UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ GRUPO DE PESQUISA HIDRÁULICA E SANEAMENTO TÍTULO DO PROJETO: Estudo da variação espacial e temporal da taxa de sedimentação para determinação da vida útil do manancial (Lago Água Preta) utilizado no abastecimento de água da Região metropolitana de Belém-PA. INSTITUIÇÃO PROPONENTE: Universidade Federal do Pará. COORDENADOR: Prof. Dr. José Almir Rodrigues Pereira Belém – PA 2007 EQUIPE TÉCNICA: Prof. Dr. José Almir Rodrigues Pereira – COORDENADOR. Professor do Departamento de Hidráulica e Saneamento e do Mestrado em Engenharia Civil da UFPA. Doutor em Hidráulica e Saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos/ Universidade de São Paulo. Engenheiro Sanitarista pela UFPA. Coordenador do Grupo de Pesquisa de Hidráulica e Saneamento/ UFPA. Profa. Dra. Maria de Lourdes Souza Santos – Pesquisadora. Professora do Curso de Engenharia de Pesca da UFPA, Campus de Bragança. Doutora em Oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Química Industrial pela UFPA. Pesquisadora do GPHS/UFPA. Marise Teles Condurú - Professora Substituta do Departamento de Biblioteconomia do Centro Sócio-econômico; Professora do Programa de Formação Interdisciplinar em Meio Ambiente/NUMA/UFPA; Mestre em Ciência da Informação - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/UFRJ; Especialista em Documentação CientíficaIBICT/UFRJ; Biblioteconomista - UFPA. Lucy Anne C. Lobão Gutierrez - Doutoranda em Geologia-Linha de Pesquisa Hidrogeologia - Curso de Pós-graduação em Geologia e Geoquímica(CPGG) da UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista UFPA. Jaqueline Maria Soares - Professora da Área de Meio Ambiente do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET)/PA; Doutoranda em Engenharia de Recursos Naturais - PDERN / UFPA; Mestre em Engenharia Civil - Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental- PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista - UFPA Valdinei Mendes da Silva - Professor substituto do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental/UFPA; Doutorando em Geologia-Linha de Pesquisa Hidrogeologia - Curso de Pós-graduação em Geologia e Geoquímica (CPGG) da UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Especialista em Gestão Ambiental - Núcleo de Meio Ambiente (NUMA) da UFPA (em andamento); Engenheiro Sanitarista - UFPA. Ana Júlia Soares Barbosa - Professora substituta do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental/UFPA; Doutoranda em Engenharia de Recursos Naturais - PDERN / UFPA; Mestre em Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental - PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista UFPA. 2 Gilberto Caldeira Barreto- Doutorando do Programa de Doutorado em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia - PDERN/UFPA Mestre e m Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambiental PPGEC/UFPA; Especialista em Pesquisa Aplicada às Ciências da Saúde Núcleo de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão de Medicina (NUPEM) da Universidade do Estado do Pará (UEPA); Engenheiro Sanitarista - UFPA. Monique Sandra Oliveira Dias- Mestranda em Engenharia Civil-Linha de Pesquisa Saneamento Ambientale e recursos hídricos - PPGEC/UFPA; Engenheira Sanitarista - UFPA. Silvana do Socorro Veloso Sodré – Pesquisadora. Química Industrial pela UFPA. Mestranda em Ciências do Meio Ambiente pela UFPA/ Centro de Geociências. Pesquisadora do GPHS/UFPA. Rosiane do Rosário de Sousa. Especialista em Gestão Ambiental da UFPA/ Núcleo de Meio Ambiente. Engenheira Sanitarista pela UFPA. Igor Charles Castor Alves – Estagiário. Aluno do Curso de Graduação em Oceanografia da UFPA. Marcus Tavares de Miranda – Estagiário. Aluno do Curso de Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA. Aldenor de Jesus Queiroz Júnior – Estagiário. Aluno do Curso de Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental da UFPA. 3 1 INTRODUÇÃO Normalmente são identificados problemas ambientais nos ecossistemas aquáticos de áreas urbanas, os quais podem ocorrer por efluentes sem tratamento prévio provenientes de atividades industriais e domésticas. Esses resíduos sólidos e líquidos ocasionam entre outros fatores, aumento da turbidez e no transporte de sedimentos na massa líquida. Carvalho (1994) observa que os sedimentos são partículas derivadas da rocha ou de materiais biológicos que podem ser transportados pela água ou pelo vento aos locais de deposição. Segundo Rosa et al (1991) essas partículas podem ser originadas de fontes autóctones ou alóctones em lagos ou oceanos, sendo que a contribuição do rio é a principal fonte alóctone para os lagos. A avaliação do material sedimentado na zona pelágica do lago é importante para a produção biológica, a identificação de restos de algas e zooplâncton, e para a determinação da taxa de sedimentação (WHITE & WETZEL, 1973). Além disso, o material sedimentado contribui para o processo de eutrofização de lagos e reservatórios, pois o material orgânico transportado para dentro do lago é decomposto, ocasionando o consumo do oxigênio disponível e a liberação de nutrientes. Por meio de processos biológicos, químicos, físicos e mecânicos, os nutrientes podem retornar do sedimento para a coluna d’água, com a taxa de ciclagem desses nutrientes sendo influenciada pelas condições hidrológicas, pela morfologia do lago, pelo tempo de residência da água, pelo regime de temperaturas e pelo tamanho e densidade das partículas (FORSBERG, 1989). Assim, o conhecimento das interações entre o sedimento e a massa líquida é essencial para o gerenciamento e manejo da qualidade da água de lagos eutróficos, pois, mesmo depois de reduzir a entrada externa de efluentes, há sempre dificuldades causadas pela liberação dos nutrientes do sedimento para a coluna d’água (DRISCOLI, 1993). Nesse contexto, o estudo do lago Água Preta, manancial de abastecimento de água da cidade de Belém, é relevante por já ter recebido efluentes indevidos 4 (esgoto sanitário e resíduos industriais) e pela sua importância no sistema de abastecimento de água de cerca de 1.000.000 de habitantes. De acordo com a Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA (2004), o lago Água Preta teve inicialmente 6,0 x 106 m3 de volume para acumulação de água, tendo sido ampliado para permitir reserva de 10,55 x 106 m3, com sistema de comportas destinado ao controle da saída de água em canal a céu aberto, que, por gravidade, conduz a água até o lago Bolonha, local em que está instalada a Estação de Tratamento de Água do Bolonha (capacidade de tratamento de 6,4 m3/s na 2ª fase), conforme mostrado na Figura 1. Figura 1: Sistema de captação e armazenamento de água superficial (COSANPA, 2004). Os lagos Bolonha e Água Preta estão localizados na área fisiográfica do Utinga (região metropolitana de Belém - PA) e são formados pela barragem de algumas nascentes e igarapés dessa região, tendo reforço da água transportada por adutora que recebe água bruta bombeada do rio Guamá (RIBEIRO, 1992). No lago Água Preta ainda existe uma larga faixa de vegetação, que serve de proteção natural, tendo três nascentes, designadas como n° 3, n° 4 e n° 5. A nascente n° 3 é localizada nas proximidades de conjunto residencial, de indústrias, 5 de clubes recreativos e imóveis de ocupação residencial, portanto, sujeita a lançamentos indevidos de efluentes. A nascente n° 4 localiza-se fora dos limites do Utinga, enquanto a nascente n°5 entra cerca de 750 m em área da Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA (RIBEIRO, 1992). Com o objetivo de preservar os mananciais e a área de entorno, em maio de 1993, por meio do Decreto Estadual Nº 1.551, foi implantada a área de Proteção Ambiental dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém (APA), com aproximadamente 10.000 hectares. No dia 23 de março de 2003 foi realizado um encontro promovido pelo Fórum dos Lagos, que consolidou o movimento e integrou novas entidades de Bairros do entorno. Onde foi ressaltada a importância da preservação da área e as possibilidades de melhor convivência entre famílias e o meio ambiente naquele espaço (JUNIOR; COSTA apud SARAIVA, 2005). Apesar do esforço para proteção dos lagos Água Preta e Bolonha, a COSANPA já detectou indícios de poluição desses mananciais, o que resultou em aumento nos custos do tratamento da água. De acordo com SANTOS et al. (2007), com base no cálculos feitos com Índice de Estado Trófico, os referidos lagos encontram-se em condições eutróficas. Segundo esses autores durante o período de maior precipitação o aumento do teor de clorofila a pode ser relacionado ao aumento das formas de fósforo nos mananciais, enquanto, as formas nitrogenadas encontram-se disponíveis durante o ano todo. Desse modo, a presente pesquisa pretende determinar a taxa de sedimentação do material em suspensão no Lago Água Preta, avaliando a influência dos nutrientes totais e dissolvidos transportados a partir da estação elevatória de água bruta do rio Guamá; e relacionar esses valores com a altura útil e a capacidade de armazenamento desse manancial do sistema de abastecimento de água da cidade de Belém. 6 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral O objetivo é avaliar a taxa de sedimentação em escala espacial e temporal do Lago Água Preta, manancial utilizado para o abastecimento da Região Metropolina de Belém (PA) e localizado em área urbana da cidade. 2.2 Objetivos Específicos Avaliar a taxa de sedimentação no lago Água Preta em escala espacial e temporal, determinando as áreas de maior aporte e sedimentação, bem como os períodos de maior contribuição de material para o sistema e os fatores a ele associados; Quantificar dentro do material sedimentado, sólidos em suspensão (total, orgânico e inorgânico), nutrientes totais (nitrogênio e fósforo total) e dissolvidos (nitrato, nitrito, N-amoniacal, fosfato), e clorofila a em decorrência da entrada da entrada e sedimentação do material oriundo do rio Guamá; Obter dados de temperatura, pH, oxigênio dissolvido, turbidez na câmara de sedimentação; Coletar amostras de sedimentos para determinar a granulometria e a matéria orgânica; Estabelecer uma relação entre as características hidrológicas e o processo de sedimentação; Comparar os dados da taxa de sedimentação com a batimetria do lago Água Preta descrita na literatura. 7 3 MATERIAL E MÉTODOS 3.1 Câmara de sedimentação Essa técnica será feita conforme descrito em LEITE (1998). Serão adquiridas câmaras de sedimentação (Figura 2) de tubos de PVC de 0,10 m de diâmetro por 0,30 m de comprimento e volume de 2,2 litros, as quais serão dispostas verticalmente na coluna de água do Lago Água Preta. Figura 2: Câmara de sedimentação (Fonte: LEITE, 1998). 3.2 Taxa de sedimentação de material particulado, clorofila a, nutrientes totais e dissolvidos na câmara de sedimentação Dez câmaras de sedimentação serão dispostas verticalmente na coluna d’água a 30% da profundidade total de cada estação de coleta (Figura 3). Com intervalo de dois em dois meses, entre fevereiro de 2008 a janeiro de 2009. Antes de serem incubadas as câmaras serão preenchidas com água destilada, evitando-se assim a deposição de material antes do inicio do experimento. Posteriormente, as câmaras serão colocadas na profundidade estabelecida, sendo amarradas a um flutuador de madeira bóias, sendo este ancorado em cada estação de coleta, permitindo, desta forma, avaliar a diferença 8 espacial da sedimentação do material produzido, bem como as contribuições do principal tributário. Figura 3: Localização dos pontos onde serão colocadas as câmaras de sedimentação no Lago Água Preta (Fonte: ALVES, 2007). O tempo de exposição das câmaras será de 24 horas (ciclo diário), o mesmo utilizado por LEITE (1998). Após o período de incubação de 24 horas, os experimentos serão retirados e o conteúdo das câmaras será recolhido em galões de 10 litros, sendo levados ao laboratório para análise da quantidade de sólidos em suspensão (total, orgânico e inorgânico), nutrientes totais e dissolvidos, clorofila a, oxigênio dissolvido e turbidez. Ainda em campo, serão obtidos dados de pH e temperatura. Os métodos utilizados para determinar temperatura, pH, oxigênio dissolvido, turbidez, nitrogênio total, nitrato, nitrito, N-amoniacal, fósforo total, fosfato, sólidos em suspensão (total, orgânico e inorgânico) encontram-se listados na tabela 1. Todas as análises serão feitas no Laboratório de Controle de Resíduos da Universidade Federal do Pará. 9 Tabela 01: Métodos que serão empregados para determinações dos parâmetros abióticos na coluna de água. Parâmetro Método Temperatura termômetro digital modelo TE-300 pH pHmetro da marca PHTEK, modelo PH-100 Oxigênio dissolvido Winkler descrito em STRICKLAND e PARSONS (1972) Turbidez Turbidímetro da marca HACH 2100P Nutrientes Sólidos em suspensão APHA (1976) SILVA & OLIVEIRA (2001) (total, orgânico e inorgânico) Clorofila a TEIXEIRA (1973) No laboratório, o conteúdo dos galões será homogeneizado e um volume conhecido de água será filtrado em filtros do tipo GF/C Whatman. A taxa de sedimentação do material particulado será determinada pela quantidade de material da amostra filtrada, corrigida para o volume médio das câmaras de sedimentação, expressando os valores em unidade de área (cm2) e de tempo (período de incubação). A taxa de sedimentação será determinada pela seguinte fórmula (LEITE, 1998): TS = (Vc x C)/ (Ac x T) Onde: Vc = volume das câmaras de sedimentação (2,2 litros); C = concentração de sólidos em suspensão dentro das câmaras (mg.L-1); Ac = área da superfície de abertura da câmara de sedimentação (78,54 cm2); T = tempo em dias. 3.3 Cálculo da vida útil do reservatório Para o cálculo de vida útil do reservatório será determinado inicialmente à quantidade de material depositado (kg/ano) em cada estação de coleta. Em seguida será determinada a densidade aparente do sedimento, segundo metodologia descrita em TRINDADE (1980), obtendo-se a deposição do material em cm.ano-1. Considera-se para esse cálculo, o assoreamento total de cada estação de coleta, com relação às respectivas profundidades (LEITE, 1998). 10 3.4 Sedimento Amostras de sedimento serão coletadas com a utilização de busca-fundo para determinação da matéria orgânica (segundo LORING & RANTALA, 1992) e análise granulométrica (descritos em SUGUIO apud FIGUEIREDO et al., 1995). 3.5 Tratamento de dados Os dados serão analisados por métodos de estatística descritiva e da análise de componentes principais. Na análise de componentes principais (ACP) as variáveis originais são linearmente combinadas com o objetivo de projetar o máximo de informação no menor número de dimensões. A informação total contida no conjunto de dados de partida é quantificada pela matriz de covariância. A primeira componente principal (PC1) é a direção de máxima variância e, portanto, de máxima informação no espaço multidimensional original. A segunda componente (PC2) é ortogonal a PC1 e corresponde ao eixo que explica o máximo possível da informação que não pôde ser representada pela primeira componente. Juntas, PC1 e PC2 definem o plano de máxima informação no espaço multidimensional. Se as variáveis apresentarem muitas correlações significativas, é possível que esse plano já contenha informação suficiente para permitir inferir os padrões de associação existentes nos dados de partida (MASSART et al., 1998). 4 CRONOGRAMA 2008 2009 1ºsemestre 2º semestre 1º semestre Levantamento bibliográfico X X X Coletas em campo X X Análises em laboratório X X Processamento dos dados X X X Relatório Final X Publicação X Participação em eventos X X 11 5 ORÇAMENTO 5. 1 Custeio MATERIAL DE CONSUMO Quantidade Custo Unitário R$ 4.986,55 Custo Total Cádmio da marca FLUKA 0,3-1,5 mm 01 900,00 900,00 Filtro da Whatmann 0,45 μm 02 589,00 1.178,00 Mineral Est. 50 Ml 01 69,45 69,45 Nessler reagent 500 Ml 01 221,70 221,70 Álcool Polivinil 50 mL 01 57,65 57,65 TKN Indicator sol. 50 Ml 01 55,15 55,15 Ácido Clorídrico 02 60,00 120,00 Ácido sulfúrico 01 87,00 87,00 Cloreto de manganês 01 120,00 120,00 Hidróxido de sódio 1000 g 01 50,00 50,00 Solução pH 4,0 01 30,00 30,00 Solução pH 7,0 01 30,00 30,00 Solução pH 10,00 01 30,00 30,00 Pipeta volumétrica de 50 mL 05 36,00 180,00 Proveta 50 mL com tampa esmerilhada 50 21,00 105,00 Proveta 100 mL com tampa esmerilhada 20 25,33 506,60 Frasco âmbar com tampa esmerilhada 20 14,70 294,00 Resma de papel A4 10 15,00 150,00 Tonner impressora laser 01 230,00 230,00 Jato de tinta impressora HP 2510 preto e colorido 02 111,00 222,00 Papel toalha 10 pacotes 2,00 20,00 Papel Interfolha 10 pacotes 6,00 60,00 Luva 10 caixas 15,00 150,00 Papel Klin 10 caixas 2,00 20,00 Fita adesiva 05 4,00 20,00 Álcool 10 8,00 80,00 Especificações 12 SERVIÇOS DE TERCEIRO. Especificações Câmara de sedimentação mais sistema de bóias Quantidade 10 PASSAGENS E DIÁRIAS. Especificações Quantidade Diárias 10 Passagens 04 R$ 3.000,00 Custo Custo Unitário Total 300,00 3.000,00 R$ 4.470,73 Custo Custo Unitário Total 187,83 1.870,83 2.600,00 5.2 Capital MATERIAL BIBLIOGRÁFICO R$ 1.000,00 EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE. Especificações Quantidade Custo Unitário Computador. Intel Pentium 4 640 (3,2GHz), memória de 1GB, HD de 160GB, Gravadora de CD/DVD, vídeo, rede e som onboard. Acompanha teclado, mouse, caixas de som e Sistema operacional Microsoft Windows Vista Starter Edition OEM - Português. Com monitor LCD de 17”. Digestor Digesdahl. Marca: HACH. Busca-fundo Estufa de secagem 02 2.000,00 01 01 01 9.000,00 2.000,00 1.200,00 R$ 16.200,00 Custo Total 4.000,00 9.000,00 2.000,00 1.200,00 13 6 DISPONIBILIDADE DE INFRA-ESTRUTURA ADEQUADA À EXECUÇÃO DA PROPOSTA Na tabela 1 estão colocados os equipamentos disponíveis no Laboratório de Controle de Resíduos da Universidade Federal do Pará. Tabela 1: Equipamentos existentes no Laboratório de Controle de Resíduos da Universidade Federal do Pará. ITEM 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. c 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. EQUIPAMENTO Quantidade Agitador magnético 110V QUIMIS modelo: 221.1 02 Autoclave vertical Balança Analítica 220 g Balança eletrônica semi analítica ACCULAB 300g Banho de areia NOVA ÉTICA 110V. Banho Maria QUIMIS Bloco digestor de N Bomba de vácuo Bureta digital 50ml HIRSCHMANN Capela de exaustão de gases Centrífuga cruzeta horizontal Chapa aquecedora Colilert seladora Espectrofotometro HACH Condutivímetro c/ suporte ONDA TCP-01 110V Deionizador de água Ø= 5L/h Destilador de água Ø= 5L/h Disco de Secchi Estufa de cultura - bacteriológica Estufa de secagem e Esterelização Forno mufla Freezer vertical CONSUL 187Litros Garrafa de Niskin p/ coleta hidrológicas. Geladeira Biplex 390 L Incubadora BOD LICIT Jar test Kit para floculação/saturador Ts 600 Medidor de OD oximetro. pHmetro Bancada ONDA 110V pHmetro portátil p/ campo Reator de DQO 110V Turbidímetro HACH modelo 2100p 01 03 02 01 02 01 02 02 01 01 01 01 02 01 01 02 01 01 02 02 01 02 01 01 02 01 01 01 02 01 01 14 7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, I.C.C. Avaliação das formas de fósforo na água do Lago Água Preta (Belém - Pará). 2007. 61 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Oceanografia) – Faculdade de Oceanografia, Universidade Federal do Pará. Belém, 2007. AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION. Standard methods for the examination of water and wastewater. 14. ed. Washington, 1976. 1193 p. CARVALHO, N.O. Hidrossedimentologia Prática. Rio de Janeiro: CPRM, 1994, 372 p. COMPANHIA DE SANEAMENTO DO ESTADO DO PARÁ - COSANPA. Visita Técnica nos Lagos Bolonha e Água Preta, 2004. DRISCOLI, C.T. et al. Supply of phosphorus to the column of productive hardwater lake: controlling mechanisms and management considerations. Hydrobiologia, v. 253, p. 61 – 72, 1993. FIGUEIREDO, A. et al. Padrões Mínimos Metodológicos para as Pesquisas do Programa “Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econôminca Exclusiva – REVIZEE”. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Diretória de Incentivo à Pesquisa e Divulgação. Brasília. 53p, 1995. FORSBERG, C. Importance of sediments in understanding nutrient cycling in lakes. Hydrobiologia, v. 176/177, p. 263 – 277,1989. LEITE, M.A. Variação especial e temporal da taxa de sedimentação no Reservatório de Salto Grande (Americana - SP) e sua influência sobre as características limnológicas do sistema. 1998. 164 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Engenharia Ambiental) – Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998. LORING, D.H.; RANTALA, R.T.T. Manual for the geochemical of marine sediments and suspended particulate matter. Earth. Science, Amsterdam, v. 32, p. 235- 283, 1992. MASSART, D. L. et al. Handbook of Chemometrics and Qualimetrics. Amsterdam: Elsevier, 1998. part A, cap. 17. RIBEIRO, H.M.C. Avaliação da qualidade da água dos lagos Bolonha e Água Preta, situados na área fisiográfica do Utinga (Belém-PA). Belém, Universidade Federal do Pará. Centro de Geociências. (Dissertação de Mestrado). 205 p, 1992. 15 ROSA, F. et al., Sampling the settling and suspended particulate matter. In: MUDROCH, A.; MACKNIGHT, S.D. Eds. Handbook of Techniques for Aquatic Sediments Sampling, CRC- Press. 199. SANTOS, M.L.S.; PEREIRA, J.A.R.; NETO, B.B.; VELOSO, S.S.; SOUSA, R.R.; ALVES, I.C.C. Qualidade da água superficial dos mananciais de abastecimento da Região Metropolitana de Belém – Pará. Revista Brasileira de Recursos Hídricos. Submetido 2007. SARAIVA, A.L.L. Estudo dos Lagos Bolonha e Água Preta (Belém-Pará): Levantamento Bibliográfico das Condições Ambientais. 2005. 68 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Gerenciamento Ambiental) -.Núcleo de Meio Ambiente, Universidade Federal do Pará. Belém,2005. SILVA, S.A.; OLIVEIRA, R. Manual de analyses físico-químicas de águas de abastecimento e residuárias. Campina Grande: O Autor. 2001, 266 p. STRICKLAND, J. D. H.; PARSONS, T. R. A practical handbook of sea water analysis. Bulletim Fisheries research board of Canada, Ottawa, n. 167, p. 1311, 1972. TEIXEIRA, C. Introdução aos métodos para medir a produção primária do fitoplâncton marinho. Boletim do Instituto Oceanográfico de São Paulo, São Paulo, v. 22, p. 59-92, 1973. TRINDADE, M. Nutrientes em sedimentos da represa do Broa: Brotas – Itirapina. 1980. 219 f. Dissertação Mestrado. Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, 1980. WHITE, W.S.; WETZEL, R.G. A modified sedimentation trap. Limnol. Oceanogr., v. 18, p.986 – 988, 1973 16