FACULDADE DE JAGUARIÚNA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA DE CONTROLE E
AUTOMAÇÃO
Jaguariúna
2011 V2.2
SUMÁRIO
PÁG.
1. INTRODUÇÃO
BASES LEGAIS
CONCEPÇÃO
2. A INSTITUIÇÃO
2.1. HISTÓRICO
2.2. MISSÃO E OBJETIVOS
2.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
3. O CURSO
3.1. JUSTIFICATIVA
3.2. OBJETIVOS
3.2.1. OBJETIVO GERAL
3.2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
3.3. PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO
3.4. MERCADO DE TRABALHO
3.5. CAMPOS DE ATUAÇÃO
3.6. PERFIL DO EGRESSO
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1. GRADE CURRICULAR
4.2. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
4.3. ANÁLISE DA GRADE DESENVOLVIDA
4.3.1. DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS POR ÁREAS
4.3.1.1. NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS
4.3.1.2. NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES
4.3.1.3. NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
4.4. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS ACERCA DO CURSO
5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
6. INTERAÇÃO TEORIA/PRÁTICA
7. TRABALHOS INTER E TRANSDISCIPLINARES
7.1. METODOLOGIA DE ENSINO CENTRADA EM PROJETOS TEMÁTICOS
7.1.1. PROJETO TEMÁTICO - AVALIAÇÃO
8. ESTÁGIO
8.1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
8.2. ESTÁGIO EXTRA – CURRICULAR
9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
10. PROGRAMA DE VISITAS TÉCNICAS
11. REGIME ESCOLAR E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
12. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DOS DISCENTE
13. A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E A AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
14. INSTALAÇÕES FÍSICAS
14.1. CATEGORIA DE ANÁLISE: INSTALAÇÕES GERAIS
14.1.1.SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES
14.1.2.GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES
14.1.3.SALA DE AULA
14.1.4.ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
14.1.5.REGISTROS ACADÊMICOS
14.2. BIBLIOTECA
14.2.1.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
14.2.2.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
14.3. LABORATÓRIOS
15. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS
17. ANEXO – CORPO DOCENTE
1
1
1
3
3
4
4
6
6
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16
16
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65
65
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100
100
100
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101
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102
103
103
107
117
118
1
1. INTRODUÇÃO
O presente Projeto Pedagógico contém as diretrizes gerais do curso de
Engenharia de Controle e Automação da Faculdade de Jaguariúna - FAJ,
inserida em uma região geográfica altamente industrializada e em franca
expansão do parque industrial.
1.1.
BASES LEGAIS
O curso superior de Engenharia no Brasil, em suas diversas áreas e
modalidades, foi estruturado em função das orientações e normas emanadas
da Resolução CFE No 48/76, de 27 de abril de 1976, do Conselho Federal de
Educação, que fixou "os mínimos de conteúdo e duração" para esse curso de
graduação. Tal resolução é proveniente dos requisitos exigidos e apresentados
no Parecer No 4.807/75, de 2 de dezembro de 1975, do então Conselheiro
Heitor Gurgulino de Souza e da Comissão de Especialistas de Ensino de
Engenharia.
O presente projeto do Curso de Engenharia de Controle e Automação,
baseia-se nos requisitos emanados da antiga resolução, nas Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução
CNE/CES 11/2002), no Parecer CNE/CES 329/2004 e na Resolução 427, de
05 de março de 1999 do Sistema CONFEA/CREA.
1.2.
CONCEPÇÃO
Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50
anos, novas especialidades profissionais surgiram, resultando em novas
modalidades de Engenharia. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia de
Controle e Automação, uma modalidade surgida da interação das áreas de
Mecânica, Eletro/Eletrônica e Informática.
Assim, este Projeto Pedagógico tem como finalidade e desafio
proporcionar condições para que as pessoas se habilitem ao exercício
profissional pleno nas atividades relacionadas à Engenharia de Controle e
Automação, comprometidos com o que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966
que diz “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são
caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem
na realização dos seguintes empreendimentos...” e o exerçam de forma crítica,
consciente e ética, respeitando a legislação vigente.
Este Projeto Pedagógico reconhece o fato de que os problemas
existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem
podem ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos
está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas
profissionalizantes e um núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos
programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica
indispensável a um Curso de Engenharia de Controle e Automação.
O curso de Engenharia de Controle e Automação está concebido em
semestres, com as seguintes características:
2
o Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de
março de 2002;
o Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de
novembro de 2004;
o Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em
dez semestres letivos;
o Semestres letivos com duração de 20 semanas;
o Disciplinas com carga horária de 40 ou 80 horas-aula;
o Estágio supervisionado com carga horária de 160 horas
o Carga horária total do curso é definida em 4800 horas-aula,
perfazendo um total de 4000 horas.
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96)
procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e
estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos
no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso
desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma
que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional,
entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais
e locais (art.26 da LDB).
Isto posto, um Curso de Graduação em Engenharia de Controle e
Automação sediado na cidade de Jaguariúna, se constitui nas solicitações da
LDB e nas necessidades deste tipo de profissional em uma região fortemente
industrializada e em franca expansão tecnológica.
3
2. A INSTITUIÇÃO
2.1. HISTÓRICO
A FACULDADE DE JAGUARIÚNA – FAJ (CNPJ nº 03.211.847/000103), credenciada através da Portaria Ministerial Nº 675, de 24 de maio de 2000,
é uma Instituição de Ensino Superior, mantida pelo Instituto Educacional
Jaguary, também denominado pela sigla IEJ, entidade jurídica de direito
privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos
para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu
estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, fundado em 04 de maio
de 1999, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a
cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo. Localiza-se na Rua Amazonas Nº
504 – Jardim Dom Bosco. Devido a sua posição geográfica, o mais importante
acesso à Faculdade dá-se pela rodovia Ademar de Barros que liga Campinas à
Casa Branca.
Desde a sua criação a FAJ tem se destacado na formação de
profissionais, bem como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas
pelos órgãos governamentais.
Em 2000, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Turismo
iniciaram suas atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Ciência da
Computação, Enfermagem, Fisioterapia e Medicina Veterinária em 2002, os
cursos de Direito, Educação Física e Nutrição em 2004, Ciências Contábeis e
Psicologia em 2005, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos,
Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Produção em 2006 e
Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Comercial e Logística, em 2007.
O ano de 2004 marcou o início da operação do Campus II e em 2005
entraram em operação o Hotel-Escola Matiz, o Hospital-Escola Veterinário e a
Interclínicas FAJ que abriga a Clínica de Fisioterapia e o Centro de referência
em Enfermagem.
O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato
Sensu nas áreas de Engenharia e Tecnologia, Gastronomia, Medicina
Veterinária e Negócios.
No percurso histórico da Faculdade de Jaguariúna, registraram-se
pequenas alterações em sua estrutura administrativa e pedagógica, ampliaramse campos e espaços de abrangência de sua ação educativa e de
produção/socialização de conhecimentos culturais e científicos.
4
2.2. MISSÃO E OBJETIVOS
A missão da FAJ é promover a educação socialmente responsável, com
alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de
seus alunos.
Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de
qualidade que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de
conhecimentos, conceitos, posturas e práticas profissionais, para que possam
desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação dos seus
projetos de vida.
A filosofia gerencial prevê a delegação de autoridade e
responsabilidades aos Diretores e, respectivamente, aos Coordenadores de
curso e professores, nos termos do Regimento, para que possam cumprir a
proposta educacional da instituição - alcançando seus objetivos.
2.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
A FAJ está estruturada organizacionalmente de forma a possibilitar o
cumprimento de sua missão e de seus objetivos. A gestão tem sua organização
formalizada pelo Regimento da Faculdade.
A forma de administração pode ser ilustrada pelo organograma a seguir.
Conselho Pedagógico
Diretoria Geral
Diretor Geral / Diretor Acadêmico / Diretor Administrativo / Diretor Financeiro
Estrutura de Ensino
(Secretaria, Biblioteca,
Avaliação Institucional,
Programas de Apoio)
Diretoria da Faculdade
Coordenação de Curso
Colegiado de Curso
Curso
Fonte: Regimento da IES..
Estrutura de Apoio
(Assessorias, Patrimônio,
Tesouraria, Contabilidade,
RH, Dep. Jurídico)
5
A estrutura organizacional da FAJ está organizada da seguinte maneira:
I- Administração Superior:
1.Conselho Pedagógico - COP;
2.Diretoria Geral.
II- Administração Básica:
1.Diretoria da Faculdade;
2.Coordenadoria de Curso.
6
3. O CURSO
3.1. JUSTIFICATIVA
A cidade de Jaguariúna está inserida na Região Metropolitana de
Campinas – RMC, que possui elevado nível de desenvolvimento econômico,
sendo um dos pólos de maior desenvolvimento do país. Os setores de serviço,
industrial e o comércio impulsionam a sua economia, que, se comparada ás
regiões metropolitanas do país, posiciona a RMC como a sexta força
econômica do país, em recente reportagem publicada no jornal “Correio
Popular”. Os setores de comércio e serviços prevêem, com a abertura de
novos estabelecimentos e reformas dos já existentes, investimentos da ordem
de R$ 300 milhões neste ano e concentra 25% dos 24 mil postos de trabalho a
serem criados na cidade até dezembro. O oferecimento do Curso Superior de
Engenharia de Controle e Automação cumprie um importante papel na
formação de um profissional apto a enfrentar os desafios propostos pela nova
ordem econômica, política e social.
A Região de Governo de Campinas - RG é composta de 22 municípios,
de um total de 90 cidades que compõem a Região Administrativa - RA de
Campinas. Os 22 municípios da Região de Governo de Campinas - RG são:
Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Estiva
Gerbi, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Mogi-Guaçú,
Mogi-Mirim, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara
D’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos, e Vinhedo.
Através da Lei Complementar nº 870 de 19/07/2000 do Governo do
Estado de São Paulo, foi criada a Região Metropolitana de Campinas –
RMC, sendo a 3ª região do Estado, compreendendo 19 municípios assim
distribuídos: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro
Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor,
Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de
Posse, Sumaré, Valinhos, e Vinhedo. A RMC abrange uma área de 3.816 Km²
(1,3% do território paulista), com uma população de 2.578.033 habitantes. O
PIB estimado da Região é de US$ 26,2 bilhões (R$ 61,5 bilhões),
representando cerca de 12,5% do PIB estadual e 5,6% do PIB nacional. O
município de Campinas representa 41,5% da região, seguido de Sumaré com
8,4%, Americana com 7,8%, Santa Bárbara D’Oeste 7,3%, Hortolândia 6,5% e
Indaiatuba 6,3%, sendo que os restantes 13 municípios representam 22,2% de
toda a RMC.
Área Total (Km2)
RMC
3.348
1,3%
Estado de SP
248.600
Nº de Municípios
RMC
19
Estado de SP
645
2,9%
7
Fonte: Secretaria de Economia e Planejamento – Governo do Estado de São Paulo
8
A área de influência
do município de Campinas é
hoje constituída por uma
rede urbana fortemente
integrada pela facilidade de
acesso,
pelas
curtas
distâncias e pelas boas
características do sistema
viário. O fluxo de transporte
regional é suprido por
excelente malha rodoviária com destaque para as
rodovias Anhangüera e
Bandeirantes, que ligam a
região à cidade de São
Paulo e ao interior; a
Rodovia Dom Pedro I, que
faz o elo entre Campinas e
as Rodovias Presidente
Dutra (Vale do Paraíba e
Rio de Janeiro) e Fernão Dias (Belo Horizonte); a Rodovia Adhemar de Barros
(SP-340), ligando Campinas ao sul de Minas Gerais; e a Rodovia Santos
Dumont, que dá acesso à Rodovia Castello Branco e à região de Sorocaba,
passando pelo Distrito Industrial de Campinas.
Na RMC, encontra-se o Aeroporto Internacional de Viracopos, o maior
aeroporto em transporte de cargas e o segundo maior em volume do país e
onde se localizam grandes empresas de carga expressa. A rede urbana que
viria configurar a atual Região Metropolitana de Campinas teve origem no
período cafeeiro, quando Campinas se fortaleceu como capital regional de
importante parcela do interior do Estado. A partir da década de 1970, a cidade
de Campinas teve um papel relevante, tanto ao liderar a expansão industrial no
interior, como ao desempenhar papéis e funções que configuravam uma nova
metrópole, de âmbito regional.
Em 1991, ocorreu um processo de desmembramento de alguns
municípios: Holambra foi criado com partes do território de Artur Nogueira,
Cosmópolis, Jaguariúna e Santo Antonio de Posse; Engenheiro Coelho, a partir
de Artur Nogueira; e Hortolândia, antigo distrito de Sumaré, emancipou-se.
Nas últimas décadas, como resultado de políticas de estímulo e dos
investimentos que nela ocorreram, a RMC foi a mais dinâmica das regiões do
interior paulista, apresentando intenso processo de urbanização, que resultou
em acelerada metropolização.
Em relação aos veículos de comunicação a RMC conta com: a)
Emissoras de TV: EPTV, TVB, BAND Campinas; b) Emissoras de Rádio:
Educadora FM, Vox90, CBN Campinas; c) Jornais: Correio Popular, Diário do
9
Povo, JÁ, Todo Dia, O Liberal, Jornal RMC, Tribuna Liberal, Página Popular,
Gazeta Regional; d) Revistas: Café Campinas.
Aspectos Demográficos
Em 2005, a população da região chegou a 2.578.033 habitantes ou 6,5%
da estadual. A densidade demográfica de 770,02 habitantes por km2,
apresenta-se mais elevada nos municípios de Hortolândia (2.446,7 hab./ km2),
Sumaré (1.195,7 hab./ km2) e Campinas (1.091,5 hab./ km2).
População - 2005
RMC
2.578.033
Estado de SP
39.949.487
6,5%
Dos 19 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2005,
população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra).
Campinas (1.029.828 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara,
Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população
superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional.
A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2005, 97,3%. Apenas
cinco municípios possuíam taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra
(53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse
(84,9%) e Jaguariúna (89,7%).
A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais
que são capitais estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de
crescimento demográfico maiores do que as da RMSP. Campinas, a sede da
região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9%
dos habitantes da RMC.
Nos últimos vinte e cinco anos, a população regional passou de
1.269.559 habitantes, em 1980, para 2.578.033, em 2005.
Entre 1991 e 2000, enquanto a população da RMC cresceu 2,68% ao
ano, o Estado de São Paulo aumentou a uma taxa de 1,82% e, entre 2000 a
2005, essas taxas foram, respectivamente, de 2,02% e 1,72%. Assim, no
contexto estadual, a RMC vem incrementando sua participação, tendo passado
de 3,8% em 1970, para 5,1% em 1980, 5,9% em 1991 e 6,5%, em 2005.
A intensidade desse processo se manifestou, entre 1980 e 2005, através
da diminuição populacional do município de Campinas em relação aos demais
municípios da área, marcando a formação do espaço urbano metropolitano e a
configuração de sub-centros regionais, para os quais, em um movimento
pendular, uma crescente população se dirige, diariamente.
10
O
componente
migratório
(interestadual,
intra-estadual
e
intrametropolitano) desempenhou papel fundamental na configuração
populacional, desde a consolidação da sede regional até a conformação e a
estruturação do espaço metropolitano, mesmo com a tendência atual de menor
número de migrantes.
A estrutura etária regional vem apresentando um padrão bastante
semelhante ao do Estado de São Paulo. Nas últimas décadas, tem ocorrido, na
RMC, o mesmo processo de inversão observado na pirâmide etária da
população estadual, com um acentuado envelhecimento da população. Entre
1980 e 2005, tanto no Estado como na região, ocorreu uma diminuição da
participação das faixas etárias de 0 a 29 anos e um aumento das faixas de 30
anos e mais.
PANORAMA ECONÔMICO
A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um
espaço metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de
complexidade e grande riqueza concentrada em seu território.
A infra-estrutura de transportes, a proximidade do maior mercado
consumidor do país, que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e
tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros, deram à RMC
vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos
produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros.
A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no
desenvolvimento da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões
produtoras de matérias primas e os grandes mercados consumidores e
terminais de exportação.
O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte
integração com os complexos agroindustriais e elevada participação de
produtos exportáveis ou destinados ao mercado urbano de maior poder
aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura,
avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura.
A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual
com a instalação de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que
indica a posição privilegiada da região para a localização industrial,
transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das
Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em
grandes e complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na
produção estadual. Uma das divisões mais representativas é a de alimentos e
bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção estadual.
11
Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de
transporte, químico e petroquímico, de material elétrico e de comunicações,
mecânico, de produtos farmacêuticos e perfumaria e de borracha.
A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em
Paulínia, o Pólo Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da
Petrobrás, e por outras empresas do setor químico e petroquímico; em
Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em
Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por empresas
ligadas à nova tecnologia de informação etc.
A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras
escolas técnicas e a conseqüente disponibilidade de pessoal qualificado foram
fundamentais para a presença de grande número de empresas de alta
tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática,
microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, além de um
grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de
insumos, componentes, partes, peças e serviços.
O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para
desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas
nas grandes capitais do país: grande rede de serviços educacionais e
bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário
moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de
ótima qualidade.
O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os
demais setores da economia. Abriga modernos equipamentos de comércio,
empreendimentos de grande porte em alimentação, entretenimento e hotelaria,
além de uma variada gama de serviços, como os profissionais e os voltados
para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes
equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas
da Unicamp.
A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela
presença de importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um
dos mais importantes sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por
várias Universidades, destacando-se a Universidade Estadual de CampinasUnicamp e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas-PUCCamp.
Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do
interior brasileiro, com a presença do Centro de Pesquisa e DesenvolvimentoCPqD, com papel estratégico no setor de telecomunicações, da Fundação
Centro Tecnológico para a Informática-CTI, da Companhia de Desenvolvimento
Tecnológico-Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto
Tecnológico de Alimentos-ITAL e do Laboratório Nacional de Luz SincrotonLNLS.
12
A Cidade de Jaguariúna – Dados Gerais
O município de Jaguariúna insere-se em uma região do Estado de São
Paulo que tem em Campinas seu pólo urbano mais expressivo. Trata-se de
região com elevado nível de desenvolvimento econômico, sendo um dos pólos
de maior desenvolvimento do país. Caracterizar tal região com destaque para
peculiaridades que caracterizam o município de Jaguariúna cumpre a função
de justificar a relevância de se oferecer mais uma alternativa de formação aos
seus habitantes.
O segmento industrial apresenta uma evolução positiva nos últimos 10
anos. Observa-se no município de Jaguariúna que 16,3% dos
estabelecimentos de atividades econômicas se alocam no segmento Industrial,
sendo que aproximadamente 70% dos estabelecimentos encontram-se no
segmento terciário da economia. A região é rica em indústrias de pequeno,
médio e grande porte, e sua atividade comercial e de serviços (agências
bancárias, agências contábeis, sindicatos, entidades assistenciais, clubes de
serviços, etc.) é intensa, o que proporciona aos municípios componentes um
desenvolvimento sócio-econômico significativo. Dentre as indústrias de grande
porte instaladas em Jaguariúna estão a Solectron do Brasil Indústria e
Comércio (Compaq), Motorola do Brasil, Schering do Brasil, Laboratórios BYK,
Laelc Inducon Indústria de Capacitores, Metalcabo Indústria e Comércio Ltda,
Metalsix Comércio e Indústria de Conexões, Companhia Brasileira de Bebidas
– AMBEV, Fresenius – Ind. Farmacêutica e Commscope, entre outras.
Em decorrência deste dinamismo econômico, a região está bem servida
dos equipamentos sociais, já que possui números suficientes de hospitais,
prontos-socorros, consultórios médicos, odontológicos e entidades de atenção
à saúde em geral; apresenta também grande número de unidades escolares
nos diversos níveis e graus de ensino, o que garante um suficiente atendimento
às necessidades do ensino fundamental, médio e superior, embora o 3º grau
comporte muito maior número de estabelecimentos do que o existente. Os
equipamentos de infra-estrutura e saneamento básico são suficientes, onde
destaca-se um enorme número de ligações de água e esgoto, e telefônicas,
que abrangem cerca de 85% das localidades e de suas respectivas
edificações, terminando 2004 com 95% de saneamento de água e esgoto.
Os meios de transporte têm grande importância no desenvolvimento
nacional, onde a Rodovia Anhanguera, a ferrovia – FEPASA e o Aeroporto
Internacional de Viracopos (Campinas/SP) têm papel vital nesse
desenvolvimento.
A região tem grande projeção no Estado de São Paulo, em termos de
equipamentos sócio-culturais, onde se destaca apresentando grande número
de museus, cinemas, teatros, grandes parques para lazer, famosos
restaurantes, moderníssimos shopping-centers, como o maior shopping da
América Latina, o Shopping Parque D. Pedro, entre outros. Os meios de
comunicação disponíveis apresentam números suficientes à realidade regional,
onde cada município componente contribui com seus jornais diários, suas
modernas emissoras de rádio AM-FM, além de canais de TV e outros.
13
O município de Jaguariúna, especificadamente, tem atraído grandes
indústrias multinacionais, em função de sua boa infra-estrutura social e de
mão-de-obra e pela sua proximidade (município contíguo) do grande centro
urbano de Campinas. É um município com características de grande potencial
de desenvolvimento industrial, com um setor comercial bastante sólido, e
atualmente é um dos municípios que comporta os maiores núcleos residenciais
de chácaras de recreio e moradia, devido principalmente à sua proximidade do
eixo São Paulo-Campinas e do complexo rodoviário - Via Anhanguera/Via
Bandeirantes.
14
3.2. OBJETIVOS
3.2.1. OBJETIVO GERAL
Formar um profissional com foco no humano e no social com sólida
formação científica e tecnológica, objetivando que os conhecimentos,
habilidades e competências desenvolvidos no curso lhe possibilitem a análise,
projeto, instalação, operação e manutenção de todo um sistema ou processo
produtivo, de forma automatizada obedecendo a uma programação, controle e
supervisão integrados.
3.2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Formar um profissional habilitado a aplicar métodos científicos à análise
e solução de problemas de engenharia, especificamente os relacionados aos
processos automatizados e a automatização de sistemas, bem como
desenvolver o pensamento criativo e empreendedor com facilidade de atuar e
gerenciar equipes multidisciplinares com ética e respeito pelo humano,
utilizando a informática como ferramenta usual e rotineira.
Para atingir estes objetivos pretende-se:
•
Desenvolver o pensamento criador, crítico e empreendedor;
•
Desenvolver habilidades para o uso da informática como
ferramenta usual e rotineira;
•
Desenvolver a habilidade
multidisciplinares;
•
Capacitar o educando a identificar, formular e resolver
problemas de engenharia, considerando as questões de
viabilidade técnica e econômica e os impactos ambientais;
•
Capacitar o estudante a utilizar a tecnologia atual e a absorver
e gerar novas tecnologias;
•
Preparar o futuro profissional nas tarefas que lhe permitam
planejar, organizar, desenvolver e controlar sistemas de
acordo com as exigências necessidades da região, atento as
legislações do país e as exigências do mercado mundial e,
•
Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional.
de
trabalho
em
equipes
15
3.3. PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO
Pretende-se que o egresso apresente formação adequada às
necessidades profissionais exigidas para o exercício da profissão de
Engenheiro, sendo que para tanto o currículo conta com disciplinas de
formação básica (matemática, física, química, informática, expressão gráfica,
eletricidade, mecânica e tecnologia dos materiais), de formação geral (ciências
humanas, sociais, ambientais, administração e economia) e de formação
profissional (eletrônica, projetos mecânicos, fluído e termociências,
instrumentação, sistemas de controle) e de formação específica (controle de
processos, automação industrial, robótica, automação da manufatura)
capacitando-o a conceber, projetar, implementar e operar sistemas complexos
que contribuam para o desenvolvimento econômico e social, conservando os
valores humanos, éticos e morais.
Ao final do curso, o egresso do programa de Engenharia de Controle e
Automação será um profissional íntegro com competências, habilidades e
atitudes que lhe permita:
• preparar o profissional para projetar, planejar, supervisionar,
elaborar, executar e implementar projetos e serviços em Controle
e Automação.
• preparar o profissional para atuar no controle e automatização de
máquinas, equipamentos, manufatura e processos industriais
• Automatizar sistemas e processos industriais, buscando soluções
alternativas e inovadoras
• preparar o profissional para efetuar no projeto e integração de
sistemas eletro-pneumático-hidráulico utilizando Controladores
Lógicos programáveis, Microcontroladores e Comandos
Numéricos Computadorizados
• preparar o profissional para desenvolver Interface Homem
Máquina e sistemas supervisórios
• preparar o profissional para aplicar técnicas de manufatura e
processos de fabricação, para Identificar, selecionar e especificar
componentes de sistemas para Controle e Automação
• preparar o profissional para aplicar técnicas para a
instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de
dados aplicados ao Controle e Automação
• prepara o profissional para atuar eticamente em equipes
multidisciplinares e de forma empreendedora
• Constituir e administrar empresas de base tecnológica
• Participar ativamente de processos de ensino e pesquisa
buscando a atualização profissional e a difusão do conhecimento
tecnológico e científico
• Fomentar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre a
universidade, a industria e instituições que realizam pesquisa e
desenvolvimento de novos produtos e processos
16
• formar profissionais capazes de atuar eticamente de forma
empreendedora no planejamento, supervisão, elaboração,
coordenação de projetos e serviços de automação industrial e na
gestão de processos de produção e unidades automatizadas
3.4. MERCADO DE TRABALHO
Atualmente, estão ocorrendo grandes transformações econômicas e
sociais em todo o mundo, principalmente, pela introdução de novas tecnologias
e o estabelecimento de uma nova ordem nos mercados mundiais, a chamada
“globalização dos mercados”. Essas transformações mundiais exigem novos
padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação do pessoal
produtivo e gerencial. O Brasil deverá investir maciçamente na modernização
do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e
serviços no cenário mundial.
Inserida e atuante nestas mudanças, a Engenharia de Controle e
Automação, tem a finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o
homem e seus ambientes sócio - econômicos, vislumbrando-se assim um
mercado bastante promissor. No País, os Engenheiros de Controle e
Automação vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas
visando atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e
produtividade, atuando em todas as atividades industriais, agrícolas e
comerciais, além de governamentais.
Neste contexto, o Engenheiro de Controle e Automação é componente
fundamental no desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da
atividade econômica e empresarial, assegurando posição de destaque nas
organizações.
3.5. CAMPOS DE ATUAÇÃO
De um modo geral, o mercado profissional da Engenharia de Controle e
Automação tem crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores
da indústria nacional.
Os campos de atuação do Engenheiro de Controle e Automação são as
empresas automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação
mecânica, transformação, agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de
softwares para automação e controle, ou seja, mais notadamente as empresas
que fazem uso da tecnologia para melhorar seus processos e produtos. Além
dessas, atua também em serviços públicos, em instituições financeiras e de
ensino e pesquisa. Cabe ainda ao profissional, realizar pesquisas de mercado
e identificar novos campos e nichos de mercado que favoreçam a ação
empreendedora.
Nestas empresas o Engenheiro de Controle e Automação poderá
trabalhar em diversas atividades, entre as quais projetos assistidos por
computador, robótica, supervisão, e manutenção. Com os conhecimentos
adquiridos no curso, o profissional poderá propor soluções inovadoras para os
problemas que constantemente surgem em um mercado em progressiva
transformação.
17
Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo
crescente e diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões
brasileiras, empresas estas que exigem cada vez mais a formação do
engenheiro com maior direcionamento e especialização, que se adapte com
rapidez, através de sua formação ao modelo de crescimento da indústria
nacional.
3.6. PERFIL DO EGRESSO
Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de
Engenharia de Controle e Automação e de acordo com o que dispõem os
órgãos oficiais Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Lei
nº 5.194/66) e CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de
engenheiro as seguintes atividades:
•
Supervisão, coordenação e orientação técnica;
•
Estudo, planejamento, projeto e especificação;
•
Estudo de viabilidade técnico-econômica;
•
Assistência, assessoria e consultoria;
•
Direção de obra e serviço técnico;
•
Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
•
Desempenho de cargo e função técnica;
•
Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação
técnica, extensão;
•
Elaboração de orçamento;
•
Padronização, mensuração e controle de qualidade;
•
Execução de obra e serviço técnico;
•
Fiscalização de obra e serviço técnico;
•
Produção técnica e especializada;
•
Condução de trabalho técnico;
•
Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo
ou manutenção;
•
Execução de instalação, montagem e reparo;
•
Operação e manutenção de equipamento e instalação;
•
Execução de desenho técnico.
18
Mesmo esta Resolução ter sido elaborada em 1973, a maioria das
atividades relacionadas à Engenharia podem ainda ser consideradas atuais. A
Resolução 427/1999 discrimina as atividades do Engenheiro de Controle e
Automação “... no que se refere ao controle e automação de equipamentos,
processos, unidades e sistemas de produção, seus serviços afins e correlatos”.
Em linhas gerais se quer formar profissionais dotados de competências
e habilidades visando atender principalmente a demanda regional, sem
desprezar a demanda nacional e internacional pelos serviços em Engenharia
de Controle e Automação, sendo capaz de exercer com ética, justiça e
responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão.
Pretende-se que o egresso da carreira profissional de Engenharia de
Controle e Automação apresente as seguintes habilidades e competências:
•
Projetar, construir, programar, montar e operar controles
automatizados da industria de processos contínuos e discretos,
aplicando seus conhecimentos de controle de sistemas, computação,
eletrônica e eletricidade;
•
Supervisionar processos de produção e de controle de qualidade dos
insumos, processos intermediários e produto final;
•
Inovar tecnologias existentes; participar na transferência de
tecnologias emergentes e atuar como agente na transferência das
mesmas;
•
Estar capacitado para trabalhar em equipes multidisciplinares,
propondo sistemas cujo projeto faça uso ótimo de tecnologias desde
o ponto de vista de operação bem como de recursos econômicos;
•
Diagnosticar falhas, propor e executar planos de manutenção
preventiva dos diferentes sistemas de processos automatizados;
•
Interpretar e aplicar as normas de segurança e higiene industrial e
conservação do meio ambiente;
•
Capacitar e instruir tecnicamente o pessoal de sua equipe sob sua
supervisão;
•
Compreender a incidência da tecnologia nas atividades de gestão
empresarial e,
•
Promover e realizar pesquisa tecnológica no nível de sua
competência com a finalidade de corrigir e/ou melhorar os processos
produtivos.
19
4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
O curso proposto foi organizado de forma a propiciar ao aluno recursos e
práticas pedagógicas adequadas e orientadas a atingir o perfil desejado,
conforme exposto a seguir.
4.1. GRADE CURRICULAR
1º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Matemática para Engenharia I
Física para Engenharia I
Informática I
Circuitos Lógicos
Desenho Técnico I
Comunicação Empresarial
Fundamentos de Engenharia de
Controle e Automação
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES I
TOTAL =
2º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Matemática para Engenharia II
Física para Engenharia II
Informática II
Desenho Técnico II
Engenharia Ambiental
Mecânica Geral
Projetos Temáticos - Estruturas
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES II
TOTAL =
3º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Matemática para Engenharia III
Física para Engenharia III
Química Tecnológica
Circuitos Digitais
Resistência dos Materiais
Projetos Temáticos - Controle
Digital
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES III
TOTAL =
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TEORIA PRÁTICA
80
80
40
40
80
40
80
40
40
20
40
40
40
20
400
HORAS/AULA
PRESENCIAL
280
80
40
20
40
20
40
400
260
HORAS/AULA
PRESENCIAL
80
80
40
80
80
20
40
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
140
TEORIA PRÁTICA
80
40
20
40
80
260
40
440
TOTAL
80
80
40
80
40
40
40
40
20
40
20
40
40
400
20
40
120
TOTAL
80
80
40
40
80
40
40
TEORIA PRÁTICA
80
80
40
80
40
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
440
TOTAL
40
20
40
80
80
40
80
80
40
40
140
40
40
40
440
20
4º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Matemática para Engenharia IV
Probabilidade e Estatística
Metrologia
Cálculo Numérico
Circuitos Elétricos
Materiais para Engenharia
Projetos Temáticos - Materiais
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES IV
TOTAL =
5º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Eletrônica I
Mecânica dos Fluidos
Processos de Fabricação
Engenharia Econômica
Fundamentos de Dinâmica
Elementos de Máquinas
Projetos Temáticos - Máquinas
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES V
TOTAL =
6º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Sistemas Digitais
Instrumentação I
Controle Hidráulico e
Pneumático
Eletrônica II
Modelagem Matemática de
Sistemas Dinâmicos
Projeto Auxiliado por
Computador
Projetos Temáticos Controladores
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES VI
TOTAL =
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TEORIA PRÁTICA
80
40
40
40
80
80
40
80
40
20
20
40
40
0
20
20
40
40
40
400
240
160
HORAS/AULA
PRESENCIAL
80
40
80
40
40
80
40
400
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TEORIA PRÁTICA
40
20
40
40
40
80
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
80
40
40
40
80
80
40
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
20
40
140
TEORIA PRÁTICA
40
440
TOTAL
80
40
80
40
40
80
40
40
260
TOTAL
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
440
TOTAL
80
80
40
40
40
40
80
80
80
40
40
20
40
20
80
40
40
40
40
40
40
40
40
400
40
220
180
40
40
40
40
440
21
7º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Automação Industrial
Termodinâmica e Transf. de
Calor e Massa
Análise e Processamento de
Sinais
Instrumentação II
Dinâmica Aplicada ao Controle
de Equipamentos
Gestão de Empresas e
empreendedorismo
Projetos Temáticos Instrumentação de Sistemas
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES VII
TOTAL =
8º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Microcontroladores
Sistemas de Controle I
Manufatura Auxiliada por
Computador
Ergonomia e Segurança do
Trabalho
Sistemas Fluidomecânicos
Metodologia da Pesquisa
Científica
Projetos Temáticos Engenharia Integrada I
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES VIII
TOTAL =
9º SEMESTRE
UNIDADE CURRICULAR
Estágio Supervisionado
Máquinas Elétricas e
Acionamentos
Sistemas de Controle II
Trabalho de Conclusão de
Curso I
Direito, Legislação e Ética
Aplicados à Engenharia
Planejamento e Controle da
Produção e da Manutenção
Projetos Temáticos Engenharia Integrada II
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES IX
TOTAL =
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TEORIA PRÁTICA
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
80
40
40
40
80
80
40
40
40
40
40
40
40
40
40
400
HORAS/AULA
PRESENCIAL
40
TOTAL
80
40
40
40
80
80
40
240
160
TEORIA PRÁTICA
40
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
440
TOTAL
80
80
40
40
40
40
80
80
80
40
40
80
40
40
40
40
40
20
20
40
40
20
20
40
400
HORAS/AULA
PRESENCIAL
240
40
40
160
TEORIA PRÁTICA
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
40
440
TOTAL
160
160
40
40
80
80
80
80
40
40
40
40
40
40
40
40
80
40
40
80
80
40
40
80
400
240
320
40
40
40
600
22
UNIDADE CURRICULAR
10º SEMESTRE
Controle de Processos
Introdução à Robótica Industrial
Redes de Comunicação
Industrial
Manufatura Integrada por
Computador
Trabalho de Conclusão de
Curso II
1
DISCIPLINA OPTATIVA *
Projetos Temáticos - Controle
da Manufatura
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES X
TOTAL =
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TOTAL
40
40
40
40
80
80
80
40
40
80
40
20
20
40
40
40
40
40
40
40
40
40
400
220
TEORIA
4000
*1 DISCIPLINAS OPTATIVAS:
•
•
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
80
80
HORAS/AULA
PRESENCIAL
TOTAL GERAL =
TEORIA PRÁTICA
Comunicação e Relacionamento Interpessoal
Libras
2300
180
PRÁTICA
1860
40
40
40
ATIVIDADES
COMPLEMENTA
RES
400
40
440
TOTAL
4560
23
4.2. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
1o Semestres
Matemática para Engenharia I – 80 H
Números reais e conjuntos. Intervalos, plano cartesiano. Funções de
uma variável real. Limite e continuidade de funções. Aplicações.
Derivada: conceitos básicos, regras do quociente, produto e cadeia.
Derivadas de funções polinomiais, trigonométricas e exponenciais.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v.1.
2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2001. v.1.
3. Piovesana, C. I.; Sampaio, C. A. A.; Mucelin, C.; Garavello, P. G.;
Lanzoni, O.; SANTOS, V. P. Matemática Básica. Itatiba: Berto,
2009.
Bibliografia Complementar
1. Hughes-Hallet, D. ; et al. Cálculo de uma Variável. Rio de Janeiro,
Ed. LTC, 2004
2. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São
Paulo: Makron Books, 1995. v.1 .
3. BOULOS, P. Pré-Cálculo. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
4. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. 1. ed. São Paulo:
Pearson, 2006. v.1 .
5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações I: Funções Reais. 1.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Física para Engenharia I – 80 H
Grandezas Físicas. Sistemas de Unidades. Movimento retilíneo.
Movimento em um plano. Movimento circular. Leis de Newton. Trabalho
e Energia.
Bibliografia Básica
1. RESNICK R.; HALLIDAY D.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.1 .
2. TIPLER, P. A. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. v.1 .
3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física: mecânica
clássica. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v.1 .
Bibliografia Complementar
1. KELLER, F. J., GETTYS, E. W., SKOVE, M. J. Física. São Paulo:
Makron Books, 1999. v.1 .
2. Young, H. Freedman, R. A. Física I: mecânica. Ed. Pearson. 2010.
Tradução de Sônia Midori Yamamoto
3. PANTANO FILHO, R.; SILVA, E. C. Física: atividades experimentais.
3. ed. Itatiba: Moara, 2005.
24
4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.2 .
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.3 .
Informática I – 40 H
Estruturas fundamentais de algoritmos: seqüência, tomada de decisão,
repetição (incondicional e condicional). Linguagem algorítmica.
Programação modular. Compiladores
Bibliografia Básica
1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de
programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados.
São Paulo: Makron, 1993.
2. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos. 16. ed. São
Paulo: Érica, 2004 .
3. VELOSO, P. A. S. ; Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus,
1983.
Bibliografia Complementar
1. Pinto, S. R. Treinamento em Lógica de Programação: desenvolva
projetos de software com mais eficiência e aprimore códigos e
programas já existentes. 1. ed. São Paulo: Digerati, 2009
2. SALIBA, W. L. C. Técnicas de Programação: uma abordagem
estruturada. São Paulo: Makron, 1993.
3. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
4. MIZRAHI, V. V. ; Treinamento em Linguagem C: módulo 2. São
Paulo: Makron, 1990.
5. SCHILDT, H. ; C Completo e Total. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1997.
Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação – 40 H
Introdução à engenharia. Atribuições profissionais e perspectivas de
mercado. Introdução à modelagem matemática de fenômenos físicos.
Metodologias matemáticas de simulação e solução dos modelos físicos
de sistemas.
Bibliografia Básica
1. BAZZO, W. A., PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia. 6. ed.
Florianópolis: UFSC, 2003.
2. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência,
2005.
3. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de
Processos. São Paulo: LTC, 2005.
Bibliografia Complementar
1. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a
Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008.
2. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:
Cortez, 1996.
25
3. CAPELLI, A. Automação Industrial. São Paulo: Érica, 2006.
4. LITTLE, P.; DYM, C.; ORWIN, E.; SPJUT, E. Introdução a
Engenharia. São Paulo: Bookman, 2010.
5. CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Desenho Técnico I – 80 H
Normas e convenções. Construções geométricas. Representações de
um sólido no plano bidimensional. Projeções ortogonais segundo ABNT.
Cortes, seções e interseções.
Bibliografia Básica
1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e
soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004.
2. MANFE, G.;
POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico
Mecânico: curso completo. São Paulo: Hemus. 2004. v.1 .
3. SILVA, A. ; RIBEIRO, C. T. ; SOUSA, D. Desenho Técnico
Moderno. Rio de Janeiro, Ed. LTC. 2004.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067:
Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de
Janeiro, 1995.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126:
Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068:
Folha de desenho: leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699:
Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias
geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001.
5. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza,
1997.
Circuitos Lógicos – 40 H
Sistemas de Numeração. Álgebra Booleana. Portas Lógicas. Circuitos
Combinacionais. Otimização de Circuitos Combinacionais.
Bibliografia Básica
1. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos
Digitais. São Paulo: Érica, 1996.
2. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e
aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003.
3. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2002.
Bibliografia Complementar
1. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital.
São Paulo: Érica, 2002.
2. ZELENOVSKY, R.; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de
Janeiro: MZ Editora, 2004.
26
3. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ;
2008.
4. WAGNER, F. R.;REIS, A. I.; RIBAS, R. P. Fundamentos de
Circuitos Digitais. 1. ed. São Paulo: Bookman, 2008.
5. BOYLESTAD, R. L. Introdução à Analise de Circuitos. 10. ed. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
Comunicação Empresarial – 40 H
O resumo. Comunicações empresariais. O texto argumentativo. Prática
de leitura e produção de textos.
Bibliografia Básica
1. ANDRADE, M. M.; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções
básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1999.
2. FIORIN, J. L. Lições de Texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo:
Ática, 1999.
3. MEDEIROS, J. B. Redação Científica: a prática de fichamentos,
resumos, rsenhas. São Paulo: Atlas, 2003.
Bibliografia Complementar
1. FAULSTICH, E. L. J. Como ler, entender e redigir um texto. São
Paulo: Vozes, 2003.
2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática,
1999.
3. MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo: Atlas, 1998.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES I – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
27
2o Semestre
Matemática para Engenharia II – 80 H
Derivada e diferencial. Aplicações de derivadas. Integral. Técnicas de
integração e aplicações. Seqüências numéricas.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v.1 .
2. GONÇALVES, M., FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
3. PIOVESANA, C. I. et al. Matemática Básica. Itatiba: Berto Editora,
2009.
Bibliografia Complementar
1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
v.1 .
2. HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma Variável. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2004.
3. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. 1. ed. São Paulo:
Pearson, 2010
4. BOULOS, P. Pré-Cálculo. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2010
5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações - Funções Reais. 1.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008
6. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2001. v.1 .
Física para Engenharia II – 80 H
Conceitos fundamentais em termodinâmica. Substâncias puras e suas
propriedades. Calor e trabalho. Mecanismos de Transferência de Calor.
Propriedades dos fluidos. Estática dos Fluidos.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.2 .
2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações.
4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. v.2 .
3. PANTANO FILHO, R.; SILVA, E. C. Física: atividades experimentais.
3. ed. Itatiba: Moara, 2005.
Bibliografia Complementar
1. BORGNAKKE, C. ; SONNTAG, R. E. Fundamentos da
Termodinâmica. 6. ed. São Paulo: Edgard Blucher , 2009.
2. FOX, R. W. ; MCDONALD, A. T. ; PRITCHARD, P. J. Introdução à
Mecânica dos Fluídos. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
3. YONG, D. F.; OKIISHI, T. H.; MUNSON, B. R. Fundamentos da
Mecânica dos Fluidos: com CD. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.
4. RESNICK R.; HALLIDAY D.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.1 .
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v. 3 .
28
Informática II – 40 H
Estruturas de Dados. Implementação de algoritmos utilizando linguagens
de programação. Aplicação e uso das estruturas fundamentais de
algoritmos.
Bibliografia Básica
1. MANZANO, J. A. N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001.
2. KERNIGHAN, B. W.; RITCHIE, D. M. C: a linguagem de
programação: padrão ANSI. São Paulo: Campus, 1989.
3. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de
Programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados.
São Paulo: Makron, 1993.
Bibliografia Complementar
1. MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C: módulo 2. São
Paulo: Makron, 1990.
2. VELOSO, P. A. S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus,
1983.
3. SCHILDT, H. C completo e total. Tradução de Roberto Carlos
Mayer. 3. ed. São Paulo: Makron, 1997.
4. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. Rio de Janeiro:
Campus, 2000.
5. SALIBA, W. L. C. Técnicas de Programação: uma abordagem
estruturada. São Paulo: Makron, 1993.
Engenharia Ambiental – 40 H
Ecologia. Preservação e utilização de recursos naturais: poluição,
impacto ambiental e desenvolvimento sustentado. Reciclagem.
Legislação Ambiental.
Bibliografia Básica
1. BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental.
2. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005.
2. BRANCO. S. M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos
problemas do meio ambiente. São Paulo: Edgar Blücher, 2002.
3. SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e
métodos. 1. ed. São Paulo: Oficina de textos, 2008.
Bibliografia Complementar
1. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade
brasileira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
2. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001: sistemas de gestão ambiental. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2005.
3. FERRER, J. T. V. Casos de Gestão Ambiental. 1. ed. Campinas:
Unicamp, 1998.
4. BARBOSA FILHO, A. N. Segurança do Trabalho e Gestão
Ambiental. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
5. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
29
Desenho Técnico II – 80 H
Utilização sistemas CAD. Geração de sólidos. Geração de desenhos de
engenharia e de fabricação a partir de sólidos. Geração de desenhos de
conjunto e montagens.
Bibliografia Básica
1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e
soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004.
2. MANFE, G.;
POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico
Mecânico: curso completo. São Paulo: Hemus. 2004. v.1 .
3. SILVA, A. ; RIBEIRO, C. T. ; SOUSA, D. Desenho Técnico
Moderno. Rio de Janeiro, Ed. LTC. 2004.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067:
Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de
Janeiro, 1995.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126:
Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068:
Folha de desenho: leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699:
Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias
geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001.
5. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza,
1997.
Mecânica Geral – 40 H
Estática dos pontos materiais. Momento de uma força. Estática dos
corpos rígidos. Análise das estruturas.
Bibliografia Básica
1. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para
Engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
2. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
3. HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 10. ed. São
Paulo: Prenticel Hall Brasil, 2004.
Bibliografia Complementar
1. SHAMES, I. H. Estática: Mecânica para Engenharia. 4. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2002.
2. SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2003.
3. KAMINSKI, P. C. Mecânica Geral para Engenheiros. 1. ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2000.
4. FRANCA, L. N. F. Mecânica Geral. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
5. SORIANO, H. L. Estática das Estruturas. 1. ed. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2007.
30
Projetos Temáticos - Estruturas – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos estruturais. Seleção e
especificação de componentes para a realização de projetos estruturais.
Análise e dimensionamento estrutural: estudos de casos.
Desenvolvimento de projetos estruturais. Elaboração de Relatórios.
Bibliografia Básica
1. HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 10. ed. São
Paulo: Prenticel Hall Brasil, 2004.
2. SIMMONS, C. H.; MAGUIRE, D. E . Desenho Técnico: problemas e
soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004.
3. SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2003.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. FRANCA, L. N. F. Mecânica Geral. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
4. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
5. SORIANO, H. L. Estática das Estruturas. 1. ed. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2007.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES II – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
31
3o Semestre
Matemática para Engenharia III – 80 H
Séries Numéricas. Convergência e divergência de Séries. Teste da
Razão e da Raiz. Série Harmônica e Geométrica. Série de Taylor e de
McLaurin. Funções de mais de uma variável. Derivadas Parciais.
Diferencial total. Derivadas direcionais. Gradiente. Integral dupla e tripla.
Áreas e volumes.
Bibliografia Básica
1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v.2 .
2. VALLADARES, R. J. C. ; Cálculo e Aplicações - Funções Reais. 1.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008
3. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro:LTC,1982. v.2
Bibliografia Complementar
1. GUIDORIZZI, H. L. ; Um Curso de Cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2002. v.2 .
2. GONÇALVES, M., FLEMMING, D. M. ; Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
3. HUGHES-HALLETT, H. D. ; Cálculo de uma Variável. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2004.
4. BOULOS, P. ; Cálculo Diferencial e Integral. V.1 + Pré-Cálculo. 1.
ed. São Paulo: Makron Books, 2006
5. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São
Paulo: Makron Books, 1995. v.1 .
Física para Engenharia III – 80 H
Campo elétrico. Lei de Gauss. Fontes de tensão. Corrente Elétrica.
Campo magnético. Lei de Ampere. Forças no campo magnético. Lei de
Faraday. Conceitos de Óptica. Óptica geométrica.
Bibliografia Básica
1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.3 .
2. TIPLER, P. A. ; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros:
eletricidade e magnetismo: óptica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
v.1 .
3. TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: mecânica,
oscilações e ondas. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. v.2 .
Bibliografia Complementar
1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física básica: eletromagnetismo.
São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.3
2. YOUNG, H. D. ; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo.
12. ed. São Paulo: Pearson, 2009. v.3 .
3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR., J. W. Princípios de física:
eletromagnetismo. São Paulo: Thomson Pioneira,. 2004. v.3 .
4. HALLIDAY D.; RESNICK R.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.1 .
5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 2. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. v.2 .
32
Química Tecnológica – 40 H
Conceitos essenciais de estrutura da matéria e reações químicas.
Ligações químicas. Reações químicas e síntese. Estequiometria.
Soluções químicas. Noções de Corrosão.
Bibliografia Básica
1. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
2. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1994. v.1.
3. MAHAN, B. M.; Myers, R. J. Química: um curso universitário. 4.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.
Bibliografia Complementar
1. KOTZ, J. C; Treichel Jr., P. Química e reações químicas. 3. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2002. v.1 .
2. GENTIL, V. Corrosão. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
3. BORGO, C. A.; GRESSONI JÚNIOR, I.; SOUZA, L. C. F.;
PANTANO, P. M.; CACHICHI, R. C.; MAESTRELLI, S. C. Química:
atividades experimentais. 1ª ed. Itatiba: Berto Editora, 2009.
4. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books,
1994. v.2. .
5. SANTOS, N.; CAMPOS, E. Treinamento em Química. 1. ed. São
Paulo: Ciência Moderna, 2009.
Circuitos Digitais – 80 H
Álgebra Booleana. Portas lógicas. Minimização de circuitos lógicos. Flipflops. Contadores e registradores. Codificadores e decodificadores.
Multiplexadores
e
demultiplexadores.
Comparadores
digitais.
Aplicações.
Bibliografia Básica
1. TOCCI, R. J. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed.
São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
2. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada.
São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
3. CAPUANO, F. G.; IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital.
28. ed. São Paulo: Érica, 2001.
Bibliografia Complementar
1. LOURENÇO, A. C. Circuitos Digitais. 4. ed. São Paulo: Érica, 2001.
2. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ;
2008.
3. ZELENOVSKY, R.; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de
Janeiro: MZ Editora, 2004.
4. BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 10. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall. 2004
5. ERCEGOVAC, M. Introdução aos Sistemas Digitais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Bookman, 2000.
33
Resistência dos Materiais – 80 H
Tipos de solicitações e tensões. Estudo das tensões e deformações no
carregamento axial. Estudo das tensões e deformações na torção.
Estudo das tensões e deformações na flexão. Carregamento transversal.
Carregamento combinado. Análise de tensões e deformações. Critérios
de Resistência. Flambagem.
Bibliografia Básica
1. BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. 3.
ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
2. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5. ed São Paulo:
Prentice Hall Brasil, 2004.
3. MERIAM, J. L. Mecânica: Estática. V 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2004.
Bibliografia Complementar
1. MELCONIAM, S. ; Mecanica Técnica e Resistência dos Materiais;
Ed. Érica 2008.
2. NORTON, R. L.
Projeto de Máquinas – Uma Abordagem
Integrada; Ed. BOOKMAN COMPANHIA 2a Edição – 2003.
3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v1.
4. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v2.
5. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. 1. ed. São Paulo:
Edgard Blucher. 2008.
Projetos Temáticos – Controle Digital – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos utilizando circuitos digitais.
Desenvolvimento de projetos de circuitos digitais aplicados a automação
e controle de máquinas e processos. Utilização de FPGAs-GataArray
para o desenvolvimento de aplicações. Integração de Elementos
estruturais e sistemas eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios.
Bibliografia Básica
1. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos
Digitais. São Paulo: Érica, 1996.
2. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e
aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003.
3. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma Abordagem Integrada.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2002.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital.
São Paulo: Érica, 2002.
34
4. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ;
2008.
5. ZELENOVSKY, R. ; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de
Janeiro: MZ Editora. 2004
ATIVIDADES COMPLEMENTARES III – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
35
4o Semestre
Matemática para Engenharia IV – 80 H
Equações diferenciais ordinárias e parciais. Transformadas de Laplace.
Funções de variáveis complexas. Transformada de Fourier.
Bibliografia Básica
1. BOYCE, W. E., Di Prima, R.C. Equações Diferenciais Elementares
e Problemas de Valores de Contorno. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
2. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. São Paulo: Edgar Blücher, 1972.
v2.
3. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v2 .
Bibliografia Complementar
1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
v1.
2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,
2001. v1.
3. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v1.
4. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
v2.
5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações: funções Reais. 1. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Probabilidade e Estatística – 40 H
Variáveis. Organização de dados. Representação. Distribuição de
freqüência. Medidas de tendência e de variabilidade. Probabilidade.
Amostragem e estimação. Testes de confiança. Regressão e correlação.
Bibliografia Básica
1. COSTA, S. F. Introdução Ilustrada à Estatística. 4. ed. São Paulo:
Harbra, 2005.
2. COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher,
2002.
3. BORNIA, A. C.; REIS, M. M.; BARBETTA, P. A. Estatística para
Cursos de Engenharia. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
1. CIENFUEGOS, F. Estatística Aplicada ao Laboratório. São Paulo:
Interciência, 2005.
2. RUNGER, G. C.; MONTGOMERY, D. C.; HUBELE, N. F. Estatística
Aplicada à Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
3. HINES, W. W.; BORROR, C. M.; GOLDSMAN, D. M.;
MONTGOMERY, D. C. Probabilidade e Estatística na Engenharia.
4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
4. MAGALHÃES, M. N. ; LIMA, A. C. P. Nocões de Probabilidade e
Estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP. 2008.
5. WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H. Probabilidade e Estatística para
Engenharia e Ciências. 8. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008.
36
Metrologia – 40 H
Introdução a metrologia. Uso de instrumentos de medição. Tolerâncias
dimensionais e geométricas.
Bibliografia Básica
1. LIRA, F. A. Metrologia na Indústria. São Paulo: Érica, 2001.
2. AGOSTINHO, O. L.; RODRIGUES, A.; LIRANI, J. Tolerâncias,
Ajustes, Desvios e Análise de Dimensões: princípios de
engenharia de fabricação mecânica. São Paulo: Edgard Blucher,
1977.
3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. . Instrumentação e
Fundamentos de Medidas. V1. Ed. LTC. 2006.
Bibliografia Complementar
1. SOUZA, A. R. Fundametos de Metrologia Científica e Industrial.
1ª ed. São Paulo: Manole, 2008.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699:
Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias
geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6409:
Tolerâncias geométricas – Tolerâncias de forma, orientação, posição
e batimento - Generalidades, símbolos, definições e indicações em
desenho. Rio de Janeiro, 1997.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6158:
Sistema de tolerância e ajustes. Rio de Janeiro, 1995.
5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6173:
Terminologia de tolerância e ajustes. Rio de Janeiro, 1980.
Cálculo Numérico – 40 H
Equações algébricas e transcendentes. Sistemas de equações lineares.
Integração numérica. Interpolação. Diferenciação numérica. Ajuste de
curvas. Equações diferenciais.
Bibliografia Básica
1. BARROSO, L. C.; BARROSO, M. M. A.; CAMPOS FILHO, F. F.;
CARVALHO, M. L. B.; MAIA, M. L. Cálculo Numérico: com
aplicações. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987.
2. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos
teóricos e computacionais. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
3. SPERANDIO, D; MENDES, J. T.; SILVA, L. H. M. Cálculo
Numérico: características matemáticas e computacionais. São
Paulo: Pearson Brasil, 2003.
Bibliografia Complementar
1. HANSELMAN, D. C.; LITTLEFIELD, B. Matlab 6. São Paulo: Makron
Books, 2003.
2. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São
Paulo: Harbra, 1994. v1 .
3. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São
Paulo: Makron Books, 1995. v1.
4. Piovesana, C. I.; Sampaio, C. A. A.; Mucelin, C.; Garavello, P. G.;
Lanzoni, O.; SANTOS, V. P. Matemática Básica. Itatiba:Berto, 2009.
5. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009.
37
Circuitos Elétricos – 80 H
Circuitos CC. Leis de Kirchhoff. Análise de malhas. Análise nodal.
Circuitos AC. Fasores. Potência AC. Sistema trifásico.
Bibliografia Básica
1. DORF, R. C. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.
2. IRWIN, J. D. Introdução à Analise de Circuitos Elétricos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
3. JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos
de Análise de Circuitos Elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Bibliografia Complementar
1. BURIAN JR., Y.; LYRA, A. C. C. ; Circuitos Elétricos. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
2. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos: coleção
Schaum. 2. ed. São Paulo: Bookman, 2005.
3. HAYT JR., W. H.; KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em
Engenharia. São Paulo: McGraw Hill, 2000.
4. MARKUS, O. Circuitos Elétricos: Corrente contínua e corrente
alternada - Teoria e exercícios. 2. ed. São Paulo: Érica, 2001.
5. CAPUANO, F. G. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica.18.ed.
São Paulo: Érica, 2002.
Materiais para Engenharia – 80 H
Classificação dos materiais para engenharia. Estrutura cristalina e
propriedades dos materiais metálicos, cerâmicos e polímeros. Materiais
para o segmento elétrico e eletrônico. Aços: diagramas de equilíbrio,
tratamentos térmicos, especificação e ensaios mecânicos. Noções sobre
materiais poliméricos, cerâmicos e compósitos.
Bibliografia Básica
1. CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma
introdução. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São
Paulo: Edgard Blucher, 1996.
3. VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos
Materiais. Rio de Janeiro: Campus, 1994.
Bibliografia Complementar
1. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns.
3. ed. São Paulo: EDUSP, 1985.
2. PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura e
propriedades. São Paulo: Hemus, 1997.
3. SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos: condutores e semicondutores. 2.
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. v1
4. SCHIMIDT, W. Materiais elétricos. 1. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1999. v2
5. ASHBY, M. F. Engenharia de Materiais: uma introdução às
propriedades, aplicações e projeto.. 1. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
38
Projetos Temáticos - Materiais – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos utilizando materiais. Seleção e
especificação de materiais. Análise e dimensionamento estrutural:
estudos de casos. Aplicações de materiais metálicos, cerâmicos e
polímeros: estudos de casos. Desenvolvimento de projetos. Integração
de Elementos estruturais e sistemas eletro-eletrônicos. Elaboração de
Relatórios.
Bibliografia Básica
1. CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma
introdução. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São
Paulo: Edgard Blucher, 1996.
3. HIBBELLER, R. C. Resistência dos Materiais. 5. ed São Paulo:
Prentice Hall Brasil, 2004.
Bibliografia Complementar
1. AGOSTINHO, O. L.; RODRIGUES, A.; LIRANI, J. Tolerâncias,
Ajustes, Desvios e Análise de Dimensões: Princípios de
Engenharia de Fabricação Mecânica. São Paulo: Edgard Blucher,
1977.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
4. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza,
1997.
5. REZENDE, S. Materiais e Dispositivos Eletrônicos. 1. ed. São
Paulo: Livraria da Física, 2004.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES IV – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
39
5o Semestre
Eletrônica I – 80 H
Retificadores a diodo. Filtro capacitivo. Transistores em chaveamento e
aplicações. Amplificadores operacionais. Aplicações Lineares de
Amplificadores Operacionais.
Bibliografia Básica
1. BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e
Teoria dos Circuitos. 8. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2004.
2. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.1
3. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.2
Bibliografia Complementar
1. TURNER, L. W. Eletrônica Aplicada. 4. ed. São Paulo: Hemus,
2004.
2. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R. ; Eletrônica Digital ; Ed.
CENGAGE ; 2009.
3. BARBOSA, A. F. ; Eletrônica Analógica Essencial para
Instrumentação ; Ed. Livraria da Física ; 2010.
4. MENDONÇA, A. ; ZELENOVSKY, R. Eletrônica Digital: curso
prático e exercícios. Rio de Janeiro: MZ Editora. 2004
5. AHMED, A. ; Eletrônica de Potência ; Ed. PRENTICE HALL
BRASIL ; 2000.
Mecânica dos Fluidos – 40 H
Cinemática dos fluidos. Equação da energia para regime permanente.
Equação da quantidade de movimento para regime permanente.
Escoamento viscoso incompressível interno. Escoamento de fluidos
incompressíveis em condutos forçados. Perda de carga. Análise
dimensional e semelhança. Teorema de Buckinghan.
Bibliografia Básica
1. BISTAFA, S. R. Mecânica dos fluidos: noções e aplicações. 1. ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 2010.
2. ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2.ed.
São Paulo: Rima, 2006.
3. YONG, D. F.; OKIISHI, T. H.; MUNSON, B. R. Fundamentos da
Mecânica dos Fluidos: com CD. São Paulo: Edgard Blucher, 2004.
Bibliografia Complementar
1. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2008.
2. CATTANI, M. S. D. Elementos de Mecânica dos Fluidos. 2. ed.
São Paulo: Edgar Blucher, 2005.
3. OKIISHI, T. H.; YOUNG, D. F.; MUNSON, B. R. Uma Introdução
Concisa à Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
4. ASSY, T. M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações. 2.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
5. MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos.
2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
40
Processos de Fabricação – 80 H
Classificação dos processos de fabricação. Processos metalúrgicos de
fabricação: fundição, soldagem e metalurgia do pó. Tecnologia da
usinagem. Processamento de polímeros e cerâmicas.
1. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da
Usinagem dos Materiais. 5. ed. São Paulo: Artliber , 2001.670 D69t
(10ex)
2. FERRARESI, D. Usinagem dos Metais : fundamentos da usinagem
dos metais. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. 671 F426f (11ex)
3. WAINER, E.; BRANDI, S. D.; MELLO, F. D. Soldagem: processos e
metalurgia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1992 671.52 W149s
(10ex)
Bibliografia Complementar
1. HELMAN, H. ; CETLIN, P. R.; Fundamentos da Conformação
Mecânica dos Metais ; Ed. ARTLIBER ; 2005 671.3 H425f (3ex)
2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São
Paulo: Edgard Blucher. 1996
3. MACHADO, A. R. ; ABRÃO, A. M. ; COELHO, R. T. ; Teoria da
Usinagem dos Materiais ; Ed. EDGARD BLUCHER ; 2009.
4. SANTOS, S. C. ; SALES, W. F. ; Aspectos Tribologicos da
Usinagem dos Materiais ; Ed. ARTLIBER ; 2007
5. LEVY NETO, F.; PARDINI, L. C. Compositos Estruturais. 1.ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2006.
Engenharia Econômica – 40 H
Conceitos de engenharia econômica e matemática financeira básica.
Métodos de análise de investimento. Obtenção de dados de custos e a
estruturação de problemas. Formação de preço. Análise sob condições
de risco e incerteza.
Bibliografia Básica
1. EHRLICH, P. J. Engenharia Econômica: avaliação e seleção de
projetos de investimento. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
2. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. 7.
ed. São Paulo: Atlas, 2000.
3. BLANK, L.; TARQUIN, A. Engenharia Econômica.6. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008.
Bibliografia Complementar
1. CASAROTTO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de Investimentos:
matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão,
estratégia empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas. 1994.
2. HUMMEL, P. R. V.; PILÃO, N. E. Matemática Financeira e
Engenharia Econômica. São Paulo: Thomson. 2003.
3. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos
de Investimento: critérios de avaliação, financiamento. 1. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
4. LAVELLE, J. P.; NEWNAN, D. Fundamentos de Engenharia
Econômica. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
5. SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações a análise de
Investimentos. São Paulo: Prentice Hall. 2007
41
Fundamentos de Dinâmica – 40 H
Cinemática da partícula. Cinemática dos Pontos Materiais. Sistemas de
Pontos Materiais.
Bibliografia Básica
1. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de
Partículas e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011
2. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: dinâmica. 6. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
3. HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. São
Paulo: Prentice Hall. 2004.
Bibliografia Complementar
1. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica: mecânica para engenharia. 4. ed.
São Paulo: Pearson Brasil, 2003. v1.
2. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica: mecânica para engenharia. 4. ed.
São Paulo: Pearson Brasil, 2003. v2.
3. CLAUSEN, W. E. ; BEER, F. P. ; JOHNSTON JR., E. R.; Mecânica
vetorial para engenheiros: dinâmica; São Paulo: McGraw Hill
Brasil, 2006.
4. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para
Engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999.
5. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
Elementos de Máquinas – 80 H
Movimentos relativos em mecanismos básicos de máquinas. Elementos
de união. Eixos e árvores de acionamento. Transmissões. Mancais de
rolamento e deslizamento. Lubrificação. Molas. Uso e aplicação de
parafusos e roscas. Seleção de rolamentos. Freios
Bibliografia Básica
1. COLLINS, J. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Rio
de Janeiro: LTC, 2006.
2. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v1.
3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v2 .
4. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v3 .
Bibliografia Complementar
1. MELCONIAN, S. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Érica.
2007.
2. CUNHA, L. B. Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
3. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. São Paulo: Bookman, 2004.
4. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
5. PARETO, L. Formulário Técnico: Elementos de Máquinas. São
Paulo: Hemus, 2003.
42
Projetos Temáticos – Máquinas – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos de máquinas. Desenvolvimento de
projetos utilizando elementos de máquinas e sistemas dinâmicos.
Integração de Elementos estruturais e sistemas eletro-eletrônicos para o
desenvolvimento de máquinas e equipamentos. Elaboração de
Relatórios.
Bibliografia Básica
1. COLLINS, J. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Rio
de Janeiro: LTC, 2006.
2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. São
Paulo: Prentice Hall. 2004.
3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard
Blucher. 2004. v1 .
Bibliografia Complementar
1. PARETO, L. Formulário Técnico: Elementos de Máquinas. São
Paulo: Hemus, 2003.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro,
2002.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio
de Janeiro, 2006.
4. CUNHA, L. B. Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
5. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. São Paulo: Bookman, 2004.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES V – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
43
6o Semestre
Sistemas Digitais – 80 H
Conversores A/D e D/A. Memórias Semicondutoras. Projeto e
implementação de sistemas digitais. Utilização de ferramentas
computacionais. Utilização de dispositivos CPLD e FPGA. Linguagem
simbólica e descritiva.
Bibliografia Básica
1. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e
aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003.
2. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2002.
3. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos
Digitais. São Paulo: Érica, 1996.
Bibliografia Complementar
1. ERCEGOVAC, M. Introdução aos Sistemas Digitais. São Paulo:
Bookman, 2000.
2. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica. São
Paulo: Érica. 2002.
3. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009.
4. FLOYD, T., Sistemas Digitais - Fundamentos e Aplicações.
Ed.BOOKMAN COMPANHIA. 2007.
5. COSTA, C. Projetos de Circuitos Digitais com FPGA. São Paulo:
Érica, 2008.
Instrumentação I – 80 H
Características gerais de instrumentos. Calibração estática de
instrumentos. Instrumentos de primeira e segunda ordem. Transdutores
para medição de força, pressão, temperatura, deslocamento e vazão.
Sensores de aproximação e de contato.
Bibliografia Básica
1. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência,
2005.
2. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica,
2002.
3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
Bibliografia Complementar
1. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para
Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010
2. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus,
2002.
3. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005
4. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2006
5. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.2 ; Ed. LTC ; 2006.
44
Controle Hidráulico e Pneumático – 80 H
Dimensionamento de circuitos de potência. Bombas, atuadores e
válvulas para circuitos hidráulicos e pneumáticos. Circuitos de controle
hidráulicos e pneumáticos. Componentes e circuitos eletropneumáticos.
Bibliografia Básica
1. FIALHO, A. B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2007.
2. FIALHO, A. B. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento
e análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2002.
3. BONACORSO, N .G. Automação Eletropneumática. 3. ed. São
Paulo: Érica, 1997.
Bibliografia Complementar
1. STEWART, H. L. Pneumática e Hidráulica. 3. ed. São Paulo:
Hemus, 2002.
2. LINSINGEN, I. V. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos.
Florianópolis: EDUFSC, 2001.
3. BAPTISTA, M. ; LARA, M. ; Fundamentos de Engenharia
Hidráulica. Ed. UFMG. 2010
4. AZEVEDO NETTO, J. M. ; ARAUJO, R. . Manual de Hidráulica. Ed.
EDGARD BLUCHER. 1998
5. PROVENZA, F. ; SOUZA, H. R. Hidráulica. Ed. PROVENZA. 2000
Eletrônica II – 40 H
Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e
aplicações. Acionamento de cargas elétricas.
Bibliografia Básica
1. BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e
Teoria dos Circuitos. 8a ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2004.
2. TURNER, L. W. Eletrônica Aplicada. São Paulo: Hemus, 2004.
3. AHMED, A. ; Eletrônica de Potência ; Ed. PRENTICE HALL
BRASIL ; 2000.
Bibliografia Complementar
1. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.1 .
2. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.2 .
3. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R. ; Eletrônica Digital ; Ed.
CENGAGE ; 2009.
4. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para
Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010
5. GUIMARAES, A. A. Eletrônica Embarcada Automotiva. 1. ed. São
Paulo: Érica, 2007.
45
Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos – 40 H
Cinemática dos corpos rígidos. Movimento plano de corpos rígidos.
Métodos da energia e Quantidade de Movimento. Cinética de Corpos
Rígidos em 3 dimensões. Vibrações.
Bibliografia Básica
1. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para
Engenheiros: dinâmica. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2005.
2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
3. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia:
dinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Bibliografia Complementar
1. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de
Partículas e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011
2. SHAMES, IRVING H.. Estática - Mecânica para Engenharia. vol. 1.
Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003.
3. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica - Mecânica para Engenharia. vol.
2. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003.
4. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009.
5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
Projeto Auxiliado por Computador – 40 H
Método dos elementos finitos. Softwares comerciais de CAE. Pré e pósprocessamento. Geração de malhas. Dimensionamento de elementos.
Integração CAD/CAE.
Bibliografia Básica
1. ALVES FILHO, A. Elementos Finitos: a base da tecnologia CAE.
São Paulo: Érica, 2000.
2. SOBRINHO, Antônio da S. C. ; Introdução ao Método dos
Elementos Finitos ; São Paulo ; Ciência Moderna ; 2004.
3. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC,
2000.
Bibliografia Complementar
1. ASSAN, A. E. Método dos Elementos Finitos: primeiros passos ;
Ed. UNICAMP ; 2ª Edição ; 2003
2. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. Bookman Companhia, 2004.
3. BELYTSCHKO, T.; FISH, J. Um Primeiro Curso de Elementos
Finitos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
4. SORIANO, H. L. Elementos Finitos. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência
Moderna, 2009.
5. BEER, F. P. Resistência dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron
Books, 1995.
46
Projetos Temáticos – Controladores – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos de controle de processos.
Integração de sensores. Desenvolvimento de aplicações utilizando
sistemas eletro-hidro-pneumáticos. Integração de Elementos estruturais
e sistemas mecano-eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios.
Bibliografia Básica
1. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus,
2002.
2. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos
Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008.
3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. STEWART, H. L. Pneumática e Hidráulica. 3. ed. São Paulo:
Hemus, 2002.
4. GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação
de sistemas sequenciais com PLCs. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000.
5. Sanches, D. Eletrônica Industrial: montagem. 1. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES VI – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
47
7o Semestre
Automação Industrial – 80 H
Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise
de sistemas seqüenciais. Sensores, transmissores e atuadores.
Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e
Aplicações.
Projetos
em
automação
industrial:
Integração
Hardware/Software.
Bibliografia Básica
1. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto.
4. ed. São Paulo: Érica, 2002.
2. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos
Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008.
3. CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação
Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Bibliografia Complementar
1. FIALHO, A. B. Automação Pneumática. São Paulo: Érica, 2003.
2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001.
3. CAPELLI, A. Automação Industrial. 1. ed. São Paulo: Érica, 2006.
4. NATALE, F.; Automação Industrial. São Paulo: Érica, 1995. (Serie
brasileira de tecnologia).
5. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de
Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
Termodinâmica e Transferência de Calor e Massa – 40 H
Primeira lei da termodinâmica. Segunda lei da termodinâmica e entropia.
Ciclos termodinâmicos. Ciclo frigorífico padrão. Mecanismos básicos de
transferência de calor. Isolamento térmico. Superfícies estendidas.
Trocadores de calor. Transferência de massa.
Bibliografia Básica
1. INCROPERA, F. P.; DE WITT, D. P. Fundamentos de
Transferência de Calor e de Massa. 5a ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
2. SHAPIRO, H. N.; MORAN, M. J. Princípios de Termodinâmica
para Engenharia. 4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
3. BORGNAKKE, C. ; SONNTAG, R. E.
Fundamentos da
Termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher. 2009
Bibliografia Complementar
1. KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios da Transferência de Calor.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.
2. MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos.
2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
3. ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. São
Carlos: Rima, 2003.
4. BIRD, R. B.; STEWART, W.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de
Transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
48
5. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: termodinâmica e ondas
- Sears e Zemansky. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley Brasil,
2008.
Análise e Processamento de Sinais – 80 H
Classificação de Sinais. Representação por Séries. Análise de Fourier:
Série de Fourier, Transformada de Fourier, Transformada Rápida de
Fourier. Transmissão de Sinais: Filtragem.
Bibliografia Básica
1. NALON, J. A. ; Introdução ao Processamento Digital de Sinais ;
LTC ; 1ª Edição ; 2009.
2. OLIVEIRA, H. M. Analise de Sinais para Engenheiros: uma
abordagem via wavelets. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2007.
3. HAYKIN, S. S.; VEEN, B. V. Sinais e Sistemas. São Paulo:
Bookman, 2000.
Bibliografia Complementar
1. GIROD, B. Sinais e Sistemas. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
2. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R., Eletrônica Digital. Ed. CENGAGE.
2009.
3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2007.
4. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.2; Ed. LTC ; 2007.
5. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005.
6. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica,
2002.
Instrumentação II – 80 H
Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por
computador. Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento
Digital de Sinais.
Bibliografia Básica
1. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência,
2005.
2. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005.
3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.2 ; Ed. LTC ; 2007.
Bibliografia Complementar
1. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e
Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2006.
2. BOLTON, W. Instrumentação e controle. São Paulo: Hemmus,
2002.
3. ALVES, J. L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
4. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica,
2002.
49
5. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a
Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008.
Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos – 40 H
Modelagem matemática de sistemas elétricos, mecânicos, térmicos e
fluídicos. Função de transferência. Simulação computacional.
Bibliografia Básica
1. FRANÇA, L. N. F., Introdução às Vibrações Mecânicas. São
Paulo: edgard Blucher, 2006.
2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. São
Paulo: Prentice Hall, 2004.
3. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de Partículas
e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011
Bibliografia Complementar
1. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica - Mecânica para Engenharia. vol.
1. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003.
2. SHAMES, IRVING H.. Estática - Mecânica para Engenharia. vol. 2.
Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003.
3. CLAUSEN, W. E. ; BEER, F. P. ; Mecânica Vetorial para
Engenheiros: dinâmica; São Paulo: Mcgraw Hill Brasil, 2006.
4. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia:
dinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
Gestão de Empresas e empreendedorismo – 40 H
Os fundamentos da administração e gestão. Administração de recursos
humanos. Administração da produção. Administração financeira.
Administração de marketing. Introdução à reengenharia industrial.
Reengenharia de processos. Empreendedorismo.
Bibliografia Básica
1. CHIAVENATO, I. Empreendedorismo:
dando asas ao
empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2008.648.421 C458e (31 ex.)
2. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração. São Paulo:
Atlas, 2004. 658.001 M419t (30 ex.)
3. CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7.
ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.658.001 C458i (30 ex.)
Bibliografia Complementar
1. CHIAVENATO, I. Administração da Produção: uma abordagem
introdutória. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
2. BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 2. ed. São
Paulo: Bookman, 2009.
3. BANZATO, J. M.; BANZATO, E.; CARILLO Jr. E. Atualidades em
Gestão da Manufatura ; Ed. IMAM ; 2008.
4. ANDRADE, R. O. B. ; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração.
São Paulo: Makron Books. 2006
5. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias
em negócios. Rio de Janeiro: Campus. 2001
50
Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas – 40 H
Técnicas para elaboração de projetos para instrumentação de sistemas
e monitoramento de processos. Desenvolvimento de Aplicações de
Sensoriamento. Instrumentação de Sistemas. Aquisição, Processamento
e Análise de Sinais. Integração de Elementos estruturais e sistemas
mecano-eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios.
Bibliografia Básica
1. BALBINOT, A. BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e
Fundamentos de Medidas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v1.
2. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica,
2002.
3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentaçao, Controle E Automação De
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro,
2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para
Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010
4. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus,
2002.
5. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência,
2005.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES VII – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
51
8o Semestre
Microcontroladores – 80 H
Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de
entrada e saída. Contadores e temporizadores. Sistemas de
desenvolvimento
integrado
(IDE).
Interrupção.
Conversores
Analógico/Digital e Digital/Analógico. Sistemas de aquisição de dados e
de controle. Programação e aplicações.
Bibliografia Básica
1. SOUZA, D. J. , Desbravando o PIC: ampliado e atualizado. São
Paulo: Érica, 2003.
2. ZANCO, W. S., Microcontroladores PIC: técnicas de software e
hardware para projetos de circuitos eletrônicos. São Paulo: Érica,
2006.
3. PEREIRA, F. , Microcontrolador PIC18: Detalhado. Ed. ERICA.
2009
Bibliografia Complementar
1. PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas. São
Paulo: Érica, 2002.
2. PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: programação em C. São
Paulo: Érica, 2003.
3. ZANCO, W. S. Microcontroladores PIC 18 com Linguagem C. São
Paulo: ERICA. 1ª Edição. 2010
4. PEREIRA, F. Tecnologia Arm: microcontroladores de 32 bits. 1.
ed. São Paulo: Érica, 2007.
5. MIYADAIRA, A. N. Microcontroladores Pic 18: aprenda e
programe em linguagem C. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009.
Sistemas de Controle I – 80 H
Características de sistemas de controle. Análise de erros em regime
permanente. Lugar Geométrico das Raízes. Resposta em freqüência.
Estabilidade relativa. Controladores e compensadores.
Bibliografia Básica
1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
2. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 4a ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003.
3. SANTOS, W. E. ; SILVEIRA, P. R. da ; Automação e Controle
Discreto ; Ed. LTC ; 2002.
Bibliografia Complementar
1. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e
Instrumentação De Processo ; Ed. UFRJ ; 2008.
2. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a
Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008.
3. CARVALHO, J. L. M. Sistemas de Controle Automático. 1a ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2000.
52
4. HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas
Dinâmicos. 2a ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
5. CAMPOS, M. M. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
Manufatura Auxiliada por Computador – 80 H
Máquinas com Comando Numérico Computadorizado (CNC). Operação
e programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial.
Integração CAD/CAM. Sistemas flexíveis de manufatura.
Bibliografia Básica
1. SOUZA, A. F. de ; Engenharia Integrada por Computador e
Sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações ; São Paulo ;
HEMUS ; 2009.
2. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos
por Computador ; 1a ; São Paulo ; ÉRICA ; 2008.
3. MACHADO, A. R. ; ABRÃO, A. M. ; COELHO, R. T. ; Teoria da
Usinagem dos Materiais ; Ed. EDGARD BLUCHER ; 2009.
Bibliografia Complementar
1. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.1 ; Ed. EPU ;
1984.
2. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.2 ; Ed. EPU ;
1984.
3. SANTOS, S. C. ; SALES, W. F. ; Aspectos Tribologicos da
Usinagem dos Materiais ; Ed. ARTLIBER ; 2007
4. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da
usinagem dos materiais. 5. ed. São Paulo: Artliber , 2001.
5. FERRARESI, D. Usinagem dos metais : fundamentos da usinagem
dos metais. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
Ergonomia e Segurança do Trabalho – 40 H
Conceitos gerais: ergonomia, saúde e segurança no trabalho.
Legislação. Acidentes do trabalho, doenças profissionais e do trabalho.
Métodos de análise de acidentes.
Bibliografia Básica
1. CARDELLA, B. ; Segurança no Trabalho e Prevenção de
Acidentes ; Ed. Atlas ; 1999.
2. MASCULO, F. S. ; VIDAL, M. C. ; Ergonomia: trabalho adequado e
eficiente. São Paulo: CAMPUS. 1ª Edição. 2011
3. KROEMER, H. J. Manual de Ergonomia. 5. ed. São Paulo:
Bookman, 2005.
Bibliografia Complementar
1. ROCHA, G. C. Trabalho, Saúde e Ergonomia. Curitiba: Jurua,
2004.
2. GOMES FILHO, JOAO ; Ergonomia do Objeto ; Ed. Escrituras ;
2004.
3. IIDA, I. ; Ergonomia - Projeto e Produção ; Ed. EDGARD
BLUCHER ; 2005.
4. Manuais de Legislação Atlas - Segurança e Medicina do Trabalho.
Atlas. 57a Ed. 2005.
53
5. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social
Corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira.
6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Sistemas Fluidomecânicos – 80 H
Classificação das máquinas de fluxo. Bombas hidráulicas. Curvas
características. Instalações hidráulicas. Dimensionamento hidrodinâmico
de bombas. Associações de bombas em série e em paralelo. Noções de
dimensionamento hidrodinâmico de turbinas: Pelton, Francis e Kaplan.
Bibliografia Básica
1. MACINTYRE, A. J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2. ed
Rio de Janeiro: LTC, 1997.
2. SANTOS, S. L. dos ; Bombas e Instalações Hidráulicas ; ed. LCTE
; 2007.
3. LINSINGEN, I. V. ; Fundamentos de Sistemas Hidráulicos ; Ed.
IFSC ; 2001.
Bibliografia Complementar
1. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson,
2008.
2. MUNSON, B. R., YOUNG. D. F. e OKIISHI, T. H.. Fundamentos da
Mecânica dos Fluidos. Editora Edgard Blucher. 2007.
3. LIMA, E. P. C. Mecânica das Bombas. 1. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.
4. MATTOS, E. E.; FALCO, R. Bombas Industriais. 2. ed. Rio de
Janeiro: Interciência, 1998.
5. SILVA, N. F. Bombas Alternativas Industriais: teoria e prática. 1.
ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2007.
Metodologia da Pesquisa Científica – 40 H
Ciência e Tecnologia. Levantamento bibliográfico: definição do
problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Comunicação:
estrutura e apresentação do trabalho. Normas ABNT.
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2002.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia
Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São
Paulo: Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções
básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
54
4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1.
ed. São Paulo: Vozes, 2003.
Projetos Temáticos – Engenharia Integrada I – 40 H
Desenvolvimento de projeto Integrado Aplicado orientado ao Controle e
Automação de Sistemas, Máquinas e Processos. Atividade de exercício
do trabalho em equipe. Revisão bibliográfica. Metodologia para
desenvolvimento de Produtos. Elaboração de Projetos e Relatórios.
Bibliografia Básica
1. ALVES, JOSE L. L.; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001.
3. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos
Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008.
Bibliografia Complementar
1. MISCHKE, C. R,; BUDYNAS, R. G.; SHIGLEY, J. E. Projeto de
Engenharia Mecânica. São Paulo: BOOKMAN COMPANHIA, 2005.
2. CAMPOS, MARIO M. , Sistemas Inteligentes em Controle e
Automação. Ed. CIÊNCIA MODERNA. 2004.
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES VIII – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
55
9o semestre
Estágio Supervisionado – 160 Horas
Disciplina com regulamento próprio.
Máquinas Elétricas e Acionamentos – 80 H
Máquinas de corrente contínua com e sem escovas. Acionamento de
máquinas CC. Motores AC monofásicos. Tipos e aplicações. Motores
AC trifásicos. Acionamento de motores trifásicos.
Bibliografia Básica
1. SIMONE, G. A. Máquinas de Indução Trifásicas. São Paulo: Érica,
2000.
2. FITZFERALD, A. E.; KINGSLEY Jr., C.; UMANS, S. D.. Máquinas
Elétricas: com Introdução a Eletrônica de Potência. São Paulo,
Ed. Bookman, 2006.
3. TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas ; LTC, 1999.
Bibliografia Complementar
1. BIM, E., Máquinas Elétricas e Acionamento. Ed. CAMPUS. 2009.
2. CARVALHO, G . Máquinas Elétricas: teoria e ensaios. Ed. Érica,
2007.
3. MARTIGNONI, A. ; Ensaios de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro:
GLOBO. 2ª Edição. 1987
4. ALMEIDA, J. E. Motores Elétricos: manutenção e testes. 3a ed.
São Paulo: Hemus, 2004.
5. FRANCHI, C. M. Inversores de Frequência: teoria e aplicações. 1a
ed. São Paulo: Érica, 2008.
Sistemas de Controle II – 80 H
Sistemas de controle discretos. Transformada Z. Amostrador e
segurador de ordem zero. Função de Transferência Pulsada. Análise de
Transiente. Análise de Estabilidade. Projeto de controladores digitais.
Implementação de controladores. Controladores PID.
Bibliografia Básica
1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. ; Pearson ;
2003.
2. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
3. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e
Instrumentação de Processo ; Ed. UFRJ ; 2008.
Bibliografia Complementar
1. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a
Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008.
2. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 4. ed. ; LTC,
2003.
3. CARVALHO, J. L. M. Sistemas de Controle Automático. 1. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2000.
4. HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas
Dinâmicos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
56
5. CAMPOS, M. M. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
Trabalho de Conclusão de Curso I – 40 H
Disciplina de orientação individual do trabalho de conclusão de curso.
Nesta disciplina é definido o tema e o orientador do Trabalho de
Conclusão de Curso. Definição dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Levantamento bibliográfico: definição do problema, planejamento do
estudo. Fontes bibliográficas. Elaboração de relatórios Normas ABNT.
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2002.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia
Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São
Paulo: Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções
básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1.
ed. São Paulo: Vozes, 2003.
Direito, Legislação e Ética Aplicados à Engenharia – 40 H
Noções gerais sobre direito civil, constitucional, comercial e trabalhista.
Legislação específica sobre engenharia. Propriedade Industrial. Direito
Autoral. Perícias e laudos. Ética geral: o fenômeno moral e a filosofia
ética. Direito e dever. Cidadania, responsabilidade social e consciência
ética. Ética profissional. Código de ética do Sistema CONFEA/CREA.
Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Bibliografia Básica
1. NASCIMENTO, A. M;
Iniciação ao Direito do Trabalho. São
Paulo: LTR, 1991.
2. ARAUJO JUNIOR, M. A. Ética profissional. 5. ed. São Paulo:
Editora Revista dos Tribunais, 2009.
3. AZEVEDO, A. V. ; Teoria Geral das Obrigações: responsabilidade
civil. São Paulo: Atlas. 2004
Bibliografia Complementar
1. GONÇALVES, C. R.. Direito das Obrigações, Parte Especial
(Responsabilidade Civil), V. 6, Tomo II. Ed. 6.ª, São Paulo, Saraiva,
2009.
57
2. REALE, M. Lições Preliminares de Direito. São Paulo: Saraiva,
1998.
3. REALE, MIGUEL - Fundamentos de Direito. São Paulo: Revista
dos Tribunais, 1998.
4. OLIVIEIRA, Adriano Koenigkam; OLAVO A. Vianna Alves. Como se
Preparar para o Exame de Ordem, Série Resumo 1.ª Fase
Constitucional, Ed. 7.ª, São Paulo, Método, 2009.
5. DI BLASI, G. ; A Propriedade Industrial: os sistemas de marcas,
patentes, desenhos industriais e transferência de tecnologia.
São Paulo: Florença. 2005
Planejamento e Controle da Produção e da Manutenção – 80 H
Conceitos de planejamento, programação e controle da produção.
Conceitos básicos de estoques. Estimativa de necessidades (MRP e
MRP II). Seqüenciação e redução de desperdícios. Avaliação de
modelos de previsão. Tipos de Manutenção: conceitos e definições
básicas. Organização para a Manutenção. Atividades e Registros em
Manutenção. Indicadores Utilizados.
Bibliografia Básica
1. GIANESI, I. G. N.; CORREA, H. L.; CAON, M. Planejamento,
Programação e Controle da Produção. 4. ed. São Paulo: ATLAS,
2001.
2. CHIAVENATO, I. ; Planejamento e Controle da Produção ; Ed.
Manole ; 2008.
3. LUSTOSA, L. ; MESQUITA, M. A. ; QUELHAS, O. ; Planejamento e
Controle da Produção ; Ed. Campus ; 2008.
Bibliografia Complementar
1. NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de Manutenção Preditiva. São
Paulo: Edgar Blucher, 1999. v.1-2.
2. BANZATO, J. M.; BANZATO, E.; CARILLO Jr. E. Atualidades em
Gestão da Manufatura. São Paulo: IMAM, 2008.
3. FERNANDES, F. C. F. ; GODINHO Filho, M. Planejamento e
Controle da Produção. Rio de Janeiro: ATLAS. 1ª Edição. 2010
4. WALLACE, T. F.; STAHL, R. A. Planejamento Moderno da
Produção. São Paulo: IMAM, 2003.
5. AMATO NETO, J. Manufatura Classe Mundial. 1. ed. São Paulo:
Atlas, 2001.
58
Projetos Temáticos – Engenharia Integrada II – 40 H
Desenvolvimento de projeto Integrado Aplicado orientado ao Controle e
Automação de Sistemas, Máquinas e Processos. Atividade de exercício
do trabalho em equipe. Revisão bibliográfica. Metodologia para
desenvolvimento de Produtos. Implementação de protótipo e avaliação
de desempenho.
Bibliografia Básica
1. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de
Processos. São Paulo: LTC, 2005.
2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001.
3. ROSARIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: PRENTICE
HALL BRASIL, 2005.
Bibliografia Complementar
1. CAMPOS, MARIO M. , Sistemas Inteligentes em Controle e
Automação. Ed. CIÊNCIA MODERNA. 2004.
2. MISCHKE, C. R,; BUDYNAS, R. G.; SHIGLEY, J. E. Projeto de
Engenharia Mecânica. São Paulo: BOOKMAN COMPANHIA, 2005.
3. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
4. LUSTOSA, L. ; MESQUITA, M. A. ; QUELHAS, O. ; Planejamento e
Controle da Produção ; Ed. Campus ; 2008.
5. SANTOS, W. E. ; SILVEIRA, P. R. Automação e Controle Discreto.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES IX – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
59
10o Semestre
Controle de Processos – 80 H
Projeto e sintonia de controladores. Técnicas avançadas de controle:
cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios e
IHM.
Bibliografia Básica
1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo:
Pearson Brasil, 2003.
2. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de
Processos ; Ed. LTC ; 2005.
3. OLIVEIRA NETTO, A. A. , IHC – Interação humano computador:
modelagem e gerência de interdaces com o usuário.
Florianópolis: VisualBooks, 2004
Bibliografia Complementar
1. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e
Instrumentação de Processo ; Ed. UFRJ ; 2008.
2. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a
Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008.
3. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto.
4. ed. São Paulo: Érica, 2002.
4. GEORGINI, M. Automação Aplicada. 1. ed. São Paulo: Érica, 2001.
5. CAMPOS, MARIO M. Sistemas Inteligentes em Controle e
Automação. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
Introdução à Robótica Industrial – 80 H
Robôs manipuladores: conceito, tipos e elementos estruturais.
Classificação geométrica de manipuladores. Cinemática dos
manipuladores. Geração de trajetórias para robôs manipuladores.
Sensores, Efetuadores e Atuadores para robôs. Técnicas de
programação de robôs. Aplicações industriais de robôs. Robôs móveis.
Bibliografia Básica
1. FRALETTI, M. B. Robótica. UNIVERSAE: IESDE. 1a Edição . 2009.
2. ABB. Manual de Programação do Robô IRB 2400. São Paulo:
ABB, 2009. CD.
3. ABB. Manual do Usuário do robô IRB 2400. São Paulo: ABB, 2009.
CD.
Bibliografia Complementar
1. GOSSELIN, C. M. ; BIRGLEN, L. ; LALIBERTE, T. ; Underactuated
Robotic Hands ; Ed. SPRINGER VERLAG NY ; 2008.
2. ANGELES, J. ; Fundamentals of Robotic Mechanical Systems ;
Ed. SPRINGER VERLAG NY ; 2006.
3. CECCARELLI, M. ; Fundamentals of Mechanics of Robotic
Manipulation ; Ed. Kluwer Academic ; 2004.
4. MADRIGAL, R. I.; IDIARTE, E. V. Robots Industriales
Manipuladores. 1. ed. Barcelona: UPC, 2002.
5. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos
por Computador ; Ed. Érica ; 2008 .
60
Redes de Comunicação Industrial – 80 H
Arquiteturas básicas de redes de comunicação. Modelos de camadas
ISO/OSI. Padrões de redes de comunicação industrial. Protocolos
comerciais, software, topologia, tipos e taxas de transmissão.
Equipamentos para redes industriais. Exemplos atuais de redes de
comunicação industrial.
Bibliografia Básica
1. LUGLI, A. B. ; SANTOS, M. M. D. ; Sistemas Fieldbus para
Automação Industrial - DeviceNET, CANopen, SDS e Ethernet ;
Ed. Érica ; 2009 .
2. ALBUQUERQUE, P. U. B. ; ALEXANDRIA, A. R. ; Redes Industriais
- Aplicações em Sistemas ; Ed. Ensino Profissional ; 2009
3. FOROUZAN, B. A. , Comunicação de Dados e Redes de
Computadores. Ed. MCGRAW HILL - ARTMED . 2008
Bibliografia Complementar
1. COMER, D. Redes de Computadores e Internet. 2. ed. São Paulo:
Bookman, 1999.
2. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro:
CAMPUS. 4ª Edição. 2003
3. TORRES, G., Redes de Computadores. Ed. Nova terra. 2009.
4. SOUSA, L. B. Redes de Computadores - Guia Total ; Ed. Érica ;
2009
5. MARIN, P. S. ; Cabeamento Estruturado - Desvendando Cada
Passo: do projeto à instalação ; Ed. érica ; 2008
Manufatura Integrada por Computador – 40 H
Sistemas de Manufatura Integrada por Computador (CIM). Programação
Avançada de CNC. Sistemas flexíveis de manufatura: conceitos.
Metodologia para avaliação de desempenho de sistemas integrados.
Construção de modelos de simulação. Testes de verificação e validação.
Bibliografia Básica
1. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos
por Computador ; Ed. Érica ; 2008 .
2. AMATO NETO, J. ; Manufatura Classe Mundial ; Ed. ATLAS ; 2001.
3. SOUZA, A. F. de ; Engenharia Integrada por Computador e
Sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações ; São Paulo ;
HEMUS ; 2009.
Bibliografia Complementar
1. BANZATO, J. M. ; BANZATO, E. ; CARILLO Jr., E. ; Atualidades em
Gestão da Manufatura. São Paulo: IMAM ; 2008 .
2. GOODFELLOW, R. Mrp II Planejamento dos Recursos da
Manufatura. 2. ed. São Paulo: Iman, 2003.
3. CAIÇARA JUNIOR, C. Sistemas Integrados de Gestão ERP: uma
abordagem gerencial. 3. ed. Curitiba: IBPEX, 2008.
4. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.1 ; Ed. EPU ;
1984.
5. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.2 ; Ed. EPU ;
1984.
61
Trabalho de Conclusão de Curso II – 40 H
Disciplina de orientação individual do trabalho de conclusão de curso.
Nesta disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso será finalizado e
submetido à defesa pública perante banca. Elaboração do Texto do
Trabalho de Conclusão de Curso. Normas ABNT.
Bibliografia Básica
1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São
Paulo: Pearson Education, 2002.
2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia
científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São
Paulo: Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro,
2002.
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções
básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1.
ed. São Paulo: Vozes, 2003.
Comunicação e Relacionamento Interpessoal – 40 H (disciplina optativa)
Auto-conhecimento; Comportamento humano; Personalidade; Papeis e
valores; Marketing pessoal; Adequação profissional e competência
profissional; Oportunidades de desenvolvimento; Influência das
mudanças no desenvolvimento profissional; Gerenciamento da carreira;
Relacionamento interpessoal; Relacionamentos em grupos; Inteligência
emocional.
Bibliografia Básica
1. FARIAS, E. Planejamento e Gestão da Carreira Profissional:
ferramentas e ações para o sucesso. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.
2. RIBEIRO, R. V. ; Assim é Que Se Faz - Desenvolvimento Pessoal
& Profissional ; Ed. QUALITYMARK ; 2005
3. Marketing Pessoal 100 Dicas para Valorizar a Sua Imagem, 1ª
Edição. São Paulo. Ed. RECORD. 2001.
Bibliografia Complementar
1. BISHOP, S. ; Desenvolva sua Assertividade. CLIO EDITORA. 2008
2. SECURATO, J. C. ; CALADO, L. R. ; 100 Dúvidas de Carreira para
Executivos de Finanças ; Ed. Saint Paul ; 2008
3. VARELLA, A. M. R. ; Envelhecer com Desenvolvimento Pessoal ;
Ed. ESCUTA ; 2003
4. CARVALHO, M. C. N. Relacionamento Interpessoal. 1. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009.
5. MOSCOVICI, F. ; Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro:
JOSE OLYMPIO. 18ª Edição. 2008
62
LIBRAS – 40 H (disciplina optativa)
A disciplina oferece um estudo teórico/prático sobre os aspectos
fundamentais da Libras (língua brasileira de sinais). Aborda conceitos
lingüísticos e culturais da Libras e da comunidade surda, apresentando
aspectos específicos da estrutura gramatical da língua de sinais
brasileira. Essa disciplina atende à determinação do decreto 5.626/05
que reconhece a língua de sinais e obriga seu ensino nos cursos de
licenciatura.
Bibliografia Básica
1. SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto
Alegre: Mediação, 1997.
2. KARNOPP e QUADROS. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
3. Castro, Alberto Rainha de; Carvalho, Ilza Silva de. Comunicação
por Língua Brasileira de Sinais. Senac Distrito Industrial
Bibliografia Complementar
1. HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as
revoluções culturais do nosso tempo. In: Revista Educação e
Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul-dez 1992.
2. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
3. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005.
4. REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da
transgressão pedagógica. Dissertação (Mestrado em Educação e
Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade Federal de Santa
Catarina, 2006.
5. Dicionário Ilustrado de Libras – Língua Brasileira de Sinais
Brandão, Flávia / GLOBAL
Projetos Temáticos – Controle da Manufatura – 40 H
Desenvolvimento de Projetos para o Controle da Manufatura: Técnicas,
Estudos de Casos, Projetos e Implementação. Sistemas de Manufatura
Integrada por Computador (CIM): Projetos e Aplicações. Elaboração de
Relatórios.
Bibliografia Básica
1. GIANESI, I. G. N.; CORREA, H. L.; CAON, M. Planejamento,
Programação e Controle da Produção. 4. ed. São Paulo: ATLAS,
2001.
2. AMATO NETO, J. ; Manufatura Classe Mundial ; Ed. ATLAS ; 2001
3. FERNANDES, F. C. F. ; GODINHO Filho, M. Planejamento e
Controle da Produção. Rio de Janeiro: ATLAS. 1ª Edição. 2010
Bibliografia Complementar
1. SOUZA, C.A.; SACCOL, A.Z. Sistemas ERP no Brasil. São Paulo:
Atlas, 2003.
2. WALLACE, T. F.; STAHL, R. A. Planejamento Moderno da
Produção. São Paulo: IMAM, 2003.
63
3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:
Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de
Janeiro, 2002.
4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.
Rio de Janeiro, 2006.
5. GOODFELLOW, R. Mrp II Planejamento dos Recursos da
Manufatura. 2. ed. São Paulo: Iman, 2003.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES X – 40 H
Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são
práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação
acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de
estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a
interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição
de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As
Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e
práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos
currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à
interdisciplinaridade dos conteúdos.
Bibliografia Básica
Não se aplica.
Bibliografia Complementar
Não se aplica.
64
4.3. ANÁLISE DA GRADE DESENVOLVIDA
De acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002 que institui as Diretrizes
Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia, a formação do
engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos
para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização
profissional.
Para atingir estes objetivos são adotadas práticas pedagógicas que
favoreçam a efetividade do processo Ensino-Aprendizagem. Para isto são
utilizados laboratórios e atividades práticas que estimulem a interação
Teoria/Prática através de trabalhos e projetos interdisciplinares, com disciplinas
de ementa aberta para cobrir assuntos de interesse atual e também são
realizadas visitas técnicas em empresas proporcionando a integração
profissional.
65
4.3.1. DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS POR ÁREAS
4.3.1.1. NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS
Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002, o núcleo de
conteúdos básicos está dividido de acordo com o quadro 4.3.1.1 e totaliza 1680
horas presenciais, perfazendo 42% da carga horária presencial.
Quadro 4.3.1.1 - Núcleo de Conteúdos Básicos
Tópicos
Disciplinas
Metodologia
Tecnológica
Científica
e Metodologia
Científica
Horas aula
da
Pesquisa
40
Comunicação e Expressão
Comunicação Empresarial
40
Expressão Gráfica
Desenho Técnico I
80
Matemática
Matemática para Engenharia I
80
Matemática para Engenharia II
80
Matemática para Engenharia III
80
Matemática para Engenharia IV
80
Probabilidade e Estatística
40
Física para Engenharia I
80
Física para Engenharia II
80
Física para Engenharia III
80
Mecânica dos Fluídos
40
Termodinâmica e Transferência
de Calor e Massa
40
Mecânica dos Sólidos
Mecânica Geral
40
Eletricidade Aplicada
Circuitos Elétricos
80
Química
Química Tecnológica
40
dos Materiais para Engenharia
80
Física
Fenômenos de Transporte
Ciência e
Materiais
Tecnologia
Administração
Gestão
de
Empresas
Empreendedorismo
e
40
Ergonometria e Segurança do
Trabalho
40
Economia
Engenharia Econômica
40
Ciências do Ambiente
Engenharia Ambiental
40
66
Humanidades,
Sociais e Cidadania
Ciências Direito, Legislação e
Aplicados à Engenharia
Ética
40
Comunicação e
Relacionamento Interpessoal
40
LIBRAS
40
4.3.1.2. NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES
Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002, o núcleo de
conteúdos profissionalizantes está dividido de acordo com o Quadro 4.3.1.2
com um total de 720 horas, representando 18% da carga horária.
Quadro 4.3.1.2 – Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
Tópicos
Disciplinas
Horas aula
Algoritmos e Estruturas de Dados
Informática I
40
Informática II
40
Fundamentos de Dinâmica
40
Controle de Sistemas Dinâmicos
Modelagem Matemática de
Sistemas Dinâmicos
40
Dinâmica
Aplicada
ao
Controle de Equipamentos
40
Sistemas de Controle I
80
Sistemas de Controle II
80
Circuitos Lógicos
40
Eletrônica I
80
Eletrônica II
40
Circuitos Digitais
80
Metrologia
40
Instrumentação I
80
Instrumentação II
80
Sistemas Mecânicos
Resistência dos Materiais
80
Métodos Numéricos
Cálculo Numérico
40
Eletrônica Analógica e Digital
Instrumentação
67
4.3.1.3. NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O núcleo de conteúdos específicos são considerados aprofundamentos
dos conteúdos profissionalizantes e está dividido de acordo com o Quadro
4.3.1.3.
Também estão incluídas neste quadro as disciplinas de Síntese e
Integração, que são as disciplinas reservadas para desenvolvimento de
trabalhos multidisciplinares e Trabalho de Conclusão de Curso.
As disciplinas do núcleo específico montam 1600 horas e representam
40% da carga horária presencial.
Quadro 4.3.1.3 – Núcleo de Conteúdos Específicos
Tópicos
Disciplinas
Eletroeletrônica
Máquinas Elétricas e
Acionamentos
80
Sistemas Digitais
80
Microcontroladores
80
Análise
Sinais
e
Processamento
de Análise e Processamento de
Sinais
Horas aula
80
Controle de Processos Contínuos
Controle de Processos
80
Automação Discreta
Controle Hidráulico e
Pneumático
80
Automação Industrial
80
Introdução à Robótica
Industrial
80
Desenho Técnico II
80
Projeto Auxiliado por
Computador
40
Manufatura Auxiliada por
Computador
Manufatura Integrada por
Computador
80
Sistemas Mecânicos
Elementos de Máquinas
80
Processos de Fabricação
Processos de Fabricação
80
Planejamento e Controle da
Produção e da Manutenção
80
Sistemas Fluidomecânicos
40
CAD/CAM/CAE
Sistemas Fluidomecânicos
40
68
Informática Industrial
Redes de Comunicação
Industrial
80
Síntese e Integração
Fundamentos de Engenharia
de Controle e Automação
40
Trab. de Conc. de Curso I
40
Trab. de Conc. de Curso II
40
Projetos
Temáticos
Estruturas
Projetos Temáticos Controle Digital
Projetos Temáticos –
Materiais
Projetos Temáticos –
Máquinas
Projetos Temáticos –
Controladores
Projetos Temáticos Instrumentação de Sistemas
Projetos Temáticos Engenharia Integrada I
Projetos Temáticos Engenharia Integrada II
Projetos Temáticos Controle da Manufatura
40
TOTAL DA CARGA HORÁRIA = 4000 Horas/Aula
40
40
40
40
40
40
80
40
69
4.4. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS ACERCA DO CURSO
No início de cada período letivo, sob orientação do coordenador de
Curso, cada professor deverá elaborar seu plano de ensino contendo todas as
atividades a serem desenvolvidas no decorrer do curso. O plano de ensino
deverá conter os seguintes itens:
1) Objetivo da disciplina (descrita neste documento)
2) Ementa (descrita neste documento)
3) Conteúdo programático por bimestre
4) Metodologia de ensino
5) Atividades e trabalhos práticos referentes a carga horária prática
discriminada na grade curricular
6) Critérios e datas das avaliações
7) Bibliografia básica e complementar (descritas neste documento)
8) Softwares de apoio
a) Relacionamento entre as matérias
O conjunto das ementas do Curso Superior de Engenharia de Controle e
Automação foi elaborado de forma a privilegiar a integração das matérias nos
seus diversos períodos. A elaboração dos programas obedece a orientação
geral expedida pela Coordenação do Curso, de modo a permitir que os
conteúdos programáticos contribuam para a formação de profissionais dotados
das habilidades correspondentes ao perfil desejado do egresso.
A Coordenação do Curso mantem com os professores um contínuo
fórum de debates sobre a atualidade das ementas, conteúdo dos programas e
bibliografia básica, de modo a garantir a integridade dos relacionamentos
necessários aos objetivos pretendidos para o Curso.
b) Atualização das ementas
A dinâmica dos novos paradigmas tecnológicos e sociais e a evolução
constante das abordagens e metodologias relacionadas à área de Automação
Industrial, na sua forma mais ampla, impõe, como fundamental e necessário, a
atualização das ementas das matérias, com a correspondente revisão dos
conteúdos dos programas.
Este processo, contínuo e permanente por natureza, é conduzido em
consonância com as mudanças dos contextos social, econômico, tecnológico,
político e financeiro sendo também orientado pelas alterações do perfil
profissiográfico regional e nacional do Engenheiro. Também são consideradas
as orientações expedidas pelo Ministério da Educação, no tocante a
modernização do Ensino Brasileiro e das entidades de classe. Por esta razão a
coordenação do curso mantém com os professores um contínuo fórum de
debates sobre a atualidade das ementas, conteúdo dos programas e
bibliografia básica garantindo deste modo a integridade dos relacionamentos
necessários aos objetivos pretendidos para o Curso.
70
5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes
como complemento de sua formação acadêmica e profissional. Elas compõem
os currículos de graduação dos Cursos das áreas de Humanas, Saúde e
Engenharias da Faculdade de Jaguariúna - FAJ e têm como objetivo flexibilizar
o currículo e incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa
do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as
possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento
de competências.
Entende-se por interdisciplinaridade a integração curricular de diferentes
disciplinas, de forma não fragmentada, existindo a cooperação direta entre os
saberes. Os conteúdos curriculares, nesta pedagogia, são tratados
globalmente, sem a segmentação fronteiriça disciplinar, pois as disciplinas
interagem entre si diretamente, ocorrendo a fusão entre a teoria e a pratica.
As Diretrizes Curriculares Nacionais do Ministério da Educação - MEC
orientam este tipo de prática para os Cursos de Graduação das áreas de
Humanas, Saúde e Engenharias, recomendando que essas Atividades
Complementares sejam incluídas nos currículos como estratégia para melhorar
o aproveitamento dos conhecimentos adquiridos através dos conteúdos
obrigatórios.
No Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, as
Atividades Complementares são estimuladas desde o início da vida acadêmica
e são oferecidas em diversas oportunidades aos discentes dos diferentes
Cursos. São atividades pedagógicas, sociais e culturais que podem ser
validadas como “Atividades Complementares” previstas nas matrizes
curriculares dos cursos, entre as quais estão:
•
O Programa de Orientação ao Estudante (PROE), que tem por
proposta auxiliar os estudantes em suas necessidades
acadêmicas e profissionais, através dos cursos de Português,
Língua Estrangeira, LIBRAS, Informática, Teatro, Matemática,
Redação, Cálculo, Técnicas de Estudo, entre outros. As
atividades desenvolvidas pelo PROE são oferecidas aos
estudantes de todos os semestres letivos, funcionando em horário
alternativo ao da grade oficial dos Cursos, de forma que os alunos
possam planejar sua vida acadêmica e freqüentá-las com
tranqüilidade para alcançar um aproveitamento satisfatório.
•
Projeto Incubadora de Idéias - PROIDEA é a aplicação dos
conceitos desenvolvidos nas atividades acadêmicas dos alunos
em projetos empresariais e sociais. A Incubadora de Idéias
oferece as condições e facilidades necessárias para o surgimento
e crescimento de novas empresas e negócios, gerando
71
empregos, renda e desenvolvendo a cultura empreendedora na
comunidade em que está inserida.
•
Os Ciclos de Estudos, previstos no Calendário Acadêmico da
FAJ, são encontros científico-culturais e importantes espaços de
aprendizagem e fazem parte do rol de atividades convalidadas
como Atividades Complementares. Estágios extracurriculares,
ou seja, estágio não supervisionado.
•
Programa de Iniciação Científica - PIC, que oferece ao discente
a possibilidade de executar projetos e trabalhos de pesquisa,
despertando a sua vocação para a pesquisa, além de estimular o
aumento da produção científica por alunos e professores,
contribuindo para a institucionalização da pesquisa científica na
FAJ.
•
Monitoria, que propicia um reforço de conhecimentos aos alunos
atendidos pelo monitor, estimula a oportunidade de desenvolver
suas habilidades, visando a uma futura carreira docente e
assegura a cooperação didática entre o corpo docente e o corpo
discente.
Para regulamentar essas atividades no âmbito do Curso de Engenharia
de Controle e Automação da FAJ, apresentamos o Regulamento das
Atividades Complementares, que define o fluxo e orienta a validação.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Artigo 1º. – O presente regulamento tem por finalidade a definição e a regulamentação das
Atividades Complementares, integrantes dos currículos obrigatórios do Curso de Engenharia de
Controle e Automação.
CAPÍTULO II
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES
Artigo 2º. – As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma
independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas
pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação,
visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos.
Artigo 3º. – As Atividades Complementares objetivam o enriquecimento do processo ensinoaprendizagem, devendo privilegiar as atividades:
I – que promovam a complementação da formação social e profissional;
II – de cunho comunitário e de interesse coletivo;
III – de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
IV – de cunho cultural;
V – de intercâmbio com instituições congêneres;
VI – de intercâmbio com indústrias e empresas afins.
72
CAPÍTULO III
DO CRONOGRAMA E PRAZOS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 4º. – As Atividades Complementares são incentivadas desde o ingresso do aluno no
Curso de Engenharia de Controle e Automação. As atividades podem ser realizadas no âmbito
da Faculdade de Jaguariúna ou fora da Instituição, desde que sejam em instituições ou
empresas conveniadas da Faculdade de Jaguariúna.
Artigo 5º. – As Atividades Complementares poderão ser desenvolvidas a qualquer momento
durante a realização do Curso de Graduação, inclusive em férias e recessos escolares, desde
que respeitados os limites e procedimentos estabelecidos neste Regulamento.
Artigo 6º. – A carga horária referente às Atividades Complementares está prevista nas
respectivas Matrizes Curriculares Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ e
deve ser convalidada mediante entrega de documentação comprobatória junto ao Núcleo de
Estágio. Caso a carga horária de Atividades Complementares exceda o limite semestral, o
número excedente de horas poderá ser utilizado nos semestres antecedentes. Caso a carga
horária das Atividades Complementares não seja suficiente para a integralização semestral, o
aluno poderá complementá-la nos semestres subseqüentes.
Artigo 7º. – Quando o discente realizar uma Atividade Complementar, deverá protocolar o
registro de suas atividades no Núcleo de Estágio, dentro do semestre vigente. As Atividades
Complementares realizadas em período de férias deverão ser entregues no Núcleo de Estágio
logo no retorno às aulas.
CAPÍTULO IV
DOS CRITÉRIOS DE CONVALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 8º. – Na validação das Atividades Complementares desenvolvidas pelo estudante, são
considerados os seguintes aspectos:
I – a compatibilidade das atividades desenvolvidas com os objetivos do curso e com a
Missão da Instituição;
II – a pertinência da atividade realizada na Instituição ou fora dela ao quadro de
atividades previstas, que consta em anexo a este Regulamento.
§ 1º. – Para efeito de convalidação, as Atividades Complementares são sempre
comprovadas mediante a apresentação do documento original e de uma cópia simples
do mesmo.
§ 2º. – A carga horária de estágio curricular supervisionado em hipótese alguma pode
ser convalidada como Atividade Complementar.
§ 3º. – Somente será considerada Atividade Complementar a participação em
atividades desenvolvidas após o ingresso do aluno no Curso de Graduação.
CAPÍTULO V
DO APROVEITAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 9º. – O processo de avaliação para validação das Atividades Complementares será
realizado pela Coordenação dos respectivos Cursos, segundo os critérios estabelecidos neste
Regulamento.
§ 1º. – Poderão ser convalidadas atividades realizadas somente para os semestre em
que o aluno estiver regularmente matriculado.
§ 2º. – Poderão ser convalidadas atividades realizadas no semestre corrente. Se o
número de créditos convalidados no semestre corrente for maior que o especificado na
grade horária do Curso, então, os créditos serão convalidados para os semestres
anteriores.
§ 3º. – A convalidação de atividades realizadas em semestres anteriores ao corrente,
poderá ser efetuada acrescentando, acumulativamente e semestralmente, 25% no
número de créditos.
73
Artigo 10º. – A validação das atividades realizadas pelos estudantes em Atividades
Complementares segue o critério de aproveitamento total ou parcial, conforme descrito no
quadro anexo a este Regulamento.
CAPÍTULO VI
DAS ATRIBUIÇÕES RELATIVAS ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Artigo 11º – Compete à Faculdade de Jaguariúna:
I – promover atividades diversificadas que assegurem aos estudantes o cumprimento
de pelo menos 30% da carga horária total de Atividades Complementares estabelecida
neste Regulamento;
II – fornecer documentação comprobatória da participação do aluno em atividades
realizadas nesta Instituição, em que constem à descrição da atividade e a carga horária
correspondente.
Artigo 12º – Compete à Coordenação de Curso:
I – contribuir com a divulgação das atividades desenvolvidas pela Instituição;
II – programar atividades específicas do Curso, que permitam aos estudantes a
realização de atividades extracurriculares;
III – analisar as solicitações de validação contabilizadas no instrumento próprio anexo
a este regulamento.
IV – emitir parecer sobre as convalidações;
V – atualizar, semestralmente, o sistema sobre a situação de validação das horas,
registrando SUFICIENTE aos estudantes que atingiram as horas de Atividades
Complementares exigidas na Matriz Curricular.
VI - julgar as ocorrências não previstas neste Regulamento.
Artigo 13º. – Compete ao estudante:
I – cumprir, ao longo do Curso, a carga horária de Atividades Complementares exigidas
na Matriz Curricular do Curso;
II – informar-se sobre as atividades oferecidas pela Instituição e inscrever-se nos
programas de seu interesse, cumprindo as exigências necessárias à certificação de
participação, como a freqüência mínima, apresentação de produto ou outra
comprovação, quando for o caso;
III – entregar no Núcleo de Estágio, a documentação comprobatória das atividades que
deseja validar (original e cópia do certificado).
Artigo 14º. - Compete ao Núcleo de Estágios:
I - receber e conferir a documentação comprobatória das Atividades Complementares e
preencher o documento;
II - autenticar a fotocópia mediante a apresentação do documento original;
III - arquivar a documentação;
IV - no final de cada semestre, encaminhar à Coordenação do Curso para devida
convalidação.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Artigo 15º. – As pendências são encaminhadas pela Coordenação dos respectivos
Cursos ao Conselho Pedagógico da FAJ - COP.
74
QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Atividade Desenvolvida *¹
Aproveitamento
(créditos) *²
Conclusão de Programa de Iniciação Científica na FAJ
10 a 40 horas*¹
Visitas Técnicas
01 créditos/hora
Curso de Extensão Universitária
01 crédito/hora (máx. 40
créditos/semestre).
Módulo de Curso de Língua Estrangeira – PROE ou outro
01 crédito/hora (máx. 40
créditos/semestre).
Participação em Ciclo de Estudos FAJ
01 a 40 créditos/evento (máx.
40 créditos/semestre)
Participação em palestra e/ou oficina pedagógica
01 a 10 créditos/evento (máx.
40 créditos/semestre)
Participação em Congresso na área de Engenharia de 40 créditos/ evento (máx. 40
Controle e Automação
créditos/semestre)
Participação em Congresso na Área de Engenharia
30 créditos/evento
Apresentação de Palestras e Conferências
40 créditos/evento
Desenvolvimento de Sistemas
10 a 40 créditos*¹
Desenvolvimento de Projetos de Engenharia
10 a 40 créditos*¹
Atividades de Consultoria
10 a 40 créditos*¹
Participação em Empresa Júnior
10 a 40 créditos*¹
Participação como representante de classe
10 a 40 créditos*¹
Estágio Supervisionado extracurricular na área de 0,1 crédito/hora*¹ (máx. 40
Engenharia de Controle e Automação com contrato créditos/semestre).
formalizado junto à FAJ - Faculdade de Jaguariúna e desde
que não remunerado.
Participação em atividades sociais, artísticas ou culturais com 1 a 40 créditos/evento
contrato formalizado junto à FAJ
Participação em Projetos de Extensão com contrato 10 créditos/evento*¹
formalizado junto à FAJ
Disciplinas Optativas de Graduação cursadas na FAJ ou em 1
crédito/hora
(máx.
40
outras Instituições de Ensino com contrato formalizado com a créditos/semestre).
FAJ
Disciplinas optativas e de extensão cursadas na FAJ
2 créditos/hora (máx. 40
créditos/semestre).
Monitoria desenvolvida na FAJ
1
crédito/hora
(máx.
40
créditos/semestre)
Artigos publicados em periódicos científicos na Área de 20 nacional
Engenharia
40 internacional
Artigos publicados em periódicos científicos em outras áreas
10 nacional
20 internacional
Livros ou capítulos de livros publicados na Área de 40 nacional
Engenharia
80 internacional
Livros ou capítulos de livros publicados em outras áreas
80 nacional
80 internacional
Trabalhos publicados em anais (completos) na Área de 40 nacional
Engenharia
80 internacional
Trabalhos publicados em anais (completos) em outras áreas
20 nacional
40 internacional
Trabalhos publicados em anais (resumos) na Área de 10 nacional
Engenharia
20 internacional
Trabalhos publicados em anais (resumos) em outras áreas
05 nacional
10 internacional
Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados 40 créditos/evento
na Área de Engenharia
Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados 20 créditos/evento
em outras áreas
75
Participação em bancas de monografia (trabalho de
conclusão de curso)
Propriedade intelectual depositada
Propriedade intelectual registrada
Projeto e/ou produção técnica, artística e cultural com
contrato formalizado junto à FAJ
Produção didático-pedagógica relevante, publicada ou não.
Desenvolvimento de hardware e software na área de
Engenharia de Controle e Automação com contrato
formalizado junto à FAJ
05 créditos/banca
40 créditos/propriedade
80 créditos/propriedade
01 a 40 créditos/evento*¹
01 a 40 créditos/evento*¹
01 a 80 créditos/evento *¹
*¹ - A validação das atividades caberá à Coordenação do Curso, direção acadêmica e
assessoria pedagógica.
*² - Validação de Créditos Semestrais: 1 crédito = 1 Hora/Atividade
6. INTERAÇÃO TEORIA/PRÁTICA
Para promover a interação em teoria e prática o Curso de Engenharia de
Controle e Automação da FAJ, conta com 11 laboratórios específicos, cada
qual para atender a uma necessidade específica do Curso e atender as
habilidades e competências pertinentes às disciplinas e são realizados 10
projetos temáticos, semestralmente.
As atividades a serem realizadas no laboratórios têm por objetivo geral a
fixação e expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, através de
aulas práticas sobre os assuntos versados na teoria.
Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em
tecnologias já consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém
dificilmente serão substituídas.
O padrão de construção civil da FAJ é de módulos de 130 m2 e foram
adquiridos equipamentos suficientes para atender 10 grupos de 3 alunos,
atendendo no máximo 30 alunos por turma.
Pretende-se assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais da
engenharia ao uso de tecnologias atuais.
76
7. TRABALHOS INTER E TRANSDISCIPLINARES
O Projeto Temático é uma metodologia de ensino, baseada na
“Metodologia de Projetos” proposta por John Dewey e Willian Kilpatrick, e
fortemente estudada por HERNÀNDEZ [HERNÀNDEZ-1998], que visa romper
com a atomicidade do processo de ensino/aprendizagem centrada em
unidades curriculares independentes e dissociadas. A metodologia Projeto
Temático que estamos implementando no Curso de Engenharia de Controle e
Automação da FAJ – Faculdade de Jaguariúna consiste em introduzir na grade
curricular tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de
propiciar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas
empregadas no desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento
gestor é uma nova disciplina curricular, chamada Projeto Temático, onde as
disciplinas do semestre corrente devem integrar-se concorrentemente. Para
cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo Docente definem um tema
e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto Temático.
Deve-se escolher um projeto cuja execução manifeste a necessidade curricular
de todas as disciplinas já cursadas pelos alunos e principalmente pelas
disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha proximidade programática
com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o aluno possa
adquirir novas competências e habilidades.
Definido o tema, a Coordenação do Curso e o Professor Orientador do
Projeto Temático devem estabelecer um ante-projeto executivo para o projeto
temático e submete-lo ao corpo Docente que indicará primariamente o grau de
participação no desenvolvimento das atividades. A interação entre os
professores proporcionam o surgimento de outras e novas ações pedagógicas.
Neste estágio, cada disciplina deve ter o seu plano de ensino definido, contudo
sofrerá as alterações necessárias para a realização do projeto temático. A
partir do ante-projeto e da interação entre os docentes, a Coordenação do
Curso e o Professor Orientador devem definir o projeto executivo (plano de
ensino) geral do Projeto Temático. Estabelecesse então, a relação de
atividades, um cronograma executivo, um protocolo de interação e participação
e um plano de gestão com metas, resultados e parâmetros de avaliação.
O Plano de Ensino do Projeto Temático contém a macro visão do
projeto a ser executado com os seus objetivos claramente definidos, os
elementos a serem projetados e construídos, o que e como serão executados,
a participação e relacionamento com as outras disciplinas, as metas e
resultados esperados e as avaliações que permitirão a validação do processo.
O processo de construção do conhecimento é centrado no aluno, sendo
desencadeado a partir das suas necessidades, interesses e do seu nível de
conhecimento sobre o assunto. Assim, a execução das ações didáticopedagógicas estão centradas em elementos agregadores e motivadores para
o aprendiz.
O professor da disciplina Projeto Temático, gestor do processo,
apresenta o tema a ser desenvolvido, os objetivos a serem alcançados, as
77
competências e habilidades que o aluno deverá adquirir e o processo de
avaliação.
No contexto do projeto temático, as disciplinas apresentam-se como
colaboradoras diretas na metodologia, execução e gestão do aprendizado.
Existe forte acoplamento técnico entre os saberes e sua aplicação para a
resolução d os problemas, constituindo-se um processo iterativo e recorrente.
Todo este processo é dinâmico, exigindo várias feedbacks avaliativos e
corretivos, o que desencadeia a necessidade de soluções alternativas não
incorporadas nas bases tecnológicas curriculares das disciplinas deste
semestre, sendo comum a apresentação, por parte dos alunos, de soluções
buscadas nas experiências em indústrias.
Desta forma os conteúdos curriculares são tratados de forma integrada
com interação direta das disciplinas e seus currículos e o aluno é o agente
operacional do processo executivo e desenvolvimento do aprendizado.
A condução do projeto deve permitir a transversalidade disciplinar, onde
o aluno deve ter liberdades para desenvolver o seu próprio projeto, com as
suas características e interesses. Desta forma, as ações tem forte caráter
motivador e o processo de ensino/aprendizagem torna-se estimulante
despertando a curiosidade e aplicabilidade no foco socio-econômico do
aprendiz, proporcionando um feedback pró-ativo para o auto-aprendizado. O
aluno torna-se agente ativo no processo de aprendizagem e estabelece-se
vínculos entre as bases tecnológicas (conteúdos)-prática-aplicabilidadeaprendizado. O discente é incentivado a desenvolver uma atitude
empreendedora, colaborativa, criativa, a manifestar competências e habilidades
para atuar profissionalmente em equipes e com ética, passando a
compreender/reconhecer o processo de aprendizado nas suas limitações
pessoais, a desenvolver metodologias e administrar o seu processo de autoaprendizado.
Todos os projetos estão integrados em contextos curriculares
específicos para cada semestre. As disciplinas do semestre corrente (e
anteriores) fornecem as bases tecnológicas e saberes para a execução dos
projetos temáticos.
7.1. METODOLOGIA DE ENSINO CENTRADA EM PROJETOS
TEMÁTICOS
A metodologia de ensino utilizada no Curso Superior de Bacharelado em
Engenharia Controle e Automação da FAJ - Faculdade de Jaguariúna é
centrada na diretiva do "ensinar e aprender fazendo", desenvolvendo as
capacidades empreendedoras dos discentes através da valorização das
competências e interesses individuais, de tal forma a permitir a realização
pessoal e profissional.
A metodologia Projeto Temático consiste em introduzir na grade curricular
tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de propiciar o
desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas
78
empregadas no desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento
gestor é uma nova disciplina curricular, chamada Projeto Temático, onde as
disciplinas do semestre corrente devem integrar-se concorrentemente. Para
cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo Docente definem um tema
e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto Temático.
Deve-se escolher um projeto cuja execução manifeste a necessidade curricular
de todas as disciplinas já cursadas pelos alunos e principalmente pelas
disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha proximidade programática
com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o aluno possa
adquirir novas competências e habilidades relacionadas ao “fazer engenharia”
A Coordenação do Curso, os docentes do semestre corrente e o
Professor Orientador do Projeto Temático definem o tema e estabelecem o
ante-projeto executivo para o projeto temático. A partir do ante-projeto e da
interação entre os docentes, define-se o projeto executivo geral do Projeto
Temático, estabelecendo-se a relação de atividades, um cronograma
executivo, um protocolo de interação e participação e um plano de gestão com
metas, resultados e parâmetros de avaliação.
Para a implementação do Projeto Temático, o aluno necessitará de
informações e conhecimentos adquiridos em várias disciplinas. A participação
integrada entre Coordenação/docentes/discentes, das várias unidades
curriculares, deve ser tal, que permita a execução das ações previstas. Assim,
uma ação solicitará a participação simultânea, concorrente e recorrente de
docentes de várias disciplinas. A ação deverá ser executada pelos discentes e
supervisionadas pelos docentes que atuarão como orientadores.
FAZ
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As práticas didáticas
utilizadas, visando a eficácia no
processo
de
aprendizado
empreendedor, entre outras,
são: aulas teórica em sala de
aula,
aulas
prática
em
laboratórios, utilização de textos
complementares, resolução de
exercícios, estudos de casos,
atividades em grupos, debates
para a resolução de problemas,
desenvolvimentos de relatórios
e artigos, e desenvolvimento de
projetos temáticos.
As práticas pedagógicas
CONSTRUIR O
buscam a contextualização das
CONHECIMENTO
atividades
teóricas
desenvolvidas, manifestada no desenvolvimento de projetos temáticos de
conteúdo transversal. As unidades curriculares são autônomas na execução,
operacionalidade e interdisciplinar, contudo estão integradas em um projeto de
abrangência modular. Cada semestre contempla um projeto temático de amplo
espectros interdisciplinares (entre disciplina) e transdisciplinares (conhecimento
79
baseado na realidade do aluno) . Desta forma, pretende-se que o egresso
tenha habilidades para "utilizar conhecimentos científicos e tecnológicos por
meio da síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso
para a solução de problemas relacionados com a área da engenharia"[MEC Portaria 161/2005] de controle e automação.
A metodologia de projeto é uma ferramenta que proporciona um
ambiente interativo e integrador para o processo de ensino/aprendizado. O
desenvolvimento de um projeto de engenharia chama para o aluno a aplicação
inter-relacionada de saberes, criando um feedback pró-ativo de aprendizagem,
que quanto maior, melhor será a qualidade do processo, pois permite a rápida
avaliação das deficiências acadêmicas e a aplicação de correções. A execução
das ações, o fazer, cria um cenário propício para que o aluno realize a sua
auto-avaliação, transferindo ao aluno parte da aferição do seu aprendizado.
Os principais agentes envolvidos no processo são o Discente, a
Instituição, o Docente, a Coordenação e a Comunidade acadêmica. O
aprendizado não ocorre sem a participação efetiva do discente que é o
principal componente ativo do processo. A Instituição especifica a proposta
geral de ensino fornecendo as diretrizes gerais acadêmicas. A coordenação
define a metodologia de ensino e o docente implementa esta metodologia. A
comunidade acadêmica, enquanto entidade virtual, fornece o ambiente afetivo.
Os alunos, em contato com questões reais de engenharia, são
confrontados diretamente com as suas dificuldades de aprendizagem,
permitindo a interiorização do fato que são agentes ativos do processo, e que o
professor é um orientador parcial do seu próprio aprendizado. Assim, a
interação entre aluno e professor torna-se mais efetiva, com a cobrança direta
por resultados. Por um lado o professor é cobrado pela aplicabilidade do
conteúdo trabalhado e
o aluno pelo aprendizado. Este diálogo entre
professor/aluno,
conteúdo/aplicabilidade,
teoria/prática,
conhecer/fazer,
potencializa o processo de aprendizado, reduzindo o tempo entre o ensina pelo
professor, o estudar pelo aluno e a avaliação. O modelo solicita uma estrutura
cognitiva para o estudante e professor, que de agentes primariamente
reprodutores de conhecimentos, passam a ser também agentes
experimentadores, construtores e criadores.
O aluno deve estar preparado para ser solicitado sobre questões que
não lhe foram apresentadas e que em algumas vezes não são contempladas
no projeto curricular do curso. Surge então a necessidade da pesquisa, da
busca de novos conhecimentos. Este dilema, cria também a mudança
pedagógica no processo de ensino e o professor passa a tratar o conteúdo
curricular não mais como uma seqüência exclusivamente linear, mas sim como
um processo auto-controlado com feedback progressivo. O conteúdo é
desenvolvido progressivamente com feedback constante referenciado pelo
estágio de desenvolvimento dos projetos. A contextualização e a
materialização do conhecimento baliza o desenvolvimento do conteúdo
curricular.
80
Os projetos temáticos realizados nos 10 semestres do curso são:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Primeiro Semestre - Fundamentos de Engenharia de Controle e
Automação
Segundo Semestre - Projetos Temáticos - Estruturas
Terceiro Semestre - Projetos Temáticos - Controle Digital
Quarto Semestre - Projetos Temáticos - Materiais
Quinto Semestre - Projetos Temáticos - Máquinas
Sexto Semestre - Projetos Temáticos - Controladores
Sétimo Semestre - Projetos Temáticos - Instrumentação de
Sistemas
Oitavo Semestre - Projetos Temáticos - Engenharia Integrada I –
Controle e Automação
Nono Semestre - Projetos Temáticos - Engenharia Integrada II –
Controle e Automação
Décimo Semestre - Projetos Temáticos - Controle da Manufatura
PRIMEIRO SEMESTRE- FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE CONTROLE
E AUTOMAÇÃO.
No Primeiro Semestre, o aluno tem os primeiros contatos com os
elementos que constituem os fundamentos de um projeto na área de
Engenharia de Controle e Automação. O projeto temático consiste em
construir um mecanismo articulado (por exemplo, um robô manipulador) focado
nos interesses individuais dos alunos. Os projetos deverão ser desenvolvidos
na disciplina: Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação, contudo,
todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e efetivamente. Neste
semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são:
Os Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação são
abordados em seus elementos básicos proporcionando uma visão geral
(macro-visão) da Engenharia de Controle e Automação, sendo materializado na
construção do mecanismo, cujas plantas (desenhos e esquemas) são
desenvolvidas com o auxílio técnico/prático elaborados na unidade Desenho
Técnico. O software para controle dos movimentos e interfaces são
desenvolvidos com as competências desenvolvidas em Lógica de
Programação. Os circuitos eletrônicos e lógicos são desenvolvidos com as
práticas efetuadas na unidade Circuitos Lógicos. A documentação do projeto é
elaborada com o auxílio das competências desenvolvidas em Comunicação
Empresarial. Desta forma, o conhecimento que ora pode manifestar-se
81
fragmentado, é integrado em uma visão unitária no projeto. Assim, a execução
das ações didático-pedagógicas estão centradas em um elemento agregador e
motivador para o aprendiz.
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FUNDAMENTOS DE
ENGENHARIA DE
CONTROLE E
AUTOMAÇÃO
CIRCUITOS
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MATEMÁTICA
PARA ENGENHARIA I
IN
DESENHO
TÉCNICO I
Relação interdisciplinar das disciplinas do primeiro semestre
SEGUNDO SEMESTRE – PROJETOS TEMÁTICOS - ESTRUTURAS.
Os alunos das turmas do segundo semestre desenvolvem projetos
utilizando estruturas treliçadas com filamentos de madeira. O tema dos projetos
é: Pista com Múltiplos Elementos para um Rally de Velocidade. Os alunos
desenvolvem elementos treliçados que comporão uma pista para a realização
de um rally de velocidade. Os objetivos principais deste projeto temático são a
aplicação e validação de cálculos de esforços em estruturas treliçadas com a
construção de elementos físicos. Os projetos são desenvolvidos na disciplina:
Projetos Temáticos - Estruturas, contudo, todas as disciplinas deverão
participar operacionalmente e efetivamente. Neste semestre, as disciplinas
ministradas e que estão envolvidas nas atividades são:
A disciplina Mecânica Geral fornece as bases teóricas para os cálculos
de forças e tensões necessários para o dimensionamento das estruturas. Na
disciplina Desenho Técnico II são desenvolvidos os desenhos das estruturas
utilizando-se ferramentas computacionais. Na disciplina Informática II são
desenvolvidos o hardware eletrônico e software para o controle dos
atuadores. Cada projeto deve incorporar elementos eletrônicos controlados por
software, por exemplo, motores DC e/ou de passo. Os alunos devem
82
desenvolver o hardware eletrônico para o acionamento do motor e para o
interfaceamento com um computador e, o software para controle de posição e
velocidade de rotação do eixo do atuador. A disciplina Engenharia Ambiental
fornece
as bases para a elaboração de projetos auto-sustentáveis,
ambientalmente adequados para objetivando a redução no consumo de
recursos, reciclagem de materiais e produção limpa, reduzindo o impacto
ambiental. Na disciplina Física para Engenharia II são estudados elementos
relacionados aos fenômenos termodinâmicos aplicados aos projetos
estruturais. A disciplina Matemática para Engenharia II fornecer o ferramental
matemático necessários para os cálculos dimensionais dos projetos estruturais.
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II
PROJETOS
TEMÁTICOS:
ESTRUTURAS
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MATEMÁTICA
PARA ENGENHARIA
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MECÂNICA
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DESENHO
TÉCNICO II
Relação interdisciplinar das disciplinas do segundo semestre
TERCEIRO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – CONTROLE DIGITAL.
Os alunos das turmas do terceiro semestre desenvolvem como projeto
temático aplicações utilizando circuitos digitais. Os alunos devem projetar e
construir uma estrutura física aplicando técnicas para elaboração de projetos,
cálculos dimensionais de resistência dos materiais e de circuitos digitais. Cada
estrutura deve incorporar um conjunto de sensores e pelo menos um atuador
que será controlado por circuito implementado em uma FPGA.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos –
Controle Digital, contudo, todas as disciplinas deverão participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
83
A disciplina Resistência dos Materiais fornece as bases teóricas para os
cálculos necessários para o dimensionamento das estruturas – que devem
incorporar partes móveis. Na disciplina de Circuitos Digitais são desenvolvidos
os circuitos necessários para o acionamento e controle de elementos
eletrônicos incorporados na estrutura – deve-se utilizar FPGA. Na disciplina
Física para Engenharia III são estudados elementos relacionados aos
fenômenos eletromagnéticos e ópticos aplicados nos projetos estruturais. Na
disciplina Química Tecnológica são estudadas questões relacionadas à
composição química de elementos utilizados nas estruturas, tais como,
questões relacionadas à corrosão, união de componentes, ... . A disciplina
Matemática para Engenharia III fornece o ferramental matemático necessários
para os cálculos dimensionais dos projetos estruturais e eletromagnéticos.
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MATEMÁTICA
PARA ENGENHARIA
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
CONTROLE
DIGITAL
CIRCUITOS
DIGITAIS
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DOS MATERIAIS
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Relação interdisciplinar das disciplinas do terceiro semestre
QUARTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - MATERIAIS.
Os alunos das turmas do quarto semestre desenvolvem como projeto
temático a estrutura física de um veículo rádio controlado para participação em
um rally de velocidade. Os alunos devem projetar e construir a estrutura do
chassi, carenagem, sistema de direção e acoplamentos aplicando técnicas de
projetos, cálculos dimensionais de resistência dos materiais e, especificação,
seleção e aplicação de materiais para engenharia. Cada veículo incorpora um
motor DC para acionamento-tração, um servo-motor para controle do sistema
de direção, uma bateria, um sistemas de Rádio Freqüência comunicação e
interfaceamento, e um conjunto de joystick para controle manual dos
atuadores.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Materiais, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e
funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão
envolvidas nas atividades são:
84
A disciplina Materiais para Engenharia fornece os conceitos e
fundamentos para seleção e especificação de materiais para projetos de
engenharia. Na disciplina Circuitos Elétricos os alunos estudam os elementos
eletro-eletrônicos que são incorporados ao veículo. Na disciplina Metrologia
são aplicadas técnicas metrológicas para a realização de medidas
dimensionais dos elementos mecânicos que são confrontados com as
especificações de projeto, permitindo as devidas comparações e análises. A
disciplina Metrologia também fornece dados para que os alunos efetuem
análises estatísticas que são efetuadas na disciplina Probabilidade e Estatística
e Cálculo Numérico. A disciplina Matemática para Engenharia IV fornece o
ferramental matemático necessários para os cálculos dimensionais dos
projetos estruturais e análises numéricas computacionais. O rally é realizado
sob a supervisão de regras e normas estabelecidas pela Direção Acadêmica,
Coordenação do Curso e Professores.
PROJETOS
TEMÁTICOS:
MATERIAIS
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METROLOGIA
MATEMÁTICA
PARA ENGENHARIA
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Relação interdisciplinar das disciplinas do quarto semestre
QUINTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - MÁQUINAS.
Os alunos das turmas do quinto semestre desenvolvem como projeto
temático a estrutura física de uma máquina, cujo controle será desenvolvido e
implementado no sexto semestre. O projeto base é um robô móvel.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Máquinas, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e
funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão
envolvidas nas atividades são:
85
A estrutura física da máquina é concebida na disciplina de Projeto
Temático, sendo suportada conceitualmente e tecnicamente pelas disciplinas
de Elementos de Máquinas, Resistência dos Materiais e Mecânica Geral. Na
disciplina de Fundamentos de Dinâmica os alunos realizam estudos dinâmicos
sobre componentes da máquina. A construção da máquina é realizado com o
suporte da disciplina Processos de Fabricação, sendo que os estudos de
viabilidade econômica é realizado na disciplina de Engenharia Econômica. Na
disciplina Eletrônica I são desenvolvidos os sistemas para acionamento dos
atuadores incorporados na máquina.
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
MÁQUINAS
FUNDAMENTOS
DE
DINÂMICA
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ELEMENTOS
DE MÁQUINAS
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Relação interdisciplinar das disciplinas do quinto semestre
SEXTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - CONTROLADORES.
As turmas do sexto semestre desenvolvem como projeto temático o
controle de movimentos e ações para a máquina desenvolvida no quinto
semestre. Os alunos realizam estudos relacionados à aplicação e
desenvolvimento de software utilizando CLPs.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Controladores,
contudo,
todas
as
disciplinas
deverão
participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
86
O controle é desenvolvido na disciplina Projetos Temáticos –
Controladores. Nas disciplinas Eletrônica II, Instrumentação I e Sistemas
digitais são desenvolvidos os elementos eletrônicos necessários para a
instrumentação e controle da máquina. Na disciplina Modelagem Matemática
de Sistemas Dinâmicos são desenvolvidos estudos de modelagem da máquina
considerando-se a sua dinâmica no plano e em três dimensões. Na disciplina
de Projeto Auxiliado por Computador são realizados estudos dimensionais de
elementos constituintes da máquina utilizando-se técnicas de elementos finitos
e CAE. Na disciplina Controle Hidráulico e Pneumático os alunos realizam
estudos e implementações de técnicas de controle utilizando elementos
pneumáticos e hidráulicos.
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
CONTROLADORES
MODELAGEM
MATEMÁTICA DE
SISTEMAS
DINÂMICOS
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INSTRUMENTAÇÃO
I
Relação interdisciplinar das disciplinas do sexto semestre
SÉTIMO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – INSTRUMENTAÇÃO DE
SISTEMAS.
As turmas do sétimo semestre desenvolvem como projeto temático a
automação de um processo, aplicando-se técnicas de instrumentação e
processamento de sinais.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos –
Instrumentação de Sistemas, contudo, todas as disciplinas deverão participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
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A disciplina Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas é a
responsável pela gestão do projeto temático. Na disciplina Automação
Industrial é desenvolvido o projeto de automação de um processo efetuando a
integração entre o hardware mecânico/eletrônico e o software. A
instrumentação e a aquisição de dados dos equipamentos e processos são
desenvolvidos com o suporte técnicos das disciplinas Instrumentação II e
Análise e Processamento de Sinais. A análise e simulação computacional do
controle da dinâmico dos componentes são desenvolvidos na disciplina
Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos. Na disciplina de
Transferência de Calor e Massa são avaliados o comportamento térmico dos
equipamentos focando na transferência de calor e isolamento térmico. Na
disciplina Gestão de Empresas e Empreendedorismo, o processo industrial
desenvolvido no projeto temático é tratado como um empreendimento que
necessita ser gerenciado como uma empresa.
DINÂMICA
APLICADA AO
CONTROLE DE
EQUIPAMENTOS
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
INSTRUMENTAÇÃO
DE SISTEMAS
INSTRUMENTAÇÃO
II
Relação interdisciplinar das disciplinas do sétimo semestre
OITAVO SEMESTRE
INTEGRADA I.
-
PROJETOS
TEMÁTICOS
–
ENGENHARIA
O Projeto Temático das turmas do oitavo semestre consiste no
desenvolvimento de um Projeto Integrado Aplicado ao Controle e Automação
de Sistemas, Máquinas e Processos, sendo utilizados métodos de
planejamento de processo e fabricação industrial integrando CAD/CAM/CAE.
Neste semestre os alunos desenvolvem o projeto teórico e a prototipação de
alguns elementos, sendo que a execução do projeto ocorre no nono semestre.
88
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos –
Engenharia Integrada I, contudo, todas as disciplinas deverão participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
Na disciplina de Manufatura Auxiliada por Computador é especificado
um processo a ser controlado. Na disciplina Sistemas de Controle I é realizado
o levantamento das características dos sistemas a serem controlados, bem
como a modelagem, especificação, simulação e análise comparativa de
técnicas de controle aplicados ao projeto temático. Na disciplina
Microcontroladores são implementados e avaliados o protótipo das técnicas de
controle de atuadores. Na disciplina Ergonometria e Segurança do Trabalho
são realizados estudos ergonométricos e de segurança envolvidos no projeto
em desenvolvimento como projeto temático. Na disciplina Metodologia de
Pesquisa Científica são considerados elementos de análise científica para a
condução de ações relacionadas aos projetos, focando na metodologia, na
elaboração de experimentos de cunho científico e no desenvolvimento de
relatórios científicos.
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
ENGENHARIA
INTEGRADA
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SISTEMAS
FLUÍDOS
MECÂNICOS
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Na disciplina Sistemas Fluidomecânicos são realizados estudos para
aplicação de máquinas de fluxo (bombas hidráulicas, por exemplo) no
desenvolvimento do projeto temático.
SISTEMAS DE
CONTROLE
I
Relação interdisciplinar das disciplinas do oitavo semestre
89
NONO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – ENGENHARIA INTEGRADA
II.
O Projeto Temático das turmas do nono semestre consiste na
implementação do Projeto Integrado Aplicado ao Controle e Automação de
Sistemas, Máquinas e Processos desenvolvido no oitavo semestre, sendo
focado no planejamento e controle da produção e manutenção.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos –
Engenharia Integrada II, contudo, todas as disciplinas deverão participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
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PROJETOS
TEMÁTICOS:
ENGENHARIA
INTEGRADA
II
TRABALHO
DE CONCLUSÃO
DE CUSOR I
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O planejamento, a programação e o controle da produção (execução do
projeto temático) é executado na disciplina Planejamento e Controle da
Produção e da Manufatura. Na disciplina Sistemas de Controle II são efetuadas
as análises de estabilidade dos sistemas de controle, bem como a
implementação do controlador, utilizando sistemas digitais, para os elementos
especificados no projeto. Na disciplina Máquinas Elétricas e Acionamentos são
desenvolvidos os acionamentos para os atuadores elétricos especificados para
o projeto. Na disciplina direito, Legislação e Ética Aplicados à Engenharia são
tratadas questões relacionadas às atribuições do engenheiro de controle e
automação, a sua atuação ética profissional e na sociedade, direito de
propriedade industrial, direito autoral e perícias e laudos.
SISTEMAS DE
CONTROLE
II
Relação interdisciplinar das disciplinas do nono semestre
90
DÉCIMO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – CONTROLE DA
MANUFATURA.
O Projeto Temático das turmas do décimo semestre consiste na
implementação de um projeto de manufatura integrada por computador
utilizando elementos robóticos, elementos supervisórios, em um ambiente
integrado, em rede de computadores, permitindo o controle e a avaliação de
desempenho no processo de manufatura.
Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos –
Controle da Manufatura, contudo, todas as disciplinas deverão participar
operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas
e que estão envolvidas nas atividades são:
PROJETOS
TEMÁTICOS:
CONTROLE DA
MANUFATURA
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TRABALHO
DE CONCLUSÃO
DE CUSOR II
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As disciplinas Manufatura Integrada por Computador e Introdução à
Robótica Industrial fornecem as bases para realização do projeto temático.
Utilizando um sistema ERP interligado a elementos robóticos e de manufatura,
os alunos podem experimentar técnicas de controle da produção, o
desenvolvimento de sistemas supervisórios, o controle de equipamentos e a
avaliação de desempenho de sistemas integrados. Na disciplina Controle de
Processos são desenvolvidas e implementadas técnicas avançadas de controle
de equipamentos e atuadores. A disciplina Redes de Comunicação Industrial
fornece as bases para a interconexão de dispositivos controladores. Na
disciplina Comunicação e Relacionamento Interpessoal questões relacionadas
com o trabalho em equipe, adequação profissional oportunidades de
desenvolvimento, auto conhecimento e comportamento humano são tratadas
no contexto do projeto temático.
CONTROLE
DE PROCESSOS
Relação interdisciplinar das disciplinas do décimo semestre
91
Neste contexto, o discente é incentivado a desenvolver uma atitude
empreendedora, colaborativa, criativa, a manifestar competências e habilidades
para atuar profissionalmente em equipes e com ética. Assim, o aluno passa a
compreender/reconhecer o processo de aprendizado nas suas limitações
pessoais, a desenvolver metodologias e administrar o seu processo de
aprendizado.
Os temas e atividades relacionados à execução dos projetos e às
interdisciplinaridades e transversalidades são tratados nas reuniões
pedagógicas plenárias e em reuniões com o Coordenador do Curso, sendo
adotados em função das particularidades e necessidades dos alunos e de
temas momentâneos em discussão na sociedade.
7.1.1. PROJETO TEMÁTICO - AVALIAÇÃO
A aprendizagem é um processo de construção cognitiva individual, onde
o aprendiz recebe desafios, interage com problemas através de estruturas
mentais, elabora novas ou re-elabora estruturas e efetua a sua validação. Com
resultado satisfatório ou não, as estruturas mentais sofrem transformações e
permanecem no cognitivo pessoal. Todo este processo permeia pela interação
com o ambiente natural, social, cultural e econômico, interesses e
necessidades do aprendiz.
A avaliação da aprendizagem pode ser entendida como um processo de
verificação da qualidade. Em um ambiente de aprendizado voltado para o
desenvolvimento de Projetos Temáticos, a avaliação ocorre, em primeira
instância, pela ação do próprio aprendiz, que realiza feedbacks corretivos
durante o desenvolvimento e que compara os seus resultados com os dos seus
pares. Este é um primeiro momento para tomada de consciência da qualidade
do aprendizado.
O produto gerado no desenvolvimento do Projeto Temático já é o
resultado para a avaliação. Se os critérios para o desenvolvimento e validação
do projeto são bem definidos e claros, a avaliação pode restringir-se à medida
de padrões. Contudo, com o produto, o aluno pode também manifestar
materialmente as competências e habilidades adquiridas, e a avaliação tornase parte do processo formativo. Neste caso, a participação do avaliador é
secundária, pois o aluno pode, auto avaliar-se continuamente através da
manifestação da sua criação (projeto-produto). Os resultados intermediários e
final são fortes indicativos da qualidade do processo de aprendizado, formação
do conhecimento, desenvolvimento de competências e manifestação de
habilidades.
O resultado do projeto temático, o produto, permite avaliar a integração
de conhecimentos, contudo, as especificidades dos saberes pedem outras
formas de avaliação para conhecimentos específicos, que devem ocorrer no
escopo restrito das unidades curriculares respeitando os conteúdos
individualizados e a sua interação interdisciplinar.
92
Ao quantificar o processo avaliatório de aprendizagem depara-se com um
problema multidimensional com variáveis acopladas, interdependentes, de
parâmetros dinâmicos, assim, avaliar o conhecimento agregado e sua
capacidade operativa e executiva, é um desafio infinito. Uma solução, consiste
em restringir o escopo da avaliação, especificando parâmetros objetivos e
funcionais, e criando-se um cenário comparativo e indicativo de qualidade para
o processo.
8. ESTÁGIO
O estágio visa a iniciação da prática profissional e neste projeto é tratado
de duas maneiras, a saber.
8.1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Supervisionado é obrigatório e faz parte da grade curricular do
curso de Engenharia de Controle e Automação e considera-se que o aluno
esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver matriculado nos
quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas atividades
em uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da
empresa e supervisionado por um professor da FAJ designado como
coordenador de estágio.
A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de
Estágio Supervisionado é de 160 horas.
A FAJ e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes
para realização do estágio.
Considerando que a participação dos professores é imprescindível nesta
importante etapa do desenvolvimento profissional do aluno, deverá ser
elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado com a participação de
todo o Colegiado de Curso.
8.2. Estágio Extra - Curricular
No Estágio Extra-Curricular, o aluno não receberá a supervisão direta de
um professor supervisor e não há restrições quanto a série de matricula.
Entretanto o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham
convênio firmado com a FAJ.
93
9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, será uma atividade de
integração dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar
uma monografia sobre um trabalho, preferencialmente prático e multidisciplinar
da área de Engenharia de Controle e Automação.
Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão
de Curso I e II nas quais haverá um professor responsável orientação coletiva,
tendo como atividades a divulgação do Regulamento de TCC e divulgação do
formato de apresentação da monografia e pela coordenação geral dos
trabalhos.
Haverá ainda um professor orientador responsável pela orientação
individual do TCC.
Será tarefa do Colegiado de Curso propor e aprovar um regulamento
para o Trabalho de Conclusão de Curso.
10. PROGRAMA DE VISITAS TÉCNICAS
As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno
observar as aplicações práticas dos conceitos estudados e são particularmente
importantes para a motivação do alunado.
A FAJ está inserida em uma região onde o parque empresarial está em
expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela
implantação de processos automatizados. Desta forma, as visitas técnicas são
uma excelente forma de aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer
melhor o mercado de trabalho.
A Coordenação do Curso, organiza pelo menos uma visita técnica por
semestre.
11. REGIME ESCOLAR E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO
De acordo com a estrutura acadêmica da FAJ, o regime escolar é
seriado semestral. O Curso oferece o título de Engenheiro de Controle e
Automação ao aluno que integralizar a carga horária de 4560 horas.
Em todas as etapas será possível aproveitamento de conhecimentos,
competências e habilidades que o estudante comprova possuir. É evidente que
esta comprovação deverá ser objeto de cuidadosa avaliação, centrada nas
exigências que serão feitas a todos ao final de cada módulo.
A conclusão de todas as unidades curriculares, assegura o diploma de
Engenheiro de Controle e Automação.
94
Com esta estrutura de organização o curso permite que umidades
curriculares possam ser cursadas não apenas por alunos regularmente
selecionados para a conclusão do curso de graduação, mas também por outras
pessoas interessadas em obter uma qualificação específica ou uma
complementação de estudo e que já estejam atuando no mercado.
Flexibilidade Curricular:
Os alunos com disciplinas cursadas e aprovadas em Cursos Superiores
da Faculdade de Jaguariúna - FAJ e de outras instituições de ensino superior
poderão requerer análise curricular com fins a dispensa de disciplinas. As
dispensas são efetuadas segundo regulamento próprio da faculdade.
Os alunos que se mostrarem proficientes em algum conteúdo devido a
estudos anteriores, conhecimentos práticos comprovados, experiência
profissional e etc. poderão realizar teste de proficiência com objetivo de
dispensa de disciplina. As disciplinas que poderão ser eliminadas via teste de
proficiência são definidas pelo coordenador do curso em cada período letivo. O
teste de proficiência segue regulamento próprio definido pelos órgãos
colegiados da faculdade.
Os alunos provenientes por meio de transferência de outros cursos da
faculdade e de outras instituições de ensino superior serão submetidos a
análise curricular, sendo elaborado um plano de estudos para adaptação do
aluno ao currículo do curso.
Política prevista de integração do ensino, P&D (Pesquisa Aplicada e
Desenvolvimento) e articulação com a sociedade:
A articulação das atividades acadêmicas acontece através da
participação dos docentes e discentes em orientação e produção de trabalhos
acadêmicos disciplinares, em discussões de cases reais e/ou fictícios, em
oficinas de trabalhos e/ou workshops para discussões de temas voltados para
os conteúdos específicos das disciplinas e em outras atividades que
promovem, ao mesmo tempo, a sedimentação de conteúdos e a formação de
habilidades e competências.
A forma de participação dos discentes na pesquisa se dá por meio do
Programa de Iniciação Científica – PIC. Conforme regulamento específico do
programa a forma de seleção dos discentes interessados no programa se dá
por meio de um concurso interno no qual se privilegia a seleção por mérito. Os
alunos selecionados para participarem do programa recebem, como incentivo à
pesquisa de iniciação científica, bolsa parcial de estudos. Ocorre também a
realização anual de uma semana de estudos e de visitas técnicas. No caso da
semana de estudos os discentes são envolvidos em atividades que estimulam
o gosto pela prática profissional e pela pesquisa. Dentre estas atividades
ocorrem, por exemplo, seminários, palestras, mini-cursos, apresentações de
trabalhos acadêmicos dos próprios alunos e/ou de professores que compõem o
95
corpo docente do curso e/ou de pesquisadores de outras instituições cujos
temas estejam correlacionados com a área de formação do curso. Estas
atividades contribuem para estimular os formandos a potencializarem o
processo de aprendizagem uma vez que propicia a compreensão de que os
conteúdos disciplinares são inter-relacionados e precisam ser pensados de
forma sistêmica. Além disto as atividades desenvolvidas na semana de estudos
integram e/ou complementam os conteúdos ministrados nas disciplinas. As
visitas técnicas proporcionam aos discentes a possibilidade de perceberem, a
partir de uma realidade concreta, a forma como as organizações implementam
ferramentas específicas e lidam com as exigências do contexto interno e
externo na qual estão inseridas.
A integração entre Ensino e Extensão dá-se pela participação dos
alunos nos programas de extensão na onde vivenciam o conhecimento
aplicado para colaborar com a melhoria das condições de vida da comunidade.
As atividades permanentes de extensão estão estruturadas preferencialmente
sobre as questões das áreas de Ensino/conhecimento dos cursos que são
implementados e visam atender as necessidades da comunidade onde a FAJ
se insere. Desta forma os cursos de graduação podem subsidiar os trabalhos
de extensão através de iniciativas de esclarecimento da população, por meio
de parcerias entre os cursos e as empresas e através de outras formas que
garantam a integração entre extensão e Ensino.
As Atividades de Extensão estão sob os cuidados da Coordenadoria de
Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - CEPPG, e é praticada através do
oferecimento de Cursos de Extensão/Expansão Cultural, às comunidades
interna e externa da FAJ. A oferta abrange as mais variadas áreas do
conhecimento humano e se pauta em uma filosofia multidimensional que
privilegia a interação Docente↔Discente↔Comunidade e envolve órgãos e
setores da faculdade em suas diversas atividades de extensão.
A FAJ desenvolve projetos de extensão universitária como uma forma de
ampliar os relacionamentos comunitários, políticos e sociais, valorizando a
participação institucional nos municípios da sua região de abrangência e
influência. Além disto, estes projetos promovem a integração cultural e a
formação profissional, tanto da comunidade local e regional, quanto da
comunidade acadêmica. Por meio destas atividades, a FAJ procura garantir a
socialização do conhecimento, articulando, juntamente com o ensino e a
pesquisa, o comprometimento da comunidade universitária com as
necessidades sociais.
O objetivo da FAJ, relativo à Extensão Comunitária, é aumentar o
relacionamento com os diversos órgãos da comunidade e da municipalidade
para estreitar interesses recíprocos e, ainda, tornar disponível seus recursos e
sua estrutura física aos diversos segmentos interessados da comunidade, para
a realização de cursos, seminários, encontros municipais ou regionais.
A participação dos discentes nas iniciativas de extensão será voluntária,
porém incentivada pela coordenação do curso e pela coordenação de
extensão.
96
A extensão é encarada como uma oportunidade de aproximar a
realidade acadêmica da realidade da comunidade extra-acadêmica. Desta
forma a participação dos alunos é valorizada como oportunidade de
enriquecimento mútuo e como legitimação da proposta institucional de
extensão. Os alunos participam contribuindo com idéias ou com a execução
direta de atividades.
As atividades permanentes de prática profissional entendida como um
dos fins da ação didático-pedagógica perpassa tanto pelas propostas de
extensão quanto pelas iniciativas de pesquisa e Ensino envolvendo, além do
corpo discente e docente, os segmentos administrativos. A prática profissional
será viabilizada através de: escritório piloto de direito, escritório piloto de
contabilidade, agência de projetos e visitas técnicas dentre outras para
atendimento à comunidade por discentes monitorados por docentes e outros
convênio com empresas e organizações.
A promoção de convênios com instituições acadêmicas, de pesquisa e
extensão, tanto em nível regional quanto em nível nacional e internacional visa
a colaboração e o desenvolvimento técnico-científico e o intercâmbio de
estudantes. Isto possibilita a complementação da formação e permite que os
estudantes tenham mais acesso ao seu futuro campo de atuação profissional já
que os coloca em contato direto com situações práticas e teóricas.
12. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DOS DISCENTES
A Avaliação do Aluno é entendida como um processo que considera a
freqüência (mínimo 75%), aproveitamento das atividades e conteúdos
ministrados através de avaliação, onde são atribuídas notas em grau numérico
de 0 a 10 com variação de 0,5 (meio), inclusive para o caso de
arredondamento da média final.
Durante o ano letivo, cada disciplina desenvolve quatro avaliações
escritas oficiais nos moldes e tipos definidos pela Diretoria da Faculdade em
ato específico aplicados nas datas fixadas pelo calendário escolar. Para o caso
das disciplinas com periodicidade semestral, são realizadas duas avaliações
oficiais. Ainda considerando o processo avaliativo do discente, contam as
avaliações das disciplinas de estágio, participação em projetos de caráter
experimental e laboratoriais.
Os critérios para avaliação do Desempenho Escolar são os definidos no
Título IV, Capítulo V do Regimento:
“Art.49. A avaliação da aprendizagem e do desempenho escolar são feitos por
disciplina, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos
ministrados em cada uma delas.
Art.50. A freqüência às aulas e participação nas demais atividades escolares são
direitos dos alunos aos serviços educacionais prestados pela instituição e são permitidas
97
apenas aos alunos regularmente matriculados, nos termos do contrato de prestação de
serviços assinado entre as partes.
§1º Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na
disciplina o aluno que não tenha obtido freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento)
das aulas e demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou processos de
recuperação.
§2º É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica,
no caso de dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes atribuídos nesses casos,
como compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com
acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho Pedagógico.
Art.51. O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de
conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e
provas parciais.
§1º Compete ao professor da disciplina ou ao coordenador do curso, quando for o
caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos,
bem como julgar e registrar os resultados.
§2º Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no
plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação,
visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno.
Art.52. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau
numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,5(meio) em 0,5(meio) ponto.
Parágrafo único. Haverá durante cada ano letivo, para as disciplinas anuais, 04
(quatro) avaliações oficiais e, para as disciplinas semestrais, 02 (duas) avaliações oficiais, para
verificação do aprendizado em cada disciplina, aplicadas ao longo do período letivo, nos
termos das normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico.
Art.53. Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de
freqüência às aulas e demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na
disciplina, no período letivo, quando obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros).
§1º As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental e laboratoriais ou de
outra periodicidade, em função da não aplicabilidade de provas escritas ou tradicionais, terão
sua forma de avaliação definida em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico.
§2º Poderá haver uma única avaliação supletiva de cada disciplina, ao final de cada
semestre, como alternativa para o aluno que faltar à uma das avaliações escritas desse
período, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico.
§3º O Conselho Pedagógico poderá, através de norma específica e baseado nas
características pedagógicas de cada curso, alterar a média de aprovação das disciplinas desde
que esta não seja inferior a 5,0 (cinco), bem como regulamentar a avaliação final para os
alunos cuja média final não for inferior a 3,0 (três).
Art.54. A média final será obtida através da média aritmética ponderada das médias
das avaliações parciais oficiais realizadas nas várias etapas do período letivo, das respectivas
disciplinas.
§1º As médias parciais oficiais poderão levar em conta outros trabalhos escritos, orais,
seminários de avaliação e outros instrumentos de medida do aprendizado, realizados pelos
professores ao longo dos períodos letivos parciais.
§2º Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias anuais ou
98
semestrais, bem como os critérios para as outras formas de avaliação realizadas ao longo do
período letivo, serão fixados em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico.
§3º As disciplinas de periodicidades diversas das aqui estabelecidas terão suas formas
e critérios de avaliação fixados em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico.
§4º A média final do aluno que realizar avaliação final será obtida de acordo com
regulamentação do Conselho Pedagógico.
Art.55. Os alunos reprovados em até 02 (duas) disciplinas, deverão cursá-las em
regime de dependência, podendo ser promovidos para o semestre subseqüente, nos termos
das normas próprias aprovadas pelo Conselho Pedagógico.
§1º Os alunos reprovados em 03 (três) ou mais disciplinas terão seu semestre de
matrícula e disciplinas a serem cursadas em regime de Plano de Estudos definidas por norma
específica do Conselho Pedagógico.
§2º A Faculdade poderá oferecer cursos, disciplinas ou atividades programadas em
horários especiais, com metodologia adequada para os alunos reprovados ou em adaptação,
ou para alunos em dependência, como forma de recuperá-los, na forma que se compatibilizem
com as suas atividades regulares, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho
Pedagógico.
§3º Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado
por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca
examinadora especial, poderão ter abreviada a duração de seus cursos, de acordo com as
normas dos sistemas de ensino”.
13. A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E A AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
O conceito de avaliação que subsidia o novo programa prende-se à
natureza própria desse processo que é comparar e medir os resultados
produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles, interpretar os dados
obtidos para formular juízos e tomar decisões.
O Programa de Avaliação Institucional abriga o projeto de avaliação
interna ou auto-avaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais
objetivos “produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de
atividades e finalidades cumpridas pela instituição, identificar as causas dos
seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e
capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as
relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais
efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da
relevância cientifica e social de suas atividades e produtos, além de prestar
contas à sociedade.”
A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos,
políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno,
configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e
propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre
especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental para todo
organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as
99
instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de
serviços de qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na
produção, sistematização e democratização do saber. O propósito da Avaliação
Institucional é conduzir os empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento
contínuo.
O Programa original de Avaliação Institucional da FAJ já estruturava
condições para a efetivação de um sistema de auto-avaliação desde 2000. As
pesquisas envolvem toda a comunidade acadêmica em um esforço de
diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes aos aspectos
políticos, pedagógicos, administrativos e de infra-estrutura. Este diagnóstico
subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subseqüente, sendo
que em 2005, a Diretoria da Faculdade de Jaguariúna reestruturou o
Departamento de Avaliação Institucional, que passou a ser denominado de
“Comissão Própria de Avaliação – CPA”, mantendo a sistemática da avaliação
institucional, com vistas à melhoria da qualidade de ensino.
No início de 2006, a Instituição implantou o CGQ – Conselho Gestor da
Qualidade, que tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua,
suplantando as atividades de avaliação, conforme propõe os SINAES. O CGQ
atua em atividades como diagnósticos, avaliações, ações, orientações,
estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação de indicadores
da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos
institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada
Plano de Melhorias, sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes
e reformulações. O conselho propõe atividades que construam de forma
conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando de maneira
participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas
distribuídos exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois
não podem recorrer aos mecanismos de controle da qualidade fornecidos por
sistemas administrativos centralizados.”
A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de
diferentes segmentos, estuda, propõe, gere e acompanha as ações de
melhoria cabíveis e esperadas.
A integração entre o CGQ e a Coordenação permite a rápida captação
de oportunidades de melhoria.
O retorno dos resultados é feito através de:
•
•
•
•
•
Divulgação dos resultados gerais para os Cursos;
Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso,
através de documento contendo a análise individual do
desempenho;
Reuniões com o corpo administrativo;
Reuniões com o corpo docente;
Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de
melhorias efetivadas e a serem efetivadas.
100
14. INSTALAÇÕES FÍSICAS
14.1. CATEGORIA DE ANÁLISE: INSTALAÇÕES GERAIS
14.1.1.Sala de professores e sala de reuniões
A FAJ – Faculdade de Jaguariúna possui uma sala de professores,
equipada com 10 computadores com acesso a internet, ao sistema acadêmico,
impressora, telefone e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas,
cadeiras e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade
necessária às atividades desenvolvidas. Anexo à sala dos professores está
instalada a sala de Apoio Docente, proporcionando apoio estrutural aos
docentes, tal como agendamentos de material áudio visual, agendamentos de
laboratórios, distribuição de informativos, ... . É disponibilizada ainda uma sala
de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso
depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente
iluminadas, ventiladas, com ar condicionado e com as dimensões necessárias
ao bom desenvolvimento das atividades do curso.
14.1.2.Gabinetes de trabalho para professores
A Coordenação do Curso está instalada em uma sala de 120,0 m2,
compartilhada com as Coordenações de outros 20 Cursos instalados no
Campus, com computador para acesso à internet e acesso a rede sem fio,
mesa, ramal telefônico, armários para a guarda de documento e demais
acessórios pertinentes à sua atividade, impressora compartilhada e secretárias
que lhes proporcionam apoio técnico-administrativo. Os integrantes do NDE e
os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica com 6,0
m2, localizada em sala anexa, também com computador com acesso a internet,
ramal telefônico, acesso a rede sem fio e apoio técnico-administrativo.
14.1.3.Sala de aula
A Estrutura física do Campus é dividida em blocos, sendo que as salas
de aulas estão estabelecidas em 5 blocos interligados de dois pavimentos
(térreo e primeiro andar) com acesso por escadas e rampas. Todas as salas de
aula estão equipadas com carteiras estofadas em excelente estado de
conservação e/ou cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de
iluminação externa, lousa, ventiladores, tomadas para a instalação de
equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre
outros) e tela de projeção. Possuem iluminação com lâmpadas fluorescentes
em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. As salas são de
tamanhos variados permitindo a acomodação de 25 a 50 alunos cada.
101
14.1.4.Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A IES possui atualmente 412 computadores para o acesso dos alunos,
todos com acesso a internet, distribuídos em oito laboratórios de informática,
biblioteca, sala de orientação de TCC e laboratórios específicos.
No turno de funcionamento do Curso de Engenharia de Controle e
Automação (noturno) a IES possui 2500 alunos, resultando numa proporção
de um terminal para 6 alunos. Contudo os alunos podem acessar a rede
wireless disponível em toda a área das salas de aulas, biblioteca e laboratórios
específicos.
Para as matérias específicas do Curso de Engenharia de Controle e
Automação, a Faculdade se preocupa em disponibilizar 1 computador por
aluno.
14.1.5.Registros Acadêmicos
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com
funções não-docentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços
necessários ao bom funcionamento dos diversos setores da Faculdade.
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de
Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa
está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma
de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de
Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações,
além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM
transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira,
contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP
(Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e
recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema
divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios,
Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores,
coordenadores de curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os
apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através dos módulos Portal,
Classisnet e Agilis.
Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo
Biblios permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos;
cadastrar editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios
definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos,
retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo
diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por
atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir
relatórios variados.
102
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar
informações importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e
financeira, utilizando diferentes módulos.
A FAJ - Faculdades de Jaguariúna possui 26 laboratórios específicos
para os cursos da Instituição, bem como um hospital veterinário, um prédio
para as atividades Interclínicas da área da saúde, um hotel para as atividades
dos curso de turismo e hotelaria.
14.2. BIBLIOTECA
14.2.1.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA
A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Controle e
Automação, possui um acervo indicado na referência básica do projeto
pedagógico e nos planos de ensino, que atende as disciplinas do Curso em
quantidade suficiente. Vale dizer que, em 2005, no momento em que o Curso
protocolou o seu reconhecimento, era feita a indicação de 02 (dois) títulos para
a bibliografia básica. Entretanto, tendo em vista a recomendação dada pelo
novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada
disciplina passou a indicar 03 (três) títulos para a bibliografia básica, sendo
alocados 1 exemplar para cada 10 alunos, assim, o Curso conta com títulos e
volumes suficientes para atender à demanda e a biblioteca possui um vasto
acervo para atender as necessidades de formação, com literatura e obras de
apoio.
A Biblioteca da Faculdade está totalmente informatizada, desde a
aquisição até o empréstimo. O acervo pode ser consultado através de terminais
de microcomputadores disponíveis, podendo ser consultado por autor, título,
assunto, coleção, editora. A obra interessada deverá ser solicitada no balcão
de atendimento ao público para ser retirada.
A Faculdade propicia ao corpo docente e discente, o acesso livre às
redes de informações, ao site da Faculdade na Internet, através de todos os
laboratórios de informática e junto à biblioteca, com seu sistema interno
informatizado, onde o aluno pode obter informações pelo sistema on-line.
Além disso, os alunos também tem acesso ao COMUT Sistema de
Comutação Bibliográfica. A atualização do acervo é realizada continuamente,
em função de verba disponível mensalmente no planejamento econômico
financeiro, e sistematicamente no mês de outubro, através de um trabalho
conjunto entre a biblioteca e os professores, onde são indicados livros textos e
bibliografias complementares, através de formulário próprio para pedido de
aquisição.
Através dessa indicação, é elaborada uma lista padronizada para
cotação de preço pelos fornecedores. A aquisição é feita em 05(cinco) dias
úteis, conforme disponibilidade das obras nas editoras, e após a aprovação da
103
Diretoria. No decorrer do ano, outras sugestões poderão ser feitas pelos
professores e adquiridas conforme disponibilidade orçamentária.
Essas sugestões são reunidas e organizadas, formando as listas ou
bases de dados de demanda pretendida, que irão constituir a base do processo
de aquisição. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido
material necessário, otimizando a utilização dos recursos financeiros.
14.2.2.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Controle e
Automação, possui um acervo indicado na referência Complementar do projeto
pedagógico e nos planos de ensino, que atende as disciplinas do Curso em
quantidade suficiente. Vale dizer que, em 2005, no momento em que o Curso
protocolou o sua autorização, era feita a indicação de 02 (dois) títulos para a
bibliografia Complementar. Entretanto, tendo em vista a recomendação dada
pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008,
cada disciplina passou a indicar 05 (cinco) títulos para a bibliografia
Complementar, sendo alocados no mínimo 2 exemplares para cada título.
14.3. LABORATÓRIOS
Atualmente o Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, conta
com 11 laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade
específica do Curso e atender as habilidades e competências pertinentes às
disciplinas:
QT
02
01
01
02
01
01
01
01
01
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
Laboratório
de
de
de
de
de
de
de
de
de
Física
Química
Fluído Mecânica e Águas
Informática e CAD/CAM/CAE
Processos de Fabricação/Metrologia
Controle e Automação
Circuitos Digitais/Redes
Robótica e Automação
Projetos temáticos
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E CAD/CAM/CAE
50 Computadores em rede – acesso à internet
20 Kits NATIONAL 6009 – Aquisição de dados Instrumentação
15 KITS PIC 16F877A
20 KITS FPGA - ALTERA
Relação de Softwares:
•
•
•
•
OFFICE
MSPROJECT
MPLAB
WINPIC
Capacidade
40 alunos
40 alunos
40 alunos
50 alunos
40 alunos
40 alunos
40 alunos
40 alunos
40 alunos
104
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
SOLID EDGE
NX
LABVIEW
SISTEMA PARA AQUISIÇÃO DE DADOS NI6009
SOLID WORK
QUARTUS
MAX PLUS
ROBOT STUDIO 4.0
SciLab
Python
DEV C
RSLOGIX – ROCKWELL
RSVIEW - ROCKWELL
LABORATÓRIO DE PROCESSOS DE FABRICAÇÃO/METROLOGIA
01 Centro de Usinagem - CNC
03 Tornos
01 Mini torno
01 Serra Circular
05 Serra Mármores manual
10 Serra tico tico manual
01 Serra Fita
01 Prensa hidráulica
01 Compressor
01 Máquina de solda
50 Rebitadeira Manual
10 Escalas de Aço
10 Conjuntos de esquadros
10 Micrômetros Analógicos
05 Micrômetro Digital
20 Paquímetro Analógico
15 Paquímetro Analógico
05 Relógios Apalpadores
10 Relógios Comparadores
02 Lixadeiras
12 Retífica manual
05 Serra manual
10 Furadeira Manual
10 Bases Magnéticas leve
10 Bases Magnéticas pesadas
LABORATÓRIO DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
01 Bancada Pneumática FESTO
01 Bancada Hidráulica - REXROTH
50 CLP ROCKWELL 1100
12 CLP ROCKWELL 1500
10 IHM TOUCH SCREEN COLOR ROCKWELL
30 Cartões de Input Digital ROCKWELL
30 Cartões de Output Digital ROCKWELL
30 Cartões de Input Analógico ROCKWELL
30 Cartões de Output Analógico ROCKWELL
10 Controlador de Temperatura
10 Controlador de Pressão
105
80 Placas SBSERVO CONTROL
15 Placas SBSTEPMOTOR
60 Cartões PONTE H
50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Indutivo
50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Capacitivo
50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Magnéticos
90 Conjuntos de Sensores Barreira Óptica
50 Conjuntos de Sensores Infra vermelho
50 Conjunto Sensor Temperatura
20 Sensor de Temperatura encapsulado
20 Sensor de Pressão
02 Encoders
20 Conjunto Sonar
20 Rádio Controle
08 Kits Servo Motor Industrial MITSUBISHI
150 Sensores de Nível
20 Câmeras Wireless
02 Tacômetros
10 Inversores de Freqüência
10 KITs PWM DC
10 KITs acionamento motor AC
02 KIT Acionamento Motor AC
500 Servo motores - aeromodelismo
80 Motores DC 12 Volts Bosch
50 Motores DC 24 Volts Bosch
150 Motores 12 Volts com redutor
40 Motores de passo
10 Motores AC (1 HP)
25 Alternadores
22 Bicicletas
40 FONTES DE ALIMENTAÇÃO 24 Volts
40 Kits de ferramentas
02 Furadeiras de Bancada
01 Chapa Aquecedora
01 Mufla
01 Prensa Metalográfica
01 Conjunto de peneiras granulométricas
01 Conjunto de moldes para ensaios de materiais
01 Microscópio metalográfico
LABORATÓRIO DE CIRCUITOS DIGITAIS/REDES
15 Computadores
16 Osciloscópios
30 Fontes de Alimentação MINIPA
18 Geradores de Função MINIPA
15 KITs Didáticos 500 experiências MINIPA
15 Protoboards
20 Multímetros Digitais
10 Inversores de Freqüência – com placa de rede
10 Controlador de Temperatura – com placa de rede
10 Controlador de Pressão – com placa de rede
10 cartões rede DEVICE NET
05 SCANER DEVICE NET
10 CARTÕES RS485
10 CARTÕES ETHERNET
106
LABORATÓRIO DE ROBÓTICA E AUTOMAÇÃO
01 Robô ABB IRB 2400
02 Garras
02 Ventosas
01 Compressor
12 Bancadas experimentais
10 Computadores
01 Compressor
07 Esteira transportadores
02 Furadeiras de Bancada
50 Licenças do Software ROBOT STUDIO
LABORATÓRIO DE PROJETOS TEMÁTICOS
Laboratório destinado à montagem dos projetos temáticos.
Equipamentos devem ser requisitados no almoxarifado.
Material compartilhado com outros laboratórios.
04 Bancadas
40 Banquetas
LABORATÓRIO DE FÍSICA PARA ENGENHARIA I, II E III
01 Kit Didático para Plano Inclinado (três experimentos)
01 Kit Queda Livre (três experimentos)
10 Conjunto de Termodinâmica (nove experimentos)
10 Kits Dilatômetro (6 experimentos)
10 Conjunto de Mecânica Estática (vinte e seis experimentos)
01 Conjunto de Física Geral
01 Kit de Óptica (vinte e sete experimentos)
01 Gerador de VanderGrath
EQUIPAMENTOS COMPARTILHADOS COM LABORATÓRIO DE CIRCUITOS DIGITAIS
15 Computadores
16 Osciloscópios
30 Fontes de Alimentação MINIPA
18 Geradores de Função MINIPA
15 KITs Didáticos 500 experiências MINIPA
15 Protoboards
20 Multímetros Digitais
10 Inversores de Freqüência – com placa de rede
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
20 Microscópios – Setor de Morfologia
20 KITs - Conjuntos de Vidraria (frascos, Beker, pipetas, tubo ensaio, funil, ... )
20 KITs – Ferramental Laboratório (Espátulas, suporte , bico de Bunsen, estantes para tubos,
... )
10 Termômetros
02 Dessecador
01 Capela de exaustão de gases
01 Destilador
03 Centrífuga
107
10 BALANÇA CAP 3 KG
02 BALANÇA DIGITAL P/BOX
01 BALANÇA ANALÍTICA ELÉTRICA
04 BALANÇA ELETRICA DIGIPESO
06 BALANÇA SEMI ANALITICA
01 Mufla
01 Estufa
04 Espectrofotômetro
01 Autoclave
02 PhMETRO de Bancada
LABORATÓRIO DE FLUIDO MECÂNICA/ÁGUAS
01 Bancada Hidráulica
50 Reservatórios plásticos para experiências
60 Sensores de nível de água
40 Bombas de água
20 Balizas
01 Capela
01 Centrífuga
01 Condutivímetro de Bancada 600
01 Condutivímetro de Bolso
01 Estação Metereológica portátil
01 Estufa de BOD
01 Estufa de Esterilização e Secagem
01 Fotômetro de Chama
01 JAR TEST
01 LUXIMETRO DIGITAL
01 Mapoteca 5 GAVETAS
10 MIRA
10 Teodolitos
10 Tripes
01 Moinho Analítico
01 OXIMETRO DE BANCADA
01 OXIMETRO DE CAMPO
01 PhMETRO DE BOLSO
01 Agitador de ERLENMEYER
20 GPS
01 Infiltrômetro
04 Kits de Peneiras Granulométricas
14 Tensiômetros
15. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
Não é desejável que o estudante do Curso Superior de Engenharia de
Controle e Automação seja simplesmente convidado a freqüentar aulas
ministradas segundo os termos universitários comuns, reunindo, por essa
maneira, os créditos necessários para o recebimento de um diploma. O aluno
não pode ser simplesmente ouvinte, mesmo nas áreas das ciências e nas
criações tecnológicas.
O estudante é o protagonista principal do processo de desenvolvimento
e busca do conhecimento. A curiosidade e a observação devem ser marcas
permanentes do corpo discente. O profissional contemporâneo é capaz de
108
aprender a aprender. A FAJ entende que a educação é um processo
permanente que se estende ao longo da vida e em espaços multivariados.
Como decorrência desta percepção o processo ensino-aprendizagem deve ser
dinâmico, interativo e construtivo. Daí a importância de se abrir espaços para a
promoção da educação entendida em seu sentido mais amplo. As atividades
complementares se inserem neste escopo e privilegiam a construção de
saberes, experiências, conhecimentos, habilidades, competências e destrezas
nos formandos. São fontes essenciais de aprendizado e contribui para que os
formandos elaborem uma visão abrangente da sua área de formação e das
interfaces dela com outras áreas do conhecimento.
Entende-se que a educação se constitui num processo complexo, o qual
relaciona a formação e desenvolvimento pessoal, além das habilidades
profissionais e valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter
coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Contudo, a
responsabilidade social no ensino se configura como um elemento
eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas nas quais
as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e
sustentável do país, pautadas por ações éticas referências, sendo criativos na
articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A
responsabilidade social no ensino se expressa, com a intenção de assegurar
uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios
éticos, humanísticos e de sensibilidade social.
Neste sentido, a FAJ, por meio dos processos de ensinar e aprender
preconiza-se o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma
série de princípios, expressos no Projeto Pedagógico Institucional como:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Desenvolver uma educação de qualidade para a formação de
profissionais críticos e responsáveis;
Educar para a cidadania ao oferecer um local permanente para o
aprendizado, através do exercício da ética e do rigor científico;
Produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e
aplicações, preservando a vida;
Promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua
profissão, contribuindo com o desenvolvimento humano e a
construção da paz;
A responsabilidade social do ensino se expressa no Projeto
Pedagógico, apresentando visibilidade por meio de uma série de
ações como:
Incentivo ao desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso
que possibilitem a inovação tecnológica, interação e a integração dos
estudantes com a sociedade;
Promoção do engajamento dos estudantes através de atividades
sociais por meio da de estágio curricular supervisionado;
Desenvolvimento de valores éticos de cidadania, tolerância e
dignidade;
Criação de situações que propiciem o desenvolvimento da
capacidade de analisar situações do cotidiano;
109
•
•
Execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa que
promovam a educação;
Incentivo à realização de estágios e atividades extracurriculares,
assim como a participação em eventos específicos da área ou de
formação complementar, buscando seu aprimoramento profissional e
pessoal (capacidade de expressão e comunicação interpessoal).
Nesta perspectiva, devem ser inseridas as atividades de cunho
comunitário e de interesse coletivo. A FAJ disponibiliza sua imagem, seu poder
de comunicação institucional e uma parcela de seus recursos e de seus
talentos, em busca da transformação social da comunidade em que está
inserida, o que só é possível através da interação articulada e consciente entre
a comunidade de negócios, organizações não-governamentais, a sociedade
civil e os setores públicos e privados. Neste contexto, a responsabilidade social
tem a dimensão de uma gestão estratégica, possibilitando a identificação e o
trabalho a favor de causas sociais relevantes. Podemos destacar os projetos
de extensão e atividades sociais desenvolvidos em parceria com a Motorola,
FEAC, Embrapa, Centro Corsini, La Rondine, Prefeitura Municipal de
Jaguariúna, SESI e EPTV Campinas.
Projetos desenvolvidos:
Faculdade Aberta da 3a. Idade
A Faculdade Aberta da Terceira Idade da FAJ teve início em maio de
2001. O seu principal objetivo é resgatar a vida ativa dos indivíduos da melhor
idade, estabelecendo e aprimorando novas relações sociais, através da
promoção do bem-estar físico e intelectual deste público. O idoso é estimulado
para abandonar o seu estado de exclusão e resgatar o compromisso com a
vida, assumindo o seu lugar de cidadão.
As atividades desenvolvidas estão organizadas em módulos, que
englobam informática, psicologia, atividade física, turismo, economia, história,
cultura e lazer, atualidades, nutrição e a própria história de vida dos
integrantes, favorecendo, principalmente, a atualização do conhecimento, a
troca de informações e o estabelecimento de novas relações sociais.
Alfabetização de jovens e adultos
O Programa visa alfabetizar jovens e adultos que não tiveram acesso à
escolarização formal na idade própria. O Programa foi iniciado em setembro de
2003, seguindo as diretrizes do Programa de Alfabetização e Inclusão (PAI) da
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O Programa engloba a
alfabetização em língua portuguesa (domínio de habilidades mínimas de leitura
e escrita centradas na função social da língua) e em matemática (domínio das
operações fundamentais, resolução de problemas simples, algoritmo).
Os objetivos gerais do Programa compreendem a inserção do alfabetizando
numa realidade que abrange:
110
•
•
a sociabilidade: desenvolve as relações interpessoais de colaboração
e solidariedade;
a independência e organização para o trabalho – desenvolve a
autonomia e a capacidade de organização; e, - o conhecimento da
realidade - construção e aquisição de conhecimentos informais e
científicos, que promovam o crescimento pessoal, cultural, social e
afetivo; desenvolvimento do senso crítico, da capacidade de
argumentação, das diferentes formas de linguagem, imaginação e
criatividade; percepção de suas características físicas, capacidades e
habilidades.
Trote Solidário
Desde 2002, a FAJ criou o “Trote Solidário” que, além de integrar os
alunos no início do ano letivo, atinge a meta de contribuir para o benefício da
população de Jaguariúna, substituindo o conhecido trote dos calouros. A
iniciativa foi uma união de esforços e idéias entre coordenadores e alunos da
faculdade.
As ações têm se moldado com o intuito de arrecadar e doar alimentos para as
entidades beneficentes do município, seja através de gincanas, parcerias com
outras entidades, ou ações voluntárias.
Grupo de Estudo 5R
A melhoria da qualidade de vida, através da reciclagem e recuperação
de materiais sólidos é a proposta do Grupo de Estudos 5R, formado com a
iniciativa de professores da FAJ. A proposta é repensar os hábitos de consumo
e descarte, reduzir a geração do lixo e do desperdício, recuperar os materiais,
com coletas seletivas, e reutilizar os bens de consumo, através da durabilidade
e do reparo destes bens.
A participação está aberta para a comunidade interna e convidados
representantes da comunidade local. Os encontros acontecem toda terça-feira,
das 18 às 19 horas, no campus I da FAJ – sala 1, localizado à Rua Amazonas,
504, Jd. Dom Bosco.
Curso de Extensão: Docência no Ensino Superior
O curso de extensão “Docência no Ensino Superior”, desenvolvido pelo
FOCO, grupo interno da instituição que realiza estudos relacionados a
potencialização do processo ensino-aprendizagem, abre inscrições a partir de
24 de fevereiro de 2005 para nova turma.
Objetivos:
•
Promover e aperfeiçoar a formação pedagógica dos docentes da
FAJ, com base teórica e metodológica que permita o
111
•
•
desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o
exercício da docência;
Proporcionar aos docentes subsídios para refletirem sobre a ação
educativa
oferecendo
informações
e
condições
para
elaboração/execução de propostas significativas, contribuindo para a
redimensão do contexto escolar e da ação docente;
Propiciar o desenvolvimento de reflexões sobre educação nos seus
diferentes processos, envolvendo os contextos: histórico, filosófico,
sociológico e cultural.
Público Alvo: Professores e Coordenadores da FAJ, de todas as áreas
Corpo Docente: Formado por Doutores e Mestres qualificados e com ampla
experiência acadêmica
Duração: 04 (quatro) meses
Carga Horária Total: 60 (sessenta) horas
Devem também ser privilegiadas atividades de monitoria acadêmica e de
iniciação tecnológica que propiciem a participação do estudante na vida da
Instituição. A partir dessa visão, pretende-se possibilitar ao aluno a integração
de conhecimentos das disciplinas do Curso através do desenvolvimento de
projetos práticos e interdisciplinares.
As atividades complementares são regulamentadas pela Resolução COP
16/2003 e pela Instrução Normativa DG nº 01/2003.
Projeto de Desenvolvimento Discente
Os alunos ingressam na faculdade através de processo seletivo ou pela
utilização da nota do ENEM, a partir do momento da sua matricula no curso, o
aluno tem ao seu dispor várias frentes de atendimento, cujo objetivo é orientálo durante o seu percurso acadêmico. O coordenador do curso acompanha o
aluno durante todo o curso e orienta-o em relação às suas decisões e
definições acadêmicas. O atendimento ao aluno pelo coordenador do curso é
primordial na política institucional.
Em relação às informações acerca do desenvolver e do controle de sua
vida acadêmica, o aluno tem na CA (Central de Atendimento) todo o suporte
necessário, além da possibilidade de consulta de notas, freqüência, materiais
disponibilizados pelos professores, no item Registros Acadêmicos.
O PROE – Programa de Orientação ao Estudante - é um programa
desenvolvido pela Faculdade de Jaguariúna com o intuito de auxiliar os
estudantes em suas necessidades acadêmicas e profissionais.
Através de ações do PROE, logo no primeiro semestre do curso, o aluno
passa por um processo de nivelamento na área de Língua Portuguesa,
Matemática e Inglês. Nos cursos de Engenharia são oferecidas as disciplinas
de Física e Química se houver necessidade, assim como acrescentar
nivelamentos existentes em outros cursos e diferentes dos citados. Este
processo tem como objetivo procurar sanar qualquer tipo de defasagem trazida
pelo aluno e que possa vir influenciar no desenvolvimento de competências e
112
habilidades do aluno no decorrer dos semestres iniciais do curso,
principalmente pela falta de conhecimentos conceituais e procedimentais
básicos necessários.
O apoio ao aluno é considerado uma questão de prioridade dentro da
Instituição. Pesquisas recentes realizadas em algumas Universidades do país
têm demonstrado que os estudantes que participam de programas de
orientação estudantil possuem índices de rendimento acadêmico superior em
relação aos demais alunos. Estes dados estimulam na manutenção, ampliação
e busca de novas alternativas para o programa.
Ações do PROE:
•
•
•
•
•
Projeto de Desenvolvimento Acadêmico Discente, oferecendo
gratuitamente aos alunos da FAJ cursos de Inglês, Informática e
Desenvolvimento Pessoal em horários pré e pós-aula;
Auxílio especializado em orientação de estudos;
Disponibilização de textos para orientação profissional e de estudos;
Cursos e palestras;
Banco de currículos on-line.
Entre as diversas atividades realizadas o PROE se destaca por oferecer:
•
•
•
•
•
•
•
•
Orientações de estudos
Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional
Orientação profissional
Cursos de língua estrangeira
Programas de aperfeiçoamento: informática, matemática, leitura e
interpretação de textos, redação técnica
Promoção de cursos, palestras e workshops
Curso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
Dinâmicas de grupo
Voltado ao curso de Engenharia de Controle e Automação, o PROE
oferece aos alunos, diversos cursos básicos, voltados ao nivelamento de
conhecimento por parte dos mesmos, e que são oferecidos na forma de préaula (durante a semana das 18hs as 19hs) ou aos sábados (no período
matutino ou vespertino):
•
•
•
•
•
•
•
•
Matemática Básica
Cálculo – revisão de conteúdos das disciplinas: Cálculo Aplicado à
Automação I e II
Sistemas CAD - SolidEdge, SolidWorks, NX/NASTRAN
Calculadora HP 48G+, 49G+ e 50G
Eletrônica Básica
Informática Básica
Lógica de Programação
CLP (Computador Lógico Programável)
113
•
•
Redação Técnica – atividade Instrumental focada no auxílio à
elaboração de artigos técnicos
Programa de monitoria: matemática e informática
O atendimento ao discente também está focado no fomento para seu
percurso acadêmico, esclarecendo e promovendo os seguintes programas de
bolsas de estudo:
•
Financiamento Estudantil (FIES): destinado aos estudantes
regularmente matriculados em instituições de ensino superior, não
gratuitas, que estejam devidamente credenciadas no programa e
com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.
•
Programa Escola da Família: Concedida pela Secretaria de
Educação do Estado de São Paulo, que tem por objetivo abrir as
portas das escolas estaduais nos finais de semana oferecendo
atividades de cultura, esporte, saúde e qualificação profissional para
alunos, pais, professores e comunidade do entorno de cada escola.
Para realizar tais atividades, o Programa conta, entre outros
profissionais com educadores universitários (bolsistas).
•
ProUni (Programa Universidade para Todos): programa de bolsas
criado pelo Governo Federal que possibilita o acesso de milhares de
jovens de baixa renda à educação superior, em instituições privadas
de educação superior.
•
ProUni Municipal programa de bolsas de estudos junto a Prefeitura
Municipal de Jaguariúna.
•
Bolsa Monitoria: vinculadas a uma disciplina ou a uma atividade
acadêmica, na qual o aluno é acompanhado por um docente e, deve
cumprir uma determinada quantidade de horas na instituição.
•
Bolsa Parentesco: aplicadas nas mensalidades de alunos que
tenham irmãos, filhos ou cônjuge matriculados na mesma unidade de
ensino.
•
Bolsa Desenvolvimento: desconto aos alunos que cursarem mais de
um curso de graduação (aplicado no segundo curso) ou pósgraduação.
•
Convênio
Empresa:
convênios
firmados
com
empresas,
organizações ou órgãos públicos beneficiam colaboradores e
dependentes diretos (cônjuge e filhos) com descontos especiais.
•
Bolsa de Pesquisa e Iniciação Científica (PIC): destinada ao
desenvolvimento de pesquisa visando à iniciação científica. Nesta
modalidade de bolsa, o aluno é orientado por um docente a fim de
produzir seu trabalho científico.
114
A FAJ possui o Programa de Iniciação Cientifica – PIC - que é um
instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação, na pesquisa
cientifica. É uma possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto
com a atividade científica engajando-o a pesquisa. Assim, a Iniciação Científica
caracteriza-se como um instrumento de apoio teórico e metodológico para
realização de um projeto de pesquisa , constituindo deste modo, um canal
adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno.
Além disso, a FAJ proporciona e incentiva a participação de docentes e
discentes no Encontro de Iniciação Científica – ENIC, que constitui-se em
um espaço privilegiado para apresentação e discussão de saberes nas
diversas áreas do conhecimento afins com os cursos de graduação e pósgraduação das diversas faculdades integrantes do Grupo Polis Educacional:
Faculdade Max Planck, Faculdade de Jaguariúna – FAJ, Faculdade Politécnica
de Indaiatuba, Faculdade Politécnica de Sumaré, Faculdade OPEP e
Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp).
Ainda, neste sentido é incentivada a partição dos docentes e discentes
no Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC, que tem por
objetivo identificar talentos e estimular a transformação de idéias em
realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos campos da Ciência e da
Tecnologia.
Existem outras atividades do PROE que são disponibilizadas pelo Portal
da Faculdade, tais como:
•
•
•
•
•
•
•
Participações em eventos externos: estimular a participação dos
alunos nos eventos externos, promovendo assim a interação entre
alunos e comunidade;
Workshop institucional: informações sobre eventos dos diferentes
cursos;
Orientação aos Estudos: dicas para organizar agenda e definir
método de estudo;
Indicação de locais para alimentação próximos da faculdade;
Indicação de linhas de ônibus e transportes alternativos;
Informações sobre vagas de Estágio e Convênio Acadêmico com
empresas públicas ou privadas com objetivo de proporcionar o
Estágio Curricular aos alunos;
Links interessantes para pesquisa e informações acadêmicas.
O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via
email para a divulgação de cursos de pós-graduação, visando criar um
mecanismo de apoio e formação continuada para os formados, como também
de pesquisas feitas pela Comissão de Avaliação Institucional, na intenção de
verificar como foi à preparação profissional promovida pelo Curso, num tempo
de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e conhecer as inserções no
mercado de trabalho.
115
Projeto Incubadora de Idéias – PROIDEA
O Projeto Incubadora de Idéias – PROIDEA é mais uma ação da
Faculdade de Jaguariúna – FAJ para a aplicação dos conceitos desenvolvidos
em suas atividades acadêmicas e projetos empresariais e sociais.
O Projeto Incubadora de idéias oferece as condições e facilidades
necessárias para o surgimento e crescimento de novas empresas e negócios,
gerando empregos, renda e desenvolvendo a cultura empreendedora nas
comunidades em que estão inseridas. Dados da pesquisa Panorama 2003,
divulgados pela ANPROTEC (Associação Nacional das Entidades Promotoras
de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas), apontam que no Brasil
houve a criação de 8.600 postos de trabalho por 1.500 empresas abrigadas em
207 incubadoras. Outros 1.600 postos de trabalho são gerados pelas gestoras
das incubadoras, totalizando 10.200 empregos.
As estatísticas do SEBRAE apontam que 90% das empresas incubadas
sobrevivem após os primeiros anos de atividade. Estatísticas de incubadoras
americanas e européias indicam que a taxa de mortalidade entre empresas que
passam pelo processo de incubação é reduzida a 20% contra 70% detectado
entre empresas nascidas fora do ambiente de incubadora.
Entre as várias razões que ocasionam essa elevada taxa de
mortalidade, o SEBRAE detectou problemas gerenciais como a principal.
Outras razões, citadas pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado
de São Paulo – SIMPI, não menos importantes, são as dificuldades
burocráticas, que incluem uma legislação complexa, exigente e que acarreta
altos custos burocráticos, tributários, de produção e de comercialização, além
das dificuldades concorrenciais para os micros e pequenos empresários que
atuam em mercados oligopolizados, onde grandes empresas ditam prazos e
condições de pagamento para a aquisição de produtos e fornecimento de
insumos.
A Incubadora propicia vantagens para as empresas abrigadas, mas
também para a economia da região, pois produz pesquisa, desenvolvimento e
valor agregado. Trata-se de um programa de fomento do desenvolvimento
industrial e econômico, impulsionando a geração de microempresas,
aumentando os índices de emprego e renda, contribuindo para a atratividade
econômica do município. Também a longo prazo será observado um aumento
gradual na arrecadação local de impostos, na medida em que as empresas se
consolidarem e deixarem a incubadora, graduando-se e passando a participar
agressivamente no mercado. Além disso, pequenas indústrias regionais em
declínio, mas que apresentem algum potencial de recuperação, poderão ser
revitalizadas e aumentarem as chances de se manterem competitivas.
A Incubadora oferece, para as empresas em fase de incubação,
assessoria técnica e empresarial, através de corpo docente altamente
qualificado, para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos e serviços,
tornando-se catalisadora do processo de criação de novos empreendimentos.
116
A incubação de idéias é um processo dinâmico de desenvolvimento de
negócios. As incubadoras auxiliam novas empresas a sobreviver e crescer
durante os primeiros anos de sua existência, período em que se observa o
maior número de fechamento e falências de novos negócios, tornando-se
assim um importante instrumento do desenvolvimento tecnológico e
crescimento econômico de nossa região. A incubada tem a responsabilidade
de buscar sua inserção no mercado, procurando auferir lucros e
competitividade.
O Objetivo principal da Incubadora de Idéias é oferecer o suporte
necessário aos alunos da FAJ para produzir empresas técnica e
administrativamente preparadas para enfrentar o mercado. O período de
permanência de uma empresa na incubadora pode variar de 1 a 3 anos,
durante os quais os empreendedores são treinados e capacitados para
compreender seu mercado, administrar suas empresas e gerar as ações
necessárias a sobrevivência de seus negócios.
Objetivos Acessórios:
•
•
•
•
Incentivar o espírito empreendedor e abrir espaços para novas
lideranças;
Realizar estudos e elaborar diagnósticos e relatórios sobre
assuntos específicos inseridos em sua área de atuação;
Valorizar alunos e professores da FAJ no mercado de trabalho e
no mundo acadêmico;
Promover um ambiente sugestivo à “insights”, ampliando a visão
sistêmica e estratégica de negócios.
Missão
Apoiar o nascimento e/ou o fortalecimento de empresas, de forma a
atender demandas de mercado através da geração de novos produtos,
processos, mercados e modelos de gestão diferenciados, contribuindo para o
desenvolvimento regional e melhoria da qualidade de vida da população.
Compromissos
•
•
•
•
•
Com a sociedade;
Com a preservação do meio ambiente;
Com a segurança das pessoas e patrimônio;
Com a otimização de recursos;
Com a valorização do trabalho e resultados.
117
16. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente documento trata do projeto de implantação e execução do
Curso de Engenharia de Controle e Automação, sofrendo, durante a sua
execução, constante atualização.
Para tanto são realizadas constantes reuniões com o corpo docente,
com os órgãos colegiados e com os discentes para que este Projeto seja fruto
de um trabalho coletivo com participação efetiva de todos os membros da
comunidade acadêmica. Assim as contribuições ao presente documento, com
vistas a melhorar o conteúdo, a apresentação, as práticas e/ou procedimentos
para otimização do processo ensino-aprendizagem são sempre muito bemvindas.
Em síntese, busca-se a elaboração de um Projeto Pedagógico para um
curso de Engenharia de Controle e Automação comprometido com uma
formação sólida nas áreas básicas da Engenharia, permeado de
conhecimentos de Instrumentação, Controle e Automação de Processos
Contínuos e Discretos, atento às exigências e características do mercado
trabalho regional e nacional, norteado pelas recentes Diretrizes Curriculares
para os Cursos de Engenharia.
118
ANEXO – CORPO DOCENTE
119
CORPO DOCENTE – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO
PROFESSOR
TITULAÇÃO
DISCIPLINA
SEM.
REGIME DE
TRABALHO
André Mendeleck
André Luis Helleno
Angela M.M. Peral Valente
Carlos Alberto Cocozza
Doutor
Doutor
Doutor
Mestre
Simoni
Douglas Ricardo Norberto
Edson Anício Duarte
Geovane Ferreira Gomes
Geraldo Gonçalves Delgado
Doutor
Mestre
Mestre
Doutor
Neto
Microcontroladores
8º.
Introdução à Robótica Industrial
10º.
Processos de Fabricação
5º.
Manufatura Aux. Por Computador
8º.
Planejamento e Contr. Da Produção e da Manutenção
9º.
Manufatura Integrada por Computador
10º.
Engenharia Ambiental
2º.
Química Tecnológica
3º.
Informática I
1º.
Informática II
2º.
Probabilidade e Estatística
4º.
Metodologia da Pesquisa Científica
8º.
Mecânica dos Fluidos
5º.
Termodinâmica e Transf. de Calor e Massa
7º.
Sistemas Fluidomecânicos
8º.
Projetos Temáticos – Controle Digital
3º.
Controle Hidráulico e Pneumático
6º.
Projetos Temáticos – Engenharia Integrada I
8º.
Projetos Temáticos – Engenharia Integrada II
9º.
Gestão de Empresas e Empreendedorismo
7º.
Estágio Supervisionado
9º.
TCC II
10º.
Comunicação e Relac. Interpessoal
10º.
Fundamentos de Eng. de Controle e Automação
1º.
Projetos Temáticos – Estruturas
2º.
Projetos Temáticos – Materiais
4º.
Integral
Integral
Integral
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
TCC I
9º.
Hélio de Oliveira Massa
Especialista
Direito, Legislação e Ética Aplic. à Engenharia
9º.
Integral
Jairo AP. Martins
Doutor
Resistência dos Materiais
3º.
Parcial
Metrologia
4º.
Elementos de Máquinas
5º.
João Carlos Gabriel
João Carlos Teles R. da Silva
Mestre
Mestre
Ergonomia e Segurança do Trabalho
8º.
Eletrônica I
5º.
Eletrônica II
6º.
Automação Industrial
7º.
Redes de Comunicação Industrial
10º.
Circuitos Lógicos
1º.
Circuitos Digitais
3º.
Sistemas Digitais
6º.
Instrumentação II
7º.
Parcial
Parcial
120
PROFESSOR
TITULAÇÃO
DISCIPLINA
SEM.
REGIME DE
TRABALHO
Márcio da Silva Moura
Marcos Antonio Porta
Mestre
Doutor
Saramago
Mário Uliani Neto
Nádia Dolores Gimenes
Rodrigo Gontijo de Alvarenga
Thales Coelho Borges Lima
Valdomiro Plácido dos Santos
Vanessa Cristina Cabrelon
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Materiais para Engenharia
4º.
Fundamentos da Dinâmica
5º.
Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos
6º.
Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos
7º.
Mecânica Geral
2º.
Projetos Temáticos – Máquinas
5º.
Projetos Temáticos – Controladores
6º.
Projetos Temáticos – Controle da Manufatura
10º.
Análise e Processamento de Sinais
7º.
Sistemas de Controle I
8º.
Sistemas de Controle II
9º.
Controle de Processos
10º.
Matemática para Engenharia II
2º.
Matemática para Engenharia III
3º.
Cálculo Numérico
4º.
Engenharia Econômica
5º.
Física para Engenharia I
1º.
Física para Engenharia II
2º.
Física para Engenharia III
3º.
Atividades Complementares I
1º.
Atividades Complementares II
2º.
Atividades Complementares III
3º.
Atividades Complementares IV
4º.
Atividades Complementares V
5º.
Atividades Complementares VI
6º.
Instrumentação I
6º.
Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas
7º.
Atividades Complementares VII
7º.
Atividades Complementares VIII
8º.
Atividades Complementares IX
9º.
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Integral
Máquinas Elétricas e Acionamentos
9º.
Atividades Complementares X
10º.
Matemática para Engenharia I
1º.
Matemática para Engenharia IV
4º.
Doutora
Comunicação Empresarial
1º.
Integral
Doutor
Desenho Técnico I
1º.
Integral
Desenho Técnico II
2º.
Projeto Auxiliado por Computador
6º.
Mestre
Parcial
Jusevicius
Willian Portilho de Paiva
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proj ped eng controle e automacao - 04122011