UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
GRUPO DE PESQUISA HIDRÁULICA E SANEAMENTO
TÍTULO DO PROJETO: Estudo da variação espacial e temporal da taxa de
sedimentação para determinação da vida útil do manancial (Lago Água Preta)
utilizado no abastecimento de água da Região metropolitana de Belém-PA.
INSTITUIÇÃO PROPONENTE: Universidade Federal do Pará.
COORDENADOR: Prof. Dr. José Almir Rodrigues Pereira
Belém – PA
2007
EQUIPE TÉCNICA:
ƒ
Prof. Dr. José Almir Rodrigues Pereira – COORDENADOR. Professor do
Departamento de Hidráulica e Saneamento e do Mestrado em Engenharia
Civil da UFPA. Doutor em Hidráulica e Saneamento pela Escola de
Engenharia de São Carlos/ Universidade de São Paulo. Engenheiro
Sanitarista pela UFPA. Coordenador do Grupo de Pesquisa de Hidráulica e
Saneamento/ UFPA.
ƒ
Profa. Dra. Maria de Lourdes Souza Santos – Pesquisadora. Professora do
Curso de Engenharia de Pesca da UFPA, Campus de Bragança. Doutora
em Oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE.
Química Industrial pela UFPA. Pesquisadora do GPHS/UFPA.
ƒ
Marise Teles Condurú - Professora Substituta do Departamento de
Biblioteconomia do Centro Sócio-econômico; Professora do Programa de
Formação Interdisciplinar em Meio Ambiente/NUMA/UFPA; Mestre em
Ciência da Informação - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e
Tecnologia (IBICT)/UFRJ; Especialista em Documentação CientíficaIBICT/UFRJ; Biblioteconomista - UFPA.
ƒ
Lucy Anne C. Lobão Gutierrez - Doutoranda em Geologia-Linha de
Pesquisa Hidrogeologia - Curso de Pós-graduação em Geologia e
Geoquímica(CPGG) da UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de
Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista UFPA.
ƒ
Jaqueline Maria Soares - Professora da Área de Meio Ambiente do Centro
Federal de Educação Tecnológica (CEFET)/PA; Doutoranda em
Engenharia de Recursos Naturais - PDERN / UFPA; Mestre em Engenharia
Civil - Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental- PPGEC/UFPA;
Engenheira Sanitarista - UFPA
ƒ
Valdinei Mendes da Silva - Professor substituto do Departamento de
Engenharia Sanitária e Ambiental/UFPA; Doutorando em Geologia-Linha de
Pesquisa Hidrogeologia - Curso de Pós-graduação em Geologia e
Geoquímica (CPGG) da UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de
Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Especialista em Gestão
Ambiental - Núcleo de Meio Ambiente (NUMA) da UFPA (em andamento);
Engenheiro Sanitarista - UFPA.
ƒ
Ana Júlia Soares Barbosa - Professora substituta do Departamento de
Engenharia Sanitária e Ambiental/UFPA; Doutoranda em Engenharia de
Recursos Naturais - PDERN / UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de
Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista UFPA.
2
ƒ
Gilberto Caldeira Barreto- Doutorando do Programa de Doutorado em
Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia - PDERN/UFPA Mestre e m
Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental PPGEC/UFPA; Especialista em Pesquisa Aplicada às Ciências da Saúde Núcleo de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão de Medicina (NUPEM) da
Universidade do Estado do Pará (UEPA); Engenheiro Sanitarista - UFPA.
ƒ
Monique Sandra Oliveira Dias- Mestranda em Engenharia Civil-Linha de
Pesquisa Saneamento Ambientale e recursos hídricos - PPGEC/UFPA;
Engenheira Sanitarista - UFPA.
ƒ
Silvana do Socorro Veloso Sodré – Pesquisadora. Química Industrial pela
UFPA. Mestranda em Ciências do Meio Ambiente pela UFPA/ Centro de
Geociências. Pesquisadora do GPHS/UFPA.
ƒ
Rosiane do Rosário de Sousa. Especialista em Gestão Ambiental da UFPA/
Núcleo de Meio Ambiente. Engenheira Sanitarista pela UFPA.
ƒ
Igor Charles Castor Alves – Estagiário. Aluno do Curso de Graduação em
Oceanografia da UFPA.
ƒ
Marcus Tavares de Miranda – Estagiário. Aluno do Curso de Graduação em
Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA.
ƒ
Aldenor de Jesus Queiroz Júnior – Estagiário. Aluno do Curso de
Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA.
3
1 INTRODUÇÃO
Normalmente são identificados problemas ambientais nos ecossistemas
aquáticos de áreas urbanas, os quais podem ocorrer por efluentes sem tratamento
prévio provenientes de atividades industriais e domésticas. Esses resíduos sólidos
e líquidos ocasionam entre outros fatores, aumento da turbidez e no transporte de
sedimentos na massa líquida.
Carvalho (1994) observa que os sedimentos são partículas derivadas da
rocha ou de materiais biológicos que podem ser transportados pela água ou pelo
vento aos locais de deposição. Segundo Rosa et al (1991) essas partículas podem
ser originadas de fontes autóctones ou alóctones em lagos ou oceanos, sendo que
a contribuição do rio é a principal fonte alóctone para os lagos.
A avaliação do material sedimentado na zona pelágica do lago é importante
para a produção biológica, a identificação de restos de algas e zooplâncton, e para
a determinação da taxa de sedimentação (WHITE & WETZEL, 1973). Além disso,
o material sedimentado contribui para o processo de eutrofização de lagos e
reservatórios, pois o material orgânico transportado para dentro do lago é
decomposto, ocasionando o consumo do oxigênio disponível e a liberação de
nutrientes.
Por meio de processos biológicos, químicos, físicos e mecânicos, os
nutrientes podem retornar do sedimento para a coluna d’água, com a taxa de
ciclagem desses nutrientes sendo influenciada pelas condições hidrológicas, pela
morfologia do lago, pelo tempo de residência da água, pelo regime de
temperaturas e pelo tamanho e densidade das partículas (FORSBERG, 1989).
Assim, o conhecimento das interações entre o sedimento e a massa líquida
é essencial para o gerenciamento e manejo da qualidade da água de lagos
eutróficos, pois, mesmo depois de reduzir a entrada externa de efluentes, há
sempre dificuldades causadas pela liberação dos nutrientes do sedimento para a
coluna d’água (DRISCOLI, 1993).
Nesse contexto, o estudo do lago Água Preta, manancial de abastecimento
de água da cidade de Belém, é relevante por já ter recebido efluentes indevidos
4
(esgoto sanitário e resíduos industriais) e pela sua importância no sistema de
abastecimento de água de cerca de 1.000.000 de habitantes.
De acordo com a Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA (2004),
o lago Água Preta teve inicialmente 6,0 x 106 m3 de volume para acumulação de
água, tendo sido ampliado para permitir reserva de 10,55 x 106 m3, com sistema
de comportas destinado ao controle da saída de água em canal a céu aberto, que,
por gravidade, conduz a água até o lago Bolonha, local em que está instalada a
Estação de Tratamento de Água do Bolonha (capacidade de tratamento de 6,4
m3/s na 2ª fase), conforme mostrado na Figura 1.
Figura 1: Sistema de captação e armazenamento de água superficial (COSANPA,
2004).
Os lagos Bolonha e Água Preta estão localizados na área fisiográfica do
Utinga (região metropolitana de Belém - PA) e são formados pela barragem de
algumas nascentes e igarapés dessa região, tendo reforço da água transportada
por adutora que recebe água bruta bombeada do rio Guamá (RIBEIRO, 1992).
No lago Água Preta ainda existe uma larga faixa de vegetação, que serve
de proteção natural, tendo três nascentes, designadas como n° 3, n° 4 e n° 5. A
nascente n° 3 é localizada nas proximidades de conjunto residencial, de indústrias,
5
de clubes recreativos e imóveis de ocupação residencial, portanto, sujeita a
lançamentos indevidos de efluentes. A nascente n° 4 localiza-se fora dos limites
do Utinga, enquanto a nascente n°5 entra cerca de 750 m em área da Companhia
de Saneamento do Pará - COSANPA (RIBEIRO, 1992).
Com o objetivo de preservar os mananciais e a área de entorno, em maio
de 1993, por meio do Decreto Estadual Nº 1.551, foi implantada a área de
Proteção Ambiental dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém (APA),
com aproximadamente 10.000 hectares. No dia 23 de março de 2003 foi realizado
um encontro promovido pelo Fórum dos Lagos, que consolidou o movimento e
integrou novas entidades de Bairros do entorno. Onde foi ressaltada a importância
da preservação da área e as possibilidades de melhor convivência entre famílias e
o meio ambiente naquele espaço (JUNIOR; COSTA apud SARAIVA, 2005).
Apesar do esforço para proteção dos lagos Água Preta e Bolonha, a
COSANPA já detectou indícios de poluição desses mananciais, o que resultou em
aumento nos custos do tratamento da água. De acordo com SANTOS et al.
(2007), com base no cálculos feitos com Índice de Estado Trófico, os referidos
lagos encontram-se em condições eutróficas. Segundo esses autores durante o
período de maior precipitação o aumento do teor de clorofila a pode ser
relacionado ao aumento das formas de fósforo nos mananciais, enquanto, as
formas nitrogenadas encontram-se disponíveis durante o ano todo.
Desse modo, a presente pesquisa pretende determinar a taxa de
sedimentação do material em suspensão no Lago Água Preta, avaliando a
influência dos nutrientes totais e dissolvidos transportados a partir da estação
elevatória de água bruta do rio Guamá; e relacionar esses valores com a altura útil
e a capacidade de armazenamento desse manancial do sistema de abastecimento
de água da cidade de Belém.
6
2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo Geral
O objetivo é avaliar a taxa de sedimentação em escala espacial e temporal
do Lago Água Preta, manancial utilizado para o abastecimento da Região
Metropolina de Belém (PA) e localizado em área urbana da cidade.
2.2 Objetivos Específicos
ƒ Avaliar a taxa de sedimentação no lago Água Preta em escala espacial e
temporal, determinando as áreas de maior aporte e sedimentação, bem
como os períodos de maior contribuição de material para o sistema e os
fatores a ele associados;
ƒ Quantificar dentro do material sedimentado, sólidos em suspensão (total,
orgânico e inorgânico), nutrientes totais (nitrogênio e fósforo total) e
dissolvidos (nitrato, nitrito, N-amoniacal, fosfato), e clorofila a em
decorrência da entrada da entrada e sedimentação do material oriundo do
rio Guamá;
ƒ Obter dados de temperatura, pH, oxigênio dissolvido, turbidez na câmara de
sedimentação;
ƒ Coletar amostras de sedimentos para determinar a granulometria e a
matéria orgânica;
ƒ Estabelecer uma relação entre as características hidrológicas e o processo
de sedimentação;
ƒ Comparar os dados da taxa de sedimentação com a batimetria do lago
Água Preta descrita na literatura.
7
3 MATERIAL E MÉTODOS
3.1 Câmara de sedimentação
Essa técnica será feita conforme descrito em LEITE (1998). Serão
adquiridas câmaras de sedimentação (Figura 2) de tubos de PVC de 0,10 m de
diâmetro por 0,30 m de comprimento e volume de 2,2 litros, as quais serão
dispostas verticalmente na coluna de água do Lago Água Preta.
Figura 2: Câmara de sedimentação (Fonte: LEITE, 1998).
3.2 Taxa de sedimentação de material particulado, clorofila a, nutrientes
totais e dissolvidos na câmara de sedimentação
Dez câmaras de sedimentação serão dispostas verticalmente na coluna
d’água a 30% da profundidade total de cada estação de coleta (Figura 3). Com
intervalo de dois em dois meses, entre fevereiro de 2008 a janeiro de 2009.
Antes de serem incubadas as câmaras serão preenchidas com água
destilada, evitando-se assim a deposição de material antes do inicio do
experimento. Posteriormente, as câmaras serão colocadas na profundidade
estabelecida, sendo amarradas a um flutuador de madeira bóias, sendo este
ancorado em cada estação de coleta, permitindo, desta forma, avaliar a diferença
8
espacial da sedimentação do material produzido, bem como as contribuições do
principal tributário.
Figura 3: Localização dos pontos onde serão colocadas as câmaras de
sedimentação no Lago Água Preta (Fonte: ALVES, 2007).
O tempo de exposição das câmaras será de 24 horas (ciclo diário), o
mesmo utilizado por LEITE (1998).
Após o período de incubação de 24 horas, os experimentos serão retirados
e o conteúdo das câmaras será recolhido em galões de 10 litros, sendo levados ao
laboratório para análise da quantidade de sólidos em suspensão (total, orgânico e
inorgânico), nutrientes totais e dissolvidos, clorofila a, oxigênio dissolvido e
turbidez. Ainda em campo, serão obtidos dados de pH e temperatura.
Os métodos utilizados para determinar temperatura, pH, oxigênio
dissolvido, turbidez, nitrogênio total, nitrato, nitrito, N-amoniacal, fósforo total,
fosfato, sólidos em suspensão (total, orgânico e inorgânico) encontram-se listados
na tabela 1. Todas as análises serão feitas no Laboratório de Controle de
Resíduos da Universidade Federal do Pará.
9
Tabela 01: Métodos que serão empregados para determinações dos parâmetros
abióticos na coluna de água.
Parâmetro
Método
Temperatura
termômetro digital modelo TE-300
pH
pHmetro da marca PHTEK, modelo PH-100
Oxigênio dissolvido
Winkler descrito em STRICKLAND e PARSONS (1972)
Turbidez
Turbidímetro da marca HACH 2100P
Nutrientes
Sólidos em suspensão
APHA (1976)
SILVA & OLIVEIRA (2001)
(total, orgânico e inorgânico)
Clorofila a
TEIXEIRA (1973)
No laboratório, o conteúdo dos galões será homogeneizado e um volume
conhecido de água será filtrado em filtros do tipo GF/C Whatman. A taxa de
sedimentação do material particulado será determinada pela quantidade de
material da amostra filtrada, corrigida para o volume médio das câmaras de
sedimentação, expressando os valores em unidade de área (cm2) e de tempo
(período de incubação). A taxa de sedimentação será determinada pela seguinte
fórmula (LEITE, 1998): TS = (Vc x C)/ (Ac x T)
Onde:
Vc = volume das câmaras de sedimentação (2,2 litros);
C = concentração de sólidos em suspensão dentro das câmaras (mg.L-1);
Ac = área da superfície de abertura da câmara de sedimentação (78,54 cm2);
T = tempo em dias.
3.3 Cálculo da vida útil do reservatório
Para o cálculo de vida útil do reservatório será determinado inicialmente à
quantidade de material depositado (kg/ano) em cada estação de coleta. Em
seguida será determinada a densidade aparente do sedimento, segundo
metodologia descrita em TRINDADE (1980), obtendo-se a deposição do material
em cm.ano-1. Considera-se para esse cálculo, o assoreamento total de cada
estação de coleta, com relação às respectivas profundidades (LEITE, 1998).
10
3.4 Sedimento
Amostras de sedimento serão coletadas com a utilização de busca-fundo
para determinação da matéria orgânica (segundo LORING & RANTALA, 1992) e
análise granulométrica (descritos em SUGUIO apud FIGUEIREDO et al., 1995).
3.5 Tratamento de dados
Os dados serão analisados por métodos de estatística descritiva e da
análise de componentes principais.
Na análise de componentes principais (ACP) as variáveis originais são
linearmente combinadas com o objetivo de projetar o máximo de informação no
menor número de dimensões. A informação total contida no conjunto de dados de
partida é quantificada pela matriz de covariância. A primeira componente principal
(PC1) é a direção de máxima variância e, portanto, de máxima informação no
espaço multidimensional original. A segunda componente (PC2) é ortogonal a PC1
e corresponde ao eixo que explica o máximo possível da informação que não pôde
ser representada pela primeira componente. Juntas, PC1 e PC2 definem o plano
de máxima informação no espaço multidimensional. Se as variáveis apresentarem
muitas correlações significativas, é possível que esse plano já contenha
informação suficiente para permitir inferir os padrões de associação existentes nos
dados de partida (MASSART et al., 1998).
4 CRONOGRAMA
2008
2009
1ºsemestre
2º semestre
1º semestre
Levantamento bibliográfico
X
X
X
Coletas em campo
X
X
Análises em laboratório
X
X
Processamento dos dados
X
X
X
Relatório Final
X
Publicação
X
Participação em eventos
X
X
11
5 ORÇAMENTO
5. 1 Custeio
MATERIAL DE CONSUMO
Quantidade
Custo
Unitário
R$ 4.986,55
Custo
Total
Cádmio da marca FLUKA 0,3-1,5 mm
01
900,00
900,00
Filtro da Whatmann 0,45 μm
02
589,00
1.178,00
Mineral Est. 50 Ml
01
69,45
69,45
Nessler reagent 500 Ml
01
221,70
221,70
Álcool Polivinil 50 mL
01
57,65
57,65
TKN Indicator sol. 50 Ml
01
55,15
55,15
Ácido Clorídrico
02
60,00
120,00
Ácido sulfúrico
01
87,00
87,00
Cloreto de manganês
01
120,00
120,00
Hidróxido de sódio 1000 g
01
50,00
50,00
Solução pH 4,0
01
30,00
30,00
Solução pH 7,0
01
30,00
30,00
Solução pH 10,00
01
30,00
30,00
Pipeta volumétrica de 50 mL
05
36,00
180,00
Proveta 50 mL com tampa esmerilhada
50
21,00
105,00
Proveta 100 mL com tampa esmerilhada
20
25,33
506,60
Frasco âmbar com tampa esmerilhada
20
14,70
294,00
Resma de papel A4
10
15,00
150,00
Tonner impressora laser
01
230,00
230,00
Jato de tinta impressora HP 2510 preto e colorido
02
111,00
222,00
Papel toalha
10 pacotes
2,00
20,00
Papel Interfolha
10 pacotes
6,00
60,00
Luva
10 caixas
15,00
150,00
Papel Klin
10 caixas
2,00
20,00
Fita adesiva
05
4,00
20,00
Álcool
10
8,00
80,00
Especificações
12
SERVIÇOS DE TERCEIRO.
Especificações
Câmara de sedimentação mais sistema de bóias
Quantidade
10
PASSAGENS E DIÁRIAS.
Especificações
Quantidade
Diárias
10
Passagens
04
R$ 3.000,00
Custo
Custo
Unitário
Total
300,00
3.000,00
R$ 4.470,73
Custo
Custo
Unitário
Total
187,83
1.870,83
2.600,00
5.2 Capital
MATERIAL BIBLIOGRÁFICO
R$ 1.000,00
EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE.
Especificações
Quantidade
Custo
Unitário
Computador. Intel Pentium 4 640 (3,2GHz),
memória de 1GB, HD de 160GB, Gravadora de
CD/DVD, vídeo, rede e som onboard. Acompanha
teclado, mouse, caixas de som e Sistema
operacional Microsoft Windows Vista Starter Edition
OEM - Português. Com monitor LCD de 17”.
Digestor Digesdahl. Marca: HACH.
Busca-fundo
Estufa de secagem
02
2.000,00
01
01
01
9.000,00
2.000,00
1.200,00
R$ 16.200,00
Custo
Total
4.000,00
9.000,00
2.000,00
1.200,00
13
6 DISPONIBILIDADE DE INFRA-ESTRUTURA ADEQUADA À EXECUÇÃO DA
PROPOSTA
Na tabela 1 estão colocados os equipamentos disponíveis no Laboratório
de Controle de Resíduos da Universidade Federal do Pará.
Tabela 1: Equipamentos existentes no Laboratório de Controle de Resíduos da
Universidade Federal do Pará.
ITEM
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14. c
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
26.
27.
28.
29.
30.
31.
32.
EQUIPAMENTO
Quantidade
Agitador magnético 110V QUIMIS modelo: 221.1
02
Autoclave vertical
Balança Analítica 220 g
Balança eletrônica semi analítica ACCULAB 300g
Banho de areia NOVA ÉTICA 110V.
Banho Maria QUIMIS
Bloco digestor de N
Bomba de vácuo
Bureta digital 50ml HIRSCHMANN
Capela de exaustão de gases
Centrífuga cruzeta horizontal
Chapa aquecedora
Colilert seladora
Espectrofotometro HACH
Condutivímetro c/ suporte ONDA TCP-01 110V
Deionizador de água Ø= 5L/h
Destilador de água Ø= 5L/h
Disco de Secchi
Estufa de cultura - bacteriológica
Estufa de secagem e Esterelização
Forno mufla
Freezer vertical CONSUL 187Litros
Garrafa de Niskin p/ coleta hidrológicas.
Geladeira Biplex 390 L
Incubadora BOD LICIT
Jar test
Kit para floculação/saturador Ts 600
Medidor de OD oximetro.
pHmetro Bancada ONDA 110V
pHmetro portátil p/ campo
Reator de DQO 110V
Turbidímetro HACH modelo 2100p
01
03
02
01
02
01
02
02
01
01
01
01
02
01
01
02
01
01
02
02
01
02
01
01
02
01
01
01
02
01
01
14
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALVES, I.C.C. Avaliação das formas de fósforo na água do Lago Água Preta
(Belém - Pará). 2007. 61 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em
Oceanografia) – Faculdade de Oceanografia, Universidade Federal do Pará.
Belém, 2007.
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CARVALHO, N.O. Hidrossedimentologia Prática. Rio de Janeiro: CPRM, 1994,
372 p.
COMPANHIA DE SANEAMENTO DO ESTADO DO PARÁ - COSANPA. Visita
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DRISCOLI, C.T. et al. Supply of phosphorus to the column of productive hardwater
lake: controlling mechanisms and management considerations. Hydrobiologia, v.
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FIGUEIREDO, A. et al. Padrões Mínimos Metodológicos para as Pesquisas do
Programa “Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona
Econôminca Exclusiva – REVIZEE”. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos
Hídricos e da Amazônia Legal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis, Diretória de Incentivo à Pesquisa e Divulgação.
Brasília. 53p, 1995.
FORSBERG, C. Importance of sediments in understanding nutrient cycling in
lakes. Hydrobiologia, v. 176/177, p. 263 – 277,1989.
LEITE, M.A. Variação especial e temporal da taxa de sedimentação no
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Ciências da Engenharia Ambiental) – Escola de Engenharia de São Carlos, da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
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MASSART, D. L. et al. Handbook of Chemometrics and Qualimetrics.
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RIBEIRO, H.M.C. Avaliação da qualidade da água dos lagos Bolonha e Água
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Universidade Federal do Pará. Centro de Geociências. (Dissertação de Mestrado).
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15
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ALVES, I.C.C. Qualidade da água superficial dos mananciais de
abastecimento da Região Metropolitana de Belém – Pará. Revista Brasileira de
Recursos Hídricos. Submetido 2007.
SARAIVA, A.L.L. Estudo dos Lagos Bolonha e Água Preta (Belém-Pará):
Levantamento Bibliográfico das Condições Ambientais. 2005. 68 f. Trabalho
de Conclusão de Curso (Especialização em Gerenciamento Ambiental) -.Núcleo
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SILVA, S.A.; OLIVEIRA, R. Manual de analyses físico-químicas de águas de
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STRICKLAND, J. D. H.; PARSONS, T. R. A practical handbook of sea water
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TEIXEIRA, C. Introdução aos métodos para medir a produção primária do
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TRINDADE, M. Nutrientes em sedimentos da represa do Broa: Brotas –
Itirapina. 1980. 219 f. Dissertação Mestrado. Universidade Federal de São Carlos.
São Carlos, 1980.
WHITE, W.S.; WETZEL, R.G. A modified sedimentation trap. Limnol. Oceanogr.,
v. 18, p.986 – 988, 1973
16
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