EXPERIÊNCIAS NO ESTÁGIO DOCENTE: OBSERVAÇÕES
ACERCA DO COTIDIANO DE INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO
INFANTIL
Acacia Silva Alcantara – Graduanda/UEPB
Danielly Muniz de Lima – Graduanda/UEPB
Glória Mª Leitão de Souza Melo – Orientadora/UEPB
RESUMO
Este trabalho tem por objetivo relatar experiências no Estágio Docente em Educação Infantil,
através do componente curricular Estágio III, realizado em duas Creches e Pré-Escolas do
Município de Campina Grande – PB, nos meses de setembro, outubro e novembro de 2011. Este
processo é caracterizado pela primeira etapa do estágio, antecedendo a efetiva atuação docente
em educação infantil. Assim, a observação do currículo e a prática pedagógica deste nível de
ensino, caracteriza a vivência dos/as alunos/as em campo de estágio. As observações ocorreram
através de visitas realizadas nas instituições de ensino, conversas com as professoras e
funcionários/as relacionadas com seu cotidiano escolar e suas respectivas experiências, e
pesquisa bibliográfica sobre o tema. Nessas instituições foi possível observar a estrutura física,
e seu funcionamento, a prática das professoras, sua forma de atuar em sala (com ou sem
planejamento) e o relacionamento de todos/as os/as funcionários/as com os/as alunos/as. Assim,
pretendemos descrever a análise das etapas vividas durante todo período de observação. Diante
disto, consideramos de fundamental importância à observação e colaboração realizada durante o
período de estágio, pois, sem elas, não teríamos a oportunidade de unir a teoria estudada em sala
com a realidade das práticas pedagógicas das instituições visitadas.
PALAVRAS-CHAVE: Educação infantil. Estágio. Prática Pedagógica.
Campina Grande, REALIZE Editora, 2012
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1. INTRODUÇÃO
O Estágio é um período de mudança pelo qual passa o estudante em formação. É
o local onde a identidade do profissional é construída, cujo objetivo é desenvolver uma
aprendizagem vivenciada através de observação e norteada pela ação de alguém mais
experiente, mas, com a finalidade de despertá-lo para uma ação reflexiva e crítica
construída sistematicamente.
Sendo assim, este trabalho objetiva relatar experiências decorrentes do estágio
docente em educação infantil, a partir de observações ao cotidiano e ao currículo desse
nível de ensino. Trata-se de um estagio que integra o componente curricular, Estágio III,
do curso de Pedagogia da Universidade Estadual da Paraíba, o qual foi realizado em
duas Creches e Pré-Escolas do Município de Campina Grande – PB, nos meses de
Setembro, Outubro e Novembro de 2011. Este componente curricular caracteriza-se
pelo período de observação às práticas curriculares da educação infantil. É um período
que representa a primeira etapa do estágio, antecedendo a efetiva atuação docente em
educação infantil. Assim, a observação ao currículo e a prática pedagógica deste nível
de ensino, caracteriza a vivência dos/as alunos/as em campo de estágio.
As observações ocorreram através de visitas realizadas nas instituições de
ensino, conversas com as professoras e funcionários/as relacionadas com seu cotidiano
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escolar e suas respectivas experiências, e uma pesquisa bibliográfica sobre o tema. O
período de observação das instituições ocorreu desde a estrutura física e funcionamento
das mesmas a prática das professoras, sua forma de atuar em sala (com ou sem
planejamento) e o relacionamento de todos/as os/as funcionários/as com os/as alunos/as.
Assim, pretendemos descrever a análise das etapas vividas durante todo período de
observação.
2. OBSERVAÇÕES AO COTIDIANO E ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
A primeira instituição visitada, denominada Instituição I comporta cerca de 82
crianças, mais com capacidade para atender 100. Trabalhando com duas faixas etárias,
de 2 a 3 anos na creche e de 4 a 5 anos na pré-escola. No entanto, durante o período da
observação, o prédio da creche encontrava-se em reforma. Sendo assim, nosso estagio
aconteceu no prédio ao lado da instituição, onde diariamente há distribuição de leite,
programa desenvolvido pelo governo do estado.
Nesse primeiro momento nossa intenção foi observar o espaço físico, exterior e
interior do local. Observamos que o mesmo é composto por duas salas grandes, uma
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onde foi adaptada para atender as crianças da creche (denominada de Maternal I) no
primeiro horário e refeitório no segundo horário, a outra sala atende a pré-escola
(denominada de pré II) no primeiro horário e no segundo horário é usado como
dormitório. Em uma cantina pequena foi adaptada para funcionar outra turma da creche
(o maternal II). Além disso há um banheiro uma sala onde funciona a conzinha, um
almoxarifado, uma área ao lado da entrada do prédio onde serve para estender algumas
roupas (toalhas).
A partir do segundo momento, nos detemos a observação da rotina das crianças,
que tinha inicio as 7:00hs e o seu termino as 17:00 hs. Durante nossa observação, a
instituição não estava funcionando em tempo integral devido as condições físicas do
local em que estavam abrigados. No decorrer das visitas percebemos que na Instituição I
o cotidiano das crianças, era muito monótono porque não existia espaço para que as elas
pudessem desenvolver suas atividades com mais liberdade. Principalmente espaço para
recreação.
Durante todo o período de observação, só presenciamos uma vez, em que a
professora do maternal II levou as crianças pra brincarem e tomarem sol no banco de
areia, que fica na creche ao lado. Assim, determinada realidade encontrava-se
contraditória no que está posto nos Referenciais Curriculares Nacionais de Educação
Infantil - RECNEI: “È importante possibilitar diferentes movimentos que aparecem em
atividades como lutar, dançar, subir e descer de árvores ou obstáculos, jogar bola, rodar
bambolê
etc.
Essas
experiências
devem
ser
oferecidas
sempre...”
(
BRASIL,1998,v3,p.37). Porque de acordo com o documento, o movimento é um dos
primeiros eixos de conhecimento que deve ser contemplado na proposta curricular nesta
modalidade de ensino. Pois o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil
mostra que “O Movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura
humana. As crianças se movimentam desde que nascem, adquirindo cada vez maior
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controle sobre seu próprio corpo e se apropriando cada vez mais das possibilidades de
interação com o mundo [....]” (BRASIL, 1998 p. 15). Pois, em concordância com este
documento, é de fundamental importância que os professores contribuam nesse aspecto,
referente ao movimento através da psicomotricidade. Atividade pela qual deve fazer
parte constantemente do cotidiano escolar em todas as modalidades de ensino e em
especial na Educação Infantil.
Ao chegarmos nesta instituição, as crianças já estavam na sala trocando de
roupa, para em seguida tomarem café, e depois fizeram algumas atividades orientadas
pelas professoras. Uma das atividades era com tampinhas de garrafa de várias cores. De
acordo com a professora, o objetivo dessa atividade era o de conhecer as cores. Logo
após, as crianças foram fazer higiene corporal e em seguida, para o repouso.
No dia seguinte elas estavam na sala de aula - algumas assistindo televisão
enquanto esperavam a sua vez para trocarem de roupa, para que todas, depois, fossem
tomar café. A atividade orientada foi realizada com massinha de modelar. De acordo
com a professora o objetivo era desenvolver a coordenação motora.
Em outras visitas, encontramos as crianças realizando outros tipos de atividades,
como: pintura, desenho, assistindo TV, brincando no tanque de areia, dentre outras.
Segundo as professoras. Após essas atividades, as crianças eram sempre encaminhadas
para higiene corporal ou para o repouso.
As crianças do maternal II realizaram uma atividade de desenho, para desenhar o
brinquedo que tinham ganhado de presente no dia das crianças. Após a atividade se
lavaram para almoçar e depois foram dormir. Em outro dia, elas se envolveram com a
contação de histórias e com a festa em comemoração ao dia da criança.
No nosso primeiro dia com a turma pré I e pré II, antes do café, a professora fez
uma oração com eles (as). Logo após o café foram fazer uma atividade de pintura.
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Depois a professora os entregou jogos da memória para que eles (as) montassem. No dia
seguinte, depois do mesmo procedimento antes do café da manhã, a professora pediu
para que eles (as) fizessem um circulo e sentassem para contar histórias a partir de
figuras que ela os oferecia. Em seguida foram fazer uma atividade de pintura e logo
após foram lavar as mãos para almoçar.
Segundo as professoras, é muito complicado trabalhar com as crianças tendo que
manté-las sentadas nas mesinhas; por causa das instalações físicas do local como o
desnível do piso, pudemos perceber o medo que sentiam ao vê-las correrem, pois
poderiam cair e se machucar nos objetos e máquinas encostadas num canto das salas.
Pois sabemos que de acordo com os RECNEI:
A organização do ambiente, dos materiais e do tempo
visa a auxiliar que as manifestações motoras das
crianças estejam integradas nas diversas atividades da
rotina. Para isso,os espaços externos e internos devem
ser amplos o suficientes para acolher as manifestações
da motricidade infantil. Os objetivos, brinquedos e
materiais devem auxiliar as atividades expressivas e
instrumentais do movimento. (BRASIL, 1998, p.39)
Quanto à prática pedagógica, percebemos que as professoras do maternal I e II, e
o do pré II dos turnos manhã e tarde, apesar das dificuldades enfrentadas por causa da
mudança do espaço físico, tinham sempre a preocupação de não perder de vista o foco
pedagógico. Percebemos em suas práticas que havia planejamento nas rotinas das
crianças. Entretanto, em uma de nossas visitas a turma do pré II /manhã, a professora
que estava envolvida em outra atividade referente a semana da criança e para passar o
tempo e não atrapalhá-la enquanto ela preparava as decorações da sala para a data
comemorativa, distribuiu revistas e pediu que as crianças foliassem.
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No entanto, as crianças fizeram o contrário e começaram a rasgá-las, causando
um grande descontentamento por parte da professora, fazendo com que ela pedisse para
que nós a ajudássemos. Assim, pudemos desenvolver algumas atividades com as
crianças. Então a partir das revistas, mostramos para as crianças como elas poderiam
confeccionar brinquedos como a “peteca” e o “barquinho”. Em seguida fomos participar
das brincadeiras com as crianças. Enquanto ela ( professora ) concluía a tarefa de
decoração. Nesse sentido, destacamos que:
[...] Prestar atenção a ação da criança em suas
atividades, nas atuais práticas pedagógicas, representa,
por parte do professor, ou professora, não apenas à
consideração a um sujeito ativo com potencialidades,
direitos e linguagens que lhes são próprias, mas a
consciência de que pela observação atenta a essa
criança, que sua ação docente pode ser melhor avaliada
e adequada a situações que favoreçam a qualidade do
processo de desenvolvimento desse pequeno sujeito
[...]“ (MELO, BRANDÃO, MOTA, 2009, p.130).
Como podemos perceber, a partir das autoras acima, nós professores precisamos
prestar mais atenção nas nossas praticas pedagógicas, principalmente em nossas
crianças. Atenção esta, que deve ser um exercício constante em nossa atividade
pedagógica, para assim melhorá-la.
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O final do período de estágio foi realizado em outra instituição, a que
denominaremos de Instituição II. Chegamos por volta das 7:00 hs, mas não entramos
porque a gestora não se encontrava e os funcionários não permitiram a nossa entrada no
local. Após a chegada da gestora, que apesar de dias anteriores nos ter exigido uma
declaração da coordenadora das creches para podermos ter acesso a mesma; nos recebeu
amistosamente e nos conduziu para conhecermos o espaço físico que atende 63 crianças
de três faixas etárias. De ¾ meses e 3 a 11 meses no berçário e 2/3 anos no maternal I.
Diferente da instituição I, a rotina das crianças é variada.
Essa mesma instituição era composta por: uma sala de estimulação, um
dormitório, um berçário, um refeitório, três banheiros - sendo um deles exclusivo para o
banho - , um pátio onde ficam expostos os brinquedos como os cavalinhos, escorregos e
castelos. E mais uma área de recreação coberta, uma conzinha, uma rouparia, onde é
guardada todas as roupas lavadas e passadas, um setor de serviços, uma guarita com
banheiro e uma coordenação. Todos os ambientes eram, aparentemente, em perfeitas
condições físicas.
Na Turma 1 do berçário, percebemos que a rotina deles (as) já tinha sido
iniciada, eles (as) já estavam todos no berçário, as duas turminhas juntas, alguns já
estavam dormindo nos berços, enquanto outros estavam no chão junto as professoras,
que eram três, uma para os bebês de colo, outra para os do maternal I e a terceira para
auxiliar o trabalho das professoras.
No Maternal I as crianças ficaram um pouco juntas com às do berçário, depois
tomaram banho, e em seguida a professora os levou para o refeitório para almoçarem,
depois escovaram os dentes e logo após cada um foi pegando as cobertinhas e foram se
dirigindo aos berços para dormirem. Quanto aos bebês às professoras pegavam as
chupetas e os lençóis de cada um, e um a um eles (as) iam sendo colocados (as) no
berço para dormirem.
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Antes de qualquer atividade, há um momento de socialização de todas as
crianças do berçário, inclusive dos brinquedos, na hora do banho, na hora de irem
dormir, assim, as crianças só se separavam na hora das atividades que são específicas de
acordo com cada faixa etária, como também na hora do almoço, porque as criancinhas
maiores de 2/3 anos já sentam a mesa para fazerem as refeições, e os bebês precisam
que as professoras os alimentem, pois alguns deles usam a mamadeira.
Em uma dessas rotinas percebemos que as crianças da instituição II após as
refeições, já tinha ao lado do refeitório a piazinha para escovarem os dentes. Que iam
uma a uma assim que terminavam as refeições, escovavam os dentes e pegavam as
cobertinhas para irem para os berçinhos dormirem, algo que não foi visto na instituição
I. Percebemos que na instituição II havia uma preocupação com a socialização e a
higienização das crianças desde cedo.
O interessante deste contexto do cotidiano da instituição II é que, as professoras
valorizavam a questão da socialização entre as crianças. Isso nos chamou a atenção por
causa da teoria de Vygotsky, quando ressalta que o desenvolvimento das crianças se da
pela interação com o outro e com o meio em que estão expostas. Percebemos que as
professoras tinham o domínio da teoria e que por causa disto parecia ser tão fácil a
prática pedagógica das mesmas.
É preciso, no entanto, entender que a criança é um ser como um todo, que está
em pleno desenvolvimento e que deve ser vista como tal; considerando principalmente
cada fase pela qual toda criança passa, mas que também é construída mediante as etapas
que cada uma delas apresenta, através da interação com o meio, tendo em vista as
mudanças que acontece nas sociedades da qual cada uma está inseridas.
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3. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este trabalho nos fez ver e conviver com duas realidades totalmente diferentes,
mesmo se tratando de um mesmo tema, a “Educação Infantil,” bem como também ao
atendimento oferecido às crianças. Talvez por fatores externos como é o caso da
primeira instituição observada. É que durante o período do nosso estágio, esta
(instituição) estava se organizando para receber uma reforma por parte do governo
estadual e que até então estavam a espera desses serviços para retornarem as suas
instalações.
Entretanto pudemos perceber que há falhas no sistema, principalmente em
relação ao compromisso com a educação dessas crianças, uma vez que a burocracia ou
falta de interesse dos governos responsáveis pela infraestrutura e pela política de
funcionamento e atendimento dessas instituições. É aparente o descompromisso
político, através da ausência de providências devidas, principalmente no que se refere a
reformas em estruturas físicas e a qualificação profissional, bem como a qualidade da
educação oferecida às nossas crianças, a exemplo da primeira instituição aqui
observada, que tem capacidade para atender 100 crianças, mais por causa da reforma,
que até o termino deste trabalho as obras de reformas ainda não tinha sido iniciadas.
Isso desfavorece, cada vez mais, o acesso a uma educação de qualidade e a
permanência dessas crianças muito mais difícil na escola. Essa dificuldade de acesso e
permanência à educação infantil, representa a falta de um atendimento educacional
favorável ao desenvolvimento e aprendizagem da criança pequena, o qual é um direito
legal da criança, conforme Constituição Federal, que expõe na sessão I da Educação, no
seu Art.205. Como também na LDB ( Lei de Diretrizes e Bases ) na sessão II da
Educação Infantil no seu Art.29. “A educação infantil, primeira etapa da educação, tem
como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade , em seus
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aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da
comunidade”.
Após a análise destes documentos, vimos que há uma certa preocupação
explicita nos mesmos. Para que todos, pais e educadores possam ver esse sujeito
(criança) como um ser completo em todos os seus aspectos, e principalmente
respeitando as fases de desenvolvimento dessas crianças, como o próprio texto acima
afirma. Em alguns dos momentos de nossas visitas a uma dessas instituições, não
tivemos ou não ficou muito clara essa questão.
REFERÊNCIAS
PIMENTA. S. G. e LIMA. M. S. L. Estágio e Docência. (coleção docência em
formação. Series saberes pedagógicos ). São Paulo. Cortez, 2004.
LIZITA. Verbena Moreira S. de S. SOUSA. Luciana Freire E. C. P. Políticas
educacionais, práticas escolares e alternativas de inclusão escolar. In ------ Estágio
supervisionado na formação docente. Rio de Janeiro. DP&A, 2003.
BRASIL. Constituição da República do Brasil. 36 edição Atualizada e Ampliada. São
Paulo: Saraiva, 2005. (Coleção Saraiva de Legislação).
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental.
Referencial curricular nacional para a educação infantil/ – Brasília: MEC/SEF,
1998. 3v.
Campina Grande, REALIZE Editora, 2012
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MELO. G. M. L. S.; BRANDÃO, S. M. B. A.; MOTA, M. S. Ser Criança: Repensando
o lugar da criança na Educação Infantil. Campina Grande: ADUEPB, 2009.
ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8069.htm
Campina Grande, REALIZE Editora, 2012
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