Estudo de Alternativa para o Aproveitamento de Rejeitos da Exploração de Quartzitos do Sudoeste Mineiro em Sub-base e Base de Pavimentos Adson Viana Alecrim e Glauco Túlio Pessa Fabbri Departamento de Transportes, Escola de Engenharia de São Carlos USP, São Carlos, Brasil Liedi Légi Bariani Bernucci e Edson de Moura Departamento de Engenharia de Transportes, Escola Politécnica da USP, São Paulo, Brasil RESUMO: Este trabalho tem o propósito de apresentar uma alternativa para a utilização dos rejeitos das minerações de quartzito do Sudoeste de Minas Gerais em sub-bases e bases de pavimentos flexíveis e apresentar um modelo de pavimento calculado a partir das características mecanística das misturas. A adoção da alternativa para o uso destes rejeitos deverá, não só diminuir o impacto ambiental das minerações, mas também promover uma maior valorização desses materiais, principalmente, para uso na pavimentação. Com essas misturas foram realizados ensaios de compactação, índice de suporte Califórnia e módulo de resiliência. Os resultados indicam que não há influência significativa da distribuição granulométrica nas propriedades mecânicas das misturas e que se poderia utilizar misturas com granulometria contínua na pavimentação, o que é interessante tanto do ponto de vista operacional quanto ambiental, pois propicia o aproveitamento integral dos rejeitos. PALAVRAS-CHAVE: Quartzitos, Dimensionamento de pavimentos, Utilização de Rejeitos. 1 INTRODUÇÃO Os resíduos gerados nas atividades mineradoras de rochas ornamentais atingem, ano a ano, volumes bastante expressivos e esses resíduos, quase sempre, não recebem soluções adequadas para sua reutilização. Alecrim e Fabbri (2004) apresentaram um levantamento de campo, revelando que, no centro produtor Alpinopolis-MG (C.P.A), região do Sudoeste de Minas Gerais, onde há exploração de quartzito, observa-se que nessa regiao há uma baixa taxa de aproveitamento (na ordem de 90%), pois as técnicas de exploração são inadequadas e não há nenhuma alternativa efetiva para o reaproveitamento dos resíduos dessa exploração. Se a esse problema for acrescentado o fato dessas “jazidas” estarem sempre localizadas nos pontos mais altos (no topo das serras), percebe-se que com esta exploração são causados graves problemas ambientais, uma vez que os resíduos da exploração podem ser transportados pelas águas de chuva para as regiões mais baixas, causando o assoreamento de mananciais, rios e talvegues. Por outro lado, boa parte da população das cidades onde há a exploração do quartzito depende dela para o seu sustento, o que, por si só, justifica a sua manutenção. A título de ilustração desse problema potencial, é mostrado na Figura 1 um exemplo típico do relevo da região que compreende o município de São José da Barra, um dos centros produtores de quartzito em estudo. estudo. Algumas pesquisas revelam que os rejeitos das minerações de quartzitos de Minas Gerais podem ser aplicados em vários seguimentos da engenharia civil, seja como agregado no concreto para pré-moldados, seja como agregado para pavimentação na mistura com solo ou ainda em misturas com cal para a produção de blocos para vedação. Kropp (1999) afirma ainda que a busca de alternativas de uso para esses materiais foi apenas iniciada e que a abrangência do tema pode ser acentuadamente estendida, principalmente, levando-se em consideração que a quantidade de resíduo já gerado e ainda a ser gerado justifica o esforço. Estabilizar um solo, ou uma mistura de solos, com brita ou qualquer material granular artificial ou natural é dar-lhe propriedades e características de resistência e deformação compatíveis com as solicitações impostas pelo tráfego. Município - São José da Barra MG Curvas de Nível Jazida de quartzito Represa de Furnas Figura 1. Relevo do município de São José da Barra, Represa de Furnas e a localização de uma das jazidas de quartzito preliminarmente selecionada para o estudo (IBGE,1970). Segundo Medina (1997), para o caso de solos não coesivos ou ainda materiais granulares, o módulo de resiliência depende principalmente da tensão confinante (σ3), podendo o mesmo ser representado pela Equação 1, que foi inicialmente sugerida por Monismith (1967) e que atualmente vêm sendo bastante utilizado por vários pesquisadores. MR = K1⋅ σ k32 (1) onde: MR = módulo de resiliência, σ3 = tensão de confinamento e K1 e K2 = variáveis estimadas através de ajuste de pontos à função. Segundo Bezerra Neto (2004), há um modelo mais genérico que têm sido bastante utilizado pelos pesquisadores para representar a variação do módulo de resiliência com o estado de tensão dos materiais geotécnicos. Esse modelo considera, conjuntamente, os efeitos da variação da tensão confinante e da tensão desvio no módulo de resiliência, e pode ser descrito pela Equação 2. MR = K1*σ3 K2 *σdK3 (2) onde: MR = módulo de resiliência, σ3 = tensão de confinamento, σd = tensão desvio na tensão de confinamento e K1, K2 e K3 = variáveis estimadas através de ajuste de pontos à função. Assim, o objetivo inicial desse trabalho foi estudar a possibilidade de utilização do rejeito da exploração de quartzito do Sudoeste de Minas Gerais em bases e sub-bases de pavimentos flexíveis e posteriormente projetar uma estrutura modelo a partir dos resultados obtidos. Esse estudo desenvolveu-se em laboratório, em misturas contendo o rejeito de quartzito britado e solos de maior ocorrência na região do Sudoeste de Minas Gerais, através de ensaios de caracterização e classificação dos materiais, compactação, CBR e módulo de resiliência. Foram estudadas misturas descontínuas que seguiram orientações descritas por Nogami e Villibor (1995). 2 MÉTODOS, RESULTADOS 2.1 ANÁLISE E Jazidas de Quartzito e de Solos As jazidas de quartzito estudadas na pesquisa localizam-se na região Sudoeste do Estado de Minas Gerais, e pertencem ao Centro Produtor Alpinópolis, que compreende os Municípios de São José da Barra (Br), São João Batista do Glória (Gr), Capitólio (Cp), Guapé (Gp) e Alpinópolis (Ap). A escolha das jazidas de quartzitos se deu, principalmente, pelo fato de estarem eventualmente contribuindo para ocorrência de processos erosivos (tipo linear) próximos aos talvegues e estadas de acesso as cidades e próximo a Represa de Furnas - Rio Grande. Os critérios que nortearam a coleta das amostras de solo deram-se, principalmente, pelas características de aptidão para aplicação na pavimentação, segundo Nogami e Villibor (1995) e facilidade de acesso aos pontos de amostragem. Assim, foram coletadas três amostras de solos no município de Passos, cidade situada no Sudoeste de Minas Gerais. 2.2 Caracterização Quartzitos e dos solos e Classificação dos Os ensaios realizados para a caracterização dos quartzitos foram os ensaios de britagem, análise granulométrica (ABNT- 1984), abrasão Los Angeles (DNER- 1994) e desagregação após compactação Proctor-IDp (DNER, 1999). Na britagem os quartzitos apresentaram formas e comportamento granulométrico uniformes, na abrasão tiveram perda máxima de 31% e no IDp apresentaram perda de 4%. Esse dado pode ser observado na Figura 2. Em todos os resultados as amostras comportaram-se de forma satisfatória as normas supracitadas. Massa Especifica (g/cm3) Limite de Consistência LL (%) LP (%) IP (%) Classificação HRB USCS MCT Azul de Metileno Mecânicas CBR com imersão 4 dias ρd máximo (g/cm3) Umidada ótima (%) Expansão(%) S-1 S-2 S-3 Ap Br 2.74 2.77 2.70 2,68 2.66 52 29 23 45 33 12 42 27 15 - - A7-6 MH LG’ P. at A7-5 ML LA’ P. at A7-6 ML LA’ P. at - - 30 1,72 19,5 0,1 38 1,69 19,3 0,0 22 1,85 16,0 0,1 - - Nota.: P.at - pouco ativos; S-1 solo Glória, S-2 solo Aclimação e S-3 solo usina B. Gran. Padão Misturas Descontínuas Gran. Final Porcentagem que Passa (%) Quartzitos Tabela 3. Resultados de CBR das misturas descontínuas e contínuas. Ensaio de IDp da Jazida Br 100 90 Solos Propriedades Geotécnicas 80 Barra x Glória 70 Qt x S 50 X 50 60 X 40 70 X 30 60 50 40 30 CBR 74 84 70 ρd 1,005 2,005 2,010 20 Misturas Contínuas 10 Barra x Glória 0 0,01 0,10 1,00 10,00 100,00 Diâmetro dos Grãos (mm) Figura 2. Curvas antes e após ensaio de IDp. Os solos foram caracterizados e classificados, segundo os procedimentos preconizados pelo método tradicional (massa especifica dos sólidos, análise granulométrica conjunta, limite de consistência, classificação USCS, HRB, MCT e CBR). Esses resultados podem ser visto na Tabela 2. Para a determinação do índice suporte Califórnia (CBR) e da expansão das misturas utilizou-se do método de ensaio NBR 7182 - Solo - Ensaio de Compactação CBR simultâneo da ABNT. A Tabela 3 e 4, apresentam os resultados dos dois conjuntos de mistura do qual, utilizou-se do quartzito Barra e dos solos Glória e Aclimação. Solos estes da cidade de Passos MG. (mistura descontínua e contínua). Para ambas misturas a expansão foi nula. Tabela 2. Características físicas e mecânicas dos solos. Qt x S 60 X 40 CBR 82 ρd 2,052 H.ot 11,0 10,2 7,60 H.ot 10,40 Tabela 4. Resultados de CBR das misturas descontínuas e contínuas. Misturas Descontínuas Barra x Aclimação Qt x S 50 X 50 60 X 40 70 X 30 CBR 80 82 70 ρd 1,995 2,020 2,000 H.ot 10,7 9,50 6,60 Misturas Contínuas Barra x Aclimação Qt x S CBR ρd H.ot 60 X 40 84 2,060 9,50 Nota: Qt - Quartzito, S - Solo, ρd - Massa Seca Maxima (g/cm³) e H.ot - Umidade Ótima. 2.3 Módulo de Resiliência (MR) Por meio dos resultados dos ensaios triaxiais cíclicos, procurou-se avaliar o desempenho dos modelos mais comuns e representativos na avaliação do MR em função do estado de tensão. Para as misturas, foram utilizadas relações (TC), comportamento típico coesivos. Apresenta-se na Figura 3, a variação do MR em função da tensão confinante; mistura 1 (60% de quartzito Barra e 40% de solo Glória). Observou-se que os níveis de tensões desvio não têm influência significativa nos valores de MR. Na Figura 4 apresenta-se a calibração do modelo simples, conjuntamente a análise de resíduos da mistura 1 e os parâmetros desse modelo (equação 1; K1 e K2). A Figura 5 apresenta a calibração do modelo composto e o resultado dos parâmetros K1, K2 e K3. Observa-se que a partir do modelo composto (equação 2) a resposta foi pouco melhor, quando comparado com o modelo simples (equação 1). Nessa representação gráfica, pode-se observar também que há uma leve tendência de aumento de MR com o incremento de tensão desvio (TD) e diminuição do MR com incremento de tensão confinante meteriais σ d = 0,7 (MPa) σ d = 1,0 (MPa) σ d = 1,5 (MPa) σ d = 2,0 (MPa) Módulo de Resiliência - (MPa) 10000 1000 100 0,1 1 10 Tensão de Confinamento - (MPa) Figura 3. Variação do MR em função da tensão confinante. Modelo: MR = K1 * σ3 K2 2 800 R = 0,93062511 600 Valores Observados X Resíduos 400 Valores dos Resíduos 100 200 0 2.3.1 Avaliação Estatística dos Modelos (simples e composto) para o Ensaio de MR. de MÓDULO DE RESILIÊNCIA Mistura Cont- (60% Quartzito Barra + 40% solo Glória) MR(MPa) matemáticas de MR em função da tensão confinante e do conjunto da tensão desvio e confinante, denominado modelo composto, conforme demostrado na equação 1 e 2. Adotou-se o valor do coeficiente de determinação (R2) obtido na calibração dos modelos, a distribuição normal e a análise de resíduos (magnitude do resíduo e distribuição aleatória em torno do resíduo zero) como critério para a medida de adequação de cada um deles na representação da variação do MR com o estado de tensão (validação dos modelos). Os ensaios de módulo de resiliência foram realizados, segundo o preconizado pelo DNERME 131-94. Os níveis de tensão de confinamento (σ3) utilizados foram 0,21, 0,5, 0,7, 1,0 e 1,5 MPa e tensões desvio (σd) foram 0,7, 1,0, 1,5 e 2,0 MPa. Os corpos-de-prova foram moldados para as condições de massa específica seca máxima e umidade ótima, determinadas a partir dos ensaios de CBR. A compactação foi realizada em cilindro de 10x20, na energia intermediária e totalizou-se em oito misturas. Nessa apresentação termos somente dois tipos de solos (Glória e Aclimação) e um tipo de quartzito (Barra) . 80 60 40 20 0 -20 -40 -60 -80 -100 250 350 300 450 400 550 500 650 600 750 700 850 800 Valores Observados -200 0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 0,16 Tensão de Confinamento (MPa) Figura 4. Calibração do modelo, análise de resíduos e R2 da mistura 1. Modelo Composto: K1 * σ3K2 * σdK3 R2 = 0,95568 TD – Tensão Desvio TC – Tensão Confinante Figura 5. Representação gráfica do modelo descrito pela equação 2. Para as análise das Figuras 6, 7 e 8 (mitura 2) as avaliações seguem as mesmas das outras anteriomente citadas. MÓDULO DE RESILIÊNCIA Mistura Cont- (60% Quartzito Barra + 40% solo Aclimação) σ d = 0,7 (MPa) σ d = 1,0 (MPa) σ d = 1,5 (MPa) σ d = 2,0 (MPa) A Tabela 5 apresenta os resultados dos parâmetros obtidos através da calibração dos modelos para as duas misturas avaliadas. Tabela 5. Resultados dos Parâmetros dos Modelos em análise. 10000 Módulo de Resiliência - (MPa) Parâmetros dos Modelos Equações 1 1000 2 100 0,1 1 10 K1 K2 K3 R2 *1703,79 **1665,06 *2122,23 **1997,38 0,4441 0,4055 0,4145 0,4433 ------0,1148 0,0673 0,93 0,95 0,96 0,97 Note: * Mistura 1- Quartzito Barra e Solo Glória e ** Quartzito Barra e Solo Aclimação. Tensão de Confinamento - (MPa) Figura 6. Variação do MR em função da tensão confinante. Modelo: MR = K1 * σ3K2 0800 R2 = 0,95611197 Valores Observados X Resíduos 0400 100 80 60 Valores dos Resíduos MR(MPa) 0600 0200 40 20 0 -20 -40 -60 00 -80 -100 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800 Valores Observados -0200 0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 0,16 Tensão de Confinamento (MPa) Figura 7. Calibração do modelo, análise de resíduos e R2 da mistura 1. Modelo Composto: K1 * σ3K2 * σdK3 R2 = 0,96613647 5 CONCLUSÕES Em virtude dos resultados obtidos na fase experimental conclui-se que os rejeitos de quartzito têm potencial para utilização em bases e sub-bases de pavimentos, possibilitando uma eventual minimização do problema ambiental causado pela sua exploração. Em relação ao módulo de resiliência, e tomando como base, por exemplo, os valores mínimos preconizados pela Prefeitura Municipal de São Paulo para obras de pavimentação, essas misturas seriam satisfatórias. Além disso, julga-se que seria interessante utilizar as misturas descontínuas, apesar delas apresentarem características ligeiramente inferiores às cas ontínuas sob o ponto de vista de aplicação em pavimentação. Isso se deve ao fato delas utilizarem o material integral da britagem, sem a necessidade classificação e separação para enquadramento em curva granulométrica pré-estabelecida, o que torna o aproveitamento do rejeito de quartzito mais simples do ponto de vista operacional e, do ponto de vista ambiental, mais interessante, pois utiliza praticamente 100% do rejeito. REFERÊNCIAS TD – Tensão Desvio TC – Tensão Confinante Figura 8. Representação gráfica do modelo descrito pela equação 2. Alecrim, A. V., e Fabbri, G. T. P. (2004). Aproveitamento de rejeitos da mineração de quartzitos do Sudoeste de Minas Gerais em sub-bases e bases de pavimentos flexíveis. In: 1o Simpósio Brasileiro de Jovens Geotécnicos, 1. São Carlos, 2004. 23 e 24 de agosto de 2004. São Carlos-SP. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1984). NBR 7181 - Solo - análise granulométrica. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (1984). NBR 7182 - Solo - Ensaio de Compactação. Rio de Janeiro. BEZERRA NETO, R. S. (2004). Análise comparativa de pavimentos dimensionados através dos métodos empírico do DNER e mecanístico e proposta de um catálogo simplificado de pavimentos para a região de Campo Grande (MS). 169p. Dissertação de (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos. 2004. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Análise granulométrica da fração granular – DNER-ME 083/98. Rio de Janeiro, 1998. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Determinação da Abrasão “Los Angeles” – DNER-ME 035. Rio de Janeiro, 1994. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Determinação do Módulo de Resiliência – DNER-ME 131/94. Rio de Janeiro, 1994. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. 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