51 ALTERNATIVOS DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA SOLAR HIDRÁULICO Grupo: (Sistemas de Energia) Doriana M. N. Oliveira1, Carlos B. Martinez2, Aymoré de C. Alvim Filho1, Selênio R. Silva1 UFMG2 UFMG1 Departamento de Engenharia Hidráulica e Recursos Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Engenharia Hídricos – EHR/CPH Elétrica – CPDEE/ CPH – PPGEE Av. Antônio Carlos, n ° 6627 - CEP 31270-901, Pampulha Av. Antônio Carlos, n ° 6627, Pampulha – CEP 31270-901 Belo Horizonte – MG - Fone: (031)3499-4925. Belo Horizonte – MG - Fone: (031) 3499-4925. [email protected], [email protected] [email protected] [email protected] Resumo O atual cenário de crescimento da demanda de energia elétrica tem incentivado a pesquisa de novas alternativas de geração de energia. Este trabalho apresenta um estudo comparativo entre as alternativas de utilização da energia solar através de painéis fotovoltaicos / baterias e um sistema alternativo solar hidráulico reversível. Os dois sistemas são acoplados a um retificador e a um inversor de freqüência. A primeira configuração é constituída por painéis solares, baterias e inversor; a segunda é constituída de painéis solares, bateria, inversor e um reservatório de água com a finalidade de operar como sistema reversível durante a noite ou em períodos de ponta de carga. A metodologia apresentada permite a determinação do sistema de abastecimento de energia economicamente mais vantajoso face às características locais. Além disso, é apresentado um estudo de caso onde se verifica a viabilidade do uso do sistema solar-hidráulico para uma localidade isolada. Palavras-chave: Energia Alternativa, Planejamento Energético. 1. INTRODUÇÃO Este trabalho se baseia no desenvolvimento de estudos de viabilidade técnico-econômica de um sistema solar hidráulico reversível e na comparação da sua eficiência com um sistema solar convencional. O sistema solar hidráulico tem como finalidade o armazenamento de energia através de um reservatório que irá abastecer um grupo gerador durante o período de baixa insolação ou durante a noite. O sistema de reservatórios irá substituir o grupo de baterias que apresentam um elevado custo de capital e representam um sério impacto ambiental quando consideramos a sua substituição / descarte. Os testes de um sistema solar-hidráulico piloto foram feitos no Centro de Pesquisas Hidráulicas e de Recursos Hídricos da EEUFMG (CPH -UFMG). Este trabalho tem o objetivo de contribuir com o desenvolvimento de tecnologias alternativas de energia, enfocando sistemas de pequeno porte. 2. como sistema reversível durante a noite ou períodos de ponta de carga. O sistema de fornecimento de energia alternativo solar hidráulico é mostrado na Fig.1, em que estão presentes os principais componentes: bomba funcionando como turbina (BFT), arranjo de painéis fotovoltaicos, retificador e inversor. CONSTITUIÇÃO DO SISTEMA O sistema em estudo apresenta duas configurações básicas. A primeira é constituída de painéis solares interligados a um sistema de baterias fornecendo energia elétrica trifásica através de um inversor de freqüência. A segunda alternativa é constituída de painéis solares interligados a um reservatório de água que tem a finalidade de operar Figura 1. Diagrama básico do sistema de energia híbrido solar hidráulico e convencional. 2.1. Sistema fotovoltaico Os sistemas de energia solar ou fotovoltaico são capazes de gerar energia elétrica instantânea a 52 partir da simples captação da luz solar através de módulos fotovoltaicos. Esses módulos geram energia elétrica em corrente contínua. Os sistemas fotovoltaicos apresentam uma configuração clássica constituída de painéis solares que fornecem energia elétrica trifásica através de um inversor. As baterias têm a finalidade de operar o sistema durante a noite ou em períodos de ponta de carga. O sistema proposto possui, além dos elementos clássicos, um conjunto motobomba que pode operar, nos períodos de baixa demanda, elevando água para um reservatório superior. Nos períodos de demanda elevada (ou noturno) um segundo sistema motobomba irá operar como uma bomba funcionando como turbina (BFT), revertendo energia para o sistema. A contabilização dos custos dos sistemas propostos é feita de modo a se avaliar a opção de armazenamento de água versus um sistema convencional de baterias. A vantagem de se utilizar o sistema hidráulico está na maior vida útil do mesmo frente ao sistema de baterias, que via de regra tem um tempo de vida útil em torno de 6 anos. As desvantagens comparativas estão ligadas à complexidade do sistema e a disponibilidade de local para instalação de um reservatório de água de baixo custo. Desta forma é mais indicada a utilização de reservatórios localizados em elevações naturais do terreno ou pequenos açudes de forma a reduzir os custos de implantação. Pode-se visualizar a aplicação deste sistema em comunidades isoladas do estado de Minas Gerais, onde as alternativas de abastecimento de energia elétrica são restritas e onde a demanda não justifique a implantação de um sistema de transmissão convencional. As avaliações da competitividade entre o sistema solar-hidráulico em comparação com os sistemas convencionais fotovoltaicos mostram a competitividade dos mesmos sistemas caracterizados por um baixo consumo de energia e com taxas de retorno reduzidas. 2.2. Figura 2. Esquema básico do sistema solar/híbrido hidráulico. Para o cálculo da altura de elevação da bomba (hrec) pode-se utilizar a Eq. (3). O cálculo da queda disponível para operar a BFT (had) pode ser feito através da Eq. (4). ∆hfb = 0,00178* Qb1,85 * Db 4,87 * (lsuc + lrec + leq.c ) ∆ hfr = 0,00178 * Qrb 1,85 * D rb − 4 , 87 * ( l ad . + l ad . eq .c ) (1) (2) h rec = hg + ∆ hfb (3) h ad = hg − ∆ hfr (4) Sistema hidráulico A modelagem do sistema hidráulico visa a determinação das perdas de carga no circuito de bombeamento/reversão e tem a finalidade de identificar pontos de operação dos mesmos. O equacionamento deste sistema leva em consideração as perdas de carga distribuídas e localizadas, e procura representar as condições de bombeamento de forma distinta da condição de reversão. Assim a Fig. 2 mostra o tipo de sistema de bombeamento a ser estudado. Os cálculos do sistema hidráulico têm a finalidade de determinar as perdas de carga na tubulação. As perdas de carga ocorrem nos tubos retos, nas curvas e nas bifurcações, para este caso pode-se calcular a perda de carga do sistema de bombeamento pela Eq. (1). Devido ao fato do sistema de adução para operar a bomba funcionando como turbina ser diferente utiliza-se a Eq. (2) para o cálculo da perda de carga durante a reversão. Sendo: Qb = vazão de bombeamento (m3 / s ) ; Qrb = vazão de reversão (m3 / s ) ; Db = diâmetro da tubulação de recalque (m); Drb = diâmetro da tubulação de reversão (m); Lsuc = extensão da tubulação de sucção da bomba (m); Lrec = extensão da tubulação de recalque da bomba (m); Leq.c= comprimento equivalente das conexões da tubulação de recalque (m); Lad = extensão da tubulação de adução no recalque da BFT (m); Lad.eq.c=comprimento equivalente das conexões da tubulação de adução no recalque da BFT (m); hg= desnível geométrico entre o reservatório de jusante e de montante(m). 53 3.0. ESCOLHA TURBINA DO GRUPO BOMBA- O grupo bomba funcionando como turbina (BFT) pode ser escolhida através da metodologia proposta por Viana [9]. Nesta levanta-se os coeficientes experimentais de altura e de vazão da BFT – BFB em função da rotação especifica através de resultados experimentais de ensaios de laboratório. Foram feitos ensaios de laboratório no Centro de Pesquisas Hidráulicas da UFMG, onde foram observados resultados diferentes dos esperados a partir dos equacionamentos acima citados. A bancada de testes utilizada para execução destes ensaios pode ser vista na Fig. 3. Os resultados dos ensaios apresentam um patamar de rendimento de 60% a 70% para uma faixa de porcentagem da potencia nominal na Fig. 4 (sendo que este patamar rendimento está relacionado com a rotação de 700rpm, 800rpm e 900rpm), o que pode ser considerado como aceitável para a operação em um sistema deste tipo (pequeno porte). O rendimento da BFT é evidentemente menor que o rendimento de uma turbina convencional, entretanto uma análise comparativa de custos pode indicar a viabilidade de cada alternativa. Admite-se que o custo do grupo gerador seja em torno de 40% dos custos totais para este tipo de instalação, podemos ver estes custos na Tabela 1. Os custos de equipamentos hidroeletromecânicos convencionais podem ser obtidos pela Tabela 2 a seguir. A Tabela 3 apresenta os custos de grupos geradores. Tabela 1. Custos atualizados de grupos geradores para microcentrais hidrelétricas. Custos em US$ / kW Potência (kW) 1 2 3 4 5 6 7 10 446 558 795 810 queda 15 446 504 554 780 810 880 1064 (m) 20 446 500 514 630 790 820 980 25 446 502 494 610 750 796 890 Adaptação de Santos et al 1990, [7]. Tabela 2. Custos atualizados dos equipamentos para microcentrais hidrelétricas ELETROBRÁS (1985). Custos em US$ / kW Potência (kW) 10 2 5 10 15 1.650 954 697 563 queda 15 1.285 807 587 456 (m) 20 1.100 734 514 416 25 1.100 660 440 367 Obs: (3) ELETROBRÁS (1985), 1,00 US$=2.724,00, CR$ 11/ de 1984. Tabela 3. Custos de grupos geradores (BFT / gerador de indução trifásico). Custos em US$ / kW Potência (kW) 2 5 10 15 10 295 565 870 1266 Queda 15 298 570 910 1270 (m) 20 280 575 915 1275 25 290 575 920 1280 Obs: Ref: Custos de mercado em junho de 2000; 1,00 US$=1,82 R$, 06/ 2000, [5]. Figura 3. Bancada de testes utilizada para execução dos ensaios da BFT. Para a composição do sistema hidráulico, optou-se por trabalhar com o sistema BFT devido ao mesmo apresentar um menor custo em relação aos equipamentos hidromecânicos convencionais. Assim sendo para avaliar a competitividade deste sistema frente ao sistema fotovoltaico com armazenamento com baterias fez-se o cálculo dos custos anuais dos sistemas para taxas anuais de juros de 10%, 8% e 6% e com tempo de retorno de 15 e 6 anos, [5]. Apresenta-se na tabela 4 os custos totais, anuais e unitários do sistema de baterias (descarga profunda), com uma taxa anual de juros de 10%, 8% e 6% e com o tempo de retorno de 6 anos. Tabela 4. Custo total e anual de baterias para armazenar a energia do sistema solar em estudo. Potência (kW) 2 5 10 15 Custo total US$ 2.700 6.750 13.500 20.250 Custo Anual US$ / ano (10 %) 618 1.550 3.125 4.650 Custo Anual US$ / ano (08 %) 585 1.460 2.800 4.375 Custo Anual US$ / ano (06 %) 550 1.375 2.750 4.125 Custo unitário US$/kWh (10 %) 0,071 0,071 0,071 0,071 Custo unitário US$/kWh (08 %) 0,067 0,067 0,064 0,067 Custo unitário US$/kWh (06 %) 0,063 0,063 0,063 0,063 Bateria de alta profundidade de descarga (80%) Tempo de funcionamento de 5,5 horas/ dia Tempo de retorno de 6 anos, [5]. 54 Curvas Características de Rendimentos da BFT Rendimento da Turbina (%) 80 70 60 50 40 30 20 10 0 0 10 20 30 Rendim_700rpm 40 50 60 70 80 90 100 110 120 Porcentagem da Potência (W) Rendim_800rpm Rendim_900rpm Figura 4. Curvas características de rendimentos da BFT, a velocidades de 700, 800 e 900 rpm (ensaios realizados no CPH – UFMG). 4. CASO ANALISADO Apresenta-se um estudo de caso de uma instalação com capacidade de fornecer 14,60 MWh/ano a partir da fonte solar. A característica do sistema é dada pela Tabela 6. Considera-se que a capacidade de descarga das baterias (PD) será em torno de 80%. Deste modo, a capacidade a ser instalada no banco de baterias para fins de armazenamento poderá ser calculada conforme a Eq. (5). D = Potp*tp + Potb*tb a uma velocidade de 900 rpm, obtidos através de ensaios, Fig.3. A capacidade de carga necessária para o banco de baterias (E bat) será de 25 kWh. Com relação ao sistema hidráulico, o cálculo da energia requerida (Er) é feito através da utilização da Eq. (7). Obtendo-se um valor de 35 kWh. Para o cálculo da vazão utiliza-se a Eq. (8). Er=D/ηBFT (7) Q=P/(9,81*HT*ηBFT) (8) (5) Sendo: D = demanda em kWh; Potp = potência requerida no patamar de ponta (kW); Potb= potência requerida no patamar de base (kW); tp= tempo em horas de ponta (h); tb= tempo em horas de base (h). A vazão de projeto será então de 0,072 m3/s (5 kW de acordo com a Tabela 5), e o volume de acumulação será de 260 m3. A vazão para períodos de baixa demanda (2 kW) será de 0,029 m3/s e para o período noturno (0,45 kW) será de 0,0055 m3/s. Deste modo, temos com característica de trabalho as seguintes condições: vazão (Q) de 0,072 m3/s, uma altura de queda de 12metros. Assim, calcula- Tabela 5. Característica da Carga do Sistema a ser Analisado. se o Carga do Sistema em Estudo Potência (kW) Tempo (horas) Tempo de insolação Tempo sem isolação 0,45 2 5 ___ 10 ___ 11 ___ 3 A demanda em período sem insolação é de aproximadamente 20 kWh/dia. Desta forma o banco de baterias terá uma capacidade calculada (E bat) pela Eq. (6). Ebat=Dsem.ins/PD (6) O valor de rendimento utilizado para a analise e cálculo do projeto do sistema apresentado foi de 60% nqat (rotação especifica), [5]. As características do equipamento operando como bomba são obtidos com base nos coeficientes teóricos mostrados de Stefanoff, [8]. nqat = 87 => k at =0.54 => k qt = 0.76 H = 6,5 metros; Q = 0,055 m3/s A capacidade instalada em painéis (Cinst.P) será de 45 kWh/dia para o sistema com baterias e de 55 kWh/dia para o sistema solar-hidráulico. O fato da potência do sistema solar-hidráulico ser em torno de 25% maior que a do sistema de baterias se deve ao fato do rendimento do sistema BFT ser consideravelmente menor que o banco de baterias (ηBFT = 60% e ηbat = 80%). Assim a potência em painéis (Pinst) será calculada em função do sol pleno (sp), Eq.(9). 55 Pinst = (Cinst.P.b) / sp (9) A potência instalada em painéis para o sistema com baterias é então de 8,5 kWp e para o sistema solar híbrido hidráulico será de 10,5 kWp. Os custos de implantação do sistema solar com baterias e híbrido hidráulico são avaliados através do índice de competitividade [2], obtido através da razão entre o custo do sistema com baterias e o custo do sistema com BFT (este índice pode ser obtido através dos valos calculados nas tabelas 6 e 7). Assim sendo, a Tabela 6 e 7 mostra, respectivamente, o índice de custo do sistema com BFT em relação ao sistema com baterias em função do preço do painel, para tempo de retorno de 15 e 30 anos. Considerando para ambos os casos uma taxa de retorno de 10% a.a. Tabela 6. Custos total e anual do sistema solar com baterias e com sistema híbrido solar – hidráulico (15 anos). Sistemas Painéis Armaze- Custo CEG namento anual Juros Baterias 45 kW Híbrido 55kW 10% 8% 6% 10% 8% 6% US$ US$ 56.000,00 * 7.425,00** 63.000,00 * 4.301,00*** US$ US$/MWh 9.067,00 8.149,00 7.276,00 8.848,00 7.863,00 6.929,00 621 558 498 606 538 474 *Painéis solares – tempo de retorno de 15 anos **Sistema com baterias – tempo de vida útil de 6 anos ***Sistema híbrido – tempo de retorno de 15 anos, [6]. Tabela 7. Custos total e anual do sistema solar com baterias e com sistema híbrido solar/ hidráulico.(30 anos). Sistemas Juros Baterias 45 kW Híbrido 55kW 10% 8% 6% 10% 8% 6% Painéis Armazenamento Custo anual CEG US$ US$ US$ US$/MWh 56.000,00* 7.425,00** 63.000,00* 4.301,00*** 7.645,00 6.580,00 5.578,00 7.139,00 5.978,00 4.889,00 523 450 382 489 409 335 *Painéis solares – tempo de retorno de 30 anos **Sistema com baterias – tempo de vida útil de 6 anos ***Sistema híbrido – tempo de retorno de 30 anos, [6]. 5. COMENTÁRIOS FINAIS Pela análise do estudo de caso pode-se observar que o sistema híbrido solar-hidráulico é competitivo para o universo de taxas de juros com tempos de retorno de 15 anos. O mesmo ocorre para um tempo de retorno maior (30 anos) onde os custos de energia gerada são interessantes. Observa-se, também, que o maior impacto sobre o custo do sistema se deve à aquisição de painéis solares. Portanto, à medida que o custo dos painéis for caindo, o custo da energia gerada pelo sistema híbrido solar-hidráulico deve-se tornar mais competitivo, frente aos sistemas convencionais. Como o rendimento da BFT é evidentemente menor que o rendimento de uma turbina convencional foi feita uma analise comparativa de custos, onde mostra a viabilidade de cada alternativa. No caso analisado a relação entre o rendimento da máquina funcionando como bomba (80%, dado oferecido pelo fabricante) e funcionando como turbina (60%, valor experimental) foi de 0,75. É importante citar que no estudo de caso apresentado, o custo do reservatório e de sistemas auxiliares não foram considerados, assim como, no caso do sistema convencional, as instalações para abrigo de baterias também foram desconsideradas. 6. REFERÊNCIAS [1] Alvim Filho, Aymoré de C; Silva, Selênio R; Martinez, Carlos B. A, (1998). Utilização de geração hidráulica consorciada com sistemas de energia fotovoltáicos e termelétricos. Anais do XVII Congreso nacional del agua & II Simposio de recursos hidricos del cono sur, Santa Fe – Argentina. [2] Alvim Filho, Aymoré de C, (1999). Avaliação econômica do fornecimento de energia elétrica a partir de fontes de energia solar e eólica para sistemas isolados. Dissertação de mestrado, CPDEE – UFMG. Belo Horizonte - MG. [3] Eletrobrás & DNAEE, (1985). Manual de micro central hidrelétrica. . [4] Solar Fotovoltáica, (1995). Manual de engenharia para sistemas fotovoltáicos. CRESESB/CEPEL. Grupo de trabalho de energia. [5] Oliveira, Doriana M.N; Martinez, Carlos B; Silva, Selênio R; Alvim Filho, Aymoré de C, (2000). Sistemas de fornecimento de energia elétrica híbrido solar hidráulico. 3º Encontro de energia no meio rural, UNICAMP -Campinas – SP. [6] Oliveira, Doriana M.N, (2001). Sistema híbrido fotovoltaico-hidráulico de geração de energia elétrica. Dissertação de mestrado, CPDEE/CPH – UFMG. Belo Horizonte - MG. [7] Santos, R.S.F.; Saliba, A.P.M.; Martinez, C.B, (1997). Seleção de formas de geração/suprimento de energia elétrica. em sistemas elétricos isolados do Brasil, III Congresso. Latino-Americano: Geração e transmissão de EE, v.1,p.128-152. [8] Stepanoff, A.T, (1962). Centrifugal and axial flow pumps. John Wiley & Sons, Inc., N.Y. [9] Viana, Augusto N.C, (1987). Comportamento de bombas centrífugas funcionando como turbinas hidráulicas. Dissertação de mestrado, EFEI. Itajubá – MG.