lucro Líquido em 176,32%, O Índice de Liquidez Corrente em 132,50% e o ROA em 604,31%. A empresa CA51 necessita reduzir seu Patrimônio Líquido em 10,67% e as despesas por veículo em 69,99%. Já a receita Líquida deve ser aumentada em 52,39%, o Lucro Líquido em 115,8%, o Índice de Liquidez Corrente em 52,39% e o ROA em 999,9%. A empresa CA61 necessita reduzir o Ativo Total em 7,3%. Já a Receita Líquida, o Lucro Líquido e o Índice de Liquidez Corrente devem ser aumentados em 28,4%. A CA62, além de reduzir o Ativo Total em 28,46%, e a Receita Líquida, o Lucro Líquido e o Índice de Liquidez Corrente em 42,74%, e o ROA em 752,78%. A empresa CA63 irá atingir a fronteira da eficiência se aumentar a Receita Líquida em 72,45%, o Lucro Líquido e o Índice Liquidez Corrente em 39,50% e o ROA em 71,86%. A PA61 deve reduzir seu patrimônio Líquido em 29,81%, aumentar a Receita Líquida em 78,7%, o Lucro Líquido em 246%, o Índice de Liquidez Corrente em 78,7% e o ROA em 279,12%. A CA71 deve reduzir seu Ativo Total em 12,56%, sua despesa por veículo em 72,44%, e aumentar a Receita Líquida, o Lucro Líquido e o Índice de Liquidez Corrente em 189,33%, além do ROA em 393,23%. A CA82, além de reduzir seu Ativo Total em 13,6% e as despesas por veículo em 60,37%, deve aumentar a Receita Líquida, o Lucro Líquido e o Índice de Liquidez Corrente em 134,10%, e o ROA em 316,74%. 74 A empresa PA61PA71 precisa reduzir o Patrimônio Líquido em 29,81%, aumentar a Receita Líquida e o Índice de Liquidez Corrente em 78,7%, o Lucro Líquido em 246,07%, o Índice de Liquidez Corrente em 78,7% e o ROA em 379,12%. Por fim, a CA11CA83 deve reduzir o Patrimônio Líquido em 5,07%, as despesas por veículo em 50,02%, e aumentar a Receita Líquida, o Lucro Líquido e o Índice de Liquidez Corrente em 10,87%. Dessa forma, é possível identificar as folgas de cada DMUs, conforme segue: Quadro 11 – Folgas das DMUs com o modelo DEA – BCC voltado ao produto para dados financeiros DMU Pontuação Excesso Excesso Ativo Total CA11 0,901941629 CA12 0,568076191 52.251.718,83 PA12 1 CA21 1 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 0,430104229 33.376.392,57 CA51 0,656232265 PA51 1 0,70055032 23.591.132,88 CA63 0,716834844 PA61 0,559611637 PA62 1 Patrimônio Despesa Receita Lucro Líquido Líquido p/ veículo Líquida 1.362.686,43 1.276,86 Deficiência Deficiência Liquidez ROA Corrente 309,45 449.777,02 1.245,18 6.650.696,94 0,06 15.221.738,96 1.702,74 10.466.681,63 0,05 0,18 0,09 0,03 38.756.170,18 9.560.404,82 0,345621816 15.710.651,99 CA72 1 CA73 1 CA81 1 CA82 Deficiência 0,778792512 2.732.861,22 CA62 CA71 Deficiência 1 CA42 CA61 Excess 0,427164382 19.037.099,95 PA81 1 PA82 1 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 1 PA61PA71 0,559611637 9.560.404,82 CA11CA83 0,901941629 1.362.686,43 0,01 506.118,98 0,03 3.721,47 0,02 1.532,61 0,03 506.118,98 0,03 1.276,86 Todos os resultados do modelo BCC voltado ao produto com variáveis financeiras estão descritos no Apêndice F. 75 5.2 - Análise e verificação dos escores de eficiência Operacional e eficiência Financeira Uma vez obtido os resultados nos modelos DEA-BCC, com ambas as orientações e para os dados operacionais e financeiros, estes irão revelar se eficiência financeira explica eficiência operacional. Para tanto, foi utilizado a Correlação de Pearson para medir o grau da correlação entre os dois resultados: operacional e financeiro. Assim, comparamos os escores obtidos pelos modelos DEA-BCC voltado ao insumo, e obteve-se o seguinte resultado: Quadro 12 – Comparação entre os escores gerados pelos modelos DEA-BCC voltado ao insumo – Operacional e Financeiro Empresa Pontuação da Eficiência Operacional Empresa Pontuação da Eficiência Financeira Classificação Classificação CA11 1 1 CA11 0,897267702 16 CA12 0,942112547 24 CA12 0,607993957 23 PA12 1 1 PA12 1 1 CA21 0,910949746 26 CA21 1 1 CA31 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA41 1 1 CA42 1 1 CA42 0,342614481 25 CA51 0,882748117 27 CA51 0,236750433 27 PA51 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA61 0,857669312 18 CA62 1 1 CA62 0,703621501 22 CA63 1 1 CA63 0,82838093 21 PA61 0,95017413 23 PA61 0,837287119 19 PA62 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA71 0,304086754 26 CA72 1 1 CA72 1 1 CA73 1 1 CA73 1 1 CA81 1 1 CA81 1 1 CA82 0,970034805 21 CA82 0,361204058 24 PA81 1 1 PA81 1 1 PA82 0,952086844 22 PA82 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12PA22PA41 1 1 CA33CA64CA74 1 1 CA33CA64CA74 1 1 PA61PA71 0,914249356 25 PA61PA71 0,837287119 19 CA11CA83 0,985251767 20 CA11CA83 0,897267702 16 Correlação entre os escores = 0,355211439 (Correlação moderada = 0,3 a 0,7) 76 Eficiência Financeira x Operacional - BCC voltado ao insumo 1,2 E f i c i ê n c i a 1 F i n 0,8 a n 0,6 c e i 0,4 r a 0,2 0 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 1,2 Eficiência Operacional Figura 13 – Dispersão entre os resultados de eficiência operacional e eficiência financeira utilizando o modelo DEA-BCC voltado ao insumo. O eixo horizontal representa a eficiência operacional, e nota-se que as empresas analisadas pelo modelo DEA-BCC são muito próximas à fronteira da eficiência. Porém, notase uma dispersão maior quando comparado ao eixo Y, que representa a eficiência financeira. Daí, verificamos que empresas operacionalmente eficiente podem se tornar financeiramente ineficientes como CA11, CA42, CA61, CA62, CA63, CA71 e PA12PA22PA41. Também foi notado que empresas não eficientes operacionalmente atingiram a eficiência financeira, como as empresas CA21 e PA82. Infere-se que é passível uma empresa eficiente operacionalmente ser ineficiente financeiramente do que uma empresa ineficiente operacional ser eficientemente financeira, mostrando que eficiência operacional explica mais eficiência financeira do que o contrário. 77 Uma vez obtidos os escores do modelo DEA-BCC voltado ao produto, novamente foi comparado os resultados operacionais e financeiros: Quadro 13 - Comparação entre os escores gerados pelos modelos DEA-BCC voltado ao produto – Operacional e Financeiro Empresas Pontuação Eficiência Financeira CA11 1 1 CA11 0,901941629 16 CA12 0,941047588 24 CA12 0,568076191 22 PA12 1 1 PA12 1 1 CA21 0,924660143 25 CA21 1 1 CA31 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA41 1 1 CA42 1 1 CA42 0,430104229 25 CA51 0,896461537 27 CA51 0,656232265 21 PA51 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA61 0,778792512 18 CA62 1 1 CA62 0,70055032 20 CA63 1 1 CA63 0,716834844 19 PA61 0,941870911 23 PA61 0,559611637 23 PA62 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA71 0,345621816 27 CA72 1 1 CA72 1 1 CA73 1 1 CA73 1 1 CA81 1 1 CA81 1 1 CA82 0,96934838 21 CA82 0,427164382 26 PA81 1 1 PA81 1 1 PA82 0,947559379 22 PA82 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12PA22PA41 1 1 Empresas Pontuação Eficiência Operacional Classificação Classificação CA33CA64CA74 1 1 CA33CA64CA74 1 1 PA61PA71 0,914567454 26 PA61PA71 0,559611637 23 CA11CA83 0,984679258 20 CA11CA83 0,901941629 16 Correlação entre os escores = 0,352655329 (Correlação moderada = 0,3 a 0,7) 78 Eficiência Financeira x Operacional - BCC voltado ao produto E f i c i ê n c i a F i n a n c e i r a 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1 Eficiência Operacional Figura 14 – Comparação entre os escores gerados pelos modelos DEA-BCC voltados ao produto – Operacional e Financeiro Nesta dispersão entre os modelos BCC voltados ao produto para ambas as eficiências, pode-se novamente notar que o eixo X, que representa a eficiência operacional, concentra todas as DMUs próximas do valor 1 (quando não o próprio 1), indicando a eficiência operacional homogênea no setor. Porém, como no modelo anterior, nota-se uma ampla distribuição na eficiência financeira, representado pelo eixo Y. Uma vez plotados os pares de informação (pontuação operacional x pontuação financeira) referente a cada empresa, obtém-se uma nuvem de pontos definidos pelas coordenadas x e y. Essa nuvem, por sua vez, deveria definir um eixo ou direção que caracterizaria um padrão de relacionamento entre X e Y. A regressão será linear se observada uma tendência ou eixo na nuvem de pontos cartesianos. Nos Diagramas de Dispersão acima (Figuras 13 e 14), nota-se que não há uma relação explicativa entre as variáveis. Os diagramas não apontam que os valores de Y variam em relação ao de X, ou seja, eficiência operacional não explica eficiência financeira. A relação é bastante fraca (0,35), dentre uma escala de -1 a +1. 79 5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS Os modelos DEA propostos para avaliação comparativa de desempenho proporcionam, com as variáveis disponíveis, uma visão distinta entre as empresas operacionalmente eficientes e financeiramente eficientes. Os resultados da aplicação permitem concluir, sem dúvida, que eficiência financeira e eficiência operacional não são incompatíveis. O bom aproveitamento de recursos no processo operacional e bons resultados financeiros foram encontrados em muitas empresas de ônibus. No entanto, também foram verificadas que algumas empresas operacionalmente eficientes não apresentaram bons resultados financeiros, abrindo um campo para novas pesquisas no intuito de identificar possíveis problemas de agência. Também foi obtidos resultados com empresas ineficientes operacionalmente, mas eficientes financeiramente, sugerindo que uma eficiência não determina a outra. Neste estudo, percebe-se que as empresas de ônibus de transporte público de passageiros na cidade de São Paulo operam relativamente muito próximas da fronteira de eficiência, não havendo grandes distorções. Muito dessa homogeneidade operacional tem como possível explicação ações regulamentárias do órgão gestor da cidade, bem como a vasta experiência de boa parte de seus donos, tradicionais atuantes no transporte. Não se pode esquecer que as empresas de transporte de ônibus da cidade de São Paulo foram selecionadas através de licitação para a concessão ou permissão de seus serviços de transporte coletivo e, quando não se mostram eficientes, possuem escores de eficiência altos, isto é, próximos da fronteira eficiente. Processos licitatórios forçam as empresas operadoras a adotarem estratégias de redução de custos e de aumento na qualidade dos serviços, incluindo-se medidas de eficiência para avaliação de desempenho, com repasse desses ganhos para a sociedade. Assim, sugere-se a utilização, por parte dos órgãos gestores, de avaliações de eficiência como instrumentos para monitoramento e estímulo do desempenho dos operadores, com o uso do DEA para esta finalidade. Um dos potenciais da Análise Envoltória de Dados é indicar, para as empresas que se mostraram ineficientes, quais os eficientes que devem servir de referência. Nesse estudo, pode-se perceber a consistência dessa técnica na medida em que apontou empresas pequenas (em Ativo Total ou frota) como referência para outras empresas até maiores. 80 O estudo apresenta algumas limitações que podem prejudicar a generalização de resultados. Em primeiro lugar, o processo de amostragem e de levantamento de dados implica cautela na avaliação da hipótese. Embora 27 DMUs tenham sido analisadas pelo modelo, outras 10 precisaram ser excluídas por não apresentar demonstrações contábeis individuais, além de outras duas por apresentar outliers. Algumas variáveis importantes, como Valor Agregado ou ainda a separação das despesas em operacionais e administrativas poderiam contribuir bastante ao modelo, principalmente na definição de alvos para as ineficientes. Porém, dada as formas de apresentação das demonstrações contábeis, algumas variáveis apresentaram missing values, e prudentemente foram excluídas para não prejudicar o modelo DEA. Ao adotar dois tipos diferentes de eficiência (operacional e financeira), direcionandoos tanto para o insumo como para o produto, pode-se constatar que há uma correlação moderada entre estas eficiências. Ou seja, boa parte das empresas consideradas eficientes no âmbito operacional também foram eficientes no âmbito financeiro. Pela grande variação existente no tamanho e nas características das empresas, a hipótese de retornos constantes à escala seria inadequada, o que justifica a opção pelos modelos de retornos variáveis. Os alvos para as empresas ineficientes também foi obtido após rodar os modelos com auxílio do software DEA-Solver. Para cada uma das empresas ineficientes foi apontado um excedente ou uma defasagem em cada variável, indicando as metas que a empresa deve perseguir para ser eficiente como as demais. Para estudos futuros dentro do sistema de transportes públicos, há uma gama de possibilidades que poderiam assim ser elencadas: Do ponto de vista estratégico, há a possibilidade de a empresa, ou ainda do órgão gestor, analisar as linhas de ônibus considerando cada uma delas como uma DMU, com insumos consumidos e produtos gerados entre essas, o que permitiria identificar as linhas eficientes e as linhas ineficientes. Para a empresa, esta poderia buscar novas estratégias e inovação para melhorar as linhas ineficientes enquanto que, para o órgão gestor do transporte, buscar mecanismos de compensação para as empresas que operam estas linhas. No aspecto gerencial, a aplicação da abordagem DEA pode mostrar gestões eficientes das ineficientes, mas desde que as unidades gerenciadas sejam homogêneas. Assim, a mudança de comando nas empresas seria um corte para que o modelo fosse aplicado antes e após a mudança gerencial, identificando eficiências antes de depois das mudanças. 81 Outras variáveis de interesse da população como nível de satisfação, reclamações, tempo de espera, conforto e limpeza poderiam ser utilizados para compor a eficiência daquela empresa, podendo estimular o órgão gestor a propor remunerações flexíveis baseadas em desempenho. Por fim, utilizando-se uma abordagem mais avançada em DEA, é possível identificar impactos tecnológicos e/ou de inovação nas eficiências das empresas. Um caso passível de estudo é qual o impacto na eficiência das empresas com a implantação de cartões eletrônicos na cobrança de passagem (Bilhete Único). Ou ainda, quão eficiente as empresas ficaram com a implantação dos AVLs (Authomatic Vehicle Location), sistema que auxilia a logística do transporte por ônibus com informações como localização geográfica do veículo em operação, velocidade média em cada segmento e a qualquer tempo, entre outras. 82 7 - REFERÊNCIAS ALTMAYER, c. Moving to performance-based management. Government Finance Review, Chicago, v. 22, n.3, p.8-14, jun. 2006 ANSOF, H. I. Corporate Strategy: An Analytic Approach to Business Policy for Growth and Expansion. New York: Mc Graw-Hill. 1965 BANKER, R.D., CHARNES R.F., COOPER W.W. Some Models for Estimating Technical and Scale Inefficiencies in Data Envelopment Analysis, Management Science Vol. 30, pp. 1078 – 1092, 1984. BARNEY, J., ARIKAN, M. The resource-based view: origins and implications. In M. A. Hitt, R. E. Freeman, & J. S. Harrison (Eds.), Handbook of strategic management (pp. 124-188). Oxford: Blackwell Pub. 2001 BCG/FGV. O desafio da geração de riqueza para o acionista. São Paulo, BCG, 1998. BERG, S. Water Utility Benchmarking: Measurement, Methodology and Performance Incentives. “International Water Association” – 2010. BOAME, A. K. The technical efficiency of Canadian urban transit systems. Transportation Research Part E , v. 40, p. 401-416, 2004. BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Contagem Populacional. Disponível em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/default.shtm Acesso em out. 2012 BOGETOFT, P.,OTTO,L. Benchmarking with DEA, SFA and R – Volume 157 – Springer, 2011 CARLZON, J. A Hora da Verdade 2ª ed Rio de Janeiro: Sextante, 2005. 140p. CARTON, R.B.; HOFER, C.W.; Measuring Organizational Performance: metrics for entrepreneurship and strategic management research. Cornwall, UK: Edward Elgar Publishing Limited, 2006. CHARNES, A., COOPER, W. , RHODES, E. Measuring the efficiency of decision-making units http:www.elsevier.com/authored_subject_sections/s03/Anniversary/EJOR_free1.pdf). “European Journal of Operacional Research vol. 2. Pp 429-444, 1978. 83 COOPER, W. W., SEIFORD, L. M., ZHU, J. Handbook on Data Envelopment Analysis, Kluwer Academic Publishers, Dordrecht, 2004 COWIE, J. Acquisition, efficiency and scale economies: as analysis of the British bus industry. Transport Reviews, London, v. 22, n.2, p.147 – 157, Apr. 2002. DE BORGER, B., KERSTENS, K. The Performance of Bus-Transit Operators. In D. A. Hensher and K. J. Button (Eds.), Handbook of Transport Modelling, 693 – 714, 2008. DE BORGER, B., KERSTENS, K., COSTA, A. Public Transit Performance: What Does One Learn from Frontier Studies? Transport Reviews, 22(1), 1-38, 2002. DE BORGER, B., KERSTENS, K. and STAAT, M. Transit Costs and Cost Efficiency: Bootstrapping Non-Parametric Frontiers. Research in Transportation Economics, 23(1), 5364, 2008. DEY, P. K.; HARIHARAN, S.; CLEGG, B. T.; Measuring the operational performance of intensive care units using the analytic hierarchy process approach. International Journal of Operations & Production Research, Dordrecht, v. 40, n. 1-2, p. 189-216, jan.1997. DREW, S. A. W. From knowledge to action: the impact of benchmarking on organizational performance. Long Range Planning, Kidlington, v.30, n.3, p.427-41, jun. 1997. DRUCKER, P. The Practice of Management. New York: Harper & Row. 1954. GHALAYINI, A. M.; NOBLE, J. S. The changing basis of performance measurement. International Journal of Operations & Production Management,p. X-Y, 1996. GOH, S.; RICHARDS, G. Benchmarking the learning capability of organizations. European Management Journal, Kidlington, v.15, n.3, p. 575-83, out. 1997. GOMES, E.G.; et al. Avaliação de eficiência de companhias aéreas brasileiras: uma abordagem por Análise de Envoltória de Dados. IN: SETTI, J.R.A.; LIMA, Rio de Janeiro, 2003. GONZÁLEZ-ARAYA, M.C. Projeções não radiais em regiões fortemente eficientes da fronteira DEA – Algoritmos e Aplicações. Rio de Janeiro, 2003. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro. 84 HARRINGTON, H.J. Aperfeiçoando processos empresariais. São Paulo: Makron Books, 1993. 368p. HRONEC, S. M. Sinais vitais: usando medidas de desempenho da qualidade, tempo e custo para traçar a rota para o future da sua empresa. São Paulo: Makron Books, 1994. JOHNSON, H. Thomas.; KAPLAN, Robert. S. Contabilidade gerencial: a restauração da relevância da contabilidade nas empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1993. 239p. KOOPMANS, T. C. An analysis of production as an efficient combination of activities. In: KOOPMANS, T. C. (Ed.). Activity analysis of production and allocation. Wiley, New York: Cowles Comission for Research in Economics, Monograph, n. 13, 1951 LOVELL, C.A.L., & P. SCHIMIDT, A. Comparison of Alternative Approaches to the Measurement of Productive Efficiency, in DROGRAMACI, A., R. Färe (eds) Applications of Modern Production Theory: Efficiency and Productivity, Kluewr: Boston, 1998. MIN, H.; MIN, H. Benchmarking the quality of hotel services: managerial perspectives. International Journal of Quality & Reliability Management, [S.1], v.14, n.6, p.582-97, 1997. MURPHY, G.B.; TRAILER, J.W.; HILL, R.C.; Measuring performance in entrepreneurship research. Journal of Business Research. V.36, n.1, p.15-23, mai 1996. MÜLLER, C. J. Modelo de gestão integrando planejamento estratégico, sistemas de avaliação de desempenho e gerenciamento de processos (MEIO – Modelo de Estratégia, Indicadores e Operações). Porto Alegre: UFRGS, 2004. Tese (Doutorado em Engenharia), Escola de Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003 NEELY, A. The search for meaning full measures. Management Services, v.51, n.2, p.14-7, verão 2007. NORMAN, M., & STOKER, B. Data envelopment analysis, the assessment of performance. New Jersey: Wiley.1991 ODECK, J.; ALKADI, A. Evaluating, efficiency in the Norwegian bus industry using data envelopment analysis. Transportation, Amsterdam, v.28, n3, p.211-232, 2001. PETERSON, P. P.; PETERSON, D. R., Performance de empresas e medidas de valor adicionado. Virgínia: Fundação de Pesquisa do Instituto de Analistas Financeiros Certificados, 1996. 85 PETTY, R. & GUTHRIE, J. Intellectual capital literature review: measurement, reporting and management. Journal of Intellectual Capital, vol.1, n.2, pp. 155-176. 2000. PLOSSL, G. W. Managing in the new world of manufacturing: how companies can improve operations to complete globally. Englewood Cliffs: Prentice Hall, 1991. 189p. 1991. PREFEITURA DE SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Transporte. São Paulo Transporte S/A Disponível em http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/institucional/sptrans/index.php? p=3513 Acessado em junho de 2012. PINA, V. TORRES, L., Analysis of the efficiency of local government services delivery: a application to urban public transport. Transportation Research, Part A35, p.929-944, 2001. RAFAELI, L.; MÜLLER, C.J. Estruturação de um índice consolidado de desempenho utilizando o AHP. Gestão e Produção, São Carlos, v.14, n.2, p.363-77, maio-ago. 2007. RAPPAPORT, A. Creating Shareholder Value: The New Standard for Business Performance, New York: Free Press, 1986. SINK, D. S.; TUTTLE, T.C. Planejamento e medição para performance. Rio de Janeiro: Qualitymarks, 1993. 356p. SMITH, M. Performance Management Methodology. Business Credit, Columbia, v. 107, n 10, p. 54-5, nov.-dez. 2005 TOFALLIS, C. Combining two approaches to efficiency assessment, Journal of the Operational Research Society 52 (11), 1225 – 1231, 2001. VOSS, C. A.; AHLSTRÖM, P.; BLACKMON, K. Benchmarking and operational performance: some empirical results. International Journal of Operations & Production Management, [S.1.], v,17, n.10, p. 1046-58, 1997. WATSON, S. Donald.; HOLMAN, A. Mary. Microeconomia. São Paulo: Saraiva, 1979 YOUNG, D. S.; O’BYRNE, S. F. EVA® and Value-Based-Management. [S.I.]: McGraw Hill, 2001. 86 8 – ANEXOS APÊNDICE A Indicador Sigla Objetivo Mostra a rotação Índice de Passageiro por Fórmula de cálculo IPK Quilometro de passageiros em uma dada linha ou empresa Mostra a Percurso Médio Mensal quantidade de PMM passageiros transportados por mês/veículo Indica quantos Passageiros por veículo Dia PVD passageiros foram transportados por veículo/dia Indica qual o Retorno sobre ativo ROA retorno operacional sobre o Ativo Total 87 APÊNDICE B APÊNDICE B – EXEMPLO DE APLICAÇÃO DE DEA Na metodologia DEA, formalmente desenvolvida por CHARNES, COOPER e RHODES (1978), eficiência é definida como a soma ponderada de saídas (outputs) em razão de uma soma ponderada de insumos (inputs), onde a estrutura ponderada é calculada via programação matemática e os retornos constantes de escala (CRS) são assumidos. Em 1984, BANKER, CHARNES e COOPER desenvolveram um modelo com retornos variáveis de escala. Desta forma, podemos usar, como exemplo, as seguintes unidades, que podem ser chamadas de DMU – (Decison Making Units): Unidade 1 produz 100 peças de itens por dia, e os insumos são 10 dólares de materiais e 2 horas de trabalho; Unidade 2 produz 80 peças de itens por dia, e os insumos são de 8 dólares de materiais e 4 horas de trabalho; Unidade 3 produz 120 peças de itens por dia, e os insumos são 12 dólares de materiais e 1,5 hora de trabalho. Para calcular a eficiência da unidade 1, nós definimos a função como: Maximizar a eficiência = que está sujeita a toda eficiência das outras unidades (a eficiência não poderá ser maior que 1): Sujeita para a eficiência da Unidade 1: Sujeita para a eficiência da Unidade 2: Sujeita para a eficiência da Unidade 3: E a não-negativa Todos u e v 0 Todavia, uma vez que a programação linear não pode manusear frações, faz-se necessário transformar a sua formulação, de tal forma que se limita o denominador da função 88 objetiva e só permite a programação linear de maximizar o numerador. Assim, a nova formulação será: Maximizar Eficiência = Sujeita à eficiência da unidade 1: Sujeita à eficiência da unidade 2: Sujeita à eficiência da unidade 3: Sujeita a Todos u e v 89 APÊNDICE C – Eficiência Operacional Resultados para o modelo BCC voltado ao insumo para dados operacionais Sumário Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx Data File = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo.xlsxDEA_FIN DEA model = BCCI Problem = codigo No. of DMUs = 27 No. of Input items = 4 Input(1) = qt_linha Input(2) = frota_11 Input(3) = parti_11 Input(4) = d_vei_11 No. of Output items = 2 Output(1) = passa_11 Output(2) = kilom_11 Returns to Scale = Variable (Sum of Lambda = 1) Statistics on Input/Output Data qt_linha frota_11 Max 196 Min 9 1724 parti_11 d_vei_11 passa_11 kilom_11 9924059 5137,26 434237090 4295693 79 204534,7 110,54 14340508 143826 Average 58,62963 569,1111 2498328 1623,784 SD 49,80194 438,8197 2261477 1057,952 95846115,6 1091940,5 122343125 1350240,9 qt_linha parti_11 Correlation frota_11 d_vei_11 passa_11 0,968941 0,844578 0,519218 0,9241913 1 0,909938 0,543434 0,9743879 0,909938 1 0,563282 0,95565958 0,543434 0,563282 1 0,52767029 qt_linha 1 frota_11 0,968941 parti_11 d_vei_11 0,844578 0,519218 passa_11 0,924191 0,974388 kilom_11 kilom_11 0,9709604 0,9950144 0,8974219 0,5456517 0,95566 -0,52767 1 0,9671759 0,97096 0,995014 0,897422 0,545652 0,96717593 1 90 DMUs with inappropriate Data with respect to the chosen Model No. DMU None No. of DMUs Average 27 0,981763 SD 0,03294 Maximum 1 Minimum 0,882748 Frequency in Reference Set Peer set Frequency to other DMUs CA11 0 PA12 2 CA31 0 CA41 1 CA42 7 CA61 0 CA62 4 CA63 2 CA71 0 CA72 2 PA81 0 PA12PA22PA41 3 CA33CA64CA74 2 No. of DMUs in Data = No. of DMUs with inappropriate Data = No. of evaluated DMUs = Average of scores = No. of efficient DMUs = 27 0 27 0,981763 19 No. of inefficient DMUs = 8 No. of over iteration DMUs = 0 [BCC-I] LP started at 11-26-2012 23:43:29 and completed at 11-26-2012 23:43:29 Elapsed time = 1 seconds Total number of simplex iterations = 281 91 Score Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx No. DMU Score 1 CA11 1 2 CA12 0,942113 3 PA12 1 4 CA21 0,91095 5 CA31 1 1 6 CA33 1 1 7 PA31 1 1 8 CA41 1 1 9 CA42 1 1 1 24 1 26 10 CA51 0,882748 11 PA51 1 1 12 CA61 1 1 13 CA62 1 1 14 CA63 1 1 15 PA61 0,950174 16 PA62 1 1 17 CA71 1 1 18 CA72 1 1 19 CA73 1 1 20 CA81 1 21 CA82 0,970035 22 PA81 1 23 PA82 0,952087 24 PA12PA22PA41 1 1 25 CA33CA64CA74 1 1 26 PA61PA71 0,914249 25 27 CA11CA83 0,985252 20 In Rank order Rank Rank DMU Score 1 CA33CA64CA74 1 1 CA11 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12 1 1 PA81 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA42 1 27 23 1 21 1 22 92 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA62 1 1 CA63 1 1 CA73 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA72 1 20 CA11CA83 0,985252 21 CA82 0,970035 22 PA82 0,952087 23 PA61 0,950174 24 CA12 0,942113 25 PA61PA71 0,914249 26 CA21 0,91095 27 CA51 0,882748 Reference set (lambda) CA11 CA41 PA12 CA42 1 0,197326 CA42 0,06 CA62 0,25182 CA62 0,28 PA12PA22PA41 1 CA33 1 PA31 1 CA41 1 CA41 1 CA61 1 CA62 1 CA63 1 3,82E-02 CA42 0,34 CA63 PA62 1 CA71 1 CA72 1 CA73 1 CA81 1 CA31 PA81 PA12 PA12PA22PA41 CA33CA64CA74 0,07 CA33CA64CA74 0,39 0,26 PA12PA22PA41 0,08 CA33CA64CA74 0,18 CA72 0,44 1 3,93E-02 CA42 0,55 CA62 PA51 PA12 0,21 PA12PA22PA41 1 CA31 CA42 0,26 CA63 6,35E-02 CA42 0,13 CA62 0,80 1 7,39E-02 CA42 0,09 CA61 0,10 CA63 0,20 PA81 1 1 PA12 6,47E-02 CA42 0,38 CA72 0,17 PA12PA22PA41 0,38 CA11 0,352299 CA42 0,17 CA62 0,26 CA71 0,17 CA72 93 Graph 1 codigo CA11CA83 CA33CA64CA74 PA82 CA82 CA73 DMU CA71 PA61 CA62 PA51 CA42 PA31 CA31 PA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 94 Graph 2 codigo CA51 PA61PA71 PA61 CA82 CA72 DMU PA62 CA63 CA61 CA81 CA41 CA33 PA81 PA12PA22PA41 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 95 Projection Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx No. DMU I/O 1 CA11 Score Data Projection Difference % 1 qt_linha 10 10 0 0,00% frota_11 100 100 0 0,00% parti_11 394930 394930 0 0,00% d_vei_11 2552,64 2552,64 0 0,00% passa_11 22887670 22887670 0 0,00% kilom_11 194710 194710 0 0,00% 2 CA12 0,94211255 qt_linha 77 72,5426661 -4,457334 -5,79% frota_11 792 746,153137 -45,84686 -5,79% parti_11 2949547,62 2778805,82 -170741,8 -5,79% d_vei_11 1165,55 1098,07928 -67,47072 -5,79% passa_11 154923221 154923221 0 0,00% kilom_11 1822614 1822614 0 0,00% 3 PA12 1 qt_linha 47 47 0 0,00% frota_11 535 535 0 0,00% parti_11 3198573,21 3198573,21 0 0,00% d_vei_11 542,23 542,23 0 0,00% passa_11 130939414 130939414 0 0,00% kilom_11 1328608 1328608 0 0,00% 4 CA21 0,91094975 qt_linha 128 116,601568 -11,39843 -8,91% frota_11 1164 1060,3455 -103,6545 -8,91% parti_11 4168343,45 3797151,41 d_vei_11 passa_11 kilom_11 5 CA31 -371192 -8,91% 1207,54 1091,8171 -115,7229 -9,58% 220146321 220146321 0 0,00% 2597597 2677013,39 79416,393 3,06% 1 qt_linha 9 9 0 0,00% frota_11 79 79 0 0,00% parti_11 204534,702 204534,702 0 0,00% d_vei_11 2543,98 2543,98 0 0,00% passa_11 15348415 15348415 0 0,00% kilom_11 143826 143826 0 0,00% 6 CA33 1 qt_linha 146 146 0 0,00% frota_11 1090 1090 0 0,00% parti_11 3727527,74 3727527,74 0 0,00% 96 d_vei_11 372,79 passa_11 191156174 kilom_11 2911979 7 PA31 372,79 0 0,00% 191156174 0 0,00% 2911979 0 0,00% 1 qt_linha 61 61 0 0,00% frota_11 711 711 0 0,00% parti_11 5070540,89 5070540,89 0 0,00% d_vei_11 110,54 110,54 0 0,00% passa_11 152091649 152091649 0 0,00% kilom_11 1642384 1642384 0 0,00% 8 CA41 1 qt_linha 19 19 0 0,00% frota_11 352 352 0 0,00% parti_11 1057044,35 1057044,35 0 0,00% d_vei_11 1455,36 1455,36 0 0,00% passa_11 42713019 42713019 0 0,00% kilom_11 785509 785509 0 0,00% 9 CA42 1 qt_linha 68 68 0 0,00% frota_11 494 494 0 0,00% parti_11 1880666,85 1880666,85 0 0,00% d_vei_11 1900,35 1900,35 0 0,00% passa_11 126138970 126138970 0 0,00% kilom_11 1480004 1480004 0 0,00% 10 CA51 0,88274812 qt_linha 86 75,9163381 -10,08366 -11,73% frota_11 770 679,71605 -90,28395 -11,73% parti_11 2980433,57 2630972,12 -349461,4 -11,73% d_vei_11 2432,77 1554,04145 -878,7285 -36,12% passa_11 157827290 157827290 0 0,00% kilom_11 1798856 1798856 0 0,00% 11 PA51 1 qt_linha 36 36 0 0,00% frota_11 470 470 0 0,00% parti_11 2619744,05 2619744,05 0 0,00% d_vei_11 1053,45 1053,45 0 0,00% passa_11 106171079 106171079 0 0,00% kilom_11 1159560 1159560 0 0,00% 12 CA61 1 qt_linha 17 17 0 0,00% frota_11 218 218 0 0,00% parti_11 588510,357 588510,357 0 0,00% d_vei_11 1887,01 1887,01 0 0,00% passa_11 43845728 43845728 0 0,00% kilom_11 519770 519770 0 0,00% 97 13 CA62 1 qt_linha 41 41 0 0,00% frota_11 483 483 0 0,00% parti_11 1261883,21 1261883,21 0 0,00% d_vei_11 1506,41 passa_11 106674480 kilom_11 1114198 14 CA63 1506,41 0 0,00% 106674480 0 0,00% 1114198 0 0,00% 1 qt_linha 28 28 0 0,00% frota_11 280 280 0 0,00% parti_11 785997,083 785997,083 0 0,00% d_vei_11 865 865 0 0,00% passa_11 61911904 61911904 0 0,00% kilom_11 676533 676533 0 0,00% 15 PA61 0,95017413 qt_linha 70 59,3040863 -10,69591 -15,28% frota_11 517 491,240025 -25,75997 -4,98% parti_11 3378891,9 2097840,51 -1281051 -37,91% d_vei_11 1185,67 1126,59296 -59,07704 -4,98% passa_11 126632295 126632295 0 0,00% kilom_11 1192791 1192791 0 0,00% 16 PA62 1 qt_linha 32 32 0 0,00% frota_11 442 442 0 0,00% parti_11 2206824,76 2206824,76 0 0,00% d_vei_11 1899,21 1899,21 0 0,00% passa_11 97929759 97929759 0 0,00% kilom_11 1020976 1020976 0 0,00% 17 CA71 1 qt_linha 21 21 0 0,00% frota_11 276 276 0 0,00% parti_11 874883,274 874883,274 0 0,00% d_vei_11 5137,26 5137,26 0 0,00% passa_11 62609426 62609426 0 0,00% kilom_11 612173 612173 0 0,00% 18 CA72 1 qt_linha 66 66 0 0,00% frota_11 569 569 0 0,00% parti_11 2691514,35 2691514,35 0 0,00% d_vei_11 678,37 678,37 0 0,00% passa_11 152285473 152285473 0 0,00% kilom_11 1161994 1161994 0 0,00% 19 CA73 1 qt_linha 16 16 0 0,00% frota_11 240 240 0 0,00% 98 parti_11 745386,488 745386,488 0 0,00% d_vei_11 983,73 983,73 0 0,00% passa_11 46386675 46386675 0 0,00% kilom_11 517095 517095 0 0,00% 20 CA81 1 qt_linha 9 9 0 0,00% frota_11 82 82 0 0,00% parti_11 221972,143 221972,143 0 0,00% d_vei_11 3206,01 3206,01 0 0,00% passa_11 14340508 14340508 0 0,00% kilom_11 177614 177614 0 0,00% 21 CA82 0,9700348 qt_linha 51 42,6104901 -8,38951 -16,45% frota_11 473 458,826463 -14,17354 -3,00% parti_11 1317702,14 1278216,94 d_vei_11 -39485,2 -3,00% 2538,66 1625,4545 -913,2055 -35,97% passa_11 103500558 103500558 0 0,00% kilom_11 1088021 1101924,36 13903,357 1,28% 22 PA81 1 qt_linha 11 11 0 0,00% frota_11 138 138 0 0,00% parti_11 550224,464 550224,464 0 0,00% d_vei_11 2150,55 2150,55 0 0,00% passa_11 29926089 29926089 0 0,00% kilom_11 284272 284272 0 0,00% 23 PA82 0,95208684 qt_linha 24 22,8500842 -1,149916 -4,79% frota_11 248 236,117537 -11,88246 -4,79% parti_11 964842,738 918237,116 -46605,62 -4,83% d_vei_11 1813,75 -4,79% passa_11 53937046 kilom_11 572299 1726,84751 -86,90249 53937046 0 0,00% 572299 0 0,00% 24 PA12PA22PA41 1 qt_linha 152 152 0 0,00% frota_11 1724 1724 0 0,00% parti_11 9924058,87 9924058,87 0 0,00% d_vei_11 542,23 passa_11 434237090 kilom_11 4233354 542,23 0 0,00% 434237090 0 0,00% 4233354 0 0,00% 25 CA33CA64CA74 1 qt_linha 196 196 0 0,00% frota_11 1722 1722 0 0,00% parti_11 5771136,67 5771136,67 0 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0 0,00% passa_11 324368345 324368345 0 0,00% 99 kilom_11 26 PA61PA71 4295693 4295693 0 0,00% 0,91424936 qt_linha 129 98,5071864 -30,49281 -23,64% frota_11 1073 980,989558 -92,01044 -8,58% parti_11 6833921,07 5187650,02 -1646271 -24,09% d_vei_11 1185,67 1083,99803 -101,672 -8,58% passa_11 249020899 249020899 0 0,00% kilom_11 2471773 2471773 0 0,00% 27 CA11CA83 0,98525177 qt_linha 33 32,5133083 -0,486692 -1,47% frota_11 324 319,221572 -4,778428 -1,47% parti_11 1085214,52 1069209,53 d_vei_11 2552,64 passa_11 75314865 kilom_11 652301 -16005 -1,47% 2514,99307 -37,64693 -1,47% 75314865 0 0,00% 768743,657 116442,66 17,85% 100 Weight Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx No. DMU Score V(1) V(2) V(3) V(4) U(0) U(1) U(2) 1 CA11 1 8,35E-03 6,45E-03 6,88E-07 0 0,1029232 3,92E-08 0 2 CA12 0,9421 4,54E-03 5,57E-04 5,34E-08 4,43E-05 1,81E-02 5,39E-10 4,61E-07 3 PA12 1 5,41E-03 1,35E-03 0 4,07E-05 4,54E-03 0 7,49E-07 4 CA21 0,9109 3,50E-04 3,38E-04 1,35E-07 0 -0,181981 4,96E-09 0 5 CA31 1 0 0 4,89E-06 0 0,1311997 5,66E-08 0 6 CA33 1 0 7,34E-04 4,77E-08 6,05E-05 0 2,03E-09 2,10E-07 7 PA31 1 1,39E-02 0 0 1,36E-03 0 6,57E-09 0 8 CA41 1 4,95E-02 0 5,55E-08 0 0 9,62E-09 7,50E-07 9 CA42 1 5,92E-03 8,82E-04 4,19E-08 4,36E-05 0 0 6,76E-07 10 CA51 0,8827 5,48E-03 4,48E-04 6,18E-08 0 -8,36E-02 4,34E-10 4,99E-07 11 PA51 1 1,54E-02 6,52E-04 5,26E-08 0 0 3,39E-09 5,52E-07 12 CA61 1 1,84E-02 2,95E-03 7,59E-08 0 0 1,86E-09 1,77E-06 13 CA62 1 0 1,36E-03 2,71E-07 0 0 9,37E-09 0 14 CA63 1 0 1,16E-03 7,88E-07 6,47E-05 0 1,05E-09 1,38E-06 15 PA61 0,9502 0 1,80E-03 0 5,82E-05 0,142841 4,66E-09 1,82E-07 16 PA62 1 0,03125 0 0 0 0 1,02E-08 0 17 CA71 1 3,00E-02 1,29E-03 1,44E-08 0 0 1,60E-08 0 18 CA72 1 3,72E-03 1,33E-03 0 0 0 6,57E-09 0 19 CA73 1 5,44E-02 0 1,57E-07 1,39E-05 0 2,16E-08 0 20 CA81 1 0 5,85E-03 2,35E-06 0 0,1410104 0 4,84E-06 21 CA82 0,97 0 1,38E-03 2,63E-07 0 2,24E-02 9,16E-09 0 22 PA81 1 3,29E-02 4,62E-03 0 2,58E-07 0,1143096 2,96E-08 0 23 PA82 0,9521 7,83E-03 2,92E-03 0 4,85E-05 0,211565 4,47E-09 8,73E-07 24 PA12PA22PA41 1 4,43E-03 1,90E-04 0 0 0 2,30E-09 0 25 CA33CA64CA74 1 0 2,23E-04 3,80E-08 1,06E-03 0 3,08E-09 0 26 PA61PA71 0,9142 0 8,98E-04 0 3,05E-05 0,0278949 2,48E-09 1,09E-07 27 CA11CA83 0,9853 2,93E-03 2,00E-03 2,31E-07 1,96E-06 3,74E-02 1,26E-08 0 101 WeightedData Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx No. DMU Score VX(1) 1 CA11 1 2 CA12 0,942 3 PA12 VX(2) VX(3) VX(4) UY(0) UY(1) UY(2) 8,35E-02 0,64478 0,27174 0 0,102923 0,897077 0 0,34956 0,44136 0,15742 5,17E-02 1,81E-02 0,083565 0,840483 1 0,254383 0,72357 0 2,20E-02 4,54E-03 0 0,995461 4 CA21 0,911 4,48E-02 0,39293 0,56226 0 -0,181981 1,09293 0 5 CA31 1 0 0 1 0 0,1312 0,8688 0 6 CA33 1 0 0,79972 0,17774 2,25E-02 0 0,387713 0,612287 7 PA31 1 0,849471 0 0 0,15053 0 1 0 8 CA41 1 0,941384 0 5,86E-02 0 0 0,410987 0,589013 9 CA42 1 0,402522 0,43578 7,89E-02 8,28E-02 0 0 1 10 CA51 0,883 0,470965 0,34486 0,18417 0 -8,36E-02 6,85E-02 0,897832 11 PA51 1 0,556012 0,30624 0,13774 0 0 0,359969 0,640031 12 CA61 1 0,312733 0,64261 4,47E-02 0 0 8,18E-02 0,918229 13 CA62 1 0 0,65848 0,34152 0 0 1 0 14 CA63 1 0 0,32439 0,61962 0,05599 0 6,48E-02 0,935222 15 PA61 0,95 0 0,93101 0 0,06899 0,142841 0,590168 0,217165 16 PA62 1 1 0 0 0 0 1 0 17 CA71 1 0,630201 0,35719 1,26E-02 0 0 1 0 18 CA72 1 0,245457 0,75454 0 0 0 1 0 19 CA73 1 0,869634 0 0,1167 1,37E-02 0 1 0 20 CA81 1 0 0,47947 0,52053 0 0,14101 0 0,85899 21 CA82 0,97 0 0,65282 0,34718 0 2,24E-02 0,94764 0 22 PA81 1 0,362138 0,63731 0 5,54E-04 0,11431 0,88569 0 23 PA82 0,952 0,187974 0,72399 0 8,80E-02 0,211565 0,240979 0,499542 24 PA12PA22PA41 1 0,672983 0,32702 0 0 0 1 0 25 CA33CA64CA74 1 0 0,38372 0,2194 0,39688 0 1 0 26 PA61PA71 0,914 0 0,96381 0 3,62E-02 2,79E-02 0,616755 0,2696 27 CA11CA83 0,985 9,67E-02 0,64735 0,25091 5,00E-03 3,74E-02 0,947884 0 102 Slack Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx Excess No. DMU Score Excess Excess Excess Shortage Shortage qt_linha frota_11 parti_11 d_vei_11 passa_11 kilom_11 S-(1) S-(2) S-(3) S-(4) S+(1) S+(2) 1 CA11 1 0 0 0 0 0 0 2 CA12 0,94211 0 0 0 0 0 0 3 PA12 1 0 0 0 0 0 0 4 CA21 0,91095 0 0 0 8,19116 0 79416,3932 5 CA31 1 0 0 0 0 0 0 6 CA33 1 0 0 0 0 0 0 7 PA31 1 0 0 0 0 0 0 8 CA41 1 0 0 0 0 0 0 9 CA42 1 0 0 0 0 0 0 10 CA51 0,88275 0 0 0 593,4817 0 0 11 PA51 1 0 0 0 0 0 0 12 CA61 1 0 0 0 0 0 0 13 CA62 1 0 0 0 0 0 0 14 CA63 1 0 0 0 0 0 0 15 PA61 0,95017 0 1112695 0 0 0 16 PA62 1 0 0 0 0 0 0 17 CA71 1 0 0 0 0 0 0 18 CA72 1 0 0 0 0 0 0 19 CA73 1 0 0 0 0 0 0 20 CA81 1 0 0 0 0 0 0 21 CA82 0,97003 6,86128 0 0 837,1341 0 13903,3574 22 PA81 1 0 0 0 0 0 0 23 PA82 0,95209 0 0 376,961 0 0 0 24 PA12PA22PA41 1 0 0 0 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 0 0 0 0 0 0 0 1060258 0 0 0 0 0 0 116442,657 7,2081 26 PA61PA71 0,91425 19,431 27 CA11CA83 0,98525 0 0 103 RTS Model name = BCC-I Wokbook name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_I_Operacional.xlsx No. RTS No. of IRS No. of CRS No. of DRS Total DMU Score RTS RTS of Projected DMU 1 CA11 1 Increasing 2 CA12 0,942113 3 PA12 1 4 CA21 0,91095 5 CA31 1 Increasing 6 CA33 1 Constant 7 PA31 1 Constant 8 CA41 1 Constant 9 CA42 1 Constant Constant Increasing Constant 10 CA51 0,882748 Constant 11 PA51 1 Constant 12 CA61 1 Constant 13 CA62 1 Constant 14 CA63 1 Constant 15 PA61 0,950174 16 PA62 1 Constant 17 CA71 1 Constant 18 CA72 1 Constant 19 CA73 1 Constant 20 CA81 1 Increasing 21 CA82 0,970035 22 PA81 1 23 PA82 0,952087 Increasing Increasing Increasing Increasing 24 PA12PA22PA41 1 Constant 25 CA33CA64CA74 1 Constant 26 PA61PA71 0,914249 Increasing 27 CA11CA83 0,985252 Increasing Efficient Projected Total 5 5 10 14 3 17 0 0 0 19 8 27 104 APÊNDICE D – Eficiência Operacional Resultados para o modelo BCC voltado ao produto para dados operacionais Summary Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx Data File = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo.xlsxDEA_FIN DEA model = BCC-O Problem = codigo No. of DMUs = 27 No. of Input items = 4 Input(1) = qt_linha Input(2) = frota_11 Input(3) = parti_11 Input(4) = d_vei_11 No. of Output items = 2 Output(1) = passa_11 Output(2) = kilom_11 Returns to Scale = Variable (Sum of Lambda = 1) Statistics on Input/Output Data qt_linha frota_11 Max 196 Min 9 1724 parti_11 d_vei_11 passa_11 kilom_11 9924059 5137,26 434237090 4295693 79 204534,7 110,54 14340508 143826 Average 58,62963 569,1111 2498328 1623,784 122343125 1350241 SD 49,80194 438,8197 2261477 1057,952 95846115,6 1091940 Correlation qt_linha frota_11 d_vei_11 passa_11 0,968941 0,844578 0,519218 0,9241913 1 0,909938 0,543434 0,9743879 0,909938 1 0,563282 0,95565958 0,543434 0,563282 1 0,52767029 qt_linha 1 frota_11 0,968941 parti_11 d_vei_11 0,844578 0,519218 passa_11 0,924191 0,974388 kilom_11 parti_11 0,95566 kilom_11 0,97096 0,995014 0,897422 0,545652 -0,52767 1 0,967176 0,97096 0,995014 0,897422 0,545652 0,96717593 1 105 DMUs with inappropriate Data with respect to the chosen Model No. DMU None No. of DMUs Average 27 0,982229 SD 0,031 Maximum 1 Minimum 0,896462 Frequency in Reference Set Peer set Frequency to other DMUs CA11 0 PA12 1 CA31 0 CA41 0 CA42 7 CA61 0 CA62 5 CA63 2 CA71 0 CA72 2 PA81 0 PA12PA22PA41 3 CA33CA64CA74 2 No. of DMUs in Data = No. of DMUs with inappropriate Data = No. of evaluated DMUs = Average of scores = No. of efficient DMUs = 27 0 27 0,982229 19 No. of inefficient DMUs = 8 No. of over iteration DMUs = 0 [BCC-O] LP started at 11-26-2012 23:55:13 and completed at 11-26-2012 23:55:13 Elapsed time = 0 seconds Total number of simplex iterations = 271 106 Score Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx No. DMU Score Rank 1 CA11 1 1 2 CA12 0,941048 3 PA12 1 4 CA21 0,92466 5 CA31 1 1 6 CA33 1 1 7 PA31 1 1 8 CA41 1 1 9 CA42 1 1 24 1 25 10 CA51 0,896462 27 11 PA51 1 1 12 CA61 1 1 13 CA62 1 1 14 CA63 1 1 15 PA61 0,941871 16 PA62 1 1 17 CA71 1 1 18 CA72 1 1 19 CA73 1 1 20 CA81 1 21 CA82 0,969348 22 PA81 1 23 PA82 0,947559 23 1 21 1 22 24 PA12PA22PA41 1 1 25 CA33CA64CA74 1 1 26 PA61PA71 0,914567 26 27 CA11CA83 0,984679 20 In Rank order Rank DMU Score 1 CA33CA64CA74 1 1 CA11 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA12 1 1 PA81 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 CA42 1 107 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA61 1 1 CA62 1 1 CA63 1 1 CA73 1 1 PA62 1 1 CA71 1 1 CA72 1 20 CA11CA83 0,984679 21 CA82 0,969348 22 PA82 0,947559 23 PA61 0,941871 24 CA12 0,941048 25 CA21 0,92466 26 PA61PA71 0,914567 27 CA51 0,896462 Reference set (lambda) CA11 CA41 1 0,207171 CA42 PA12 CA42 0,200457 CA62 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 1 CA42 CA42 1 CA61 1 CA62 1 CA63 1 CA71 1 CA72 1 CA73 1 CA81 0,251807 PA12PA22PA41 7,53E-02 CA33CA64CA74 0,472477 0,260796 PA12PA22PA41 9,11E-02 CA33CA64CA74 0,135869 0,409621 CA63 6,84E-02 CA72 0,138969 CA62 0,832495 0,477739 1 2,85E-02 CA42 PA81 PA12 8,87E-02 PA12PA22PA41 0,105342 CA33CA64CA74 0,179606 1 4,42E-02 CA42 PA62 CA31 0,338453 CA63 1 0,512261 CA62 PA51 PA12 8,07E-02 CA62 1 1 7,60E-02 CA42 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 1 0,11395 CA61 0,107791 CA62 CA42 0,387372 CA72 0,151111 PA12PA22PA41 0,461518 CA11 0,331511 CA42 0,173082 CA62 0,256638 CA71 4,83E-02 CA63 9,84E-02 PA81 0,185903 CA72 5,29E-02 0,555545 108 Graph1 codigo CA11CA83 CA33CA64CA74 PA82 CA82 CA73 DMU CA71 PA61 CA62 PA51 CA42 PA31 CA31 PA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 109 Graph2 codigo CA51 CA21 PA61 CA82 CA72 DMU PA62 CA63 CA61 CA81 CA41 CA33 PA81 PA12PA22PA41 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 110 Projection Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx No. DMU I/O 1 CA11 Score Data Projection Difference % 1 qt_linha 10 10 0 0,00% frota_11 100 100 0 0,00% parti_11 394930 394930 0 0,00% d_vei_11 2552,64 2552,64 0 0,00% passa_11 22887670 22887670 0 0,00% kilom_11 194710 194710 0 0,00% 2 CA12 0,94104759 qt_linha 77 77 0 0,00% frota_11 792 792 0 0,00% parti_11 2949547,62 2949547,62 0 0,00% d_vei_11 1165,55 0 0,00% passa_11 154923221 164628466 9705245,2 6,26% kilom_11 1822614 1936792,6 114178,6 6,26% 3 PA12 1165,55 1 qt_linha 47 47 0 0,00% frota_11 535 535 0 0,00% parti_11 3198573,21 3198573,21 0 0,00% d_vei_11 542,23 542,23 0 0,00% passa_11 130939414 130939414 0 0,00% kilom_11 1328608 1328608 0 0,00% 4 CA21 0,92466014 qt_linha 128 128 0 0,00% frota_11 1164 1164 0 0,00% parti_11 4168343,45 4168343,45 0 0,00% d_vei_11 1207,54 977,205756 -230,3342 -19,07% passa_11 220146321 238083498 17937177 8,15% kilom_11 2597597 2925453,07 327856,07 12,62% 5 CA31 1 qt_linha 9 9 0 0,00% frota_11 79 79 0 0,00% parti_11 204534,702 204534,702 0 0,00% d_vei_11 2543,98 2543,98 0 0,00% passa_11 15348415 15348415 0 0,00% kilom_11 143826 143826 0 0,00% 6 CA33 1 qt_linha 146 146 0 0,00% frota_11 1090 1090 0 0,00% parti_11 3727527,74 3727527,74 0 0,00% 111 d_vei_11 372,79 passa_11 191156174 kilom_11 2911979 7 PA31 372,79 0 0,00% 191156174 0 0,00% 2911979 0 0,00% 1 qt_linha 61 61 0 0,00% frota_11 711 711 0 0,00% parti_11 5070540,89 5070540,89 0 0,00% d_vei_11 110,54 110,54 0 0,00% passa_11 152091649 152091649 0 0,00% kilom_11 1642384 1642384 0 0,00% 8 CA41 1 qt_linha 19 19 0 0,00% frota_11 352 352 0 0,00% parti_11 1057044,35 1057044,35 0 0,00% d_vei_11 1455,36 1455,36 0 0,00% passa_11 42713019 42713019 0 0,00% kilom_11 785509 785509 0 0,00% 9 CA42 1 qt_linha 68 68 0 0,00% frota_11 494 494 0 0,00% parti_11 1880666,85 1880666,85 0 0,00% d_vei_11 1900,35 1900,35 0 0,00% passa_11 126138970 126138970 0 0,00% kilom_11 1480004 1480004 0 0,00% 10 CA51 0,89646154 qt_linha 86 86 0 0,00% frota_11 770 770 0 0,00% parti_11 2980433,57 2980433,57 0 0,00% d_vei_11 2432,77 1466,37408 -966,3959 -39,72% passa_11 157827290 176055841 18228551 11,55% kilom_11 1798856 2017928,18 219072,18 12,18% 11 PA51 1 qt_linha 36 36 0 0,00% frota_11 470 470 0 0,00% parti_11 2619744,05 2619744,05 0 0,00% d_vei_11 1053,45 1053,45 0 0,00% passa_11 106171079 106171079 0 0,00% kilom_11 1159560 1159560 0 0,00% 12 CA61 1 qt_linha 17 17 0 0,00% frota_11 218 218 0 0,00% parti_11 588510,357 588510,357 0 0,00% d_vei_11 1887,01 1887,01 0 0,00% passa_11 43845728 43845728 0 0,00% kilom_11 519770 519770 0 0,00% 112 13 CA62 1 qt_linha 41 41 0 0,00% frota_11 483 483 0 0,00% parti_11 1261883,21 1261883,21 0 0,00% d_vei_11 1506,41 passa_11 106674480 kilom_11 1114198 14 CA63 1506,41 0 0,00% 106674480 0 0,00% 1114198 0 0,00% 1 qt_linha 28 28 0 0,00% frota_11 280 280 0 0,00% parti_11 785997,083 785997,083 0 0,00% d_vei_11 865 865 0 0,00% passa_11 61911904 61911904 0 0,00% kilom_11 676533 676533 0 0,00% 63,3789906 -6,621009 -9,46% 15 PA61 0,94187091 qt_linha 70 frota_11 517 parti_11 3378891,9 d_vei_11 1185,67 passa_11 kilom_11 16 PA62 517 0 0,00% 2251405,81 -1127486 -33,37% 1185,67 0 0,00% 126632295 134447612 7815317,2 6,17% 1192791 1266406,03 73615,029 6,17% 1 qt_linha 32 32 0 0,00% frota_11 442 442 0 0,00% parti_11 2206824,76 2206824,76 0 0,00% d_vei_11 1899,21 1899,21 0 0,00% passa_11 97929759 97929759 0 0,00% kilom_11 1020976 1020976 0 0,00% 17 CA71 1 qt_linha 21 21 0 0,00% frota_11 276 276 0 0,00% parti_11 874883,274 874883,274 0 0,00% d_vei_11 5137,26 5137,26 0 0,00% passa_11 62609426 62609426 0 0,00% kilom_11 612173 612173 0 0,00% 18 CA72 1 qt_linha 66 66 0 0,00% frota_11 569 569 0 0,00% parti_11 2691514,35 2691514,35 0 0,00% d_vei_11 678,37 678,37 0 0,00% passa_11 152285473 152285473 0 0,00% kilom_11 1161994 1161994 0 0,00% 19 CA73 1 qt_linha 16 16 0 0,00% frota_11 240 240 0 0,00% 113 parti_11 745386,488 745386,488 0 0,00% d_vei_11 983,73 983,73 0 0,00% passa_11 46386675 46386675 0 0,00% kilom_11 517095 517095 0 0,00% 20 CA81 1 qt_linha 9 9 0 0,00% frota_11 82 82 0 0,00% parti_11 221972,143 221972,143 0 0,00% d_vei_11 3206,01 3206,01 0 0,00% passa_11 14340508 14340508 0 0,00% kilom_11 177614 177614 0 0,00% 43,8390012 -7,160999 -14,04% 21 CA82 0,96934838 qt_linha 51 frota_11 473 473 0 0,00% parti_11 1317702,14 1317702,14 0 0,00% d_vei_11 2538,66 1590,76383 -947,8962 -37,34% passa_11 103500558 106773334 3272775,7 3,16% kilom_11 1088021 1137342,87 49321,873 4,53% 22 PA81 1 qt_linha 11 11 0 0,00% frota_11 138 138 0 0,00% parti_11 550224,464 550224,464 0 0,00% d_vei_11 2150,55 2150,55 0 0,00% passa_11 29926089 29926089 0 0,00% kilom_11 284272 284272 0 0,00% 23 PA82 0,94755938 qt_linha 24 24 0 0,00% frota_11 248 248 0 0,00% parti_11 964842,738 964842,738 0 0,00% d_vei_11 1813,75 1813,75 0 0,00% passa_11 53937046 56922075 2985029 5,53% kilom_11 572299 603971,648 31672,648 5,53% 24 PA12PA22PA41 1 qt_linha 152 152 0 0,00% frota_11 1724 1724 0 0,00% parti_11 9924058,87 9924058,87 0 0,00% d_vei_11 542,23 passa_11 434237090 kilom_11 4233354 542,23 0 0,00% 434237090 0 0,00% 4233354 0 0,00% 25 CA33CA64CA74 1 qt_linha 196 196 0 0,00% frota_11 1722 1722 0 0,00% parti_11 5771136,67 5771136,67 0 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0 0,00% passa_11 324368345 324368345 0 0,00% 114 kilom_11 26 PA61PA71 4295693 4295693 0 0,00% 106,46526 -22,53474 -17,47% 0,91456745 qt_linha 129 frota_11 1073 1073 0 0,00% parti_11 6833921,07 5715361,88 -1118559 -16,37% d_vei_11 1185,67 1088,89942 -96,77058 -8,16% passa_11 249020899 272282704 23261805 9,34% kilom_11 2471773 2702668,88 230895,88 9,34% 27 CA11CA83 0,98467926 qt_linha 33 33 0 0,00% frota_11 324 324 0 0,00% parti_11 1085214,52 1085214,52 0 0,00% d_vei_11 2552,64 0 0,00% passa_11 75314865 76486697,9 1171832,9 1,56% kilom_11 652301 781891,605 2552,64 129590,6 19,87% 115 Weight Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx No. DMU Score V(0) V(1) V(2) V(3) V(4) U(1) U(2) 1 CA11 1 -0,114732 9,31E-03 7,19E-03 7,67E-07 0 4,37E-08 0 2 CA12 0,94105 -1,95E-02 4,91E-03 6,03E-04 5,78E-08 4,80E-05 5,84E-10 4,99E-07 3 PA12 1 -4,56E-03 5,44E-03 1,36E-03 0 4,08E-05 0 7,53E-07 4 CA21 0,92466 0,1665071 3,20E-04 3,09E-04 1,23E-07 0 4,54E-09 0 5 CA31 1 -0,151013 0 0 5,63E-06 0 6,52E-08 0 6 CA33 1 0 0 0 2,62E-07 6,61E-05 1,41E-09 2,51E-07 7 PA31 1 0 1,39E-02 0 0 1,36E-03 6,57E-09 0 8 CA41 1 0 1,63E-02 0 6,52E-07 0 0 1,27E-06 9 CA42 1 0 0 1,62E-03 1,06E-07 0 7,93E-09 0 0,2322534 4,47E-04 4,31E-04 1,72E-07 0 6,34E-09 0 10 CA51 0,89646 11 PA51 1 0 1,55E-02 9,40E-04 0 0 7,01E-09 2,21E-07 12 CA61 1 0 1,84E-02 2,95E-03 7,59E-08 0 1,86E-09 1,77E-06 13 CA62 1 0 1,43E-02 0 3,27E-07 0 9,37E-09 0 14 CA63 1 0 0 1,16E-03 7,88E-07 6,47E-05 1,05E-09 1,38E-06 15 PA61 0,94187 -0,176929 0 2,23E-03 0 7,21E-05 5,77E-09 2,26E-07 16 PA62 1 0 0 0 0 1,02E-08 0 17 CA71 1 0 3,00E-02 1,29E-03 1,44E-08 0 1,60E-08 0 18 CA72 1 0 3,72E-03 1,33E-03 0 0 6,57E-09 0 19 CA73 1 0 5,44E-02 0 1,57E-07 1,39E-05 2,16E-08 0 20 CA81 1 -0,164158 0 6,81E-03 2,73E-06 0 0 5,63E-06 21 CA82 0,96935 -0,023632 0 1,46E-03 2,78E-07 0 9,66E-09 0 22 PA81 1 -0,129063 3,72E-02 5,21E-03 0 2,91E-07 3,34E-08 0 23 PA82 0,94756 -0,098818 1,23E-02 2,87E-03 1,15E-07 1,91E-05 1,31E-08 5,15E-07 24 PA12PA22PA41 1 0 4,43E-03 1,90E-04 0 0 2,30E-09 0 25 CA33CA64CA74 1 0 0 2,23E-04 3,80E-08 1,06E-03 3,08E-09 0 0,03125 26 PA61PA71 0,91457 0,0281597 0 9,93E-04 0 0 3,49E-09 5,29E-08 27 CA11CA83 0,98468 -3,94E-02 3,09E-03 2,11E-03 2,44E-07 2,07E-06 1,33E-08 0 116 WeightedData Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx No. DMU Score VX(0) VX(1) VX(2) VX(3) VX(4) UY(1) 1 CA11 1 -0,11473177 0,09305752 0,71876061 0,30291365 2 CA12 0,94105 -1,95E-02 0,37829252 0,47764259 0,1703552 5,59E-02 3 PA12 1 -4,56E-03 0,25554305 0,72686825 0 2,21E-02 0 1 4 CA21 0,92466 0,166507083 4,10E-02 0,35951615 0,51445189 0 1 0 5 CA31 1 -0,15101254 0 0 1,15101254 0 1 0 6 CA33 1 0 0 0 0,97536097 7 PA31 1 0 0,84947122 0 8 CA41 1 0 0,31050836 0 0,68949164 9 CA42 1 0 10 CA51 0,89646 0,232253381 11 PA51 1 0 0,55838383 0,44161617 12 CA61 1 0 13 CA62 1 0 0,58742783 14 CA63 1 0 15 PA61 0,94187 16 PA62 0 UY(2) 1 0 9,04E-02 0,90956647 2,46E-02 0,26865408 0,73134592 1 0 0 0 1 0 0,80144622 0,19855378 0 1 0 3,84E-02 0,33173056 0,51308587 0 1 0 0 0 0,7438924 0,2561076 4,47E-02 0 0,3127333 0,64260951 0 0,15052878 0 0,41257217 0 0 0,32438953 0,61962483 5,60E-02 8,18E-02 0,91822917 1 0 6,48E-02 0,93522201 -0,1769295 0 1,1531922 1 0 1 0 0 0 1 0 17 CA71 1 0 0,63020095 0,35718521 1,26E-02 0 1 0 18 CA72 1 0 0,24545671 0,75454329 0 0 1 0 19 CA73 1 0 0,86963353 0 0,11670225 1,37E-02 1 0 20 CA81 1 -0,16415843 0 0,55818427 0,60597416 0 0 1 21 CA82 0,96935 -2,36E-02 0 0,68889068 0,36636193 0 1 0 22 PA81 1 6,26E-04 1 0 23 PA82 0,94756 24 PA12PA22PA41 1 25 CA33CA64CA74 1 26 PA61PA71 0,91457 27 CA11CA83 0,98468 -0,12906267 0,40887698 0,71956011 -9,88E-02 0,29564253 0 0,08545391 0,73100923 0,26899077 0 0,7129846 0,1109417 0 0,67298324 0,32701676 0 0 2,82E-02 3,46E-02 0,70532581 0,29467419 0 1 0 0 0,38372119 0,21940303 0,39687578 1 0 0 1,06525336 0 -3,94E-02 0,10206319 0,68293815 0,26470877 0 0,86929942 0,13070058 5,27E-03 1 0 117 Slack Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx Excess No. DMU Score Excess Excess Excess Shortage Shortage qt_linha frota_11 parti_11 d_vei_11 passa_11 kilom_11 S-(1) S-(4) S-(2) S-(3) S+(1) S+(2) 1 CA11 1 0 0 0 0 0 0 2 CA12 0,941 0 0 0 0 0 0 3 PA12 1 0 0 0 0 0 0 4 CA21 0,9247 0 0 0 230,3342 0 116207,9 5 CA31 1 0 0 0 0 0 0 6 CA33 1 0 0 0 0 0 0 7 PA31 1 0 0 0 0 0 0 8 CA41 1 0 0 0 0 0 0 9 CA42 1 0 0 0 0 0 0 10 CA51 0,8965 0 0 0 966,3959 0 11310,02 11 PA51 1 0 0 0 0 0 0 12 CA61 1 0 0 0 0 0 0 13 CA62 1 0 0 0 0 0 0 14 CA63 1 0 0 0 0 0 0 15 PA61 0,9419 6,62101 0 1127486 0 0 0 16 PA62 1 0 0 0 0 0 0 17 CA71 1 0 0 0 0 0 0 18 CA72 1 0 0 0 0 0 0 19 CA73 1 0 0 0 0 0 0 20 CA81 1 0 0 0 0 0 0 21 CA82 0,9693 7,161 0 0 947,8962 0 14917,72 22 PA81 1 0 0 0 0 0 0 23 PA82 0,9476 0 0 0 0 0 0 24 PA12PA22PA41 1 0 0 0 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 0 0 0 0 0 0 0 26 PA61PA71 0,9146 22,5347 0 1118559 96,77058 0 27 CA11CA83 0,9847 0 0 119441,4 0 0 0 118 RTS Model name = BCC-O Wokbook name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC_O_results.xlsx No. RTS No. of IRS No. of CRS No. of DRS Total DMU Score RTS RTS of Projected DMU 1 CA11 1 Increasing 2 CA12 0,941048 3 PA12 1 4 CA21 0,92466 5 CA31 1 Increasing 6 CA33 1 Constant 7 PA31 1 Constant 8 CA41 1 Constant 9 CA42 1 Constant Constant Increasing Constant 10 CA51 0,896462 Constant 11 PA51 1 Constant 12 CA61 1 Constant 13 CA62 1 Constant 14 CA63 1 Constant 15 PA61 0,941871 16 PA62 1 Constant 17 CA71 1 Constant 18 CA72 1 Constant 19 CA73 1 Constant 20 CA81 1 Increasing 21 CA82 0,969348 22 PA81 1 23 PA82 0,947559 Increasing Increasing Increasing Increasing 24 PA12PA22PA41 1 Constant 25 CA33CA64CA74 1 Constant 26 PA61PA71 0,914567 Constant 27 CA11CA83 0,984679 Increasing Efficient Projected Total 5 4 9 14 4 18 0 0 0 19 8 27 119 APÊNDICE E – Eficiência Financeira Resultados para o modelo BCC voltado ao insumo para dados financeiros Summary Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-IFinanceiro.xlsx Data File = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo.xlsxDEA_FIN DEA model = BCC-I Problem = codigo No. of DMUs = 27 No. of Input items = 3 Input(1) = at_2011 Input(2) = pl_2011 Input(3) = d_vei_11 No. of Output items = 4 Output(1) = rec_2011 Output(2) = ll_2011 Output(3) = ilc_2011 Output(4) = roa_2011 Returns to Scale = Variable (Sum of Lambda = 1) Statistics on Input/Output Data at_2011 Max Min pl_2011 d_vei_11 576.534.150,91 317.147.668,97 rec_2011 5.137,26 ll_2011 577.621.198,09 ilc_2011 roa_2011 35254779 4,36 0,1162 8.657.779,83 -30.291.950,00 110,54 23.815.410,32 -9212000 0,26 -0,0887 Average 111.842.404,31 49.422.887,33 1.623,78 201.792.716,77 2167744,139 1,33 0,0220 SD 143.028.149,16 81.656.195,57 1.057,95 174.824.884,58 7535220,236 0,95 0,0412 Correlation at_2011 at_2011 pl_2011 1 d_vei_11 rec_2011 0,978725431 -0,2605027 ll_2011 ilc_2011 roa_2011 0,746644314 0,104613061 0,1488 -0,05026 pl_2011 0,978725431 1 -0,3083063 0,719151428 0,009878771 0,2518 -0,00744 d_vei_11 -0,260502748 -0,308306295 1 -0,450009575 -0,10706283 -0,108 -0,47397 rec_2011 0,746644314 0,719151428 -0,4500096 1 0,269833162 0,059 0,39162 ll_2011 0,104613061 0,009878771 -0,1070628 0,269833162 1 -0,0983 0,42085 ilc_2011 0,148788863 0,251837273 -0,1079757 0,059046565 -0,09834695 1 -0,01272 roa_2011 -0,050263883 -0,007437189 -0,473968 0,391621458 0,420847079 -0,0127 1 DMUs with inappropriate Data with respect to the chosen Model No. DMU None No. of DMUs 27 120 Average 0,841164114 SD 0,242758939 Maximum 1 Minimum 0,236750433 Frequency in Reference Set Peer set Frequency to other DMUs PA12 9 CA21 4 CA31 0 PA31 9 CA41 3 PA51 3 PA62 0 CA72 4 CA81 1 PA81 8 PA82 5 No. of DMUs in Data = No. of DMUs with inappropriate Data = No. of evaluated DMUs = Average of scores = 27 0 27 0,841164114 No. of efficient DMUs = 15 No. of inefficient DMUs = 12 No. of over iteration DMUs = 0 [BCC-I] LP started at 11-27-2012 00:18:40 and completed at 11-27-2012 00:18:41 Elapsed time = 0 seconds Total number of simplex iterations = 241 121 Score Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-IFinanceiro.xlsx No. DMU Score Rank 1 CA11 0,897268 16 2 CA12 0,607994 23 3 PA12 1 1 4 CA21 1 1 5 CA31 1 1 6 CA33 1 1 7 PA31 1 1 8 CA41 1 1 9 CA42 0,342614 25 10 CA51 0,23675 27 11 PA51 1 12 CA61 0,857669 18 13 CA62 0,703622 22 14 CA63 0,828381 21 15 PA61 0,837287 19 16 PA62 1 17 CA71 0,304087 18 CA72 1 1 19 CA73 1 1 20 CA81 1 21 CA82 0,361204 22 PA81 1 1 23 PA82 1 1 24 PA12PA22PA41 1 1 25 CA33CA64CA74 1 1 26 PA61PA71 0,837287 19 27 CA11CA83 0,897268 16 In Rank order Rank DMU Score 1 CA33CA64CA74 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA82 1 1 PA12 1 1 CA21 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 PA81 1 1 1 26 1 24 122 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA73 1 1 CA72 1 1 PA62 1 16 CA11CA83 0,897268 16 CA11 0,897268 18 CA61 0,857669 19 PA61 0,837287 19 PA61PA71 0,837287 21 CA63 0,828381 22 CA62 0,703622 23 CA12 0,607994 24 CA82 0,361204 25 CA42 0,342614 26 CA71 0,304087 27 CA51 0,23675 Reference set (lambda) PA12 5,54E-02 CA21 0,17084157 PA31 PA12 0,132964554 CA41 6,23E-02 CA72 PA12 1 CA21 1 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 0,2465644 PA81 0,40910151 PA82 0,11808391 0,80477061 1 PA12 0,273165989 PA31 0,32545339 CA41 0,25059325 CA72 0,15078737 PA12 0,5570178 PA31 0,3173181 PA81 3,24E-02 PA82 0,09321757 PA51 1 CA31 6,62E-02 PA31 0,1831825 CA41 7,18E-03 PA51 0,25186718 PA62 0,30953214 CA81 PA12 9,19E-02 CA41 0,11992799 PA51 4,76E-03 CA72 0,64621099 CA81 9,20E-02 PA81 CA21 0,198085398 PA31 0,28777819 PA51 0,25799228 CA72 0,25614414 PA12 0,165810965 PA31 0,38635832 PA81 0,14215418 PA82 0,30567654 9,52E-02 PA31 9,37E-02 PA81 4,05E-02 PA82 5,95E-02 PA31 0,05340266 PA51 0,62480823 CA72 0,30567654 PA62 PA12 0,037726339 CA21 1 CA73 1 PA12 0,73295103 1 0,174640171 CA21 PA81 1 PA82 1 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 4,52E-02 1 CA72 CA81 0,16548088 PA81 6,94E-02 PA81 1 PA12 0,165810965 PA31 0,38635832 PA81 0,14215418 PA82 PA12 5,54E-02 CA21 0,17084157 PA31 0,2465644 PA81 0,40910151 PA82 0,11808391 1,82E-02 1,66E-02 123 Graph1 codigo CA11CA83 CA33CA64CA74 PA82 CA82 CA73 DMU CA71 PA61 CA62 PA51 CA42 PA31 CA31 PA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 124 Graph2 codigo CA51 CA42 CA12 CA63 PA61 DMU CA11 PA62 CA73 CA81 CA41 CA33 CA21 PA82 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 125 Projection Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-I-Financeiro.xlsx No. DMU I/O 1 CA11 Score Data Projection Difference % 0,897267702 at_2011 61727000,00 55.385.643,43 -6.341.356,57 -10,27% pl_2011 26870000,00 22.449.972,95 -4.420.027,05 -16,45% d_vei_11 2552,64 1.357,57 -1.195,07 -46,82% rec_2011 132687000,00 132.687.000,00 0,00 0,00% ll_2011 6684000,00 6.684.000,00 0,00 0,00% ilc_2011 2,29 2,29 0,00 0,00% roa_2011 0,04 0,04 0,00 0,00% 2 CA12 0,607993957 at_2011 121009160,68 69.462.939,86 -51.546.220,82 -42,60% pl_2011 32463257,00 19.737.464,08 -12.725.792,92 -39,20% d_vei_11 1165,55 708,65 -456,90 -39,20% rec_2011 263316369,00 263.316.369,00 0,00 0,00% ll_2011 340735,00 2.896.796,42 2.556.061,42 750,16% ilc_2011 0,67 0,98 0,31 46,10% roa_2011 0,00 0,03 0,03 999,90% 3 PA12 1 at_2011 75771824,00 75.771.824,00 0,00 0,00% pl_2011 40845390,00 40.845.390,00 0,00 0,00% d_vei_11 542,23 542,23 0,00 0,00% rec_2011 522081205,00 522.081.205,00 0,00 0,00% ll_2011 2001307,00 2.001.307,00 0,00 0,00% ilc_2011 1,49 1,49 0,00 0,00% roa_2011 0,12 0,12 0,00 0,00% at_2011 218179694,00 218.179.694,00 0,00 0,00% pl_2011 62225454,00 62.225.454,00 0,00 0,00% d_vei_11 1207,54 1.207,54 0,00 0,00% rec_2011 476314770,00 476.314.770,00 0,00 0,00% ll_2011 35254779,00 35.254.779,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,32 0,32 0,00 0,00% roa_2011 0,07 0,07 0,00 0,00% 4 CA21 5 CA31 1 1 at_2011 17774739,93 17.774.739,93 0,00 0,00% pl_2011 1092873,96 1.092.873,96 0,00 0,00% d_vei_11 2543,98 rec_2011 33677498,01 ll_2011 599836,17 ilc_2011 0,77 2.543,98 0,00 0,00% 33.677.498,01 0,00 0,00% 599.836,17 0,00 0,00% 0,77 0,00 0,00% 126 roa_2011 0,01 0,00 0,00% at_2011 576534150,91 576.534.150,91 0,00 0,00% pl_2011 317147668,97 317.147.668,97 0,00 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0,00 0,00% rec_2011 577621198,09 577.621.198,09 0,00 0,00% ll_2011 218724,78 218.724,78 0,00 0,00% ilc_2011 2,16 2,16 0,00 0,00% roa_2011 0,00 0,00 0,00 0,00% 6 CA33 7 PA31 0,01 1 1 at_2011 35018486,00 35.018.486,00 0,00 0,00% pl_2011 27600205,00 27.600.205,00 0,00 0,00% d_vei_11 110,54 110,54 0,00 0,00% rec_2011 28775571,00 28.775.571,00 0,00 0,00% ll_2011 3641704,00 3.641.704,00 0,00 0,00% ilc_2011 1,20 1,20 0,00 0,00% roa_2011 0,11 0,11 0,00 0,00% 8 CA41 1 at_2011 23801000,00 23.801.000,00 0,00 0,00% pl_2011 -10153000,00 -10.153.000,00 0,00 0,00% d_vei_11 1455,36 1.455,36 0,00 0,00% rec_2011 89113000,00 89.113.000,00 0,00 0,00% ll_2011 -9212000,00 -9.212.000,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,26 0,26 0,00 0,00% roa_2011 0,02 0,02 0,00 0,00% 9 CA42 0,342614481 at_2011 142752895,00 48.909.209,06 -93.843.685,94 -65,74% pl_2011 59527218,00 20.394.886,91 -39.132.331,09 -65,74% d_vei_11 1900,35 651,09 -1.249,26 -65,74% rec_2011 209601507,00 209.601.507,00 0,00 0,00% ll_2011 -2153606,00 23.804,39 2.177.410,39 101,11% ilc_2011 0,76 1,01 0,25 32,36% roa_2011 0,01 0,08 0,06 448,41% 10 CA51 0,236750433 54.970.267,17 177.216.286,59 32.054.404,46 110.587.732,97 at_2011 232186553,76 pl_2011 142642137,43 d_vei_11 2432,77 575,96 -1.856,81 -76,32% rec_2011 305091074,35 305.091.074,35 0,00 0,00% ll_2011 -6223279,00 2.227.463,48 8.450.742,48 135,79% ilc_2011 1,41 1,41 0,00 0,00% roa_2011 0,00 0,10 0,10 999,90% 11 PA51 -76,32% -77,53% 1 at_2011 27719380,00 27.719.380,00 0,00 0,00% pl_2011 8404156,00 8.404.156,00 0,00 0,00% 127 d_vei_11 1053,45 1.053,45 0,00 0,00% rec_2011 64504232,00 64.504.232,00 0,00 0,00% ll_2011 1711973,00 1.711.973,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,45 0,45 0,00 0,00% roa_2011 0,02 0,02 0,00 0,00% 12 CA61 0,857669312 at_2011 37433462,40 32.105.531,95 -5.327.930,45 -14,23% pl_2011 2777467,03 2.382.148,24 -395.318,79 -14,23% d_vei_11 1887,01 1.618,43 -268,58 -14,23% rec_2011 81030927,53 81.030.927,53 0,00 0,00% ll_2011 61781,88 61.781,88 0,00 0,00% ilc_2011 0,82 0,82 0,00 0,00% roa_2011 0,01 0,01 0,00 0,00% 13 CA62 0,703621501 at_2011 82903295,22 58.332.541,02 -24.570.754,20 -29,64% pl_2011 17106698,03 12.036.640,54 -5.070.057,49 -29,64% d_vei_11 1506,41 1.059,94 -446,47 -29,64% rec_2011 213598372,70 213.598.372,70 0,00 0,00% ll_2011 1065093,42 1.065.093,42 0,00 0,00% ilc_2011 1,02 1,02 0,00 0,00% roa_2011 0,00 0,02 0,01 336,66% 14 CA63 0,82838093 at_2011 95219000,00 78.877.603,76 -16.341.396,24 -17,16% pl_2011 32825000,00 27.191.604,02 -5.633.395,98 -17,16% d_vei_11 865,00 716,55 -148,45 -17,16% rec_2011 117629000,00 179.221.853,82 61.592.853,82 52,36% ll_2011 9493000,00 9.493.000,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,76 0,77 0,01 1,07% roa_2011 0,04 0,06 0,02 57,79% 15 PA61 0,837287119 at_2011 38004036,04 31.820.289,85 -6.183.746,19 -16,27% pl_2011 32066024,45 19.422.749,27 -12.643.275,18 -39,43% d_vei_11 1185,67 992,75 -192,92 -16,27% rec_2011 115428815,79 115.428.815,79 0,00 0,00% ll_2011 302382,78 1.569.719,75 1.267.336,97 419,12% ilc_2011 1,52 1,52 0,00 0,00% roa_2011 0,01 0,06 0,05 454,00% 46944196,22 46.944.196,22 419934,57 419.934,57 1899,21 1.899,21 168301036,9 168.301.036,93 27875,96 27.875,96 0,96 0,96 0,000628103 0,00 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0,00 0,00% 0,00 0,00% 16 PA62 at_2011 pl_2011 d_vei_11 rec_2011 ll_2011 ilc_2011 roa_2011 1 128 17 CA71 0,304086754 at_2011 125074355,89 38.033.454,84 -87.040.901,05 -69,59% pl_2011 43459212,45 13.129.467,91 -30.329.744,54 -69,79% d_vei_11 5137,26 1.562,17 -3.575,09 -69,59% rec_2011 103114623,36 103.114.623,36 0,00 0,00% ll_2011 3605727,66 3.605.727,66 0,00 0,00% ilc_2011 0,83 0,83 0,00 0,00% roa_2011 0,01 0,03 0,02 227,88% 18 CA72 1 at_2011 71953432,13 71.953.432,13 0,00 0,00% pl_2011 18562618,41 18.562.618,41 0,00 0,00% d_vei_11 678,37 678,37 0,00 0,00% rec_2011 234041185,03 234.041.185,03 0,00 0,00% ll_2011 3981603,07 3.981.603,07 0,00 0,00% ilc_2011 0,95 0,95 0,00 0,00% roa_2011 0,02 0,02 0,00 0,00% 19 CA73 1 at_2011 58130378,05 58.130.378,05 0,00 0,00% pl_2011 29938058,74 29.938.058,74 0,00 0,00% d_vei_11 983,73 983,73 0,00 0,00% rec_2011 90725229,87 90.725.229,87 0,00 0,00% ll_2011 1003728,25 1.003.728,25 0,00 0,00% ilc_2011 3,54 3,54 0,00 0,00% roa_2011 0,02 0,02 0,00 0,00% 20 CA81 1 at_2011 16242288 16.242.288,00 0,00 0,00% pl_2011 -30291950 -30.291.950,00 0,00 0,00% d_vei_11 3206,01 3.206,01 0,00 0,00% rec_2011 25110287 25.110.287,00 0,00 0,00% ll_2011 -6075775 -6.075.775,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,39 0,39 0,00 0,00% roa_2011 -8,87E-02 -0,09 0,00 0,00% 21 CA82 0,361204058 at_2011 139962218 50.554.921,09 -89.407.296,91 -63,88% pl_2011 52465799 18.950.859,50 -33.514.939,50 -63,88% d_vei_11 2538,66 916,97 -1.621,69 -63,88% rec_2011 178032702 178.032.702,00 0,00 0,00% ll_2011 3972964 3.972.964,00 0,00 0,00% ilc_2011 0,77 0,77 0,00 0,00% roa_2011 1,75E-02 0,04 0,03 143,80% 22 PA81 1 at_2011 8657779,83 8.657.779,83 0,00 0,00% pl_2011 5600000 5.600.000,00 0,00 0,00% d_vei_11 2150,55 2.150,55 0,00 0,00% rec_2011 23815410,32 23.815.410,32 0,00 0,00% 129 ll_2011 -797471,53 ilc_2011 4,36 roa_2011 -2,41E-02 23 PA82 -797.471,53 0,00 0,00% 4,36 0,00 0,00% -0,02 0,00 0,00% 1 at_2011 14708579,49 14.708.579,49 0,00 0,00% pl_2011 3894651,37 3.894.651,37 0,00 0,00% d_vei_11 1813,75 1.813,75 0,00 0,00% rec_2011 46974119 46.974.119,00 0,00 0,00% ll_2011 -182407,25 -182.407,25 0,00 0,00% ilc_2011 0,62 0,62 0,00 0,00% roa_2011 7,67E-03 0,01 0,00 0,00% 24 PA12PA22PA41 1 at_2011 75771824 75.771.824,00 0,00 0,00% pl_2011 40845390 40.845.390,00 0,00 0,00% d_vei_11 542,23 542,23 0,00 0,00% rec_2011 522081205 522.081.205,00 0,00 0,00% ll_2011 2001307 2.001.307,00 0,00 0,00% ilc_2011 1,49 1,49 0,00 0,00% roa_2011 0,116177722 0,12 0,00 0,00% 25 CA33CA64CA74 1 at_2011 576534150,9 576.534.150,91 0,00 0,00% pl_2011 317147669 317.147.668,97 0,00 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0,00 0,00% rec_2011 577621198,1 577.621.198,09 0,00 0,00% ll_2011 218724,78 218.724,78 0,00 0,00% ilc_2011 2,16 2,16 0,00 0,00% roa_2011 3,08E-03 0,00 0,00 0,00% 26 PA61PA71 0,837287119 at_2011 38004036,04 31.820.289,85 -6.183.746,19 -16,27% pl_2011 32066024,45 19.422.749,27 -12.643.275,18 -39,43% d_vei_11 1185,67 992,75 -192,92 -16,27% rec_2011 115428815,8 115.428.815,79 0,00 0,00% ll_2011 302382,78 1.569.719,75 1.267.336,97 419,12% ilc_2011 1,52 1,52 0,00 0,00% roa_2011 1,07E-02 0,06 0,05 454,00% 27 CA11CA83 0,897267702 at_2011 61727000 55.385.643,43 -6.341.356,57 -10,27% pl_2011 26870000 22.449.972,95 -4.420.027,05 -16,45% d_vei_11 2552,64 1.357,57 -1.195,07 -46,82% rec_2011 132687000 132.687.000,00 0,00 0,00% ll_2011 6684000 6.684.000,00 0,00 0,00% ilc_2011 2,29 2,29 0,00 0,00% roa_2011 3,62E-02 0,04 0,00 0,00% 130 Projection Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-I-Financeiro.xlsx No. DMU Score 1 CA11 0,8972677 2 CA12 0,60799396 3 PA12 1 4 CA21 1 5 CA31 1 6 CA33 V(1) V(2) V(3) U(0) U(1) U(2) U(3) U(4) 1,62E-08 0 0 0,17068774 1,56E-09 7,26E-08 2,15E-03 0,79387384 0 1,63E-08 4,03E-04 0,32566353 1,07E-09 0 0 0 1,32E-08 0 0 0 1,92E-09 0 0 0 2,57E-09 7,07E-09 0 0 0 2,84E-08 0 0 4,89E-08 1,20E-07 0 0 1,12E-08 3,31E-07 0,32708718 13,875473 1 7,22E-10 0 1,57E-03 0 1,73E-09 0 0 7 PA31 1 2,00E-09 0 8,41E-03 0 7,38E-09 0 0 7,39473876 8 CA41 1 3,90E-08 6,45E-08 5,00E-04 0 1,12E-08 0 0 0 9 CA42 0,34261448 8,07E-10 7,37E-09 2,35E-04 0,24410974 4,70E-10 0 0 0 10 CA51 0,23675043 3,79E-09 0 4,89E-05 0,12747996 3,56E-10 0 4,68E-04 0 11 PA51 1 1,39E-08 4,91E-08 1,92E-04 0,43401581 2,79E-09 1,13E-07 0,13142847 7,3239709 12 CA61 0,85766931 1,31E-08 4,70E-08 2,02E-04 0,48223183 2,46E-09 8,30E-08 0,11735818 7,33043709 13 CA62 0,7036215 4,84E-09 1,65E-08 2,10E-04 0,34478966 1,31E-09 2,41E-08 5,26E-02 0 14 CA63 0,82838093 2,75E-12 2,11E-08 3,56E-04 0,49180787 0 3,55E-08 0 0 15 PA61 0,83728712 1,88E-08 0 2,42E-04 0,63052411 1,76E-09 0 2,32E-03 0 16 PA62 1 1,45E-09 6,26E-08 4,77E-04 17 CA71 0,30408675 7,13E-09 0 18 CA72 1 0 19 CA73 1 20 CA81 21 CA82 0 0 4,12E-09 7,45E-08 0,31687634 1,32362332 2,09E-05 0,11521577 7,14E-10 3,20E-08 2,03E-05 0 3,60E-08 4,89E-04 0 2,34E-09 4,61E-08 0,2833203 0 0 1,59E-08 5,31E-04 0 0 0 0,28248588 0 1 2,27E-07 8,85E-08 0 0 3,98E-08 0 0 0 0,36120406 2,96E-09 6,14E-09 1,04E-04 0,15917789 5,51E-10 2,05E-08 2,91E-02 0 22 PA81 1 1,16E-07 0 0 0,13997376 0 23 PA82 1 0 0 1,64E-08 5,42E-08 5,22E-08 0 0,49786222 8,01E-09 7,75E-08 24 PA12PA22PA41 1 1,32E-08 0 0 0 1,92E-09 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 7,22E-10 0 1,57E-03 0 1,73E-09 0 0 0 26 PA61PA71 1,88E-08 0 2,42E-04 0,63052411 1,76E-09 0 2,32E-03 0 1,62E-08 0 0 0,17068774 1,56E-09 7,26E-08 0,83728712 27 CA11CA83 0,8972677 9,09E-02 10,8813675 2,15E-03 0,79387384 131 WeightedData Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-I-Financeiro.xlsx No. DMU Score VX(1) VX(2) VX(3) UY(0) UY(1) 1 CA11 0,89727 1 0 0 0,170688 2 CA12 0,60799 0 0,529932 0,47007 0,325664 3 PA12 1 1 0 0 4 CA21 1 0,5603 0,4397 5 CA31 1 6 CA33 1 7 PA31 0,86903 0,130971 UY(2) UY(3) 0,2074 0,4855022 UY(4) 4,92E-03 2,88E-02 0,28233 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0,37652 0,1987584 0 0 0,2518571 0,172862 0 0,5838 0 1 0 0 0 1 0,4162 6,99E02 0 0,93011 0 0,21245 0 0 0,787547 8 CA41 1 0,9271 -0,65521 0,72811 0 0 0 0 9 CA42 0,34261 0,11514 0,438773 0,44609 0,24411 1 9,85E02 0 0 0 10 CA51 0,23675 0,88105 0,11895 0,12748 0,10861 0 6,60E-04 0 11 PA51 1 0,38565 0,412597 0,20176 0,434016 0,17996 0,1933819 0,0591428 0,133504 12 CA61 0,85767 0,48889 0,130544 0,38057 0,482232 0,19935 5,13E-03 9,62E-02 7,47E-02 13 CA62 0,70362 0,31642 0,27968 2,57E-02 5,35E-02 0 14 CA63 0,82838 0,40109 0,282487 2,62E04 0,691506 0 0,3365731 0 0 15 PA61 0,83729 0,28673 0,630524 0,20324 0 3,52E-03 0 16 PA62 1 0,71327 6,82E02 2,63E-02 0,90553 2,08E-03 0,3042013 8,31E-04 17 CA71 0,30409 0,89238 0 0,10762 0,115216 0,69289 7,36E02 0,115229 1,69E-05 0 18 CA72 1 0 0,667942 0,33206 0 0,54723 0,1836116 0,2691543 0 19 CA73 1 0 0,477463 0,52254 0 0 0 1 0 20 CA81 1 3,68171 0 0 0 0 0 21 CA82 0,3612 0,41482 0,322006 1 9,82E02 8,14E-02 2,24E-02 0 22 PA81 1 0 0,38971 0 0,6102856 0 23 PA82 1 0 0,497862 0,37646 -1,41E-02 5,63E-02 8,35E-02 24 PA12PA22PA41 1 1 0 0 0 1 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 0,4162 0 0,5838 0 1 0 0 0 0,20324 0 3,52E-03 0 0,2074 0,4855022 4,92E-03 2,88E-02 1 0 0 -2,68171 0 0,79665 0,203354 0,34479 0,30823 0,491808 0 0,26317 0,159178 0 26 PA61PA71 0,83729 0,71327 0 0,28673 0,630524 27 CA11CA83 0,89727 1 0 0 0,170688 132 Slack Model Name = BCC-I Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-I-Financeiro.xlsx No. DMU Score 1 CA11 0,897268 2 CA12 0,607994 3 PA12 Excess Excess Excess Shortage Shortage Shortage Shortage at_2011 pl_2011 d_vei_11 rec_2011 ll_2011 ilc_2011 roa_2011 S-(1) S-(2) S-(3) S+(1) S+(2) S+(3) S+(4) 0,00 1.659.610,20 932,84 0,00 0,00 0,000 0,000 4.109.898,58 0,00 0,00 0,00 2.556.061,42 0,309 0,034 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 4 CA21 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 5 CA31 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 6 CA33 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 7 PA31 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 8 CA41 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 9 CA42 0,342614 0,00 0,00 0,00 0,00 2.177.410,39 0,246 0,061 10 CA51 0,23675 0,00 1.716.183,36 0,00 0,00 8.450.742,48 0,000 0,097 11 PA51 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 12 CA61 0,857669 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 13 CA62 0,703622 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,014 14 CA63 0,828381 0,00 0,00 0,00 61.592.853,82 0,00 0,008 0,020 15 PA61 0,837287 0,00 7.425.719,96 0,00 0,00 1.267.336,97 0,000 0,049 16 PA62 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 17 CA71 0,304087 0,00 85.902,92 0,00 0,00 0,00 0,000 0,018 18 CA72 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 19 CA73 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 20 CA81 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 21 CA82 0,361204 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,025 22 PA81 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 23 PA82 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 24 PA12PA22PA41 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 25 CA33CA64CA74 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,000 0,000 26 PA61PA71 0,837287 0,00 7.425.719,96 0,00 0,00 1.267.336,97 0,000 0,049 27 CA11CA83 0,897268 0,00 1.659.610,20 932,84 0,00 0,000 0,000 0,00 133 RTS Model name = BCC-I Wokbook name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-I-Financeiro.xlsx No. RTS No. of IRS No. of CRS No. of DRS Total DMU Score RTS RTS of Projected DMU 1 CA11 0,897268 Increasing 2 CA12 0,607994 Constant 3 PA12 1 Constant 4 CA21 1 Constant 5 CA31 1 Constant 6 CA33 1 Constant 7 PA31 1 Constant 8 CA41 1 Constant 9 CA42 0,342614 Constant 10 CA51 0,23675 Increasing 11 PA51 1 12 CA61 0,857669 Increasing 13 CA62 0,703622 Increasing 14 CA63 0,828381 Increasing 15 PA61 0,837287 Increasing 16 PA62 1 17 CA71 0,304087 18 CA72 1 Constant 19 CA73 1 Constant 20 CA81 1 Constant 21 CA82 0,361204 22 PA81 1 Constant 23 PA82 1 Increasing Increasing Constant Increasing Increasing 24 PA12PA22PA41 1 Constant 25 CA33CA64CA74 1 Constant 26 PA61PA71 0,837287 Increasing 27 CA11CA83 0,897268 Increasing Efficient Projected Total 2 10 12 13 2 15 0 0 0 15 12 27 134 APÊNDICE F – Eficiência Financeira Resultados para o modelo BCC voltado ao produto para dados financeiros Summary Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx Data File = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo.xlsxDEA_FIN DEA model = BCC-O Problem = codigo No. of DMUs = 27 No. of Input items = 3 Input(1) = at_2011 Input(2) = pl_2011 Input(3) = d_vei_11 No. of Output items = 4 Output(1) = rec_2011 Output(2) = ll_2011 Output(3) = ilc_2011 Output(4) = roa_2011 Returns to Scale = Variable (Sum of Lambda = 1) Statistics on Input/Output Data at_2011 pl_2011 d_vei_11 rec_2011 ll_2011 ilc_2011 roa_2011 Max 576534150,9 317147669 5137,26 577621198 35254779 4,36 Min 8657779,83 -30291950 110,54 23815410,3 -9212000 0,26 0,116178 0,088729 Average 111842404,3 49422887,3 1623,784 201792717 2167744,1 1,325074 0,022048 SD 143028149,2 81656195,6 1057,952 174824885 7535220,2 0,949876 0,041194 Correlation at_2011 pl_2011 d_vei_11 1 0,260503 0,308306 d_vei_11 -0,260502748 -0,3083063 1 rec_2011 0,746644314 0,71915143 ll_2011 0,104613061 0,00987877 ilc_2011 0,148788863 0,25183727 roa_2011 -0,050263883 -0,0074372 -0,45001 0,107063 0,107976 0,473968 at_2011 pl_2011 1 0,97872543 0,978725431 rec_2011 ll_2011 ilc_2011 0,74664431 0,1046131 0,148789 0,71915143 0,0098788 0,251837 -0,45000957 -0,107063 0,107976 1 0,2698332 0,059047 0,26983316 1 0,098347 0,05904656 -0,098347 1 0,39162146 0,4208471 0,012721 roa_2011 0,050264 0,007437 0,473968 0,391621 0,420847 0,012721 1 135 DMUs with inappropriate Data with respect to the chosen Model No. DMU None No. of DMUs Average SD 27 0,835054929 0,21749257 Maximum 1 Minimum 0,345621816 Frequency in Reference Set Frequency to other Peer set DMUs PA12 9 CA21 5 CA31 0 CA33 3 PA31 5 CA41 0 PA51 0 PA62 0 CA72 1 CA73 1 CA81 2 PA81 10 PA82 1 No. of DMUs in Data = No. of DMUs with inappropriate Data = No. of evaluated DMUs = Average of scores = 27 0 27 0,83505493 No. of efficient DMUs = 15 No. of inefficient DMUs = 12 No. of over iteration DMUs = 0 [BCC-O] LP started at 11-27-2012 00:25:12 and completed at 11-27-2012 00:25:12 Elapsed time = 0 seconds Total number of simplex iterations = 232 136 Score Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. DMU Score Rank 1 CA11 0,901942 16 2 CA12 0,568076 22 3 PA12 1 1 4 CA21 1 1 5 CA31 1 1 6 CA33 1 1 7 PA31 1 1 8 CA41 1 1 9 CA42 0,430104 25 10 CA51 0,656232 21 11 PA51 1 12 CA61 0,778793 18 13 CA62 0,70055 20 14 CA63 0,716835 19 15 PA61 0,559612 23 16 PA62 1 17 CA71 0,345622 18 CA72 1 1 19 CA73 1 1 20 CA81 1 21 CA82 0,427164 22 PA81 1 1 23 PA82 1 1 24 PA12PA22PA41 1 1 25 CA33CA64CA74 1 1 1 1 27 1 26 26 PA61PA71 0,559612 23 27 CA11CA83 0,901942 16 In Rank order Rank DMU Score 1 CA33CA64CA74 1 1 PA12PA22PA41 1 1 PA82 1 1 PA12 1 1 CA21 1 1 CA31 1 1 CA33 1 1 PA31 1 1 CA41 1 1 PA81 1 137 1 CA81 1 1 PA51 1 1 CA73 1 1 CA72 1 1 PA62 1 16 CA11CA83 0,901942 16 CA11 0,901942 18 CA61 0,778793 19 CA63 0,716835 20 CA62 0,70055 21 CA51 0,656232 22 CA12 0,568076 23 PA61 0,559612 23 PA61PA71 0,559612 25 CA42 0,430104 26 CA82 0,427164 27 CA71 0,345622 Reference set (lambda) PA12 6,83E-02 CA21 PA12 0,88217 CA81 PA12 1 CA21 1 CA31 1 CA33 1 PA31 1 CA41 0,187809 PA31 0,262539 CA73 4,48E-02 PA81 0,436575 0,11783 1 PA12 0,843984 CA33 7,76E-02 PA81 7,84E-02 PA12 0,515481 CA33 0,332701 PA81 0,151819 PA51 1 CA31 0,254235 PA31 0,118945 CA41 3,26E-02 PA62 0,518865 CA81 3,04E-02 PA81 PA12 0,483946 CA21 5,75E-02 CA72 6,46E-02 CA81 0,268681 PA81 0,125239 CA21 0,324775 PA31 0,313962 PA51 0,154016 CA72 0,115357 PA81 9,19E-02 PA12 0,364163 PA31 0,185296 PA81 0,447026 PA82 3,52E-03 0,291687 CA33 4,13E-02 PA81 0,426845 0,238506 CA33 4,85E-02 PA81 0,194833 PA62 PA12 1 0,240129 CA21 CA72 1 CA73 1 CA81 PA12 1 0,518206 CA21 PA81 1 PA82 1 PA12PA22PA41 1 CA33CA64CA74 1 PA12 0,364163 PA31 0,185296 PA81 0,447026 PA82 3,52E-03 PA12 6,83E-02 CA21 0,187809 PA31 0,262539 CA73 4,48E-02 PA81 0,436575 4,49E-02 138 Graph1 codigo CA11CA83 CA33CA64CA74 PA82 CA82 CA73 DMU CA71 PA61 CA62 PA51 CA42 PA31 CA31 PA12 CA11 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 139 Graph2 codigo CA71 CA42 PA61 CA51 CA63 DMU CA11 PA62 CA73 CA81 CA41 CA33 CA21 PA82 CA33CA64CA74 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 Efficiency 0,7 0,8 0,9 1 140 Projection Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. DMU I/O 1 CA11 Score Data Projection Difference % 0,90194163 at_2011 61727000 pl_2011 26870000 d_vei_11 2552,64 0 25507313,6 1362686,43 1275,78306 1276,85694 -50,02% rec_2011 132687000 147112624 14425624,2 10,87% ll_2011 6684000 7410679,12 726679,12 10,87% ilc_2011 2,29 2,53896696 0,24896696 10,87% roa_2011 3,62E-02 2 CA12 61727000 4,02E-02 0,00% -5,07% 0 0,00% 68757441,8 52251718,8 -43,18% 0,56807619 at_2011 121009161 pl_2011 32463257 d_vei_11 rec_2011 1165,55 0 856,103955 309,446045 -26,55% 263316369 463522980 200206611 76,03% ll_2011 340735 1049582,13 708847,131 208,03% ilc_2011 0,67 1,36038669 0,69038669 103,04% roa_2011 2,12E-04 3 PA12 32463257 9,20E-02 0,00% 9,18E-02 999,90% 1 at_2011 75771824 75771824 0 0,00% pl_2011 40845390 40845390 0 0,00% d_vei_11 542,23 542,23 0 0,00% rec_2011 522081205 522081205 0 0,00% ll_2011 2001307 2001307 0 0,00% ilc_2011 1,49 1,49 0 0,00% roa_2011 0,11617772 0,11617772 0 0,00% 4 CA21 1 at_2011 218179694 218179694 0 0,00% pl_2011 62225454 62225454 0 0,00% d_vei_11 1207,54 1207,54 0 0,00% rec_2011 476314770 476314770 0 0,00% ll_2011 35254779 35254779 0 0,00% ilc_2011 0,32 0,32 0 0,00% roa_2011 7,30E-02 7,30E-02 0 0,00% at_2011 17774739,9 17774739,9 0 0,00% pl_2011 1092873,96 1092873,96 0 0,00% d_vei_11 2543,98 2543,98 0 0,00% rec_2011 33677498 33677498 0 0,00% 5 CA31 1 141 ll_2011 599836,17 ilc_2011 0,77 roa_2011 1,25E-02 6 CA33 599836,17 0 0,00% 0,77 0 0,00% 1,25E-02 0 0,00% 1 at_2011 576534151 576534151 0 0,00% pl_2011 317147669 317147669 0 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0 0,00% rec_2011 577621198 577621198 0 0,00% ll_2011 218724,78 218724,78 0 0,00% ilc_2011 2,16 2,16 0 0,00% roa_2011 3,08E-03 3,08E-03 0 0,00% 7 PA31 1 at_2011 35018486 35018486 0 0,00% pl_2011 27600205 27600205 0 0,00% d_vei_11 110,54 110,54 0 0,00% rec_2011 28775571 28775571 0 0,00% ll_2011 3641704 3641704 0 0,00% ilc_2011 1,2 1,2 0 0,00% roa_2011 0,106501 0,106501 0 0,00% 8 CA41 1 at_2011 23801000 23801000 0 0,00% pl_2011 -10153000 -10153000 0 0,00% d_vei_11 1455,36 1455,36 0 0,00% rec_2011 89113000 89113000 0 0,00% ll_2011 -9212000 -9212000 0 0,00% ilc_2011 0,26 0,26 0 0,00% roa_2011 2,18E-02 2,18E-02 0 0,00% 109376502 33376392,6 -23,38% 9 CA42 0,43010423 at_2011 142752895 pl_2011 59527218 d_vei_11 1900,35 0 655,173339 1245,17666 rec_2011 209601507 487327240 277725733 132,50% ll_2011 -2153606 1643524,6 ilc_2011 0,76 roa_2011 1,37E-02 10 CA51 59527218 0,00% -65,52% 3797130,6 176,32% 1,76701355 1,00701355 132,50% 9,64E-02 8,27E-02 604,21% 0,65623227 at_2011 232186554 232186554 0 0,00% pl_2011 142642137 127420398 -10,67% 2432,77 -15221739 730,03052 1702,73948 d_vei_11 rec_2011 305091074 464913249 159822174 52,39% ll_2011 -6223279 983333,539 7206612,54 115,80% ilc_2011 1,41 2,14862949 0,73862949 roa_2011 1,52E-03 5,73E-02 -69,99% 52,39% 5,57E-02 999,90% 142 11 PA51 1 at_2011 27719380 27719380 0 0,00% pl_2011 8404156 8404156 0 0,00% d_vei_11 1053,45 1053,45 0 0,00% rec_2011 64504232 64504232 0 0,00% ll_2011 1711973 1711973 0 0,00% ilc_2011 0,45 0,45 0 0,00% roa_2011 1,82E-02 1,82E-02 0 0,00% at_2011 37433462,4 34700601,2 2732861,22 -7,30% pl_2011 2777467,03 2777467,03 0 0,00% d_vei_11 1887,01 1887,01 0 0,00% rec_2011 81030927,5 104046876 23015948 28,40% ll_2011 61781,88 79330,3468 17548,4668 28,40% ilc_2011 0,82 1,05291202 0,23291202 28,40% roa_2011 1,02E-02 12 CA61 0,77879251 0 0,00% at_2011 82903295,2 59312162,3 23591132,9 -28,46% pl_2011 17106698 d_vei_11 1506,41 rec_2011 213598373 ll_2011 1065093,42 1520366,76 ilc_2011 1,017 roa_2011 4,10E-03 13 CA62 14 CA63 1,31E-02 0,70055032 17106698 0 0,00% 1506,41 0 0,00% 304900828 91302455,4 42,74% 455273,34 42,74% 1,45171585 0,43471585 42,74% 3,49E-02 3,08E-02 752,78% 0,71683484 at_2011 95219000 95219000 0 0,00% pl_2011 32825000 32825000 0 0,00% d_vei_11 865 865 0 0,00% rec_2011 117629000 202851151 85222151 72,45% ll_2011 9493000 13242938,8 3749938,84 39,50% ilc_2011 0,76 1,06021632 0,30021632 39,50% roa_2011 3,50E-02 2,52E-02 71,86% 0,00% pl_2011 0 32066024,5 22505619,6 9560404,82 d_vei_11 1185,67 rec_2011 ll_2011 15 PA61 at_2011 6,02E-02 0,55961164 38004036 38004036 -29,81% 1185,67 0 0,00% 115428816 206265932 90837116 78,70% 302382,78 1046462,96 744080,182 246,07% ilc_2011 1,52 2,71616939 1,19616939 roa_2011 1,07E-02 16 PA62 5,13E-02 78,70% 4,06E-02 379,12% 1 at_2011 46944196,2 46944196,2 0 0,00% pl_2011 419934,57 0 0,00% 419934,57 143 d_vei_11 1899,21 rec_2011 168301037 ll_2011 27875,96 ilc_2011 0,96 roa_2011 6,28E-04 17 CA71 1899,21 0 0,00% 168301037 0 0,00% 27875,96 0 0,00% 0,96 0 0,00% 6,28E-04 0 0,00% 109363704 -15710652 -12,56% 0,00% 0,34562182 at_2011 125074356 pl_2011 43459212,5 43459212,5 d_vei_11 5137,26 0 1415,79182 3721,46818 rec_2011 103114623 298345239 195230616 189,33% ll_2011 3605727,66 10432581,2 6826853,55 189,33% ilc_2011 0,83 roa_2011 7,92E-03 18 CA72 -72,44% 2,40146878 1,57146878 189,33% 3,90E-02 3,11E-02 393,23% 1 at_2011 71953432,1 71953432,1 0 0,00% pl_2011 18562618,4 18562618,4 0 0,00% d_vei_11 678,37 678,37 0 0,00% rec_2011 234041185 234041185 0 0,00% ll_2011 3981603,07 3981603,07 0 0,00% ilc_2011 0,95 0,95 0 0,00% roa_2011 2,13E-02 2,13E-02 0 0,00% at_2011 58130378,1 58130378,1 0 0,00% pl_2011 29938058,7 29938058,7 0 0,00% d_vei_11 983,73 983,73 0 0,00% rec_2011 90725229,9 90725229,9 0 0,00% ll_2011 1003728,25 1003728,25 0 0,00% ilc_2011 3,54 3,54 0 0,00% roa_2011 2,39E-02 2,39E-02 0 0,00% 19 CA73 20 CA81 1 1 at_2011 16242288 16242288 0 0,00% pl_2011 -30291950 -30291950 0 0,00% d_vei_11 3206,01 3206,01 0 0,00% rec_2011 25110287 25110287 0 0,00% ll_2011 -6075775 -6075775 0 0,00% ilc_2011 0,39 0,39 0 0,00% roa_2011 -8,87E-02 -8,87E-02 0 0,00% -19037100 -13,60% 0,00% 21 CA82 0,42716438 at_2011 139962218 120925118 pl_2011 52465799 52465799 d_vei_11 2538,66 0 1006,05472 1532,60528 rec_2011 178032702 416777965 238745263 134,10% ll_2011 3972964 9300784,82 5327820,82 134,10% ilc_2011 0,77 1,80258475 1,03258475 134,10% -60,37% 144 roa_2011 22 PA81 1,75E-02 7,31E-02 0,0555356 316,74% 1 at_2011 8657779,83 8657779,83 0 0,00% pl_2011 5600000 5600000 0 0,00% d_vei_11 2150,55 2150,55 0 0,00% rec_2011 23815410,3 23815410,3 0 0,00% ll_2011 -797471,53 -797471,53 0 0,00% ilc_2011 4,36 4,36 0 0,00% roa_2011 -2,41E-02 -2,41E-02 0 0,00% at_2011 14708579,5 14708579,5 0 0,00% pl_2011 3894651,37 3894651,37 0 0,00% d_vei_11 1813,75 rec_2011 46974119 ll_2011 -182407,25 ilc_2011 0,62 roa_2011 7,67E-03 23 PA82 1 1813,75 0 0,00% 46974119 0 0,00% -182407,25 0 0,00% 0,62 0 0,00% 7,67E-03 0 0,00% 24 PA12PA22PA41 1 at_2011 75771824 75771824 0 0,00% pl_2011 40845390 40845390 0 0,00% d_vei_11 542,23 rec_2011 522081205 ll_2011 2001307 ilc_2011 1,49 roa_2011 542,23 0 0,00% 522081205 0 0,00% 2001307 0 0,00% 1,49 0 0,00% 0,11617772 0,11617772 0 0,00% 25 CA33CA64CA74 1 at_2011 576534151 576534151 0 0,00% pl_2011 317147669 317147669 0 0,00% d_vei_11 372,79 372,79 0 0,00% rec_2011 577621198 577621198 0 0,00% ll_2011 218724,78 218724,78 0 0,00% ilc_2011 2,16 2,16 0 0,00% roa_2011 3,08E-03 3,08E-03 0 0,00% 0,00% pl_2011 0 32066024,5 22505619,6 9560404,82 d_vei_11 1185,67 1185,67 0 0,00% rec_2011 115428816 206265932 90837116 78,70% ll_2011 302382,78 1046462,96 744080,182 246,07% ilc_2011 1,52 2,71616939 1,19616939 roa_2011 1,07E-02 26 PA61PA71 at_2011 27 CA11CA83 0,55961164 38004036 38004036 -29,81% 78,70% 5,13E-02 4,06E-02 379,12% 61727000 0,00% 0,90194163 at_2011 61727000 pl_2011 26870000 0 25507313,6 1362686,43 -5,07% 145 d_vei_11 2552,64 1275,78306 1276,85694 -50,02% rec_2011 132687000 147112624 14425624,2 10,87% ll_2011 6684000 7410679,12 726679,12 10,87% ilc_2011 2,29 2,53896696 0,24896696 10,87% roa_2011 3,62E-02 4,02E-02 0 0,00% Weight Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. DMU Score V(0) V(1) V(2) V(3) U(1) U(2) U(3) U(4) 1 CA11 0,901942 0,960532 2,40E-09 0 0 1,85E-11 2 CA12 0,568076 0,899041 0 2,65E-08 0 3,80E-09 2,72E-08 0,262574 5,913707 0 0 0 3 PA12 1 0 1,32E-08 0 0 1,92E-09 0 0 0 4 CA21 1 0 3,02E-11 0 8,23E-04 5,53E-10 2,09E-08 0 0 5 CA31 1 0 4,89E-08 1,20E-07 0 1,12E-08 3,31E-07 0,327087 13,87547 6 CA33 1 0 7,22E-10 0 1,57E-03 1,73E-09 0 0 0 7 PA31 1 0 3,29E-10 0 8,94E-03 6,01E-09 2,27E-07 0 0 8 CA41 1 0 3,90E-08 6,45E-08 5,00E-04 1,12E-08 0 0 0 9 CA42 0,430104 2,217979 0 1,80E-09 0 2,98E-09 0 0,494759 0 10 CA51 0,656232 1,380473 6,18E-10 0 0 1,86E-09 0 0,307713 0 11 PA51 1 -0,766834 2,46E-08 8,67E-08 3,38E-04 4,93E-09 2,00E-07 0,232212 12,94024 12 CA61 0,778793 0,624848 0 1,63E-07 1,09E-04 1,64E-09 2,09E-07 0,622358 33,76229 13 CA62 0,70055 0,101743 0 4,57E-08 3,61E-04 3,23E-09 4,99E-08 0,251666 0 14 CA63 0,716835 -0,897138 1,25E-09 4,88E-08 6,60E-04 0 8,92E-08 0,201498 0 15 PA61 0,559612 -3,049502 9,08E-08 0 1,17E-03 8,52E-09 0 16 PA62 1 0 1,79E-08 1,15E-07 5,81E-05 5,83E-09 1,82E-07 17 CA71 0,345622 2,803197 0 2,07E-09 0 3,62E-09 2,85E-08 0,631035 0 18 CA72 1 0 0 4,12E-08 3,48E-04 3,09E-09 4,18E-08 0,116981 0 19 CA73 1 0 9,01E-09 0 4,84E-04 1,05E-09 9,71E-09 0,252781 0 20 CA81 1 0 2,27E-07 8,85E-08 0 3,98E-08 0 0 0 21 CA82 0,427164 2,253537 0 1,67E-09 0 2,91E-09 2,29E-08 0,5073 0 22 PA81 1 0 1,16E-07 0 0 1,64E-08 0 0,139974 0 23 PA82 1 -0,991485 1,08E-07 1,04E-07 0 1,60E-08 24 PA12PA22PA41 1 0 1,32E-08 0 0 1,92E-09 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 0 7,22E-10 0 1,57E-03 1,73E-09 0 0 0 26 PA61PA710,559612 -3,049502 9,08E-08 0 1,17E-03 8,52E-09 0 1,12E-02 0 27 CA11CA830,901942 0,960532 2,40E-09 0 0 1,85E-11 1,12E-02 0 0 22,99855 1,54E-07 0,180933 21,67008 2,72E-08 0,262574 5,913707 146 Slack Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. DMU Score Excess Excess Excess Shortage Shortage Shortage Shortage at_2011 pl_2011 d_vei_11 rec_2011 ll_2011 ilc_2011 roa_2011 S-(1) S-(2) S-(3) S+(1) S+(2) S+(3) S+(4) 1 CA11 0,901942 0,00 1.362.686,43 1.276,86 0,00 0,00 0,00 0,00 2 CA12 0,568076 52.251.718,83 0,00 309,45 0,00 449.777,02 0,18 0,09 3 PA12 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 4 CA21 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 5 CA31 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 6 CA33 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 7 PA31 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 8 CA41 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9 CA42 0,430104 33.376.392,57 0,00 1.245,18 0,00 6.650.696,94 0,00 0,06 10 CA51 0,656232 0,00 15.221.738,96 1.702,74 0,00 10.466.681,63 0,00 0,05 11 PA51 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 12 CA61 0,778793 2.732.861,22 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 13 CA62 0,70055 23.591.132,88 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,03 14 CA63 0,716835 0,00 0,00 0,00 38.756.170,18 0,00 0,00 0,01 15 PA61 0,559612 0,00 9.560.404,82 0,00 0,00 506.118,98 0,00 0,03 16 PA62 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 17 CA71 0,345622 15.710.651,99 0,00 3.721,47 0,00 0,00 0,00 0,02 18 CA72 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 19 CA73 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 20 CA81 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 21 CA82 0,427164 19.037.099,95 0,00 1.532,61 0,00 0,00 0,00 0,03 22 PA81 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 23 PA82 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 24 PA12PA22PA41 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 25 CA33CA64CA74 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 26 PA61PA710,559612 0,00 9.560.404,82 0,00 0,00 506.118,98 0,00 0,03 27 CA11CA830,901942 0,00 1.362.686,43 1.276,86 0,00 0,00 0,00 0,00 147 RTS Model name = BCC-O Wokbook name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. RTS No. of IRS No. of CRS No. of DRS Total DMU Score RTS RTS of Projected DMU 1 CA11 0,901942 Constant 2 CA12 0,568076 Constant 3 PA12 1 Constant 4 CA21 1 Constant 5 CA31 1 Constant 6 CA33 1 Constant 7 PA31 1 Constant 8 CA41 1 Constant 9 CA42 0,430104 Constant 10 CA51 0,656232 Constant 11 PA51 1 12 CA61 0,778793 Constant 13 CA62 0,70055 Constant 14 CA63 0,716835 Increasing 15 PA61 0,559612 Increasing 16 PA62 1 17 CA71 0,345622 18 CA72 1 Constant 19 CA73 1 Constant 20 CA81 1 Constant 21 CA82 0,427164 22 PA81 1 Constant 23 PA82 1 Increasing Increasing Constant Constant Constant 24 PA12PA22PA41 1 Constant 25 CA33CA64CA74 1 Constant 26 PA61PA71 0,559612 Increasing 27 CA11CA83 0,901942 Constant Efficient Projected Total 2 3 5 13 9 22 0 0 0 15 12 27 148 Model Name = BCC-O Workbook Name = C:\Users\Urbano\Desktop\DEA_FINAL_limpo_BCC-O-Financeira.xlsx No. DMU Score VX(0) VX(1) VX(2) VX(3) UY(1) UY(2) UY(3) UY(4) 1 CA11 0,901942 0,960532 0,148187 0 0 2 CA12 0,568076 0,899041 3 PA12 1 0 0 0,861286 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 0 4 CA21 1 0 0 6,60E-03 0 0,9934 0,263506 0,7364937 0 5 CA31 1 0 0,869029 0,130971 0 6 CA33 1 0 0,4162 7 PA31 1 0 1,15E-02 8 CA41 1 9 CA42 0,430104 2,217979 10 CA51 0,656232 1,380473 0,143378 11 PA51 1 12 CA61 0,778793 0,624848 0 0,454076 0,205115 0,132624 13 CA62 0,70055 0,101743 0 0,781485 0,544222 0,690901 0,0531545 0,255944 14 CA63 0,716835 -0,897138 0,118659 1,602182 15 PA61 0,559612 -3,049502 3,449709 0 1,386746 0,982975 0 1,70E-02 0 16 PA62 1 0 0,841518 4,82E-02 0,110288 0,980486 5,07E-03 17 CA71 0,345622 18 CA72 1 0 19 CA73 1 0 0,523611 20 CA81 1 0 3,681711 -2,681711 21 CA82 0,427164 22 PA81 1 23 PA82 1 0 0,927096 0 0,376522 0,1987584 0,251857 0,172862 1 0 0 0 0 0,988486 0,173041 0,826959 0 0 0,5838 0 -0,65521 0,728114 0 0 0 0,623983 0 0,376017 0 0 0,566125 0 0,433875 0 0,72899 0,356471 0,317951 0,3416736 0,104496 0,23588 0 0,107038 -0,766834 0,681373 2,803197 0 2,46E-03 0,1820051 0,601294 0,214245 0 0,57132 1 1,29E-02 0,510333 0,344159 0 0,8468612 0,153139 0 0 0 1,44E-02 0 0,373405 0,1028353 0,523759 0 0 0,763896 0,236104 0,722491 0,1663775 0,111132 0 0 9,01E-02 0 0,476389 0 9,54E-02 1 9,75E-03 0,894846 0 0 0 0 0 2,253537 0 8,75E-02 0 0,518288 9,11E-02 0,390621 0 1 0 0 0,389714 0 0,610286 0 -0,991485 1,586509 0,404976 0 0,749721 -2,82E-02 0,112178 0,16626 24 PA12PA22PA41 1 0 1 0 0 1 0 0 0 25 CA33CA64CA74 1 0 0,4162 0 0,5838 1 0 0 0 0 1,386746 0,982975 0 1,70E-02 0 26 PA61PA710,559612 -3,049502 3,449709 27 CA11CA830,901942 0,960532 0,148187 0 0 2,46E-03 0,1820051 0,601294 0,214245 149 APÊNDICE G - Correlação entre todas as variáveis Fro_idad Fro_idad qt_linha 1 qt_termi transfer o_basico o_minibu o_midion -0,15029 0,053457 0,119062 0,186026 1 0,609719 -0,49815 -0,49422 qt_linha -0,15029 -0,01288 0,716413 0,389858 0,144848 qt_termi 0,053457 0,609719 -0,10677 -0,11545 transfer 0,119062 -0,01288 0,378438 1 -0,09883 -0,13185 -0,16808 o_basico 0,186026 0,716413 0,626343 -0,09883 1 -0,21508 -0,24989 o_minibu -0,49815 0,389858 -0,10677 -0,13185 -0,21508 o_midion -0,49422 0,144848 -0,11545 -0,16808 -0,24989 0,548555 o_articu 0,215975 0,608294 0,62083 o_padron 0,264646 0,622464 0,621134 0,030599 1 0,378438 0,626343 0,46076 0,489074 1 -0,17611 -0,21373 -0,36095 -0,30075 o_microo -0,22764 0,376425 0,072618 o_biarti 0,154736 0,061531 0,289567 0,539043 frota_10 -0,28695 0,952745 frota_11 -0,24235 0,971022 0,550163 -0,01806 0,600526 0,520523 0,273778 parti_10 -0,37395 0,873803 0,38091 -0,05813 0,362365 0,765382 0,429377 parti_11 -0,40323 0,854676 0,340678 -0,07377 0,340508 0,783462 0,439557 at_2010 0,198937 0,52833 -0,11355 0,826467 0,522147 -0,02467 -0,13681 -0,11262 -0,01245 0,546097 0,589444 0,31306 -0,15615 -0,2095 pl_2010 -0,04848 0,508288 0,458159 0,127466 0,479462 0,234242 -0,04706 at_2011 0,197027 0,742211 0,639854 0,00084 0,732519 -0,16436 -0,16587 pl_2011 0,175643 0,746505 0,603804 0,004705 0,667906 -0,0897 -0,12046 d_vei_11 0,259001 -0,41688 -0,01806 0,100461 -0,18436 -0,3094 -0,19934 IPK 0,069428 -0,18972 -0,03701 0,483519 -0,33145 0,03377 -0,11145 PVD 0,193883 0,029521 -0,06523 0,244915 -0,11578 0,265121 0,027914 PMM 0,283516 -0,07074 passa_10 -0,27108 0,932583 passa_11 0,74564 0,742246 -0,06576 0,80879 1 0,548555 -0,00932 -0,2581 0,929329 0,10435 0,737424 -0,26876 0,179164 -0,02557 -0,01502 0,51176 0,017025 0,499855 0,636414 0,347074 0,49587 0,006693 0,49952 0,651764 0,353312 kilom_10 -0,21801 0,966671 0,551603 -0,01523 0,585891 0,527351 0,269482 kilom_11 -0,21813 0,972893 0,55194 -0,03835 0,612864 0,513177 0,277194 recla_10 -0,12924 0,949172 0,652582 -0,00788 0,684047 0,333394 0,154961 recla_11 -0,09352 -0,04151 0,724991 0,291113 multa_10 0,93942 0,663828 -0,2164 0,941146 0,527245 0,019902 0,506968 0,13233 0,53994 0,229498 multa_11 -0,17308 0,929334 0,626953 0,131944 0,553782 0,435083 0,149168 rec_2010 -0,12636 0,758813 0,564305 0,13368 0,483357 0,384484 0,066172 lo_2010 -0,03582 0,452896 0,258926 -0,06346 0,359625 0,311188 0,032985 ll_2010 0,191306 0,068366 0,084797 0,053301 0,262522 -0,15182 -0,14529 ilc_2010 0,326405 -0,28562 -0,37006 -0,18253 -0,12313 -0,11444 -0,10822 0,31373 -0,26511 -0,35926 -0,20227 -0,10968 -0,09971 -0,0999 ilg_2010 rec_2011 -0,04978 0,808932 0,597589 0,101265 0,592701 0,281697 0,015058 lo_2011 -0,28454 0,408808 0,275902 -0,01418 0,307848 0,379499 0,106772 ll_2011 -0,09846 0,231183 0,124333 -0,02799 -0,0337 ilc_2011 0,368652 -0,23903 -0,3677 -0,14694 -0,0528 0,390628 -0,11644 -0,10746 -0,13481 ilg_2011 0,275681 -0,21224 -0,36997 -0,17511 -0,11757 -0,02454 -0,07886 rec_at11 0,214974 -0,22391 -0,38333 -0,1944 -0,15607 0,049895 -0,02119 roa_2011 -0,48214 0,360611 rcp_2011 -0,20178 0,28197 0,147597 0,036142 0,205 0,054551 0,47481 0,258503 -0,0435 0,028782 0,366857 0,193258 150 o_articu o_padron o_microo o_biarti frota_10 -0,22764 0,154736 frota_11 Fro_idad 0,215975 0,264646 qt_linha 0,608294 0,622464 0,376425 0,061531 0,952745 0,971022 0,873803 qt_termi 0,62083 0,621134 0,072618 0,289567 transfer 0,46076 0,030599 o_basico 0,489074 o_minibu o_midion o_articu 0,80879 -0,06576 0,539043 -0,28695 parti_10 -0,24235 0,52833 0,550163 -0,01245 -0,01806 -0,37395 0,38091 -0,05813 -0,11355 -0,02467 0,546097 0,600526 0,362365 -0,17611 -0,36095 0,826467 -0,13681 0,589444 0,520523 0,765382 -0,21373 -0,30075 0,522147 -0,11262 1 0,575284 0,31306 0,273778 0,429377 -0,11911 0,535178 0,483079 0,530791 0,336495 o_padron 0,575284 1 -0,16195 o_microo -0,11911 -0,16195 1 o_biarti 0,535178 -0,03353 -0,06119 frota_10 0,483079 0,473377 0,587443 0,035276 1 frota_11 0,530791 0,546145 0,515309 0,047193 0,99315 1 0,93829 parti_10 0,336495 0,240497 0,68892 0,032674 0,960895 0,93829 1 parti_11 at_2010 pl_2010 0,30664 0,193082 0,649255 0,701956 0,869829 -0,03353 0,473377 0,546145 0,240497 -0,06119 0,587443 0,515309 0,68892 1 0,035276 0,047193 0,032674 0,99315 0,960895 0,00951 0,936904 0,915823 0,992696 -0,01289 0,121294 0,607594 0,669797 0,421438 0,14058 0,362566 0,200113 0,010424 0,477484 0,502894 0,449329 at_2011 0,702804 0,851264 -0,04861 0,010232 0,582719 pl_2011 0,702117 0,77458 -0,01914 -0,02062 0,589604 0,647346 0,431216 -0,1749 -0,10898 -0,18024 -0,13421 -0,42968 -0,43342 -0,45529 IPK 0,054794 -0,28638 -0,01464 0,444289 -0,16104 -0,18203 -0,07435 PVD 0,091968 -0,35994 0,129444 0,370968 0,029467 0,010951 0,150427 PMM -0,07282 -0,06036 0,015357 passa_10 0,466023 0,40501 passa_11 0,452468 0,38891 0,636136 0,094151 0,985175 kilom_10 0,534625 0,540204 0,555379 kilom_11 0,528169 recla_10 0,626208 0,679714 0,422338 0,064329 0,938096 0,952228 0,819912 recla_11 0,608487 multa_10 0,586005 0,472372 0,514499 multa_11 0,674116 0,534927 0,446543 0,168902 0,927742 0,931239 0,850019 rec_2010 0,418251 0,517407 0,430225 0,112268 0,780173 0,785516 0,710176 lo_2010 -0,04937 0,407906 0,379149 ll_2010 -0,04443 0,255394 -0,08056 0,010321 ilc_2010 -0,18844 -0,24414 -0,04905 -0,08708 -0,28764 -0,2999 -0,25673 ilg_2010 -0,18527 -0,24091 -0,04269 -0,08841 -0,26689 -0,28016 -0,23444 rec_2011 0,508184 0,629388 0,348847 0,097184 0,786439 0,806475 0,68347 d_vei_11 lo_2011 -0,0739 -0,12459 -0,04161 0,64664 0,396491 -0,03791 -0,04381 0,62694 0,103845 0,990717 0,980949 0,974734 0,02541 0,5573 0,517584 0,014341 0,986721 0,71184 0,391411 0,069817 0,919201 0,21351 0,403902 0,97613 0,975644 0,99113 0,992036 0,930659 0,99519 0,92716 0,9401 0,793728 0,05667 0,959196 0,956679 0,916031 -0,25897 0,497009 0,503728 0,461348 -0,05083 0,02542 0,061559 0,48918 0,473816 -0,00607 0,48512 ll_2011 -0,03481 0,261316 -0,00404 0,007972 0,204272 ilc_2011 -0,12797 -0,18914 -0,04666 -0,10052 -0,25572 -0,26346 -0,2295 ilg_2011 -0,16039 -0,26802 -0,01462 -0,09651 -0,21477 -0,23254 -0,16488 rec_at11 -0,22276 -0,29992 0,071635 -0,07935 -0,18703 -0,21059 -0,13036 roa_2011 rcp_2011 0,22834 0,166977 0,00653 0,093795 0,331233 0,021339 0,450047 0,446857 0,502659 -0,13149 -0,01268 0,308614 0,016473 0,254359 0,253895 0,327242 151 parti_11 at_2010 pl_2010 at_2011 pl_2011 d_vei_11 IPK PVD Fro_idad -0,40323 0,198937 qt_linha 0,854676 0,74564 0,508288 0,742211 0,746505 -0,41688 -0,18972 0,029521 qt_termi 0,340678 0,742246 0,458159 0,639854 0,603804 -0,01806 -0,03701 transfer -0,07377 o_basico 0,340508 0,737424 0,479462 0,732519 0,667906 o_minibu 0,783462 o_midion 0,439557 o_articu -0,04848 0,197027 0,175643 0,259001 0,069428 0,193883 0,10435 0,127466 -0,15615 0,234242 -0,2095 0,30664 0,701956 -0,04706 0,00084 0,004705 0,100461 0,483519 0,244915 -0,18436 -0,33145 -0,11578 -0,16436 -0,0897 -0,3094 0,03377 0,265121 -0,16587 -0,12046 -0,19934 -0,11145 0,027914 0,14058 0,702804 0,702117 o_padron 0,193082 0,869829 0,362566 0,851264 o_microo 0,649255 o_biarti -0,06523 -0,1749 0,054794 0,091968 0,77458 -0,10898 -0,28638 -0,04861 -0,01914 -0,18024 -0,01464 0,129444 0,00951 0,121294 0,010424 0,010232 -0,02062 -0,13421 0,444289 0,370968 -0,01289 0,200113 -0,35994 frota_10 0,936904 0,607594 0,477484 0,582719 0,589604 -0,42968 -0,16104 0,029467 frota_11 0,915823 0,669797 0,502894 0,64664 0,647346 -0,43342 -0,18203 0,010951 parti_10 0,992696 0,421438 0,449329 0,396491 0,431216 -0,45529 -0,07435 0,150427 parti_11 1 0,372308 0,459074 0,350793 0,394198 -0,46215 -0,06538 0,177716 at_2010 0,372308 1 0,498141 pl_2010 0,459074 0,498141 at_2011 0,350793 pl_2011 0,394198 0,903665 0,286769 0,978272 d_vei_11 -0,46215 1 0,315487 0,286769 0,95401 0,315487 -0,1462 0,95401 0,903665 1 0,978272 -0,15665 -0,194 1 -0,25343 -0,1462 -0,20221 -0,14568 -0,15665 0,090419 0,292913 -0,194 -0,32327 -0,19766 -0,25343 -0,29455 -0,11957 1 0,240765 -0,10145 IPK -0,06538 -0,20221 0,090419 -0,32327 -0,29455 0,240765 PVD 0,177716 -0,14568 0,292913 -0,19766 -0,11957 PMM -0,04414 -0,06775 passa_10 0,954689 1 0,635285 -0,10145 0,635285 1 -0,05511 0,029284 0,065192 -0,35377 -0,37137 0,202982 0,56375 0,514831 0,521878 0,532802 -0,42767 -0,08871 0,131546 passa_11 0,958453 0,549315 0,526575 0,512379 0,526234 -0,42539 -0,09713 0,151166 kilom_10 0,899985 0,677569 0,459373 0,670392 0,676564 -0,43543 -0,21525 -0,00385 0,67964 0,684369 -0,44297 -0,23894 -0,00708 recla_10 0,777507 0,779277 0,426506 0,775891 0,762997 -0,39313 -0,26256 -0,08792 recla_11 0,752121 0,794513 0,464319 0,781304 0,757926 -0,38803 -0,28613 -0,09731 multa_10 0,900119 0,61206 0,390665 0,61798 0,655913 -0,4507 -0,13634 0,045866 multa_11 0,826533 0,67363 0,393243 0,669957 0,690798 -0,42205 -0,14972 0,015587 0,65813 0,701609 0,544072 0,630382 0,601053 -0,3375 -0,11831 0,045308 lo_2010 0,423923 0,463082 0,665055 0,358303 0,317719 -0,26193 -0,04591 0,064352 ll_2010 -0,01649 0,197101 0,488877 0,085036 0,033679 -0,15162 0,193075 0,190604 ilc_2010 -0,26242 -0,32258 -0,28951 -0,22595 -0,17358 -0,2386 -0,15832 0,246175 ilg_2010 -0,23929 -0,32217 -0,29938 -0,22142 -0,1677 -0,25891 -0,17318 0,241452 rec_2011 0,628948 0,800429 0,526145 0,758342 0,726352 -0,35401 -0,19782 lo_2011 0,452366 0,301985 0,622561 0,161114 0,097505 -0,23642 0,006615 0,059231 ll_2011 0,152076 0,240137 0,525047 0,122202 0,025209 -0,07644 0,145776 0,109525 ilc_2011 -0,23673 -0,2639 -0,27414 -0,07962 -0,27421 -0,13544 0,245665 ilg_2011 -0,16265 -0,32627 -0,27084 -0,2184 -0,1431 -0,29735 -0,11161 0,315061 rec_at11 -0,13512 -0,35162 -0,26334 -0,25744 -0,20155 -0,3305 -0,16732 0,283027 roa_2011 0,514977 0,257437 0,593044 0,119443 0,111326 -0,10319 rcp_2011 0,323596 kilom_11 rec_2010 0,90403 0,686675 0,49306 -0,1527 0,08509 0,367514 0,010405 -0,02805 0,22934 -0,00987 0,03893 0,01406 0,233727 0,124007 152 PVD PMM passa_10 passa_11 kilom_10 kilom_11 recla_10 -0,27108 Fro_idad 0,193883 0,283516 -0,12924 -0,09352 qt_linha 0,029521 -0,00932 0,932583 0,929329 0,966671 0,972893 0,949172 0,93942 qt_termi -0,06523 -0,07074 transfer 0,244915 -0,26876 0,017025 0,006693 0,51176 -0,2581 -0,21801 0,49587 0,551603 -0,01523 -0,21813 recla_11 0,55194 0,652582 0,663828 -0,03835 -0,00788 -0,04151 o_basico -0,11578 0,179164 0,499855 o_minibu 0,265121 -0,02557 0,636414 0,651764 0,527351 0,513177 0,333394 0,291113 o_midion 0,027914 -0,01502 0,347074 0,353312 0,269482 0,277194 0,154961 o_articu 0,091968 -0,07282 0,466023 0,452468 0,534625 0,528169 0,626208 0,608487 o_padron -0,35994 -0,06036 o_microo 0,129444 0,015357 o_biarti 0,370968 -0,12459 0,103845 0,094151 0,02541 0,014341 0,064329 0,069817 frota_10 0,029467 -0,04161 0,990717 0,985175 0,99113 0,986721 0,938096 0,919201 frota_11 0,010951 -0,03791 0,980949 parti_10 0,150427 -0,04381 0,974734 0,975644 0,930659 0,92716 0,819912 0,793728 parti_11 0,177716 -0,04414 0,954689 0,958453 0,899985 0,90403 0,777507 0,752121 at_2010 -0,14568 -0,06775 pl_2010 0,292913 -0,05511 0,514831 0,526575 0,459373 0,49306 0,426506 0,464319 at_2011 -0,19766 0,029284 0,521878 0,512379 0,670392 0,67964 0,775891 0,781304 pl_2011 -0,11957 0,065192 0,532802 0,526234 0,676564 0,684369 0,762997 0,757926 d_vei_11 -0,10145 -0,35377 -0,42767 -0,42539 -0,43543 -0,44297 -0,39313 -0,38803 IPK 0,635285 -0,37137 -0,08871 -0,09713 -0,21525 -0,23894 -0,26256 -0,28613 1 0,202982 0,131546 0,151166 -0,00385 -0,00708 -0,08792 -0,09731 PVD 0,40501 0,49952 0,585891 0,612864 0,684047 0,724991 0,38891 0,540204 0,5573 0,679714 0,13233 0,71184 0,62694 0,636136 0,555379 0,517584 0,422338 0,391411 0,97613 0,992036 0,99519 0,952228 0,9401 0,56375 0,549315 0,677569 0,686675 0,779277 0,794513 PMM 0,202982 1 -0,03368 -0,01731 -0,00543 0,002526 0,015799 0,040786 passa_10 0,131546 -0,03368 passa_11 0,151166 -0,01731 0,998099 1 0,96903 0,969408 0,895442 0,880539 kilom_10 -0,00385 -0,00543 0,974084 0,96903 1 0,995194 0,963989 0,945838 kilom_11 -0,00708 0,002526 0,971651 0,969408 0,995194 recla_10 -0,08792 0,015799 0,905672 0,895442 0,963989 0,960062 1 0,998099 0,974084 0,971651 0,905672 0,889098 1 0,960062 0,948675 1 0,994177 recla_11 -0,09731 0,040786 0,889098 0,880539 0,945838 0,948675 0,994177 multa_10 0,045866 -0,01512 0,944265 0,937825 0,964216 0,957939 1 multa_11 0,015587 -0,02613 0,911084 0,903152 0,943176 0,937417 0,943653 0,921611 rec_2010 0,045308 -0,03961 0,773558 0,766785 0,800971 0,790777 0,794564 0,791175 lo_2010 0,064352 -0,03067 0,493031 0,495682 0,501477 0,501682 0,447683 0,461165 ll_2010 0,190604 -0,05764 0,040812 0,047861 0,012808 0,030004 ilc_2010 0,246175 0,722818 -0,28314 -0,27889 -0,26505 ilg_2010 0,241452 0,728741 -0,26348 -0,25953 -0,24574 0,92659 0,899079 -0,00556 0,02807 -0,28223 -0,25698 -0,24921 -0,26275 -0,23673 -0,22895 rec_2011 -0,00987 -0,00766 0,766824 0,761061 0,825828 lo_2011 0,059231 -0,07077 0,498155 0,495456 0,456083 0,450346 0,419074 0,434469 0,8201 0,843143 0,842488 ll_2011 0,109525 -0,08285 0,207056 0,205635 0,174556 0,186212 0,170094 0,200006 ilc_2011 0,245665 0,693423 -0,25554 -0,24992 -0,22501 -0,24312 -0,21498 -0,21163 ilg_2011 0,315061 0,708812 -0,20785 -0,20268 -0,19901 -0,21735 -0,20986 -0,21083 rec_at11 0,283027 0,723569 -0,17486 -0,16934 -0,17539 -0,19433 -0,19049 -0,18702 roa_2011 0,03893 -0,52889 0,476795 0,478717 0,403462 0,423714 0,321969 0,316125 rcp_2011 0,124007 -0,34117 0,295963 0,313735 0,221504 0,232454 0,129527 0,134315 153 multa_10 multa_11 rec_2010 lo_2010 Fro_idad -0,2164 -0,17308 -0,12636 ll_2010 ilc_2010 ilg_2010 -0,03582 0,191306 0,326405 0,31373 qt_linha 0,941146 0,929334 0,758813 0,452896 0,068366 -0,28562 -0,26511 qt_termi 0,527245 0,626953 0,564305 0,258926 0,084797 -0,37006 -0,35926 transfer 0,019902 0,131944 -0,06346 0,053301 -0,18253 -0,20227 o_basico 0,506968 0,553782 0,483357 0,359625 0,262522 0,13368 -0,12313 -0,10968 o_minibu 0,53994 0,435083 0,384484 0,311188 -0,15182 -0,11444 -0,09971 o_midion 0,229498 0,149168 0,066172 0,032985 -0,14529 -0,10822 -0,0999 o_articu 0,586005 0,674116 0,418251 -0,04443 -0,18844 -0,18527 o_padron 0,472372 0,534927 0,517407 0,407906 0,255394 -0,24414 -0,24091 o_microo 0,514499 0,446543 0,430225 0,379149 -0,08056 -0,04905 -0,04269 -0,25897 0,010321 -0,08708 -0,08841 -0,28764 -0,26689 o_biarti 0,05667 0,168902 0,112268 -0,04937 frota_10 0,959196 0,927742 0,780173 0,497009 frota_11 0,956679 0,931239 0,785516 0,503728 0,061559 -0,2999 -0,28016 parti_10 0,916031 0,850019 0,710176 0,461348 -0,00607 -0,25673 -0,23444 parti_11 0,900119 0,826533 -0,01649 -0,26242 -0,23929 0,67363 0,701609 0,463082 0,197101 -0,32258 -0,32217 pl_2010 0,390665 0,393243 0,544072 0,665055 0,488877 -0,28951 -0,29938 at_2011 0,61798 0,669957 0,630382 0,358303 0,085036 -0,22595 -0,22142 pl_2011 0,655913 0,690798 0,601053 0,317719 0,033679 -0,17358 -0,1677 -0,15162 -0,2386 -0,25891 -0,04591 0,193075 -0,15832 -0,17318 at_2010 d_vei_11 0,61206 0,65813 0,423923 -0,4507 -0,42205 -0,3375 IPK -0,13634 -0,14972 -0,11831 PVD 0,045866 0,015587 0,045308 0,064352 0,190604 0,246175 0,241452 PMM -0,01512 passa_10 0,944265 0,911084 0,773558 0,493031 0,040812 -0,28314 -0,26348 passa_11 0,937825 0,903152 0,766785 0,495682 0,047861 -0,27889 -0,25953 kilom_10 0,964216 0,943176 0,800971 0,501477 0,012808 -0,26505 -0,24574 kilom_11 0,957939 0,937417 0,790777 0,501682 0,030004 -0,28223 -0,26275 -0,00556 -0,25698 -0,23673 -0,02613 -0,03961 -0,26193 0,02542 -0,03067 recla_10 0,92659 0,943653 0,794564 0,447683 recla_11 0,899079 0,921611 0,791175 0,461165 multa_10 multa_11 rec_2010 0,02807 -0,24921 -0,22895 0,69208 0,356573 -0,10179 -0,23082 -0,20945 1 0,715973 0,306633 -0,14186 -0,26659 -0,24639 1 0,714747 0,098527 -0,27245 -0,25771 -0,18626 -0,19079 -0,09011 -0,10972 1 0,975476 0,975476 -0,05764 0,722818 0,728741 0,69208 0,715973 lo_2010 0,356573 0,306633 0,714747 ll_2010 -0,10179 -0,14186 0,098527 0,603597 ilc_2010 -0,23082 -0,26659 -0,27245 -0,18626 -0,09011 ilg_2010 -0,20945 -0,24639 -0,25771 -0,19079 -0,10972 0,997842 rec_2011 0,713304 0,745642 0,979398 0,689574 0,128207 -0,27446 -0,26102 lo_2011 0,313193 0,291039 0,688973 0,786098 0,399919 -0,1703 -0,16632 -0,0961 -0,10506 ll_2011 0,03654 0,007617 0,2748 1 0,603597 1 0,56783 0,702326 -0,23595 -0,15708 -0,20067 -0,2307 -0,18005 -0,19325 -0,15039 -0,11714 1 0,997842 1 ilc_2011 -0,18182 -0,2237 -0,06 0,975459 0,969244 ilg_2011 -0,14841 rec_at11 -0,15212 -0,14078 0,97356 0,97998 roa_2011 0,353927 0,339473 0,492782 0,549642 0,269284 -0,75185 -0,75109 rcp_2011 0,110448 -0,50408 -0,49803 -0,1168 0,985247 0,987542 0,05914 0,364873 0,531033 0,407953 154 rec_2011 lo_2011 ll_2011 -0,28454 ilc_2011 ilg_2011 rec_at11 roa_2011 rcp_2011 Fro_idad -0,04978 -0,48214 -0,20178 qt_linha 0,808932 0,408808 0,231183 -0,23903 -0,21224 -0,22391 0,360611 0,205 qt_termi 0,597589 0,275902 0,124333 -0,3677 -0,36997 -0,38333 transfer 0,101265 -0,0528 -0,14694 -0,17511 o_basico 0,592701 0,307848 0,390628 -0,11644 -0,11757 o_minibu 0,281697 0,379499 -0,02799 -0,10746 -0,02454 0,049895 o_midion 0,015058 0,106772 -0,0337 -0,13481 -0,07886 -0,02119 0,258503 0,193258 o_articu 0,508184 -0,0739 -0,03481 -0,12797 -0,16039 -0,22276 0,00653 -0,13149 o_padron 0,629388 0,21351 0,261316 -0,29992 0,093795 -0,01268 o_microo 0,348847 0,403902 o_biarti -0,01418 -0,09846 0,368652 0,275681 0,214974 0,28197 0,054551 -0,1944 0,147597 -0,0435 -0,15607 0,036142 0,028782 0,47481 0,366857 -0,18914 -0,26802 -0,00404 -0,04666 -0,01462 0,071635 0,331233 0,308614 0,097184 -0,05083 0,007972 -0,10052 -0,09651 -0,07935 0,021339 0,016473 frota_10 0,786439 0,48918 0,204272 -0,25572 -0,21477 -0,18703 0,450047 0,254359 frota_11 0,806475 0,473816 0,22834 -0,26346 -0,23254 -0,21059 0,446857 0,253895 0,48512 0,166977 -0,2295 -0,16488 -0,13036 0,502659 0,327242 parti_11 0,628948 0,452366 0,152076 -0,23673 -0,16265 -0,13512 0,514977 0,323596 at_2010 0,800429 0,301985 0,240137 -0,2639 -0,32627 -0,35162 0,257437 pl_2010 0,526145 0,622561 0,525047 -0,27414 -0,27084 -0,26334 0,593044 0,367514 at_2011 0,758342 0,161114 0,122202 -0,1527 -0,2184 -0,25744 0,119443 0,010405 pl_2011 0,726352 0,097505 0,025209 -0,07962 -0,1431 -0,20155 0,111326 d_vei_11 -0,35401 -0,07644 -0,27421 -0,29735 -0,3305 IPK -0,19782 0,006615 0,145776 -0,13544 -0,11161 -0,16732 0,22934 0,233727 PVD -0,00987 0,059231 0,109525 0,245665 0,315061 0,283027 0,03893 0,124007 PMM -0,00766 passa_10 0,766824 0,498155 0,207056 -0,25554 -0,20785 -0,17486 0,476795 0,295963 passa_11 0,761061 0,495456 0,205635 -0,24992 -0,20268 -0,16934 0,478717 0,313735 kilom_10 0,825828 0,456083 0,174556 -0,22501 -0,19901 -0,17539 0,403462 0,221504 kilom_11 0,8201 0,450346 0,186212 -0,24312 -0,21735 -0,19433 0,423714 0,232454 recla_10 0,843143 0,419074 0,170094 -0,21498 -0,20986 -0,19049 0,321969 0,129527 recla_11 0,842488 0,434469 0,200006 -0,21163 -0,21083 -0,18702 0,316125 0,134315 multa_10 0,713304 0,313193 0,03654 -0,18182 -0,14841 -0,15212 0,353927 0,110448 multa_11 0,745642 0,291039 0,007617 -0,2237 -0,20067 -0,19325 0,339473 rec_2010 0,979398 0,688973 0,2748 -0,23595 -0,2307 -0,15039 0,492782 0,364873 lo_2010 0,689574 0,786098 0,56783 -0,15708 -0,18005 -0,11714 0,549642 0,531033 ll_2010 0,128207 0,399919 0,702326 -0,06 -0,1168 -0,14078 0,269284 0,407953 ilc_2010 -0,27446 -0,1703 -0,0961 0,975459 0,985247 0,97356 -0,75185 -0,50408 ilg_2010 -0,26102 -0,16632 -0,10506 0,969244 0,987542 0,97998 -0,75109 -0,49803 parti_10 rec_2011 0,68347 -0,23642 -0,07077 -0,08285 0,693423 0,708812 0,723569 1 0,629125 0,285257 -0,10319 -0,52889 0,08509 -0,02805 0,01406 -0,34117 0,05914 -0,22637 -0,2382 -0,17776 0,437843 0,338595 -0,18377 -0,15636 -0,06284 0,589897 0,617642 1 -0,12398 -0,11222 -0,09561 0,349793 0,544081 -0,18377 -0,12398 1 0,97673 0,938554 -0,73151 -0,51122 -0,2382 -0,15636 -0,11222 0,97673 1 0,974266 -0,71329 -0,48217 -0,17776 -0,06284 -0,09561 0,938554 0,974266 -0,65166 -0,40932 lo_2011 0,629125 1 0,746505 ll_2011 0,285257 0,746505 ilc_2011 -0,22637 ilg_2011 rec_at11 roa_2011 0,437843 0,589897 0,349793 -0,73151 -0,71329 -0,65166 rcp_2011 0,338595 0,617642 0,544081 -0,51122 -0,48217 -0,40932 0,698267 1 1 0,698267 1 155 APÊNDICE H – Códigos atribuídos às empresas CA11 CA21 PA31 PA41 CA61 PA61 CA73 CA82 PA11PA21 PA61PA71 CA12 PA22 PA32 CA51 CA62 PA62 CA74 CA83 PA12PA22PA41 CA11CA83 PA11 CA31 PA41 PA51 CA63 CA71 PA71 PA81 PA32PA52 PA12 CA33 CA42 PA52 CA64 CA72 CA81 PA82 CA33CA64CA74