Estudo Geotécnico para Impermeabilização de Aterro Sanitário em Escala Experimental Pabllo da Silva Araujo Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Brasil, [email protected] Daniela Lima Machado da Silva Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Brasil,[email protected] Rômulo de Medeiros Caribé Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Brasil, [email protected] Pedro Igor Bezerra Batista Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Brasil, [email protected] Veruschka Escarião Dessoles Monteiro Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Brasil, [email protected] RESUMO: A utilização de solo compactado representa uma alternativa para impermeabilização de aterros sanitários, podendo ser uma solução economicamente viável quando comparado ao emprego de geomembranas sintéticas, desde que sejam atendidos os critérios geotécnicos impermeabilizantes. Aterros de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) necessitam de uma camada de base com baixa permeabilidade, que evite ou reduza a percolação de fluidos, provenientes na degradação dos resíduos, impedindo a contaminação das demais camadas do solo e o lençol freático. Por outro lado, a camada de cobertura deve reduzir a passagem de gases resultantes do processo degradativo, além de evitar a proliferação de vetores de doenças. Este trabalho teve como objetivo estudar o comportamento do solo selecionado da Região Metropolitana de Campina Grande-PB para o uso em camada de base e cobertura de uma célula experimental, identificando a sua adequação às exigências para camadas de impermeabilização da base e da cobertura de uma célula experimental, que simula as condições de um aterro sanitário. Como metodologia deste trabalho, fez-se um planejamento estatístico para obter os locais de amostragem de RSU da cidade Campina Grande; coleta, ensaios laboratoriais e in situ para caracterização do solo para a camada de base e de cobertura da célula experimental, que foi construída no Campus I da Universidade Federal de Campina Grande-UFCG. Esta célula foi instrumentada com placas de recalques superficiais e em profundidade, piezômetro, termopares, pontos de coletas de amostras de resíduos e drenos de líquidos e gases. Foi realizado o enchimento da célula experimental com RSU e executada a camada de cobertura de solo compactado na umidade ótima e massa específica aparente seca máxima. A fase de monitoramento da célula consistiu na coleta e análise de líquidos, sólidos e gases por meio de análises laboratoriais e medições in situ. Como resultado obtido neste trabalho, o solo da jazida de Boa Vista-PB apresentou características de baixa permeabilidade à água. Com relação às concentrações dos gases medidas, observaram-se valores da ordem de 30% de metano, que é condizente com a fase de produção de gás do aterro nesta idade, sendo necessária a realização de estudos específicos para estimar o fluxo dos gases pela camada de cobertura. Após os estudos realizados verificou-se que o solo utilizado na célula experimental é adequado para uso em camadas de base e cobertura de aterros sanitários em escala real. PALAVRAS-CHAVE: Aterros Sanitários, Camada de Solo Compactado, Impermeabilização. 1 INTRODUÇÃO A crescente produção de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) e sua destinação de maneira incorreta acarreta a poluição do solo, das águas subterrâneas e superficiais, do ar e danos à saúde pública. Segundo PECORA et al. (2008), um dos métodos mais adequados para a disposição final dos resíduos sólidos são os aterros sanitários, que dispõe de técnicas de impermeabilização das camadas de base e de cobertura. O conceito tradicional de sistemas de cobertura de aterros sanitários propõe que a camada funcione como uma barreira de impermeabilização dos resíduos às condições do ambiente externo. A impermeabilização de um aterro sanitário pode ser realizada por materiais como o solo, desde que possua características geotécnicas adequadas para este fim, e materiais sintéticos (Geomembranas). A utilização dessas técnicas pode ser feita individualmente ou em conjunto. O emprego de solo como material impermeabilizante em aterros sanitários tornase economicamente viável quando há disponibilidade da matéria-prima, quando comparado aos materiais sintéticos. Um solo com parâmetros geotécnicos determinados precisamente e em acordo com as norma de impermeabilização de aterros (NBR 13896/1997), impede que produtos da biodegradação, tais como o biogás, se dispersem pela atmosfera. A camada de cobertura do solo deve ser relativamente impermeável, tendo a função de eliminar a proliferação de vetores assim como também o exalamento de odores. Enquanto que a camada de base tem como principal objetivo impedir que o percolado, produto da decomposição dos resíduos, de águas pluviais que se infiltram pela camada de cobertura e da composição da própria massa de resíduo, atinja o lençol freático. Este artigo foi desenvolvido a partir do estudo de uma célula experimental (lisímetro ou biorreator), mostrada nas Figuras 1 e 2, localizada no campus da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. A célula experimental (monitorada desde setembro de 2011 até a presente data), foi preenchida com resíduos da cidade de Campina Grande-PB, onde foi utilizado critérios estatísticos de amostragem, de modo a representar o universo de resíduos gerados na cidade. Como objetivo, estudou-se o comportamento do solo da Região Metropolitana de Campina Grande-PB, identificando a sua adequação às exigências impermeablizantes para as camadas de base e de cobertura de uma célula experimental, que simula as condições de um aterro sanitário. Figura 1. Desenho esquemático do Célula Experimental. Figura 2. Vista em planta da Célula Experimental. 2 MATERIAIS E MÉTODOS 2.1 Metodologia Geral A metodologia baseou-se em algumas etapas para a realização de estudos geotécnicos do solo escolhido para a utilização em aterros sanitários, por meio de uma célula experimental. Como forma de impermeabilização, utilizou-se uma camada de solo compactado na cobertura e na base da célula experimental. 2.1.1 Planejamento Estatístico para Determinação dos Locais de Amostragem de Resíduos Os resíduos acondicionados na célula experimental foram provenientes de diferentes áreas da cidade de Campina Grande, selecionados a partir de um planejamento estatístico conforme metodologia descrita por FARIAS et al. (2012), obtendo-se uma amostragem representativa dos RSU produzidos diariamente em Campina Grande, utilizando procedimento recomendado pela norma NBR 10007 (ABNT, 2004). 2.1.2 Construção da Célula experimental A construção da célula experimental (Figura 3) foi realizada com alvenaria de tijolos manuais, medindo 2,0m de diâmetro interno, 3,5m de altura e volume de 11m3. Tem formato cilíndrico, com seção transversal circular para facilitar a distribuição e compactação dos resíduos em seu interior, além de uniformizar a distribuição das pressões laterais na parede interna da célula experimental. A disposição cilíndrica evita caminhos preferenciais de percolação do lixiviado e reduz a área de superfície lateral interna. A célula experimental estudada é dotada de sistemas de drenagens de líquidos e gases, medidores de nível dos líquidos, medidores de temperatura ao longo da profundidade e os medidores de recalque superficiais e profundos, mostrados na Figura 1. Figura 3. Célula experimental. 2.1.3 Instrumentação do Célula experimental A célula experimental foi aparelhada com instrumentos (Figura 4) a fim de atender todas as necessidades de monitoramento in-situ (recalques, níveis de líquidos, concentração de gases e temperatura). Desta maneira, medidores de temperatura (Figura 4a e 4c), placas magnéticas de recalques em profundidade (Figura 4b), piezômetros, dreno de gases e líquidos foram instaladas ao longo da massa de resíduos, como mostrado na Figura 1. Figura 4. A) Medidores de temperatura (termopares); B) Placa magnética;C) Posicionamento da instrumentação no interior da célula experimental. 2.1.4 Determinação Geotécnicos dos Parâmetros O solo selecionado para estudo passou por análises que atendesse as exigências para utilização em camada de base e cobertura de aterros sanitários. A célula experimental apresenta em sua estrutura uma camada de base com solo compactado em sua umidade ótima e massa específica aparente seca máxima. Outra camada de solo semelhante foi colocada na parte superior do célula experimental após a disposição dos resíduos. A fim de investigar a adequação do solo em estudo para impermealização da célula experimental, foram realizados os ensaios de caracterização do solo e determinação de sua permeabilidade a água, a partir das seguintes normas da ABNT: Teor de Umidade Higroscópica do Solo (NBR 6457/86), Massa Específica dos Grãos “in situ” (NBR 7185/86), Granulometria (NBR 7181/84), Limites de Atterberg (NBR 6459/84 e NBR 7180/84), Compactação (NBR 7182/86) e Permeabilidade (NBR 14545/00). 2.1.5 Caracterização dos resíduos situ, no interior da célula, foram realizadas através do equipamento portátil Drager, Figura 5b, onde foram medidas as concentrações de CH4, CO2 e O2, utilizando sensores catalíticos infravermelhos, que analisam as concentrações na faixa de 0 a 100% (vol/vol). Para a coleta do biogás na célula utilizou-se um saco amostrador (Figura 5a) e, em seguida, foi conduzido ao laboratório para ser medidas as concentrações de CH4, CO2, N2, pelo cromatográfo a gás, que consiste num método analítico de grande poder de resolução e CH4 e CO2 pelo método kit analisador de biogás. Para a caracterização dos resíduos foram realizadas as seguintes etapas: levantamento de dados, plano de amostragem e determinação da composiçoes gravimétrica e volumétrica dos resíduos. Realizou-se ainda o ensaio de compactação e granulometria dos RSU, que consiste, respectivamente, na compactação de amostras de resíduos conforme normas técnicas e determinação da massa específica seca máxima e teor de umidade ótima encontradas em CARIBÉ et al (2012), além de prescrever o método para análise granulométrica de solos, realizada por peneiramento ou pela combinação de sedimentação e peneiramento descritos em FARIAS et al (2012). Figura 5. A) Saco Amostrador; B) Drager; C) Cromatografia gasosa; D) Kit Analisador da Embrapa. 2.1.6 Enchimento da Célula Experimental Para o preenchimento da célula experimental, os resíduos foram dispostos em pilhas para a obtenção de uma amostra o mais homogênea possível. Após pesagem, os resíduos foram lançados e compactados manualmente em camadas até a cota final pré-estabelecida. 2.1.7 Monitoramento da concentração de gases Realizou-se o monitoramento das concentrações de gases por meio de análises laboratoriais e in situ utilizando os equipamentos mostrados na Figura 5. Para as análises laboratoriais utilizou-se o Kit analisador de biogás (Figura 5d) desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), em conjunto com o cromatógrafo a gás (Figura 5c). As leituras das concentrações dos gases in 2.1.8 Monitoramento através das medições em campo e realização de ensaios de laboratório Após as etapas de construção, instrumentação, caracterização e enchimento da célula experimental, iniciou-se a fase do monitoramento. Essa fase consiste em acompanhar e analisar o processo de biodegradação dos resíduos, monitorando principalmente, as concentrações de gases no interior da célula. 3 RESULTADOS E DISCUSSÕES A seguir serão apresentados os resultados obtidos por meio de ensaios realizados com os RSU, e com o solo proveniente do município de Boa Vista-PB, o qual foi escolhido para impermeabilizar a célula experimental. Apresenta-se ainda os dados iniciais das concentrações de biogás que estão sendo produzidos no interior do célula experimental, descritos em AIRES (2013). 3.2 Solo para Camada de Base e Cobertura (Boas Vista-PB) 3.1 Ensaios de Granulometria e Compactação Adaptados para RSU Baseado nos resultados obtidos por meio de alguns ensaios de caracterização do solo foi constatada uma impermeabilização satisfatória do célula experimental. A Figura 8 e a Tabela 2 apresentam os resultados referentes à granulometria dos grãos por meio do ensaio de peneiramento. O ensaio de densidade in situ na camada de base foi da ordem de 1990Kg/m³ e umidade de 11,05%, apresentando valores próximos aos mostrados na Tabela 1. Dessa forma, obteve-se um grau de compactação (GC) de aproximadamente 99%, o que representa um valor satisfatório levando-se em conta a compactação manual. Segundo LEITE (2008), em campo, o controle da compactação deve ser feito e aceito/rejeitado de acordo com as exigências do projeto nas especificações relacionadas à qualidade da compactação, quando o solo for utilizado como sistema impermeabilizante. A curva granulométria (Figura 6) pelo método do peneiramento dos resíduos mostra que o célula experimental possui um alto teor de materiais finos na faixa de 66,97%. Visualmente percebeu-se a heterogeneidade dos RSU, observando-se resíduos de diversas massas específicas e de vários tamanhos. A grande presença de plástico dificultou o peneiramento do material. Figura 6. Curva Granulométrica dos RSU. Fonte: Araujo e Monteiro (2012). Para a compactação dos resíduos obteve-se uma massa específica aparente seca de 1220 Kg/m³ e um teor de umidade ótima de 17,60% (Figura 7). Devido a grande quantidade de plásticos, por serem maleáveis e leves, deixando o material compactado com aspecto elástico, assim sendo de difícil compactação. Figura 7. Curva de Compactação. Fonte: Araujo e Monteiro (2012). Tabela 1. Parâmetros Geotécnicos. Fonte: Araujo e Monteiro (2012). Pela curva granulométrica (Figura 8) observou-se que o solo utilizado é formado por uma faixa contendo 0,05% de pedregulho, 2,28% de areia grossa, 16,22% de areia media, 39,25% de areia fina e 42,20% de silte + argila, mostrados na Tabel 2. 3.3 Concentrações de Biogás Figura 8. Curva Granulométrica. Fonte: Araujo e Monteiro (2012). Tabela 2. Resumo da Granulometria.Fonte: Farias e Monteiro (2011). A alta porcentagem de argila indica que trata-se de um solo argiloso, o que corrobora com o coeficiente de permeabilidade típico desse tipo de solo, bem como o preenchimento dos vazios do solo por esta parte fina. Segundo MARIANO et al.(2007) e FERREIRA et al.(2006) o coeficiente de permeabilidade adequado para utilização de solos como camada de cobertura em aterros deve pertencer à faixa de 10 -5 a 10-9 cm/s. A constante de permeabilidade a água, determinada pelo ensaio realizado através do permeâmetro de carga variável vertical foi de K= 5,97x10-6 cm/s. Pode-se inferir que o solo apresenta baixa permeabilidade, podendo, assim, ser usado como material para camada de cobertura e base. Além disso, alcançou um grau de saturação S= 100%, fornecendo ao solo características de baixa permeabilidade. Os ensaios de laboratório representam somente pequenos volumes de solo em pontos individuais de uma grande massa, embora sejam realizados de forma criteriosa e precisa. Portanto, a validade de aplicação dos valores neles obtidos aos problemas de percolação e drenagem dos gases, pela camada de cobertura, e do lixiviado, pela camada de base, dependerá de como possam ser considerados representativos da massa de solo. Segundo TCHOBANOGLOUS et al (1994) a produção de biogás em um aterro sanitário ocorre em etapas ou fases de produção. Segundo MACIEL (2009), os fatores para o processo de degradação são a geometria e operação do aterro, características iniciais dos resíduos e, ainda, os ambientes interno e externo da massa de resíduo. A composição e conformação dos resíduos no interior do aterro, parâmetros físicoquímicos e biológicos e a impermeabilização com solo da célula, também interferem na geração de biogás. Para análise dessa influência, é necessário analisar concentração dos gases e, ainda o medir volume de gás que está fluindo pela camada superficial de solo compactado do célula experimental e, a partir disso, estimar o fluxo de biogás que percola pela camada de cobertura. As Figuras 9, 10 e 11, mostram as concentrações de alguns gases gerados no célula experimental que, foram analisados pelos métodos utilizados nesse trabalho. Figura 9. Concentração de Biogás: Cromatografia. Fonte: Aires (2013). Figura 10. Concentração de Biogás: Drager. Fonte: Aires (2013). Figura 11. Concentração de Biogás: Biofoto. Fonte: Aires (2013). Analisando os dados coletados e relacionando-os com os parâmetros geotécnicos pode-se inferir que o biogás produzido flui pela camada de cobertura de solo através dos vazios deixados entre os grãos de solo. Segundo LANG et al. (1989), o caminho preferencial ou aquele que apresenta menor resistência a percolação dos gases no aterro será no sentido vertical. Desta maneira, pode-se observar na Figura 10 uma baixa concentração de oxigênio e na Figura 9 o decréscimo de nitrogênio ao longo do monitoramento. Estes gases estão presentes na atmosfera em elevadas concentrações. A reduzida presença do O2 e N2 mostra que há baixa troca de gases pela camada de cobertura. Consequentemente, verifica-se o acúmulo dos outros gases (CH4, CO2) devido o confinamento durante a geração do biogás. Assim, devido à aplicação do solo com características impermeabilizantes, a célula apresenta um sistema relativamente isolado, ou seja, ocorrendo pequenas trocas gasosa com o meio. A produção de gás do célula experimental encontra-se dentro das faixas de variações para cada fase de degradação dos resíduos compatíveis com a idade de aterramento e com os modelos conceituais encontrados na literatura. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Tendo como base as analogias feitas por MONTEIRO (2003), MELO (2003) e ALCÂNTARA et al (2005), com a utilização de células experimentais, pode-se afirmar que o solo escolhido (Boa Vista-PB) atendeu as necessidades de impermeabilização para aterros. Os controles realizados durante a execução da camada de base e cobertura de solo mostraram conformidade entre os dados obtidos em laboratório e em campo, de forma satisfatória, concordando com as normas técnicas disponíveis, o que garante que o biogás produzido fluirá com baixa intensidade pela camada superficial de solo compactado. As concentrações dos gases medidos no célula experimental ficaram dentro dos limites esperados para aterros com idades semelhantes. Os resultados sugerem que a célula experimental estudada encontra-se na fase metanogênica de degradação dos resíduos e sua consequente produção de biogás. As baixas concentrações de O2 e N2 indicam que o sistema apresenta bom isolamento pela camada de cobertura durante a geração de biogás. Com os dados deste estudo e um embasamento teórico e experimental, é necessária a realização de ensaios mais específicos para estimar o fluxo de biogas atraves da camada de cobertura da célula experimental, com enfoque no volume que flue pela camada de cobertura e emissões de gases pelos drenos. AGRADECIMENTOS Aos técnicos do laboratório de Solos 1 pelo auxílio na realização e análise de alguns resultados, aos professores, mestrandos, doutorandos e alunos de iniciação científica do Grupo de Geotecnia Ambiental (GGA) da UFCG pelo apoio e contribuição para o desenvolvimento deste projeto. REFERÊNCIAS ABNT- NBR 13896 (1997). 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