FACULDADE TIRADENTES DE FEIRA DE SANTANA-FITS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDE DE COMPUTADORES FEIRA DE SANTANA/BA 2015 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ....................................................................................................................... 5 1.PERFIL INSTITUCIONAL .......................................................................................................... 6 1.1 Identificação ............................................................................................................................. 6 1.2 Histórico da Entidade Mantenedora ......................................................................................... 6 1.3 Marco Conceitual ...................................................................................................................... 9 1.3.1.Missão da Instituição ......................................................................................................... 9 1.3.2.Missão da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana ...................................................... 9 1.3.3.Concepção da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana .............................................. 10 1.3.4.Valores e Princípios .......................................................................................................... 11 1.3.5.Objetivos .......................................................................................................................... 12 1.3.6.Estrutura Acadêmica e Administrativa ............................................................................ 12 2. DADOS FORMAIS DO CURSO .............................................................................................. 15 2.1. Identificação do curso ............................................................................................................ 15 2.1.1.Nome do Curso ................................................................................................................ 15 2.1.2.Habilitação ...................................................................................................................... 15 2.1.3.Modalidade ..................................................................................................................... 15 2.1.4.Endereço do curso ........................................................................................................... 15 2.1.5.Número de vagas a serem ofertadas ............................................................................... 15 2.2. Regime Acadêmico ................................................................................................................. 15 2.2.1. Carga horária total ......................................................................................................... 15 2.2.2.Turno (s) de funcionamento ............................................................................................ 15 2.2.3.Quantidade de períodos .................................................................................................. 15 2.2.4.Tempo de integralização ................................................................................................. 15 2.2.5.Regime de matrícula ........................................................................................................ 15 2.2.6.Legislação e normas que regem o curso .......................................................................... 15 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-‐PEDAGÓGICA DO CURSO ........................................................... 17 3.1. Contexto Educacional ............................................................................................................. 17 3.1.1. Estado da Bahia .............................................................................................................. 17 3.1.2. Feira de Santana ............................................................................................................. 21 3.1.3. Oferta da Educação Superior em Feira de Santana ........................................................ 26 3.1.4. Justificativa de oferta do curso ....................................................................................... 27 3.2. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ........................................................................... 29 3.2.1. Políticas de Ensino .......................................................................................................... 30 3.2.2. Políticas de Pesquisa ....................................................................................................... 29 2 3.2.3. Políticas de Extensão ...................................................................................................... 30 3.3. Objetivos do Curso .................................................................................................................. 33 3.3.1. Objetivo Geral ................................................................................................................. 33 3.3.2. Objetivos Específicos ...................................................................................................... 33 3.4. Perfil Profissional do Egresso .................................................................................................. 33 3.4.1. Campus de Atuação ......................................................................................................... 34 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E METODOLÓGICA DO CURSO ............................................... 36 4.1. Estrutura Curricular ................................................................................................................ 36 4.1.1 Eixos Estruturantes ......................................................................................................... 42 4.2. Conteúdos Curriculares .......................................................................................................... 43 4.2.1. Temas Transversais ......................................................................................................... 44 4.3. Atividades Complementares ................................................................................................... 46 4.4. Metodologia do Curso ............................................................................................................ 46 4.4.1. Referências Didático-‐Pedagógicas .................................................................................. 46 4.4.2. Metodologia do Processo de Ensino-‐Aprendizagem ....................................................... 50 4.4.2.1. Atividades Práticas Supervisionadas ExtraClaase-‐ APSEC ............................................... 51 4.4.2.2. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs no processo ensino-‐apresendizagem ...................................................................................................................................................... 52 4.4.2.3. Material Didático Institucional ........................................................................................ 53 4.5. Políticas e Programas de Apoio ao Discente ......................................................................... 53 4.5.1 Programa de Apoio Pedagógico ...................................................................................... 53 4.5.1.1. Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial -‐ NAPPS ....................................................... 54 4.5.1.2. Mecanismos de Apoio ao Financiamento de Estudos ...................................................... 54 4.5.1.3. Estímulos à Permanência ................................................................................................. 55 4.5.1.4. Acompanhamento do Egresso ......................................................................................... 58 4.5.1.5. Formas de acesso ao Sistema de Registroas Acadêmico ................................................. 59 4.6. Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório ............................................................... 60 5. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO .................................................................................................. 61 5.1. Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem ................................................................. 61 5.2. Auto Avaliação do Curso ........................................................................................................ 64 5.2.1. Articulação da Autoavaliação do Curso com Autoavaliação Institucional ..................... 64 5.2.2. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso ............................................... 65 3 6. PARTICIPAÇÃO DO CORPO DOCENTE E DISCENTE NO PROCESSO PEDAGÓGICO ............ Error! Bookmark not defined. 6.1. Núcleo Docente Estruturante (NDE) ....................................................................................... 68 6.2. Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso ........................................................... 70 7. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-‐ADMINISTRATIVO ................................................................. 73 7.1. Corpo Docente ........................................................................................................................ 73 7.2. Corpo Técnico – Administrativo e Pedagógico ....................................................................... 74 7.2.1. Coordenação do Curso .................................................................................................... 74 7.2.2. Assessoria Pedagógica de Graduação ............................................................................ 75 7.2.3. Departamento de Assuntos Acadêmico -‐ DAA ................................................................ 75 8. FORMAS DE ATUALIZAÇÃO E REFLEXÃO ............................................................................. 77 8.1. Programa de Capacitação de Qualificação Doceente ........................................................... 77 8.2. Adequação e Atualização das Ementas e Programas das Disciplinas .................................... 78 8.3. Adequação, Atualização e Relevância da Bibliografia ........................................................... 79 8.4. Planos de Ensino e Aprendizagem das Disciplinas e seus Componentes Pedagógicos ........... 80 9. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS ............................................................. 190 9.1. Infraestrutura do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores .................................. 191 9.1.1 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmico ........................ 191 9.1.2 Sala de Professores ............................................................. Error! Bookmark not defined. 9.1.3 Gabinete de Trabalhos para Professores ...................................................................... 192 9.1.4 Sala de Aula ........................................................................ Error! Bookmark not defined. 9.1.5 Laboratório de Informática e Redes ............................................................................. 192 9.1.6 Laboratórios didáticos especializados .......................................................................... 192 9.2. Auditório .............................................................................................................................. 193 9.3. Infraestrutura de Alimentação e Serviços ........................................................................... 194 9.4. Instalações Sanitárias .......................................................................................................... 194 9.5. Condições de acessibilidade para pessoas deficiência ou mobilidade reduzida .................. 194 9.6. Infraestrutura para CPA ...................................................................................................... 195 9.7. Manutenção e Conservação e Expansão dos Equipamentos ............................................... 195 10. BIBLIOTECA .................................................................................................................... 197 10.1. Espaço Físico ............................................................................ Error! Bookmark not defined. 10.2. Instalações para acervo ..................................................................................................... 197 10.3. Instalações para estudos individuais ................................................................................. 198 10.4. Políticas de Aquisições, Expansão e Atualização do Acervo ............................................... 199 10.4.1 Acervo ............................................................................... Error! Bookmark not defined. 10.5. Serviços e informatização. .................................................................................................. 202 4 REFERENCIAS ....................................................................................................................... 204 APRESENTAÇÃO O Projeto Pedagógico é um importante instrumento que reflete a identidade e as direções intencionais do curso, definindo ações educativas e as características necessárias ao cumprimento dos propósitos e intencionalidades. Nele encontra-se explicitado tanto a organização quanto o trabalho pedagógico na sua globalidade. O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores é resultado da participação do corpo docente da IES e do curso por meio de seus representantes do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e encontra-se articulado com as bases legais e concepção de formação profissional que favoreça ao estudante, o desenvolvimento de competências necessárias ao exercício da capacidade de observação, criticidade e questionamento, sintonizado com a dinâmica da sociedade nas suas demandas locais, regionais e nacionais, assim como com os avanços científicos e tecnológicos. Pautado no contexto acima e coerente com o que é preconizado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, o presente PPC explicita o conjunto de diretrizes organizacionais e operacionais, tais como objetivos, perfil do egresso, metodologia, estrutura curricular, ementas, bibliografia, sistema de avaliação, estrutura física a ser utilizada pelo curso, dentre outros aspectos. Desse modo, apresenta um currículo que sistematiza teorias, reflexões e práticas acerca do processo de formação profissional, além de traduzir à filosofia organizacional e pedagógica da unidade acadêmica, suas diretrizes, as estratégias de seu desenvolvimento e atuação a curto, médio e longo prazo. 5 1. PERFIL INSTITUCIONAL 1.1 Identificação Mantida Nome: FACULDADE TIRADENTES DE FEIRA DE SANTANA. Sigla: Fits – Feira de Santana. Endereço: Rua Francisco Martins da Silva, 260. Ponto Central. CEP: 44075-475, Feira de Santana, Bahia. Telefone/Fax: Site: www.fits.edu.br/feiradesantana e-mail: [email protected]. Mantenedora Razão Social: Sociedade de Educação Tiradentes S/S Ltda. Categoria Administrativa: Pessoa Jurídica de Direito Privado - Com fins lucrativos. CNPJ: 13.013.263/0001-87. Endereço: Av. Murilo Dantas, no 300. Bairro – Farolândia. CEP: 49032-490, Aracaju, Sergipe. Telefone: 0800.729.2100. Representante Legal: Jouberto Uchoa de Mendonça. 1.2 Histórico da Mantenedora A Sociedade de Educação Tiradentes S/S Ltda. - SET, é uma instituição com fins Educacionais lucrativos para os seus associados, de acordo com Estatuto Original, Registrado no Cartório de Registro Civil das pessoas jurídicas da mesma cidade 10° ofício sob n° 2232, livro A – 15, fl. 42 a 45, em 9 de dezembro de 1971, Aracaju, SE, CNPJ: 13.013.263/0001-87. Atualmente a SET possui seu Estatuto registrado no 10º Ofício - Cartório de Registros de Títulos, Documentos e das Pessoas Jurídicas da Comarca de Aracaju-SE, sob nº 22.451, livro A/3 às fls 15 verso, em 23 de fevereiro de 2001. A história do que hoje é a SET teve início com a Fundação do Colégio Tiradentes pela família Uchôa de Mendonça no ano de 1962, até os dias de hoje sócios proprietários exclusivos da 6 SET. Em 09 de dezembro de 1962, nove meses após a criação do Colégio Tiradentes que se localizava na Rua Laranjeiras, no bairro do Centro em Aracaju-SE, teve início a oferta dos cursos profissionalizantes de Contabilidade e Pedagógico, sendo estes de primeiro e segundo graus. Ampliando suas atividades e atuação na educação, em 1972 a mantenedora, após aprovação do projeto da então Faculdade Integradas Tiradentes pelo MEC, implanta os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas no estado de Sergipe. Em 25 de agosto de 1994, a Faculdade Integrada Tiradentes foi reconhecida como Universidade pela Presidência da República e pelo Ministério da Educação, passando a denominar-se Universidade Tiradentes - Unit, por meio da Portaria Ministerial no 1.274 publicada no diário oficial da União no 164. Atualmente, esta instituição possui cursos de graduação em diversas áreas do conhecimento (12 na área de Saúde, 9 na área de Exatas, 13 na área de Humanas e Sociais e 9 Superiores de Tecnologia) e de pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu, ofertados nos campi da capital e do interior do estado de Sergipe, com destaque para a oferta de 5 Mestrados e 4 Doutorados avaliados com conceito 4 pela CAPES. As atividades de pós-graduação Stricto Senso da Unit são suportadas pela forte pesquisa científica e tecnológica realizada na Universidade, que gera expressivo número de produção científica e de patentes. Neste sentido, merece destaque a localização, no campus Farolândia da Unit, do Instituto de Tecnologia e Pesquisa – ITP – associação de direito privado sem finalidade de lucro, criado em 1998, em resposta às demandas por estrutura apropriada ao desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia em Sergipe e na Região Nordeste. O ITP mantêm parcerias com diversos Órgãos Públicos, IES, Redes de Pesquisa, Instituições Financiadoras e Empresas, a saber: CNPq, FINEP, FAPITEC/SE, ETENE/BNB, Petrobras e SEBRAE. A infraestrutura do ITP contempla laboratórios aparelhados com equipamentos de última geração, onde são desenvolvidas as suas atividades de pesquisa. São laboratórios do ITP: Laboratório de Termodinâmica Aplicada e Tecnologias Limpas, Laboratório de Sistemas Coloidais e Dispersões, Laboratório de Biomateriais, Laboratório de Produtos Naturais e Biotecnologia, Laboratório de Planejamento e Promoção da Saúde, Laboratório de Pesquisa em Alimentos, Laboratório de Morfologia e Biologia Estrutural, Laboratório de Minimização e Tratamento de Efluentes, Laboratório de Estudos Ambientais e Laboratório de Engenharia de Petróleo. A Universidade Tiradentes está recredenciada através da Portaria do MEC, 1.125 de 11 de setembro de 2012, para ofertar cursos de Graduação e Pós-Graduação a distância, estendendo seu 7 raio de atuação, com abertura de polos em 29 municípios Sergipanos e em municípios dos Estados de Alagoas e Bahia, em sua maioria resultante de parcerias estabelecidas entre a Universidade e o poder público com vistas à qualificação de profissionais da educação. A partir da experiência exitosa e consolidada em Aracaju e outras cidades Sergipanas, a mantenedora decidiu expandir suas atividades educacionais para o vizinho estado de Alagoas. Credenciada pela Portaria no 963 de 28 de abril de 2006 foi instalada no município de Maceió, a Faculdade Integrada Tiradentes – Fits, estabelecimento de ensino superior mantido pela Sociedade de Educação Tiradentes S/S Ltda., com a oferta inicial dos cursos de Serviço Social, Administração e Ciências Contábeis, visando o desenvolvimento e a aprendizagem continuada na formação de recursos humanos, passou a desenvolver programas de pós-graduação Lato Sensu em diversas áreas do conhecimento. Atualmente a Fits oferece os cursos de graduação, a saber: Administração, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Ciências Biológicas (Licenciatura), Ciências Contábeis, Comunicação Social em Publicidade e Propaganda, Comunicação Social em Jornalismo, Direito, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia Mecatrônica, Engenharia de Produção, Engenharia de Petróleo, Fisioterapia, Odontologia, Medicina, Serviço Social, Psicologia e os Superiores de Tecnologia em de Gestão em Recursos Humanos, Design de Interiores e Negócios Imobiliários. A consolidação da Fits, que se expressa pela qualidade dos seus cursos refletida nos resultados que vem sendo alcançados nas avaliações externas do MEC e no Enade, suportaram, no ano de 2012, o pleito de transformação em Centro Universitário, obtendo seu credenciamento pela Portaria nº 795, de 11 de Setembro de 2014. Em decorrência, ainda, da posição consolidada ocupada pelas IES do Grupo Tiradentes, a Mantenedora adquiriu, no ano de 2012, a Faculdade Integrada de Pernambuco - FACIPE credenciada pela Portaria MEC nos 826, de 27 de abril de 2001, publicada no DOU de 02 de maio de 2001. A FACIPE está geograficamente distribuída em cinco unidades de ensino, todas localizadas na cidade do Recife, nas quais oferece cursos de graduação que totalizam 6 bacharelados e 3 superiores de tecnologia. Oferece, também, cursos de pós-graduação Lato Sensu, sendo que o de Cosmetologia é realizado em parceria com a Université De La Mediterranée, em Marseille, França. Esta trajetória de desenvolvimento institucional, com qualidade, do Grupo Tiradentes o habilita a pleitear a sua expansão, no município de Feira de Santana. Esta ampliação do seu raio de 8 atuação é fruto de um modelo de gestão que privilegia o planejamento institucional baseado no levantamento exaustivo das demandas dos cenários profissionais e sociais, no sentido de subsidiar o projeto de implantação de novas unidades, com vistas à formação de mão de obra qualificada que venha a suprir as necessidades da região onde se insere, sejam elas de cunho econômico, político, social ou cultural e contribuir com o desenvolvimento do país. 1.3 Marco Conceitual 1.3.1. Missão da Instituição A Missão e a Concepção personificam as intenções e vocação da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana e devem estar impregnadas em todas as ações a serem empreendidas pelos atores institucionais nas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão, permeando os planejamentos e políticas, com vistas à consecução dos objetivos declarados. Deverão ser divulgadas insistentemente para que sejam absorvidas pelo corpo social da Instituição, pois congregam, em sua essência, os objetivos e princípios maiores que regem a Faculdade. Caberão aos gestores de cada curso, programa, projeto ou setor concretizar as declarações de intencionalidade assumidas pela Faculdade através de sua Missão e Concepção, intrinsecamente associadas à Missão da Mantenedora. 1.3.2. Missão da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana "Formar pessoas empreendedoras que sejam reflexivas, críticas e criativas, comprometidas com a transformação social e com o desenvolvimento regional, inseridas em um contexto global com visão de sustentabilidade." - Compreende-se por empreendedorismo o exercício de intervenção técnica e competente na ação de transformar a realidade com autonomia e com vistas a promover a superação de dificuldades e o desenvolvimento social, tecnológico e econômico do país e região. Complementarmente, indica a competência de criar condições favoráveis para a produção de bens e serviços, gerando emprego, renda e desenvolvimento por meio da implementação de ações empresariais sustentáveis. - Compreende-se por pessoas reflexivas aquelas dotadas de apurada capacidade de observação e compreensão da sociedade em que estão inseridos, considerando a interação dos componentes culturais, históricos, físicos/naturais, econômicos, políticos, ambientais e global como 9 determinantes da realidade, compreensão esta que possibilita o desenvolvimento de conceitos e práticas capazes de promover transformações necessárias. - Compreende-se por pessoas críticas e criativas aquelas dotadas de apurada capacidade de análise e compreensão das contradições da realidade e com apurado senso de responsabilidade na propositura de ações que transformem esta mesma realidade, de forma autêntica e inovadora por meio de tecnologias, conhecimentos, habilidades e competências adquiridas. - Compreende-se por transformação social as consequências da aplicação técnica de conhecimentos e competências capazes de promover o bem estar do desenvolvimento coletivo das pessoas nas esferas: educacional, econômica, cultural, política, ambientais, empresariais e de promoção de cidadania. - Compreende-se por desenvolvimento regional, inserido em um contexto global, a melhoria dos índices de desempenho econômico e social da região de abrangência e de intervenção da faculdade, com reflexos claros na melhoria das condições de vida e de preservação da dignidade humana da coletividade. - Compreende-se por visão de sustentabilidade, a consciência que deve permear as ações dos cidadãos acerca das implicações e consequências dos seus atos de forma a não atentar contra as condições de preservação sustentável, das vertentes econômica, social e ambiental dos meios onde vive, atua e convive. 1.3.3. Concepção da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana A Fits de Feira de Santana se caracterizará como instituição de ensino superior – em todos os níveis e áreas, comprometida com a difusão e aplicação do conhecimento e do saber, promovendo o desenvolvimento de competências por meio da formação superior inicial e continuada, integral e de excelência, voltada para o desenvolvimento regional, para a ampliação da cidadania, para a preservação da dignidade humana, a ampliação da cultura, o desenvolvimento econômico e social e a preservação do meio ambiente natural e urbano. - Por difusão e aplicação do conhecimento e do saber e desenvolvimento de habilidades e competências compreende-se o exercício pleno do conceito de Faculdade que promove a educação em seu sentido amplo, por meio das ações de ensino (competências), da investigação (pesquisa enquanto princípio educativo que estimule o espírito investigativo dos alunos, a busca de informação em fontes diversificadas para a expansão e a consolidação da 10 aprendizagem, assim como pesquisa enquanto geração de conhecimento por meio das práticas de iniciação científica) e da extensão (aplicação da ciência e tecnologia em favor da coletividade e do desenvolvimento regional). - Por formação inicial compreende-se que o ensino de graduação estabelece as bases para o exercício profissional e deve propiciar um conjunto de conhecimentos, habilidades e competências suficientes para o ingresso de seus discentes no mercado de trabalho e para a construção de respostas qualificadas às demandas com que se depara na atividade profissional. - Por formação continuada compreende-se a qualificação profissional e pessoal que se constitui em processo permanente de busca de conhecimentos e técnicas que devem ser oportunizadas também pela Faculdade, por meio de ações voltadas para a oferta de cursos e programas de pós-graduação e de aperfeiçoamento/extensão, além de outros eventos. - Por formação integral compreende-se o processo educacional que se estrutura na articulação entre as dimensões conceitual/atitudinal/procedimental, pautadas no domínio e utilização do conhecimento e na qualificação tecnológicas aliadas à sólida formação humanista e cultural que qualifique os educandos para a análise da realidade. Complementarmente, a formação integral abrange a aquisição e compreensão de princípios éticos e de responsabilidade social inerente à atuação compromissada com o aprimoramento social. - Por formação de excelência compreende-se a convergência de esforços para o oferecimento de condições adequadas ao pleno processo educacional, bem como para a construção criativa e criteriosa de novas formas de pesquisa/investigação e de intervenção na realidade. Por fim, a concepção da Fits de Feira de Santana reafirma que a formação oferecida deve promover a prática da reflexão, em consonância com a realidade social, de modo a possibilitar a consecução da missão institucional, voltada para respostas que viabilizem, de forma criativa, inovadora e assertiva, a superação dos mecanismos que provocam o atraso social, tecnológico e econômico do país e da região. 1.3.4. Valores e Princípios A Fits de Feira de Santana tem como seus valores e princípios, a saber: • Valorização do Ser Humano. • Ética. • Humildade. • Honestidade. • Educação. 11 • • • • • Disciplina. Inovação. Compromisso. Eficiência/Eficácia. Responsabilidade Social. 1.3.5. Objetivos Como resultado do planejamento institucional realizado com fins de implantar a Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, são propostos os seguintes objetivos gerais: • Promover um processo educativo reconhecido pelo diferencial de qualidade. • Implantar os cursos de graduação em condições de funcionamento condizentes com padrões característicos de uma instituição de educação superior de qualidade. • Estabelecer políticas que assegurem a capacitação e o aperfeiçoamento contínuo de docentes. • Implantar e consolidar a formação continuada com a oferta de cursos de pósgraduação Lato Sensu. • Estabelecer a vinculação com o meio externo como forma de aproximação do aluno à realidade social e ao campo de trabalho. • Implantar sistema de atendimento e acompanhamento dos discentes, de modo a apoiá-los nos seus percursos de formação. • Fomentar ações que contribuam para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental pela Faculdade Tiradentes de Feira de Santana em sua região de abrangência, tendo como foco principal a valorização do homem. • Estabelecer mecanismos para o controle e acompanhamento contínuos do fazer institucional. 1.3.6. Estrutura Acadêmica e Administrativa A organização administrativa da Fits de Feira de Santana para o início de suas atividades está definida de forma a garantir o adequado funcionamento de todas as suas áreas e a qualidade dos serviços prestados, além de contar com toda a estrutura de suporte das áreas e profissionais da Sede do Grupo Tiradentes. 12 A estrutura organizacional para o início das atividades contará com um Diretor Geral, um coordenador acadêmico, um coordenador administrativo/financeiro e coordenadores de áreas e de cursos e pelos órgãos da administração e será expandida conforme as necessidades. IDENTIFICAÇÃO Diretor Geral: Temisson José dos Santos. QUALIFICAÇÃO ACADÊMICA Doutor em Engenharia Química – Universidade Federal do Rio de Janeiro (PEQ/COPPE), 2000. Coordenadora Acadêmica: Luzia Cristina Mestre em Educação – Universidade Federal de Pereira Brito. Sergipe (UFS), 2001. Coordenadora do Curso: Jenifer Vieira Mestre em Ciência da Computação Toledo Universidade Federal de Sergipe (UFS), 2012. - A Administração Superior consta de instâncias executivas e de caráter consultivo, normativo e deliberativo. São elas: Instâncias de caráter executivo. Direção. Coordenações. Instâncias de caráter consultivo, normativo e deliberativo. Conselho Superior. Colegiado de Curso. Instância consultiva. Núcleo Docente Estruturante. Instâncias de assessoramento da Administração Superior. Assessoria Jurídica. Ouvidoria. Secretaria Geral. Além destas instâncias têm-se os órgãos suplementares, a saber: • Biblioteca. • Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial (NAPPS). • Departamento de Assuntos Acadêmicos – DAA. • Coordenação de Laboratórios. 13 • Central de Estágios. • Fits Carreiras. 14 2. DADOS FORMAIS DO CURSO 2.1. Identificação do curso 2.1.1. Nome do Curso: Curso Superior de Tecnologia em Rede de Computadores. 2.1.2. Habilitação: Tecnólogo em Rede de Computadores. 2.1.3. Modalidade: Presencial. 2.1.4. Endereço do curso: Rua Sabino Silva, nº 32 – Centro – Feira de Santana-BA. 2.1.5. Número de vagas a serem ofertadas: 120 vagas por semestre, totalizando 240 vagas anuais 2.2. Regime Acadêmico 2.2.1. Carga horária total: 2480 horas-aula. 2080 horas 2.2.2. Turno (s) de funcionamento: Matutino. 2.2.3. Quantidade de períodos: 5 semestres ( 2,5 anos). 2.2.4. Tempo de integralização: Tempo mínimo: 2,5 anos ( 05 semestres). Tempo máximo: 4 anos ( 08 semestres). 2.2.5. Regime de matrícula: Semestral. 2.2.6. Legislação e normas que regem o curso: A Base Legal para a oferta do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores tem sua sustentação na Legislação e nos atos legais dela derivados e na legislação específica do curso, dentre os quais: Constituição Federal de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Nº 9.394, de 20/12/1996, Plano Nacional de Educação (PNE) Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014; Lei do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior Nº 10.861, de 14/4/2004; Decreto que dispõe 15 sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais, a vigorar a partir de 2009, Nº 5.296/2004; Decreto que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e Avaliação da Educação Superior Nº 5.773, de 9/5/2006; Resolução CNE/CP 3, de 18/12/2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia; Catálago Nacional de Cursos Superiores de TecnologiaDeclaração Mundial sobre Educação Superior no Século XXI da Conferência Mundial sobre o Ensino Superior, UNESCO: Paris, 1998. 16 3. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 3.1 Contexto Educacional 3.1.1 Estado da Bahia A Bahia é um dos estados que integram a Região Nordeste do Brasil, está localizado no sul da região Nordeste e limita-se com os estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Piauí (norte), Minas Gerais e Espírito Santo (sul), Goiás e Tocantins (oeste), além de ser banhado pelo oceano Atlântico, a leste. Sua extensão territorial é de 564.733,177 km², conta com a população de 14.016.906 habitantes1 e densidade demográfica de 24,82 hab/km2. Seus habitantes encontram-se distribuídos em 417 municípios. A população residente nas áreas urbanas do Estado da Bahia é de 10.102.476 habitantes, enquanto que a população residente rural soma 3.914.430 habitantes, ou seja, é um estado com predomínio de população urbana. Conforme dados do IBGE, a composição étnica da população baiana é constituída por pardos (59,8%), brancos (23,0%), negros (16,8%) e amarela/indígenas (0,4%). Quanto à estrutura por sexo, os homens representam 49,1% da população, e as mulheres, 50,9%2. De acordo com o Censo 2010, as cidades mais populosas do estado da Bahia são: Salvador (2.675.656 habitantes), a capital do Estado, e Feira de Santana (556.642 habitantes). O estado da Bahia apresenta, em grande parte do seu território, relevos que estão acima dos 200 metros de altitude. Nesse território há uma grande variedade de relevos, onde destacam-se principalmente as dunas, planícies e manguezais no litoral, ao sudeste ocorre o planalto, no vale do rio São Francisco ocorrem depressões, locais onde se verifica o clima semi-árido. No território baiano o clima que predomina é o tropical e devido a isso, as temperaturas são elevadas praticamente o ano todo, acima dos 26ºC, exceto na serra do Espinhaço, onde as temperaturas são amenas. O clima semi-árido se apresenta no sertão do Estado com pouca precipitação, ocasionando longos períodos de estiagem. Na região sudeste do Estado os índices pluviométricos podem superar os 1.500 mm e no sertão não ultrapassa 500 mm ao ano. Existem três tipos básicos de cobertura vegetal no território baiano, a caatinga que ocupa maior parte, floresta tropical úmida e o cerrado. Quanto aos aspectos hidrográficos, a costa litorânea do estado é de 932 km de extensão. O principal rio é o São Francisco, e a sua bacia abrange uma área de 304.421,4 km2 que corta grande 1 2 IBGE censo 2010. http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=ba&tema=sinopse_censodemog2010. 17 parte do Estado. O São Francisco exerce grande influência em importantes municípios da Bahia, alguns deles com grande potencial econômico. Além dessa bacia, existem ainda as dos rios Itapicuru, Paraguaçu, Contas e Jequitinhonha3. A economia baiana é um destaque e encerrou o ano de 2013 com um crescimento de 3,0%. Esta alta de 3,0% na atividade econômica da Bahia, em 2013, foi determinada por dois setores. A indústria cresceu 4,2%, devido ao bom desempenho da indústria de transformação (5,8%) e da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana (4,7%). O outro setor é serviços, com crescimento de 2,5%. Essa alta está atrelada ao crescimento de 3,6% do comércio e de 5,2% dos transportes4. O estado da Bahia, nos últimos anos, vem apresentando taxas médias de crescimento superiores à média nacional, como indicado no gráfico apresentado a seguir: Figura 01 – Crescimento do PIB no Brasil e na Bahia no período 2011-2013. De acordo com a Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia (SEI/Seplan): “[...] a tendência de uma maior taxa em âmbito estadual é confirmada pelo Índice de Atividade do Banco Central (IBC), que aponta incremento de 2,5% para o Brasil e de 4,5% para a Bahia – à frente de estados como Pernambuco (1,8%), Ceará (3,7%) e Santa Catarina (4,1%), além da região Nordeste (3,7%). Outro aspecto que merece registro é que está se consolidando uma tendência de maior dinamismo do mercado de trabalho no interior do estado em relação à Região Metropolitana de Salvador (RMS). Em 2011, a participação do interior na criação de novas vagas no estado foi de 50,4%, passando a 62,8% em 2012 e a 3 http://www.brasilescola.com/brasil/aspectos-naturais-estado-bahia.htm http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1757:economia-baiana-encerra-2013-comcrescimento-de-30&catid=3:destaques 4 18 65,7% em 2013, o que aponta para uma desconcentração espacial da nossa economia e a interiorização do desenvolvimento (grifo nosso). Está um curso no estado uma substancial transformação da base produtiva”5. Esta transformação é um fator que pesa favoravelmente à abertura de novos empreendimentos em outros municípios do estado da Bahia, distintos da capital. Em 2011 o PIB per capita do Estado era de R$ 11.3406 e o seu setor da economia, apresentava o seguinte quadro: Quadro 01 - Quantitativo de empresas por atividade econômica. Atividade econômica No unidades locais Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura 2.789 Indústrias extrativas 784 Indústrias de transformação 15.115 Eletricidade e gás 158 Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 463 Construção 8.654 Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas 129.882 Transporte, armazenagem e correio 8.163 Alojamento e alimentação 14.199 Informação e comunicação 3.299 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 3.067 Atividades imobiliárias 1.727 Atividades profissionais, científicas e técnicas 8.539 Atividades administrativas e serviços complementares 16.577 Administração pública, defesa e seguridade social 1.182 Educação 8.966 Saúde humana e serviços sociais 9.109 Artes, cultura, esporte e recreação 2.946 Outras atividades de serviços 24.268 Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais 2 Fonte: extraído do cadastro central de empresas do IBGE (http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=ba&tema=estruturaempresarial2011). O quadro anterior indica que o setor de serviços, nas suas várias vertentes, congrega o maior número de unidades no Estado. Relativamente a esse setor, a Bahia ocupa a 12ª posição entre 5 Geraldo Reis, Diretor da SEI, em http://www.sei.ba.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1757:economia-baiana-encerra-2013-comcrescimento-de-30&catid=3:destaques 6 http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_PIB_per_capita 19 as unidades federativas, e a atividade com melhor índice de crescimento no ano de 2013 foi a de serviços profissionais, administrativos e complementares (15,4%), seguida da atividade de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (11,2%)7. No setor de serviços não pode ser esquecido também o turismo que é uma forte vocação do Estado, tanto na capital quanto no interior. No que tange à atividade industrial, a Bahia atua especialmente no setor químico, petroquímico, agroindústria, informática, automobilística e peças. O Polo Petroquímico de Camaçari é o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, tem mais de 90 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como indústria automotiva, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, fertilizantes, energia eólica, bebidas e serviços. A Bahia conta também com o Centro Industrial de Aratu – CIA - um complexo industrial multissetorial localizado na Região Metropolitana de Salvador nos municípios de Simões Filho e Candeias. Em sua área encontra-se em operação o Porto de Aratu, além de empreendimentos dos segmentos químico, metal-mecânico, componentes para calçados, alimentício, metalúrgico, moveleiro, de minerais não metálicos, plásticos, fertilizantes, eletroeletrônicos, bebidas, logística, têxtil, serviços e comércio e mais recentemente o segmento Termelétrico, integrando, ao todo, 144 empresas. Na agropecuária a Bahia se destaca em âmbito nacional como produtor de cacau, sisal, algodão, mamona, coco, soja, feijão e mandioca. Recentemente o Estado vem despontando como um importante produtor de soja, que no ano de 2013 correspondeu a 6,21 milhões de toneladas deste grão8. Por seu turno, a fruticultura da Bahia responde por um quinto das exportações brasileiras de frutas frescas. A produção no estado é divida em polos. O Vale do São Francisco é o maior polo de frutas tropicais, com uma produção de coco, banana, goiaba, melão, acerola, maracujá, mamão, vendidos para o mercado nacional e internacional9. Na pecuária possui grande destaque nacional, ocupando o sexto lugar no Brasil, e em termos de caprinos detém um dos maiores rebanhos do país. Relativamente à Educação, segundo os Resultados Finais do Censo Escolar de 2012, foi registrado no Estado da Bahia o seguinte quadro de matrículas e de docentes: 7 http://www.bahianoticias.com.br/principal/noticia/150649-bahia-fica-em-12-posicao-entre-estados-com-crescimentode-9-2-no-setor-de-servicos.html 8 http://www.seagri.ba.gov.br/sites/default/files/agros%C3%ADntese%20eletronica.pdf 9 http://www.upb.org.br/uniao-dos-municipios-da-bahia/informativos-e noticias/index.php?id=10835&pag=3 20 Quadro 02 – Dados da educação no Estado da Bahia (2012). Matrícula alunos Docentes Ensino fundamental 2.319.830 119.890 Ensino médio 589.072 33.330 Ensino pré-escolar 373.375 17.929 Fonte: IBGE (http://www.ibge.gov.br/estadosat/temas.php?sigla=ba&tema=educacao2012). Ao todo são 3.282.277 matrículas, sendo 17,9% no ensino médio e as restantes (82,1%) distribuídas entre o ensino pré-escolar e fundamental. Todos esses aspectos configuram um cenário econômico em crescimento e demandante de profissionais com perfil para enfrentar a necessidade de setores cada vez mais especializados e competitivos em nível nacional e internacional, ou seja, o aumento de demanda para a educação superior no estado da Bahia. Na sequência é apresentada a análise da inserção regional de Feira de Santana, cidade sede da Faculdade Tiradentes. 3.1.2 Feira de Santana O município de Feira de Santana abriga as instalações da Faculdade Tiradentes – Fits – e é o segundo mais populoso do Estado, possuindo 556.642 (censo IBGE 2010) habitantes distribuídos em 1.337,993 km2, valores que caracterizam a densidade demográfica de 416,03 hab/km2. Em termos de população, ocupa a 34ª colocação no ranking nacional, sendo maior que sete capitais: Vitória, Florianópolis, Rio Branco, Palmas, Porto Velho, Boa Vista e Macapá, conforme censo demográfico 2010 do IBGE. Feira de Santana é um município predominantemente urbano, na medida em que a 91,7% dos seus habitantes encontram-se na região urbana. O Quadro 03 (três) indica que 38,43% da população encontra-se na faixa de 15 a 34 anos, ou seja, há uma parcela expressiva da população na faixa etária demandante de formação em nível superior. A área de influência mais direta de Feira de Santana compreende um espaço contínuo de 2 99.538 km , com população de cerca de 3.000.000 de habitantes, sendo o segundo maior contingente populacional urbano do Estado, respondendo também pela segunda economia regional da Bahia10. A distribuição da população por faixa etária, obedecia a seguinte composição, no ano de 2010: 10 http://www.cifs.com.br/artigos/levantamento_socio_economico.pdf 21 Quadro 03 – Distribuição etária da população. População por faixa etária No habitantes até 9 anos 85.486 de 10 a 14 anos 48.874 de 15 a 19 anos 50.211 de 20 a 24 anos 54.818 de 25 a 34 anos 108.862 de 35 a 49 anos 114.047 de 50 a 59 anos 45.979 60 anos ou mais 48.365 Total 556.642 % 15,36 8,78 9,02 9,85 19,56 20,49 8,26 8,69 100 Fonte: IBGE (censo 2010). Feira de Santana ocupa a posição privilegiada de segunda cidade mais populosa do Estado, e apresenta uma localização estratégica em função da distância de Salvador (108 km) e da confluência de rodovias importantes. A cidade encontra-se no principal entroncamento rodoviário do Norte-Nordeste brasileiro, e o segundo do Brasil, onde ocorre o encontro das BR 101, BR 116 e BR 324, além de várias rodovias estaduais, BA 052, BA 502, BA 503 e BA 504, funcionando como ponto de passagem para o tráfego que vem do Sul, Sudeste e do Centro-Oeste que se dirige para Salvador e outras capitais e importantes cidades nordestinas. Feira de Santana encontra-se, ainda, a 70 km do Polo Petroquímico de Camaçari, o 1º complexo petroquímico planejado do país, hoje também polo industrial, que traz um faturamento de mais de R$ 15 bilhões por ano para as 90 indústrias de vários segmentos presentes na região, que empregam cerca de 30 mil pessoas. O polo atrai cada vez mais investidores e empresas nacionais e multinacionais. O município de Feira de Santana está localizado na zona de planície entre o Recôncavo baiano e os tabuleiros semiáridos do nordeste baiano e faz divisa com doze municípios. Em relação à hidrografia, conta com os rios Subaé, Pojuca e Jacuípe, diversas lagoas, alguns riachos e várias fontes nativas. O solo contém: argila, caulim, areias, arenitos, granulitos e minerais. Destes elementos são explorados apenas: areia, argila e pedras para construção que também são, industrialmente transformadas em várias espécies de britas e tipos de pedra. Feira de Santana é o principal centro urbano, político, educacional, tecnológico, econômico, imobiliário, industrial, financeiro, administrativo, cultural e comercial do interior da Bahia e um dos principais do Nordeste, exercendo influência sobre centenas de municípios do estado. Além de maior, é também a principal e mais influente cidade do interior da região Nordeste. 22 Feira de Santana foi a primeira cidade da América Latina a ter um plano diretor para planejar seu desenvolvimento e Infraestrutura, foi eleita pela revista Gazeta Mercantil a cidade mais dinâmica do país acima de 550 mil habitantes, e foi destacada no jornal Folha de Londrina como uma das cidades que mais crescem no país atualmente11. Vários aspectos caracterizam essa posição privilegiada de Feira de Santana, a saber: • Possui mais estabelecimentos de saúde (318) do que algumas capitais, como Aracaju, que possui 232 estabelecimentos entre públicos e privados12. Entre esses 318, encontram-se 105 estabelecimentos de saúde municipais que contam com 147 leitos para internação. • Apresenta 2,83 médicos por 1.000 habitantes, acima da média brasileira, considerada baixa, de apenas 1,8. Comparada com as grandes metrópoles, Feira de Santana encontra-se em uma boa posição em relação a esse indicador (médicos/1000 habitantes), sendo maior que o de São Paulo (2,4) e pouco abaixo do apresentado pelo Rio de Janeiro e Distrito Federal (3,4), que apresentam padrão considerado próximo ao dos países desenvolvidos13. • Dispõe de um Sistema de Saúde Digital que melhorou o atendimento, a produtividade e o controle dos recursos das unidades de saúde. Com o sistema, o município subiu, em 2012, 255 posições no ranking nacional do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal. Em 2011, o projeto ainda foi vencedor do prêmio e-Gov, na categoria serviços públicos14. • Possui destaque no ensino médio da Bahia e do Brasil, tendo no seu conjunto de escolas, cinco entre as 20 da Bahia com a maior nota no ENEM em 2012, sendo uma em 7º lugar no ranking nacional e 1º no ranking estadual. A escola teve ainda a 3ª maior nota de redação do país15. • Em 2013, a Casa Cor realizou sua exposição pela 1ª vez em Feira de Santana. De todas as cidades interioranas do país, apenas Campinas – SP, Balneário Camboriú – SC e, recentemente, Feira de Santana – BA sediaram o evento, que é reconhecido internacionalmente como o maior da América Latina e o 3º maior do mundo. Com 11 http://pt.wikipedia.org/wiki/Feira_de_Santana IBGE Cidades e Agência Brasil (2012) 13 Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana; IstoÉ; O Globo 14 CBN – Globo Rádio. 14/09/2013 15 Globo TV – Bahia Meio Dia. Novembro de 2013 12 23 temas relacionados a decoração, arte, gastronomia e moda, o evento tinha também, como objetivo, a valorização do profissional na região de Feira de Santana16. • Em dezembro de 2012 a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação Regional Bahia (ASSESPRO-BA) instalou a sua primeira subseção no estado, escolhendo Feira de Santana para sediar o empreendimento, que possui cerca de 60 empresas na área de TI17. Feira de Santana é um lugar propício para acolher empresas, seja no setor industrial, no comercial e no de serviços. As principais variáveis favoráveis estão presentes, a exemplo de estrutura, logística, mão-de-obra, tecnologia e qualidade de vida. O setor econômico que possui o maior PIB é o de Serviços (nele incluído o Comércio) que corresponde a 73,58% do PIB geral. O setor de Indústrias representa 25,68%, enquanto a agropecuária representa apenas 0,75%, não tendo impacto relevante no PIB da região18. Do total de 24.581 empresas constituídas formalmente, a grande maioria são do setor de serviços, comércio e indústria. Em termos de postos de trabalho, o mesmo comportamento é observado (Quadro 04). Fica evidente a representatividade do setor terciário para a economia Feirense e esse aspecto vem ganhando cada vez mais notoriedade com o surgimento de novas empresas do setor e a criação de mais postos de trabalho tanto direto quanto indireto. Assim, a tendência de fortalecimento do setor de serviços se afirma e cria uma demanda de mão-de-obra crescente19. Quanto ao setor industrial, este vem dinamizando a economia do município e crescendo mais que o setor de serviços. O Centro Industrial do Subaé (CIS) é a principal zona industrial da região metropolitana, destaca-se junto ao Centro Industrial de Aratu e ao Polo Petroquímico de Camaçari no cenário econômico baiano e conta com indústrias dos ramos químico, material elétrico e de transportes, bebidas, alimentos, vestuário, calçados e artefatos de tecidos, metalurgia, papel, papelão e embalagem. Estão instaladas no CIS indústrias do porte de: Pneus Pirelli, Cervejaria Kaiser, Siemens, Avipal, Jossan da Bahia, Química Geral do Nordeste, Brasfrut, Nestlé, dentre outras. O desenvolvimento industrial terá significativo incremento com o Polo de Confecções do Município, em processo de construção. 16 Tribuna Feirense. 04/10/2013 e Jornal Folha do Estado. 19/07/2013 Bom Dia Feira. 06/12/2012 18 IBGE Cidades 19 http://www.acefs.com.br/feira.php 17 24 Apesar do desempenho da economia formal, o município de Feira de Santana ainda se encontra fortemente ligado à chamada economia informal. Persiste uma enorme rede de atividades vinculadas ao comércio e serviços informais que mantém ocupada significativa parcela da população, gerando riqueza e conferindo à cidade uma especificidade. Das 479.202 pessoas empregadas no ano de 2010, 103.904 tinham empregos formais, enquanto 375.298 desenvolviam atividades de maneira informal. No setor informal há expressivo número de micro e pequenas empresas prestadoras de serviços que têm um papel importante para a economia da cidade, em especial como absorvedoras de mão-de-obra. Os empregos formais no município obedeciam, no ano de 2010, a seguinte distribuição por setor de atividade econômica: Quadro 04 – Distribuição do número de empregados formais (2010). Setor Número de empregados Administração Pública 6.995 Agropecuária 1.190 Comércio 33.220 Construção Civil 11.302 Extração Mineral 174 Indústria de Transformação 19.905 Serviços 30.260 Serviços de Utilidade Pública 858 Total 103.904 % 6,73 1,15 31,97 10,88 0,17 19,16 29,12 0,82 100 Ref: IBGE 2010. Em 2010 o PIB era de R$7.433.139.000,00 e o PIB per capita a preços correntes era de 13.353,53 reais. No ano de 2011, o PIB per capita evoluiu para 14.704,55 reais, indicando o crescimento de 10% no prazo de um ano, dado bastante expressivo em termos de crescimento econômico. Os números apresentados no Quadro 04 indicam: • A expressividade dos setores de comércio e serviços que, juntos, integram 61,09% dos empregos formais de Feira de Santana; • Se a estas duas áreas forem acrescentadas as relativas à indústria de transformação e construção civil, o percentual de empregos formais atinge 91,13% dos empregos existentes em Feira de Santana. 25 Tais aspectos reforçam a pujança da economia nesses setores e a tendência de crescimento face à vocação da cidade para o comércio e os serviços e a expansão do setor industrial que será acirrado pelo polo de confecções. Assim, há um cenário no município que aponta para o crescimento do emprego e da consequente necessidade de mão de obra qualificada para assumir os postos de trabalho. No que tange à educação, o ensino fundamental, o médio e o pré-escolar apresentavam os seguintes números no ano de 2012: Quadro 05 – Dados da educação no município de Feira de Santana (2012). Matrícula alunos Docentes Ensino fundamental 83.202 4.000 Ensino médio 21.105 1.588 Ensino pré-escolar 14.050 743 Fonte: IBGE cidades. Conforme apresentado nos Quadros 05, as matrículas no ensino médio correspondem a 17,83% das matrículas totais, bem abaixo das matrículas do ensino fundamental. Este é um fato que normalmente ocorre no país, em função dos índices de abandono que provocam a redução do alunado, na medida em que se avança nas séries formais do sistema educativo. A tendência é uma melhoria desta situação em decorrência da elevação da cobertura da educação no país. As gerações que vierem a graduar-se em cursos superiores tendem a passar para seus descendentes o valor da educação, aspecto que poderá contribuir para evitar a queda acentuada do alunado entre o ensino fundamental e o médio. Em que pese esta realidade, há um contingente expressivo para acesso ao ensino superior, mesmo sem levar em conta aqueles que já concluíram o ensino médio e encontramse no mercado de trabalho, sem dar continuidade aos seus estudos. 3.1.3 Oferta da Educação Superior em Feira de Santana Diante do cenário educacional do país, o Plano Nacional de Educação – PNE nos seus objetivos e metas prevê a elevação global do nível de escolaridade da população, a ampliação do atendimento à educação superior com garantia crescente de vagas e, simultaneamente, a oportunidade de formação, atendendo às necessidades da sociedade, no que se refere a lideranças científicas e tecnológicas, artísticas e culturais, políticas e intelectuais, empresariais e sindicais, além das demandas do mercado de trabalho. 26 Neste sentido, com vistas ao atendimento dos objetivos e metas do PNE e considerando as potencialidades econômicas da região associadas aos dados educacionais e demandas por profissionais qualificados, fortalece-se a necessidade de implantação de novas instituições ampliando, assim, a oferta de cursos de graduação em Feira de Santana. A cidade de Feira de Santana abriga uma universidade pública de porte, a Universidade Estadual de Feira de Santana, além de 06 faculdades isoladas de categoria administrativa particular, com e sem fins lucrativos. Todavia, a oferta de cursos de graduação ainda é incipiente, no tocante ao pequeno número de vagas que atenda a demanda, e na inexistência da oferta de algumas graduações estratégicas para o desenvolvimento do município. Quadro 06 – Número de vagas e inscritos em IES de Feira de Santana (2012). Número de Vagas Número de Inscritos Curso Pública Privadas Pública Privadas Administração 450 430 1.412 1.613 Direito 80 340 3.669 1.537 Engenharia Civil 80 160 2.804 774 Engenharia de Produção 350 1.280 Fonte: Inep - Censo da Educação Superior. Um aspecto importante é que esta demanda vem sendo crescente, ao tempo em que vem ocorrendo uma diminuição do número de vagas totais ofertadas (pública e privadas). Tal realidade configura a existência de lacunas na oferta de cursos superiores em Feira de Santana. 3.1.4 Justificativa de oferta do curso O século XXI assinala-se, pela solidificação da globalização e do comércio eletrônico, dos avanços da tecnologia da comunicação e da informação. A cada dia os negócios na área de informática configuram-se como um ambiente promisso de trabalho e de negócios, além de um espaço de aprendizado e de entretenimento. As tecnologias, em geral, tem tido um avanço extremamente rápido e se têm tornado presente no dia das pessoas e afetado de forma significativa nossa maneira de viver, não só pela velocidade de seu desenvolvimento como também pelo seu aspecto multidisciplinar que faz com que ela interaja naturalmente com praticamente todas as outras áreas. A expansão da econômica brasileira na última década descortinou uma realidade na qual 27 há oportunidades abundantes para quem estiver atento às movimentações provocadas pelo crescimento da economia. Não diferente do crescimento econômico do país o Estado da Bahia também apresenta um quadro ecônomico favorável, sinalizando um visível crescimento de seu comércio e surgimento de novas indústrias e, por conseguinte o aparecimento de um amplo mercado de trabalho na área da informática, que se solidifica a cada dia. A Fits de Feira de Santana apresenta a proposta de criação do Curso de Tecnologia em Rede de Computadores pautada nos seguintes aspectos: • A população do ensino médio regional, a quantidade de vagas ofertadas na educação superior, a demanda pelo curso e as taxas brutas e líquidas de matriculados na educação superior, apresentadas nos Censos da Educação Básica e da Educação Superior, elaborados pelo INEP/MEC e publicados, na íntegra, no site desse Instituto. • As metas definidas no Plano Nacional de Educação (PNE), Lei Nº. 10.172/2001. • Número de vagas solicitadas está de acordo com a dimensão e qualificação dos docentes e técnico-administrativos, com a proposta pedagógica do referido curso e com as instalações da IES. • A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana-Fits conta com as instalações necessárias e qualificadas para a criação do curso de Tecnologia em Redes de Computadores, incluindo laboratórios e biblioteca. Além dos aspectos acima elencados, o Curso possui grande relevância para o Estado, na medida em que as empresas necessitam cada vez mais de gerenciar suas informações e proteger seus dados, o que justifica o estudo de ferramentas e procedimentos, além de pesquisas no campo da computação para sanar demandas específicas. O mercado de trabalho para esses profissionais está em franca expansão e a demanda por tecnólogos em redes de computadores encontra-se em empresas de pequeno, médio e grande porte que trabalham com sistemas em rede e em ambiente informatizado, nas áreas de prestação de serviços, indústria e comércio, situados tanto em grandes centros urbanos quanto em pólos produtivos espalhados pelo interior do Estado. Desta forma, o curso proposto visualizará a possibilidade de seus egressos conquistarem postos de trabalho, que atendam as necessidades de profissionais qualificados, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico, refletindo, no seu Projeto Pedagógico do Curso as expectativas educacionais da Instituição dispostas no seu PPI e no seu PDI, bem como as necessidades do estado da Bahia e do município de Feira de Santana. 28 Desse modo, o Curso Tecnológico de Tecnologia em Redes de Computadores prposto, atende ao que preconiza a Resolução Resolução CNE/CP 3, de 18 de Dezembro de 2002 que institui as DCNs dos cursos Tecnológicos, nos seus critérios de planejamento e organização, competências profissionais definidas no perfil profissional do egresso, carga horária mínima acrescida as horas destinadas as Atividades Complementares, desenvolvimento de competências profissionais consonante ao perfil profissional do egresso. Face ao exposto, a Fits entende que o curso de Tecnologia em Redes de Computadores irá contemplar a demanda de novos serviços para a atuação no segmento da computação e informática, com vistas ao atendimento ao mercado de trabalho, cuja perspectiva de crescimento vem se tornando, cada vez mais evidente, cujos novos serviços suportarão perfeitamente a formação de profissionais para atuação neste segmento da computação e informática. 3.2 Políticas Institucionais no Âmbito do Curso A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, em consonância com este contexto e atenta às novas tendências educacionais e profissionais, assume em seu Projeto Pedagógico o compromisso de formar profissionais dotados de um saber que se alicerça nas mais recentes teorizações da ciência, integradas com o desenvolvimento e melhoria das condições de vida das comunidades onde atua. Para tanto, busca na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o embasamento para uma atuação pedagógica qualificada. Nesta perspectiva concebe: • Ensino como processo de socialização e produção coletiva do conhecimento. • Pesquisa como princípio educativo a permear todas as ações acadêmicas da Faculdade, bem como as atividades desenvolvidas no âmbito da iniciação científica. • Extensão como processo de interação com a comunidade, a partir de ações contextualizadas da aprendizagem e o cumprimento da função social da Instituição. Ao assumir o desafio de promover a educação para a autonomia, propõe o questionamento sistemático, crítico e criativo pelos agentes formadores e em formação dos processos e das práticas a serem empreendidas. Em consonância com o Projeto Pedagógico Institucional, que preconiza a articulação entre teoria e prática, o curso de Tecnologia em Redes de Computadores contemplará desde os primeiros períodos, ações que visam colocar o aluno em contato com a realidade social e profissional em que irá atuar, como forma de promover a açãoreflexão-ação sobre esta, a exemplo do eixo integrador e do eixo de práticas profissionais. 29 3.2.1. Políticas de Ensino Focada nessa premissa norteadora, propõe uma educação capaz da promoção de situações de ensino e aprendizagem com focos na construção de conhecimentos e no desenvolvimento de competências. Nessa perspectiva, incorporarão, na realização das situações de ensino e vivências acadêmicas, abordagens que propiciem: • O desenvolvimento curricular contextualizado e circunstanciado. • A busca da unidade entre teoria e prática. • A integração entre ensino, pesquisa e extensão. • A integração dos conhecimentos efetivada nos níveis intradisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar. • A construção permanente da qualidade de ensino. Desse modo, no âmbito do curso de Tecnologia em Rede de Computadores, serão propiciadas situações que favoreça o desenvolvimento de profissionais capacitados para atender às necessidades e expectativas do mercado de trabalho e da sociedade, com competência para formular, sistematizar e socializar conhecimentos em suas áreas de atuação. Para tal, serão desenvolvidas ações, dentre as quais: adoção dos princípios pedagógicos da educação baseada em competências, capacitação didático-pedagógica permanente do corpo docente do curso; valorização dos princípios éticos, flexibilização dos currículos, de forma a proporcionar ao aluno a maior medida possível de autonomia na sua formação acadêmica, atualização permanente do projeto pedagógico, levando em em consideração as DCNs, a dinâmica do perfil profissiográfico do curso . 3.2.2. Políticas de Pesquisa A pesquisa na Faculdade se constitui princípio pedagógico, de modo a incentivar a busca de informações nas atividades acadêmicas, assim como a realização de práticas investigativas por meio do Programa de Iniciação Científica. Desse modo, visa desenvolver uma ação contínua que, por meio da educação, da cultura e da ciência, busca unir o ensino e a investigação, propiciando, através dos seus resultados, uma ação transformadora entre a academia e a população. Neste sentido, serão incentivadas as práticas investigativas que propiciem: Fomento ao aprofundamento do conhecimento científico, técnico, cultural e artístico por meio do incentivo permanente, em todas as práticas acadêmicas, da busca de informações nas mais diversas 30 fontes de consulta disponíveis, de modo a desenvolver a curiosidade científica e o espírito investigativo dos alunos, dentre os quais:. • Estímulo e incentivo ao pensar crítico em qualquer atividade didático-pedagógica. • Fomento à realização de práticas de investigação focada na temática da região onde a Faculdade se insere. • Manutenção de serviços de apoio indispensáveis às práticas de investigação, tais como, biblioteca, documentação e divulgação científica. • Promoção de iniciação científica através do Programa de Bolsas de Iniciação Científica – PROBIC e Programa Voluntário de Iniciação Científica – PROVIC. • Fomento às parcerias e convênios com organizações públicas e privadas para a realização das práticas investigativas de interesse mútuo. • Incentivo à programação de eventos científicos e à participação em congressos, simpósios, seminários e encontros, tais como a Semana de Pesquisa e de ExtensãoSEMPEX. • Apoio à divulgação dos trabalhos que foram e/ou estão sendo desenvolvidos em parceria entre os alunos e os professores. No âmbito do curso de Tecnologia em Rede de Computadores, serão incentivadas às atividades de pesquisa, por meio de diversos mecanismos institucionais, a exemplo de atribuição pela IES de carga horária para orientação das atividades de iniciação científica. Ademais, haverá promoção e incentivo à apresentação de produção técnica e científica em eventos científicos. Para o corpo discente, a Faculdade Tiradentes de Feira de Santana oferecerá bolsas de iniciação científica, bem como os alunos poderão ser beneficiados com bolsas destinadas por órgãos conveniados. Considerando situações em que essa oferta não contemple a todos os alunos inscritos, a Instituição irá estimular a participação voluntária, sem prejuízo da legitimidade institucional do projeto de pesquisa, regida pelo Programa Voluntário de Iniciação Científica – PROVIC. 3.2.3. Políticas de Extensão A extensão é concebida como processo educativo, cultural e científico que se articula com o ensino e a investigação de forma indissociável, viabilizando a relação transformadora entre a Instituição e a sociedade. Nessa direção, serão implementadas ações, pautas nas seguintes diretrizes: 31 • Fomento ao desenvolvimento de habilidades e competências de discentes possibilitando condições para que esses ampliem, na prática, os aspectos teóricos e técnicos aprendidos e trabalhados ao longo do curso através das disciplinas e conteúdos programáticos. • Estímulo à participação dos discentes nos projetos idealizados para o curso e para a Instituição de modo geral, possibilitando a interdisciplinaridade e transversalidade do conhecimento. • Garantia da oferta de atividades de extensão de diferentes modalidades. • Estabelecimento de diretrizes de valorização da participação do aluno em atividades extensionistas. • Concretização de ações relativas à responsabilidade social da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana. Nessa direção, a extensão ocorre mediante articulação com o ensino e a pesquisa, sob forma de atividades em projetos, garantindo a disponibilidade de algumas atividades de forma gratuita para a população de baixa renda, em especial para as comunidades circunvizinhas, reafirmando assim seu compromisso com uma inclusão social e com o desenvolvimento regional. Pautada nestas diretrizes sustenta-se que a articulação entre a Instituição e a sociedade por meio da extensão é um processo que permite a socialização e a transformação dos conhecimentos produzidos com as atividades de ensino e a pesquisa, recuperando e (re) significando saberes gerados a partir das práticas sociais, contribuindo para o desenvolvimento regional. No âmbito do curso de Rede de Computadores, serão implementadas ações que propiciem a extensão, de modo a aproximar, cada vez mais oos estudantes da realidade regional e local. Finalmente, as Políticas e Programas a exemplo de Monitoria (remunerada e voluntária); Programa de Bolsas de Iniciação Científica; Programa de Inclusão; Política Geral de Extensão (semanas culturais e/ou acadêmicas, exposições, feiras, palestras, cursos de curta e média duração, concursos, conferências entre outros; Política de Publicações Acadêmicas; Política de Estágio; Programa Fits Carreiras, dentre outros, serão implementados no curso de Tecnologia em Rede de Computadores. 32 3.3 Objetivos do Curso 3.3.1 Objetivo Geral: O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores tem por objetivo geral formar cidadãos e profissionais altamente qualificados no que há de mais recente na tecnologia de Redes de Computadores, preparado para atuar de acordo com as tendências tecnológicas do mercado. 3.3.2 Objetivos Específicos: • Gerenciar empresas prestadoras de serviços na área de negócios em Redes de Computadores. • Capacitar profissionais para instalar, configurar e administrar infraestrutura de Redes de Computadores. • Implementar e administrar soluções de segurança de Redes de Computadores. • Gerenciar e administrar Redes de Computadores. • Desenvolver e gerenciar projetos voltados à tecnologia das Redes de Computadores. • Prospectar soluções de Redes de Computadores. 3.4. Perfil Profissional do Egresso O perfil dos egressos do curso de Tecnologia em Redes de Computadores proposto pela Faculdade Tiradentes de Feira de Santana foi definido em consonância com a missão da IES e as Diretrizes Curriculares Nacionais e o Catálago Nacional de Cursos Tecnológicosdo Curso. Ao concluir sua graduação, egresso deverá possuir as seguintes competências: Competências Gerais: • Domínio de Redes de Computadores. • Capacidade de abstração. • Habilidade numérica. • Visão sistêmica. • Habilidade de comunicação oral e escrita. • Capacidade de assumir responsabilidades. • Conduta ética. 33 • Capacidade de conviver em ambientes de conflitos. Competências Específicas: • Gerenciar, projetar, implementar e dar manutenção em sistemas de interligação de computadores em redes locais e globais em empresas de quaisquer áreas que incluam Tecnologia da Informação em seus processos produtivos e de gestão. • Planejar, supervisionar, e coordenar atividades de equipes de infraestrutura física e de Redes de Computadores. • Empreender, desenvolver soluções em Redes de Computadores, pela consultoria, projetos, oferta de soluções ou ainda e segurança para redes. • Operacionalizar Redes de Computadores, protocolos de comunicação, cabeamento estruturado, soluções em integração de serviços como: voz, dados, imagens, controle de parâmetros. • Prestar suporte pós- vendas na área de Redes de Computadores. • Prestar serviços de suporte para auditoria técnica em Redes de Computadores. O Egresso do curso de Tecnologia em Redes de Computadores deverá reunir conhecimentos básicos para a aplicação da ciência e da tecnologia, o desenvolvimento tecnológico e científico, bem como possuir atuação profissional voltada para a qualidade, o compromisso social, organizacional e a ética. Desta forma, caracteriza-se como um profissional com capacidade para projetar, implantar, operar, gerenciar e manter projetos de Redes de Computadores, além de ser capaz de aprender e incorporar novos processos tecnológicos, tornando-os instrumentos que beneficiem a vida da coletividade. 3.4.1 Campos de Atuação O Tecnólogo em Redes de Computadores é o profissional que elabora, implanta, gerencia e mantém projetos lógicos e físicos de Redes de Computadores locais e de longa distância. O egresso do curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Fits terá condições de assumir um papel de agente transformador do mercado, sendo capaz de provocar mudanças através da incorporação de novas tecnologias da informação na solução dos problemas e propiciando novos tipos de atividades. 34 Este curso pertence a uma área de atuação profissional onde a atualização é de vital importância, devido à evolução crescente da Tecnologia da Informação. A área de Redes de Computadores, é seguramente um dos nichos econômicos mais exigentes no que diz respeito à necessidade de atualização. Desta forma, não exclusivamente, o egresso do curso poderá atuar em diversas atividades relacionadas à informática em ambientes que variam do empresarial ao serviço público e à docência, a seguir dispostas: • Administrador de Redes: profissional responsável pela gestão do ambiente de infraestrutura de Redes de Computadores corporativas (locais e de longa distância). • Analista de Suporte: responsável pelas atividades de suporte ao ambienteoperacional dos aplicativos no tocante da infraestrutura de hardware, software utilitários e utilização das Redes de Computadores. • Analista de Desempenho de Redes: este profissional é responsável pelo monitoramento e proposição de melhorias nos ambientes de Redes de Computadores corporativas, propondo mudanças corretivas e adaptativas sempre que necessário. • Analista de Segurança da Informação: analista de segurança da informação é o responsável pelo projeto e operacionalização da política corporativa de segurança da informação nas organizações. • Gerente de projetos de Redes de Computadores: responsável pela gestão de equipes de projeto de Redes de Computadores, e infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação. • Gerente de equipe de suporte: a gestão de equipes de analistas de suporte e técnicos de hardware/redes, em suas atividades operacionais no âmbito empresarial constitui responsabilidade desta modalidade de profissional. • Consultor de tecnologia na área de redes: profissional que atua no mercado, ou em grandes corporações, cuja atividade principal consiste em projetar, fazer diagnósticos, serviços de consultoria, na área de Redes de Computadores. • Empreendedor em Informática: planeja e implanta um negócio próprio na área de Redes de Computadores, gerando empregos e desenvolvimento para a região. 35 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E METODOLÓGICA DO CURSO 4.1. Estrutura Curricular O curso de Rede de Computadores será integralizado em 2,5 (anos e meio) e as disciplinas que compõem a estrutura curricular foram definidas em função dos objetivos do curso e perfil profissional do egresso. Nessa direção, a carga horária total do curso é de 2480 horas-aula e das 2000 horas, das quais 80 horas são de Atividades Complementares, dimensionadas considerando as ementas e carga horária teórica e prática de cada componente curricular. Acompanhando os avanços na profissão, estão inseridas na matriz curricular disciplinas de formação geral, como: Metodologia Científica, Práticas Investigativas, Práticas Extensionistas e Libras, que fornecem os instrumentos necessários para ler, interpretar e produzir conhecimentos. Objetivando flexibilizar o currículo, serão ofertadas disciplinas optativas no 5º período como Libras, Relações Étnico-Raciais, História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, Inglês Instrumental e Atividades Complementares que contribuirão para formação geral e interdisciplinar do curso, propiciando, dessa forma, uma busca permanente de aproximação da teoria à prática, à medida que se proporcionam paulatinamente no transcorrer do curso, oportunidades de vivenciar situações de aprendizagem que extrapolam as exposições verbais em sala de aula. A interdisciplinaridade e transversalidade serão operacionalizadas por meio da complementaridade de conceitos e intervenções entre as unidades programáticas de um mesmo campo do saber e entre diferentes campos, dialeticamente provocada através de conteúdos e práticas que possibilitam a diminuição da fragmentação do conhecimento e saberes, em prol de um conhecimento relacional e aplicado à realidade profissional e social. O respeito à diversidade e aos diferentes estilos e ritmos de aprendizagem serão considerados por meio de metodologias de ensino apropriadas, arranjos organizacionais, uso de recursos diversificados e parceria com as organizações especializadas. Aliado a isso, e acompanhando as mudanças que ocorrem no mundo, torna-se necessário o desenvolvimento de temáticas de interesse da coletividade, tais como Meio Ambiente e Sociedade, Educação para os Direitos Humanos abordadas nos conteúdos das diferentes disciplinas do curso. O Currículo do curso contempla não somente o espiríto de ajuste das comprovadas necessidades atuais do mercado de Redes de Computadores, mas também, as inevitáveis transformações que este campo atravessa, a partir de um sólido embasamento teórico, sempre 36 obedecendo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso tecnológicos e a legislação vigente. Assim sendo, entendemos que o atual currículo reúne condições de atender às expectativas mais exigentes não apenas no que tange ao presente – como especial – com relação às demandas profissionais do futuro. Para obtenção do Título de Tecnólogo em Redes de Computadores, o aluno deverá integralizar todos os créditos expostos na matriz curricular do curso. Porém, ao longo do curso, ele poderá obter certificações parciais a partir do cumprimento de um grupo de disciplinas e consequentemente apropriação de um conjunto de conceitos, técnicas e habilidades. Estas certificações são concedidas ao aluno que completar os módulos correspondentes. Esse mecanismo possibilita ao discente receber títulos por cada etapa cumprida possibilitando o ingresso do aluno no mercado de trabalho em tempo mais curto. O projeto do curso prevê os seguintes módulos de certificação parcial: • Módulo I: Projeto Físico e Cabeamento Estruturado. - Objetivo: Formar profissional para criar projeto físico e cabeamento estruturado para implementação da rede de computadores da empresa. Disciplina Carga Horária Total Arquitetura de Computadores Metodologia Cientifica Cabeamento Estruturado Instalações Elétricas 460 horas Comunicação de Dados Práticas Investigativas - Certificação Obtida: Técnico em Cabeamento Estruturado. - Competências: o aluno ao concluir o Módulo I, terá conhecimento dos conceitos básicos de um sistema de computação, possibilitando identificar o processo de funcionamento de um sistema de computação, além de, relacionar os conceitos básicos de um sistema de computação com arquiteturas existentes no mercado. Tendo também compreensão do relacionamento entre o software e o hardware. Capacidade para elaborar e apresentar trabalhos acadêmicos e científicos de acordo com procedimentos metodológicos e Normas da ABNT, aplicando a linguagem científica, utilizando o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo. Como completude das competências do módulo I, o aluno será capacitada para auxiliar em projetos de cabeamento estruturado, instalar e/ou 37 conduzir grupo para instalação de cabeamento estruturado, realizar manutenção e/ou conduzir grupo de manutenção de redes de cabeamento estruturado, elaborar e interpretar desenhos de plantas de cabeamento estruturado. Compreender a importância das instalações elétricas no desenvolvimento tecnológico e no seu dia-a-dia, enfatizando os princípios da eletricidade e suas aplicações. • Módulo II: Gerenciamento de Ativo de Redes. - Objetivo: Formar profissional capaz de administrar os ativos de redes da empresa. Disciplina Carga Horária Total Elementos Ativos Práticas de Redes de Computadores I 260 horas Redes sem Fio - Certificação Obtida: Gerente de Ativos de Redes. - Competências: através do Módulo II, o discente terá conhecimentos dos modelos de arquitetura dos elementos ativos de rede, dos fundamentos das tecnologias Ethernet, dos fundamentos de TCP/IP e endereçamento IP. Além disso, irá aplicar fundamentos de roteamento, configurar roteadores e switchs, conhecer os protocolos de roteamento; ter habilidades para detecção e resolução de problemas; conhecer os conceitos e configurações de Switch; compreender as tecnologias de links WAN. Irá também conhecer a formatação documental para um projeto de redes; Efetuar levantamento sobre a tecnologia (hardware e software) e infraestrutura de cabeamento; Relacionar os conceitos básicos sobre redes na prática; Analisar as necessidades quanto à segurança e compartilhamento de documentos; Elaborar orçamento do projeto. Conhecer os modelos de arquitetura de uma rede sem fio; Identificar as normas técnicas para implementação de uma rede sem fio; Relacionar os conceitos básicos sobre a evolução da rede celular; Perceber a aplicabilidade das redes sem fio; Configurar uma rede sem fio; Simular redes sem fio Veicular. • Módulo III: Administração de Redes. - Objetivos: Formar profissional capaz de administrar os ativos de redes da empresa. Disciplina Carga Horária Total Sistemas Operacionais Redes de Computadores II Gerenciamento de Redes 340 horas Programação de Script 38 - Certificação Obtida: Administrador de Redes. - Competências: Compreender a evolução histórica dos Sistemas Operacionais;, conhecer os principais tipos de Sistemas Operacionais e suas características, Conhecer os princípios de funcionamento dos Sistemas Operacionais, Entender o projeto de cada um dos módulos que compõem um Sistema Operacional; Selecionar um Sistema Operacional, através da análise de suas características; Utilizar adequadamente um Sistema Operacional. Domínio de conhecimentos teóricos sobre Aplicações de Rede; Domínio Sobre os componentes e serviços de Aplicações de Rede; Domínio os princípios básicos de Aplicações de Rede; Habilidade de avaliar e projetar módulos de Aplicações de Rede; Habilidade de implementar aplicações utilizando os conceitos de Sistemas Distribuídos. Conhecer conceitos gerais de administração de redes de computadores e gestão de recursos; Conhecer protocolos de gerência de redes de computadores; Instalar, configurar e administrar produtos que implementem protocolos de gerência de redes. Desenvolver conhecimento técnico, para traduzir em algoritmo estruturado a lógica de solução de problemas; Utilizar-se de uma metalinguagem que possa servir como modelo para qualquer linguagem de programação; Desenvolver programas em linguagem de programação de computadores. • Módulo IV: Gestão de Segurança da Informação. - Objetivos: Formar profissional para criar projeto físico e cabeamento estruturado para implementação da rede de computadores da empresa. Disciplina Carga Horária Total Criptografia Projeto de Redes 240 horas Segurança da Informação - Certificação Obtida: Gerente de Segurança da Informação. - Competências: utilizar o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo; Adotar medidas alinhadas com as estratégias de negócio; Evitar acesso indevido às informações; Entender a aplicação da criptografia nos sistemas de informação. Domínio de conhecimentos teóricos e técnicos sobre projeto de redes; Domínio da metodologia para implementar projetos de redes; Habilidade de analisar e executar projetos de redes completos; Habilidade de aplicar conceitos de arquiteturas, protocolos, gerência e segurança de redes na elaboração de projetos de redes. Utilizar o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo; Adotar medidas alinhadas com as estratégias de negócio; 39 Evitar acesso indevido às informações; Entender a aplicação da criptografia nos sistemas de informação. Toda a estrutura curricular do curso de Tecnologia em Redes de Computadores foi elaborada de forma a contemplar os objetivos do curso e atingir o perfil profissional proposto. A organização do currículo permite a compreensão, o entendimento e o conhecimento para aplicar e desenvolver modelos, utilizando as novas tecnologias e metodologias, assegurando as interrelações com outras áreas do conhecimento, contribuindo assim, com o processo de compreensão e transformação da realidade, desenvolvendo no discente não só competências, como também formando um cidadão consciente do seu papel na sociedade e alicerçado nos princípios da ética e da cidadania. ESTRUTURA CURRICULAR – TÉCNOLOGO EM REDES DE COMPUTADORES 1º PERÍODO Crédito Disciplina Metodologia Científica Comunicação de Dados Instalações Elétricas Cabeamento Estruturado Arquitetura de Computadores Práticas Investigativas TOTAL Total C. Horária Teórica Prática 04 04 04 04 04 03 23 80 40 40 40 40 20 260 00 40 40 40 40 40 200 Carga Horária Total 80 80 80 80 80 60 460 2º PERÍODO Crédito Disciplina Noções de Algoritmo Elementos Ativos Redes de Computadores I Sistemas Operacionais Práticas em Redes de Computadores I Práticas Extensionistas TOTAL Total 04 04 04 04 05 03 24 C. Horária Teórica Prática 40 40 80 80 40 20 300 40 40 00 00 60 40 180 Carga Horária Total 80 80 80 80 100 60 480 40 3º PERÍODO Crédito Disciplina Redes sem Fio Aplicação de Redes Programação de Script Roteamento e Controle de Congestionamento Redes de Computadores II TOTAL Total C. Horária Teórica Prática Carga Horária Total 04 04 05 40 40 40 40 40 60 80 80 100 04 40 40 80 06 23 40 200 80 260 120 460 4º PERÍODO Crédito Disciplina Banco de Dados Gerenciamento de Redes Avaliação de Desempenho de Rede Redes de Alta Velocidade (Automação Industrial) Práticas em Redes de Computadores II Total C. Horária Teórica Prática Carga Horária Total 04 06 06 40 40 40 40 80 80 80 120 120 04 40 40 80 06 26 40 200 80 320 120 520 5º PERÍODO Crédito Disciplina Projeto de Redes Segurança da Informação Criptografia Empreendedorismo Optativa Seminários Integrados Total 04 04 04 02 04 06 24 C. Horária Teórica Prática 00 80 80 40 80 40 320 80 00 00 00 00 80 160 Carga Horária Total 80 80 80 40 80 120 480 41 Quadro Resumo do Total Geral de Créditos e Carga Horária do Curso Carga Carga Atividades Carga Horária Total do Créditos Horária Horária Complementares Curso Teórica Prática 80 h 1280 h.a 1.120h.a 2480 h.a 120 1.067 933 h.a 2080 h Período Código 5º 5º 5º Nome da Disciplina Libras Relações Étnico-Raciais História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena Inglês Instrumental 5º 04 04 04 Carga Horária 80 80 80 04 80 Créditos 4.1.1. Eixos Estruturantes O currículo do curso está organizado de acordo com os Eixos Estruturantes presentes no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da Fits, contemplando os Eixos de Fenômenos e Processos Básicos, Práticas Integradoras, Formação Específica e Práticas Profissionais. Esses Eixos integram todos os períodos do curso de forma a articular conteúdos de formação geral e de formação específica. Os Eixos Estruturantes sistematizam a complementaridade dos conteúdos, saberes, ações e competências verticalmente, em grupos de unidades programáticas e/ou disciplinas que guardam certa proximidade quanto a finalidades específicas da formação. • Eixo de Formação Geral e Básica: congrega conhecimentos e conteúdos associados à origem do campo de saber ao qual está situado o curso, ao mesmo tempo em que fornece os subsídios necessários para a introdução do aluno naquele campo ou área de conhecimento. • O Eixo de Formação Específica: aglutina as unidades programáticas que abordam os conhecimentos, saberes, técnicas e instrumentos próprios do campo do saber e/ou de atuação profissional. • Eixo Integrador – Responsável pela efetiva interdisciplinaridade dos períodos letivos, por meio de atividades que articulem os conhecimentos construídos pelas 42 disciplinas e aproximem os alunos da prática real, com o objetivo de desenvolver o perfil de competências profissionais definido para o período; • Eixo de Práticas Profissionais – Congrega as unidades orientadas para o exercício e inserção dos alunos em diferentes contextos profissionais, institucionais, sociais e multiprofissionais inerentes à sua área ou campo de atuação, com o intuito de promover a aquisição de habilidades e competências específicas do exercício profissional em questão. Nesta perspectiva, o currículo do curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Fits contempla componentes curriculares de formação básica e específica, atualizados, com ênfase nos aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais bem como questões pertinentes a área de formação. Para atingir tais finalidades o currículo do curso congrega disciplinas voltadas para a formação básica, permitindo que a atualização tecnológica não seja um obstáculo no desenvolvimento do profissional. 4.2. Conteúdos Curriculares Os conteúdos que compõem as disciplinas e as atividades que integram a estrutura curricular foram selecionados a partir do perfil do egresso, respeitada as DCNs e o Catálago Nacional de Cursos Tecnológicos. Nessa direção, a estruturação dos conteúdos curriculares conceituais, procedimentais e atitudinais foram construídas tendo por referência os estudantes na sua diversidade social, cultural e pedagógica. Alguns critérios gerais nortearam a seleção, dentre os quais: relevância social, com vistas a atender às necessidades e condições locais e regionais, guardando-se sua inserção no contexto nacional, bem como considerando as expectativas dos diferentes segmentos sociais e a atuação dos profissionais da área; atualidade, caracterizada pela incorporação de novos conhecimentos produzidos e pela releitura sistemática dos disponíveis; potencialidade para o desenvolvimento intelectual autônomo dos estudantes, permitindo-lhes lidar com mudanças e diversidades; interdisciplinaridade no desenvolvimento dos conteúdos, possibilitando a abordagem do objeto de estudos sob diversos olhares, conteúdos estruturantes dos diferentes campos de conhecimento, com maiores possibilidades de integração horizontal entre as diferentes áreas de 43 estudos e integração vertical, passíveis de organizar a aprendizagem do aluno em níveis crescentes de complexidade. A área de computação e informática diferencia-se significativamente de outras no que tange a atualização de conteúdos de formação tecnológica. A velocidade com que as mudanças ocorrem requer que seja bem constantemente atualizada, haja vista importância da formação profissional. As disciplinas congregam conteúdos que abordam aspectos sociais, econômicos, organizacionais, políticos e culturais da realidade da formação profissional e questões pertinentes à inserção e desenvolvimento na área de atuação profissional de forma interdisciplinar, considerando os avanços da área de conhecimento. Os conteúdos relacionados para cada disciplina serão alvo de reflexões por parte dos seus docentes respectivos, além do próprio NDE, que deverão propor atualizações sempre que necessárias, as quais deverão ser aprovadas pelo colegiado do curso. Esta deverá ser uma atividade permanente, periodicamente realizada no mínimo uma vez ao ano ou quando outros fatores pertinentes o exigirem (por exemplo, mudanças na legislação). Nos conteúdos de diversas disciplinas serão abordadas temáticas que envolvem políticas de educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e Indígena. As disciplinas que compõem o currículo do curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores têm como foco agregar à formação dos alunos as competências integrantes do perfil do egresso e, dessa forma, a matriz curricular proposta procura agrupar as disciplinas em linhas de formação, abrangendo as linhas de formação técnicas, que procuram atingir os objetivos relacionados às tecnologias. 4.2.1. Temas Transversais Para acompanhar as mudanças que ocorrem no mundo, torna-se necessário o desenvolvimento de temáticas de interesse da coletividade, ultrapassando, a abrangência dos conteúdos programáticos da disciplina. Nesse contexto, conforme preconizado no PPI, os temas transversais ampliam a ação educativa, adequando-se a novos processos exigidos pelos paradigmas atuais e as novas exigências da sociedade pós-industrial, do conhecimento, dos serviços e da informação. 44 No curso de Tecnologia em Redes de Computadores sERão abordadas as questões de interesse comum da coletividade independente da área de conhecimento através de temas como: ecologia, formação humanista e cidadã, desenvolvimento sustentável, preservação cultural e diversidade, inclusão social, metas individuais versus metas coletivas, competitividade versus solidariedade, empreendedorismo, ética corporativista versus ética centrada na pessoa, entre outros, todos comprometidos com a missão institucional, a educação como um todo e com o Projeto Pedagógico Institucional. Os temas transversais para o curso consideram os seguintes aspectos: • Propositura a partir de discussões fundamentadas no corpo docente envolvido em cada ação. • Clara associação com demandas sociais e institucionais nos âmbitos nacional, regional e local. • Identificação de temas atuais e complementares às políticas públicas de relevância social (inclusão, ampliação da cidadania, políticas afirmativas, formação ética, ecologia e desenvolvimento, entre outros). Assim, encontram-se inclusas nos conteúdos das diversas disciplinas do currículo do curso, temáticas que envolvem questões relativas às relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira com vistas ao respeito à diversidade cultural. Além disso, institucionalmente serão promovidas ações que envolvem a discussões acerca de ações afirmativas como a Semana da Consciência Negra, na qual serão envolvidos todos os alunos da instituição, contemplando palestras, campanhas e atividades de extensão. Também serão integrados às disciplinas do curso de modo transversal, conteúdos que envolvem questões referentes às políticas de educação ambiental, bem como a instituição mantém programa permanente que envolve essa temática, a exemplo do “Programa Conduta Consciente” que tem como objetivo incorporar a dimensão socioambiental nas ações da instituição e ajustar a conduta de todos os colaboradores em prol do desenvolvimento sustentável. Ampliando sua ação e compromisso com questões sociais foram inseridas as disciplinas Relações Étnicos- Raciais e História e Cultura Afro-brasileira e Indígena como disciplinas optativas nos currículos dos cursos da instituição, propiciando atividades que promovem análise e reflexão acerca de questões que envolvem a formação histórica e cultural do povo brasileiro. 45 4.3. Atividades Complementares As Atividades Complementares são componentes curriculares enriquecedores e implementadores do perfil do formando, possibilitam a articulação entre teoria, prática e pesquisa básica e aplicada, favorecendo ainda a flexibilização e formação complementar. Constituem-se atividades de extensão que promovem interação e integração com a comunidade, além de permitir trocas importantes, tanto no âmbito acadêmico quanto no aspecto profissional. Os alunos do curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores serão constantemente estimulados a participar das atividades e sua efetivação ocorrerá através de seminários, participação em eventos, monitoria, atividades acadêmicas à distância, iniciação a pesquisa, vivência profissional complementar; workshops, congressos, trabalhos orientados de campo,dentre outras. Além das atividades propiciadas pela coordenação do curso e pela instituição, os alunos são também incentivados a participar fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos, atividades independentes e transversais de interesse da formação do profissional. A carga horária das Atividades Complementares para o Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores será de 80 (oitenta) horas, acrescidas à cargra horária mínima, registradas através da integralização, obedecendo aos critérios estabelecidos no Regulamento da Instituição. Para reconhecimento e validação das atividades o aluno deverá comprovar por meio de certificados de valor reconhecido a sua atividade complementar junto ao grupo de responsabilidade técnica indicado pela coordenação do curso conforme quadro apresentado no regulamento. 4.4. Metodologia do Curso 4.4.1. Referências Didático-Pedagógicas As ações de ensino, de investigação e de extensão do curso de Tecnologia em Redes de Computadores estão direcionadas ao atendimento de concepções definidas na missão institucional e princípios gerais do Projeto Pedagógico Institucional, sendo que as referências didático-pedagógicas contribuem para a operacionalização de tais elementos, na medida em que indicam a forma de execução e desenvolvimento dos mesmos. Constituem-se referências didático - pedagógicos para o curso: 46 • Ênfase no desenvolvimento de competências: caracterizada pelo exercício de ações que possibilitam e estimulam a aplicação dos saberes, conteúdos, conhecimentos e técnicas para intervenção na realidade profissional e social, na resolução de problemas e nos encaminhamentos criativos demandados por fatores específicos. Assim, as práticas didáticas e a avaliação discente devem privilegiar o desenvolvimento e o aprimoramento de competências claramente identificadas, estando entre elas, independentemente daquelas específicas de cada área ou curso: - Capacidade de abstração, análise e síntese. - Capacidade de aplicar os conhecimentos na prática. - Capacidade de investigação. - Capacidade de enfrentamento e de resolução de problemas. - Capacidade de tomada de decisão. - Capacidade crítica e autocrítica. - Capacidade para atuar em novas situações. - Capacidade criativa. - Domínio de diferentes linguagens. - Capacidade de construção de argumentações técnicas. - Habilidades no uso das tecnologias da informação e da comunicação. - Habilidades interpessoais. - Compromisso com a preservação do meio ambiente. - Compromisso ético e cidadão. - Habilidade para trabalhar de forma autônoma. - Capacidade de trabalho em equipe. - Capacidade de valorar e respeitar a diversidade e a multiculturalidade. • Relação Competências/Conteúdos: compreensão de que, mesmo se estimulando e priorizando a aquisição e o desenvolvimento de habilidades e competências (pautadas na experimentação prática dos saberes) há de se resguardar o conhecimento historicamente construído e fundamentado na prática científica, convertido em conteúdos. Assim, possibilitam-se a aquisição de habilidades e competências fundamentadas em conteúdos consagrados e essenciais para o entendimento conceitual de determinada área de conhecimento ou atuação. 47 • Interdisciplinaridade: operacionalizada por meio da complementaridade de conceitos e intervenções entre as unidades programáticas de um mesmo campo do saber e entre diferentes campos, dialeticamente provocada por meio de conteúdos e práticas que possibilitem a diminuição da fragmentação do conhecimento e saberes, em prol de um conhecimento relacional e aplicado à realidade profissional e social. • Transversalidade: referente aos temas ou assuntos que ultrapassam a abrangência dos conteúdos programáticos formalmente constituídos, abordando questões de ordem ética, política, econômica, social, ambiental e pedagógica que transpassam as ações acadêmicas. Por meio da transversalidade serão abordadas as questões de interesse comum da coletividade, independente da área de conhecimento. Deverão ser abordados e trabalhados temas como ecologia, formação humanista e cidadã, desenvolvimento sustentável, preservação e diversidade culturais, inclusão social, empreendedorismo, educação ambiental, técnicas de gestão e princípios de economia, entre outros temas, todos comprometidos com a missão institucional, com a educação como um todo e com o presente Projeto Pedagógico Institucional. • Abordagem Dialética em Disciplinas e Ações: articulação entre conceitos teóricos/ metodológicos e a prática, análise reflexiva das contradições imanentes da realidade, reflexão ativa dos papeis de docentes e discentes nos processos, constituem orientações que devem ser apropriadas pelos atores institucionais em suas intervenções. • Destaque para a Relação Teoria/Prática: estímulo à implementação de práticas didáticas e pedagógicas orientadas para a análise da realidade por meio da utilização de estudos de casos, simulações, projetos, visitas técnicas, debates em sala sobre questões do cotidiano, etc. • Fomento à Progressiva Autonomia do Aluno: implementação de práticas didáticas e pedagógicas que promovam a autonomia crescente do aluno no transcorrer de sua formação, por meio de métodos de estudos dirigidos, atividades individuais e em grupo a serem realizadas extraclasse, desenvolvimento de pesquisas, intervenções técnicas com orientação/acompanhamento, etc. • Promoção de Eventos: intensificação da realização das atividades extraclasse no âmbito das disciplinas, das unidades programáticas, do curso ou da Instituição, no 48 que diz respeito à promoção de eventos científicos e acadêmicos, de extensão e de socialização dos saberes, de modo a propiciar a autonomia do aluno e o uso diversificado de metodologias educacionais e de informação/análise da realidade social e/ou profissional. • Orientação para a Apreensão de Metodologias: as ações de aulas e/ou de formação devem possibilitar aos alunos a aquisição de competências no sentido da utilização de metodologias adequadas para a busca de informações e/ou desenvolvimento de formas de atuação, utilizando-se de métodos consagrados pelas ciências, bem como outros disponibilizados pela tecnologia e pelo processo criativo. • Utilização de Práticas Ativas/Ênfase na Aprendizagem: desenvolvimento de atividades em que os alunos participem ativamente por meio de desenvolvimento/construção de projetos, definição de estratégias de intervenções, execução de tarefas supervisionadas, avaliação de procedimentos e resultados e análises de contextos. Ênfase especial deve ser dada ao processo de aprendizagem significativa, possibilitado pela participação efetiva do aluno na construção de saberes úteis, evitando-se o simples processo de transmissão de conhecimento emitido por docente. • Utilização de Recursos Tecnológicos Atuais: qualificação dos agentes universitários (docente, discente e pessoal administrativo) para a utilização de recursos tecnológicos disponíveis em cada área e/ou campo de atuação, inclusive os didáticos, deve ser constante nas ações empreendidas. • Concepção do Erro Como Etapa do Processo: nas avaliações procedidas, os erros eventualmente verificados devem ser trabalhados de forma a serem superados, sendo interpretados como parte do processo de construção do conhecimento, de forma a contribuir com a aprendizagem do discente. • Respeito às Características Individuais: insistente orientação no sentido de prevalecer o respeito às diferenças culturais, afetivas e cognitivas. 49 4.4.2. Metodologia do Processo de Ensino-Aprendizagem A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana adotará como referencial pedagógico a educação baseada em competências, de modo a preparar o profissional para a vida nos seus cenários profissional, pessoal e comunitário. Com base neste princípio e nos referenciais acima implicitados o estudante não ficará limitado ao “conhecer”, mas “aprende a fazer”, por meio da mobilização e integração dos conhecimentos apreendidos e a consequente aplicação a situações problema que se apresentam nos distintos cenários da vida. Assim, o aluno atinge um grau de abstração e de generalização que o habilitam a interferir de forma produtiva e assertiva nas situações problema que vierem a se apresentar em termos profissionais, bem como da sua vivência cidadã. Compreendida como um conjunto de processos utilizados para alcançar um determinado fim, as opções metodológicas se respaldam em concepções e princípios pedagógicos que auxiliam a práxis do professor, com vistas à aprendizagem dos estudantes. Nessa perspectiva, as atividades pedagógicas previstas para o curso de Tecnologia em Redes de Computadores terão como referência a Educação por Competências, que tem como base a adoção de metodologias ativas e interativas, centradas no estudante e voltadas para o seu desenvolvimento intelectual e atitudinal, de modo a promover a autonomia dos estudantes e aproximar o estudante das situações que a vida apresenta. A utilização das metodologias ativas variadas se dará em função da melhor aplicabilidade à área do conhecimento e à situação de aprendizagem planejada, considerado os estilos e ritmos de aprendizagem dos estudantes, de modo a promover acessibilidade pedagógica, por meio da utilização de recursos, métodos, técnicas e atividades variadas. No desenvolvimento dessas metodologias serão propostas atividades favorecem a participação ativa do aluno na aprendizagem, a exemplo de: tarefas orientadas; dinâmicas de grupo; leituras comentadas; fichamentos; resolução de problemas; visitas técnicas; aulas práticas; ensaios em laboratórios reais e virtuais; apresentações orais; construção de protótipos; simulações; vivências; estudos de meio; pesquisa bibliográfica. Além disso, será estimulado o uso de metodologias de ensino que contemplem atividades interativas, tais como: a discussão; o debate; a mesa-redonda; o seminário; o simpósio; o painel; o diálogo; a entrevista. 50 Será também estimulado o uso entre os docentes, de ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos em mídias eletrônicas. Serão ainda promovidas as seguintes práticas: utilização de recursos audiovisuais e multimídia em sala de aula; utilização de equipamentos de informática com acesso à Internet; utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem para acesso a repositórios de conhecimentos, no sentido de metodologias ativas e interativas, centradas no aluno, voltadas para o seu desenvolvimento intelectual e atitudinal, com ênfase na capacidade de “aprender a aprender”, “aprender a fazer”, de tomar iniciativa e de empreendedorismo. Alguns princípios metodológicos merecem destaque, dentre os quais: Interdisciplinaridade; Formação profissional para a cidadania; Estímulo à autonomia intelectual; Responsabilidade, compromisso e solidariedade social e a Diversificação dos cenários do ensino e da aprendizagem. 4.4.2.1. Atividades Práticas Supervisionadas Extraclasse - APSEC Trata-se de um conjunto de atividades que o estudante desenvolve em situações reais de trabalho, sob a orientação e supervisão do professor, como: visitas técnicas orientadas, atividades na biblioteca, estudos de caso, seminários, oficinas, aulas práticas de campo ou laboratório, trabalhos individuais ou em equipe, pesquisas, dentre outros, permitindo a constante interação entre o conteúdo trabalhado nas diversas disciplinas e a realidade na qual os estudantes desenvolverão suas atividades profissionais. As Atividades Práticas Supervisionadas Extraclasse - APSEC possibilitam a aproximação do futuro profissional com a realidade em que irá atuar, permitindo-lhe aplicar, ampliar e fazer revisões dos conhecimentos teórico-práticos adquiridos no curso. Tais atividades propiciam a articulação e unificação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, componentes indissociáveis do fazer pedagógico, preconizados no Projeto Pedagógico da Instituição, possibilitando aos discentes a participação ativa na construção do conhecimento, o desenvolvimento da autonomia intelectual e acadêmica e a constante interação entre o conteúdo trabalhado e a realidade social, propiciando o desenvolvimento das competências necessárias para sua atuação profissional. Tais atividades estarão inseridas nos Planos Integrados de Trabalho- PIT dos docentes do Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, possibilitando melhor compreensão dos conteúdos estudados e a formação de hábitos de estudos independentes e desenvolvimento de 51 atitudes proativas na busca do conhecimento, superando a concepção de que o processo de ensino e aprendizagem limita-se ao espaço físico da sala de aula e à presença física do professor. Desde os primeiros períodos do curso de Tecnologia em Redes de Computadores os professores serão incentivados a promover para os seus estudantes ações didático-pedagógicas criativas e inovadoras, em diferentes ambientes de aprendizagem, utilizando técnicas de ensino e recursos, que privilegiem o desenvolvimento e o aprimoramento de competências essenciais ao exercício profissional. 4.4.2.2. Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs- no processo ensinoaprendizagem A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana incorporará de maneira crescente os avanços tecnológicos ao ensino e incentivará a participação de seus docentes e discentes em congressos e seminários que abordem temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino/aprendizagem, para que promovam no âmbito da Instituição as inovações desejadas. Serão incentivadas as seguintes práticas: • Utilização de recursos audiovisuais e multimídia em sala de aula; • Utilização de equipamentos de informática com acesso à Internet; • Utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem para acesso a repositórios de conhecimentos, no sentido de facilitar a aprendizagem. O Núcleo de Tecnologia da Informação da Fits tem um papel estratégico na utilização e controle de equipamentos e sistemas de comunicação que possibilitem o compartilhamento da informação, em tempo real. No curso de Tecnologia em Rede de Computadores será estimulado o uso entre os docentes, de ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos em mídias eletrônicas. Os estudantes e docentes do curso utilizarão o Sistema Magister para ter acesso aos materiais didáticos utilizados pelos docentes em suas aulas, tais como artigos, apresentações, e-books, postagem de avisos, material didático, fórum, chat postados pelos docentes das disciplinas do curso, propiciando maior comunicação e, consequentemente melhoria do processo de ensino e aprendizagem. 52 Outra funcionalidade do Portal MAGISTER da Faculdade é a possibilidade do estudante acompanhar o Plano de Integrado de Trabalho do professor, as notas e frequências de modo a imprimir transparência das ações acadêmicas e pedagógicas no curso. Tal sistema potencializará ainda mais a comunicação docente-discente-coordenação e serve de ferramenta de divulgação das ações e atividades vinculadas ao processo de ensino e aprendizagem além de divulgar o projeto pedagógico do curso. É relevante destacar que os espaços de aprendizagem na instituição serão constituídos por recursos tecnológicos atualizados com acesso a internet, possibilitando o uso de ferramentas que favorecem a realização da pesquisa e a utilização de técnicas de ensino e aprendizagem motivadoras, propiciando a construção coletiva e as trocas de conhecimentos e saberes a partir das diversas experiências compartilhadas e vivenciadas. 4.4.2.3. Material Didático Institucional Dentre as ações de estímulo relacionadas à difusão das produções acadêmicas será instituída a Política de Publicações Acadêmicas da IES, que normatizará as ações direcionadas à divulgação acadêmico-científica da Instituição. Tal política tem por objetivos: promover a divulgação da produção científica/acadêmica de docentes e discentes da Instituição; construir veículos de divulgação contínua da produção científica/acadêmica, contribuir para o fortalecimento da imagem institucional como promotora de conhecimento e saberes; promover o intercâmbio com outros veículos e agências de fomento de produção científica/acadêmica. No curso de Tecnologia em Rede de Computadores haverá ainda o estímulo ao desenvolvimento de materiais pedagógicos. Os docentes serão incentivados a elaborar publicações didáticas e/ou adotarem livros já publicados pelo Grupo Tiradentes. 4.5. Políticas e Programas de Apoio ao Discente Na Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, empreenderá vários programas de apoio aos estudantes, como acontece nas IES que integram o Grupo Tiradentes, a saber: 53 4.5.1. Programa de Apoio Pedagógico 4.5.1.1. Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial – NAPPS Visando atender as necessidades inerentes ao ingresso na vida acadêmica, a Instituição disponibilizará ao seu alunado e corpo docente o Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial (NAPPS), composto por uma equipe multidisciplinar que desenvolverá atividades tanto pedagógicas como psicossociais, tendo o discente como principal elemento para construir e implementar ações que viabilizem o seu desenvolvimento cognitivo e pessoal. Nessa perspectiva, desenvolverá ações, dentre as quais: atendimento individualizado, destinado a estudantes com dificuldade de relacionamento interpessoal e de aprendizagem; acompanhamento extraclasse para estudantes que apresentam dificuldades em algum componente curricular, mediante reforço personalizado desenvolvido por professores das diferentes áreas, encaminhamento para profissionais e serviços especializados, caso seja necessário. A instituição viabilizará por meio do Núcleo as condições necessárias para o atendimento das necessidades da pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes, tanto no quesito acessibilidade as salas de aula, bem como, deverá ser disponibilizado um acompanhante especializado, conforme determina a legislação. Nessa direção, o Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial - NAPPS, contará com uma equipe multidisciplinar especializada, como Pedagogo, Psicopedagogo, Assistente Social, professores e preceptores com conhecimentos necessários para a orientação e acompanhamento da pessoa com o transtorno acima citado. Tais preceitos estão contemplados de forma excelente nos documentos institucionais e em particular no PPI, quando expressa: “A educação como um todo deve ter como objetivo fundamental fazer crescer as pessoas em dignidade, autoconhecimento, autonomia e no reconhecimento e afirmação dos direitos da alteridade principalmente entendidos como o direito à diferença e à inclusão social”. 4.5.1.2. Mecanismos de Apoio ao Financiamento de Estudos A Instituição disponibilizará aos seus alunos formas de financiamento da educação através do Fies, Prouni e bolsas de desconto ofertadas pela própria Instituição, que propiciam ao aluno de baixa renda a possibilidade de um estudo de qualidade, através de financiamento específico para este fim. Além dessas, haverá programa de descontos oriundos de convênios com empresas. 54 4.5.1.3. Estímulos à Permanência O estímulo à permanência, quando as dificuldades forem relativas à aprendizagem, será realizado pelo Núcleo de Apoio Pedagógico e Psicossocial (NAPPS). Ademais, a Instituição empreenderá sua Política de Apoio e Acompanhamento ao Discente, oferecendo condições favoráveis à continuidade dos estudos independentemente de sua condição física ou socioeconômica. Para tal, ofertará a todos os alunos dos cursos de graduação da instituição, os seguintes programas: • Programa de Integração de Calouros - PAPI em auxilio ao discente em sua trajetória universitária. O Programa de Integração de Calouros terá como objetivo principal oferecer um acolhimento especial aos ingressantes, viabilizando sua rápida e efetiva integração ao meio acadêmico e será estruturado em dois módulos: Módulo I – Programa de Apoio Pedagógico Integrado – PAPI, ofertado por meio de componentes básicos de estudo: Matemática e Língua Portuguesa. Neste módulo os discentes ingressantes terão acesso a um conjunto de conteúdos fundamentais para melhor aproveitamento dos seus estudos no âmbito da faculdade. Módulo II – Por dentro da Fits, que se caracteriza na socialização de informações imprescindíveis sobre o seu Curso e a Instituição. Neste módulo os alunos participarão de eventos e palestras onde conhecerão o histórico, a infraestrutura, os processos acadêmicos, programas e projetos que a Instituição desenvolve. • Programa de Formação Complementar e de Nivelamento Discente – tem como objetivo promover o preenchimento de lacunas de conhecimentos por meio de disciplinas ofertadas pela Instituição. O programa acontecerá através da oferta de disciplinas especiais visando suprir as necessidades em áreas básicas como matemática, língua portuguesa, informática, entre outras. Tal proposta tem como finalidade o enriquecimento do perfil do aluno nas mais variadas áreas do conhecimento, essenciais para a formação geral do individuo e a integração e generalização de conhecimentos e saberes por meio de disciplinas relacionadas aos cursos ofertados pela 55 instituição. Serão viabilizados, ainda Financiamento da Educação: FIES, PROUNI e bolsas de desconto ofertadas pela própria instituição, Além das iniciativas a cima citadas, serão implementas políticas e programas, dentre os quais: • Política de Monitoria: terá por objetivo estimular a vocação didático-pedagógica e científica inerente à sua atuação, assim como possibilitar, ao discente, a vivência de experiências acadêmicas fundamentais para a sua formação. A seleção para a monitoria será feita por meio de edital próprio, a cada início de semestre. O aluno será submetido a uma avaliação prática e teórica, bem como será feita a análise de seu currículo, e considerado aprovado aquele que obtiver média superior a 7,0. A política de Monitoria da Fits possui ainda os seguites objetivos: oportunizar aos discentes o desenvolvimento de atividades e experiências acadêmicas, visando aprimorar e ampliar conhecimentos, fundamentais para a formação profissional; aperfeiçoar e complementar as atividades ligadas ao processo de ensino, pesquisa e extensão e estimular a vocação didáticopedagógica e científica inerente à atuação dos discentes. A monitoria pode ser remunerada ou voluntária, na qual fica estabelecida uma carga horária semanal a ser cumprida pelo discente (monitor), cujo Programa é elaborado pelo docente responsável, constando todas as atividades que deverão ser desenvolvidas de acordo com o os objetivos da disciplina e funções pertinentes à monitoria. • Programa de Bolsas de Iniciação Científica: terá por objetivo estimular o aluno para a pesquisa, criando no mesmo um senso crítico que irá permitir-lhe um olhar diferenciado sobre os problemas da sociedade. Anualmente serão lançados editais de bolsa de iniciação científica, com duração de 12 meses, onde o estudante, juntamente com o seu orientador, irão realizar pesquisas em áreas de interesse. • Programa de Inclusão: terá por objetivo permitir que os alunos com necessidades especiais e possam ter seus estilos e ritmos de aprendizagem assegurados, possibilitando deste modo uma educação de qualidade para todos. Neste sentido serão utilizadas metodologias de aprendizagem apropriadas, arranjos organizacionais e recursos diversificados, além de parcerias com organizações especializadas. • Política Geral de Extensão objetiva desenvolver ações de caráter contínuo e permanente em comunidades específicas, tendo os alunos e professores, como parte fundamental da 56 elaboração e desenvolvimento dessas ações. Dentro deste programa ainda serão previstas as semanas culturais e/ou acadêmicas, exposições, feiras, palestras, cursos de curta e média duração, concursos, conferências entre outros. • Política de Publicações Acadêmicas visará promover e divulgar a produção científica/acadêmica de docentes e discentes da Fits; bem como o intercâmbio com outros veículos e agencias de fomento de produção científica, para o desenvolvimento de parcerias. • Política de Estágio visa atender as demandas referentes aos estágios obrigatórios e não-obrigatórios que contribuem de modo significativo para a formação acadêmica do alunado. Os alunos em estágio obrigatório serão acompanhados por supervisores que orientarão a execução adequada de cada procedimento experimental, possibilitando, assim, um melhor aproveitamento dos estágios. Quanto aos estágios remunerados, a Instituição disponibilizará uma Central de Estágio responsável pela parte legal e supervisão dos estagiários e campos de estágio, visando assim o cumprimento das leis que regem este tipo de estágio. • Programa Fits Carreiras: visa orientar os alunos e egressos quanto ao planejamento da carreira e capacitá-los para o desenvolvimento das competências necessárias exigidas pelo mercado de trabalho, será criado na Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, o Programa Fits Carreiras, como já acontece nas demais IES do Grupo Tiradentes. O programa será criado na Fits, como já acontece nas demais IES do Grupo Tiradentes. Trata-se de um espaço dedicado aos alunos, de forma gratuita, com foco na capacitação profissional, no gerenciamento e divulgação de oportunidades profissionais e de estágios, na orientação individual ao plano de carreira e na interação social por meio das redes sociais. Sempre atuando de forma estratégica, o Fits Carreiras disponibilizará vagas de empregos e estágios, por meio de parcerias com renomadas empresas de dentro e fora do Estado, além de oferecer diversos serviços visando à capacitação profissional. O corpo discente será estimulado ainda a constituir um órgão de representação, o Diretório Acadêmico, regido por Estatuto próprio, por ele elaborado e aprovado conforme a legislação vigente. A representação estudantil terá por objetivo promover a cooperação da comunidade e o aprimoramento da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana. O Diretório Acadêmico terá competência para indicar os representantes discentes, com direito à voz e voto, junto aos órgãos colegiados da Faculdade, vedada a acumulação. 57 Aplicar-se-ão aos representantes estudantis nos órgãos colegiados as seguintes disposições: I. Serão elegíveis os alunos regulares, matriculados em, pelo menos, 3 (três) disciplinas, importando a perda dessas condições em perda do mandato; e II. O exercício da recuperação não exime o aluno do cumprimento de suas obrigações escolares. 4.5.1.4. Acompanhamento do Egresso No tocante aos egressos, será instituído o Programa de Acompanhamento de Egressos, objetivando manter um vínculo com o aluno, mesmo após a conclusão do seu curso. Este programa visa construir um banco de dados dos egressos da Instituição com fins de: • Dispor de dados relativos à inserção dos egressos no mercado de trabalho de forma a subsidiar o redimensionamento de ações acadêmicas e institucionais em cada curso e na própria Instituição. • Possibilitar a análise/avaliação do perfil profissional proposto por cada curso da Instituição e o seu redimensionamento, em conformidade com as demandas identificadas no campo da atuação profissional. • Estabelecer um relacionamento que possibilite a criação de cursos de extensão e pósgraduação visando atender a este público, bem como permitir que esses tenham acesso aos eventos acadêmicos institucionais visando assim sua atualização contínua. • Promover encontro de egressos para intercâmbio de informações sobre a formação oferecida pela Instituição. O egresso contará ainda com o Programa Fits Carreiras que será criado na Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, como já acontece nas demais IES do Grupo Tiradentes. Trata-se de um espaço com foco na capacitação profissional, no gerenciamento e divulgação de oportunidades profissionais e de estágios, na orientação individual ao plano de carreira e na interação social por meio das redes sociais. O Serviço é destinado aos alunos e egressos da IES, de forma gratuita, que desejam colocação ou recolocação no mercado de trabalho. Sempre atuando de forma estratégica, o Fits Carreiras disponibilizará vagas de empregos e estágios, por meio de parcerias com renomadas 58 empresas de dentro e fora do Estado, além de oferecer diversos serviços visando à capacitação profissional. 4.5.1.5 Formas de acesso ao Sistema de Registro Acadêmico O Sistema de Registro Acadêmico a ser implantado na Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, como já acontece nas IES do Grupo Tiradentes, permitirá maior agilidade no atendimento às necessidades institucionais, dos docentes e dos discentes, por meio de diversos serviços, a saber: • Módulo de Protocolo: visa agilizar as diversas solicitações que devem ser submetidas à instituição. Através deste módulo, os alunos e a comunidade externa podem efetuar suas solicitações, tais como declarações de processos de portadores de diploma e realizar todo o acompanhamento do andamento do processo na Instituição. • Módulo de Extensão: a Instituição oferece regularmente para toda a comunidade diversos Cursos de Extensão nas mais variadas áreas do conhecimento. O Sistema Magister oferece todo o suporte ao processo de inscrição, acompanhamento e pagamento dos cursos de extensão. • Módulo de Graduação: oferece aos alunos de graduação diversas funcionalidades que propiciam um acesso fácil, rápido e interativo. Os docentes e discentes da IES tem acesso ao Portal Magister. Esse portal objetiva facilitar o acompanhamento dos registros acadêmicos, tais como: faltas, notas, conteúdos e atividades das disciplinas, calendários letivos, históricos, avisos, ofertas por curso, avaliação dos docentes, extensão, calendário das atividades, Plano Integrado de Trabalho (PIT), além de outros serviços. Dentre estes processos, destaca-se a matrícula on-line, que permite ao aluno de graduação realizar toda a sua matrícula pela Internet no conforto da sua casa. • Módulo do PROBIC: possibilita que o coordenador acompanhe as informações dos projetos de Iniciação Científica e pesquisa institucional, agilizando o acesso às informações. • Módulo de Concursos: tem como objetivo gerenciar todo o processo de realização de concurso, incluindo o próprio Vestibular, desde a inscrição (pela Internet) dos vestibulandos até a correção e divulgação do resultado final. 59 • Módulo de Ouvidoria: criado para ser o canal de comunicação dos alunos com os diversos setores da instituição, pois permite o gerenciamento das mensagens enviadas pelos alunos, de forma ágil e sigilosa. • Módulo de Egresso: tem como finalidade acompanhar e reaproximar os ex-alunos, integrando-os a vida acadêmica, científica, política e cultural da FITS. Permite de forma ágil e interativa, a atualização das informações cadastrais do egresso, bem como dados relativos à ocupação profissional e às áreas de interesse para cursos de pós-graduação e extensão. 4.6. Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório O Estágio Supervisionado não obrigatório, destinado a alunos regularmente matriculados no Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, tem sua base legal na Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, § 2º do Art. 2º, que define estágio não obrigatório como “aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória”. Para a caracterização e definição do estágio em tela, é obrigatória a existência de um contrato entre a Faculdade e pessoas jurídicas de direito público ou privado, coparticipantes do Estágio Supervisionado não obrigatório, em que devem estar acordadas todas as condições do estágio. A validação desse respectivo estágio como Atividade Complementar será norteada pelos procedimentos e normas previstas no Regulamento da Faculdade, sendo que o estudante deverá assinar o Termo de Compromisso, juntamente com os representantes da Instituição e do Campo de Estágio. O Termo de Compromisso contém o plano de atividades a serem desempenhadas pelo Estagiário, a indicação de um profissional na empresa que o supervisionará durante a realização de estágio, bem como todas as condições de desenvolvimento do mesmo, incluindo aquelas relativas ao valor da bolsa-estágio. É válido mencionar que as atividades desenvolvidas pelo estagiário deverão ter, obrigatoriamente, correlação com a etapa de estudos do Curso em que o estagiário estiver regularmente matriculado, a carga horária a ser cumprida e as demais formalidades deverão atender a legislação em vigor. 60 5. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO 5.1. Avaliação do processo de ensino e aprendizagem A avaliação constitui-se num processo contínuo e formativo devendo ser prevista em diferentes momentos de verificação da aprendizagem de modo a possibilitar a identificação de acertos – que devem ser ressaltados, e de erros - que devem ser superados. A avaliação do aproveitamento possui caráter contínuo e cumulativo, objetivando verificar a eficácia na aquisição de competências profissionais requeridas no mundo produtivo. Deverá ocorrer sistematicamente durante todo o processo de construção de competências, de modo a oferecer possibilidades de ajustes constantes, contribuindo assim, para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Neste processo contínuo, valoriza-se a autonomia, a participação e o desenvolvimento de competências focadas em possibilidades reais de aprendizado, previstas no planejamento das disciplinas. Diante desse contexto, os procedimentos metodológicos adotados no processo de ensino e aprendizagem devem ser coerentes com os processos e instrumentos propostos para a avaliação da aprendizagem. Consonante aos princípios defendidos no PPI e na prática acadêmica, a sistemática de avaliação do processo ensino/aprendizagem concebida pela Faculdade Tiradentes de Feira de Santana no Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores, resguarda a contextualização da avaliação para estimular o desenvolvimento de competências, através de técnicas e metodologias de intervenção em situações possíveis de atuação. A verificação do rendimento acadêmico será dividida em 2 (duas) avaliações, por unidades programáticas, apenas para efeito didático-pedagógico, utilizando para tanto, o desempenho diário do aluno em sala de aula, nas atividades propostas. As unidades programáticas contemplarão o desenvolvimento de diversas atividades avaliativas, para fins de registro do acompanhamento do processo de ensino e aprendizagem. O professor – catalisador, mediador, guia – não só elabora e acompanha todo o processo, como oferece indicações adicionais, estimula a reflexão e observação, mas também, detecta dificuldades, buscando alternativas para fazer ajustes e reajustes no processo de ensinoaprendizagem. Sob essa perspectiva, a avaliação é um procedimento integrado ao desenvolvimento do processo de construção do conhecimento pautado no diálogo. Sob essa ótica, avaliar implica o 61 acompanhamento contínuo e contextualizado das experiências de aprendizagem apresentadas e, principalmente, o estabelecimento de estratégias educativas que sejam capazes de possibilitar a recuperação do aluno no processo, respeitando a sua individualidade e, minimizando as desigualdades da sua formação. As avaliações desenvolvidas em cada unidade programática deverão ser compostas por: I. Prova Contextualizada (PC): deve aferir todos os conteúdos ministrados bem como competências adquiridas por meio de exame escrito e/ou relatórios de atividade laboratoriais para as disciplinas que contemplam aulas práticas. II. Medida de Eficiência (ME): deve aferir o rendimento do estudante nas Atividades Práticas Supervisionadas (APS) a serem desenvolvidas dentro e fora da sala de aula, individualmente ou em equipe, com ênfase na autonomia do estudante. As APS estimulam práticas de estudos independentes e a preparação gradativa para o exercício profissional. No Curso Superior de Tecnologia em Rede de Computadores, os docentes são orientados a propor atividades relevantes que confiram sentido aos saberes e que proporcionem a constante interação entre os conteúdos trabalhados nas diversas disciplinas e a realidade na qual os estudantes desenvolverão suas atividades profissionais. São exemplos de APS: exercícios contextualizados, estudo de casos, simulações, visitas técnicas, pesquisas bibliográficas e de campo e desenvolvimento de projetos. Na realização das atividades, o estudante vai consolidando sua aprendizagem, apurando a observação do seu meio e das situações e utilizando-se dos conhecimentos que vai reelaborando: o objetivo é aprender a aprender, a pensar, a fazer, a ser e a conviver. Tais atividades devem ser aferidas mediante instrumental próprio, constituído de critérios objetivos de avaliação. A aferição das APS possui como princípio o acompanhamento contínuo do aluno em pelo menos duas atividades previstas no Plano Integrado de Trabalho-PIT, para cada unidade programática da disciplina. As avaliações de cada Unidade Programática (UP1 ou UP2) deverão ser compostas de acordo com o perfil das disciplinas, considerando a especificidade dos conteúdos e as competências avaliadas, vide abaixo: Prova Contextualizada (PC): variável de acordo com o índice destinado a Medida de Eficiência, podendo valer no mínimo 6,0 (seis) e no máximo 8,0 (oito) e Medidade de Eficiência 62 (ME), podendo valer de 2,0 (dois) a 4,0 (quatro). A nota final aferida para cada unidade será expressa em índice que varia de 0 (zero) a 10,0 (dez) pontos, permitindo-se apenas a fração de 0,5 (cinco décimos). A nota de cada unidade programática (UP1 e UP2) é obtida pela soma da nota aferida pela Prova Contextualizada (PC) e pela Medida de Eficiência (ME). Para efeito de Média Final (MF) de cada disciplina, a nota da primeira unidade programática (UP1) tem peso 4 (quatro), e a da segunda (UP2) tem peso 6 (seis). - A Média Final (MF) da disciplina é obtida pela equação: MF = (UP 1 X 4) + (UP 2 X 6) ___________________ 10 Será considerado aprovado automaticamente na disciplina cursada o estudante que obtiver cumulativamente: I – Presença, no mínimo, em 75% da carga horária da disciplina. II – Média de Aproveitamento, igual ou superior a 6,0 (seis) pontos na UP1 e UP2. Será considerado reprovado na disciplina cursada o estudante que obtiver: I – Frequência inferior a 75% da carga horária. II – Média inferior a 4,0 (quatro) pontos resultante da UP1 e UP2. III – Nota da Prova Final inferior a 6,0 (seis) pontos. Será considerado apto a realizar a Prova Final o estudante que obtiver média resultante da UP1 e UP2, igual ou superior a 4,0 (quatro) pontos, e inferior a 6,0 (seis) pontos. I – A prova final valerá de 0,0 (zero) a 10,0 (dez) pontos. II – A Prova final abrangerá todo o conteúdo da disciplina abordado no semestre. III – Para aprovação na Prova Final, o estudante precisará obter nota igual ou superior a 6,0 (seis) pontos. Para fins de registro acadêmico, prevalecerá o maior resultado obtido pelo estudante, considerando a média resultante da UP1 e UP2 ou o resultado da prova final. Aspectos específicos e procedimentais serão observados no Regimento Interno. 5.2. Auto Avaliação do Curso 5.2.1. Articulação da Autoavaliação do Curso com Autoavaliação Institucional 63 Objetivando instaurar um processo sistemático e contínuo de autoconhecimento e melhoria do desempenho acadêmico, a Faculdade Tiradentes de Feira de Santana implantará o Programa de Avaliação Institucional, envolvendo toda a comunidade universitária, coordenado pela Comissão Própria de Avaliação – CPA. A Avaliação Institucional, entendida como um processo criativo de autocrítica da Instituição objetiva garantir a qualidade da ação universitária que se materializa como uma forma de se conhecer, identificando potencialidades e fragilidades, que fornecem subsídios para a prestação de contas à comunidade acadêmica e a sociedade. A operacionalização da avaliação institucional dá-se através da elaboração/revisão e aplicação de questionários eletrônicos para aferição de percepções ou de graus de satisfação com relação com relação à prática docente, a gestão da coordenação do curso, serviços oferecidos pela IES e política/programas institucionais, as dimensões estabelecidas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES envolvendo todos os segmentos partícipes em consonância como Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Rede de Computadores. A avaliação sistematizada dos cursos e dos professores é elaborada pela CPA, cuja composição contempla a participação de segmentos representativos da comunidade acadêmica, tais como: docentes, discentes, coordenadores de cursos, representantes de áreas, funcionários técnicoadministrativo e representante da sociedade. Os resultados da avaliação docente, avaliação dos coordenadores de cursos e da avaliação institucional são disponibilizados no portal Magister dos alunos, dos docentes e amplamente divulgados pela instituição. 5.2.2. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso A Instituição considera os resultados da autoavaliação e da avaliação externa, para o aperfeiçoamento e melhoria da qualidade dos cursos. Nessa direção, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), constitui-se elemento balizador da qualidade da educação superior. A Coordenação do Curso, o Colegiado e o NDE realizarão análise detalhada dos resultados dos Relatórios do Curso e da Instituição, Questionário Socioeconômico, Auto Avaliação Institucional do Curso, identificando fragilidades e potencialidades, com a finalidade de atingir 64 metas previstas no planejamento estratégico institucional, bem como, elevar o conceito do mesmo e da instituição junto ao Ministério da Educação. Nesse sentido, as dificuldades evidenciadas serão trabalhadas pela Coordenação do Curso, que orientarão os professores com vistas ao aprimoramento de suas atividades, promoverão cursos de aperfeiçoamento e darão suporte nas fragilidades didático-pedagógicas. Desse modo encontram-se previstas as ações decorrentes dos processos de avaliação do Curso conforme descrição: Redimensionamento das Disciplinas de Práticas de Investigação e Extensão, Divulgação do Núcleo de Apoio Psicossocial e Pedagógico - NAPPS, para alunos e docentes, Ampliação no número de professores do Curso no Programa de Capacitação Docente, Ampliação à participação de professores e alunos no processo de avaliação interna, Ampliação do número de mestres e doutores e do regime de trabalho dos docentes do curso, com vistas ao atendimento do referencial de qualidade, Atualização e ampliação do acervo bibliográfico do curso e intensificação da sua utilização, Ampliação do número de laboratórios e equipamentos, promoção de ações efetivas de utilização e acompanhamento. Além disso, o Projeto Pedagógico do Curso será avaliado a cada semestre letivo, por meio de reuniões sistemáticas da Coordenação com o Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de Curso, corpo docente, corpo discente, direção e técnicos dos diversos setores envolvidos. Essa ação objetiva avaliar e atualizar o Projeto Pedagógico do Curso - PPC, identificando fragilidade para que possam ser planejadas novas e estratégicas e ações, com vistas ao aprimoramento das atividades acadêmicas, necessárias ao atendimento das expectativas da comunidade universitária. Aspectos como concepção, objetivos, perfil profissiográfico, currículo, ementas, conteúdos, metodologias de ensino e avaliação, bibliografia, recursos didáticos, laboratórios, infraestrutura física e recursos humanos são discutidos por todos que fazem parte da unidade acadêmica, visando alcançar os objetivos propostos, e adequando-os ao perfil profissional do egresso. Essas ações visam à coerência dos objetivos e princípios preconizados e sua consonância com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), as Diretrizes Curriculares Nacionais e as reflexões empreendidas com base nos relatórios de avaliação externa, além de formar profissionais comprometidos com o desenvolvimento econômico, social e político do Estado, da Região e do País. Dentro desse contexto, o corpo docente também é avaliado, semestralmente, através de instrumentos de avaliação planejados e implementados pela Coordenação de Curso, junto, ao 65 respectivo colegiado e aplicados com os discentes (além da avaliação realizada via Internet). Nessa perspectiva, serão observados os seguintes indicadores de qualidade do processo de ensinoaprendizagem: a) domínio de conteúdo; b) prática docente (didática); c) cumprimento do conteúdo programático; d) pontualidade; e) assiduidade; f) relacionamento com os alunos; É válido ressaltar que os professores também serão avaliados pela Coordenação do Curso, considerando os seguintes indicadores: a) elaboração do plano de curso; b) cumprimento do conteúdo programático; c) pontualidade e assiduidade (sala de aula e reuniões); d) utilização de recursos didáticos e multimídia; e) escrituração do diário de classe e entrega dos diários eletrônicos; f) pontualidade na entrega dos trabalhos acadêmicos; j) atividades de pesquisa; k) atividades de extensão; l) participação em eventos; i) atendimento as solicitações do curso; j) relacionamento com os discentes. O envolvimento da comunidade acadêmica no processo de construção, aprimoramento e avaliação do PPC vêm imbuídos do entendimento de que a participação possibilita o aperfeiçoamento do mesmo. Nessa direção, cabe ao Colegiado, a partir da dinâmica em que o Projeto Pedagógico é vivenciado, acompanhar a sua efetivação e coerência junto ao Plano de Desenvolvimento Institucional e Projeto Pedagógico Institucional, constituindo-se etapa fundamental para o processo de aprimoramento. A divulgação, socialização e transparência do PPC contribuem para criação de consciência e ética profissional, no aluno e no professor, levando–os a compreender que fazem parte da Instituição e a desenvolver ações coadunadas ao que preconiza o referido documento. 66 6. PARTICIPAÇÃO DO CORPO DOCENTE E DISCENTE NO PROCESSO PEDAGÓGICO A Fits de Feira de Santana tem como princípio a consolidação de uma cultura institucional voltada para a gestão participativa de metodologias, processos, posicionamentos e diretrizes. A participação do corpo docente e discente no Projeto do Curso perpassa pela reflexão e avaliação das ações com vista a uma conduta pedagógica e acadêmica que possibilite a consecução dos objetivos nele contidos, bem como da divulgação do PPI, ressaltando a importância destes documentos como agentes norteadores das ações da instituição, dos cursos e das atividades acadêmicas. Docentes e discentes participarão do processo de construção, execução e aprimoramento do processo pedagógico, imbuídos da concepção de que o conhecimento possibilita aperfeiçoamento, divulgação, socialização e transparência, de modo a contribuir para criação de consciência e ética profissional. No processo de construção do Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores, a participação dos corpos docentes e discentes, se dará por meio de reuniões periódicas, do Colegiado e dos representantes de sala ou ainda por meio de cursos de capacitação promovidos pela Fits, na perspectiva de envolvimento e comprometimento dos que fazem o curso. A participação, o acompanhamento e a execução do Projeto Pedagógico do Curso será efetivado através de palestras, seminários, reuniões e outras atividades com o corpo docente e discente para que a prática de ensino em cada disciplina atenda e esteja articulada com a concepção, os objetivos e o perfil profissiográfico do PPC. O comprometimento do corpo docente e discente com o PPC ocorrerá por meio de uma ampla divulgação do seu conteúdo no curso, buscando a participação dos professores e alunos no que se refere principalmente à determinação da conduta pedagógica e acadêmica mais adequada para alcançar os objetivos nele contidos. Assim, o Projeto Pedagógico do Curso compreende um conjunto de ações, metodologias de ensino, infraestrutura, recursos materiais e humanos necessários ao êxito no alcance dos objetivos propostos. Portanto, o Projeto tem o propósito de nortear uma coordenação sinérgica de todas as ações pedagógicas e administrativas em direção aos objetivos estabelecidos. 67 O contexto de construção e execução do PPC está baseado na crença de que as participações do corpo docente e discente devem ser sempre mantidas, pois possibilitam verificar os erros e, principalmente, os acertos existentes no Curso. A divulgação e transparência do PPC contribuem para a criação de uma consciência e de uma ética profissional por parte do aluno e do professor, incentivando-os a colaborar para o pleno funcionamento da Instituição. No âmbito do curso, o Núcleo Docente Estruturante e o Colegiado serão constantemente envolvidos nas decisões acadêmicas, onde são discutidas e deliberadas questões peculiares à vida universitária, objetivando o aprimoramento das atividades. Institucionalmente as instâncias consultivas como o Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão - CONSEPE e o Conselho Superior de Administração – CONSAD que possuem representantes dos diversos segmentos da instituição, vislumbram a participação dos diversos atores deste processo, deliberando as ações que irão refletir academicamente nos cursos de graduação. 6.1. Núcleo Docente Estruturante (NDE) Em conformidade com as orientações da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) em sua Resolução n. 1 de 17/06/2010, o Curso Tecnologia em Redes de Computadores da Fits contará com o Núcleo Docente Estruturante, órgão consultivo que responde diretamente pelo Projeto Pedagógico do Curso, atuando na sua concepção, implementação, acompanhamento, atualização e consolidação. O Núcleo Docente Estruturante será constituído por 05 (cinco) docentes do curso, com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu e tempo integral e ou parcial na IES. A nomeação é efetuada pela Direção da Faculdade para executar suas atribuições e atender a seus fins, tendo o coordenador do curso como presidente. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: • Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; • Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as atividades de ensino constantes no currículo; • Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas das necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; 68 • Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de graduação; • Aturar na concepção do curso, definindo os objetivos e perfil dos egressos, metodologia, componentes curriculares e formas de avaliação em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais; • Analisar os planos de ensino dos componentes curriculares dos cursos, sugerindo melhorias; • Supervisionar e acompanhar os processos e resultados das Avaliações de aprendizagem das disciplinas de cursos; • Acompanhar os resultados e propor alternativas de melhoria a partir dos resultados das avaliações internas e externas dos cursos e consonância com o Colegiado; • Assessorar a coordenação do curso na condução dos trabalhos de alteração e reestruturação curricular, submetendo a aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário; • Assegurar a integração horizontal e vertical do currículo do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico do Curso; • Acompanhar as atividades do corpo docente no que se refere às práticas investigativas e extensionistas; • Participar da revisão e atualização periódica do projeto pedagógico do curso, submetendo-o a análise e aprovação do Colegiado de Curso; • Acompanhar as atividades desenvolvidas pelo corpo docente, sobretudo no que diz respeito à integralização dos Planos de Ensino das disciplinas e Plano Integrado de Trabalho; • Elaborar semestralmente cronograma de reuniões; • Encaminhar relatórios semestrais a coordenação do curso sobre suas atividades, recomendações e contribuições. MEMBROS: Profª Jenifer Vieira Toledo. Prof. Marcos Pereira dos Santos. 69 Prof. Isabel Cristina Barreto Silva. Prof. Paulo Jardel Pereira Araújo. Profª Viviane Souza Martins. 6.2. Composição e Funcionamento do Colegiado de curso O Colegiado do Curso constitui-se instância de caráter consultivo e deliberativo, cuja participação dos professores e estudantes ocorre a partir dos representantes titulares e suplentes, os quais possuem mandatos e atribuições regulamentados pelo Regimento Interno da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana. O Colegiado será composto pelo Coordenador do Curso, que o presidirá e por representantes docentes que desempenham atividades no curso, indicados pelo coordenador e referendada pela Direção da Faculdade, contará ainda com representantes do corpo discente, regularmente matriculados no Curso. Todos os membros do Colegiado possuem o mandato de 01 (um) ano, podendo ser reconduzido, a exceção do seu presidente, o Coordenador do Curso, membro nato. Nessa direção, o comprometimento do corpo docente e discente ocorrerá por meio da participação dos professores e alunos no que se refere principalmente à determinação da conduta pedagógica e acadêmica mais adequada para alcançar os objetivos acadêmicos. São atribuições do Colegiado do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores: • Apreciar e deliberar sobre as sugestões apresentadas pelos docentes e pelos discentes quanto aos assuntos de interesse do Curso. • Programar anualmente a provisão de recursos humanos, materiais e equipamentos para o curso, submetendo suas deliberações à aprovação da Direção da instituição. • Aprovar o desenvolvimento e aperfeiçoamento de metodologias próprias para o ensino, bem como os programas e planos propostos pelo corpo docente para as disciplinas do curso. • Deliberar sobre o projeto pedagógico do curso, observando os indicadores de qualidade determinados pelo MEC e pela instituição. • Analisar irregularidades e aplicar as sanções previstas no Regime Disciplinar, no Regimento Geral e outras normas institucionais, no que se refere ao Corpo Docente e ao Corpo Discente, no âmbito de sua competência. 70 • Aprovar os planos de atividades a serem desenvolvidas no Curso, submetendo-os à Diretoria Geral e Coordenação Acadêmica da Faculdade. • Aprovar os projetos de pesquisa, de pós-graduação e de extensão relacionados ao Curso, submetendo-os à apreciação e deliberação da Direção. • Deliberar sobre as atividades didático-pedagógicas e disciplinares do curso e proceder a sua avaliação periódica; definir e propor as estratégias e ações necessárias e/ou indispensáveis para a melhoria de qualidade da pesquisa, da extensão e do ensino ministrado no curso, a serem encaminhadas à Diretoria de Geral e a Coordenação Acadêmica. • Decidir sobre recursos interpostos por seus alunos contra atos de professores do Curso, naquilo que se relacione com o exercício da docência. • Analisar e decidir sobre recurso de docente contra atos de discentes relativos ao exercício da docência; colaborar com os diversos órgãos acadêmicos nos assuntos de interesse do Curso. • Analisar e decidir os pleitos de aproveitamento de estudos e adaptação de disciplinas, mediante requerimento dos interessados. • Exercer outras atribuições que lhe forem designadas pela administração da Faculdade. REPRESENTANTES DOCENTES: TITULARES: Profª. Jenifer Vieira Toledo. Prof. Marcos Pereira dos Santos. Prof. Auro de Jesus Rodrigues. SUPLENTES: Prof. Rodrigo de Ávila Rezende. Prof. Cleiton José Rodrigues dos Santos. 71 7. CORPO DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 7.1. Corpo Docente O Corpo Docente do curso de Rede de Computadores da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana será um dos insumos mais importantes, visto que serão mediadores do processo de aprendizagem, conduzindo no percurso de apropriação dos conhecimentos, assim como no desenvolvimento das competências por meio da mobilização, integração, contextualização e aplicação desses conhecimentos. O corpo docente do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores será constituído por profissionais dotados de experiência e amplo conhecimento na área em que lecionam e a sua seleção leva em consideração a formação acadêmica e a titulação, bem como o aproveitamento das experiências profissionais no exercício de cargos ou funções relativas ao universo do campo de trabalho em que o curso está inserido, valorizando o saber prático, teórico e especializado que contribuem de forma significativa para a formação do perfil desejado do egresso do curso. • Titulação, Regime de Trabalho O Curso de Tecnologia em Redes de Computadores é composto por docentes com titulação de doutor, mestre e especialista, conforme discriminação abaixo: NOME TITULAÇÃO REGIME Auro de Jesus Rodrigues Mestrado Integral Cleiton Jose Rodrigues dos Santos Doutorado Horista Fabio Gomes Rocha Mestrado Parcial Isabel Cristina Barreto Silva Mestrado Horista Kleverton Moisés Silva Especialização Horista Luiz Carlos Neves Oliveira Junior Especialização Horista Marcos Pereira dos Santos Mestrado Integral Nilton Oliveira Matos Junior Mestrado Integral Paulo Jardel Leite Araújo Doutorado Parcial 72 Rodrigo de Avila Rezende Especialização Horista Temisson José dos Santos Doutorado Integral Viviane Souza Martins Doutorado Integral 7.2. Corpo Técnico – Administrativo e Pedagógico Dentro das políticas definidas pela Fits, na hora do recrutamento de mão-de- obra é feita a seleção de profissionais com formação adequada às atividades que irão desenvolver, objetivando o fiel atendimento e cumprimento de todas as ações necessárias ao bom andamento dos trabalhos acadêmicos. Assim vislumbra-se nesse profissional o atendimento, conforme mencionado, de todas as necessidades em função também da experiência e atuação já adquirida no mercado de trabalho. A formação do corpo técnico-administrativo do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Fits atende às necessidades e expectativas do curso, uma vez que suas funções estão adequadas com o seu nível de estudo, a formação e a experiência profissional de cada um, e é formada pelos seguintes componentes: 7.2.1. Coordenação do Curso O curso será coordenado pela professora Msc. Jenifer Vieira Toledo, mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Sergipe (2012), possui graduação em Ciência da Computação pela Faculdade Governador Ozanam Coelho (2008). A coordenadora possui 08 (oito) anos de experiência profissional na área, 05 (cinco) anos de magistério superior e 02 (dois) anos na gestão acadêmica. A coordenadora do curso manterá uma jornada de trabalho, distribuída nos períodos matutino e noturno, perfazendo o total de 40 (quarenta) horas semanais, desenvolvendo as seguintes atividades: • Atualização do Projeto Pedagógico do Curso, promovendo a implantação e a execução da proposta de curso, avaliando continuamente sua qualidade juntamente com o corpo docente e com os alunos. 73 • Acompanhamento e cumprimento do calendário acadêmico; elaboração da oferta semestral de disciplinas e atividades de trabalhos finais de graduação e estágios, vagas e turmas do curso. • Participação na qualidade de presidente nas reuniões do Colegiado e NDE, coordenando suas atividades e fazendo cumprir as decisões e as normas emanadas dos órgãos da administração superior. • Orientação e supervisão do trabalho docente relacionados aos registros acadêmicos para fins de cadastro de informações dos alunos nos prazos do Calendário de Atividades de Graduação. • Elaboração do planejamento semestral de eventos e atividades complementares do curso; análise dos processos sobre os pedidos de revisão de frequência e de prova, aproveitamento de disciplinas, transferências, provas de segunda chamada e demais processos acadêmicos referentes ao curso. • Participação no processo de seleção, admissão, treinamento e afastamento de professores, vinculados ao curso; providenciar a substituição de professores nos casos de faltas planejadas. • Incentivo a participação da comunidade acadêmica nas avaliações internas (nominal docente e institucional); atendimento e orientação de ordem acadêmica aos alunos; participação nas ações institucionais voltadas à captação, fixação e manutenção de alunos. • Providenciar todos os trâmites para o reconhecimento/renovação de reconhecimento de curso junto ao MEC. • Liderar e participar efetivamente dos processos de avaliação in loco externas do MEC e desempenho das demais funções que lhes forem atribuídas no Estatuto/Regimento da Faculdade. O regime de trabalho do coordenador do Curso Tecnológico é tempo Integral, isto será de 40 horas, dos quais 32 horas dedicadas à gestão do curso e 08 horas de sala de aula. 7.2.2. Assessoria Pedagógica de Graduação Membro da equipe da coordenação acadêmica que têm como principais atribuições acompanhar sistemática e qualitativamente as atividades do ensino de graduação, assessorando o 74 NDE e coordenadores de cursos na elaboração/execução/avaliação dos respectivos Projetos Pedagógicos e também prestar apoio pedagógico aos docentes–inclusive na elaboração/execução/avaliação dos Planos Integrados de Trabalho (PITs). 7.2.3. Departamento de Assuntos Acadêmicos-DAA O DAA é o órgão responsável pela organização, controle, execução e acompanhamento do processo de matrícula e da vida acadêmica de todos os alunos. Suas principais atribuições são registrar, informar, controlar os diversos processos, assim como, emitir todos os documentos oficiais. 75 8. FORMAS DE ATUALIZAÇÃO E REFLEXÃO A formação continuada dos docentes é exigência não apenas da instituição como também da sociedade contemporânea com vistas ao desenvolvimento de competências necessárias à prática docente. Constitui-se em um processo de atualização dos conhecimentos e saberes relevantes para o aperfeiçoamento da qualidade do ensino. Nesse contexto, a Coodenação Acadêmica em parceria com a Diretoria Geral, priorizando o processo pedagógico como forma de garantir a qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão, desenvolverá o Programa de Capacitação e de Qualificação Docente, com o objetivo de promover ações pedagógicas que possibilitem aos docentes uma formação permanente, através de discussão e troca de experiências, como meio de reflexão do trabalho teórico-metodológico e aprimoramento da práxis. Devidamente articulada com programas de auxilio financeiro, buscará estimular e aperfeiçoar o seu quadro docente possibilitando o acesso a informações, métodos e tecnologias educacionais e pedagógicas atualizadas. O Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores da Fits obedece a uma política educacional centrada na visão global do conhecimento humano, realizada através do exercício da interdisciplinaridade e indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão e é regularmente acompanhado e atualizado por todos seus atores nas diversas instâncias de representações. 8.1. Programa de Capacitação e de Qualificação Docente O Programa de Capacitação e Qualificação Docente da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana institui e disciplina as ações de apoio à qualificação e aperfeiçoamento do seu Corpo Docente e tem como objetivos: I. Estimular a qualificação e o aperfeiçoamento contínuo do Corpo Docente da Instituição. II. Apresentar as formas de apoio institucional ao Corpo Docente quanto à qualificação e aperfeiçoamento contínuo. III. Contribuir para a melhoria do processo educacional da Instituição. 76 IV. Possibilitar acesso dos docentes a informações, métodos, tecnologias educacionais/pedagógicas modernas. V. VI. Contribuir para o desenvolvimento institucional. Estimular a participação de docentes em eventos internos e externos de técnicas educacionais/pedagógicas modernas. VII. Estimular a formação pós-graduada de docentes. Por sua vez, as ações de qualificação e capacitação docente são agrupadas em três modalidades: I. Capacitação Interna. II. Capacitação Externa. III. Estudos Pós-Graduados. A Capacitação Interna caracteriza-se por atividades e/ou cursos promovidos ou patrocinados pela Instituição em seu âmbito e propostos por seus órgãos, desenvolvidos por agentes internos ou externos. A Capacitação Externa caracteriza-se pela participação do docente em cursos/eventos/seminários/congressos, propostos por órgãos de classe e outros agentes de fomento científico e acadêmico externos à Instituição, com subsídios parciais fornecidos pela Faculdade. A modalidade Estudos Pós-Graduados caracteriza-se por subsídios oferecidos pela Instituição aos docentes vinculados aos Núcleos de Pós-Graduação. O Programa estabelece os incentivos, subsídios e mecanismos para a participação dos docentes nas três modalidades de capacitação. 8.2. Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas A elaboração, adequação e atualização das ementas das disciplinas e os respectivos programas do curso de Tecnologia em Redes de Computadores é resultado do esforço coletivo do corpo docente, Núcleo Docente Estruturante, sob a supervisão do Colegiado e Coordenação do Curso, tendo em vista a integração horizontal e vertical do currículo, no âmbito de cada período e entre os mesmos, considerando a inter e transdisciplinaridade como paradigma que melhor contempla o atual estágio de desenvolvimento científico e tecnológico. Definidas as competências a serem desenvolvidas, são identificados os conteúdos e sistematizados na forma de ementas das disciplinas curriculares, considerando a produção recente na área. Vale ressaltar que as atualizações e adequações são construídas, a partir do perfil desejado do 77 profissional em face das novas demandas sociais do século XXI, das constantes mudanças e produção do conhecimento, das Diretrizes Curriculares Nacionais, do PDI, do PPI e das características sociais e culturais. Os programas das disciplinas serão detalhados no Plano Integrado de Trabalho - PIT do professor e analisados pelo Núcleo Docente Estruturante – NDE. Após esse processo, serão amplamente divulgados no Portal Magister e pelos docentes nas suas respectivas disciplinas. 8.3. Adequação, atualização e relevância da bibliografia A bibliografia dos planos de ensino e aprendizagem é fruto do esforço coletivo do corpo docente que seleciona dentre a literatura aquela que atende as necessidades do curso. Os livros e periódicos recomendados, tanto em termos de uma bibliografia básica quanto da complementar, são definidas à luz de critérios como: • Adequação ao perfil do profissional em formação, a partir da abordagem teórica e/ou prática dos conteúdos imprescindíveis ao desenvolvimento das competências gerais e específicas, considerando os diferentes contextos. • Atualização das produções científicas diante dos avanços da Ciência e da Tecnologia, priorizando as publicações dos últimos 05 anos, incluindo livros e periódicos, enriquecidos com sites específicos rigorosamente selecionados, sem desprezar a contribuição dos clássicos. • Disponibilidade no acervo da Biblioteca da Fits. 78 8.4. Planos de Ensino e Aprendizagem das Disciplinas e seus Componentes Pedagógicos 1º Período CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Metodologia Científica DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 1º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia no âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas. Os métodos científicos. A pesquisa enquanto instrumento de ação reflexiva, crítica e ética. Tipos, níveis, etapas e planejamento da pesquisa científica. Procedimentos materiais e técnicos da pesquisa científica. Diretrizes básicas para elaboração de trabalhos didáticos, acadêmicos e científicos. Normas técnicas da ABNT para referências, citações e notas de rodapé. Projeto de Pesquisa. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA O objetivo geral da disciplina é levar o aluno a compreender os conceitos básicos sobre a ciência, o método científico para elaboração de textos e pesquisa obedecendo ao que rezam as normas da ABNT. A disciplina tem ainda como objetivos específicos: despertar no aluno desde o começo do curso, o interesse pela pesquisa e, assim, educá-lo a pensar e raciocinar de forma crítica. 3 COMPETÊNCIAS - Elaborar e apresentar trabalhos acadêmicos e científicos de acordo com procedimentos metodológicos e Normas da ABNT. - Aplicar métodos e técnicas na pesquisa científica. - Utilizar o conhecimento científico. 79 - Elaborar projetos de pesquisa. - Aplicar a linguagem científica. - Utilizar o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Procedimentos didáticos, Acadêmicos e Científicos 1. Metodologia Científica e técnicas de estudo. 2. Finalidade e importância. 3. Organização dos estudos. 4. Técnicas de sublinhar e esquema. 5. Resumos e fichamento. 6. Trabalhos acadêmicos/científicos. 7. Pesquisa científica/Ética e Pesquisa. 8. Pesquisa bibliográfica e normas de referências, citações e notas de rodapé. 9. Artigo e Relatório Técnico/científica. 10. Monografia e Seminário. UNIDADE II: Conhecimento, Ciência, Método Científico e Projeto de Pesquisa 1. Conhecimento, Ciência e Método. 2. O Conhecimento. 3. A Ciência. 4. Métodos de abordagens. 5. Métodos de procedimentos. 6. Elaboração do Projeto de Pesquisa. 7. Tema e problema de pesquisa. 8. Questões, hipóteses e objetivos da pesquisa. 9. Técnicas de coleta de dados. 10. Estrutura do projeto de pesquisa. 80 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas e dialogadas, sendo desenvolvidas de acordo com os conteúdos a serem trabalhados, através de dinâmicas, filmes e debates em grupos para apresentação dos conceitos fundamentais relacionados ao tema; fixando os conceitos (re)construídos na interação professoraluno-conhecimento. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Será desenvolvida por intermédio de prova contextualizada e individual com questões objetivas e por meio de atividades em grupo, bem como apresentação de seminários, trabalhos científicos e medida de eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2014. 304 p. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed., 4. reimpr. São Paulo: Prentice Hall, 2014. 162 p. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico.23. ed., rev., atual. São Paulo: Cortez, 2010. 304 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 23. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. 112 p. GONÇALVES, Hortência de Abreu Gonçalves. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 2. ed. São Paulo: Avercamp, 2014.168 p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 320 p. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 320 p. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. Atlas, 2007. 206 p 5. ed., 8. reimpr. São Paulo, SP: RODRIGUES, Auro de Jesus. Metodologia Científica. 5.ed. Aracaju-SE: UNIT, 2014. 81 EBOOK APOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de metodologia científica: um guia para a produção do conhecimento científico.2.ed.. Atlas, 2011. VitalBook file DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência.2.ed.. Atlas, 1985. VitalBook file. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 6.ed. Atlas, 2011. VitalBook file. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica, 7.ed.. Atlas, 2010. VitalBook file MATIAS-PEREIRA., José. Manual de metodologia da pesquisa científica. 3.ed.. Atlas, 2012. VitalBook file. MATTAR Neto, João Augusto . Metodologia Científica na Era da Informática .3.ed.. Saraiva, 2008. VitalBook file. SORDI, José Osvaldo de. Elaboração de pesquisa científica, 1.ed.. Saraiva, 2013. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Comunicação de Dados DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 1º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Conceitos e características de Comunicação de Dados: modos de transmissão, processamento centralizado, processamento descentralizado. Meios de Transmissão: cabeado e não-cabeado. Detecção e Correção de Erros. Equipamentos de modulação e demodulação. Padrões e Protocolos de Comunicação. 82 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Esta disciplina objetiva uma preparação dos alunos visando o detalhamento de tecnologias de rede, protocolos e aplicações distribuídas utilizadas na implantação, operação e manutenção de sistemas de informática em geral. 3 COMPETÊNCIAS - Conhecer os fenômenos e conceitos que envolvem a Comunicação de Dados. - Conhecer os elementos, dimensionamentos e recursos oferecidos pela Comunicação de Dados. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. FUNDAMENTOS DA COMUNICACAO 1.1. Conceitos básicos: configuração básica de uma rede de TP. 1.2. Sinais analógicos e digitais. 1.3. Modulação, 1.4. Codificação banda base. 1.5. Códigos. 2. TRANSFERENCIA DE DADOS. 2.1. Modos de operação: simplex, half-diplex e full-duplex. 2.2. Modos de transmissão: serial e paralelas. 2.3. Interfaces serial e paralela. 2.4. Transmissão assíncrona e síncrona. 3. ELEMENTOS DO MEIO DE TRANSMISSAO 3.1. Linhas privativas de comunicação de dados. 3.2. Multiplexadores: fdm, tdm, pcm. 4. CARACTERISTICAS DO MEIO DE TRANSMISSAO. 4.1. Meios de transmissão: tecnologias disponíveis no mercado. 4.2. Parâmetros de resistência, isolação, ruído, atenuação. 4.3. Fatores de degradação. 5. ERROS NA TRANSMISSAO DE DADOS 5.1. Métodos de detecção de erros. 5.2. Eficiência e analise. UNIDADE II 1. MODEM 1.1. Modem analógico, digital e ótico. 83 1.2. Normalização de modems. 1.3. Escolha de modems. 2. EQUIPAMENTOS DE COMUNICACAO DE DADOS 2.1. Unidade de derivação digital e analógica. 2.2. Multiplexadores. 2.3. Conversor/concentrador. 3. TIPOS DE CONFIGURACOES EM COMUNICACAO DE DADOS 3.1. Ligação ponto a ponto dedicada, radial e comutada. 3.2. Ligação multiponto com udd, uda, multiplexador tdm e conversores/concentradores. 4. ARQUITETURAS DE REDES DE COMUNICACAO DE DADOS 4.1. Modelo osi: camadas e funções. 4.2. Controle de linha: polling e selection. 4.3. Protocolos de nível de enlace: bsc, hdlc, sdlc. 4.4. Nível de rede: serviço de circuito virtual e datagrama. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, apresentação de seminários, análise de tráfegos de rede cabeada e sem fio utilizando softwares open-source. Equipamentos/Softwares Utilizados: Wireshark, Airmon, Inssider. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas teóricas contextualizadas e exercícios para solução extraclasse; serão realizados trabalhos para a avaliação como solução de problemas clássicos individuais e em grupo levando-se em consideração apresentação e produção escrita. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. Bookman, 2010 + ebook SOARES NETO, Vicente. Telecomunicação: Sistemas de Modulação. 3. ed. SP: Érica, 2012 STARLINGS, William Redes e Sistemas de Comunicação de Dados lsevier 2005. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOARES NETO, Vicente. Sistemas de Comunicação de dados. SP: Érica, 2014. 84 STARLIN, Gorki. TCP/IP - Redes de Computadores e Comunicação de Dados. Alta Books 2004 TANENBAUM, Andrew S., WETHERALL, David. Redes de Computadores. 5.ed. São Paulo: SP: Pearson Education do Brasil Ltda, 2014.Campus, 2003. WHITE, Curt M. Redes de computadores e comunicação de dados. São Paulo, SP: Cengage Learning, c2012. 406 p. EBOOK BURGESS, Mark. Princípios de Administração de Redes e Sistemas, 2.ed. LTC, 2006. VitalBook file. CARISSIMI, Alexandre da Silva, , ROCHOL, Juergen, GRAVILLE, Lisandro Zambenedetti. Redes de Computadores: Volume 20 da Série Livros Didáticos Informática UFRGS. Bookman, 2011. VitalBook file. FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, 4.ed. ArtMed, 2010. VitalBook file. ROCHOL, Juergen. Comunicação de dados - série livros didáticos informática ufrgs - 22. Bookman, 2012. VitalBook file. SOUSA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. Erica , 2009. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Instalações Elétricas DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 1º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Fundamentos e características de Eletricidade. Demanda de energia elétrica. Circuito elétrico. Aterramento. Proteção contra descarga atmosférica. Projetos Gráficos. Padrões de instalação elétrica. Introdução à linguagem do Desenho técnico. Software de desenho assistido por computador. Sistemas de coordenadas. Ferramentas de precisão. 85 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos básicos de eletricidade, planejar, executar e analisar uma instalação elétrica. Além de, desenvolver técnicas de projeto e de execução da instalação em conformidade com as normas técnicas e de segurança aplicada a Redes de Computadores. 3 COMPETÊNCIAS - Compreender a importância das instalações elétricas no desenvolvimento tecnológico e no seu diaa-dia. - Enfatizar os princípios da eletricidade e suas aplicações. - Dar uma vasta, rigorosa e acessível introdução aos conceitos de eletricidade desenvolvendo no corpo discente habilidades necessárias para a solução de problemas presentes nas principais instalações elétricas. - Proporcionar aos discentes condições de aplicar as análises teóricas nas atividades práticas desenvolvidas nos laboratórios. - Confrontar os resultados teóricos com os experimentais. - Formular problemas e propor soluções baseadas nas normas vigentes. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1.1. Segurança em Instalações Elétricas de BT. 1.2. Sistema Elétrico de Potência. 1.3. Normas e Simbologia. 1.4. Determinação das Cargas de Luz e Tomadas. 1.5. Tipo de Fornecimento. 1.6. Comandos de Iluminação e Materiais Elétricos. 1.7. Divisão e Dimensionamento de Circuitos. 1.8. Divisão Circuitos. 1.9. Dimensionamento de Condutores. 1.10. Dimensionamento de Disjuntores. 1.11. Disjuntores DR e DPS. 1.12. Dimensionamento de Eletrodutos. 86 UNIDADE II 1.1. Dimensionamento do Alimentador e da Proteção Geral. 1.2. Edificações Individuais e Coletivas. 1.3. Demanda e Fator de Demanda. 1.4. Equilíbrio Fases. 1.5. Diagrama Unifilar. 1.6. Edificações Coletivas. 1.7. Introdução. 1.8. Grandezas relacionadas à Luminotécnica. 1.9. Projeto Luminotécnico. 1.10. Critérios de Projeto. 1.11. Método dos Lumens. 1.12. Software de desenho assistido por computador. 1.13. Sistemas de coordenadas. 1.14. Ferramentas de precisão. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. Equipamentos/Softwares utilizados. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALIN, Geraldo.; CERVELIN, Severino. Instalações Elétricas Prediais: conforme norma NBR 5410:2004. 22º Ed., rev., atual. São Paulo: Érica 2014. 421P. CRUZ, Eduardo Cesar Alves. Instalações elétricas: fundamentos, prática e projetos em instalações residenciais e comerciais. 2. ed. 3. reimpr. São Paulo, SP: Érica, 2014. 432 p. + acesso virtual LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12. ed. São Paulo, SP: Érica, 2013. 272 p. 87 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5.ed. São Paulo: Pearson / Prentice Hall, 2014. 496 p. CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 15. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: LTC, 2015. 428 p. NERY, N. Instalações Elétricas : Princípio e Aplicações. 2.ed. São Paulo: Érica 2012. 368 p. NISKIER, Julio. Manual de Instalações Elétricas. Rio de Janeiro, RJ. LTR, 2015. 350 p. EBOOK CRUZ, Eduardo Cesar Alves, ANICETO, Larry Aparecido. Instalações Elétricas - Fundamentos, Prática e Projetos em Instalações Residenciais e Comerciais, 2nd Edition. Erica , 2012. VitalBook file. FILHO, MAMEDE, João. Instalações Elétricas Industriais, 8.ed. LTC, 2010. VitalBook file. NISKIER, Julio, MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Elétricas, 6.ed. LTC, 2013. VitalBook file. PINTO, Milton de Oliveira. Energia Elétrica - Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. LTC, 2013. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Cabeamento Estruturado DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 1º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Conhecer as normas relativas aos projetos de cabeamento estruturado e redes de acesso. Teoria dos sistemas de cabeamento estruturado. Meios de transmissão. Cabeamento estruturado residencial, predial e industrial. Projetos de sistemas de cabeamento estruturado. 88 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos básicos de cabeamento estruturado, a fim de que o mesmo possa realizar manutenção e/ou conduzir grupo de manutenção de redes de cabeamento estruturado. 3 COMPETÊNCIAS - Instalar e/ou conduzir grupo para instalação de cabeamento estruturado. - Realizar manutenção e/ou conduzir grupo de manutenção de redes de cabeamento estruturado. - Interpretar desenhos de plantas de cabeamento estruturado. - Aplicar as disposições das normas referentes a cabeamento estruturado. - Elaborar desenhos de plantas de cabeamento estruturado. - Utilizar ferramenta computacional para realizar desenho de plantas de cabeamento estruturado. - Relacionar alterações no sinal que se propaga num meio com as alterações eletromagnéticas provocadas pelo meio no sinal. - Interpretar informações contidas em manuais e prospectos de serviços referentes a cabeamento estruturado. - Interpretar os códigos dos componentes do cabeamento estruturado. - Planejar e conduzir equipe de manutenção ou instalação. - Avaliar as condições para instalação e/ou manutenção de cabeamento estruturado. - Utilizar instrumentos de medidas elétricas, voltados para certificação do cabeamento estruturado. - Utilizar ferramentas técnicas para instalação e manutenção de cabeamento. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 - Introdução à Tecnologia de Redes - Histórico das Redes de Dados. - Tendência das Redes Ethernet de Alta Velocidade. - Conceitos Básicos de Redes. - Técnicas de Comunicação. - Eficiência, Segurança e confiabilidade dos Dados em Redes. 89 - Tecnologia de Redes (WAN, MAN, LAN, ISDN, FDDI, ATM). - Topologias de Redes Locais e Segmentação. - O Modelo OSI. - Controle de Acesso à Mídia (MAC) e o CSMA/CD. - Os Padrões 10baseT, 100baseT e Gigabit Ethernet. - Meios Físicos de Comunicação. - Comunicação de Dados sem Fio (wireless). - Normas Técnicas de Cabeamento. 2 - Acessórios e Equipamentos para Redes - Componentes de uma Rede. - Equipamentos para Redes (placas, repetidores, HUB's, Switches, roteadores, Bridges e aplicações). - Equipamentos para Redes ópticas. - Equipamentos para Redes Wireless. - Acessórios para redes (Transceivers, Conversores, Print Servers, No-breaks) e aplicações. - Estudos de Casos Configurações Típicas de Redes. UNIDADE II 1 - Cabeamento Estruturado Metálico - Sistemas de Comunicação Digital. - Problemas Relativos ao Cabeamento. - Os canais Constituídos por Cabos Metálicos. - Os Cabos de Pares Trançados sem Blindagem. - O Sistema de Cabeamento Estruturado Metálico. - Técnicas de Instalação e Medição. 2 - Cabeamento Estruturado Óptico - Conceitos Ópticos Básicos. - Fontes de Luz. - Modulação e Multiplexação (FDM, TDM, WDM). - Fibras e Cabos Ópticos. - Métodos e Processos de Fabricação de Fibras. - Tipos de Cabos Ópticos (aéreo e subterrâneo). - Emendas, Conectores e Acessórios Ópticos. 90 - Medições Ópticas. - Técnicas de Instalação e Medição. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. Equipamentos/Softwares Utilizados. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARIN, Paulo Sérgio. Cabeamento Estruturado: Desvendando Cada Passo - Do Projeto À Instalação. 5.ed. ver. Atual. São Paulo: Editora: Érica – 2013.336 p MARIN, Paulo Sérgio. Cabeamento estruturado. 3. Reimp. São Paulo: Érica 1. ed 2015. 120 p SHIMONSKI, Robert J.; STEINER, Richard T.; SHEEDY, Sean. Cabeamento de rede. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. 297 p 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABNT NBR 14565 – Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais, ABNT, 2007 CAETANO, Saul Silva. Cabeamento Estruturado. São José, SC. IES, 2011 HAYAMA, Marcelo M. Montagem de redes locais: prático e didático. SP: Érica, 2014 PINHEIRO, J. M. S. Guia Completo de Cabeamento Estruturado, Campus, 2003 RTI – Redes, Telecom e Instalações. Aranda (revista) EBOOK COSTA, Jefferson. Apostila de Redes de computadores. 2010 91 FOROUZAN, Behrouz a., MOSHARRAF, Firouz. Redes de Computadores: Uma Abordagem Top-Down. AMGH, 2013. VitalBook file. MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Redes de Computadores, 2.ed. LTC, 2013. VitalBook file MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes de computadores. 4. Reimp. 2015. São Paulo. SP. Érica, 2015. 136 p . OLIFER, Natália. ; OLIFER, Victor. Redes de Computadores - Princípios, Tecnologias e Protocolos para o Projeto de Redes. LTC, 2008. VitalBook file. SCHMITT, Rauh, Marcelo Augusto, PERES, André, LOUREIRO, César Augusto Hass. Redes de Computadores: Nível de Aplicação e Instalação de Serviços. Bookman, 2013. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Arquitetura de Computadores DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 1º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Princípios de Arquitetura de Computadores, Introdução aos computadores, modelos de computadores, níveis de máquina, sistemas de computadores típicos, representação de dados, aritmética de computadores e representação de dados avançada, introdução aos componentes da arquitetura básica envolvidos na execução de um programa, linguagem montador (assembler) da família INTEL e um análise passo a passo de uma unidade de controle. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno a compreender a estrutura básica de um computador e estudar aritmética para computadores, representação, conversão e operação com números binários. 3 COMPETÊNCIAS - Conhecer os componentes básicos de um sistema de computação. 92 - Identificar o processo de funcionamento de um sistema de computação. - Relacionar os conceitos básicos de um sistema de computação com arquiteturas existentes no mercado. - Comparar duas arquiteturas de computadores. - Compreender o relacionamento entre o software e o hardware. - Perceber a importância e aplicabilidade das Linguagens de programação de Baixo Nível. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. INTRODUÇÃO - Gerações de Computadores e Evolução Comparativa. - Tendências de Crescimento de Desempenho e Densidade de Memória. - Organização Geral do Computador. - Níveis de Linguagens de Programação. - Camadas do sistema de Computação e Elementos do Computador. 2. DESEMPENHO - Avaliação e Medidas de Desempenho. - Relação Custo-Benefício. - MIPS e MFLOPS. - Speedup e Lei de Amdahl. - Simuladores estatísticos. 3. INSTRUÇÕES E LINGUAGEM DE MÁQUINA - Princípios de Projeto de Computadores. - Princípios de Linguagens de Alto Nível. - Instruções Lógicas e Aritméticas, de Desvio e de Transferência de Dados. - Classes e Formatos de Instruções RISC/MIPS. - Modos de Endereçamento, Chamadas de Procedimentos. - Programação Assembly e uso de Emuladores. 93 UNIDADE II 1. PROCESSADOR E UNIDADE DE CONTROLE - Elementos Combinacionais e Seqüenciais. - Ciclo Único e Ciclos Múltiplos. - Datapath (estrutura, componentes, funcionamento, execução de instruções). - Unidade de Controle (estrutura, funcionamento, sinais e projeto). 2- MEMÓRIA - Memórias RAM e ROM (tipos e características). - Princípios de Localidade. - Memória Cache (organização, estrutura, funcionamento, métodos de escrita e esquemas de acesso). - Memória Virtual (objetivos, organização, paginação, método de acesso). 3. DISPOSITIVOS DE E/S E BARRAMENTOS - Sistemas de E/S. - Modos de Comunicação. - Barramentos (tipos, funcionamento e métodos de arbitração). 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas teóricas contextualizadas e exercícios para solução extraclasse; serão realizados trabalhos para a avaliação como solução de problemas clássicos individuais e em grupo levando-se em consideração apresentação e produção escrita. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. reimp. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 1134 p 94 STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores. 8. ed. 4. Reimp. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013. 624 p. TANENBAUM, Andrew S., Organização Estruturada de Computadores. 6.ed. São Paulo, SP, Pearson Prentice Hall, 2013. 605 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANZANO, José Augusto Navarro Garcia. Fundamentos em Programação Assembly para Computadores IBM-PC. 1º Edição, São Paulo, Erica, 2009. NOGUEIRA, Toniclay Andrade. Organização e arquitetura de computadores. Aracaju: UNIT, 2010. 160 p. (Série Bibliogáfica UNIT). PATTERSON, David A.; HENNESSY, John L. Organização e projeto de computadores: a interface hardware/software . 2. tirag. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2014. xix, 709 p. EBOOK MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Redes de Computadores, 2.ed. LTC, 2013. VitalBook file. PARHAMI, Behrooz. Arquitetura de Computadores: Supercomputadores. AMGH, 2008. VitalBook file. de Microprocessadores a WEBER, Raul Fernando. Fundamentos de arquitetura de computadores - série livros didáticos informática ufrgs Vol.8 - 4 .ed. Bookman, 2012. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas Investigativas DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 03 CARGA HORÁRIA 1º 60 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Práticas Investigativas: importância no desenvolvimento da autonomia intelectual e acadêmica. Pesquisa sobre tema vinculado à área de formação. Produção de texto acadêmico, atendendo às normas técnicas da ABNT. 95 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos básicos sobre pesquisa, análise crítica com embasamento teórico bem fundamentado para desenvolvimento de trabalhos especializados. 3 COMPETÊNCIAS - Localizar e selecionar informações utilizando métodos, instrumentos e tecnologia adequados. - Produzir fichamentos, esquemas e resumos. - Confrontar opiniões e pontos de vistas de diversos especialistas de acordo com o tema selecionado para estudo. - Organizar e planejar o tempo para o desenvolvimento das atividades propostas. - Apresentar atitudes e comportamentos necessários para o planejamento e execução de trabalho em equipe. - Dominar e fazer uso das novas tecnologias para desenvolver as atividades propostas. - Utilizar as diferentes linguagens. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Introdução às Práticas Investigativas 1. Práticas Investigativas e sua importância no desenvolvimento da autonomia intelectual e acadêmica. 2. Pesquisa sobre o tema vinculado à área de formação: coleta e documentação de dados. UNIDADE II: Estudo do tema 1. Produção de texto acadêmico 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Orientação individual/coletiva, Estudo de texto, Discussões, Mapa Mental/Conceitual e Estudo Dirigido e Trabalho em Equipe. 96 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada através de atividades de estudo e pesquisa como fichamentos, esquemas, resumos, mapas conceituais/mentais e estudo bibliográfico solicitados no decorrer dos encontros presenciais. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p. BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 9. ed. 5. Reimp. São Paulo: Ática, 2007. 59p NASCIMENTO, Luiz Paudo do. Elaboração do projeto de pesquisa: Monografia, Dissertação, Tese e Estudo de Caso, Com Base Em Metodologia Científica. Ed. 2012. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – trabalhos acadêmicos: apresentação: NBR 14724. Rio de Janeiro: 2002. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Organizador). Metodologia da pesquisa educacional. 12. ed. 2. reimp. São Paulo, SP: Cortez, 2014. 212 p. (Coleção Biblioteca da Educação. Série 1 - Escola ; v. 11). GONÇALVES, Hortência de Abreu Gonçalves. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo: Avercamp, 2014 MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. RODRIGUES, Auro de Jesus. Metodologia Científica. 2ed. Aracaju: Unit, 2014 SOUZA, Maria Suzana de Lemos. Orientações para apresentação e redação de projetos de pesquisa e trabalhos acadêmicos. Belo Horizonte, MG: COOPMED, 2008. 91 p EBOOK FARIAS FILHO, Milton, Cordeiro, ARRUDA FILHO., Emílio J. M. Planejamento da pesquisa científica. Atlas, 2013. VitalBook file. MATIAS-PEREIRA, José. Manual de metodologia da pesquisa científica, 3.ed. Atlas, 2012. VitalBook file. RAMOS, Albenides. Metodologia da pesquisa científica: como uma monografia pode abrir o horizonte do conhecimento. Atlas, 2009. VitalBook file. 97 RODRIGUES, Rui Martinho. Pesquisa acadêmica : como facilitar o processo de preparação de suas etapas. Atlas, 2007. VitalBook file. SORDI, DE, José Osvaldo. Elaboração de pesquisa científica, 1.ed. Saraiva, 2013. VitalBook file. 98 2º Período CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Noções de Algorítimo DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA O conceito de algoritmo. A Lógica de programação e a programação estruturada. Linguagem de definição de algoritmos. Estrutura de um algoritmo. Identificadores. Variáveis. Declaração de variáveis. Operações Básicas. Comandos de Entrada e Saída. Comandos de Controle de Fluxo. Estruturas de Dados homogêneos. O conceito de Modularização. Uso de uma linguagem de Programação. Ambiente de programação. Componentes da linguagem. Palavras reservadas. Estrutura de um programa. Identificadores. Variáveis e constantes. Declaração de variáveis. Operações básicas. Comandos de entrada e saída. Comandos de controle. Estruturas de dados homogêneas e modularização. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina tem como objetivo estimular o raciocínio lógico na busca da solução de problemas. Propiciar conceitos básicos objetivando traduzir em algoritmos estruturados a solução de problemas de modo que permitam a implementação em uma linguagem de programação. 3 COMPETÊNCIAS - Desenvolver conhecimentos técnicos para traduzir em algoritmo estruturado a lógica de solução de problemas. - Utilizar-se de uma “metalinguagem” que possa servir como modelo para qualquer linguagem de programação. 99 - Desenvolver programas em linguagem de programação de computadores Capacidade de organizar de forma sequencial e lógica um problema. - Capacidade de identificar, apresentar e resolver problemas; 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. Conceitos Básicos a. Conceito de Algoritmo. b. Método para a construção de algoritmos. c. Tipos de Algoritmos. d. Conceito de Variável. e. Tipos de Dados. f. Formação de Identificadores. 2. Estrutura Sequencial a. Estrutura sequencial em algoritmos. b. Declaração de Variáveis em algoritmos. c. Comando de atribuição em algoritmos. d. Comando de Entradas em algoritmos. e. Comando de saída em algoritmos. 3. Estrutura Condicional a. Estrutura condicional em algoritmos. b. Estrutura condicional simples. c. Estrutura condicional composta. d. Estrutura CASE. e. Operadores Lógicos. UNIDADE II 1. Estrutura de Repetição a. Estrutura de repetição em algoritmo. b. Estrutura de repetição para números definidos de repetições (estrutura PARA). c. Estrutura de repetição para número indefinido de repetições e testes no início (estrutura ENQUANTO). d. Estrutura de repetição para número indefinido de repetições e teste no final (estrutura REPITA). 2. Vetor. 3. Funções. 4. Registros. 100 5. Recursão. 6. Arquivos. 7. Análise do Código do simulador de Redes NS-2. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários. Equipamentos/Softwares Utilizados: DevC++/NS-2. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARRER, Harry et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. 3. ed. 17. remp. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2015. 284 p. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. 38. tiragem. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2015. 216 p. (Ciências da computação). MANZANO, José Augusto N. G.; MATOS, Ecivaldo; LOURENÇO, André Evandro. Algoritimos: técnicas de programação. 2. reimp. São Paulo, SP: Érica, c2014. 128 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Venerchi de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, pascal, C/C ++ e java. 2. ed., 5. reimpr. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2010. 434 p. GOODRICH, Michael T; TAMASSIA, Roberto. Estruturas de dados e algoritmos em Java. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. 600 p. + ebook 4. VILARIM, Gilvan. Algoritimos: progamação para iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, c2004. xiv, 270 p. ISBN 857393316X MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 23. ed., rev. São Paulo, SP: Érica, 2010. 320 p 101 WIRTH, Niklaus. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Prentice/Hall do Brasil, 1989. EBOOK AGUILAR, Luis Joyanes. Fundamentos de Programação: Algoritmos, estruturas de dados e objetos, 3rd Edition. AMGH, 2008. VitalBook file. DASGUPTA, Sanjoy, PAPADIMITRIOU, Christos, VAZIRANI, Umesh. Algoritmos. AMGH, 2011. VitalBook file. SOFFNER, Renato. Algoritmos e Programação em Linguagem C, 1.ed. Saraiva, 2013. VitalBook file. TOSCANI, Laira Vieira, VELOSO, Paulo A. S.. Complexidade de Algoritmos - Vol. 13 (UFRGS) – 3.ed. Bookman, 2012. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Elementos Ativos DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 2º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Conhecer os conceitos de Redes de Computadores. Compreender a topologia de redes e os tipos de transmissão. Tecnologia de transmissão. Arquiteturas proprietárias e abertas. Arquitetura abertas e o modelo de referência OSI. Conhecer os tipos e características dos elementos ativos: repetidores, hubs, switchs, roteadores e gateways. Entender o funcionamento e aplicação dos elementos ativos. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA O objetivo da disciplina é fundamentar e estabelecer conceitos sobre os padrões dos ativos de rede. Apresentar os protocolos, suas funções e vulnerabilidades, definir procedimentos de segurança e identificar os principais tipos de elementos ativos e sua aplicabilidade na infraestrutura da rede. 102 3 COMPETÊNCIAS - Conhecer os modelos de arquitetura dos elementos ativos de rede. - Conhecer os fundamentos das tecnologias Ethernet. - Conhecer os fundamentos de TCP/IP e endereçamento IP. - Aplicar Fundamentos de roteamento. - Configurar roteadores e switchs. - Conhecer os protocolos de Roteamento. - Ter habilidades para detecção e resolução de problemas. - Conhecer os conceitos e configurações de Switch - Compreender as tecnologias de links WAN. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Ativos de Redes 1. Introdução a Redes de Computadores. 1.1. Classificação das redes. 1.1.1. Tabela de classificação. 1.2. Modelo de Referência OSI. 1.3. Elementos ativos da Camanda Física. 1.4. Elementos ativos da Camada de Enlace. 1.5. Elementos ativos da Camada de Rede. 1.6. Elementos Ativos. 1.7. Entendo os enlaces Lan e Wan. 1.8. Conceito básico de elementos Ativos de Rede. 1.9. Conhecendo o Software e o Hardware Interno dos Switches e Roteadores. 1.10. Backup e Recovery dos Elementos Ativos. UNIDADE II: Configuração de Redes 1. Segmentação. 1.1. Regras de segmentação. 1.2. Configurando o Roteador. 103 1.3. Configurando o Switch. 1.4. Monitorando Roteador e Switch. 1.5. Protocolos de Gerenciamento e Controle. 1.6. Padrão 802.1q. 1.7. Padrão 802.1w. 1.8. Padrão 802.1x. 1.9. Túnel e Criptografia de dados nos Roteadores. 1.10. Operações: file transfers, Password recovery, SNMP, Accessing the device, Security, Security [password]. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio do conteúdo e relacionar com aplicações práticas. Para isso, tanto as atividades didáticas como as pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de aplicação de exercícios práticos. Os questionamentos serão úteis para eliminação de dúvidas. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, datashow e computador. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações inter-redes, web e aplicações - 4. ed. Rio de Janeiro: Bookman 2007. MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes sem fio: instalação, configuração e segurança : fundamentos. 2. reimpr. São Paulo, SP: Érica, 2014. 284 p. TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David. Redes de computadores. 5. ed. 3. reimp. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil Ltda., 2014. 582 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 104 FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. reimp. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 1134 p. KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. 6. ed. reimp. São Paulo, SP: Pearson Addison Wesley, 2014. 614 p. PETERSON, Larry J.; DAVIE, Bruce S. Redes de computadores: uma abordagem de sistemas. 2. tiragem. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2013. 545 p. TORRES, Gabriel. Redes de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Nova Terra, c2014. 1005 p" EBOOK T., GOODRICH, Michael, TAMASSIA, Roberto. Projeto de algoritmos: Fundamentos, análise e exemplos da internet. Bookman, 2004. VitalBook file. Natália, OLIFER, OLIFER, Victor. Redes de Computadores - Princípios, Tecnologias e Protocolos para o Projeto de Redes. LTC, 2008. VitalBook file. Rauh, SCHMITT, Marcelo Augusto, PERES, André, and LOUREIRO, César Augusto Hass. Redes de Computadores: Nível de Aplicação e Instalação de Serviços. Bookman, 2013. VitalBook file. SOUSA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. Erica , 2009. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Redes de Computadores I DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Conceitos de Redes de Computadores. Protocolos. Classificação das Redes. Topologias. Padrões. Modelos de Referência: OSI e TCP/IP. Arquitetura de Redes. Internet: Arquitetura e Protocolos. Camadas de Rede: Física, Enlace, Rede, Transporte e Aplicação. Futuro das Redes 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos do funcionamento das topologias e protocolos existentes para um funcionamento eficiente das redes de computadores. 105 3 COMPETÊNCIAS - Identificar componentes e arquitetura de uma Rede de Computadores. - Analisar Topologias e implementações de redes. - Desenvolver o conhecimento teórico necessário para aplicações práticas do dia-a-dia. - Entender o funcionamento detalhado da sistemática utilizado por trás dos protocolos de rede. - Compreender a importância do conhecimento de redes de computadores em várias áreas da informática. - Capacidade apresentar seminários de assuntos do curso. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 REDES DE COMPUTADORES E A INTERNET 1.1 O que é a Internet? 1.2 A periferia da Internet. 1.3 O núcleo da rede. 1.4 Atraso, perda e vazão em redes de comutação de pacotes. 1.5 Camadas de protocolo e seus modelos de serviço. 1.6 Redes sob ameaça. 1.7 História das redes de computadores e da Internet. 2 CAMADA DE APLICAÇÃO 2.1 Princípios de aplicações de rede. 2.2 A Web e o HTTP. 2.3 Transferência de arquivo: FTP. 2.3.1 Comandos e respostas FTP. 2.4 Correio eletrônico na Internet. 2.5 DNS: o serviço de diretório da Internet. 2.6 Aplicações P2P. 2.7 Programação e desenvolvimento de aplicações com TCP. 2.8 Programação de sockets com UDP. 3 CAMADA DE TRANSPORTE 106 3.1 Introdução e serviços de camada de transporte. 3.2 Multiplexação e demultiplexação. 3.3 Transporte não orientado para conexão: UDP. 3.4 Princípios da transferência confiável de dados. 3.5 Transporte orientado para conexão: TCP. 3.6 Princípios de controle de congestionamento. 3.7 Controle de congestionamento no TCP . UNIDADE II 1. A CAMADA DE REDE 1.1 Introdução. 1.2 Redes de circuitos virtuais e de datagramas. 1.3 O que há dentro de um roteador? 1.4 O Protocolo da Internet (IP): repasse e endereçamento na Internet. 1.5 Algoritmos de roteamento. 1.6 Roteamento na Internet. 1.7 Roteamento broadcast e multicast. 2 CAMADA DE ENLACE E REDES LOCAIS 2.1 Camada de enlace: introdução e serviços. 2.2 Técnicas de detecção e correção de erros. 2.3 Protocolos de acesso múltiplo. 2.4 Endereçamento na camada de enlace. 2.5 Ethernet. 2.6 Comutadores de camada de enlace. 2.7 PPP: o protocolo ponto a ponto. 2.8 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace. 2.9 Um dia na vida de uma solicitação de página Web. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 107 No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações inter-redes, web e aplicações - 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. São Paulo: Addison Wesley, 2014. TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David. Redes de computadores. 5. ed. 3. reimp. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil Ltda., 2014. 582 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENGST, Adam; FLEISHMAN, Glenn e FURMANKIEWICZ, Edson, Kit do iniciante em redes sem fio: o guia prático sobre redes Wi-Fi para Windows e Macintosh. 2ª ED. Pearson Makron Books, 2005 FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes de computadores. 4. reimp., 2015. São Paulo, SP: Érica, 2015. 136 p. ROSS, John. O livro do wireless: um guia definitivo para wi-fi e redes sem fio. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, 2009. 316 p. RUFINO, Nelson Murilo de Oliveira. Segurança em redes sem fio: aprenda a proteger suas informações em ambientes Wi-Fi e bluetooth. 4. ed. São Paulo, SP: Novatec, 2015. 288 p. EBOOK CARISSIMI, Alexandre da Silva, ROCHOL, Juergen, GRAVILLE, Lisandro Zambenedetti. Redes de Computadores: Volume 20 da Série Livros Didáticos Informática UFRGS. Bookman, 2011. VitalBook file. FOROUZAN., Behrouz A.. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, 4.ed. ArtMed, 2010. VitalBook file. 108 LOUREIRO, César Augusto Hass, SCHMITT, Marcelo Augusto Rauh, PERES, André, DE OLIVEIRA, Alex Martins. Redes de Computadores III: Níveis de Enlace e Físico. Bookman, 2014. VitalBook file. SOUSA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. Erica , 2009. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Sistemas Operacionais DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Fundamentação dos Sistemas Operacionais; Gerência de processos; Gerenciamento de E/S; Conceito, funções e tipos de sistemas operacionais. Gerência de Processos. Gerência de memória. Sistemas de Arquivos. Fundamentação sobre sistema operacional de redes. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina Sistemas Operacionais tem por objetivo fornecer ao aluno uma visão detalhada dos principais mecanismos envolvidos na concepção de um sistema operacional moderno. 3 COMPETÊNCIAS • Compreender a evolução histórica dos Sistemas Operacionais. • Conhecer os principais tipos de Sistemas Operacionais e suas características. • Conhecer os princípios de funcionamento dos Sistemas Operacionais. • Entender o projeto de cada um dos módulos que compõem um Sistema Operacional. 109 • Selecionar um Sistema Operacional, através da análise de suas características. • Utilizar adequadamente um Sistema Operacional. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE SISTEMAS OPERACIONAIS 1.1 Evolução histórica 1.2 Serviços dos sistemas operacionais 1.3 Chamadas de sistema 1.4 Estudo de casos 2 GERÊNCIA DE ENTRADA E SAÍDA 2.1 Dispositivos de entrada e saída 2.2 Controladores dos dispositivos 2.3 Drivers dos dispositivos 2.4 Estudo de casos 3 GERÊNCIA DO PROCESSADOR 3.1 Conceitos básicos 3.2 Escalonamento 3.3 Algoritmos de escalonamento 3.4 Estudo de casos 4 PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE 4.1 Programas multithreads 4.2 Comunicação e sincronização de processos 4.3 Primitivas de sincronização 4.4 Problemas clássicos 4.5 Construções concorrentes de alto nível 110 UNIDADE II 1 DEADLOCK 1.1. Conceitos básicos 1.2. Caracterização 1.3. Prevenção 1.4. Detecção e recuperação 2 GERÊNCIA DE MEMÓRIA 2.1 Políticas básicas 2.1.1 Sistemas monoprogramados 2.1.2 Partições fixas 2.1.3 Partições variáveis 2.1.4 Swapping 2.2 Memória virtual 2.2.1 Paginação 2.2.2 Segmentação 2.3 Estudo de casos 3 GERÊNCIA DE ARQUIVOS 3.1 Arquivos 3.2 Diretórios 3.3 Implementação de sistemas de arquivos 3.4 Proteção 3.5 Segurança 3.6 Estudo de casos 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 111 A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, William Pereira. Sistemas operacionais. 3. reimp. São Paulo, SP: Érica, 2015. 160 p. MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed. reimp. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2014. 250 p TANENBAUM, Andrew S., 1944-. Sistemas operacionais modernos. 3. ed., 2. reimpr. Rio de Janeiro, RJ: Prentice Hall, 2011. 653 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas operacionais. 3. ed. 8. reimp. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2014. 760 p. MACHADO, Francis Berenger; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 5. ed. reimp. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2014. 250 p. SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer; GAGNE, Greg. Fundamentos de sistemas operacionais. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, [2014]. 515 p. TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas operacionais, projeto e implementação. São Paulo: Bookman, 2008. EBOOK MACHADO, Francis Berenger MAIA, Luiz Paulo. Fundamentos de Sistemas Operacionais. LTC, 2011. VitalBook file. MACHADO, Francis Berenger, MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais, 4.ed. LTC, 2007. VitalBook file. OLIVEIRA, Rômulo SILVA, CARISSIMI, Alexandre da Silva, TOSCANI, Sirineo. Sistemas Operacionais - Vol. 11 – 4.ed.. Bookman, 2010. VitalBook file Simão SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer, GAGNE, Greg. Fundamentos de Sistemas Operacionais, 8.ed.. LTC, 2010. VitalBook file. TANENBAUM, Andrew, and WOODHULL, Albert S.. Sistemas Operacionais: projetjos e implementação - O Livro do Minix. Bookman, 2008. VitalBook file. 112 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas em Redes de Computadores I DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 05 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 100 1 EMENTA Introdução e ensaio de iniciação científica por meio da articulação do conhecimento teórico e prático vistos em Redes de Computadores 1. Procedimentos metodológicos na execução de atividades de iniciação científica. Desenvolver um projeto de redes. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno a capacidade de compreender os problemas existentes em redes de computadores e desenvolvimento de uma determinada solução para o problema específico através de projeto. 3 COMPETÊNCIAS • Conhecer a formatação documental para um projeto de redes; • Efetuar levantamento sobre a tecnologia (hardware e software) e infraestrutura de cabeamento; • Relacionar os conceitos básicos sobre redes na prática; • Analisar as necessidades quanto à segurança e compartilhamento de documentos; • Elaborar orçamento do projeto. 113 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 - Abordagem de temas pertinentes à área de Redes de Computadores. Deverão ser vistos conteúdos do estado da arte das tecnologias que possibilitem a escita de artigos, tutoriais e apresentação de seminários. UNIDADE II 1 - Realização de projeto de uma rede - Identificação dos requisitos da rede - Descrição da rede e de sua estrutura - Especificação de equipamentos e cabos que serão utilizados - Desenho da rede em software voltado para diagramação - Descrever o endereçamento IP usado - Identificar rotas e protocolos de roteamento utilizados - Descrever outros serviços que possam ser agregados a rede: segurança, voz, vídeo, etc. - Levantamento de custos do projeto -Implementação do projeto utilizando hardware disponível em laboratório ou software de simulação 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), projeto. Equipamentos/Softwares Utilizados: Cisco packet tracer/Dia As aulas serão em formato de orientação, para que o aluno integre os conhecimentos adquiridos nas disciplinas na criação e implementação de um projeto, sendo desenvolvido ainda seminários com debates sobre os projetos, fixando assim os conceitos construídos na interação professoraluno-conhecimento. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 114 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes sem fio: instalação, configuração e segurança : fundamentos. 2. reimpr. São Paulo, SP: Érica, 2014. 284 p. MARIN, Paulo S. Cabeamento estruturado. 3. reimp. São Paulo, SP: Érica, 2015. 120 p. TANENBAUM, Andrew S.; WETHERALL, David. Redes de computadores. 5. ed. 3. reimp. São Paulo, SP: Pearson Education do Brasil Ltda., 2014. 582 p. RAPPAPORT, Theodore S. Comunicações Sem Fio - Princípios e Práticas. 2ª edição. Prentice Hall Brasil, 2011 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENGST, Adam; FLEISHMAN, Glenn e FURMANKIEWICZ, Edson, Kit do iniciante em redes sem fio: o guia prático sobre redes Wi-Fi para Windows e Macintosh, Pearson Makron Books, 2005 FIORESE, Virgílio. Wireless: Introdução às Redes de Telecomunicação Móveis Celulares. Brasporte, 2005 FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. reimp. Porto Alegre, RS: Bookman, 2010. 1134 p. ROSS, John. O livro do wireless: um guia definitivo para wi-fi e redes sem fio. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books, 2009. 316 p. RUFINO, Nelson Murilo de Oliveira. Segurança em redes sem fio: aprenda a proteger suas informações em ambientes Wi-Fi e bluetooth. 4. ed. São Paulo, SP: Novatec, 2015. 288 p. EBOOK SCHMITT, Marcelo Augusto Rauh, PERES, André, LOUREIRO, César Augusto Hass. Redes de Computadores: Nível de Aplicação e Instalação de Serviços. Bookman, 2013. VitalBook file. SIMON, HAYKIN, MOHER, Michael. Sistemas Modernos de Comunicações Wireless. Bookman, 2008. VitalBook file. WRIGHTSON., Tyler. Segurança de Redes Sem Fio: Guia do Iniciante. Bookman, 2014. VitalBook file. 115 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas Extensionistas DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 03 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 60 1 EMENTA Contextualização da extensão. Conhecimentos para compreensão de temáticas relevantes sobre a história e o papel da extensão universitária. Desenvolvimento de ações extensionistas. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar a associação direta dos conteúdos e metodologias desenvolvidas no ensino e nas práticas investigativas com as ações de interação e intervenção social, contribuindo para a formação de pessoas empreendedoras, que sejam reflexivas, críticas, criativas e comprometidas com a transformação social e com o desenvolvimento regional. 3 COMPETÊNCIAS • Compreensão da trajetória e da importância das atividades extensionistas para a formação profissional; • Articulação dos saberes teóricos e práticos, valorizando a ação individual e coletiva; • Vivência da práxis do conhecimento construído, a partir de uma visão globalizada; • Elaboração de um projeto de intervenção, numa perspectiva interdisciplinar; • Execução do Projeto de Extensão e análise dos resultados. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 116 1. Contextualização do conceito, história e papel da extensão universitária. 2. Extensão universitária nas IES. 3. Projeto de Extensão Universitária: Planejamento. UNIDADE II 1. Desenvolvimento das atividades extensionistas planejadas. 2. Projeto de Extensão Universitária: Execução. 3. Apresentação de resultados 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS As aulas da disciplina Práticas de Extensão na área de Negócios serão desenvolvidas por meio de exposição oral dialogada e oficinas para elaboração de um projeto de extensão coletivo, bem como o planejamento, desenvolvimento e execução do referido projeto. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação será processual, sendo que na primeira unidade as atividades contemplarão discussões e oficinas acerca de elaboração coletiva de projetos extensionistas. Na segunda unidade os alunos serão avaliados pelo desenvolvimento do projeto elaborado e apresentação do relatório final. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA OTTAVIANI, Edélcio (Organizador). Educação e extensão universitária: foco vestibular: um experimento da diferença. São Paulo, SP: Paulinas, EDUC, 2010. 231 p. BORTOLAI, Luís Henrique. Projetos de extensão universitária nas faculdades de direito: disseminação do conhecimento jurídico à população como meio de efetivação do acesso à justiça. Curitiba, PR: CRV, 2014. 200 p. REIS, Rose. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP: CIA. dos LIVROS, 2010. 106 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GONÇALVES,H de Abreu. Manual de projetos de extensão Universitária. Avercamp, 2010 MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil, 2013. 344 p 117 NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Elaboração de projetos de pesquisa: monografia, dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo, SP: Cengage Learning, c2012. 149 p. SOUSA, Ana Luiza Lima. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP: Alínea, [2010]. 138 p. SOUZA NETO, João Clemente de; ATIK, Maria Luiza Guarnieri (Org.). Extensão universitária: construção de solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de Solidariedade). EBOOK CHRISTENSEN, Clayton M., EYRING, Henry J.. A Universidade Inovadora: Mudando o DNA do Ensino Superior de Fora para Dentro. Bookman, 2013. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Noções de Algorítimo DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 2º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA O conceito de algoritmo. A Lógica de programação e a programação estruturada. Linguagem de definição de algoritmos. Estrutura de um algoritmo. Identificadores. Variáveis. Declaração de variáveis. Operações Básicas. Comandos de Entrada e Saída. Comandos de Controle de Fluxo. Estruturas de Dados homogêneos. O conceito de Modularização. Uso de uma linguagem de Programação. Ambiente de programação. Componentes da linguagem. Palavras reservadas. Estrutura de um programa. Identificadores. Variáveis e constantes. Declaração de variáveis. Operações básicas. Comandos de entrada e saída. Comandos de controle. Estruturas de dados homogêneas e modularização. 118 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina tem como objetivo estimular o raciocínio lógico na busca da solução de problemas. Propiciar conceitos básicos objetivando traduzir em algoritmos estruturados a solução de problemas de modo que permitam a implementação em uma linguagem de programação. 4 COMPETÊNCIAS - Desenvolver conhecimentos técnicos para traduzir em algoritmo estruturado a lógica de solução de problemas. - Utilizar-se de uma “metalinguagem” que possa servir como modelo para qualquer linguagem de programação. - Desenvolver programas em linguagem de programação de computadores Capacidade de organizar de forma sequencial e lógica um problema. - Capacidade de identificar, apresentar e resolver problemas; 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 4. Conceitos Básicos a. Conceito de Algoritmo. b. Método para a construção de algoritmos. c. Tipos de Algoritmos. d. Conceito de Variável. e. Tipos de Dados. f. Formação de Identificadores. 5. Estrutura Sequencial a. Estrutura sequencial em algoritmos. b. Declaração de Variáveis em algoritmos. c. Comando de atribuição em algoritmos. d. Comando de Entradas em algoritmos. e. Comando de saída em algoritmos. 6. Estrutura Condicional a. Estrutura condicional em algoritmos. b. Estrutura condicional simples. c. Estrutura condicional composta. d. Estrutura CASE. e. Operadores Lógicos. 119 UNIDADE II 8. Estrutura de Repetição a. Estrutura de repetição em algoritmo. b. Estrutura de repetição para números definidos de repetições (estrutura PARA). c. Estrutura de repetição para número indefinido de repetições e testes no início (estrutura ENQUANTO). d. Estrutura de repetição para número indefinido de repetições e teste no final (estrutura REPITA). 9. Vetor. 10. Funções. 11. Registros. 12. Recursão. 13. Arquivos. 14. Análise do Código do simulador de Redes NS-2. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, datashow etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários. Equipamentos/Softwares Utilizados: DevC++/NS-2. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARRER, Harry, Algoritmos Estruturados. Rio de Janeiro: LTC, 1999. GUIMARÃES, Ângelo Moura. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: LTC, 1994. LOURENÇO, André Evandro; MANZANO, José A. Navarro. Algoritmos: técnicas de programação. Sp: Érica, 2014. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 120 ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Venerchi de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, pascal, C/C ++ e java. 2. ed., 2. reimpr. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 434 p GOODRICH, Michael T; TAMASSIA, Roberto. Estruturas de dados e algoritmos em Java. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2007. 600 p. + ebook 4. MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 23. ed., rev. São Paulo, SP: Érica, 2010. 320 p. VILARIM, Gilvan. Algoritimos: progamação para iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, c2004. xiv, 270 p. WIRTH, Niklaus. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Prentice/Hall do Brasil, 1989. EBOOK AGUILAR, Luis Joyanes. Fundamentos de Programação: Algoritmos, estruturas de dados e objetos, 3rd Edition. AMGH, 2008. VitalBook file. DASGUPTA, Sanjoy, PAPADIMITRIOU, Christos, VAZIRANI, Umesh. Algoritmos. AMGH, 2011. VitalBook file. SOFFNER, Renato. Algoritmos e Programação em Linguagem C, 1.ed. Saraiva, 2013. VitalBook file. TOSCANI, Laira Vieira, VELOSO, Paulo A. S.. Complexidade de Algoritmos - Vol. 13 (UFRGS) – 3.ed. Bookman, 2012. VitalBook file. 121 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Elementos Ativos DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 2º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Conhecer os conceitos de Redes de Computadores. Compreender a topologia de redes e os tipos de transmissão. Tecnologia de transmissão. Arquiteturas proprietárias e abertas. Arquitetura abertas e o modelo de referência OSI. Conhecer os tipos e características dos elementos ativos: repetidores, hubs, switchs, roteadores e gateways. Entender o funcionamento e aplicação dos elementos ativos. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA O objetivo da disciplina é fundamentar e estabelecer conceitos sobre os padrões dos ativos de rede. Apresentar os protocolos, suas funções e vulnerabilidades, definir procedimentos de segurança e identificar os principais tipos de elementos ativos e sua aplicabilidade na infraestrutura da rede. 3 COMPETÊNCIAS - Conhecer os modelos de arquitetura dos elementos ativos de rede. - Conhecer os fundamentos das tecnologias Ethernet. - Conhecer os fundamentos de TCP/IP e endereçamento IP. - Aplicar Fundamentos de roteamento. - Configurar roteadores e switchs. - Conhecer os protocolos de Roteamento. - Ter habilidades para detecção e resolução de problemas. - Conhecer os conceitos e configurações de Switch - Compreender as tecnologias de links WAN. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 122 UNIDADE I: Ativos de Redes 2. Introdução a Redes de Computadores. 2.1. Classificação das redes. 2.1.1. Tabela de classificação. 2.2. Modelo de Referência OSI. 2.3. Elementos ativos da Camanda Física. 2.4. Elementos ativos da Camada de Enlace. 2.5. Elementos ativos da Camada de Rede. 2.6. Elementos Ativos. 2.7. Entendo os enlaces Lan e Wan. 2.8. Conceito básico de elementos Ativos de Rede. 2.9. Conhecendo o Software e o Hardware Interno dos Switches e Roteadores. 2.10. Backup e Recovery dos Elementos Ativos. UNIDADE II: Configuração de Redes 2. Segmentação. 2.1. Regras de segmentação. 2.2. Configurando o Roteador. 2.3. Configurando o Switch. 2.4. Monitorando Roteador e Switch. 2.5. Protocolos de Gerenciamento e Controle. 2.6. Padrão 802.1q. 2.7. Padrão 802.1w. 2.8. Padrão 802.1x. 2.9. Túnel e Criptografia de dados nos Roteadores. 2.10. Operações: file transfers, Password recovery, SNMP, Accessing the device, Security, Security [password]. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio do conteúdo e relacionar com aplicações práticas. Para isso, tanto as atividades didáticas como as pedagógicas 123 serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de aplicação de exercícios práticos. Os questionamentos serão úteis para eliminação de dúvidas. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, datashow e computador. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações inter-redes, web e aplicações - 4. ed. Rio de Janeiro: Bookman 2007. MORAES, A. Fernandes. Redes sem fio: instalação, configuração e segurança. Érica, 2013 TANENBAUM, Andrew S.; J. WETHERALL, David., Redes de Computadores. Tradução 5.ed. Pearson, 2011. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. São Paulo: Addison Wesley, 2011.Esgotado PETERSON, Larry J.; DAVIE, Bruce S. Redes de computadores: uma abordagem de sistemas. 2. tiragem. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, 2013. 545 p. TORRES, Gabriel. Redes de computadores. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Nova Terra, c2014. 1005 p EBOOK T., GOODRICH, Michael, TAMASSIA, Roberto. Projeto de algoritmos: Fundamentos, análise e exemplos da internet. Bookman, 2004. VitalBook file. Natália, OLIFER, OLIFER, Victor. Redes de Computadores - Princípios, Tecnologias e Protocolos para o Projeto de Redes. LTC, 2008. VitalBook file. Rauh, SCHMITT, Marcelo Augusto, PERES, André, and LOUREIRO, César Augusto Hass. Redes de Computadores: Nível de Aplicação e Instalação de Serviços. Bookman, 2013. VitalBook file. SOUSA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. Erica , 2009. VitalBook file. 124 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Redes de Computadores I DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 2º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Conceitos de Redes de Computadores. Protocolos. Classificação das Redes. Topologias. Padrões. Modelos de Referência: OSI e TCP/IP. Arquitetura de Redes. Internet: Arquitetura e Protocolos. Camadas de Rede: Física, Enlace, Rede, Transporte e Aplicação. Futuro das Redes 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos do funcionamento das topologias e protocolos existentes para um funcionamento eficiente das redes de computadores. 4 COMPETÊNCIAS - Identificar componentes e arquitetura de uma Rede de Computadores. - Analisar Topologias e implementações de redes. - Desenvolver o conhecimento teórico necessário para aplicações práticas do dia-a-dia. - Entender o funcionamento detalhado da sistemática utilizado por trás dos protocolos de rede. - Compreender a importância do conhecimento de redes de computadores em várias áreas da informática. - Capacidade apresentar seminários de assuntos do curso. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 REDES DE COMPUTADORES E A INTERNET 1.1 O que é a Internet? 125 1.2 A periferia da Internet. 1.3 O núcleo da rede. 1.4 Atraso, perda e vazão em redes de comutação de pacotes. 1.5 Camadas de protocolo e seus modelos de serviço. 1.6 Redes sob ameaça. 1.7 História das redes de computadores e da Internet. 2 CAMADA DE APLICAÇÃO 2.1 Princípios de aplicações de rede. 2.2 A Web e o HTTP. 2.3 Transferência de arquivo: FTP. 2.3.1 Comandos e respostas FTP. 2.4 Correio eletrônico na Internet. 2.5 DNS: o serviço de diretório da Internet. 2.6 Aplicações P2P. 2.7 Programação e desenvolvimento de aplicações com TCP. 2.8 Programação de sockets com UDP. 3 CAMADA DE TRANSPORTE 3.1 Introdução e serviços de camada de transporte. 3.2 Multiplexação e demultiplexação. 3.3 Transporte não orientado para conexão: UDP. 3.4 Princípios da transferência confiável de dados. 3.5 Transporte orientado para conexão: TCP. 3.6 Princípios de controle de congestionamento. 3.7 Controle de congestionamento no TCP . UNIDADE II 1. A CAMADA DE REDE 1.1 Introdução. 1.2 Redes de circuitos virtuais e de datagramas. 1.3 O que há dentro de um roteador? 1.4 O Protocolo da Internet (IP): repasse e endereçamento na Internet. 1.5 Algoritmos de roteamento. 126 1.6 Roteamento na Internet. 1.7 Roteamento broadcast e multicast. 2 CAMADA DE ENLACE E REDES LOCAIS 2.1 Camada de enlace: introdução e serviços. 2.2 Técnicas de detecção e correção de erros. 2.3 Protocolos de acesso múltiplo. 2.4 Endereçamento na camada de enlace. 2.5 Ethernet. 2.6 Comutadores de camada de enlace. 2.7 PPP: o protocolo ponto a ponto. 2.8 Virtualização de enlace: uma rede como camada de enlace. 2.9 Um dia na vida de uma solicitação de página Web. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações inter-redes, web e aplicações - 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. São Paulo: Addison Wesley, 2011. TANENBAUM, Andrew S.; J. WETHERALL, David., Redes de Computadores. Tradução 5.ed. Pearson, 2011 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 127 FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. ENGST, Adam; FLEISHMAN, Glenn e FURMANKIEWICZ, Edson, Kit do iniciante em redes sem fio: o guia prático sobre redes Wi-Fi para Windows e Macintosh. 2.ed. Pearson Makron Books, 2005 MORAES, Alexandre F. de. Redes sem fio: instalação, configuração e segurança. SP: Érica, 2010 ROSS, John, O livro de Wi-Fi: instale, configure e use redes wireless, Alta Books, 2003. RUFINO, Nelson M. O., Segurança em redes sem fio: aprenda a proteger suas informações em ambientes wi-fi e Bluetooth, Novatec, 2005 EBOOK CARISSIMI, Alexandre da Silva, ROCHOL, Juergen, GRAVILLE, Lisandro Zambenedetti. Redes de Computadores: Volume 20 da Série Livros Didáticos Informática UFRGS. Bookman, 2011. VitalBook file. FOROUZAN., Behrouz A.. Comunicação de Dados e Redes de Computadores, 4.ed. ArtMed, 2010. VitalBook file. LOUREIRO, César Augusto Hass, SCHMITT, Marcelo Augusto Rauh, PERES, André, DE OLIVEIRA, Alex Martins. Redes de Computadores III: Níveis de Enlace e Físico. Bookman, 2014. VitalBook file. SOUSA, Lindeberg Barros de. Redes de Computadores - Guia Total. Erica , 2009. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Sistemas Operacionais DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 2º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA 128 Fundamentação dos Sistemas Operacionais; Gerência de processos; Gerenciamento de E/S; Conceito, funções e tipos de sistemas operacionais. Gerência de Processos. Gerência de memória. Sistemas de Arquivos. Fundamentação sobre sistema operacional de redes. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina Sistemas Operacionais tem por objetivo fornecer ao aluno uma visão detalhada dos principais mecanismos envolvidos na concepção de um sistema operacional moderno. 3 COMPETÊNCIAS • Compreender a evolução histórica dos Sistemas Operacionais. • Conhecer os principais tipos de Sistemas Operacionais e suas características. • Conhecer os princípios de funcionamento dos Sistemas Operacionais. • Entender o projeto de cada um dos módulos que compõem um Sistema Operacional. • Selecionar um Sistema Operacional, através da análise de suas características. • Utilizar adequadamente um Sistema Operacional. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE SISTEMAS OPERACIONAIS 1.1 Evolução histórica 1.2 Serviços dos sistemas operacionais 1.3 Chamadas de sistema 1.4 Estudo de casos 2 GERÊNCIA DE ENTRADA E SAÍDA 2.1 Dispositivos de entrada e saída 2.2 Controladores dos dispositivos 2.3 Drivers dos dispositivos 2.4 Estudo de casos 3 GERÊNCIA DO PROCESSADOR 129 3.1 Conceitos básicos 3.2 Escalonamento 3.3 Algoritmos de escalonamento 3.4 Estudo de casos 4 PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE 4.1 Programas multithreads 4.2 Comunicação e sincronização de processos 4.3 Primitivas de sincronização 4.4 Problemas clássicos 4.5 Construções concorrentes de alto nível UNIDADE II 1 DEADLOCK 1.1. Conceitos básicos 1.2. Caracterização 1.3. Prevenção 1.4. Detecção e recuperação 2 GERÊNCIA DE MEMÓRIA 2.1 Políticas básicas 2.1.1 Sistemas monoprogramados 2.1.2 Partições fixas 2.1.3 Partições variáveis 2.1.4 Swapping 2.2 Memória virtual 2.2.1 Paginação 2.2.2 Segmentação 2.3 Estudo de casos 3 GERÊNCIA DE ARQUIVOS 130 3.1 Arquivos 3.2 Diretórios 3.3 Implementação de sistemas de arquivos 3.4 Proteção 3.5 Segurança 3.6 Estudo de casos 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, William Pereira. Sistemas Operacionais. SP: Érica MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. 3. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall Brasil, 2010 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEITEL, Paul; DEITEL, Harvey; CHOFFNES. Sistemas Operacionais. 3.ed. PRENTICE HALL BRASIL, 2005. MACHADO, Francis B. Fundamentos de sistemas operacionais. SP: LTC SILBERSCHATZ, Abraham. Fundamentos de sistemas operacionais LTC TANENBAUM, Andrew S.; WOODHULL, Albert S. Sistemas operacionais, projeto e implementação. São Paulo: Bookman, 2008. 131 EBOOK MACHADO, Francis Berenger MAIA, Luiz Paulo. Fundamentos de Sistemas Operacionais. LTC, 2011. VitalBook file. MACHADO, Francis Berenger, MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de Sistemas Operacionais, 4.ed. LTC, 2007. VitalBook file. OLIVEIRA, Rômulo SILVA, CARISSIMI, Alexandre da Silva, TOSCANI, Sirineo. Sistemas Operacionais - Vol. 11 – 4.ed.. Bookman, 2010. VitalBook file Simão SILBERSCHATZ, Abraham; GALVIN, Peter Baer, GAGNE, Greg. Fundamentos de Sistemas Operacionais, 8.ed.. LTC, 2010. VitalBook file. TANENBAUM, Andrew, and WOODHULL, Albert S.. Sistemas Operacionais: projetjos e implementação - O Livro do Minix. Bookman, 2008. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas em Redes de Computadores I DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 05 CARGA HORÁRIA 2º 100 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Introdução e ensaio de iniciação científica por meio da articulação do conhecimento teórico e prático vistos em Redes de Computadores 1. Procedimentos metodológicos na execução de atividades de iniciação científica. Desenvolver um projeto de redes. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno a capacidade de compreender os problemas existentes em redes de computadores e desenvolvimento de uma determinada solução para o problema específico através de projeto. 3 COMPETÊNCIAS 132 • Conhecer a formatação documental para um projeto de redes; • Efetuar levantamento sobre a tecnologia (hardware e software) e infraestrutura de cabeamento; • Relacionar os conceitos básicos sobre redes na prática; • Analisar as necessidades quanto à segurança e compartilhamento de documentos; • Elaborar orçamento do projeto. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1 - Abordagem de temas pertinentes à área de Redes de Computadores. Deverão ser vistos conteúdos do estado da arte das tecnologias que possibilitem a escita de artigos, tutoriais e apresentação de seminários. UNIDADE II 1 - Realização de projeto de uma rede - Identificação dos requisitos da rede - Descrição da rede e de sua estrutura - Especificação de equipamentos e cabos que serão utilizados - Desenho da rede em software voltado para diagramação - Descrever o endereçamento IP usado - Identificar rotas e protocolos de roteamento utilizados - Descrever outros serviços que possam ser agregados a rede: segurança, voz, vídeo, etc. - Levantamento de custos do projeto -Implementação do projeto utilizando hardware disponível em laboratório ou software de simulação 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), projeto. Equipamentos/Softwares Utilizados: Cisco packet tracer/Dia As aulas serão em formato de orientação, para que o aluno integre os conhecimentos adquiridos nas disciplinas na criação e implementação de um projeto, sendo desenvolvido ainda seminários 133 com debates sobre os projetos, fixando assim os conceitos construídos na interação professoraluno-conhecimento. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORAES, Alexandre Fernandes de. Redes Sem Fio - Instalação, Configuração e Segurança. 1. ed. Érica. 2010. RAPPAPORT, Theodore S. Comunicações Sem Fio - Princípios e Práticas. 2.ed. Prentice Hall Brasil, 2009 TANENBAUM, Andrew S.; J. WETHERALL, David., Redes de Computadores. Tradução 5.ed. Pearson, 2011. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ENGST, Adam; FLEISHMAN, Glenn e FURMANKIEWICZ, Edson, Kit do iniciante em redes sem fio: o guia prático sobre redes Wi-Fi para Windows e Macintosh, Pearson Makron Books, 2005 FIORESE, Virgílio. Wireless: Introdução às Redes de Telecomunicação Móveis Celulares. Brasporte, 2005 FOROUZAN, Behrouz, Comunicação de Dados e Redes de Computadores, Bookman, 2006 ROSS, John, O livro de Wi-Fi: instale, configure e use redes wireless, Alta Books, 2003. RUFINO, Nelson M. O., Segurança em redes sem fio: aprenda a proteger suas informações em ambientes wi-fi e Bluetooth, Novatec, 2005 SOUZA, David José de, Desbravando o PIC., 12.ed. São Paulo, Érica, 2007. EBOOK SCHMITT, Marcelo Augusto Rauh, PERES, André, LOUREIRO, César Augusto Hass. Redes de Computadores: Nível de Aplicação e Instalação de Serviços. Bookman, 2013. VitalBook file. 134 SIMON, HAYKIN, MOHER, Michael. Sistemas Modernos de Comunicações Wireless. Bookman, 2008. VitalBook file. WRIGHTSON., Tyler. Segurança de Redes Sem Fio: Guia do Iniciante. Bookman, 2014. VitalBook file. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas Extensionistas DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 03 CARGA HORÁRIA 2º 60 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Contextualização da extensão. Conhecimentos para compreensão de temáticas relevantes sobre a história e o papel da extensão universitária. Desenvolvimento de ações extensionistas. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar a associação direta dos conteúdos e metodologias desenvolvidas no ensino e nas práticas investigativas com as ações de interação e intervenção social, contribuindo para a formação de pessoas empreendedoras, que sejam reflexivas, críticas, criativas e comprometidas com a transformação social e com o desenvolvimento regional. 3 COMPETÊNCIAS • Compreensão da trajetória e da importância das atividades extensionistas para a formação profissional; • Articulação dos saberes teóricos e práticos, valorizando a ação individual e coletiva; • Vivência da práxis do conhecimento construído, a partir de uma visão globalizada; • Elaboração de um projeto de intervenção, numa perspectiva interdisciplinar; • Execução do Projeto de Extensão e análise dos resultados. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 135 UNIDADE I 4. Contextualização do conceito, história e papel da extensão universitária. 5. Extensão universitária nas IES. 6. Projeto de Extensão Universitária: Planejamento. UNIDADE II 4. Desenvolvimento das atividades extensionistas planejadas. 5. Projeto de Extensão Universitária: Execução. 6. Apresentação de resultados 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS As aulas da disciplina Práticas de Extensão na área de Negócios serão desenvolvidas por meio de exposição oral dialogada e oficinas para elaboração de um projeto de extensão coletivo, bem como o planejamento, desenvolvimento e execução do referido projeto. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliação será processual, sendo que na primeira unidade as atividades contemplarão discussões e oficinas acerca de elaboração coletiva de projetos extensionistas. Na segunda unidade os alunos serão avaliados pelo desenvolvimento do projeto elaborado e apresentação do relatório final. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA OTTAVIANI, Edelcio. Educação e Extensão Universitária. SP: Editora Paulinas, 2010 BORTOLAI, Luis Henrique . Projeto de extensao universitaria nas faculdades, Editora CRV, 2014. SOUZA, Rose Reis de. Petálas e espinhos a extensão universitária no Brasil, São Paulo, Editora Livro Pronto, 2010. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GONÇALVES,H de Abreu. Manual de projetos de extensão Universitária. Avercamp, 2010 MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro, RJ: Bertrand Brasil, 2013. 344 p. NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Elaboração de projeto de Pesquisa. 2014 SOUSA, Ana Luiza Lima. A história da extensão universitária. 1.ed. São Paulo: Editora Alínea, 2000. 136 SOUZA, João Clemente de. Extensão Universitária: construção de solidariedade. 1.ed.. João Pessoa: Ed. Arte e Expressão, 2005. (Centro 5 exempl.) EBOOK CHRISTENSEN, Clayton M., EYRING, Henry J.. A Universidade Inovadora: Mudando o DNA do Ensino Superior de Fora para Dentro. Bookman, 2013. VitalBook file. 137 3º Período CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Redes sem Fio DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 3º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Introdução a Sistemas de Comunicação Sem Fio, Redes Locais Wireless, Padrões IEEE 802, Redes Celulares, Configuração de Redes Sem Fio. Segurança. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA O objetivo da disciplina é fundamentar e estabelecer conceitos sobre os padrões de redes sem fio, a evolução da tecnologia das redes celulares. Apresentar os protocolos, suas funções e vulnerabilidades, definir as normas de segurança e identificar os principais tipos de ataques dos sistemas de comunicação sem fio. 3 COMPETÊNCIAS • Conhecer os modelos de arquitetura de uma rede sem fio. • Identificar as normas técnicas para implementação de uma rede sem fio. • Relacionar os conceitos básicos sobre a evolução da rede celular. • Perceber a aplicabilidade das redes sem fio. • Configurar uma rede sem fio. • Simular redes sem fio veicular. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. INTRODUÇÃO A SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO SEM FIO 138 1.1. Enlace de comunicação sem fio 1.2. Fundamentos de transmissão e recepção sem fio 1.3. Classes de sistemas de comunicação sem fio 2. REDES LOCAIS WIRELESS 2.1. Arquitetura ieee 802.11 2.1.1.Serviços do ieee 802.11 2.2. Modelo de referência do ieee 802.11 2.3. Nível físico do padrão ieee 802.11 2.4. Nível mac do padrão ieee 802.11 UNIDADE II 1. Padrão IEEE 802.15 2. Padrão IEEE 802.16 3. Configuração de redes sem fio. 4. Segurança. 5. Redes móveis. 6. Site Survey. 7. Projeto e dimensionamento de Redes sem Fio. 8. Ferramentas e equipamentos. 9. Topologias de Rede Wireless - Celular/Backhaul. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio do conteúdo e consiga relacionar com aplicações práticas. Para isso, tanto as atividades didáticas como as pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de aplicação de exercícios práticos. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, laboratório de informática e Datashow. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO 139 A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ENGST, Adam; FLEISHMAN, Glenn e FURMANKIEWICZ, Edson, Kit do iniciante em redes sem fio: o guia prático sobre redes Wi-Fi para Windows e Macintosh, Pearson Makron Books, 2005 FIORESE, Virgílio. Wireless: Introdução às Redes de Telecomunicação Móveis Celulares. Brasporte, 2005 ROSS, John, O livro de Wi-Fi: instale, configure e use redes wireless, Alta Books, 2003 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOROUZAN, Behrouz, Comunicação de Dados e Redes de Computadores, Bookman, 2006 MANZANO, José Augusto Navarro Garcia., Fundamentos em Programação Assembly para Computadores IBM-PC. 1.ed., São Paulo, Erica, 2004 RUFINO, Nelson M. O., Segurança em redes sem fio: aprenda a proteger suas informações em ambientes wi-fi e Bluetooth, Novatec, 2005 SOUZA, David José de, Desbravando o PIC., 12.ed, São Paulo, Érica, 2007 TANENBAUM, Andrew S., Redes de computadores, Elsevier, 2003 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Aplicação de Redes DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 3º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Camadas da Arquitetura TCP/IP: aplicação e transporte. Redes multimídia. Segurança e gerência de redes de computadores. 140 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Propiciar noções fundamentais sobre criptografia, a construção de redes wireless, a gerência de redes e a utilização de recursos avançados de redes, como VPN e QOS. 3 COMPETÊNCIAS • Domínio de conhecimentos teóricos sobre Aplicações de Rede. • Domínio Sobre os componentes e serviços de Aplicações de Rede. • Domínio os princípios básicos de Aplicações de Rede • Habilidade de avaliar e projetar módulos de Aplicações de Rede. • Habilidade de implementar aplicações utilizando os conceitos de Sistemas Distribuídos. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Aplicações de Rede 1. Redes convergentes 2. Códex multimídia 3. Serviço e protocolos de voz/vídeo sobre ip 4. Qualidade de serviço 5. Redes ubíquas 6. Conceito de Datacenter; 7. Tecnologias para hardware de Servidores; 8. Diferenças entre o hardware de desktop e o de servidores; UNIDADE II: Implementação de Aplicações de Rede 1. Servidores de Rack; 2. Blades; 3. Storage 4. Normas; 5. Projeto de datacenter; 6. TI Verde; 7. Microsoft Windows Server e o serviço de AD 141 8. Linux/UNIX 9. Virtualização/Consolidação de servidores 10. Recuperação de Desastres 11. Infraestrutura de backup 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNARDES, Mário; BOAVIDA, Fernando. TCP / IP - Teoria e Prática. Editora: Fca, 2012. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. São Paulo: Addison Wesley, 2011. TANENBAUM, Andrew S.; J. WETHERALL, David. Redes de Computadores. Tradução 5ª Ed. Pearson, 2011 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALENCAR, Marcelo Sampaio de. Engenharia de Redes de Computadores. Editora: Erica, 2012. FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. KEE, Eddie. Redes de Computadores Ilustrada. Rio de Janeiro: Axcel, 1995. PERLMAN, Radia. Interconnections: Bridges, Routers, Switches, and Internetworking, 2nd Edition. São Paulo: Addison-Wesly, 2000. SPURGEON, Charles E. Ethernet – The definitive Guide. O´Reilly & Associates, Inc, 2000. 142 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Programação de Script DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 05 CARGA HORÁRIA 3º 100 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Linguagens Script. JavaScript. PHP. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Estimular o raciocínio lógico na busca da solução de problemas. Propiciar conceitos básicos objetivando traduzir em Scripts estruturados a solução de problemas. 3 COMPETÊNCIAS • Desenvolver conhecimento técnico, para traduzir em Scripts estruturado a lógica de solução de problemas. • Utilizar-se de uma linguagem de Script para automação de tarefas de rede. • Desenvolver Scripts utilizando linguagens para este fim. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Programação Estruturada aplicada a Scripts. 1.Caracterização da linguagem de Script. 1.1 Aspectos básicos. 1.2 Definição do ambiente de aplicabilidade e desenvolvimento. 1.3 Script e Script Shell. 1.4 Execução do programa. 1.5 Erros na execução. 1.6 Entrada e saída de dados. 1.7 Comentários. 143 1.8 Funções. 1.9 Execução de script por outro script. 1.10 Depuração. 1.11.Manipulação de variáveis. UNIDADE II: Estruturas, Programação Estruturada 1. Estruturas Condicionais e Argumentativas. 1.1Estruturas de Repetição. 1.2 Controle de fluxo. 1.3 Objetos personalizados. 1.4 Criação de Scripts para tarefas de automação. 1.5 Scripts para automação de tarefas repetitivas. 1.6 Scripts para manutenção de ambiente. 2. Projeto de usabilidade de linguagem Shell-Script. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, Daniel Gouveia, Administração de Redes com Scripts - Bash Script , Python e Vbscript – 2.ed. Brasport, 2010. NEVES, Julio Cezar; CAMPOS, Bombando O Shell. Ed., 1. Brasport. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. 376 p. Sem exemplares. ROBBINS, Arnold; Nelson H. F. Beebe, Classic SHell Scripting, Ed. 1. Bookman, ISBN 978-857780-147-3 – 2008. 144 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARRER, Harry; BECKER, Christiano Gonçalves; FARIA, Eduardo Chaves. Algoritmos estruturados. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ©1999. 284 p. GUIMARÃES, Ângelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995. 216 p. (Ciências da computação) JARGAS, Aurélio Marinha, Shell Script Profissional, Novatec, 2008 MANZANO, José Augusto N. G.; OLIVEIRA, Jayr Figueiredo de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 25. ed. São Paulo: Érica, 2011. 320 p. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Roteamento e Controle de Congestionamento DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 3º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Gerenciamento e Operação de Redes: Gerenciamento de redes; Medição, Análise e Modelagem de Tráfego; Qualidade de Serviço (QoS); Planejamento de Capacidade; Engenharia de Tráfego e MPLS; Sobrevivência a falhas; Contratos de níveis de serviços (SLA); Fluxos em redes: modelos de fluxo em redes, modelos especiais em redes. Problemas de roteamento: roteamento em redes de computadores, roteamento e alocação de comprimentos de onda em redes ópticas, estratégias de solução para o problema de roteamento. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno adquirir os conhecimentos básicos de esquemas de roteamento para redes de diversos tamanhos, intra e inter sistemas autônomos. 3 COMPETÊNCIAS • Domínio dos conceitos de roteamento. 145 • Compreender as funções e peculiaridades dos protocolos de roteamento. • Configurar o hardware da rede. • Domínio sobre os conceitos de controle de congestionamento. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I: Roteamento e algoritmos de roteamento. 1. Classificação das técnicas de roteamento. 1.1. O Roteamento e Seus Componentes. 1.2. Roteamento Interno. 1.3. Roteamento Externo. 2. Algoritmos de caminho mais curto. 2.1. Protocolos de Roteamento Interno (Interior Routing Protocols). 2.2. RIP (Routing Information Protocol). 2.3. IGRP (Interior Gateway Protocol). 2.4. EIGRP (Enhanced IGRP). 2.5. OSPF (Open Shortest Path First). 2.6. Integrated IS-IS (Intermediate System to Intermediate System Routing Exchange Protocol). 2.7. Protocolo de Roteamento Externo (Exterior Routing Protocol). 2.8. BGP (Border Gateway Protocol). 3. Roteamento multicast e broadcast. Unidade II: Técnicas de controle de congestionamento 1. Classificação das técnicas de controle de congestionamento. 1.1. Slow-Start e Congestion Avoidance. 1.2. Fast Retransmit e Fast Recovery (Reno). 1.3. Reconhecimento Seletivo – SACK. 1.4. Estratégia de Informação. 2. Influência das camadas no congestionamento. 3. Traffic shaping e policiamento de tráfego. 4. Spanning-Tree Algorithm (teoria e implementação). 146 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas escritas com perguntas objetivas e subjetivas, abertas e fechadas, e contextualizadas; serão realizados trabalhos para a avaliação como: exercícios em sala e pesquisas bibliográficas. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA Evans, S., “Telecommunications Network Modelling, Planning and Design”, BT Communications Technology, 2004, Guichard, J., Le Faucheur, F. & Vasseur, J-P., “Definitive MPLS Network Designs”, Cisco Press, 2005, ISBN Keshav, S., “An Engineering Approach to Computer Networking”, Addison Wesley, Reading, USA, 1997, Oppenheimer, P., “Top-Down Network Design”, 2nd Edition, Cisco Press, 2004, 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. KEE, Eddie. Redes de Computadores Ilustrada. Rio de Janeiro: Axcel, 1995. PERLMAN, Radia. Interconnections: Bridges, Routers, Switches, and Internetworking, 2nd Edition. São Paulo: Addison-Wesly, 2000. SPURGEON, Charles E. Ethernet – The defrinitive Guide. O´Reilly & Associates, Inc, 2000. 565926609 ZACKER, Craig; DOYLE, Paul. Redes de computadores: configuração manutenção e expansão. São Paulo: Makron, 2000. 147 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Redes de Computadores II DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 06 3º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 120 1 EMENTA Desenvolvimento de tópicos avançados em Redes de Computadores, relativos a conceitos, tecnologias e arquiteturas. Desenvolvimento de habilidades na resolução de problemas aplicados às redes de computadores envolvendo uma diversidade de serviços. Conceitos estudados: arquitetura TCP/IP, interconexão de redes, sistemas distribuídos, roteamento com principais conceitos e protocolos, comunicação sem fio e via satélite, redes de alta velocidade, redes convergentes (integração de voz, dados e imagens). Segurança em redes de computadores e projeto de redes. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno a integração dos conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso de Redes a fim de que se possam desenvolver serviços de redes através de um projeto e ao final apresentar um relatório do projeto. 3 COMPETÊNCIAS • • • • • • • • Domínio de conhecimentos teóricos e técnicos sobre comunicação de dados. Conhecer Tipos de transmissão, de detecção e de correção de erros. Conhecer os protocolos de comunicação. Conhecer padrões adotados em comunicações de redes de computadores. Habilidade para a aplicação dos conhecimentos e das técnicas apreendidas. Capacidade de gerenciar recursos tecnológicos. Capacidade identificar problemas em comunicações de Redes de computadores. Capacidade de executar um projeto lógico de redes de computadores. 148 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. Definir o tema do trabalho (Serviço de Redes); 2. Utilizar uma metodologia para o desenvolvimento de projeto; 3. Definir o cronograma de projeto; UNIDADE II 1. Planejar e executar as tarefas para a elaboração de projeto; 2. Implementar na prática um projeto proposto; 3. Escrever um relatório completo do projeto. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS As aulas serão em formato de orientação, para que o aluno integre os conhecimentos adquiridos nas disciplinas na criação e implementação de um projeto, sendo desenvolvido ainda seminários com debates sobre os projetos, fixando assim os conceitos construídos na interação professor-alunoconhecimento. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. Produção de um Projeto de redes e Relatório de acordo com princípios e normas metodológicas. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEHROUZ A. Forouzan; FIROUZ, Mosharraf Redes de Computadores: Uma Abordagem TopDown. Ed. McGraw-Hill. 2013. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: Uma Abordagem Top-Down. 6.ed. Pearson, 2013. TANENBAUM, Andrew S.; J. WETHERALL, David. Redes de Computadores. Tradução 5.ed. Pearson, 2011. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 149 COMER, Douglas E. Redes de computadores e internet: abrange transmissão de dados, ligações inter-redes, web e aplicações - 4. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008.KEE, Eddie. Redes de Computadores Ilustrada. Rio de Janeiro: Axcel, 1995. PERLMAN, Radia. Interconnections: Bridges, Routers, Switches, and Internetworking, 2nd Edition. São Paulo: Addison-Wesly, 2000. SPURGEON, Charles E. Ethernet – The definitive Guide. O´Reilly & Associates, Inc, 2000. ZACKER, Craig; DOYLE, Paul. Redes de computadores: configuração manutenção e expansão. São Paulo: Makron, 2000. 150 4º Período CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Banco de Dados DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 4º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Introdução ao banco de dados; Análise da evolução do gerenciamento de dados; Sistemas gerenciadores de banco de dados (SGBD); Modelo relacional: SQL; Transações; Controle de concorrência; Sistemas de recuperação; Processamento de consultas. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Propiciar o conhecimento básico e os fundamentos teóricos sobre administração de banco de dados, enfatizando as técnicas e atividades executadas pelo administrador de banco de dados. Abordar a importância da administração de banco de dados para o desempenho, segurança e confiabilidade das informações mantidas pelas empresas. 3 COMPETÊNCIAS • Conhecer as tarefas e atribuições de um administrador de banco de dados. • Desenvolver a capacidade de administrar bancos de dados. • Entender o impacto das configurações dos SGBDs sobre o desempenho geral dos sistemas de informação. • Desenvolver a capacidade de otimizar bancos de dados. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Teorias e Técnicas de Implementação de Banco de Dados 1. Introdução 1.1. Finalidade e importância 151 1.2. Análise e evolução dos sistemas de acesso a dados 1.3. Definição de banco de dados 1.4. Níveis de abstração 2. Arquitetura de um SGBD 2.1. Pesquisa científica / Ética e Pesquisa 2.2. Pesquisa bibliográfica e normas de referências, citações e notas de rodapé. 2.3. Artigo e Relatório Técnico-científico 2.4. Monografia e Seminário 3. Modelo Relacional 3.1. Conceitos básicos 3.2. Estrutura 3.3. Restrições de integridade 3.4. Álgebra relacional 3.5. Visões 3.6. Introdução ao SQL 3.6.1. Tipos de dados 3.6.2. Operadores e funções básicos 3.6.3. Comando SELECT 3.6.4. Junções 3.6.5. Subselect 3.6.6. Comandos UNION, INTERSECT e MINUS 3.6.7. Consultas de manutenção: INSERT, UPDATE e DELETE 3.6.8. Comandos DDL: CREATE TABLE, ALTER TABLE e CREATE INDEX UNIDADE II: Modelagem de Processos de Negócio 1. Projeto de banco de dados relacionais 1.1. Fases e atividades do projeto 1.2. Avaliação de qualidade do modelo de dados 1.3. Projeto lógico e físico do banco de dados 1.4. Estudo de caso de exemplo 2. Transações 152 2.1. Conceito e importância 2.2. Características 2.3. Mecanismos de implementação 2.4. Tratamento e manipulação de transações especiais 2.5. Transações em SQL 3. Controle de concorrência 3.1. Conceito e importância 3.2. Características 3.3. Mecanismos de implementação (protocolos) 3.4. Deadlock e starvation 3.5. Exemplos práticos com SQL 4. Sistemas de recuperação 4.1. Conceito e importância 4.2. Características 4.3. Classificação das falhas 4.4. Esquemas de recuperação 4.5. Considerações adicionais 5. Estruturas de dados em arquivos 5.1. Organizações primárias de arquivos 5.2. Indexação 5.2.1. Conceito e importância 5.2.2. Arvores B e suas variantes 5.2.3. Índices não convencionais 5.3. Tecnologia de RAID 6. Processamento de consultas 6.1. Conceito e importância 6.2. O papel do otimizador de consultas 6.3. Estimativa de custo de acesso aos dados 6.4. Importância da estruturação e distribuição física dos dados para o desempenho 6.5. Exemplos práticos 153 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA KORTH, Henry F., SUDARSHAN, S., SILBERSCHATZ, Abraham. Sistema de Banco de Dados. Campus, 5 Ed, 2006. NAVATHE, Shamkant B, ELMASRI, Ramez. Sistemas de Banco de Dados. Addison Wesley BRA, 4 Ed, 2009. RAMAKRISHNAN, Raghu, GEHRKE, Johannes. Sistemas de Gerenciamentos de Bancos de Dados. Mcgraw Hill - Artmed, 3 Ed, 2008. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONNOLLY, Thomas, BEGG, Carolyn. Database Systems: A Practical Approach to Design, Implementation, and Management. 4 Ed, Addison Wesley, 2004. DATE, Christopher J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Campus, 8 Ed, 2004. SHELDON, Robert, PPEL, Andy. SQL - Um Guia para Iniciantes. 3 Ed, Ciência Moderna, 2009. ULLMAN, Jeffrey D, WIDOM, Jennifer. First Course in Database Systems. 3 Ed, Prentice Hall, 2007 154 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Gerenciamento de Redes DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 06 CARGA HORÁRIA 4º 120 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Administração de redes de computadores. Gestão de usuários e recursos. Gestão de quotas. Gerenciamento de redes. Protocolos de gerência de redes. Instalação e configuração de pacotes de gerência de redes. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Apresentar ao aluno os problemas relacionados à gerência de redes: Estudar as técnicas de gerência segundo os modelos OSI (geral) e SNMP (detalhado) e Estudar/implantar ferramenta de gerência como estudo de caso. 3 COMPETÊNCIAS • Conhecer conceitos gerais de administração de redes de computadores e gestão de recursos. • Conhecer protocolos de gerência de redes de computadores. • Instalar, configurar e administrar produtos que programem protocolos de gerência de redes. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. Introdução à gerência de redes 1.1. Definição de gerenciamento de redes 1.2. Áreas de gerenciamento 2. Arquitetura de gerenciamento 2.1. Estação de gerenciamento 2.2. Agente de gerenciamento 2.3. Base de informações gerenciais (MIB) 155 3. Modelo de gerenciamento 3.1. Modelo OSI 3.2. Modelo internet UNIDADE II 1. Protocolos e padrões de gerenciamento 1.1. SNMP (SNMPV2 E SNMPV3) 1.2. RMON (RMON1 E RMON2) 1.3. Outros (CMIP, CMOT, PROXIES) 2. Estudo/implantação de ferramenta de gerência 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA KUROSE, James; ROSS, Keith. "Redes de Computadores e a Internet - Uma abordagem topdown". Addison Wesley: 2006. MAURO, Douglas; SCHMIDT, Kevin. "Essential SNMP". 2nd Edition. O Reilly: 2005. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 156 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRISA. Gerencimento de Redes - Uma obordagem de Sistemas Abertos". Makron Books: 1992. SCHENK, Thomas et al. "Red Hat Linux System Administration: unleashed". Sams Publishing: 2000. STALLINGS, William. "SNMP, SNMPv2, SNMPv3, and RMON1 and RMON2". Addison Wesley: 1999. SUBRAMANIAN, Mani. "Network Management: Principles and Practice". Addison Wesley: 2000. FONSECA, Anelise Munaretto. Administração e Gerência de Redes de Computadores. Notas de aula. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores - Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Avaliação de Desempenho de Rede DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 06 4º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 120 1 EMENTA Introdução aos Modelos Analíticos de Desempenho. Revisão dos Pré-Requisitos Matemáticos e Teoria de Filas. Modelagem Analítica de Redes de Filas. Métodos de Análise Aproximada de Redes de Filas. Teorema de Kleinrock. Fluxos. Planejamento de Capacidade de Sistemas Computacionais. Laboratório de Simulação. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Proporcionar aos docentes conhecimentos necessários às diversas técnicas de avaliação de desempenho de sistemas, apresentando os conceitos das metodologias de análise, modelagem do 157 sistema. Apresentar o conceito de Intervalo de Confiança. Apresentar a técnica e pelo menos um pacote de simulação. Apresentar as técnicas de análise dos resultados de simulação. 3 COMPETÊNCIAS • Conhecer conceitos gerais de avaliação de redes de computadores; • Conhecer os níveis e técnicas de avaliação • Instalar, configurar e simular modelos de sistemas que implementem diversas situações possíveis. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Introdução à avaliação de desempenho Visão geral Motivação Técnicas de avaliação de desempenho Metodologia geral para estudo de modelagem Nível de enlace: estratégias de retransmissão Nível de rede: controle de fluxo, controle de congestionamento, roteamento. Modelos determinísticos de desempenho: Leis fundamentais: lei de Little, leis operacionais Redes de filas: redes abertas, redes fechadas Limites assintóticos Análise do valor médio UNIDADE II: Introdução a modelos Introdução a Modelos probabilísticos de desempenho: Filas M/M/1 Modelos de carga: Caracterização de cargas Benchmarking Modelos de comportamento de usuários Planejamento e Gerenciamento de Capacidade Projeto topológico 158 Redes de acesso aleatório Redes locais: estudo comparativo 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA JAIN, R. - The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design, Measurement, Simulation and Modeling. John Wiley & Sons. 1991. (Clássico) SOARES, L. F. Modelagem e Simulação Discreta de Sistemas. Campus, 1992 MENASCÉ, D., Almeida, V. and Dowdy, L. - Performance by Design, Prentice-Hall, 2004. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KLEINROCK, L., Queueing Systems – Volume 2: Computer Applications, Wiley-Interscience, 1976. MACDOUGALL, M. H. - Simulating Computer Systems. MIT Press, 1987. MENASCÉ, D. and Almeida V. - Capacity Planning for Web Services: Metrics, Models, and Methods, Prentice-Hall, 2002. MORETTIN, L. G. – Estatística Básica. Vol. 1 – Probabilidade, 7a. Edição, Makron Books, 1999. SCHWARTZ, M., Telecommunication Networks: Protocols, Modeling and Analysis, AddisonWesley, 1987. BERTSEKAS, D. and GALLAAGER, R., Data Networks, Prentice-Hall, 1987. 159 TRIVEDI, K. S. - Probability and Statistics with Reliability, Queuing, and Computer Science Applications. 2nd Edition. John Wiley and Sons, New York, 2002.GUNTHER, N. - The Practical Performance Analyst. McGraw-Hill, 1998. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Redes de Alta Velocidade (Automação Industrial) DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 4º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Conceitos básicos; Gigabit Ethernet; ATM I; ATM II; Integração IP e ATM I; Integração IP e ATM II; VPN (Virtual Private Network); Aplicações Multimídia. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Esta disciplina visa introduzir os novos conceitos de redes de alta velocidade e de novas tecnologias de redes. Será apresentada a evolução da tecnologia assim como a dos serviços 3 COMPETÊNCIAS • Identificar componentes e arquitetura de uma Rede de Computadores. • Analisar as aplicações de redes. • Desenvolver o conhecimento teórico necessário para aplicações práticas do dia-a-dia. • Entender o funcionamento detalhado da sistemática utilizada por trás dos protocolos de rede • Compreender a importância do conhecimento de redes de computadores em várias áreas da informática Capacidade apresentar seminários de assuntos do curso • . 160 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. CONCEITOS BÁSICOS; 2. GIGABIT ETHERNET; 3. ATM I; 4. ATM II; UNIDADE II 1. INTEGRAÇÃO IP E ATM I; 2. INTEGRAÇÃO IP E ATM II; 3. VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK); 4. APLICAÇÕES MULTIMÍDIA. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA W. Stallings, "High Speed Networks – TCP/IP and ATM design principles", 1998. U. Black, "ATM Foundation for Broadband Networks", Prentice Hall 1995, New Jersey. D. Ginsburg, "ATM – solutions for enterprise internetworking", 1996. 161 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR "LAN Emulation over ATM," The ATM Forum, version 1.0, Janeiro 1994. "LaneEmulationOver ATM – LUNI Specification," The ATM Forum, version 2.0, Julho 1997. "Multi-Protocol Over ATM Specification" The ATM Forum, Version 1.0, Julho 1997. "Private Network-Network Interface Specification" The ATM Forum, Version 1.0, Março 1996; B. Klessig, "ATM LAN Emulation, An Inside Look at Version 1.0 of the LANE Specification",http://www.3com.com/nsc/500617.html; E. Rosen, A. Viswanathan, R. Callon, "Multiprocol Label Switching Architecture, Internet Draft, <draftietf-mpls-arch-01.txt>", Março de 1998 F. Meylan, L. G. G. Kiatake, M. Z. Santos. "An experimental study for transmmiting MPEG-2 streams over ATM Networks", IEEE ICATM’98, Colmar France, Junho 1998; R. Steimetz, K. Nahrstedt "Multimedia: Computing, Communications, and Applications" Prentice-Hall, July 1995 Scaling the Internet with Tag Switching, white paper, 1996, <http:/www.cisco.com>; Stevens, W. Richard, TCP/IP Illustrated: the protocols, Addison Wesley, Massachusetts 1997; The ATM Forum, "ATM User-Network Interface Version 3.1 Specification", Setember 1994; VLAN – IEEE 802.1q Y. Rekhter, B. Davie, D. Katz, E. Rosen, G. Swallow. "RFC 2105: Cisco Systems’Tag Switching Architecture Overview", Fevereiro de 1997; CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Práticas em Redes de Computadores II DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 06 CARGA HORÁRIA 4º 120 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Introdução e ensaio de iniciação científica por meio da articulação do conhecimento teórico e prático vistos em Redes de Computadores 2. Procedimentos metodológicos na execução de atividades de iniciação científica. Desenvolver um projeto de redes. 162 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Possibilitar ao aluno a capacidade de desenvolver um projeto do nível científico baseado no conhecimento prévio adquirido nas disciplinas do curso, em especial Redes de Computadores II. 3 COMPETÊNCIAS • Consolidar os conceitos teóricos sobre redes de computadores e telecomunicações. Estes conceitos são fundamentais para que o egresso possa lidar com situações práticas envolvendo tecnologias da informação. Ao final do semestre, o aluno deve ser capaz de: • Ter um entendimento aprofundado sobre as camadas de aplicação, transporte, rede, enlace e física; • Estar apto a configurar e dar manutenção em redes de computadores, redes sem fio e sistemas de comunicações ópticas; • Estar apto a projetar redes de computadores, redes sem fio e sistemas de comunicações ópticas; • Ser capaz de gerenciar elementos básicos de rede. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1.definir o tema do trabalho (práticas em redes de computadores); 2. Utilizar uma metodologia para o desenvolvimento de projeto; 3. Definir o cronograma de projeto; 4. Planejar e executar as tarefas para a elaboração de projeto; UNIDADE II 1. Implementar na prática um projeto proposto; 2. Escrever um relatório completo do projeto. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS As aulas serão em formato de orientação, para que o aluno integre os conhecimentos adquiridos nas disciplinas na criação e implementação de um projeto, sendo desenvolvido ainda seminários com 163 debates sobre os projetos, fixando assim os conceitos construídos na interação professor-alunoconhecimento. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. Produção de um Projeto de redes e Relatório de acordo com princípios e normas metodológicas. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2009. KUROSE, James F e ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem topdown. São Paulo: Addison Wesley, 2006. TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Tradução 4.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOROUZAN, Behrouz A.. Comunicação de dados e redes de computadores. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. KEE, Eddie. Redes de Computadores Ilustrada. Rio de Janeiro: Axcel, 1995. PERLMAN, Radia. Interconnections: Bridges, Routers, Switches, and Internetworking, 2nd Edition. São Paulo: Addison-Wesly, 2000. SPURGEON, Charles E. Ethernet – The defrinitive Guide. O´Reilly & Associates, Inc, 2000. ZACKER, Craig; DOYLE, Paul. Redes de computadores: configuração manutenção e expansão. São Paulo: Makron, 2000. 164 5º Período CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Projeto de Redes DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 5º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA O projeto integrador e interdisciplinar do curso constitui-se numa nova concepção e postura metodológicas de ensino e aprendizagem a ser realizado por alunos e professores no sentido de melhor organizar os objetivos e as finalidades desse curso e, por conseguinte, a formação dos profissionais dessa área de conhecimento. A disciplina Projeto Integrador visa, sobretudo, religar os saberes parcelares desenvolvidos pelas disciplinas durante o 5º período e solicitará ao aluno a elaboração e apresentação de um Projeto de Rede. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Por se tratar de uma disciplina que lida com o componente da tecnologia da informação que gerencia um dos bens mais preciosos das organizações, as informações, é imperioso o tratamento dos aspectos éticos e morais do profissional de TI para que, acima de tudo, seja garantido aos proprietários destas informações a segurança e o sigilo das mesmas. Estes conceitos são trabalhados intensamente nas aulas teóricas e práticas, sempre sendo ressaltada, através de normas, experiências e exemplos práticos, a importância da aplicação destes princípios como elemento essencial da gerência, bem como as implicações legais de uma má conduta profissional. 3 COMPETÊNCIAS • Domínio de conhecimentos teóricos e técnicos sobre projeto de redes. • Domínio da metodologia para implementar projetos de redes. • Habilidade de analisar e executar projetos de redes completos. 165 • Habilidade de aplicar conceitos de arquiteturas, protocolos, gerência e segurança de redes na elaboração de projetos de redes. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Introdução à Projetos de Redes 1. Metodologia 1.1. Análise de Objetivos 1.2. Restrições Técnicas e de negócio 1.3. Topologias – LANS e WANS 1.4. Modelo de endereçamento e nomenclatura 1.5. Definição de protocolos 1.6. Política de gerenciamento 1.7. Política de segurança 1.8. Cabeamento de Redes 1.9. Seleção de tecnologias UNIDADE II: Implementação do Projeto 2. Estudo de Caso 2.1. Seleção de dispositivos de redes (elementos ativos) 2.2. Teste e Certificação 2.3. Implementação 2.4. Documentação 2.5. Projeto de uma Rede 2.6. Estudo de Caso 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para que no seu processo de formação acadêmica e profissional possa conduzir ao processo de transformação. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de debates: questionamento, contextualização e reflexão. Exibição de filmes de vídeo educativos sobre alguns assuntos do conteúdo programático, com elaboração de resenha e posterior discussão; haverá seminários com temas e assuntos que serão realizados de forma individual e em grupo, com exposição e debate; trabalhos em grupos com pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo objetivando o domínio de instrumentais metodológicos, a investigação científica e a relação teoria-prática. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, projetor multimídia, PC/TV, laboratório de computadores, e outros, conforme as necessidades. 166 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas escritas com perguntas objetivas e subjetivas, abertas e fechadas, e contextualizadas. Também serão realizados trabalhos para a avaliação como: pesquisas bibliográficas com visita à biblioteca; pesquisa de campo com elaboração de relatório escrito; seminários individuais e em grupo levando-se em consideração apresentação e produção escrita; no decorrer do curso ocorrerão debates, questionamentos, indagações para a verificação da aprendizagem, considerando as habilidades e competências. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIES, Donald Watts ; Price, W. L. "Security for computer networks". Chichester: J. Wiley, 1989. KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: Uma Nova Abordagem. São Paulo: Addison-Wesley, 2003. MAGALHÃES, Ivan Luizio; PINHEIRO, Walfrido Brito. Gerenciamento de Serviço de TI na Prática: Uma Abordagem com Base na ITIL. São Paulo: Novatec, 2007. STEINBERG, Herbert. A dimensão humana da governança corporativa: pessoas criam as melhores e as piores práticas. 3. ed. São Paulo: Gente, 2003. SOARES, Luis Fernando Gome. "Redes de Computadores - Das LAN’s, MAN’s e WAN’s às Redes ATM". Editora Campus, 1995. STALLINGS, Willian. "Data and Computer Comunnication". Prentice-Hall, 1997. TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Campus, 2003. TITTEL, Ed. Rede de Computadores. Porto Alegre: Bookman, 2003. Coleção Schaum. TORRES, Gabriel. Redes de Computadores - Curso Completo. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2001. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COMER, Douglas. "Internetworking with TCP/IP". Volume I, II e III. Prentice-Hall, 1991. COULOURIS, George ; Dollimore, Jean ; Kindberg, Tim. "Distributed systems : concepts and design". Workingham, Inglaterra : Addison-Wesley, 1995. HUITEMA, C. "Routing in the Internet". Prentice-Hall, 1997. 167 RHODES, Peter D. "Building a network : how to specify and design, procure, and install a corporate LAN". New York, NY : McGraw-Hill, 1996. STALLINGS, Willian. "SNMPv1, v2, v3 and RMON I and II". Prentice-Hall, 1998. STEVENS, W. Richard. "UNIX network programming". Englewood Cliffs, NJ : Prentice-Hall, 1990. THOMAS, Stephen A. " IPng and the TCP/IP protocols : implementing the next generation internet". Nova York: J.Wiley, 1996. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Segurança da Informação DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 5º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Fundamentos de segurança da informação em redes de computadores. Vulnerabilidades, Ameaças e Ataques. Conceitos de criptografia e criptoanálise. Segurança de e-mail. PGP. Segurança na Internet. Segurança na Web. SSL. TLS. Segurança em redes. Controle de acesso. Serviços de diretório. Segurança de Sistema. Planejamento de Segurança. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Conhecer, instalar, configurar e administrar sistemas de controle de segurança de redes, bem como elaborar documentos técnicos/administrativos relativos à segurança da informação. 3 COMPETÊNCIAS • Dominar as técnicas de segurança das redes e dos dados que nela trafegam; • Utilizar o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo. • Adotar medidas alinhadas com as estratégias de negócio. • Evitar acesso indevido às informações. 168 • Mitigar os riscos baseado nas normas padrão. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. Introdução 1.1. A necessidade de segurança 1.2. Tendências de segurança 1.3. Conceitos básicos de segurança 1.4. Mecanismos de segurança 2. Técnicas e tecnologias disponíveis para defesa 2.1. Firewall 2.2. Sistema de detecção de intrusões 2.3. A criptografia e a pki 2.4. Rede privada virtual 2.5. Autenticação UNIDADE II 1. Segurança em protocolos e serviços 1.1. Segurança de ip 1.2. Segurança de e-mail 1.3. Segurança na web 2. A padrões e organizações de definição de padrões 2.1. A importância dos padrões 2.2. Abnt nbr iso/iec 27001 2.3. Política de segurança 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas com auxílio de recursos tecnológicos (retroprojetor, data show etc.), leituras de textos didáticos em sala de aula, pesquisas, seminários, debates. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas 169 supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA MORAES, Alexandre Fernandes de. Segurança Em Redes – Fundamentos. 1.ed. Ed: Erica, 2010. STALLINGS, W. Criptografia e Segurança de Redes: Princípios e Práticas. Ed. Prentice-Hall, 4.ed, 2008. ZÚQUETE, André. Segurança em Redes Informáticas. 3.ed. Editora: Lidel-Zamboni, 2010. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EVELYN, R. K; GELSON, P. Segurança de redes sistema de detecção de intrusão. Curitiba, PR: Faculdade Internacional de Curitiba, 2004. FEITOSA, E. L. Segurança em Sistemas de Informação. Recife, PE: UFPE, 2005. SILVA, L. S. Public Key Infrastructure – PKI. Editora Novatec, 2004. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Editora Campus, 4.ed, 2003. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Criptografia DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 5º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Introdução. Estrutura das Linguagens. Conceituação de Sistemas Criptográficos. Sistemas Clássicos. Geradores de Sequências Pseudoaleatórias. RDR Linear. Funções Unidirecionais. Criptografia Aplicada. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Conhecer os meios de criptografia existente e como se dá a segurança da informação por estes algoritmos. 170 3 COMPETÊNCIAS • Utilizar o raciocínio analítico, sistemático, crítico e reflexivo. • Adotar medidas alinhadas com as estratégias de negócio. • Evitar acesso indevido às informações. • Entender a aplicação da criptografia nos sistemas de informação. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I: Sistemas criptográficos Introdução aos sistemas criptográficos Introdução Necessidade da Criptografia Informação Entropia Estruturas Algébricas Estruturas das Linguagens Alfabetos Textos Fonte de textos Conceituação de Sistemas Criptográficos Modelo Estatístico Criptoanálise Segredo Perfeito Distância de Unicidade UNIDADE II: Criptografia Clássica Sistemas clássicos Conceitos básicos de teoria dos números, aritmética modular, grupos e corpos finitos. Transposições Substituições Monoalfabéticas Substituições Polialfabéticas Sistemas Compostos 171 Técnicas simétricas (DES, AES, funções de resumo) Fundamentos matemáticos Geradores de Sequências Pseudoaleatórias Geradores Algébricos Registro de Deslocamento com Realimentação (RDR) RDR Linear RDR Não-Linear e RDR Composto Funções Unidirecionais Conceituação Logaritmo Discreto Criptografia assimétrica (RSA, DSA, ECC, IBE) Criptografia Aplicada Gerenciamento de Chaves Autenticação e Assinatura digital Protocolos criptográficos Segurança em Redes de Comunicação Aplicações 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio do conteúdo e relacionar com aplicações práticas. Para isso, tanto as atividades didáticas como as pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de aplicação de exercícios práticos. Os questionamentos serão úteis para eliminação de dúvidas. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, datashow e computador. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas individuais escritas, com perguntas subjetivas e contextualizadas; serão realizados trabalhos individuais e em grupo para a avaliação como: desenvolvimento de aplicações práticas em laboratório. 172 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA PAAR, Christof; PELZL, Jan. Understanding Cryptography - A Textbook for Students and Practitioners. Springer, 2010. SHOKRANIAN, Salahoddin. Criptografia para Iniciantes. 2ª edição. Ed. Ciência Moderna, 2012. STALLINGS, William. Criptografia e Segurança de Redes Princípios e Práticas. 4a. edição. Pearson Prentice-Hall, 2008. ZÚQUETE, André. Segurança em Redes Informáticas. 3ª Edição. Editora: Lidel-Zamboni, 2010. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORENO, Edward David. Criptografia em Software e Hardware. 1ª edição. Ed. Novatec, 2005. S. C. Coutinho. Números Inteiros e Criptografia RSA. Série de Computação e Matemática, IMPA. Segunda Edição, 2003. SINGH, Simon. O Livro dos Códigos. 1ª Edição. Ed. Record, 2001. TERADA, Routo. Segurança de Dados - Criptografia em Rede de Computador. 2ª Edição. Ed: Edgard Blucher, 2008. TKOTZ, Viktoria. Criptografia - Segredos Embalados para Viagem. 1ª Edição. Ed. Novatec, 2005. CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Empreendedorismo DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 02 CARGA HORÁRIA 5º 40 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Os novos desafios do cenário empresarial. Comportamento empreendedor. Visão sistêmica Características do empreendedor. Relacionamento Interpessoal na organização O Plano de Negócios. Apresentação e conceituação de projetos; O Comércio e a viabilidade mercadológica e 173 técnica. As funções do Marketing; Pesquisa de Mercado. Entidades e formas de apoio aos novos negócios. 2 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Contribuir para o desenvolvimento da capacidade empreendedora através de atividades teóricas e práticas; Fazer uso das tecnologias da informação, adequando-as aos novos modelos organizacionais e dos processos e sistemas de inovação tecnológica. 3 COMPETÊNCIAS • Elaborar e apresentar trabalhos acadêmicos e científicos de acordo com procedimentos metodológicos e Normas da ABNT. • Compreender os conceitos fundamentais do empreendedorismo. • Conhecer e entender o intra-empreendedorismo. • Domínio de conhecimentos teóricos, técnicos e instrumentais que possibilitem a criação e gerenciamento de novos empreendimentos. • Elaborar planos de negócios. • Capacidade de propor planos de informatização que inovem os processos empresariais. • Capacidade de elaborar trabalho individual ou em grupo e apresentação em seminário. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: O Processo Empreendedor e a Criação de Negócios 1. A figura e a ação de empreendedores no processo de criação de novas empresas. 2. Análise Histórica e o empreendedorismo no Brasil. 3. Identificando oportunidades de negócios. 4. Processo de constituição de empresas e seus componentes. 5. Tecnologia da Informação modernizando as empresas. 6. Planejamento: conceitos e estruturação. UNIDADE II: Desenvolvendo um Plano de Negócio 1. Plano de negócios como ferramenta de gerenciamento. 2. Criando um plano de negócios. 174 3. Financiamentos para os negócios. 4. Assessorias para o negócio: apoios institucionais. 5. Plano financeiro e cronograma de implantação. 6. Elaboração de um plano de negócios. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A metodologia a ser utilizada deverá contribuir para que o aluno tenha domínio de conteúdos teóricos e que sejam aplicadas em atividades práticas, ou seja, buscando a relação teoria-prática para seu processo de formação acadêmica e profissional. Portanto, as atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de exercícios e exemplos práticos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A avaliação será realizada por meio de Prova Contextualizada (PC), composta por questões objetivas e/ou discursivas e verificação da participação do aluno em atividades práticas supervisionadas com ênfase na autonomia do estudante, a serem desenvolvidas individualmente e em equipe e que comporão a Medida de Eficiência. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor empreendedorismo e viabilização de novas empresas: um guia eficiente para iniciar e tocar seu próprio negócio. 3.ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2008. DORNELAS, A. C. J. Empreendedorismo: Transformando idéias em Negócios. Rio de Janeiro: Campos, 2008. DRUCKER, F. P. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. 9º reimp. São Paulo: Pioneira, 2009. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNARDI, A. L. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas - São Paulo: Atlas 2008. BIAGIO, A. L. Plano de negócios: estratégia para micro e pequenas empresas - São Paulo: Manole, 2005. DOLABELA, F. Oficina Empreendedora. São Paulo: Sextante, 2008. 175 FILHO, C. N. Elaboração de Projetos Empresariais: Análise Estratégica, Estudo de Viabilidade e Plano de Negócio. São Paulo: Atlas, 2010. MENEZES, M. C. L Gestão De Projetos - São Paulo Atlas 2009. Periódicos Revista de Administração – ERA Revista de Administração de Empresas – RAUSP Revista Empreendedor CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Seminários Integrados DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 06 5º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 120 1 EMENTA Estudo e reflexão teórico-‐metodológica e atividades teórico-práticas de temas transversais e da atualidade com elaboração de trabalhos a partir de seminários, visitas técnicas, exposições, apresentação em palestras, mesa redonda, visando à ampliação e aprofundamento do conhecimento. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA O estudante deverá ser capaz de realizar um seminário de maneira aprofundada sobre várias áreas do conhecimento. 3 COMPETÊNCIAS • Domínio de conhecimentos teóricos e técnicos sobre as novas tecnologias de redes. • Domínio da metodologia para implementar e integrar novos recursos de redes e inovação tecnológicas. • Habilidade de analisar recursos e tecnologias de redes. 176 • Habilidade de aplicar conceitos de arquiteturas, protocolos, gerência e segurança de redes aplicados as novas tecnologias. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. As Inovações tecnológicas em redes de computadores. 1.1 Fundamentos. 1.2 Conceitos. 1.3 O que há de novo? 1.4 Novas perspectivas. 1.5 Administrando a integração da inovação com a rede em produção. UNIDADE II 1. Estudo de Caso. 1.1. Tecnologia de redes inovadoras. 1.2. Analise de inovação em redes e em protocolos. 1.3. Documentação. 1.4. Projeto de uma Rede integrado. 1.5. Estudo de Caso. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS As atividades didático/pedagógicas serão desenvolvidas através de aulas expositivas, seguidas de debates: questionamento, contextualização e reflexão. Exibição de filmes de vídeo educativos sobre alguns assuntos do conteúdo programático, com elaboração de resenha e posterior discussão; haverá seminários com temas e assuntos que serão realizados de forma individual e em grupo, com exposição e debate; trabalhos em grupos com pesquisa bibliográfica; pesquisa de campo objetivando o domínio de instrumentais metodológicos, a investigação científica e a relação teoria-prática. Os recursos didáticos e tecnológicos para tais fins compreendem: lousa, projetor multimídia, laboratório de computadores, e outros, conforme as necessidades. 177 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas escritas com perguntas objetivas, subjetivas e contextualizadas. Também serão realizados trabalhos para a avaliação como: pesquisas bibliográficas com visita à biblioteca; pesquisa de campo com elaboração de relatório escrito; seminários individuais e em grupo levando-se em consideração apresentação e produção escrita; no decorrer do curso ocorrerão debates, questionamentos, indagações para a verificação da aprendizagem, considerando as habilidades e competências. 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de Organização de Eventos: Planejamento e Operacionalização. São Paulo: Atlas, 2012. FORTES, Waldyr Gutierrez, Mariangela Benine Ramos Silva. Eventos – estratégias de planejamento e execução. São Paulo: Summus, 2011. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Técnicas de Ensino – novos tempos, novas configurações. São Paulo: Papirus, 2006. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARROS, Aidil de Jesus Paes de; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. [20. ed.]. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. CASTRO, Cláudio de Moura. Como redigir e apresentar um trabalho cientifico. São Paulo: Pearson Brasil, 2010. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 22. ed. São Paulo: Perspectiva, 2009. (Coleção Estudos) LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório. 7. ed. , 6. reimpr. São Paulo: Atlas, 2011. E-BOOKS: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 2009. 178 Optativas CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Libras DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 5º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1 EMENTA Fundamentos históricos, socioculturais e definições referentes à língua de sinais. Legislação e conceitos sobre língua e linguagem. Entendimentos dos conhecimentos necessários para a inclusão dos surdos quanto aos aspectos Biológicos, Pedagógicos e Psicossociais. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Propiciar conhecimentos teóricos, técnicos e instrumentais de Libras, possibilitando a interação social. 3 COMPETÊNCIAS • Compreender os fundamentos históricos, culturais e psicossociais da Língua de Sinais, nomenclaturas e seus conceitos, auxiliando no processo das ações inclusivas. • Reconhecer os aspectos patológicos da surdez, possibilitando uma reflexão sobre o preconceito vivido nos contextos destes indivíduos. • Aplicar conhecimento teórico, prático, técnico e pedagógico em suas práticas interpretativas; • Utilizar os conhecimentos básicos e domínios necessários para a comunicação com pessoas surdas, facilitando a inclusão social; 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I: Fundamentos históricos, sócio – culturais e linguístico da LIBRAS 179 1. Breve Histórico da Educação do surdo no Brasil: introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. 2. Noções lingüísticas de Libras: Alfabeto manual ou dactilológico; 3. Sinal-de-Nome; 4. Características básicas da fonologia de Libras: configurações de mão, movimento, locação, orientação da mão, expressões não-manuais. Praticar Libras: o alfabeto; expressões manuais e não manuais. 5. Sistematização do léxico: 6. Números; 7. Expressões socioculturais positivas: cumprimento, agradecimento, desculpas etc.; 8. Expressões socioculturais negativas: desagrado, impossibilidade etc.; UNIDADE II: Surdez: interação e implicações 1. Introdução à morfologia da Linguagem Brasileira de Sinais - Libras: nomes (substantivos e adjetivos), alguns verbos e alguns pronomes; 2. Praticar Libras: diálogos curtos com vocabulário básico; 3. Noções de tempo e de horas; 4. Aspectos sociolingüísticos: variação em Libras; 5. Noções da sintaxe da Linguagem Brasileira de Sinais - Libras: frases afirmativas e negativas; 6. Praticar Libras: diálogo e conversação com frases simples. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas e dialogadas com utilização de recursos visuais, realização de seminários, estudo dirigido, dramatizações, debates, pesquisa e trabalho individual e em grupo. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO A nota de cada unidade programática, duas por semestre, será obtida pela realização de provas teóricas contextualizadas, seminários, estudos dirigidos, relatórios, trabalhos e avaliações práticas, quando possível, verificando o nível da aprendizagem, considerando as habilidades e competências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 180 MOURA, Maria Cecilia de; VERGAMINI, Sabine Antonialli Arena; CAMPOS, Sandra Regina Leite de (Org.). Educação para surdos: práticas e perspectivas. São Paulo: Santos, 2008. 197 p. QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. reimpr. Porto Alegre: ARTMED, 2009. 221 p. SOUZA, Regina Maria de. Educação de surdos: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2007. 207 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos: ideologias e práticas pedagógicas. 2. reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. 158 p.(Coleção Trajetória). CAPOVILLA, Fernando César. Enciclopédia da língua de sinais brasileira: o mundo do surdo em libras. São Paulo: EDUSP, 2005. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. São Paulo: Edusp, 2009. V.1 e 2. CASTRO, Alberto Rainha de; CARVALHO, Ilza Silva de. Comunicação por língua brasileira de sinais. 3. ed. Brasília, DF: Senac Distrito Federal, 2009. 269 p. 3ex. E-BOOKS: PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (org.) Libras: conhecimento além dos sinais http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/3406-libras-conhecimento-alem-dos-sinais.dp GUEBERT, Mirian Célia Castellain. Inclusão: uma realidade em discussão. http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/2014-inclusao-uma-realidade-em-discussao.dp SILVA, Aline Maira da. Educação Especial e Inclusão Escolar: história e fundamentos http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/2472-educacao-especial-e-inclusao-escolar-historia-efundamentos.dp MOLLICA, Maria Cecília. Fala, Letramento e Inclusão Social. http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/2205-fala-letramento-e-inclusao-social.dp STAINBACK, Susan; Stainback, William. Inclusão: um guia para educadores. http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/1272-inclusao-um-guia-para-educadores.dp BIANCHETTI, Lucídio; Freire, Ida Mara (orgs.) Um Olhar sobre a Diferença: interação, trabalho e cidadania - 11ª edição. http://UNIT.bvirtual.com.br/editions/3081-um-olhar-sobre-a-diferenca-interacao-trabalho-ecidadania-11a-edicao.dp 181 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Relações Étnicos-Raciais DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 5º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Tratar os conceitos de etnia, raça, racialização, identidade, diversidade, Diferença. Compreender os grupos étnicos “minoritários” e processos de colonização e pós- colonização. Políticas afirmativas para populações étnicas e políticas afirmativas específicas em educação. Populações étnicas e diáspora. Racismo, discriminação e perspectiva didático-pedagógica de educação anti-racista. História e cultura étnica na escola e itinerários pedagógicos. Etnia/Raça e a indissociabilidade de outras categorias da diferença. Cultura e hibridismo culturais. As etnociências na sala de aula. Movimentos Sociais e educação não formal. Pesquisas em educação no campo da educação e relações étnico-raciais. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Contribuir para mudança do ponto de referência do aluno para pensar o “outro”, o diferente, percebendo a complexidade de outras formações e práticas culturais. 3 COMPETÊNCIAS • Instrumentalização teórico-metodológica sobre a educação e as Relações Étnico-Raciais; • Compreender as diversas práticas culturais dentro de uma lógica própria. • Construir seus próprios parâmetros, a partir da percepção de que a nossa cultura é apenas uma das formas possíveis de perceber e interpretar o mundo e que todas as culturas são igualmente válidas e fazem sentido para seus participantes. • Promover ações afirmativas para os afrodescendentes e indígenas; • Produzir conhecimentos e material acadêmico como suporte para ações de educação afirmativa. 182 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. A historicidade dos grupos étnicos-raciais no Brasil 2. Processos de colonização e pós- colonização. 3. A contribuição da matriz indígena na formação cultural do Brasil. 4. Importância da prática de um processo educacional voltado para a diversidade e a pluralidade cultural da sociedade brasileira. 5. Implicações ideológicas e o respeito às particularidades dos diferentes grupos humanos. UNIDADE II 1. Identidades culturais e relações étnico-raciais no Brasil 2. Os movimentos sociais étnicos 3. Debates sobre os territórios étnicos no Brasil: Direito, Legalidade, Referências Culturais 4. Políticas Públicas de promoção à igualdade racial: 5. As ações afirmativas na educação brasileira 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Realização de exposição oral dialogada; estudo dirigido; debate; seminários temáticos; fóruns de discussão, trabalho individual e em grupo. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas escritas com questões contextualizadas; Seminários; Estudos de Caso e Resenha Crítica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed., 35. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 220 p. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 24. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2009. 117 p. (Coleção Antropologia Social) OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. Identidade, etnia e estrutura social. São Paulo: Pioneira, 1976. 118 p. 183 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALENCASTRO, Luiz Felipe de (Org.). História da vida privada no Brasil: império : a corte e a modernidade nacional. 8. reimpr. São Paulo: Campanhia das Letras, 2010. v. 2 (História da Vida Privada no Brasil ; v. 2) AZEVEDO, Thales de. Democracia racial: ideologia e realidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 1975. 112 p. CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. 2.ed. Bauru, São Paulo: Edusc, 2002. HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. 678 p NUNES, Maria Thétis. Sergipe colonial I. São Cristovão, SE: UFS, 2006. 350 p. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2006. DVD EBOOKS Lafer, Celso. A Internacionalização dos Direitos Humanos: constituição, racismo e relações internacionais Dijk, Teun Adrianus van. Racismo e Discurso na América Latina Cavalleiro, Eliane dos Santos. Do Silêncio do Lar ao Silêncio Escolar: racismo, preconceito e discriminação na educação infantil - 6ª edição Mattos, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO 04 CARGA HORÁRIA 5º 80 PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Analisar os principais aspectos da história da África. O processo de colonização e independência. O negro no Brasil. Identificação e análise dos aspectos culturais relevantes da cultura afro-brasileira. 184 Analisar a Lei 10.639/03 e sua implementação. Comunidades negras no Brasil. A contribuição da matriz indígena na formação cultural do Brasil. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Contribuir para mudança do ponto de referência do aluno para pensar o “outro”, o diferente, percebendo a complexidade de outras formações e práticas culturais. 3 COMPETÊNCIAS • Compreender as diversas práticas culturais dentro de uma lógica própria. • Construir seus próprios parâmetros, a partir da percepção de que a nossa cultura é apenas uma das formas possíveis de perceber e interpretar o mundo e que todas as culturas são igualmente válidas e fazem sentido para seus participantes. • Produzir conhecimentos e material acadêmico como suporte para ações de educação afirmativa. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. A historicidade dos grupos étnicos-raciais no Brasil 2. Processos de colonização e pós- colonização. 3. A contribuição da matriz indígena na formação cultural do Brasil. 4. Importância da prática de um processo educacional voltado para a diversidade e a pluralidade cultural da sociedade brasileira. 5. Implicações ideológicas e o respeito às particularidades dos diferentes grupos humanos. UNIDADE II 1. Identidades culturais e relações étnico-raciais no Brasil 2. Os movimentos sociais étnicos 3. Debates sobre os territórios étnicos no Brasil: Direito, Legalidade, Referências Culturais 4. Políticas Públicas de promoção à igualdade racial: 5. As ações afirmativas na educação brasileira 185 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Realização de exposição oral dialogada; estudo dirigido; debate; seminários temáticos; fóruns de discussão, trabalho individual e em grupo. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO No processo de avaliação serão utilizadas provas escritas com questões contextualizadas; Seminários; Estudos de Caso e Resenha Crítica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. ed. rev. e ampl. São Paulo: Companhia das Letras, [2009]. 665 p. ISBN 8535903941. SILVA, Alberto da Costa. A Manilha e o Libambo: A África e a escravidão de 1500 a 1700. 6 ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2006. WEHLING, Arno. Formação do Brasil colonial. SP: Nova Fronteira, 2005 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. 678 p HOLANDA, Sergio Buarque de. A época colonial: do descobrimento à expansão territorial. 3. ed. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 2008 (História Geral da Civilização Brasileira) BENTO, Maria Aparecida Silva Bento. Cidadania em preto e branco. 2. ed. São Paulo: Ática, 1999. 80 p. (Série Discussão Aberta ;9) SCHWARZ, Roberto. Cultura e política. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2009. 191 p. 2 ex GIORDANI, Mário Curtis. História da África: anterior aos descobrimentos : idade moderna I. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. 269 p. GUIMARÃES, Antonio Sérgio Alfredo. Preconceito racial: modos, temas e tempos. São Paulo: Cortez, c2008. 144 p. (Preconceitos ;v. 6) EBOOKS Magnoli, Demétrio. Uma Gota de Sangue: história do pensamento racial Mattos, Regiane Augusto de. História e Cultura Afro-Brasileira 186 CURSO: Tecnologia em Redes de Computadores DISCIPLINA: Inglês Instrumental DIRETORIA GERAL COORDENAÇÃO ACADÊMICA CÓDIGO CR PERÍODO CARGA HORÁRIA 04 5º PLANO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 80 1 EMENTA Curso de inglês instrumental, com ênfase na leitura e compreensão de textos de interesse das áreas de estudo dos alunos. 2 OBJETIVO (S) DA DISCIPLINA Propiciar condições para o desenvolvimento de competências linguísticas orais e escritas que possibilitem a comunicação no idioma inglês, em ambiente social, profissional, aperfeiçoando a comunicação oral e escrita específicas à área de Redes, por meio da aplicação de diferentes técnicas de leitura e compreensão de textos. 3 COMPETÊNCIAS • Ler, compreender e traduzir textos técnicos da área de Redes; • Relacionar os vocábulos técnicos e seus conceitos em inglês; • Pronunciar, escrever a empregar vocabulário específico em situações solicitadas. • Comunicar-se de forma eficaz, tanto de forma oral quanto escrita, tendo conhecimento do jargão pertinente à área de Redes e conhecimento das ferramentas básicas utilizadas pelos profissionais que lidam com redes de computadores. 4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO UNIDADE I 1. Processo de leitura, visando à transferência de conhecimentos; 2. Estratégias de leitura: 187 2.1. Uso de conhecimento prévio, 2.2. Dicas tipográficas, 2.3. Seletividade, flexibilidade, skimming, scanning, monitoração. UNIDADE II 1. Gramática aplicada a textos 1.1. Compreensão e tradução de frases nominais; 1.2. Diferentes categorias gramaticais da palavra de acordo com o contexto; 1.3. Estrutura da Sentença; 1.4. Tempos verbais e suas respectivas noções; 1.5. Marcadores do discurso e suas respectivas funções retóricas; 1.6. Marcas coesivas do texto (referência textual); 1.7. Voz passiva; 1.8. Categorias gramaticais do sufixo ING. 2. Vocabulário 2.1. Formação de palavras por afixos (prefixos e sufixos); 2.2. O uso do dicionário e seleção das palavras de acordo com o contexto e suas funções gramaticais; 2.3. A prática de inferência lexical na leitura. 5 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Aulas expositivas e dialogadas, Teatro em grupo, Estudo de caso (case) individual ou em grupo, Exercícios de produção e reescrita textual individual ou em grupo. Apresentação de seminários em grupo e exercícios orais e escritos. 6 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO O processo de avaliação ocorrerá no dia a dia com atividades, de forma continuada, criando oportunidades para que os discentes demonstrem sua construção de conhecimento, através de estudos de textos, trabalhos em grupo, seminários, debates, produções textuais (Medida de Eficiencia), além da prova contextualizada. 188 7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA LONGMAN: business, english, dictionary. 2nd ed. England: Pearson Longman, 2007. 594 p. MUNHOZ, Rosângela. Inglês instrumental: estratégias de leituras : módulo II. São Paulo: Textonovo, 2004. 2.v SAWAYA, M. R., Dicionário de informática & internet : inglês-português. 3. Ed. 2007. 543 p. SILVA, A. V., ROSAS, M., Inglês.com.textos para informática. 2006. 189 p. SILVA, João Antenor de C., Inglês instrumental : leitura e compreensão de texto. 1995. 109 p. SMALZER, William R. Write to be read: reading, reflection, and writing. 2nd ed. New York: Cambridge University, 2008. xiii, 218 p. SWAN, Michael; WALTER, Catharine. How english works: a grammar pratctice. Oxford: Oxford University Press, 2009. 358 p. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. 10. ed., reformulada. São Paulo: Saraiva, 2008. 448 p. 8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LONGMAN: business, english, dictionary. 2nd ed. England: Pearson Longman, 2007. 594 p. SAWAYA, M. R., Dicionário de informática & internet : inglês-português. 3. Ed. 2007. 543 p. SILVA, A. V., ROSAS, M., Inglês.com.textos para informática. 2006. 189 p. SWAN, Michael; WALTER, Catharine. How english works: a grammar pratctice. Oxford: Oxford University Press, 2009. 358 p. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. 10. ed., reformulada. São Paulo: Saraiva, 2008. 448 p. 189 9. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES ACADÊMICAS A infraestrutura física e as instalações da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana segue o padrão de qualidade característico de todas as IES do Grupo Tiradentes, que já se transformou em um dos diferenciais da marca, reconhecido pelo Setor Educacional. Na sequência, são descritos todos os itens que compõem a infraestrutura física e logística de suporte à realização das atividades acadêmicas. Composição da área da Fits para início das atividades e quantidade de salas: -Laboratório de Informática (1) -Laboratório de Redes (1) -Laboratório de Segurança do Trabalho (1) -Sala de Aula (8) -Sala de Coordenadores (2) -Sala de Direção (1) -Sala da Secretária Geral (1) -Sala de Professores (1) -Gabinetes de Professor de Tempo Integral (5) -Departamento de Atendimento Acadêmico-DAA (1) -Biblioteca (1) -Auditório (1) -Sala da CPA (1) -Sala do NAPPS (1) -Sala da Ouvidoria (1) -Sala do Departamento de Gente e Carreira/Tecnologia de Informação (1) -Área de convivência (2) -Cantina (1) -Sanitário Masculino / Sanitário Feminino portador de necessidades -Sanitário Masculino / Sanitário Feminino uso comum -Estacionamento interno (1) 190 As salas de aula são bem dimensionadas, com ventilação e iluminação natural, sistemas de refrigeração ambiente (ar condicionado), iluminação elétrica atendendo às normas específicas. Cada sala possui, além do mobiliário específico, Datashow instalado e, quando necessário, outros equipamentos audiovisuais tais como sistema de som, TV, aparelhos de DVD etc. As instalações sanitárias atendem plenamente às necessidades, havendo disponibilidade de W.C. adaptados para deficientes, em todas as unidades. As instalações comportam ainda áreas de convivência, lanchonetes, fotocopiadoras de uso dos alunos, laboratórios, salas de coordenação e atendimento a alunos, salas de professores. Todos os ambientes são climatizados. 9.1. Infraestrututa do Curso de Tecnologia em Redes de Computadores O prédio onde funcionará o curso de Tecnologia em Redes de Computadores tem suas instalações físicas projetadas, visando aproveitar bem o espaço, de forma a atender plenamente a todas as exigências legais e educacionais. 9.1.1. Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos O curso Tecnológico em Redes de Computadores contará com uma (01) sala, com área total de 25,41m². Suas instalações apresentam as condições necessárias ao desenvolvimento das funções do Coordenador do Curso. As dependências são arejadas e apresentam excelente iluminação natural e artificial com adequado sistema de ar refrigerado, computadores com acesso à internet e intranet. A manutenção será realizada de forma sistemática, proporcionando o ambiente limpo e os equipamentos em perfeitas condições de uso atendendo de forma excelente aos seus usuários. 9.1.2. Sala de Professores As instalações para docentes estão equipadas segundo a finalidade e atendem, plenamente, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta. Tem área total de 28,05m² e capacidade para 20 (vinte) pessoas por turno. Apresenta boa iluminação natural e artificial com adequado sistema de refrigeração, conforto, acessibilidade, acesso a internet e intranet, computadores à disposição dos docentes, mesa 191 para reuniões e um WC privativo. A manutenção desta área será realizada frequentemente, mantendo condições adequadas de limpeza. 9.1.3. Gabinete de Trabalho para Professores O curso além de possuir gabinete de trabalho para o coordenador do curso e sala para os professores possuirá também sala equipada para os integrantes do NDE e docentes com tempo integral, com computadores conectados à internet e mesa de trabalho (reunião). O acesso às salas não apresentam barreiras arquitetônicas, as salas são climatizadas e dotadas de excelente iluminação, limpeza, acústica e conservação. 9.1.4. Sala de Aula As salas de aula estão equipadas, segundo a finalidade e atendem, aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária à atividade proposta. A maioria com Datashow e possibilidade de colocação de equipamento de som, quando necessário. 9.1.5. Laboratório de Informática e Redes A Instituição disponibilizará aos alunos toda a sua estrutura de laboratórios de informática, num total de 3 (três), para pesquisas através da Internet e apoio em suas atividades acadêmicas. Além dos laboratórios de Informática, a Biblioteca disponibilizará microcomputadores para o atendimento de seus alunos e professores, sendo destinados à pesquisa na Internet e para consulta. Os Horários de Funcionamento para os Professores e alunos será de segunda à sexta – feiras das 7:00 às 22:00 h. - Sábados 7:00 às 12:20 h. Nos sábados à tarde, das 13h20min às 16h50min os laboratórios de informática funcionarão mediante reserva, para anteposição ou reposição de aulas. Além desses laboratórios, a Faculdade disponibilizará sistema wireless, bem como outros espaços especializados disponibilizados que são administrados e supervisionados por técnicos com formação e experiência pertinentes, vinculada à coordenação de laboratórios, cabendo ao responsável por cada laboratório a preparação do mesmo para as atividades programadas por professores e alunos das diversas disciplinas e cursos. 192 A cada semestre, o técnico responsável por cada laboratório deverá emitir solicitação de aquisição/atualização de novos equipamentos e/ou materiais necessários para o semestre subsequente, ouvido os coordenadores de cursos e os professores envolvidos nas atividades programadas. As aquisições e atualizações dos equipamentos e materiais utilizados nos laboratórios e espaços especializados ocorrerão a partir de justificativas por técnicos de laboratórios, professores e coordenadores de cursos, sempre no semestre que antecede o previsto para a sua utilização. A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana manterá equipe própria para realização de manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e materiais de laboratórios e outros espaços especializados, bem como para manutenção predial. 9.1.6. Laboratórios didáticos especializados Os laboratórios utilizados pelo curso Tecnológico em Redes de Computadores estarão disponíveis para as disciplinas do curso que envolvem atividades práticas, de acordo com a programação realizada pelo professor. Todos os laboratórios estão equipados adequadamente e de maneira excelente no que diz respeito ao quantitativo de equipamentos e encontram-se adequados às exigências de proporcionalidade quanto aos espaços físicos e segurança ao número de alunos atendidos. O Curso dispõe de uma estrutura laboratorial moderna, apta a atender os créditos práticos previstos em sua matriz curricular e ao número de vagas pretendidas. Os laboratórios destinados ao curso de Tecnológico em Redes de Computadores apresentam excelente iluminação natural e artificial com adequado sistema de refrigeração, acessibilidade e conforto, considerando a sua adequação ao currículo do curso. A manutenção será realizada frequentemente, no que se refere aos aspectos equipamentos e insumos, mantendo excelentes condições de limpeza. Todos os laboratórios possuem normas especificas de funcionamento. 9.2. Auditório O auditório da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana tem área total de 105.50m² e capacidade para 114 (centro e quatorze) pessoas. 193 Apresenta boa iluminação natural e artificial com adequado sistema de refrigeração, conforto, acessibilidade. A manutenção será realizada de forma sistemática, proporcionando o ambiente limpo e em perfeitas condições de uso atendendo de forma excelente aos seus usuários. 9.3. Infraestrutura de Alimentação e Serviços Serão 02 (duas) Áreas de convivência com 264,48m² de área total. As instalações comportam lanchonetes e fotocopiadoras de uso dos alunos, com excelente iluminação natural e artificial, adequado sistema de refrigeração, acessibilidade e conforto. A manutenção será realizada de forma sistemática, proporcionando o ambiente limpo e em perfeitas condições de uso, atendendo de forma excelente aos seus usuários. 9.4. Instalações Sanitárias As instalações sanitárias destinadas tanto ao corpo docente como aos alunos são limpas, de fácil acesso e compatíveis ao número dos usuários. Estão adaptados às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 9.5. Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida A Fits, considerando a necessidade de assegurar às pessoas com deficiência física e sensorial, condições básicas de acesso ao ensino superior, de mobilidade e de utilização de equipamentos e instalações, adota como referência a Norma Brasil 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que trata da Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiências e Edificações, Espaço, Mobiliário e Equipamentos Urbanos. Atende, ainda, à Portaria MEC nº 3.284, de 7 de novembro de 2003. Neste sentido, no que se refere aos alunos com deficiência física, a Fits apresenta as seguintes condições de acessibilidade: • Livre circulação dos estudantes nos espaços de uso coletivo (eliminação de barreiras arquitetônicas); • Vagas reservadas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviços; • Rampas com corrimãos, facilitando a circulação de cadeira de rodas; 194 • Portas e banheiros adaptados com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; • Barras de apoio nas paredes dos banheiros. Em relação aos alunos com deficiência visual, a Fits está comprometida, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, a proporcionar sala de apoio contendo: máquina de datilografia braille, impressora braille acoplada a computador, sistema de síntese de voz;·gravador e fotocopiadora que amplie textos; acervo bibliográfico em fitas de áudio; software de ampliação de tela; equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão subnormal; lupas, réguas de leitura; scanner acoplado a computador; acervo bibliográfico dos conteúdos básicos em braile. Quanto aos alunos com deficiência auditiva, a Fits está igualmente comprometida, caso seja solicitada, desde o acesso até a conclusão do curso, a proporcionar intérpretes de língua de sinais, especialmente quando da realização de provas ou sua revisão, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; aprendizado da língua portuguesa, principalmente, na modalidade escrita, (para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado); materiais de informações aos professores para que se esclareça a especificidade lingüística dos surdos. 9.6. Infraestrutura para CPA A Comissão Própria de Avaliação-CPA tem sala própria, com área total de 14.31m². Na sala há equipamentos para os integrantes da CPA, com computadores conectados à internet e mesa para reunião. Apresenta boa iluminação natural e artificial, com adequado sistema de refrigeração e conforto. A manutenção será realizada de forma sistemática, proporcionando o ambiente limpo e em perfeitas condições de uso atendendo de forma excelente aos seus usuários. 9.7. Manutenção e Conservação e Expansão dos Equipamentos A manutenção e a conservação dos equipamentos, dependendo de sua amplitude, são executadas por funcionários da Instituição ou através de contratos com os fornecedores dos equipamentos. A atualização dos equipamentos é feita a partir de uma análise periódica dos 195 funcionários da Instituição, os quais devem verificar a necessidade de se adquirir novos equipamentos e/ou atualizar os existentes. Os equipamentos de informática serão atualizados com base em upgrades periódicos e a substituição será realizada com base nos softwares que se apresentam mais atualizados. A aquisição de novos equipamentos é conduzida sob a orientação do técnico responsável pelos laboratórios. Os laboratórios contarão com técnicos especializados nas respectivas áreas, que respondem por toda manutenção básica dos equipamentos, inclusive com suprimento e assistência. A manutenção é realizada segundo os preceitos e métodos previstos pela TPM – Total Produtivity Management, observando o seguinte quadro conforme as etapas a seguir: Tipologia Frequência Executada conforme demanda, inicialmente com técnicos Manutenção Corretiva próprios e num segundo momento, através de empresas terceirizadas. Manutenção Preventiva A cada seis meses, todos os equipamentos sofrem manutenção preventiva, que consiste, basicamente, em limpeza e revisão. Os fornecedores de equipamentos apresentam um quadro da vida Manutenção Preditiva útil dos principais componentes que serão, periodicamente, substituídos para evitar o custo do desgaste de peças. 196 10. BIBLIOTECA 10.1. Espaço Físico A biblioteca com área total de 101,29m² é um dos principais aspectos de suporte ao processo educativo, de forma que está sendo implantada no sentido de atender plenamente aos itens de acervo, instalações físicas, sistemas e equipamentos de acesso ao acervo. Apresenta boa iluminação natural e artificial, com adequado sistema de refrigeração e conforto. A manutenção será realizada de forma sistemática, proporcionando o ambiente limpo e em perfeitas condições de uso atendendo de forma excelente aos seus usuários. 10.2. Instalações para o acervo O acervo encontra-se organizado em estantes próprias de ferro, com livre acesso do usuário. Está instalado em local com iluminação natural e artificial adequada e as condições para armazenagem, preservação e a disponibilização atendem aos padrões exigidos. Há extintores de incêndio e sinalização bem distribuída. O acervo da biblioteca da Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, poderá ser consultado pela comunidade acadêmica e pela sociedade em geral através do site www.fits.edu.br/biblioteca, que permitirá ao usuário realizar consultas ao acervo, renovações, reservas, verificar disponibilidade de material por biblioteca e datas de devoluções de materiais emprestados. Itens do Acervo -Livros (títulos + exemplares) -Periódicos -Multimídias -Obras de Referência -e-books -Assinaturas Eletrônicas (bases de dados) Periódicos O Sistema Integrado de Bibliotecas – SIB - renova anualmente as assinaturas de periódicos especializados impressos ou informatizados, de acordo com o conceito Qualis e a indicação dos professores e coordenadores, com a devida avaliação dos colegiados dos cursos. 197 Com o objetivo de divulgar a produção do conhecimento, o Sistema Integrado de Bibliotecas disponibiliza no site, a Hemeroteca virtual com os periódicos científicos com acesso completos dos artigos on-line. Das publicações impressas os sumários de Periódicos assinados são incorporados ao acervo virtual. As Bibliotecas mantém as coleções por 3 anos onde o curso é ministrado, e a coleção dos anos anteriores ficam arquivadas na Biblioteca Central. O acervo é ampliado com o acesso aos periódicos científicos das bases de dados assinadas. Repositório O Grupo Tiradentes encontra-se em fase de implantação do Open Rit com a finalidade de garantir o registro e disseminação da produção Acadêmica científica das Instituições do Grupo em acesso aberto, tendo como objetivo: -Preservar a produção cientifica; -Ampliar e dar visibilidade a toda produção científica; -Potencializar o intercambio com outras Instituições; -Acelerar o desenvolvimento de suas pesquisas; -Facilitar o acesso à informação científica. O acervo da Fits de Feira de Santana foi dimensionado em função do cronograma de implantação dos cursos ao longo dos 5 anos de vigência do PDI. 10.3. Instalações para estudos individuais As salas de estudo individual são compostas de mesas com capacidade para seis lugares e cabines individuais, dispostas em ambiente reservado e climatizado, permitindo maior conforto e tranqüilidade aos usuários. A biblioteca conta com uma área com ambientes de estudo em grupo, estudo individual, laboratório de informática, coleção de periódicos, biblioteca inclusiva. Disponibiliza recursos e equipamentos para ampliação de textos, software de leitura e livros sonoros na biblioteca inclusiva. 198 10.4. Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo A política de expansão e atualização do acervo da biblioteca da Fits de Feira de Santana está alicerçada na verificação semestral da bibliografia constante dos planos de ensino e na avaliação da demanda de estudantes pelo Sistema de Integrado de Biblioteca, docentes, coordenadores de cursos e seus órgão colegiados, principalmente o núcleo docente estruturante (NDE). Objetiva-se atender satisfatoriamente a proposta pedagógica prevista nos projetos pedagógicos de cada curso bem como da instituição, em relação ao Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Em sua política de expansão do acervo, a Instituição trabalha com a filosofia do orçamento participativo, alocando antecipadamente recursos para investimentos na ampliação e atualização do acervo, em consonância com a oferta de cursos de graduação, pós-graduação, projetos de pesquisa, projetos de extensão, bem como demais atividades desenvolvidas no seio acadêmico. Semestralmente as bibliografias dos cursos de graduação são avaliadas quantitativa e qualitativamente, para contemplação das atualizações e ampliação do acervo. A quantidade de exemplares adquirida para cada curso é definida com base no número de vagas e de estudantes por turma e norteada pelas recomendações dos indicadores de padrões de qualidade definidos pelo MEC. Toda a comunidade acadêmica tem acesso ao sistema on-line de sugestão de compra e acompanhamento do pedido disponível no sistema Pergamum. 10.4.1. Acervo O acervo da Fits de Feira de Santana foi dimensionado em função do cronograma de implantação dos cursos ao longo dos 5 anos de vigência do PDI, como apresentado no a seguir: Para o curso de Tecnologia em Redes de computadores, os títulos previstos na bibliografia do projeto, além de vários periódicos e outros de uso geral atendem o primeiro ano de funcionamento. Além disto, o aluno da Fits tem pleno acesso a consultas e empréstimos do acervo bibliográfico de todas as demais bibliotecas. O acervo bibliográfico será atualizado constantemente, por indicação de alunos e professores, por solicitação da coordenação e da equipe da Biblioteca, em razão de novas edições ou para atualização dos temas objeto de estudos, além de publicações destinadas a subsidiar projetos de pesquisa e extensão. É dada prioridade, na aquisição de livros, àqueles indicados pelos professores 199 como bibliografia básica e complementar de cada disciplina dos cursos ministrados, em todos os níveis, seguindo a Política de Aquisição da Instituição. Livros da bibliografia básica Os livros da bibliografia básica (mínimo de 3 bibliografias) atendem aos programas das disciplinas do curso, em quantidade suficiente, por vagas solicitadas, e está informatizado, atualizado e tombado junto ao patrimônio da Fits. A Faculdade Tiradentes de Feira de Santana, por meio da sua Mantenedora a Sociedade de Educação Tiradentes, empreenderá esforços significativos para viabilizar melhores condições no que se refere a materiais e recursos humanos da Biblioteca, no contexto do seu Projeto Pedagógico Institucional. A política de atualização do acervo de livros e periódicos está calcada na indicação prioritária dos professores e alunos, solicitação avaliada na sua importância pelo Colegiado do Curso. Através da Campanha de Atualização do Acervo, semestralmente as bibliografias dos cursos de graduação serão avaliadas quantitativa e qualitativamente, para contemplar as atualizações e ampliação do acervo. A quantidade de exemplares adquiridos para cada curso será definida com base no número de estudantes e norteada pelas recomendações dos indicadores de padrões de qualidade definidos pelo MEC. Toda a comunidade acadêmica terá acesso ao sistema online de sugestão de compra e acompanhamento do pedido disponível no sistema Pergamum. É importante ressaltar que as referências bibliográficas básicas dos conteúdos programáticos de todos os Planos de Ensino e Aprendizagem das disciplinas do curso se encontrarão adequadas no que refere à quantidade (cinco Referências) ao conteúdo das disciplinas e atualidade considerando os últimos cinco anos, sem desconsiderar as referências clássicas. Todos os exemplares são tombados junto ao patrimônio da IES. A faculdade disponibilizará Biblioteca On-line, com consulta ao acervo On-Line, através do seu site com link para Biblioteca, o usuário pode acessar os serviços on-line de consulta, renovação e reserva das bibliotecas, gerenciadas pelo Pergamum. Através dos serviços de pesquisa em bases de dados acadêmicas/científicas, os estudantes poderão acessar títulos em texto completo, de artigos 200 publicados em periódicos de maior relevância dos centros de pesquisa do mundo. Na Base de Dados por Assinatura – A Biblioteca assina e disponibiliza bases de dados nas diversas áreas de conhecimento. Livros da bibliografia complementar O acervo atende, plenamente, as indicações bibliográficas complementares, referidas nos programas das disciplinas contando com cinco indicações no mínimo com 2 exemplares e e-books O acervo da bibliografia complementar do curso de Tecnologia em Redes de Computadores encontra-se atualizado e tombado junto ao patrimônio da IES e atende de forma excelente o mínimo de cinco títulos por unidade curricular. A bibliografia complementar atende adequadamente aos programas das disciplinas. O curso conta ainda com a Biblioteca virtual Universitária, com livros eletrônicos de várias editoras e em diversas áreas do conhecimento. As assinaturas de periódicos especializados, indexados e correntes, sob a forma impressa ou informatizada; bases de dados específicas (revistas e acervo em multimídia) atendem adequadamente aos programas de todos os componentes curriculares e à demanda do conjunto dos alunos matriculados no curso Tecnológico de Redes de Computadores . O curso conta periódicos de maneira a ilustrar as principais áreas temáticas do curso. Além disso, os usuários terão acesso livre a periódicos eletrônicos Nacionais e Internacionais, através do convênio firmado com a Capes de acesso gratuito. Serão disponibilizadas aos docentes e discentes as bases de dados providas pela empresa EBSCO – Information Services, com o objetivo de auxiliar nas pesquisas bibliográficas dos trabalhos realizados por professores e alunos da Instituição. Este banco de dados é atualizado diariamente por servidor EBSCO. A EBSCO é uma gerenciadora de bases de dados e engloba conteúdos em todas as áreas do conhecimento. São disponibiliza, também, através de assinatura junto à Coordenação do Portal de Periódicos da CAPES. 10.5. Serviços e informatização. Serviços Oferecidos A Biblioteca da Fits de Feira de Santana oferecerá os mesmos serviços já prestados por todas as bibliotecas da rede, a saber: -Apoio em Trabalhos Acadêmicos 201 Padronização e normalização, segundo as normas da ABNT, dos trabalhos científicos realizados pelos alunos da Instituição. -Base de Dados por Assinatura A Biblioteca assina e disponibiliza bases de dados nas diversas áreas do conhecimento. -Bibliotecas Digitais O Sistema Integrado de Bibliotecas disponibiliza aos usuários através do site de pesquisa acervos digitais. -Consulta ao Catálogo On-Line O acervo da Biblioteca pode ser consultado através do site: www.fits.edu.br/biblioteca. -Consulta Local Aberta a Comunidade em Geral As Bibliotecas disponibilizam seus acervos para consulta local à comunidade em geral. -Empréstimo Domiciliar Empréstimo domiciliar restrito aos alunos, professores e funcionários, de todos os itens do acervo, segundo políticas estabelecidas pela Biblioteca Central, relativas a cada tipo de usuário. -Recepção aos Calouros No início letivo, as bibliotecas recebem os alunos calouros, promovendo a integração, apresentando seus serviços e normas por meio do vídeo institucional; da visita monitorada e de treinamentos específicos. -Renovação e Reserva On-Line Os usuários do Sistema de Bibliotecas contam com a facilidade da renovação on-line de materiais. -Serviço de Informação e Documentação Proporciona aos usuários a extensão do acervo através de intercâmbios mantidos com outras instituições: 202 -COMUT (Programa de Comutação Bibliográfica) junto a BIREME e ao IBICT Programa de Comutação Bibliográfica, permitindo a toda comunidade acadêmica e de pesquisa o acesso a documentos em todas as áreas do conhecimento, através de cópias de artigos de revistas técnico-científicas, teses e anais de congresso. Acesso através do site www.ibict.br -SCAD (Serviço Cooperativo de Acesso a Documentos) Serviço de comutação bibliográfica, integrado às fontes de informação da BVS, coordenado pela BIREME e operado em cooperação com bibliotecas cooperantes das Redes Nacionais de Informação em Ciências da Saúde dos países da América Latina e Caribe. Tem como principal objetivo prover o acesso a documentos da área de ciências da saúde através do envio da cópia de documentos científicos e técnicos (artigos de revistas, capítulos de monografias, documentos não convencionais, etc) para usuários previamente registrados no SCAD. • Horário de Funcionamento O funcionamento da biblioteca da Fits de Feira de Santana ocorre de acordo com os horários que se seguem: Segunda a Sexta: das 07 às 22h. Sábados: das 08 às 16h • Pessoal Técnico-administrativo A Biblioteca contará com o seguinte corpo de funcionários: 1 Bibliotecário 4 Auxiliares 203 REFERÊNCIAS BRA SIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Plano Nacional de Educação (PNE), 2014. BRA SIL. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (DOU,seção 1 nº 248, 23/12/96, p 27.833). BRA SIL. Resoluções CES/MEC. de 9 de abril 2002. Diretrizes Curriculares de Cursos, 2002. BRASIL. Catálago Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, 2010. BRASIL. Decreto Nº 5.296/2004 que dispõe sobre as condições de acesso para portadores de necessidades especiais, 2004. BRASIL. Decreto Nº 5.773, de 9/5/2006 que dispõe sobre as Funções de Regulação, Supervisão e Avaliação da Educação Superior; 2006. BRASIL. Instrumento de Avaliação de Cursos de graduação presencial e a distância. Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Diretoria de Avaliação da Educação Superior. Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, Brasília, 2015. BRASIL. Lei Nº 10.861, de 14/4/2004 do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, 2004. BRASIL. 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