PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO LICENCIATURA EM QUÍMICA Cachoeiro de Itapemirim 2013 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO ............................................................................................... 04 1.1. Histórico Institucional .................................................................................... 04 1.2. Histórico do curso ......................................................................................... 05 1.3. Fundamentação legal do curso ..................................................................... 06 2. MISSÃO ............................................................................................................... 06 2.1. Da Instituição ................................................................................................ 06 2.2. Do Curso ....................................................................................................... 06 3. CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 06 3.1. Princípios teóricos ......................................................................................... 08 4. OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................... 10 4.1. Geral ............................................................................................................. 10 4.2. Específicos .................................................................................................... 11 5. LINHAS DE ATUAÇÃO ....................................................................................... 12 6. PERFIL DOCENTE .............................................................................................. 12 7. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ............................................................ 14 7.1. Competências e habilidades ......................................................................... 14 7.1.1. Com relação à formação pessoal .......................................................... 15 7.1.2. Com relação à compreensão da química .............................................. 15 7.1.3. Com relação à busca de informações, à comunicação e expressão ..... 16 7.1.4. Com relação ao ensino de química ....................................................... 16 7.1.5. Com relação à profissão ........................................................................ 16 7.2. Relação entre as habilidades, disciplinas e o perfil pretendido .................... 17 7.3 Integração Ensino, Pesquisa e Extensão ...................................................... 17 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ......................................................................... 19 9. PLANEJAMENTO E FILOSOFIA CURRICULAR ............................................... 21 9.1. Conteúdos básicos e complementares ......................................................... 22 9.2. Eixos temáticos ............................................................................................. 22 9.2.1. Eixo1 - Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química .......................................................................................................................... 22 1 9.2.2. Eixo 2 - Química na interação Homem-Meio Ambiente ......................... 22 9.2.3. Eixo 3 - Instrumentação e Química Investigativa ................................... 22 9.2.4. Eixo 4 – Linguagem ............................................................................... 23 9.2.5. Eixo 5 – Conhecimento .......................................................................... 23 9.2.6. Eixo 6 - Cultura e Escola ..................................................................... 23 9.2.7. Eixo7 - Sujeitos da Atuação Docente .................................................. 24 9.2.8. Eixo 8 - Prática Profissional ................................................................ 24 10. ESTRUTURA DO CURSO ............................................................................... 28 10.1. Matriz Curricular .......................................................................................... 28 10.2 Ementas e Bibliografia ................................................................................. 30 10.2.1 Ementas das disciplinas do eixo Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química ................................................................................ 30 10.2.2. Ementas das disciplinas do eixo Química na interação Homem-Meio Ambiente .......................................................................................................... 32 10.2.3. Ementas das disciplinas do eixo Instrumentação e Química Investigativa .......................................................................................................................... 37 10.2.4. Ementas das disciplinas do eixo Linguagem ....................................... 45 10.2.5. Ementas das disciplinas do eixo Conhecimento .................................. 47 10.2.6. Ementas das disciplinas do eixo Cultura e Escola .............................. 50 10.2.7 Ementas das disciplinas do eixo Sujeitos da Atuação Docente ........... 51 10.2.8 Ementas das disciplinas optativas intercursos ..................................... 57 10.2.9 Ementas das disciplinas optativas intracurso ....................................... 59 11. METODOLOGIA DE ENSINO .......................................................................... 68 12. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ..................... 69 13. DINÂMICA DO ESTÁGIO CURRICULAR ....................................................... 71 14. DINÂMICA DO TCC: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................ 73 15. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................... 74 15.1. Programa de Nivelamento .......................................................................... 75 15.2. Programa de Monitoria ................................................................................ 76 16. RECURSOS ..................................................................................................... 78 16.1. Institucionais ............................................................................................... 79 16.2. Específicos utilizados pelo curso ................................................................ 79 16.2.1. Laboratórios de formação geral ........................................................... 79 16.2.2. Laboratórios de formação específica ................................................... 79 2 17. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................... 79 18. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................. 79 1. APRESENTAÇÃO O Curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo-ES, aprovado pelo CEPE/CAS Nº 004, em 29 de dezembro de 2004, oferece, por meio de processo seletivo, 40 vagas anuais no período noturno. O período de matrículas e rematrículas é informado em calendário acadêmico. O Curso é integralizado em três anos (06 períodos) e possui carga horária de 3000 horas distribuídas em: 2200 horas de Disciplinas Obrigatórias, 200 horas de Atividades Complementares, 120 horas de Trabalho Conclusivo de Curso – TCC, 400 horas de Estágio Supervisionado e 80 horas de Disciplinas Optativas. 1.1. Histórico Institucional Sediado em Cachoeiro de Itapemirim, município com localização estratégica na região sul do Estado do Espírito Santo, o Centro Universitário São Camilo - ES está instalado em área com 43000 metros quadrados e atua nos segmentos da Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Superior e PósGraduação. Põe à disposição de seus alunos e colaboradores uma completa infraestrutura de ensino e extensão e se estrutura na área da pesquisa. Em 1989, foi incorporada à USC, em Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, a então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Madre Gertrudes de São José e o ICE – Instituto Cachoeirense de Ensino. Em 03 de junho de 2004, após processo de credenciamento, o MEC credenciou o Centro Universitário São Camilo Espírito Santo, em Cachoeiro do Itapemirim, por meio da Portaria Nº 1.653/04. O Centro Universitário exerce papel fundamental no desenvolvimento regional por meio de parcerias com empresas e instituições nacionais e internacionais em diversas áreas de atuação. Desenvolve projetos de extensão, cujo foco são as áreas social, esportiva, educacional, cultural e ambiental. São oferecidos, atualmente, 22 cursos presenciais de graduação, dois superiores de tecnologia e 46 programas de pós-graduação Lato Sensu. O quadro docente da IES é formado por 155 docentes com titulações distribuídas da seguinte 3 forma: 02 Doutores, 53 Mestres, 95 Especialistas e 05 Graduados1. Conta com, aproximadamente, 386 colaboradores, entre corpo docente e corpo técnicoadministrativo. Nos quadros a seguir, temos a dimensão exata do número de alunos divido por segmento educacional no Centro Universitário São Camilo – ES. TABELA 1: Número de alunos por nível de ensino do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo Centro Universitário São Camilo - ES Nível de Ensino Nº. de alunos Básico 810 Técnico 435 Graduação 3439 Pós-Graduação 1193 Total 5877 Fonte: Secretaria do Centro Universitário São Camilo – julho/2011 1.2. Histórico do curso A implementação do Curso de Licenciatura em Química estava prevista pelo Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) e iniciou-se no ano de 2005. Desde então, o curso vem sendo aprimorado com crescente melhoramento da estrutura pedagógica, tanto do ponto de vista da contratação de professores qualificados, quanto também através da melhoria na estrutura curricular. Esse avanço é embasado em um intenso trabalho de participação do curso em diversos eventos científicos, tais como feiras de ciências, exposições de diversos setores, palestras e visitas técnicas em diversas empresas. No sul do Estado, a São Camilo foi a primeira Instituição a oferecer cursos na área de Química. Isso se traduz em um pioneirismo da instituição, a qual, sensível à realidade local de carência de profissionais qualificados para o magistério nesta modalidade, tem investido maciçamente na melhoria das condições de formação dos seus futuros egressos. 1 Dados fornecidos pela Seção de Recursos Humanos. Ano-base 2011. 4 O curso insere-se num contexto em que muitos docentes que atuam nas redes de ensino, na área de Química, não possuem habilitação nessa modalidade. Esses profissionais veem nesse curso uma chance de se qualificarem em tempo hábil às exigências do mercado em que atuam. Ao mesmo tempo, pela própria dinâmica estabelecida no curso, sentem-se incluídos ativamente no processo de construção/sedimentação de uma cultura científica, totalmente contextualizada à nossa realidade no sul do estado. 1.3. Fundamentação legal do curso As Diretrizes Curriculares para o curso de Licenciatura em Química estão legalmente amparadas pela Resolução CNE/CES Nº 8, de 11 de março de 2002 (publicada no Diário Oficial da União em 26 de março de 2002, na seção 1, p.13). A carga horária do curso de Licenciatura em Química deverá obedecer ao disposto na Resolução que normatiza a oferta dessa modalidade: Resolução CNE/CP Nº 1 e 2/2002, de 19 de fevereiro de 2002. Além dos Pareceres CNE/CP 09/2001, CNE/CP 21/2001 e CNE/CP 28/2001. 2. MISSÃO 2.1. Da Instituição Promover o desenvolvimento do ser humano por meio da educação e da saúde, segundo os valores camilianos. 2.2. Do Curso Formar licenciados em Química Habilitados, cientificamente competentes, socialmente conscientes, produtores de modelos e teorias para o mundo contemporâneo, que universalizem o saber, contribuindo para uma construção da consciência crítica e incentivando a criatividade. 3. CONCEPÇÃO DO CURSO O curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo, do ponto de vista epistemológico, tem como questão central considerar o conhecimento como uma interpretação histórico-social e não como um dado objeto. Esse é 5 resultado de um processo dinâmico em que a interação sujeito-objeto é mediada por outros sujeitos e circunstâncias histórico-culturais. Portanto, o conhecimento não é um ato passivo e solitário. Ao contrário, é compreensão sobre a realidade adquirida na relação com o outro, num processo dialógico, o que torna o conhecimento sempre aberto e inacabado. Nessa concepção, conhecer não se reduz a informar, senão que é preciso operar com as informações para, a partir delas, chegar ao conhecimento. Então, a Universidade tem o papel de proceder à mediação entre a sociedade da informação e os alunos, para possibilitar, pelo exercício da reflexão, a condição necessária à permanente construção do homem. Tal enfoque sinaliza que a formação para a docência exige garantir condições, aos futuros professores, de distinguir: um conhecimento transmitido de um conhecimento construído; um conhecimento abstrato de um conhecimento contextualizado; um conhecimento formal e teórico de um conhecimento prático. Enfim, entre conhecimentos adquiridos através de um corpo de conhecimentos científicos e técnicos e um conhecimento produzido na prática. No contexto atual de provisoriedade e incertezas, ter uma concepção de informação e de conhecimento, de maneira integrada, é fundamental para o sucesso dos egressos da Licenciatura em Química, pois os saberes construídos ao longo do curso serão conectados, permitindo uma maior compreensão de seu entorno, gerando novas buscas e novos olhares à realidade. Do ponto de vista pedagógico, o curso tem como ponto central o fato de que reconhecer-se como aprendiz é condição necessária a todo professor que pretenda alcançar níveis mais elevados de profissionalização. Entretanto, para efetivação dessa concepção como práxis pedagógica, é necessário um docente capaz de ir além de sua especificidade, levando em conta que os conhecimentos a serem adquiridos pelos alunos são provenientes da investigação humana. Enseja-se, então, que a concepção de “aula” seja substituída pela concepção de estratégias dialógicas, de ênfase nos processos de como o sujeito aprende, de como se conduzir nesta sociedade do conhecimento, enfim, por uma concepção que garanta ao futuro profissional “aprender a aprender” para que possa igualmente ensinar desse modo. Ressaltem-se, aqui, os princípios da integração teoria e prática e do espírito investigativo como processo formativo. 6 Para auxiliar na implementação dessas concepções, o docente do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo conta com profissionais que compõem o chamado apoio pedagógico, um espaço onde estratégias são discutidas visando ao atendimento dos pressupostos epistemo-pedagógicos aqui apresentados. É evidente que todas essas ações acontecem sempre considerando as características das disciplinas, as necessidades detectadas no processo de ensino-aprendizagem e a peculiaridade de cada curso. Como já evidenciado, não se trata de garantir a aprendizagem obrigatória de conteúdos e sim, em estabelecer uma relação com o processo de aprendizagem e de conhecimento, formando um profissional melhor preparado para o enfrentamento com as necessidades cotidianas: um profissional identificado pela autonomia intelectual e pela autonomia docente. Formar profissionais com o perfil acima descrito é fundamental, tanto do ponto de vista do mercado nacional quanto do regional, visto que a área da Química é carente de docentes na educação básica. Segundo o ministério da educação, existe um déficit de 250 mil professores, nas escolas de ensino fundamental e médio, no país e uma das áreas mais críticas é a de Química. O Estado do Espírito Santo e a região que compreende a cidade de Cachoeiro de Itapemirim não se diferencia do restante do Brasil. Essa região é o principal pólo político, cultural e econômico do sul do estado, abrangendo um grande número de municípios. Há uma série de instituições de ensino, tanto de nível fundamental, médio e superior. Existe, principalmente nas instituições de ensino médio, uma enorme falta de professores de Química, ou melhor, dizendo, químicos educadores. O Curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo Espírito Santo vem somar esforços no sentido de aprimorar a questão educacional local, pela implementação de mais um curso de licenciatura, aumentando a oferta de professores licenciados em diversas áreas do conhecimento. A Química têm um papel indiscutível na educação científica básica de qualquer indivíduo. 3.1. Princípios teóricos O Curso de Licenciatura em Química, do Centro Universitário São Camilo – ES, orienta-se por uma concepção teórica fundamentada em estudos contemporâneos que apontam para a necessidade de se (re)ssignificar não só a 7 forma de pensar e fazer “ciência”, como também, a necessidade de se repensar a formação de professores para esta área, no sentido de criar uma identidade própria. Nesta perspectiva, o Curso de Licenciatura em Química, epistemologicamente, assenta-se numa visão de ciência, que, conforme nos explica Bachelard (1983, p.28), “ciência que traz a marca da atividade humana, da atividade refletida, diligente, normatizante”. Para este autor, que defende uma posição racionalista, totalmente contrária à posição empirista, a que acredita nas evidências sujeitas apenas aos sentidos, precisa ser rompida pelos professores da área científica e é isto que se propõe com este Projeto Pedagógico de Química. Definir o que é ciência ou tudo o que se faz com o nome de ciência é difícil. Os cientistas sempre estão dispostos a rediscutir o que já foi descoberto e descrever e interpretar sob novos enfoques o que já era tido como conhecimento. Segundo Chalmers (1993) não há uma categoria geral, ”a ciência”, e nenhum conceito de verdade à altura da tarefa de caracterizar a ciência como busca da verdade. Se é difícil definir ciência, mais difícil ainda é definir o que é a ciência química. De acordo com o Dicionário Aurélio, química é a ciência em que se estuda a estrutura das substâncias, correlacionando-as com as propriedades macroscópicas, e se investigam as transformações destas substâncias. Segundo Driver et al (1995) é ciência química aquilo que o é na comunidade científica dos químicos, e ela se torna uma maneira de ver as coisas dentro dela. Para o curso de Licenciatura em Química, do Centro Universitário São Camilo-ES, química é a relação entre a teoria e a prática, é saber falar sobre e interpretar as transformações da matéria causadas por novas interações em diferentes tipos de reações, ou seja, a reação química deve ter relação com a equação química, assim como as ligações químicas com as interações e as teorias atômicas tem que estar diretamente relacionadas com os fatos químicos estudados. O currículo do Curso de Licenciatura em Química, seguindo a teoria humanista, foi pensado tendo como prioridade o indivíduo enquanto pessoa, valorizando sua autorealização, seu crescimento pessoal. Do ponto de vista da educação, valoriza o educando como um todo, considerando seus pensamentos e ações e não apenas seu intelecto, rompe com um pensamento hegemônico de ciência. Compreende que a racionalidade não pode estar ausente do meio social, pois ela é uma construção que permite a interação humana e com o meio em níveis de 8 maior justiça e com a participação de todos. Defende uma ciência mais consequente e mais coerente com as novas necessidades das pessoas, segundo uma lógica entre o que o conhecimento científico já pode realizar e aquilo que realmente é bom para o equilíbrio da vida no globo terrestre, o equilíbrio entre as nações e o bem estar nas comunidades. Nessa perspectiva, segundo a teoria humanista, a aprendizagem é um processo de aprimoramento do indivíduo e não apenas do conhecimento. O objetivo mais amplo é desenvolver os pensamentos, os sentimentos, as ações de forma integrada, a fim de que se possam fazer escolhas e tomar decisões mais seguras, já que o licenciado em química estará contribuindo na formação de cidadãos. Cidadãos conscientes quanto ao uso da ciência para melhoria da vida das pessoas, como um bem cultural, uma conquista da humanidade, que deve servir a todos. A atividade do químico conforme explica Chagas (1989) se caracteriza por dois aspectos complementares, sendo um de cunho prático, que envolve uma maneira especial de lidar com a matéria, e outro de cunho mais teórico, com a preocupação maior de pensar sobre os fatos observáveis em termos de esquemas e modelos representativos. Através da química o homem controla a natureza pelas interações, estudos e descobertas que faz e isto traz importantes contribuições na formação dos indivíduos em uma sociedade tecnológica e complexa como a nossa. Todos precisam lidar com os novos materiais colocados à disposição pela produção química nas mais diversas situações. Diante do exposto fica evidente a importância da química na sociedade e a necessidade de formar profissionais da área capacitados e éticos que sejam capazes de colaborar na reconstrução do planeta. O Curso de Licenciatura em Química forma profissionais licenciados que exercem, com responsabilidade e discernimento, a sua cidadania, através do conhecimento químico e propõe que a educação do cidadão seja uma preocupação constante dos professores de química, desde a Educação Básica até o ensino superior. 4. OBJETIVOS DO CURSO 4.1. Geral 9 O Curso de Licenciatura em Química tem como objetivo geral, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (Resolução CNE/CES Nº 8 de 11 de março de 2002), formar o profissional de química para exercer o magistério nos ensinos fundamental e médio, utilizando metodologia de ensino variada, contribuindo para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e despertando o interesse científico nos mesmos. 4.2. Específicos Alinhados às competências e habilidades gerais para a formação do profissional de química, são considerados objetivos específicos do Curso de Licenciatura em Química desta IES: • Proporcionar o conhecimento dos conceitos, leis e princípios da química; • Proporcionar o conhecimento das propriedades físicas e químicas e entender o comportamento físico-químico dos elementos e compostos químicos; • Oferecer conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de laboratório; • Identificar os aspectos filosóficos e sociais que definem a realidade educacional; • Proporcionar ao futuro profissional de química aprender a trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das etapas que compõem uma pesquisa educacional; • Proporcionar o aprendizado do trabalho em laboratório e como usar a experimentação em química como recurso didático; • Propiciar o conhecimento dos princípios de planejamento educacional; • Capacitar o futuro profissional de química a identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a Química, inclusive as disponíveis na modalidade eletrônica, que possibilitem a contínua atualização técnica, científica, humanística e pedagógica; • Desenvolver, nas atividades práticas e de estágio, estratégias de ensino que permitam ao acadêmico participar ativamente do processo de construção do conhecimento. 10 Os objetivos são consolidados na articulação do ensino da extensão e da pesquisa (sustentação das atividades acadêmicas e das práticas profissionais). Essa articulação, embasada nos conteúdos curriculares propostos a partir dos oito eixos estruturantes da matriz curricular, assegura a aquisição e o desenvolvimento das habilidades e das competências pretendidas ao profissional licenciado em Química graduado no Centro Universitário São Camilo – ES. 5. LINHAS DE ATUAÇÃO O licenciado em Química poderá atuar na educação básica, em instituições públicas e privadas, atendendo às necessidades e realidades peculiares a sua região de abrangência, bem como ao contexto do ensino no país. Além do magistério, o licenciado em química poderá exercer as seguintes atribuições: • Direção, supervisão, programação, coordenação, orientação e responsabilidade técnica em indústrias da área química; • Assistência, assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, para industrias da área química; • Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e serviços técnicos; Elaboração de pareceres, laudos e atestados; • Desempenho de cargos e funções técnicas na área da química; • Ensaios e pesquisas. Pesquisa e desenvolvimento de métodos e produtos; • Análise química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal, padronização e controle de qualidade. As oportunidades de trabalho para profissionais na área da química, especificamente a licenciatura, são promissoras e oportunas, considerando a grande carência de professores de química no país. Além disso, a economia do estado do Espírito Santo tem crescido muito e em setores da área, como por exemplo, mineração, siderurgia e petróleo, necessitando assim de profissionais graduados em Química. 6. PERFIL DOCENTE 11 O atual Projeto Político Pedagógico do curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo - Espírito Santo toma como ponto de partida que os docentes da instituição são os sujeitos centrais, que darão vida e construirão os caminhos de sua implantação. Para tanto, é necessário que o docente seja um profissional que perceba a necessidade de uma constante revisão de sua prática e a realize, partindo do pressuposto de que o seu processo de formação, como sujeito de conhecimento, jamais será finalizado. Por isso, é desejável que a construção do conhecimento em sua trajetória seja vinculada a uma postura reflexiva. Espera-se que o docente do São Camilo – Espírito Santo: a. considere-se sujeito em formação; b. articule teoria e prática de forma efetiva e evidenciada; c. aproprie-se de novas linguagens e recursos tecnológicos, visando melhoria do seu desempenho; d. preocupe-se com o desenvolvimento ético, estético e profissional do aluno; e. promova a autonomia intelectual e acadêmica do aluno; f. conceba a avaliação da aprendizagem discente como processual e investigativa; g. reflita sobre as dificuldades de aprendizagem dos alunos e proponha alternativas de superação; h. problematize a ação docente e seus desafios; i. comprometa-se com o desenvolvimento do projeto pedagógico do curso e, em especial, com as ementas dos componentes curriculares e elabore propostas de revisão ou correção de rumos quando identificar essa necessidade; j. demonstre capacidade de dialogar com a comunidade acadêmica, além de demonstrar flexibilidade e competência em lidar com os conflitos, as diferenças e as diversidades; k. invista na pesquisa como um componente da formação do profissional formado no Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, contribuindo para o aperfeiçoamento e avaliação das atividades desenvolvidas em todo projeto; l. participe das avaliações institucionais; m. promova tempos e espaços para a participação dos alunos em projetos de pesquisa, ensino e extensão; 12 n. estimule a futura inserção do aluno em programas de pós-graduação. 13 7. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O licenciado em Química, formado no Centro Universitário São Camilo – ES, assim como apregoa as DCN’S, deverá ter uma formação generalista, mas sólida e abrangente em conhecimentos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador na educação fundamental e média. Deverá possuir domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios e equipamentos, e condições de atuar, também, em todos os campos de atividade sócio-econômica que envolvam transformações químicas, controlando os seus produtos, interpretando criticamente etapas, efeitos e resultados, aplicando abordagens criativas à solução de problemas e, desenvolvendo novas aplicações tecnológicas. A sua formação deverá lhe dar condições de exercer plenamente a sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos que, direta ou indiretamente, possam vir a ser atingidos pelos resultados de suas atividades. Nessa perspectiva, o Curso de Química do Centro Universitário São Camilo Espírito Santo contempla os fundamentos teórico-práticos e metodológicos que garantem ao egresso uma formação embasada em uma práxis pedagógica constituída da pesquisa em ensino de Química, buscando estratégias de ensino diversificadas que explorem menos a memória e privilegiem mais o raciocínio. Assim, pretende-se garantir espaço para a gestação de um professor capaz de lecionar a disciplina de Química, em nível de ensino fundamental e médio, nas instituições públicas ou privadas, para adolescentes, jovens e adultos, aptos a lidar com todas as responsabilidades e implicações da docência, quer sejam elas teóricas ou metodológicas. Percebe-se, então, ao longo do curso, uma preocupação em garantir, ao licenciando, espaços que lhe possibilitem trabalhar adequadamente o conhecimento da química em áreas correlatas, de forma pedagógica, visando à atuação profissional como educador no ensino médio e fundamental de forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando problemas de ensino/aprendizagem. Dessa forma o curso de Licenciatura em Química possui a sua inter-relação formativa 14 baseada em quatro dimensões (vide gráfico abaixo), que asseguram ao licenciado em química o perfil profissional citado acima. 6,94% Eixo 1 Horas de prática como componente curricular 13,89% 13,89% Eixo 2 Horas de estágio curricular supervisionado Eixo 3 Horas de aula para conteúdos curriculares científico-cultural 65,28% Eixo 4 Horas para outras formas de atividades acadêmico-científicoculturais Figura 1 - Perfil de Formação do Egresso. O licenciado em Química, graduado pelo Centro Universitário São Camilo – ES, terá competências e habilidades ligadas à formação pessoal, à compreensão da Química, à busca de informação e à comunicação e expressão, ao ensino de Química e à profissão. Com relação à formação pessoal, o licenciado em Química deverá se autoaperfeiçoar continuamente e ter formação humanística. Quanto à compreensão da Química, o licenciado em Química deverá ter conhecimento dos conceitos, leis, propriedades e princípios Químicos. Com relação à busca de informação e à comunicação e expressão deverá ser capaz de realizar buscas, em meios eletrônicos e remotos, com o intuito de se atualizar técnica, científica, humanística e pedagogicamente. Quanto ao ensino de Química, o futuro profissional deverá pensar a sua prática em sala de aula, aliada aos aspectos sociais, políticos e éticos. No tocante à profissão, o licenciado em Química deverá ter consciência da sua importância social e do seu papel de formar cidadãos. 7.1. Competências e habilidades A formação do licenciado em Química pelo Centro Universitário São Camilo – ES está alinhada as competências e habilidades que contemplam a formação 15 pessoal, a compreensão da química, a busca de informações, a comunicação e expressão, o ensino da química e a profissão. Cada tópico está devidamente listado abaixo. 7.1.1. Com relação à formação pessoal A) Possuir conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios, bem como dos procedimentos básicos necessários de primeiros socorros, nos casos dos acidentes mais comuns em laboratórios de Química; B) Ter uma visão crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua natureza epistemológica, compreendendo o processo histórico-social de sua construção; C) Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem uma pesquisa educacional; D) Ter interesse no autoaperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos extracurriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com o ensino de Química, bem como para acompanhar as rápidas mudanças tecnológicas oferecidas pela interdisciplinaridade, como forma de garantir a qualidade do ensino de Química; E) Ter formação humanística que permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos. 7.1.2. Com relação à compreensão da química A) Compreender os conceitos, leis e princípios da Química; B) Compreender as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento físicoquímico, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade; C) Acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais; D) Reconhecer a Química como construção humana e compreender os aspectos históricos de sua construção e suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político. 16 7.1.3. Com relação à busca de informações, à comunicação e expressão A) Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, símbolos, expressões e outros); B) Saber escrever e avaliar criticamente os materiais didáticos, como livros, apostilas, “kits”, modelos, programas computacionais e materiais alternativos. 7.1.4. Com relação ao ensino de química A) Compreender e avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos, ambientais, políticos e éticos relacionados às aplicações da Química na sociedade; B) Saber trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em Química, programas computacionais educativos e vídeos educacionais como recursos didáticos; C) Possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em ensino de Química; D) Conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de Química; E) Conhecer e vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de Química; F) Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem uma pesquisa educacional; G) Ter atitude favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados de pesquisa educacional em ensino de Química, visando solucionar os problemas relacionados ao processo ensino/aprendizagem; H) Ter habilidades que o capacitem para preparação e desenvolvimento de recursos didáticos e instrucionais relativos à sua prática e para avaliação do material didático disponível no mercado. 7.1.5. Com relação à profissão A) Atuar no magistério, em nível de ensino básico de forma dinâmica e criativa sempre buscando novas alternativas educacionais; B) Saber analisar os dados experimentais obtidos por técnicas instrumentais analíticas; C) Ter interesse no autoaperfeiçoamento contínuo na busca de soluções para questões relacionadas às atividades profissionais do Químico; 17 D) Reconhecer e identificar problemas ambientais; E) Saber as aplicações dos métodos clássicos de análise, suas potencialidades e limitações; F) Ser ético nas suas ações e respeitar de forma irrestrita as pessoas que fazem parte de sua classe profissional; G) Assumir conscientemente a tarefa educativa, cumprindo o papel social de preparar os alunos para o exercício consciente da cidadania; H) Desempenhar outras atividades na sociedade, para as quais uma sólida formação universitária seja importante fator de sucesso. 7.2 Relação entre as habilidades, disciplinas e o perfil pretendido Para desenvolver as habilidades pretendidas, o aluno terá as disciplinas organizadas em oito eixos estruturantes, a saber: Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química, Química na interação homem-meio ambiente, Instrumentação e química investigativa, Linguagem, Conhecimento, Cultura e escola, Sujeitos da atuação docente e Prática profissional, os quais asseguram a formação generalista, mas sólida e abrangente do licenciado em Química pelo Centro Universitário São Camilo - ES, como propõe as DCN’s. O eixo Prática Profissional contempla o estágio supervisionado, esse eixo tem a finalidade de propiciar ao acadêmico a vivência das situações reais do cotidiano escolar, confrontando-as com as teorias e os princípios humanísticos, éticos e solidários aprendidos com as disciplinas cursadas durante o curso. O estágio supervisionado contribui efetivamente para formação do discente com o perfil de um professor apto a lidar com todas as responsabilidades e implicações da docência, quer sejam elas teóricas ou metodológicas. 7.3 Integração Ensino, Pesquisa e Extensão Embora a prerrogativa para Centro Universitário enfoque ensino e extensão, entende-se que a qualidade do ensino ministrado está relacionada à interlocução da Instituição com os avanços científicos das áreas de saber dos cursos oferecidos, configurando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Tal concepção está materializada no Programa de Tecnologia e Desenvolvimento, cuja sustentação se encontra no diálogo entre docentes, discentes, comunidade e setor produtivo por meio dos Grupos de Estudo e Pesquisa – GEP’s. Assim proporciona aos discentes o 18 desenvolvimento de capacidades fundamentais ao processo de aprendizagem, integrando conhecimentos interdisciplinares, teóricos e práticos, capacitando-os à análise e à atuação profissional crítica e socialmente relevante. Evidências das informações anteriores são: criação de espaços formadores em Metodologia Científica, implantação dos Programas de Iniciação Científica Voluntário, Programa de Concessão de Bolsas de Iniciação Científica e Programa de Monitoria, aprovados pelos Conselhos Superiores. A participação em eventos acadêmicos é estimulada pela IES com apoio financeiro. A extensão, no Centro Universitário São Camilo – ES, interliga a IES, nas suas atividades de ensino e pesquisa, com as demandas do setor produtivo e da comunidade interna e externa. Os projetos desenvolvidos através da extensão no Curso de Licenciatura em Química asseguram ao discente a participação em seminários, eventos, visitas técnicas, estando vinculados aos conteúdos ministrados, estabelecendo articulação com a pesquisa realizada pelos GEP’s – Grupos de Estudo e Pesquisa - e com os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). 8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A Organização Curricular do Curso de Química do Centro Universitário São Camilo - Espírito Santo orienta-se pelas recomendações constantes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Licenciatura em Química, nos princípios prescritos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, e nos Referenciais para a Formação de Professores. As mudanças propostas e norteadoras existentes nesses documentos apontam a conduta curricular que subsidia o processo de formação do profissional, garantindo uma melhor qualificação do professor, por meio da articulação entre as abordagens da docência em espaços de educação formal e não formal, numa perspectiva contínua. O curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo-ES está organizado em torno de oito eixos estruturantes, a saber: Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química, Química na interação homem-meio ambiente, Instrumentação e química investigativa, Linguagem, Conhecimento, Cultura e escola, Sujeitos da atuação docente e Prática profissional. A estrutura 19 curricular está disposta em seis semestres, os quais em formação subsequente permitem aos alunos que obtiverem os índices de notas estabelecidos pela instituição e a frequência mínima de 75% nas aulas, o título de Licenciado em Química, usufruindo de todas as prerrogativas legais da função. Atendendo ao perfil profissional solicitado pelos pareceres 009/2001 e 28/2001, a estrutura curricular dos Cursos de Licenciatura garante a relação teoria e prática, a perspectiva investigativa e integradora como eixo articulador da produção do conhecimento orientando toda a organização dos cursos. Desse modo, a escolha dos componentes curriculares prioriza programas que orientem e estejam em consonância com o conjunto das competências a serem desenvolvidas pelo futuro profissional. O eixo Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química permite a familiaridade com a linguagem matemática e física e fornece suporte necessário a compreensão dos princípios da Química. Os eixos Química na interação Homem- Meio Ambiente e Instrumentação e Química Investigativa destinam-se a abordar conceitos, princípios, leis, propriedades, mecanismos e experimentações de cunho específico que irão garantir uma sólida formação na área da Química. Os eixos Linguagem, Conhecimento, Cultura e Escola, Sujeitos da Atuação Docente e Prática Profissional contemplam disciplinas comuns às Licenciaturas e abordam a formação do professor, dando-lhe ferramentas pedagógicas e culturais para ensinar Química. A matriz desenhada, a partir dessa perspectiva, atende às Diretrizes Curriculares Nacionais, pois garante espaço para todos os conteúdos elencados nessas DCN’s, adotando uma abordagem integralizadora. O Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, atende à Resolução ME CNE/CES nº 3, de 2 de Julho de 2007, por meio de atividades de efetivo trabalho discente, uma vez que no artigo 2º, inciso II da Resolução, a atividade acadêmica ou do trabalho discente efetivo pode ser compreendido como “atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas.”. Nessa perspectiva, o curso de Licenciatura em Química, por meio do Sistema Acadêmico de Gestão, propõe ao corpo discente, em cada semestre, ao longo dos períodos de integralização, atividades tais como as citadas nessa Resolução, as quais complementam os estudos teóricos e práticos realizados em 20 sala de aula. Tal dinâmica está explicitada em cada Plano de Ensino, é orientada pelo professor e supervisionada pelo coordenador de curso. Essas atividades propostas, mais que uma estratégia para complementação de carga horária, objetivam desenvolver no corpo discente a autonomia, a tomada de decisões, a pesquisa, a pró-atividade e, principalmente, o aprender a aprender capacidades essenciais na construção de uma educação que forma e desenvolve o sujeito como ser humano e profissional, capaz de tornar diferenciada a sociedade na qual atua. 9. PLANEJAMENTO E FILOSOFIA CURRICULAR As reformas educacionais que envolvem a educação brasileira encontram-se relacionadas às propostas de mudança de currículos. As transformações sociais, econômicas, políticas, culturais que se consolidam no país apontam para a necessidade de currículos que permitam ao Licenciado em Química possuir competências e saberes, tanto no campo pedagógico didático, como no campo das áreas específicas, sendo capaz de fazer a transposição didática dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso para o seu fazer pedagógico cotidiano. Dessa forma, a formação de um licenciado em Química ganhou um novo sentido. Trata-se de construir uma visão da Química voltada para a formação de um cidadão contemporâneo, atuante e solidário, com instrumentos para, além de compreender, intervir e participar na realidade, mediar o conhecimento dos conceitos físicos desta realidade. Do ponto de vista filosófico, a Química deve apresentar-se, portanto, como um conjunto de competências específicas que permitam perceber e lidar com os fenômenos naturais e tecnológicos, presentes tanto no cotidiano mais imediato quanto na compreensão do universo distante, a partir de princípios, leis e modelos por ela construídos. Isso implica, também, a introdução à linguagem própria da Química, que faz uso de conceitos e terminologia bem definidos, além de suas formas de expressão que envolvem, muitas vezes, tabelas, gráficos ou relações matemáticas. Do ponto de vista epistemológico, a Química deve vir a ser reconhecida como um processo cuja construção ocorreu ao longo da história da humanidade, 21 impregnado de contribuições culturais, econômicas e sociais, que vem resultando no desenvolvimento de diferentes tecnologias e, por sua vez, por elas sendo impulsionado. Nessa perspectiva, o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo concebe a formação profissional específica como fruto de um contínuo processo que ocorre por meio de ações e intervenções concretas, no dia-a-dia da sala de aula, em atividades envolvendo diferentes assuntos, conhecimentos e informações. Para a organização dessas atividades, faz-se necessário privilegiar a escolha de conteúdos que sejam adequados aos objetivos em torno dos quais seja possível estruturar e organizar o desenvolvimento das habilidades, competências, conhecimentos, atitudes e valores desejados. Há, certamente, certos assuntos ou tópicos com maior potencial do que outros, para os objetivos pretendidos, o que impõe escolhas criteriosas. Os temas de trabalho, na medida em que articulam conhecimentos e competências, transformamse em elementos estruturantes da ação pedagógica, ou seja, em eixos e sub-eixos estruturantes. Do ponto de vista pedagógico, o curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo busca uma metodologia emancipatória, interdisciplinar, empregando métodos, técnicas e materiais didáticos, que levem ao domínio do conteúdo ministrado, traduzindo-se em competências e habilidades, que são objetivadas para o perfil do egresso. Assim, as práticas pedagógicas desenvolvidas na sala de aula visam à construção da vida acadêmica humana e científica, nutrindose da pesquisa e da extensão como um dos caminhos para alcançar as grandes metas institucionais. Os projetos interdisciplinares e demais atividades de pesquisa constituem-se em estratégias para fortalecer a ampliação do universo pessoal e social do egresso, redimensionar as relações pedagógicas, constituir novos espaços de referência e desenvolver relações de apoio mútuo. Ressalta-se, também, que o processo educativo do profissional não se esgota quando termina sua formação inicial, o que faz com que o Centro Universitário São Camilo – ES busque oferecer cursos de Pós-graduação Lato Sensu com os mesmos princípios e objetivos dos cursos de graduação, sejam eles bacharelado, licenciatura e tecnológicos, articulando, dessa forma, os diferentes níveis de ensino e possibilitando o avanço permanente da profissionalização de seus egressos. 22 Figura 2: Mapa Conceitual - Relação entre os eixos temáticos. 9.1. Conteúdos básicos e complementares Os conteúdos básicos, os quais contemplam a área da ciência exata, Matemática e Física, são: matemática básica, mecânica, eletromagnetismo, cálculo diferencial, geometria analítica, cálculo integral, álgebra linear e história da ciência. Esses são essenciais para entender e explicar os conteúdos das disciplinas de Química básica: química geral, laboratório de química geral, química inorgânica, química orgânica, geologia e mineralogia, química ambiental, bioquímica, físicoquímica, química analítica qualitativa, laboratório de físico-química, química analítica quantitativa, laboratório de inorgânica e matéria e energia. Os conteúdos básicos de Química são enriquecidos pelos conteúdos complementares: investigação científica, tópicos de física e química e experimentos de baixo custo. Aliam-se a esses conteúdos, todas as disciplinas dos eixos de Linguagem, Conhecimento, Cultura e Escola e Sujeitos da atuação docente. 9.2. Eixos temáticos 23 9.2.1. Eixo1 - Ferramentas da matemática e da física para o estudo da química Para entender e explicar a natureza através da Química, é imprescindível representá-la matematicamente. Nesse eixo, serão trabalhados os conceitos básicos da Matemática, ferramentas necessárias para a compreensão dos princípios da Química. Também serão abordados conceitos correlatos da Física, importantes na formação do profissional da química. 9.2.2. Eixo 2 - Química na interação Homem-Meio Ambiente Nesse eixo serão abordados conceitos da química importantes na interação do homem com o ambiente: A compreensão da composição e estrutura dos materiais e sua utilização, as perturbações ambientais e sócio-econômicas advindas do uso de recursos naturais ou de compostos sintéticos, os compostos orgânicos de origem natural ou sintéticos e suas aplicações, a bioquímica e as interações dos diferentes compostos em sistemas biológicos. 9.2.3. Eixo 3 - Instrumentação e Química Investigativa O eixo instrumentação e química investigativa aborda as informações de cunho específico que irão garantir uma sólida formação na área da química. Serão discutidas as leis e os princípios fundamentais da química, as propriedades físicas e químicas dos elementos e compostos, suas propriedades físico-químicas, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade. Também serão trabalhadas as técnicas básicas de utilização de laboratórios, a química analítica e a experimentação. 9.2.4. Eixo 4 - Linguagem O eixo “Linguagem” destina-se a garantir o acesso ao conhecimento linguístico-textual-discursivo necessário à vida na sociedade contemporânea, caracterizada pelas constantes transformações. Para atingir esse propósito, elegeuse, como fio condutor das práticas e reflexões a serem implementadas, o texto, visto aqui como instância de materialidade discursiva. Assim, ao se considerar o texto como discurso, prioritariamente, dever-se-á levar em conta o processo de enunciação, a identidade dos seres envolvidos no discurso, o contrato comunicativo que comanda e rege os enunciados, as condições da situação e o contexto em que se dá o emprego dos elementos linguísticos. 24 Nessa perspectiva, privilegiar-se-á, na prática pedagógica, aqui delineada, com vistas a materializar a missão camiliana, o desenvolvimento de duas competências indispensáveis ao sujeito deste tempo: ler e produzir textos; sejam eles escritos, falados, ou gestuais dos mais variados gêneros e suportes com proficiência e a de compreender os textos relacionados às novas exigências da modernidade. Assim, esse eixo propõe um trabalho que privilegie os aspectos relativos ao processo de produção e recepção textual em suas diferentes abordagens e mídias ajudando a promover a melhoria da qualidade de vida de nossa sociedade. 9.2.5. Eixo 5 - Conhecimento Esse eixo proporcionará aos discentes, a partir de questionamentos sobre a realidade, a capacidade de conhecer o mundo por meio da compreensão dos sistemas filosóficos, antropológicos e culturais que fundamentam as tendências pedagógicas e pautam o ato de ensinar e aprender numa atitude de dimensão humanística, ética e política. 9.2.6. Eixo 6 - Cultura e Escola Buscar-se-á, nesse eixo, refletir sobre a indissociabilidade entre cultura e escola, a ampliação de questões teóricas que apresentam a educação como a influência de gerações mais velhas sobre as mais novas e a compreensão das relações existentes dentro da escola, as relações entre a escola e as outras instituições sociais e o funcionamento daquela em relação a estas, sob um olhar ético, histórico, político e pedagógico. A verticalização dos temas de estudo desse eixo, sob diferentes visões teórico-metodológicas e epistemológicas, proporcionará, ao egresso, a interpretação da realidade escolar e o estabelecimento de relações entre esta e a sociedade, promovendo, ainda, a organização e a sistematização dos saberes construídos socialmente, o desenvolvimento do pensamento crítico, flexível e a autonomia intelectual. 9.2.7. Eixo7 - Sujeitos da Atuação Docente Esse eixo privilegia os saberes das ciências da Educação que oferecem uma gama de informações sobre a Educação na sua totalidade, sobre o ofício de ensinar 25 e de aprender e sobre os saberes curriculares que visam dar suporte ao planejamento de suas ações e à avaliação do processo de ensino-aprendizagem. Constituem os saberes da ação pedagógica que, somados ao saber experiencial, oportunizam a associação entre a teoria e a prática e o exercício de busca de bases teórico-metodológicas do fazer docente, para que o professor possa ser mediador e gestor da aprendizagem de seus alunos e de si mesmo, encarados como sujeitos, portadores de singularidade e de cultura. Incluem-se, nesses saberes, o conhecimento da estrutura organizacional da escola, os pressupostos, os valores éticos e as condições qualitativas da prática do trabalho docente. 9.2.8 Eixo 8 - Prática Profissional Esse eixo propõe a associação entre o saber e o saber-fazer. A prática é uma atividade curricular de caráter obrigatório, que tem como finalidade propiciar ao discente a vivência de situações reais do cotidiano escolar, confrontando-as com as teorias e os princípios humanísticos, éticos e solidários aprendidos, durante a realização do curso. Proporcionando ao futuro professor romper com o paradigma histórico da relação transmissão-assimilação de conhecimentos de forma passiva e apresentar mudanças significativas na prática pedagógica a partir do agir-refletiragir. Tal atitude reflexiva, além de marcar e expressar a ação comprometida e responsável do futuro docente, egresso camiliano, denota uma concepção do conhecimento em que a prática é a base para teorizações, que não sendo verdades a serem seguidas, indicam ações sobre determinada realidade, abrindo caminho para novas práticas. Esta é a grande função desse eixo que contempla o estágio curricular supervisionado. A seguir, apresenta-se a matriz curricular do curso de Licenciatura em Química por eixos, ou seja, apresenta-se os conteúdos contemplados em cada eixo estruturante. A carga horária do curso de Licenciatura em Química, do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, contempla 400 horas de estágio curricular supervisionado, 200 horas de atividades complementares acadêmico-científicoculturais, 1850 horas de aulas para os conteúdos curriculares de natureza científicocultural e 430 horas de prática como componente curricular, conforme a Resolução CNE/CP Nº 2, de 19 de fevereiro de 2002. 26 EIXO ESTRUTURANTE Ferramentas da Matemática e da Física para o estudo da Química Química na Interação Homem- Meio Ambiente Instrumentação e Química Investigativa Linguagem COMPONENTES CURRICULARES Matemática Básica Mecânica Cálculo Diferencial Geometria Analítica Eletromagnetismo Cálculo Integral Álgebra Linear História da Ciência Química Geral Química Inorgânica Química Orgânica: Hidrocarbonetos e Haletos Química Orgânica: Funções Oxig. e Nitrog. Bioquímica Geologia e Mineralogia Química Ambiental Físico-Química Laboratório de Físico-Química Laboratório de Inorgânica Química Analítica Qualitativa Matéria e Energia Química Analítica Quantitativa Investigação Científica Experimentos de baixo custo Fundamentos de Espectrometria Laboratório de Química Geral Leit. e Prod. de Texto: Abordagem Linguistica Leit. e Prod. de Texto: Abordagem Cultural Libras Conhecimento Metodologia do trabalho científico Fundamentos filosóficos da educação Antropologia cultural e educação Bioética Educação em Direitos Humanos Sujeitos da Atuação Docente Suj. e Esp.da atuação docente e discente Psicol. da educ.: Desenvolv. e C.H. Teórica 40 60 40 40 60 40 40 40 360 60 80 C.H. Prática 20 20 40 20 60 20 60 30 40 40 370 80 20 10 60 40 60 40 10 40 70 40 40 20 20 30 330 40 190 60 20 60 40 160 40 40 40 40 40 200 20 60 60 40 20 20 27 Aprendiz. Laborat. Docente: Fund. Didáticosmetodológicos Gestão e Legislação Educacional Laboratório Docente: Educação e Mídia Avaliação Escolar Laborat. Docente: Interv. Teóricometodológicas Cultura e Escola Sociedade e Escola Prática Profissional Total Estágio supervisionado Disciplinas Optativas Total 10. 60 40 30 40 20 20 310 40 40 1770 20 90 10 430 400 80 1850 830 ESTRUTURA DO CURSO 10.1. Matriz Curricular Período Disciplinas Carga Horária Leitura e produção de Textos: abordagem lingüística Metodologia do trabalho científico 80 Sujeitos e Espaços da Atuação Docente e Discente 80 Matemática Básica 40 Laboratório de Química Geral 40 Química Geral História da Ciência 80 40 Leitura e produção de Textos: abordagem cultural 400 80 Fundamentos Filosóficos da Educação 40 Sociedade e Escola Cálculo Diferencial 40 1° 2° 40 Geometria Analítica 40 40 Química Inorgânica 80 Laboratório de Inorgânica 40 28 Matéria e Energia 40 400 Educação em Direitos Humanos Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem Laboratório Docente: Fundamentos didáticosmetodológicos Cálculo Integral 40 80 80 40 Álgebra Linear 40 Físico-Química 80 Laboratório de Físico-Química 40 400 Antropologia Cultural e Educação Gestão e Legislação Educacional 40 40 Laboratório Docente: Educação e Mídia 40 Química Orgânica: Hidrocarbonetos e Haletos Mecânica 80 Química Analítica Qualitativa 80 Bioquímica Estágio Supervisionado 40 (-) 100 Libras 400 40 Avaliação Escolar 40 Química Analítica Quantitativa Química Orgânica: Funções Oxigenadas e Nitrogenadas 80 80 Investigação Científica Eletromagnetismo 40 80 Optativa I Estágio Supervisionado 40 (-) 160 3º 4º 5º 6º 80 400 Bioética 40 29 Laboratório Docente: Intervenções teóricometodológicas 40 Experimentos de baixo custo. 40 Fundamentos de Espectroscopia 40 Geologia e Mineralogia 40 Química Ambiental 40 Optativa II Estágio Supervisionado 40 (-) 140 Carga Horária dos Períodos Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Complementares Carga Horária Total 280 2280 400 120 200 3000 10.2 Ementas e Bibliografia 10.2.1 Ementas das disciplinas do eixo Ferramentas da Matemática e da Física para o estudo da Química. Matemática Básica Estudo de Potenciação. Estudo de Notação Científica. Compreensão de Funções. Noções de trigonometria. Aplicação de Sistemas de medidas. Estudo de Limites. Bibliografia Básica: GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. v. 1. HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar: limites derivadas noções de integral. 5. ed. São Paulo: Atual, 1993. v. 8. Bibliografia Complementar: AVILA, Geraldo Severo de Souza. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2011. IEZZI, Gelson; MURAKAMI, Carlos. Fundamentos de matemática elementar: conjuntos e funções. 7. ed. São Paulo: Atual, 2002. v. 1. 30 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar: trigonometria. 6. ed. São Paulo: Atual, 1992. v. 3. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo Harbra, 1990. v. 1. SWOKOWSKI; EAR W. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: MAKRON Books, 1994. v. 1. Mecânica Análise de Medição. Estudo do Movimento Retilíneo. Estudo de Vetores. Compreensão do Movimento em Duas e Três dimensões, princípios da dinâmica, primeira, segunda e terceira leis de Newton e suas implicações. Estudo do Atrito estático, atrito cinético e atrito viscoso. Trabalho. Energia mecânica. Sistema de partículas. Impulso. Momento linear. Compreensão de Colisões. Bibliografia Básica: HALLIDAY, D. Fundamentos da física: mecânica. 7. ed. São Paulo: LTC, 2006. v. 1. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: mecânica. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2007. v. 1. WATARI, Kazunori. Mecânica clássica. 2. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004. v. 2. Bibliografia Complementar: EISBERG, R. M.; LERNER, L. S. Física: fundamentos e aplicações. São Paulo: MacGraw-Hill, 1983, v. 1. GRUPO DE REELABORACAO DO ENSINO DE eletromagnetismo. 2. ed. São Paulo: IEDUSP, 1995. v. 3. FISICA. Física 3: HALLIDAY, D.; RESNICK, R..; WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1. SEARS, F. et al. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1985. v.1. YOUNG, H.; FREEDMAN, R. Física I: mecânica. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. Cálculo Diferencial 31 Estudo de: Função, Limites e continuidade, Derivadas, Regras de L` Hopital, Derivadas sucessivas, Máximos e mínimos, Logaritmos e Exponencial. Bibliografia Básica: AYRES JUNIOR, Frank. Cálculo diferencial e integral. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: cálculo integral. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1988. v. 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. v. 1. Bibliografia Complementar: BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: MacGraw-Hill, 2000. v. 2. GRANVILLE, W. A. Elementos de cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Científica, 1997. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 1. MAURER, Willie Alfredo. Curso de cálculo diferencial e integral: funções de várias variáveis e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. v. 3. SWOKOWSKI; Ear W. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 2 v. Geometria Analítica Busca de compreensão de Sistemas lineares, Bases, sistemas de coordenadas, Distâncias, norma e ângulo. Análise de Retas no plano e no espaço. Estudo de Planos, Posições relativas, interseções, distâncias e ângulos. Detalhamento de Círculo e esfera. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Estudo da Seção cônica e sua classificação. Bibliografia Básica: LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 1. STEINBRUCH, A. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo: MacGraw-Hill, 1987. SWOKOWSKI; ERL W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron Books, 1994. v. 1. 32 Bibliografia Complementar: BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. v. 1. IEZZI, Gelson. Geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1972. SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 2. v. THOMAS, George B. Cálculo e geometria analítica. Rio de Janeiro: LTC, 1988. v. 3. Eletromagnetismo Estudo de Cargas Elétricas, Campos Elétricos, Lei de Gauss, Potencial Elétrico. Definição de Capacitância, Corrente e Resistência. Circuitos. Descrição de Campos Magnéticos e Campos Magnéticos Produzidos por Correntes. Bibliografia Básica: CHIQUETTO, Marcos Jose. Aprendendo física 3: eletromagnetismo e introdução à física moderna. São Paulo: Scipione, 1996. v. 3. GRUPO DE REELABORACAO DO ENSINO DE eletromagnetismo. 2. ed. São Paulo: IEDUSP, 1995. v. 3. FISICA. Física 3: HALLIDAY, D. Fundamentos da física: eletromagnetismo. 4. ed. São Paulo: LTC, 1996. v. 3. Bibliografia Complementar: LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. 2. v. NUSSENZVEIG, M. Curso de física básica: eletromagnetismo. São Paulo: Edgard Blucher, 2004. v. 3. REITZ, John R. Fundamentos da teoria eletromagnética. Rio de Janeiro: Campus, 1982. SEARS, F. et al. Física. Rio de Janeiro: LTC, 1985. v. 1. YOUNG, H.; FREEDMAN, R. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. Addison Wesley, 2009. São Paulo: Cálculo Integral 33 Estudo de Funções de várias variáveis reais. Definição de Fórmulas de Taylor. Aplicação de Máximos e Mínimos. Integrais múltiplas. Integrais de linha. Aplicação do Teorema da divergência e do Teorema de Stokes. Bibliografia Básica: AYRES JUNIOR, Frank. Cálculo diferencial e integral. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: cálculo integral. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1988. v. 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. v. 1. Bibliografia Complementar: BOULOS, Paulo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: MacGraw-Hill, 2000. v. 2. GRANVILLE, W. A. Elementos de cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: Científica, 1997. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 1. MAURER, Willie Alfredo. Curso de cálculo diferencial e integral: funções de várias variáveis e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. v. 3. SWOKOWSKI; Ear W. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. 2 v. Álgebra Linear Estudo de Sistema de equações lineares. Representação matricial e revolução por operações elementares. Estudo de Determinantes, regra de Cramer. Descrição de Espaços vetoriais sobre R e C. Definição de Base, Dimensão e Subespaços. Transformações lineares. Vetores e valores próprios. Diagonalização de operadores simétricos e suas aplicações. Bibliografia Básica: ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1986. 34 CALLIOLI, Carlos A.; DOMINGUES, Hygino H. Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, 1993. Bibliografia Complementar: KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear com aplicações. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. LIMA, E. L. Álgebra linear. 7. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2004. LIPSCHUTZ, Seymour et al. Teoria e problemas de álgebra linear. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. SANTOS, N. M. Vetores e matrizes. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976. STEINBRUCH, Alfredo. Álgebra linear. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1987. História da Ciência Reflexão sobre as origens da química. As artes práticas na protoquímica. Análise sobre Alquimia Alexandrina, Islâmica, Hindu e Chinesa, Alquimia Medieval Européia. Aspectos da química prática no século XVI. Reflexão sobre a química como ciência independente no século XVII e como ciência racional no século XVIII. Lavoisier e a evolução da química. Reflexão sobre a consolidação da química como ciência no século XIX. Investigação sobre a química moderna a partir do século XX. Bibliografia Básica: BRAGA, Marco. Lavoisier e a ciência no iluminismo. São Paulo: Atual, 2000. GOLDFARB, A.M.A. Da alquimia à química. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1988. VANIN, J. A. Alquimistas e químicos. 7. ed. São Paulo: Moderna, 1995. Bibliografia Complementar: AMIX, Solrac. Alquimia. São Paulo: Traço, 1990. DAMPIER, William Cecil. História da ciência. 2. ed. São Paulo: IBRASA, 1986. FARIAS, R Fernandes de. História da Química. Editora Átomo. Campinas,SP.2003. FILGUEIRAS, Carlos A L . Lavoisier - o estabelecimento da química moderna. Editora Odysseus. São Paulo . 2002. 35 GILCHRIST, Cherry. Elementos da alquimia. Rio de Janeiro: Ediouro, 1993. 10.2.2. Ementas das disciplinas do eixo Química na interação Homem-Meio Ambiente Química Geral Revisão dos conceitos fundamentais da química. Estudo da Estrutura da matéria e Periodicidade química. Análise das Ligações químicas: iônica, covalente, metálica, forças fracas. Definição das Teorias de ligação: TLV e TOM. Relação entre Mol e Massa molar. Bibliografia Básica: ATKINS, P.W. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2004. MAHAN. Bruce M.; MYRS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgar Blucher, 2007. RUSSEL; J. B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. v. 1. Bibliografia Complementar: BRADY, J. E.; HUMISTON, G. F. Química geral. 2. ed. São Paulo: LCT, 1986. BRADY, J. E.; RUSSEL, J. W.; HOLUM, J. R. Química: A matéria e suas transformações. 3. ed. São Paulo: LTC, 2003. FONSECA, Martha Reis Marques da. Química: química geral. São Paulo: FTD, 1992. HEIN, M. et al. Fundamentos de química geral. 9. ed. São Paulo: LTC, 1998. MASTERTON, William L. Princípios de química. 6. ed. São Paulo: LTC, 1990. Química Inorgânica Estudo das Funções e Reações Inorgânicas. Descoberta, ocorrência, obtenção, propriedades físicas, aspectos das ligações químicas, propriedades químicas e aplicações dos elementos do bloco s e p e dos seus principais compostos. Estudo da Química de coordenação. Bibliografia Básica: LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. 36 SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química inorgânica. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. SPENCER, J. N.; BODNER, G.M.; RICKARD, L. H. Química: estrutura e dinâmica. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. v.1. Bibliografia Complementar: ATKINS, P.W. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2006. BENVENUTTI, Edílson Valmir. Química inorgânica: átomos, moléculas, líquidos e sólidos. 2. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006. FARIAS, R. F. Química de coordenação. Campinas: Editora Átomo, 2005. MAHAN. Bruce M.; MYRS, R. J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. OHLWEILER, Otto Alcides. Química inorgânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. 2. v. Química Orgânica: Hidrocarbonetos e Haletos. Análise dos aspectos históricos e da teoria estrutural. Estudo de estruturas eletrônicas, ligação química, interações intermoleculares e propriedades físicas. Análise de Estruturas orgânicas. Os materiais fósseis e seus usos: combustíveis, indústria petroquímica e carboquímica. Definição de Hidrocarbonetos alifáticos: alcanos, alquenos, alquinos – estrutura, nomenclatura, propriedades físicas, propriedades fisiológicas e reações. Definição de Hidrocarbonetos aromáticos: nomenclatura, propriedades físicas, propriedades fisiológicas e reações. Definição de Haletos orgânicos: estrutura, nomenclatura, propriedades físicas, propriedades fisiológicas, principais aplicações e reações. Estudo da Estereoquímica. Purificação de compostos orgânicos: extração, recristalização, cromatografia. Bibliografia Básica: ALLINGER, Norman L. et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976. BARBOSA, C. A. Introdução à química orgânica. São Paulo: Makron Books, 2006. SOLOMONS, T.W.; GRAHAM; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 9. ed. São Paulo: LTC, 2011. 2. v. Bibliografia Complementar: 37 BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Química orgânica. Viçosa: UFV, 2000. CRUZ, Roque. Experimentos de química em microescala: química orgânica. São Paulo: Scipione, 1995. v. 3. FREITAS, Renato Garcia de. Química orgânica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1968. v. 2. MORRISON, Robert T. et al. Química orgânica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1973. VOLLHARDT, K. PETER C.; NEIL, E. Química orgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. Química Orgânica: Funções Oxigenadas e Nitrogenadas Estudo das funções Álcoois e fenóis, Éteres, Aldeídos e Cetonas, Aminas, Ácidos carboxílicos e derivados: estrutura, nomenclatura, propriedades físicas, propriedades fisiológicas, métodos de obtenção, principais usos e reações. Caracterização dos Métodos físicos de identificação de compostos orgânicos: Bibliografia Básica: ALLINGER, Norman L. et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976. BARBOSA, C. A. Introdução à química orgânica. São Paulo: Makron Books, 2006. SOLOMONS, T.W. GRAHAM; FRYHLE, C. B. Química orgânica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. Bibliografia Complementar: BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Química orgânica. Viçosa: UFV, 2000. CRUZ, Roque. Experimentos de química em microescala: química orgânica. São Paulo: Scipione, 1995. v. 3. FREITAS, Renato Garcia de. Química orgânica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1968. v. 2. MORRISON, Robert T. et al. Gulbenkian, 1973. Química orgânica. Lisboa: Fundação Calouste VOLLHARDT, K. PETER C.; NEIL, E. Química orgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. Bioquímica Estudo da célula e sua organização bioquímica, Hemoglobina e tamponamento. Compreensão da Química de aminoácidos e proteínas, carboidratos, lipídios e 38 ácidos nucléicos. Relação entre Enzimas e coenzimas. Estudo do metabolismo de carboidratos, lipídios, aminoácidos e proteínas, nucleotídeos. Integração metabólica. Bioquímica analítica qualitativa. Análise das principais técnicas no estudo de biologia molecular. Investigação sobre os avanços biotecnológicos. Bibliografia Básica: CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 3. ed. Artmed, 2007. Porto Alegre: LEHNINGER, ALBERT L. et al. Princípios de bioquímica. 3. ed. São Paulo: Sarvier, 2002. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1999. Bibliografia Complementar: BRACHT, A.; ISHII-IWAMOTO, E. L. Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole, 2003. DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. SISTERNAS, J. R. Fundamentos de bioquímica experimental. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. STRYER, L. Bioquímica. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. VOET, Donald et al. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002. Geologia e Mineralogia. Estudo sobre a origem dos elementos químicos e a Geoquímica da crosta terrestre. Dinâmica do planeta: interior da Terra e Tectônica de placas. Análise da gênese de minerais e materiais cristalinos; estrutura cristalina, sua tipologia e determinação; propriedades de minerais, sua determinação macroscópica e outras técnicas de identificação. Descrição dos processos de formação de rochas e identificação macroscópicas de rochas. Noções de gênese de depósitos minerais. Levantamento da exploração mineral no Sul do Espírito Santo: Extração e beneficiamento de rochas ornamentais, extração beneficiamento de carbonato de cálcio. Bibliografia Básica: 39 LEINZ, Viktor. Geologia geral. 13. ed. São Paulo: Nacional, 1998. POPP, J. H. Geologia geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. TEIXEIRA, W. Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Ed. da USP, 2001. Bibliografia Complementar: FLEURY, Jose Maria. Curso de geologia básica. Goiânia: UFG, 1995. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e meio ambiente. 2. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. NEVES, P. C. P. et al. Introdução à mineralogia prática. Canoas: Ulbra, 2003. OLIVEIRA, Jose Irineu de. O grito das pedras: a romaria dos mártires do mármore. Vitória, ES: Litokromia Print, 2005. PESSIN, Aremildo. Mármore e granito: história e atualidade. Cachoeiro de Itapemirim, ES: Artgraf, 1998. Química Ambiental. Estudo dos Ciclos Biogeoquímicos. Compreensão da Química dos solos, água e atmosfera. Estudo sobre a poluição do ar, da água e do solo: principais contaminantes e suas metodologias de identificação. Análise de Fontes de energia e impactos ambientais. Detalhamento de Efluentes: características e contaminação. Resíduos sólidos: impacto ambiental e reciclagem. Relação entre Química e recuperação ambiental. Bibliografia Básica: BAIRD, C. Química ambiental. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. ROCHA, J. C.; Rosa, A. H. Introdução à química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2004. Bibliografia Complementar: BAIRD, C.; CANN, M. Química ambiental. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011. BRAGA, B. Introdução á engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2006. 40 HINRICHS, Roger A. Energia e meio ambiente. São Paulo: Thompson, 2004. RODRIGUES, Francisco Luiz; CAVINATTO, Vilma Maria. Lixo: de onde vem? para onde vai?. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2007. VAITSMAN, E. P.; VAITSMAN, D. S. Química e o meio ambiente: ensino contextualizado. Editora Interciência, 2006. 10.2.3. Ementas das disciplinas do eixo Instrumentação e Química Investigativa Físico-Química Estudo das soluções. Compreensão de teoria cinética e molecular dos gases. Estudo da primeira, segunda e terceira leis da termodinâmica. Interpretação estatística da entropia. Condições gerais de equilíbrio e espontaneidade – equilíbrio químico. Estudo da Cinética química. Bibliografia Básica: ATKINS, Peter et al. Físico-quimica. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 3.v. CASTELLAN, Gilbert W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2008. MOORE, Walter Jonh. Físico-química. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. 2. v. Bibliografia Complementar: ATKINS, P. Físico-química: fundamentos. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. ATKINS, Peter et al. Quanta, matéria e mudança: uma abordagem molecular para a físico-química. Rio de janeiro: LTC, 2011. 2. v. CROCKFORD, H. D.; KNIGHT, Samuel B. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1977. KOTZ, J.C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C. Química e reações químicas. São Paulo: Thomson Learning, 2011. 2. v. PILLA, Luiz. Físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1980. 2. v. Química Analítica Qualitativa Apresentação dos Fundamentos da Química Analítica Qualitativa. Aprofundamento de Equilíbrio Químico e Equilíbrio de sistemas heterogêneos. Estudo sobre Reações ácido-base, Reações de precipitações, Reações de complexação, Reações de 41 oxido-redução. Orientação sobre Técnicas em Química Analítica. Estudo dos Processos clássicos de separação e identificação de alguns cátions e ânions. Bibliografia Básica: HARRIS, D.C. Explorando a química analítica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. VAITSMAN, Delmo S.; BITETENCOURT, Olymar qualitativos. Rio de Janeiro: Interciência, 1995. A. Ensaios químicos VOGEL, Artur Israel. Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. Bibliografia Complementar: ATKINS, P.W. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2006. CHRISTIAN, G.D. Analytical chemistry. 4. ed. New York: John Wiley & Sons, 1986. KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; WEAVER, G. C. Química e reações químicas. São Paulo: Thomson Learning, 2011. 2. v. SKOOG, D. A., WEST, D.M., HOLLER, F.J., CROUCH, S.R. Fundamentos de química analítica. São Paulo: Cengage Learning, 2010. TRINDADE, D. F. et. al. Química básica experimental. São Paulo: Ícone, 1998. Matéria e Energia Estudo da eletroquímica: células galvânicas e células eletrolíticas. Definição de corrosão. Estudo da Química nuclear: Radioatividade, séries radioativas e aplicações. Bibliografia Básica: BRETT, A. M. O.; BRETT, C. M. A. Electroquimica - Princípios, métodos e Aplicações. 1º edição. Coimbra: Livraria Almedina, 1996. CASTELLAN, Gilbert W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2008. MOORE, Walter Jonh. Físico-Química. São Paulo:Edigard Blücher, 2002. 2. v. Bibliografia Complementar: 42 ATKINS, P.W. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2006. ATKINS, Peter et al. Físico-Quimica. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 3.v. CROCKFORD, H. D.; KNIGHT, Samuel B. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1977. GENTIL, V. Corrosão. 4º edição. Rio de janeiro: LTC, 2 003. PILLA, Luiz. Físico-Química. Rio de Janeiro, Editora LTC – Livros Técnicos e Científicos S.A, 1980. Laboratório de Química Geral Técnicas de avaliação de equipamentos, instrumentos e acessórios básicos de laboratório. Procedimentos de armazenagem de amostras em geral. Equipamentos de extração, destilação e separação de substâncias. Técnicas básicas de segurança no trabalho. Utilização de EPI’s. Princípios de abertura e dissolução de amostras. Técnicas básicas de coleta de amostras. Técnicas básicas no preparo de soluções. Identificar e utilizar equipamentos e vidrarias. Preparar soluções diversas de limpeza, e identificá-las; Executar com precisão as técnicas de transferências de líquidos e sólidos. Calibrar vidraria. Executar a montagem de aparatos específicos para procedimentos laboratoriais. Executar e preparar diferentes tipos de soluções. Executar procedimentos de limpeza, e avaliá-los. Bibliografia Básica: CIENFUEGOS, F. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. DONATE, Paulo Marcos. Fundamentos de química experimental. Paulo: EDUSP, 2011. 2. ed. São NEVES, V. J. M. Como preparar soluções químicas em laboratório. São Paulo: Tecmed, 2005. Bibliografia Complementar: HESS, Sonia. Experimentos de química: com materiais domésticos. São Paulo: Moderna, 1997. MORITA, Tókio. Manual de soluções, reagentes e solventes: padronização, preparação, purificação. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 43 OLIVEIRA, Edson Albuquerque de. Aulas práticas de química. 3. ed. São Paulo: Moderna, 1995. ROSENBERG, Felix Julio. Sistemas da qualidade em laboratórios de ensaios: guia prático para a interpretação e implantação da ABNT. Rio de Janieor: Qualitymark, 1999. SOUZA, Maria Helena Soares de. Guia prático para cursos de laboratório: do material a elaboração de relatórios. São Paulo: Scipione, 1997. Laboratório de Inorgânica Obtenção e caracterização de compostos inorgânicos diversos. Desenvolvimento de reações de compostos inorgânicos. Síntese, análise e caracterização de compostos de coordenação. Bibliografia Básica: CHRISPINO, Álvaro. Manual de Química Experimental. 1ª edição. Editora Alínea e Átomo, 2010. FARIAS, Robon Fernandes de. Práticas de Química Inorgânica. 3ª edição. Editora: Alínea e átomo, 2010. ROBAINA, Jose Vicente Lima. Unidades Experimentais de Química - Cotidiano Inorgânico. Vol. 1. 1ª edição. Editora: ULBRA, 2000. Bibliografia Complementar: BENVENUTTI, Edílson Valmir. Química inorgânica: átomos, moléculas, líquidos e sólidos. 2. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2006. KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul M. Química geral e reações químicas. São Paulo: Pioneira Thomson Learninf, 2005. LEE, J. D. Química inorgânica não tão concisa. São Paulo: Edgard Blücher, 2001. OHLWEILER, Otto Alcides. Química inorgânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. 2. v. SHRIVER, D. F.; ATKINS, P. W. Química inorgânica. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003. Laboratório de Físico-Química Estudo das Soluções e dos Gases. Compreensão de Termoquímica, Equilíbrio Químico e Termodinâmica. Estudo das Leis da termodinâmica: princípio zero, trabalho, calor e energia. Análise da Capacidade calorífica de um calorímetro, Lei de Hess, variação da entalpia de reações químicas. Estudo das Transformações físicas 44 das substâncias: medidas de temperatura, curva de aquecimento. Experimentação de Medidas físico-químicas: densidade, viscosidade, índice de refração. Bibliografia Básica: ATKINS, Peter et al. Atkins físico-quimica. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 3.v. CASTELLAN, Gilbert W. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2008. CHRISPINO, Álvaro. Manual de Química Experimental. 1ª edição. Editora Alínea e Átomo, 2010. Bibliografia Complementar: CROCKFORD, H. D.; KNIGHT, Samuel B. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 1977. FEMAZ, Flávia César; FEITOSA, Antonio Carlos. Técnica de Segurança em Laboratórios - Regras e Práticas. 1ª edição, 2004. MOORE, Walter Jonh. Físico-química. São Paulo:Edgard Blücher, 2002. 2. v. PILLA, Luiz. Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 1980. ZUBRICK. Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC Química Analítica Quantitativa Compreensão dos fundamentos de Química Analítica Quantitativa. Amostragem e preparação de amostras. Aprofundamento dos erros em Análise Química Quantitativa. Orientação sobre Técnicas em Química Analítica, Análise gravimétrica, análise titulométrica de neutralização, de precipitação, de complexação e de óxidoredução. Análises Potenciométrica e condutimétrica. Bibliografia Básica: BACCAN, Nivaldo et al. Química analítica quantitativa elementar. 3.ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. OHLWEILER, Otto Alcides. Química analítica quantitativa. Rio de Janeiro: LTC, 1974. v. 2. 45 Bibliografia Complementar: FERNAZ, Flávia César; FEITOSA, Antonio Carlos. Técnica de Segurança em Laboratórios - Regras e Práticas. 1ª edição, 2004. KOTZ, John C.; TREICHEL JR., Paul M. Química geral e reações químicas. São Paulo: Pioneira Thomson Learninf, 2005. MENDHAM, J. et al. Análise Inorgânica Quantitativa, 6ª ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 2002. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER F. J. e CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica. 8ª ed., Thomson Learning, São Paulo, 2006. VOGEL, Arthur. Química analítica quantitativa. 5. ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. Investigação Científica Caracterização de diferentes tipos de pesquisa. Orientações metodológicas e princípios fundamentais da Pesquisa Educacional. Estratégias de investigação e seus respectivos métodos. Análise crítica de estudos em educação. Reflexão sobre Política cientifica. Pesquisa de Fontes de financiamento e Captação de recursos para a pesquisa. Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 6 ex. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 5 ex. LUDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1986. 7 ex. Bibliografia Complementar: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes et al. (Org.). Metodologia da pesquisa educacional 6. ed. São Paulo: Cortez, 2000. 2 ex. FREITAS, Marcos Cezar de. História, antropologia e a pesquisa educacional: itinerários intelectuais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2001. 5 ex. RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 26. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. 3 ex. 46 SANTOS FILHO, Jose Camilo dos. Pesquisa educacional. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2002. 3 ex. Experimentos de baixo custo Organização, funcionamento e segurança em laboratório escolar. Desenvolvimento de experimentos simples com material alternativo e de fácil acesso para melhor compreensão dos processos químicos. Bibliografia Básica: ALMEIDA, Maria de Fátima da Costa (Org.). Boas práticas de laboratório. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2009. CONSTANTINO, Maurício Gomes; SILVA, Gil Valdo da; DONATE, Paulo Marcos. Fundamentos de química experimental. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 2011. HESS, Sonia. Experimentos de química: com materiais domésticos. São Paulo: Moderna, 1999. Bibliografia Complementar: ATKINS, P.W. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2006. BRACHT, Adelar et al (Org.). Métodos de laboratório em bioquímica. São Paulo: Manole, 2003. MOURA, Roberto de Almeida (Coord.). Técnicas de laboratório. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. ROSENBERG, Felix Julio. Sistemas da qualidade em laboratórios de ensaios: guia prática para a interpretação e implantação da ABNT. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999. SOUZA, Maria Helena Soares de. Guia prático para cursos de laboratório: do material a elaboração de relatórios. São Paulo: Scipione, 1997. Fundamentos de Espectrometria Fundamentação teórica e aplicações dos métodos espectroscópicos: infravermelho, ultravioleta e visível, ressonância magnética nuclear e espectrometria de massa aplicada a compostos orgânicos. Investigação sobre novos elementos químicos. Bibliografia Básica: EISBERG, R. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas. Rio de Janeiro: Campus, 1979. 47 HALL. Nina. et al. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre: Bookman. 2004. R.M. Silverstein, G.C. Bassler and T.C. Morrill, Identificação espectrométrica de compostos orgânicos, Guanabara Dois, 1994. Bibliografia Complementar: ATKINS, Peter et al. Atkins físico-química. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 3. v. BORN, Max et al. Problemas da física moderna. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1990. CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: LTC, 2010. HALLIDAY, D. Fundamentos da física: ótica e física moderna. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. v. 4. TIPLER, Paul Allan et al. Física moderna. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 48 10.2.4. Ementas das disciplinas do eixo Linguagem Leitura e Produção de Textos: Abordagem Lingüística Estudo do texto e sua relação com as condições de produção. Identificação de diferentes gêneros e suportes, estudando-os sob a perspectiva da produção e da recepção. Análise dos aspectos que garantem a textualidade. Bibliografia Básica: ABREU, Antonio Suárez. Curso de redação. 12 ed. São Paulo: Ática, 2005. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 6 ed. SP: Scipione, 2002. TEZZA, Cristóvão e FARACO, Carlos Alberto. Oficina de texto. Petrópolis, RJ: Vozes 2007. Bibliografia Complementar: GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 20 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2001. KOCH, Ingedore G. Villaça; CAVALCANTE, Mônica Magalhães; BENTES, Anna Christina. Intertextualidade: diálogos possíveis. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2008. MEDEIROS, João Bosco; ANDRADE, Maria Margarida de. Comunicação em Língua Portuguesa. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2004. ___________________________________________________. Comunicação em Língua Portuguesa: Normas para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 4 ed. São Paulo: Atlas, 2006. NICOLAS, José de; INFANTE, Ulisses. Gramática. Gramática contemporânea da Língua Portuguesa. 15 ed. São Paulo: Scipione, 1997. Leitura e Produção de Textos: Abordagem Cultural Caracterização da leitura e da escritura como forma de documentar e refletir sobre sua produção e transmissão, dentro e fora das instituições, e suas relações com outras linguagens e tecnologias. Estabelecimento de relações entre gênero textual e sociedade. Estudo de argumentação e suas implicações. Interface entre cultura escrita e suas formas de existências nas sociedades. Estudo da relação entre arte e cultura letrada. 49 Bibliografia Básica: FARACO, Carlos Alberto & TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. 5 ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 2ª ed São Paulo: Cortez, 2002. PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996. Bibliografia Complementar: CHIAPINNI, Ligia (Coord. geral). Aprender e ensinar com textos. 4ª Ed. São Paulo: Cortez, 2004. DAYRELL, Juarez (Org.). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001. DIONISIO, Ângela Paiva, MACHADO, Anna Rachel, BEZERRA, Maria Auxiliadora (org). Gêneros textuais & Ensino. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. NEVES, Yara & Bittencourt (Org.). Ler e escrever compromisso de todas as áreas. Porto alegre: UFRS, 2004. PAULINO, Graça et alli. Tipos de textos, modos de leitura. 2ªed. Belo Horizonte: Formato, 2001. Parte superior do formulário Libras Estudo dos princípios teóricos, conceituais e metodológicos de Ensino com surdos (método oral, bilinguismo, comunicação total, português sinalizado e bimodalismo). Reflexão sobre o ensino com surdos e as relações sociais. Bibliografia Básica: COUTO-LENZI, Alpia. O deficiente auditivo de 0 a 6 anos. 2. ed. Vitória: Ed. do Autor, 2000. LODI, Ana Claudia Balieiro; HARRISON, Kathryn Marie Pacheco; CAMPOS, Sandra Regina Leite de. Leitura e escrita: no contexto da diversidade. 4. ed. Porto Alegre: Mediação, 2011. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 2008. 50 Bibliografia Complementar: CAMPELLO, Ana Regina; RANGEL, Luciane; FREITAS, Luis Carlos. Libras fundamental: livro didático de línguas de sinais brasileira para crianças e adultos, surdos ou ouvintes. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, 2008. FELIPE, Tanya Amara. Libras em contexto: curso básico: livro do estudante. 9. ed. Rio de Janeiro: Walprint, 2009. LODI, Ana Cláudia Balieiro; HARRISON, Kathryn Marie Pacheco; CAMPOS, Sandra Regina Leite de (Org.). Letramento e minoriais. 3. ed. Porto Alegre: Mediação, 2009. 160p. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica. Brasília, DF: MEC, 2004. 2. v. SKLIAR, Carlos (Org.). Educação & exclusão: abordagens sócio-antropológicas em educação especial. 2. ed. Porto Alegre: Mediação, 1999. 10.2.5. Ementas das disciplinas do eixo Conhecimento Metodologia do Trabalho Científico Instrumentalização para o uso das tecnologias de informação e comunicação; Caracterização de técnicas de estudo e tipos de pesquisas voltadas para o processo de construção de conhecimento; Normatização de trabalhos acadêmicos (referências bibliográficas e citações) e Redação de textos técnico-científicos (resumo, resenha, pesquisa bibliográfica). Bibliografia Básica: CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica: para uso dos estudantes universitários. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1973. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2000. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar: CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO – ESPÍRITO SANTO. Guia de normas para elaboração de trabalhos acadêmicos. 3. ed. Cachoeiro de Itapemirim: São Camilo – ES, 2005. HUBNER, Maria Martha. Guia para elaboração de monografias e projetos de dissertação de mestrado e doutorado. São Paulo: Pioneira, 2002. 13 ex. 001.4/H869g 51 LAVILLE, Christian. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1994. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações. 2. ed. São Paulo: Pioneira, 2001. Fundamentos filosóficos da educação Vinculação entre Ciência e Filosofia. Discussão sobre as matrizes da Educação Contemporânea: poder, disciplina e autoridade. Análise filosófica do cotidiano pedagógico brasileiro: os problemas, impasses e perspectivas de uma Filosofia de Educação Brasileira para o século XXI. Bibliografia Básica: CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. GADOTTI, Moacir. Educação e poder: introdução a pedagogia do conflito. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2003. 4. ed. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994. Bibliografia Complementar: FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. ______. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2000. MORIN, Edgar; Nascimento, Flavia. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. ______. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2002. Antropologia Cultural e Educação A integralidade do ser humano sob a perspectiva antropológica. Conceito de cultura e as formas de construção dos modos de viver humanos, assim como percepções diversas de realidades distintas. Etnocentrismo e relativismo cultural no contexto escolar. Educação focada em bases antropológicas. A prática etnográfica e a prática 52 pedagógica: diálogo entre áreas de conhecimento, observação e pesquisa no cotidiano da educação escolar formas alternativas de culturas paralelas, diversidade e multiculturalidade. Bibliografia Básica: DAYRELL, Juarez (org.). Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2001. LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. TRINDADE, Azoilda Loretto da (Org.). Multiculturalismo: mil e uma faces da escola. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Educação. Educação como exercício da diversidade. Brasília, DF: MEC, 2007. FREITAS, Marcos Cezar de. História, antropologia e a pesquisa educacional: Itinerários intelectuais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. ______. O método: as idéias: habitat, vida, costumes, organização. 4. ed. Porto Alegre, Sulina, 2005. ROCHA, Everardo P. Guimarães. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 2010. Bioética A disciplina, de característica interdisciplinar e pluralista, faz parte do conjunto de conhecimentos necessários à análise, interpretação e compreensão dos princípios ético-morais relacionados à dignidade humana, ao exercício profissional e á qualidade de vida. Favorece a construção da cidadania, de responsabilidade e do respeito à natureza e as diversidades. Bibliografia Básica: DRANE, James; PESSINI, Leocir (Org.). Bioética, medicina e tecnologia: desafios éticos na fronteira do conhecimento humano. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2005. PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE C.de P. Fundamentos de bioética. 3. ed. São Paulo: Paulus, 2005. 53 ______. Problemas atuais de bioética. 8. ed. São Paulo: Loyola, 2007. Bibliografia Complementar: BARCHIFONTAINE, C. de P.; PESSINI, L. Bioética: alguns desafios. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2002. BARCHIFONTAINE, C. de P. Paulo: Idéias & Letras, 2004. Bioética e início da vida: alguns desafios. São ______. Bioética e saúde. São Paulo: Cedas, 1990. DURAND, G. Introdução geral à bioética: história, conceitos e instrumentos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2007. GARRAFA, V.; PESSINI, L. Bioética: poder e injustiça. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. Educação em Direitos Humanos Construção histórica dos direitos humanos e visão geral dos mecanismos nacionais e internacionais de defesa dos Direitos Humanos. Dignidade humana, igualdade de direitos, valorização das diferenças, laicidade do Estado, democracia e globalização como desafios a serem vencidos pela Educação em Direitos Humanos visando uma cultura de paz. Legislação e a proteção das minorias no Brasil sob o enfoque dos Direitos Humanos e a Educação em Direitos Humanos. Educação nãodiscriminatória e promotora de uma cultura humanista capaz de formar um sujeito ativo para o exercício da vida democrática, ciente de seus direitos e deveres na sociedade. Bibliografia básica: CANDAU, Vera Maria; RIBEIRO, Adalberto; SACAVINO, Susana Beatriz. Educar em Direitos Humanos. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&a, 2004. COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2008. PIOVESAN, Flávia. Direitos Humanos e justiça internacional. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. Bibliografia complementar: ARAÚJO, Ulisses F. Os Direitos Humanos na sala de aula: A Ética como tema transversal. São Paulo: Moderna, 2001. FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Direitos Humanos Fundamentais. 11 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 54 LAFER, Celso. A internacionalização dos Direitos Humanos. Constituição, racismo e relações internacionais. São Paulo: Manole, 2005. RAYO, José Tuvilla. Educação em direitos humanos. Porto Alegre: Artmed, 2004. RIFIOTIS, Theophilos. Educação em Direitos Humanos. Discursos críticos e temas contemporâneos. Paraná: UFSC, 2008. 10.2.6. Ementas das disciplinas do eixo Cultura e Escola Sociedade e Escola Estudo do surgimento da Sociologia e as concepções sociológicas. Contextualização da educação como processo social e sua relação com a organização da sociedade. Análise do lugar da escola na (re) produção das relações de poder: o poder, a educação, a escola e a construção da cidadania. Reflexão sobre a origem social e a inclusão escolar. Bibliografia Básica: FERREIRA, D. Manual de Sociologia: dos clássicos à sociedade da informação. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da educação. Lamparina, 2008. 6. ed. Rio de Janeiro: SILVA, Tomaz Tadeu. Trabalho, educação e prática social. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. Bibliografia Complementar: FORQUIN, J. C. Sociologia da educação: dez anos de pesquisa. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. OLIVEIRA, Pérsio Santos de; GUIZZO, João. Introdução a sociologia da educação. 3. ed. São Paulo: Ática, 2003. PETITAT, A. Produção da escola/produção da sociedade: análise sócio-histórica de alguns momentos decisivos da evolução escolar no ocidente. Campinas: Papirus, 1994. PILETTI, Nelson. Sociologia da educação. 15. ed. São Paulo: Ática, 1995. TEDESCO, Juan Carlos. Sociologia da educação. São Paulo: Autores Associados, 1995. 55 10.2.7 Ementas das disciplinas do eixo Sujeitos da Atuação Docente Sujeitos e Espaços de Atuação Docente e Discente. Compreensão da constituição histórica da profissão docente no Brasil. A formação docente no século XXI. Estudo do desenvolvimento profissional dos professores, novos paradigmas e novas práticas. A relação pedagógica, sua constituição no cotidiano escolar e nos espaços de formação. A sala de aula como espaço de encontro entre sujeitos aprendentes e ensinantes com suas identidades e projetos de vida. Bibliografia Básica: CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professores de ciências: tendências e inovações. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2001. PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro (Org.). Professor reflexivo no Brasil: genese e crítica de um conceito. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002. RIBAS, Marina Holzmann. Construindo a competência: processo de formação de professores. São Paulo: Olho D´Agua, 2000. Bibliografia Complementar: BOLZAN, Doris Pires Vargas. Formação de professores: compartilhando e reconstruindo conhecimentos. Porto Alegre: Mediação, 2002. BRASIL. MEC. Secretaria de Educação a Distância. Proinfo: informática e formação de professores. Brasília, DF: MEC/SEED, 2000. v.1. HYPOLITO, Alvaro Moreira. Trabalho docente, classe social e relações de gênero. Campinas: Papirus,1997. PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática? 9. ed. São Paulo: Cortez, 2010. RIVERO, Cleia Maria L. et al (Org.).A formação de professores na sociedade do conhecimento. São Paulo: EDUSC, 2004. Psicologia da Educação: Desenvolvimento e Aprendizagem Busca de compreensão das matrizes do pensamento psicológico e as teorias relacionadas ao processo de ensino e aprendizagem; a análise da prática pedagógica a partir dos principais enfoques teóricos no campo de interseção da 56 Psicologia e da Educação. Estudos sobre os processos de desenvolvimento e sua interface com a aprendizagem. Estudo das principais correntes teóricas e repercussões na escola. Bibliografia Básica: COUTINHO, Maria Tereza. Psicologia da educação. 9. ed. Belo Horizonte: Editora Lê, 2001. CUNHA, Marcus Vinícius. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. PSICOLOGIA da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. Bibliografia Complementar: BOCK, Ana Mercês Baía et al. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. FREITAS, Maria Teresa de Assunção. Vygotsky e Bakhtin, psicologia e educação: um intertexto. 4. ed. São Paulo: Ática, 2002. GOULART, Íris Barbosa. Psicologia da educação. 9. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. PILETTI, Nelson. Psicologia educacional. 17. ed. São Paulo: Ática, 1999. SALVADOR, César Coll et al (Org.). Psicologia da educação. Porto Alegre: Artmed, 1999. Laboratório Docente: Fundamentos Didático-metodológicos Reflexão sobre o saber e o saber fazer docente a partir de bases epistemológicas dentro do novo paradigma: relações entre Educação, Pedagogia e Didática. A organização do processo didático. Os princípios e elementos didáticos - pedagógicos do planejamento escolar. Métodos, estratégias de ensino e atividades na ação didática docente. A aula como espaço - tempo: suas características e a distribuição de papéis entre professor e aluno. Bibliografia Básica: FREITAG, Bárbara et al. O livro didático em questão. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1997. 57 GAUTHIER, Clermont. Por uma teoria da pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. Rio Grande do Sul: Unijui, 1998. ZABALA, Antoni. Enfoque globalizador e pensamento complexo: uma proposta para o currículo escolar. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia Complementar: FARIA, Ana Lucia G. de Ideologia no livro didático. 11. ed. São Paulo: Cortez, 1994. LIBANEO, Jose Carlos; SANTOS, Akiko (Org.). Educação na era do conhecimento em rede e transdisciplinaridade. São Paulo: Alínea, 2005. MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 1986. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Técnicas de ensino: por que não? 15. ed. São Paulo: Papirus, 2003. WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2. ed. São Paulo: Ática, 2001. Gestão e Legislação Educacional Estabelecimentos de relação entre a organização da Educação sob o ponto de vista da legislação, destacando a Constituição Federal e a Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Aborda os diferentes níveis de Ensino, o Regimento Comum das Escolas Estaduais e aspectos legais do funcionamento de escolas. A prática de ensino será desenvolvida através dos conteúdos estudados abordando as questões da Educação Básica. Bibliografia Básica: BRASIL. Constituição, 1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF; Senado Federal, 2008. BRASIL. Leis, Decretos, etc. Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/96). 4. ed. Rio de Janeiro: LP&A, 2001. ESPIRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Educação. Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino: Espírito Santo. Vitória: SEDU, 2000. Bibliografia Complementar: 58 ABREU, Mariza. Organização da educação nacional na constituição e na LDB. 3. ed. Rio Grande do Sul: Unijui, 2002. BASTOS, Aurélio Wander (Org.). Coletânea da legislação educacional brasileira. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2000. BRASIL. Leis, Decretos, etc. Estatuto da Criança e do Adolescente. 3. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2008. BREZEZINSKI, Iria (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 5. ed. São Paulo. Cortez, 1997. CURY, C.R. J. Legislação educacional brasileira. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. Laboratório Docente: Educação e Mídia Compreensão do conceito de TIC e suas influências na Educação. A interdisciplinaridade dos recursos midiáticos como meio na educação. A prática pedagógica instrucionista e construcionista com diferentes recursos audiovisuais. Bibliografia Básica MARQUES, Mario Osório. A escola no computador: linguagens rearticuladas, educação outra. Rio Grande do Sul: UInijui, 1999. MORAN, José Manuel, MASSETO, Marcos; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas,SP: Papirus: 2003. ZÓBOLI, Graziella. Práticas de ensino: subsídios para a atividade docente. 11. ed. São Paulo: Ática, 2001. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Fernando Jose de. Educação e informática: os computadores na escola. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1988. GASPARETTO JUNIOR, Renato (Coord.). A sociedade da informação no Brasil: presente e perspectivas. São Paulo: Telefônica, 2002. OLIVEIRA, Ramon de. Informática educativa: dos planos e discursos a sala de aula. São Paulo: Papirus, 1997. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar: convite a viagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. RAMOS, Edla Maria Faust et al (Org.). Informática na escola: um olhar multidisciplinar. Fortaleza: UFC, 2003. 59 Avaliação Escolar Fundamentação teórica e prática e as principais implicações atuais sobre a avaliação da aprendizagem como instrumento de emancipação do sujeito durante o processo ensino-aprendizagem. Suas funções, modalidades, objetivos, técnicas e instrumentos. Análise de diferentes critérios para elaboração de instrumentos e medidas de avaliação usada nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. Bibliografia Básica: ESTEBAN, T. M. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência a regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. RABELO, E. H. Avaliação: novos tempos novas práticas. 5. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. Bibliografia Complementar: AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação: para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. São Paulo: Cortez, 2000. HAYDT, R. C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática, 1998. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995. PAIVA, M. G. G. (Org). Avaliação: Novas tendências e novos paradigmas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2000. SANT’ANNA, I.M.. Por quê? e como avaliar? critérios e instrumentos. 7. ed. Petrópolis, RJ: Vozes. 2001. Laboratório Docente: Intervenções teórico-metodológicas. Compreensão das estratégias de intervenções teórico-metodológicas como possibilidade de materialização das práticas pedagógicas numa visão propiciadora e otimizadora do processo ensino-aprendizagem a partir da educação infantil. Estabelecimento de relações entre técnica-método e conteúdo. Posturas, fundamentos, formas de fazer do professor diante das intervenções didáticopedagógicas. Bibliografia Básica: 60 ASSMANN, Hugo. Competência e sensibilidade solidária: educar para a esperança. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médica, 1999. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Técnicas de ensino: por que não? 15. ed. São Paulo: Papirus, 2003. Bibliografia Complementar: CARRAHER, Terezinha Nunes et al. Na vida dez, na escola zero. 6. ed. São Paulo: Cortez, 1991. CECCON, Claudius et al. A vida na escola e a escola da vida. 10. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1984. COSTA, Marisa Vorraber (Org.). Caminhos investigativos: novos olhares na pesquisa em educação. Porto Alegre: Mediação, 1996. ______. Escola básica na virada do século: cultura, política e currículo. São Paulo: Cortez, 1996. MIRANDA, Heron. Metodologia dialética: da escola reprodutora para a escola transformadora. Serra: SINPROES, 2000. 10.2.8 Ementas das disciplinas optativas intercursos Educação para as relações étnico-raciais e indígena Configurações dos conceitos de raça, etnia e cor no Brasil. Valores culturais, linguagem e afirmação sócio-existencial na visão dos PCN’s e realidade contemporânea. O direito à diferença: Lei n.º 10639/2003 e Lei n.º 11.645/2008. História e cultura afro-brasileira, africana e indígina. Produções artísticas vinculadas a vários contextos nacionais em cujos espaços se celebram as tradições populares de matizes africanas e indígenas, bem como lugares que contemplam o trabalho independente de indivíduos ou coletivos no processo de afirmação da identidade afro-brasileira, africana e/ou indígena. A escola e a construção da identidade na diversidade. Bibliografia Básica: CUNHA, Manuela C. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006 61 GOMES, N. L.; SILVA, P. B. G. Experiências étnico-culturais para a formação de professores. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. OLIVEIRA, Iolanda de (Org.). Relações raciais e educação: novos desafios. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. Bibliografia Complementar: BORGES, E.; MEDEIROS, C. A. Racismo, preconceito e intolerância. 5 ed. São Paulo: Atual, 2008. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Ensino Fundamental. Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana. Brasília-DF, 2010. D´ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multiculturalismo: racismos e antiracismo no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2001. MARCON, F.; SOGBOSSI, H. B. Estudos africanos, história e cultura afrobrasileira: olhares sobre a Lei 10.639/03. São Cristóvão: UFS, 2007. VIDAL, Lux Boelitz & FISCHMANN, Roseli (org.). Povos Indígenas e Tolerância: construindo práticas de respeito e solidariedade. São Paulo: Edusp, 2001. Empreendedorismo O empreendedorismo e o espírito empreendedor. As habilidades, atitudes e as características dos empreendedores - fatores psicológicos e sociológicos. As oportunidades de negócios; identificação, seleção e definições. Elementos essenciais para iniciar um novo negócio: o plano de negócio. Informações estratégias, plano operacional, gerencial e financeiro. Bibliografia Básica: BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2001. DOLABELA, F. Oficina do empreendedor. 6. ed. São Paulo: Cultura Editores Associados, 1999. DRUCKER, P F. Inovação e espírito empreendedor: entrepreneurship: prática e princípios. São Paulo: Thomson, 2008. Bibliografia Complementar: CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. 62 DOLABELA, F. O segredo de Luisa. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002. DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo: trasnformando idéias em negócios. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. GOULART, Íris Barbosa et al. Empreendedorismo e empreendedores: sugestões para a educação. Belo Horizonte: Newton Paiva, 2004. HARVARD BUSINESS REVIEW. Empreendedorismo e estratégia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. Inglês Técnico Estudo das estruturas lexicais, semânticas e sintáticas. Levantamento do vocabulário técnico específico da área de química acerca de equipamentos, materiais e avisos de segurança. Desenvolvimento de técnicas de leitura e interpretação de textos instrumentais como manuais de instrução, normas e procedimentos, relatórios de acidentes, instruções e artigos científicos. Bibliografia Básica: ELLIS, Rod. The study of second language acquisition. 2. ed. New York: Oxford University Press, 2009. GUANDALINI, Otávio E. Técnicas de leitura em inglês: ESP english for specific purposes. São Paulo: Texto Novo, 2002. MUNHOZ, Rosangela. Inglês instrumental: módulo I: estratégias de leitura. São Paulo: Texto Novo, 2005. Bibliografia Complementar: MCCARTHY, Michael; D'DELL, Felicity. Basic Vocabulary in use. Estados Unidos: Cambridge University Press, 2001. MIKULECKY, Beatrice S., JEFFRIES, Linda. Reading power. 2. ed. United States: Addison-Wesley Publishing Company, 1998. MUNHOZ, Rosangela. Inglês instrumental: módulo II: estratégias de leitura. São Paulo: Texto Novo, 2005. MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of English. 12. ed. New York: Cambridge University Press, 1995. PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira (Org.). Ensino de língua inglesa: reflexões e experiências. 3. ed. Campinas: Pontes, 2005. 63 Educação Inclusiva Panorama geral do atendimento ao aluno com necessidades educativas especiais. Trajetória da Educação Especial à Educação Inclusiva: modelos de atendimento, paradigmas: educação especializada / integração / inclusão. Valorizar as diversidades culturais e lingüísticas na promoção da Educação Inclusiva. Políticas públicas para Educação Inclusiva – Legislação Brasileira: o contexto atual. Acessibilidade à escola e ao currículo. Adaptações curriculares e Tecnologia Assistiva. Bibliografia Básica: BRASIL . Declaração de Salamanca. portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf acessado em 13 dezembro de 2004. FERREIRA, J. R. e GLAT, R. Reformas educacionais pós-LDB: a inclusão do aluno com necessidades especiais no contexto da municipalização. In: Souza, D. B. e Faria, L. C. M. FERNANDES,E. Educação para todos- saúde para todos: a urgência da adoção de um paradigma multidisciplinar nas políticas públicas de atenção a pessoas portadoras de deficiências. Revista Benjamin Constant. no 14 , ano 5. Rio de Janeiro: MEC, 3-10, 1999. GLAT,R. A integração social do portador de deficiência: uma reflexão. Rio de Janeiro: Editora Sette Letras, 1998. Bibliografia Complementar: GLATE, Rosana &FERNANDES, E.M. Da Educação Segregada à Educação Inclusiva: uma breve reflexão sobre os paradigmas educacionais no contexto da Educação Especial brasileira. Revista Inclusão,Brasília: MEC/SEESP, vol.I, no 1, 2005 ( no prelo). MITTLER,P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed Editora, 2003. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Plano Nacional de Educação. Disponível no site www.pedagogiaenfoco pro.br/10172_01.htm, acessado em agosto/2004 _________________________________________Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Disponível no site www.mec.gov.br/seesp/pdf/res2_b.pdf, acessado em ABRIL/2010. _________. & NOGUEIRA, M. L. de L. Políticas educacionais e a formação de professores para a educação inclusiva no Brasil. Revista Integração. vol. 24, ano 14; Brasília:MEC/SEESP, 22-27, 2002. Questões Atuais da Educação 64 Discussão e estudo de temas e polêmicas referentes à educação no mundo contemporâneo: questões ético-políticas e gestão da educação. Reflexão de obras referente a modernidade e os desafios colocados a partir da crise global da civilização e da chamada pós-modernidade. Indagações em torno das questões que consideramos atuais na educação, no homem contemporâneo e da sociedade atual. Bibliografia Básica MORIN, Edgar. Os sete saberes Necessários a Educação do Futuro. Brasília:Cortez, 2001. MATURANA, Humberto. A árvore do conhecimento. S. P:Editorial Psy II, 1995. CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: Artes de Fazer. Petrópolis: Vozes, 1994. Bibliografia Complementar CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: Morar e cozinhar. Petrópolis: Vozes, 1994. MORIN, Edgar. As religações dos saberes: O desafio do Séc. XXI. RJ:Bertrand Brasil, 2002. DELEUZE, Gilles. Conversações. RJ: Editora 34, 1992. DELEUZE, Gilles. Lógica do Sentido. SP: Perspectiva, 2007. FOUCAUL, Michel. Vigiar e Punir, RJ: Vozes,1987. Educação Ambiental Proporciona entendimento sobre os aspectos sistêmicos da educação ambiental, sua evolução histórica e teórica, contextualizada com os princípios e estratégias de educação ambiental, sempre alicerçada no eixo do desenvolvimento sustentável, questionando a cultura e os valores sociais atuais como agentes de sustentação da problemática ambiental. Bibliografia Básica DIAS, G. F. Atividades interdisciplinares de educação ambiental. 2. ed. São Paulo: Gaia, 2012. ______. Educação ambiental: princípios e práticas. 6. ed. São Paulo: Gaia, 2000. 65 GUIMARAES, Mauro. A dimensão ambiental na educação. 11. ed. São Paulo: Papirus, 2013. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Encontros e caminhos de educadoras (es) ambientais e coletivos educadores. Brasília, DF: MMA, 2005. GRUN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 2. Ed. São Paulo: Papirus, 2000. MANZINE-COVRE, L. M. O que é cidadania. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 2010. PAULINO, W. R. Educação ambiental. 2. ed. São Paulo: Ática, 1993. VIOLA, EDUARDO J. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as ciências sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1990. 10.2.9 Ementas das disciplinas optativas intracurso Corrosão Fundamentos do fenômeno de Corrosão. Estudo da Corrosão Galvânica. Estudo da Corrosão seletiva. Estudo da Corrosão por pites e por frestas. Estudo da Corrosão sob tensão e fragilização por hidrogênio. Corrosão sob fadiga. Corrosão Intergranular. Corrosão atmosférica. Corrosão pelo solo. Corrosão no concreto. Aspectos gerais da proteção anticorrosiva. Proteção por revestimentos metálicos e por revestimentos orgânicos. Inibidores de Corrosão. Proteção Catódica. Bibliografia Básica: BRETT, Ana Maria Oliveira et al. Electroquímica: princípios, métodos e aplicações. Coimbra: Livraria Almedina, 1996. CASCUDO, O. O controle da corrosão de armaduras em concreto. Goiânia: UFG, 1997. GENTIL, V. Corrosão. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. Bibliografia Complementar: ATKINS, Peter et al. Atkins físico-quimica. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. CASTELLAN, Gilbert. Fundamentos de físico-quimica. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 66 CROCKFORD, H. D. ; MACEDO, Horacio. Fundamentos de físico-química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977. MOORE, Walter John. Físico-química. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1968. PIMENTEL, George C. Química: um tratamento moderno. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 5 Primeiros Socorros no Laboratório de Química Atuação e desenvolvimento do conhecimento técnico-científico nas manobras de primeiros-socorros decorrentes de acidentes em ambientes laboratoriais que apresentem exposição a substâncias tóxicas ou emergências clínicas ao organismo humano. Bibliografia Básica: BERGERON, J. David. Primeiros socorros. São Paulo: Atheneu, 1999. PIRES, Marco Tulio Baccarini, STARLING, Sizenando Vieira. Manual de urgências em pronto socorro. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. SANTOS, Nivea Cristina Moreira. Urgência e emergência para a enfermagem: do atendimento pre-hospitalar (APH) a sala de emergencia. 6. ed. São Paulo: Iatria, 2010. Bibliografia Complementar: AEHLERT, Bárbara. ACLS: emergências em cardiologia. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. ATENDIMENTO pré-hospitalar ao traumatizado: básico e avançado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. FLEGEL, J. Flegel. Primeiros socorros no esporte. São Paulo: Manole, 2002. GORMAN, James. Manual de primeiros socorros para hipocondríacos. Rio de Janeiro: Frente, 1995. HEBERT, Sizinho; XAVIER, Renato (Org.). Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. Introdução a Operações Unitárias Classificação dos processos químicos industriais. Unidades e dimensões. Variáveis de processos. Balanços de Massa. Balanços de Energia. Transporte de fluidos: bombas. Cálculos de perdas de carga. Transferência de calor: conceitos 67 fundamentais e mecanismos; Operações Unitárias envolvendo transferência de calor. Transferência de massa: conceitos fundamentais e mecanismos; Operações Unitárias envolvendo transferência de massa. Bibliografia Básica: D. BLACKADDER, NEDDERMAN, Manual de operações unitárias. 3. ed. São Paulo: Hemus, 2006. FOUST, A.S. et al. - Princípios de operações unitárias. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1982. POMBEIRO, Armando J. Latrouurete O. Técnica e operações unitárias em química. 4. ed. Rio de Janeiro: Calouste Gulberjian, 2003. Bibliografia Complementar: MOREIRA, D. A. Administração de produção e operações. 5. ed. Rio de Janeiro: Cengage learning, 2000. RITZMAN, Larry P. et al. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. SHREVE, R. N.; BRINK, J. A. Indústrias de processos químicos. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. THOMAS, J. Eduardo. Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de janeiro: Interciência, 2001. VLACK, L.V., Princípios de ciência e tecnologia de materiais, Rio de Janeiro: Campus, 1984. Laboratório de Química Orgânica Introdução ao laboratório de química orgânica. Métodos de separação, purificação e identificação de compostos orgânicos. Bibliografia Básica MANO, E.B. Práticas de Química Orgânica, Blucher - 3ª Ed., 2002. PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M.; KRIZ, G. S.; ENGEL, R. G. Química Orgânica Experimental: técnicas de escala pequena. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica, volumes 1 e 2, 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 68 Bibliografia Complementar BARBOSA, Luiz Cláudio de Almeida. Química orgânica. Viçosa: UFV, 2000. BRUICE, P. Y. Química Orgânica, 4ª ed., volumes 1 e 2, São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. CRUZ, Roque. Experimentos de química em microescala: química orgânica. São Paulo: Scipione, 1995. v. 3. FREITAS, Renato Garcia de. Química orgânica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1968. v. 2. MORITA, T., ASSUMPÇÃO R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes, 2ª ed., São Paulo: Edgar Blücher, 2007. 11. METODOLOGIA DE ENSINO O Curso de Licenciatura em Química do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo propõe uma metodologia de ensino e aprendizagem que se desloque de um enfoque tradicional para um enfoque que responda às necessidades previstas na sociedade dentro de um cenário atual. O corpo docente e discente têm à sua disposição tecnologias de informação que permitem ambientes virtuais de ensinoaprendizagem como o Portal Acadêmico. Tais ferramentas, além de proporcionarem outras formas de integração professor-aluno-conteúdo, garantem outros espaços de integração teoria-prática, desde o início do curso. Destacam-se os Workshops de Integração Docente, que têm como objetivo repensar as práticas para reformulá-las ou validá-las, visando ao aprimoramento do espaço da IES como lócus de produção de conhecimento. As aulas de conteúdo específico pedagógico devem pautar-se nos princípios de organização curricular deste projeto. Portanto, as atividades desenvolvidas devem manter a coerência entre a teoria e a prática, sendo diversificadas em termos da utilização de diferentes materiais didáticos em situações variadas de aprendizagem, de comunicação do conhecimento e de modalidades de avaliação. É importante que o futuro professor de Química seja formado para entender o conhecimento como algo que é construído e que se desenvolve a partir da interação, da convivência e da participação do indivíduo em sua cultura. Assim, para fomentar a ampliação desse conhecimento, a formação deve propiciar condições para que os professores valorizem os conhecimentos prévios e as experiências dos alunos, a 69 realidade vivenciada por eles, a utilização desses conhecimentos adquiridos nas suas experiências significativas e reais. Os conteúdos, objeto do ensino do curso de formação de professor, devem sempre responder a perguntas oriundas de situações-problemas e/ou de desenvolvimento de projetos nos quais alunos, professores e instituições de ensino estão inseridos, favorecendo a aprendizagem. Portanto, a escolha desses conteúdos deve se pautar na articulação com as competências a serem alcançadas e o que foi aprendido, a fim de promover o desenvolvimento do ensino quando o professor estiver na realidade da sala de aula, em sua atuação como docente. No curso de Licenciatura, a inserção do aluno em atividades que não dissociem a teoria e a prática estará presente em todas as disciplinas da matriz curricular, oferecendo ao futuro professor a oportunidade de conhecer as didáticas específicas de cada conteúdo e suas metodologias, colocando em sintonia os conteúdos específicos e pedagógicos, na efetivação de atividades de ensino e de aprendizagem. As particularidades metodológicas são gerenciadas pelo coordenador e discutidas no colegiado de curso que as legitima mediante as argumentações apresentadas pelos envolvidos no processo. Nessa perspectiva, as atividades de ensino são desenvolvidas a partir de: aulas expositivo-dialogadas, aulas nos laboratórios, debates, estudos orientados em classe e extraclasse, aulas de campo, visitas técnicas científicas, relatos de experiências, projeções de lâminas e de filmes, trabalhos individuais e em grupo, estudos dirigidos, cursos e eventos de extensão, pesquisas orientadas para elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC’s), seminários, dentre outros. Na execução desse Projeto Político Pedagógico, assegura-se uma formação de professores que possibilite ao profissional docente saber lidar com o processo formativo dos alunos em suas várias dimensões, além da cognitiva, englobando a dimensão afetiva, a das diversas linguagens, a da estética, a da ética e a dos valores universais. 12. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM O sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem obedece aos princípios, normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Regimento 70 Geral do Centro Universitário São Camilo Espírito Santo e no regulamento da avaliação do desempenho escolar. A avaliação é concebida como um processo que envolve todas as atividades realizadas pelos alunos. Isso pressupõe um sistema avaliativo que não privilegia apenas os resultados de provas ou trabalhos escritos, mas que, também, considera o discente durante a realização de tarefas, suas experiências pessoais, sua capacidade de criar e raciocinar, sua capacidade de análise e reflexão acerca da realidade em que se encontra. Essa premissa consubstancia a política Institucional de ensino de graduação, também objetivada em incentivar a utilização dos resultados dos processos de avaliação para fundamentar o planejamento acadêmico, visando à superação de deficiências e à consolidação das experiências bem sucedidas. O sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem, entendido como processual, ocorre, ao longo dos semestres, através de constante monitoramento do desempenho discente e docente através de diversas atividades. Nessa perspectiva, o ato de avaliar a aprendizagem é parte integrante do processo de ensino e obedece aos princípios, normas e procedimentos pedagógicos estabelecidos pelo Regimento do São Camilo – Espírito Santo e pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Os discentes são submetidos a avaliações pontuais, teóricas e práticas, relatórios de atividades práticas laboratoriais, de campo e de visitas técnicas, produção de textos, fichamentos, autoavaliação, participação e o produto final por período, que pode ser reformulado durante sua construção. Os instrumentos de avaliação a que o discente for submetido para a aferição do conhecimento deve ser individual. Entretanto, os trabalhos de pesquisa bibliográfica ou de campo poderão ser desenvolvidos em equipes e apresentados na forma de seminários ou painéis, sendo que a verificação do aproveitamento dar-se-á de forma individual. O Regimento do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo preconiza que, para ser aprovado em cada componente curricular, além da frequência mínima de setenta e cinco por cento às aulas e demais atividades acadêmicas, o discente deverá alcançar nota de aproveitamento não inferior a seis correspondente à média aritmética de cada componente curricular do período em curso. Serão considerados reprovados, regimentalmente, os discentes, que não obtiverem nota igual ou superior a seis. 71 13. DINÂMICA DO ESTÁGIO CURRICULAR O estágio supervisionado é parte integrante da formação do profissional de educação e, portanto, se constitui como requisito para a obtenção da licenciatura plena. É componente obrigatório da organização curricular, podendo ser entendido como o eixo articulador entre teoria e prática. Por intermédio do trabalho integrado entre a Universidade e as escolas ou instituições conveniadas, o Estágio Supervisionado deve oferecer subsídios para o desenvolvimento profissional do futuro professor/educador, promovendo a vivência dos conhecimentos teóricos e metodológicos trabalhados no interior das diferentes disciplinas do curso. Desta maneira, o estudante estará desenvolvendo as competências e habilidades necessárias ao seu desempenho profissional, pois, através do contato com a realidade educacional, é possível deparar-se com questões que deverão ser convertidas em problema e objeto de sua investigação teórica. Assim, o Estágio Supervisionado corresponde a um momento privilegiado de estudo e reflexão que permitirá ao futuro educador compreender a complexidade dos processos de ensino, de aprendizagem e de gerenciamento das instituições educacionais. 14. DINÂMICA DO TCC: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Fiel à sua missão de promover o desenvolvimento do ser humano por meio da educação e da saúde, o Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, por sua vocação humanística, instituiu o Programa de Tecnologia e Desenvolvimento que, fundamentado em seu PDI, busca integralizar, de forma sistêmica, o ensino à pesquisa e à extensão. Esse programa confere à pesquisa a premissa de transformar-se em elo entre as necessidades da sociedade (Extensão) e o conhecimento acadêmico (Ensino), materializados nos TCC’s, nos Programas de Iniciação Científica e na Pesquisa institucional. A materialização das produções acadêmicas acima citadas se dá pela vinculação de docentes e discentes em Grupos de Estudos e Pesquisas (GEP) que, obrigatoriamente, devem ser atrelados a uma das quatro áreas temáticas instituídas pelo Programa de Tecnologia e Desenvolvimento que orientam o desenvolvimento 72 de tecnologias, inovações, conhecimentos e até mesmo reflexões do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo. Ao instituir o GEP, o Programa de Tecnologia e Desenvolvimento do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo buscou estimular a associação de especialistas de diferentes áreas para o diálogo sobre um mesmo tema visando à potencialização da produtividade científica. Esses temas são distribuídos, como já citado, em quatro áreas temáticas, a saber: Área 1 - O Contexto Sócio-político e histórico e as Inovações Tecnológicas nas áreas da Saúde e da Educação regional e nacional; Área 2 – O setor produtivo e sua relação com a Saúde, Educação e Meio ambiente; Área 3 – A sociedade e suas relações com a Cultura, Educação e Saúde; Área 4 – A gestão e as inovações tecnológicas da informação e suas relações com a sociedade nos aspectos educacionais e de saúde. A produção de trabalhos de conclusão de curso, no Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, é requisito obrigatório para a obtenção do título de Graduado, pois é concebido, pelo Programa, como sendo um momento de potencialização e sistematização de habilidades e conhecimentos adquiridos ao longo do curso na forma de pesquisa acadêmico-científica. Para uma visualização do fluxo funcional do Programa de Tecnologia e Desenvolvimento da IES, apresentamos abaixo o organograma conceitual a ele referente. ORGANOGRAMA CONCEITUAL DO PROGRAMA DE TECNOLOGIA E 73 DESENVOLVIMENTO Assim, o TCC deve ser uma atividade que seja capaz de articular o conhecimento global do discente no interior de sua área de formação. Como tal, deve ser concebido e executado como um trabalho científico interdisciplinar. Por essa característica interdisciplinar, o TCC deve ser gerado no interior dos Grupos de Estudos e Pesquisa do curso de Licenciatura em Química, respeitando a área de estudos à qual se encontra vinculado. O TCC, no Centro Universitário São Camilo – ES, consiste no desenvolvimento de textos científicos e/ou técnicos a partir de uma pesquisa, preferencialmente bibliográfica, individual ou em grupo de até três discentes, orientada por um docente da Instituição. Esse trabalho poderá, também, ser elaborado a partir de pesquisas aplicadas, desde que esteja ligado a um projeto de pesquisa de Iniciação Científica ou Pesquisa Institucional, conforme as normativas vigentes. Para melhor detalhamento da atividade de TCC, há o Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso vigente na IES. 15. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Para o Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, um curso de nível superior tem entre seus objetivos capacitar as pessoas para desenvolver possibilidades de atuação em diversificadas áreas, tanto na obtenção de destaque no mercado de trabalho, como na formação de empreendedores capazes de projetar a própria vida profissional. Sendo assim, a possibilidade de atuação profissional é definida em função dos limites do campo de atuação e também das necessidades sociais. Uma profissão é definida também pelas possibilidades de intervenção ou de atuação, em relação a um objeto ou fenômeno e, nesse sentido, precisa usar conhecimentos de diferentes áreas para realizar intervenções de interesse. Nesse sentido, os cursos de graduação precisam articular conhecimentos de diferentes áreas para explicitar as aptidões que devem configurar o profissional do campo de atuação. Portanto, com o compromisso de oferecer um ensino de qualidade e com o cuidado permanente de acompanhar o processo ensino-aprendizagem, as 74 Atividades Acadêmicas Complementares do Centro Universitário São Camilo constituem-se em possibilidade de incentivar o aluno à participação de atividades acadêmicas que permitam a vivência da ação pedagógica. Tendo como objetivo complementar os conteúdos ministrados pelos professores em sala de aula e estimular o desenvolvimento da relação ensinoaprendizagem-habilidade-competência, necessária para o bom desempenho das futuras atividades profissionais dos discentes, as Atividades Acadêmicas Complementares possibilitam ao aluno ter uma efetiva participação no processo orientado de autoaprendizagem e autodesenvolvimento, fortalecendo sua responsabilidade como sujeito do processo ensino-aprendizagem. Essas atividades são oferecidas aos alunos através de palestras, participação em eventos, objetivando-se com essa proposta a participação do corpo discente em atividades culturais, educacionais e científicas. Também possibilitam que os conhecimentos acadêmicos e teóricos estejam e sejam aplicados às realidades sociais, econômicas e políticas. A distribuição da carga horária destinada ao exercício das Atividades Acadêmicas Complementares é institucional, fazendo parte do projeto pedagógico de cada curso, sendo que ao aluno cabe escolher, em cada semestre, entre as atividades estabelecidas, as que forem de seu interesse, desde que cumpra o mínimo de 200 horas obrigatórias durante todo o curso. As Atividades Acadêmicas Complementares inserem-se, assim, em um amplo processo de flexibilização da matriz curricular, uma vez que, no que se refere às disciplinas optativas e atividades realizadas, o discente compõe, a partir de suas escolhas, a sua matriz, o que lhe permite constituir um currículo personalizado. Para o alcance do proposto, constituiu-se Regulamento próprio, aprovado pelos CEPE e CAS. 15.1. Programa de Nivelamento O Programa de Nivelamento de apoio aos discentes, mantido pelo Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo, propicia ao acadêmico da Instituição o acesso ao conhecimento básico em disciplinas de uso fundamental aos seus estudos acadêmicos, principalmente no tange àqueles que têm como base o conhecimento em Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática, Física e Química. 75 O propósito principal do Programa de Nivelamento é oportunizar aos participantes uma revisão de conteúdos, proporcionando, por meio de explicações e de atividades, a apropriação de conhecimentos esquecidos ou não aprendidos. As ações desse programa acontecem no início de cada semestre letivo e a aos sábados, ou em horários que não comprometam as aulas dos cursos de graduação. O Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo também disponibiliza, como parte desse programa, disciplinas de equalização de forma semipresencial nas áreas: Biologia, Física, Língua Portuguesa, Matemática e Química. Espera-se que o Programa de Nivelamento, estendido a todos os alunos da graduação, contribua para a superação das lacunas herdadas do ensino nos níveis anteriores e ajude os acadêmicos a realizar um curso superior de qualidade. 15.2. Programa de Monitoria A monitoria é aberta aos alunos a partir do segundo período letivo, bastando esse aluno estar aprovado na disciplina para a qual pretende concorrer. O regulamento explicita formas de bolsas para o alunado, bem como todos os procedimentos e diretrizes inerentes aos professores responsáveis por seus monitores. Para oferta de vagas, basta o professor responsável por uma disciplina efetivar solicitação à gerência do Programa de Monitoria, que semestralmente emite calendário do processo seletivo. Ao fim do semestre, existe prestação de contas ao setor de Gerência de Monitoria, a fim de validar a certificação do aluno. Entende-se aprendizagem, por monitoria estabelecida uma dentro do modalidade princípio de específica relação de ensino- exclusiva às necessidades de formação acadêmica do aluno e inserida no planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão dos cursos a que está ligada. A atividade de monitoria é um elemento integralizador do currículo dos cursos, capaz de propiciar um espaço de articulação teoria-prática se planejada dentro de sua característica inerente de iniciação à docência. Pode ser, ainda, uma das estratégias de perpassar o fazer pedagógico nos currículos dos cursos de formação de professores. 76 Esse programa possibilita, ainda, a experiência da vida acadêmica, promovendo a integração de alunos de séries ou períodos mais avançados com os demais, a participação em diversas funções da organização e desenvolvimento das disciplinas do curso, além de treinamento em atividades didáticas. As funções de monitor são exercidas por alunos dos cursos de graduação, regularmente inscritos em disciplinas e que tenham sido aprovados, anteriormente, na disciplina objeto do concurso. São selecionados por prova específica que avalia a capacidade de desempenho em atividades técnico-didáticas de determinada disciplina. As vagas são preenchidas de acordo com a ordem classificatória dos candidatos. 16. RECURSOS 16.1. Institucionais A infraestrutura disponibilizada pelo Centro Universitário São Camilo – ES possibilita atender não só às exigências do MEC, como também acrescentar diferenciais na formação de seus acadêmicos. Para tal, conta com laboratório de Química, laboratório de Física, laboratório Multidisciplinar, laboratório de Geologia, laboratório de Cartografia, laboratório de Informática, Biblioteca. Os professores têm acesso aos laboratórios de informática, equipados com alta tecnologia. O acesso, ininterrupto, facilita a elaboração de seus trabalhos acadêmicos, como: instrumentos de avaliação, apresentações em “datashow”, assim como a edição das demais produções acadêmicas. Na sala de atendimento ao professor, os computadores estão disponibilizados, com a orientação de um técnico em Sistemas de Informação, em tempo integral. À disposição do processo ensino-aprendizagem tem-se televisores, aparelhos de DVD, retroprojetor, data-show, amplificador e projetor de slides. Os Laboratórios de Informática do São Camilo-ES são providos com computadores novos e possuem também acesso a Internet em banda larga. Toda estrutura de rede é certificada para trafegar dados com velocidade. A Biblioteca São Camilo está localizada no bloco III do Campus I, instalada em prédio próprio, no espaço físico de 1.212m2 com ambientes definidos para acervos e pesquisa, iluminação adequada e refrigeração, conforme os padrões para 77 conservação dos equipamentos e comodidade dos usuários. Possui dedetização regular, higienização diária, mobiliários modernos e funcionais e acompanhamento das condições do acervo para restaurações, promovendo a conservação do seu patrimônio. A Biblioteca disponibiliza 3 espaços para pesquisa: individual, em grupo e externa. O espaço reservado para pesquisa individual está localizado no 2º pavimento. Os espaços para pesquisa em grupo e externa estão localizados no 1º pavimento. A Sala de Pesquisa Externa é um espaço da Biblioteca muito frequentado pelos usuários, principalmente devido à liberdade de pesquisar com seus materiais próprios. A manutenção é constante para conservação dos ambientes, mobiliários e equipamentos. Os colaboradores são orientados para realizarem check-list como medida preventiva, mantendo um padrão de qualidade dos recursos disponíveis. A Biblioteca conta com sistema de antenas com sensores para bloquear a circulação de livros, revistas e materiais sem os registros de entrada e saída, disponibilizando ainda Serviço de guarda-volumes. A biblioteca conta também com um sistema de alarme, garantindo a segurança do patrimônio. O expediente da Biblioteca responde às necessidades dos acadêmicos, atendendo de 2ª à 6ª feira das 7 às 22h e aos sábados das 8h às 13h. A Biblioteca disponibiliza um quadro de 31 profissionais capacitados: 1 Bibliotecária, 2 Encarregadas de Biblioteca, 1 Assistente de Biblioteca, 8 Auxiliares de Biblioteca, 6 Atendentes de Biblioteca, 2 Menores Aprendizes e 11 Bolsistas. O acesso ao acervo de livros é livre, permitindo a recuperação da informação através de consulta na Base de Dados Local, em quiosques bem posicionados, distribuídos nos Setores de Pesquisa. O Setor de Circulação é compartilhado com o Serviço de guarda-volumes, oferecendo comodidade para o usuário utilizar esses serviços de forma rápida e eficiente. Através do Planejamento Integrado, realizado anualmente, a biblioteca é dotada de recursos financeiros para atendimento às necessidades bibliográficas dos projetos pedagógicos dos cursos e também complementação e atualização dos títulos existentes. A política de aquisição do acervo atende às instruções do MEC, com quantidade corresponde à bibliografia básica e complementar dos cursos oferecidos pela IES. 78 Tanto o acervo bibliográfico como os materiais especiais (multimeios) são devidamente organizados e registrados eletronicamente, podendo ser consultados via Sistema Acadêmico da IES. Acervo disponível: 101.346 livros, 35.000 periódicos e 13.000 materiais especiais. O controle sobre o volume de consultas e empréstimos pode ser avaliado como satisfatório, pois atende às demandas internas e são informatizados. A bibliotecária da IES ministra “Treinamento de Usuários”, agendados previamente com os Coordenadores de Curso, para cada turma de ingressantes, objetivando capacitar os alunos para a utilização racional dos serviços oferecidos: Consulta e reserva local e on-line, Biblioteca Virtual, Ficha Catalográfica, Comutação Bibliográfica (COMUT/BIREME) e, na sequência, os responsáveis pela biblioteca promovem o atendimento aos acadêmicos para iniciação da pesquisa científica em parceria com os professores de MTC. No relacionamento com a Reitoria e Pró-Reitoria Acadêmica e Administrativa existe clareza e fácil acesso, possibilitando uma boa comunicação e, consequentemente, atendimento rápido às necessidades de manutenção e atualização do acervo e equipamentos. A Biblioteca é reconhecida pelo bom atendimento por meio da Avaliação Institucional. Os profissionais da Biblioteca são avaliados pelo bom atendimento e satisfação na realização do seu trabalho. Diagnóstico disponível nos Relatórios de Avaliação Institucional – CPA – Reitoria. A confirmação dessa realidade é comprovada também pelos usuários externos que declaram o grau de satisfação em ter acesso a uma biblioteca com um acervo e instalações dignas de grandes centros urbanos. 16.2. Específicos utilizados pelo curso O curso de Licenciatura em Química contempla em sua matriz curricular aulas experimentais e disciplinas que são estritamente experimentais. As práticas pedagógicas dirigidas às aulas de laboratórios estão contempladas no PPD da respectiva disciplina. O roteiro de aula proposto pelo professor é analisado pelo coordenador do curso, e, após aprovação, liberado para a realização da prática. Essas aulas são ministradas nos laboratórios de química, geologia e mineralogia e física. Os laboratórios atendem ao número de alunos matriculados em 79 consonância a proposta do curso. Verifica-se dessa forma que os laboratórios atendem às especificidades do curso. 16.2.1. Laboratórios de formação geral O Curso de Licenciatura em Química conta hoje com laboratórios de formação geral, como, Laboratório de Geologia e Mineralogia, Laboratório de Física e Laboratório Multidisciplinar. 16.2.2. Laboratórios de formação específica Os laboratórios de formação específica do Curso de Licenciatura em Química são: Laboratório de Química I e Laboratório de Química II. 17. CONSIDERAÇÕES FINAIS O projeto político pedagógico do Curso de Licenciatura em Química estará sempre atento e flexível às principais reflexões da área: a) qual é a formação necessária e adequada ao profissional que se quer formar? e, b) este projeto sofrerá mudanças, se necessário, para manter um olhar voltado para as necessidades da região sul do estado do Espírito Santo. Dessa forma, o Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo sempre estará buscando a capacidade de ampliar e desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes no desempenho do trabalho e na solução de problemas para gerar resultados na área educacional. A tarefa a ser assumida pelo Curso de Licenciatura em Química é manter viva a reflexão, bem como estimular a constante renovação do Curso, de modo a buscar sempre novas formas do saber científico ou tecnológico. 18. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALARCÃO, Isabel (org). Formação Reflexiva de Professores: estratégias de supervisão. Portugal: Porto Codex, 1996. 80 ANASTASIOU, L. G. C.; ALVES, L. P.; WARCHOWICZ, L. A.; ROMANOWSKI, J. (orgs). Processo de Ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. 5 ed. Joinvile: Univille, 2005. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES Nº 8, 2002. BRASIL. Conselho nacional de Educação. Resolução CNE/CP Nº 1 e 2, 2002. CARVALHO, A.M.P., GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de Ciências. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1995. CARVALHO, Janete Magalhães (org). Diferentes perspectivas da profissão docente na qualidade. 2 ed. Vitória: EDUFES, 2004. FRAUCHES, C. C., organizador – Diretrizes Curriculares Para os Cursos de Graduação. Brasília: ABMES, 2008. GARCIA, Carlos Marcelo. Formação de professor: para uma mudança educativa. Porto: Porto, 1995. GATTI, Bernadete. Formação de profesores e carreira: problemas e movimentos de renovação. Campinas: Autores associados, 1997. LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1990. MALDANER, Otavio Aloísio. A Formação Inicial e Continuada de Professores de Química. Ijuí: Unijuí, 2000. PERRENOUD, PH. Práticas pedagógicas, profissão docente e formação: perspectivas sociológicas. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1993. PIMENTA, Selma Garrido (org). Saberes pedagógicos e atividades docentes. São Paulo: Cortez, 2002. 81 UNIÃO SOCIAL CAMILIANA. Aditivo do PDI: Plano de Desenvolvimento Institucional 2008-2012. Cachoeiro de Itapemirim, 2008. UNIÃO SOCILA CAMILIANA. Conselho de ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução do CEPE/CAS 51/2008. CAchoeiro de Itapemirim, 2008. UNIÃO SOCILA CAMILIANA. Programa de Tecnologia e Desenvolvimento do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo. Cachoeiro de Itapemirim, 2008. UNIÃO SOCILA CAMILIANA. Regimento Geral do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo. Cachoeiro de Itapemirim, 2008. TARDIF, M. Saberes docentes & Formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002. 82