CC 2015/1893(7417)
DINOP/CENOP LOGÍSTICA BELO HORIZONTE (MG)
LICITAÇÃO/LICIT6
BELO HORIZONTE (MG), 14.04.2015
ERRATA
AOS INTERESSADOS
Prezados Senhores,
CONCORRÊNCIA Nº 2015/1893(7417) – Contratação dos serviços projetados e
especificados, no regime de EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (MATERIAL E
MÃO-DE-OBRA), incluindo todo o necessário para execução dos serviços de
instalação e modernização do sistema de ar condicionado da dependência 1605
– Agência Praça do Carmo – Fortaleza (CE) – Informamos alteração no edital em
epígrafe, cujos itens alterados passam a ter a seguinte redação:
NA CAPA
• Retirada do Edital/Formalização de consultas:
• data limite: 14/05/2015
• hora: até as 17 horas
• e-mail: [email protected], com cópia para [email protected]
NA SEÇÃO I DO EDITAL
Págs. 4 e 5
3.1
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
O edital poderá ser retirado em um dos endereços abaixo:
Internet - por meio de download, no Portal do Banco do Brasil: Internet - por
meio
de
download,
no
Portal
do
Banco
do
Brasil:
http://www.bb.com.br/editaislicitacoes; ou
b) Local Físico – CENOP LOGÍSTICA BELO HORIZONTE(MG)/LICITAÇÃO
localizado na Rua da Bahia, 2500, 5º andar, Bairro de Lourdes – Belo
Horizonte (MG) – CEP 30160-012.
Data/hora – Até 14/05/2015, das 8:00 horas às 17 horas.
a)
1
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• Entrega dos envelopes:
Os envelopes lacrados contendo, respectivamente, documentação de habilitação e
proposta deverão ser identificados com os termos abaixo e entregues ao BANCO
DO BRASIL S.A. – CENOP LOGÍSTICA BELO HORIZONTE(MG)/LICITAÇÃO Rua da Bahia, 2.500 - 5o andar - Bairro de Lourdes - Belo Horizonte (MG) – CEP
30160-012, até as 17 horas do dia 19/05/2015, pessoalmente, ou por via postal,
com AR (Aviso de Recebimento) ou, ainda, poderão ser entregues à Comissão de
Licitação no dia/horário e local previstos para abertura dos envelopes
DOCUMENTOS - item 4.2 desta Seção.
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 1 – DOCUMENTOS
CONCORRÊNCIA Nº 2015/1893(7417)
BANCO DO BRASIL S.A. - 1605 – Agência Praça do Carmo – Fortaleza (CE)
DATA/HORA DA CONCORRÊNCIA 20/05/2015 às 14:30 horas.
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 2 - PROPOSTA
CONCORRÊNCIA Nº 2015/1893(7417)
BANCO DO BRASIL S.A. - 1605 – Agência Praça do Carmo – Fortaleza (CE)
DATA/HORA DA CONCORRÊNCIA 20/05/2015 às 14:30 horas.
• Local, data e horário da abertura dos envelopes:
LOCAL - BANCO DO BRASIL S.A. – CENOP LOGÍSTICA BELO
HORIZONTE(MG)/LICITAÇÃO - Rua da Bahia, 2.500 - 5o andar - Bairro de Lourdes
- Belo Horizonte (MG) – CEP 30160-012.
DATA/HORA - 20/05/2015 às 14:30 horas
NO ANEXO 03 - Caderno de Encargos – Parte IV – Especificações de Serviços
Pág. 26 a 58:
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CADERNO DE ENCARGOS – PARTE IV
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS
E EQUIPAMENTOS DAS INSTALAÇÕES
DE AR CONDICIONADO DA AGÊNCIA PRAÇA DO CARMO (CE)
DO BANCO DO BRASIL
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ÍNDICE
AOS INTERESSADOS...................................................................................................1
01.00.000OBJETIVOS....................................................................................................6
02.00.000DISPOSIÇÕES GERAIS................................................................................7
2.1NORMAS TÉCNICAS E ESPECIFICAÇÕES........................................................................................11
2.2CRITÉRIOS DE PINTURA.............................................................................................................11
03.00.000CRITÉRIO DE EQUIVALÊNCIA TÉCNICA..........................................13
04.00.000EXTENSÃO DO FORNECIMENTO..........................................................14
4.1EMBALAGENS..........................................................................................................................14
4.2TRANSPORTE...........................................................................................................................14
4.3MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA...................................................................................................14
4.4SERVIÇOS DE PRÉ-MONTAGEM.....................................................................................................15
4.5SERVIÇOS DE MONTAGEM...........................................................................................................15
4.6PRÉ-OPERAÇÃO DO SISTEMA.......................................................................................................16
4.7RECEBIMENTO PROVISÓRIO.........................................................................................................16
4.8GARANTIAS.............................................................................................................................17
4.9RECEBIMENTO DEFINITIVO..........................................................................................................17
4.10 MANUTENÇÃO...................................................................................................................17
4.11INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA...................................................19
4.11.1NORMAS E CÓDIGOS................................................................................19
4.11.2DESCRIÇÃO DO SISTEMA........................................................................21
4.11.2.1GERAL.....................................................................................................21
4.11.2.2PAINÉIS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO DOS EQUIPAMENTOS
21
4.11.2.3SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE........................................21
4.11.3ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS................................................22
4.11.3.1GENERALIDADES.................................................................................22
4.11.3.2UNIDADE RESFRIADORA DE LÍQUIDO............................................22
4.11.4.1 FABRICAÇÃO E MONTAGEM............................................................30
4.11.4.2 ISOLAMANETO TÉRMICO..................................................................31
4.11.4.3 ELEMENTOS DE SUSPENSÃO E SUPORTES...................................31
4.11.4.4 CURVAS E JOELHOS...........................................................................31
05.00.000LOCAIS DE APLICAÇÃO..........................................................................36
06.00.000LOCAIS DE APLICAÇÃO..........................................................................36
07.00.000LOCAIS DE APLICAÇÃO..........................................................................36
FUNÇÕES BÁSICAS DO SISTEMA..................................................................41
GERENCIADORA DE REDE..............................................................................41
CONTROLADORAS DE CAMPO......................................................................42
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO................................................................42
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DAS
INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO DA AGÊNCIA PRAÇA DO CARMO DO
BRASIL S/A.
01.00.000
OBJETIVOS
Este caderno tem por objetivo apresentar as especificações técnicas e as
características dos materiais dos projetos das instalações de Ar Condicionado que
serão utilizados na execução das obras de Fornecimento e Instalação de novos
equipamentos.
Este documento estabelecerá as normas específicas para a execução dos serviços
devendo ser entendidas como complementares aos desenhos de execução e demais
documentos contratuais.
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CC 2015/1893(7417)
02.00.000
Disposições gerais
Para efeito deste Caderno de Especificações Técnicas, o termo CONTRATADA define
a Proponente vencedora do certame licitatório, a quem for adjudicada a obra, e o
termo FISCALIZAÇÃO define a equipe que representa o Banco do Brasil S/A, perante
a CONTRATADA e a quem esta última deverá reportar.
Quaisquer dos itens mencionados no presente caderno e não incluídos nos desenhos
de execução dos projetos das instalações, ou vice-versa, terão a mesma significação
como se figurassem em ambos, sendo a execução de responsabilidade da
CONTRATADA.
Os seguintes princípios deverão ser obedecidos, caso ocorram divergências
no material técnico fornecido:
a) Em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de
Materiais e Equipamentos – “E” ou Procedimentos – “P” do CGE do Banco do Brasil
e o Caderno de Encargos – Parte IV (Especificações Técnicas) prevalecerá sempre
este último;
b) Em caso de divergência entre o Caderno de Encargos – Parte IV
(Especificações Técnicas) e os desenhos dos projetos especializados – estrutural e
instalações, prevalecerá sempre os últimos;
Em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas
dimensões medidas em escala, a Fiscalização, sob consulta prévia, definirá a
dimensão correta;
c)
d) Em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas
“G”, “E”, “P” do Caderno Geral de Encargos do Banco do Brasil, do Caderno de
Encargos – Parte IV (Especificações Técnicas) ou do edital, será consultada a
Fiscalização;
Em caso de divergência entre os quantitativos contidos no orçamento estimado pelo
Banco do Brasil S/A, constantes na planilha anexa ao edital e os obtidos pela leitura
dos projetos/especificações, prevalecerão sempre os últimos, não cabendo
nenhuma reivindicação decorrente de possíveis diferenças observadas no decorrer
da obra.
Nenhuma modificação poderá ser feita nos desenhos e nas especificações dos
projetos sem autorização expressa da FISCALIZAÇÃO.
Deverá a CONTRATADA providenciar a atualização de todas as plantas onde foram
feitas alterações em relação ao projeto original, entregando o "as built" à
FISCALIZAÇÃO.
A CONTRATADA fornecerá os equipamentos, os materiais, a mão-de-obra, o
transporte e tudo mais que for necessário para a execução, a conclusão e a
manutenção das instalações, sejam elas definitivas ou temporárias.
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CC 2015/1893(7417)
Os equipamentos que a CONTRATADA levar para o canteiro, ou as instalações por
ele executadas e destinadas ao desenvolvimento de seus trabalhos, só poderão ser
retirados com autorização formal da FISCALIZAÇÃO.
As marcas e produtos indicados nas plantas, especificações e listas de material,
somente admitem o equivalente se devidamente comprovado seu desempenho
através de testes e ensaios previstos por normas e desde que, previamente, aceito
pela FISCALIZAÇÃO.
Todos os materiais a serem empregados na obra deverão ser novos,
comprovadamente de primeira qualidade, e estarem de acordo com as
especificações, devendo ser submetidos à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Se julgar necessário, a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar à CONTRATADA a
apresentação de informação, por escrito, dos locais de origem dos materiais ou de
certificados de ensaios relativos aos mesmos, comprovando a qualidade dos materiais
empregados nas instalações da obra. Os ensaios e as verificações serão
providenciados pela CONTRATADA sem ônus para a FISCALIZAÇÃO e executados
por laboratórios aprovados pela mesma.
A CONTRATADA deverá submeter à aprovação da FISCALIZAÇÃO, quando
solicitada, amostra dos materiais a serem empregados, e cada lote ou partida de
material será confrontado com respectiva amostra, previamente aprovada pela
FISCALIZAÇÃO.
Depois de autenticadas pela FISCALIZAÇÃO e pela CONTRATADA, as amostras
serão cuidadosamente conservadas no canteiro de obras, até o final dos trabalhos, de
forma a facultar, a qualquer tempo, a verificação de sua perfeita correspondência com
os materiais fornecidos ou já empregados.
Caberá à CONTRATADA executar na fábrica, na presença da FISCALIZAÇÃO, os
testes de recebimento dos equipamentos especificados. Tais testes serão executados
de acordo com as normas retro-citadas.
Os materiais que não atenderem às especificações não poderão ser estocados no
canteiro de obras.
Os materiais inflamáveis só poderão ser depositados em áreas autorizadas pela
FISCALIZAÇÃO, devendo a CONTRATADA providenciar para estas áreas os
dispositivos de proteção contra incêndios determinados pelos órgãos competentes.
Nenhum pagamento adicional será efetuado em remuneração aos serviços aqui
descritos. Os custos respectivos deverão estar incluídos nos preços constantes da
proposta da CONTRATADA.
Após a celebração do contrato, não será levada em conta qualquer reclamação ou
solicitação, seja a que título for, de alteração dos preços constantes da proposta da
CONTRATADA.
A CONTRATADA deverá levar em conta todas as precauções e zelar,
permanentemente, para que as suas operações não provoquem danos físicos ou
materiais a terceiros, nem interfiram, negativamente, com o tráfego nas vias públicas
que utilizar ou que estejam localizadas nas proximidades da obra.
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Os detritos resultantes das operações de transporte ao longo de qualquer via pública
deverão ser removidos imediatamente pela CONTRATADA, às suas expensas.
As normas de segurança constantes destas especificações não desobrigam a
CONTRATADA do cumprimento de outras disposições legais, federais, municipais e
estaduais pertinentes, sendo de sua inteira responsabilidade os processos, ações ou
reclamações movidos por pessoas físicas ou jurídicas em decorrência de negligência
nas precauções exigidas no trabalho ou da utilização de materiais inaceitáveis na
execução dos serviços.
A CONTRATADA cuidará para que as obras a serem executadas acarretem a menor
perturbação possível aos serviços públicos, às vias de acesso, e a todo e qualquer
bem, público ou privado, adjacente à obra.
Todas as questões, reclamações, demandas judiciais, ações por perdas ou danos e
indenizações oriundas de danos causados pela CONTRATADA serão de sua inteira
responsabilidade.
A CONTRATADA cuidará para que o transporte de cargas especiais seja feito sem
causar danos ou interrupções nas vias públicas de acesso às obras. Serão escolhidos
trajetos e veículos adequados e controladas as cargas, a fim de compatibilizar as
solicitações com os meios de acesso disponíveis.
Se a CONTRATADA necessitar deslocar para a obra qualquer equipamento, completo
ou em partes, que possa acarretar danos nas vias públicas deverá comunicar o fato à
FISCALIZAÇÃO, informando também das providências que pretende adotar para a
proteção e o eventual reforço das obras viárias existentes, ficando a CONTRATADA
responsável pela efetivação de todas as providências necessárias junto a órgãos
públicos federais, estaduais e municipais, a entidades privadas e a pessoas físicas
envolvidas.
Cumpre à CONTRATADA providenciar o pessoal habilitado necessário para a
execução das instalações até o cumprimento integral do contrato.
Os representantes da FISCALIZAÇÃO na obra darão suas instruções diretamente ao
Engenheiro da CONTRATADA ou seu preposto.
Os representantes da FISCALIZAÇÃO e toda pessoa autorizada pela mesma terão
livre acesso às obras, ao canteiro, e a todos os locais onde estejam sendo realizados
trabalhos, estocados e/ou fabricados materiais e equipamentos relativos à obra ainda
que nas dependências da CONTRATADA.
A equipe técnica da CONTRATADA, responsável pelos serviços, deverá contar com
profissionais especializados e devidamente habilitados para desenvolverem as
diversas atividades necessárias à execução da obra.
A qualquer tempo a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar a substituição de qualquer
membro da equipe técnica da CONTRATADA, desde que entenda que seja benéfico
ao desenvolvimento dos trabalhos.
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A CONTRATADA cuidará para que todas as partes do canteiro de obras e da própria
obra permaneçam sempre limpas e arrumadas, com os materiais estocados e
empilhados em local apropriado, por tipo e qualidade.
A remoção de todo entulho para fora do canteiro e para local permitido pelo Governo
será feita pela CONTRATADA a seu ônus.
As instalações deverão apresentar sempre bom aspecto, não sendo admitido desleixo
nas instalações, obras que não inspirem segurança e que sejam desagradáveis à
vista e ao uso.
Os níveis de segurança e higiene a serem providenciados pela CONTRATADA aos
usuários das instalações na obra serão, no mínimo, os determinados pelo
Departamento Nacional de Higiene e
Segurança do Trabalho, do Ministério do Trabalho.
Se, para facilitar seus trabalhos, a CONTRATADA necessitar elaborar desenhos de
execução, deverá fazer as suas expensas exclusivas e submeter à aprovação da
FISCALIZAÇÃO.
Os desenhos de execução, se necessários, deverão ser entregues por partes, em
função dos cronogramas da obra, em três vias, sendo uma delas devolvida à
CONTRATADA após análise.
Os serviços contidos nestes desenhos não poderão ser iniciados sem aprovação
formal da FISCALIZAÇÃO.
Para as obras e serviços objetos destas especificações e projetos, caberá à
CONTRATADA fornecer e conservar equipamento mecânico e o
ferramental
necessários, usar mão de obra idônea, agrupando permanentemente em serviço uma
equipe homogênea e suficiente de operários, que assegurem progresso satisfatório
às obras e bem assim, obter materiais necessários em quantidade suficiente para a
conclusão das obras no prazo fixado.
A FISCALIZAÇÃO não aceitará, sob nenhum pretexto, a transferência de qualquer
responsabilidade da CONTRATADA para outras entidades, sejam fabricantes,
técnicos, sub-empreiteiros, etc.
A FISCALIZAÇÃO admitirá sub-empreiteiros a serem previamente aprovados pela
mesma, a seu exclusivo critério, sem que tal aprovação implique em qualquer
aceitação de transferência de responsabilidade.
Não será permitido que o pessoal da CONTRATADA fique vagando pela área da obra
que não seja área imediata do trabalho do mesmo, ou ainda em qualquer local do
canteiro fora do horário de trabalho.
No caso em que a CONTRATADA venha, como resultado das suas operações,
prejudicar áreas não incluídas no setor de seu trabalho, ele as deverá recuperar
deixando-as em conformidade como o seu estado original.
Quando houver necessidade de movimentar ou modificar outros equipamentos e
elementos existentes na obra, a fim de facilitar a execução de seus serviços, a
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CONTRATADA deverá solicitar, previamente à FISCALIZAÇÃO, autorização para tais
deslocamentos e modificações.
Todo o transporte vertical e horizontal de materiais e equipamentos ficará a cargo da
CONTRATADA.
Correrá por conta exclusiva da CONTRATADA a responsabilidade por quaisquer
acidentes na execução das obras e serviços contratados, pelo uso indevido de
patentes registradas, e pela destruição ou danificação da obra em construção até sua
definitiva aceitação.
2.1
Normas Técnicas e Especificações
Os materiais de instalações a serem empregados, as obras e os serviços a serem
executados deverão obedecer rigorosamente:
- às normas e especificações constantes deste Caderno das Especificações;
- às normas e procedimentos constantes do Caderno Geral de Encargos
(CGE) do Banco do Brasil – DEPIM 1995;
- às normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas;
- NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
- IEC – International Electrotechnical Commission
- ANSI – American National Standards Institute
- NEMA – National Electric Manufacturers Association
- IEEE – Institute of Electrical and Electronic Engineers
- às disposições legais da União e do Governo do Distrito Federal;
- aos regulamentos das concessionárias;
- às prescrições e recomendações dos fabricantes;
- às normas internacionais consagradas, na falta das normas da ABNT.
Os casos não abordados serão definidos pela FISCALIZAÇÃO, de maneira a manter o
padrão de qualidade previsto para a obra em questão.
2.2
Critérios de Pintura
As cores de quaisquer tubulações e pinturas a serem executadas na obra obedecerão
ao estabelecido nas Normas Técnicas pertinentes.
As cores convencionais das canalizações obedecerão às seguintes normas da ABNT:
- NBR-6493 (NB-54), que fixa as cores fundamentais a serem aplicadas sobre
canalizações empregadas nas indústrias, para a condução de líquidos e gases,
com a finalidade de facilitar sua identificação e evitar acidentes.
- NBR-7195 (NB-59), que fixa as cores que devem ser usadas nos locais de
trabalho para prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de
segurança, delimitando áreas e advertindo contra perigos.
O sentido de escoamento dos fluidos, quando não suficiente a diferenciação pela cor
convencionada, será caracterizado por setas pintadas, a intervalos convenientes, em
cor preta ou branca.
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Conforme o caso, a critério da FISCALIZAÇÃO, as cores serão aplicadas a toda a
superfície do tubo ou pintadas em anéis de 40 cm, a intervalos suficientes para fácil
identificação.
As tubulações/canalizações deverão estar pintadas com as respectivas cores que as
identificam em toda a extensão.
Quando isto não for possível, será obrigatória a pintura nas partes em que houver
possibilidade de inspeção, operação, derivações e nos demais trechos. Admite-se a
pintura por faixas (item 4-12 – NBR6493) conforme tabela a seguir:
∅ externo da tubulação
20 a 50
65 a 150
200 a 380
400 a 500
Comprimento da faixa (mm)
200
300
600
800
Espaçamentos (m)
5
5
10
20
A pintura deverá ter duas demãos de fundo e duas demãos de acabamento.
No caso dos equipamentos, os mesmos devem ser fornecidos pintados pelo próprio
fabricante.
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03.00.000
Critério de equivalência técnica
Todos os materiais e equipamentos especificados por marcas e tipos neste projeto
foram selecionados por serem os que melhor atendem aos requisitos qualitativos e
específicos do sistema.
Estes equipamentos e materiais serão substituídos por outros tecnicamente
equivalentes, estando este critério sob responsabilidade exclusiva da CONTRATANTE
e obedecendo ao que dispõe o item E-AAA.01 do CGE.
Para comprovação da equivalência técnica, será apresentada à CONTRATANTE, por
escrito, justificativa para a substituição das partes especificadas, incluindo, se
necessário, a apresentação de laudos técnicos emitidos por entidades credenciadas e
oficiais (conforme E-AAA.02 do CGE), cálculos, diagramas e/ou desenhos, bem como
de catálogos com as especificações dos equipamentos e materiais que possam vir a
substituir os apresentados neste documento.
Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável a substituição de
alguns dos materiais especificados neste Caderno, a substituição obedecerá ao
disposto nos itens subseqüentes e só poderá ser efetuada mediante expressa
autorização, por escrito, da FISCALIZAÇÃO.
Todos os materiais ou equipamentos aqui especificados admitem estrita equivalência.
Os detalhes apresentados pelos fabricantes e propostas de alteração nestas
especificações deverão ser objetos de aprovação do CONTRATANTE.
A CONTRATADA deverá submeter à apreciação da FISCALIZAÇÃO, em tempo hábil,
amostras ou catálogos dos materiais especificados para a obra, sob pena de
impugnação dos trabalhos porventura executados.
Casos específicos estão definidos neste Caderno de Especificações Técnicas de
Materiais ou nas plantas dos projetos. As omissões serão resolvidas pela
FISCALIZAÇÃO.
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04.00.000
Extensão do Fornecimento
A extensão do fornecimento descrito neste CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES
TÉCNICAS é geral, e a CONTRATADA deve completá-lo, se necessário, a fim de
garantir o perfeito funcionamento e desempenho dos sistemas como um todo e dos
materiais e acessórios que se propõe a fornecer, montar, instalar, testar e colocar em
operação.
Caberá à CONTRATADA o fornecimento de materiais, equipamentos, acessórios,
softwares e mão-de-obra para a realização de serviços, conforme estabelecido neste
Caderno das Especificações Técnicas, e que se fizer necessário ao perfeito
funcionamento do sistema a ser fornecido pela CONTRATADA.
Os materiais serão novos, de classe e qualidade adequada. Estarão de acordo com
as últimas revisões dos padrões da ABNT e normas citadas.
A CONTRATADA será responsável pelo bom funcionamento do sistema implantado.
4.1
Embalagens
Normas: conforme P-01.SEG.01 do CGE.
Todos os materiais e equipamentos serão entregues nas suas embalagens originais
ou adequadas para proteger o conteúdo contra danos durante o transporte, desde a
fábrica até o local de montagem.
A FISCALIZAÇÃO verificará, ao chegarem os materiais ao local de montagem, a
etiqueta com o nome do fabricante, nome comercial dos produtos, número dos lotes,
conteúdo líquido das embalagens, condições de manuseio, condições de
armazenagem do produto e estado de conservação dos materiais.
4.2
Transporte
Todos os materiais a serem fornecidos pela CONTRATADA são considerados postos
no local de execução dos serviços.
A CONTRATADA será responsável pelo transporte horizontal e vertical de todos os
materiais e equipamentos desde o local de armazenagem no canteiro de obra até o
local de sua aplicação definitiva.
Para todas as operações de transporte, a CONTRATADA proverá equipamentos,
dispositivos e pessoal necessários às tarefas em questão.
A CONTRATADA deverá providenciar para todas as etapas do transporte os seguros
necessários.
4.3
Mão-de-obra especializada
A CONTRATADA deverá manter na obra, durante o período de montagem,
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CC 2015/1893(7417)
engenheiro(s) e técnico(s) especializados para acompanhamento dos serviços. Estes
profissionais deverão fazer também a supervisão técnica da qualidade do serviço.
Toda a mão-de-obra utilizada na execução dos serviços aqui descritos deverá ser
tecnicamente habilitada para a realização dos mesmos.
A CONTRATADA se responsabilizará pelo fornecimento de todo e qualquer material
ou equipamento necessário para a realização com segurança de todo e qualquer
serviço no ambiente de trabalho.
4.4
Serviços de pré-montagem
Realizar em campo todos os levantamentos e as medições necessárias para a
verificação da perfeita instalação dos sistemas que se propõe a fornecer e a instalar,
evitando que no decorrer da execução dos serviços se verifiquem interferências que
prejudiquem o desenvolvimento dos mesmos.
Fornecer cronograma detalhado do desenvolvimento dos serviços, bem como do
fornecimento dos materiais e equipamentos em obra.
4.5
Serviços de montagem
Todos os serviços de montagem serão realizados conforme as normas técnicas
aplicáveis, ou, quando não houver norma específica, conforme planejamento
elaborado pela CONTRATADA e aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Os serviços de montagem deverão seguir também as recomendações desta
especificação e as informações dos desenhos; em caso de omissão das
especificações e dos desenhos caberá à CONTRATADA realizar consulta prévia à
FISCALIZAÇÃO antes de executar qualquer procedimento.
Completam os requerimentos para a montagem dos sistemas as informações dos
catálogos técnicos dos equipamentos e materiais que a CONTRATADA se dispõe a
fornecer e a instalar.
Especial cuidado deverá ser tomado na montagem dos sistemas quanto ao
nivelamento e prumo de todos os elementos que compõem a instalação; sempre que
houver necessidade de instalação de elementos fora de nível ou prumo deverá ser
seguida a recomendação do projeto.
Os serviços de montagem deverão ser realizados mediante apresentação de
cronograma entregue à FISCALIZAÇÃO com antecedência mínima de 48 (quarenta e
oito) horas, e após a aprovação dos mesmos.
A CONTRATADA deverá prover todos os materiais de consumo e equipamentos de
uso esporádico, que possibilitem perfeita condução dos trabalhos dentro do
cronograma estabelecido.
Deverá igualmente tomar todas as providências a fim de que os equipamentos e/ou
materiais instalados ou em fase de instalação, sejam convenientemente protegidos
para evitar que se danifiquem durante as fases dos serviços.
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4.6
Pré-operação do sistema
Antes da pré-operação, a CONTRATADA deverá deixar a instalação limpa e em
condições adequadas de operação. A CONTRATADA deverá providenciar todos os
materiais, equipamentos e acessórios necessários à condução da pré-operação.
A CONTRATADA deverá efetuar, na presença da CONTRATANTE, a pré-operação
do sistema que se propõe a fornecer com o propósito de se avaliar o desempenho e a
funcionalidade da mesma.
Deverão ser realizados nesta ocasião todos os ajustes, testes e balanceamento do
sistema.
Depois de encerrada a pré-operação, a CONTRATADA deverá corrigir todos os
defeitos que foram detectados durante a mesma.
4.7
Recebimento provisório
Após a montagem, testes e pré-operação da instalação e de todos os equipamentos e
componentes que integram o sistema, e desde que todas as condições de
desempenho dos mesmos sejam satisfatórias, dentro dos parâmetros assumidos, a
obra será considerada aceita.
Será formalizado o Recebimento Provisório da obra, em documento de 3 vias. A partir
dessa data se passará a contar o prazo de garantia dos materiais, equipamentos e
serviços fornecidos, desde que entregue diretamente à FISCALIZAÇÃO a
documentação técnica da obra relacionada a seguir.
• Originais do projeto de execução atualizado, contendo todas as eventuais
modificações ocorridas durante a obra ("as built").
• Certificado de garantia do CONSTRUTOR de que todos os materiais e mãode-obra empregados são de primeira qualidade, bem assim compromisso de
correção de todos os defeitos não provenientes do uso normal da instalação e
dos equipamentos, os quais porventura sobrevenham durante o prazo de 01
(um) ano a contar da data do Recebimento Provisório.
• Caderno de elementos técnicos fornecido pelo CONSTRUTOR, em 02 vias,
contendo:
o manual de operação e manutenção da instalação, catálogos técnicos e
cópias dos relatórios de partida dos equipamentos;
o jogo de desenhos contendo todos os diagramas elétricos de força e
comando dos equipamentos e controles;
o certificados de garantia dos fabricantes dos equipamentos da obra, em
via original, emitidos expressamente em nome do PROPRIETÁRIO.
• Termo de "compromisso de manutenção gratuita", pelo qual se obrigará o
CONSTRUTOR a prestar, durante o prazo de 90 dias, a contar do
Recebimento Provisório, a seguinte assistência:
o exames periódicos da instalação, por técnico habilitado, prevendo-se o
mínimo de 1 visita mensal, cujas datas já deverão ser fixadas no
"compromisso" citado;
o ajustes e regulagens porventura necessários;
o lubrificação e limpeza;
o fornecimento e colocação de peças e acessórios para manter o
equipamento em perfeitas condições de operação;
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o
o
4.8
pronto atendimento, por sua conta exclusiva, a todos os chamados e
solicitações do PROPRIETÁRIO, para correção de eventuais defeitos
ou embaraços ocorridos nas instalações;
orientação e treinamento dos usuários da instalação quanto aos
corretos procedimentos de operação do sistema fornecido.
Garantias
A CONTRATADA dará garantia total do sistema fornecido e instalado por um período
de 12 (doze meses) a partir da data de recebimento provisório do mesmo, emitindo o
CERTIFICADO DE GARANTIA DOS SERVIÇOS assinado pelos responsáveis
técnicos da obra e pelo representante legal da CONTRATADA.
Durante o período de garantia a CONTRATADA reparará ou substituirá, às suas
expensas, todas as peças, componentes, equipamentos e materiais que se façam
necessários, salvo as peças ou componentes que, por sua natureza, se desgastaram
normalmente antes do término do período de garantia, ou foram danificadas por mau
uso, descargas atmosféricas, etc.
A CONTRATADA deverá entregar juntamente com o CERTIFICADO DE GARANTIA
DOS SERVIÇOS, os Certificados de Garantia emitidos pelos fabricantes dos
equipamentos que compõem a instalação.
Se após a entrega de qualquer equipamento na obra, este não tiver condições de ser
instalado, por motivos que independam da CONTRATADA, sua garantia será de no
mínimo 18 (dezoito) meses da data de sua colocação no canteiro de obras, enquanto
estiver armazenado.
4.9
Recebimento definitivo
Uma vez decorrido o período de 90 (noventa) dias do término da instalação, e desde
que todas as condições de desempenho do sistema estejam satisfatórias, dentro dos
parâmetros assumidos, a obra poderá ser recebida definitivamente.
O termo de recebimento definitivo da instalação contratada será lavrado 90 dias após
o Recebimento Provisório referido no item anterior, também em 3 vias, e desde que
tenham sido atendidas todas as reclamações da FISCALIZAÇÃO em razão de
defeitos ou imperfeições verificados em qualquer elemento das obras e serviços
contratados, bem como tenham sido solucionadas todas as reclamações porventura
feitas quanto à falta de pagamento a operários ou fornecedores de materiais e
prestadores de serviço empregados na instalação. Em casos excepcionais , o prazo
do Recebimento Definitivo poderá ser superior a 90 dias.
4.10
Manutenção
Juntamente com o certificado de garantia, a CONTRATADA apresentará
compromisso de manutenção gratuita, pelo prazo de 90 dias, a contar do recebimento
correspondente, a seguinte assistência:
o Exames periódicos da instalação, por técnicos habilitados
17
CC 2015/1893(7417)
o Ajustes e regulagens, caso necessários
o Lubrificação e limpeza dos equipamentos
o Fornecimento de peças e mão de obra, caso necessário.
A partir do mês seguinte ao término do prazo de manutenção gratuita, a
CONTRATANTE poderá fazer uso da prerrogativa que lhe faculta o Edital de
Licitação, qual seja, a de contratar os serviços de manutenção mensal remunerada
com a firma executante das instalações, ou com outra legal e tecnicamente habilitada,
sem prejuízo das garantias referidas.
18
CC 2015/1893(7417)
4.11 Instalações de Ar Condicionado e Ventilação Mecânica
4.11.1 NORMAS E CÓDIGOS
Deverão ser observadas as normas e códigos aplicáveis ao serviço em pauta, sendo
que as especificações da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e a
legislação vigente dos órgãos de administração pública competentes serão
consideradas como elementos de referência para quaisquer serviços ou
fornecimentos de materiais e equipamentos.
Onde estas faltarem ou forem omissas, deverão ser consideradas as prescrições,
indicações, especificações normas e regulamentos de órgãos/entidades internacionais
reconhecidos como referência técnica, bem como as recomendações dos fabricantes
dos equipamentos e materiais que compõem o sistema.
Em particular devem ser observadas as seguintes normas/instruções técnicas:
- P-26.AAA.01, P-26.CMQ.01, P-26;EQP;01, P-26.EQP.02, P-26.EQP.03, P26.EQP.04, P-26.IDT.01, P-26.INT.01, P-26.INT.02, P-26.INT.04, P26.KTL.01, P-26.PIN.01, P-26.PTD.01, P-26.RCB.01 do CGE.
- ABNT – NBR 6401 – Instalações Centrais de Ar Condicionado para Conforto
– Parâmetros Básicos de Projeto;
- ABNT - NBR 5410 – (antiga NB-3) – Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
- Portaria n.º 3532 - Ministério da Saúde de 28/08/1998;
- Portaria 3.523 de 28/08/1998 do Ministério da Saúde;
- Resolução 176 de 24/10/2000 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária;
- Resolução 009 de 16/01/2003 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária;
Para os casos omissos estas normas serão complementadas pelas seguintes normas:
- ARI – Air Conditioning and Refrigeration Institute;
- ASHAE – American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning
Engineers;
- ASME – American Society of Mechanical Engineers;
- DIN- Deutsche Insdustrie Normen;
- NEC – National Electrical Code;
- SMACNA – Sheet Metal and Air Conditioning Contractor National Association;
Ao CONSTRUTOR incumbe executar todo sistema incluindo o fornecimento e a
instalação de 03 (três) resfriadores de líquido do tipo Chiller de Condensação a ar, 16
(dezesseis), climatizadores de ar Fan-Coils Verticais para uso com dutos, 04 (quatro)
conjuntos eletrobombas centrífugas de água gelada “circuito primário”, 02 (dois)
conjuntos eletrobombas centrífugas para recirculação de água gelada circuito
secundário, 01 (um) tanque de expansão em PVC, rede hidráulica de água gelada
completa em aço preto e galvanizado, e PPR devidamente isolada termicamente e
ancorada, Rede de dutos montados e isolados , 09 (nove) Venezianas par Tomada de
Ar Exterior, 32(trinta e duas) venezianas de sobrepressão, 10 (dez) quadros de força
e comando e 10 (dez) quadros de automação conforme projeto e fiação de força e
comando a partir dos pontos de forças existentes no Edifício.
19
CC 2015/1893(7417)
Ao CONSTRUTOR incumbe executar os serviços de desinstalação programada do
atual sistema de ar condicionado exceto rede de dutos, incluindo desistalação,
desmontagem e remoção da rede hidráulica existente, desinstalação dos Chillers,
bombas e Fan-Coils existentes inclusive o transporte vertical e horizontal destes
equipamentos dentro e fora da obra.
Ao CONSTRUTOR incumbe executar e fornecer todo o sistema de automação das
instalações de ar condicionado conforme caderno de especificações fornecidas pelo
CONTRATANTE.
Ao CONSTRUTOR incumbe executar e fornecer todas as interligações entre rede de
dutos existentes e os novos climatizadores de ar Fan-Coils verticais, incluindo trechos
de dutos para interligação e acoplamentos flexíveis em lona de vinil reforçado.
Transporte horizontal e vertical de todos os equipamentos e componentes destinados
a instalação, dentro e fora da obra, a cargo do CONSTRUTOR.
Ao CONSTRUTOR incumbe executar, interligação entre as unidades evaporadoras,
Fan-coils e o sistema de drenagem para água de condensação, instalados de acordo
com as indicações do projeto, a cargo do CONSTRUTOR.
Quaisquer sugestões para modificação do projeto fornecido pelo PROPRIETÁRIO,
deverão ser encaminhadas a este último, por escrito, e somente poderão ser
executadas após aprovação e autorização por parte do mesmo.
PROJETOS
Fazem parte integrante do projeto os desenhos (Pranchas) cuja discriminação segue
abaixo:
Prancha AC 01/1 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Planta Baixa/ Casa de
Máquinas/Rede Hidráulica
Prancha AC 02/2 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Planta Baixa/ 6º
Pavimento / CAG/ Cortes/Detalhes .
Prancha AC 03/3 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Isolamento / Detalhes
Hidráulicos.
Prancha AC 04/4 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Planta Baixa/Casa de
Máquinas/Cabeação Elétrica.
Prancha AC 05/5 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Quadros Elétricos /
Cabeação Elétrica.
Prancha AC 06/6 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Quadros Elétricos /
Cabeação Elétrica.
Prancha AC 07/7 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Cortes/Detalhes.
Prancha AC 08/8 – Ag. CENTRO PRAÇA DO CARMO-CE – Automação/Fluxograma/
CAG.
20
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4.11.2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA
4.11.2.1 GERAL
A instalação do sistema de ar condicionado visa absorver a dissipação térmica dos
equipamentos, iluminação, insolação e das pessoas, atendendo às exigências de
conforto térmico dos ocupantes e necessidades especiais dos equipamentos (quando
for o caso), bem como garantir a qualidade do ar no interior dos ambientes.
Sistema de Expansão indireta utilizando 02 (dois) Resfriadores de Líquido (Central de
Água Gelada) e Climatizadores de Ar Fan-Coils e rede hidráulica de água gelada com
capacidade instalada de 314,8TR (Toneladas de Refrigeração).
Além do sistema de climatização, deverá ser fornecido também o sistema de
automação do ar condicionado do próprio fabricante dos equipamentos.
Os chillers, bombas e climatizadores e todos os demais equipamentos com mais de 50
kgf, deverão ser apoiados em amortecedores de vibração tipo mola Ref. “Vibranhil,
Vibrastop ou similar”. Os dutos deverão ser fixados ao teto através de perfis com
barras roscadas tendo sua base sempre apoiada em perfilado metálico galvanizado em
chapa #18.
Todos os motores elétricos trifásicos deverão ser do tipo “ALTO RENDIMENTO”
relacionados na lista de motores elétricos testados pelo INMETRO.
4.11.2.2 PAINÉIS DE ALIMENTAÇÃO E COMANDO DOS EQUIPAMENTOS
Todas as casas de máquinas terão pontos de força a partir dos quais se alimentarão os
painéis de força e comando dos equipamentos de ar condicionado.
A partir dos painéis se fará a alimentação dos equipamentos e a interface com o
sistema de controle; para tanto serão deixados em suas borneiras os contatos
(numerados) necessários à interface.
Caberá à CONTRATADA, conjuntamente com o fornecedor do Sistema de Supervisão
e Controle, o fornecimento e instalação de todos os painéis que alimentarão o sistema
de ar condicionado, a partir do ponto de força existente na casa de máquinas, sendo
que antes da execução dos mesmos deverá ser apresentado à Fiscalização o projeto
detalhado dos painéis composto de:
- Lay-out interno e externo;
- Lista de material e especificação dos equipamentos;
- Diagramas de alimentação e comando, com numeração de cabos, bornes e
elementos de comando e alimentação;
- Condições de interface com o sistema de supervisão e controle predial.
4.11.2.3 SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE
Todos os equipamentos do sistema de ar condicionado serão monitorados e
controlados pelo Sistema de automação.
21
CC 2015/1893(7417)
No interior das casas de máquinas que abrigarão os condicionadores de ar serão
instalados Quadros de Supervisão (QS) que terão internamente os controladores
digitais programáveis (PLC),
Será de responsabilidade da CONTRATADA, a perfeita integração dos diversos
elementos que irão compor o sistema de controle, fornecendo às suas expensas todo e
qualquer material, equipamento, acessório, necessário à implementação das rotinas de
controle dos equipamentos.
4.11.3 ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
4.11.3.1 GENERALIDADES
As características descritas a seguir buscam apresentar condições para um perfeito
fornecimento, cabendo à CONTRATADA sua avaliação, adaptação e complementação
de forma a garantir a obediência às normas, às exigências de segurança e à eficiência
operacional dos equipamentos.
A fabricação dos equipamentos estará rigorosamente dentro dos padrões de projeto e
de acordo com a presente especificação. As técnicas de fabricação e a mão-de-obra a
ser empregada serão compatíveis com as normas mencionadas.
Todos os materiais empregados na fabricação dos equipamentos serão novos e de
qualidade, composição e propriedades adequadas aos propósitos a que se destinam e
de acordo com os melhores princípios técnicos e práticas usuais de fabricação,
obedecendo às ultimas especificações das normas técnicas.
A CONTRATADA comunicará casos de erros e/ou omissões relevantes nesta
especificação técnica, solicitando instruções antes de iniciar a fabricação.
Caberá à CONTRATADA a seleção final dos equipamentos a serem fornecidos
conforme as características apresentadas nos desenhos anexos.
Estes equipamentos e materiais serão substituídos por outros tecnicamente
equivalentes, estando este critério sob responsabilidade exclusiva da CONTRATANTE
e do autor do projeto.
Para comprovação da equivalência técnica, será apresentado à CONTRATANTE, por
escrito, justificativa para a substituição das partes especificadas, incluindo, se
necessário, a apresentação de laudos técnicos emitidos por entidades credenciadas e
oficiais, cálculos, diagramas e/ou desenhos, bem como de catálogos com as
especificações dos equipamentos e materiais que possam vir a substituir os
apresentados neste documento.
4.11.3.2 UNIDADE RESFRIADORA DE LÍQUIDO
Para atender as características físicas e operacionais da Agência Praça do Carmo
(CE) do Banco do Brasil S.A, foram selecionados 02 (dois) Resfriadores de líquido de
condensação a ar com capacidade unitária de 157,4 TR (Toneladas de Refrigeração).
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COMPONENTES
COMPRESSORES
Deverão ser do tipo PARAFUSO duplo semi-hermético com acionamento direto por
motores elétricos, com 3500rpm, trifásicos em 380V/60Hz, equipados com os
seguintes itens:
• Proteção por sensores de temperatura do motor refrigerado pelo gás da
válvula deslizante.
• Isolamento das vibrações através de calços de borracha natural.
• Aquecedor de Carter para cada compressor.
• Filtro secador de núcleo substituível.
• Visor de líquido.
• Dispositivo de expansão eletrônica.
• Carga de refrigerante ecológico R-134-A
• Válvula de descarga e válvula de serviço na linha de líquido.
• Dispositivo de segurança no lado de alta pressão.
• Dispositivo de segurança no lado de baixa pressão.
• Microprocessador.
• Controle de capacidade.
Os compressores deverão ter garantia de 3 (três) anos contados a partir da data de
aceite definitivo dos serviços.
TROCADOR DE CALOR DA ÁGUA
O resfriador deverá ser do casca e tubo, expansão direta, com tubos internamente
ranhurados e expandidos mecanicamente sem emendas e conexões flangeadas. O
isolamento deverá ser em borracha elastomérica com células fechadas, K máximo
de 0,28 e espessura de 19mm. O cooler dever se testado e selado de acordo com
normas ASME para uma pressão de refrigerante no lado de operação de 445 psig
(3068kPa). O cooler dever ter uma pressão máxima no lado de fluido de 300 psig
(2068kPa). O evaporador deverá ser equipado com uma chave de fluxo instalada
de fábrica.
CONDENSADOR
Do tipo condensação a ar com serpentinas em liga de alumínio com tecnologia
MICROCHANNEL E-COATED com revestimento de polimeno epóxi flexível
uniformemente aplicado. As serpentinas serão testadas quanto ao vazamento e
testada quanto a pressão a 375psig (2585KPA).
23
CC 2015/1893(7417)
GABINETE
O rack deverá ser fornecido em perfis metálicos de aço de forma a abrigar todo o
conjunto formado pelos compressores, trocadores, circuito frigorífico e quadro
elétrico de partida e comando. Será montado sobre uma base única em chapa de
aço tratado contra corrosão e pintado com dupla camada de tinta a base de Epóxi.
O gabinete deverá suportar 500horas no teste de névoa salina de acordo a ASTM
padrão B-117.
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO
Deverão ser construídos em tubos de cobre, seguindo todas as recomendações da
ASHRAE com refrigerante controlado por dispositivos de expansão eletrônicos.
Deverá possuir carga completa de refrigerante R-134A e óleo lubrificante
incongelável. Os circuitos de refrigeração deverão incluir ainda; visor de líquido,
válvula de descarga e válvulas de serviço na linha de líquido.
VENTILADORES
Deverão ser do tipo axial de fluxo vertical, motores blindados e acionamento direto,
com hélices dotadas de 9 (nove) pás fabricadas em polímero reforçado,
balanceadas estática e dinamicamente e com resistência inerte à corrosão. Os
ventiladores deverão ter baixo nível de ruído e deverão ser protegidos por grades
de segurança.
SEGURANÇA
•
A Unidade resfriadora de líquido deverá estar equipada com termistores e
todos os componentes necessários em conjunto com o sistema de controle
para suprir com as seguintes proteções:
•
•
•
•
•
•
•
•
Perda da carga de refrigerante;
Rotação inversa dos compressores;
Baixa temperatura da água gelada;
Sobrecarga térmica;
Alta pressão;
Sobrecarga elétrica;
Perda de fase.
Ventilador do condensador e motores da bomba de água gelada devem
possuir uma proteção externa contra sobrecorrente.
CONTROLE
Os controles da unidade resfriadora de líquido devem incluir os seguintes
componentes mínimos:
•
•
Lead/lag automático de circuito.
Controle de capacidade com base na temperatura da água de saída e
compensado pela (taxa) mudança de temperatura do fluído de retorno com
uma precisão do Set-Point de temperatura de 0,1ºF (0,06ºC).
24
CC 2015/1893(7417)
•
•
•
•
•
•
•
•
Limitar a taxa de temperatura da água na partida para uma faixa ajustável de
0,2ºF a 2ºF (0,11ºC a 1,1ºC) por minuto para evitar picos de demanda
excessiva na partida.
Programação horária para sete dias.
Reajuste da temperatura do fluído de retorno.
Controle partida/parada da bomba de água e seguenciamento
primário/standby para garantir tempo igual de operação da bomba.
Controle do resfriador de líquido para aplicações dos chillers operando em
paralelos sem adição de módulos (hardware) painéis de controle.
Programação agendada de manutenção para sinalizar atividades de
manutenção das bombas, manutenção do filtro e atividades de manutenção
definidas pelo usuário.
Proteção para baixas temperaturas energizando os aquecedores do sistema
hidronico para proteção do cooler (opcional para 60Hz).
Partida periódica da bomba para garantir que a vedação das bombas seja
corretamente mantida durante períodos fora da estação.
O chiller deverá possuir válvulas de expansão eletrônica. Válvulas de orifício fixo
não são aceitáveis. A válvula de expansão eletrônica deve operar tanto na
capacidade mínima quanto máxima do chiller. Um sensor de nível de refrigerante
instalado no lado de baixa - feito de aço inoxidável, com um recipiente de mesmo
material e um visor de líquido - é usado para fornecer um feedback às válvulas de
expansão permitindo um controle apropriado. Isso garante que haja uma vedação
de líquido adequada, sempre protegendo os componentes eletrônicos do
compressor. Deverá possuir um visor de líquido na linha principal de líquido
alimentando as válvulas de expansão e também que haja válvulas de isolamento
antes e depois da válvula de expansão eletrônica para que possa ser feito o serviço
adequado sem que seja necessário remover toda a carga de refrigerante.
QUADRO ELÉTRICO DE COMANDO E PROTEÇÃO
Deverá ser fornecido incorporado ao Rack da Unidade Resfriadora de Líquido,
contendo os elementos básicos para a partida e proteção dos motores tais como:
disjuntores, conectores termo-magnéticos, fusíveis, relês de sobrecarga, chaves de
partida, lâmpadas sinalizadoras e blocos terminais dos circuitos de controle e
alimentação, termistores e/ou transdutores de pressão.
GARANTIA
Deverá ser no mínimo de 01 (um) ano do “start-up” do resfriador, nos termos do
certificado do fabricante.
COMPONENTES COMPLEMENTARES
As unidades deverão ser fornecidas com tradutor BACnet interface entre o Chiller e a
rede de área local (LAN).
As unidades deverão ainda possuir controle DataLINK dispositivo de interface que
permite um dispositivo que não seja de seu fabricante com um computador pessoal ou
controle e modificar valores em elementos do sistema conectados ao Bus de
comunicação.
25
CC 2015/1893(7417)
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Capacidade real mínima
Vazão de água gelada
Temperatura da água na entrada do evaporador
Temperatura da água na saída do evaporador
Potência elétrica
Quantidade de compressores
Gás refrigerante
Nº de circuitos
Tensão/Freqüência
Modelo de referência
Peso em operação
Quantidade
157,4TR
59,4m3/h
15ºC
7ºC
165,5KW
02 (dois) PARAFUSO
R134-A
02 (dois)
380V/3F/60Hz
30XA160
4926Kg
02 (dois)
FABRICANTES: CARRIER, TRANE, HITACHI ou Equivalente Técnico.
4.11.3.3 ELETROBOMBAS ÁGUA GELADA
GERAL
As bombas terão a finalidade de promover a recirculação da água gelada entre o
evaporador do resfriador de líquido e os climatizadores Fan-Coils.
CARACTERÍSTICAS DA ÁGUA
Limpa e isenta de elementos corrosivos, com temperatura mínima de 5°C e máxima
de 40°C.
CONSTRUÇÃO:
Serão do tipo monobloco.
MOTOR DE ACIONAMENTO
Tipo indução IP-55, trifásico, IV pólos, isolação classe B, fator de serviço 1.15, 60 Hz,
220/380 V.
ASSENTAMENTO
A base contendo o conjunto motor-bomba deverá ser apoiado sobre molas flutuantes
e estão sobre uma placa de concreto armado conforme detalhe em projeto.
26
CC 2015/1893(7417)
CARACTERÍSTICAS GERAIS
BOMBAS PRIMÁRIAS
Vazão
Tipo
Altura manométrica
Motor elétrico
Tensão
Acoplamento
N° de pólos
Rotor
Fabricante
Modelo de Referencia
Quantidade
Nota
59,4m³/h
Centrífuga
25mCA
10CV
380V/3F/60Hz
Direto
04 (quatro)
240 mm
KSB
MEGANORM-BLOCK-65-250
03 (três)
01 (uma) é reserva
BOMBAS SECUNDÁRIAS
Vazão
Tipo
Altura manométrica
Motor elétrico
Tensão
Acoplamento
Fabricante de referência
N° de pólos
Rotor
Modelo de Referencia
Quantidade
Nota
151m³/h
Centrífuga
40mCA
40CV
380V/3F/60Hz
Direto
KSB
04 (quatro)
305mm
MEGANORM-BLOCK-80-315
02 (dois)
01 (uma) é reserva
FABRICANTES: KSB, IMBIL, EH ou Equivalente Técnico.
BASES DE CÁLCULO:
No cálculo da carga térmica foram levados em consideração os seguintes dados:
CONDIÇÕES EXTERNAS DO AR
Temperatura de bulbo seco = 32,2ºC
Temperatura de bulbo úmido = 26,7ºC
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CC 2015/1893(7417)
CONDIÇÕES INTERNA DO AR
Temperatura de bulbo seco = 24ºC
Unidade relativa = 50%
FONTES INTERNAS DE CALOR
Ocupação = Conforme lay out
RENOVAÇÃO DE AR
Conforme tabela 1 – NBR 16401-3-2008
LOCAL DA INSTALAÇÃO
Condicionadores em Casa de Máquinas (FC-1 ao FC-15).
DADOS DO PROJETO:
•
Ambiente climatizado
TBS: 24ºC
•
UR: 55%
Ar exterior
TBS: 32,2º C
TBU: 26,7ºC
CARGAS TÉRMICAS TOTAIS DA INSTALAÇÃO
•
Verão
Calor sensível: 809.162Kcal/h
Calor latente: 142.793Kcal/h
ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA DOS CONDICIONADORES: 380V/60Hz e 220V/60Hz.
4.11.3.5. CLIMATIZADORES FAN-COIL VERTICAL
COMPONENTES
GABINETE
Normas: conforme E-IAC.04 do CGE.
Fabricado em painéis de chapa de aço galvanizada submetida a um processo
fosfatização, e posterior pintura a pó com resina a base de poliéster, isolado
termicamente com poliuretano expandido com espessura de 25mm e densidade de
38kg/m3 para proporcionar uma boa eficiência térmica e baixo nível de ruído. O s
painéis deveram ser do tipo sanduíche com revestimento interno e externo em chapa
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CC 2015/1893(7417)
galvanizada e núcleo em poliuretano. As vedações do painéis deveram ser
executados em fitas de borrachas elastoméricas.
SERPENTINA DE RESFRIAMENTO
Serpentina de água construída em tubos de cobre de ø½” expandidos mecanicamente
com 8 a 14 aletas de alumínio por polegada, 4 a 8 filas de profundidade e circuitos
atendendo as necessidades do projeto. Os coletores deverão ser construídos em
tubos de cobre e conexão em latão bem dimensionados para minimizar as perdas de
pressão d’água.
MOTOR ELÉTRICO
Motor elétrico trifásico em 380V/60Hz com grau de proteção IP55 contra jatos d’água
de baixa pressão e proteção contra sobrecarga interna.
VENTILADOR
Centrífugo tipo Sirocco de dupla aspiração com pás curvadas para frente, autobalanceadas e acoplados ao eixo do motor por meio de polias e correias O ventilador
deverá ter as seguintes características:
CARCAÇA
Fabricada em chapa galvanizada integrado por cinta, laterais, lingueta e suporte dos
rolamentos. Os suportes dos rolamentos serão fabricados em alumínio fundido.
ROTOR
Do tipo Sirocco pás curvadas para frente integrado por: pás, discos centrais, cubos de
fixação e anéis laterais. O conjunto deverá ser balanceado estática e dinamicamente
de fábrica com máquinas eletrônicas de alta sensibilidade.
PÁS
Fabricadas em chapa galvanizada deverão assegurar alto rendimento.
EIXO
Elaborado a partir de barra de aço retificada com tolerância adequada e fixação de
polia mediante chaveta.
ROLAMENTOS
Serão do tipo rígido auto compensador de esferas blindadas com lubrificação
permanente.
FILTROS
Fornecido em manta sintética descartável classe G3 ABNT. Os porta filtros deverão
ser construídos em perfis de PVC.
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CC 2015/1893(7417)
BANDEJA DE CONDENSADO
Construída em material termoplástico ABS, isolada termicamente com poliuretano
expandido possuindo ranhuras para proporcionar uma drenagem 100% positiva.
A bandeja deverá ser conectada ao tubo de dreno em PVC através de uma curva
flexível de borracha.
TRANSMISSÃO
Através de polias e correias alinhadas na própria fábrica
BASE DO VENTILADOR E MOTOR
A base do ventilador e motor deverão ser apoiadas em amortecedores de borracha
assegurando operação livre de vibração e baixo nível de ruído.
CONTROLES
Controle com fio, botão Liga/Desliga, seleção do modo de operação.
GARANTIA
Será no mínimo de 01 (um) ano do “Start-Up” do climatizador nos termos do
certificado do fabricante.
CARACTERÍSTICA GERAIS: VIDE ESPECIFICAÇÕES EM PROJETO
FABRICANTES: CARRIER, YORK e HITACHI.
4.11.4 SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR
Normas: conforme E-IAC.16 do CGE.
4.11.4.1 FABRICAÇÃO E MONTAGEM
A execução dos dutos obedecerá rigorosamente as normas estabelecidas na NBR16.401 da ABNT, edição 2008, e as recomendações da ASHRAE (American Society
of Heating, Refrigeranting and Air Conditioning Engineers) e da SMACNA.
Os dutos deverão ser aterrados à carcaça do equipamento com cordoalha de cobre
nu, de seção de 16 mm2, fixada com parafusos de aço e arruelas.
Transições em dutos, inclusive conexões entre equipamentos e dutos, deverão ter
uma conicidade não maior que 20° em ambos os planos.
Os dutos deverão ser executados em chapa de aço galvanizado, com as espessuras
indicadas na NBR-6401, sendo que a espessura mínima a ser usada será de 0,65 mm
( # 24), independentemente das dimensões dos dutos.
30
CC 2015/1893(7417)
Antes de serem isolados termicamente os dutos de ar deverão ter as juntas
calafetadas com frio asfalto e testados quanto a sua estanqueidade.
4.11.4.2 ISOLAMANETO TÉRMICO
Todos os dutos de ar condicionado de insuflamento no interior de casas de máquina
ou internos a forros e shafts deverão ter seus isolamento revisados e recompostos.
Os dutos de retorno de ar e dutos de insuflamento quando correrem aparentes no
ambiente condicionado, não necessitarão ser isolados termicamente.
Os dutos serão isolados termicamente com mantas de lã de vidro de densidade 12 kg/
m3 de 38 mm de espessura, recobertas com papel “kraft” aluminizado de alta
resistência térmica, já aderido de fábrica, firmemente fixadas, sendo a as juntas das
mesmas fechadas com adesivos aluminizados próprios para este fim.
4.11.4.3 ELEMENTOS DE SUSPENSÃO E SUPORTES
Cada elemento de duto deverá ser suspenso ou suportado de maneira independente
e diretamente à estrutura mais próxima, sem conexão com os outros elementos já
sustentados.
Deverão ser utilizados suportes em ferro cantoneira, SAE 1020, bitola mínima de
1”x1”x1/8”, observando um espaçamento máximo de 1,5 m entre os suportes.
Deverão passar por tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento em esmalte
sintético, na cor cinza grafite e montados sem deflexões ou distorções, mantendo o
nível, o prumo e o alinhamento.
Os dutos serão sempre fixados às estruturas mais próximas, através de parafusos,
arruelas, porcas ou outros elementos de fixação, executados em aço galvanizado, não
sendo permitida a sua fixação utilizando-se outras estruturas ou suportes de outras
instalações (elétricas, hidráulicas).
Os dutos não devem ter contato com paredes, sendo que quando ocorrer a passagem
de dutos através de paredes, estes deverão estar isolados através de vedação por um
elastômero.
4.11.4.4 CURVAS E JOELHOS
O raio de curvatura de linha de centro de todas as curvas e joelhos não deverá ser
menor do que 1,25 vez a dimensão, no sentido da curva, do trecho de duto. Onde
houver a interferência que impossibilite o uso deste raio mínimo, será permitida a
montagem de joelhos retos.
Todas as curvas e joelhos deverão possuir veias direcionais. Estas deverão ser
construídas do mesmo material dos dutos e não deverão ser fabricadas com
espessura inferior à bitola de # 22. Deverão ser do tipo de dupla chapa.
A rede de dutos de insuflamento e retorno do ar bem como os trechos de
acoplamento com os climatizadores de ar FAN-COILS, deverão serem
confeccionados em chapa de aço galvanizada nas bitolas recomendadas pela ABNT,
e isolados termicamente com manta de lã de vidro 38mm de espessura e densidade
de 20Kg/m³, revestida em uma das faces com filme de alumínio tipo ISOFLEX..
A rede de dutos de insuflamento será acoplada aos evaporadores através de lona
impermeável do tipo “vinil reforçado” com comprimento mínimo de 20cm para evitar
transmissão de vibração. Fab: MULTIVAC.
31
CC 2015/1893(7417)
Para a confecção e montagem dos dutos deverão ser observados, além dos projetos
apresentados para sua própria aprovação as seguintes observações:
Todas as curvas deverão ter veias defletoras.
Todas as juntas deverão ter bom acabamento a serem vedadas com massa de
calafetar da 3M ou similar.
Em todas as dobras das chapas deverá ser aplicada pintura anti-corrosiva com alto
teor de cromato de zinco.
Todos os ramais deverão ter “dampers ou spliters” para regulagem do fluxo de ar.
4.11.4.6 ACOPLAMENTO FLEXÍVEL
Os acoplamentos flexíveis entre equipamentos e rede de dutos deverão ser
executados em lona de vinil reforçado tipo
FABRICANTE: Powermatic, Multivac ou Equivalente Técnico.
4.11.4.7 DIFUSORES/VENEZIANAS E GRELHAS
TOMADA DE AR EXTERIOR
Deverão ser fornecidas em alumínio anodizado, equipadas com: registros reguladores
de vazão de ar, filtro G1 e tela da proteção.
FABRICANTE: TROPICAL, TROX ou equivalente Técnico.
4.11.5 TUBULAÇÃO HIDRÁULICA DE ÁGUA GELADA
GERAL
Compreenderá todo o trecho de tubulações da Central de Água Gelada (CAG), até os
climatizadores Fan-Coil.
32
CC 2015/1893(7417)
4.11.5.1 TUBOS
Menores ou iguais a 2” serão em aço carbono galvanizado, ASTM-A-106 grau B ou A53 grau B com extremos roscados, com costura Schedule 40.
FABRICANTE: MANNESMANN, APOLO ou equivalente Técnico
Iguais ou acima de 2.1/2”, serão em aço carbono preto ASTM-A-106 grau B ou A-53
grau B com extremos biselados para solda, sem costura Schedule 40.
FABRICANTE: MANNESMANN, CONFAB ou equivalente Técnico
4.11.5.2 REGISTROS E VÁLVULAS
REGISTRO DE BLOQUEIO
Menores ou iguais a 2” serão do tipo gaveta com corpo em bronze ASTM-B-52 ou B584. castelo roscado, internos de bronze, haste fixa, rosca BSP classe 125 Ibs.
FABRICANTE: MIPEL, NIAGARA ou equivalente Técnico.
VÁLVULAS DE REGULAGEM
Menores e iguais a 2” serão do tipo globo com corpo em bronze ASTB-B-52, castelo
roscado, internos de bronze, haste fixa, rosca BSP, classe 125 Ibs.
FABRICANTE: NIAGARA, WARB ou equivalente Técnico
REGISTRO DE BLOQUEIO E REGULAGEM
Serão do tipo borboleta, a partir de 2.1/2”, (inclusive) corpo WAFER em ferro fundido,
pescoço longo, disco em aço dúctil com revestimento de níquel, sede em buna V, eixo
em aço inox 416, vedação para 175Ibs, classe 125Ibs. As válvulas de regulagem
deverão ser providas de trava de fixação em pontos intermediários da abertura, com
acionamento manual.
FABRICANTE: NIAGARA, WARB ou equivalente Técnico
VÁLVULAS DE RETENÇÃO
Iguais e acima de 2.1/2”, serão do tipo dupla portinhola, corpo de ferro fundido ASTMA-126, tampa parafusada internos em bronze ANSI-B-16.10, classe 125 lbs, flanges
ANSI-B-16.1 de face plana.
FABRICANTE: NIAGARA, WARB ou equivalente Técnico
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CC 2015/1893(7417)
FILTRO TIPO “Y”
Iguais e acima de 2 1/2” com corpo em ferro fundido, tela removível de aço inox
perfurado de 0,8mm, flange ANSI-B-16.5, face plana, classe 125 lbs com bujão de
dreno.
Quando do start-up durante os testes hidráulicos a água deverá recircular no sistema
sem passar pelos resfriadores até que todas as partículas sejam expelidas da
tubulação e após utilizar um filtro tipo Y mech 40 para aproximadamente 30 minutos
para a retenção das partículas menores ainda existentes.
FABRICANTE: NIAGARA, WARB ou equivalente Técnico.
VÁLVULA DE REGULAGEM E BALANCEAMENTO
Menores e iguais a 2” para medição de vazão, perda de carga, temperatura,
regulagem do fluxo na rede através de medidor eletrônico microprocessado. Corpo de
Ametal, com 2 tomadas de medição de pressão e temperatura autoestanques.
Assento plano com anel de vedação em EPDM, volante de poliamida com contador de
voltas. Deverão ser instaladas a uma distância mínima de qualquer acessório de
tubulação de 5 vezes o diâmetro da válvula, modelo STAD.
Maiores que 2”, serão de iguais características, porem com extemidades flageadas
conforme ANSI-B-16-5, modelo STAF.
Tomadas de Pressão serão instaladas na tubulação de alimentação, tomadas de
pressão rosqueadas ¼”, para possibilitar medições de entrada e saída dos fancoils,
modelo STA-DR 30mm.
FABRICANTE: TOUR ANDERSSON, HAYS ou equivalente Técnico.
FLANGES
Iguais e acima de 2 1/2” do tipo “slip on”, liso, face plana para solda, classe 150 lbs,
furação conforme ANSI-B-16.5.
FABRICANTE: NIAGARA, DINÂMICA ou equivalente Técnico.
CONEXÕES
Curvas, reduções e caps serão em aço carbono sem costura, ASTM-A-234, norma
ANSI-B-16.9, biselados para solda, classe STD.
Meias-luvas serão em aço carbono preto, SAE 1020, com extremos solda x rosca
BSP, classe 3000 lbs.
Cotovelos, luvas, luvas de redução, uniões com assento cônico em bronze, etc, serão
em ferro maleável galvanizado, rosca BSP, ABNT-PB-110, classe 10.
Três, serão em ferro maleável galvanizado, rosca BSP, ABNT-PB-130, classe 10.
FABRICANTE: DINÂMICA, NIAGARA ou Equivalente Técnico.
34
CC 2015/1893(7417)
AMORTECEDORES DE VIBRAÇÃO
As ligações flexíveis entre os equipamentos (Resfriadores e Eletrobombas) com as
tubulações de água gelada deverão ser feitas através de amortecedor de vibração,
com fole de aço inoxidável, com terminais flangeados, padrão ANSI-B-16, classe 150
lbs ou DIN-ND10.
FABRICANTE: DINÂMICA, DINATECNICA ou Equivalente Técnico.
FIXAÇÕES
Os suportes das tubulações deverão ser de perfis laminados de aço carbono (T, I,
H, cantoneiras ou barras),dimensionados de acordo com a carga a suportar. Os
suportes deverão ser fixados as estruturas por chumbadores ou pinos e porcas
Walsywa. Nos suportes, deverá ser evitado o contato direto entre os tubos e a
superfície de apoio, da seguinte maneira:
− Para as tubulações de água de condensação serão usados calços de
neoprene com 25 mm de espessura.
− Para as tubulações de água gelada serão usados calços de neoprene com
50 mm de espessura.
4.11.5.3 PINTURA
Antes da montagem todos os suportes e tubulações deverão receber 02(duas)
demãos de tinta protetora a base de cromato de zinco e após a montagem os
suportes deverão ser pintados com 02(duas) demão de esmalte sintético preto com os
seguintes cuidados:
• Aplicar duas demãos, com tempo mínimo entre elas de 6 (seis) horas.
• Não pintar quando a umidade relativa do ar exceder 85%.
4.11.5.4 ISOLAMENTO
As tubulações de água gelada deverão ser isoladas com isolante flexível de
espuma elastomérica de cor negra, espessura técnica crescente, tipo AF de
fabricação Armacell, com fator de resistência a difusão de vapor de água (µ ≥
7000), µ médio=10.000, reação ao fogo M-1 .e λ ≤ 0,035 W/m³ Kº a 0ºC.
Para tubulações com diâmetros até 3” deverão ser utilizadas tubos isolantes da
linha R de espessura técnica crescente conforme abaixo:
35
CC 2015/1893(7417)
Diâmetro Tubo
8”
6”
5”
4”
3”
2 ½”
05.00.000
Aplicação
Locais de
Diâmetro Tubo
2”
1 ½”
1 ¼”
1”
¾”
½”
06.00.000
Aplicação
Locais de
Diâmetro Tubo
12”
10”
8”
6”
5”
4”
3”
2 ½”
2”
1 ½”
1 ¼”
1”
¾”
½”
07.00.000
Aplicação
ISOLAMENTO TERMICO 1
Referencia Armaflex
2 Mantas T-99-E
2 Mantas T-99-E
2 Mantas T-99-E
Tubo T-114+Manta M-99E
Tubo T-114+Manta M-99E
Tubo T-114+Manta M-99E
Esp. Isol. (mm)
2x32,0
2x32,0
2x32,0
31,5 + 19,0
30,5 + 19,0
30,5 + 19,0
CAG e Áreas Externas
ISOLAMENTO TERMICO 2
Referencia Armaflex
Tubo R-60
Tubo R-48
Tubo R-42
Tubo R-35
Tubo R-28
Tubo R-22
Esp. Isol. (mm)
29,0
27,5
27,0
27,0
25,0
25,0
Entre forros de WCs e Copas
ISOLAMENTO TERMICO 3
Referencia Armaflex
1 Mantas T-99-E
1 Mantas T-99-E
1 Mantas T-99-E
1 Mantas T-99-E
1 Mantas T-99-E
Tubo R-114
Tubo R-89
Tubo R-76
Tubo R-60
Tubo R-48
Tubo R-42
Tubo R-35
Tubo R-28
Tubo R-22
Esp. Isol. (mm)
32,0
32,0
32,0
32,0
32,0
31,5
30,5
30,0
29,0
27,5
27,0
27,0
25,0
25,0
Locais de Entre forros de salas e circulações sem infiltração de ar
exterior.
Para diâmetros iguais ou superiores a 4” serão utilizados mantas tipo H-99-E de
13mm de espessura e M-99-E de 19mm de espessura formando espessura final de
32,0mm em dupla camada e montagem desencontrada.
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CC 2015/1893(7417)
Os tubos e mantas serão unidos exclusivamente com emprego de adesivo
Armaflex 520.
As tubulações expostas ao tempo serão recobertas com manta Arma-check D para
proteção contra a radiação ultravioleta (UV), bem como, para proporcionar maior
resistência mecânica ao isolamento.
FABRICANTE: ARMACELL, K-FLEX ou Equivalente Técnico.
4.11.5.5 JUNTAS PARA VEDAÇÃO
Deverão ser previstas juntas de amianto grafitado, comprimido com espessura 1/16” e
furação conforme ANSI-B-16.5, para utilização entre flanges.
4.11.5.6 PURGADORES
Os purgadores automáticos de ar deverão ser de ferro fundido, ASTM-A-278, classe
30, bóia e internos de aço inoxidável laminado, ANSI-304, ligação por rosca BSP,
classe 150 PSI.
Fabricante: FOG, NIAGARA ou Equivalente Técnico.
4.11.5.7 MONÔMETRO
Os manômetros para água deverão ser concêntricos, sistema Bourdon, diâmetro de
100mm, rosca BSP e escala de 0 a 10 Kgf/cm². Deverão ter caixa em aço e visor em
vidro.
Fabricante: PROSTEC, NIAGARA ou Equivalente Técnico.
4.11.5.8 TESTES
As tubulações e conexões deverão ser testadas contra vazamentos, suportando uma
vez e meia a soma correspondente as parcelas devidas à pressão de “shut-off” da
bomba e da coluna hidrostática.
4.11.5.9 TANQUE DE COMPENSAÇÃO
O tanque de compensação com capacidade, localização e acessórios indicados nos
desenhos, deverá ser completo com alimentação de registro, bóia, ladrão e dreno.
Fabricante: ETERNIT, BRASILIT ou Equivalente Técnico.
4.11.6 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS
O CONTRATADO executará todas as ligações elétricas compreendidas entre o
quadro geral de baixa tensão (QGBT), os quadros de força e os resfriadores,
climatizadores, eletrobombas, válvulas motorizadas, exaustores, ventiladores e toda
cabeação de força, comando e lógica destes equipamentos.
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CC 2015/1893(7417)
Será de responsabilidade do CONTRATADO o fornecimento e instalação de 05
(cinco) quadro de forças QFAC (QUADRO DE FORÇA), os quais serão alimentados a
partir do QGBT.
RECOMENDAÇÕES GERAIS
Os serviços de instalações elétricas serão executados conforme projeto fornecido e
deverão obedecer as prescrições da ABNT, aos regulamentos das empresas
concessionárias de fornecimento de energia elétrica e as especificações dos
fabricantes.
As tubulações serão executadas em eletrodutos metálicos (alumínio ou aço
galvanizado), rosqueados e interligados por meio de luvas, de fabricação WETZEL,
APOLLO ou equivalente técnico.
As ligações dos eletrodutos aos quadros elétricos e às caixas de passagem serão
executadas por meio de buchas e arruelas apropriadas.
Todas as caixas de passagem existentes em projeto serão do tipo TRÓPICO, nos
diâmetros e modelos compatíveis com locais e exigências das tubulações.
Todos os fios e cabos não deverão conter emendas entre as chaves dos quadros de
força e o ponto de alimentação dos equipamentos, serão de fabricação: PIRELLI S.A Cia Industrial Brasileira; FICAP - Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A; ou ALCOA
Alumínio S.A. Referência/linha: Cabo de cobre com isolamento termoplástico com
encordoamento classe 2. Tensão de isolamento (V): 750 Volts.
Os condutores de terra deverão ser em cabos de cobre isolado nas bitolas constantes
em projeto. Todos os equipamentos deverão ser aterrados.
As ligações dos condutores e dos cabos de terra com os equipamentos e os
dispositivos de proteção e seccionamento serão executados através de terminais
apropriados.
As emendas necessárias nas derivações dos cabos de terra deverão ser executadas
através de conectores apropriados, não se admitindo que o próprio cabo sirva de
emenda.
A tensão estabelecida é de 380V/3F e 220V/1F para todos os equipamentos.
QUADROS ELÉTRICOS
Os quadros de força serão metálicos, com estrutura em perfilados de ferro e chapas
de aço dobrado modulado, com tampas laterais, superiores e inferiores (quando não
auto-portantes) removíveis. Deverão ser de fabricação CEMAR ou SIEMENS .
Terão portas articuladas com dobradiças embutidas e possuir trincos com chaves.
As chapas receberão decapagem, tratamento anti-oxidante adequado e acabamento
final em epóxi nas cores cinza ou bege.
Terão terminais adequados para ligações dos cabos de terra.
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CC 2015/1893(7417)
Fornecer todos os equipamentos especificados em projeto. Não será admitido
nenhuma mudança sem consulta prévia e o respectivo aprovo, por escrito, da
FISCALIZAÇÃO do PROPRIETÁRIO
As ligações auxiliares serão realizadas em fios ou cabos de cobre e bornes terminais
numerados.
As etiquetas identificadoras serão confeccionadas em acrílico preto com letras
brancas.
4.11.7 SISTEMA DE CONTROLE
VÁLVULAS DE CONTROLE
Válvula destinada a controlar a vazão de água gelada nos climatizadores FAN-COILS
GABINETE, para controle proporcional, serão do tipo esfera com disco interno que
possibilita característica de fluxo em igual percentagem, rosqueada com conexões
BSP, corpo em bronze ASTM B283, classe de pressão estática PN 25, para 25 bar
(360psi), pressão de close-off até 100psi com 4Nm de torque, modelo TA-35MV2.
diâmetro conforme seleção.
FABRICANTE: HONEYWELL, JONHSON ou Equivalente Técnico.
ATUADORES
Para Fan-Coils Verticais
Do tipo Proporcional Normalmente Fechado (NF),diretamente acoplado à válvula de 2
vias, com alimentação elétrica em 24VAC/VDC da linha TA 35M.
FABRICANTE: HONEYWELL, JONHSON ou Equivalente Técnico.
BÓIA DE NÍVEL
Deverá ser instalada no tanque de compensação para controle do nível inferior
impedindo o funcionamento das bombas de água gelada quando este nível for
atingido.
FABRICANTE: CONTECH, MARGIRUS ou Equivalente Técnico.
INVERSOR DE FREQUÊNCIA
Os inversores deverão obedecer as seguintes características:
Potência
Tensão de alimentação
Velocidade de trabalho solicitada
Precisão de tensão
De acordo com o motor
380V
3 a 80 Hz
+/-1%
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Outros itens inclusos:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Sinal Entrada
Aceleração e Desaceleração Linear 1-140 Seg.
Compensação de Escoramento
Compensação de Toque Automático
Regulação Automática Fluxo Motor
Ajuste Automático Tensão de Saída nas Flutuações
Circuito de Economia
Marcha/Job
Manual/Automático
Parada Controlada ou Normal
Proteção contra Curto Circuito
Proteção contra Transientes até 4 Kv
Proteção Eletrônicas (IET) para sobretensão no Barramento C.C, fulha no
barramento C.C fuga para a terra, sobrecorrente e curto circuito, Subtensão de
linha, Subtensão no Regulador e Sobretemperatura
• Montagem em Chassis IP-54 c/ contador AC, Reator e linha e LED’s para
operação e indicação falha.
• Montagem em armário IP-54 cor cinza ral 7032, contendo seccionadora de
entrada, fusíveis térmicos, circuito de comando com trafo e dispositivos
montados na porta, 02 botoeiras liga/desliga, 02 sinalizadores ligado/desligado,
01 comutador frente/reverso, 01 chave manual /autom, 01 potenciômetro, 03
indicadores Analógicos.
FABRICANTE: WEG, SIEMENS ou Equivalente Técnico.
MICROPROCESSADOR
Os resfriadores de líquido (chillers) deverão ser equipados com sistema controlador
integrado.
FABRICANTE: CARRIER, HITACHI e YORK
4.11.8 AUTOMAÇÃO
A Central de Água Gelada é composta de 02 (dois) resfriadores de líquido, 03 (três)
bombas de água gelada do anel primário, sendo 02 (dois) operantes e 01 (uma)
reserva e 03 (três) bombas de água gelada do anel secundário sendo 02 (duas)
operantes e 01 (uma) reserva, 03 (três) bombas de água de condensação, sendo 02
(duas) operantes e 01 (uma) reserva, 02 (duas) Torres de resfriamento de água, um
conjunto de tubulações formando o circuito de condensação, 01 (um) conjuntos de
tubulações formando 01 (um) circuito secundário responsável pelo suprimento de
água gelada para os fan-coils nas dependências da Agência Bancária.
Faz parte do escopo do sistema de automação e controle a operação automática de
ligar e desligar equipamentos em horários pré-determinados, monitorar seus
funcionamentos, identificar e alarmar falhas operacionais, proporcionar o rodízio dos
mesmos em tempos programados e manter os parâmetros adequados de
40
CC 2015/1893(7417)
temperaturas e pressões do abastecimento de água gelada e temperatura de ar de
retorno dos fan-coils de modo a se obter uma operação segura e eficiente.
Complementa o sistema CAG, o Quadro de Automação e Controle QA-1, que abrigará
os dispositivos de hardware, ou seja, controladora, módulos de extensão e expansão,
complementados pelos materiais de campo, tais como, sensores e detetores de
pressão, temperatura e vazão.
Deverá ser instalado um quadro de automação por pavimento (QA-02 a QA-09) para
controlar e monitorar os fancoils.
Os Splits e Selfs estão fora do escopo do sistema de automação e controle.
Faz parte integrante do sistema o conjunto de projetos executivos, catálogos de todos
materiais instalados, bem como, manual de operação detalhado.
Deverá ser fornecido um computador com configuração adequada ao sistema de
automação.
FUNÇÕES BÁSICAS DO SISTEMA
O sistema deverá oferecer as funções abaixo, consideradas mínimas e essenciais:
• Operação automática dos chillers, bombas e fancoils;
• Operação otimizada economicamente da CAG;
• Reconhecimento de falha e alarmes;
• Funções de comando, controle e supervisão integradas;
• Possuir memória não volátil, em caso de falha de energia, de modo a não
perder parâmetros ou lógica de controle, repetindo os procedimentos de reinicialização de forma escalonada;
• Possuir algoritmos de controle pré-programados e residentes, tais como,
controles on-off, proporcional, proporcional-integral, proporcional-integralderivativo, temporizações ajustáveis para ligar/desligar equipamentos;
• Permitir acesso por meio de IHM (interface homem-máquina) e se comunicar à
rede do banco através de protocolo TCP/IP;
ARQUITETURA DO SISTEMA
O sistema deverá ser preparado para atender às necessidades do projeto, permitindo,
no entanto, modificações futuras e será composto de:
GERENCIADORA DE REDE
Deverá se comunicar , através de protocolo TCP/IP, com a rede Ethernet do banco
(ponto de rede a ser fornecido pelo banco junto ao quadro QA-1, no interior da casa
de máquinas da CAG localizada no 7º Pavimento) e permitir a interface homemmáquina através de telas gráficas, a ser desenvolvida pelo CONTRATADO, que
permitirão o acesso (através de senhas) ao monitoramento e controle de todo o
sistema de automação.
Faz parte da Gerenciadora de Campo:
41
CC 2015/1893(7417)
•
•
01 (uma) gerenciadora modelo LP-FX2011N-0 ou similar;
01 (uma) fonte de alimentação modelo LP-FXPM24-0 ou similar.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico
CONTROLADORAS DE CAMPO
Controladora, módulos de extensão e expansão, relés de interface, transformadores e
bornes abrigados em painel metálico de chapa de aço da linha CE da CEMAR
dimensionado de forma que possibilite eventuais acréscimos de periféricos e
interfaces que venham a melhorar o desempenho do sistema. As controladoras de
campo deverão comunicar entre si e com os módulos de extensão, bem como com a
gerenciadora de rede, através de protocolo N2.
Fazem parte das Controladoras de Campo:
•
•
•
•
•
•
02 (duas) controladoras modelo LP-FX06P01-000C, com display integrado;
02 (duas) controladoras modelo LP-FX14D61-000C, com display integrado;
05 (cinco) controladora modelo LP-FX16D01-000C, com display integrado;
03 (três) módulo de extensão XT modelo LP-XT91D00-000C;
01 (um) módulo de expansão XP modelo LP-XP91D03-000C
04 (quatro) módulo de expansão XP modelo LP-XP91D05-000C.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO
Deverá ser desenvolvido pelo fornecedor/instalador do sistema o software de
supervisão e controle as telas de interface homem-máquina, que deverão atender,
mas não limitado a isso, às característica abaixo:
• possibilitar o trabalho com relógio a tempo real;
• permitir o acesso em 3 níveis hierárquicos;
• as variáveis a serem supervisionadas ou controladas, deverão estar
disponíveis para leituras e ajustes;
• armazenar e visualizar os últimos dez alarmes, com datas e horas.
MATERIAIS DE CAMPO
Os materiais de campo são os sensores e atuadores indispensáveis para o controle
das funções programadas e devem está ligadas as entradas e saídas das
Controladoras de Campo, deverão executar as funções de status, medição e atuação
por meio de sinais precisos e confiáveis, tendo suas faixas de leitura compatíveis com
os valores de projeto.
Fazem parte dos Materiais de Campo:
•
•
•
•
•
01 (um) sensor de pressão diferencial de água modelo DPT2641-005D;
04 (quatro) sensores de temperatura de imersão modelo TE-631AP-1;
27 (vinte e sete) sensores de temperatura de ambiente modelo TE-6314P-1;
27 (vinte e sete) sensores de fluxo de ar modelo F62AA-9C;
36 (trinta e seis) sensores de corrente tipo split core modelo CSD-SA1E0-1;
42
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•
•
27 (vinte e sete) atuadores proporcionais para válvula de 2 vias de controle
modelo M9106-GGA-2;
Conectores de passagem, trilhos de fixação, fiação e terminais necessários às
interligações dos equipamentos.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
Sensor de Pressão Diferencial de Água
Serão utilizados sensores de pressão diferencial com elemento cerâmico
encapsulados em aço inox, conexões roscadas ¼” NPT, faixa de trabalho 0-50 PSI,
sinal de saída 4-20mA, modelo DPT2641-005D.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
SENSOR DE TEMPERATURA DE IMERSÃO
Os sensores de temperatura de água serão do tipo resistência de níquel RTI Ni1K,
modelo TE-631AP-1 encapsulados em bulbo de imersão de bronze com rosca ½”NPT,
haste imersa de 2 3/8”, modelo WZ-1000-5.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
SENSORES DE TEMPERATURA E AMBIENTE
Os sensores de temperatura de ambiente para ar serão do tipo resistência de níquel
RTI Ni1K, modelo TE-6314P-1.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
SENSOR DE CORRENTE
Os sensores de corrente serão do tipo split core para informação de status de
funcionamento das BAGPs e dos Fancoils, com faixa de ajuste de setpoint de 1,25 a
200A, modelo CSD-SA1E0-1.
FABRICANTE: JONHSON, HONEYWELL ou Equivalente Técnico.
4.11.9 ESTRATÉGIAS DE CONTROLE
CONTROLE DA CAG
Será estabelecida em comum acordo com a Fiscalização da obra a programação
horária, que poderá ser facilmente alterada através das telas de operação, obedecido
o nível de senha do operador. A inicialização do sistema deverá prever a verificação
de todos equipamentos no tocante a estarem aptos a operar, verificado o calendário
de rodízio programado, após o que deverá ser dado início ao processo de partida dos
equipamentos.
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BOMBAS DE ÁGUA GELADA PRIMÁRIAS
Será dada a partida á primeira bomba de água gelada primária conforme
programação. O status de operação normal será dado pelo sensor de corrente da
bomba correspondente. A BAGP seguinte deverá partir após tempo pré-estabelecido
pela fiscalização.
Deverá ser gerado um sinal de alarme sempre que ocorrer falha de partida da BAGP,
ou seja, o sistema de automação envia sinal para operação e a BAGP correspondente
não sinaliza funcionamento. Com isso, o alarme será mantido até reset manual
através das telas de operação, passando a compor o histórico de alarmes, e será
dada a partida da bomba reserva.
UNIDADE RESFRIADORA DE LÍQUIDOS
Será dado condição de partida após decorrido tempo para operação das duas bombas
de água gelada primária.
Os alarmes das unidades resfriadoras de líquido serão gerados pelas mesmas, para
isto deverão ser disponibilizados contatos em uma régua de bornes localizada no
interior do quadro elétrico dos chillers.
Em caso de alarme das unidades resfriadoras serão desativadas uma BAGP e
fechadas as válvulas borboletas referente aos chillers alarmados.
BOMBAS DE ÁGUA GELADA SECUNDÁRIAS
Após atingida a temperatura de alimentação de água gelada projetada será dada a
partida da primeira BAGS escolhida dentro do critério de rodízio. O status de operação
normal será dado pela sinalização do variador de frequencia da bomba
correspondente.
Deverá ser gerado um sinal de alarme sempre que ocorrer falha de partida da BAGS,
ou seja, o sistema de automação envia sinal para operação e a BAGS correspondente
não sinaliza funcionamento. Com isso, o alarme será mantido até reset manual
através das telas de operação, passando a compor o histórico de alarmes, e será
dada a partida da bomba reserva ou se houver sinalização de alarme do variador de
frequencia da respectiva bomba.
FANCOILS
Será dada a partida no fancoil conforme programação horária. O status de operação
será dado pelo sensor de corrente do fancoil.
Deverá ser gerado um sinal de alarme sempre que ocorrer falha de partida do
fancoils, ou seja, o sistema de automação envia sinal para operação e o fancoil
correspondente não sinaliza funcionamento. Com isso, o alarme será mantido até
reset manual através das telas de operação, passando a compor o histórico de
alarmes.
44
CC 2015/1893(7417)
A temperatura de retorno de ar será controlada através da modulação da abertura da
válvula de duas vias do fancoil levando-se em consideração um controle tipo PID com
setpoint ajustável pelo sistema de operação.
VARIÁVEIS CONTROLADAS
Todas as variáveis controladas deverão ser disponibilizadas com fácil acesso através
do sistema de operação, para leitura e armazenamento, devendo ser permitida a
exportação dos registros históricos, alarmes para outros aplicativos.
• Temperatura de alimentação de água gelada;
• Temperatura de retorno de água gelada;
• Temperatura de ar de retorno de cada fancoil;
• Percentual de abertura das válvulas de 2 vias dos fancoils.
LISTA DE PONTOS
QA-2 – Subsolo
Tipo
ED
Qtd
1
ED
1
ED
1
4
Descrição Função
Chave manual/auto
FC-18
Chave manual/auto
FC-19
Chave manual/auto
FC-20
Liga/Desliga FC-18
SD
1
C9011002
5
Liga/Desliga FC-19
SD
1
C9011002
6
Liga/Desliga FC-20
SD
1
C9011002
7
Status FC-18
ED
1
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
10
Comando V2V FC18
Comando V2V FC19
Comando V2V FC20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de ar
FC-18
Sensor Fluxo de ar
FC-19
Sensor Fluxo de ar
FC-20
SA
1
Tipo
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10 Vdc
SA
1
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
EA
1
EA
1
ED
1
ED
1
ED
1
Ponto
1
2
3
11
12
13
14
15
16
17
18
Modelo
TE6314P1
TE6314P1
TE6314P1
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Descrição
Chave Seletora
2 posições
Chave Seletora
2 posições
Chave Seletora
2 posições
Rele de interface
Local
QFAC
Rele de interface
QFAC
Rele de interface
QFAC
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
45
CC 2015/1893(7417)
Totais Pontos
Controlados
E
A
3
S
A
3
E
D
9
S
D
3
QA-3 – Térreo
Pont
o
1
Descrição
Função
Chave manual/
auto FC-18
Tipo
ED
Qt
d
1
2
Chave manual/
auto FC-19
ED
1
Contato
Seco
3
Chave manual/
auto FC-20
ED
1
Contato
Seco
4
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
7
Liga/Desliga
FC-18
Liga/Desliga
FC-19
Liga/Desliga
FC-20
Status FC-18
ED
1
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo
de ar FC-18
Sensor Fluxo
de ar FC-19
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10 Vdc
SA
1
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
EA
1
EA
1
ED
1
ED
1
5
6
11
12
13
14
15
16
17
Modelo
TE6314P1
TE6314P1
TE6314P1
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave
Seletora 2
posições
Chave
Seletora 2
posições
Chave
Seletora 2
posições
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
46
CC 2015/1893(7417)
18
Sensor Fluxo
de ar FC-20
Totais Pontos
Controlados
ED
1
EA SA ED SD
3
3
9
3
QA-4 – Térreo
Pont
o
1
Tipo
7
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
ED
Qt
d
1
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
SD
1
C9011002
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
SD
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
8
ED
1
ED
1
ED
1
2
3
4
5
6
11
12
13
14
15
16
17
18
Totais Pontos
Modelo
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
EA SA ED SD
3
3
9
3
47
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
CC 2015/1893(7417)
Controlados
QA-5 – 1º Pavimento
Pont
o
1
Tipo
7
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
ED
Qt
d
1
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
SD
1
C9011002
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
SD
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
8
ED
1
ED
1
ED
1
Tipo
Descrição
2
3
4
5
6
11
12
13
14
15
16
17
18
Totais Pontos
Controlados
Modelo
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
EA SA ED SD
3
3
9
3
QA-6 – 2º Pavimento
Pont
Descrição
Tipo
Qt
Modelo
48
Local
CC 2015/1893(7417)
o
7
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
ED
1
ED
1
ED
1
1
2
3
4
5
6
11
12
13
14
15
16
17
18
ED
d
1
ED
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
SD
1
C9011002
QFAC
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
Contato
Chave Seletora
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
EA SA ED SD
3
3
9
3
Totais Pontos
Controlados
QA-7 – 3º Pavimento
Pont
o
1
2
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
Tipo
ED
Qt
d
1
ED
1
Modelo
49
CC 2015/1893(7417)
7
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
ED
1
ED
1
ED
1
3
4
5
6
11
12
13
14
15
16
17
18
Totais Pontos
Controlados
ED
1
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
Seco
2 posições
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
QFAC
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
EA SA ED SD
3
3
9
3
QA-8 – 4º Pavimento
Pont
o
1
2
3
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC-
Tipo
ED
Qt
d
1
Modelo
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
50
CC 2015/1893(7417)
7
20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
ED
1
ED
1
ED
1
4
5
6
11
12
13
14
15
16
17
18
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
EA SA ED SD
3
3
9
3
Totais Pontos
Controlados
QA-9 – 5º Pavimento
Pont
o
1
2
3
4
5
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Tipo
ED
Qt
d
1
Modelo
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
SD
1
C9011002
1
C9011002
Rele de
interface
Rele de
interface
QFAC
SD
Contato
Seco
Contato
Seco
51
QFAC
CC 2015/1893(7417)
6
SD
1
C9011002
7
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
ED
1
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
ED
1
ED
1
ED
1
11
12
13
14
15
16
17
18
Totais Pontos
Controlados
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Rele de
interface
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
QFAC
Tipo
Descrição
Local
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
QFAC
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
EA SA ED SD
3
3
9
3
QA-10 – 6º Pavimento
Pont
o
1
2
3
4
5
6
7
Descrição
Função
Chave
manual/auto FC18
Chave
manual/auto FC19
Chave
manual/auto FC20
Liga/Desliga FC18
Liga/Desliga FC19
Liga/Desliga FC20
Status FC-18
Tipo
ED
Qt
d
1
Modelo
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
ED
1
Contato
Seco
Chave Seletora
2 posições
QFAC
SD
1
C9011002
1
C9011002
SD
1
C9011002
ED
1
CSDSA1E0-1
Rele de
interface
Rele de
interface
Rele de
interface
Sensor de
corrente
QFAC
SD
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
Contato
Seco
52
QFAC
QFAC
QFAC
CC 2015/1893(7417)
8
Status FC-19
ED
1
9
Status FC-20
ED
1
10
Comando V2V
FC-18
Comando V2V
FC-19
Comando V2V
FC-20
Sensor Temp.
Retorno FC-18
Sensor Temp.
Retorno FC-19
Sensor Temp.
Retorno FC-20
Sensor Fluxo de
ar FC-18
Sensor Fluxo de
ar FC-19
Sensor Fluxo de
ar FC-20
SA
1
SA
1
Contato
Seco
Contato
Seco
0-10
Vdc
0-10Vdc
SA
1
0-10Vdc
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
EA
1
TE6314P-1
ED
1
ED
1
ED
1
11
12
13
14
15
16
17
18
Totais Pontos
Controlados
CSDSA1E0-1
CSDSA1E0-1
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
RTD Ni
1K
Sensor de
corrente
Sensor de
corrente
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Atuador de
Válvula
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
Sensor de
temperatura
EA SA ED SD
3
3
9
3
4.11.10 EXECUÇÃO
Deverão ser observados os afastamentos laterais, frontais e traseiros dos gabinetes
dos equipamentos para permitir a manutenção.
Deve ser prevista e tomada todas as precauções e medidas para evitar-se a
transmissão de ruídos e/ou vibrações dos equipamentos à estrutura do prédio.
Deverão ser executados todos os pontos de drenos previstos em projeto.
Todos os equipamentos: unidades condensadoras/compressoras (SPLIT SYSTEM)
ambiente, deverão ser montados sobre calços de borracha anti-vibração do tipo
pulsometra com dimensões 50 x 50 x 25cm.
Todas as unidades condensadoras e evaporadoras para dutos deverão ser montados
sobre amortecedores de vibração do tipo VIBRA-STOP.
Todas as portas entre ambientes climatizados e não climatizados deverão ser
providos de molas de retorno.
Todas as esquadrias de vidro externas existentes nas áreas climatizadas deverão ser
protegidas por persianas internas, ou cortina de cor média conforme a decisão da
engenharia do Banco.
53
QFAC
QFAC
Tubulação
Tubulação
Tubulação
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
Retorno
de Ar
CC 2015/1893(7417)
Fornecimento dos certificados de garantia de instalação e dos equipamentos por
período mínimo de 01 (um) ano e para os compressores pelo período mínimo de 03
(três) anos.
Fornecimento dos projetos originais de execução devidamente atualizados contendo
todas as eventuais modificações ocorridas durante a obra “AS BUILT”.
Não foram efetuadas outras alterações no Instrumento convocatório.
BANCO DO BRASIL S.A.
DINOP/CENOP LOGÍSTICA BELO HORIZONTE/LICITAÇÃO (MG)
Alessandro Jardim de Almeida
Presidente Interino da Comissão de Licitação
54
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Errata - Banco do Brasil