FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO
DR RAIMUNDO MARINHO
(MANTENEDORA)
FACULDADE RAIMUNDO MARINHO - FRM
(MANTIDA)
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
Maceió
2014
SUMÁRIO
I.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ............................................
03
II.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA .........................................................
04
III.
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ..............................................................
06
IV.
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM .....................
09
1.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ...............................................
09
1.1.
Contexto Educacional ...........................................................................................
09
1.2.
Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ......................................................
12
1.3.
Objetivos do Curso ...............................................................................................
13
1.3.1. Coerência dos Objetivos do Curso com o Perfil Profissional do Egresso ........
14
1.3.2. Coerência dos Objetivos do Curso com a Estrutura Curricular .....................
14
1.3.3. Coerência dos Objetivos do Curso com o Contexto Educacional ....................
16
1.4.
Perfil Profissional do Egresso ..............................................................................
17
1.5.
Estrutura Curricular ............................................................................................
18
1.5.1. Carga Horária Mínima e Tempo Mínimo de Integralização Curricular .......
20
1.5.2. Flexibilidade ..........................................................................................................
21
1.5.3. Interdisciplinaridade ............................................................................................
22
1.5.4. Articulação da Teoria com a Prática ..................................................................
22
1.5.5. Matriz Curricular do Curso ................................................................................
23
1.6.
Conteúdos Curriculares .......................................................................................
25
1.6.1. Coerência dos Conteúdos Curriculares com as DCN’s .....................................
27
1.6.2. Coerência dos Conteúdos Curriculares com os Objetivos do Curso ...............
29
1.6.3. Coerência dos Conteúdos Curriculares com o Perfil Desejado dos Egressos .
29
1.7.
Ementário e Bibliografia ......................................................................................
30
1.8.
Metodologia ...........................................................................................................
69
1.9.
Estágio Curricular Supervisionado .....................................................................
71
1.10. Atividades Complementares ................................................................................
72
1.11. Trabalho de Conclusão de Curso ........................................................................
73
1.12. Atendimento ao Discente ......................................................................................
78
1.13. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso .................................
85
1.14. Tecnologias de Informação e Comunicação – Tic - no Processo EnsinoAprendizagem .......................................................................................................
1.15. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem ............
86
87
1.16. Número de Vagas ..................................................................................................
88
2.
CORPO DOCENTE .............................................................................................
89
2.1.
Atuação do Núcleo Docente Estruturante (NDE), Sua Composição ................
89
2.2.
Atuação do Coordenador .....................................................................................
90
2.2.1. Experiência Profissional, de Magistério Superior e de Gestão Acadêmica do
Coordenador .......................................................................................................
2.2.2. Regime de Trabalho do Coordenador do Curso ................................................
92
92
2.3.
Titulação do Corpo Docente do Curso ................................................................
93
2.3.1. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso .............................................
95
2.3.2. Experiência Profissional do Corpo Docente .......................................................
98
2.3.3. Experiência de Magistério Superior do Corpo Docente ...................................
99
2.4.
Funcionamento do Colegiado de Curso ou Equivalente ...................................
99
2.5.
Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica ..................................
101
3.
INSTALAÇÕES FÍSICAS ................................................................................... 102
3.1.
Instalações Gerais .................................................................................................
3.2.
3.3.
Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos/
Gabinetes Professores Tempo Integral ............................................................... 113
Sala de Professores ............................................................................................... 114
3.4.
Salas de Aula .........................................................................................................
3.5.
Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática .......................................... 115
3.6.
Biblioteca .. ............................................................................................................
102
114
118
3.6.1. Bibliografia Básica ................................................................................................ 124
3.6.2. Bibliografia Complementar .................................................................................
124
3.6.3. Periódicos Especializados ..................................................................................... 125
3.7.
Laboratórios Didáticos Especializados: Quantidade, Qualidade e Serviços ... 126
3.8.
Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais ...................
3.9.
Informações Acadêmicas ...................................................................................... 130
127
3
I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA
a) Nome da Mantenedora
Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho
b) Base Legal da Mantenedora
A Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho foi criada
pela Prefeitura Municipal de Penedo, pela Lei Municipal nº 638, de 13 de agosto de 1971,
com registro no livro de Registros Especiais de Pessoas Jurídicas da Comarca de Penedo,
município do Estado de Alagoas, no Livro A – 4, sob o número de ordem 57, conforme
publicação no Diário Oficial do Estado de 16 de setembro de 1977 e 08 de janeiro de 1982 e,
adequada às normas impostas do Novo Código Civil Brasileiro – Lei nº 10.406, de 10 de
janeiro de 2002, em Assembleia Geral de 07 de junho de 2005, estando devidamente
registrada no CNPJ/MF, sob o nº 12.432.605/0001-30.
c)
Endereço
Praça Rui Barbosa, 06 – Centro na cidade de Penedo, no Estado de Alagoas
CEP. 57.200-000
4
II. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA
a) Nome da IES
Faculdade Raimundo Marinho
b) Base Legal da IES
A Faculdade Raimundo Marinho funciona na Avenida Durval de Góes Monteiro,
8501 Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió, no estado de Alagoas - CEP.57061-000
A Faculdade Raimundo Marinho de Maceió teve seu início vinculado ao Sistema
Estadual de Educação, credenciada pela Portaria 36/2006-GS, de 31 de julho de 2006,
publicada no D.O.E. de 02 de agosto de 2006 e atualmente migrou para o Sistema Federal de
Ensino.
c)
Missão da IES
A Faculdade Raimundo Marinho tem como missão produzir e disseminar o
conhecimento nos diversos campos do saber, contribuindo para o exercício pleno da cidadania
mediante formação humanista, crítica e reflexiva, conseqüentemente preparando profissionais
competentes e atualizados para o mundo do trabalho presente e futuro.
d) Breve Histórico da IES
A Faculdade Raimundo Marinho foi credenciada em 02 de agosto de 2006, com a
finalidade de trazer para Maceió, o trabalho já desenvolvido pelas Faculdade de Ciências
Sociais Aplicadas de Penedo, Faculdade de Formação de Professores de Penedo e Faculdade
de Ciências Jurídicas de Alagoas, localizadas na Cidade de Penedo, e também Mantidas pela
Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho. Assim, iniciaram-se
as atividades na educação superior com a Autorização dos Cursos de Administração, Direito e
Pedagogia.
A Instituição iniciou suas atividades ainda no ano de 2006 com a oferta dos cursos
acima citados. Com a implantação de novos projetos pedagógicos, foi elaborado em 2009 o
5
projeto para o Curso de Serviço Social que obteve autorização e em 2010 para o Curso de
Enfermagem que também foi autorizado.
Em 2011, devido ao EDITAL SERES/MEC Nº 01, DE 09 DE AGOSTO DE 2011
que trata do Regime de Migração de Sistemas das Instituições de Educação Superior Privadas,
passamos a migrar do Sistema Estadual de Educação, que até então pertencíamos, para o
Sistema Federal de Educação, aguardando a consolidação dos processos de reconhecimentos
de Cursos e Recredenciamento da Instituição.
Dessa forma, o atual PDI representa os anseios da mantenedora e da instituição na
busca de consolidar os processos de migração, bem como abertura de novos cursos
apresentando assim seus objetivos e metas visando o fortalecimento da Faculdade Raimundo
Marinho e sua ampliação.
6
III. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
a) Nome do Curso
Curso de Bacharelado em Enfermagem
b) Endereço de Funcionamento do Curso
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho fica localizado na
Avenida Durval de Góes Monteiro, 8501 Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió, no
estado de Alagoas - CEP.57061-000
c)
Atos Legais de Autorização
O Curso foi Autorizado em 25 de novembro de 2010, de acordo com a Portaria
857/2010 do D.O.E.
d) Número de vagas autorizadas
O curso foi autorizado para ofertar 150 vagas, estas vagas são distribuídas 50 vagas
no turno matutino e 100 vagas no turno noturno.
e)
Turnos de funcionamento do Curso
O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho funciona nos turnos
matutino e noturno.
f)
Carga Horária Total do Curso
O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho contempla 4.120 horas.
g) Tempos mínimo e máximo para integralização
O prazo proposto pela Faculdade Raimundo Marinho para integralização curricular,
7
visando à conclusão do Curso de Enfermagem, é de, no mínimo cinco anos e, no máximo,
sete anos e seis meses.
h) Coordenador do Curso
Atualmente a Coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho – Maceió é a professora Mestre Mirella Teixeira Joca.
i)
Perfil do Coordenador - Tempo de exercício na IES e na função de coordenador
do curso
A Coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho exerce
suas funções na coordenação de curso desde o seu início de funcionamento, desde o primeiro
semestre de 2011 até os dias atuais.
j)
Histórico do curso: sua trajetória
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho obteve sua autorização
em novembro de 2010 com a nota máxima (nota 5). Iniciou o funcionamento no primeiro
semestre de 2011, com a finalidade de firmar em Maceió mais um curso na área de saúde,
mediante as necessidades da população da região, assim como os oferecimentos existentes no
mercado de trabalho.
O curso funciona até os dias atuais sempre primando por sua extremada qualidade,
para que assim consiga formar excelentes profissionais, capazes de atuar em qualquer que seja
a área de sua profissão.
Em 2011, devido ao Edital SERES/MEC Nº 01, DE 09 de agosto de 2011 que trata
do Regime de Migração de Sistemas das Instituições de Educação Superior Privadas, iniciou
o processo de migração do Sistema Estadual de Educação, que até então a Faculdade
Raimundo Marinho (FRM) pertencia, para o Sistema Federal de Educação.
Atualmente, o curso está com mais de 50% do seu funcionamento, porém sem ainda
turmas concluídas, mas preocupando-se com seus atos regulatórios já solicitou também o seu
Reconhecimento.
8
k) Tempo Médio de permanência do corpo docente no curso
Os docentes do Curso de Enfermagem da FRM permanecem em sua maioria mais de
seis meses. Existem professores desde o início de funcionamento do curso, assim como desde
o seu planejamento e sua autorização.
9
IV. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
O Estado de Alagoas tem um dos piores índices de desenvolvimento humano no país,
o que reflete também na Educação, tendo um dos menores crescimentos em relação ao
número de vagas no Ensino Superior. A educação é um dos três eixos estratégicos do plano de
gestão do governo do Estado. Nesse contexto a Faculdade Raimundo Marinho pretende
colaborar para a mudança da realidade local e regional, ofertando o curso de Enfermagem
visto que o mercado de trabalho na área de Enfermagem é crescente e bastante promissor na
região de Maceió, assim como em decorrência das carências do Estado e das regiões
circunvizinhas com relação à saúde e a educação, precisando assim de profissionais
qualificados para atender as demandas da sociedade.
O planejamento e a organização didático-pedagógica do curso procuram atender as
necessidades do mercado de trabalho, vinculadas aos objetivos e ao perfil profissiográfico
definidos.
1.1. CONTEXTO EDUCACIONAL
A Faculdade Raimundo Marinho localiza-se no município de Maceió, capital do
estado de Alagoas, um dos nove estados que compõem a Região Nordeste do país. De acordo
com dados do IBGE o estado de Alagoas possui taxa de analfabetismo das pessoas de 10 a 14
anos de idade igual a 5,0% e de 15 anos ou mais igual a 21,8%. Alagoas ocupa uma área de
27.778,506 Km2 do território nacional, limitando-se ao norte e noroeste com o Estado de
Pernambuco, ao sul com o Estado de Sergipe, a sudoeste com o Estado da Bahia e a leste com
o Oceano Atlântico.
O Estado de Alagoas é constituído por 102 municípios. De acordo com o IBGE, sua
população está estimada em 3.120.494 habitantes, sendo deste total 932.748 (29,9%)
residentes na capital.
Maceió limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio,
São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e
Oceano Atlântico; a leste, com o Oceano Atlântico; e a oeste faz fronteira com Rio Largo,
Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. Em 2010, o PIB da capital girava em torno de
8.084.010 bilhões de reais, o quinto maior entre as capitais da Região Nordeste, número
10
significativo que mereceu destaque por ter vindo antes do "boom" do comércio e do turismo
em Maceió, que ocorreu com a abertura de diversos hipermercados, hotéis, de um centro de
convenções e do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. Sua população pode ser
classificada como jovem, pois 60,5% pertencem à faixa etária de 0 a 29 anos de idade. Destes,
a Faculdade Raimundo Marinho, tem alunos oriundos de aproximadamente 35 municípios.
Ainda de acordo com o censo de 2010 e traçando um perfil educacional do Estado de
Alagoas, observamos os seguintes dados:
• Pessoas com Ensino Médio completo e superior incompleto: 417.394, sendo
que destes 75.786 frequentam o curso superior e restando um total de 341.608 que não tem
acesso ao Ensino Superior.
• 118.733 pessoas possuem nível superior completo; e
• 158.392 são alunos regulares do Ensino Médio
O público alvo potencial do Ensino Superior em Alagoas perfaz, portanto o total de
500.000, número considerável de prováveis ingressantes no Ensino Superior de Alagoas.
Assim o Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho surge em 2011
para atender à demanda proveniente da cidade de Maceió e principalmente nos bairros do
Tabuleiro do Martins, Clima Bom, Cidade Universitária, Benedito Bentes e municípios Rio
Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco, em virtude de sua localização à
Avenida Durval de Góes Monteiro, 8.501, Tabuleiro do Martins. Tais informações estão
refletidas no Projeto Pedagógico Institucional da FRM, onde o Curso de Enfermagem veio
para preencher uma lacuna existente nessa região, haja vista a grande demanda de alunos
desses bairros e municípios circunvizinhos, bem como a possibilidade de desenvolver
trabalhos de extensão na área de Enfermagem, uma vez que temos uma população menos
favorecida e com dificuldades de acessibilidade aos sistemas de saúde da capital.
A educação é um dos três eixos estratégicos do plano de gestão do governo do
Estado. Nesse contexto a Faculdade Raimundo Marinho pretende colaborar para a mudança
da realidade local e regional, visto que o mercado de trabalho na parte alta da cidade e na área
de Enfermagem é crescente e bastante promissor, assim como em decorrência das carências
do Estado e das regiões circunvizinhas com relação à saúde e a educação, precisando assim de
profissionais qualificados para atender as demandas da sociedade.
A educação é de todas as manifestações humanas, não só a mais importante, como
também a mais complexa. E, para nós, que vivemos em um país de dimensões continentais,
onde nos deparamos, todos os dias, com diversos desníveis socioeconômicos e culturais,
11
torna-se um grande desafio trabalhar com a educação, principalmente, quando se quer
produzir educação de qualidade.
Tendo em vista a existência de um mercado altamente competitivo que exige
qualidade dos produtos e serviços, que é veloz e está em constantes mudanças, pretende-se
formar profissionais comprometidos com esta realidade, tanto na percepção quanto na
implementação das mudanças.
Nesse contexto socioeconômico alagoano apresentado acima e no sentido de
concorrer para a materialização da missão institucional da FRM que tem como missão
produzir e disseminar o conhecimento nos diversos campos do saber, contribuindo para o
exercício pleno da cidadania, mediante formação humanista, crítica e reflexiva,
consequentemente preparando profissionais competentes, éticos e atualizados para o mundo
do trabalho presente e futuro, formando enfermeiros capacitados e humanizados para atuar no
enfrentamento das diversas expressões da questão da saúde e qualidade de vida, capazes de
trabalhar com a prevenção e promoção, dando assistência e planejando nas áreas da saúde que
lhe são inerentes, levando também em consideração as questões socioeconômicas, as
diversidades, a coletividade e a cultura local e regional.
Partindo destes pressupostos, como a contextualização do mercado e as demandas
sociais, delimitou-se a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho, tendo como foco a valorização do profissional e do seu meio
ambiente. Pretende-se dotar seus egressos de conhecimentos, habilidades e competências
requeridos para o exercício da profissão, sempre visando o ser humano de forma holística,
dando atenção à saúde, à tomada de decisões, à comunicação, à liderança, à administração, ao
gerenciamento e à educação, buscando sempre a qualidade e humanização nos serviços que
serão prestados durante e após sua formação.
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) é norteador da prática pedagógica e
instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações docentes e do
seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subsequentes. Somente
desta forma o PPC estará cumprindo suas funções de articulação, identificação,
retroalimentação, inovação e ética para tornar a filosofia e o projeto educacional viável e
efetivo.
12
1.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
A política de ensino adotada pela Faculdade Raimundo Marinho pretende: assegurar
o pleno desenvolvimento da pessoa e do cidadão, proporcionando o acesso ao saber global, a
fim de introduzi-lo na civilização do trabalho como mão de obra especializada e moderna;
desenvolver a consciência social para a preservação do patrimônio cultural, dos valores e
compreender os direitos e deveres constitucionais necessários à construção de uma sociedade
mais justa e democrática; e qualificar os discentes para o trabalho, habilitando-os para o
exercício de atividades economicamente relevantes em suas áreas de formação.
A Faculdade Raimundo Marinho apoia a iniciação científica e incentiva as práticas
investigativas, como função associada ao ensino e à extensão, com o fim de fortalecer o
processo de aprendizagem e de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados.
Quanto à Extensão, propõe a Faculdade ser uma instituição comprometida com a
comunidade regional, com o desenvolvimento da consciência da expressão cultural local e
regional e com a reelaboração de seus projetos e programas, em nível científico, visando
minimizar os problemas sociais.
O Curso de Enfermagem possui ações integradas ao ensino, iniciação científica e
extensão, buscando atender as diretrizes próprias do Curso que são asseguradas pelo Plano de
Desenvolvimento Institucional da Faculdade Raimundo Marinho. A cada semestre os
docentes do curso planejam e executam no mínimo uma atividade integradora. Ao longo do
curso, é trabalhada a disciplina Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade,
como forma de potencializar a integração das disciplinas do curso.
Partindo desses pressupostos, os colaboradores do Curso de Enfermagem da FRM
acreditam que suas ações devem estar comprometidas com a contínua melhoria da qualidade
do ensino. Dessa forma, compreende que suas ações deverão sempre repercutir no ensino que
se quer de qualidade, na iniciação científica a partir da produção científica gerada pelos
docentes e discentes e na extensão, pelas ações de articulações entre o saber popular e aquele
oriundo da Faculdade Raimundo Marinho com a finalidade de atender as exigências da
sociedade.
Para tanto, entende que o trabalho acadêmico deve voltar-se para as efetivas
necessidades e aspirações da comunidade, cabendo estimular uma formação humanista, com
ênfase na crítica e na reflexão.
13
Faz-se imprescindível um trabalho educativo que parta da investigação das questões
presentes na realidade brasileira, nordestina e alagoana, para atingir a formação de cidadãos
que participem da busca de soluções para a melhoria da situação existente.
1.3. OBJETIVOS DO CURSO
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui objetivos
coerentes com o perfil do egresso, com a estrutura curricular, assim como com o contexto
educacional proposto.
 Objetivo Geral
 Formar um profissional, enfermeiro, generalista, humanista, crítico e reflexivo;
 Objetivos Específicos
 Oferecer aos alunos uma formação em consonância com a rede de assistência à
saúde no Brasil e Regional, permitindo compreensão e o atendimento da mesma, bem
como sua capacitação para produzir conhecimento clínico e experimental na área;
 Despertar no aluno a consciência social de sua formação;
 Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os direitos humanos,
independente de diferenças individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou
religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e ética;
 Formar um profissional competente, dinâmico, comprometido e preocupado
com a sociedade e com as transformações, integrando-o teórica e praticamente a fim
de prevenir, promover, assistir, planejar em todos os níveis de atenção à saúde;
 Transformar o profissional que estará sendo colocado no mercado de trabalho
capaz de promover o desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em consonância
com a região, sempre com a visão no SUS;
 Formar um profissional capaz de prevenir, promover, planejar, executar,
reabilitar e assistir em todas as áreas da assistência hospitalar e comunitária, bem
como assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do
atendimento.
14
1.3.1. COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM O PERFIL
PROFISSIONAL DO EGRESSO
Espera-se que o discente dentro dos padrões estabelecidos pelas diretrizes
curriculares nacionais seja ao final do curso um profissional capaz de atuar no mercado de
trabalho de forma generalista, humanista, crítico e reflexivo.
TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS DO TÓPICOS PRINCIPAIS
CURSO
PROFISSIONAL
 Oferecer aos alunos uma formação em consonância
com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional,
permitindo compreensão e o atendimento da mesma,
bem como sua capacitação para produzir conhecimento
clínico e experimental na área;
 Despertar no aluno a consciência social de sua
formação;
 Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os
direitos humanos, independente de diferenças
individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou
religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e
ética;
 Formar um profissional competente, dinâmico,
comprometido e preocupado com a sociedade e com as
transformações, integrando-o teórica e praticamente a
fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos
os níveis de atenção à saúde;
DO
PERFIL
Formar profissional capaz de conhecer e intervir
sobre os problemas/situações de saúde-doença
mais prevalentes no perfil epidemiológico
nacional, com ênfase na sua região de atuação,
identificando as dimensões biopsicossociais dos
seus determinantes.
Formar profissional capaz de atuar, com senso de
responsabilidade social e compromisso com a
cidadania, como promotor da saúde integral do ser
humano.
Formar profissional qualificado para o exercício
de Enfermagem, com base no rigor científico e
intelectual e pautado em princípios éticos.
Formar enfermeiro com formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva.
 Transformar o profissional que estará sendo colocado
no mercado de trabalho capaz de promover o
desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em
consonância com a região, sempre com a visão no SUS;
Formar profissional capaz de conhecer e intervir
sobre os problemas/situações de saúde-doença
mais prevalentes no perfil epidemiológico
nacional, com ênfase na sua região de atuação,
identificando as dimensões biopsicossociais dos
seus determinantes.
 Formar um profissional capaz de prevenir, promover,
planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas
da assistência hospitalar e comunitária, bem como
assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a
humanização do atendimento.
Formar enfermeiro com formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva;
1.3.2. COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM A ESTRUTURA
CURRICULAR
As disciplinas do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são
coerentes com os objetivos propostos:
TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS ESTRUTURA
DO CURSO
ATENDEM
PROPOSTOS
CURRICULAR QUE
AOS
OBJETIVOS
 Oferecer aos alunos uma formação em consonância Anatomia Descritiva e Topográfica; Bioquímica;
com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional, Biologia Celular e Molecular; Histologia e
15




permitindo compreensão e o atendimento da mesma, Embriologia Humana Aplicada; História e Exercício
bem como sua capacitação para produzir conhecimento da Enfermagem; Metodologias Ativas de
clínico e experimental na área;
Aprendizado e Interdisciplinaridade; Agressão e
Defesa; Fisiologia e Biofísica; Patologia; Processo
Saúde-Doença e Educação em Saúde; Semiologia e
Semiotécnica; Enfermagem em Centro Cirúrgico e
Central de Materiais; Fisiopatologia; Farmacologia;
Bioestatística; Enfermagem em Saúde do Adulto e
do Idoso; Enfermagem em Doenças Infecciosas e
Parasitárias; Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente; Psicologia Aplicada à Enfermagem;
Enfermagem na Saúde da Mulher; Administração
em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde;
Enfermagem em Urgência e Emergência;
Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico;
Enfermagem na Saúde Mental; Internatos;
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à
Enfermagem; Metodologia da Pesquisa; Semiologia
e Semiotécnica; Ética e Legislação em Enfermagem;
Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso;
Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias;
Despertar no aluno a consciência social de sua Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente;
formação;
Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia
Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da
Mulher; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em
Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente
Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde
Mental; Internatos;
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à
Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica; Ética e
Legislação em Enfermagem; Enfermagem em Saúde
do Adulto e do Idoso; Enfermagem em Doenças
Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os
Infecciosas e Parasitárias; Enfermagem na Saúde da
direitos humanos, independente de diferenças
Criança e do Adolescente; Didática e Ensino da
individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou
Enfermagem; Psicologia Aplicada à Enfermagem;
religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e
Enfermagem na Saúde da Mulher; Administração
ética;
em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde;
Enfermagem em Urgência e Emergência;
Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico;
Enfermagem na Saúde Mental; Internatos;
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à
Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica; Ética e
Legislação
em
Enfermagem;
Bioestatística;
Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso;
Formar um profissional competente, dinâmico, Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias;
comprometido e preocupado com a sociedade e com as Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente;
transformações, integrando-o teórica e praticamente a Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia
fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da
os níveis de atenção à saúde;
Mulher;
Administração
em
Enfermagem;
Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e
Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e
Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental;
Internatos;
Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde;
Semiologia
e
Semiotécnica;
Bioestatística;
Transformar o profissional que estará sendo colocado
Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso;
no mercado de trabalho capaz de promover o
Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias;
desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em
Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente;
consonância com a região, sempre com a visão no SUS;
Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia
Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da
16
 Formar um profissional capaz de prevenir, promover,
planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas
da assistência hospitalar e comunitária, bem como
assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a
humanização do atendimento.
Mulher;
Administração
em
Enfermagem;
Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e
Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e
Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental;
Internatos;
Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de
Materiais;
Semiologia
e
Semiotécnica;
Bioestatística; Enfermagem em Saúde do Adulto e
do Idoso; Enfermagem em Doenças Infecciosas e
Parasitárias; Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente; Didática e Ensino da Enfermagem;
Psicologia Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na
Saúde da Mulher; Administração em Enfermagem;
Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e
Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e
Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental;
Internatos;
1.3.3 COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM O CONTEXTO
EDUCACIONAL
Os objetivos do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são
condizentes com o contexto educacional proposto:
TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS DO
CURSO
 Oferecer aos alunos uma formação em
consonância com a rede de assistência à saúde
no Brasil e Regional, permitindo compreensão
e o atendimento da mesma, bem como sua
capacitação para produzir conhecimento
clínico e experimental na área;
 Despertar no aluno a consciência social de sua
formação;
 Desenvolver no discente o respeito à dignidade
e os direitos humanos, independente de
diferenças individuais quanto à etnia, condição
socioeconômica ou religião, prevalecendo a
visão humanística, imparcial e ética;
TÓPICOS PRINCIPAIS DO CONTEXTO
EDUCACIONAL
Existe um mercado altamente competitivo que exige
qualidade dos produtos e serviços, que é veloz e está
em constante mudança. A partir disso, assim como
das demandas sociais, a elaboração do PPC de
Enfermagem, teve como foco formar profissionais
comprometidos com essa realidade.
O Curso de Enfermagem surge em 2011 para atender
à demanda proveniente da cidade de Maceió e
principalmente nos bairros do Tabuleiro do Martins,
Clima Bom, Cidade Universitária, Benedito Bentes e
municípios Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte
e Coqueiro Seco, em virtude de sua localização à
Avenida Durval de Góes Monteiro, 8.501, Tabuleiro
do Martins. Tais informações estão refletidas no
Projeto Pedagógico Institucional da FRM, onde o
Curso de Enfermagem veio para preencher uma
lacuna existente nessa região, haja vista a grande
demanda de alunos desses bairros e municípios
circunvizinhos, bem como a possibilidade de
desenvolver trabalhos de extensão na área de
Enfermagem, uma vez que temos uma população
menos favorecida e com dificuldades de
acessibilidade aos sistemas de saúde da capital.
O Curso de Enfermagem pretende desenvolver no
discente o exercício pleno da cidadania, mediante
formação
humanista,
crítica
e
reflexiva,
consequentemente
preparando
profissionais
competentes, éticos e atualizados para o mundo do
trabalho presente e futuro, formando enfermeiros
capacitados e humanizados para atuar no
enfrentamento das diversas expressões da questão da
saúde e qualidade de vida, levando também em
17
 Formar um profissional competente, dinâmico,
comprometido e preocupado com a sociedade e
com as transformações, integrando-o teórica e
praticamente a fim de prevenir, promover,
assistir, planejar em todos os níveis de atenção
à saúde;
 Transformar o profissional que estará sendo
colocado no mercado de trabalho capaz de
promover o desenvolvimento dos sistemas
locais de saúde em consonância com a região,
sempre com a visão no SUS;
 Formar um profissional capaz de prevenir,
promover, planejar, executar, reabilitar e
assistir em todas as áreas da assistência
hospitalar e comunitária, bem como assegurar
a integralidade da atenção, a qualidade e a
humanização do atendimento.
1.4
consideração as questões socioeconômicas, as
diversidades, a coletividade e a cultura local e
regional.
No curso de Enfermagem busca-se produzir e
disseminar o conhecimento nos diversos campos do
saber, contribuindo para o exercício pleno da
cidadania, mediante formação humanista, crítica e
reflexiva,
consequentemente
preparando
profissionais capazes de trabalhar com a prevenção e
promoção, dando assistência e planejando nas áreas
da saúde que lhe são inerentes..
A Faculdade Raimundo Marinho pretende colaborar
para a mudança da realidade local e regional,
ofertando, assim em 2011 o curso de Enfermagem,
uma vez que a educação é um dos três eixos
estratégicos do plano de gestão do governo do
Estado, e que o mercado de trabalho, na parte alta da
cidade e na área de Enfermagem é crescente e
bastante promissor, devido às carências locais na
área de saúde, necessitando assim de profissionais
qualificados para atender as demandas da sociedade.
O Curso de Enfermagem tem por objetivo dotar seus
egressos de conhecimentos, habilidades e
competências requeridos para o exercício da
profissão, sempre visando o ser humano de forma
holística, dando atenção à saúde, à tomada de
decisões, à comunicação, à liderança, à
administração, ao gerenciamento e à educação,
buscando sempre a qualidade e humanização nos
serviços que serão prestados durante e após sua
formação.
PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O egresso ao concluir seus estudos na Faculdade Raimundo Marinho, dentro dos
padrões estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Enfermagem, será
um profissional capaz de atuar no mercado de trabalho de maneira adequada e competente
com as seguintes características:
Enfermeiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva;
Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor
científico e intelectual e pautado em princípios éticos.
Profissional capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de
saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase
na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais dos seus
determinantes.
Profissional capaz de atuar, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser
18
humano.
A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: Atenção à saúde,
Tomada de decisões, Comunicação, Liderança, Administração e gerenciamento, Educação
permanente.
1.5
ESTRUTURA CURRICULAR
A organização curricular do curso segue os princípios que fundamentam o regime
seriado do ensino. Para funcionamento do curso há a necessidade, de pessoal que
operacionalize as atividades acadêmico-administrativas, para isso foi criada a Coordenação do
Curso, em consonância com o que prevê o Regimento Geral da Faculdade Raimundo
Marinho.
Observando os dispositivos legais, torna-se oportuno enfatizar que a educação
superior deve ser entendida como compromisso entre a formação profissional e as demandas
que a própria sociedade exige. Considerando, ainda, a realidade educacional de Alagoas, suas
necessidades e perspectivas de desenvolvimento e, particularmente, as exigências do mundo
tecnologicamente entendido, elaborou-se o Projeto Pedagógico para o Curso de Enfermagem,
visando propiciar ao aluno uma formação sólida e pluralista na área das Ciências da Saúde.
O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho
tem respaldo na Resolução CNE/CES nº 3, de 07 de novembro de 2001, que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem, com fundamento
no parecer CNE/CES 1.133, de 7 de agosto de 2001, buscando demonstrar as variáveis
norteadoras das ações pedagógicas para a formação do enfermeiro. Tem a preocupação com a
Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, em que estabelece a inclusão da temática História e
Cultura Afro-brasileira e Indígena, com a Resolução CNE/CP nº 01/2004, em que trata das
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Racias, com o parecer
3/2004, em que implica nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Preocupa-se
ainda com a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, em que dispõe sobre a Educação Ambiental
e com o Parecer CNE/CO nº 8/2012, em que trata das Diretrizes Nacionais para a Educação
em Direitos Humanos.
Sendo assim a matriz curricular foi definida a partir do diagnóstico do profissional
que se pretende formar, sendo este orientado para a competência do profissional de saúde,
19
habilitado para atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, principalmente, do
Sistema Único de Saúde em nível local e regional. As disciplinas são orientadas de maneira
que cada uma assuma posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das
competências e habilidades do curso.
Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a sua qualidade e
responsabilidade na formação do egresso, bem como com a constante inovação, com a
construção e reconstrução do conhecimento e com a sua qualificação profissional. Por outro
lado, a Instituição se compromete a desenvolver uma política permanente de estímulo,
capacitação e apoio a esses profissionais.
Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades,
ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico assuma a sua formação plena,
levando em conta uma tomada de consciência da diversidade e o respeito aos outros; uma
compreensão da condição humana tendo em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos,
culturais, sociais, históricos e espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão,
envolvendo autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de humanização,
além de um conhecimento sobre as políticas públicas de saúde vigentes no país envolvendo o
sistema municipal e regional de saúde.
A Faculdade Raimundo Marinho apresenta como possibilidade, a autonomia do
aluno, para buscar fora da matriz acadêmica competências e qualidades que, somadas às da
sua formação, apresentem um perfil de qualidade, como as atividades complementares, em
que objetivam oferecer ao educando agregar academicamente atividades que venham a
contribuir para o seu aperfeiçoamento profissional.
São
consideradas
como
atividades
complementares
disciplinas
cursadas
integralmente em outros cursos, seminários, oficinas, congressos, monitorias, estágio
extracurricular, projeto de iniciação científica, projeto de extensão, cursos realizados em áreas
afins concluídos e comprovados, estes estudos devem ser apostilados ao diploma com no
mínimo 10% da carga horária total do curso.
O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho preocupa-se com o
oferecimento de atividades e eventos que propiciem ao alunado horas para complementação
da carga horária destas atividades supracitadas.
A Instituição, assim como a Coordenação do Curso de Enfermagem manterá uma
política de qualificação acadêmica, de forma a possibilitar, fomentar, apoiar, divulgar eventos
de interesse comum e definição de critérios para assegurar a agregação das atividades,
inclusive, com padrões de qualidade. Tais estudos devem ser desenvolvidos no decorrer do
20
curso, e concluídos no prazo mínimo estabelecido para a conclusão do curso.
Ainda com o propósito de flexibilizar o currículo e, consequentemente, oferecer ao
aluno a oportunidade de uma formação complementar, o Curso de Enfermagem prevê em sua
estrutura curricular a possibilidade de disciplinas optativas, a qual serão elencadas de acordo
com as necessidades específicas identificadas, assim como semanas acadêmicas, como no
primeiro semestre sempre é comemorada e realizada a Semana de Enfermagem, propiciando
assim aos discentes atividades complementares e de integralização.
Para fins de integralização curricular, fazem parte da estrutura curricular os estágios
supervisionados, para que possa inserir o discente nas experiências e vivências da prática
profissional, possibilitando assim o ensino prático, sendo desenvolvido não só através das
disciplinas que interagem a teoria e a prática das atividades didáticas. O estágio
supervisionado curricular tem regulamentação própria aprovada pelas instâncias colegiadas da
Faculdade Raimundo Marinho.
O prazo proposto pela Faculdade Raimundo Marinho para integralização curricular,
visando à conclusão do Curso de Enfermagem, é de, no mínimo cinco anos e, no máximo,
sete anos e seis meses. A estrutura curricular do curso contempla 4.120 horas, em
consonância com os parâmetros legais vigentes, respeitando a carga horária mínima exigida
em horas prevista pela Resolução nº 2/2007, do Conselho Nacional de Educação, que são
computadas em hora/aula relógio, nos moldes estabelecidos pela Resolução nº 3/2007, do
Conselho Nacional de Educação.
A distribuição dos conteúdos curriculares é feitos da seguinte forma:
Um Total de 2960, de horas/aula (aula relógio de 60 minutos) integralizando as
disciplinas do curso; um total de 1160 horas de estágio obrigatório e um total de 412 horas de
atividades complementares, sendo distribuídas nos 200 dias letivos que compõem o ano,
distribuídos em semestre. Essa distribuição está de acordo com as DCN’s de Enfermagem,
conforme descrito abaixo.
1.5.1 CARGA
HORÁRIA
MÍNIMA
E
TEMPO
MÍNIMO
DE
INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
A carga horária total do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem
4120 horas, atendendo assim a carga horária mínima da Graduação em Enfermagem, de
acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso.
21
A estrutura curricular do Curso apresenta uma carga horária total de 4120 horas/aulas
sendo assim contempladas: 2960 horas/aula na forma de disciplinas, às quais se acrescem
1160 horas de Estágio Supervisionado, mais 412 horas de atividades complementares ao
curso, que deverão ser integralizadas em, no mínimo, (5) cinco anos ou (10) dez semestres
letivos; e, no máximo, (7) sete anos e 6 meses ou (15) quinze semestres letivos. Ressalta-se
que a carga horária das atividades complementares deve ser feita ao longo do curso,
escolhidas pelos discentes, e estão além da carga horária total do curso.
Com base na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação e nas Diretrizes
Curriculares para a formação de Bacharel em Enfermagem, o curso está estruturado e
ancorado em três eixos interligados que são o de Formação Fundamental, Eixo de Formação
Profissional e o Eixo de Formação Prática, de modo a garantir aspectos teóricos, históricos e
metodológicos necessários à formação profissional do(a) Bacharel em Enfermagem.
1.5.2 FLEXIBILIDADE
Adota-se metodologia flexível de ensino e de avaliação dos discentes, de modo a
privilegiar as técnicas que permitam o desenvolvimento das habilidades referidas para o perfil
do egresso. Trabalha-se com os discentes diversas práticas pedagógicas, como leitura,
interpretação e discussão de textos, seminários, estudos de casos, dentre outras técnicas, para
evitar apenas o método tradicional de ensino, substituindo assim o acúmulo passivo de
informações. Na atualidade, o discente deve estar orientado a prover as ferramentas
conceituais para que possa desenvolver, autonomamente, o raciocínio crítico necessário para
resolução de problemas variados.
A organização da parte flexível, atividades complementares do curso de Enfermagem
da Faculdade Raimundo Marinho estimula a participação dos alunos em variados modos de
desenvolvimento da formação crítica e reflexiva, indo desde o incentivo à participação em
órgãos estudantis, até a participação em grupos de iniciação científica, monitoria, congressos,
seminários, palestras entre outros.
Quanto ao currículo, apenas existe pré-requisito nos dois últimos períodos do curso,
justificada pela necessidade que o discente tem em ter o embasamento vivenciado em todas as
disciplinas, pois nestes períodos irá realizar apenas os estágios supervisionados, precisando
assim colocar em prática todo o aprendizado para sua vida profissional. Não sendo trabalhado
pré-requisito nas demais disciplinas oportuniza ao discente uma maior flexibilidade no
currículo do curso.
22
1.5.3 INTERDISCIPLINARIDADE
O Curso de graduação em enfermagem da FRM possui extrema preocupação com a
relação entre as disciplinas, o que faz buscar desenvolver estudos de inter-relações tanto entre
disciplinas da mesma série quanto entre disciplinas sequenciais.
Com isso, busca-se
promover mecanismo crescente e eficaz de aprendizagem e evitar sobreposição de conteúdos.
Outra preocupação da Instituição em relação ao curso é a respeito da
interdisciplinaridade. Pode-se considerar que o curso de enfermagem em si é interdisciplinar
por natureza, uma vez que o aluno, ao longo de todo o currículo, percorrerá as trilhas do
conhecimento através das diversas áreas da Enfermagem. A própria matriz curricular, vista
sob a ótica exclusiva das disciplinas, seria suficiente para demonstrar a interdisciplinaridade.
Acrescenta-se a isto, as atividades práticas obrigatoriamente desenvolvidas pelo aluno,
contribuindo de maneira real não apenas com a execução do currículo, mas, de forma eficaz,
com o processo de inter-relação disciplinar.
Além desses aspectos interdisciplinares, a disciplina Metodologias Ativas de
Aprendizado e Interdisciplinaridade, trabalha todos os conteúdos ministrados pelas disciplinas
daquele semestre onde ela está sendo ofertada, assim como os conteúdos dos semestres
anteriores, mantendo um aprendizado crescente e em espiral, objetivando assim, permitir que
o aluno recorde e busque ativamente rever os conteúdos já estudados em semestres anteriores.
Nesta disciplina serão realizados trabalhos, como exemplo temos casos clínicos,
teatralização e simulações de atendimento. Poderão neste caso serem estudados pacientes
simulados (padronizados), ou reais em serviços de saúde com acompanhamento dos docentes.
O perfil do egresso representa os tópicos macro-agrupados que consideram as aptidões,
competências técnicas, habilidades gerais, atitudes e posturas, classes de problemas que o
egresso estará apto a resolver e funções que o egresso poderá desempenhar.
1.5.4 ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA
Desde o início do curso, os docentes em suas respectivas disciplinas procuram
aproximar a teoria com a prática, demonstrando a relação da disciplina com a profissão. As
disciplinas do eixo profissionalizante iniciam no 3º período até o 8º período, com cargas
horárias teóricas e práticas. Nos 8º, 9º e 10º períodos se inicia a articulação da teoria e prática
com a inclusão dos Estágios Supervisionados, Internato em práticas hospitalares I, Internato
em práticas de Saúde Comunitária I, Internato em práticas de Saúde Comunitária II; Internato
23
em práticas hospitalares II e Internato de Administração em Enfermagem Hospitalar e
Comunitária, enfatizando uma abordagem interdisciplinar.
1.5.5 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS
1º Período
Anatomia Descritiva e Topográfica I
Bioquímica
Biologia Celular e Molecular
Histologia e Embriologia Humana Aplicada
História e Exercício de Enfermagem
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I
TOTAL
2º Período
Anatomia Descritiva e Topográfica II
Metodologia da Pesquisa I
Agressão e Defesa do Corpo Humano I
Fisiologia e Biofísica I
Patologia
Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II
TOTAL
3º Período
Fisiologia e Biofísica II
Agressão e Defesa do Corpo Humano II
Semiologia e Semiotécnica I
Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde
Ética e Legislação em Enfermagem
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade III
TOTAL
4º Período
Semiologia e Semiotécnica II
Fisiopatologia
Farmacologia
Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais
Bioestatística
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV
TOTAL
5º Período
Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I
Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias
Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I
Didática no Ensino da Enfermagem
Farmacologia Aplicada à estratégia de Saúde da Família
Psicologia Aplicada à Enfermagem
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade V
TOTAL
6º Período
Enfermagem na Saúde da Mulher I
Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II
Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II
Administração em Enfermagem I
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA
PRÁTICA
TOTAL
30
60
60
60
40
40
290
30
20
20
20
20
110
60
80
80
80
40
40
20
400
40
40
60
60
30
40
270
40
20
20
10
40
130
80
40
80
80
40
40
40
400
60
60
60
80
40
300
20
20
20
40
100
80
80
80
80
40
40
400
60
80
60
60
40
300
20
20
20
40
100
80
80
80
80
40
40
400
60
60
60
40
40
40
300
20
20
20
40
100
80
80
80
40
40
40
40
400
60
60
60
60
20
20
20
20
80
80
80
80
24
Epidemiologia e Saúde
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VI
TOTAL
7º Período
Enfermagem em Urgência e Emergência
Enfermagem em Saúde da Mulher II
Enfermagem na Saúde Mental
Administração em Enfermagem II
Vigilância em Saúde
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade
VII
TOTAL
8º Período
Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico
Internato em Práticas Hospitalares I
Metodologia da Pesquisa II
Internato em Práticas de Saúde Comunitária I
Disciplina Optativa
TOTAL
9º Período
Internato em Práticas de Saúde Comunitária II
Internato em Práticas Hospitalares II
TOTAL
10º Período
Internato de Administração em Enfermagem Hospitalar e
Comunitária
TOTAL
TOTAL GERAL DO CURRÍCULO PLENO
40
280
40
120
40
40
400
60
60
60
60
40
-
20
20
20
20
40
80
80
80
80
40
40
280
120
400
60
40
40
140
20
160
160
20
80
160
40
160
40
480
-
220
220
220
220
440
-
400
400
TOTAL DISCIPLINAS
TOTAL ESTÁGIO
TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES
2160
400
4120
800
2960
1160
412
Atualmente o curso conta com duas disciplinas optativas:
RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS
Libras
Tópicos Especiais
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA TOTAL
40
40
40
40
Em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2004, o curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho contempla os conteúdos curriculares sobre educação das
relações étnico-raciais em diversas disciplinas, como na disciplina Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas à Enfermagem, Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde, Vigilância
em Saúde, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, dentre outras.
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho também atende ao
disposto na Lei nº 9.795/1999, pois contempla conteúdos curriculares que tratam de educação
ambiental em diversas disciplinas, como na disciplina Processo Saúde-Doença e Educação em
25
Saúde, Vigilância em Saúde, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade,
dentre outras.
1.6
CONTEÚDOS CURRICULARES
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho segue as orientações das
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Enfermagem, relaciona seus conteúdos com
todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrando à realidade
epidemiológica e profissional, proporcionando assim a integralidade das ações do cuidar em
enfermagem. Estes contemplam os três núcleos fundamentais do curso de Enfermagem
indicados pelas DCNs:
Núcleo das Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos
(teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e
alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos,
aplicados
às
situações
decorrentes
do
processo
saúde-doença
no
desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem. Neste eixo temos
disciplinas do 1º período, Anatomia Descritiva e Topográfica I, Bioquímica,
Biologia Celular e Molecular, Histologia e Embriologia Humana Aplicada; do
2º período, Anatomia Descritiva e Topográfica II, Processo Saúde-Doença e
Educação em Saúde; Agressão e Defesa do Corpo Humano I, Fisiologia e
Biofísica I, Patologia; do 3º período, Agressão e Defesa do Corpo Humano II,
Fisiologia e Biofísica II; do 4º período, Fisiopatologia, Farmacologia; do 5º
período, Farmacologia Aplicada à Estratégia da saúde e da família; do 6º
período, Epidemiologia e Saúde; do 7º período, Vigilância em Saúde.
Núcleo das Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes
às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a
compreensão
dos
determinantes
sociais,
culturais,
comportamentais,
psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do
processo saúde-doença. Neste eixo temos disciplinas do 1º período, História e
Exercício da Enfermagem, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à
Enfermagem; do 2º período, Anatomia Metodologia da Pesquisa I; do 3º
período, Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde, Ética e Legislação em
26
Enfermagem; do 4º período, Bioestatística; do 5º período, Psicologia Aplicada
à Enfermagem; do 8º período, Metodologia da Pesquisa II, Libras (optativa).
Núcleo das Ciências da Enfermagem – neste tópico de estudo incluem-se, os
Fundamentos de Enfermagem – os conteúdos técnicos, metodológicos e os
meios e instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem
em nível individual e coletivo; a Assistência de Enfermagem – os conteúdos
(teóricos e práticos) que compõem a assistência de Enfermagem em nível
individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e
ao idoso, considerando os determinantes socioculturais, econômicos e
ecológicos do processo saúde-doença, bem como os princípios éticos, legais e
humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem; a Administração de
Enfermagem – os conteúdos (teóricos e práticos) da administração do processo
de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; e o Ensino de
Enfermagem – os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do
enfermeiro, independente da Licenciatura em Enfermagem. Além de
proporcionar os estágios. Neste eixo temos disciplinas do 1º período,
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I; do 2º período,
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II; do 3º período,
Semiologia e Semiotécnica I, Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade III; do 4º período, Semiologia e Semiotécnica II,
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV, Enfermagem
em Centro Cirúrgico e Central de Material; do 5º período, Enfermagem na
Saúde do Adulto e do Idoso I, Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente I, Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Didática no
Ensino
da
Enfermagem,
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade V; do 6º período, Enfermagem na Saúde do Adulto e do
Idoso II, Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II, Enfermagem
na Saúde da Mulher I, Administração em Enfermagem I, Metodologias Ativas
de Aprendizado e Interdisciplinaridade VI; do 7º período, Enfermagem na
Saúde da Mulher II, Enfermagem em Urgência e Emergência, administração
em Enfermagem II, Enfermagem na Saúde Mental, Metodologias Ativas de
Aprendizado e Interdisciplinaridade VII; do 8º período, Enfermagem em
Paciente Crítico e Semi-crítico, Tópicos Especiais (optativa).
27
Estes conteúdos são distribuídos nas disciplinas obrigatórias e optativas,
contemplando os aspectos fundamentais para a formação do profissional em enfermagem.
Além disso, os conteúdos curriculares do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho ainda tratam dos aspectos educacionais, socioambiental, diversidade étnica e cultural
e direitos humanos.
Permeiam por estes conteúdos, diversas disciplinas do curso de Enfermagem, como
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem, História e Exercício de Enfermagem,
Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, Processo Saúde-Doença e
Educação em Saúde, Ética e Legislação em Enfermagem, Agressão e Defesa, Enfermagem na
Saúde do Adulto e do Idoso, Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente,
Enfermagem na Saúde da Mulher, Epidemiologia e Saúde, Vigilância em Saúde, Enfermagem
em Doenças Infecciosas e Parasitárias.
O PPC do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho oferece ainda a
disciplina de Libras como optativa, obedecendo ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de
2005, em que relata que a disciplina Libras deve fazer parte das disciplinas curriculares
optativas nos cursos superiores, em grau de bacharéis.
As ementas e unidades de estudo (disciplinas) são passíveis de revisão e avaliação ao
final de cada semestre, em que a partir das reuniões de Colegiado, avalia-se o processo de
ensino-aprendizagem do Curso de Enfermagem, levando em consideração todas as nuances,
entre elas a matriz curricular. Todas as disciplinas pautadas no Curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho possuem suas referências bibliográficas adequadas para suas
necessidades.
Com o elenco destas disciplinas e suas respectivas abordagens, em que é adequado
ao perfil proposto para os acadêmicos, o PPC do Curso de Enfermagem da Faculdade
Raimundo Marinho confere as competências, habilidades, capacidade acadêmica,
profissional, além do desenvolvimento intelectual, sendo consideradas as demandas e
necessidades prevalentes e prioritárias da população conforme o quadro epidemiológico do
país e da região.
1.6.1 COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DCN’s
O próximo quadro aponta a divisão das disciplinas nos conteúdos curriculares
previstos pelas Diretrizes Curriculares do Curso de Enfermagem.
28
Conteúdos
Curriculares
Ciências Biológicas e
da Saúde
Ciências Sociais
Humanas
Ciências
Enfermagem
e
da
Disciplinas
Total de horas
por disciplina
Anatomia Descritiva e Topográfica I
Bioquímica
Biologia Celular e Molecular
Histologia e Embriologia Humana Aplicada
Anatomia Descritiva e Topográfica II
Agressão e Defesa do Corpo Humano I e II
Fisiologia e Biofísica I e II
Patologia
Fisiopatologia
Farmacologia
Farmacologia Aplicada à estratégia de saúde da
família
Epidemiologia e Saúde
Vigilância em Saúde
Processo Saúde-Doença e Educ. em Saúde
História e Exercício da Enfermagem
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à
Enfermagem
Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde
Psicologia Aplicada à Enfermagem
Bioestatística
Metodologia da Pesquisa I
Metodologia da Pesquisa II
Ética e Legislação em Enfermagem
Libras (optativa I)
Semiologia e Semiotécnica I
Semiologia e Semiotécnica II
Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de
Materiais
Didática no Ensino da Enfermagem
Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I
Enfermagem na Saúde da Mulher I
Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente I
Enfermagem na Saúde da Mulher II
Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II
Enfermagem na Saúde da Criança e do
Adolescente II
Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico
Enfermagem em Urgência e Emergência
Enfermagem em Doenças Infecciosas e
Parasitárias
Enfermagem na Saúde Mental
Administração em Enfermagem I
Administração em Enfermagem II
Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade I
Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade II e III
Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade IV e V
Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade VI
Metodologias Ativas de Aprendizado e
Interdisciplinaridade VII
60
80
80
80
80
160
160
40
80
80
40
Total de
horas por
conteúdo
1060
40
40
40
40
40
80
40
40
40
40
40
40
80
80
80
40
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
80
20
80
80
40
40
400
1500
29
Estágios
Estágio Supervisionado na Área Hospitalar I
Estágio Supervisionado na Área Comunitária I
Estágio Supervisionado na Área Hospitalar II
Estágio Supervisionado na Área Comunitária II
Estágio Supervisionado em Administração em
Enfermagem
160
160
220
220
400
Total Geral
1160
4120
1.6.2 COERÊNCIA
DOS
CONTEÚDOS
CURRICULARES
COM
OS
OBJETIVOS DO CURSO
Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem estão coerentes com os objetivos
do curso e com o compromisso da FRM, com a região onde está inserida, orienta para a
formação de profissionais integrados com a realidade local e a qualificação despertada para o
aproveitamento das potencialidades socioeconômicas e culturais, de modo a formar
profissionais com competência técnica para o pleno exercício da Enfermagem, através da
busca da construção do conhecimento. A visão humanística e crítica da realidade social são
trabalhadas ao longo de todo o curso, inserindo no aluno, por meio da conjugação da teoria à
prática, uma perspectiva pluralista da prática da enfermagem. Respeitando os aspectos
pedagógicos, o currículo do curso, está fortemente subsidiado por atividades complementares
que corresponde a 412 horas e estágio com 1160 horas. Aborda as áreas de conhecimento,
habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais à formação profissional, buscando
estabelecer uma relação entre os objetivos do curso com as disciplinas aplicadas, como já
evidenciado na tabela do item 1.3.2.
1.6.3 COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM O PERFIL
DESEJADO DOS EGRESSOS
Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho são coerentes com o perfil desejado dos egressos do curso, pois seguem as
orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais, as disciplinas abordam conteúdos que
formam profissionais generalistas, integrados com a realidade, com visão humanística, crítica
e reflexiva, com competência técnica para o pleno exercício da Enfermagem, através da busca
da construção do conhecimento.
30
1.7
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
1º PERÍODO
ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I
Ementa:
Bases para o estudo da anatomia e identificação das principais estruturas e funções dos órgãos
que compõe cada sistema humano. Introdução ao estudo da anatomia, (conceitos,
terminologia anatômica), sistemas: esquelético, articular, muscular, respiratório e circulatório.
Bibliografia Básica:
DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. 2ª ed. São
Paulo: Atheneu, 2010. 183 p.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 547
p.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; (Ed.); PABST, Reinhard (Ed.). Atlas de anatomia
humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 2 v.
Bibliografia Complementar:
BANKOFF, ADP. Morfologia e cinesiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo. Américo. Anatomia humana: sistêmica e
segmentar. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 763 p.
DÂNGELO, JG & FATTINI, CA. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos: com a
descrição dos órgãos, junturas, músculos, vasos e nervos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 7ª ed. Sprint, 2008.
ROHEN, Johannes W. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e
regional. 6ª ed. São Paulo: Manole, 2007. 532 p.
31
BIOQUÍMICA
Ementa:
Fundamentos da Bioquímica. Sistema tampão. Aminoácidos e proteínas. Enzimas.
Metabolismo das principais estruturas biológicas: carboidratos, lipídeos e proteínas.
Regulação hormonal do metabolismo. Bioquímica do sangue e homeostase da glicose.
Composição da urina. Exames clínicos e distúrbios metabólicos.
Bibliografia Básica:
CHAMPE, Pámela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 4ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 528 p.
NELSON, DL; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 386 p.
Bibliografia Complementar:
CAMERON, LC. Tópicos avançados em bioquímica do exercício. Shape, 2004.
NELSON, DL; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 2ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2003.
VOET, D. Bioquímica. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
Ementa:
Bases para o estudo da Biologia enfatizando a evolução celular; manuseio da microscopia no
estudo da célula; membranas biológicas; organelas citoplasmáticas; núcleo e divisão celular;
genética molecular; hereditariedade.
Bibliografia Básica:
ALBERTS, B. Biologia molecular da célula. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
32
JUNQUEIRA, LCU. Biologia Estrutural dos Tecidos: histologia.
Guanabara Koogan, 2005.
Rio de Janeiro:
Bibliografia Complementar:
GARTNER, LP; HIATT, JL. Atlas colorido de histologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de
Janeiro: Elsevier.
ROSS, MH & ROWRELL. Histologia: texto e atlas em correlação com biologia celular e
molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
SOBOTTA, J. Atlas de Histologia, Citologia e Anatomia Microscópica. 7ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA HUMANA APLICADA
Ementa:
Bases para o estudo dos tecidos: epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso; sistemas:
locomotor, tegumentar, circulatório e respiratório; embriologia: ovogênese, espermatogênese,
fecundação,
clivagem,
blastulação,
gastrulação,
neurulação,
anexos
embrionários,
desenvolvimento fetal e parto.
Bibliografia Básica:
GARTNER, LP; HIATT, JL. Tratado de Histologia em cores. Rio de Janeiro: Elsevier.
GARTNER, LP; HIATT, JL. Atlas colorido de histologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Histologia Básica: texto e atlas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
MOORE, KL. Embriologia Básica. 7ª Ed. Rio de Janeiro, 2008.
Bibliografia Complementar:
CORMACK, DH. Fundamentos de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
GENESI, F. Histologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
33
KERR, JB. Atlas de Histologia Funcional. São Paulo: Artes Médicas.
KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de
Janeiro: Elsevier.
MOORE, KL. Embriologia Clínica. 8ª ed. Elsevier, 2008.
SADLER, TW. Langman Embriologia Médica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
HISTÓRIA DA ENFERMAGEM
Ementa:
Evolução da enfermagem como ciência e profissão; sua organização e prática no mundo e no
Brasil; princípios norteadores da profissão e cenário na prática em enfermagem e perspectivas
futuras. Conhecimento das entidades de classe no país.
Bibliografia Básica:
BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
GEOVANINI, T et al. História da enfermagem: versões e interpretações. Rio de Janeiro:
Revinter
OGUISSO, T. (org.) Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole.
Bibliografia Complementar:
HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU.
LIMA, MJ. O que é enfermagem. Editora Brasiliense.
RIZZOTTO, MLF. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia:
Ab.
O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Revinter, 1999.
34
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS À ENFERMAGEM
Ementa:
Conceitos fundamentais em ciências sociais: processos sociais, cultura e socialização, grupos
e sistemas sociais, discriminação, a questão da pobreza, instituição sociais, família e religião.
Ética e sua dimensão no mundo profissional.
Bibliografia Básica:
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995.
COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2002.
SCURO NETO, P. Sociologia Ativa e Didática. São Paulo: Saraiva, 2004.
Bibliografia Complementar:
ADAM, P; HERZLICH, C. Sociologia da doença e da medicina. São Paulo: EDUSC.
BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004.
DIAS, R. Introdução à Sociologia. São Paulo: Pearson, 2005.
HELMAN CG. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed.
TEIXEIRA, R. Mobilização social: um modelo para ação. 2008.
Tratado da saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009.
VARGAS, A. Bioética: impactos da pós-modernidade. Lecsu.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE I
Ementa:
Conhecer o funcionamento dos serviços de saúde, conhecer a confecção de um portfólio,
discussão de casos referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre. Participação em
atividades formacionais de incentivo á busca do auto-aprendizado.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, R. Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
35
DURAN & VIDAL. Tutoria: aprendizagem entre iguais. Porto Alegre: Artmed.
SHORES & GRACE. Manual de Portfólio. Porto Alegre: Artmed.
Bibliografia Complementar:
BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004.
BORK, AMT. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e
análises. Porto Alegre: Artmed.
O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Revinter, 1999.
O corpo educado. 3ª ed. Autêntica, 2010.
2º PERÍODO
ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA II
Ementa:
Bases para o estudo da anatomia e identificação dos principais órgãos, estruturas e funções
que compõe cada sistema humano. Sistemas: urinário, genital masculino e genital
feminino, pelve, e períneo, digestivo, sensorial, neuroanatomia (sistema nervoso periférico
e central).
Bibliografia Básica:
DANGELO, JG; FATTINI, CA. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu.
NETTER, FH. Atlas de anatomia humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
Bibliografia Complementar:
BANKOFF, ADP. Morfologia e cinesiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
DÂNGELO, JG & FATTINI, CA. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos: com a
descrição dos órgãos, junturas, músculos, vasos e nervos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
MARQUES, ECM (org) Anatomia e fisiologia humana. São Paulo: Martinari, 2011. 303p.
36
MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 7ª ed. Sprint, 2008.
SOUZA, RR de. Anatomia humana. Manole, 2001.
METODOLOGIA DA PESQUISA I
Ementa:
Desenvolvimento do projeto de pesquisa a ser executado durante a realização do trabalho de
conclusão de curso específico para a área de ciências da saúde. Utilização de normas da
ABNT e Vancouver.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2004.
THOMAZ, JR; NELSON, JK. Métodos de pesquisa em atividade física. 3ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2002.
MARCONI, MA. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, MM. Introdução à metodologia do trabalho científico. Editora Atlas.
CARVALHO, MCM de (org). Construindo o saber - metodologia científica: fundamentos e
técnicas. Papirus.
HOSSNE, WS; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. Campus.
BITTAR, ECB. Metodologia da Pesquisa Jurídica. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
AGRESSÃO E DEFESA DO CORPO HUMANO I
(Parasitologia, Microbiologia e Imunologia)
Ementa:
Estudo dos agentes de principal agressão as vias respiratórias ao sistema nervoso, vias
geniturinárias, coração, tubo digestório, suas glândulas anexas e suas defesas ao homem.
Estudando os aspectos da morfologia, biologia, patogenia, diagnóstico, tratamento,
profilaxia e epidemiologia dos agentes de interesse clínico representados pelos parasitos
(protozoários, helmintos e artrópodes) e microbianos (bactérias, vírus e fungos) e as
37
formas de defesa do organismo mediante a presença de parasitos e microrganismos e
suas respectivas patologias.
Bibliografia Básica:
ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema
imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier.
MURRAY, et al. Microbiologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1992.
NEVES, DP. Parasitologia Humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
Bibliografia Complementar:
ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier.
HARVEY, RA; CHAMPE, PC; FISHER, BD. Microbiologia ilustrada. 2ª Ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
ROITT, IM; BROSTOFF, J; MALE, DK. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo:
Manole.
TRABULSI, LR. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
WEIR, DM; STEWAT, J. Imunologia: básica aplicada. Rio de Janeiro: Revinter.
FISIOLOGIA E BIOFÍSICA I
Ementa:
Homeostase, líquidos corporais, bioeletrogênese, junção neuromuscular e fisiologia da
contração muscular. Estudo do sistema nervoso autônomo, somatosensorial, córtex motor,
núcleos da base. Sistema endócrino e suas relações com o metabolismo: tireóide, pâncreas,
sistema hipotálamo-hipófise e supra-renal, sistema reprodutor.
Bibliografia básica:
DAVIES, A. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artmed.
GUYTON, AC; HALL, JE. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Elsevier.
KOEPPEN, BM; STANTON, BA. Berne & Levy: fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier.
38
Bibliografia Complementar:
HANSEN, JT; KOEPPEN, BM. Netter: atlas de fisiologia humana. Rio de Janeiro: Elsevier.
COSTANZO, LS. Fisiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
SILVERTHORN, DU. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. Barueri: Manole.
WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
WILMORE, JH; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. 4ª ed. Barueri:
Manole, 2010.
PATOLOGIA
Ementa:
Ultra-estrutura normal da célula e metodologia aplicada ao estudo da Patologia. Inflamações.
Lesões reversíveis e alterações vasculares.
Imunopatologia e infecção. Lesões pré-
cancerosas, carcinogênese e neoplasias, patologia geográfica do câncer. Patogênese das
doenças genéticas.
Bibliografia Básica:
BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
KING, CT. Patologia. Rio de Janeiro: Elsevier.
MONTENEGRO, MR. Patologia Processos Gerais. São Paulo: Atheneu.
Bibliografia Complementar:
BOGLIOLO, L. Bogliolo patologia geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
CAMARGO, DE de; OLIVEIRA, JLV. Patologia Geral: abordagem multidisciplinar. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
FIORE, MSH de; FREEMAN, WH. Atlas de Histologia.
Koogan.
Rio de Janeiro: Guanabara
KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de
Janeiro: Elsevier.
39
PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E EDUCAÇÃO EM SAÚDE
Ementa:
Processo Saúde doença, seus determinantes e condicionantes, identificação do processo
saúde doença e seu registro na consulta de enfermagem, determinantes sociais da saúde:
meio ambiente e saúde, processo saúde doença relacionados ao meio ambiente, conceitos de
qualidade de vida, condições sanitárias (Conceitos, tipos de fossa, política sanitária),
doenças relacionadas a poluição atmosférica, doenças relacionadas a poluição do lençol
freático, exposição aos raios ultra violeta e seus danos a saúde, exposição ambiental ao
chumbo, demais doenças relacionadas ao meio ambiente, princípios de prevenção e
precaução.
Bibliografia Básica:
ADAM, P; HERZLICH, C. Sociologia da doença e da medicina. São Paulo: EDUSC.
ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N de. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Tratado de saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009.
Bibliografia Complementar:
Introdução ao estudo do meio ambiente. Poligraf, 2007.
BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004.
HELMAN CG. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed.
JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. Porto Alegre: Artmed.
MCEWEN, M. Bases Teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed.
A promoção da saúde em Alagoas. 2011.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE II
Ementa:
Conhecer o funcionamento dos serviços de saúde, conhecer a confecção de portfólio,
discussão de casos referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre. Participação em
40
atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado.
Bibliografia Básica:
BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BORK, AMT. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
MCEWEN, M. Bases Teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed.
Bibliografia Complementar:
BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004.
Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões e soluções. v 2. São
Paulo: Atheneu.
SHORES & GRACE. Manual de Portfólio. Porto Alegre: Artmed.
SILVA, RBT da. Responsabilidade civil: responsabilidade civil na área da saúde. 2ª ed.
Saraiva, 2009.
TIMBY, BK. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8ª
ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Introdução ao estudo do meio ambiente. Poligraf, 2007.
OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004.
3º PERÍODO
FISIOLOGIA E BIOFÍSICA II
Ementa:
Sistema digestório, digestão, absorção, nutrientes e micronutrientes essenciais e metabolismo;
Sistema Renal e fisiologia dos néfrons, clearance; Sistema respiratório e equilíbrio
cardio-circulatório; Sistema cardiovascular, ECG, hemodinâmica; Células sanguíneas e
Coagulação.
Bibliografia básica:
DAVIES, A. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artmed.
41
GUYTON, AC; HALL, JE. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier.
KOEPEN, BM; STANTON, BA. Berne & Levy: fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier.
Bibliografia Complementar:
KOEPPEN, BM. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre: Elsevier.
WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 206.
WILMORE, JH; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. 4ª ed. Barueri:
Manole, 2010.
AGRESSÃO E DEFESA DO CORPO HUMANO II
(Parasitologia, Microbiologia e Imunologia)
Ementa:
Estudo dos agentes de principal agressão cutâneas e vasculares, agentes oportunistas e
suas defesas ao homem. Estudando os aspectos da morfologia, biologia, patogenia,
diagnóstico, tratamento, profilaxia e epidemiologia dos agentes de interesse clínico
representados pelos parasitos (protozoários, helmintos e artrópodes) e microbianos
(bactérias, vírus e fungos) e as formas de defesa do organismo mediante a presença de
parasitos e microrganismos e suas respectivas patologias, bem como as lesões produzidas
por estes agentes patogênicos; estudo das vacinas; e das principais formas de defesa.
Bibliografia Básica:
ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier.
NEVES, DP. Parasitologia humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
TRABULSI, LR. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
Bibliografia Complementar:
ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema
imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier.
HARVEY, RA; CHAMPE, PC; FISHER, BD. Microbiologia ilustrada. 2ª Ed. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
MURRAY, et al. Microbiologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1992.
42
NEVES, DP, Atlas didático de parasitologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
ROITT, IM; BROSTOFF, J; MALE, DK. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo:
Manole.
TRABULSI, LR; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2008.
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I
Ementa:
Introdução à semiologia e semiotécnica. Teoria de exame físico. Registro em enfermagem.
Sinais e sintomas. Técnicas de exame físico. Posições para exames e procedimentos.
Avaliação física por sistemas e segmentos (locomotor, tipos de marcha, tórax, e sistema
circulatório, abdome e sistema digestório). Avaliação nutricional. Índice de massa corpórea.
Medidas antropométricas, aplicações de calor e frio, oxigenoterapia, enema.
Bibliografia Básica:
BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
PORTO, CC. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
POSSO, MBL. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu.
Bibliografia Complementar:
BICKLEY, LS; HOCKELMAN, RA. Bates: propedêutica médica. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia
Dourada, 2009.
VOLPATO, ACB (ORG). Técnicas Básicas de Enfermagem. 3ª ed. São Paulo: Martinari,
2009. 288p.
POLÍTICAS, PROGRAMAS E SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
Ementa:
Evolução histórica das politicas de saúde no Brasil até a formulação do Sistema Único de
Saúde (SUS), com seus princípios, diretrizes e leis orgânicas. Reorganização da atenção à
43
saúde e a Estratégia Saúde da Família (ESF). Modelos assistenciais. Programas de saúde
oferecidos à população. Estratégias de promoção à saúde. Problemas de saúde individual e
coletiva, processo de determinação social da doença e as necessidades básicas da população
nos serviços de atenção primária. O enfermeiro como educador em saúde: politica e o
processo de mudança social. Prática junto às equipes da Estratégia Saúde da Família.
Bibliografia Básica:
Associação Paulista de Medicina. SUS: o que você precisa saber sobre o sistema único de
saúde. São Paulo: Atheneu, 2010.
CARVALHO, IA; SANTOS, L. Sistema Único de Saúde: comentários à Lei Orgânica de
Saúde. 4ª ed. São Paulo: Unicamp, 2006.
GERALDES, PC. A saúde coletiva de todos nós. Rio de Janeiro: Revinter, 1992.
Bibliografia Complementar:
AGUIAR, Z. SUS - antecedentes, percurso, perspectivas e desafios.
BRASIL. Ministério da Saúde. Prêmio Sérgio Arouca de gestão participativa no SUS.
Brasília: Ministério da Saúde, 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. 13ª Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Ministério da
Saúde, 2009.
FIGUEIREDO, NMA; TONINI, T (org). SUS e saúde da família para enfermagem:
práticas para o cuidado em saúde coletiva. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009. 312p.
MARTINS, IG da S. Conheça a Constituição: comentários à Constituição Brasileira. v 3.
São Paulo: Manole.
Tratado de saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009.
ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Ementa:
Estudo da compreensão da ética como dimensão fundamental do ser, das relações entre os
seres humanos e do ser no mundo na dimensão do cuidar, evolução do pensamento científico.
Lei do exercício profissional: Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, resoluções e
decisões do COFEN. Aspectos da legislação de enfermagem inerente à prática profissional.
Processos Éticos e Direitos do Paciente.
44
Bibliografia Básica:
OGUISSO, T. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole, 2005.
PINTO, LH da S. Código de ética (deontologia) dos profissionais de Enfermagem. São
Paulo: Atheneu, 2008.
ZOBOLI, ELCP; OGUISSO, T. Ética e Bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. São
Paulo: Manole, 2006.
Bibliografia Complementar:
BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004.
SGRECCI, E. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. 3ª ed. Loyola, 2009.
VARGAS, A. Bioética: impactos da pós-modernidade. Lecsu.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE III
Ementa:
Conhecer as políticas públicas de saúde, processo saúde-doença, discussão de problemas
referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres anteriores. Participação
em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes
relacionadas à semiologia e as semiotécnicas de enfermagem.
Bibliografia Básica:
ALFARO-LEFÈVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem: promoção do cuidado
colaborativo. 5ª ed. São Paulo: Artmed, 2005.
BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BORK, AMT. Enfermagem baseada em evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
Bibliografia Complementar:
Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões e soluções. v 2. São
Paulo: Atheneu.
45
GERALDES, PC. A saúde coletiva de todos nós. Rio de Janeiro: Revinter, 1992.
OGUISSO, T. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole, 2005.
OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004.
SCHON, DA. Educando o Profissional Reflexivo: um novo design para o ensino e a
aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000.
4º PERÍODO
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II
Ementa:
Sinais e Sintomas. Técnicas de Exame Físico: Inspeção, Palpação, percussão e ausculta.
Avaliação Nutricional. Avaliação da dor. Exame físico da pele. Exame físico dos anexos da
pele. Exame físico da cabeça e pescoço, sistemas nervoso, urogenital, sensorial.
Bibliografia Básica:
BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
POSSO, MBL. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu.
Bibliografia Complementar:
BICKLEY, LS; HOCKELMAN, RA. Bates: propedêutica médica. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia
Dourada, 2009.
HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU.
PORTO, CC. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
46
FISIOPATOLOGIA
Ementa:
Fisiopatologia dos principais transtornos do sistema digestório, nervoso, endócrino,
genitourinário, transtornos do sistema tegumentar, locomotor, circulatório e respiratório.
Subsídios para a tomada de decisões e assistência aos pacientes.
Bibliografia Básica:
ANTCZAK, S. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MCPHEE, SJ. Fisiopatologia da doença: uma introdução à medicina clínica. 5ª ed. São
Paulo: Mcgraw-hill, 2007.
SILBERNAGL, S. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2006.
Bibliografia Complementar:
BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GOMES, IL. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
MONTENEGRO, MR. Patologia Processos Gerais. São Paulo: Atheneu.
WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª
Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
FARMACOLOGIA
Ementa:
Introdução à Farmacologia. Bases farmacocinéticas da Farmacologia (absorção, distribuição,
metabolização e excreção) e os fatores que implicam nestes fenômenos farmacocinéticos.
Estudo da farmacodinâmica (Classificação e Mecanismo de Ação Geral dos Fármacos),
Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo, Bloqueadores da junção neuromuscular,
farmacologia do sistema nervoso central. Farmacologia do aparelho cardiovascular e do
sistema hematopoiético. Farmacologia respiratória, digestória e endócrina. Farmacologia dos
antibióticos. Farmacologia do Câncer.
Bibliografia Básica:
MUNDIM, FD. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
47
RANG, HP; DALE, MM; RITTER, JM et al. Rang & Dale Farmacologia. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
SILVA, P. Farmacologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Bibliografia Complementar:
ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BOMFIM, É; BOMFIM, G. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio de Janeiro:
Atheneu.
CLAYTON, BD; STOCK, YN. Farmacologia na Prática da Enfermagem. 13ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier.
LAURENCE, LB. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman.
Porto Alegre: Artmed.
SCHELLACK, G. Farmacologia: uma abordagem didática. São Paulo: Fundamento, 2006.
ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAIS
Ementa:
Sistema Centro Cirúrgico no âmbito hospitalar: planta física, aspectos humanos e materiais:
pessoal, material, fluxo e área de risco. O centro de material esterilizado, relação com centro
cirúrgico e demais unidades, unidade de recuperação pós-anestésica. Ações e serviço de
controle de infecção hospitalar e pós-cirúrgicas. O paciente no trans-operatório, recepção e
recuperação pós-anestésica. Equipe cirúrgica. Biossegurança. Sistematização da Assistência
de Enfermagem Perioperatória. Categorias de cirurgias quanto à urgência, principais
complicações intra-operatórias potenciais, fases de cicatrização e duração, tipos de
cicatrização, fatores que afetam a cicatrização da ferida cirúrgica, complicações de feridas
cirúrgicas.
Bibliografia Básica:
KAWAMOTO, EE. Enfermagem em clínica cirúrgica. 3ª ed. São Paulo: EPU, 2008.
SANTOS, NCM. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 6ª ed. São Paulo: Iatria,
2010.
SILVA, MAA; RODRIGUES, AL; CESARETTI, I. Enfermagem na Unidade de Centro
Cirúrgico. 2ª ed. São Paulo: EPU, 1997.
48
Bibliografia Complementar:
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
PRÁTICAS RECOMENDADAS - SOBECC. - Centro Cirúrgico, recuperação Anestésica,
Central de Material e Esterilização. 3ª ed. rev e ampl. 2005.
FIGUEIREDO, NMA de. Centro Cirúrgico: atuação, intervenção e cuidados de
Enfermagem. 2ª ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2009.
BIOESTATÍSTICA
Ementa:
Fases de um trabalho estatístico. Representação tabular. Representação gráfica. Distribuição
de frequências. Medidas de tendência central. Medidas de posição. Medidas de dispersão.
Noções de correlação e regressão. Desenvolvimento do método estatístico no raciocínio
específico dos fenômenos quantitativos de múltipla causação em problemas biológicos em
geral e no campo da saúde. Noções sobre probabilidade, distribuição binomial, distribuição
normal, testes x2 e t.
Bibliografia Básica:
ARANGO, HG. Bioestatística: teórica e computacional – com banco de dados reais em
disco. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. São Paulo: Elsevier,
2003.
VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980.
Bibliografia Complementar:
JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. Porto Alegre: Artmed.
MEDRONHO, RA. Epidemiologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
PEREIRA, MG. Epidemiologia: teoria e prática. 1995.
49
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDAE IV
Ementa:
Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestre
anteriores, particularmente relacionados às patologias do aparelho locomotor, circulatório,
respiratório e digestório, do tórax e do abdome, ao Centro Cirúrgico, problemas éticos.
Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado.
Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e às semiotécnicas.
Bibliografia Básica:
ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no
adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia
Dourada, 2009.
Bibliografia Complementar:
COSTA, E; CARBONE, M. Saúde da Família: uma abordagem interdisciplinar. Rubio.
MCPHEE, SJ. Fisiopatologia da doença: uma introdução à medicina clínica. 5ª ed. São
Paulo: Mcgraw-hill, 2007.
SANTOS, NCM. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 6ª ed. São Paulo: Iatria,
2010.
SWEARINGEN, P. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. Porto Alegre:
Artmed.
5º PERÍODO
ENFERMAGEM NA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO I
Ementa:
Metodologia da assistência de enfermagem sistematizada a adulto e idoso (o processo de
enfermagem), Enfermagem clínica, afecções agudas e crônicas, em diferentes áreas. Aspectos
emocionais e manifestações psicossomáticas. Assistência de enfermagem a pacientes com
feridas e lesões dermatológicas de origem clínicas. Assistência de enfermagem nas doenças
50
transmissíveis. Definições de geriatria e gerontologia, biologia do envelhecimento, aspectos
sociais ligados à gerontologia, nutrição e dietética, patologias mais comuns ao idoso, geriatria
preventiva,
atuação
da
equipe
multidisciplinar
e
compreensão
neuropsicossocial.
Administração de medicamentos e vias desta administração.
Bibliografia Básica:
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
ROACH, SS. Introdução à enfermagem gerontológica.
Koogan, 2009.
Rio de Janeiro: Guanabara
SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade,
questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de condutas para tratamento de úlceras em
hanseníase e diabete. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.
BRETAS, ACP; GAMBA, MA. Enfermagem e Saúde do Adulto. São Paulo: Manole.
DOCHTERMAN, JMcC; BULECHEK, GM.
enfermagem (NIC). Porto Alegre: Artmed, 2008.
Classificação
das
intervenções
de
FREITAS, EV et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
MAGNONI, D. Perguntas e respostas em nutrição clínica. 2ª ed. Roca, 2004.
NETTINA, SM. Prática de enfermagem. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
SILVA, RCL (org). Feridas: fundamentos e atualizações em enfermagem. 3ª ed. rev e
ampliada. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2011. 728p.
ENFERMAGEM EM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS
Ementa:
Doenças transmissíveis. Atuação da enfermagem nos aspectos clínicos epidemiológicos e
medidas de prevenção e controle das doenças infecciosas e parasitarias, e cuidados de
enfermagem. Indicação e tipos de isolamento de pacientes.
51
Bibliografia Básica:
COUTO. Infecção relacionada à assistência: infecção hospitalar. 3ª ed. 2012.
MEIRA, DA. Clínica de doenças tropicais e infecciosas. Interlivros.
VERONESI. Tratado de Infectologia. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
Bibliografia Complementar:
AUTO, HJ de F. Doenças Infecciosas e Parasitarias. Revinter, 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde. Hanseníase e direitos humanos. Brasília: Ministério da
Saúde, 2008.
GERALD, M. Atlas de doenças infecciosas. Porto Alegre: Artmed.
JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. Porto Alegre: Artmed.
ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE I
Ementa:
A criança e o adolescente: conceitos; crescimento e desenvolvimento e o contexto
socioeconômico. A violência contra a criança. Medidas de prevenção nos diferentes níveis
de atenção à saúde.
Imunização.
As políticas de saúde voltadas para a criança e o
adolescente. Problemática de saúde da criança e do adolescente no Brasil, local e regional.
Determinantes da morbidade infanto-juvenil. Programas de atenção à saúde da criança e do
adolescente. Aspectos nutricionais. O cuidar em enfermagem à criança e ao adolescente na
rede básica e hospitalar, nas instituições de ensino e de apoio à criança e ao adolescente.
Bibliografia Básica:
HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
SANTOS, NCM. Assistência de enfermagem materno-infantil. 2ª ed. São Paulo: Iátria,
2009.
SCHMITZ, EMA. Enfermagem em Pediatria e Puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu,
1995.
52
Bibliografia complementar:
BERHMAN, K; JENSON, N. Tratado de pediatria. 17ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
LEONE, C; TRONCHIN, DMQ. Assistência Integrada ao Recém-Nascido. São Paulo:
Atheneu, 1996.
MARCONDES, E et al. Pediatria básica. 9ª ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 3v.
THOMPSON. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
DIDÁTICA NO ENSINO DA ENFERMAGEM
Ementa:
Mostrar a necessidade premente do profissional de enfermagem interferir no processo de
prioridades assistenciais. A importância do seu papel no atendimento à saúde da população.
Assistência de enfermagem através da didática de: oportunidade de inter-relação do
paciente/cliente, sua família e a equipe multiprofissional. Desenvolvimento de meios de autoavaliação visando o crescimento pessoal e grupal. Processo de ensino aprendizagem. Ações
pedagógicas na enfermagem. Métodos e técnicas de ensino direcionadas ao indivíduo,
família/grupos e comunidade. Educação profissional em enfermagem e educação continuada.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, AMP; CASTRO, AD. Ensinar e ensinar. São Paulo: Thomson Pioneira,
2001.
HAIDT, RCC. Curso de Didática geral. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2003.
STEFANELLI, MC; CARVALHO, EC de. A Comunicação nos diferentes contextos da
enfermagem. São Paulo: Manole.
Bibliografia Complementar:
BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de janeiro: Guanabara
Koogan.
BORK, AMT. Enfermagem baseada em evidências. Rio de janeiro: Guanabara Koogan.
GERMANO, RM. Educação e Ideologia da Enfermagem no Brasil – 1955 – 1980. São
53
Caetano do Sul: Yendis, 2007.
GOMEZ. Potencializar a capacidade de aprender e pensar. Ed. Madras.
FARMACOLOGIA APLICADA À ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA
Ementa:
Fármacos utilizados nos Programas de Saúde da Família, protocolos do SUS relativos à
medicação básica. Fitoterapia e suas implicações. Implicações na administração de fármacos
para o idoso. Cuidados na administração de fármacos na criança. Reações adversas e
interações medicamentosas. Sistemas de medidas, conversões e cálculos farmacêuticos.
Insulinoterapia, heparinoterapia.
Bibliografia Básica:
BOMFIM, É; BOMFIM, G. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio de Janeiro:
Atheneu.
CLAYTON, BD; STOCK, YN. Farmacologia na Prática da Enfermagem. 13ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier.
LAURENCE, LB. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman.
Porto Alegre: Artmed.
Bibliografia Complementar:
ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
GIOVANI, AMM. Enfermagem: cálculo e administração de medicamentos. 13ª ed. São
Paulo: Rideel, 2011. 407p.
MUNDIM, FD. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
RANG, HP; DALE, MM; RITTER, JM et al. Rang & Dale Farmacologia. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
SILVA, P. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM
Ementa:
Aplicando a Psicologia no determinante do comportamento humano. Introdução ao estudo do
54
comportamento organizacional; O comportamento do indivíduo nas organizações:
fundamentos, valores, atitudes; Motivação; Comportamento de grupo: Definições, Grupos de
Trabalho,
Comunicação,
Liderança
e
poder.
Cultura
organizacional.
Mudança
organizacional, Abordagem ao paciente enfermo, relação entre o profissional de saúde e o
paciente, relações da equipe multidisciplinar, abordagem de familiares de pacientes que
evoluíram para óbito, doenças psicossomáticas e seus efeitos sobre a saúde.
Bibliografia Básica:
FARAH, OGD. Psicologia Aplicada À Enfermagem. São Paulo: Manole.
OCAMPO, ML. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas: textos de psicologia.
Martins Fontes.
SOTO, E. Comportamento Organizacional: o impacto das emoções. São Paulo: Cengage
Learning, 2010.
Bibliografia Complementar:
BALLONE, GJ; ORTOLANI, IV; PEREIRA NETO, E. Da emoção à lesão: um guia de
medicina psicossomática. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2007.
PRETTE, AD. Psicologia das relações interpessoais. Vozes.
SILVA, MJP da. Comunicação tem remédio. 6ª ed. Loyola, 2008.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE V
Ementa:
Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres
anteriores, particularmente relacionados às patologias das infecciosas e parasitárias da
criança, do adolescente, do adulto e do idoso. Participação em atividades formacionais de
incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e as
semiotécnicas e cálculos farmacêuticos de enfermagem. Procedimentos de enfermagem.
Bibliografia Básica:
ANSEL & PRINCE. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005.
CARPENITO, Lynda Juall. Manual de Diagnósticos de Enfermagem - 11ª Edição. Porto
Alegre: ARTMED, 2008.
55
SOUZA, Aspácia Basile Gesteira. Enfermagem Neonatal: cuidado integral ao recémnascido. São Paulo, 2011.
Bibliografia Complementar:
CARPENITO, LJ. Diagnóstico de Enfermagem: aplicação à prática. Porto Alegre: Artmed,
2008.
HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade,
questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005.
VERONESI. Tratado de Infectologia. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2006.
6º PERÍODO
ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER I
Ementa:
Estudo dos fatores que fundamentam a saúde da mulher contemplando aspectos sociais,
culturais, de gênero e sexualidade. O exame ginecológico (materiais e técnicas). Assistência
de enfermagem em ginecologia, no cuidado integral de seu ciclo evolutivo, da puberdade ao
climatério. Identificação de fatores de risco das patologias ginecológicas associadas (doenças
sexualmente transmissíveis), nos âmbitos clínico, cirúrgico e ambulatorial da assistência à
saúde da mulher. Métodos contraceptivos.
Bibliografia Básica:
BARROS, SMO de. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática assistencial.
2ª ed. São Paulo: Roca, 2009.
BEREK e NOVAK. Tratado de Ginecologia. 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
FREITAS, F. Rotinas em Ginecologia. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
Bibliografia Complementar:
FERNANDES, RAQ; NARCHI, NZ. Enfermagem e Saúde da Mulher. São Paulo: Manole.
56
CARVALHO, G. Enfermagem em Ginecologia. EPU.
O corpo educado. 3ª ed. Autêntica, 2010.
ENFERMAGEM EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II
Ementa:
Assistência de enfermagem sistematizada a clientes internados e/ou em seguimento
ambulatorial, em unidades de clínica médica e cirúrgica e hospital-dia, abrangendo pacientes
com afecções agudas e crônicas de média complexidade em diferentes áreas (especialidades),
com desenvolvimentos de atividades práticas. Assistência de enfermagem nas doenças
endócrinas, hematológicas, do sistema nervoso central, do sistema sensorial, urológicas e
renais. Assistência à família e aos pacientes com tumores expansivos e pacientes terminais.
Prevenção de acidentes no hospital. Assistência ao paciente com acidente vascular encefálico,
demências, Parkinson, Alzheimer e doenças degenerativas do sistema nervoso central.
Bibliografia Básica:
BRETAS, Ana Cristina Passarella.; GAMBA, Mônica Antar. (Org.).Enfermagem e saúde do
adulto. Barueri: Manole, 2006. 300 p.
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. (Org.). Enfermagem oncológica: conceitos e
práticas. São Caetano do Sul: Yendis, 2009. 528 p.
Bibliografia Complementar:
HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU.
MORAES, MVG de. Atendimento Pré-Hospitalar. São Paulo: Iátria, 2010.
NETTINA, SM. Prática de enfermagem. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
ROACH, SS. Introdução à enfermagem gerontológica.
Koogan, 2009.
Rio de Janeiro: Guanabara
SILVA, SC da; SIQUEIRA, ILCP de; SANTOS, AE dos. Boas Práticas de Enfermagem em
Adultos: procedimentos básicos. Rio de Janeiro: Atheneu.
SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade,
questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005.
57
ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II
Ementa:
O Exame físico de Enfermagem na criança. Infecções congênitas e perinatais, cuidados com
o recém nascido pré-maturo. Malformações congênitas, acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento da criança. Doenças graves na Infância (Diarréia, desidratação, desnutrição
e obesidade, Marasmo, Kwashiorkor). Doenças comuns na infância. Infecções respiratórias,
doenças
otorrinolaringológicas
e
oftalmológicas,
Síndrome
nefrótica
na
infância,
Glomerulonefrites.
Bibliografia Básica:
MARCONDES, E et al. Pediatria básica. 9ª ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 3v.
THOMPSON. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
Bibliografia Complementar:
HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
JORDE, Lynn B. et. al. Genética médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
SANTOS, NCM. Assistência de enfermagem materno-infantil. São Paulo: Iátria, 2004.
SCHMITZ, EMA. Enfermagem em Pediatria e Puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu,
1995.
SOUZA, ABG. Enfermagem neonatal: cuidado integral ao recém-nascido. São Paulo:
Martinari, 2011.
ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I
Ementa:
Teorias da administração e os serviços de enfermagem. Administração hospitalar. Processo e
funções administrativas do enfermeiro. Modalidades de prestação de assistência e serviços de
apoio.
Planejamento, estrutura organizacional, Organograma.
Manuais.
Regulamentos,
58
Regimentos, Normas e Rotinas. Arquitetura hospitalar. Competências, liderança e motivação.
Relacionamento interpessoal. Administração de recursos materiais: Gerenciamento de custos
e resultados. Auditoria.
Bibliografia Básica:
KURGANT, P et al. Administração em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
MARQUIS, BL; HUSTON, CJ. Administração e Liderança em enfermagem teoria e
aplicação. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Bibliografia Complementar:
BARBIERI, JC. Logística hospitalar. 2ª ed. Saraiva, 2009.
CARVALHO, Enfermagem do trabalho de enfermagem. EPU.
CHIAVENATO, I. Introdução a Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Campos,
2004.
RAMALHO. Clima organizacional. LTC.
EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE
Ementa:
Conceitos e usos da epidemiologia, do método epidemiológico e sua aplicação em estudos
descritivos fundamentados no estudo de variáveis relacionadas à pessoa, lugar e tempo, dos
indicadores de saúde e dos métodos analíticos de investigação. Epidemiologia das doenças
infecciosas e das doenças crônicas não transmissíveis. Vigilância epidemiológica das doenças
emergentes e reemergentes. Ações de enfermagem em saúde coletiva e epidemiologia.
Bibliografia Básica:
MEDRONHO, RA. Epidemiologia. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
PEREIRA, MG. Epidemiologia: teoria e prática. 1995.
ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Introdução à Epidemiologia. Rio de Janeiro:
59
Guanabara Koogan, 2006.
Bibliografia Complementar:
BENSENOR, I. Epidemiologia – abordagem prática. 2ª Ed. Sarvier, 2011.
JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. Porto Alegre: Artmed.
MICHEL, O da R. Saúde Pública: riscos e humanismos. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE VI
Ementa:
Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres
anteriores, particularmente relacionados à administração em enfermagem, aparelho
urogenital, saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso. Participação
em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes
relacionadas à semiologia e as semiotécnicas e cálculos farmacêuticos de enfermagem.
Procedimentos de enfermagem.
Bibliografia Básica:
COMPANY, Springhouse. Enfermagem em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.
HIAE; LICHTENSTEIN. Clínica Médica: diagnóstico e tratamento. Cultura Médica, 2005.
TRALDI, MC. Fundamentos de Enfermagem na Assistência Primária de Saúde. Alinea.
Bibliografia Complementar:
FIGUEIREDO, NMA de. Enfermagem oncológica: conceitos e práticas. São Caetano do
Sul: Yendis, 2009.
FREITAS, F. Rotinas em Ginecologia. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
JORDE, LB et al. Genética Médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Introdução à Epidemiologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
60
WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
7º PERÍODO
ENFERMAGEM EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
Ementa:
Assistência ao indivíduo em situações de urgência e emergência. Primeiros Socorros e
atendimento pré-hospitalar. Cuidados de enfermagem ao paciente crítico nos serviços de
urgência e emergência. Atendimento ao politraumatizado, distúrbios hemorrágicos, edemas,
hematomas, equimoses, fraturas e luxações, imobilizações, traumatismos crânio encefálicos e
raqui-medulares, tratamento do aumento da pressão intracraniana, emergências ambientais
(internação, insolação, geladura, hipotermia, reação anafilática, intoxicações). Acidentes com
animais peçonhentos e mordidas de animais não peçonhentos. Corpos estranhos (condutas).
Bibliografia Básica:
Atendimento Pré-hospitalar ao traumatizado: PHTL.
MORAES, MVG de. Atendimento Pré-Hospitalar. São Paulo: Iátria, 2010.
SANTOS, NCM. Urgências e emergências para enfermagem. 2ª ed. São Paulo: Iátria,
2005.
Bibliografia Complementar:
BATISTA NETO, J. Cirurgia de Urgência: condutas. Revinter, 1999.
DONAHOO, CA. Enfermagem em ortopedia e traumatologia. EPU.
FIGUEIREDO, NMA; VIEIRA, AA de B. Emergência: atendimento e cuidados de
enfermagem. 5ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis
PIRES, MJB; STARLING, SVE. Manual de urgências em pronto socorro. 7ª ed. Rio de
Janeiro: Medsi, 2002.
61
ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER II
Ementa:
Estudo dos fatores que fundamentam o ciclo gravídico puerperal e amamentação. Cálculos de
idade gestacional e data provável do parto, exames laboratoriais de rotina durante a gestação,
incompatibilidade do fator Rh, achados obstétricos no pré-natal, vacinação em gestantes,
gravidez de alto risco. Atenção à mulher no parto e à família para o nascimento. Diagnóstico
do trabalho de parto, assistência à mulher no puerpério imediato e tardio cuidados de
enfermagem nas intercorrências do ciclo grávido-puerperal nos diversos níveis de assistência.
Aleitamento materno. Assistência à mulher portadora de HIV durante parto e puerpério.
Bibliografia Básica:
BARROS, SMO de. Enfermagem no Ciclo Gravídico-Puerperal. São Paulo: Manole.
BARROS, SMO de. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica: guia para a prática
assistencial. 2ª ed. São Paulo: Roca, 2009.
REZENDE, J de. Obstetrícia Fundamental. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
Bibliográfia Complementar:
ALBUQUERQUE, RS de (org.) Obstetrícia: estudos com enfoque no nascimento com
cuidado. São Paulo: Martinari, 2008. 152p.
FREITAS, F; MARTINS-COSTA, SH et al. Rotinas em Obstetrícia. 4ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2001.
O corpo educado. 3ªed. Autêntica, 2010.
ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL
Ementa:
História da psiquiatria, reforma psiquiátrica e políticas de saúde mental. O trabalho em equipe
multidisciplinar e interdisciplinar. A assistência à saúde mental na comunidade, nos serviços
básicos de saúde e hospitais. Transtornos mentais mais comuns, tratamentos e cuidados de
enfermagem, psicofarmacologia (antipsicóticos, antidepressivos, estabilizadores de humor,
ansiolíticos). Emergências psiquiátricas: condutas.
62
Bibliografia Básica:
TOWSEND. Enfermagem Psiquiátrica. Guanabara.
SOARES. Saúde Mental. Yendis.
TANSELA. Boas Práticas de saúde mental comunitária. Manole.
Bibliografia Complementar:
COUTO. Hospital: acreditação. Guanabara Koogan.
EARLEY. Loucura - a busca de um pai insano Sistema Saúde. Artmed.
OCAMPO, ML. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas: textos de psicologia.
Martins Fontes.
ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II
Ementa:
Política de pessoal, escala, distribuição e dimensionamento de recursos humanos.
Desempenho funcional (supervisão). Desenvolvimento do pessoal: programas de educação
em serviço. Tomada de decisões em enfermagem. Postura do profissional como trabalhador
de saúde. Política de gestão do trabalho no Sistema Único de Saúde.
Bibliografia Básica:
KURGANT, P et al. Administração em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
MARQUIS, BL; HUSTON, CJ. Administração e Liderança em enfermagem teoria e
aplicação. Porto Alegre: Artmed, 1999.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO. Enfermagem do trabalho. EPU.
RAMALHO. Clima organizacional. LTC.
DIAS. Cultura organizacional: construção, consolidação e mudanças. Atlas.
63
VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Ementa:
Fundamentos teóricos, métodos e técnicas da vigilância em saúde para caracterizar os
problemas de saúde. Vigilância ambiental, sanitária e epidemiológica e principais sistemas de
informação em saúde.
Bibliografia básica:
CANDIDO, TCF. Gestão e Vigilância em Saúde Ambiental. THEX Editora, 2009.
GERMANO, PML; GERMANO, MIS. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 3ª ed.
Manole.
ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. 6ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Bibliografia Complementar:
MEDRONHO, RA. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009.
PEREIRA, MG. Epidemiologia: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
Tratado de Saúde Coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009.
METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE
VII
Ementa:
Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres
anteriores. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado.
Habilidades e atitudes adquiridas durante o curso. Procedimentos de enfermagem (simulações
de atendimento).
Bibliografia Básica:
CARPENITO, LJ. Manual de Diagnósticos de Enfermagem - 11ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2008.
HIAE; LICHTENSTEIN. Clínica Médica: diagnóstico e tratamento. Cultura Médica, 2005.
64
TRALDI, MC. Fundamentos de Enfermagem na Assistência Primária de Saúde. Alinea.
Bibliografia Complementar:
TANNURE; GONÇALVES. SAE - Sistematização da Assistência de Enfermagem.
Guanabara Koogan.
Perguntas e respostas comentadas em enfermagem. São Paulo: Rubio, 2005.
FERNANDES, AMO; PINHEIRO, AK da S. Manual do Estagiário em Enfermagem: nível
superior. AB Editora.
KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
Tratado de Saúde Coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009.
8º PERÍODO
ENFERMAGEM EM PACIENTE CRÍTICO E SEMI-CRÍTICO
Ementa:
Aspectos Organizacionais em Unidades de Terapia Intensiva. Humanização da assistência.
Distúrbio hidroeletrolítico e ácido-básico.
Suporte nutricional parenteral. Ventilação
mecânica. Choque circulatório. Complicações agudas das cardiopatias.
Hemorragia
digestiva alta. Eletrofisiologia cardíaca. Coma. Parada cardiorrespiratória. Monitorização
invasiva e não invasiva. Manutenção do Potencial Doador de Órgãos e Transplantes.
Cateterismos, sondagens, lavagens e drenagens.
Bibliografia Básica:
CINTRA, EA; NISHIDE, VM; NUNES, WA. Assistência de Enfermagem ao paciente
gravemente enfermo. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
DELGADO, A; KIMURA, HM. Terapia intensiva. 2009.
KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. 2 v. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
Bibliografia Complementar:
BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
65
FIGUEIREDO. NMA. Cardiopatias: avaliação e intervenção em enfermagem. 2ª ed. São
Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009.
FIGUEIREDO. NMA. CTI: atuação, intervenção e cuidados de enfermagem. 2ª ed. São
Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009.
GOMES, AM. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. São Paulo: EPU, 1996.
HUDAK, CM; GALLO, BM. Cuidados Intensivos de Enfermagem: uma abordagem
holística. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
INTERNATO EM PRÁTICAS HOSPITALARES I
Ementa:
Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo
e/ou grupo, no âmbito hospitalar, aplicando, sob supervisão, os conhecimentos teóricopráticos, habilidades e competências adquiridas.
Bibliografia Básica e Complementar:
Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso.
METODOLOGIA DA PESQUISA II
Ementa:
Elaboração, execução do projeto preliminar de pesquisa e posteriormente de monografia,
seguindo as normas existentes para a redação e apresentação em data e horário estabelecidos
pela Coordenação.
Bibliografia Básica:
TRALDI, Maria Cristina; DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. 7ª ed. Alinea, 2011.
SEVERINO, AL. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2004.
THOMAZ, JR.; NELSON, JK. Métodos de pesquisa em atividade física. 3ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 2002.
66
Bibliografia Complementar:
BARBOSA, FT. Como escrever artigos científicos na área da saúde? Alagoas: Edufal,
2011.
BARROS, AJ; LEHFELD, NAS. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Vozes.
MARCONI, M de A; LAKATOS, EM. Técnicas de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.
MARCONI, M de A. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.
INTERNATO EM PRÁTICAS DE SAÚDE COMUNITÁRIA I
Ementa:
Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo
e/ou grupo, na comunidade e/ou no domicilio, aplicando, sob supervisão, os conhecimentos
teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso.
Bibliografia Básica e Complementar:
Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
OPTATIVA I - LIBRAS
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) E INLCUSÃO
Ementa:
LIBRAS e educação especial: histórico, contextualização e o papel político-pedagógico da
escola. O papel do professor de LIBRAS. A linguagem e a surdez. Estrutura lingüística da
LIBRAS. Introdução à Gramática de LIBRAS.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, EC. & DUARTE, PM. Atividades Ilustradas e Sinais de LIBRAS. Rio de
Janeiro: Revinter.
QUADROS, RM de. Língua de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
STAINBACK, W; LOPES, MF. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed.
67
Bibliografia Complementar:
GAIO, R; MENEGHETTI, RGK. Caminhos pedagógicos da educação especial. Petrópolis:
Vozes, 2004.
SACKS, Oliver W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 2010. 216 p.
HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua
Brasileira de Sinais II. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011, 2 v.
GUARINELLO, Ana Cristina. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo:
Plexua, 2007.
OPTATIVA II – TÓPICOS ESPECIAIS
Ementa:
Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo
e/ou grupo, no hospital, na comunidade e/ou no domicílio, rememorando os conhecimentos
teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso.
Bibliografia Básica
VIANA, DL; SANTOS, VEP. Fundamentos e Práticas para estágio em enfermagem.
Yendis.
SILVA, MT; SILVA, SRLPT. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem.
Martinari.
POLIT; BECK. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem. Artmed.
Bibliografia Complementar
KOCH, IGV. Texto e coerência. 13ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MARTINS, SP. Estágio e relação de emprego. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, L. Escrever com criatividade. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2004.
OLIVEIRA, A. Estágio, trabalho temporário e trabalho a tempo parcial. 3ª. São Paulo:
Atlas, 2009.
68
9º PERÍODO
INTERNATO EM PRÁTICAS DE SAÚDE COMUNITÁRIA II
Ementa:
Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro
(assistenciais, administrativas, educativas e investigativas na comunidade), mediante as ações
básicas de saúde com enfoque na saúde do indivíduo e da família dirigidas às pessoas em
situações de saúde – doença, nas diversas fases do ciclo da vida, aplicando sob supervisão os
conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso.
Bibliografia Básica e Complementar:
Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso.
INTERNATO EM PRÁTICAS HOSPITALARES II
Ementa:
Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro
(assistenciais, administrativas, educativas e investigativas no âmbito hospitalar). Valorização
da sistematização do trabalho com base na metodologia do processo de enfermagem,
aplicando sob supervisão os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências
adquiridas durante o curso.
Bibliografia Básica e Complementar:
Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso.
10º PERÍODO
INTERNATO DE ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM HOSPITALAR E
COMUNITÁRIA
Ementa:
Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro
69
(assistenciais, administrativas, gerenciais, educativas e investigativas no âmbito hospitalar e
comunitário). Valorização da sistematização do trabalho com base na metodologia do
processo de enfermagem, aplicando sob supervisão os conhecimentos teórico-práticos,
habilidades e competências adquiridas durante o curso.
Bibliografia Básica e Complementar:
Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso.
1.8
METODOLOGIA
O planejamento e a organização didático-pedagógica do Curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho procura atender as necessidades do mercado de trabalho,
vinculadas aos objetivos e ao perfil profissiográfico definidos.
O planejamento curricular é desenvolvido pelo núcleo docente estruturante e
colegiado do curso, que procura a integração vertical e horizontal no processo ensinoaprendizagem, de modo a se assegurar uma unidade de ação didático-pedagógica que se
reflete nos planos de ensino dos professores ao longo dos semestres, com a utilização de
metodologias diversificadas e abrangentes, como aula expositiva dialogada, estudo dirigido,
estudo de caso, dinâmica de grupo, dramatização, seminários, visitas técnicas, entrevistas,
debates.
No curso de Enfermagem da FRM são realizadas reuniões periódicas envolvendo a
Coordenação do Curso, o corpo docente e discente, com o intuito de debater as metodologias
de ensino aplicadas frente à concepção do curso, de forma a promover mecanismos eficazes
de aprendizagem.
Partindo-se da concepção do curso, a metodologia de ensino contempla atividades
teórico-práticas, no sentido de possibilitar ao aluno um aprendizado crítico, participativo e
criativo, que permita seu desenvolvimento para atuação no atual mercado de trabalho. Além
disso, é incentivado o desenvolvimento de projetos/atividades/eventos em várias disciplinas
do curso. A ideia é fazer com que o futuro profissional desenvolva sua iniciativa e
criatividade para agir num ambiente de incerteza e mudança constante e possa continuar
aprendendo e acompanhando o desenvolvimento da área. Com a observação e a discussão
sobre os métodos de ensino empregados o cumprimento do Projeto Pedagógico está
assegurado, permitindo ao aluno o desenvolvimento de suas habilidades e competências, com
70
abordagens inovadoras de estratégias de ensino.
A metodologia utilizada visa ainda à interdisciplinaridade, está além do
entendimento comum de integração das disciplinas. A interdisciplinaridade pode ser
entendida como a busca constante de novos caminhos, outras realidades, novos desafios, a
ousadia da busca e do construir, é ir além da mera observação, mesmo que o cotidiano nos
mostre inseguranças diante do desconhecido ou estimule a indiferença para evitar maiores
compromissos. Desta forma, exercer a interdisciplinaridade é construir um ambiente
interativo, onde os participantes estão homogeneizados pelos saberes que são capazes de
produzir coletivamente. Sendo assim, há interdisciplinaridade quando se trata de mudança de
atitude, de diálogo, de parceria, que se constitui exatamente na diferença, na especificidade da
ação de equipes que querem alcançar objetivos comuns, que participam em posições
diferentes num mesmo grupo dedicado a atingir uma meta.
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho trabalha ainda com as
questões
inovadoras
da
disciplina
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade em que faz o aluno refletir, buscar, realizar o seu auto-aprendizado,
promovendo ainda a interdisciplinaridade das disciplinas.
Os docentes do curso de Enfermagem utilizam os laboratórios de informática e de
saúde, pois é de fundamental importância para a viabilização das práticas, executando ainda
atividades práticas no âmbito externo à faculdade, oferecendo assim um ambiente sustentável
para a solidificação dos assuntos assimilados em sala de aula.
Os docentes promovem ainda ensinamentos e produzem resultados na aprendizagem
dos alunos através de recursos tais como:
Análise de relatos de experiência;
Estudo de casos sobre assuntos que estão sendo abordados na disciplina.
Incentivo à participação em trabalhos científicos;
Organização e/ou participação em: Semana Acadêmica, Seminários,
Congressos, Mesa de Debate; Oficinas e outros;
A interação das atividades pedagógicas, culturais, sociais, administrativas, de extensão
e iniciação científica realizadas no âmbito da graduação em Enfermagem é responsabilidade
de todos os setores institucionais: direção, coordenação de curso e de estágio, docentes e
discentes.
Nos tempos da modernidade é impossível tratar de práticas educativas sem levar em
conta os avançados recursos tecnológicos introduzidos no meio social, nos mais diversos
71
campos da atividade humana. O profissional habilitado deve ter competência para o uso
adequado destes recursos em sua área de atuação, e ao mesmo tempo saber buscar
constantemente o aprimoramento e a atualização.
Os docentes do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho têm como
conduta metodológica o ensino e desenvolvimentos das habilidades dos alunos no uso
adequado das tecnologias propostas como recursos metodológicos atuais.
1.9
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado tem a missão de articular os conhecimentos teóricos e o
exercício da enfermagem em seu sentido mais amplo.
As disciplinas do núcleo profissionalizante são compostas de atividades teóricas e
práticas, incluindo o aprendizado em laboratórios e unidades de saúde.
O Internato Supervisionado do Curso de Enfermagem oferecido no oitavo, nono e
décimo períodos conforme determina as Diretrizes Nacionais, ou seja, Resolução CNE/CES
3, de 07 de novembro de 2001 será realizado em Serviços de Saúde Conveniados.
Cada área de internato tem um supervisor acadêmico designado pelo Coordenador de Estágio,
nos termos regimentais do estágio.
Os cursos superiores têm por finalidade precípua preparar o futuro profissional para
o mercado de trabalho. Esse fato evidencia a necessidade de, em sua organização, oferecer
oportunidades concretas de experimentação na atividade definida para a profissionalização
pretendida. Os internatos Supervisionados merecem um tratamento cuidadoso, pois é nesse
espaço do currículo que se pretende estabelecer o devido ajuste entre prática e teoria, sem
dicotomia, com a intenção de formar um profissional crítico e competente.
O Estágio Supervisionado, de acordo com Parecer CNE/CP 28/2001, é “entendido
como o tempo da aprendizagem que, através de um período de permanência, alguém se
demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer
uma profissão ou ofício”, supondo “uma relação pedagógica entre alguém que já é um
profissional reconhecido em um ambiente institucional de trabalho e um aluno estagiário”.
De acordo com o artigo 12 do Parecer CNE/CP 2/2002 “será desenvolvida com
ênfase nos procedimentos de observação e reflexão, visando à atuação em situações
contextualizadas, com o registro dessas observações realizadas e a resolução de situaçõesproblemas”.
O Internato Supervisionado apresenta, assim, como finalidade, oferecer ao aluno a
oportunidade de aprender com a prática do trabalho cotidiano e desenvolver experiências com
72
vistas à complementação do seu aprendizado e ao seu crescimento profissional e humano.
O PPC do Curso de Enfermagem da FRM obedece a Lei nº 11.788, de 25 de
setembro de 2008, em que dispõe sobre o estágio de estudantes, onde relata que estágio é ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular
em instituições de educação superior.
O estágio supervisionado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho está devidamente regulamentado com o firmamento de convênios, carta de
apresentação do aluno, termo de compromisso do aluno, regulamento próprio, manual do
estagiário, supervisores acadêmicos, coordenação de estágio, com carga horária compatível as
exigências das DCNs, mínimo de 20% da carga horária total do curso. O estágio
supervisionado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem 1160 horas,
implicando em 28% da carga horária total do curso. Ao término dos estágios, o aluno deverá
elaborar o relatório de conclusão de estágio, podendo também ser submetido a uma avaliação.
1.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
A proposta das atividades complementares interage com os princípios de melhoria da
qualidade de ensino e aprendizagem, pois prioriza a elaboração de trabalhos e a participação
em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado, com responsabilidade
pessoal, social e intelectual. Conduz o aluno ao cumprimento da proposta educacional da
instituição, em conformidade com os princípios dos respectivos projetos pedagógicos dos seus
cursos de graduação, direcionados à realização do Projeto de Vida do aluno.
Além das disciplinas constantes na matriz curricular, devem ser cumpridas 10% da
carga horária total do curso em atividades complementares, perfazendo um total de 412 horas
distribuídas de acordo com a tabela em anexo. De acordo com o art. 8º da Resolução
CNE/CES 3/2001, são contempladas como atividades complementares monitorias, estágios
extracurriculares, iniciação científica, programas de extensão, cursos realizados em áreas
afins, eventos diversos, como seminários, palestras, oficinas, simpósios, congressos,
conferências e similares de natureza científica, cultural, social, ou excepcionalmente, nos
casos dos tipos de atividades que forem avaliadas pelo colegiado do curso. Estas atividades
devem ser desenvolvidas ao longo do Curso conforme preconizam as diretrizes curriculares,
tendo no mínimo 75% de aproveitamento, assim como, quando necessário, encaminhar para
validação juntamente com um relatório da atividade.
As escolhas das atividades complementares são de responsabilidade exclusiva do
73
aluno, contudo sua aceitação e validação dependem da análise da Coordenação de Curso,
somente após a validação as atividades complementares passam a compor a integralização
curricular do curso, cabendo ao coordenador do curso o encaminhamento à Secretaria de
Alunos para o devido registro no histórico escolar do aluno.
A colação de grau do aluno somente ocorrerá se a integralização curricular estiver
devidamente registrada pela Secretaria Geral de Alunos.
A Faculdade Raimundo Marinho possui regulamento próprio das Atividades
Complementares, estando a mesma devidamente institucionalizada, e adequado quanto aos
aspectos de carga horária, diversidade de atividades e formas de apresentação.
As atividades complementares do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho, com carga horária total de no mínimo 412 horas, tem o seguinte desdobramento
para oportunização ao aluno:
DESDOBRAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ATIVIDADES
CARGA HORÁRIA
Monitoria
Até 100 horas no total
Disciplinas isoladas, de outros cursos
Até 80 horas no total
Participação
em
eventos,
como
seminários,
congressos,
conferências, encontros estudantis, cursos de atualização
Até 160 horas no total.
Núcleos temáticos
Até 100 horas no total.
Atividades de extensão
Até 160 horas no total.
Atividades Culturais
Até 50 horas no total.
Estágios não obrigatórios
Até 200 horas no total.
Atividades de iniciação científica
Até 100 horas no total.
Trabalhos publicados/apresentados
Até 30 horas no total.
Administração e representação em entidades estudantis
Até 30 horas no total.
Representação em colegiados da FRM
Até 20 horas no total.
TOTAL
1030 horas.
1.11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma exigência curricular na formação
acadêmica e profissional de nível superior, e consiste no desenvolvimento de trabalho de
pesquisa sobre tema de livre escolha do acadêmico, desde que relacionado ao curso de
graduação em que está regularmente matriculado, assim como às áreas de conhecimentos
74
determinadas pelo Colegiado do Curso.
O TCC tem como objetivo propiciar aos acadêmicos: a ocasião de demonstrar o grau
de habilitação adquirido; o aprofundamento temático; o estímulo à produção científica e à
consulta de bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de interpretação e
crítica de seu objeto de estudo; a discussão e uso de conceitos pertinentes ao quadro teórico
escolhido, acompanhados ou não de uma pesquisa empírica.
O discente deverá apresentar seu projeto devidamente acompanhado e homologado
pelo orientador até o término do 8º período, sendo a nota de avaliação do projeto a nota da
disciplina Metodologia da Pesquisa II.
O orientador deverá ser um professor da Faculdade Raimundo Marinho, vinculado ao
curso no qual esteja matriculado o aluno orientando, mediante listagem expedida pela
Coordenação de Curso, esta listagem irá conter o nome do orientador, a área afim, e a
capacidade de orientandos. Excepcionalmente, mediante a devida fundamentação e com a
autorização do Coordenador do Curso, o orientador poderá ser de outra instituição de ensino
superior, neste caso sem remuneração e sem formação de vínculo de qualquer natureza entre o
docente e a Faculdade Raimundo Marinho.
Sendo assim a avaliação do trabalho de conclusão de curso será realizada de forma
individual, com uma apresentação sob a forma escrita, nos moldes de monografia, bem como
também deverá ser apresentado oralmente para uma banca examinadora, nomeada pela
coordenação do curso.
Após apresentação em sessão pública, a banca examinadora emitirá conceito de nota
de 0 (zero) a 10 (dez) e o discente será, portanto considerado:
a) Aprovado, se obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete inteiros);
b) Reprovado, se obtiver média menor que 7,0 (sete inteiros).
Em caso de reprovação, a coordenação do curso, ouvindo o orientador, estabelecerá
prazo para a nova entrega e apresentação do manuscrito para nova banca examinadora.
A Faculdade Raimundo Marinho possui regulamento próprio dos Trabalhos de
Conclusão de Curso.
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1. O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas ao
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do currículo pleno dos cursos de graduação da Faculdade
Raimundo Marinho, indispensáveis para a obtenção de grau.
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Art. 2. O Trabalho de Conclusão de Curso consiste em pesquisa orientada e relatada sob a forma
de Monografia, Relatório, Artigo Científico, dentre outras, de acordo com a exigência das
Diretrizes Curriculares Nacionais, Projetos Pedagógicos de cada Curso, do Regimento Interno e
deste Manual, nas diversas áreas que compõem os Cursos de Graduação da FRM.
Art. 3. O Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo permitir aos alunos do Curso de
Graduação a manifestação do grau de capacitação alcançado no curso, o aprofundamento temático,
a consulta de bibliografia e o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica da área
escolhida para pesquisa.
Art. 4. O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser elaborado individual ou em dupla, de acordo
com as Diretrizes Curriculares Nacionais, Projetos Pedagógicos de cada Curso e do Regimento
Interno.
II – DOS PROFESSORES-ORIENTADORES
Art. 5. O Trabalho de Conclusão de Curso é atividade de natureza acadêmica, cabendo ao aluno
escolher o professor-orientador, a partir da indicação de docentes disponíveis para orientação no
âmbito do curso em que esteja matriculado.
Art. 6. Caso o trabalho seja em forma de monografia, no período devidamente indicado nos
Projetos PPC de cada curso, ao assinar o projeto de pesquisa, o professor estará aceitando a
orientação e será remunerado pelos trabalhos orientados, conforme regulamentação da Direção
Geral.
Parágrafo Único: O orientador deverá assinar a carta de aceite. (Ver Apêndice A).
Art. 7. Nos cursos em que o trabalho não for monográfico, também, deve ser entregue de acordo
com as exigências dos respectivos Projetos Pedagógicos e o orientador também será remunerado
pelos trabalhos orientados.
Art. 8. Cabe ao professor-orientador executar orientação, indicando bibliografias, além de sugerir
reformulações a serem realizadas no trabalho pelos alunos. Essas atividades deverão ser
registradas em atas, seguindo modelo disponibilizado pela coordenação de cada curso. (Ver
Apêndice B).
Art. 9. O orientador deverá ser um professor da Faculdade Raimundo Marinho, vinculado ao curso
no qual esteja matriculado o aluno orientando. Excepcionalmente, mediante a devida
fundamentação e com a autorização do Coordenador do Curso, o orientador poderá ser de outra
instituição de ensino superior, neste caso sem remuneração e sem formação de vínculo de qualquer
natureza entre o docente e a Faculdade Raimundo Marinho (Unidade Maceió).
Art. 10. O professor-orientador tem, entre outros, o dever de emitir um relatório da situação dos
orientandos, quando julgar necessário, ou quando deixar de cumprir o número mínimo de dois
encontros por mês.
Art. 11. A substituição do orientador poderá ser requerida pelos orientandos a qualquer tempo,
desde que apresentem justificativa por escrito à Coordenação do Curso que apreciará o pedido,
arcando eles com as consequências, caso não consigam em tempo hábil um novo orientador.
Art. 12. O professor-orientador poderá desistir da orientação por meio de justificativa e relatório
escritos, em tempo hábil, caso os alunos não correspondam ou não acatem as suas orientações,
deixando-os à disposição da Coordenação do Curso.
Parágrafo Único. Nessa hipótese, deverá ser entregue uma nova Carta de Aceite (Apêndice A).
Art. 13. Os Trabalhos de Conclusão de Curso somente serão aceitos para correção com um parecer
assinado pelo orientador, no qual se responsabiliza pela orientação. (Ver Apêndice C).
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III – DO PROJETO DE TCC
Art. 14. Os alunos deverão entregar o projeto de TCC (em três vias) de acordo com este
regulamento, no penúltimo período (caso o trabalho seja monográfico), ao Coordenador do Curso,
juntamente com a Carta de Aceite assinada pelo orientador (Apêndice A).
§1º Aprovado o projeto de pesquisa, 01 (um) exemplar é arquivado na Coordenação, um fica com
o orientador, e o outro é devolvido ao aluno visado pela Coordenação.
§2º Uma vez aprovado o projeto de pesquisa, não será admitida a mudança de tema, salvo em
casos excepcionais, previamente submetidos à apreciação do Coordenador do Curso.
Art. 15. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da
ABNT sobre trabalhos acadêmicos.
IV – DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 16. O aluno deverá entregar o TCC ao Coordenador, na data estabelecida para cada curso.
§1º O Coordenador do Curso só aceitará a entrega do trabalho acompanhado do Termo de Isenção
de Responsabilidade assinado pelo aluno (Apêndice H) e a da Autorização do orientador para
entrega do TCC (Apêndice C).
§2º O aluno deverá entregar três vias impressas e outra em CD para serem encaminhadas à Banca
Examinadora.
Art. 17. Quando o Projeto Pedagógico do Curso exigir a defesa oral do TCC, o aluno terá vinte
minutos
para apresentar o trabalho, devendo ser registrado em ata. (Ver Apêndice I).
V – DA BANCA EXAMINADORA
Art. 18. O Trabalho de Conclusão de Curso será avaliado por uma Banca Examinadora composta
por 03 (três) docentes e um suplente. Dois membros titulares e o suplente serão designados pelo
Coordenador do Curso e o outro será o professor orientador.
§ 1º Qualquer membro escolhido entre os professores da FRM, com interesse na área de
abrangência da pesquisa, pode fazer parte da banca examinadora.
§ 2º A banca examinadora somente poderá executar os seus trabalhos com a presença dos seus três
membros.
§ 3º Caso algum membro da banca examinadora não possa comparecer à apresentação do TCC,
deverá avisar com a antecedência de uma semana, para que seja convocado o suplente.
§ 4º Não comparecendo qualquer dos professores designados para a banca examinadora, o
Coordenador do Curso convocará um membro suplente.
VI – DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO
Art. 19. No caso de defesa oral, o Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser disponibilizado para
os examinadores, no mínimo, com 15 (quinze) de antecedência em relação à data designada para a
apresentação pública. A aceitação de exemplares do TCC após esse prazo ficará a cargo do
examinador, sofrendo os autores as consequências decorrentes da não aceitação pela expiração de
prazos.
Parágrafo Único: Nos cursos em que não se exige a defesa oral, a Banca Examinadora deverá
entregar as notas após 15 de dias do recebimento do trabalho para correção.
Art. 20. A atribuição das notas ocorrerá após a correção do trabalho, levando em consideração o
texto escrito e a apresentação oral, que será de 20 minutos para apresentação e dez para arguição.
Excetua-se a essa regra o TCC sem defesa oral, que será levado em consideração apenas o texto
escrito.
§ 1º Será utilizada, para atribuição das notas, ficha de avaliação individual na qual o professor
apõe a nota, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez). (Ver Apêndice J).
§ 2º A nota final do aluno será o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros
da banca examinadora.
§ 3º Para aprovação, o aluno deve ter nota igual ou superior a 7 (sete) na média atribuída pelos
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membros da banca examinadora.
Art. 21. Se reprovado, o Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser refeito e submetido a uma
nova apresentação à mesma banca (exceto casos em que algum dos docentes e o respectivo
suplente não mais mantenham vínculo com a instituição), em um prazo máximo de 180 (cento e
oitenta) dias contados a partir da data da primeira apresentação.
Art. 22. No caso de plágio, a Banca Examinadora deverá reprovar o trabalho, que só poderá ser
apresentado no final do semestre seguinte.
Art. 23. Os Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados serão enviados à Biblioteca da Faculdade
Raimundo Marinho.
Art. 24. Após aprovado, o aluno fará a entrega de 01 (uma) cópia impressa em capa dura (azul) e
01 (uma) cópia em CD com Capa do TCC na extensão pdf (conforme Apêndice N), até 30 (trinta)
dias após a apresentação e pelo menos 10 (dez) dias antes da data prevista para realização da
colação de grau da turma em que o aluno se encontre matriculado.
VII - DA ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 25. A estrutura do trabalho deverá obedecer às exigências de um trabalho acadêmico que, de
acordo com a ABNT, será organizada da seguinte forma:
Elementos pré-textuais
Capa (obrigatório) (ver Apêndice K)
Lombada (opcional)
Folha de rosto (obrigatório) (ver Apêndice L)
Errata (opcional)
Folha de aprovação (obrigatório) (ver Apêndice M)
Dedicatória (opcional) - contém texto, geralmente curto, no qual o autor dedica seu trabalho a
alguém.
Agradecimentos (opcionais) - visa agradecer a pessoas que tenham contribuído para o
sucesso do trabalho, prestar homenagem a pessoas que não estiveram diretamente relacionadas
com sua realização, a entes queridos, etc.
Epígrafe (opcional) - trata-se de uma citação que tenha alguma relação com o tema do
trabalho. Se o texto não tiver relação com o tema, não pode ser utilizado como epígrafe.
Resumo em língua vernácula (obrigatório) (deve apresentar o objetivo, a metodologia,
resultados e conclusão da pesquisa de forma concisa, em um só parágrafo).
Resumo em língua estrangeira (obrigatório).
Lista de ilustrações (opcional) - relação de tabelas, gráficos, fórmulas, lâminas, figuras
(desenhos, gravuras, mapas, fotografias), na mesma ordem em que são citadas no TCC, com
indicação da página onde estão localizadas.
Lista de abreviaturas e siglas (opcional) - relação alfabética das abreviaturas e siglas
utilizadas na publicação, seguidas das palavras a que correspondem escritas por extenso.
Lista de símbolos (opcional) - relação de sinais convencionados, utilizados no texto, seguidos
dos respectivos significados.
Sumário (obrigatório) - É onde aparecem as divisões do trabalho, os capítulos e seções com a
indicação das páginas onde se iniciam cada uma delas. Não se deve confundir com índice, para
designar esta parte. (ver exemplo no Apêndice O).
Elementos textuais
Introdução: parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do tema do assunto
tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho;
Desenvolvimento: parte principal do texto que contém a exposição ordenada e
pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem
do tema e do trabalho;
Conclusão: parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos
objetivos ou hipóteses.
Elementos pós-textuais
Referências (obrigatório)
Glossário (opcional)
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Apêndice(s) (se houver)
Anexo(s) (se houver) (opcional)
Índice (s) (opcional)
VIII- DA FORMATAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Art. 26. O trabalho deve possuir no mínimo 30 (trinta) folhas de texto, contadas a partir da
Introdução até a Conclusão.
Art. 27. O trabalho deve apresentar as seguintes características ou estar em consonância com as
normas da ABNT vigentes:
I- Ser digitado ou impresso em espaço entrelinhas 1,5 cm (um e meio centímetro), papel branco ou
reciclado, tamanho A4 (210 x 297 mm), fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 cm (doze
centímetros) e deverá conter afastamento de 3,0 cm (três centímetros) nas margens superior e
esquerda e 2,0 cm (dois centímetros) nas margens inferior e direita;
II- Ter espacejamento 1,5 cm (um e meio centímetro) para os elementos textuais; simples para os
elementos pré e pós-textuais e para o rodapé.
III- O tamanho da fonte deverá ser 12 (doze), com exceção das citações diretas com mais de três
linhas, que o tamanho da fonte deverá ser 11 (onze) e 10 (dez) para o rodapé;
IV- A paginação fica na margem superior direita. A capa e a folha de aprovação não contam como
página. Os outros elementos pré-textuais contam normalmente, só que não são enumerados. O
número somente será colocado a partir da Introdução;
V- O recuo do parágrafo será 1,25 cm (um vírgula vinte e cinco centímetro); distância entre os
parágrafos: 6 (seis) pt (antes e depois); distância entre o texto e a subseção, e entre esta e o texto
seguinte: 1 (um) espaço de caractere.
VI- Cada seção da monografia será iniciada em uma nova página.
1.12 ATENDIMENTO AO DISCENTE
 Formas de Acesso ao Curso
O acesso à instituição se dá por meio de:
I - cursos de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio
ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo; alunos que tenham
sido aprovados no ENEM; portadores de diploma; transferência externa.
II – cursos de extensão, aberto a pessoas que atendam os requisitos exigidos pela
Faculdade.
O início e a continuidade do funcionamento dos cursos da Faculdade Raimundo
Marinho estão submetidos às normas específicas para os diversos níveis e modalidades de
ensino.
Os interessados em conhecer o curso de uma forma geral, possui livre acesso às
informações pelo site da instituição.
O acesso virtual aos meios eletrônicos de comunicação está disponibilizado aos
acadêmicos durante 24 horas por dia. São eles:
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Por meio da Internet – Portal eletrônico (www.frm.edu.br), ou via correio
eletrônico, os alunos têm outra via de acesso aos professores, diretores,
coordenadores, bem como aos setores administrativos da Faculdade;
Por meio do Portal Acadêmico - Utilizando uma senha individual, os alunos
têm acesso ao ALUNO NET, onde obtém informações referentes ao seu
desempenho acadêmico: notas, frequências, resultados de solicitações, entre
outras informações; como também informações referentes à sua situação
financeira junto à IES.
 Apoio Pedagógico e Psicopedagógico aos Discentes
A Faculdade Raimundo Marinho oferece à comunidade acadêmica um Núcleo de
Apoio Psicopedagógico, que tem as seguintes atribuições:
Proporcionar atendimento e orientação psicopedagógica;
Orientar e apoiar o aluno em suas atividades acadêmicas;
Encaminhar para atendimento especializado aqueles que necessitam deste tipo
de acompanhamento.
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP) consiste numa ação multidisciplinar
voltada para o atendimento e orientação dos discentes, docentes e funcionários no que tange à
superação de dificuldades do relacionamento interpessoal, distúrbios comportamentais,
emocionais e de aprendizagem que afetem o desempenho dos mesmos dentro e fora da IES.
Esse núcleo possibilitará à comunidade acadêmica refletir sobre sua condição social,
pedagógica e emocional, compreendendo a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem,
especialmente seu papel como protagonista desse processo.
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico da Faculdade Raimundo Marinho tem o seu
funcionamento disciplinado em Regulamento próprio.
 Atendimento Extraclasse
A coordenação do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho
disponibiliza horários para atendimento exclusivo aos discentes, seja individual ou coletivo, a
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fim de tratar de questões acadêmicas ou corriqueiras, buscando sempre dirimir as dúvidas e as
orientações que possam existir.
O acompanhamento, individual/institucional, dirigido aos discentes em geral é,
desenvolver um trabalho diferenciado aos discentes, no que tange a adaptação emocional,
psicológica e cognitiva. Em geral são enfocados os seguintes aspectos:
Conhecer as normas e procedimentos da IES;
Desenvolver atitudes acadêmicas do discente na Instituição;
Orientar quanto ao Estágio;
Orientar e desenvolver interesses pelos Trabalhos do Curso;
Orientar quanto à frequência e cumprimento da Carga Horária de Atividades
Complementares;
A Coordenação do Curso executa com os alunos do 1º período, nos dias iniciais às
aulas, a visitação das dependências da Faculdade, para que eles possam ir se familiarizando
com os locais que terão maior necessidade de acesso.
 Monitoria
A Monitoria tem como objetivo propiciar ao aluno oportunidade de desenvolver suas
habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino, iniciação científica e extensão;
assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente nas funções universitárias;
propiciar ao aluno oportunidades de preparação e pré-capacitação profissional, nas várias
áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço, exploração de aptidões intelectuais e
descobertas de vocações.
Para ser monitor, o aluno deverá se submeter à seleção que será realizada de acordo
com as normas do Regulamento de Monitoria e do respectivo Edital de convocação de
seleção.
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA
A Faculdade Raimundo Marinho – FRM, em conformidade com a Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 – que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e em consonância
com o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, em articulação com os Projetos PolíticoPedagógicos de seus cursos de graduação, instituiu um Programa de Monitoria com o intuito de
oportunizar diferentes atividades acadêmicas complementares e assim, qualificar o processo de
ensino-aprendizagem em seus diversos cursos.
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CAPÍTULO I
DA NATUREZA E OBJETIVOS
Art.1º - A atividade de Monitoria é concebida como um instrumento de apoio didático-pedagógico,
realizado por um discente, que auxilia aos docentes dos cursos no desempenho das suas atividades
discentes.
Art. 2º - A Monitoria é também uma atividade de caráter complementar, promovendo a
qualificação discente no seu processo formativo na realização de atividades extraclasse.
Art. 3º - A atividade de monitoria não constitui vínculo empregatício entre o estudante e a FRM.
Art. 4º - As horas de dedicação à Monitoria, comprovadas, serão convertidas em horas
complementares, seguindo os critérios estabelecidos para atividades complementares de cada
curso.
Art. 5º - A atividade de Monitoria será exercida por discentes regularmente matriculados,
mediante processo de seleção, com critérios estabelecidos em Edital para Seleção de Monitoria da
FRM no início de cada semestre letivo, respeitando as determinações deste Regulamento.
Art. 6º - São objetivos da monitoria:
§1º - Assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente dos cursos da FRM nas funções
acadêmicas;
§2º - Ampliar a formação acadêmica do corpo discente, criando condições para o aprofundamento
de seus conhecimentos na disciplina/área objeto de monitoria;
§3º - Estimular os estudantes a buscar melhores níveis de desempenho em seus respectivos cursos;
§4º - Proporcionar aos discentes um maior envolvimento na vida acadêmica da FRM,
incentivando-os à docência;
§5º - Propiciar ao estudante a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira
docente;
§6º - Auxiliar aos estudantes com deficiência no aprendizado e que apresentam baixo rendimento
acadêmico.
§7º - Em nenhuma hipótese a monitoria substituirá um docente nas atividades de ensino dos
cursos.
CAPÍTULO II
DA PROPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA MONITORIA
Art. 7º - Caberá ao professor de cada disciplina apresentar por escrito e com justificativa à
Coordenação do Curso a demanda por monitoria que, após análise, encaminhará solicitação de
seleção de discentes monitores, para apreciação e deliberação da Direção Acadêmica.
Art. 8º - Fica à critério da Presidência a definição do quantitativo de vagas para o processo de
seleção de monitores remunerados.
PARÁGRAFO ÚNICO: Quando à monitoria voluntária, o quantitativo de vagas fica à critério da
Coordenação de Curso.
Art. 9º - Os monitores voluntários (não remunerados) estarão sujeitos às mesmas atribuições dos
monitores bolsistas.
Art. 10 - O estudante somente poderá exercer a atividade de monitoria em 1 (uma) disciplina à
cada semestre.
Art. 11 - As atividades da Monitoria se realizarão no período que compreende a data de início
fixada no Edital de Seleção de Monitores, até o término do semestre letivo em questão.
Art. 12 - A conclusão do curso, o trancamento ou cancelamento da matrícula implicarão,
necessariamente, na interrupção da função de monitor.
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CAPÍTULO III
DO PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA DISCENTE
Art. 13 - A seleção dos candidatos às vagas de monitoria obedece aos seguintes critérios:
§1º - Somente pode inscrever-se no exame de seleção, o estudante matriculado no curso e
aprovado por média geral igual ou superior a 7,0 (sete) e que comprove a aprovação, na disciplina
ou atividade em que pretende atuar, com nota igual ou superior a 7,0 (sete);
§2º - O aluno deve ter disponível, no mínimo, 12 horas mensais para o desenvolvimento das
atividades de monitoria;
§3º - A inscrição será realizada segundo edital estabelecido pela Diretoria Acadêmica, conforme
número de vagas solicitadas pelo coordenador do curso.
§4º - A candidatura às vagas de monitoria será realizada por meio de requerimento próprio, que
será disponibilizado aos alunos pela Secretaria Geral e endereçados ao Coordenador de Curso que,
após o encerramento do prazo para as inscrições, verificará o atendimento dos candidatos aos
requisitos de seleção e, eventualmente, aplicação dos critérios de desempate, que igualmente
deverão ser objeto de previsão do edital.
Art. 14 - O processo de seleção será organizado e aplicado por uma comissão composta pelos
professores das disciplinas com vagas para monitoria e pelo coordenador do curso, em
conformidade com o Edital de Seleção, constando de prova escrita e/ou entrevista;
Art. 15 - O professor da disciplina se responsabilizará pela aplicação e avaliação da prova e/ou
entrevista no processo de seleção.
Parágrafo Único: Cabe ao professor da disciplina zelar para que a prova e a entrevista de seleção
de monitores tenham um nível adequado e garantam a seleção de acadêmicos qualificados para a
função.
Art. 16 - O número de vagas, o dia e o local de realização do concurso, bem como o resultado final
do processo de seleção de monitoria serão divulgados por meio de publicação de âmbito restrito à
Instituição.
Parágrafo Único: cabe ao coordenador do curso homologar a classificação indicada pela Comissão
do Processo Seletivo de Monitoria, bem como divulgar o resultado da seleção junto ao corpo
discente do respectivo curso.
CAPÍTULO IV
DAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DO MONITOR
Art. 17 - O monitor exercerá suas atividades sem qualquer vínculo empregatício, observando os
seguintes critérios:
§1º - o monitor exercerá suas atividades sob orientação do professor responsável pela disciplina ou
atividade;
§2º - o horário das atividades do monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades
discentes;
§3º as atividades de monitoria obedecem, em cada semestre, ao plano estabelecido pelo professor,
aprovado pela coordenadoria do curso.
Art. 18 - São atribuições e responsabilidades do monitor:
§1º - dedicar até 12 (doze) horas semanais às atividades de Monitoria, inclusive aos sábados,
fixadas pelo professor, mediante necessidade da disciplina;
§2º - orientar os alunos na solução de exercícios e realização de trabalhos;
§3º - reportar-se, sempre que necessário ou solicitado, à Coordenação do Curso, a fim de tratar de
quaisquer questões relacionadas às atividades de Monitoria;
§4º - trajar-se adequadamente, de forma compatível com o perfil da Instituição;
§5º - adotar postura crítica e empreendedora nas suas ações, visando o exemplar funcionamento da
Monitoria, em sintonia com a concepção do Projeto Pedagógico do Curso;
§6º - Até o décimo dia do mês subsequente ao encerramento do bimestre, o monitor deverá
apresentar à Coordenação do Curso, relatório escrito de atividade, no qual deverá constar o parecer
do professor da disciplina.
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§7º - O relatório de atividade deverá evidenciar a frequência do monitor, o número de alunos
atendidos, as dificuldades encontradas, aspectos positivos e negativos e outros que permitam
avaliar o desempenho da atividade de Monitoria.
§8º - cabe ainda ao monitor, auxiliar o corpo discente, sob a supervisão docente em trabalhos de
laboratório, de biblioteca, de campo, orientar alunos em horários de estudos práticos e outros
compatíveis como seu grau de conhecimento e experiência, auxiliando ao professor com
informações a respeito das dificuldades mais comuns apresentadas pelos alunos.
Art. 19 - O exercício da Monitoria poderá ser cancelado nas seguintes circunstâncias:
§1º Por requerimento próprio, apresentando a justificativa;
§2º Por requerimento do professor responsável, quando constatar desempenho insatisfatório no
desempenho das atividades, em conjunto com o coordenador do curso;
§3º Por suspensão imposta ao aluno no período em que se encontrar no exercício da Monitoria;
§4º Por trancamento de matrícula;
§5º Por obtenção de frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) às atividades de
Monitoria, em determinado mês; ou
§6º Por não apresentar no prazo fixado, o relatório bimestral à Coordenação do Curso ao qual o
monitor estiver vinculado.
Art. 20 - É vedado ao monitor ministrar aulas sem o acompanhamento do professor da disciplina.
CAPITULO V
DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DA MONITORIA
Art. 21 - O professor orientador da monitoria corresponde ao docente de cada disciplina com
monitor em atividade.
Art. 22 - Compete ao professor orientador:
§1º - Elaborar o plano de trabalho da disciplina a ser seguido pelo monitor;
§2º - Traçar os objetivos a serem buscados pela atividade de monitoria;
§3º - Acompanhar diretamente os trabalhos desenvolvidos pelo monitor;
§4º - Orientar e acompanhar o preenchimento do relatório de monitoria pelo aluno;
§5º - Assinar e validar o relatório elaborado pelo monitor, tecendo as observações que se façam
necessárias.
Art. 23 - Caberá ao professor responsável pela disciplina a avaliação do monitor, que deverá
observar:
§1º - O desempenho do aluno no desenvolvimento das atividades;
§2º - Assiduidade e respeito ao programa e regras estabelecidas;
§3º - Comprometimento com as atividades desenvolvidas;
§4º - Interesse na matéria;
§5º - O preenchimento do relatório de atividades nos períodos definidos.
CAPÍTULO VI
DA BOLSA DE MONITORIA DISCENTE
Art. 24 - Para o exercício de suas funções, ao monitor será concedida uma bolsa de 50% do valor
da mensalidade.
Art. 25 - A bolsa de monitoria terá a duração de um semestre letivo.
CAPÍTULO VII
DA COMPETÊNCIA DAS COORDENAÇOES
Art. 26 - Competem às coordenações:
§1º Acompanhar o processo seletivo, relativo aos discentes do respectivo curso, observando os
requisitos constantes do edital;
§2º Divulgar o resultado do processo seletivo;
§3º Aprovar os planos de trabalho das monitorias elaborado pelos professores orientadores;
§4º Analisar e avalizar o relatório de atividades;
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§5º Supervisionar o desempenho das monitorias e promover sua avaliação, ao final de cada
semestre letivo, realizando reuniões com os monitores para verificação geral do andamento do
programa, se necessário;
§6º Contestar e encaminhar a frequência dos monitores;
§7º Promover a substituição dos monitores que deixarem o programa;
§8º Expedir e registrar o certificado de monitoria aos que integralizarem, no mínimo, um semestre
de efetivo trabalho na área.
§9º Analisar os casos de exclusão do aluno participante;
§10º Enviar bimestralmente à Direção Acadêmica os relatórios dos monitores locados em seu
curso.
CAPÍTULO VIII
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 27 - A bolsa de monitoria terá a duração de um semestre letivo.
Art. 28 - Os casos omissos neste regulamento serão deliberados pela Direção Acadêmica e pela
Coordenação.
Art. 29 - Este regulamento entrará em vigor na presente data, revogadas as disposições em
contrário.
 Mecanismos de Nivelamento
O Programa de Nivelamento tem o objetivo de minimizar as dificuldades
apresentadas pelos alunos. A Faculdade Raimundo Marinho, visando formar profissionais
com visão crítica sobre as questões sociais, poderá adotar mecanismos de nivelamento dos
alunos nos dois primeiros períodos do Curso de Enfermagem, a fim de que as deficiências de
aprendizado possam ser superadas e não se tornem obstáculos ao pleno aproveitamento dos
alunos nos períodos seguintes que se compõem de matérias específicas do Curso de
Enfermagem.
Para suprir essas deficiências em disciplinas básicas como Português, Redação,
Interpretação Textual, Biologia, Química, a Faculdade Raimundo Marinho poderá colocar à
disposição dos alunos atendimento extraclasse, durante duas horas por semana, com
professores da própria instituição, professores contratados exclusivamente para tais atividades
ou por alunos monitores.
No decorrer do curso, caso sejam identificadas dificuldades de acompanhamento por
falta de domínio de um conhecimento específico, o professor e a coordenação em conjunto,
poderão elaborar um programa para a recuperação deste conteúdo.
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 Existência de Meio de Divulgação de Trabalhos de Alunos
A Faculdade Raimundo Marinho dispõe de espaço em seu sítio na internet para
divulgação das publicações de discentes, docentes e membros da comunidade acadêmica em
geral.
Os trabalhos também podem ser expostos, com autorização prévia, nas dependências
da instituição.
 Estímulo à Participação em Eventos
A coordenação do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho em
parceria com os docentes do Curso busca sempre despertar no alunado o desenvolvimento de
trabalhos científicos, a participação em eventos, bem como a promoção de eventos.
A Faculdade Raimundo Marinho incentiva a participação de seus alunos em eventos
através de custeio parcial das despesas dela decorrentes, desde que os alunos apresentem
trabalhos acadêmicos e/ou estejam representando oficialmente a Instituição. Ressalta-se que
esse custeio depende da disponibilidade de recursos.
1.13 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO
CURSO
Semestralmente é realizada pela IES a avaliação institucional, através da Comissão
Própria de Avaliação – CPA, em que é desenvolvido o processo de autoavaliação dos cursos,
por meio do qual se busca investigar e determinar a qualidade de gestão do Coordenador de
Curso, o desenvolvimento dos docentes, condições de infraestrutura do curso e da IES por
meio da aplicação de questionário on-line ao corpo discente, docente e técnico administrativo.
No segundo semestre tem-se a continuação do processo de Avaliação Institucional, mais
abrangente, em conformidade com as diretrizes e dimensões fundamentadas na Lei nº 10.861
de 14 de abril de 2004, em que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação
Superior, nestas também ocorre o acompanhamento das atividades por meio da emissão de
relatórios com periodicidade anual, inseridos no sistema e-MEC.
A Metodologia do Processo de Avaliação Institucional na Faculdade Raimundo
Marinho tem início com a Campanha de Sensibilização, que estimulam do corpo docente,
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corpo discente e corpo técnico-administrativo, a partir da construção da credibilidade da
mudança e do comprometimento de todos com a Instituição.
Após o período de aplicação dos formulários, todos os dados são coletados pela
própria CPA, de modo isolado e sigiloso, objetivando garantir a fidedignidade do processo.
São elaborados relatórios que, em momento específico, obedecendo às formalidades legais,
são entregues à Direção Geral e Acadêmica, enviados através do próprio Portal Acadêmico
para os gestores dos cursos e professores de forma individual. Os resultados são consolidados
em formas de pontos fortes e fracos e por meio de reuniões, é feita a apreciação e discussão a
respeito dos mesmos, tomando-se como base os relatórios da autoavaliação interna.
Como parâmetro adota-se, os relatórios das avaliações dos cursos, objetivando
observar a evolução das ações desenvolvidas e a redução dos pontos avaliados como
negativos, bem como a perceber se a instituição está caminhando em direção coesa à redução
de suas carências.
As ações administrativas em decorrência da auto-avaliação (CPA) e das avaliações
externas estão implantadas adequadamente, utilizando os resultados dos processos avaliativos
como fonte de melhoria constante do curso.
1.14 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC - NO
PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
A faculdade é uma instituição social que espelha como foco principal o
desenvolvimento do diálogo do conhecimento científico-filosófico universal, possibilitando
ao aluno a inserção de saberes e formas culturais exigidas para o pleno desenvolvimento
humano, frente à sociedade em que vive.
A utilização das tecnologias da informação e comunicação são indispensáveis no dia
a dia da sociedade moderna, tendo sido tão incorporadas que muitas vezes não conseguimos
imaginar como seria possível não termos acesso a elas.
A faculdade não poderia funcionar alheia a essa realidade, tendo em vista que as
trocas de informação acontecem cada vez mais rapidamente, além do fato de que as crianças,
desde pequenas, já utilizam aparatos tecnológicos em seus quotidianos. Contudo,
infelizmente, são poucas as instituições de ensino que estão organizadas para enfrentar o
desafio de propiciar a interação do aluno com este mundo contemporâneo recheado de
tecnologias, a fim de utilizá-las como recurso de auxílio pedagógico e não só como meio de
descontração.
87
O curso de Enfermagem não ficou alheio à importância das redes sociais e seus
benefícios tais como;
Proporcionar melhor comunicação;
Estimular maior envolvimento comunitário.
Proporcionar colaboração mútua e troca de ideias entre os participantes.
Maior acesso a diversos tipos de informações, inclusive sobre cursos e eventos.
Os alunos e professores contam também com o Sistema Acadêmico informatizado,
que permite a comunicação direta entre todos os que formam a Faculdade Raimundo
Marinho. Há ainda os e-mails institucionais.
O ambiente virtual de apoio didático pedagógico baseado na plataforma Acadweb,
conta com as principais funcionalidades disponíveis nos Ambientes Virtuais de
Aprendizagem. É composto por ferramentas de avaliação, comunicação, disponibilização de
conteúdo, administração e organização.
A Biblioteca está informatizada, dispondo de computadores para consulta dos
usuários, que podem acessar o catálogo informatizado (base de dados) e o conteúdo digital
disponível. Vale ressaltar que o catálogo da biblioteca pode ser feito através do Sistema
Acadêmico pela internet.
Considerando a importância dessas novas tecnologias no processo de ensinoaprendizagem, as salas de aulas utilizadas pelo Curso de Enfermagem da Faculdade
Raimundo Marinho são guarnecidas com datashow, acesso à internet, sendo disponibilizados
notebooks, caixas de som e outros equipamentos importantes no contexto educacional e que
permitem a adequada implementação do Projeto Pedagógico do Curso.
1.15 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINOAPRENDIZAGEM
A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita
diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados considerando as
competências a serem constituídas e identificar mudanças de percurso eventualmente
necessárias.
Na perspectiva de garantir competências profissionais, a avaliação destina-se à
análise da aprendizagem dos futuros profissionais, de modo a favorecer seu percurso e regular
as ações de sua formação e tem, também, a finalidade de certificar sua formação profissional.
Não se trata a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada aluno a
88
identificar melhor as suas necessidades de formação e empreender o esforço necessário para
realizar sua parcela de investimento no próprio desenvolvimento profissional.
O principal propósito da avaliação é acompanhar a experiência do aluno, no processo
de construção do conhecimento, com indicação contínua da efetividade das situações
didático-pedagógicas propostas. A avaliação é contínua para que possa cumprir sua função de
auxílio ao processo ensino-aprendizagem.
A avaliação do rendimento escolar far-se-á por meio da apuração da assinatura e da
avaliação do aproveitamento de estudos. A frequência às aulas teóricas, práticas, seminários
ou qualquer outra atividade escolar é obrigatória e permitida somente a alunos regularmente
matriculados.
Caberá ao professor o registro dos alunos às aulas e demais atividades didáticas, das
quais se farão os assentamentos necessários por hora/aula ministrada.
Os procedimentos de avaliação levam em consideração as metodologias propostas no
Regimento da IES que são entre outras, instrumentos de verificação de assimilação de
conteúdo, seminários, estudos de caso, avaliação escrita, avaliação oral, relatórios, sempre
intencionando alcançar o perfil desejado para o aluno/egresso no semestre letivo da disciplina.
A aferição do aproveitamento, em cada disciplina, será expressa por graus
numéricos, de 0 (zero) a 10 (dez) e a nota final será obtida pela média aritmética das notas
atribuídas em todas as verificações de aprendizagem realizadas durante o semestre letivo.
Será considerado reprovado o aluno que não obtiver média final definida
regimentalmente, obtiver grau zero no exame final ou que não alcance a frequência mínima
obrigatória.
Ao aluno que não cumprir a frequência mínima de 75% às aulas e demais atividades
escolares de cada disciplina será vetada a prestação de exames finais.
Esses procedimentos são adequados à concepção do curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, e disciplinados em regimento próprio.
1.16 NÚMERO DE VAGAS
A Faculdade Raimundo Marinho está apta a ofertar 150 vagas por semestre, sendo 50
no turno matutino e 100 no turno noturno em seu processo seletivo.
A quantidade de vagas oferecidas e preenchidas é adequada à infraestrutura da IES,
assim como ao quantitativo do corpo docente. Atualmente o curso conta com 17 profissionais
pertencentes ao quadro docente e sete salas de aula disponíveis com capacidade máxima de 50
alunos, além dos demais ambientes de uso coletivo.
89
2. CORPO DOCENTE
As experiências dos docentes que ministram aulas no curso de Enfermagem reiteram
suas habilidades para atuar na docência em plena conformidade com o Projeto Pedagógico do
Curso. Essas experiências são avaliadas, inicialmente, no processo de seleção de currículo e
na entrevista e uma prova didática para uma banca de professores, com os professores que se
candidataram a ministrar aulas no curso. O corpo docente do curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho possui formação adequada à(s) disciplina(s) que ministra(m), e
possui experiência compatível com a natureza das atividades acadêmicas. Além disso, esses
professores procuram estar em constante processo de reciclagem, nas suas áreas de atuação
profissional e docência, através de congressos, simpósios, palestras e pesquisas científicas.
2.1. ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE), SUA
COMPOSIÇÃO
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de um grupo de docentes, com
atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação
e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
As atribuições do Núcleo Docente Estruturante são, entre outras:
a) Elaborar e acompanhar a implantação e consolidação do Projeto Pedagógico
do Curso definindo sua concepção, fundamentos, estratégias de implementação e
melhoria constante de sua qualidade;
b) Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais pertinentes ao
curso;
c) Atualizar, se necessário, periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso;
d) Analisar e avaliar os planos de ensino dos componentes curriculares para a
deliberação do colegiado do curso;
e) Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
O Núcleo Docente Estruturante é constituído por membros do corpo docente do
curso de Enfermagem, que exercem liderança acadêmica, salientando na produção de
conhecimentos da área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas
como importantes pela instituição, atuando sobre o desenvolvimento do curso.
Sendo assim o NDE do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é
constituído pelo Coordenador do Curso, como seu presidente e mais quatro membros do
90
corpo docente do curso.
Os docentes que compõem o NDE do Curso de Enfermagem da Faculdade
Raimundo Marinho possuem titulação acadêmica adequada de acordo com a Resolução nº
1/2010, logo, 60% possuem titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação
stricto sensu.
Atualmente o NDE do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é
composto por:
PROFESSOR
TITULAÇÃO
REGIME DE TRABALHO
Mestre (Presidente)
Regime de Trabalho Integral
Amaro Carlos dos Santos
Doutor
Horista
Cynara Alves de França
Especialista
Horista
Euridice Miranda Moreira
Especialista
Regime de Trabalho Parcial
Mestre
Horista
Mirella Teixeira Joca
Keila Adiene Guimarães Gomes
Os professores do NDE contribuem para atualização do Projeto Pedagógico do Curso
e das melhorias pedagógicas que são implantadas no curso.
2.2. ATUAÇÃO DO COORDENADOR
A coordenadora atua diretamente junto aos órgãos de decisão relativos ao
Planejamento Estratégico Institucional, Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de Curso,
Reuniões da Direção Acadêmica. As decisões tomadas são divulgadas por meio de
comunicação interna, bem como registradas em atas e relatórios. Todas as funções da
coordenação são previstas no Regimento Geral da Faculdade Raimundo Marinho.
De maneira macro, pode-se dizer que a coordenadora do curso tem desenvolvido
principalmente atividades de acompanhamento acadêmico do curso, propondo sempre
capacitações e atualizações de todos os envolvidos diretamente com o curso de Enfermagem.
A coordenadora tem atuado também frente às questões de atualização do PPC, junto
aos órgãos institucionais, sendo eles NDE e Colegiado. Estas reuniões têm por finalidade
deliberar sobre assuntos diversos que vão desde atualização dos planos de ensino, propondo
adequações curriculares, até compra de livros, mudanças de ementas, verificação de
procedimentos, ajuste do objetivo do curso e do perfil do egresso.
A representação discente e docente não é esquecida, pois também são atendidas pela
coordenadora em reuniões com os docentes e com os representantes de turma. Cabe ressaltar
91
que também faz parte das atribuições da coordenadora promover sensibilização do corpo
discente, no que diz respeito à eleição dos representantes de turma, explicando a importância
da representação para o curso e para a gestão eficaz.
A comunidade externa não é esquecida, pois a coordenadora juntamente com sua
equipe de trabalho, sempre que possível, realiza eventos abertos à comunidade. A semana
acadêmica de enfermagem também tem a função de aproximar o curso junto à comunidade
externa, uma vez que convida para compor suas atividades lideranças governamentais, líderes
comunitários, estudantes de outras IES além de professores/pesquisadores de destaque na área
de atuação do curso.
Destacam-se algumas das funções da coordenadora de curso, a qual está representada
pela Professora Mestre Mirella Teixeira Joca, para que se possa verificar que a mesma tem
desenvolvido suas funções de acordo com o que exige o Regimento Interno da Faculdade
Raimundo Marinho:
Coordenar as reuniões do Colegiado do curso sob sua responsabilidade e do
respectivo NDE, pondo em prática as deliberações tomadas pelo coletivo;
Exercer a gestão das ações acadêmico-administrativas desenvolvidas no âmbito
do curso, acompanhando os processos de transferência e sobre eles opinando, bem como os
processos de equivalência;
Participar dos trabalhos referentes ao aproveitamento de estudos e de adaptação
de disciplinas, emitindo o parecer final;
Coordenar a organização de eventos, semanas de estudos, ciclos de debates e
outros, quando for promoção específica do curso;
Colaborar com os órgãos acadêmicos da Faculdade Raimundo Marinho;
Promover meios para a formação continuada dos docentes e servidores a serviço
da Coordenação de Curso;
Supervisionar as atividades docentes do curso que coordena, zelando pela
execução integral das aulas e verificando se os assentamentos do Diário de Classe e outros
registros estabelecidos pela Faculdade de responsabilidade docente estão sempre atualizados e
se as anotações das aulas estão de acordo com os programas aprovados pelo Colegiado e
Setor de Estudo, quando for o caso;
Exercer outras atribuições que sejam próprias de sua função de supervisão
acadêmica ou delegadas pela Direção da Faculdade Raimundo Marinho;
Representar o curso em eventos e situações de natureza acadêmica.
92
2.2.1. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE
GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR
O profissional que responde pela gestão e condução do curso de Enfermagem da
Faculdade Raimundo Marinho tem como titulação e experiência:
Nome: Mirella Teixeira Joca
A) Dados do coordenador de Enfermagem
Graduação: Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em
2004.
Mestrado: Mestrado em Enfermagem pela UFC em 2007.
Gestão Acadêmica de 2008 até os dias atuais.
B) Experiência Profissional do coordenador de Enfermagem
A coordenadora professora Mestre Mirella Teixeira Joca tem experiência profissional
de 04 anos, já tendo atuado como enfermeira em Centro Cirúrgico e pesquisadora em
projetos de pesquisa.
C) Experiência de Magistério Superior da coordenadora de Enfermagem
A coordenadora professora Mestre Mirella Teixeira Joca tem experiência acadêmica de
06 anos e 5 meses, já tendo lecionado em diversas instituições de ensino, em nível
Profissionalizante, Graduação e Pós-Graduação. Tendo ainda coordenado o curso de
Enfermagem em outras Instituições de Ensino.
2.2.2. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO
O Regime de trabalho da coordenadora do curso é Tempo Integral, com 40 horas.
Sendo 25 horas destinadas às atividades fora de sala de aula e 15 horas em sala de aula. A
mesma também é presidente do colegiado de Curso e do Núcleo Docente Estruturante
realizando reuniões periódicas. Essas 25 horas são destinadas somente para a coordenação do
curso, respeitando-se a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as
horas dedicadas à coordenação está abaixo do pedido pelo conceito 5 do referido indicador,
que deve ser menor ou igual a 10 horas .
93
2.3. TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO
O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho conta atualmente com 17
professores, sendo 47% especialista, 35% mestres e 18% doutores, atendendo desta forma o
conceito 4 deste indicador que prevê um percentual maior ou igual que 50% de docentes com
titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, uma vez que a soma de
mestres e doutores é de 53%.
PROFESSOR
TITULAÇÃO
Amaro Carlos dos Santos
Doutor
Cynara Alves de França
Especialista
Eduardo Lucena Colatino
Especialista
Erlon Oliveira dos Santos
Doutor
Euridice Miranda Moreira
Especialista
Gilvan Epifânio Silva Lima
Doutor
Hélida Acioli de Araújo
Jamylle Nunes de Souza Ferro
Karla Romariz Apolinário
Especialista
Mestre
Especialista
Keila Adiene Guimarães Gomes
Mestre
Leandro da Silva Rosa
Mestre
Maria Patrícia Pereira Melo
Mestre
Mirella Teixeira Joca
Mestre
Paula Maria Guimarães Marroquim
Mestre
Rildo Bezerra
Especialista
Stéphany Angel Barbosa dos Santos
Especialista
Telma Ferreira dos Santos
Especialista
As comprovações de titulação dos docentes citados estão em poder da instituição.
94
 Relação Professores
1º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
Disciplinas
CH¹
CS²
60
3
80
4
Biologia Celular e Molecular
80
4
Histologia
e
Embriologia
Humana Aplicada
História
e
Exercício
de
Enfermagem
Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas a Enfermagem
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade I
80
4
40
2
40
2
20
1
Disciplinas
CH¹
CS²
80
4
STÉPHANY ANGEL BARBOSA
DOS SANTOS
GILVAN EPIFÂNIO SILVA LIMA
PAULA MARIA GUIMARÃES
MARROQUIM
PAULA MARIA GUIMARÃES
MARROQUIM
071.363.434-02
Fisioterapeuta
Especialista
047.427.694-57
Químico
Doutor
Anatomia
Descritiva
Topográfica I
Bioquímica
053.763.804-08
Bióloga
Mestre
053.763.804-08
Bióloga
Mestre
EDUARDO LUCENA COLATINO
055.514.894-77
Enfermeiro
Especialista
LEANDRO DA SILVA ROSA
261.243.568-99
Sociólogo
Mestre
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
631.112.333-91
Enfermeira
Mestre
e
2º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
STÉPHANY ANGEL BARBOSA
DOS SANTOS
KEILA ADIENE GUIMARÃES
GOMES
071.363.434-02
Fisioterapeuta
Especialista
Anatomia
Descritiva
Topográfica II
e
604.928.644-20
Socióloga
Mestre
Metodologia da Pesquisa I
40
2
ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS
757.447.404-49
Biólogo
Doutor
Agressão e defesa do corpo
humano I
80
4
PAULA MARIA GUIMARÃES
MARROQUIM
STÉPHANY ANGEL BARBOSA
DOS SANTOS
053.763.804-08
Bióloga
Mestre
Fisiologia e Biofísica I
80
4
071.363.434-02
Fisioterapeuta
Especialista
Patologia
40
2
EDUARDO LUCENA COLATINO
055.514.894-77
Enfermeiro
Especialista
40
2
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
631.112.333-91
Enfermeira
Mestre
Processo Saúde Doença e
Educação em Saúde
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade II
40
2
CH¹
CS²
3º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
053.763.804-08
Bióloga
Mestre
Fisiologia e Biofísica II
80
4
ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS
757.447.404-49
Biólogo
Doutor
80
4
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
183.598.334-00
Enfermeira
Especialista
80
4
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
482.876.604-91
Enfermeira
Especialista
80
4
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
631.112.333-91
Enfermeira
Mestre
40
2
CYNARA ALVES DE FRANÇA
040.659.514-37
Enfermeira
Especialista
Agressão e Defesa do Corpo
Humano II
Semiologia e Semiotécnica I
Políticas, Programas e Sistema
Único de Saúde
Ética
e
Legislação
em
Enfermagem
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade III
40
2
PAULA MARIA
MARROQUIM
GUIMARÃES
Disciplinas
4º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
MARIA
PATRÍCIA
PEREIRA
MELO
JAMYLLE NUNES DE SOUZA
FERRO
183.598.334-00
Enfermeira
Especialista
Disciplinas
CH¹
CS²
Semiologia e Semiotécnica II
80
4
010.703.705-09
Fisioterapeuta
Mestre
Fisiopatologia
80
4
053.718.964-57
Farmacêutica
Mestre
Farmacologia
80
4
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
482.876.604-91
Enfermeira
Especialista
80
4
AMARO CARLOS DOS SANTOS
164.494.284-49
Agrônomo
Doutor
40
2
CYNARA ALVES DE FRANÇA
040.659.514-37
Enfermeira
Especialista
40
2
Enfermagem
em
Centro
Cirúrgico e Central de
Materiais
Bioestatística
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade IV
95
5º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
Disciplinas
CH¹
CS²
Enfermagem na Saúde do
Adulto e do Idoso I
Enfermagem em Doenças
Infecciosas e Parasitárias
Enfermagem na Saúde da
Criança e do Adolescente I
Didática
e
Ensino
da
Enfermagem
Farmacologia Aplicada à
Estratégia de Saúde da
Família
Psicologia
Aplicada
à
Enfermagem
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade V
80
4
80
4
80
4
40
2
40
2
40
2
40
2
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
183.598.334-00
Enfermeira
Especialista
CYNARA ALVES DE FRANÇA
040.659.514-37
Enfermeira
Especialista
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
482.876.604-91
Enfermeira
Especialista
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
631.112.333-91
Enfermeira
Mestre
JAMYLLE NUNES DE SOUZA
FERRO
053.718.964-57
Farmacêutica
Mestre
KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO
667.819.494-20
Psicóloga
Especialista
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
024.098.634-26
Enfermeira
Especialista
6º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
Disciplinas
CH¹
CS²
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
024.098.634-26
Enfermeira
Especialista
80
4
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
183.598.334-00
Enfermeira
Especialista
80
4
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
482.876.604-91
Enfermeira
Especialista
80
4
EDUARDO LUCENA COLATINO
055.514.894-77
Enfermeira
Especialista
Enfermagem na Saúde da
Mulher I
Enfermagem na Saúde do
Adulto e do Idoso II
Enfermagem na Saúde da
Criança e do Adolescente II
Administração
em
Enfermagem I
80
4
STÉPHANY ANGEL BARBOSA
DOS SANTOS
071.363.434-02
Fisioterapeuta
Especialista
Epidemiologia e Saúde
40
2
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
024.098.634-26
Enfermeira
Especialista
Metodologias
Ativas
Aprendizado
Interdisciplinaridade VI
40
2
de
e
7º SEMESTRE
Nome dos Docentes
CPF
Graduação
Pós-Graduação
Disciplinas
CH¹
CS²
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
024.098.634-26
Enfermeira
Especialista
80
4
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
183.598.334-00
Enfermeira
Especialista
80
4
EDUARDO LUCENA COLATINO
055.514.894-77
Enfermeiro
Especialista
80
4
CYNARA ALVES DE FRANÇA
040.659.514-37
Enfermeira
Especialista
40
2
RILDO BEZERRA
022.740.974-45
Enfermeiro
Especialista
80
4
CYNARA ALVES DE FRANÇA
040.659.514-37
Enfermeira
Especialista
Enfermagem na Saúde da
Mulher II
Administração
em
Enfermagem II
Enfermagem
em
Saúde
Mental
Vigilância e Saúde
Enfermagem em Urgência e
Emergência
Metodologias
Ativas
de
Aprendizado
e
Interdisciplinaridade VII
40
2
¹CH: Carga horária das disciplinas, sempre de 60 minutos.
²CS: Carga semanal das disciplinas.
2.3.1. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO
Os professores são contratados, sob o regime da legislação trabalhista, para jornadas
em regime de Tempo Integral ou Tempo Parcial, ou são contratados por hora-aula, tendo em
vista as características das disciplinas e do profissional selecionado.
O valor de remuneração da hora-aula é compatível ao praticado na região onde a
instituição está inserida.
96
O curso conta atualmente com 17 professores, sendo 12 % Parcial/Integral e 88%
horistas.
PROFESSOR
REGIME DE TRABALHO
Amaro Carlos dos Santos
Horista
Cynara Alves de França
Horista
Eduardo Lucena Colatino
Horista
Erlon Oliveira dos Santos
Horista
Euridice Miranda Moreira
Tempo Parcial
Gilvan Epifânio Silva Lima
Horista
Hélida Acioli de Araújo
Horista
Jamylle Nunes de Souza Ferro
Horista
Karla Romariz Apolinário
Horista
Keila Adiene Guimarães Gomes
Horista
Leandro da Silva Rosa
Horista
Maria Patrícia Pereira Melo
Horista
Mirella Teixeira Joca
Tempo Integral
Paula Maria Guimarães Marroquim
Horista
Rildo Bezerra
Horista
Stéphany Angel Barbosa dos Santos
Horista
Telma Ferreira dos Santos
Horista
 Relação Professores, Regime de Trabalho e Atividades na IES
1º SEMESTRE
Nome dos Docentes
Regime de
Trabalho
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS
SANTOS
GILVAN EPIFÂNIO SILVA LIMA
PAULA
MARIA
GUIMARÃES
MARROQUIM
PAULA
MARIA
GUIMARÃES
MARROQUIM
EDUARDO LUCENA COLATINO
Horista
11h
--
--
11h
--
--
--
--
--
--
Horista
04h
--
--
04h
--
--
--
--
--
--
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
LEANDRO DA SILVA ROSA
Horista
05h
--
--
05h
--
--
--
--
--
--
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
Tempo Parcial
40h
15h
10h
15h
--
--
--
--
--
--
97
2º SEMESTRE
Nome dos Docentes
Regime de
Trabalho
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
11h
--
--
11h
--
--
--
--
--
--
STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS
SANTOS
KEILA ADIENE GUIMARÃES GOMES
Horista
Horista
23h
03h
--
20h
--
--
--
--
--
--
ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS
PAULA
MARIA
GUIMARÃES
MARROQUIM
STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS
SANTOS
EDUARDO LUCENA COLATINO
Horista
08h
--
--
08h
--
--
--
--
--
--
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Horista
11h
--
--
11h
--
--
--
--
--
--
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
Tempo Parcial
40h
15h
10h
15h
--
--
--
--
--
--
3º SEMESTRE
Nome dos Docentes
PAULA
MARIA
GUIMARÃES
MARROQUIM
ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
CYNARA ALVES DE FRANÇA
Regime de
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Horista
08h
--
--
08h
--
--
--
--
--
--
Tempo Parcial
40h
10h
06h
24h
--
--
--
--
--
--
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Tempo Parcial
40h
15h
10h
15h
--
--
--
--
--
--
Horista
40h
01h
--
39h
--
--
--
--
--
--
Trabalho
4º SEMESTRE
Nome dos Docentes
Regime de
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
Tempo Parcial
40h
10h
06h
24h
--
--
--
--
--
--
MARIA PATRÍCIA PEREIRA MELO
Horista
04h
--
--
04h
--
--
--
--
--
--
JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO
Horista
06h
--
--
06h
--
--
--
--
--
--
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
AMARO CARLOS DOS SANTOS
Horista
06h
01h
--
05h
--
--
--
--
--
--
CYNARA ALVES DE FRANÇA
Horista
40h
01h
--
39h
--
--
--
--
--
--
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
Trabalho
5º SEMESTRE
Nome dos Docentes
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
CYNARA ALVES DE FRANÇA
Regime de
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
Tempo Parcial
40h
10h
06h
24h
--
--
--
--
--
--
Horista
40h
01h
--
39h
--
--
--
--
--
--
Trabalho
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
Tempo Parcial
40h
15h
10h
15h
--
--
--
--
--
--
JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO
Horista
06h
--
--
06h
--
--
--
--
--
--
KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO
Horista
15h
--
--
15h
--
--
--
--
--
--
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
Horista
40h
--
--
40h
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
MIRELLA TEIXEIRA JOCA
6º SEMESTRE
Nome dos Docentes
Regime de
Trabalho
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
Tempo Parcial
40h
10h
06h
24h
--
--
--
--
--
--
HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO
Horista
16h
--
--
16h
--
--
--
--
--
--
EDUARDO LUCENA COLATINO
STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS
SANTOS
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
Horista
11h
--
--
11h
--
--
--
--
--
--
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
98
7º SEMESTRE
Regime de
Nome dos Docentes
Trabalho
CH
AD
AA
AG
PG
AP
AE
OT
OE
AC
TELMA FERREIRA DOS SANTOS
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
EURIDICE MIRANDA MOREIRA
Tempo Parcial
40h
10h
06h
24h
--
--
--
--
--
--
EDUARDO LUCENA COLATINO
Horista
40h
--
--
40h
--
--
--
--
--
--
CYNARA ALVES DE FRANÇA
Horista
40h
01h
--
39h
--
--
--
--
--
--
RILDO BEZERRA
Horista
08h
--
--
08h
--
--
--
--
--
--
CYNARA ALVES DE FRANÇA
Horista
40h
01h
--
39h
--
--
--
--
--
--
CH = carga horária semanal total; AD = total de horas semanais dedicadas às atividades administrativas e de gestão; AA = total de horas
semanais dedicadas ao atendimento a alunos (para monitoria, iniciação científica, atividades complementares, estudos independentes e
outras); AG = total de horas semanais para aulas ministradas na graduação; PG = total de horas semanais de aulas em cursos de pósgraduação da IES; AP = total de horas semanais dedicadas à pesquisa; AE = total de horas semanais dedicadas à extensão; OT = total de
horas semanais dedicadas à orientação de alunos em fase de realização de trabalho de conclusão de curso (monografia, por exemplo); OE
= total de horas semanais dedicadas à orientação e/ou supervisão de alunos em estágio supervisionado; AC = horas semanais destinadas à
capacitação (doutorado, mestrado, especialização, aperfeiçoamento, atualização, treinamento).
2.3.2. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE
O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 88% tem experiência
profissional com mais de 2 anos, atendendo desta forma o conceito 5 deste indicador que
prevê um percentual maior que 80%.
PROFESSOR
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Amaro Carlos dos Santos
33 anos
Cynara Alves de França
06 anos
Eduardo Lucena Colatino
02 anos
Erlon Oliveira dos Santos
09 anos
Euridice Miranda Moreira
13anos
Gilvan Epifânio Silva Lima
06 anos
Hélida Acioli de Araújo
19 anos
Jamylle Nunes de Souza Ferro
03 anos
Karla Romariz Apolinário
15 anos
Keila Adiene Guimarães Gomes
11 anos
Leandro da Silva Rosa
06 anos
Maria Patrícia Pereira Melo
04 anos
Mirella Teixeira Joca
04 anos
Paula Maria Guimarães Marroquim
03 anos
Rildo Bezerra
07 anos
Stéphany Angel Barbosa dos Santos
02 anos
Telma Ferreira dos Santos
07 anos
99
2.3.3. EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE
O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 47% tem experiência
profissional com mais de 3 anos, atendendo desta forma o conceito 3 deste indicador que
prevê um percentual maior ou igual a 40%.
PROFESSOR
EXPERIÊNCIA MAGISTÉRIO
Amaro Carlos dos Santos
não tem
Cynara Alves de França
02 anos
Eduardo Lucena Colatino
01 ano
Erlon Oliveira dos Santos
07 anos
Euridice Miranda Moreira
13anos
Gilvan Epifânio Silva Lima
11 anos
Hélida Acioli de Araújo
12 anos
Jamylle Nunes de Souza Ferro
02 anos
Karla Romariz Apolinário
09 anos
Keila Adiene Guimarães Gomes
03 anos
Leandro da Silva Rosa
03 anos
Maria Patrícia Pereira Melo
06 anos
Mirella Teixeira Joca
05 anos
Paula Maria Guimarães Marroquim
04 anos
Rildo Bezerra
não tem
Stéphany Angel Barbosa dos Santos
não tem
Telma Ferreira dos Santos
01 ano
2.4. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO
O Colegiado de Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é o órgão
de natureza deliberativa, normativa e consultiva, devendo ouvir o Núcleo Docente
Estruturante.
As atribuições do Colegiado são, entre outras:
a) Deliberar sobre as propostas de alteração do PPC sugeridas pelo NDE;
b) Deliberar sobre os programas e planos de ensino das disciplinas, mediante
solicitação do NDE;
100
c) Opinar, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de pessoal
docente;
d) Analisar as propostas encaminhadas pelo NDE do curso.
O Colegiado de Curso de Enfermagem é constituído por cinco representantes do
corpo docente do curso de Enfermagem, designados pela Mantenedora, um representante do
corpo discente, um representante dos colaboradores técnico-administrativos, presidido pela
coordenadora do curso.
Atualmente o Colegiado do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho
é composto pelos seguintes membros:
NOME
OCUPAÇÃO
Mirella Teixeira Joca
Presidente
Erlon Oliveira dos Santos
Docente
Euridice Miranda Moreira
Docente
Keila Adiene Guimarães Gomes
Docente
Rildo Bezerra
Docente
Telma Ferreira dos Santos
Docente
Gilvânia dos Santos
Discente
Efron Feitosa de Souza
Técnico-Administrativo
O colegiado reúne-se, ordinariamente, em datas fixadas pela Coordenadora, e,
extraordinariamente, quando convocado pela mesma ou por solicitação da Direção
Acadêmica ou a requerimento de dois terços de seus membros. Após as deliberações das
ações o documento é encaminhado para a coordenação com a finalidade de tomar as decisões
em ato legal. Todas estas etapas são levadas em consideração o calendário acadêmico da IES,
para melhor atender e organizar as atuações do curso, bem como atender ações imediatas por
meio de reuniões extraordinárias em prol ao PPC do curso.
O Colegiado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho está
disciplinado em regulamento próprio. A documentação comprobatória estará à disposição da
comissão, no ato da visita in loco.
101
2.5. PRODUÇÃO
CIENTÍFICA,
CULTURAL,
ARTÍSTICA
OU
TECNOLÓGICA
O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 64% tem entre 1 a 3
produções nos últimos 3 anos, atendendo desta forma o conceito 2 deste indicador que prevê
um percentual maior que 50%.
 PRODUÇÃO DOCENTE
PROFESSOR
PRODUÇÃO
Amaro Carlos dos Santos
01
Cynara Alves de França
02
Eduardo Lucena Colatino
não tem
Erlon Oliveira dos Santos
31
Euridice Miranda Moreira
05
Gilvan Epifânio Silva Lima
02
Hélida Acioli de Araújo
Jamylle Nunes de Souza Ferro
Karla Romariz Apolinário
não tem
24
não tem
Keila Adiene Guimarães Gomes
01
Leandro da Silva Rosa
01
Maria Patrícia Pereira Melo
09
Mirella Teixeira Joca
15
Paula Maria Guimarães Marroquim
02
Rildo Bezerra
não tem
Stéphany Angel Barbosa dos Santos
não tem
Telma Ferreira dos Santos
não tem
102
3. INSTALAÇÕES FÍSICAS
3.1. INSTALAÇÕES GERAIS
A Faculdade Raimundo Marinho – Maceió funciona em prédio alugado, na Avenida
Durval de Góes Monteiro, nº 8501, no Bairro do Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió,
no estado de Alagoas. A área total destinada à Faculdade Raimundo Marinho é de 14.908,10
m². A área construída é de 5.658,69 m², contemplando as dependências mencionadas abaixo.
Os espaços são arejados, com adequada iluminação e ventilação.
INFRAESTRUTURA FÍSICA
LOCAL
Copa
ESPECIFICIDADES
Qtde
1 Mesa, 6 Cadeiras,
1
Geladeiras,
1
1
Microondas,
1
gelagua
Área de Alimentação
1
Área de Circulação
1
2012
2,9 x
5,5
11,6 x
6,4
15,6 x
27,6
Banheiros
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 2
portal papel-toalha, 2
porta detergente, 2
Masculino com 1 cabine para
lixeiro pequeno, 2 1
PNE (BLOCO A)
porta
papel
higiênico, 3 pias, 3
mictórios, 1 armário,
2 cabines sanitárias
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 1
portal papel-toalha, 2
porta detergente, 3
Feminino com 1 cabine para PNE
lixeiro pequeno, 3 1
(BLOCO A)
porta
papel
higiênico, 3 pias, 3
cabines sanitárias, 1
armário
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 1
portal papel-toalha, 2
Masculino com 1 cabine para
porta detergente, 3 1
PNE (BLOCO B)
lixeiro pequeno, 3
porta
papel
higiênico, 3 pias, 2
2,5 x
2,5
2,5 x
2,5
3,4 x
3,4
Área (M²)
2013
2014 2015 2016-17
103
mictórios, 3 cabines
sanitárias sendo uma
1 para deficientes,, 1
armário
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 1
portal papel-toalha, 1
porta detergente, 3
lixeiro pequeno, 3
Feminino com 1 cabine para PNE
porta
papel 1
(BLOCO B)
higiênico, 3 pias, 3
cabines
sanitárias
sendo uma para
deficientes,
1
armário
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 1
portal papel-toalha, 2
porta detergente, 1
armário, 3 lixeiro
Masculino com 1 cabine para
pequeno, 3 porta 1
PNE (BLOCO C)
papel higiênico, 4
pias,
3
cabines
sanitárias sendo uma
1 para deficientes, 7
mictórios.
1 lixeiro grande, 1
Espelho de parede, 1
armário, 1 portal
papel-toalha, 2 porta
Feminino com 1 cabine para PNE detergente, 7 lixeiro
1
(BLOCO C)
pequeno, 7 porta
papel higiênico, 4
pias,
7
cabines
sanitárias sendo uma
1 para deficientes
Instalações Administrativas
8
computadores
completos,
2
ncomputing
completos,
2
impressoras com 1
estabilizador,
1
telefone, 1 balcão, 8
mesas
de
Biblioteca
computadores,
8 1
mesas, 43 cadeiras,
51 estantes para
livros, 1 estante
expositora, 1 estante
para dvds, 8 cabines
individuais
de
estudo,
2
arcondicionado,
2
3,4 x
3,4
4,85
x4,75
4,85
x4,75
7,2 x
13,
7,20 x
27,15
104
lixeiras, 1 pia. 1
escada, 5 salas de
estudos em grupo
(mesa, cadeiras e arcondicionado), 1 sala
de vídeo com TV,
DVD e 6 cadeiras
Em
planejamento
Mini - Auditório
(capacidade para 200 1
pessoas)
1
computador
completo, 1 birô, 2
cadeiras,
6
Recepção
1
walktalks, 1 lixeiro,
1 central telefônica,
1 ar-condicionado
1
computador
completo,
1
impressora
com
estabilizador, 4 birô,
1 armário, 1 quadro
Sala do Procurador Institucional branco, caixa p/ 1
guardar
equipamentos,,
3
cadeiras, 1 telefone,
ar-condicionado
Secretaria Geral
Sala de Professores
3
computadores
completos,
3
ncomputing
completos,
1
impressora
c/
estabilizador,,
27 1
arquivos, 5 birôs, 16
cadeiras, 3 telefones,
1 filtro de água
gelada elétrico, arcondicionado.
1
computador
completo,
3
ncomputing
completos,
impressora
com
estabilizador,
3
birôs, 1 mesa, 3
mesas
para
1
computadores,
2
arquivos, 2 armários,
13 cadeiras, 1 quadro
de chaves de salas, 1
quadro de avisos., 1
filtro de água gelada
elétrico, 1 Porta
copos, 1 telefones,
x
x
4,4 x
2,51
2,5 x
3,61
7,3 x 5
7,3 x
7,33
7,25 x
7,35
7,20 x
30,0
105
ar-condicionado.
Sala de Coordenação
Núcleo
de
Psicopedagógico
Núcleo de
Informação
Apoio
Tecnologia
Gerência Administrativa
1
computador
completo,
1
impressora,
2
birôs, 1 mesa para
computador,
1
arquivo, 1 armário,
1 telefone, 1 ar- 1
condicionado,
3
cadeiras, 1 cadeira
para espera de
atendimento,
1
mural e material de
escritório
2,2 x
3,1
1
4,75 x
10,7
2
computadores
completos,
1
monitore, 1 teclados,
1
mouses,
1
estabilizadores,
2
nobreaks,
8
da
prateleiras,
2 1
balcões, 1 birôs, 1
armário, 1 telefone, 1
lixeiro,
arcondicionado, 3 cx
de som, 4 notebooks.
3 datashow.
1
computador
completo,
1
impressora
com
estabilizador,2 birôs,
1
1 arquivo, 1 armário,
1
telefone,
arcondicionado
2,2 x
3,45
2,2 x
4,63
Laboratórios
Informática
40
computadores
(cpus,
monitores,
teclados,
mouses,
estabilizadores) 80, 1
2
datashow,
arcondicionado,
1
quadro branco, 2
bancadas
3,86 x
12,66
Salas de aula
1 quadro branco,
caixa
p/
guardar
Salas de aula (50 alunos) – Bloco
equipamentos, 1 birô, 07
A
39
carteiras
universitárias,
1
7,15 X
7,3
2,2 x
3,1
3,48 X
3,71
106
datashow, 1 notebook,
1 cx som,1 lixeiro,
ar-condicionado
1 quadro branco,
caixa
p/
guardar
equipamentos,, 1 birô,
Salas de aula (50 alunos) - Bloco 44
carteiras
universitárias,
1
B
datashow, 1 notebook,
1 lixeiro,
arcondicionado
1 quadro branco,
caixa
p/
guardar
equipamentos,, 1 birô,
Salas de aula (40 alunos) - Bloco
43
carteiras
C
universitárias,
1
datashow, 1 lixeiro,
ar-condicionado
1 quadro branco, 1
birô, - 30 carteiras
Salas de aula (50 alunos) - Bloco
universitárias,
D
datashow, 1 lixeiro,
ar-condicionado
1
computador
completos,
1
Direção de extensão
impressora, 1birôs, 1
mesa, 1 arquivos, 1
telefone
1
computador
completos,
1
Presidência da Fundação
impressora, 1birôs, 1
mesa de reuniões, 1
arquivos, 1 telefone
3
computador
completos,
3
impressora, 3 birôs,
Sala da Fundação
10
arquivos,
2
telefone,
arcondicionado
3
computadores
completos, 3 birôs, 1
impressora,
2
Financeiro
arquivos, 9 cadeiras,
1 fax, 1 cafeteiras, 2
telefones,
arcondicionado
3 birôs, 1 mesa de
reunião, 19 cadeiras,
2
armários,
1
arquivo,
1
Direção acadêmica
computador
completo,
1
impressora,
1
estabilizador,
1
09
7,15 X
7,2
15
4,75 X
10,7
06
x
4,6 X
10,7
1
x
3,0 X
5,93
1
x
3,61 X
8,33
1
x
3,61 X
8,33
1
x
3,48 X
3,71
1
3,50 X
7,62
107
Comunicação
telefone,
arcondicionado.
1
mural, 1 lixeira
1
computador
completos,
1
impressora, 1birôs, 1 1
mesa, 1 arquivos, 1
telefone
4,60 X
10,70
x
INFRAESTRUTURA ACADÊMICA
Laboratório de Informática
Equipamento Especificação
Quantidade
Computador Processador
Intel
Celeron – 1 GB
memória RAM –
HD de 320 GB monitor V7 de 17
polegadas
Computador Processador
Intel
Celeron – 1 GB
memória RAM –
HD de 40 GB monitor V7 de 17
polegadas
Projetor
Epson s12+
2012
2013
17
17
4
4
2014 2015
201617
17
computadores
elcoma
15 monitores
V7 de 17
polegadas
4 computadores
multilaser
6 monitores
sansumg 16
polegadas
50
60
80
1
Laboratórios de Saúde
LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA
Equipamento
Especificação
Microscópios
Bancos
Bancadas
Porta sabão
Porta Papel
Lixeira
Ar-condicionado
Lâmpada de
emergência
Extintor de
incêndio
Birô
CPU
Data-show
Estabilizador
Bancada em granito para apoio
dos microscópios
Birô em granito
Quantidade 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
26
26
26
26
26
26
26
26 26 26
05
05
05
05
05 05 05
01
01
02
01
01
01
02
01
01
01
02
01
01
01
02
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
108
Mouse
Teclado
Quadro
Quadro
Câmera de
segurança
Quadro de aviso
Quadro branco
Caixa de lâminas de histologia
com 80 cada
Caixa de lâminas de Parasitologia
Caixa de lâminas
com 30 cada
Caixa de lâminas de Patologia
Caixa de lâminas
com 50 cada
Caixa para lâminas
Caixa para lâminas com 100
Caixa de lâmina com
Lâmina
extremidade lisa
Lamínula
Caixa de lamínula de 24x24
Frasco
Frasco pequeno conta-gotas
Caixa de lâminas
Bancada
Banco
Ar-condicionado
Porta papel
Porta sabão
Birô
Cadeira
Quadro
Quadro
Agitador
Agitador
Phmetro
Phmetro
Espectofotômetro
Espectofotômetro
Centrífuga
Balança
Estufa
Deionizador
Destilador
Exaustor
Mangueira
Porta Placa
Extintor de
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01 01 01
06
06
06
06
06
06
06
06
06
02
02
02
04
04
04
04
25
04
25
04
25
03
25
01
01
03
01
02
01
01
02
03
03 03 03
01
01
03
01
02
01
01
02
01
01
03
01
02
01
01
02
02
02
02 02 02
01
05
01
01
01
01
01
01
01
01
01
05
01
01
01
01
01
01
01
01
01
05
01
01
01
01
01
01
01
01
09
09
09 09 09
15
01
01
01 01 01
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR
Bancada em granito
03 03
25 25
01 01
01 01
Porta sabão portátil
03 03
Birô branco em madeira
01 01
Cadeira sem apoio de braço
02 02
Quadro de aviso
01 01
Quadro branco
01 01
Agitador de tubo de ensaio
02 02
Agitador magnético com
02 02
aquecimento
Phmetro de bancada
01 01
Phmetro portátil
05 05
Espectofotômetro visível
01 01
Espectofotômetro ultravioleta
01 01
Centrífuga de tubos de ensaio
01 01
Balança Mark Serie M
01 01
Estufa digital
01 01
01 01
Destilador de água
01 01
01 01
Mangueira apropriada para
09 09
passagem de gás
Porta placa de petri
15 15
01 01
01
01
01
01
01
01
03
01
02
01
01
02
01
05
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
01
02
01
01
02
01
05
01
01
01
01
01
01
01
01
109
incêndio
Lâmpada de
emergência
Câmera de
segurança
Lava-olhos
Lixeira
Bastão
Espátulas
Presilhas
Bico de Büsen
Becker
Becker
Becker
Becker
Becker
Funil
Funil
Funil
Funil
Proveta
Proveta
Proveta
Proveta
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Balões
Frasco
Frasco
lamparina
Lava-olhos e chuveiro de
emergência
Bastão em vidro
Becker de 1000ml
Becker de 400ml
Becker de 250ml
Becker de 100ml
Becker de 50ml
Funil de decantação de 500ml
Funil de decantação de 250ml
Funil de decantação de 125ml
Funil de decantação de 60ml
Proveta de 250ml
Proveta de 100ml
Proveta de 50ml
Proveta de 25ml
Erlenmeyer de 500ml
Erlenmeyer de 300ml
Erlenmeyer de 250ml
Erlenmeyer de 25ml
Balões volumétricos de 250ml
Balões volumétricos de 125ml
Balões volumétricos de 50ml
Balões volumétricos de precisão
de 100ml
Balões volumétricos de precisão
de 50ml
Balões volumétricos de precisão
de 25ml
Balões volumétricos de precisão
de 5ml
Frasco de vidro âmbar com
capacidade de 1000ml
Frasco de vidro transparente com
capacidade de 100ml
Lamparina em vidro transparente
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01 01 01
02
16
10
10
10
10
10
10
10
10
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
02
16
10
10
10
10
10
10
10
10
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
02
16
10
10
10
10
10
10
10
10
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
02
16
10
10
10
10
10
10
10
10
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
02 02 02
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
05
04
04
04
04
04
04
04
04
04
04
04
04
00
05
05
05
110
Mesas
Banco
Porta sabão
Porta papel
Lixeira
Birô
Cadeira
Armário
Prancheta
Quadro
Quadro
Lâmpada de
emergência
Ar-condicionado
Câmera de
segurança
Depósito
Cobertor
Tanque
Balde
Cadáver
Membro superior
Peça
Peça
Peça
Peça
Peça
Esqueleto
Esqueleto
Esqueleto
Crânio
Crânio
Articulação
Articulação
Articulação
Articulação
Músculo
Braço
Braço
Perna
LABORATÓRIO DE ANATOMIA
Mesa em aço inox
08
25
02
01
02
Birô branco em madeira
01
Cadeira sem apoio de braço
01
Armário suspenso
01
Prancheta em madeira
22
Quadro de aviso
01
Quadro branco
01
08
25
02
01
02
01
01
01
22
01
01
08
25
02
01
02
01
01
01
22
01
01
08
25
02
01
02
01
01
01
22
01
01
08 08 08
02
02
02
02
02 02 02
01
01
01
01
01
01
01
01
01 01 01
01 01
01
09
01
09
01
09
01
09
01
01
01
01
01
01 01 01
08
08
08
08
08 08 08
01
01
01
05
01
02
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
01
01
01
05
01
02
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
01
01
01
05
01
02
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
01
01
01
05
01
02
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
Guarde-volume em plástico
Plástico para cobrir o cadáver
Tanque em aço inox para
armazenamento do cadáver
Recipiente em aço inox de forma
cilíndrica cônica vertical
Membro superior direito
Peça anatômica – hemi-face
Peça anatômica – coração
Peça anatômica – rim
Peça anatômica – pulmão
Peça anatômica – cérebro
Esqueleto com base móvel
Meio esqueleto desarticulado
Esqueleto pélvico feminino
Crânio de encaixe em 22 partes
Crânio 4 peças
Articulação coxo-femural
Articulação umeral
Articulação de joelho
Articulação de cotovelo
Manequim muscular, 45 partes
Braço com músculos
Braço vascular
Perna com músculos
02
01
02
01
01
01
22
01
01
02
01
02
01
01
01
22
01
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
02
01
02
01
01
01
22
01
01
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
111
Coração
Coração
Cabeça
Laringe
Árvore brônquica
Pulmão
Hérnia de disco
Garganta
Estômago
Fígado
Sistema digestório
Rim
Pélvis
Pélvis
Sistema urinário
Sistema nervoso
Cérebro
Cérebro
Olho
Ouvido
Medula espinhal
Banco
Ar-condicionado
Porta papel
Porta sabão
Birô
Cadeira
Quadro
Quadro
Lixeira
Armário
Câmera de
segurança
Lâmpada de
emergência
Aparelho
eletrocardiográfico
Esfigmomanômetro
Coração clássico
Coração bypass
Secção lateral de cabeça
Laringe aumentada
Modelo de árvore brônquica e
laringe
Pulmão em 7 partes
Estágios de hérnia de disco e
degeneração
Garganta ampliada com arcada e
língua
Estômago com 2 partes
Fígado com vesícula biliar,
pâncreas e duodeno
Rim com 2 partes
Pélvis feminina
Pélvis masculina
Sistema urinário clássico
Sistema nervoso
Cérebro com 8 partes
Cérebro com 12 partes
Olho com 8 partes
Ouvido ampliado com 3 partes
Sistema da medula espinhal
ampliada
03
03
04
04
03
03
04
04
03
03
04
04
03
03
04
04
03
03
04
04
04
04
04
04
04 04 04
04
04
04
04
04 04 04
02
02
02
02
02 02 02
03
03
03
03
03
02
02
02
02
02 02 02
02
02
02
02
02 02 02
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
01
01
01
01
01 01 01
25
01
01
02
01
02
01
01
02
01
25
01
01
02
01
02
01
01
02
01
01
01
02
01
02
01
01
02
01
01
01
02
01
02
01
01
02
01
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01 01 01
01
01
01
01
01 01 01
20
20
20
20
20 20 20
LABORATÓRIO DE HABILIDADES
25
01
01
02
Birô branco em madeira
01
Cadeira sem apoio de braço
02
Quadro de aviso
01
Quadro branco
01
02
Armário suspenso
01
Esfigmomanômetro com velcro
03
03
04
04
03
03
04
04
03 03
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
01
01
02
01
02
01
01
02
01
03
02
02
02
03
02
02
01
02
01
01
01
02
01
02
01
01
02
01
112
Esfigmomanômetro
adulto
Esfigmomanômetro com velcro
infantil
Estetoscópio
Otoscópio
Laringoscópio
Tubos
Cuba redonda
Balde
Balde
Simulador
Suporte
Suporte
Kit simulador
Kit de lesões
Colar cervical
Biombo
Escada
Cama
Maca
Luminária
Berço
Manequim
Manequim
Manequim
Fronha
Lençol
Balança
Almontolia
Almontolia
Aparadeira
Aparelho genital
feminino
Aspirador cirúrgico
Bacia
Bacia
Bacia
Bacia
Bacia
Bandeja
Bolsa
Cadeira
Laringoscópio com 3 lâminas e 1
lâmpada de reserva
Tubos endotraqueais
Balde pequeno
Balde grande
Simulador de soro
Suporte para soro
Suporte para punção
Kit simulador de punção venosa
em membro superior
Escada com 2 degraus
Cama com colchão e posições
Maca simples com colchão
Luminária para raio-x
Berço simples com colchão
Manequim Recém-nascido
Manequim Adulto
Manequim obstétrico
Balança manual adulto
Almontolia branca
Almontolia âmbar
Bacia de alumínio
Bacia inox 24 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bacia para lavagem 30 cm
Bandeja 30x20cm
Bolsa térmica em gel
Cadeira de rodas
00
01
01
01
20
04
20
04
20
04
20
04
20 20 20
04 04 04
02
02
02
02
02 02 02
06
01
01
02
06
02
01
06
01
01
02
06
02
01
06
01
01
02
06
02
01
06
01
01
02
06
02
01
06 06 06
03
03
03
03
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
00
00
00
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
01
08
08
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
01
08
08
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
01
08
08
01
00
00
01
01
00
00
00
00
00
00
00
00
00
01
01
01
01
02
02
02
01
01
01
01
01
01
02
02
02
01
01
01
01
01
01
02
02
02
01
01
113
Cadeira
Cânula
Cânula
Carrinho
Cuba
Cuba
Cuba
Fluxômetro
Foco
Colchão
Hamper
Jarra
Nebulizador
Lanterna
Martelo
Monitor de
glicemia
Monitor de
glicemia
Óculos
Oxímetro de pulso
Papagaio
Pinça
Pinça
Antropômetro
Reanimador
Reanimador
Termômetro
Tesoura
Umidificador
Cadeira de banho
Cânula para traqueostomia
Cânula de Guedel
Carrinho de curativo com uma
bacia e um balde
Cuba redonda
Cuba rim
Cuba assepsia
Fluxômetro para oxigênio
Foco ginecológico
Colchão casca de ovo
00
00
06
01
01
06
01
01
06
01
01
06
00
01
01
01
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
01
02
02
01
01
01
01
02
02
15
05
01
02
02
01
01
01
01
02
02
15
05
01
02
02
01
01
01
01
02
02
15
05
00
01
02
02
Monitor de glicemia True Read
00
01
01
01
Óculos de proteção individual
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
00
20
01
01
04
02
01
01
01
02
02
01
20
01
01
04
02
01
01
01
02
02
01
20
01
01
04
02
01
01
01
02
02
01
Jarra em inox
Lanterna clínica
Martelo neurológico
Monitor de glicemia Accu-Chek
Active
Pinça dissecção
Pinça Kelly curva
Reanimador adulto
Reanimador infantil
Termômetro de mercúrio
Tesoura de ponta romba
Os materiais dos laboratórios de saúde, permanentes e de insumo, são providenciados
periodicamente de acordo com as necessidades das disciplinas do curso.
3.2. ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E
SERVIÇOS ACADÊMICOS/GABINETE PARA TI
A Sala de coordenação do curso de Enfermagem, já é o Gabinete de trabalho para
professor TI, haja vista que a coordenadora do Curso possui sala própria e é a única com esse
114
regime de trabalho. Está localizada no prédio da Faculdade Raimundo Marinho no térreo,
com cadeiras para espera de atendimento, 2 birôs, 1 mesa para computador, 1 computador
completo, 1 impressora, 1 arquivo, 1 armário, 1 telefone, ar-condicionado, 4 cadeiras e
material de escritório, além de acesso wi-fi.
A sala da coordenação atende de forma excelente as questões de conservação uma
vez que todo o material disponibilizado esta em perfeitas condições de uso, a sala proporciona
uma boa acústica para o perfeito desenvolvimento da comunicação interna, sendo adequada
para o desenvolvimento dos trabalhos internos da Coordenação e, também, para o
atendimento aos discentes e docentes.
Visando o bem estar de todos os que frequentam o local, a sala é limpa todos os dias,
o acesso até a sala é facilitado por rampas de acesso. Percebe-se ainda que a sala da
coordenação apresenta um ambiente cômodo e agradável.
3.3. SALA DE PROFESSORES
A sala de professores possui capacidade para atender 40 docentes por turno, com
uma área de aproximadamente 53m2, climatizada, acessível à portadores de necessidades
especiais, com acesso wi-fi, em ótima conservação e iluminação e possui a seguinte estrutura:
1 computador completo, 4 ncomputing completos , impressora com estabilizador, 3 birôs, 1
mesa para 12 pessoas, 3 mesas para computadores, 2 arquivos, 2 armários, 17 cadeiras, 1
quadro de chaves de salas, 1 quadro de avisos, 1 filtro de água gelada elétrico, 1 Porta copos,
1 telefones, ar-condicionado.
Visando o bem estar de todos os que frequentam o local, a sala é limpa todos os dias.
Percebe-se ainda que a sala dos professores apresenta um ambiente cômodo e agradável. A
sala demonstra excelente iluminação, acústica que proporcionam boa comodidade para os
docentes e visitantes.
3.4. SALAS DE AULA
A Faculdade Raimundo Marinho possui, atualmente, 37 salas. O Curso de
Enfermagem utiliza, atualmente, 07 salas de aula, além dos laboratórios de saúde e do
laboratório de informática.
As salas de aulas comportam confortavelmente 50 alunos, com cadeiras novas,
acolchoadas e adequadas ao bom desempenho das funções estudantis. Todas as salas
115
ocupadas pelo curso de enfermagem são equipadas com birô e cadeira para o professor, data
show, acesso à internet, sendo disponibilizados notebooks, caixas de som e outros
equipamentos importantes no contexto educacional, possuem ainda ar-condicionado, boa
iluminação e acústica, tornando o ambiente agradável e confortável. As salas e as áreas livres
dispõem de cestas para coleta de lixo e são mantidas limpas.
O acesso às salas é facilitado por rampas de acesso destinadas ao público portador de
necessidades especiais.
3.5. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA
A Faculdade Raimundo Marinho disponibiliza recursos de informática aos seus
discentes em laboratórios e na biblioteca.
O acesso dos alunos aos laboratórios ocorre nos horários de aulas que necessitem de
sua utilização, com acompanhamento do professor. Disponibiliza-se também acesso à Internet
em todos os ambientes da faculdade.
Atualmente a Faculdade conta com 2 laboratórios totalizando 40 máquinas, e 1
datashow e mais 8 computadores na Biblioteca. Os laboratórios são regidos por regulamento
próprio e contam com planos de atualizações periódicas e técnicos especializados.
A Faculdade Raimundo Marinho - Maceió mantém 5 cursos em funcionamento tendo
em média 1158 alunos matriculados, o que gera a proporção de um computador para 25
alunos.
Os laboratórios acomodam de forma excelente os alunos, a comodidade é
proporcionada por um ambiente climatizado, limpo, bem iluminado e com recursos novos e
bem conservado.
Considerando a atual e crescente importância da internet como instrumento
acadêmico e que boa parte das pessoas possuem mecanismos portáteis (notebooks, tablets,
smartphones, etc.), a Faculdade Raimundo Marinho é dotada de uma rede sem fio que permite
esse acesso a todos os membros da comunidade acadêmica.
O acesso aos laboratórios é facilitado por rampas de acessos adequadas para pessoas
com necessidades especiais.
Dispõe de um link dedicado de 10MB, e sistematicamente é feita manutenção
preventiva nos equipamentos de informática e softwares, como também a aquisição é feita
mediante a demanda, onde as solicitações são encaminhadas à Direção Geral para as
providências cabíveis.
116
REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º. Este regulamento trata da organização, estrutura administrativa, operacional e de
configuração do Laboratório de Informática da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, bem
como define normas para o acesso e uso de tal laboratório.
Art. 2º. Para efeito deste regulamento adotam-se as seguintes conceituações:
I – Laboratório de Informática- é o local que contém computadores e seus periféricos;
ll – Coordenador do Laboratório na Faculdade Raimundo Marinho é um colaborador da área de
Informática e/ou Computação, nomeado pela Direção geral, estando sob sua coordenação os
técnicos de laboratório e, sob sua responsabilidade, todos os equipamentos de Informática.;
Ill – Técnico de Laboratório é o colaborador da Instituição designado para exercer funções
técnicas e/ou operacionais no Laboratório de Informática;
IV – Usuário- na Faculdade Raimundo Marinho são usuários do Laboratório de Informática, os
coordenadores de curso, os docentes, discentes e colaboradores técnico-administrativos, por isso,
com direito a acesso e uso dos mesmos.
A Faculdade Raimundo Marinho disponibiliza o acesso ao Laboratório das pessoas da
comunidade, desde que devidamente cadastradas, que são denominadas de usuários convidados.
Para utilização do laboratório de informática da FRM é necessário o numero da matricula para o
acadêmico, o numero de cadastro na Instituição para os docentes e colaboradores. e para os
usuários convidados, uma autorização por escrito do Coordenador .
CAPÍTULO II
DOS DEVERES
Art. 3º. São deveres do Coordenador do Laboratório:
I – Fazer com que o presente regulamento seja inteiramente cumprido;
II – Conservar todo o patrimônio associado ao laboratório de informática (edificações, móveis,
equipamentos e suprimentos);
III – Autorizar, por escrito, o acesso aos usuários convidados;
IV – Organizar, juntamente com as Coordenações de Cursos e demais setores da FRM os horários
para a realização de aulas práticas, cursos de extensão ou quaisquer outras atividades que utilizem
o citado laboratório;
V - Registrar por escrito a saída de qualquer patrimônio do laboratório, desde que visando os
interesses da Faculdade e a finalidade da saída dos mesmos, comunicando a Direção Geral.
VI - Registrar também por escrito, a entrada de quaisquer equipamentos de terceiros,
especificando: a finalidade, o período de vigência da autorização, e da retirada do equipamento.
VII – Comunicar a Direção Geral, nos casos de desrespeito às regras definidas neste regulamento
a fim de que sejam aplicadas as sanções previstas nas regras definidas neste regulamento e no
Regimento Geral da Instituição.
VIII – Informar à Direção geral, por meio de documento formal, as necessidades de expansão,
atualização, manutenção ou quaisquer outras cujo objeto seja a melhoria do laboratório sob sua
responsabilidade;
IX – Estabelecer, semestralmente, os horários de funcionamento diários para o laboratório de
informática e divulgá-los aos usuários;
X – Elaborar o Manual do Usuário de Laboratório de Informática onde deverão estar detalhados,
além das normas explicitadas neste regulamento:
a) a estrutura operacional (onde são explicitados pormenores a respeito da oferta de equipamentos,
política de cadastramento de usuários, política de reservas de uso e horários de funcionamento);
b) os serviços adicionais que serão oferecidos aos usuários e suas regras para utilização.
117
Art. 4º. São deveres do Técnico de Laboratório:
I – Colaborar com a Coordenação do Núcleo de Tecnologia da Informação da FRM e com a
Coordenação do Laboratório de Informática para o cumprimento de todas as regras e
determinações do presente regulamento;
II – Ser assíduo, pontual e responsável com as atividades que lhe forem incumbidas.
Ill – Garantir o funcionamento do laboratório para a realização das atividades a ele pertinentes
principalmente as aulas praticas.
lV – Zelar pela integridade de todo o patrimônio instalado no laboratório;
V – Identificar equipamentos com problemas de software e hardware e, dentro de suas habilidades
e competências, efetivar resolução do problema ou reportá-lo à Coordenação de Laboratório e do
Núcleo de Tecnologia da Informação para devidas providências;
VI – Orientar os usuários de forma a dirimir as dúvidas com respeito ao uso dos equipamentos;
VII – Acompanhar e relatar aos órgãos competentes, conforme orientação da Coordenação de
Laboratório, aspectos como: limpeza do laboratório, funcionamento da infra-estrutura (mobiliário,
energia, iluminação e climatização), segurança (extintores de incêndio, portas de acesso, etc);
Vlll – Manter o controle do uso do laboratório observando:
a) Disciplina;
b) Não utilização de programas indevidos;
c) Acesso a sites que não são de conteúdo científico ou cultural.
lX – Manter em sigilo todas as informações que lhe forem confiadas (senhas de acesso para a
realização de manutenção equipamentos, números de registro de licença de programas ou
quaisquer informações de propriedade da Faculdade);
X – Reportar-se, imediatamente, à Coordenação de Laboratório em casos de exceção aos
procedimentos estabelecidos;
Art. 5º. São deveres dos Usuários do Laboratório:
I – Apresentar a identificação necessária para utilização do laboratório;
II – Trajar-se adequadamente ao ambiente acadêmico;
III – Atender às orientações e determinações do Coordenador e Técnicos de Laboratório expressas
por meio de avisos verbais ou escritos;
IV – Ser responsável pela correta utilização dos equipamentos que lhe forem concedidos;
V – Guardar, com total sigilo, seu nome de usuário e senha de acesso aos computadores e
quaisquer outros equipamentos presentes no laboratório.
A Faculdade Raimundo Marinho responsabiliza ao usuário por qualquer atividade realizada com a
sua identificação, ou seja, contendo o seu nome de usuário/senha.
CAPÍTULO III
DAS PROIBIÇÕES
Art. 6º. Durante a sua permanência no laboratório, não é permitido ao usuário:
I – Entrar portando qualquer tipo de líquido (mesmo que em recipiente hermeticamente fechado),
alimentos (incluindo: balas, chicletes, gomas e similares), cigarros ou charutos;
II – Realizar instalação de quaisquer programas de computador sem prévia autorização do técnico
do laboratório;
III – Participar de salas de bate-papo (chat) na Internet;
IV - Acessar a sites cujo conteúdo contenha material de cunho sensual, sexual ou pornográfico ou,
sites de jogos em rede.
V – Ligar ou desligar: estabilizadores, no-breaks, servidores, aparelhos de ar condicionado e
projetores multimídia.
VI – Copiar quaisquer programas de computador instalados nos equipamentos do laboratório com
exceção daqueles de domínio público (freeware), shareware e programas de demonstração
(demos ou trials);
VII – Entrar com qualquer tipo de computador e/ou periférico (próprio ou de terceiro) ou, ainda,
equipamento eletroeletrônico que se enquadre no ramo da teleinformática (modens, hubs, placasmãe, etc.) sem a devida autorização, por escrito, da Coordenação de Laboratório;
118
CAPÍTULO IV
DAS PENALIDADES
Art. 7º. Os docentes e técnicos de laboratório estão sujeitos às penalidades previstas no Regimento
Geral da FRM.
Art. 8º. Os discentes, ao infringirem as proibições definidas no Art. 6º, estão sujeitos a:
I – Advertência verbal;
II – Advertência por escrito, mas sem perda do direito de acesso e uso ao laboratório de
informática;
III – Advertência por escrito, acompanhada de suspensão de seu acesso (e consequente uso) ao
laboratório de informática da Instituição em horário que não seja o de realização de aulas práticas
das disciplinas que esteja cursando. A suspensão poderá durar de 01 (um) a 30 (trinta) dias úteis;
Parágrafo único. Os casos disciplinares previstos no Regimento
concomitantemente, serem aplicados às penalidades acima definidas.
Geral
poderão,
Art.9º. Cabe à Direção Geral da FRM, ouvindo o coordenador do laboratório, com base na
gravidade da infração cometida pelo discente e, adicionalmente, aos aspectos circunstanciais,
determinar qual das punições previstas será aplicada.
Art. 10. Caso um Usuário Convidado cometa alguma das infrações será, automaticamente,
descredenciado de sua condição de usuário e, havendo danos à Instituição ou a terceiros,
responderá legalmente por eles.
3.6. BIBLIOTECA
A Biblioteca integra a organização acadêmico-administrativa da Faculdade
Raimundo Marinho, diretamente subordinada à Diretoria.
A Biblioteca adota a classificação decimal universal (CDU) para a classificação de
seu acervo. As obras serão catalogadas segundo as Normas do Código Anglo-Americano
(AACR2).
a) Dados Gerais
A Biblioteca Raimundo Marinho, da Faculdade Raimundo Marinho – Maceió
localiza-se no térreo, na entrada da instituição, facilitado assim o acesso da comunidade
acadêmica e comunidade externa.
b) Política de atualização do acervo
O acervo bibliográfico da Biblioteca da Faculdade Raimundo Marinho é atualizado
semestralmente,
por
solicitações
das
coordenações
dos
cursos,
bem
como
119
indicações/sugestões dos usuários internos (alunos, professores e funcionários). A Biblioteca
também participa ativamente neste processo de expansão e atualização do acervo. Seu
principal objetivo é atender e está em consonância com cada projeto político pedagógico de
cada curso que a Instituição oferece.
A ordem de prioridade para aquisições dos materiais bibliográficos são sempre
àqueles solicitados pelos coordenadores de seus respectivos cursos com sua bibliografia
básica e complementar de cada componente curricular. As orientações necessárias, bem como
as quantidades de exemplares tanto para as bibliografias básicas como para as bibliografias
complementares são definidas tendo como parâmetro o Instrumento de Avaliação de Cursos
de Graduação presencial do Ministério da Educação (MEC).
O acervo da Biblioteca Dr. Raimundo Marinho atende apropriadamente às funções
acadêmicas, em livros, periódicos, base de dados, vídeos e software.
Além do acervo específico de cada curso, a Biblioteca tem livros de referência postos
à disposição dos alunos, contribuindo assim para a formação da comunidade acadêmica.
Os periódicos assinados são os de informação acadêmicos e científicos, nacionais ou
estrangeiros, além dos de informações gerais, cobrindo todas as áreas do conhecimento
humano em que Faculdade atua.
O acervo também é composto, por CDs e DVDs educacionais, culturais e científicos,
abrangendo todas as áreas e, em especial, os cursos ministrados.
c) Acervo Geral e Expansão
O acervo da biblioteca abrange as grandes áreas do conhecimento, que são: Ciências
Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências
Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes voltadas para os cursos e programas de
educação superior previstos neste PDI:
TIPO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO
Livros
Títulos
Exemplares
Periódicos científicos
Títulos
Fascículos
Revistas
Títulos
Fascículos
Vídeo/CD/DVD
QUANTIDADE
2.225
10.040
73
920
65
337
126
120
d) Informatização da biblioteca e serviços oferecidos
São desenvolvidos os serviços de seleção e aquisição de material bibliográfico,
levantamento bibliográfico, tratamento técnico da informação, recuperação e disponibilização
da informação, além de orientação bibliográfica.
O acesso ao material bibliográfico ocorre por meio de catálogo informatizado nos
terminais da biblioteca com a ajuda dos auxiliares da biblioteca, ou ainda pela Internet. Já a
retirada de título de interesse do usuário se dar diretamente no balcão de atendimento da
biblioteca.
Os empréstimos são disponibilizados a comunidade acadêmica (alunos, funcionários
e professores), com prazos determinados e renováveis por igual período conforme a
necessidade do usuário e das regras existentes na biblioteca.
A Biblioteca Raimundo Marinho disponibiliza ainda computadores, com acesso à
internet, para pesquisas e realização de trabalhos acadêmicos.
e) Horários de funcionamento
A Biblioteca está aberta à comunidade acadêmica e externa de segunda a sexta-feira
das 8h às 21h40min e aos sábados letivos das 08h às 11h40min.
f) Pessoal Técnico-administrativo
A Biblioteca Raimundo Marinho é composta por uma bibliotecária e três
colaboradores.
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Seção I
Da Biblioteca
Art. 1º A Biblioteca Dr. Raimundo Marinho prestará serviços aos alunos, professores e
funcionários da Faculdade Raimundo Marinho, bem como aos pesquisadores e à comunidade.
Art. 2º O acervo será formado por fontes de informação, tecnicamente organizadas, para leitura e
pesquisa, possibilitando a transformação da informação em conhecimento, sendo composto por:
I - Livros;
II - CD –ROM;
III - DVD-ROM;
121
IV- Periódicos (jornais, revistas, monografias e informativos);
V – Dicionários; e
VI – Outras bases de dados relevantes.
Parágrafo único. Os documentos que compõem o acervo priorizarão as áreas de conhecimento dos
cursos propostos pela a Faculdade Raimundo Marinho, principalmente as bibliografias básicas e
complementares, além das áreas afins.
Seção II
Dos objetivos da Biblioteca
Art. 3° Seu principal objetivo, enquanto Biblioteca Universitária, é disseminar a informação para a
comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários), atuando na transformação de cidadãos
em profissionais qualificados, bem como atender à comunidade externa, a fim de exercer o seu
papel social de disseminar e democratizar o conhecimento.
Seção III
Das funções da Biblioteca
Art. 4° A Biblioteca terá como funções:
I - Selecionar, adquirir e organizar os suportes de informação (físicos ou digitais) elencados no
artigo 2º deste regulamento, de forma ágil e prática possibilitando a pronta recuperação,
atualização e disponibilização dos mesmos.
II – Proporcionar o auxílio à pesquisa, por meio da recuperação e disponibilização rápida e eficaz
dos documentos solicitados.
III- Emprestar o seu acervo:
a) À comunidade acadêmica para consulta local e domiciliar.
b) À comunidade externa, para consulta local.
c) Apenas para consulta local de obras de referências, livros de apenas um ou último exemplar e
periódicos.
IV – Reservar o acervo que se encontra emprestado, possibilitando a garantia de que os mesmos
não serão disponibilizados para quem não tenha feito cadastro no sistema de reservas da
biblioteca.
V – Organizar e divulgar a seção de periódicos, com inúmeros títulos de diversas áreas do
conhecimento: periódicos científicos, informativos e de entretenimento;
VI – Manter, em condições adequadas, os espaços para estudos em grupo, sala de vídeo, as cabines
para estudos individuais e demais espaços que a integram.
CAPÍTULO II
DOS COLABORADORES
Seção I
Das atribuições do Bibliotecário
Art. 5° Compete ao bibliotecário ou aos colaboradores por eles designados as seguintes
atribuições:
I – Prestar toda e qualquer informação aos usuários e ajudá-los na localização do material
bibliográfico;
II – Realizar empréstimos e promover consultas de todo o acervo;
III – Atualizar diariamente a lista de informações dos usuários, verificando os atrasos nas
devoluções de empréstimos, avisando os usuários em débito sobre o pagamento de multas;
IV – Organizar e devolver todos os materiais retirados para pesquisas às estantes;
V – Controlar a entrada e saída dos usuários, bem como sua postura no ambiente da biblioteca;
VI – Coordenar as atividades técnicas e rotineiras da biblioteca, além de planejar e executar
projetos de divulgação e adequação de seus produtos e serviços;
VII – Elaborar levantamentos estatísticos para avaliação dos serviços prestados.
VIII – Supervisionar e orientar os estagiários de Biblioteconomia, bem como os auxiliares da
biblioteca, quando for o caso;
IX – Realizar o treinamento de usuários e dos auxiliares;
X – Receber sugestões de aquisições e providenciar o encaminhamento das listagens à Direção;
XI – Fazer registro de todas as doações recebidas;
122
XII – Controlar as assinaturas e os recebimentos de periódicos;
XIII – Emitir semestralmente e encaminhar à Direção relatório contendo a atualização do acervo,
ocorrências e outras informações necessárias;
XIV – Organizar e presidir, entre outras, as comissões responsáveis pela avaliação e descarte de
materiais;
XV- Encaminhar para restauração quando necessário o acervo danificado;
XVI – Emitir Nada Consta, quando solicitado, para realização de matrícula, trancamento,
transferências e colação de grau;
XVII – Zelar pelo bom desempenho de todas as atividades, cumprindo e fazendo cumprir o
Regimento Interno; e
XVIII – Orientar os usuários em relação às normas técnicas pertinentes para elaboração e
formatação de trabalhos acadêmicos.
Parágrafo único. A classificação e a catalogação do acervo são competências exclusivas do
bibliotecário.
CAPÍTULO III
DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA
Seção I
Da política de atendimento
Art. 6. São usuários da Biblioteca todos os alunos regularmente matriculados na Faculdade
Raimundo Marinho, professores e funcionários da instituição, aqui denominados usuários internos,
assim como a comunidade externa.
Art. 7. Sempre que necessário haverá orientação dos usuários para a correta utilização dos serviços
da Biblioteca.
Seção II
Do cadastro dos usuários
Art. 8. O cadastro dos alunos da Faculdade Raimundo Marinho, no sistema da Biblioteca, só é
efetivado após a realização de sua matrícula e do cadastro manual. Para concretização deste último
cadastro é necessário: a apresentação de documento com foto e duas fotografias 3x4.
§ 1º Os professores e servidores da instituição deverão realizar o cadastro manual conforme
documentação acima exigida.
§ 2º Os usuários externos deverão apresentar documento de identificação, que ficará retido até a
devolução do material a ser consultado, ficando o uso do material restrito às dependências da
Biblioteca.
Seção III
Da consulta ao acervo
Art. 9. Todo o acervo da Biblioteca pode ser pesquisado por meio de terminal de consulta.
Parágrafo único. O usuário pode contar com o auxílio dos colaboradores da biblioteca.
Art.10. Todos os livros consultados no recinto da biblioteca deverão ser entregues no balcão de
atendimento.
Art. 11. Todo usuário deverá zelar pelo bom uso dos materiais e equipamentos disponíveis na
biblioteca. Caberá ao causador do dano o reparo a ser efetuado e, nos casos em que não for
possível, a sua reposição.
Art. 12. Não é permitida:
I - A entrada e o consumo de alimentos ou bebidas de nenhuma espécie dentro das dependências
da Biblioteca.
II - A conversa dentro da Biblioteca. No caso do estudo em grupo a mesma deve ser moderada.
III – A utilização do celular e outros equipamentos sonoros, preservando o direito que os colegas
têm de estudar com tranquilidade.
123
Seção IV
Dos empréstimos
Art. 13. Os documentos integrantes do acervo da Biblioteca somente poderão ser consultados
dentro das dependências da Biblioteca, sendo possível a retirada, por empréstimo, de livros, CDs e
DVD’s, de acordo com os seguintes prazos e quantidades:
I - Livros: para alunos – até três títulos, por sete dias corridos e para professores e funcionários –
até cinco títulos por quinze dias corridos, renováveis por igual período, desde que não haja
solicitação de reserva;
II – CDs e DVD’s: para alunos – até dois títulos, por dois dias corridos e para professores e
funcionários - três títulos, por cinco dias corridos, renováveis por igual período, desde que não
haja solicitação de reserva.
Parágrafo único. Não poderão ser retirados dois exemplares de um mesmo título pelo mesmo
usuário.
Art. 14. Será feita reserva quando os exemplares da obra solicitada estiverem emprestados.
§ 1º O usuário que estiver com empréstimo vigente não poderá realizar a reserva do mesmo título
emprestado;
§ 2º O usuário que realizou a reserva terá o prazo de vinte quatro horas para a retirada do
exemplar, contado de sua notificação sobre a disponibilização do mesmo, sendo automaticamente
cancelada a reserva decorrido este prazo.
Art. 15. Nos casos em que a procura pelo livro for muito grande, estes prazos poderão ser
reduzidos, a fim de que todos os usuários possam ser atendidos adequadamente.
§ 1º Este será o sistema de Circulação Especial, ou seja, os livros que estiverem nessa condição
terão seu tempo de empréstimo reduzido para três dias.
§ 2º Somente o Bibliotecário ou o Professor poderá determinar qual título estará nessa condição.
Art. 16. Para efetivar o empréstimo o usuário deverá apresentar a carteira da Biblioteca ou um
documento com foto.
Seção IV
Da aplicação e cobrança de multas
Art. 17. As multas serão cobradas por exemplar e dia de atraso, conforme valor determinado pela a
Direção Geral, devendo ser pagas no setor financeiro, no ato da devolução.
Art. 18. São aplicadas as multas nos seguintes casos de:
I - Atraso na entrega do material do acervo, ficando o usuário impedido de realizar novos
empréstimos até a quitação do débito;
II - Danos do material do acervo, situação em que deverá ser realizada a reposição ou reparo
imediatamente após a ocorrência, como também o pagamento de multa diária até a reposição ou
reparo;
III - Extravio do material do acervo;
§ 1º - Em caso de perda ou dano o usuário deverá restituir à Biblioteca cedente outro exemplar da
mesma obra de edição igual ou atualizada, devendo, além da reposição, pagar multa por dia de
atraso.
§2º - Para publicações não mais editadas, a restituição será feita através de outra obra indicada pela
Biblioteca.
Seção V
Do horário de funcionamento
Art. 19. O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda a sexta-feira das 8h às 21h40min
e aos sábados letivos das 08h às 11h40min.
124
CAPÍTULO IV
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 20 Todo usuário, interno ou externo, tomará conhecimento e deverá estar de acordo com as
normas e procedimentos deste Regulamento.
Art. 21. Este regulamento poderá ser alterado a qualquer momento, pela Direção da FRM, sendo
consultado o Bibliotecário.
Art. 22. Os casos omissos serão resolvidos pelo Bibliotecário e pela Direção da Faculdade
Raimundo Marinho.
Art. 23. O presente regulamento entra em vigor após sua aprovação pelo Conselho Acadêmico e
Administrativo - CAD, ficando revogadas as disposições em contrário.
3.6.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho atende os livros de
bibliografia básica nas quarenta e oito disciplinas. Com três títulos básicos para cada
disciplina somando 144 títulos e 1236 exemplares, com um referencial de um exemplar para
menos de 10 vagas pretendidas/autorizadas. A biblioteca da Faculdade possui um acervo total
de aproximadamente 11.396 exemplares e 2.213 títulos.
O acervo bibliográfico da Faculdade Raimundo Marinho encontra-se devidamente
tombado junto ao patrimônio da IES, informatizado e adota a classificação decimal universal
(CDU) para a classificação de seu acervo. As obras são catalogadas segundo as Normas do
Código Anglo-Americano (AACR2).
3.6.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho atende os livros de
bibliografia complementar nas quarenta e oito disciplinas. Tendo entre três e cinco títulos por
unidade curricular, sendo no mínimo dois exemplares de cada título, somando para a
bibliografia complementar um total de 222 títulos e 546 exemplares. A biblioteca da
Faculdade possui um acervo total de aproximadamente 11.396 exemplares e 2.213 títulos.
O acervo bibliográfico da Faculdade Raimundo Marinho encontra-se devidamente
tombado junto ao patrimônio da IES, informatizado e adota a classificação decimal universal
(CDU) para a classificação de seu acervo. As obras são catalogadas segundo as Normas do
Código Anglo-Americano (AACR2).
125
3.6.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui alguns periódicos
em sua forma impressa, no site da faculdade e em CD, como:
1.
2.
3.
4.
Acta paulista de enfermagem - http://www.unifesp.br/acta/
Actualizaciones en enfermería - http://www.unifesp.br/acta/
Avances en enfermería - http://www.revistas.unal.edu.co/index.php/avenferm
Ciencia y enfermería http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_issues&pid=07179553&lng=pt&nrm=iso
5. Ciência, cuidado e saúde – endereço atual:
http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/issue/view/785
6. Cogitare enfermagem – endereço atual:
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/cogitare/issue/current
7. Enfermagem em foco (Brasília) - endereço atual:
http://revista.portalcofen.gov.br/index.php/enfermagem/issue/current
8. Enfermería global - http://revistas.um.es/eglobal/issue/archive
9. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem http://www.eean.ufrj.br/revista_enf/revistas.htm
10. Historia da enfermagem: Revista eletrônica http://www.fen.ufg.br/fen_revista/revista8_1/original_11.htm
11. Index de enfermeria http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_issues&pid=11321296&lng=es&nrm=iso
12. Pediatric nursing - http://www.medscape.com/viewpublication/787
13. REME: revista mineira de enfermagem https://www.bu.ufmg.br/periodicos
14. Revista brasileira de enfermagem http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=00347167&lng=en&nrm=iso
15. Revista da Escola de Enfermagem da USP http://www.ee.usp.br/reeusp/index.php?p=browse&id=33
16. Revista de enfermagem UFPE online http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/index
17. Revista eletrônica de enfermagem. - http://www.fen.ufg.br/fen_revista/
18. Revista paulista de enfermagem –
http://www.revenf.bvs.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0100888920060001&lng=es&nrm=iso
19. Texto & contexto - Enfermagem http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=01040707&lng=pt&nrm=iso
20. Rev. RENE: revista da rede de enfermagem do Nordeste http://www.revistarene.ufc.br/revista/index.php/revista/issue/current
 Base de Dados Gerais
1. Ministério da Saúde - http://portalsaude.saude.gov.br/
2. Biblioteca Virtual em Saúde - http://bvsms.saude.gov.br/
126
3.7. LABORATÓRIOS
DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUANTIDADE,
QUALIDADE E SERVIÇOS
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui quatro
laboratórios de uso específico que correspondem aos laboratórios de Anatomia, de
Microscopia, Multidisciplinar e de Habilidades Específicas.
O Laboratório de Anatomia do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho possui como finalidade principal introduzir o aluno no conceito histórico, nos
métodos de estudo, planos e eixos de construção do corpo humano, como também conceitos
de normalidades e variações anatômicas. A disciplina anatomia é a ciência que estuda, macro
e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados, enfatizando
o estudo teórico e prático, no laboratório, do sistema orgânico-esquelético e dos diversos
órgãos e sistemas, como cardiovascular, gástrico, pulmonar, renal, hepático, nervoso,
tornando o aluno capaz de relacionar as estruturas anatômicas funcionais à sua prática
profissional.
Em relação ao laboratório de Microscopia do Curso de Enfermagem da Faculdade
Raimundo Marinho, são desenvolvidas disciplinas como Histologia, Parasitologia, Patologia,
entre outras. Seu uso se faz através da observação de tecidos animais e vegetais bem como
estudo destes organismos. Tendo a finalidade do uso deste laboratório, para que os alunos
visualizem em um tamanho maior, através do microscópio, as estruturas que são pertinentes
às aulas teóricas.
No laboratório Multidisciplinar da Faculdade Raimundo Marinho tem como
finalidade principal proporcionar as condições necessárias à realização de aulas práticas de
diferentes disciplinas do Curso de Enfermagem, bem como possibilitar aos alunos e
professores o desenvolvimento e produção de propostas de trabalho, produção de recursos
didáticos, preparo de material acadêmico, aplicação de técnicas específicas para o apoio e
desenvolvimento do currículo pleno do Curso, visando à aprendizagem dos alunos.
No laboratório Multidisciplinar são realizadas aulas que conectam seus experimentos
com o cotidiano da vida dos alunos, verificando que tudo o que foi aprendido não foi tempo
perdido. As aulas tornam-se sempre novidades em sua vida curricular, e a grande maioria do
alunado, tem prazer de frequentar, pois podem verificar o aprendizado em sala, na prática.
O Laboratório de Habilidades do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo
Marinho propõe ao acadêmico aprender e treinar técnicas básicas e fundamentais para a
prática profissional de enfermagem, respeitando as regras de assepsia em todo seu contexto.
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Como algumas técnicas: lavagem correta das mãos, administração de medicamentos, higiene
e conforto do paciente, sondagem vesical e nasogástrica, cuidados gerais com o ambiente
onde o paciente esta inserido entre outros.
É importante ressaltar que os laboratórios especializados da Faculdade Raimundo
Marinho estão dimensionados para comportar de forma excelente e confortavelmente seus
usuários, de acordo com as vagas solicitadas, distribuindo os equipamentos de forma que
facilite a locomoção e a visualização do que esta sendo ensinado pelo professor através do
quadro branco ou recurso áudio visual.
Os laboratórios de saúde asseguram atendimento à comunidade acadêmica do curso
de enfermagem com acessos diários de 2ª a 6ª feira, no horário das 8h às 22 horas e aos
sábados, no horário das 8h às 12 horas, para que tenham condições de desenvolvimento de
seus trabalhos, consultas e estudos.
A utilização dos laboratórios tem acompanhamento direto do professor responsável
pela disciplina, auxiliado pelo pessoal de apoio; os alunos podem ainda realizar marcação de
horário para estudo, em horário contrário ao da aula, como forma de fixação dos assuntos
ministrados pelo professor, onde ficam acompanhados do pessoal de apoio. O pessoal de
apoio técnico também tem a função de montar e desmontar o material necessário nos
laboratórios para as aulas práticas, atentar para o serviço de manutenção preventiva dos
equipamentos e caso não consigam resolver devem comunicar à coordenação do curso.
Os laboratórios específicos contam com normas e procedimentos devidamente
institucionalizados para prover a devida segurança na hora da utilização dos recursos
necessários para o desenvolvimento das atividades.
Os laboratórios oferecem acesso à Internet, contam com pessoal técnico qualificado e
à disposição no período de funcionamento.
As Normas legais institucionais para acesso aos laboratórios de saúde estão à
disposição da comissão, no ato da visita in loco.
3.8. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES
ESPECIAIS
A Faculdade Raimundo Marinho atende à Portaria MEC nº 3.284, de 7/11/2003, que
dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências que devem ser
atendidos pelas IES, bem como ao Decreto nº 5.296, de 2/12/2004, que estabelece as normas
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gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida.
Com relação aos alunos portadores de deficiência física, as instalações da instituição
atendem aos seguintes requisitos:
Eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante,
permitindo acesso aos espaços de uso coletivo;
Reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de
serviço;
Rampas e/ou elevadores, facilitando a circulação de cadeira de rodas;
Adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o
acesso de cadeira de rodas;
Colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros;
Instalação de lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários de
cadeira de rodas.
Para os projetos de expansão e melhorias a instituição está atenta às modificações
que são necessárias para o melhor funcionamento e principalmente ao atendimento de seus
usuários. Dessa forma, a instituição viabiliza a permanência e facilita o acesso desse público,
sejam eles acadêmicos, professores, funcionários ou comunidade.
No que concerne a alunos portadores de deficiência visual, a instituição assume o
compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso de:
Manter sala de apoio equipada como máquina de datilografia braile,
impressora braile acoplada ao computador, sistema de síntese de voz,
gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de ampliação de tela,
equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão
subnormal, lupas, réguas de leitura, scanner acoplado a computador;
Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de
fitas sonoras para uso didático;
Instalação
do
sistema
operacional
DOSVOX
desenvolvido
pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o qual permite que pessoas
cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para desempenhar uma
série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de independência no estudo e
no trabalho.
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Quanto a alunos portadores de deficiência auditiva, a instituição assume o
compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso, de:
Propiciar, sempre que necessário, intérprete de língua de sinais/língua
portuguesa, especialmente quando da realização e revisão de provas,
complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não
tenha expressado o real conhecimento do aluno;
Adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;
Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na
modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso
em que o estudante estiver matriculado;
Proporcionar aos professores acesso a literatura e informações sobre a
especificidade linguística do portador de deficiência auditiva.
A Faculdade Raimundo Marinho no intuito de fortalecer a inclusão social coloca em
seus planos oportunizar cursos de formação em LIBRAS para funcionários e docentes, assim
como a disciplina de LIBRAS para os cursos de graduação.
A respeito do tratamento diferenciado, a instituição estará comprometida em
disponibilizar, sempre que for necessário, o seguinte:
Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis;
Mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à altura e
à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas
normas técnicas de acessibilidade da ABNT;
Serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, prestado por
intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
e no trato com aquelas que não se comuniquem em LIBRAS, e para pessoas
surdo-cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo
de atendimento;
Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência
visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas;
Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa
portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;
Sinalização ambiental para orientação;
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Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;
Admissão de entrada e permanência de cão-guia ou cão-guia de
acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador em
locais e edificações de uso coletivo, mediante apresentação da carteira de
vacina atualizada do animal; e
Existência de local de atendimento específico.
Além do atendimento prioritário a Faculdade Raimundo Marinho desenvolverá junto
aos seus cursos de graduação e pós-graduação projetos de extensão para atender o público
com necessidades especiais preparando os alunos da Instituição para um mercado de trabalho
amplo e promissor, além de cumprir com o deu papel social.
3.9 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS
O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho oferece a disciplina de
Libras como optativa, obedecendo ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, em que
relata que esta disciplina deve fazer parte das disciplinas curriculares optativas nos cursos
superiores, em grau de bacharéis.
Com relação as informações acadêmicas como ato autorizativo expedido pelo MEC,
dirigentes da instituição e coordenador de curso , relação dos professores que integram o
corpo docente do curso, matriz curricular do curso, entre outras encontram-se no site da
instituição, bem como na biblioteca, de acordo como que preconiza o Art.32, da Portaria
Normativa 40, republicada na Forma da Portaria Normativa 23, de 28 de dezembro de 2010.
Atualizado em reunião realizada em 20 de dezembro de 2013.
Revisado em reunião em 10 de abril de 2014.
Download

projeto pedagógico do curso