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J. Pinto
C.
O mesmo
gracilis:
autor
dá
Lopes
a
seguinte
diagnose
para
« R e c e p t a c l e w k i t e , sessile, v a r i a b l e in size a n d
s h a p e , 4 - 2 0 c m . d i a m e t e r , a r m s s m o o t h , often l o n gitudinaly sulcate externally, in section flattened,
t o 5 m m . t h i c k , t u b u l a r , or w i t h 2 or m o r e t u b e s
welded, e x p a n d e d at the interstices. G l e b a borne
o n t h e i n n e r s u r f a c e of t h e a r m s , o l i v a c e o u s , f e t i d ,
m u c i l a g i n o u s . S p o r e s h y a l i n e or t i n t e d , e l l i p t i c a l ,
smooth, 4.5-6 x
1.8-2.5.»
C o m p a r a n d o esta descricao com a que fizemos
sobre os n o s s o s exemplares a i n d a frescos, a d m i t i m o s
que se referem ao m e s m o F u n g o . A s descricoes das
o u t r a s especies a p o n t a d a s diferem m u i t o d a do
Clathrus
gracilis
e da do n o s s o material.
D a m o s a determinacao com toda a reserva, pois,
c o m o á c i m a s e i n d i c a , o C. gracilis
é, a s s i m e r e m o s ,
e s p e c i e q u e a i n d a n a o foi m e n c i o n a d a f o r a d a A u s t r a ­
l i a . N o e n t a n t o n a o n o s r e s t a d ú v i d a de q u e n a o é o
C. ruber.
L a m e n t a m o s q u e os e x e m p l a r e s se t e n h a m estra­
gado, pois n a o tornaram a aparecer no m e s m o local
o n d e forana c o l h i d o s e f i c á m o s c o m m a t e r i a l p o u c o
b o m p a r a coleccao; no entanto r e s i s t a m o s que, ao
secarem, os bracos se estreitaram, d e i x a n d o b a s t a n t e
l a r g o s o s s i t i o s de a n a s t o m o s e . A s s o c i á m o s é s t e f a c t o
c o m o q u e C U N N I N G H A M ( 1 0 1. c.) r e f e r e a p r o p ó s i t o d o
C. gracilis:
« I n dried plants the a r m s u s u a l l y a s s u m e
t h e a p p e a r a n c e of v e r y f i n e a n d n a r r o w r i b b o n s , o f t e n
o n l y 1 m m . or s o i n d i a m e t e r , a n d a r e c h a r a c t e r i s t i c
on this account.»
GyropKragmium Delilei
Mont.
— A r e i a s marítimas, a N o r t e e a S u l da foz
do rio M i r a ( C a n a l e N a s c i d i o s ) . R a r o .
(341,!).
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O mesmo autor dá a seguinte diagnose para C. gracilis