FACULDADE DE JAGUARIÚNA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Jaguariúna 2011 V2.2 SUMÁRIO PÁG. 1. INTRODUÇÃO BASES LEGAIS CONCEPÇÃO 2. A INSTITUIÇÃO 2.1. HISTÓRICO 2.2. MISSÃO E OBJETIVOS 2.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 3. O CURSO 3.1. JUSTIFICATIVA 3.2. OBJETIVOS 3.2.1. OBJETIVO GERAL 3.2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 3.3. PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO 3.4. MERCADO DE TRABALHO 3.5. CAMPOS DE ATUAÇÃO 3.6. PERFIL DO EGRESSO 4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1. GRADE CURRICULAR 4.2. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 4.3. ANÁLISE DA GRADE DESENVOLVIDA 4.3.1. DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS POR ÁREAS 4.3.1.1. NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS 4.3.1.2. NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES 4.3.1.3. NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS 4.4. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS ACERCA DO CURSO 5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES 6. INTERAÇÃO TEORIA/PRÁTICA 7. TRABALHOS INTER E TRANSDISCIPLINARES 7.1. METODOLOGIA DE ENSINO CENTRADA EM PROJETOS TEMÁTICOS 7.1.1. PROJETO TEMÁTICO - AVALIAÇÃO 8. ESTÁGIO 8.1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO 8.2. ESTÁGIO EXTRA – CURRICULAR 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 10. PROGRAMA DE VISITAS TÉCNICAS 11. REGIME ESCOLAR E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO 12. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DOS DISCENTE 13. A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E A AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO 14. INSTALAÇÕES FÍSICAS 14.1. CATEGORIA DE ANÁLISE: INSTALAÇÕES GERAIS 14.1.1.SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES 14.1.2.GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES 14.1.3.SALA DE AULA 14.1.4.ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 14.1.5.REGISTROS ACADÊMICOS 14.2. BIBLIOTECA 14.2.1.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA 14.2.2.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 14.3. LABORATÓRIOS 15. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS 17. ANEXO – CORPO DOCENTE 1 1 1 3 3 4 4 6 6 14 14 14 15 16 16 17 19 19 23 64 65 65 66 67 69 70 75 76 77 91 92 92 92 93 93 93 96 98 100 100 100 100 100 101 101 102 102 103 103 107 117 118 1 1. INTRODUÇÃO O presente Projeto Pedagógico contém as diretrizes gerais do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade de Jaguariúna - FAJ, inserida em uma região geográfica altamente industrializada e em franca expansão do parque industrial. 1.1. BASES LEGAIS O curso superior de Engenharia no Brasil, em suas diversas áreas e modalidades, foi estruturado em função das orientações e normas emanadas da Resolução CFE No 48/76, de 27 de abril de 1976, do Conselho Federal de Educação, que fixou "os mínimos de conteúdo e duração" para esse curso de graduação. Tal resolução é proveniente dos requisitos exigidos e apresentados no Parecer No 4.807/75, de 2 de dezembro de 1975, do então Conselheiro Heitor Gurgulino de Souza e da Comissão de Especialistas de Ensino de Engenharia. O presente projeto do Curso de Engenharia de Controle e Automação, baseia-se nos requisitos emanados da antiga resolução, nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES 11/2002), no Parecer CNE/CES 329/2004 e na Resolução 427, de 05 de março de 1999 do Sistema CONFEA/CREA. 1.2. CONCEPÇÃO Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades profissionais surgiram, resultando em novas modalidades de Engenharia. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia de Controle e Automação, uma modalidade surgida da interação das áreas de Mecânica, Eletro/Eletrônica e Informática. Assim, este Projeto Pedagógico tem como finalidade e desafio proporcionar condições para que as pessoas se habilitem ao exercício profissional pleno nas atividades relacionadas à Engenharia de Controle e Automação, comprometidos com o que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 que diz “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos...” e o exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente. Este Projeto Pedagógico reconhece o fato de que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Engenharia de Controle e Automação. O curso de Engenharia de Controle e Automação está concebido em semestres, com as seguintes características: 2 o Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002; o Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004; o Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres letivos; o Semestres letivos com duração de 20 semanas; o Disciplinas com carga horária de 40 ou 80 horas-aula; o Estágio supervisionado com carga horária de 160 horas o Carga horária total do curso é definida em 4800 horas-aula, perfazendo um total de 4000 horas. A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais e locais (art.26 da LDB). Isto posto, um Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação sediado na cidade de Jaguariúna, se constitui nas solicitações da LDB e nas necessidades deste tipo de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca expansão tecnológica. 3 2. A INSTITUIÇÃO 2.1. HISTÓRICO A FACULDADE DE JAGUARIÚNA – FAJ (CNPJ nº 03.211.847/000103), credenciada através da Portaria Ministerial Nº 675, de 24 de maio de 2000, é uma Instituição de Ensino Superior, mantida pelo Instituto Educacional Jaguary, também denominado pela sigla IEJ, entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, fundado em 04 de maio de 1999, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de Jaguariúna, Estado de São Paulo. Localiza-se na Rua Amazonas Nº 504 – Jardim Dom Bosco. Devido a sua posição geográfica, o mais importante acesso à Faculdade dá-se pela rodovia Ademar de Barros que liga Campinas à Casa Branca. Desde a sua criação a FAJ tem se destacado na formação de profissionais, bem como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais. Em 2000, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Turismo iniciaram suas atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Ciência da Computação, Enfermagem, Fisioterapia e Medicina Veterinária em 2002, os cursos de Direito, Educação Física e Nutrição em 2004, Ciências Contábeis e Psicologia em 2005, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Produção em 2006 e Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão Comercial e Logística, em 2007. O ano de 2004 marcou o início da operação do Campus II e em 2005 entraram em operação o Hotel-Escola Matiz, o Hospital-Escola Veterinário e a Interclínicas FAJ que abriga a Clínica de Fisioterapia e o Centro de referência em Enfermagem. O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de Engenharia e Tecnologia, Gastronomia, Medicina Veterinária e Negócios. No percurso histórico da Faculdade de Jaguariúna, registraram-se pequenas alterações em sua estrutura administrativa e pedagógica, ampliaramse campos e espaços de abrangência de sua ação educativa e de produção/socialização de conhecimentos culturais e científicos. 4 2.2. MISSÃO E OBJETIVOS A missão da FAJ é promover a educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos. Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e práticas profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação dos seus projetos de vida. A filosofia gerencial prevê a delegação de autoridade e responsabilidades aos Diretores e, respectivamente, aos Coordenadores de curso e professores, nos termos do Regimento, para que possam cumprir a proposta educacional da instituição - alcançando seus objetivos. 2.3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A FAJ está estruturada organizacionalmente de forma a possibilitar o cumprimento de sua missão e de seus objetivos. A gestão tem sua organização formalizada pelo Regimento da Faculdade. A forma de administração pode ser ilustrada pelo organograma a seguir. Conselho Pedagógico Diretoria Geral Diretor Geral / Diretor Acadêmico / Diretor Administrativo / Diretor Financeiro Estrutura de Ensino (Secretaria, Biblioteca, Avaliação Institucional, Programas de Apoio) Diretoria da Faculdade Coordenação de Curso Colegiado de Curso Curso Fonte: Regimento da IES.. Estrutura de Apoio (Assessorias, Patrimônio, Tesouraria, Contabilidade, RH, Dep. Jurídico) 5 A estrutura organizacional da FAJ está organizada da seguinte maneira: I- Administração Superior: 1.Conselho Pedagógico - COP; 2.Diretoria Geral. II- Administração Básica: 1.Diretoria da Faculdade; 2.Coordenadoria de Curso. 6 3. O CURSO 3.1. JUSTIFICATIVA A cidade de Jaguariúna está inserida na Região Metropolitana de Campinas – RMC, que possui elevado nível de desenvolvimento econômico, sendo um dos pólos de maior desenvolvimento do país. Os setores de serviço, industrial e o comércio impulsionam a sua economia, que, se comparada ás regiões metropolitanas do país, posiciona a RMC como a sexta força econômica do país, em recente reportagem publicada no jornal “Correio Popular”. Os setores de comércio e serviços prevêem, com a abertura de novos estabelecimentos e reformas dos já existentes, investimentos da ordem de R$ 300 milhões neste ano e concentra 25% dos 24 mil postos de trabalho a serem criados na cidade até dezembro. O oferecimento do Curso Superior de Engenharia de Controle e Automação cumprie um importante papel na formação de um profissional apto a enfrentar os desafios propostos pela nova ordem econômica, política e social. A Região de Governo de Campinas - RG é composta de 22 municípios, de um total de 90 cidades que compõem a Região Administrativa - RA de Campinas. Os 22 municípios da Região de Governo de Campinas - RG são: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Mogi-Guaçú, Mogi-Mirim, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos, e Vinhedo. Através da Lei Complementar nº 870 de 19/07/2000 do Governo do Estado de São Paulo, foi criada a Região Metropolitana de Campinas – RMC, sendo a 3ª região do Estado, compreendendo 19 municípios assim distribuídos: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara D’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos, e Vinhedo. A RMC abrange uma área de 3.816 Km² (1,3% do território paulista), com uma população de 2.578.033 habitantes. O PIB estimado da Região é de US$ 26,2 bilhões (R$ 61,5 bilhões), representando cerca de 12,5% do PIB estadual e 5,6% do PIB nacional. O município de Campinas representa 41,5% da região, seguido de Sumaré com 8,4%, Americana com 7,8%, Santa Bárbara D’Oeste 7,3%, Hortolândia 6,5% e Indaiatuba 6,3%, sendo que os restantes 13 municípios representam 22,2% de toda a RMC. Área Total (Km2) RMC 3.348 1,3% Estado de SP 248.600 Nº de Municípios RMC 19 Estado de SP 645 2,9% 7 Fonte: Secretaria de Economia e Planejamento – Governo do Estado de São Paulo 8 A área de influência do município de Campinas é hoje constituída por uma rede urbana fortemente integrada pela facilidade de acesso, pelas curtas distâncias e pelas boas características do sistema viário. O fluxo de transporte regional é suprido por excelente malha rodoviária com destaque para as rodovias Anhangüera e Bandeirantes, que ligam a região à cidade de São Paulo e ao interior; a Rodovia Dom Pedro I, que faz o elo entre Campinas e as Rodovias Presidente Dutra (Vale do Paraíba e Rio de Janeiro) e Fernão Dias (Belo Horizonte); a Rodovia Adhemar de Barros (SP-340), ligando Campinas ao sul de Minas Gerais; e a Rodovia Santos Dumont, que dá acesso à Rodovia Castello Branco e à região de Sorocaba, passando pelo Distrito Industrial de Campinas. Na RMC, encontra-se o Aeroporto Internacional de Viracopos, o maior aeroporto em transporte de cargas e o segundo maior em volume do país e onde se localizam grandes empresas de carga expressa. A rede urbana que viria configurar a atual Região Metropolitana de Campinas teve origem no período cafeeiro, quando Campinas se fortaleceu como capital regional de importante parcela do interior do Estado. A partir da década de 1970, a cidade de Campinas teve um papel relevante, tanto ao liderar a expansão industrial no interior, como ao desempenhar papéis e funções que configuravam uma nova metrópole, de âmbito regional. Em 1991, ocorreu um processo de desmembramento de alguns municípios: Holambra foi criado com partes do território de Artur Nogueira, Cosmópolis, Jaguariúna e Santo Antonio de Posse; Engenheiro Coelho, a partir de Artur Nogueira; e Hortolândia, antigo distrito de Sumaré, emancipou-se. Nas últimas décadas, como resultado de políticas de estímulo e dos investimentos que nela ocorreram, a RMC foi a mais dinâmica das regiões do interior paulista, apresentando intenso processo de urbanização, que resultou em acelerada metropolização. Em relação aos veículos de comunicação a RMC conta com: a) Emissoras de TV: EPTV, TVB, BAND Campinas; b) Emissoras de Rádio: Educadora FM, Vox90, CBN Campinas; c) Jornais: Correio Popular, Diário do 9 Povo, JÁ, Todo Dia, O Liberal, Jornal RMC, Tribuna Liberal, Página Popular, Gazeta Regional; d) Revistas: Café Campinas. Aspectos Demográficos Em 2005, a população da região chegou a 2.578.033 habitantes ou 6,5% da estadual. A densidade demográfica de 770,02 habitantes por km2, apresenta-se mais elevada nos municípios de Hortolândia (2.446,7 hab./ km2), Sumaré (1.195,7 hab./ km2) e Campinas (1.091,5 hab./ km2). População - 2005 RMC 2.578.033 Estado de SP 39.949.487 6,5% Dos 19 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2005, população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.029.828 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional. A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2005, 97,3%. Apenas cinco municípios possuíam taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%). A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC. Nos últimos vinte e cinco anos, a população regional passou de 1.269.559 habitantes, em 1980, para 2.578.033, em 2005. Entre 1991 e 2000, enquanto a população da RMC cresceu 2,68% ao ano, o Estado de São Paulo aumentou a uma taxa de 1,82% e, entre 2000 a 2005, essas taxas foram, respectivamente, de 2,02% e 1,72%. Assim, no contexto estadual, a RMC vem incrementando sua participação, tendo passado de 3,8% em 1970, para 5,1% em 1980, 5,9% em 1991 e 6,5%, em 2005. A intensidade desse processo se manifestou, entre 1980 e 2005, através da diminuição populacional do município de Campinas em relação aos demais municípios da área, marcando a formação do espaço urbano metropolitano e a configuração de sub-centros regionais, para os quais, em um movimento pendular, uma crescente população se dirige, diariamente. 10 O componente migratório (interestadual, intra-estadual e intrametropolitano) desempenhou papel fundamental na configuração populacional, desde a consolidação da sede regional até a conformação e a estruturação do espaço metropolitano, mesmo com a tendência atual de menor número de migrantes. A estrutura etária regional vem apresentando um padrão bastante semelhante ao do Estado de São Paulo. Nas últimas décadas, tem ocorrido, na RMC, o mesmo processo de inversão observado na pirâmide etária da população estadual, com um acentuado envelhecimento da população. Entre 1980 e 2005, tanto no Estado como na região, ocorreu uma diminuição da participação das faixas etárias de 0 a 29 anos e um aumento das faixas de 30 anos e mais. PANORAMA ECONÔMICO A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em seu território. A infra-estrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros. A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os grandes mercados consumidores e terminais de exportação. O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura. A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção estadual. 11 Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e perfumaria e de borracha. A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por empresas ligadas à nova tecnologia de informação etc. A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a conseqüente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos, componentes, partes, peças e serviços. O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país: grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de ótima qualidade. O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da economia. Abriga modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp. A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando-se a Universidade Estadual de CampinasUnicamp e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas-PUCCamp. Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a presença do Centro de Pesquisa e DesenvolvimentoCPqD, com papel estratégico no setor de telecomunicações, da Fundação Centro Tecnológico para a Informática-CTI, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico-Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos-ITAL e do Laboratório Nacional de Luz SincrotonLNLS. 12 A Cidade de Jaguariúna – Dados Gerais O município de Jaguariúna insere-se em uma região do Estado de São Paulo que tem em Campinas seu pólo urbano mais expressivo. Trata-se de região com elevado nível de desenvolvimento econômico, sendo um dos pólos de maior desenvolvimento do país. Caracterizar tal região com destaque para peculiaridades que caracterizam o município de Jaguariúna cumpre a função de justificar a relevância de se oferecer mais uma alternativa de formação aos seus habitantes. O segmento industrial apresenta uma evolução positiva nos últimos 10 anos. Observa-se no município de Jaguariúna que 16,3% dos estabelecimentos de atividades econômicas se alocam no segmento Industrial, sendo que aproximadamente 70% dos estabelecimentos encontram-se no segmento terciário da economia. A região é rica em indústrias de pequeno, médio e grande porte, e sua atividade comercial e de serviços (agências bancárias, agências contábeis, sindicatos, entidades assistenciais, clubes de serviços, etc.) é intensa, o que proporciona aos municípios componentes um desenvolvimento sócio-econômico significativo. Dentre as indústrias de grande porte instaladas em Jaguariúna estão a Solectron do Brasil Indústria e Comércio (Compaq), Motorola do Brasil, Schering do Brasil, Laboratórios BYK, Laelc Inducon Indústria de Capacitores, Metalcabo Indústria e Comércio Ltda, Metalsix Comércio e Indústria de Conexões, Companhia Brasileira de Bebidas – AMBEV, Fresenius – Ind. Farmacêutica e Commscope, entre outras. Em decorrência deste dinamismo econômico, a região está bem servida dos equipamentos sociais, já que possui números suficientes de hospitais, prontos-socorros, consultórios médicos, odontológicos e entidades de atenção à saúde em geral; apresenta também grande número de unidades escolares nos diversos níveis e graus de ensino, o que garante um suficiente atendimento às necessidades do ensino fundamental, médio e superior, embora o 3º grau comporte muito maior número de estabelecimentos do que o existente. Os equipamentos de infra-estrutura e saneamento básico são suficientes, onde destaca-se um enorme número de ligações de água e esgoto, e telefônicas, que abrangem cerca de 85% das localidades e de suas respectivas edificações, terminando 2004 com 95% de saneamento de água e esgoto. Os meios de transporte têm grande importância no desenvolvimento nacional, onde a Rodovia Anhanguera, a ferrovia – FEPASA e o Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas/SP) têm papel vital nesse desenvolvimento. A região tem grande projeção no Estado de São Paulo, em termos de equipamentos sócio-culturais, onde se destaca apresentando grande número de museus, cinemas, teatros, grandes parques para lazer, famosos restaurantes, moderníssimos shopping-centers, como o maior shopping da América Latina, o Shopping Parque D. Pedro, entre outros. Os meios de comunicação disponíveis apresentam números suficientes à realidade regional, onde cada município componente contribui com seus jornais diários, suas modernas emissoras de rádio AM-FM, além de canais de TV e outros. 13 O município de Jaguariúna, especificadamente, tem atraído grandes indústrias multinacionais, em função de sua boa infra-estrutura social e de mão-de-obra e pela sua proximidade (município contíguo) do grande centro urbano de Campinas. É um município com características de grande potencial de desenvolvimento industrial, com um setor comercial bastante sólido, e atualmente é um dos municípios que comporta os maiores núcleos residenciais de chácaras de recreio e moradia, devido principalmente à sua proximidade do eixo São Paulo-Campinas e do complexo rodoviário - Via Anhanguera/Via Bandeirantes. 14 3.2. OBJETIVOS 3.2.1. OBJETIVO GERAL Formar um profissional com foco no humano e no social com sólida formação científica e tecnológica, objetivando que os conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidos no curso lhe possibilitem a análise, projeto, instalação, operação e manutenção de todo um sistema ou processo produtivo, de forma automatizada obedecendo a uma programação, controle e supervisão integrados. 3.2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Formar um profissional habilitado a aplicar métodos científicos à análise e solução de problemas de engenharia, especificamente os relacionados aos processos automatizados e a automatização de sistemas, bem como desenvolver o pensamento criativo e empreendedor com facilidade de atuar e gerenciar equipes multidisciplinares com ética e respeito pelo humano, utilizando a informática como ferramenta usual e rotineira. Para atingir estes objetivos pretende-se: • Desenvolver o pensamento criador, crítico e empreendedor; • Desenvolver habilidades para o uso da informática como ferramenta usual e rotineira; • Desenvolver a habilidade multidisciplinares; • Capacitar o educando a identificar, formular e resolver problemas de engenharia, considerando as questões de viabilidade técnica e econômica e os impactos ambientais; • Capacitar o estudante a utilizar a tecnologia atual e a absorver e gerar novas tecnologias; • Preparar o futuro profissional nas tarefas que lhe permitam planejar, organizar, desenvolver e controlar sistemas de acordo com as exigências necessidades da região, atento as legislações do país e as exigências do mercado mundial e, • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional. de trabalho em equipes 15 3.3. PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO Pretende-se que o egresso apresente formação adequada às necessidades profissionais exigidas para o exercício da profissão de Engenheiro, sendo que para tanto o currículo conta com disciplinas de formação básica (matemática, física, química, informática, expressão gráfica, eletricidade, mecânica e tecnologia dos materiais), de formação geral (ciências humanas, sociais, ambientais, administração e economia) e de formação profissional (eletrônica, projetos mecânicos, fluído e termociências, instrumentação, sistemas de controle) e de formação específica (controle de processos, automação industrial, robótica, automação da manufatura) capacitando-o a conceber, projetar, implementar e operar sistemas complexos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social, conservando os valores humanos, éticos e morais. Ao final do curso, o egresso do programa de Engenharia de Controle e Automação será um profissional íntegro com competências, habilidades e atitudes que lhe permita: • preparar o profissional para projetar, planejar, supervisionar, elaborar, executar e implementar projetos e serviços em Controle e Automação. • preparar o profissional para atuar no controle e automatização de máquinas, equipamentos, manufatura e processos industriais • Automatizar sistemas e processos industriais, buscando soluções alternativas e inovadoras • preparar o profissional para efetuar no projeto e integração de sistemas eletro-pneumático-hidráulico utilizando Controladores Lógicos programáveis, Microcontroladores e Comandos Numéricos Computadorizados • preparar o profissional para desenvolver Interface Homem Máquina e sistemas supervisórios • preparar o profissional para aplicar técnicas de manufatura e processos de fabricação, para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas para Controle e Automação • preparar o profissional para aplicar técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de dados aplicados ao Controle e Automação • prepara o profissional para atuar eticamente em equipes multidisciplinares e de forma empreendedora • Constituir e administrar empresas de base tecnológica • Participar ativamente de processos de ensino e pesquisa buscando a atualização profissional e a difusão do conhecimento tecnológico e científico • Fomentar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre a universidade, a industria e instituições que realizam pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e processos 16 • formar profissionais capazes de atuar eticamente de forma empreendedora no planejamento, supervisão, elaboração, coordenação de projetos e serviços de automação industrial e na gestão de processos de produção e unidades automatizadas 3.4. MERCADO DE TRABALHO Atualmente, estão ocorrendo grandes transformações econômicas e sociais em todo o mundo, principalmente, pela introdução de novas tecnologias e o estabelecimento de uma nova ordem nos mercados mundiais, a chamada “globalização dos mercados”. Essas transformações mundiais exigem novos padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação do pessoal produtivo e gerencial. O Brasil deverá investir maciçamente na modernização do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e serviços no cenário mundial. Inserida e atuante nestas mudanças, a Engenharia de Controle e Automação, tem a finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o homem e seus ambientes sócio - econômicos, vislumbrando-se assim um mercado bastante promissor. No País, os Engenheiros de Controle e Automação vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas visando atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e produtividade, atuando em todas as atividades industriais, agrícolas e comerciais, além de governamentais. Neste contexto, o Engenheiro de Controle e Automação é componente fundamental no desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da atividade econômica e empresarial, assegurando posição de destaque nas organizações. 3.5. CAMPOS DE ATUAÇÃO De um modo geral, o mercado profissional da Engenharia de Controle e Automação tem crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores da indústria nacional. Os campos de atuação do Engenheiro de Controle e Automação são as empresas automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação mecânica, transformação, agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de softwares para automação e controle, ou seja, mais notadamente as empresas que fazem uso da tecnologia para melhorar seus processos e produtos. Além dessas, atua também em serviços públicos, em instituições financeiras e de ensino e pesquisa. Cabe ainda ao profissional, realizar pesquisas de mercado e identificar novos campos e nichos de mercado que favoreçam a ação empreendedora. Nestas empresas o Engenheiro de Controle e Automação poderá trabalhar em diversas atividades, entre as quais projetos assistidos por computador, robótica, supervisão, e manutenção. Com os conhecimentos adquiridos no curso, o profissional poderá propor soluções inovadoras para os problemas que constantemente surgem em um mercado em progressiva transformação. 17 Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo crescente e diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões brasileiras, empresas estas que exigem cada vez mais a formação do engenheiro com maior direcionamento e especialização, que se adapte com rapidez, através de sua formação ao modelo de crescimento da indústria nacional. 3.6. PERFIL DO EGRESSO Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia de Controle e Automação e de acordo com o que dispõem os órgãos oficiais Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Lei nº 5.194/66) e CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de engenheiro as seguintes atividades: • Supervisão, coordenação e orientação técnica; • Estudo, planejamento, projeto e especificação; • Estudo de viabilidade técnico-econômica; • Assistência, assessoria e consultoria; • Direção de obra e serviço técnico; • Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; • Desempenho de cargo e função técnica; • Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; • Elaboração de orçamento; • Padronização, mensuração e controle de qualidade; • Execução de obra e serviço técnico; • Fiscalização de obra e serviço técnico; • Produção técnica e especializada; • Condução de trabalho técnico; • Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; • Execução de instalação, montagem e reparo; • Operação e manutenção de equipamento e instalação; • Execução de desenho técnico. 18 Mesmo esta Resolução ter sido elaborada em 1973, a maioria das atividades relacionadas à Engenharia podem ainda ser consideradas atuais. A Resolução 427/1999 discrimina as atividades do Engenheiro de Controle e Automação “... no que se refere ao controle e automação de equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção, seus serviços afins e correlatos”. Em linhas gerais se quer formar profissionais dotados de competências e habilidades visando atender principalmente a demanda regional, sem desprezar a demanda nacional e internacional pelos serviços em Engenharia de Controle e Automação, sendo capaz de exercer com ética, justiça e responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão. Pretende-se que o egresso da carreira profissional de Engenharia de Controle e Automação apresente as seguintes habilidades e competências: • Projetar, construir, programar, montar e operar controles automatizados da industria de processos contínuos e discretos, aplicando seus conhecimentos de controle de sistemas, computação, eletrônica e eletricidade; • Supervisionar processos de produção e de controle de qualidade dos insumos, processos intermediários e produto final; • Inovar tecnologias existentes; participar na transferência de tecnologias emergentes e atuar como agente na transferência das mesmas; • Estar capacitado para trabalhar em equipes multidisciplinares, propondo sistemas cujo projeto faça uso ótimo de tecnologias desde o ponto de vista de operação bem como de recursos econômicos; • Diagnosticar falhas, propor e executar planos de manutenção preventiva dos diferentes sistemas de processos automatizados; • Interpretar e aplicar as normas de segurança e higiene industrial e conservação do meio ambiente; • Capacitar e instruir tecnicamente o pessoal de sua equipe sob sua supervisão; • Compreender a incidência da tecnologia nas atividades de gestão empresarial e, • Promover e realizar pesquisa tecnológica no nível de sua competência com a finalidade de corrigir e/ou melhorar os processos produtivos. 19 4. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA O curso proposto foi organizado de forma a propiciar ao aluno recursos e práticas pedagógicas adequadas e orientadas a atingir o perfil desejado, conforme exposto a seguir. 4.1. GRADE CURRICULAR 1º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Matemática para Engenharia I Física para Engenharia I Informática I Circuitos Lógicos Desenho Técnico I Comunicação Empresarial Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação ATIVIDADES COMPLEMENTARES I TOTAL = 2º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Matemática para Engenharia II Física para Engenharia II Informática II Desenho Técnico II Engenharia Ambiental Mecânica Geral Projetos Temáticos - Estruturas ATIVIDADES COMPLEMENTARES II TOTAL = 3º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Matemática para Engenharia III Física para Engenharia III Química Tecnológica Circuitos Digitais Resistência dos Materiais Projetos Temáticos - Controle Digital ATIVIDADES COMPLEMENTARES III TOTAL = HORAS/AULA PRESENCIAL TEORIA PRÁTICA 80 80 40 40 80 40 80 40 40 20 40 40 40 20 400 HORAS/AULA PRESENCIAL 280 80 40 20 40 20 40 400 260 HORAS/AULA PRESENCIAL 80 80 40 80 80 20 40 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 140 TEORIA PRÁTICA 80 40 20 40 80 260 40 440 TOTAL 80 80 40 80 40 40 40 40 20 40 20 40 40 400 20 40 120 TOTAL 80 80 40 40 80 40 40 TEORIA PRÁTICA 80 80 40 80 40 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 440 TOTAL 40 20 40 80 80 40 80 80 40 40 140 40 40 40 440 20 4º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Matemática para Engenharia IV Probabilidade e Estatística Metrologia Cálculo Numérico Circuitos Elétricos Materiais para Engenharia Projetos Temáticos - Materiais ATIVIDADES COMPLEMENTARES IV TOTAL = 5º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Eletrônica I Mecânica dos Fluidos Processos de Fabricação Engenharia Econômica Fundamentos de Dinâmica Elementos de Máquinas Projetos Temáticos - Máquinas ATIVIDADES COMPLEMENTARES V TOTAL = 6º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Sistemas Digitais Instrumentação I Controle Hidráulico e Pneumático Eletrônica II Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos Projeto Auxiliado por Computador Projetos Temáticos Controladores ATIVIDADES COMPLEMENTARES VI TOTAL = HORAS/AULA PRESENCIAL TEORIA PRÁTICA 80 40 40 40 80 80 40 80 40 20 20 40 40 0 20 20 40 40 40 400 240 160 HORAS/AULA PRESENCIAL 80 40 80 40 40 80 40 400 HORAS/AULA PRESENCIAL TEORIA PRÁTICA 40 20 40 40 40 80 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 80 40 40 40 80 80 40 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 20 40 140 TEORIA PRÁTICA 40 440 TOTAL 80 40 80 40 40 80 40 40 260 TOTAL 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 440 TOTAL 80 80 40 40 40 40 80 80 80 40 40 20 40 20 80 40 40 40 40 40 40 40 40 400 40 220 180 40 40 40 40 440 21 7º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Automação Industrial Termodinâmica e Transf. de Calor e Massa Análise e Processamento de Sinais Instrumentação II Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos Gestão de Empresas e empreendedorismo Projetos Temáticos Instrumentação de Sistemas ATIVIDADES COMPLEMENTARES VII TOTAL = 8º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Microcontroladores Sistemas de Controle I Manufatura Auxiliada por Computador Ergonomia e Segurança do Trabalho Sistemas Fluidomecânicos Metodologia da Pesquisa Científica Projetos Temáticos Engenharia Integrada I ATIVIDADES COMPLEMENTARES VIII TOTAL = 9º SEMESTRE UNIDADE CURRICULAR Estágio Supervisionado Máquinas Elétricas e Acionamentos Sistemas de Controle II Trabalho de Conclusão de Curso I Direito, Legislação e Ética Aplicados à Engenharia Planejamento e Controle da Produção e da Manutenção Projetos Temáticos Engenharia Integrada II ATIVIDADES COMPLEMENTARES IX TOTAL = HORAS/AULA PRESENCIAL TEORIA PRÁTICA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 80 40 40 40 80 80 40 40 40 40 40 40 40 40 40 400 HORAS/AULA PRESENCIAL 40 TOTAL 80 40 40 40 80 80 40 240 160 TEORIA PRÁTICA 40 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 440 TOTAL 80 80 40 40 40 40 80 80 80 40 40 80 40 40 40 40 40 20 20 40 40 20 20 40 400 HORAS/AULA PRESENCIAL 240 40 40 160 TEORIA PRÁTICA 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 40 440 TOTAL 160 160 40 40 80 80 80 80 40 40 40 40 40 40 40 40 80 40 40 80 80 40 40 80 400 240 320 40 40 40 600 22 UNIDADE CURRICULAR 10º SEMESTRE Controle de Processos Introdução à Robótica Industrial Redes de Comunicação Industrial Manufatura Integrada por Computador Trabalho de Conclusão de Curso II 1 DISCIPLINA OPTATIVA * Projetos Temáticos - Controle da Manufatura ATIVIDADES COMPLEMENTARES X TOTAL = HORAS/AULA PRESENCIAL TOTAL 40 40 40 40 80 80 80 40 40 80 40 20 20 40 40 40 40 40 40 40 40 40 400 220 TEORIA 4000 *1 DISCIPLINAS OPTATIVAS: • • ATIVIDADES COMPLEMENTARES 80 80 HORAS/AULA PRESENCIAL TOTAL GERAL = TEORIA PRÁTICA Comunicação e Relacionamento Interpessoal Libras 2300 180 PRÁTICA 1860 40 40 40 ATIVIDADES COMPLEMENTA RES 400 40 440 TOTAL 4560 23 4.2. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 1o Semestres Matemática para Engenharia I – 80 H Números reais e conjuntos. Intervalos, plano cartesiano. Funções de uma variável real. Limite e continuidade de funções. Aplicações. Derivada: conceitos básicos, regras do quociente, produto e cadeia. Derivadas de funções polinomiais, trigonométricas e exponenciais. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v.1. 2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. v.1. 3. Piovesana, C. I.; Sampaio, C. A. A.; Mucelin, C.; Garavello, P. G.; Lanzoni, O.; SANTOS, V. P. Matemática Básica. Itatiba: Berto, 2009. Bibliografia Complementar 1. Hughes-Hallet, D. ; et al. Cálculo de uma Variável. Rio de Janeiro, Ed. LTC, 2004 2. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. v.1 . 3. BOULOS, P. Pré-Cálculo. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2010. 4. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2006. v.1 . 5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações I: Funções Reais. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Física para Engenharia I – 80 H Grandezas Físicas. Sistemas de Unidades. Movimento retilíneo. Movimento em um plano. Movimento circular. Leis de Newton. Trabalho e Energia. Bibliografia Básica 1. RESNICK R.; HALLIDAY D.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.1 . 2. TIPLER, P. A. Física. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. v.1 . 3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física: mecânica clássica. São Paulo: Pioneira Thomson, 2003. v.1 . Bibliografia Complementar 1. KELLER, F. J., GETTYS, E. W., SKOVE, M. J. Física. São Paulo: Makron Books, 1999. v.1 . 2. Young, H. Freedman, R. A. Física I: mecânica. Ed. Pearson. 2010. Tradução de Sônia Midori Yamamoto 3. PANTANO FILHO, R.; SILVA, E. C. Física: atividades experimentais. 3. ed. Itatiba: Moara, 2005. 24 4. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.2 . 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.3 . Informática I – 40 H Estruturas fundamentais de algoritmos: seqüência, tomada de decisão, repetição (incondicional e condicional). Linguagem algorítmica. Programação modular. Compiladores Bibliografia Básica 1. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron, 1993. 2. MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos. 16. ed. São Paulo: Érica, 2004 . 3. VELOSO, P. A. S. ; Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. Bibliografia Complementar 1. Pinto, S. R. Treinamento em Lógica de Programação: desenvolva projetos de software com mais eficiência e aprimore códigos e programas já existentes. 1. ed. São Paulo: Digerati, 2009 2. SALIBA, W. L. C. Técnicas de Programação: uma abordagem estruturada. São Paulo: Makron, 1993. 3. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 4. MIZRAHI, V. V. ; Treinamento em Linguagem C: módulo 2. São Paulo: Makron, 1990. 5. SCHILDT, H. ; C Completo e Total. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação – 40 H Introdução à engenharia. Atribuições profissionais e perspectivas de mercado. Introdução à modelagem matemática de fenômenos físicos. Metodologias matemáticas de simulação e solução dos modelos físicos de sistemas. Bibliografia Básica 1. BAZZO, W. A., PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia. 6. ed. Florianópolis: UFSC, 2003. 2. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2005. 3. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. São Paulo: LTC, 2005. Bibliografia Complementar 1. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008. 2. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 1996. 25 3. CAPELLI, A. Automação Industrial. São Paulo: Érica, 2006. 4. LITTLE, P.; DYM, C.; ORWIN, E.; SPJUT, E. Introdução a Engenharia. São Paulo: Bookman, 2010. 5. CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2007. Desenho Técnico I – 80 H Normas e convenções. Construções geométricas. Representações de um sólido no plano bidimensional. Projeções ortogonais segundo ABNT. Cortes, seções e interseções. Bibliografia Básica 1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: curso completo. São Paulo: Hemus. 2004. v.1 . 3. SILVA, A. ; RIBEIRO, C. T. ; SOUSA, D. Desenho Técnico Moderno. Rio de Janeiro, Ed. LTC. 2004. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067: Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126: Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068: Folha de desenho: leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001. 5. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. Circuitos Lógicos – 40 H Sistemas de Numeração. Álgebra Booleana. Portas Lógicas. Circuitos Combinacionais. Otimização de Circuitos Combinacionais. Bibliografia Básica 1. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos Digitais. São Paulo: Érica, 1996. 2. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003. 3. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. Bibliografia Complementar 1. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo: Érica, 2002. 2. ZELENOVSKY, R.; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de Janeiro: MZ Editora, 2004. 26 3. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ; 2008. 4. WAGNER, F. R.;REIS, A. I.; RIBAS, R. P. Fundamentos de Circuitos Digitais. 1. ed. São Paulo: Bookman, 2008. 5. BOYLESTAD, R. L. Introdução à Analise de Circuitos. 10. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004. Comunicação Empresarial – 40 H O resumo. Comunicações empresariais. O texto argumentativo. Prática de leitura e produção de textos. Bibliografia Básica 1. ANDRADE, M. M.; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1999. 2. FIORIN, J. L. Lições de Texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 1999. 3. MEDEIROS, J. B. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, rsenhas. São Paulo: Atlas, 2003. Bibliografia Complementar 1. FAULSTICH, E. L. J. Como ler, entender e redigir um texto. São Paulo: Vozes, 2003. 2. BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 1999. 3. MEDEIROS, J. B. Redação Empresarial. São Paulo: Atlas, 1998. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. ATIVIDADES COMPLEMENTARES I – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 27 2o Semestre Matemática para Engenharia II – 80 H Derivada e diferencial. Aplicações de derivadas. Integral. Técnicas de integração e aplicações. Seqüências numéricas. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v.1 . 2. GONÇALVES, M., FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999. 3. PIOVESANA, C. I. et al. Matemática Básica. Itatiba: Berto Editora, 2009. Bibliografia Complementar 1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. v.1 . 2. HUGHES-HALLETT, D. Cálculo de uma Variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2010 4. BOULOS, P. Pré-Cálculo. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2010 5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações - Funções Reais. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008 6. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. v.1 . Física para Engenharia II – 80 H Conceitos fundamentais em termodinâmica. Substâncias puras e suas propriedades. Calor e trabalho. Mecanismos de Transferência de Calor. Propriedades dos fluidos. Estática dos Fluidos. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.2 . 2. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. v.2 . 3. PANTANO FILHO, R.; SILVA, E. C. Física: atividades experimentais. 3. ed. Itatiba: Moara, 2005. Bibliografia Complementar 1. BORGNAKKE, C. ; SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. 6. ed. São Paulo: Edgard Blucher , 2009. 2. FOX, R. W. ; MCDONALD, A. T. ; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluídos. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 3. YONG, D. F.; OKIISHI, T. H.; MUNSON, B. R. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos: com CD. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. 4. RESNICK R.; HALLIDAY D.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.1 . 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v. 3 . 28 Informática II – 40 H Estruturas de Dados. Implementação de algoritmos utilizando linguagens de programação. Aplicação e uso das estruturas fundamentais de algoritmos. Bibliografia Básica 1. MANZANO, J. A. N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 2. KERNIGHAN, B. W.; RITCHIE, D. M. C: a linguagem de programação: padrão ANSI. São Paulo: Campus, 1989. 3. FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPACHER, H. F. Lógica de Programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron, 1993. Bibliografia Complementar 1. MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C: módulo 2. São Paulo: Makron, 1990. 2. VELOSO, P. A. S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. 3. SCHILDT, H. C completo e total. Tradução de Roberto Carlos Mayer. 3. ed. São Paulo: Makron, 1997. 4. PREISS, B. R. Estruturas de Dados e Algoritmos. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 5. SALIBA, W. L. C. Técnicas de Programação: uma abordagem estruturada. São Paulo: Makron, 1993. Engenharia Ambiental – 40 H Ecologia. Preservação e utilização de recursos naturais: poluição, impacto ambiental e desenvolvimento sustentado. Reciclagem. Legislação Ambiental. Bibliografia Básica 1. BRAGA, B.; HESPANHOL, I. Introdução à Engenharia Ambiental. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2005. 2. BRANCO. S. M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. São Paulo: Edgar Blücher, 2002. 3. SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e métodos. 1. ed. São Paulo: Oficina de textos, 2008. Bibliografia Complementar 1. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 2. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001: sistemas de gestão ambiental. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 3. FERRER, J. T. V. Casos de Gestão Ambiental. 1. ed. Campinas: Unicamp, 1998. 4. BARBOSA FILHO, A. N. Segurança do Trabalho e Gestão Ambiental. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 5. RICKLEFS, R. E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 29 Desenho Técnico II – 80 H Utilização sistemas CAD. Geração de sólidos. Geração de desenhos de engenharia e de fabricação a partir de sólidos. Geração de desenhos de conjunto e montagens. Bibliografia Básica 1. MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus. 2004. 2. MANFE, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: curso completo. São Paulo: Hemus. 2004. v.1 . 3. SILVA, A. ; RIBEIRO, C. T. ; SOUSA, D. Desenho Técnico Moderno. Rio de Janeiro, Ed. LTC. 2004. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10067: Princípios gerais de representação em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1995. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10126: Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR10068: Folha de desenho: leiaute e dimensões. Rio de Janeiro, 1987. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001. 5. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. Mecânica Geral – 40 H Estática dos pontos materiais. Momento de uma força. Estática dos corpos rígidos. Análise das estruturas. Bibliografia Básica 1. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999. 2. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 10. ed. São Paulo: Prenticel Hall Brasil, 2004. Bibliografia Complementar 1. SHAMES, I. H. Estática: Mecânica para Engenharia. 4. ed. São Paulo: Pearson Education, 2002. 2. SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003. 3. KAMINSKI, P. C. Mecânica Geral para Engenheiros. 1. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. 4. FRANCA, L. N. F. Mecânica Geral. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 5. SORIANO, H. L. Estática das Estruturas. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. 30 Projetos Temáticos - Estruturas – 40 H Técnicas para elaboração de projetos estruturais. Seleção e especificação de componentes para a realização de projetos estruturais. Análise e dimensionamento estrutural: estudos de casos. Desenvolvimento de projetos estruturais. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 10. ed. São Paulo: Prenticel Hall Brasil, 2004. 2. SIMMONS, C. H.; MAGUIRE, D. E . Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004. 3. SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. FRANCA, L. N. F. Mecânica Geral. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 4. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 5. SORIANO, H. L. Estática das Estruturas. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. ATIVIDADES COMPLEMENTARES II – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 31 3o Semestre Matemática para Engenharia III – 80 H Séries Numéricas. Convergência e divergência de Séries. Teste da Razão e da Raiz. Série Harmônica e Geométrica. Série de Taylor e de McLaurin. Funções de mais de uma variável. Derivadas Parciais. Diferencial total. Derivadas direcionais. Gradiente. Integral dupla e tripla. Áreas e volumes. Bibliografia Básica 1. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v.2 . 2. VALLADARES, R. J. C. ; Cálculo e Aplicações - Funções Reais. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008 3. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro:LTC,1982. v.2 Bibliografia Complementar 1. GUIDORIZZI, H. L. ; Um Curso de Cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v.2 . 2. GONÇALVES, M., FLEMMING, D. M. ; Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999. 3. HUGHES-HALLETT, H. D. ; Cálculo de uma Variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 4. BOULOS, P. ; Cálculo Diferencial e Integral. V.1 + Pré-Cálculo. 1. ed. São Paulo: Makron Books, 2006 5. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. v.1 . Física para Engenharia III – 80 H Campo elétrico. Lei de Gauss. Fontes de tensão. Corrente Elétrica. Campo magnético. Lei de Ampere. Forças no campo magnético. Lei de Faraday. Conceitos de Óptica. Óptica geométrica. Bibliografia Básica 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.3 . 2. TIPLER, P. A. ; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade e magnetismo: óptica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. v.1 . 3. TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: mecânica, oscilações e ondas. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. v.2 . Bibliografia Complementar 1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.3 2. YOUNG, H. D. ; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2009. v.3 . 3. SERWAY, R. A.; JEWETT JR., J. W. Princípios de física: eletromagnetismo. São Paulo: Thomson Pioneira,. 2004. v.3 . 4. HALLIDAY D.; RESNICK R.; KRANE K. S. Física 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.1 . 5. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 2. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. v.2 . 32 Química Tecnológica – 40 H Conceitos essenciais de estrutura da matéria e reações químicas. Ligações químicas. Reações químicas e síntese. Estequiometria. Soluções químicas. Noções de Corrosão. Bibliografia Básica 1. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 2. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. v.1. 3. MAHAN, B. M.; Myers, R. J. Química: um curso universitário. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. Bibliografia Complementar 1. KOTZ, J. C; Treichel Jr., P. Química e reações químicas. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. v.1 . 2. GENTIL, V. Corrosão. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 3. BORGO, C. A.; GRESSONI JÚNIOR, I.; SOUZA, L. C. F.; PANTANO, P. M.; CACHICHI, R. C.; MAESTRELLI, S. C. Química: atividades experimentais. 1ª ed. Itatiba: Berto Editora, 2009. 4. RUSSEL, J.B. Química Geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. v.2. . 5. SANTOS, N.; CAMPOS, E. Treinamento em Química. 1. ed. São Paulo: Ciência Moderna, 2009. Circuitos Digitais – 80 H Álgebra Booleana. Portas lógicas. Minimização de circuitos lógicos. Flipflops. Contadores e registradores. Codificadores e decodificadores. Multiplexadores e demultiplexadores. Comparadores digitais. Aplicações. Bibliografia Básica 1. TOCCI, R. J. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 2. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. 3. CAPUANO, F. G.; IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital. 28. ed. São Paulo: Érica, 2001. Bibliografia Complementar 1. LOURENÇO, A. C. Circuitos Digitais. 4. ed. São Paulo: Érica, 2001. 2. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ; 2008. 3. ZELENOVSKY, R.; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de Janeiro: MZ Editora, 2004. 4. BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2004 5. ERCEGOVAC, M. Introdução aos Sistemas Digitais. 3. ed. Rio de Janeiro: Bookman, 2000. 33 Resistência dos Materiais – 80 H Tipos de solicitações e tensões. Estudo das tensões e deformações no carregamento axial. Estudo das tensões e deformações na torção. Estudo das tensões e deformações na flexão. Carregamento transversal. Carregamento combinado. Análise de tensões e deformações. Critérios de Resistência. Flambagem. Bibliografia Básica 1. BEER, F. P.; JOHNSTON JR., E. R. Resistência dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. 2. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5. ed São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. 3. MERIAM, J. L. Mecânica: Estática. V 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. Bibliografia Complementar 1. MELCONIAM, S. ; Mecanica Técnica e Resistência dos Materiais; Ed. Érica 2008. 2. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas – Uma Abordagem Integrada; Ed. BOOKMAN COMPANHIA 2a Edição – 2003. 3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v1. 4. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v2. 5. BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais. 1. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2008. Projetos Temáticos – Controle Digital – 40 H Técnicas para elaboração de projetos utilizando circuitos digitais. Desenvolvimento de projetos de circuitos digitais aplicados a automação e controle de máquinas e processos. Utilização de FPGAs-GataArray para o desenvolvimento de aplicações. Integração de Elementos estruturais e sistemas eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos Digitais. São Paulo: Érica, 1996. 2. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003. 3. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma Abordagem Integrada. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. São Paulo: Érica, 2002. 34 4. COSTA, C. ; Projetos de Circuitos Digitais com FPGA ; Ed. Érica ; 2008. 5. ZELENOVSKY, R. ; MENDONÇA, A. Eletrônica Digital. Rio de Janeiro: MZ Editora. 2004 ATIVIDADES COMPLEMENTARES III – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 35 4o Semestre Matemática para Engenharia IV – 80 H Equações diferenciais ordinárias e parciais. Transformadas de Laplace. Funções de variáveis complexas. Transformada de Fourier. Bibliografia Básica 1. BOYCE, W. E., Di Prima, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 2. KAPLAN, W. Cálculo Avançado. São Paulo: Edgar Blücher, 1972. v2. 3. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v2 . Bibliografia Complementar 1. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. v1. 2. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. v1. 3. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v1. 4. MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. v2. 5. VALLADARES, R. J. C. Cálculo e Aplicações: funções Reais. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Probabilidade e Estatística – 40 H Variáveis. Organização de dados. Representação. Distribuição de freqüência. Medidas de tendência e de variabilidade. Probabilidade. Amostragem e estimação. Testes de confiança. Regressão e correlação. Bibliografia Básica 1. COSTA, S. F. Introdução Ilustrada à Estatística. 4. ed. São Paulo: Harbra, 2005. 2. COSTA NETO, P. L. O. Estatística. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher, 2002. 3. BORNIA, A. C.; REIS, M. M.; BARBETTA, P. A. Estatística para Cursos de Engenharia. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia Complementar 1. CIENFUEGOS, F. Estatística Aplicada ao Laboratório. São Paulo: Interciência, 2005. 2. RUNGER, G. C.; MONTGOMERY, D. C.; HUBELE, N. F. Estatística Aplicada à Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. HINES, W. W.; BORROR, C. M.; GOLDSMAN, D. M.; MONTGOMERY, D. C. Probabilidade e Estatística na Engenharia. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 4. MAGALHÃES, M. N. ; LIMA, A. C. P. Nocões de Probabilidade e Estatística. 6. ed. São Paulo: EDUSP. 2008. 5. WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H. Probabilidade e Estatística para Engenharia e Ciências. 8. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2008. 36 Metrologia – 40 H Introdução a metrologia. Uso de instrumentos de medição. Tolerâncias dimensionais e geométricas. Bibliografia Básica 1. LIRA, F. A. Metrologia na Indústria. São Paulo: Érica, 2001. 2. AGOSTINHO, O. L.; RODRIGUES, A.; LIRANI, J. Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de Dimensões: princípios de engenharia de fabricação mecânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. 3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. . Instrumentação e Fundamentos de Medidas. V1. Ed. LTC. 2006. Bibliografia Complementar 1. SOUZA, A. R. Fundametos de Metrologia Científica e Industrial. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2008. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR14699: Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. Rio de Janeiro, 2001. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6409: Tolerâncias geométricas – Tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento - Generalidades, símbolos, definições e indicações em desenho. Rio de Janeiro, 1997. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6158: Sistema de tolerância e ajustes. Rio de Janeiro, 1995. 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6173: Terminologia de tolerância e ajustes. Rio de Janeiro, 1980. Cálculo Numérico – 40 H Equações algébricas e transcendentes. Sistemas de equações lineares. Integração numérica. Interpolação. Diferenciação numérica. Ajuste de curvas. Equações diferenciais. Bibliografia Básica 1. BARROSO, L. C.; BARROSO, M. M. A.; CAMPOS FILHO, F. F.; CARVALHO, M. L. B.; MAIA, M. L. Cálculo Numérico: com aplicações. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. 2. RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1996. 3. SPERANDIO, D; MENDES, J. T.; SILVA, L. H. M. Cálculo Numérico: características matemáticas e computacionais. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. Bibliografia Complementar 1. HANSELMAN, D. C.; LITTLEFIELD, B. Matlab 6. São Paulo: Makron Books, 2003. 2. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v1 . 3. SWOKOWSKI, J. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. v1. 4. Piovesana, C. I.; Sampaio, C. A. A.; Mucelin, C.; Garavello, P. G.; Lanzoni, O.; SANTOS, V. P. Matemática Básica. Itatiba:Berto, 2009. 5. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 37 Circuitos Elétricos – 80 H Circuitos CC. Leis de Kirchhoff. Análise de malhas. Análise nodal. Circuitos AC. Fasores. Potência AC. Sistema trifásico. Bibliografia Básica 1. DORF, R. C. Introdução aos Circuitos Elétricos. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2. IRWIN, J. D. Introdução à Analise de Circuitos Elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 3. JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Bibliografia Complementar 1. BURIAN JR., Y.; LYRA, A. C. C. ; Circuitos Elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 2. NAHVI, M.; EDMINISTER, J. A. Circuitos Elétricos: coleção Schaum. 2. ed. São Paulo: Bookman, 2005. 3. HAYT JR., W. H.; KEMMERLY, J. E. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: McGraw Hill, 2000. 4. MARKUS, O. Circuitos Elétricos: Corrente contínua e corrente alternada - Teoria e exercícios. 2. ed. São Paulo: Érica, 2001. 5. CAPUANO, F. G. Laboratório de Eletricidade e Eletrônica.18.ed. São Paulo: Érica, 2002. Materiais para Engenharia – 80 H Classificação dos materiais para engenharia. Estrutura cristalina e propriedades dos materiais metálicos, cerâmicos e polímeros. Materiais para o segmento elétrico e eletrônico. Aços: diagramas de equilíbrio, tratamentos térmicos, especificação e ensaios mecânicos. Noções sobre materiais poliméricos, cerâmicos e compósitos. Bibliografia Básica 1. CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. 3. VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Rio de Janeiro: Campus, 1994. Bibliografia Complementar 1. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 1985. 2. PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura e propriedades. São Paulo: Hemus, 1997. 3. SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos: condutores e semicondutores. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. v1 4. SCHIMIDT, W. Materiais elétricos. 1. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. v2 5. ASHBY, M. F. Engenharia de Materiais: uma introdução às propriedades, aplicações e projeto.. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 38 Projetos Temáticos - Materiais – 40 H Técnicas para elaboração de projetos utilizando materiais. Seleção e especificação de materiais. Análise e dimensionamento estrutural: estudos de casos. Aplicações de materiais metálicos, cerâmicos e polímeros: estudos de casos. Desenvolvimento de projetos. Integração de Elementos estruturais e sistemas eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. 3. HIBBELLER, R. C. Resistência dos Materiais. 5. ed São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. Bibliografia Complementar 1. AGOSTINHO, O. L.; RODRIGUES, A.; LIRANI, J. Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de Dimensões: Princípios de Engenharia de Fabricação Mecânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 4. PROVENZA, F. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Provenza, 1997. 5. REZENDE, S. Materiais e Dispositivos Eletrônicos. 1. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004. ATIVIDADES COMPLEMENTARES IV – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 39 5o Semestre Eletrônica I – 80 H Retificadores a diodo. Filtro capacitivo. Transistores em chaveamento e aplicações. Amplificadores operacionais. Aplicações Lineares de Amplificadores Operacionais. Bibliografia Básica 1. BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos. 8. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2004. 2. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.1 3. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.2 Bibliografia Complementar 1. TURNER, L. W. Eletrônica Aplicada. 4. ed. São Paulo: Hemus, 2004. 2. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R. ; Eletrônica Digital ; Ed. CENGAGE ; 2009. 3. BARBOSA, A. F. ; Eletrônica Analógica Essencial para Instrumentação ; Ed. Livraria da Física ; 2010. 4. MENDONÇA, A. ; ZELENOVSKY, R. Eletrônica Digital: curso prático e exercícios. Rio de Janeiro: MZ Editora. 2004 5. AHMED, A. ; Eletrônica de Potência ; Ed. PRENTICE HALL BRASIL ; 2000. Mecânica dos Fluidos – 40 H Cinemática dos fluidos. Equação da energia para regime permanente. Equação da quantidade de movimento para regime permanente. Escoamento viscoso incompressível interno. Escoamento de fluidos incompressíveis em condutos forçados. Perda de carga. Análise dimensional e semelhança. Teorema de Buckinghan. Bibliografia Básica 1. BISTAFA, S. R. Mecânica dos fluidos: noções e aplicações. 1. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 2. ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2.ed. São Paulo: Rima, 2006. 3. YONG, D. F.; OKIISHI, T. H.; MUNSON, B. R. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos: com CD. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. Bibliografia Complementar 1. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2008. 2. CATTANI, M. S. D. Elementos de Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2005. 3. OKIISHI, T. H.; YOUNG, D. F.; MUNSON, B. R. Uma Introdução Concisa à Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. 4. ASSY, T. M. Mecânica dos fluidos: fundamentos e aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 5. MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 40 Processos de Fabricação – 80 H Classificação dos processos de fabricação. Processos metalúrgicos de fabricação: fundição, soldagem e metalurgia do pó. Tecnologia da usinagem. Processamento de polímeros e cerâmicas. 1. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da Usinagem dos Materiais. 5. ed. São Paulo: Artliber , 2001.670 D69t (10ex) 2. FERRARESI, D. Usinagem dos Metais : fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. 671 F426f (11ex) 3. WAINER, E.; BRANDI, S. D.; MELLO, F. D. Soldagem: processos e metalurgia. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1992 671.52 W149s (10ex) Bibliografia Complementar 1. HELMAN, H. ; CETLIN, P. R.; Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais ; Ed. ARTLIBER ; 2005 671.3 H425f (3ex) 2. MANO, E. B. Polímeros como Materiais de Engenharia. São Paulo: Edgard Blucher. 1996 3. MACHADO, A. R. ; ABRÃO, A. M. ; COELHO, R. T. ; Teoria da Usinagem dos Materiais ; Ed. EDGARD BLUCHER ; 2009. 4. SANTOS, S. C. ; SALES, W. F. ; Aspectos Tribologicos da Usinagem dos Materiais ; Ed. ARTLIBER ; 2007 5. LEVY NETO, F.; PARDINI, L. C. Compositos Estruturais. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. Engenharia Econômica – 40 H Conceitos de engenharia econômica e matemática financeira básica. Métodos de análise de investimento. Obtenção de dados de custos e a estruturação de problemas. Formação de preço. Análise sob condições de risco e incerteza. Bibliografia Básica 1. EHRLICH, P. J. Engenharia Econômica: avaliação e seleção de projetos de investimento. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 2. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2000. 3. BLANK, L.; TARQUIN, A. Engenharia Econômica.6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. Bibliografia Complementar 1. CASAROTTO, N.; KOPITTKE, B. H. Análise de Investimentos: matemática financeira, engenharia econômica, tomada de decisão, estratégia empresarial. 10. ed. São Paulo: Atlas. 1994. 2. HUMMEL, P. R. V.; PILÃO, N. E. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. São Paulo: Thomson. 2003. 3. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento: critérios de avaliação, financiamento. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 4. LAVELLE, J. P.; NEWNAN, D. Fundamentos de Engenharia Econômica. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 5. SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações a análise de Investimentos. São Paulo: Prentice Hall. 2007 41 Fundamentos de Dinâmica – 40 H Cinemática da partícula. Cinemática dos Pontos Materiais. Sistemas de Pontos Materiais. Bibliografia Básica 1. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de Partículas e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011 2. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: dinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 3. HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Prentice Hall. 2004. Bibliografia Complementar 1. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica: mecânica para engenharia. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. v1. 2. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica: mecânica para engenharia. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. v2. 3. CLAUSEN, W. E. ; BEER, F. P. ; JOHNSTON JR., E. R.; Mecânica vetorial para engenheiros: dinâmica; São Paulo: McGraw Hill Brasil, 2006. 4. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo: Makron Books, 1999. 5. MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. Elementos de Máquinas – 80 H Movimentos relativos em mecanismos básicos de máquinas. Elementos de união. Eixos e árvores de acionamento. Transmissões. Mancais de rolamento e deslizamento. Lubrificação. Molas. Uso e aplicação de parafusos e roscas. Seleção de rolamentos. Freios Bibliografia Básica 1. COLLINS, J. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 2. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v1. 3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v2 . 4. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v3 . Bibliografia Complementar 1. MELCONIAN, S. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Érica. 2007. 2. CUNHA, L. B. Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 3. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. São Paulo: Bookman, 2004. 4. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 5. PARETO, L. Formulário Técnico: Elementos de Máquinas. São Paulo: Hemus, 2003. 42 Projetos Temáticos – Máquinas – 40 H Técnicas para elaboração de projetos de máquinas. Desenvolvimento de projetos utilizando elementos de máquinas e sistemas dinâmicos. Integração de Elementos estruturais e sistemas eletro-eletrônicos para o desenvolvimento de máquinas e equipamentos. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. COLLINS, J. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: mecânica para engenharia. São Paulo: Prentice Hall. 2004. 3. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas. 8. ed. São Paulo: Edgard Blucher. 2004. v1 . Bibliografia Complementar 1. PARETO, L. Formulário Técnico: Elementos de Máquinas. São Paulo: Hemus, 2003. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 4. CUNHA, L. B. Elementos de Máquinas. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 5. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. São Paulo: Bookman, 2004. ATIVIDADES COMPLEMENTARES V – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 43 6o Semestre Sistemas Digitais – 80 H Conversores A/D e D/A. Memórias Semicondutoras. Projeto e implementação de sistemas digitais. Utilização de ferramentas computacionais. Utilização de dispositivos CPLD e FPGA. Linguagem simbólica e descritiva. Bibliografia Básica 1. TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2003. 2. UYEMURA, J. P. Sistemas Digitais: uma abordagem integrada. São Paulo: Thomson Pioneira, 2002. 3. FERREIRA, S.; CRUZ, E. C. A.; LOURENÇO, A. C. Circuitos Digitais. São Paulo: Érica, 1996. Bibliografia Complementar 1. ERCEGOVAC, M. Introdução aos Sistemas Digitais. São Paulo: Bookman, 2000. 2. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica. São Paulo: Érica. 2002. 3. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 4. FLOYD, T., Sistemas Digitais - Fundamentos e Aplicações. Ed.BOOKMAN COMPANHIA. 2007. 5. COSTA, C. Projetos de Circuitos Digitais com FPGA. São Paulo: Érica, 2008. Instrumentação I – 80 H Características gerais de instrumentos. Calibração estática de instrumentos. Instrumentos de primeira e segunda ordem. Transdutores para medição de força, pressão, temperatura, deslocamento e vazão. Sensores de aproximação e de contato. Bibliografia Básica 1. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2005. 2. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de Processos ; Ed. LTC ; 2005. Bibliografia Complementar 1. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010 2. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus, 2002. 3. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005 4. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2006 5. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.2 ; Ed. LTC ; 2006. 44 Controle Hidráulico e Pneumático – 80 H Dimensionamento de circuitos de potência. Bombas, atuadores e válvulas para circuitos hidráulicos e pneumáticos. Circuitos de controle hidráulicos e pneumáticos. Componentes e circuitos eletropneumáticos. Bibliografia Básica 1. FIALHO, A. B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2007. 2. FIALHO, A. B. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. São Paulo: Érica, 2002. 3. BONACORSO, N .G. Automação Eletropneumática. 3. ed. São Paulo: Érica, 1997. Bibliografia Complementar 1. STEWART, H. L. Pneumática e Hidráulica. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2002. 2. LINSINGEN, I. V. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. Florianópolis: EDUFSC, 2001. 3. BAPTISTA, M. ; LARA, M. ; Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Ed. UFMG. 2010 4. AZEVEDO NETTO, J. M. ; ARAUJO, R. . Manual de Hidráulica. Ed. EDGARD BLUCHER. 1998 5. PROVENZA, F. ; SOUZA, H. R. Hidráulica. Ed. PROVENZA. 2000 Eletrônica II – 40 H Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e aplicações. Acionamento de cargas elétricas. Bibliografia Básica 1. BOYLESTAD, R.; NASHELSKY, L. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos. 8a ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2004. 2. TURNER, L. W. Eletrônica Aplicada. São Paulo: Hemus, 2004. 3. AHMED, A. ; Eletrônica de Potência ; Ed. PRENTICE HALL BRASIL ; 2000. Bibliografia Complementar 1. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.1 . 2. MALVINO, A. P. Eletrônica. 4. ed. São Paulo: Makron. 1997. v.2 . 3. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R. ; Eletrônica Digital ; Ed. CENGAGE ; 2009. 4. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010 5. GUIMARAES, A. A. Eletrônica Embarcada Automotiva. 1. ed. São Paulo: Érica, 2007. 45 Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos – 40 H Cinemática dos corpos rígidos. Movimento plano de corpos rígidos. Métodos da energia e Quantidade de Movimento. Cinética de Corpos Rígidos em 3 dimensões. Vibrações. Bibliografia Básica 1. BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros: dinâmica. 5. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2005. 2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 3. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia: dinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Bibliografia Complementar 1. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de Partículas e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011 2. SHAMES, IRVING H.. Estática - Mecânica para Engenharia. vol. 1. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003. 3. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica - Mecânica para Engenharia. vol. 2. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003. 4. LEITE, M. Scilab. 1. Ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. Projeto Auxiliado por Computador – 40 H Método dos elementos finitos. Softwares comerciais de CAE. Pré e pósprocessamento. Geração de malhas. Dimensionamento de elementos. Integração CAD/CAE. Bibliografia Básica 1. ALVES FILHO, A. Elementos Finitos: a base da tecnologia CAE. São Paulo: Érica, 2000. 2. SOBRINHO, Antônio da S. C. ; Introdução ao Método dos Elementos Finitos ; São Paulo ; Ciência Moderna ; 2004. 3. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2000. Bibliografia Complementar 1. ASSAN, A. E. Método dos Elementos Finitos: primeiros passos ; Ed. UNICAMP ; 2ª Edição ; 2003 2. NORTON, R. L. Projeto de Máquinas. Bookman Companhia, 2004. 3. BELYTSCHKO, T.; FISH, J. Um Primeiro Curso de Elementos Finitos. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 4. SORIANO, H. L. Elementos Finitos. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. 5. BEER, F. P. Resistência dos Materiais. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1995. 46 Projetos Temáticos – Controladores – 40 H Técnicas para elaboração de projetos de controle de processos. Integração de sensores. Desenvolvimento de aplicações utilizando sistemas eletro-hidro-pneumáticos. Integração de Elementos estruturais e sistemas mecano-eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus, 2002. 2. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008. 3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de Processos ; Ed. LTC ; 2005. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. STEWART, H. L. Pneumática e Hidráulica. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2002. 4. GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas sequenciais com PLCs. 6. ed. São Paulo: Érica, 2000. 5. Sanches, D. Eletrônica Industrial: montagem. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2000. ATIVIDADES COMPLEMENTARES VI – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 47 7o Semestre Automação Industrial – 80 H Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas seqüenciais. Sensores, transmissores e atuadores. Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e Aplicações. Projetos em automação industrial: Integração Hardware/Software. Bibliografia Básica 1. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 2. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008. 3. CASTRUCCI, P. L.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. Rio de Janeiro: LTC, 2001. Bibliografia Complementar 1. FIALHO, A. B. Automação Pneumática. São Paulo: Érica, 2003. 2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001. 3. CAPELLI, A. Automação Industrial. 1. ed. São Paulo: Érica, 2006. 4. NATALE, F.; Automação Industrial. São Paulo: Érica, 1995. (Serie brasileira de tecnologia). 5. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. Termodinâmica e Transferência de Calor e Massa – 40 H Primeira lei da termodinâmica. Segunda lei da termodinâmica e entropia. Ciclos termodinâmicos. Ciclo frigorífico padrão. Mecanismos básicos de transferência de calor. Isolamento térmico. Superfícies estendidas. Trocadores de calor. Transferência de massa. Bibliografia Básica 1. INCROPERA, F. P.; DE WITT, D. P. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 5a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2. SHAPIRO, H. N.; MORAN, M. J. Princípios de Termodinâmica para Engenharia. 4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 3. BORGNAKKE, C. ; SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher. 2009 Bibliografia Complementar 1. KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios da Transferência de Calor. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003. 2. MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. São Carlos: Rima, 2003. 4. BIRD, R. B.; STEWART, W.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de Transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 48 5. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: termodinâmica e ondas - Sears e Zemansky. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley Brasil, 2008. Análise e Processamento de Sinais – 80 H Classificação de Sinais. Representação por Séries. Análise de Fourier: Série de Fourier, Transformada de Fourier, Transformada Rápida de Fourier. Transmissão de Sinais: Filtragem. Bibliografia Básica 1. NALON, J. A. ; Introdução ao Processamento Digital de Sinais ; LTC ; 1ª Edição ; 2009. 2. OLIVEIRA, H. M. Analise de Sinais para Engenheiros: uma abordagem via wavelets. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2007. 3. HAYKIN, S. S.; VEEN, B. V. Sinais e Sistemas. São Paulo: Bookman, 2000. Bibliografia Complementar 1. GIROD, B. Sinais e Sistemas. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 2. BIGNELL, J. W. ; DONOVAN, R., Eletrônica Digital. Ed. CENGAGE. 2009. 3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2007. 4. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.2; Ed. LTC ; 2007. 5. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005. 6. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. Instrumentação II – 80 H Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por computador. Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Bibliografia Básica 1. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2005. 2. THOMAZINI, D. ; ALBUQUERQUE, P. U. B. ; Sensores Industriais Fundamentos e Aplicações ; Ed. Érica ; 2005. 3. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.2 ; Ed. LTC ; 2007. Bibliografia Complementar 1. BALBINOT, A. ; BRUSAMARELLO, V. J. ; Instrumentação e Fundamentos de Medidas, V.1 ; Ed. LTC ; 2006. 2. BOLTON, W. Instrumentação e controle. São Paulo: Hemmus, 2002. 3. ALVES, J. L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de Processos ; Ed. LTC ; 2005. 4. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 49 5. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008. Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos – 40 H Modelagem matemática de sistemas elétricos, mecânicos, térmicos e fluídicos. Função de transferência. Simulação computacional. Bibliografia Básica 1. FRANÇA, L. N. F., Introdução às Vibrações Mecânicas. São Paulo: edgard Blucher, 2006. 2. HIBBELER, R. C. Dinâmica: Mecânica para Engenharia. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 3. THORNTON, S. T. ; MARION, J. B. Dinâmica Clássica de Partículas e Sistemas. São Paulo: CENGAGE. 2011 Bibliografia Complementar 1. SHAMES, IRVING H.. Dinâmica - Mecânica para Engenharia. vol. 1. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003. 2. SHAMES, IRVING H.. Estática - Mecânica para Engenharia. vol. 2. Pearson Brasil. 4ª Ed. 2003. 3. CLAUSEN, W. E. ; BEER, F. P. ; Mecânica Vetorial para Engenheiros: dinâmica; São Paulo: Mcgraw Hill Brasil, 2006. 4. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia: dinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. Gestão de Empresas e empreendedorismo – 40 H Os fundamentos da administração e gestão. Administração de recursos humanos. Administração da produção. Administração financeira. Administração de marketing. Introdução à reengenharia industrial. Reengenharia de processos. Empreendedorismo. Bibliografia Básica 1. CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao empreendedor. São Paulo: Saraiva, 2008.648.421 C458e (31 ex.) 2. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2004. 658.001 M419t (30 ex.) 3. CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.658.001 C458i (30 ex.) Bibliografia Complementar 1. CHIAVENATO, I. Administração da Produção: uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: Campus, 2005. 2. BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 2. ed. São Paulo: Bookman, 2009. 3. BANZATO, J. M.; BANZATO, E.; CARILLO Jr. E. Atualidades em Gestão da Manufatura ; Ed. IMAM ; 2008. 4. ANDRADE, R. O. B. ; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books. 2006 5. DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus. 2001 50 Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas – 40 H Técnicas para elaboração de projetos para instrumentação de sistemas e monitoramento de processos. Desenvolvimento de Aplicações de Sensoriamento. Instrumentação de Sistemas. Aquisição, Processamento e Análise de Sinais. Integração de Elementos estruturais e sistemas mecano-eletro-eletrônicos. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. BALBINOT, A. BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. v1. 2. FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 3. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentaçao, Controle E Automação De Processos ; Ed. LTC ; 2005. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. BARBOSA, A. F. Eletrônica Analógica Essencial para Instrumentação. LIVRARIA DA FISICA Editora. 1ª Edição. 2010 4. BOLTON, W. Instrumentação e Controle. São Paulo: Hemmus, 2002. 5. BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. São Paulo: Interciência, 2005. ATIVIDADES COMPLEMENTARES VII – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 51 8o Semestre Microcontroladores – 80 H Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de entrada e saída. Contadores e temporizadores. Sistemas de desenvolvimento integrado (IDE). Interrupção. Conversores Analógico/Digital e Digital/Analógico. Sistemas de aquisição de dados e de controle. Programação e aplicações. Bibliografia Básica 1. SOUZA, D. J. , Desbravando o PIC: ampliado e atualizado. São Paulo: Érica, 2003. 2. ZANCO, W. S., Microcontroladores PIC: técnicas de software e hardware para projetos de circuitos eletrônicos. São Paulo: Érica, 2006. 3. PEREIRA, F. , Microcontrolador PIC18: Detalhado. Ed. ERICA. 2009 Bibliografia Complementar 1. PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: técnicas avançadas. São Paulo: Érica, 2002. 2. PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: programação em C. São Paulo: Érica, 2003. 3. ZANCO, W. S. Microcontroladores PIC 18 com Linguagem C. São Paulo: ERICA. 1ª Edição. 2010 4. PEREIRA, F. Tecnologia Arm: microcontroladores de 32 bits. 1. ed. São Paulo: Érica, 2007. 5. MIYADAIRA, A. N. Microcontroladores Pic 18: aprenda e programe em linguagem C. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009. Sistemas de Controle I – 80 H Características de sistemas de controle. Análise de erros em regime permanente. Lugar Geométrico das Raízes. Resposta em freqüência. Estabilidade relativa. Controladores e compensadores. Bibliografia Básica 1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. 2. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 4a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 3. SANTOS, W. E. ; SILVEIRA, P. R. da ; Automação e Controle Discreto ; Ed. LTC ; 2002. Bibliografia Complementar 1. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e Instrumentação De Processo ; Ed. UFRJ ; 2008. 2. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008. 3. CARVALHO, J. L. M. Sistemas de Controle Automático. 1a ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 52 4. HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. 2a ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 5. CAMPOS, M. M. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. Manufatura Auxiliada por Computador – 80 H Máquinas com Comando Numérico Computadorizado (CNC). Operação e programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração CAD/CAM. Sistemas flexíveis de manufatura. Bibliografia Básica 1. SOUZA, A. F. de ; Engenharia Integrada por Computador e Sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações ; São Paulo ; HEMUS ; 2009. 2. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos por Computador ; 1a ; São Paulo ; ÉRICA ; 2008. 3. MACHADO, A. R. ; ABRÃO, A. M. ; COELHO, R. T. ; Teoria da Usinagem dos Materiais ; Ed. EDGARD BLUCHER ; 2009. Bibliografia Complementar 1. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.1 ; Ed. EPU ; 1984. 2. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.2 ; Ed. EPU ; 1984. 3. SANTOS, S. C. ; SALES, W. F. ; Aspectos Tribologicos da Usinagem dos Materiais ; Ed. ARTLIBER ; 2007 4. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 5. ed. São Paulo: Artliber , 2001. 5. FERRARESI, D. Usinagem dos metais : fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. Ergonomia e Segurança do Trabalho – 40 H Conceitos gerais: ergonomia, saúde e segurança no trabalho. Legislação. Acidentes do trabalho, doenças profissionais e do trabalho. Métodos de análise de acidentes. Bibliografia Básica 1. CARDELLA, B. ; Segurança no Trabalho e Prevenção de Acidentes ; Ed. Atlas ; 1999. 2. MASCULO, F. S. ; VIDAL, M. C. ; Ergonomia: trabalho adequado e eficiente. São Paulo: CAMPUS. 1ª Edição. 2011 3. KROEMER, H. J. Manual de Ergonomia. 5. ed. São Paulo: Bookman, 2005. Bibliografia Complementar 1. ROCHA, G. C. Trabalho, Saúde e Ergonomia. Curitiba: Jurua, 2004. 2. GOMES FILHO, JOAO ; Ergonomia do Objeto ; Ed. Escrituras ; 2004. 3. IIDA, I. ; Ergonomia - Projeto e Produção ; Ed. EDGARD BLUCHER ; 2005. 4. Manuais de Legislação Atlas - Segurança e Medicina do Trabalho. Atlas. 57a Ed. 2005. 53 5. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa: estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009. Sistemas Fluidomecânicos – 80 H Classificação das máquinas de fluxo. Bombas hidráulicas. Curvas características. Instalações hidráulicas. Dimensionamento hidrodinâmico de bombas. Associações de bombas em série e em paralelo. Noções de dimensionamento hidrodinâmico de turbinas: Pelton, Francis e Kaplan. Bibliografia Básica 1. MACINTYRE, A. J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2. ed Rio de Janeiro: LTC, 1997. 2. SANTOS, S. L. dos ; Bombas e Instalações Hidráulicas ; ed. LCTE ; 2007. 3. LINSINGEN, I. V. ; Fundamentos de Sistemas Hidráulicos ; Ed. IFSC ; 2001. Bibliografia Complementar 1. BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2008. 2. MUNSON, B. R., YOUNG. D. F. e OKIISHI, T. H.. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. Editora Edgard Blucher. 2007. 3. LIMA, E. P. C. Mecânica das Bombas. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. 4. MATTOS, E. E.; FALCO, R. Bombas Industriais. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 5. SILVA, N. F. Bombas Alternativas Industriais: teoria e prática. 1. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2007. Metodologia da Pesquisa Científica – 40 H Ciência e Tecnologia. Levantamento bibliográfico: definição do problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Comunicação: estrutura e apresentação do trabalho. Normas ABNT. Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2002. 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1999. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 54 4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1. ed. São Paulo: Vozes, 2003. Projetos Temáticos – Engenharia Integrada I – 40 H Desenvolvimento de projeto Integrado Aplicado orientado ao Controle e Automação de Sistemas, Máquinas e Processos. Atividade de exercício do trabalho em equipe. Revisão bibliográfica. Metodologia para desenvolvimento de Produtos. Elaboração de Projetos e Relatórios. Bibliografia Básica 1. ALVES, JOSE L. L.; Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001. 3. FRANCHI, C. M. ; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos Programáveis: sistemas discretos. São Paulo: Érica, 2008. Bibliografia Complementar 1. MISCHKE, C. R,; BUDYNAS, R. G.; SHIGLEY, J. E. Projeto de Engenharia Mecânica. São Paulo: BOOKMAN COMPANHIA, 2005. 2. CAMPOS, MARIO M. , Sistemas Inteligentes em Controle e Automação. Ed. CIÊNCIA MODERNA. 2004. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 5. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. ATIVIDADES COMPLEMENTARES VIII – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 55 9o semestre Estágio Supervisionado – 160 Horas Disciplina com regulamento próprio. Máquinas Elétricas e Acionamentos – 80 H Máquinas de corrente contínua com e sem escovas. Acionamento de máquinas CC. Motores AC monofásicos. Tipos e aplicações. Motores AC trifásicos. Acionamento de motores trifásicos. Bibliografia Básica 1. SIMONE, G. A. Máquinas de Indução Trifásicas. São Paulo: Érica, 2000. 2. FITZFERALD, A. E.; KINGSLEY Jr., C.; UMANS, S. D.. Máquinas Elétricas: com Introdução a Eletrônica de Potência. São Paulo, Ed. Bookman, 2006. 3. TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas ; LTC, 1999. Bibliografia Complementar 1. BIM, E., Máquinas Elétricas e Acionamento. Ed. CAMPUS. 2009. 2. CARVALHO, G . Máquinas Elétricas: teoria e ensaios. Ed. Érica, 2007. 3. MARTIGNONI, A. ; Ensaios de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: GLOBO. 2ª Edição. 1987 4. ALMEIDA, J. E. Motores Elétricos: manutenção e testes. 3a ed. São Paulo: Hemus, 2004. 5. FRANCHI, C. M. Inversores de Frequência: teoria e aplicações. 1a ed. São Paulo: Érica, 2008. Sistemas de Controle II – 80 H Sistemas de controle discretos. Transformada Z. Amostrador e segurador de ordem zero. Função de Transferência Pulsada. Análise de Transiente. Análise de Estabilidade. Projeto de controladores digitais. Implementação de controladores. Controladores PID. Bibliografia Básica 1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. ; Pearson ; 2003. 2. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de Processos ; Ed. LTC ; 2005. 3. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e Instrumentação de Processo ; Ed. UFRJ ; 2008. Bibliografia Complementar 1. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008. 2. NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 4. ed. ; LTC, 2003. 3. CARVALHO, J. L. M. Sistemas de Controle Automático. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 4. HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 56 5. CAMPOS, M. M. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. Trabalho de Conclusão de Curso I – 40 H Disciplina de orientação individual do trabalho de conclusão de curso. Nesta disciplina é definido o tema e o orientador do Trabalho de Conclusão de Curso. Definição dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Levantamento bibliográfico: definição do problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Elaboração de relatórios Normas ABNT. Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2002. 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1999. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1. ed. São Paulo: Vozes, 2003. Direito, Legislação e Ética Aplicados à Engenharia – 40 H Noções gerais sobre direito civil, constitucional, comercial e trabalhista. Legislação específica sobre engenharia. Propriedade Industrial. Direito Autoral. Perícias e laudos. Ética geral: o fenômeno moral e a filosofia ética. Direito e dever. Cidadania, responsabilidade social e consciência ética. Ética profissional. Código de ética do Sistema CONFEA/CREA. Declaração Universal dos Direitos do Homem. Bibliografia Básica 1. NASCIMENTO, A. M; Iniciação ao Direito do Trabalho. São Paulo: LTR, 1991. 2. ARAUJO JUNIOR, M. A. Ética profissional. 5. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2009. 3. AZEVEDO, A. V. ; Teoria Geral das Obrigações: responsabilidade civil. São Paulo: Atlas. 2004 Bibliografia Complementar 1. GONÇALVES, C. R.. Direito das Obrigações, Parte Especial (Responsabilidade Civil), V. 6, Tomo II. Ed. 6.ª, São Paulo, Saraiva, 2009. 57 2. REALE, M. Lições Preliminares de Direito. São Paulo: Saraiva, 1998. 3. REALE, MIGUEL - Fundamentos de Direito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1998. 4. OLIVIEIRA, Adriano Koenigkam; OLAVO A. Vianna Alves. Como se Preparar para o Exame de Ordem, Série Resumo 1.ª Fase Constitucional, Ed. 7.ª, São Paulo, Método, 2009. 5. DI BLASI, G. ; A Propriedade Industrial: os sistemas de marcas, patentes, desenhos industriais e transferência de tecnologia. São Paulo: Florença. 2005 Planejamento e Controle da Produção e da Manutenção – 80 H Conceitos de planejamento, programação e controle da produção. Conceitos básicos de estoques. Estimativa de necessidades (MRP e MRP II). Seqüenciação e redução de desperdícios. Avaliação de modelos de previsão. Tipos de Manutenção: conceitos e definições básicas. Organização para a Manutenção. Atividades e Registros em Manutenção. Indicadores Utilizados. Bibliografia Básica 1. GIANESI, I. G. N.; CORREA, H. L.; CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da Produção. 4. ed. São Paulo: ATLAS, 2001. 2. CHIAVENATO, I. ; Planejamento e Controle da Produção ; Ed. Manole ; 2008. 3. LUSTOSA, L. ; MESQUITA, M. A. ; QUELHAS, O. ; Planejamento e Controle da Produção ; Ed. Campus ; 2008. Bibliografia Complementar 1. NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de Manutenção Preditiva. São Paulo: Edgar Blucher, 1999. v.1-2. 2. BANZATO, J. M.; BANZATO, E.; CARILLO Jr. E. Atualidades em Gestão da Manufatura. São Paulo: IMAM, 2008. 3. FERNANDES, F. C. F. ; GODINHO Filho, M. Planejamento e Controle da Produção. Rio de Janeiro: ATLAS. 1ª Edição. 2010 4. WALLACE, T. F.; STAHL, R. A. Planejamento Moderno da Produção. São Paulo: IMAM, 2003. 5. AMATO NETO, J. Manufatura Classe Mundial. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 58 Projetos Temáticos – Engenharia Integrada II – 40 H Desenvolvimento de projeto Integrado Aplicado orientado ao Controle e Automação de Sistemas, Máquinas e Processos. Atividade de exercício do trabalho em equipe. Revisão bibliográfica. Metodologia para desenvolvimento de Produtos. Implementação de protótipo e avaliação de desempenho. Bibliografia Básica 1. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. São Paulo: LTC, 2005. 2. GEORGINI, M. Automação Aplicada. São Paulo: Érica, 2001. 3. ROSARIO, J. M. Princípios de Mecatrônica. São Paulo: PRENTICE HALL BRASIL, 2005. Bibliografia Complementar 1. CAMPOS, MARIO M. , Sistemas Inteligentes em Controle e Automação. Ed. CIÊNCIA MODERNA. 2004. 2. MISCHKE, C. R,; BUDYNAS, R. G.; SHIGLEY, J. E. Projeto de Engenharia Mecânica. São Paulo: BOOKMAN COMPANHIA, 2005. 3. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. 4. LUSTOSA, L. ; MESQUITA, M. A. ; QUELHAS, O. ; Planejamento e Controle da Produção ; Ed. Campus ; 2008. 5. SANTOS, W. E. ; SILVEIRA, P. R. Automação e Controle Discreto. Rio de Janeiro: LTC, 2002. ATIVIDADES COMPLEMENTARES IX – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 59 10o Semestre Controle de Processos – 80 H Projeto e sintonia de controladores. Técnicas avançadas de controle: cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios e IHM. Bibliografia Básica 1. OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. 2. ALVES, JOSE L. L. ; Instrumentação, Controle e Automação de Processos ; Ed. LTC ; 2005. 3. OLIVEIRA NETTO, A. A. , IHC – Interação humano computador: modelagem e gerência de interdaces com o usuário. Florianópolis: VisualBooks, 2004 Bibliografia Complementar 1. SALGADO, A. ; VALDMAN, B. ; FOLLY, R. ; Dinâmica, Controle e Instrumentação de Processo ; Ed. UFRJ ; 2008. 2. SOUZA, A. C. Z. DE ; PINHEIRO, C. A. M. ; Introdução a Modelagem, Analise e Simulação. Ed. INTERCIENCIA. 2008. 3. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e Controle Discreto. 4. ed. São Paulo: Érica, 2002. 4. GEORGINI, M. Automação Aplicada. 1. ed. São Paulo: Érica, 2001. 5. CAMPOS, MARIO M. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação. 1. ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004. Introdução à Robótica Industrial – 80 H Robôs manipuladores: conceito, tipos e elementos estruturais. Classificação geométrica de manipuladores. Cinemática dos manipuladores. Geração de trajetórias para robôs manipuladores. Sensores, Efetuadores e Atuadores para robôs. Técnicas de programação de robôs. Aplicações industriais de robôs. Robôs móveis. Bibliografia Básica 1. FRALETTI, M. B. Robótica. UNIVERSAE: IESDE. 1a Edição . 2009. 2. ABB. Manual de Programação do Robô IRB 2400. São Paulo: ABB, 2009. CD. 3. ABB. Manual do Usuário do robô IRB 2400. São Paulo: ABB, 2009. CD. Bibliografia Complementar 1. GOSSELIN, C. M. ; BIRGLEN, L. ; LALIBERTE, T. ; Underactuated Robotic Hands ; Ed. SPRINGER VERLAG NY ; 2008. 2. ANGELES, J. ; Fundamentals of Robotic Mechanical Systems ; Ed. SPRINGER VERLAG NY ; 2006. 3. CECCARELLI, M. ; Fundamentals of Mechanics of Robotic Manipulation ; Ed. Kluwer Academic ; 2004. 4. MADRIGAL, R. I.; IDIARTE, E. V. Robots Industriales Manipuladores. 1. ed. Barcelona: UPC, 2002. 5. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos por Computador ; Ed. Érica ; 2008 . 60 Redes de Comunicação Industrial – 80 H Arquiteturas básicas de redes de comunicação. Modelos de camadas ISO/OSI. Padrões de redes de comunicação industrial. Protocolos comerciais, software, topologia, tipos e taxas de transmissão. Equipamentos para redes industriais. Exemplos atuais de redes de comunicação industrial. Bibliografia Básica 1. LUGLI, A. B. ; SANTOS, M. M. D. ; Sistemas Fieldbus para Automação Industrial - DeviceNET, CANopen, SDS e Ethernet ; Ed. Érica ; 2009 . 2. ALBUQUERQUE, P. U. B. ; ALEXANDRIA, A. R. ; Redes Industriais - Aplicações em Sistemas ; Ed. Ensino Profissional ; 2009 3. FOROUZAN, B. A. , Comunicação de Dados e Redes de Computadores. Ed. MCGRAW HILL - ARTMED . 2008 Bibliografia Complementar 1. COMER, D. Redes de Computadores e Internet. 2. ed. São Paulo: Bookman, 1999. 2. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: CAMPUS. 4ª Edição. 2003 3. TORRES, G., Redes de Computadores. Ed. Nova terra. 2009. 4. SOUSA, L. B. Redes de Computadores - Guia Total ; Ed. Érica ; 2009 5. MARIN, P. S. ; Cabeamento Estruturado - Desvendando Cada Passo: do projeto à instalação ; Ed. érica ; 2008 Manufatura Integrada por Computador – 40 H Sistemas de Manufatura Integrada por Computador (CIM). Programação Avançada de CNC. Sistemas flexíveis de manufatura: conceitos. Metodologia para avaliação de desempenho de sistemas integrados. Construção de modelos de simulação. Testes de verificação e validação. Bibliografia Básica 1. SILVA, S. D. da ; CNC - Programação de Comandos Numéricos por Computador ; Ed. Érica ; 2008 . 2. AMATO NETO, J. ; Manufatura Classe Mundial ; Ed. ATLAS ; 2001. 3. SOUZA, A. F. de ; Engenharia Integrada por Computador e Sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações ; São Paulo ; HEMUS ; 2009. Bibliografia Complementar 1. BANZATO, J. M. ; BANZATO, E. ; CARILLO Jr., E. ; Atualidades em Gestão da Manufatura. São Paulo: IMAM ; 2008 . 2. GOODFELLOW, R. Mrp II Planejamento dos Recursos da Manufatura. 2. ed. São Paulo: Iman, 2003. 3. CAIÇARA JUNIOR, C. Sistemas Integrados de Gestão ERP: uma abordagem gerencial. 3. ed. Curitiba: IBPEX, 2008. 4. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.1 ; Ed. EPU ; 1984. 5. Comando Numérico CNC - Técnica Operacional V.2 ; Ed. EPU ; 1984. 61 Trabalho de Conclusão de Curso II – 40 H Disciplina de orientação individual do trabalho de conclusão de curso. Nesta disciplina o Trabalho de Conclusão de Curso será finalizado e submetido à defesa pública perante banca. Elaboração do Texto do Trabalho de Conclusão de Curso. Normas ABNT. Bibliografia Básica 1. CERVO, A. L.; BERVIAN, P A. Metodologia Científica. 5. ed. São Paulo: Pearson Education, 2002. 2. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 3. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 20. ed. São Paulo: Cortez, 1999. Bibliografia Complementar 1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 3. ANDRADE, M. M. ; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. 1. ed. São Paulo: Atlas, 1999. 4. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 5. FAULSTICH, E. L. J. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 1. ed. São Paulo: Vozes, 2003. Comunicação e Relacionamento Interpessoal – 40 H (disciplina optativa) Auto-conhecimento; Comportamento humano; Personalidade; Papeis e valores; Marketing pessoal; Adequação profissional e competência profissional; Oportunidades de desenvolvimento; Influência das mudanças no desenvolvimento profissional; Gerenciamento da carreira; Relacionamento interpessoal; Relacionamentos em grupos; Inteligência emocional. Bibliografia Básica 1. FARIAS, E. Planejamento e Gestão da Carreira Profissional: ferramentas e ações para o sucesso. Rio de Janeiro: Sprint, 2005. 2. RIBEIRO, R. V. ; Assim é Que Se Faz - Desenvolvimento Pessoal & Profissional ; Ed. QUALITYMARK ; 2005 3. Marketing Pessoal 100 Dicas para Valorizar a Sua Imagem, 1ª Edição. São Paulo. Ed. RECORD. 2001. Bibliografia Complementar 1. BISHOP, S. ; Desenvolva sua Assertividade. CLIO EDITORA. 2008 2. SECURATO, J. C. ; CALADO, L. R. ; 100 Dúvidas de Carreira para Executivos de Finanças ; Ed. Saint Paul ; 2008 3. VARELLA, A. M. R. ; Envelhecer com Desenvolvimento Pessoal ; Ed. ESCUTA ; 2003 4. CARVALHO, M. C. N. Relacionamento Interpessoal. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 5. MOSCOVICI, F. ; Desenvolvimento Interpessoal. Rio de Janeiro: JOSE OLYMPIO. 18ª Edição. 2008 62 LIBRAS – 40 H (disciplina optativa) A disciplina oferece um estudo teórico/prático sobre os aspectos fundamentais da Libras (língua brasileira de sinais). Aborda conceitos lingüísticos e culturais da Libras e da comunidade surda, apresentando aspectos específicos da estrutura gramatical da língua de sinais brasileira. Essa disciplina atende à determinação do decreto 5.626/05 que reconhece a língua de sinais e obriga seu ensino nos cursos de licenciatura. Bibliografia Básica 1. SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1997. 2. KARNOPP e QUADROS. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004. 3. Castro, Alberto Rainha de; Carvalho, Ilza Silva de. Comunicação por Língua Brasileira de Sinais. Senac Distrito Industrial Bibliografia Complementar 1. HALL, Stuart. A Centralidade da Cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo. In: Revista Educação e Realidade: Cultura, mídia e educação. V 22, no. 3, jul-dez 1992. 2. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002. 3. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005. 4. REIS, Flaviane. Professor Surdo: A política e a poética da transgressão pedagógica. Dissertação (Mestrado em Educação e Processos Inclusivos). Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2006. 5. Dicionário Ilustrado de Libras – Língua Brasileira de Sinais Brandão, Flávia / GLOBAL Projetos Temáticos – Controle da Manufatura – 40 H Desenvolvimento de Projetos para o Controle da Manufatura: Técnicas, Estudos de Casos, Projetos e Implementação. Sistemas de Manufatura Integrada por Computador (CIM): Projetos e Aplicações. Elaboração de Relatórios. Bibliografia Básica 1. GIANESI, I. G. N.; CORREA, H. L.; CAON, M. Planejamento, Programação e Controle da Produção. 4. ed. São Paulo: ATLAS, 2001. 2. AMATO NETO, J. ; Manufatura Classe Mundial ; Ed. ATLAS ; 2001 3. FERNANDES, F. C. F. ; GODINHO Filho, M. Planejamento e Controle da Produção. Rio de Janeiro: ATLAS. 1ª Edição. 2010 Bibliografia Complementar 1. SOUZA, C.A.; SACCOL, A.Z. Sistemas ERP no Brasil. São Paulo: Atlas, 2003. 2. WALLACE, T. F.; STAHL, R. A. Planejamento Moderno da Produção. São Paulo: IMAM, 2003. 63 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2006. 5. GOODFELLOW, R. Mrp II Planejamento dos Recursos da Manufatura. 2. ed. São Paulo: Iman, 2003. ATIVIDADES COMPLEMENTARES X – 40 H Disciplina com regulamento próprio. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional e têm como objetivo incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Bibliografia Básica Não se aplica. Bibliografia Complementar Não se aplica. 64 4.3. ANÁLISE DA GRADE DESENVOLVIDA De acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002 que institui as Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia, a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia; VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; IX - atuar em equipes multidisciplinares; X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Para atingir estes objetivos são adotadas práticas pedagógicas que favoreçam a efetividade do processo Ensino-Aprendizagem. Para isto são utilizados laboratórios e atividades práticas que estimulem a interação Teoria/Prática através de trabalhos e projetos interdisciplinares, com disciplinas de ementa aberta para cobrir assuntos de interesse atual e também são realizadas visitas técnicas em empresas proporcionando a integração profissional. 65 4.3.1. DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS POR ÁREAS 4.3.1.1. NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002, o núcleo de conteúdos básicos está dividido de acordo com o quadro 4.3.1.1 e totaliza 1680 horas presenciais, perfazendo 42% da carga horária presencial. Quadro 4.3.1.1 - Núcleo de Conteúdos Básicos Tópicos Disciplinas Metodologia Tecnológica Científica e Metodologia Científica Horas aula da Pesquisa 40 Comunicação e Expressão Comunicação Empresarial 40 Expressão Gráfica Desenho Técnico I 80 Matemática Matemática para Engenharia I 80 Matemática para Engenharia II 80 Matemática para Engenharia III 80 Matemática para Engenharia IV 80 Probabilidade e Estatística 40 Física para Engenharia I 80 Física para Engenharia II 80 Física para Engenharia III 80 Mecânica dos Fluídos 40 Termodinâmica e Transferência de Calor e Massa 40 Mecânica dos Sólidos Mecânica Geral 40 Eletricidade Aplicada Circuitos Elétricos 80 Química Química Tecnológica 40 dos Materiais para Engenharia 80 Física Fenômenos de Transporte Ciência e Materiais Tecnologia Administração Gestão de Empresas Empreendedorismo e 40 Ergonometria e Segurança do Trabalho 40 Economia Engenharia Econômica 40 Ciências do Ambiente Engenharia Ambiental 40 66 Humanidades, Sociais e Cidadania Ciências Direito, Legislação e Aplicados à Engenharia Ética 40 Comunicação e Relacionamento Interpessoal 40 LIBRAS 40 4.3.1.2. NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002, o núcleo de conteúdos profissionalizantes está dividido de acordo com o Quadro 4.3.1.2 com um total de 720 horas, representando 18% da carga horária. Quadro 4.3.1.2 – Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Tópicos Disciplinas Horas aula Algoritmos e Estruturas de Dados Informática I 40 Informática II 40 Fundamentos de Dinâmica 40 Controle de Sistemas Dinâmicos Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos 40 Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos 40 Sistemas de Controle I 80 Sistemas de Controle II 80 Circuitos Lógicos 40 Eletrônica I 80 Eletrônica II 40 Circuitos Digitais 80 Metrologia 40 Instrumentação I 80 Instrumentação II 80 Sistemas Mecânicos Resistência dos Materiais 80 Métodos Numéricos Cálculo Numérico 40 Eletrônica Analógica e Digital Instrumentação 67 4.3.1.3. NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS O núcleo de conteúdos específicos são considerados aprofundamentos dos conteúdos profissionalizantes e está dividido de acordo com o Quadro 4.3.1.3. Também estão incluídas neste quadro as disciplinas de Síntese e Integração, que são as disciplinas reservadas para desenvolvimento de trabalhos multidisciplinares e Trabalho de Conclusão de Curso. As disciplinas do núcleo específico montam 1600 horas e representam 40% da carga horária presencial. Quadro 4.3.1.3 – Núcleo de Conteúdos Específicos Tópicos Disciplinas Eletroeletrônica Máquinas Elétricas e Acionamentos 80 Sistemas Digitais 80 Microcontroladores 80 Análise Sinais e Processamento de Análise e Processamento de Sinais Horas aula 80 Controle de Processos Contínuos Controle de Processos 80 Automação Discreta Controle Hidráulico e Pneumático 80 Automação Industrial 80 Introdução à Robótica Industrial 80 Desenho Técnico II 80 Projeto Auxiliado por Computador 40 Manufatura Auxiliada por Computador Manufatura Integrada por Computador 80 Sistemas Mecânicos Elementos de Máquinas 80 Processos de Fabricação Processos de Fabricação 80 Planejamento e Controle da Produção e da Manutenção 80 Sistemas Fluidomecânicos 40 CAD/CAM/CAE Sistemas Fluidomecânicos 40 68 Informática Industrial Redes de Comunicação Industrial 80 Síntese e Integração Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação 40 Trab. de Conc. de Curso I 40 Trab. de Conc. de Curso II 40 Projetos Temáticos Estruturas Projetos Temáticos Controle Digital Projetos Temáticos – Materiais Projetos Temáticos – Máquinas Projetos Temáticos – Controladores Projetos Temáticos Instrumentação de Sistemas Projetos Temáticos Engenharia Integrada I Projetos Temáticos Engenharia Integrada II Projetos Temáticos Controle da Manufatura 40 TOTAL DA CARGA HORÁRIA = 4000 Horas/Aula 40 40 40 40 40 40 80 40 69 4.4. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS ACERCA DO CURSO No início de cada período letivo, sob orientação do coordenador de Curso, cada professor deverá elaborar seu plano de ensino contendo todas as atividades a serem desenvolvidas no decorrer do curso. O plano de ensino deverá conter os seguintes itens: 1) Objetivo da disciplina (descrita neste documento) 2) Ementa (descrita neste documento) 3) Conteúdo programático por bimestre 4) Metodologia de ensino 5) Atividades e trabalhos práticos referentes a carga horária prática discriminada na grade curricular 6) Critérios e datas das avaliações 7) Bibliografia básica e complementar (descritas neste documento) 8) Softwares de apoio a) Relacionamento entre as matérias O conjunto das ementas do Curso Superior de Engenharia de Controle e Automação foi elaborado de forma a privilegiar a integração das matérias nos seus diversos períodos. A elaboração dos programas obedece a orientação geral expedida pela Coordenação do Curso, de modo a permitir que os conteúdos programáticos contribuam para a formação de profissionais dotados das habilidades correspondentes ao perfil desejado do egresso. A Coordenação do Curso mantem com os professores um contínuo fórum de debates sobre a atualidade das ementas, conteúdo dos programas e bibliografia básica, de modo a garantir a integridade dos relacionamentos necessários aos objetivos pretendidos para o Curso. b) Atualização das ementas A dinâmica dos novos paradigmas tecnológicos e sociais e a evolução constante das abordagens e metodologias relacionadas à área de Automação Industrial, na sua forma mais ampla, impõe, como fundamental e necessário, a atualização das ementas das matérias, com a correspondente revisão dos conteúdos dos programas. Este processo, contínuo e permanente por natureza, é conduzido em consonância com as mudanças dos contextos social, econômico, tecnológico, político e financeiro sendo também orientado pelas alterações do perfil profissiográfico regional e nacional do Engenheiro. Também são consideradas as orientações expedidas pelo Ministério da Educação, no tocante a modernização do Ensino Brasileiro e das entidades de classe. Por esta razão a coordenação do curso mantém com os professores um contínuo fórum de debates sobre a atualidade das ementas, conteúdo dos programas e bibliografia básica garantindo deste modo a integridade dos relacionamentos necessários aos objetivos pretendidos para o Curso. 70 5. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes como complemento de sua formação acadêmica e profissional. Elas compõem os currículos de graduação dos Cursos das áreas de Humanas, Saúde e Engenharias da Faculdade de Jaguariúna - FAJ e têm como objetivo flexibilizar o currículo e incentivar a realização de estudos complementares por iniciativa do discente, propiciando a interdisciplinaridade dos conteúdos, ampliando as possibilidades de aquisição de habilidades e contribuindo no desenvolvimento de competências. Entende-se por interdisciplinaridade a integração curricular de diferentes disciplinas, de forma não fragmentada, existindo a cooperação direta entre os saberes. Os conteúdos curriculares, nesta pedagogia, são tratados globalmente, sem a segmentação fronteiriça disciplinar, pois as disciplinas interagem entre si diretamente, ocorrendo a fusão entre a teoria e a pratica. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Ministério da Educação - MEC orientam este tipo de prática para os Cursos de Graduação das áreas de Humanas, Saúde e Engenharias, recomendando que essas Atividades Complementares sejam incluídas nos currículos como estratégia para melhorar o aproveitamento dos conhecimentos adquiridos através dos conteúdos obrigatórios. No Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, as Atividades Complementares são estimuladas desde o início da vida acadêmica e são oferecidas em diversas oportunidades aos discentes dos diferentes Cursos. São atividades pedagógicas, sociais e culturais que podem ser validadas como “Atividades Complementares” previstas nas matrizes curriculares dos cursos, entre as quais estão: • O Programa de Orientação ao Estudante (PROE), que tem por proposta auxiliar os estudantes em suas necessidades acadêmicas e profissionais, através dos cursos de Português, Língua Estrangeira, LIBRAS, Informática, Teatro, Matemática, Redação, Cálculo, Técnicas de Estudo, entre outros. As atividades desenvolvidas pelo PROE são oferecidas aos estudantes de todos os semestres letivos, funcionando em horário alternativo ao da grade oficial dos Cursos, de forma que os alunos possam planejar sua vida acadêmica e freqüentá-las com tranqüilidade para alcançar um aproveitamento satisfatório. • Projeto Incubadora de Idéias - PROIDEA é a aplicação dos conceitos desenvolvidos nas atividades acadêmicas dos alunos em projetos empresariais e sociais. A Incubadora de Idéias oferece as condições e facilidades necessárias para o surgimento e crescimento de novas empresas e negócios, gerando 71 empregos, renda e desenvolvendo a cultura empreendedora na comunidade em que está inserida. • Os Ciclos de Estudos, previstos no Calendário Acadêmico da FAJ, são encontros científico-culturais e importantes espaços de aprendizagem e fazem parte do rol de atividades convalidadas como Atividades Complementares. Estágios extracurriculares, ou seja, estágio não supervisionado. • Programa de Iniciação Científica - PIC, que oferece ao discente a possibilidade de executar projetos e trabalhos de pesquisa, despertando a sua vocação para a pesquisa, além de estimular o aumento da produção científica por alunos e professores, contribuindo para a institucionalização da pesquisa científica na FAJ. • Monitoria, que propicia um reforço de conhecimentos aos alunos atendidos pelo monitor, estimula a oportunidade de desenvolver suas habilidades, visando a uma futura carreira docente e assegura a cooperação didática entre o corpo docente e o corpo discente. Para regulamentar essas atividades no âmbito do Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, apresentamos o Regulamento das Atividades Complementares, que define o fluxo e orienta a validação. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º. – O presente regulamento tem por finalidade a definição e a regulamentação das Atividades Complementares, integrantes dos currículos obrigatórios do Curso de Engenharia de Controle e Automação. CAPÍTULO II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E SUAS FINALIDADES Artigo 2º. – As Atividades Complementares são práticas realizadas pelos discentes de forma independente, com o objetivo de proporcionar-lhes vivências acadêmicas e práticas pedagógicas como importantes mecanismos de flexibilização dos currículos de graduação, visando ao aprofundamento temático e à interdisciplinaridade dos conteúdos. Artigo 3º. – As Atividades Complementares objetivam o enriquecimento do processo ensinoaprendizagem, devendo privilegiar as atividades: I – que promovam a complementação da formação social e profissional; II – de cunho comunitário e de interesse coletivo; III – de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica; IV – de cunho cultural; V – de intercâmbio com instituições congêneres; VI – de intercâmbio com indústrias e empresas afins. 72 CAPÍTULO III DO CRONOGRAMA E PRAZOS DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 4º. – As Atividades Complementares são incentivadas desde o ingresso do aluno no Curso de Engenharia de Controle e Automação. As atividades podem ser realizadas no âmbito da Faculdade de Jaguariúna ou fora da Instituição, desde que sejam em instituições ou empresas conveniadas da Faculdade de Jaguariúna. Artigo 5º. – As Atividades Complementares poderão ser desenvolvidas a qualquer momento durante a realização do Curso de Graduação, inclusive em férias e recessos escolares, desde que respeitados os limites e procedimentos estabelecidos neste Regulamento. Artigo 6º. – A carga horária referente às Atividades Complementares está prevista nas respectivas Matrizes Curriculares Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ e deve ser convalidada mediante entrega de documentação comprobatória junto ao Núcleo de Estágio. Caso a carga horária de Atividades Complementares exceda o limite semestral, o número excedente de horas poderá ser utilizado nos semestres antecedentes. Caso a carga horária das Atividades Complementares não seja suficiente para a integralização semestral, o aluno poderá complementá-la nos semestres subseqüentes. Artigo 7º. – Quando o discente realizar uma Atividade Complementar, deverá protocolar o registro de suas atividades no Núcleo de Estágio, dentro do semestre vigente. As Atividades Complementares realizadas em período de férias deverão ser entregues no Núcleo de Estágio logo no retorno às aulas. CAPÍTULO IV DOS CRITÉRIOS DE CONVALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 8º. – Na validação das Atividades Complementares desenvolvidas pelo estudante, são considerados os seguintes aspectos: I – a compatibilidade das atividades desenvolvidas com os objetivos do curso e com a Missão da Instituição; II – a pertinência da atividade realizada na Instituição ou fora dela ao quadro de atividades previstas, que consta em anexo a este Regulamento. § 1º. – Para efeito de convalidação, as Atividades Complementares são sempre comprovadas mediante a apresentação do documento original e de uma cópia simples do mesmo. § 2º. – A carga horária de estágio curricular supervisionado em hipótese alguma pode ser convalidada como Atividade Complementar. § 3º. – Somente será considerada Atividade Complementar a participação em atividades desenvolvidas após o ingresso do aluno no Curso de Graduação. CAPÍTULO V DO APROVEITAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 9º. – O processo de avaliação para validação das Atividades Complementares será realizado pela Coordenação dos respectivos Cursos, segundo os critérios estabelecidos neste Regulamento. § 1º. – Poderão ser convalidadas atividades realizadas somente para os semestre em que o aluno estiver regularmente matriculado. § 2º. – Poderão ser convalidadas atividades realizadas no semestre corrente. Se o número de créditos convalidados no semestre corrente for maior que o especificado na grade horária do Curso, então, os créditos serão convalidados para os semestres anteriores. § 3º. – A convalidação de atividades realizadas em semestres anteriores ao corrente, poderá ser efetuada acrescentando, acumulativamente e semestralmente, 25% no número de créditos. 73 Artigo 10º. – A validação das atividades realizadas pelos estudantes em Atividades Complementares segue o critério de aproveitamento total ou parcial, conforme descrito no quadro anexo a este Regulamento. CAPÍTULO VI DAS ATRIBUIÇÕES RELATIVAS ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 11º – Compete à Faculdade de Jaguariúna: I – promover atividades diversificadas que assegurem aos estudantes o cumprimento de pelo menos 30% da carga horária total de Atividades Complementares estabelecida neste Regulamento; II – fornecer documentação comprobatória da participação do aluno em atividades realizadas nesta Instituição, em que constem à descrição da atividade e a carga horária correspondente. Artigo 12º – Compete à Coordenação de Curso: I – contribuir com a divulgação das atividades desenvolvidas pela Instituição; II – programar atividades específicas do Curso, que permitam aos estudantes a realização de atividades extracurriculares; III – analisar as solicitações de validação contabilizadas no instrumento próprio anexo a este regulamento. IV – emitir parecer sobre as convalidações; V – atualizar, semestralmente, o sistema sobre a situação de validação das horas, registrando SUFICIENTE aos estudantes que atingiram as horas de Atividades Complementares exigidas na Matriz Curricular. VI - julgar as ocorrências não previstas neste Regulamento. Artigo 13º. – Compete ao estudante: I – cumprir, ao longo do Curso, a carga horária de Atividades Complementares exigidas na Matriz Curricular do Curso; II – informar-se sobre as atividades oferecidas pela Instituição e inscrever-se nos programas de seu interesse, cumprindo as exigências necessárias à certificação de participação, como a freqüência mínima, apresentação de produto ou outra comprovação, quando for o caso; III – entregar no Núcleo de Estágio, a documentação comprobatória das atividades que deseja validar (original e cópia do certificado). Artigo 14º. - Compete ao Núcleo de Estágios: I - receber e conferir a documentação comprobatória das Atividades Complementares e preencher o documento; II - autenticar a fotocópia mediante a apresentação do documento original; III - arquivar a documentação; IV - no final de cada semestre, encaminhar à Coordenação do Curso para devida convalidação. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Artigo 15º. – As pendências são encaminhadas pela Coordenação dos respectivos Cursos ao Conselho Pedagógico da FAJ - COP. 74 QUADRO DE EQUIVALÊNCIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Atividade Desenvolvida *¹ Aproveitamento (créditos) *² Conclusão de Programa de Iniciação Científica na FAJ 10 a 40 horas*¹ Visitas Técnicas 01 créditos/hora Curso de Extensão Universitária 01 crédito/hora (máx. 40 créditos/semestre). Módulo de Curso de Língua Estrangeira – PROE ou outro 01 crédito/hora (máx. 40 créditos/semestre). Participação em Ciclo de Estudos FAJ 01 a 40 créditos/evento (máx. 40 créditos/semestre) Participação em palestra e/ou oficina pedagógica 01 a 10 créditos/evento (máx. 40 créditos/semestre) Participação em Congresso na área de Engenharia de 40 créditos/ evento (máx. 40 Controle e Automação créditos/semestre) Participação em Congresso na Área de Engenharia 30 créditos/evento Apresentação de Palestras e Conferências 40 créditos/evento Desenvolvimento de Sistemas 10 a 40 créditos*¹ Desenvolvimento de Projetos de Engenharia 10 a 40 créditos*¹ Atividades de Consultoria 10 a 40 créditos*¹ Participação em Empresa Júnior 10 a 40 créditos*¹ Participação como representante de classe 10 a 40 créditos*¹ Estágio Supervisionado extracurricular na área de 0,1 crédito/hora*¹ (máx. 40 Engenharia de Controle e Automação com contrato créditos/semestre). formalizado junto à FAJ - Faculdade de Jaguariúna e desde que não remunerado. Participação em atividades sociais, artísticas ou culturais com 1 a 40 créditos/evento contrato formalizado junto à FAJ Participação em Projetos de Extensão com contrato 10 créditos/evento*¹ formalizado junto à FAJ Disciplinas Optativas de Graduação cursadas na FAJ ou em 1 crédito/hora (máx. 40 outras Instituições de Ensino com contrato formalizado com a créditos/semestre). FAJ Disciplinas optativas e de extensão cursadas na FAJ 2 créditos/hora (máx. 40 créditos/semestre). Monitoria desenvolvida na FAJ 1 crédito/hora (máx. 40 créditos/semestre) Artigos publicados em periódicos científicos na Área de 20 nacional Engenharia 40 internacional Artigos publicados em periódicos científicos em outras áreas 10 nacional 20 internacional Livros ou capítulos de livros publicados na Área de 40 nacional Engenharia 80 internacional Livros ou capítulos de livros publicados em outras áreas 80 nacional 80 internacional Trabalhos publicados em anais (completos) na Área de 40 nacional Engenharia 80 internacional Trabalhos publicados em anais (completos) em outras áreas 20 nacional 40 internacional Trabalhos publicados em anais (resumos) na Área de 10 nacional Engenharia 20 internacional Trabalhos publicados em anais (resumos) em outras áreas 05 nacional 10 internacional Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados 40 créditos/evento na Área de Engenharia Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados 20 créditos/evento em outras áreas 75 Participação em bancas de monografia (trabalho de conclusão de curso) Propriedade intelectual depositada Propriedade intelectual registrada Projeto e/ou produção técnica, artística e cultural com contrato formalizado junto à FAJ Produção didático-pedagógica relevante, publicada ou não. Desenvolvimento de hardware e software na área de Engenharia de Controle e Automação com contrato formalizado junto à FAJ 05 créditos/banca 40 créditos/propriedade 80 créditos/propriedade 01 a 40 créditos/evento*¹ 01 a 40 créditos/evento*¹ 01 a 80 créditos/evento *¹ *¹ - A validação das atividades caberá à Coordenação do Curso, direção acadêmica e assessoria pedagógica. *² - Validação de Créditos Semestrais: 1 crédito = 1 Hora/Atividade 6. INTERAÇÃO TEORIA/PRÁTICA Para promover a interação em teoria e prática o Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, conta com 11 laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do Curso e atender as habilidades e competências pertinentes às disciplinas e são realizados 10 projetos temáticos, semestralmente. As atividades a serem realizadas no laboratórios têm por objetivo geral a fixação e expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, através de aulas práticas sobre os assuntos versados na teoria. Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas. O padrão de construção civil da FAJ é de módulos de 130 m2 e foram adquiridos equipamentos suficientes para atender 10 grupos de 3 alunos, atendendo no máximo 30 alunos por turma. Pretende-se assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais da engenharia ao uso de tecnologias atuais. 76 7. TRABALHOS INTER E TRANSDISCIPLINARES O Projeto Temático é uma metodologia de ensino, baseada na “Metodologia de Projetos” proposta por John Dewey e Willian Kilpatrick, e fortemente estudada por HERNÀNDEZ [HERNÀNDEZ-1998], que visa romper com a atomicidade do processo de ensino/aprendizagem centrada em unidades curriculares independentes e dissociadas. A metodologia Projeto Temático que estamos implementando no Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ – Faculdade de Jaguariúna consiste em introduzir na grade curricular tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de propiciar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas empregadas no desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento gestor é uma nova disciplina curricular, chamada Projeto Temático, onde as disciplinas do semestre corrente devem integrar-se concorrentemente. Para cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo Docente definem um tema e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto Temático. Deve-se escolher um projeto cuja execução manifeste a necessidade curricular de todas as disciplinas já cursadas pelos alunos e principalmente pelas disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha proximidade programática com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o aluno possa adquirir novas competências e habilidades. Definido o tema, a Coordenação do Curso e o Professor Orientador do Projeto Temático devem estabelecer um ante-projeto executivo para o projeto temático e submete-lo ao corpo Docente que indicará primariamente o grau de participação no desenvolvimento das atividades. A interação entre os professores proporcionam o surgimento de outras e novas ações pedagógicas. Neste estágio, cada disciplina deve ter o seu plano de ensino definido, contudo sofrerá as alterações necessárias para a realização do projeto temático. A partir do ante-projeto e da interação entre os docentes, a Coordenação do Curso e o Professor Orientador devem definir o projeto executivo (plano de ensino) geral do Projeto Temático. Estabelecesse então, a relação de atividades, um cronograma executivo, um protocolo de interação e participação e um plano de gestão com metas, resultados e parâmetros de avaliação. O Plano de Ensino do Projeto Temático contém a macro visão do projeto a ser executado com os seus objetivos claramente definidos, os elementos a serem projetados e construídos, o que e como serão executados, a participação e relacionamento com as outras disciplinas, as metas e resultados esperados e as avaliações que permitirão a validação do processo. O processo de construção do conhecimento é centrado no aluno, sendo desencadeado a partir das suas necessidades, interesses e do seu nível de conhecimento sobre o assunto. Assim, a execução das ações didáticopedagógicas estão centradas em elementos agregadores e motivadores para o aprendiz. O professor da disciplina Projeto Temático, gestor do processo, apresenta o tema a ser desenvolvido, os objetivos a serem alcançados, as 77 competências e habilidades que o aluno deverá adquirir e o processo de avaliação. No contexto do projeto temático, as disciplinas apresentam-se como colaboradoras diretas na metodologia, execução e gestão do aprendizado. Existe forte acoplamento técnico entre os saberes e sua aplicação para a resolução d os problemas, constituindo-se um processo iterativo e recorrente. Todo este processo é dinâmico, exigindo várias feedbacks avaliativos e corretivos, o que desencadeia a necessidade de soluções alternativas não incorporadas nas bases tecnológicas curriculares das disciplinas deste semestre, sendo comum a apresentação, por parte dos alunos, de soluções buscadas nas experiências em indústrias. Desta forma os conteúdos curriculares são tratados de forma integrada com interação direta das disciplinas e seus currículos e o aluno é o agente operacional do processo executivo e desenvolvimento do aprendizado. A condução do projeto deve permitir a transversalidade disciplinar, onde o aluno deve ter liberdades para desenvolver o seu próprio projeto, com as suas características e interesses. Desta forma, as ações tem forte caráter motivador e o processo de ensino/aprendizagem torna-se estimulante despertando a curiosidade e aplicabilidade no foco socio-econômico do aprendiz, proporcionando um feedback pró-ativo para o auto-aprendizado. O aluno torna-se agente ativo no processo de aprendizagem e estabelece-se vínculos entre as bases tecnológicas (conteúdos)-prática-aplicabilidadeaprendizado. O discente é incentivado a desenvolver uma atitude empreendedora, colaborativa, criativa, a manifestar competências e habilidades para atuar profissionalmente em equipes e com ética, passando a compreender/reconhecer o processo de aprendizado nas suas limitações pessoais, a desenvolver metodologias e administrar o seu processo de autoaprendizado. Todos os projetos estão integrados em contextos curriculares específicos para cada semestre. As disciplinas do semestre corrente (e anteriores) fornecem as bases tecnológicas e saberes para a execução dos projetos temáticos. 7.1. METODOLOGIA DE ENSINO CENTRADA EM PROJETOS TEMÁTICOS A metodologia de ensino utilizada no Curso Superior de Bacharelado em Engenharia Controle e Automação da FAJ - Faculdade de Jaguariúna é centrada na diretiva do "ensinar e aprender fazendo", desenvolvendo as capacidades empreendedoras dos discentes através da valorização das competências e interesses individuais, de tal forma a permitir a realização pessoal e profissional. A metodologia Projeto Temático consiste em introduzir na grade curricular tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de propiciar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas 78 empregadas no desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento gestor é uma nova disciplina curricular, chamada Projeto Temático, onde as disciplinas do semestre corrente devem integrar-se concorrentemente. Para cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo Docente definem um tema e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto Temático. Deve-se escolher um projeto cuja execução manifeste a necessidade curricular de todas as disciplinas já cursadas pelos alunos e principalmente pelas disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha proximidade programática com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o aluno possa adquirir novas competências e habilidades relacionadas ao “fazer engenharia” A Coordenação do Curso, os docentes do semestre corrente e o Professor Orientador do Projeto Temático definem o tema e estabelecem o ante-projeto executivo para o projeto temático. A partir do ante-projeto e da interação entre os docentes, define-se o projeto executivo geral do Projeto Temático, estabelecendo-se a relação de atividades, um cronograma executivo, um protocolo de interação e participação e um plano de gestão com metas, resultados e parâmetros de avaliação. Para a implementação do Projeto Temático, o aluno necessitará de informações e conhecimentos adquiridos em várias disciplinas. A participação integrada entre Coordenação/docentes/discentes, das várias unidades curriculares, deve ser tal, que permita a execução das ações previstas. Assim, uma ação solicitará a participação simultânea, concorrente e recorrente de docentes de várias disciplinas. A ação deverá ser executada pelos discentes e supervisionadas pelos docentes que atuarão como orientadores. FAZ END O AP RE ND IZ AD O APR END ER ÃO Ç MA R FO IN R NDE REE ÃO EMP TIVAÇ MO As práticas didáticas utilizadas, visando a eficácia no processo de aprendizado empreendedor, entre outras, são: aulas teórica em sala de aula, aulas prática em laboratórios, utilização de textos complementares, resolução de exercícios, estudos de casos, atividades em grupos, debates para a resolução de problemas, desenvolvimentos de relatórios e artigos, e desenvolvimento de projetos temáticos. As práticas pedagógicas CONSTRUIR O buscam a contextualização das CONHECIMENTO atividades teóricas desenvolvidas, manifestada no desenvolvimento de projetos temáticos de conteúdo transversal. As unidades curriculares são autônomas na execução, operacionalidade e interdisciplinar, contudo estão integradas em um projeto de abrangência modular. Cada semestre contempla um projeto temático de amplo espectros interdisciplinares (entre disciplina) e transdisciplinares (conhecimento 79 baseado na realidade do aluno) . Desta forma, pretende-se que o egresso tenha habilidades para "utilizar conhecimentos científicos e tecnológicos por meio da síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso para a solução de problemas relacionados com a área da engenharia"[MEC Portaria 161/2005] de controle e automação. A metodologia de projeto é uma ferramenta que proporciona um ambiente interativo e integrador para o processo de ensino/aprendizado. O desenvolvimento de um projeto de engenharia chama para o aluno a aplicação inter-relacionada de saberes, criando um feedback pró-ativo de aprendizagem, que quanto maior, melhor será a qualidade do processo, pois permite a rápida avaliação das deficiências acadêmicas e a aplicação de correções. A execução das ações, o fazer, cria um cenário propício para que o aluno realize a sua auto-avaliação, transferindo ao aluno parte da aferição do seu aprendizado. Os principais agentes envolvidos no processo são o Discente, a Instituição, o Docente, a Coordenação e a Comunidade acadêmica. O aprendizado não ocorre sem a participação efetiva do discente que é o principal componente ativo do processo. A Instituição especifica a proposta geral de ensino fornecendo as diretrizes gerais acadêmicas. A coordenação define a metodologia de ensino e o docente implementa esta metodologia. A comunidade acadêmica, enquanto entidade virtual, fornece o ambiente afetivo. Os alunos, em contato com questões reais de engenharia, são confrontados diretamente com as suas dificuldades de aprendizagem, permitindo a interiorização do fato que são agentes ativos do processo, e que o professor é um orientador parcial do seu próprio aprendizado. Assim, a interação entre aluno e professor torna-se mais efetiva, com a cobrança direta por resultados. Por um lado o professor é cobrado pela aplicabilidade do conteúdo trabalhado e o aluno pelo aprendizado. Este diálogo entre professor/aluno, conteúdo/aplicabilidade, teoria/prática, conhecer/fazer, potencializa o processo de aprendizado, reduzindo o tempo entre o ensina pelo professor, o estudar pelo aluno e a avaliação. O modelo solicita uma estrutura cognitiva para o estudante e professor, que de agentes primariamente reprodutores de conhecimentos, passam a ser também agentes experimentadores, construtores e criadores. O aluno deve estar preparado para ser solicitado sobre questões que não lhe foram apresentadas e que em algumas vezes não são contempladas no projeto curricular do curso. Surge então a necessidade da pesquisa, da busca de novos conhecimentos. Este dilema, cria também a mudança pedagógica no processo de ensino e o professor passa a tratar o conteúdo curricular não mais como uma seqüência exclusivamente linear, mas sim como um processo auto-controlado com feedback progressivo. O conteúdo é desenvolvido progressivamente com feedback constante referenciado pelo estágio de desenvolvimento dos projetos. A contextualização e a materialização do conhecimento baliza o desenvolvimento do conteúdo curricular. 80 Os projetos temáticos realizados nos 10 semestres do curso são: • • • • • • • • • • Primeiro Semestre - Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação Segundo Semestre - Projetos Temáticos - Estruturas Terceiro Semestre - Projetos Temáticos - Controle Digital Quarto Semestre - Projetos Temáticos - Materiais Quinto Semestre - Projetos Temáticos - Máquinas Sexto Semestre - Projetos Temáticos - Controladores Sétimo Semestre - Projetos Temáticos - Instrumentação de Sistemas Oitavo Semestre - Projetos Temáticos - Engenharia Integrada I – Controle e Automação Nono Semestre - Projetos Temáticos - Engenharia Integrada II – Controle e Automação Décimo Semestre - Projetos Temáticos - Controle da Manufatura PRIMEIRO SEMESTRE- FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO. No Primeiro Semestre, o aluno tem os primeiros contatos com os elementos que constituem os fundamentos de um projeto na área de Engenharia de Controle e Automação. O projeto temático consiste em construir um mecanismo articulado (por exemplo, um robô manipulador) focado nos interesses individuais dos alunos. Os projetos deverão ser desenvolvidos na disciplina: Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e efetivamente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: Os Fundamentos de Engenharia de Controle e Automação são abordados em seus elementos básicos proporcionando uma visão geral (macro-visão) da Engenharia de Controle e Automação, sendo materializado na construção do mecanismo, cujas plantas (desenhos e esquemas) são desenvolvidas com o auxílio técnico/prático elaborados na unidade Desenho Técnico. O software para controle dos movimentos e interfaces são desenvolvidos com as competências desenvolvidas em Lógica de Programação. Os circuitos eletrônicos e lógicos são desenvolvidos com as práticas efetuadas na unidade Circuitos Lógicos. A documentação do projeto é elaborada com o auxílio das competências desenvolvidas em Comunicação Empresarial. Desta forma, o conhecimento que ora pode manifestar-se 81 fragmentado, é integrado em uma visão unitária no projeto. Assim, a execução das ações didático-pedagógicas estão centradas em um elemento agregador e motivador para o aprendiz. FÍ S N IC G E AP N H AR A I R A IA IC A I IO R IA Ó A R A AT IC H R ÍS O F EN B LA DE NG E A R A P FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO CIRCUITOS LÓGICOS E FO RM ÁT C O E M M U P N R E IC S AÇ A R ÃO IA L MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA I IN DESENHO TÉCNICO I Relação interdisciplinar das disciplinas do primeiro semestre SEGUNDO SEMESTRE – PROJETOS TEMÁTICOS - ESTRUTURAS. Os alunos das turmas do segundo semestre desenvolvem projetos utilizando estruturas treliçadas com filamentos de madeira. O tema dos projetos é: Pista com Múltiplos Elementos para um Rally de Velocidade. Os alunos desenvolvem elementos treliçados que comporão uma pista para a realização de um rally de velocidade. Os objetivos principais deste projeto temático são a aplicação e validação de cálculos de esforços em estruturas treliçadas com a construção de elementos físicos. Os projetos são desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos - Estruturas, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e efetivamente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: A disciplina Mecânica Geral fornece as bases teóricas para os cálculos de forças e tensões necessários para o dimensionamento das estruturas. Na disciplina Desenho Técnico II são desenvolvidos os desenhos das estruturas utilizando-se ferramentas computacionais. Na disciplina Informática II são desenvolvidos o hardware eletrônico e software para o controle dos atuadores. Cada projeto deve incorporar elementos eletrônicos controlados por software, por exemplo, motores DC e/ou de passo. Os alunos devem 82 desenvolver o hardware eletrônico para o acionamento do motor e para o interfaceamento com um computador e, o software para controle de posição e velocidade de rotação do eixo do atuador. A disciplina Engenharia Ambiental fornece as bases para a elaboração de projetos auto-sustentáveis, ambientalmente adequados para objetivando a redução no consumo de recursos, reciclagem de materiais e produção limpa, reduzindo o impacto ambiental. Na disciplina Física para Engenharia II são estudados elementos relacionados aos fenômenos termodinâmicos aplicados aos projetos estruturais. A disciplina Matemática para Engenharia II fornecer o ferramental matemático necessários para os cálculos dimensionais dos projetos estruturais. FO II PROJETOS TEMÁTICOS: ESTRUTURAS R IA Ó A R A AT C R ÍSI H O F EN B LA DE NG E A R A P E A E N A GE M B NH IE A N R TA IA L MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA FÍ II IO S RM ÁT IC MECÂNICA GERAL N IC G E AP N H A II A R A R IA IN DESENHO TÉCNICO II Relação interdisciplinar das disciplinas do segundo semestre TERCEIRO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – CONTROLE DIGITAL. Os alunos das turmas do terceiro semestre desenvolvem como projeto temático aplicações utilizando circuitos digitais. Os alunos devem projetar e construir uma estrutura física aplicando técnicas para elaboração de projetos, cálculos dimensionais de resistência dos materiais e de circuitos digitais. Cada estrutura deve incorporar um conjunto de sensores e pelo menos um atuador que será controlado por circuito implementado em uma FPGA. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos – Controle Digital, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: 83 A disciplina Resistência dos Materiais fornece as bases teóricas para os cálculos necessários para o dimensionamento das estruturas – que devem incorporar partes móveis. Na disciplina de Circuitos Digitais são desenvolvidos os circuitos necessários para o acionamento e controle de elementos eletrônicos incorporados na estrutura – deve-se utilizar FPGA. Na disciplina Física para Engenharia III são estudados elementos relacionados aos fenômenos eletromagnéticos e ópticos aplicados nos projetos estruturais. Na disciplina Química Tecnológica são estudadas questões relacionadas à composição química de elementos utilizados nas estruturas, tais como, questões relacionadas à corrosão, união de componentes, ... . A disciplina Matemática para Engenharia III fornece o ferramental matemático necessários para os cálculos dimensionais dos projetos estruturais e eletromagnéticos. R IA Ó A R A AT C R ÍSI H O F EN B LA DE NG E A R A P E MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA FÍ III IO S T E QU C N ÍM O LÓ ICA G IC A PROJETOS TEMÁTICOS: CONTROLE DIGITAL CIRCUITOS DIGITAIS N IC G E AP N A II H A R A I R IA TE QU CN ÍM OL ICA ÓG IC A IA S RESISTÊNCIA C N IAI DOS MATERIAIS TÊ R IS TE A ES R SM O D Relação interdisciplinar das disciplinas do terceiro semestre QUARTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - MATERIAIS. Os alunos das turmas do quarto semestre desenvolvem como projeto temático a estrutura física de um veículo rádio controlado para participação em um rally de velocidade. Os alunos devem projetar e construir a estrutura do chassi, carenagem, sistema de direção e acoplamentos aplicando técnicas de projetos, cálculos dimensionais de resistência dos materiais e, especificação, seleção e aplicação de materiais para engenharia. Cada veículo incorpora um motor DC para acionamento-tração, um servo-motor para controle do sistema de direção, uma bateria, um sistemas de Rádio Freqüência comunicação e interfaceamento, e um conjunto de joystick para controle manual dos atuadores. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Materiais, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: 84 A disciplina Materiais para Engenharia fornece os conceitos e fundamentos para seleção e especificação de materiais para projetos de engenharia. Na disciplina Circuitos Elétricos os alunos estudam os elementos eletro-eletrônicos que são incorporados ao veículo. Na disciplina Metrologia são aplicadas técnicas metrológicas para a realização de medidas dimensionais dos elementos mecânicos que são confrontados com as especificações de projeto, permitindo as devidas comparações e análises. A disciplina Metrologia também fornece dados para que os alunos efetuem análises estatísticas que são efetuadas na disciplina Probabilidade e Estatística e Cálculo Numérico. A disciplina Matemática para Engenharia IV fornece o ferramental matemático necessários para os cálculos dimensionais dos projetos estruturais e análises numéricas computacionais. O rally é realizado sob a supervisão de regras e normas estabelecidas pela Direção Acadêmica, Coordenação do Curso e Professores. PROJETOS TEMÁTICOS: MATERIAIS M A T E N P ER G A E R IA N A IS H A R IA METROLOGIA MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA IV C IO R N ÁL IA Ó A U R A AT IC M CU H R É O FÍS EN B R LO IC LA DE NG E O A CI EL RCU ÉT IT R I OS CO S PA R PR O BA E E B S TA ILI TÍ DA S TI DE CA Relação interdisciplinar das disciplinas do quarto semestre QUINTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - MÁQUINAS. Os alunos das turmas do quinto semestre desenvolvem como projeto temático a estrutura física de uma máquina, cujo controle será desenvolvido e implementado no sexto semestre. O projeto base é um robô móvel. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Máquinas, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: 85 A estrutura física da máquina é concebida na disciplina de Projeto Temático, sendo suportada conceitualmente e tecnicamente pelas disciplinas de Elementos de Máquinas, Resistência dos Materiais e Mecânica Geral. Na disciplina de Fundamentos de Dinâmica os alunos realizam estudos dinâmicos sobre componentes da máquina. A construção da máquina é realizado com o suporte da disciplina Processos de Fabricação, sendo que os estudos de viabilidade econômica é realizado na disciplina de Engenharia Econômica. Na disciplina Eletrônica I são desenvolvidos os sistemas para acionamento dos atuadores incorporados na máquina. EL ET RÔ IO R IA Ó A R A AT IC H R ÍS O F EN B LA DE NG E A R A P PROJETOS TEMÁTICOS: MÁQUINAS FUNDAMENTOS DE DINÂMICA M E C Â FL DO NI U S CA ÍD O S NI CA E N E GE C O N N HA Ô M RI IC A A ELEMENTOS DE MÁQUINAS I P DE RO CE F A BR SS IC OS A ÇÃ O Relação interdisciplinar das disciplinas do quinto semestre SEXTO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS - CONTROLADORES. As turmas do sexto semestre desenvolvem como projeto temático o controle de movimentos e ações para a máquina desenvolvida no quinto semestre. Os alunos realizam estudos relacionados à aplicação e desenvolvimento de software utilizando CLPs. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos Controladores, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: 86 O controle é desenvolvido na disciplina Projetos Temáticos – Controladores. Nas disciplinas Eletrônica II, Instrumentação I e Sistemas digitais são desenvolvidos os elementos eletrônicos necessários para a instrumentação e controle da máquina. Na disciplina Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos são desenvolvidos estudos de modelagem da máquina considerando-se a sua dinâmica no plano e em três dimensões. Na disciplina de Projeto Auxiliado por Computador são realizados estudos dimensionais de elementos constituintes da máquina utilizando-se técnicas de elementos finitos e CAE. Na disciplina Controle Hidráulico e Pneumático os alunos realizam estudos e implementações de técnicas de controle utilizando elementos pneumáticos e hidráulicos. E LE T II R Ô AS M S E AI ST SI GIT DI PROJETOS TEMÁTICOS: CONTROLADORES MODELAGEM MATEMÁTICA DE SISTEMAS DINÂMICOS H CO I P DR NT N E ÁU RO U M LIC LE Á T O IC E O AU PR O X CO IL JE M IAD TO PU O TA PO DO R R N IC A INSTRUMENTAÇÃO I Relação interdisciplinar das disciplinas do sexto semestre SÉTIMO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – INSTRUMENTAÇÃO DE SISTEMAS. As turmas do sétimo semestre desenvolvem como projeto temático a automação de um processo, aplicando-se técnicas de instrumentação e processamento de sinais. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: 87 AU IN TO DU MA ST ÇÃ RI O AL E D E TO E IS EN L Á AM S AN SS AI E G E M IN E P EM ST R OC E S EE PR ÃO R N ES D D P D A E S O E R IS M O A disciplina Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas é a responsável pela gestão do projeto temático. Na disciplina Automação Industrial é desenvolvido o projeto de automação de um processo efetuando a integração entre o hardware mecânico/eletrônico e o software. A instrumentação e a aquisição de dados dos equipamentos e processos são desenvolvidos com o suporte técnicos das disciplinas Instrumentação II e Análise e Processamento de Sinais. A análise e simulação computacional do controle da dinâmico dos componentes são desenvolvidos na disciplina Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos. Na disciplina de Transferência de Calor e Massa são avaliados o comportamento térmico dos equipamentos focando na transferência de calor e isolamento térmico. Na disciplina Gestão de Empresas e Empreendedorismo, o processo industrial desenvolvido no projeto temático é tratado como um empreendimento que necessita ser gerenciado como uma empresa. DINÂMICA APLICADA AO CONTROLE DE EQUIPAMENTOS T E R D TR EM E O M AN D I A S SF NÂ S A ER MI C E Ê C NC A A LO IA R PROJETOS TEMÁTICOS: INSTRUMENTAÇÃO DE SISTEMAS INSTRUMENTAÇÃO II Relação interdisciplinar das disciplinas do sétimo semestre OITAVO SEMESTRE INTEGRADA I. - PROJETOS TEMÁTICOS – ENGENHARIA O Projeto Temático das turmas do oitavo semestre consiste no desenvolvimento de um Projeto Integrado Aplicado ao Controle e Automação de Sistemas, Máquinas e Processos, sendo utilizados métodos de planejamento de processo e fabricação industrial integrando CAD/CAM/CAE. Neste semestre os alunos desenvolvem o projeto teórico e a prototipação de alguns elementos, sendo que a execução do projeto ocorre no nono semestre. 88 Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos – Engenharia Integrada I, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: Na disciplina de Manufatura Auxiliada por Computador é especificado um processo a ser controlado. Na disciplina Sistemas de Controle I é realizado o levantamento das características dos sistemas a serem controlados, bem como a modelagem, especificação, simulação e análise comparativa de técnicas de controle aplicados ao projeto temático. Na disciplina Microcontroladores são implementados e avaliados o protótipo das técnicas de controle de atuadores. Na disciplina Ergonometria e Segurança do Trabalho são realizados estudos ergonométricos e de segurança envolvidos no projeto em desenvolvimento como projeto temático. Na disciplina Metodologia de Pesquisa Científica são considerados elementos de análise científica para a condução de ações relacionadas aos projetos, focando na metodologia, na elaboração de experimentos de cunho científico e no desenvolvimento de relatórios científicos. S RE DO A OL TR M AU AN U CO XIL FAT M IAD UR PU A A TA PO DO R R M N CO RO C I M E D TO A C PE DO IE L N SQ OG T ÍF UIS IA IC A A PROJETOS TEMÁTICOS: ENGENHARIA INTEGRADA I SISTEMAS FLUÍDOS MECÂNICOS E S RG E G O T UR NO R A AN MI B A ÇA A E LH D O O Na disciplina Sistemas Fluidomecânicos são realizados estudos para aplicação de máquinas de fluxo (bombas hidráulicas, por exemplo) no desenvolvimento do projeto temático. SISTEMAS DE CONTROLE I Relação interdisciplinar das disciplinas do oitavo semestre 89 NONO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – ENGENHARIA INTEGRADA II. O Projeto Temático das turmas do nono semestre consiste na implementação do Projeto Integrado Aplicado ao Controle e Automação de Sistemas, Máquinas e Processos desenvolvido no oitavo semestre, sendo focado no planejamento e controle da produção e manutenção. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos – Engenharia Integrada II, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: PL E AN PR CO EJA M O NT M DU RO EN AN Ç LE TO Ã UF O AT E DA U DA RA D É L T EG IR I À CA ISL EIT E N AP AÇ O, G E LIC ÃO N H AD E A R OS IA PROJETOS TEMÁTICOS: ENGENHARIA INTEGRADA II TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CUSOR I S NA S E I S U A TO ÁQ IC M TR EN SU M É P ES ER T EL NA V ÁG IS I IO IO O C N A A D O O planejamento, a programação e o controle da produção (execução do projeto temático) é executado na disciplina Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura. Na disciplina Sistemas de Controle II são efetuadas as análises de estabilidade dos sistemas de controle, bem como a implementação do controlador, utilizando sistemas digitais, para os elementos especificados no projeto. Na disciplina Máquinas Elétricas e Acionamentos são desenvolvidos os acionamentos para os atuadores elétricos especificados para o projeto. Na disciplina direito, Legislação e Ética Aplicados à Engenharia são tratadas questões relacionadas às atribuições do engenheiro de controle e automação, a sua atuação ética profissional e na sociedade, direito de propriedade industrial, direito autoral e perícias e laudos. SISTEMAS DE CONTROLE II Relação interdisciplinar das disciplinas do nono semestre 90 DÉCIMO SEMESTRE - PROJETOS TEMÁTICOS – CONTROLE DA MANUFATURA. O Projeto Temático das turmas do décimo semestre consiste na implementação de um projeto de manufatura integrada por computador utilizando elementos robóticos, elementos supervisórios, em um ambiente integrado, em rede de computadores, permitindo o controle e a avaliação de desempenho no processo de manufatura. Os projetos serão desenvolvidos na disciplina: Projetos Temáticos – Controle da Manufatura, contudo, todas as disciplinas deverão participar operacionalmente e funcionalmente. Neste semestre, as disciplinas ministradas e que estão envolvidas nas atividades são: PROJETOS TEMÁTICOS: CONTROLE DA MANUFATURA C R OM E L U IN AC N I T E IO CA R N Ç P E AM ÃO S S EN E O A TO L O ÇÃ A U C D I RO ÓT IAL T B IN RO STR C R O E IN MU DE À DU D N SD U IC N E S I T AÇ M IN A TE NU C O GR FAT M PU AD UR TA A P A DO OR R TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CUSOR II R IA ÃO L As disciplinas Manufatura Integrada por Computador e Introdução à Robótica Industrial fornecem as bases para realização do projeto temático. Utilizando um sistema ERP interligado a elementos robóticos e de manufatura, os alunos podem experimentar técnicas de controle da produção, o desenvolvimento de sistemas supervisórios, o controle de equipamentos e a avaliação de desempenho de sistemas integrados. Na disciplina Controle de Processos são desenvolvidas e implementadas técnicas avançadas de controle de equipamentos e atuadores. A disciplina Redes de Comunicação Industrial fornece as bases para a interconexão de dispositivos controladores. Na disciplina Comunicação e Relacionamento Interpessoal questões relacionadas com o trabalho em equipe, adequação profissional oportunidades de desenvolvimento, auto conhecimento e comportamento humano são tratadas no contexto do projeto temático. CONTROLE DE PROCESSOS Relação interdisciplinar das disciplinas do décimo semestre 91 Neste contexto, o discente é incentivado a desenvolver uma atitude empreendedora, colaborativa, criativa, a manifestar competências e habilidades para atuar profissionalmente em equipes e com ética. Assim, o aluno passa a compreender/reconhecer o processo de aprendizado nas suas limitações pessoais, a desenvolver metodologias e administrar o seu processo de aprendizado. Os temas e atividades relacionados à execução dos projetos e às interdisciplinaridades e transversalidades são tratados nas reuniões pedagógicas plenárias e em reuniões com o Coordenador do Curso, sendo adotados em função das particularidades e necessidades dos alunos e de temas momentâneos em discussão na sociedade. 7.1.1. PROJETO TEMÁTICO - AVALIAÇÃO A aprendizagem é um processo de construção cognitiva individual, onde o aprendiz recebe desafios, interage com problemas através de estruturas mentais, elabora novas ou re-elabora estruturas e efetua a sua validação. Com resultado satisfatório ou não, as estruturas mentais sofrem transformações e permanecem no cognitivo pessoal. Todo este processo permeia pela interação com o ambiente natural, social, cultural e econômico, interesses e necessidades do aprendiz. A avaliação da aprendizagem pode ser entendida como um processo de verificação da qualidade. Em um ambiente de aprendizado voltado para o desenvolvimento de Projetos Temáticos, a avaliação ocorre, em primeira instância, pela ação do próprio aprendiz, que realiza feedbacks corretivos durante o desenvolvimento e que compara os seus resultados com os dos seus pares. Este é um primeiro momento para tomada de consciência da qualidade do aprendizado. O produto gerado no desenvolvimento do Projeto Temático já é o resultado para a avaliação. Se os critérios para o desenvolvimento e validação do projeto são bem definidos e claros, a avaliação pode restringir-se à medida de padrões. Contudo, com o produto, o aluno pode também manifestar materialmente as competências e habilidades adquiridas, e a avaliação tornase parte do processo formativo. Neste caso, a participação do avaliador é secundária, pois o aluno pode, auto avaliar-se continuamente através da manifestação da sua criação (projeto-produto). Os resultados intermediários e final são fortes indicativos da qualidade do processo de aprendizado, formação do conhecimento, desenvolvimento de competências e manifestação de habilidades. O resultado do projeto temático, o produto, permite avaliar a integração de conhecimentos, contudo, as especificidades dos saberes pedem outras formas de avaliação para conhecimentos específicos, que devem ocorrer no escopo restrito das unidades curriculares respeitando os conteúdos individualizados e a sua interação interdisciplinar. 92 Ao quantificar o processo avaliatório de aprendizagem depara-se com um problema multidimensional com variáveis acopladas, interdependentes, de parâmetros dinâmicos, assim, avaliar o conhecimento agregado e sua capacidade operativa e executiva, é um desafio infinito. Uma solução, consiste em restringir o escopo da avaliação, especificando parâmetros objetivos e funcionais, e criando-se um cenário comparativo e indicativo de qualidade para o processo. 8. ESTÁGIO O estágio visa a iniciação da prática profissional e neste projeto é tratado de duas maneiras, a saber. 8.1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação e considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas atividades em uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da empresa e supervisionado por um professor da FAJ designado como coordenador de estágio. A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é de 160 horas. A FAJ e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes para realização do estágio. Considerando que a participação dos professores é imprescindível nesta importante etapa do desenvolvimento profissional do aluno, deverá ser elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado com a participação de todo o Colegiado de Curso. 8.2. Estágio Extra - Curricular No Estágio Extra-Curricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor supervisor e não há restrições quanto a série de matricula. Entretanto o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a FAJ. 93 9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, será uma atividade de integração dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um trabalho, preferencialmente prático e multidisciplinar da área de Engenharia de Controle e Automação. Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II nas quais haverá um professor responsável orientação coletiva, tendo como atividades a divulgação do Regulamento de TCC e divulgação do formato de apresentação da monografia e pela coordenação geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela orientação individual do TCC. Será tarefa do Colegiado de Curso propor e aprovar um regulamento para o Trabalho de Conclusão de Curso. 10. PROGRAMA DE VISITAS TÉCNICAS As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do alunado. A FAJ está inserida em uma região onde o parque empresarial está em expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela implantação de processos automatizados. Desta forma, as visitas técnicas são uma excelente forma de aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer melhor o mercado de trabalho. A Coordenação do Curso, organiza pelo menos uma visita técnica por semestre. 11. REGIME ESCOLAR E INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO De acordo com a estrutura acadêmica da FAJ, o regime escolar é seriado semestral. O Curso oferece o título de Engenheiro de Controle e Automação ao aluno que integralizar a carga horária de 4560 horas. Em todas as etapas será possível aproveitamento de conhecimentos, competências e habilidades que o estudante comprova possuir. É evidente que esta comprovação deverá ser objeto de cuidadosa avaliação, centrada nas exigências que serão feitas a todos ao final de cada módulo. A conclusão de todas as unidades curriculares, assegura o diploma de Engenheiro de Controle e Automação. 94 Com esta estrutura de organização o curso permite que umidades curriculares possam ser cursadas não apenas por alunos regularmente selecionados para a conclusão do curso de graduação, mas também por outras pessoas interessadas em obter uma qualificação específica ou uma complementação de estudo e que já estejam atuando no mercado. Flexibilidade Curricular: Os alunos com disciplinas cursadas e aprovadas em Cursos Superiores da Faculdade de Jaguariúna - FAJ e de outras instituições de ensino superior poderão requerer análise curricular com fins a dispensa de disciplinas. As dispensas são efetuadas segundo regulamento próprio da faculdade. Os alunos que se mostrarem proficientes em algum conteúdo devido a estudos anteriores, conhecimentos práticos comprovados, experiência profissional e etc. poderão realizar teste de proficiência com objetivo de dispensa de disciplina. As disciplinas que poderão ser eliminadas via teste de proficiência são definidas pelo coordenador do curso em cada período letivo. O teste de proficiência segue regulamento próprio definido pelos órgãos colegiados da faculdade. Os alunos provenientes por meio de transferência de outros cursos da faculdade e de outras instituições de ensino superior serão submetidos a análise curricular, sendo elaborado um plano de estudos para adaptação do aluno ao currículo do curso. Política prevista de integração do ensino, P&D (Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento) e articulação com a sociedade: A articulação das atividades acadêmicas acontece através da participação dos docentes e discentes em orientação e produção de trabalhos acadêmicos disciplinares, em discussões de cases reais e/ou fictícios, em oficinas de trabalhos e/ou workshops para discussões de temas voltados para os conteúdos específicos das disciplinas e em outras atividades que promovem, ao mesmo tempo, a sedimentação de conteúdos e a formação de habilidades e competências. A forma de participação dos discentes na pesquisa se dá por meio do Programa de Iniciação Científica – PIC. Conforme regulamento específico do programa a forma de seleção dos discentes interessados no programa se dá por meio de um concurso interno no qual se privilegia a seleção por mérito. Os alunos selecionados para participarem do programa recebem, como incentivo à pesquisa de iniciação científica, bolsa parcial de estudos. Ocorre também a realização anual de uma semana de estudos e de visitas técnicas. No caso da semana de estudos os discentes são envolvidos em atividades que estimulam o gosto pela prática profissional e pela pesquisa. Dentre estas atividades ocorrem, por exemplo, seminários, palestras, mini-cursos, apresentações de trabalhos acadêmicos dos próprios alunos e/ou de professores que compõem o 95 corpo docente do curso e/ou de pesquisadores de outras instituições cujos temas estejam correlacionados com a área de formação do curso. Estas atividades contribuem para estimular os formandos a potencializarem o processo de aprendizagem uma vez que propicia a compreensão de que os conteúdos disciplinares são inter-relacionados e precisam ser pensados de forma sistêmica. Além disto as atividades desenvolvidas na semana de estudos integram e/ou complementam os conteúdos ministrados nas disciplinas. As visitas técnicas proporcionam aos discentes a possibilidade de perceberem, a partir de uma realidade concreta, a forma como as organizações implementam ferramentas específicas e lidam com as exigências do contexto interno e externo na qual estão inseridas. A integração entre Ensino e Extensão dá-se pela participação dos alunos nos programas de extensão na onde vivenciam o conhecimento aplicado para colaborar com a melhoria das condições de vida da comunidade. As atividades permanentes de extensão estão estruturadas preferencialmente sobre as questões das áreas de Ensino/conhecimento dos cursos que são implementados e visam atender as necessidades da comunidade onde a FAJ se insere. Desta forma os cursos de graduação podem subsidiar os trabalhos de extensão através de iniciativas de esclarecimento da população, por meio de parcerias entre os cursos e as empresas e através de outras formas que garantam a integração entre extensão e Ensino. As Atividades de Extensão estão sob os cuidados da Coordenadoria de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - CEPPG, e é praticada através do oferecimento de Cursos de Extensão/Expansão Cultural, às comunidades interna e externa da FAJ. A oferta abrange as mais variadas áreas do conhecimento humano e se pauta em uma filosofia multidimensional que privilegia a interação Docente↔Discente↔Comunidade e envolve órgãos e setores da faculdade em suas diversas atividades de extensão. A FAJ desenvolve projetos de extensão universitária como uma forma de ampliar os relacionamentos comunitários, políticos e sociais, valorizando a participação institucional nos municípios da sua região de abrangência e influência. Além disto, estes projetos promovem a integração cultural e a formação profissional, tanto da comunidade local e regional, quanto da comunidade acadêmica. Por meio destas atividades, a FAJ procura garantir a socialização do conhecimento, articulando, juntamente com o ensino e a pesquisa, o comprometimento da comunidade universitária com as necessidades sociais. O objetivo da FAJ, relativo à Extensão Comunitária, é aumentar o relacionamento com os diversos órgãos da comunidade e da municipalidade para estreitar interesses recíprocos e, ainda, tornar disponível seus recursos e sua estrutura física aos diversos segmentos interessados da comunidade, para a realização de cursos, seminários, encontros municipais ou regionais. A participação dos discentes nas iniciativas de extensão será voluntária, porém incentivada pela coordenação do curso e pela coordenação de extensão. 96 A extensão é encarada como uma oportunidade de aproximar a realidade acadêmica da realidade da comunidade extra-acadêmica. Desta forma a participação dos alunos é valorizada como oportunidade de enriquecimento mútuo e como legitimação da proposta institucional de extensão. Os alunos participam contribuindo com idéias ou com a execução direta de atividades. As atividades permanentes de prática profissional entendida como um dos fins da ação didático-pedagógica perpassa tanto pelas propostas de extensão quanto pelas iniciativas de pesquisa e Ensino envolvendo, além do corpo discente e docente, os segmentos administrativos. A prática profissional será viabilizada através de: escritório piloto de direito, escritório piloto de contabilidade, agência de projetos e visitas técnicas dentre outras para atendimento à comunidade por discentes monitorados por docentes e outros convênio com empresas e organizações. A promoção de convênios com instituições acadêmicas, de pesquisa e extensão, tanto em nível regional quanto em nível nacional e internacional visa a colaboração e o desenvolvimento técnico-científico e o intercâmbio de estudantes. Isto possibilita a complementação da formação e permite que os estudantes tenham mais acesso ao seu futuro campo de atuação profissional já que os coloca em contato direto com situações práticas e teóricas. 12. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DOS DISCENTES A Avaliação do Aluno é entendida como um processo que considera a freqüência (mínimo 75%), aproveitamento das atividades e conteúdos ministrados através de avaliação, onde são atribuídas notas em grau numérico de 0 a 10 com variação de 0,5 (meio), inclusive para o caso de arredondamento da média final. Durante o ano letivo, cada disciplina desenvolve quatro avaliações escritas oficiais nos moldes e tipos definidos pela Diretoria da Faculdade em ato específico aplicados nas datas fixadas pelo calendário escolar. Para o caso das disciplinas com periodicidade semestral, são realizadas duas avaliações oficiais. Ainda considerando o processo avaliativo do discente, contam as avaliações das disciplinas de estágio, participação em projetos de caráter experimental e laboratoriais. Os critérios para avaliação do Desempenho Escolar são os definidos no Título IV, Capítulo V do Regimento: “Art.49. A avaliação da aprendizagem e do desempenho escolar são feitos por disciplina, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento das atividades e dos conteúdos ministrados em cada uma delas. Art.50. A freqüência às aulas e participação nas demais atividades escolares são direitos dos alunos aos serviços educacionais prestados pela instituição e são permitidas 97 apenas aos alunos regularmente matriculados, nos termos do contrato de prestação de serviços assinado entre as partes. §1º Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não tenha obtido freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas, após as avaliações regulares ou processos de recuperação. §2º É dado tratamento excepcional para alunos amparados por legislação específica, no caso de dependências e adaptações ou gestação, sendo-lhes atribuídos nesses casos, como compensação das ausências às aulas, exercícios domiciliares supervisionados, com acompanhamento docente, segundo normas estabelecidas pelo Conselho Pedagógico. Art.51. O aproveitamento escolar é avaliado através do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais. §1º Compete ao professor da disciplina ou ao coordenador do curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. §2º Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. Art.52. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,5(meio) em 0,5(meio) ponto. Parágrafo único. Haverá durante cada ano letivo, para as disciplinas anuais, 04 (quatro) avaliações oficiais e, para as disciplinas semestrais, 02 (duas) avaliações oficiais, para verificação do aprendizado em cada disciplina, aplicadas ao longo do período letivo, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico. Art.53. Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às aulas e demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina, no período letivo, quando obtiver média final igual ou superior a 5,0 (cinco inteiros). §1º As disciplinas práticas, de projetos ou de caráter experimental e laboratoriais ou de outra periodicidade, em função da não aplicabilidade de provas escritas ou tradicionais, terão sua forma de avaliação definida em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico. §2º Poderá haver uma única avaliação supletiva de cada disciplina, ao final de cada semestre, como alternativa para o aluno que faltar à uma das avaliações escritas desse período, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico. §3º O Conselho Pedagógico poderá, através de norma específica e baseado nas características pedagógicas de cada curso, alterar a média de aprovação das disciplinas desde que esta não seja inferior a 5,0 (cinco), bem como regulamentar a avaliação final para os alunos cuja média final não for inferior a 3,0 (três). Art.54. A média final será obtida através da média aritmética ponderada das médias das avaliações parciais oficiais realizadas nas várias etapas do período letivo, das respectivas disciplinas. §1º As médias parciais oficiais poderão levar em conta outros trabalhos escritos, orais, seminários de avaliação e outros instrumentos de medida do aprendizado, realizados pelos professores ao longo dos períodos letivos parciais. §2º Os pesos utilizados na ponderação para os cálculos das médias anuais ou 98 semestrais, bem como os critérios para as outras formas de avaliação realizadas ao longo do período letivo, serão fixados em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico. §3º As disciplinas de periodicidades diversas das aqui estabelecidas terão suas formas e critérios de avaliação fixados em norma específica aprovada pelo Conselho Pedagógico. §4º A média final do aluno que realizar avaliação final será obtida de acordo com regulamentação do Conselho Pedagógico. Art.55. Os alunos reprovados em até 02 (duas) disciplinas, deverão cursá-las em regime de dependência, podendo ser promovidos para o semestre subseqüente, nos termos das normas próprias aprovadas pelo Conselho Pedagógico. §1º Os alunos reprovados em 03 (três) ou mais disciplinas terão seu semestre de matrícula e disciplinas a serem cursadas em regime de Plano de Estudos definidas por norma específica do Conselho Pedagógico. §2º A Faculdade poderá oferecer cursos, disciplinas ou atividades programadas em horários especiais, com metodologia adequada para os alunos reprovados ou em adaptação, ou para alunos em dependência, como forma de recuperá-los, na forma que se compatibilizem com as suas atividades regulares, nos termos das normas aprovadas pelo Conselho Pedagógico. §3º Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração de seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino”. 13. A AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E A AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO O conceito de avaliação que subsidia o novo programa prende-se à natureza própria desse processo que é comparar e medir os resultados produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles, interpretar os dados obtidos para formular juízos e tomar decisões. O Programa de Avaliação Institucional abriga o projeto de avaliação interna ou auto-avaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais objetivos “produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância cientifica e social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.” A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as 99 instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de serviços de qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na produção, sistematização e democratização do saber. O propósito da Avaliação Institucional é conduzir os empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo. O Programa original de Avaliação Institucional da FAJ já estruturava condições para a efetivação de um sistema de auto-avaliação desde 2000. As pesquisas envolvem toda a comunidade acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infra-estrutura. Este diagnóstico subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subseqüente, sendo que em 2005, a Diretoria da Faculdade de Jaguariúna reestruturou o Departamento de Avaliação Institucional, que passou a ser denominado de “Comissão Própria de Avaliação – CPA”, mantendo a sistemática da avaliação institucional, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. No início de 2006, a Instituição implantou o CGQ – Conselho Gestor da Qualidade, que tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua, suplantando as atividades de avaliação, conforme propõe os SINAES. O CGQ atua em atividades como diagnósticos, avaliações, ações, orientações, estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação de indicadores da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada Plano de Melhorias, sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes e reformulações. O conselho propõe atividades que construam de forma conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando de maneira participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas distribuídos exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois não podem recorrer aos mecanismos de controle da qualidade fornecidos por sistemas administrativos centralizados.” A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos, estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas. A integração entre o CGQ e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de melhoria. O retorno dos resultados é feito através de: • • • • • Divulgação dos resultados gerais para os Cursos; Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, através de documento contendo a análise individual do desempenho; Reuniões com o corpo administrativo; Reuniões com o corpo docente; Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e a serem efetivadas. 100 14. INSTALAÇÕES FÍSICAS 14.1. CATEGORIA DE ANÁLISE: INSTALAÇÕES GERAIS 14.1.1.Sala de professores e sala de reuniões A FAJ – Faculdade de Jaguariúna possui uma sala de professores, equipada com 10 computadores com acesso a internet, ao sistema acadêmico, impressora, telefone e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. Anexo à sala dos professores está instalada a sala de Apoio Docente, proporcionando apoio estrutural aos docentes, tal como agendamentos de material áudio visual, agendamentos de laboratórios, distribuição de informativos, ... . É disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas, com ar condicionado e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das atividades do curso. 14.1.2.Gabinetes de trabalho para professores A Coordenação do Curso está instalada em uma sala de 120,0 m2, compartilhada com as Coordenações de outros 20 Cursos instalados no Campus, com computador para acesso à internet e acesso a rede sem fio, mesa, ramal telefônico, armários para a guarda de documento e demais acessórios pertinentes à sua atividade, impressora compartilhada e secretárias que lhes proporcionam apoio técnico-administrativo. Os integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica com 6,0 m2, localizada em sala anexa, também com computador com acesso a internet, ramal telefônico, acesso a rede sem fio e apoio técnico-administrativo. 14.1.3.Sala de aula A Estrutura física do Campus é dividida em blocos, sendo que as salas de aulas estão estabelecidas em 5 blocos interligados de dois pavimentos (térreo e primeiro andar) com acesso por escadas e rampas. Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras estofadas em excelente estado de conservação e/ou cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, lousa, ventiladores, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. As salas são de tamanhos variados permitindo a acomodação de 25 a 50 alunos cada. 101 14.1.4.Acesso dos alunos a equipamentos de informática A IES possui atualmente 412 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca, sala de orientação de TCC e laboratórios específicos. No turno de funcionamento do Curso de Engenharia de Controle e Automação (noturno) a IES possui 2500 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 6 alunos. Contudo os alunos podem acessar a rede wireless disponível em toda a área das salas de aulas, biblioteca e laboratórios específicos. Para as matérias específicas do Curso de Engenharia de Controle e Automação, a Faculdade se preocupa em disponibilizar 1 computador por aluno. 14.1.5.Registros Acadêmicos O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções não-docentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos diversos setores da Faculdade. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal. Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis. Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados. 102 Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos. A FAJ - Faculdades de Jaguariúna possui 26 laboratórios específicos para os cursos da Instituição, bem como um hospital veterinário, um prédio para as atividades Interclínicas da área da saúde, um hotel para as atividades dos curso de turismo e hotelaria. 14.2. BIBLIOTECA 14.2.1.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Controle e Automação, possui um acervo indicado na referência básica do projeto pedagógico e nos planos de ensino, que atende as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Vale dizer que, em 2005, no momento em que o Curso protocolou o seu reconhecimento, era feita a indicação de 02 (dois) títulos para a bibliografia básica. Entretanto, tendo em vista a recomendação dada pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada disciplina passou a indicar 03 (três) títulos para a bibliografia básica, sendo alocados 1 exemplar para cada 10 alunos, assim, o Curso conta com títulos e volumes suficientes para atender à demanda e a biblioteca possui um vasto acervo para atender as necessidades de formação, com literatura e obras de apoio. A Biblioteca da Faculdade está totalmente informatizada, desde a aquisição até o empréstimo. O acervo pode ser consultado através de terminais de microcomputadores disponíveis, podendo ser consultado por autor, título, assunto, coleção, editora. A obra interessada deverá ser solicitada no balcão de atendimento ao público para ser retirada. A Faculdade propicia ao corpo docente e discente, o acesso livre às redes de informações, ao site da Faculdade na Internet, através de todos os laboratórios de informática e junto à biblioteca, com seu sistema interno informatizado, onde o aluno pode obter informações pelo sistema on-line. Além disso, os alunos também tem acesso ao COMUT Sistema de Comutação Bibliográfica. A atualização do acervo é realizada continuamente, em função de verba disponível mensalmente no planejamento econômico financeiro, e sistematicamente no mês de outubro, através de um trabalho conjunto entre a biblioteca e os professores, onde são indicados livros textos e bibliografias complementares, através de formulário próprio para pedido de aquisição. Através dessa indicação, é elaborada uma lista padronizada para cotação de preço pelos fornecedores. A aquisição é feita em 05(cinco) dias úteis, conforme disponibilidade das obras nas editoras, e após a aprovação da 103 Diretoria. No decorrer do ano, outras sugestões poderão ser feitas pelos professores e adquiridas conforme disponibilidade orçamentária. Essas sugestões são reunidas e organizadas, formando as listas ou bases de dados de demanda pretendida, que irão constituir a base do processo de aquisição. A organização das sugestões contribui para que seja adquirido material necessário, otimizando a utilização dos recursos financeiros. 14.2.2.LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A biblioteca da FAJ, referente ao Curso de Engenharia de Controle e Automação, possui um acervo indicado na referência Complementar do projeto pedagógico e nos planos de ensino, que atende as disciplinas do Curso em quantidade suficiente. Vale dizer que, em 2005, no momento em que o Curso protocolou o sua autorização, era feita a indicação de 02 (dois) títulos para a bibliografia Complementar. Entretanto, tendo em vista a recomendação dada pelo novo instrumento de avaliação de curso, aprovado em dezembro/2008, cada disciplina passou a indicar 05 (cinco) títulos para a bibliografia Complementar, sendo alocados no mínimo 2 exemplares para cada título. 14.3. LABORATÓRIOS Atualmente o Curso de Engenharia de Controle e Automação da FAJ, conta com 11 laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do Curso e atender as habilidades e competências pertinentes às disciplinas: QT 02 01 01 02 01 01 01 01 01 Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório Laboratório de de de de de de de de de Física Química Fluído Mecânica e Águas Informática e CAD/CAM/CAE Processos de Fabricação/Metrologia Controle e Automação Circuitos Digitais/Redes Robótica e Automação Projetos temáticos LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA E CAD/CAM/CAE 50 Computadores em rede – acesso à internet 20 Kits NATIONAL 6009 – Aquisição de dados Instrumentação 15 KITS PIC 16F877A 20 KITS FPGA - ALTERA Relação de Softwares: • • • • OFFICE MSPROJECT MPLAB WINPIC Capacidade 40 alunos 40 alunos 40 alunos 50 alunos 40 alunos 40 alunos 40 alunos 40 alunos 40 alunos 104 • • • • • • • • • • • • • SOLID EDGE NX LABVIEW SISTEMA PARA AQUISIÇÃO DE DADOS NI6009 SOLID WORK QUARTUS MAX PLUS ROBOT STUDIO 4.0 SciLab Python DEV C RSLOGIX – ROCKWELL RSVIEW - ROCKWELL LABORATÓRIO DE PROCESSOS DE FABRICAÇÃO/METROLOGIA 01 Centro de Usinagem - CNC 03 Tornos 01 Mini torno 01 Serra Circular 05 Serra Mármores manual 10 Serra tico tico manual 01 Serra Fita 01 Prensa hidráulica 01 Compressor 01 Máquina de solda 50 Rebitadeira Manual 10 Escalas de Aço 10 Conjuntos de esquadros 10 Micrômetros Analógicos 05 Micrômetro Digital 20 Paquímetro Analógico 15 Paquímetro Analógico 05 Relógios Apalpadores 10 Relógios Comparadores 02 Lixadeiras 12 Retífica manual 05 Serra manual 10 Furadeira Manual 10 Bases Magnéticas leve 10 Bases Magnéticas pesadas LABORATÓRIO DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO 01 Bancada Pneumática FESTO 01 Bancada Hidráulica - REXROTH 50 CLP ROCKWELL 1100 12 CLP ROCKWELL 1500 10 IHM TOUCH SCREEN COLOR ROCKWELL 30 Cartões de Input Digital ROCKWELL 30 Cartões de Output Digital ROCKWELL 30 Cartões de Input Analógico ROCKWELL 30 Cartões de Output Analógico ROCKWELL 10 Controlador de Temperatura 10 Controlador de Pressão 105 80 Placas SBSERVO CONTROL 15 Placas SBSTEPMOTOR 60 Cartões PONTE H 50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Indutivo 50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Capacitivo 50 Conjuntos de Sensores de Proximidade Magnéticos 90 Conjuntos de Sensores Barreira Óptica 50 Conjuntos de Sensores Infra vermelho 50 Conjunto Sensor Temperatura 20 Sensor de Temperatura encapsulado 20 Sensor de Pressão 02 Encoders 20 Conjunto Sonar 20 Rádio Controle 08 Kits Servo Motor Industrial MITSUBISHI 150 Sensores de Nível 20 Câmeras Wireless 02 Tacômetros 10 Inversores de Freqüência 10 KITs PWM DC 10 KITs acionamento motor AC 02 KIT Acionamento Motor AC 500 Servo motores - aeromodelismo 80 Motores DC 12 Volts Bosch 50 Motores DC 24 Volts Bosch 150 Motores 12 Volts com redutor 40 Motores de passo 10 Motores AC (1 HP) 25 Alternadores 22 Bicicletas 40 FONTES DE ALIMENTAÇÃO 24 Volts 40 Kits de ferramentas 02 Furadeiras de Bancada 01 Chapa Aquecedora 01 Mufla 01 Prensa Metalográfica 01 Conjunto de peneiras granulométricas 01 Conjunto de moldes para ensaios de materiais 01 Microscópio metalográfico LABORATÓRIO DE CIRCUITOS DIGITAIS/REDES 15 Computadores 16 Osciloscópios 30 Fontes de Alimentação MINIPA 18 Geradores de Função MINIPA 15 KITs Didáticos 500 experiências MINIPA 15 Protoboards 20 Multímetros Digitais 10 Inversores de Freqüência – com placa de rede 10 Controlador de Temperatura – com placa de rede 10 Controlador de Pressão – com placa de rede 10 cartões rede DEVICE NET 05 SCANER DEVICE NET 10 CARTÕES RS485 10 CARTÕES ETHERNET 106 LABORATÓRIO DE ROBÓTICA E AUTOMAÇÃO 01 Robô ABB IRB 2400 02 Garras 02 Ventosas 01 Compressor 12 Bancadas experimentais 10 Computadores 01 Compressor 07 Esteira transportadores 02 Furadeiras de Bancada 50 Licenças do Software ROBOT STUDIO LABORATÓRIO DE PROJETOS TEMÁTICOS Laboratório destinado à montagem dos projetos temáticos. Equipamentos devem ser requisitados no almoxarifado. Material compartilhado com outros laboratórios. 04 Bancadas 40 Banquetas LABORATÓRIO DE FÍSICA PARA ENGENHARIA I, II E III 01 Kit Didático para Plano Inclinado (três experimentos) 01 Kit Queda Livre (três experimentos) 10 Conjunto de Termodinâmica (nove experimentos) 10 Kits Dilatômetro (6 experimentos) 10 Conjunto de Mecânica Estática (vinte e seis experimentos) 01 Conjunto de Física Geral 01 Kit de Óptica (vinte e sete experimentos) 01 Gerador de VanderGrath EQUIPAMENTOS COMPARTILHADOS COM LABORATÓRIO DE CIRCUITOS DIGITAIS 15 Computadores 16 Osciloscópios 30 Fontes de Alimentação MINIPA 18 Geradores de Função MINIPA 15 KITs Didáticos 500 experiências MINIPA 15 Protoboards 20 Multímetros Digitais 10 Inversores de Freqüência – com placa de rede LABORATÓRIO DE QUÍMICA 20 Microscópios – Setor de Morfologia 20 KITs - Conjuntos de Vidraria (frascos, Beker, pipetas, tubo ensaio, funil, ... ) 20 KITs – Ferramental Laboratório (Espátulas, suporte , bico de Bunsen, estantes para tubos, ... ) 10 Termômetros 02 Dessecador 01 Capela de exaustão de gases 01 Destilador 03 Centrífuga 107 10 BALANÇA CAP 3 KG 02 BALANÇA DIGITAL P/BOX 01 BALANÇA ANALÍTICA ELÉTRICA 04 BALANÇA ELETRICA DIGIPESO 06 BALANÇA SEMI ANALITICA 01 Mufla 01 Estufa 04 Espectrofotômetro 01 Autoclave 02 PhMETRO de Bancada LABORATÓRIO DE FLUIDO MECÂNICA/ÁGUAS 01 Bancada Hidráulica 50 Reservatórios plásticos para experiências 60 Sensores de nível de água 40 Bombas de água 20 Balizas 01 Capela 01 Centrífuga 01 Condutivímetro de Bancada 600 01 Condutivímetro de Bolso 01 Estação Metereológica portátil 01 Estufa de BOD 01 Estufa de Esterilização e Secagem 01 Fotômetro de Chama 01 JAR TEST 01 LUXIMETRO DIGITAL 01 Mapoteca 5 GAVETAS 10 MIRA 10 Teodolitos 10 Tripes 01 Moinho Analítico 01 OXIMETRO DE BANCADA 01 OXIMETRO DE CAMPO 01 PhMETRO DE BOLSO 01 Agitador de ERLENMEYER 20 GPS 01 Infiltrômetro 04 Kits de Peneiras Granulométricas 14 Tensiômetros 15. ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Não é desejável que o estudante do Curso Superior de Engenharia de Controle e Automação seja simplesmente convidado a freqüentar aulas ministradas segundo os termos universitários comuns, reunindo, por essa maneira, os créditos necessários para o recebimento de um diploma. O aluno não pode ser simplesmente ouvinte, mesmo nas áreas das ciências e nas criações tecnológicas. O estudante é o protagonista principal do processo de desenvolvimento e busca do conhecimento. A curiosidade e a observação devem ser marcas permanentes do corpo discente. O profissional contemporâneo é capaz de 108 aprender a aprender. A FAJ entende que a educação é um processo permanente que se estende ao longo da vida e em espaços multivariados. Como decorrência desta percepção o processo ensino-aprendizagem deve ser dinâmico, interativo e construtivo. Daí a importância de se abrir espaços para a promoção da educação entendida em seu sentido mais amplo. As atividades complementares se inserem neste escopo e privilegiam a construção de saberes, experiências, conhecimentos, habilidades, competências e destrezas nos formandos. São fontes essenciais de aprendizado e contribui para que os formandos elaborem uma visão abrangente da sua área de formação e das interfaces dela com outras áreas do conhecimento. Entende-se que a educação se constitui num processo complexo, o qual relaciona a formação e desenvolvimento pessoal, além das habilidades profissionais e valores éticos. Constitui-se, ainda, num bem social de caráter coletivo, que envolve as instâncias institucional, familiar e individual. Contudo, a responsabilidade social no ensino se configura como um elemento eminentemente ético, por meio do qual se busca produzir condutas nas quais as pessoas se sintam comprometidas com o desenvolvimento equitativo e sustentável do país, pautadas por ações éticas referências, sendo criativos na articulação entre a sua profissão e a promoção do desenvolvimento coletivo. A responsabilidade social no ensino se expressa, com a intenção de assegurar uma formação que promova o êxito profissional, fundamentada em princípios éticos, humanísticos e de sensibilidade social. Neste sentido, a FAJ, por meio dos processos de ensinar e aprender preconiza-se o desenvolvimento e incorporação, por todos e cada um, de uma série de princípios, expressos no Projeto Pedagógico Institucional como: • • • • • • • • • Desenvolver uma educação de qualidade para a formação de profissionais críticos e responsáveis; Educar para a cidadania ao oferecer um local permanente para o aprendizado, através do exercício da ética e do rigor científico; Produzir e divulgar o conhecimento em suas diferentes formas e aplicações, preservando a vida; Promover a formação de cidadãos capacitados ao exercício de sua profissão, contribuindo com o desenvolvimento humano e a construção da paz; A responsabilidade social do ensino se expressa no Projeto Pedagógico, apresentando visibilidade por meio de uma série de ações como: Incentivo ao desenvolvimento de trabalhos de conclusão de curso que possibilitem a inovação tecnológica, interação e a integração dos estudantes com a sociedade; Promoção do engajamento dos estudantes através de atividades sociais por meio da de estágio curricular supervisionado; Desenvolvimento de valores éticos de cidadania, tolerância e dignidade; Criação de situações que propiciem o desenvolvimento da capacidade de analisar situações do cotidiano; 109 • • Execução de atividades de ensino, extensão e pesquisa que promovam a educação; Incentivo à realização de estágios e atividades extracurriculares, assim como a participação em eventos específicos da área ou de formação complementar, buscando seu aprimoramento profissional e pessoal (capacidade de expressão e comunicação interpessoal). Nesta perspectiva, devem ser inseridas as atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo. A FAJ disponibiliza sua imagem, seu poder de comunicação institucional e uma parcela de seus recursos e de seus talentos, em busca da transformação social da comunidade em que está inserida, o que só é possível através da interação articulada e consciente entre a comunidade de negócios, organizações não-governamentais, a sociedade civil e os setores públicos e privados. Neste contexto, a responsabilidade social tem a dimensão de uma gestão estratégica, possibilitando a identificação e o trabalho a favor de causas sociais relevantes. Podemos destacar os projetos de extensão e atividades sociais desenvolvidos em parceria com a Motorola, FEAC, Embrapa, Centro Corsini, La Rondine, Prefeitura Municipal de Jaguariúna, SESI e EPTV Campinas. Projetos desenvolvidos: Faculdade Aberta da 3a. Idade A Faculdade Aberta da Terceira Idade da FAJ teve início em maio de 2001. O seu principal objetivo é resgatar a vida ativa dos indivíduos da melhor idade, estabelecendo e aprimorando novas relações sociais, através da promoção do bem-estar físico e intelectual deste público. O idoso é estimulado para abandonar o seu estado de exclusão e resgatar o compromisso com a vida, assumindo o seu lugar de cidadão. As atividades desenvolvidas estão organizadas em módulos, que englobam informática, psicologia, atividade física, turismo, economia, história, cultura e lazer, atualidades, nutrição e a própria história de vida dos integrantes, favorecendo, principalmente, a atualização do conhecimento, a troca de informações e o estabelecimento de novas relações sociais. Alfabetização de jovens e adultos O Programa visa alfabetizar jovens e adultos que não tiveram acesso à escolarização formal na idade própria. O Programa foi iniciado em setembro de 2003, seguindo as diretrizes do Programa de Alfabetização e Inclusão (PAI) da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O Programa engloba a alfabetização em língua portuguesa (domínio de habilidades mínimas de leitura e escrita centradas na função social da língua) e em matemática (domínio das operações fundamentais, resolução de problemas simples, algoritmo). Os objetivos gerais do Programa compreendem a inserção do alfabetizando numa realidade que abrange: 110 • • a sociabilidade: desenvolve as relações interpessoais de colaboração e solidariedade; a independência e organização para o trabalho – desenvolve a autonomia e a capacidade de organização; e, - o conhecimento da realidade - construção e aquisição de conhecimentos informais e científicos, que promovam o crescimento pessoal, cultural, social e afetivo; desenvolvimento do senso crítico, da capacidade de argumentação, das diferentes formas de linguagem, imaginação e criatividade; percepção de suas características físicas, capacidades e habilidades. Trote Solidário Desde 2002, a FAJ criou o “Trote Solidário” que, além de integrar os alunos no início do ano letivo, atinge a meta de contribuir para o benefício da população de Jaguariúna, substituindo o conhecido trote dos calouros. A iniciativa foi uma união de esforços e idéias entre coordenadores e alunos da faculdade. As ações têm se moldado com o intuito de arrecadar e doar alimentos para as entidades beneficentes do município, seja através de gincanas, parcerias com outras entidades, ou ações voluntárias. Grupo de Estudo 5R A melhoria da qualidade de vida, através da reciclagem e recuperação de materiais sólidos é a proposta do Grupo de Estudos 5R, formado com a iniciativa de professores da FAJ. A proposta é repensar os hábitos de consumo e descarte, reduzir a geração do lixo e do desperdício, recuperar os materiais, com coletas seletivas, e reutilizar os bens de consumo, através da durabilidade e do reparo destes bens. A participação está aberta para a comunidade interna e convidados representantes da comunidade local. Os encontros acontecem toda terça-feira, das 18 às 19 horas, no campus I da FAJ – sala 1, localizado à Rua Amazonas, 504, Jd. Dom Bosco. Curso de Extensão: Docência no Ensino Superior O curso de extensão “Docência no Ensino Superior”, desenvolvido pelo FOCO, grupo interno da instituição que realiza estudos relacionados a potencialização do processo ensino-aprendizagem, abre inscrições a partir de 24 de fevereiro de 2005 para nova turma. Objetivos: • Promover e aperfeiçoar a formação pedagógica dos docentes da FAJ, com base teórica e metodológica que permita o 111 • • desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o exercício da docência; Proporcionar aos docentes subsídios para refletirem sobre a ação educativa oferecendo informações e condições para elaboração/execução de propostas significativas, contribuindo para a redimensão do contexto escolar e da ação docente; Propiciar o desenvolvimento de reflexões sobre educação nos seus diferentes processos, envolvendo os contextos: histórico, filosófico, sociológico e cultural. Público Alvo: Professores e Coordenadores da FAJ, de todas as áreas Corpo Docente: Formado por Doutores e Mestres qualificados e com ampla experiência acadêmica Duração: 04 (quatro) meses Carga Horária Total: 60 (sessenta) horas Devem também ser privilegiadas atividades de monitoria acadêmica e de iniciação tecnológica que propiciem a participação do estudante na vida da Instituição. A partir dessa visão, pretende-se possibilitar ao aluno a integração de conhecimentos das disciplinas do Curso através do desenvolvimento de projetos práticos e interdisciplinares. As atividades complementares são regulamentadas pela Resolução COP 16/2003 e pela Instrução Normativa DG nº 01/2003. Projeto de Desenvolvimento Discente Os alunos ingressam na faculdade através de processo seletivo ou pela utilização da nota do ENEM, a partir do momento da sua matricula no curso, o aluno tem ao seu dispor várias frentes de atendimento, cujo objetivo é orientálo durante o seu percurso acadêmico. O coordenador do curso acompanha o aluno durante todo o curso e orienta-o em relação às suas decisões e definições acadêmicas. O atendimento ao aluno pelo coordenador do curso é primordial na política institucional. Em relação às informações acerca do desenvolver e do controle de sua vida acadêmica, o aluno tem na CA (Central de Atendimento) todo o suporte necessário, além da possibilidade de consulta de notas, freqüência, materiais disponibilizados pelos professores, no item Registros Acadêmicos. O PROE – Programa de Orientação ao Estudante - é um programa desenvolvido pela Faculdade de Jaguariúna com o intuito de auxiliar os estudantes em suas necessidades acadêmicas e profissionais. Através de ações do PROE, logo no primeiro semestre do curso, o aluno passa por um processo de nivelamento na área de Língua Portuguesa, Matemática e Inglês. Nos cursos de Engenharia são oferecidas as disciplinas de Física e Química se houver necessidade, assim como acrescentar nivelamentos existentes em outros cursos e diferentes dos citados. Este processo tem como objetivo procurar sanar qualquer tipo de defasagem trazida pelo aluno e que possa vir influenciar no desenvolvimento de competências e 112 habilidades do aluno no decorrer dos semestres iniciais do curso, principalmente pela falta de conhecimentos conceituais e procedimentais básicos necessários. O apoio ao aluno é considerado uma questão de prioridade dentro da Instituição. Pesquisas recentes realizadas em algumas Universidades do país têm demonstrado que os estudantes que participam de programas de orientação estudantil possuem índices de rendimento acadêmico superior em relação aos demais alunos. Estes dados estimulam na manutenção, ampliação e busca de novas alternativas para o programa. Ações do PROE: • • • • • Projeto de Desenvolvimento Acadêmico Discente, oferecendo gratuitamente aos alunos da FAJ cursos de Inglês, Informática e Desenvolvimento Pessoal em horários pré e pós-aula; Auxílio especializado em orientação de estudos; Disponibilização de textos para orientação profissional e de estudos; Cursos e palestras; Banco de currículos on-line. Entre as diversas atividades realizadas o PROE se destaca por oferecer: • • • • • • • • Orientações de estudos Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional Orientação profissional Cursos de língua estrangeira Programas de aperfeiçoamento: informática, matemática, leitura e interpretação de textos, redação técnica Promoção de cursos, palestras e workshops Curso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais Dinâmicas de grupo Voltado ao curso de Engenharia de Controle e Automação, o PROE oferece aos alunos, diversos cursos básicos, voltados ao nivelamento de conhecimento por parte dos mesmos, e que são oferecidos na forma de préaula (durante a semana das 18hs as 19hs) ou aos sábados (no período matutino ou vespertino): • • • • • • • • Matemática Básica Cálculo – revisão de conteúdos das disciplinas: Cálculo Aplicado à Automação I e II Sistemas CAD - SolidEdge, SolidWorks, NX/NASTRAN Calculadora HP 48G+, 49G+ e 50G Eletrônica Básica Informática Básica Lógica de Programação CLP (Computador Lógico Programável) 113 • • Redação Técnica – atividade Instrumental focada no auxílio à elaboração de artigos técnicos Programa de monitoria: matemática e informática O atendimento ao discente também está focado no fomento para seu percurso acadêmico, esclarecendo e promovendo os seguintes programas de bolsas de estudo: • Financiamento Estudantil (FIES): destinado aos estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino superior, não gratuitas, que estejam devidamente credenciadas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. • Programa Escola da Família: Concedida pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, que tem por objetivo abrir as portas das escolas estaduais nos finais de semana oferecendo atividades de cultura, esporte, saúde e qualificação profissional para alunos, pais, professores e comunidade do entorno de cada escola. Para realizar tais atividades, o Programa conta, entre outros profissionais com educadores universitários (bolsistas). • ProUni (Programa Universidade para Todos): programa de bolsas criado pelo Governo Federal que possibilita o acesso de milhares de jovens de baixa renda à educação superior, em instituições privadas de educação superior. • ProUni Municipal programa de bolsas de estudos junto a Prefeitura Municipal de Jaguariúna. • Bolsa Monitoria: vinculadas a uma disciplina ou a uma atividade acadêmica, na qual o aluno é acompanhado por um docente e, deve cumprir uma determinada quantidade de horas na instituição. • Bolsa Parentesco: aplicadas nas mensalidades de alunos que tenham irmãos, filhos ou cônjuge matriculados na mesma unidade de ensino. • Bolsa Desenvolvimento: desconto aos alunos que cursarem mais de um curso de graduação (aplicado no segundo curso) ou pósgraduação. • Convênio Empresa: convênios firmados com empresas, organizações ou órgãos públicos beneficiam colaboradores e dependentes diretos (cônjuge e filhos) com descontos especiais. • Bolsa de Pesquisa e Iniciação Científica (PIC): destinada ao desenvolvimento de pesquisa visando à iniciação científica. Nesta modalidade de bolsa, o aluno é orientado por um docente a fim de produzir seu trabalho científico. 114 A FAJ possui o Programa de Iniciação Cientifica – PIC - que é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação, na pesquisa cientifica. É uma possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica engajando-o a pesquisa. Assim, a Iniciação Científica caracteriza-se como um instrumento de apoio teórico e metodológico para realização de um projeto de pesquisa , constituindo deste modo, um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Além disso, a FAJ proporciona e incentiva a participação de docentes e discentes no Encontro de Iniciação Científica – ENIC, que constitui-se em um espaço privilegiado para apresentação e discussão de saberes nas diversas áreas do conhecimento afins com os cursos de graduação e pósgraduação das diversas faculdades integrantes do Grupo Polis Educacional: Faculdade Max Planck, Faculdade de Jaguariúna – FAJ, Faculdade Politécnica de Indaiatuba, Faculdade Politécnica de Sumaré, Faculdade OPEP e Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp). Ainda, neste sentido é incentivada a partição dos docentes e discentes no Congresso Nacional de Iniciação Científica – CONIC, que tem por objetivo identificar talentos e estimular a transformação de idéias em realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos campos da Ciência e da Tecnologia. Existem outras atividades do PROE que são disponibilizadas pelo Portal da Faculdade, tais como: • • • • • • • Participações em eventos externos: estimular a participação dos alunos nos eventos externos, promovendo assim a interação entre alunos e comunidade; Workshop institucional: informações sobre eventos dos diferentes cursos; Orientação aos Estudos: dicas para organizar agenda e definir método de estudo; Indicação de locais para alimentação próximos da faculdade; Indicação de linhas de ônibus e transportes alternativos; Informações sobre vagas de Estágio e Convênio Acadêmico com empresas públicas ou privadas com objetivo de proporcionar o Estágio Curricular aos alunos; Links interessantes para pesquisa e informações acadêmicas. O acompanhamento dos egressos se viabiliza por meio de contatos via email para a divulgação de cursos de pós-graduação, visando criar um mecanismo de apoio e formação continuada para os formados, como também de pesquisas feitas pela Comissão de Avaliação Institucional, na intenção de verificar como foi à preparação profissional promovida pelo Curso, num tempo de 6 a 12 meses após a conclusão do curso e conhecer as inserções no mercado de trabalho. 115 Projeto Incubadora de Idéias – PROIDEA O Projeto Incubadora de Idéias – PROIDEA é mais uma ação da Faculdade de Jaguariúna – FAJ para a aplicação dos conceitos desenvolvidos em suas atividades acadêmicas e projetos empresariais e sociais. O Projeto Incubadora de idéias oferece as condições e facilidades necessárias para o surgimento e crescimento de novas empresas e negócios, gerando empregos, renda e desenvolvendo a cultura empreendedora nas comunidades em que estão inseridas. Dados da pesquisa Panorama 2003, divulgados pela ANPROTEC (Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas), apontam que no Brasil houve a criação de 8.600 postos de trabalho por 1.500 empresas abrigadas em 207 incubadoras. Outros 1.600 postos de trabalho são gerados pelas gestoras das incubadoras, totalizando 10.200 empregos. As estatísticas do SEBRAE apontam que 90% das empresas incubadas sobrevivem após os primeiros anos de atividade. Estatísticas de incubadoras americanas e européias indicam que a taxa de mortalidade entre empresas que passam pelo processo de incubação é reduzida a 20% contra 70% detectado entre empresas nascidas fora do ambiente de incubadora. Entre as várias razões que ocasionam essa elevada taxa de mortalidade, o SEBRAE detectou problemas gerenciais como a principal. Outras razões, citadas pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo – SIMPI, não menos importantes, são as dificuldades burocráticas, que incluem uma legislação complexa, exigente e que acarreta altos custos burocráticos, tributários, de produção e de comercialização, além das dificuldades concorrenciais para os micros e pequenos empresários que atuam em mercados oligopolizados, onde grandes empresas ditam prazos e condições de pagamento para a aquisição de produtos e fornecimento de insumos. A Incubadora propicia vantagens para as empresas abrigadas, mas também para a economia da região, pois produz pesquisa, desenvolvimento e valor agregado. Trata-se de um programa de fomento do desenvolvimento industrial e econômico, impulsionando a geração de microempresas, aumentando os índices de emprego e renda, contribuindo para a atratividade econômica do município. Também a longo prazo será observado um aumento gradual na arrecadação local de impostos, na medida em que as empresas se consolidarem e deixarem a incubadora, graduando-se e passando a participar agressivamente no mercado. Além disso, pequenas indústrias regionais em declínio, mas que apresentem algum potencial de recuperação, poderão ser revitalizadas e aumentarem as chances de se manterem competitivas. A Incubadora oferece, para as empresas em fase de incubação, assessoria técnica e empresarial, através de corpo docente altamente qualificado, para o desenvolvimento e aprimoramento de produtos e serviços, tornando-se catalisadora do processo de criação de novos empreendimentos. 116 A incubação de idéias é um processo dinâmico de desenvolvimento de negócios. As incubadoras auxiliam novas empresas a sobreviver e crescer durante os primeiros anos de sua existência, período em que se observa o maior número de fechamento e falências de novos negócios, tornando-se assim um importante instrumento do desenvolvimento tecnológico e crescimento econômico de nossa região. A incubada tem a responsabilidade de buscar sua inserção no mercado, procurando auferir lucros e competitividade. O Objetivo principal da Incubadora de Idéias é oferecer o suporte necessário aos alunos da FAJ para produzir empresas técnica e administrativamente preparadas para enfrentar o mercado. O período de permanência de uma empresa na incubadora pode variar de 1 a 3 anos, durante os quais os empreendedores são treinados e capacitados para compreender seu mercado, administrar suas empresas e gerar as ações necessárias a sobrevivência de seus negócios. Objetivos Acessórios: • • • • Incentivar o espírito empreendedor e abrir espaços para novas lideranças; Realizar estudos e elaborar diagnósticos e relatórios sobre assuntos específicos inseridos em sua área de atuação; Valorizar alunos e professores da FAJ no mercado de trabalho e no mundo acadêmico; Promover um ambiente sugestivo à “insights”, ampliando a visão sistêmica e estratégica de negócios. Missão Apoiar o nascimento e/ou o fortalecimento de empresas, de forma a atender demandas de mercado através da geração de novos produtos, processos, mercados e modelos de gestão diferenciados, contribuindo para o desenvolvimento regional e melhoria da qualidade de vida da população. Compromissos • • • • • Com a sociedade; Com a preservação do meio ambiente; Com a segurança das pessoas e patrimônio; Com a otimização de recursos; Com a valorização do trabalho e resultados. 117 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente documento trata do projeto de implantação e execução do Curso de Engenharia de Controle e Automação, sofrendo, durante a sua execução, constante atualização. Para tanto são realizadas constantes reuniões com o corpo docente, com os órgãos colegiados e com os discentes para que este Projeto seja fruto de um trabalho coletivo com participação efetiva de todos os membros da comunidade acadêmica. Assim as contribuições ao presente documento, com vistas a melhorar o conteúdo, a apresentação, as práticas e/ou procedimentos para otimização do processo ensino-aprendizagem são sempre muito bemvindas. Em síntese, busca-se a elaboração de um Projeto Pedagógico para um curso de Engenharia de Controle e Automação comprometido com uma formação sólida nas áreas básicas da Engenharia, permeado de conhecimentos de Instrumentação, Controle e Automação de Processos Contínuos e Discretos, atento às exigências e características do mercado trabalho regional e nacional, norteado pelas recentes Diretrizes Curriculares para os Cursos de Engenharia. 118 ANEXO – CORPO DOCENTE 119 CORPO DOCENTE – ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO PROFESSOR TITULAÇÃO DISCIPLINA SEM. REGIME DE TRABALHO André Mendeleck André Luis Helleno Angela M.M. Peral Valente Carlos Alberto Cocozza Doutor Doutor Doutor Mestre Simoni Douglas Ricardo Norberto Edson Anício Duarte Geovane Ferreira Gomes Geraldo Gonçalves Delgado Doutor Mestre Mestre Doutor Neto Microcontroladores 8º. Introdução à Robótica Industrial 10º. Processos de Fabricação 5º. Manufatura Aux. Por Computador 8º. Planejamento e Contr. Da Produção e da Manutenção 9º. Manufatura Integrada por Computador 10º. Engenharia Ambiental 2º. Química Tecnológica 3º. Informática I 1º. Informática II 2º. Probabilidade e Estatística 4º. Metodologia da Pesquisa Científica 8º. Mecânica dos Fluidos 5º. Termodinâmica e Transf. de Calor e Massa 7º. Sistemas Fluidomecânicos 8º. Projetos Temáticos – Controle Digital 3º. Controle Hidráulico e Pneumático 6º. Projetos Temáticos – Engenharia Integrada I 8º. Projetos Temáticos – Engenharia Integrada II 9º. Gestão de Empresas e Empreendedorismo 7º. Estágio Supervisionado 9º. TCC II 10º. Comunicação e Relac. Interpessoal 10º. Fundamentos de Eng. de Controle e Automação 1º. Projetos Temáticos – Estruturas 2º. Projetos Temáticos – Materiais 4º. Integral Integral Integral Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial TCC I 9º. Hélio de Oliveira Massa Especialista Direito, Legislação e Ética Aplic. à Engenharia 9º. Integral Jairo AP. Martins Doutor Resistência dos Materiais 3º. Parcial Metrologia 4º. Elementos de Máquinas 5º. João Carlos Gabriel João Carlos Teles R. da Silva Mestre Mestre Ergonomia e Segurança do Trabalho 8º. Eletrônica I 5º. Eletrônica II 6º. Automação Industrial 7º. Redes de Comunicação Industrial 10º. Circuitos Lógicos 1º. Circuitos Digitais 3º. Sistemas Digitais 6º. Instrumentação II 7º. Parcial Parcial 120 PROFESSOR TITULAÇÃO DISCIPLINA SEM. REGIME DE TRABALHO Márcio da Silva Moura Marcos Antonio Porta Mestre Doutor Saramago Mário Uliani Neto Nádia Dolores Gimenes Rodrigo Gontijo de Alvarenga Thales Coelho Borges Lima Valdomiro Plácido dos Santos Vanessa Cristina Cabrelon Mestre Mestre Mestre Doutor Materiais para Engenharia 4º. Fundamentos da Dinâmica 5º. Modelagem Matemática de Sistemas Dinâmicos 6º. Dinâmica Aplicada ao Controle de Equipamentos 7º. Mecânica Geral 2º. Projetos Temáticos – Máquinas 5º. Projetos Temáticos – Controladores 6º. Projetos Temáticos – Controle da Manufatura 10º. Análise e Processamento de Sinais 7º. Sistemas de Controle I 8º. Sistemas de Controle II 9º. Controle de Processos 10º. Matemática para Engenharia II 2º. Matemática para Engenharia III 3º. Cálculo Numérico 4º. Engenharia Econômica 5º. Física para Engenharia I 1º. Física para Engenharia II 2º. Física para Engenharia III 3º. Atividades Complementares I 1º. Atividades Complementares II 2º. Atividades Complementares III 3º. Atividades Complementares IV 4º. Atividades Complementares V 5º. Atividades Complementares VI 6º. Instrumentação I 6º. Projetos Temáticos – Instrumentação de Sistemas 7º. Atividades Complementares VII 7º. Atividades Complementares VIII 8º. Atividades Complementares IX 9º. Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial Integral Máquinas Elétricas e Acionamentos 9º. Atividades Complementares X 10º. Matemática para Engenharia I 1º. Matemática para Engenharia IV 4º. Doutora Comunicação Empresarial 1º. Integral Doutor Desenho Técnico I 1º. Integral Desenho Técnico II 2º. Projeto Auxiliado por Computador 6º. Mestre Parcial Jusevicius Willian Portilho de Paiva