FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DO BAIXO SÃO FRANCISCO DR RAIMUNDO MARINHO (MANTENEDORA) FACULDADE RAIMUNDO MARINHO - FRM (MANTIDA) PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Maceió 2014 SUMÁRIO I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA ............................................ 03 II. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA ......................................................... 04 III. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .............................................................. 06 IV. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM ..................... 09 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ............................................... 09 1.1. Contexto Educacional ........................................................................................... 09 1.2. Políticas Institucionais no Âmbito do Curso ...................................................... 12 1.3. Objetivos do Curso ............................................................................................... 13 1.3.1. Coerência dos Objetivos do Curso com o Perfil Profissional do Egresso ........ 14 1.3.2. Coerência dos Objetivos do Curso com a Estrutura Curricular ..................... 14 1.3.3. Coerência dos Objetivos do Curso com o Contexto Educacional .................... 16 1.4. Perfil Profissional do Egresso .............................................................................. 17 1.5. Estrutura Curricular ............................................................................................ 18 1.5.1. Carga Horária Mínima e Tempo Mínimo de Integralização Curricular ....... 20 1.5.2. Flexibilidade .......................................................................................................... 21 1.5.3. Interdisciplinaridade ............................................................................................ 22 1.5.4. Articulação da Teoria com a Prática .................................................................. 22 1.5.5. Matriz Curricular do Curso ................................................................................ 23 1.6. Conteúdos Curriculares ....................................................................................... 25 1.6.1. Coerência dos Conteúdos Curriculares com as DCN’s ..................................... 27 1.6.2. Coerência dos Conteúdos Curriculares com os Objetivos do Curso ............... 29 1.6.3. Coerência dos Conteúdos Curriculares com o Perfil Desejado dos Egressos . 29 1.7. Ementário e Bibliografia ...................................................................................... 30 1.8. Metodologia ........................................................................................................... 69 1.9. Estágio Curricular Supervisionado ..................................................................... 71 1.10. Atividades Complementares ................................................................................ 72 1.11. Trabalho de Conclusão de Curso ........................................................................ 73 1.12. Atendimento ao Discente ...................................................................................... 78 1.13. Ações Decorrentes dos Processos de Avaliação do Curso ................................. 85 1.14. Tecnologias de Informação e Comunicação – Tic - no Processo EnsinoAprendizagem ....................................................................................................... 1.15. Procedimentos de Avaliação dos Processos de Ensino-Aprendizagem ............ 86 87 1.16. Número de Vagas .................................................................................................. 88 2. CORPO DOCENTE ............................................................................................. 89 2.1. Atuação do Núcleo Docente Estruturante (NDE), Sua Composição ................ 89 2.2. Atuação do Coordenador ..................................................................................... 90 2.2.1. Experiência Profissional, de Magistério Superior e de Gestão Acadêmica do Coordenador ....................................................................................................... 2.2.2. Regime de Trabalho do Coordenador do Curso ................................................ 92 92 2.3. Titulação do Corpo Docente do Curso ................................................................ 93 2.3.1. Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso ............................................. 95 2.3.2. Experiência Profissional do Corpo Docente ....................................................... 98 2.3.3. Experiência de Magistério Superior do Corpo Docente ................................... 99 2.4. Funcionamento do Colegiado de Curso ou Equivalente ................................... 99 2.5. Produção Científica, Cultural, Artística ou Tecnológica .................................. 101 3. INSTALAÇÕES FÍSICAS ................................................................................... 102 3.1. Instalações Gerais ................................................................................................. 3.2. 3.3. Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos/ Gabinetes Professores Tempo Integral ............................................................... 113 Sala de Professores ............................................................................................... 114 3.4. Salas de Aula ......................................................................................................... 3.5. Acesso dos Alunos a Equipamentos de Informática .......................................... 115 3.6. Biblioteca .. ............................................................................................................ 102 114 118 3.6.1. Bibliografia Básica ................................................................................................ 124 3.6.2. Bibliografia Complementar ................................................................................. 124 3.6.3. Periódicos Especializados ..................................................................................... 125 3.7. Laboratórios Didáticos Especializados: Quantidade, Qualidade e Serviços ... 126 3.8. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais ................... 3.9. Informações Acadêmicas ...................................................................................... 130 127 3 I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTENEDORA a) Nome da Mantenedora Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho b) Base Legal da Mantenedora A Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho foi criada pela Prefeitura Municipal de Penedo, pela Lei Municipal nº 638, de 13 de agosto de 1971, com registro no livro de Registros Especiais de Pessoas Jurídicas da Comarca de Penedo, município do Estado de Alagoas, no Livro A – 4, sob o número de ordem 57, conforme publicação no Diário Oficial do Estado de 16 de setembro de 1977 e 08 de janeiro de 1982 e, adequada às normas impostas do Novo Código Civil Brasileiro – Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, em Assembleia Geral de 07 de junho de 2005, estando devidamente registrada no CNPJ/MF, sob o nº 12.432.605/0001-30. c) Endereço Praça Rui Barbosa, 06 – Centro na cidade de Penedo, no Estado de Alagoas CEP. 57.200-000 4 II. CONTEXTUALIZAÇÃO DA MANTIDA a) Nome da IES Faculdade Raimundo Marinho b) Base Legal da IES A Faculdade Raimundo Marinho funciona na Avenida Durval de Góes Monteiro, 8501 Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió, no estado de Alagoas - CEP.57061-000 A Faculdade Raimundo Marinho de Maceió teve seu início vinculado ao Sistema Estadual de Educação, credenciada pela Portaria 36/2006-GS, de 31 de julho de 2006, publicada no D.O.E. de 02 de agosto de 2006 e atualmente migrou para o Sistema Federal de Ensino. c) Missão da IES A Faculdade Raimundo Marinho tem como missão produzir e disseminar o conhecimento nos diversos campos do saber, contribuindo para o exercício pleno da cidadania mediante formação humanista, crítica e reflexiva, conseqüentemente preparando profissionais competentes e atualizados para o mundo do trabalho presente e futuro. d) Breve Histórico da IES A Faculdade Raimundo Marinho foi credenciada em 02 de agosto de 2006, com a finalidade de trazer para Maceió, o trabalho já desenvolvido pelas Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Penedo, Faculdade de Formação de Professores de Penedo e Faculdade de Ciências Jurídicas de Alagoas, localizadas na Cidade de Penedo, e também Mantidas pela Fundação Educacional do Baixo São Francisco Dr. Raimundo Marinho. Assim, iniciaram-se as atividades na educação superior com a Autorização dos Cursos de Administração, Direito e Pedagogia. A Instituição iniciou suas atividades ainda no ano de 2006 com a oferta dos cursos acima citados. Com a implantação de novos projetos pedagógicos, foi elaborado em 2009 o 5 projeto para o Curso de Serviço Social que obteve autorização e em 2010 para o Curso de Enfermagem que também foi autorizado. Em 2011, devido ao EDITAL SERES/MEC Nº 01, DE 09 DE AGOSTO DE 2011 que trata do Regime de Migração de Sistemas das Instituições de Educação Superior Privadas, passamos a migrar do Sistema Estadual de Educação, que até então pertencíamos, para o Sistema Federal de Educação, aguardando a consolidação dos processos de reconhecimentos de Cursos e Recredenciamento da Instituição. Dessa forma, o atual PDI representa os anseios da mantenedora e da instituição na busca de consolidar os processos de migração, bem como abertura de novos cursos apresentando assim seus objetivos e metas visando o fortalecimento da Faculdade Raimundo Marinho e sua ampliação. 6 III. CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO a) Nome do Curso Curso de Bacharelado em Enfermagem b) Endereço de Funcionamento do Curso O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho fica localizado na Avenida Durval de Góes Monteiro, 8501 Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió, no estado de Alagoas - CEP.57061-000 c) Atos Legais de Autorização O Curso foi Autorizado em 25 de novembro de 2010, de acordo com a Portaria 857/2010 do D.O.E. d) Número de vagas autorizadas O curso foi autorizado para ofertar 150 vagas, estas vagas são distribuídas 50 vagas no turno matutino e 100 vagas no turno noturno. e) Turnos de funcionamento do Curso O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho funciona nos turnos matutino e noturno. f) Carga Horária Total do Curso O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho contempla 4.120 horas. g) Tempos mínimo e máximo para integralização O prazo proposto pela Faculdade Raimundo Marinho para integralização curricular, 7 visando à conclusão do Curso de Enfermagem, é de, no mínimo cinco anos e, no máximo, sete anos e seis meses. h) Coordenador do Curso Atualmente a Coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho – Maceió é a professora Mestre Mirella Teixeira Joca. i) Perfil do Coordenador - Tempo de exercício na IES e na função de coordenador do curso A Coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho exerce suas funções na coordenação de curso desde o seu início de funcionamento, desde o primeiro semestre de 2011 até os dias atuais. j) Histórico do curso: sua trajetória O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho obteve sua autorização em novembro de 2010 com a nota máxima (nota 5). Iniciou o funcionamento no primeiro semestre de 2011, com a finalidade de firmar em Maceió mais um curso na área de saúde, mediante as necessidades da população da região, assim como os oferecimentos existentes no mercado de trabalho. O curso funciona até os dias atuais sempre primando por sua extremada qualidade, para que assim consiga formar excelentes profissionais, capazes de atuar em qualquer que seja a área de sua profissão. Em 2011, devido ao Edital SERES/MEC Nº 01, DE 09 de agosto de 2011 que trata do Regime de Migração de Sistemas das Instituições de Educação Superior Privadas, iniciou o processo de migração do Sistema Estadual de Educação, que até então a Faculdade Raimundo Marinho (FRM) pertencia, para o Sistema Federal de Educação. Atualmente, o curso está com mais de 50% do seu funcionamento, porém sem ainda turmas concluídas, mas preocupando-se com seus atos regulatórios já solicitou também o seu Reconhecimento. 8 k) Tempo Médio de permanência do corpo docente no curso Os docentes do Curso de Enfermagem da FRM permanecem em sua maioria mais de seis meses. Existem professores desde o início de funcionamento do curso, assim como desde o seu planejamento e sua autorização. 9 IV. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA O Estado de Alagoas tem um dos piores índices de desenvolvimento humano no país, o que reflete também na Educação, tendo um dos menores crescimentos em relação ao número de vagas no Ensino Superior. A educação é um dos três eixos estratégicos do plano de gestão do governo do Estado. Nesse contexto a Faculdade Raimundo Marinho pretende colaborar para a mudança da realidade local e regional, ofertando o curso de Enfermagem visto que o mercado de trabalho na área de Enfermagem é crescente e bastante promissor na região de Maceió, assim como em decorrência das carências do Estado e das regiões circunvizinhas com relação à saúde e a educação, precisando assim de profissionais qualificados para atender as demandas da sociedade. O planejamento e a organização didático-pedagógica do curso procuram atender as necessidades do mercado de trabalho, vinculadas aos objetivos e ao perfil profissiográfico definidos. 1.1. CONTEXTO EDUCACIONAL A Faculdade Raimundo Marinho localiza-se no município de Maceió, capital do estado de Alagoas, um dos nove estados que compõem a Região Nordeste do país. De acordo com dados do IBGE o estado de Alagoas possui taxa de analfabetismo das pessoas de 10 a 14 anos de idade igual a 5,0% e de 15 anos ou mais igual a 21,8%. Alagoas ocupa uma área de 27.778,506 Km2 do território nacional, limitando-se ao norte e noroeste com o Estado de Pernambuco, ao sul com o Estado de Sergipe, a sudoeste com o Estado da Bahia e a leste com o Oceano Atlântico. O Estado de Alagoas é constituído por 102 municípios. De acordo com o IBGE, sua população está estimada em 3.120.494 habitantes, sendo deste total 932.748 (29,9%) residentes na capital. Maceió limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a leste, com o Oceano Atlântico; e a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. Em 2010, o PIB da capital girava em torno de 8.084.010 bilhões de reais, o quinto maior entre as capitais da Região Nordeste, número 10 significativo que mereceu destaque por ter vindo antes do "boom" do comércio e do turismo em Maceió, que ocorreu com a abertura de diversos hipermercados, hotéis, de um centro de convenções e do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares. Sua população pode ser classificada como jovem, pois 60,5% pertencem à faixa etária de 0 a 29 anos de idade. Destes, a Faculdade Raimundo Marinho, tem alunos oriundos de aproximadamente 35 municípios. Ainda de acordo com o censo de 2010 e traçando um perfil educacional do Estado de Alagoas, observamos os seguintes dados: • Pessoas com Ensino Médio completo e superior incompleto: 417.394, sendo que destes 75.786 frequentam o curso superior e restando um total de 341.608 que não tem acesso ao Ensino Superior. • 118.733 pessoas possuem nível superior completo; e • 158.392 são alunos regulares do Ensino Médio O público alvo potencial do Ensino Superior em Alagoas perfaz, portanto o total de 500.000, número considerável de prováveis ingressantes no Ensino Superior de Alagoas. Assim o Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho surge em 2011 para atender à demanda proveniente da cidade de Maceió e principalmente nos bairros do Tabuleiro do Martins, Clima Bom, Cidade Universitária, Benedito Bentes e municípios Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco, em virtude de sua localização à Avenida Durval de Góes Monteiro, 8.501, Tabuleiro do Martins. Tais informações estão refletidas no Projeto Pedagógico Institucional da FRM, onde o Curso de Enfermagem veio para preencher uma lacuna existente nessa região, haja vista a grande demanda de alunos desses bairros e municípios circunvizinhos, bem como a possibilidade de desenvolver trabalhos de extensão na área de Enfermagem, uma vez que temos uma população menos favorecida e com dificuldades de acessibilidade aos sistemas de saúde da capital. A educação é um dos três eixos estratégicos do plano de gestão do governo do Estado. Nesse contexto a Faculdade Raimundo Marinho pretende colaborar para a mudança da realidade local e regional, visto que o mercado de trabalho na parte alta da cidade e na área de Enfermagem é crescente e bastante promissor, assim como em decorrência das carências do Estado e das regiões circunvizinhas com relação à saúde e a educação, precisando assim de profissionais qualificados para atender as demandas da sociedade. A educação é de todas as manifestações humanas, não só a mais importante, como também a mais complexa. E, para nós, que vivemos em um país de dimensões continentais, onde nos deparamos, todos os dias, com diversos desníveis socioeconômicos e culturais, 11 torna-se um grande desafio trabalhar com a educação, principalmente, quando se quer produzir educação de qualidade. Tendo em vista a existência de um mercado altamente competitivo que exige qualidade dos produtos e serviços, que é veloz e está em constantes mudanças, pretende-se formar profissionais comprometidos com esta realidade, tanto na percepção quanto na implementação das mudanças. Nesse contexto socioeconômico alagoano apresentado acima e no sentido de concorrer para a materialização da missão institucional da FRM que tem como missão produzir e disseminar o conhecimento nos diversos campos do saber, contribuindo para o exercício pleno da cidadania, mediante formação humanista, crítica e reflexiva, consequentemente preparando profissionais competentes, éticos e atualizados para o mundo do trabalho presente e futuro, formando enfermeiros capacitados e humanizados para atuar no enfrentamento das diversas expressões da questão da saúde e qualidade de vida, capazes de trabalhar com a prevenção e promoção, dando assistência e planejando nas áreas da saúde que lhe são inerentes, levando também em consideração as questões socioeconômicas, as diversidades, a coletividade e a cultura local e regional. Partindo destes pressupostos, como a contextualização do mercado e as demandas sociais, delimitou-se a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho, tendo como foco a valorização do profissional e do seu meio ambiente. Pretende-se dotar seus egressos de conhecimentos, habilidades e competências requeridos para o exercício da profissão, sempre visando o ser humano de forma holística, dando atenção à saúde, à tomada de decisões, à comunicação, à liderança, à administração, ao gerenciamento e à educação, buscando sempre a qualidade e humanização nos serviços que serão prestados durante e após sua formação. O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) é norteador da prática pedagógica e instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações docentes e do seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subsequentes. Somente desta forma o PPC estará cumprindo suas funções de articulação, identificação, retroalimentação, inovação e ética para tornar a filosofia e o projeto educacional viável e efetivo. 12 1.2. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO A política de ensino adotada pela Faculdade Raimundo Marinho pretende: assegurar o pleno desenvolvimento da pessoa e do cidadão, proporcionando o acesso ao saber global, a fim de introduzi-lo na civilização do trabalho como mão de obra especializada e moderna; desenvolver a consciência social para a preservação do patrimônio cultural, dos valores e compreender os direitos e deveres constitucionais necessários à construção de uma sociedade mais justa e democrática; e qualificar os discentes para o trabalho, habilitando-os para o exercício de atividades economicamente relevantes em suas áreas de formação. A Faculdade Raimundo Marinho apoia a iniciação científica e incentiva as práticas investigativas, como função associada ao ensino e à extensão, com o fim de fortalecer o processo de aprendizagem e de ampliar e renovar o acervo de conhecimentos ministrados. Quanto à Extensão, propõe a Faculdade ser uma instituição comprometida com a comunidade regional, com o desenvolvimento da consciência da expressão cultural local e regional e com a reelaboração de seus projetos e programas, em nível científico, visando minimizar os problemas sociais. O Curso de Enfermagem possui ações integradas ao ensino, iniciação científica e extensão, buscando atender as diretrizes próprias do Curso que são asseguradas pelo Plano de Desenvolvimento Institucional da Faculdade Raimundo Marinho. A cada semestre os docentes do curso planejam e executam no mínimo uma atividade integradora. Ao longo do curso, é trabalhada a disciplina Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, como forma de potencializar a integração das disciplinas do curso. Partindo desses pressupostos, os colaboradores do Curso de Enfermagem da FRM acreditam que suas ações devem estar comprometidas com a contínua melhoria da qualidade do ensino. Dessa forma, compreende que suas ações deverão sempre repercutir no ensino que se quer de qualidade, na iniciação científica a partir da produção científica gerada pelos docentes e discentes e na extensão, pelas ações de articulações entre o saber popular e aquele oriundo da Faculdade Raimundo Marinho com a finalidade de atender as exigências da sociedade. Para tanto, entende que o trabalho acadêmico deve voltar-se para as efetivas necessidades e aspirações da comunidade, cabendo estimular uma formação humanista, com ênfase na crítica e na reflexão. 13 Faz-se imprescindível um trabalho educativo que parta da investigação das questões presentes na realidade brasileira, nordestina e alagoana, para atingir a formação de cidadãos que participem da busca de soluções para a melhoria da situação existente. 1.3. OBJETIVOS DO CURSO O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui objetivos coerentes com o perfil do egresso, com a estrutura curricular, assim como com o contexto educacional proposto. Objetivo Geral Formar um profissional, enfermeiro, generalista, humanista, crítico e reflexivo; Objetivos Específicos Oferecer aos alunos uma formação em consonância com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional, permitindo compreensão e o atendimento da mesma, bem como sua capacitação para produzir conhecimento clínico e experimental na área; Despertar no aluno a consciência social de sua formação; Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os direitos humanos, independente de diferenças individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e ética; Formar um profissional competente, dinâmico, comprometido e preocupado com a sociedade e com as transformações, integrando-o teórica e praticamente a fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos os níveis de atenção à saúde; Transformar o profissional que estará sendo colocado no mercado de trabalho capaz de promover o desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em consonância com a região, sempre com a visão no SUS; Formar um profissional capaz de prevenir, promover, planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas da assistência hospitalar e comunitária, bem como assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento. 14 1.3.1. COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM O PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO Espera-se que o discente dentro dos padrões estabelecidos pelas diretrizes curriculares nacionais seja ao final do curso um profissional capaz de atuar no mercado de trabalho de forma generalista, humanista, crítico e reflexivo. TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS DO TÓPICOS PRINCIPAIS CURSO PROFISSIONAL Oferecer aos alunos uma formação em consonância com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional, permitindo compreensão e o atendimento da mesma, bem como sua capacitação para produzir conhecimento clínico e experimental na área; Despertar no aluno a consciência social de sua formação; Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os direitos humanos, independente de diferenças individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e ética; Formar um profissional competente, dinâmico, comprometido e preocupado com a sociedade e com as transformações, integrando-o teórica e praticamente a fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos os níveis de atenção à saúde; DO PERFIL Formar profissional capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais dos seus determinantes. Formar profissional capaz de atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. Formar profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Formar enfermeiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Transformar o profissional que estará sendo colocado no mercado de trabalho capaz de promover o desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em consonância com a região, sempre com a visão no SUS; Formar profissional capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais dos seus determinantes. Formar um profissional capaz de prevenir, promover, planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas da assistência hospitalar e comunitária, bem como assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento. Formar enfermeiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; 1.3.2. COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM A ESTRUTURA CURRICULAR As disciplinas do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são coerentes com os objetivos propostos: TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS ESTRUTURA DO CURSO ATENDEM PROPOSTOS CURRICULAR QUE AOS OBJETIVOS Oferecer aos alunos uma formação em consonância Anatomia Descritiva e Topográfica; Bioquímica; com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional, Biologia Celular e Molecular; Histologia e 15 permitindo compreensão e o atendimento da mesma, Embriologia Humana Aplicada; História e Exercício bem como sua capacitação para produzir conhecimento da Enfermagem; Metodologias Ativas de clínico e experimental na área; Aprendizado e Interdisciplinaridade; Agressão e Defesa; Fisiologia e Biofísica; Patologia; Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde; Semiologia e Semiotécnica; Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais; Fisiopatologia; Farmacologia; Bioestatística; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias; Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente; Psicologia Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da Mulher; Administração em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem; Metodologia da Pesquisa; Semiologia e Semiotécnica; Ética e Legislação em Enfermagem; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias; Despertar no aluno a consciência social de sua Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente; formação; Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da Mulher; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica; Ética e Legislação em Enfermagem; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; Enfermagem em Doenças Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os Infecciosas e Parasitárias; Enfermagem na Saúde da direitos humanos, independente de diferenças Criança e do Adolescente; Didática e Ensino da individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou Enfermagem; Psicologia Aplicada à Enfermagem; religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e Enfermagem na Saúde da Mulher; Administração ética; em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem; Semiologia e Semiotécnica; Ética e Legislação em Enfermagem; Bioestatística; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; Formar um profissional competente, dinâmico, Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias; comprometido e preocupado com a sociedade e com as Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente; transformações, integrando-o teórica e praticamente a Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da os níveis de atenção à saúde; Mulher; Administração em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde; Semiologia e Semiotécnica; Bioestatística; Transformar o profissional que estará sendo colocado Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; no mercado de trabalho capaz de promover o Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias; desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente; consonância com a região, sempre com a visão no SUS; Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da 16 Formar um profissional capaz de prevenir, promover, planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas da assistência hospitalar e comunitária, bem como assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento. Mulher; Administração em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais; Semiologia e Semiotécnica; Bioestatística; Enfermagem em Saúde do Adulto e do Idoso; Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias; Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente; Didática e Ensino da Enfermagem; Psicologia Aplicada à Enfermagem; Enfermagem na Saúde da Mulher; Administração em Enfermagem; Epidemiologia e Saúde; Enfermagem em Urgência e Emergência; Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico; Enfermagem na Saúde Mental; Internatos; 1.3.3 COERÊNCIA DOS OBJETIVOS DO CURSO COM O CONTEXTO EDUCACIONAL Os objetivos do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são condizentes com o contexto educacional proposto: TÓPICOS PRINCIPAIS DOS OBJETIVOS DO CURSO Oferecer aos alunos uma formação em consonância com a rede de assistência à saúde no Brasil e Regional, permitindo compreensão e o atendimento da mesma, bem como sua capacitação para produzir conhecimento clínico e experimental na área; Despertar no aluno a consciência social de sua formação; Desenvolver no discente o respeito à dignidade e os direitos humanos, independente de diferenças individuais quanto à etnia, condição socioeconômica ou religião, prevalecendo a visão humanística, imparcial e ética; TÓPICOS PRINCIPAIS DO CONTEXTO EDUCACIONAL Existe um mercado altamente competitivo que exige qualidade dos produtos e serviços, que é veloz e está em constante mudança. A partir disso, assim como das demandas sociais, a elaboração do PPC de Enfermagem, teve como foco formar profissionais comprometidos com essa realidade. O Curso de Enfermagem surge em 2011 para atender à demanda proveniente da cidade de Maceió e principalmente nos bairros do Tabuleiro do Martins, Clima Bom, Cidade Universitária, Benedito Bentes e municípios Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco, em virtude de sua localização à Avenida Durval de Góes Monteiro, 8.501, Tabuleiro do Martins. Tais informações estão refletidas no Projeto Pedagógico Institucional da FRM, onde o Curso de Enfermagem veio para preencher uma lacuna existente nessa região, haja vista a grande demanda de alunos desses bairros e municípios circunvizinhos, bem como a possibilidade de desenvolver trabalhos de extensão na área de Enfermagem, uma vez que temos uma população menos favorecida e com dificuldades de acessibilidade aos sistemas de saúde da capital. O Curso de Enfermagem pretende desenvolver no discente o exercício pleno da cidadania, mediante formação humanista, crítica e reflexiva, consequentemente preparando profissionais competentes, éticos e atualizados para o mundo do trabalho presente e futuro, formando enfermeiros capacitados e humanizados para atuar no enfrentamento das diversas expressões da questão da saúde e qualidade de vida, levando também em 17 Formar um profissional competente, dinâmico, comprometido e preocupado com a sociedade e com as transformações, integrando-o teórica e praticamente a fim de prevenir, promover, assistir, planejar em todos os níveis de atenção à saúde; Transformar o profissional que estará sendo colocado no mercado de trabalho capaz de promover o desenvolvimento dos sistemas locais de saúde em consonância com a região, sempre com a visão no SUS; Formar um profissional capaz de prevenir, promover, planejar, executar, reabilitar e assistir em todas as áreas da assistência hospitalar e comunitária, bem como assegurar a integralidade da atenção, a qualidade e a humanização do atendimento. 1.4 consideração as questões socioeconômicas, as diversidades, a coletividade e a cultura local e regional. No curso de Enfermagem busca-se produzir e disseminar o conhecimento nos diversos campos do saber, contribuindo para o exercício pleno da cidadania, mediante formação humanista, crítica e reflexiva, consequentemente preparando profissionais capazes de trabalhar com a prevenção e promoção, dando assistência e planejando nas áreas da saúde que lhe são inerentes.. A Faculdade Raimundo Marinho pretende colaborar para a mudança da realidade local e regional, ofertando, assim em 2011 o curso de Enfermagem, uma vez que a educação é um dos três eixos estratégicos do plano de gestão do governo do Estado, e que o mercado de trabalho, na parte alta da cidade e na área de Enfermagem é crescente e bastante promissor, devido às carências locais na área de saúde, necessitando assim de profissionais qualificados para atender as demandas da sociedade. O Curso de Enfermagem tem por objetivo dotar seus egressos de conhecimentos, habilidades e competências requeridos para o exercício da profissão, sempre visando o ser humano de forma holística, dando atenção à saúde, à tomada de decisões, à comunicação, à liderança, à administração, ao gerenciamento e à educação, buscando sempre a qualidade e humanização nos serviços que serão prestados durante e após sua formação. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O egresso ao concluir seus estudos na Faculdade Raimundo Marinho, dentro dos padrões estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Enfermagem, será um profissional capaz de atuar no mercado de trabalho de maneira adequada e competente com as seguintes características: Enfermeiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Profissional capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais dos seus determinantes. Profissional capaz de atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser 18 humano. A formação do enfermeiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: Atenção à saúde, Tomada de decisões, Comunicação, Liderança, Administração e gerenciamento, Educação permanente. 1.5 ESTRUTURA CURRICULAR A organização curricular do curso segue os princípios que fundamentam o regime seriado do ensino. Para funcionamento do curso há a necessidade, de pessoal que operacionalize as atividades acadêmico-administrativas, para isso foi criada a Coordenação do Curso, em consonância com o que prevê o Regimento Geral da Faculdade Raimundo Marinho. Observando os dispositivos legais, torna-se oportuno enfatizar que a educação superior deve ser entendida como compromisso entre a formação profissional e as demandas que a própria sociedade exige. Considerando, ainda, a realidade educacional de Alagoas, suas necessidades e perspectivas de desenvolvimento e, particularmente, as exigências do mundo tecnologicamente entendido, elaborou-se o Projeto Pedagógico para o Curso de Enfermagem, visando propiciar ao aluno uma formação sólida e pluralista na área das Ciências da Saúde. O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem respaldo na Resolução CNE/CES nº 3, de 07 de novembro de 2001, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem, com fundamento no parecer CNE/CES 1.133, de 7 de agosto de 2001, buscando demonstrar as variáveis norteadoras das ações pedagógicas para a formação do enfermeiro. Tem a preocupação com a Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008, em que estabelece a inclusão da temática História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, com a Resolução CNE/CP nº 01/2004, em que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Racias, com o parecer 3/2004, em que implica nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Preocupa-se ainda com a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, em que dispõe sobre a Educação Ambiental e com o Parecer CNE/CO nº 8/2012, em que trata das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos. Sendo assim a matriz curricular foi definida a partir do diagnóstico do profissional que se pretende formar, sendo este orientado para a competência do profissional de saúde, 19 habilitado para atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, principalmente, do Sistema Único de Saúde em nível local e regional. As disciplinas são orientadas de maneira que cada uma assuma posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das competências e habilidades do curso. Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a sua qualidade e responsabilidade na formação do egresso, bem como com a constante inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento e com a sua qualificação profissional. Por outro lado, a Instituição se compromete a desenvolver uma política permanente de estímulo, capacitação e apoio a esses profissionais. Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico assuma a sua formação plena, levando em conta uma tomada de consciência da diversidade e o respeito aos outros; uma compreensão da condição humana tendo em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais, históricos e espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão, envolvendo autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de humanização, além de um conhecimento sobre as políticas públicas de saúde vigentes no país envolvendo o sistema municipal e regional de saúde. A Faculdade Raimundo Marinho apresenta como possibilidade, a autonomia do aluno, para buscar fora da matriz acadêmica competências e qualidades que, somadas às da sua formação, apresentem um perfil de qualidade, como as atividades complementares, em que objetivam oferecer ao educando agregar academicamente atividades que venham a contribuir para o seu aperfeiçoamento profissional. São consideradas como atividades complementares disciplinas cursadas integralmente em outros cursos, seminários, oficinas, congressos, monitorias, estágio extracurricular, projeto de iniciação científica, projeto de extensão, cursos realizados em áreas afins concluídos e comprovados, estes estudos devem ser apostilados ao diploma com no mínimo 10% da carga horária total do curso. O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho preocupa-se com o oferecimento de atividades e eventos que propiciem ao alunado horas para complementação da carga horária destas atividades supracitadas. A Instituição, assim como a Coordenação do Curso de Enfermagem manterá uma política de qualificação acadêmica, de forma a possibilitar, fomentar, apoiar, divulgar eventos de interesse comum e definição de critérios para assegurar a agregação das atividades, inclusive, com padrões de qualidade. Tais estudos devem ser desenvolvidos no decorrer do 20 curso, e concluídos no prazo mínimo estabelecido para a conclusão do curso. Ainda com o propósito de flexibilizar o currículo e, consequentemente, oferecer ao aluno a oportunidade de uma formação complementar, o Curso de Enfermagem prevê em sua estrutura curricular a possibilidade de disciplinas optativas, a qual serão elencadas de acordo com as necessidades específicas identificadas, assim como semanas acadêmicas, como no primeiro semestre sempre é comemorada e realizada a Semana de Enfermagem, propiciando assim aos discentes atividades complementares e de integralização. Para fins de integralização curricular, fazem parte da estrutura curricular os estágios supervisionados, para que possa inserir o discente nas experiências e vivências da prática profissional, possibilitando assim o ensino prático, sendo desenvolvido não só através das disciplinas que interagem a teoria e a prática das atividades didáticas. O estágio supervisionado curricular tem regulamentação própria aprovada pelas instâncias colegiadas da Faculdade Raimundo Marinho. O prazo proposto pela Faculdade Raimundo Marinho para integralização curricular, visando à conclusão do Curso de Enfermagem, é de, no mínimo cinco anos e, no máximo, sete anos e seis meses. A estrutura curricular do curso contempla 4.120 horas, em consonância com os parâmetros legais vigentes, respeitando a carga horária mínima exigida em horas prevista pela Resolução nº 2/2007, do Conselho Nacional de Educação, que são computadas em hora/aula relógio, nos moldes estabelecidos pela Resolução nº 3/2007, do Conselho Nacional de Educação. A distribuição dos conteúdos curriculares é feitos da seguinte forma: Um Total de 2960, de horas/aula (aula relógio de 60 minutos) integralizando as disciplinas do curso; um total de 1160 horas de estágio obrigatório e um total de 412 horas de atividades complementares, sendo distribuídas nos 200 dias letivos que compõem o ano, distribuídos em semestre. Essa distribuição está de acordo com as DCN’s de Enfermagem, conforme descrito abaixo. 1.5.1 CARGA HORÁRIA MÍNIMA E TEMPO MÍNIMO DE INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR A carga horária total do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem 4120 horas, atendendo assim a carga horária mínima da Graduação em Enfermagem, de acordo com as Diretrizes Curriculares do Curso. 21 A estrutura curricular do Curso apresenta uma carga horária total de 4120 horas/aulas sendo assim contempladas: 2960 horas/aula na forma de disciplinas, às quais se acrescem 1160 horas de Estágio Supervisionado, mais 412 horas de atividades complementares ao curso, que deverão ser integralizadas em, no mínimo, (5) cinco anos ou (10) dez semestres letivos; e, no máximo, (7) sete anos e 6 meses ou (15) quinze semestres letivos. Ressalta-se que a carga horária das atividades complementares deve ser feita ao longo do curso, escolhidas pelos discentes, e estão além da carga horária total do curso. Com base na atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação e nas Diretrizes Curriculares para a formação de Bacharel em Enfermagem, o curso está estruturado e ancorado em três eixos interligados que são o de Formação Fundamental, Eixo de Formação Profissional e o Eixo de Formação Prática, de modo a garantir aspectos teóricos, históricos e metodológicos necessários à formação profissional do(a) Bacharel em Enfermagem. 1.5.2 FLEXIBILIDADE Adota-se metodologia flexível de ensino e de avaliação dos discentes, de modo a privilegiar as técnicas que permitam o desenvolvimento das habilidades referidas para o perfil do egresso. Trabalha-se com os discentes diversas práticas pedagógicas, como leitura, interpretação e discussão de textos, seminários, estudos de casos, dentre outras técnicas, para evitar apenas o método tradicional de ensino, substituindo assim o acúmulo passivo de informações. Na atualidade, o discente deve estar orientado a prover as ferramentas conceituais para que possa desenvolver, autonomamente, o raciocínio crítico necessário para resolução de problemas variados. A organização da parte flexível, atividades complementares do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho estimula a participação dos alunos em variados modos de desenvolvimento da formação crítica e reflexiva, indo desde o incentivo à participação em órgãos estudantis, até a participação em grupos de iniciação científica, monitoria, congressos, seminários, palestras entre outros. Quanto ao currículo, apenas existe pré-requisito nos dois últimos períodos do curso, justificada pela necessidade que o discente tem em ter o embasamento vivenciado em todas as disciplinas, pois nestes períodos irá realizar apenas os estágios supervisionados, precisando assim colocar em prática todo o aprendizado para sua vida profissional. Não sendo trabalhado pré-requisito nas demais disciplinas oportuniza ao discente uma maior flexibilidade no currículo do curso. 22 1.5.3 INTERDISCIPLINARIDADE O Curso de graduação em enfermagem da FRM possui extrema preocupação com a relação entre as disciplinas, o que faz buscar desenvolver estudos de inter-relações tanto entre disciplinas da mesma série quanto entre disciplinas sequenciais. Com isso, busca-se promover mecanismo crescente e eficaz de aprendizagem e evitar sobreposição de conteúdos. Outra preocupação da Instituição em relação ao curso é a respeito da interdisciplinaridade. Pode-se considerar que o curso de enfermagem em si é interdisciplinar por natureza, uma vez que o aluno, ao longo de todo o currículo, percorrerá as trilhas do conhecimento através das diversas áreas da Enfermagem. A própria matriz curricular, vista sob a ótica exclusiva das disciplinas, seria suficiente para demonstrar a interdisciplinaridade. Acrescenta-se a isto, as atividades práticas obrigatoriamente desenvolvidas pelo aluno, contribuindo de maneira real não apenas com a execução do currículo, mas, de forma eficaz, com o processo de inter-relação disciplinar. Além desses aspectos interdisciplinares, a disciplina Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, trabalha todos os conteúdos ministrados pelas disciplinas daquele semestre onde ela está sendo ofertada, assim como os conteúdos dos semestres anteriores, mantendo um aprendizado crescente e em espiral, objetivando assim, permitir que o aluno recorde e busque ativamente rever os conteúdos já estudados em semestres anteriores. Nesta disciplina serão realizados trabalhos, como exemplo temos casos clínicos, teatralização e simulações de atendimento. Poderão neste caso serem estudados pacientes simulados (padronizados), ou reais em serviços de saúde com acompanhamento dos docentes. O perfil do egresso representa os tópicos macro-agrupados que consideram as aptidões, competências técnicas, habilidades gerais, atitudes e posturas, classes de problemas que o egresso estará apto a resolver e funções que o egresso poderá desempenhar. 1.5.4 ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA Desde o início do curso, os docentes em suas respectivas disciplinas procuram aproximar a teoria com a prática, demonstrando a relação da disciplina com a profissão. As disciplinas do eixo profissionalizante iniciam no 3º período até o 8º período, com cargas horárias teóricas e práticas. Nos 8º, 9º e 10º períodos se inicia a articulação da teoria e prática com a inclusão dos Estágios Supervisionados, Internato em práticas hospitalares I, Internato em práticas de Saúde Comunitária I, Internato em práticas de Saúde Comunitária II; Internato 23 em práticas hospitalares II e Internato de Administração em Enfermagem Hospitalar e Comunitária, enfatizando uma abordagem interdisciplinar. 1.5.5 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS 1º Período Anatomia Descritiva e Topográfica I Bioquímica Biologia Celular e Molecular Histologia e Embriologia Humana Aplicada História e Exercício de Enfermagem Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I TOTAL 2º Período Anatomia Descritiva e Topográfica II Metodologia da Pesquisa I Agressão e Defesa do Corpo Humano I Fisiologia e Biofísica I Patologia Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II TOTAL 3º Período Fisiologia e Biofísica II Agressão e Defesa do Corpo Humano II Semiologia e Semiotécnica I Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde Ética e Legislação em Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade III TOTAL 4º Período Semiologia e Semiotécnica II Fisiopatologia Farmacologia Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais Bioestatística Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV TOTAL 5º Período Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I Didática no Ensino da Enfermagem Farmacologia Aplicada à estratégia de Saúde da Família Psicologia Aplicada à Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade V TOTAL 6º Período Enfermagem na Saúde da Mulher I Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II Administração em Enfermagem I CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL 30 60 60 60 40 40 290 30 20 20 20 20 110 60 80 80 80 40 40 20 400 40 40 60 60 30 40 270 40 20 20 10 40 130 80 40 80 80 40 40 40 400 60 60 60 80 40 300 20 20 20 40 100 80 80 80 80 40 40 400 60 80 60 60 40 300 20 20 20 40 100 80 80 80 80 40 40 400 60 60 60 40 40 40 300 20 20 20 40 100 80 80 80 40 40 40 40 400 60 60 60 60 20 20 20 20 80 80 80 80 24 Epidemiologia e Saúde Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VI TOTAL 7º Período Enfermagem em Urgência e Emergência Enfermagem em Saúde da Mulher II Enfermagem na Saúde Mental Administração em Enfermagem II Vigilância em Saúde Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VII TOTAL 8º Período Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico Internato em Práticas Hospitalares I Metodologia da Pesquisa II Internato em Práticas de Saúde Comunitária I Disciplina Optativa TOTAL 9º Período Internato em Práticas de Saúde Comunitária II Internato em Práticas Hospitalares II TOTAL 10º Período Internato de Administração em Enfermagem Hospitalar e Comunitária TOTAL TOTAL GERAL DO CURRÍCULO PLENO 40 280 40 120 40 40 400 60 60 60 60 40 - 20 20 20 20 40 80 80 80 80 40 40 280 120 400 60 40 40 140 20 160 160 20 80 160 40 160 40 480 - 220 220 220 220 440 - 400 400 TOTAL DISCIPLINAS TOTAL ESTÁGIO TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2160 400 4120 800 2960 1160 412 Atualmente o curso conta com duas disciplinas optativas: RELAÇÃO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS Libras Tópicos Especiais CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TOTAL 40 40 40 40 Em atendimento à Resolução CNE/CP nº 1/2004, o curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho contempla os conteúdos curriculares sobre educação das relações étnico-raciais em diversas disciplinas, como na disciplina Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem, Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde, Vigilância em Saúde, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, dentre outras. O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho também atende ao disposto na Lei nº 9.795/1999, pois contempla conteúdos curriculares que tratam de educação ambiental em diversas disciplinas, como na disciplina Processo Saúde-Doença e Educação em 25 Saúde, Vigilância em Saúde, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, dentre outras. 1.6 CONTEÚDOS CURRICULARES O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho segue as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Enfermagem, relaciona seus conteúdos com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrando à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando assim a integralidade das ações do cuidar em enfermagem. Estes contemplam os três núcleos fundamentais do curso de Enfermagem indicados pelas DCNs: Núcleo das Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem. Neste eixo temos disciplinas do 1º período, Anatomia Descritiva e Topográfica I, Bioquímica, Biologia Celular e Molecular, Histologia e Embriologia Humana Aplicada; do 2º período, Anatomia Descritiva e Topográfica II, Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde; Agressão e Defesa do Corpo Humano I, Fisiologia e Biofísica I, Patologia; do 3º período, Agressão e Defesa do Corpo Humano II, Fisiologia e Biofísica II; do 4º período, Fisiopatologia, Farmacologia; do 5º período, Farmacologia Aplicada à Estratégia da saúde e da família; do 6º período, Epidemiologia e Saúde; do 7º período, Vigilância em Saúde. Núcleo das Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença. Neste eixo temos disciplinas do 1º período, História e Exercício da Enfermagem, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem; do 2º período, Anatomia Metodologia da Pesquisa I; do 3º período, Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde, Ética e Legislação em 26 Enfermagem; do 4º período, Bioestatística; do 5º período, Psicologia Aplicada à Enfermagem; do 8º período, Metodologia da Pesquisa II, Libras (optativa). Núcleo das Ciências da Enfermagem – neste tópico de estudo incluem-se, os Fundamentos de Enfermagem – os conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem em nível individual e coletivo; a Assistência de Enfermagem – os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a assistência de Enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e ao idoso, considerando os determinantes socioculturais, econômicos e ecológicos do processo saúde-doença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem; a Administração de Enfermagem – os conteúdos (teóricos e práticos) da administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; e o Ensino de Enfermagem – os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro, independente da Licenciatura em Enfermagem. Além de proporcionar os estágios. Neste eixo temos disciplinas do 1º período, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I; do 2º período, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II; do 3º período, Semiologia e Semiotécnica I, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade III; do 4º período, Semiologia e Semiotécnica II, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV, Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Material; do 5º período, Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I, Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I, Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias, Didática no Ensino da Enfermagem, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade V; do 6º período, Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II, Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II, Enfermagem na Saúde da Mulher I, Administração em Enfermagem I, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VI; do 7º período, Enfermagem na Saúde da Mulher II, Enfermagem em Urgência e Emergência, administração em Enfermagem II, Enfermagem na Saúde Mental, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VII; do 8º período, Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico, Tópicos Especiais (optativa). 27 Estes conteúdos são distribuídos nas disciplinas obrigatórias e optativas, contemplando os aspectos fundamentais para a formação do profissional em enfermagem. Além disso, os conteúdos curriculares do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho ainda tratam dos aspectos educacionais, socioambiental, diversidade étnica e cultural e direitos humanos. Permeiam por estes conteúdos, diversas disciplinas do curso de Enfermagem, como Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem, História e Exercício de Enfermagem, Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade, Processo Saúde-Doença e Educação em Saúde, Ética e Legislação em Enfermagem, Agressão e Defesa, Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso, Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente, Enfermagem na Saúde da Mulher, Epidemiologia e Saúde, Vigilância em Saúde, Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias. O PPC do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho oferece ainda a disciplina de Libras como optativa, obedecendo ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, em que relata que a disciplina Libras deve fazer parte das disciplinas curriculares optativas nos cursos superiores, em grau de bacharéis. As ementas e unidades de estudo (disciplinas) são passíveis de revisão e avaliação ao final de cada semestre, em que a partir das reuniões de Colegiado, avalia-se o processo de ensino-aprendizagem do Curso de Enfermagem, levando em consideração todas as nuances, entre elas a matriz curricular. Todas as disciplinas pautadas no Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possuem suas referências bibliográficas adequadas para suas necessidades. Com o elenco destas disciplinas e suas respectivas abordagens, em que é adequado ao perfil proposto para os acadêmicos, o PPC do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho confere as competências, habilidades, capacidade acadêmica, profissional, além do desenvolvimento intelectual, sendo consideradas as demandas e necessidades prevalentes e prioritárias da população conforme o quadro epidemiológico do país e da região. 1.6.1 COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM AS DCN’s O próximo quadro aponta a divisão das disciplinas nos conteúdos curriculares previstos pelas Diretrizes Curriculares do Curso de Enfermagem. 28 Conteúdos Curriculares Ciências Biológicas e da Saúde Ciências Sociais Humanas Ciências Enfermagem e da Disciplinas Total de horas por disciplina Anatomia Descritiva e Topográfica I Bioquímica Biologia Celular e Molecular Histologia e Embriologia Humana Aplicada Anatomia Descritiva e Topográfica II Agressão e Defesa do Corpo Humano I e II Fisiologia e Biofísica I e II Patologia Fisiopatologia Farmacologia Farmacologia Aplicada à estratégia de saúde da família Epidemiologia e Saúde Vigilância em Saúde Processo Saúde-Doença e Educ. em Saúde História e Exercício da Enfermagem Ciências Humanas e Sociais Aplicadas à Enfermagem Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde Psicologia Aplicada à Enfermagem Bioestatística Metodologia da Pesquisa I Metodologia da Pesquisa II Ética e Legislação em Enfermagem Libras (optativa I) Semiologia e Semiotécnica I Semiologia e Semiotécnica II Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais Didática no Ensino da Enfermagem Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I Enfermagem na Saúde da Mulher I Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I Enfermagem na Saúde da Mulher II Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II Enfermagem em Paciente Crítico e Semi-crítico Enfermagem em Urgência e Emergência Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias Enfermagem na Saúde Mental Administração em Enfermagem I Administração em Enfermagem II Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II e III Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV e V Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VI Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VII 60 80 80 80 80 160 160 40 80 80 40 Total de horas por conteúdo 1060 40 40 40 40 40 80 40 40 40 40 40 40 80 80 80 40 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 20 80 80 40 40 400 1500 29 Estágios Estágio Supervisionado na Área Hospitalar I Estágio Supervisionado na Área Comunitária I Estágio Supervisionado na Área Hospitalar II Estágio Supervisionado na Área Comunitária II Estágio Supervisionado em Administração em Enfermagem 160 160 220 220 400 Total Geral 1160 4120 1.6.2 COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM OS OBJETIVOS DO CURSO Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem estão coerentes com os objetivos do curso e com o compromisso da FRM, com a região onde está inserida, orienta para a formação de profissionais integrados com a realidade local e a qualificação despertada para o aproveitamento das potencialidades socioeconômicas e culturais, de modo a formar profissionais com competência técnica para o pleno exercício da Enfermagem, através da busca da construção do conhecimento. A visão humanística e crítica da realidade social são trabalhadas ao longo de todo o curso, inserindo no aluno, por meio da conjugação da teoria à prática, uma perspectiva pluralista da prática da enfermagem. Respeitando os aspectos pedagógicos, o currículo do curso, está fortemente subsidiado por atividades complementares que corresponde a 412 horas e estágio com 1160 horas. Aborda as áreas de conhecimento, habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais à formação profissional, buscando estabelecer uma relação entre os objetivos do curso com as disciplinas aplicadas, como já evidenciado na tabela do item 1.3.2. 1.6.3 COERÊNCIA DOS CONTEÚDOS CURRICULARES COM O PERFIL DESEJADO DOS EGRESSOS Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são coerentes com o perfil desejado dos egressos do curso, pois seguem as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais, as disciplinas abordam conteúdos que formam profissionais generalistas, integrados com a realidade, com visão humanística, crítica e reflexiva, com competência técnica para o pleno exercício da Enfermagem, através da busca da construção do conhecimento. 30 1.7 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 1º PERÍODO ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA I Ementa: Bases para o estudo da anatomia e identificação das principais estruturas e funções dos órgãos que compõe cada sistema humano. Introdução ao estudo da anatomia, (conceitos, terminologia anatômica), sistemas: esquelético, articular, muscular, respiratório e circulatório. Bibliografia Básica: DANGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 183 p. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 547 p. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; (Ed.); PABST, Reinhard (Ed.). Atlas de anatomia humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 2 v. Bibliografia Complementar: BANKOFF, ADP. Morfologia e cinesiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo. Américo. Anatomia humana: sistêmica e segmentar. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 763 p. DÂNGELO, JG & FATTINI, CA. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos: com a descrição dos órgãos, junturas, músculos, vasos e nervos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009. MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 7ª ed. Sprint, 2008. ROHEN, Johannes W. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6ª ed. São Paulo: Manole, 2007. 532 p. 31 BIOQUÍMICA Ementa: Fundamentos da Bioquímica. Sistema tampão. Aminoácidos e proteínas. Enzimas. Metabolismo das principais estruturas biológicas: carboidratos, lipídeos e proteínas. Regulação hormonal do metabolismo. Bioquímica do sangue e homeostase da glicose. Composição da urina. Exames clínicos e distúrbios metabólicos. Bibliografia Básica: CHAMPE, Pámela C.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 528 p. NELSON, DL; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 386 p. Bibliografia Complementar: CAMERON, LC. Tópicos avançados em bioquímica do exercício. Shape, 2004. NELSON, DL; COX, M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. VOET, D. Bioquímica. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR Ementa: Bases para o estudo da Biologia enfatizando a evolução celular; manuseio da microscopia no estudo da célula; membranas biológicas; organelas citoplasmáticas; núcleo e divisão celular; genética molecular; hereditariedade. Bibliografia Básica: ALBERTS, B. Biologia molecular da célula. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 32 JUNQUEIRA, LCU. Biologia Estrutural dos Tecidos: histologia. Guanabara Koogan, 2005. Rio de Janeiro: Bibliografia Complementar: GARTNER, LP; HIATT, JL. Atlas colorido de histologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: Elsevier. ROSS, MH & ROWRELL. Histologia: texto e atlas em correlação com biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. SOBOTTA, J. Atlas de Histologia, Citologia e Anatomia Microscópica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA HUMANA APLICADA Ementa: Bases para o estudo dos tecidos: epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso; sistemas: locomotor, tegumentar, circulatório e respiratório; embriologia: ovogênese, espermatogênese, fecundação, clivagem, blastulação, gastrulação, neurulação, anexos embrionários, desenvolvimento fetal e parto. Bibliografia Básica: GARTNER, LP; HIATT, JL. Tratado de Histologia em cores. Rio de Janeiro: Elsevier. GARTNER, LP; HIATT, JL. Atlas colorido de histologia. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. JUNQUEIRA, LC & CARNEIRO, J. Histologia Básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. MOORE, KL. Embriologia Básica. 7ª Ed. Rio de Janeiro, 2008. Bibliografia Complementar: CORMACK, DH. Fundamentos de Histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. GENESI, F. Histologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 33 KERR, JB. Atlas de Histologia Funcional. São Paulo: Artes Médicas. KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: Elsevier. MOORE, KL. Embriologia Clínica. 8ª ed. Elsevier, 2008. SADLER, TW. Langman Embriologia Médica. 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. HISTÓRIA DA ENFERMAGEM Ementa: Evolução da enfermagem como ciência e profissão; sua organização e prática no mundo e no Brasil; princípios norteadores da profissão e cenário na prática em enfermagem e perspectivas futuras. Conhecimento das entidades de classe no país. Bibliografia Básica: BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. GEOVANINI, T et al. História da enfermagem: versões e interpretações. Rio de Janeiro: Revinter OGUISSO, T. (org.) Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole. Bibliografia Complementar: HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU. LIMA, MJ. O que é enfermagem. Editora Brasiliense. RIZZOTTO, MLF. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. Goiânia: Ab. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Revinter, 1999. 34 CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS À ENFERMAGEM Ementa: Conceitos fundamentais em ciências sociais: processos sociais, cultura e socialização, grupos e sistemas sociais, discriminação, a questão da pobreza, instituição sociais, família e religião. Ética e sua dimensão no mundo profissional. Bibliografia Básica: CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995. COSTA, C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2002. SCURO NETO, P. Sociologia Ativa e Didática. São Paulo: Saraiva, 2004. Bibliografia Complementar: ADAM, P; HERZLICH, C. Sociologia da doença e da medicina. São Paulo: EDUSC. BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004. DIAS, R. Introdução à Sociologia. São Paulo: Pearson, 2005. HELMAN CG. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed. TEIXEIRA, R. Mobilização social: um modelo para ação. 2008. Tratado da saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009. VARGAS, A. Bioética: impactos da pós-modernidade. Lecsu. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE I Ementa: Conhecer o funcionamento dos serviços de saúde, conhecer a confecção de um portfólio, discussão de casos referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre. Participação em atividades formacionais de incentivo á busca do auto-aprendizado. Bibliografia Básica: BARBOSA, R. Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed. 35 DURAN & VIDAL. Tutoria: aprendizagem entre iguais. Porto Alegre: Artmed. SHORES & GRACE. Manual de Portfólio. Porto Alegre: Artmed. Bibliografia Complementar: BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004. BORK, AMT. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e análises. Porto Alegre: Artmed. O corpo da enfermeira como instrumento do cuidado. Revinter, 1999. O corpo educado. 3ª ed. Autêntica, 2010. 2º PERÍODO ANATOMIA DESCRITIVA E TOPOGRÁFICA II Ementa: Bases para o estudo da anatomia e identificação dos principais órgãos, estruturas e funções que compõe cada sistema humano. Sistemas: urinário, genital masculino e genital feminino, pelve, e períneo, digestivo, sensorial, neuroanatomia (sistema nervoso periférico e central). Bibliografia Básica: DANGELO, JG; FATTINI, CA. Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu. NETTER, FH. Atlas de anatomia humana. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. SOBOTTA, J. Atlas de anatomia humana. 22ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Bibliografia Complementar: BANKOFF, ADP. Morfologia e cinesiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. DÂNGELO, JG & FATTINI, CA. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos: com a descrição dos órgãos, junturas, músculos, vasos e nervos. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009. MARQUES, ECM (org) Anatomia e fisiologia humana. São Paulo: Martinari, 2011. 303p. 36 MIRANDA, E. Bases de anatomia e cinesiologia. 7ª ed. Sprint, 2008. SOUZA, RR de. Anatomia humana. Manole, 2001. METODOLOGIA DA PESQUISA I Ementa: Desenvolvimento do projeto de pesquisa a ser executado durante a realização do trabalho de conclusão de curso específico para a área de ciências da saúde. Utilização de normas da ABNT e Vancouver. Bibliografia Básica: SEVERINO, AJ. Metodologia do trabalho científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2004. THOMAZ, JR; NELSON, JK. Métodos de pesquisa em atividade física. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. MARCONI, MA. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. Bibliografia Complementar: ANDRADE, MM. Introdução à metodologia do trabalho científico. Editora Atlas. CARVALHO, MCM de (org). Construindo o saber - metodologia científica: fundamentos e técnicas. Papirus. HOSSNE, WS; VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. Campus. BITTAR, ECB. Metodologia da Pesquisa Jurídica. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2009. AGRESSÃO E DEFESA DO CORPO HUMANO I (Parasitologia, Microbiologia e Imunologia) Ementa: Estudo dos agentes de principal agressão as vias respiratórias ao sistema nervoso, vias geniturinárias, coração, tubo digestório, suas glândulas anexas e suas defesas ao homem. Estudando os aspectos da morfologia, biologia, patogenia, diagnóstico, tratamento, profilaxia e epidemiologia dos agentes de interesse clínico representados pelos parasitos (protozoários, helmintos e artrópodes) e microbianos (bactérias, vírus e fungos) e as 37 formas de defesa do organismo mediante a presença de parasitos e microrganismos e suas respectivas patologias. Bibliografia Básica: ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier. MURRAY, et al. Microbiologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1992. NEVES, DP. Parasitologia Humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005. Bibliografia Complementar: ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier. HARVEY, RA; CHAMPE, PC; FISHER, BD. Microbiologia ilustrada. 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. ROITT, IM; BROSTOFF, J; MALE, DK. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo: Manole. TRABULSI, LR. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002. WEIR, DM; STEWAT, J. Imunologia: básica aplicada. Rio de Janeiro: Revinter. FISIOLOGIA E BIOFÍSICA I Ementa: Homeostase, líquidos corporais, bioeletrogênese, junção neuromuscular e fisiologia da contração muscular. Estudo do sistema nervoso autônomo, somatosensorial, córtex motor, núcleos da base. Sistema endócrino e suas relações com o metabolismo: tireóide, pâncreas, sistema hipotálamo-hipófise e supra-renal, sistema reprodutor. Bibliografia básica: DAVIES, A. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artmed. GUYTON, AC; HALL, JE. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Elsevier. KOEPPEN, BM; STANTON, BA. Berne & Levy: fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier. 38 Bibliografia Complementar: HANSEN, JT; KOEPPEN, BM. Netter: atlas de fisiologia humana. Rio de Janeiro: Elsevier. COSTANZO, LS. Fisiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. SILVERTHORN, DU. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. Barueri: Manole. WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. WILMORE, JH; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. 4ª ed. Barueri: Manole, 2010. PATOLOGIA Ementa: Ultra-estrutura normal da célula e metodologia aplicada ao estudo da Patologia. Inflamações. Lesões reversíveis e alterações vasculares. Imunopatologia e infecção. Lesões pré- cancerosas, carcinogênese e neoplasias, patologia geográfica do câncer. Patogênese das doenças genéticas. Bibliografia Básica: BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. KING, CT. Patologia. Rio de Janeiro: Elsevier. MONTENEGRO, MR. Patologia Processos Gerais. São Paulo: Atheneu. Bibliografia Complementar: BOGLIOLO, L. Bogliolo patologia geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. CAMARGO, DE de; OLIVEIRA, JLV. Patologia Geral: abordagem multidisciplinar. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. FIORE, MSH de; FREEMAN, WH. Atlas de Histologia. Koogan. Rio de Janeiro: Guanabara KIERSZENBAUM, AL. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. Rio de Janeiro: Elsevier. 39 PROCESSO SAÚDE-DOENÇA E EDUCAÇÃO EM SAÚDE Ementa: Processo Saúde doença, seus determinantes e condicionantes, identificação do processo saúde doença e seu registro na consulta de enfermagem, determinantes sociais da saúde: meio ambiente e saúde, processo saúde doença relacionados ao meio ambiente, conceitos de qualidade de vida, condições sanitárias (Conceitos, tipos de fossa, política sanitária), doenças relacionadas a poluição atmosférica, doenças relacionadas a poluição do lençol freático, exposição aos raios ultra violeta e seus danos a saúde, exposição ambiental ao chumbo, demais doenças relacionadas ao meio ambiente, princípios de prevenção e precaução. Bibliografia Básica: ADAM, P; HERZLICH, C. Sociologia da doença e da medicina. São Paulo: EDUSC. ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N de. Epidemiologia e saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Tratado de saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009. Bibliografia Complementar: Introdução ao estudo do meio ambiente. Poligraf, 2007. BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004. HELMAN CG. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artmed. JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre: Artmed. MCEWEN, M. Bases Teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed. A promoção da saúde em Alagoas. 2011. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE II Ementa: Conhecer o funcionamento dos serviços de saúde, conhecer a confecção de portfólio, discussão de casos referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre. Participação em 40 atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Bibliografia Básica: BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. BORK, AMT. Enfermagem Baseada em Evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. MCEWEN, M. Bases Teóricas para Enfermagem. Porto Alegre: Artmed. Bibliografia Complementar: BOLTANKI, L. As classes sociais e o corpo. 4ª ed. Graal, 2004. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões e soluções. v 2. São Paulo: Atheneu. SHORES & GRACE. Manual de Portfólio. Porto Alegre: Artmed. SILVA, RBT da. Responsabilidade civil: responsabilidade civil na área da saúde. 2ª ed. Saraiva, 2009. TIMBY, BK. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. Introdução ao estudo do meio ambiente. Poligraf, 2007. OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004. 3º PERÍODO FISIOLOGIA E BIOFÍSICA II Ementa: Sistema digestório, digestão, absorção, nutrientes e micronutrientes essenciais e metabolismo; Sistema Renal e fisiologia dos néfrons, clearance; Sistema respiratório e equilíbrio cardio-circulatório; Sistema cardiovascular, ECG, hemodinâmica; Células sanguíneas e Coagulação. Bibliografia básica: DAVIES, A. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Artmed. 41 GUYTON, AC; HALL, JE. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro: Elsevier. KOEPEN, BM; STANTON, BA. Berne & Levy: fisiologia. Rio de Janeiro: Elsevier. Bibliografia Complementar: KOEPPEN, BM. Atlas de fisiologia humana de Netter. Porto Alegre: Elsevier. WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 206. WILMORE, JH; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. 4ª ed. Barueri: Manole, 2010. AGRESSÃO E DEFESA DO CORPO HUMANO II (Parasitologia, Microbiologia e Imunologia) Ementa: Estudo dos agentes de principal agressão cutâneas e vasculares, agentes oportunistas e suas defesas ao homem. Estudando os aspectos da morfologia, biologia, patogenia, diagnóstico, tratamento, profilaxia e epidemiologia dos agentes de interesse clínico representados pelos parasitos (protozoários, helmintos e artrópodes) e microbianos (bactérias, vírus e fungos) e as formas de defesa do organismo mediante a presença de parasitos e microrganismos e suas respectivas patologias, bem como as lesões produzidas por estes agentes patogênicos; estudo das vacinas; e das principais formas de defesa. Bibliografia Básica: ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Elsevier. NEVES, DP. Parasitologia humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu, 2005. TRABULSI, LR. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002. Bibliografia Complementar: ABBAS, AK; LICHTMAN, AH. Imunologia básica: funções e distúrbios do sistema imunológico. Rio de Janeiro: Elsevier. HARVEY, RA; CHAMPE, PC; FISHER, BD. Microbiologia ilustrada. 2ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. MURRAY, et al. Microbiologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1992. 42 NEVES, DP, Atlas didático de parasitologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009. ROITT, IM; BROSTOFF, J; MALE, DK. Imunologia: um resumo ilustrado. São Paulo: Manole. TRABULSI, LR; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2008. SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA I Ementa: Introdução à semiologia e semiotécnica. Teoria de exame físico. Registro em enfermagem. Sinais e sintomas. Técnicas de exame físico. Posições para exames e procedimentos. Avaliação física por sistemas e segmentos (locomotor, tipos de marcha, tórax, e sistema circulatório, abdome e sistema digestório). Avaliação nutricional. Índice de massa corpórea. Medidas antropométricas, aplicações de calor e frio, oxigenoterapia, enema. Bibliografia Básica: BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. PORTO, CC. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. POSSO, MBL. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu. Bibliografia Complementar: BICKLEY, LS; HOCKELMAN, RA. Bates: propedêutica médica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia Dourada, 2009. VOLPATO, ACB (ORG). Técnicas Básicas de Enfermagem. 3ª ed. São Paulo: Martinari, 2009. 288p. POLÍTICAS, PROGRAMAS E SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Ementa: Evolução histórica das politicas de saúde no Brasil até a formulação do Sistema Único de Saúde (SUS), com seus princípios, diretrizes e leis orgânicas. Reorganização da atenção à 43 saúde e a Estratégia Saúde da Família (ESF). Modelos assistenciais. Programas de saúde oferecidos à população. Estratégias de promoção à saúde. Problemas de saúde individual e coletiva, processo de determinação social da doença e as necessidades básicas da população nos serviços de atenção primária. O enfermeiro como educador em saúde: politica e o processo de mudança social. Prática junto às equipes da Estratégia Saúde da Família. Bibliografia Básica: Associação Paulista de Medicina. SUS: o que você precisa saber sobre o sistema único de saúde. São Paulo: Atheneu, 2010. CARVALHO, IA; SANTOS, L. Sistema Único de Saúde: comentários à Lei Orgânica de Saúde. 4ª ed. São Paulo: Unicamp, 2006. GERALDES, PC. A saúde coletiva de todos nós. Rio de Janeiro: Revinter, 1992. Bibliografia Complementar: AGUIAR, Z. SUS - antecedentes, percurso, perspectivas e desafios. BRASIL. Ministério da Saúde. Prêmio Sérgio Arouca de gestão participativa no SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. BRASIL. Ministério da Saúde. 13ª Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. FIGUEIREDO, NMA; TONINI, T (org). SUS e saúde da família para enfermagem: práticas para o cuidado em saúde coletiva. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009. 312p. MARTINS, IG da S. Conheça a Constituição: comentários à Constituição Brasileira. v 3. São Paulo: Manole. Tratado de saúde coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009. ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM Ementa: Estudo da compreensão da ética como dimensão fundamental do ser, das relações entre os seres humanos e do ser no mundo na dimensão do cuidar, evolução do pensamento científico. Lei do exercício profissional: Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, resoluções e decisões do COFEN. Aspectos da legislação de enfermagem inerente à prática profissional. Processos Éticos e Direitos do Paciente. 44 Bibliografia Básica: OGUISSO, T. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole, 2005. PINTO, LH da S. Código de ética (deontologia) dos profissionais de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2008. ZOBOLI, ELCP; OGUISSO, T. Ética e Bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo: Manole, 2006. Bibliografia Complementar: BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004. SGRECCI, E. Manual de bioética: fundamentos e ética biomédica. 3ª ed. Loyola, 2009. VARGAS, A. Bioética: impactos da pós-modernidade. Lecsu. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE III Ementa: Conhecer as políticas públicas de saúde, processo saúde-doença, discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres anteriores. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e as semiotécnicas de enfermagem. Bibliografia Básica: ALFARO-LEFÈVRE, R. Aplicação do processo de enfermagem: promoção do cuidado colaborativo. 5ª ed. São Paulo: Artmed, 2005. BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. BORK, AMT. Enfermagem baseada em evidências. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Bibliografia Complementar: Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões e soluções. v 2. São Paulo: Atheneu. 45 GERALDES, PC. A saúde coletiva de todos nós. Rio de Janeiro: Revinter, 1992. OGUISSO, T. Trajetória histórica e legal da enfermagem. São Paulo: Manole, 2005. OLIVEIRA, F. Bioética: uma face da cidadania. 2ª ed. Moderna, 2004. SCHON, DA. Educando o Profissional Reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2000. 4º PERÍODO SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II Ementa: Sinais e Sintomas. Técnicas de Exame Físico: Inspeção, Palpação, percussão e ausculta. Avaliação Nutricional. Avaliação da dor. Exame físico da pele. Exame físico dos anexos da pele. Exame físico da cabeça e pescoço, sistemas nervoso, urogenital, sensorial. Bibliografia Básica: BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. POSSO, MBL. Semiologia e semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu. Bibliografia Complementar: BICKLEY, LS; HOCKELMAN, RA. Bates: propedêutica médica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia Dourada, 2009. HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU. PORTO, CC. Semiologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 46 FISIOPATOLOGIA Ementa: Fisiopatologia dos principais transtornos do sistema digestório, nervoso, endócrino, genitourinário, transtornos do sistema tegumentar, locomotor, circulatório e respiratório. Subsídios para a tomada de decisões e assistência aos pacientes. Bibliografia Básica: ANTCZAK, S. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MCPHEE, SJ. Fisiopatologia da doença: uma introdução à medicina clínica. 5ª ed. São Paulo: Mcgraw-hill, 2007. SILBERNAGL, S. Fisiopatologia: texto e atlas. Porto Alegre: Artmed, 2006. Bibliografia Complementar: BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GOMES, IL. Fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. MONTENEGRO, MR. Patologia Processos Gerais. São Paulo: Atheneu. WIDMAIER, EP; RAFF, H. Fisiologia humana: os mecanismos das funcões corporais. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FARMACOLOGIA Ementa: Introdução à Farmacologia. Bases farmacocinéticas da Farmacologia (absorção, distribuição, metabolização e excreção) e os fatores que implicam nestes fenômenos farmacocinéticos. Estudo da farmacodinâmica (Classificação e Mecanismo de Ação Geral dos Fármacos), Farmacologia do Sistema Nervoso Autônomo, Bloqueadores da junção neuromuscular, farmacologia do sistema nervoso central. Farmacologia do aparelho cardiovascular e do sistema hematopoiético. Farmacologia respiratória, digestória e endócrina. Farmacologia dos antibióticos. Farmacologia do Câncer. Bibliografia Básica: MUNDIM, FD. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 47 RANG, HP; DALE, MM; RITTER, JM et al. Rang & Dale Farmacologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. SILVA, P. Farmacologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. Bibliografia Complementar: ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005. BOMFIM, É; BOMFIM, G. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio de Janeiro: Atheneu. CLAYTON, BD; STOCK, YN. Farmacologia na Prática da Enfermagem. 13ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. LAURENCE, LB. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Artmed. SCHELLACK, G. Farmacologia: uma abordagem didática. São Paulo: Fundamento, 2006. ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE MATERIAIS Ementa: Sistema Centro Cirúrgico no âmbito hospitalar: planta física, aspectos humanos e materiais: pessoal, material, fluxo e área de risco. O centro de material esterilizado, relação com centro cirúrgico e demais unidades, unidade de recuperação pós-anestésica. Ações e serviço de controle de infecção hospitalar e pós-cirúrgicas. O paciente no trans-operatório, recepção e recuperação pós-anestésica. Equipe cirúrgica. Biossegurança. Sistematização da Assistência de Enfermagem Perioperatória. Categorias de cirurgias quanto à urgência, principais complicações intra-operatórias potenciais, fases de cicatrização e duração, tipos de cicatrização, fatores que afetam a cicatrização da ferida cirúrgica, complicações de feridas cirúrgicas. Bibliografia Básica: KAWAMOTO, EE. Enfermagem em clínica cirúrgica. 3ª ed. São Paulo: EPU, 2008. SANTOS, NCM. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 6ª ed. São Paulo: Iatria, 2010. SILVA, MAA; RODRIGUES, AL; CESARETTI, I. Enfermagem na Unidade de Centro Cirúrgico. 2ª ed. São Paulo: EPU, 1997. 48 Bibliografia Complementar: BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. PRÁTICAS RECOMENDADAS - SOBECC. - Centro Cirúrgico, recuperação Anestésica, Central de Material e Esterilização. 3ª ed. rev e ampl. 2005. FIGUEIREDO, NMA de. Centro Cirúrgico: atuação, intervenção e cuidados de Enfermagem. 2ª ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2009. BIOESTATÍSTICA Ementa: Fases de um trabalho estatístico. Representação tabular. Representação gráfica. Distribuição de frequências. Medidas de tendência central. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Noções de correlação e regressão. Desenvolvimento do método estatístico no raciocínio específico dos fenômenos quantitativos de múltipla causação em problemas biológicos em geral e no campo da saúde. Noções sobre probabilidade, distribuição binomial, distribuição normal, testes x2 e t. Bibliografia Básica: ARANGO, HG. Bioestatística: teórica e computacional – com banco de dados reais em disco. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. DORIA FILHO, U. Introdução à bioestatística: para simples mortais. São Paulo: Elsevier, 2003. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980. Bibliografia Complementar: JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre: Artmed. MEDRONHO, RA. Epidemiologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2009. PEREIRA, MG. Epidemiologia: teoria e prática. 1995. 49 METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDAE IV Ementa: Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestre anteriores, particularmente relacionados às patologias do aparelho locomotor, circulatório, respiratório e digestório, do tórax e do abdome, ao Centro Cirúrgico, problemas éticos. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e às semiotécnicas. Bibliografia Básica: ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005. BARROS, ALBL de. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. FIGUEIREDO, NMA de. Corpo e saúde: condutas clínicas de cuidar. Rio de Janeiro: Águia Dourada, 2009. Bibliografia Complementar: COSTA, E; CARBONE, M. Saúde da Família: uma abordagem interdisciplinar. Rubio. MCPHEE, SJ. Fisiopatologia da doença: uma introdução à medicina clínica. 5ª ed. São Paulo: Mcgraw-hill, 2007. SANTOS, NCM. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 6ª ed. São Paulo: Iatria, 2010. SWEARINGEN, P. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed. 5º PERÍODO ENFERMAGEM NA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO I Ementa: Metodologia da assistência de enfermagem sistematizada a adulto e idoso (o processo de enfermagem), Enfermagem clínica, afecções agudas e crônicas, em diferentes áreas. Aspectos emocionais e manifestações psicossomáticas. Assistência de enfermagem a pacientes com feridas e lesões dermatológicas de origem clínicas. Assistência de enfermagem nas doenças 50 transmissíveis. Definições de geriatria e gerontologia, biologia do envelhecimento, aspectos sociais ligados à gerontologia, nutrição e dietética, patologias mais comuns ao idoso, geriatria preventiva, atuação da equipe multidisciplinar e compreensão neuropsicossocial. Administração de medicamentos e vias desta administração. Bibliografia Básica: BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. ROACH, SS. Introdução à enfermagem gerontológica. Koogan, 2009. Rio de Janeiro: Guanabara SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005. Bibliografia Complementar: BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de condutas para tratamento de úlceras em hanseníase e diabete. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. BRETAS, ACP; GAMBA, MA. Enfermagem e Saúde do Adulto. São Paulo: Manole. DOCHTERMAN, JMcC; BULECHEK, GM. enfermagem (NIC). Porto Alegre: Artmed, 2008. Classificação das intervenções de FREITAS, EV et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. MAGNONI, D. Perguntas e respostas em nutrição clínica. 2ª ed. Roca, 2004. NETTINA, SM. Prática de enfermagem. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SILVA, RCL (org). Feridas: fundamentos e atualizações em enfermagem. 3ª ed. rev e ampliada. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2011. 728p. ENFERMAGEM EM DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS Ementa: Doenças transmissíveis. Atuação da enfermagem nos aspectos clínicos epidemiológicos e medidas de prevenção e controle das doenças infecciosas e parasitarias, e cuidados de enfermagem. Indicação e tipos de isolamento de pacientes. 51 Bibliografia Básica: COUTO. Infecção relacionada à assistência: infecção hospitalar. 3ª ed. 2012. MEIRA, DA. Clínica de doenças tropicais e infecciosas. Interlivros. VERONESI. Tratado de Infectologia. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2006. Bibliografia Complementar: AUTO, HJ de F. Doenças Infecciosas e Parasitarias. Revinter, 2002. BRASIL. Ministério da Saúde. Hanseníase e direitos humanos. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. GERALD, M. Atlas de doenças infecciosas. Porto Alegre: Artmed. JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre: Artmed. ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE I Ementa: A criança e o adolescente: conceitos; crescimento e desenvolvimento e o contexto socioeconômico. A violência contra a criança. Medidas de prevenção nos diferentes níveis de atenção à saúde. Imunização. As políticas de saúde voltadas para a criança e o adolescente. Problemática de saúde da criança e do adolescente no Brasil, local e regional. Determinantes da morbidade infanto-juvenil. Programas de atenção à saúde da criança e do adolescente. Aspectos nutricionais. O cuidar em enfermagem à criança e ao adolescente na rede básica e hospitalar, nas instituições de ensino e de apoio à criança e ao adolescente. Bibliografia Básica: HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. SANTOS, NCM. Assistência de enfermagem materno-infantil. 2ª ed. São Paulo: Iátria, 2009. SCHMITZ, EMA. Enfermagem em Pediatria e Puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 52 Bibliografia complementar: BERHMAN, K; JENSON, N. Tratado de pediatria. 17ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. LEONE, C; TRONCHIN, DMQ. Assistência Integrada ao Recém-Nascido. São Paulo: Atheneu, 1996. MARCONDES, E et al. Pediatria básica. 9ª ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 3v. THOMPSON. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. DIDÁTICA NO ENSINO DA ENFERMAGEM Ementa: Mostrar a necessidade premente do profissional de enfermagem interferir no processo de prioridades assistenciais. A importância do seu papel no atendimento à saúde da população. Assistência de enfermagem através da didática de: oportunidade de inter-relação do paciente/cliente, sua família e a equipe multiprofissional. Desenvolvimento de meios de autoavaliação visando o crescimento pessoal e grupal. Processo de ensino aprendizagem. Ações pedagógicas na enfermagem. Métodos e técnicas de ensino direcionadas ao indivíduo, família/grupos e comunidade. Educação profissional em enfermagem e educação continuada. Bibliografia Básica: CARVALHO, AMP; CASTRO, AD. Ensinar e ensinar. São Paulo: Thomson Pioneira, 2001. HAIDT, RCC. Curso de Didática geral. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2003. STEFANELLI, MC; CARVALHO, EC de. A Comunicação nos diferentes contextos da enfermagem. São Paulo: Manole. Bibliografia Complementar: BORK, AMT. Enfermagem de excelência: da visão à ação. Rio de janeiro: Guanabara Koogan. BORK, AMT. Enfermagem baseada em evidências. Rio de janeiro: Guanabara Koogan. GERMANO, RM. Educação e Ideologia da Enfermagem no Brasil – 1955 – 1980. São 53 Caetano do Sul: Yendis, 2007. GOMEZ. Potencializar a capacidade de aprender e pensar. Ed. Madras. FARMACOLOGIA APLICADA À ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ementa: Fármacos utilizados nos Programas de Saúde da Família, protocolos do SUS relativos à medicação básica. Fitoterapia e suas implicações. Implicações na administração de fármacos para o idoso. Cuidados na administração de fármacos na criança. Reações adversas e interações medicamentosas. Sistemas de medidas, conversões e cálculos farmacêuticos. Insulinoterapia, heparinoterapia. Bibliografia Básica: BOMFIM, É; BOMFIM, G. Guia de Medicamentos em Enfermagem. Rio de Janeiro: Atheneu. CLAYTON, BD; STOCK, YN. Farmacologia na Prática da Enfermagem. 13ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. LAURENCE, LB. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Artmed. Bibliografia Complementar: ANSEL, HC. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005. GIOVANI, AMM. Enfermagem: cálculo e administração de medicamentos. 13ª ed. São Paulo: Rideel, 2011. 407p. MUNDIM, FD. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. RANG, HP; DALE, MM; RITTER, JM et al. Rang & Dale Farmacologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. SILVA, P. Farmacologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. PSICOLOGIA APLICADA À ENFERMAGEM Ementa: Aplicando a Psicologia no determinante do comportamento humano. Introdução ao estudo do 54 comportamento organizacional; O comportamento do indivíduo nas organizações: fundamentos, valores, atitudes; Motivação; Comportamento de grupo: Definições, Grupos de Trabalho, Comunicação, Liderança e poder. Cultura organizacional. Mudança organizacional, Abordagem ao paciente enfermo, relação entre o profissional de saúde e o paciente, relações da equipe multidisciplinar, abordagem de familiares de pacientes que evoluíram para óbito, doenças psicossomáticas e seus efeitos sobre a saúde. Bibliografia Básica: FARAH, OGD. Psicologia Aplicada À Enfermagem. São Paulo: Manole. OCAMPO, ML. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas: textos de psicologia. Martins Fontes. SOTO, E. Comportamento Organizacional: o impacto das emoções. São Paulo: Cengage Learning, 2010. Bibliografia Complementar: BALLONE, GJ; ORTOLANI, IV; PEREIRA NETO, E. Da emoção à lesão: um guia de medicina psicossomática. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2007. PRETTE, AD. Psicologia das relações interpessoais. Vozes. SILVA, MJP da. Comunicação tem remédio. 6ª ed. Loyola, 2008. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE V Ementa: Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres anteriores, particularmente relacionados às patologias das infecciosas e parasitárias da criança, do adolescente, do adulto e do idoso. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e as semiotécnicas e cálculos farmacêuticos de enfermagem. Procedimentos de enfermagem. Bibliografia Básica: ANSEL & PRINCE. Manual de cálculos farmacêuticos. Porto Alegre: Artmed, 2005. CARPENITO, Lynda Juall. Manual de Diagnósticos de Enfermagem - 11ª Edição. Porto Alegre: ARTMED, 2008. 55 SOUZA, Aspácia Basile Gesteira. Enfermagem Neonatal: cuidado integral ao recémnascido. São Paulo, 2011. Bibliografia Complementar: CARPENITO, LJ. Diagnóstico de Enfermagem: aplicação à prática. Porto Alegre: Artmed, 2008. HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005. VERONESI. Tratado de Infectologia. 3ª ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 6º PERÍODO ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER I Ementa: Estudo dos fatores que fundamentam a saúde da mulher contemplando aspectos sociais, culturais, de gênero e sexualidade. O exame ginecológico (materiais e técnicas). Assistência de enfermagem em ginecologia, no cuidado integral de seu ciclo evolutivo, da puberdade ao climatério. Identificação de fatores de risco das patologias ginecológicas associadas (doenças sexualmente transmissíveis), nos âmbitos clínico, cirúrgico e ambulatorial da assistência à saúde da mulher. Métodos contraceptivos. Bibliografia Básica: BARROS, SMO de. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática assistencial. 2ª ed. São Paulo: Roca, 2009. BEREK e NOVAK. Tratado de Ginecologia. 14ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. FREITAS, F. Rotinas em Ginecologia. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. Bibliografia Complementar: FERNANDES, RAQ; NARCHI, NZ. Enfermagem e Saúde da Mulher. São Paulo: Manole. 56 CARVALHO, G. Enfermagem em Ginecologia. EPU. O corpo educado. 3ª ed. Autêntica, 2010. ENFERMAGEM EM SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO II Ementa: Assistência de enfermagem sistematizada a clientes internados e/ou em seguimento ambulatorial, em unidades de clínica médica e cirúrgica e hospital-dia, abrangendo pacientes com afecções agudas e crônicas de média complexidade em diferentes áreas (especialidades), com desenvolvimentos de atividades práticas. Assistência de enfermagem nas doenças endócrinas, hematológicas, do sistema nervoso central, do sistema sensorial, urológicas e renais. Assistência à família e aos pacientes com tumores expansivos e pacientes terminais. Prevenção de acidentes no hospital. Assistência ao paciente com acidente vascular encefálico, demências, Parkinson, Alzheimer e doenças degenerativas do sistema nervoso central. Bibliografia Básica: BRETAS, Ana Cristina Passarella.; GAMBA, Mônica Antar. (Org.).Enfermagem e saúde do adulto. Barueri: Manole, 2006. 300 p. BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. (Org.). Enfermagem oncológica: conceitos e práticas. São Caetano do Sul: Yendis, 2009. 528 p. Bibliografia Complementar: HORTA, W de A. Processo de enfermagem. São Paulo: EPU. MORAES, MVG de. Atendimento Pré-Hospitalar. São Paulo: Iátria, 2010. NETTINA, SM. Prática de enfermagem. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ROACH, SS. Introdução à enfermagem gerontológica. Koogan, 2009. Rio de Janeiro: Guanabara SILVA, SC da; SIQUEIRA, ILCP de; SANTOS, AE dos. Boas Práticas de Enfermagem em Adultos: procedimentos básicos. Rio de Janeiro: Atheneu. SANTOS, I dos et al. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões, soluções. v. 2. São Paulo: Atheneu, 2005. 57 ENFERMAGEM NA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II Ementa: O Exame físico de Enfermagem na criança. Infecções congênitas e perinatais, cuidados com o recém nascido pré-maturo. Malformações congênitas, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança. Doenças graves na Infância (Diarréia, desidratação, desnutrição e obesidade, Marasmo, Kwashiorkor). Doenças comuns na infância. Infecções respiratórias, doenças otorrinolaringológicas e oftalmológicas, Síndrome nefrótica na infância, Glomerulonefrites. Bibliografia Básica: MARCONDES, E et al. Pediatria básica. 9ª ed. São Paulo: Sarvier, 2003. 3v. THOMPSON. Genética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. Bibliografia Complementar: HOCKENBERRY, MJ; WILSON, DW. Fundamentos de enfermagem pediátrica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. JORDE, Lynn B. et. al. Genética médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. SANTOS, NCM. Assistência de enfermagem materno-infantil. São Paulo: Iátria, 2004. SCHMITZ, EMA. Enfermagem em Pediatria e Puericultura. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. SOUZA, ABG. Enfermagem neonatal: cuidado integral ao recém-nascido. São Paulo: Martinari, 2011. ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM I Ementa: Teorias da administração e os serviços de enfermagem. Administração hospitalar. Processo e funções administrativas do enfermeiro. Modalidades de prestação de assistência e serviços de apoio. Planejamento, estrutura organizacional, Organograma. Manuais. Regulamentos, 58 Regimentos, Normas e Rotinas. Arquitetura hospitalar. Competências, liderança e motivação. Relacionamento interpessoal. Administração de recursos materiais: Gerenciamento de custos e resultados. Auditoria. Bibliografia Básica: KURGANT, P et al. Administração em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MARQUIS, BL; HUSTON, CJ. Administração e Liderança em enfermagem teoria e aplicação. Porto Alegre: Artmed, 1999. Bibliografia Complementar: BARBIERI, JC. Logística hospitalar. 2ª ed. Saraiva, 2009. CARVALHO, Enfermagem do trabalho de enfermagem. EPU. CHIAVENATO, I. Introdução a Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Campos, 2004. RAMALHO. Clima organizacional. LTC. EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE Ementa: Conceitos e usos da epidemiologia, do método epidemiológico e sua aplicação em estudos descritivos fundamentados no estudo de variáveis relacionadas à pessoa, lugar e tempo, dos indicadores de saúde e dos métodos analíticos de investigação. Epidemiologia das doenças infecciosas e das doenças crônicas não transmissíveis. Vigilância epidemiológica das doenças emergentes e reemergentes. Ações de enfermagem em saúde coletiva e epidemiologia. Bibliografia Básica: MEDRONHO, RA. Epidemiologia. 2ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2009. PEREIRA, MG. Epidemiologia: teoria e prática. 1995. ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Introdução à Epidemiologia. Rio de Janeiro: 59 Guanabara Koogan, 2006. Bibliografia Complementar: BENSENOR, I. Epidemiologia – abordagem prática. 2ª Ed. Sarvier, 2011. JEKEL, JF; KATZ, DL; ELMORE, JG. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre: Artmed. MICHEL, O da R. Saúde Pública: riscos e humanismos. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE VI Ementa: Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres anteriores, particularmente relacionados à administração em enfermagem, aparelho urogenital, saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes relacionadas à semiologia e as semiotécnicas e cálculos farmacêuticos de enfermagem. Procedimentos de enfermagem. Bibliografia Básica: COMPANY, Springhouse. Enfermagem em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. HIAE; LICHTENSTEIN. Clínica Médica: diagnóstico e tratamento. Cultura Médica, 2005. TRALDI, MC. Fundamentos de Enfermagem na Assistência Primária de Saúde. Alinea. Bibliografia Complementar: FIGUEIREDO, NMA de. Enfermagem oncológica: conceitos e práticas. São Caetano do Sul: Yendis, 2009. FREITAS, F. Rotinas em Ginecologia. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. JORDE, LB et al. Genética Médica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Introdução à Epidemiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 60 WONG, DL. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 7º PERÍODO ENFERMAGEM EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Ementa: Assistência ao indivíduo em situações de urgência e emergência. Primeiros Socorros e atendimento pré-hospitalar. Cuidados de enfermagem ao paciente crítico nos serviços de urgência e emergência. Atendimento ao politraumatizado, distúrbios hemorrágicos, edemas, hematomas, equimoses, fraturas e luxações, imobilizações, traumatismos crânio encefálicos e raqui-medulares, tratamento do aumento da pressão intracraniana, emergências ambientais (internação, insolação, geladura, hipotermia, reação anafilática, intoxicações). Acidentes com animais peçonhentos e mordidas de animais não peçonhentos. Corpos estranhos (condutas). Bibliografia Básica: Atendimento Pré-hospitalar ao traumatizado: PHTL. MORAES, MVG de. Atendimento Pré-Hospitalar. São Paulo: Iátria, 2010. SANTOS, NCM. Urgências e emergências para enfermagem. 2ª ed. São Paulo: Iátria, 2005. Bibliografia Complementar: BATISTA NETO, J. Cirurgia de Urgência: condutas. Revinter, 1999. DONAHOO, CA. Enfermagem em ortopedia e traumatologia. EPU. FIGUEIREDO, NMA; VIEIRA, AA de B. Emergência: atendimento e cuidados de enfermagem. 5ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis PIRES, MJB; STARLING, SVE. Manual de urgências em pronto socorro. 7ª ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2002. 61 ENFERMAGEM NA SAÚDE DA MULHER II Ementa: Estudo dos fatores que fundamentam o ciclo gravídico puerperal e amamentação. Cálculos de idade gestacional e data provável do parto, exames laboratoriais de rotina durante a gestação, incompatibilidade do fator Rh, achados obstétricos no pré-natal, vacinação em gestantes, gravidez de alto risco. Atenção à mulher no parto e à família para o nascimento. Diagnóstico do trabalho de parto, assistência à mulher no puerpério imediato e tardio cuidados de enfermagem nas intercorrências do ciclo grávido-puerperal nos diversos níveis de assistência. Aleitamento materno. Assistência à mulher portadora de HIV durante parto e puerpério. Bibliografia Básica: BARROS, SMO de. Enfermagem no Ciclo Gravídico-Puerperal. São Paulo: Manole. BARROS, SMO de. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica: guia para a prática assistencial. 2ª ed. São Paulo: Roca, 2009. REZENDE, J de. Obstetrícia Fundamental. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Bibliográfia Complementar: ALBUQUERQUE, RS de (org.) Obstetrícia: estudos com enfoque no nascimento com cuidado. São Paulo: Martinari, 2008. 152p. FREITAS, F; MARTINS-COSTA, SH et al. Rotinas em Obstetrícia. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. O corpo educado. 3ªed. Autêntica, 2010. ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL Ementa: História da psiquiatria, reforma psiquiátrica e políticas de saúde mental. O trabalho em equipe multidisciplinar e interdisciplinar. A assistência à saúde mental na comunidade, nos serviços básicos de saúde e hospitais. Transtornos mentais mais comuns, tratamentos e cuidados de enfermagem, psicofarmacologia (antipsicóticos, antidepressivos, estabilizadores de humor, ansiolíticos). Emergências psiquiátricas: condutas. 62 Bibliografia Básica: TOWSEND. Enfermagem Psiquiátrica. Guanabara. SOARES. Saúde Mental. Yendis. TANSELA. Boas Práticas de saúde mental comunitária. Manole. Bibliografia Complementar: COUTO. Hospital: acreditação. Guanabara Koogan. EARLEY. Loucura - a busca de um pai insano Sistema Saúde. Artmed. OCAMPO, ML. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas: textos de psicologia. Martins Fontes. ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Ementa: Política de pessoal, escala, distribuição e dimensionamento de recursos humanos. Desempenho funcional (supervisão). Desenvolvimento do pessoal: programas de educação em serviço. Tomada de decisões em enfermagem. Postura do profissional como trabalhador de saúde. Política de gestão do trabalho no Sistema Único de Saúde. Bibliografia Básica: KURGANT, P et al. Administração em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MARQUIS, BL; HUSTON, CJ. Administração e Liderança em enfermagem teoria e aplicação. Porto Alegre: Artmed, 1999. Bibliografia Complementar: CARVALHO. Enfermagem do trabalho. EPU. RAMALHO. Clima organizacional. LTC. DIAS. Cultura organizacional: construção, consolidação e mudanças. Atlas. 63 VIGILÂNCIA EM SAÚDE Ementa: Fundamentos teóricos, métodos e técnicas da vigilância em saúde para caracterizar os problemas de saúde. Vigilância ambiental, sanitária e epidemiológica e principais sistemas de informação em saúde. Bibliografia básica: CANDIDO, TCF. Gestão e Vigilância em Saúde Ambiental. THEX Editora, 2009. GERMANO, PML; GERMANO, MIS. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos. 3ª ed. Manole. ROUQUAYROL, MZ; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. Bibliografia Complementar: MEDRONHO, RA. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2009. PEREIRA, MG. Epidemiologia: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. Tratado de Saúde Coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009. METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZADO E INTERDISCIPLINARIDADE VII Ementa: Discussão de problemas referentes aos conhecimentos adquiridos no semestre e em semestres anteriores. Participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado. Habilidades e atitudes adquiridas durante o curso. Procedimentos de enfermagem (simulações de atendimento). Bibliografia Básica: CARPENITO, LJ. Manual de Diagnósticos de Enfermagem - 11ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. HIAE; LICHTENSTEIN. Clínica Médica: diagnóstico e tratamento. Cultura Médica, 2005. 64 TRALDI, MC. Fundamentos de Enfermagem na Assistência Primária de Saúde. Alinea. Bibliografia Complementar: TANNURE; GONÇALVES. SAE - Sistematização da Assistência de Enfermagem. Guanabara Koogan. Perguntas e respostas comentadas em enfermagem. São Paulo: Rubio, 2005. FERNANDES, AMO; PINHEIRO, AK da S. Manual do Estagiário em Enfermagem: nível superior. AB Editora. KURGANT, P. et al. Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Tratado de Saúde Coletiva. 2ª ed. Fiocruz, 2009. 8º PERÍODO ENFERMAGEM EM PACIENTE CRÍTICO E SEMI-CRÍTICO Ementa: Aspectos Organizacionais em Unidades de Terapia Intensiva. Humanização da assistência. Distúrbio hidroeletrolítico e ácido-básico. Suporte nutricional parenteral. Ventilação mecânica. Choque circulatório. Complicações agudas das cardiopatias. Hemorragia digestiva alta. Eletrofisiologia cardíaca. Coma. Parada cardiorrespiratória. Monitorização invasiva e não invasiva. Manutenção do Potencial Doador de Órgãos e Transplantes. Cateterismos, sondagens, lavagens e drenagens. Bibliografia Básica: CINTRA, EA; NISHIDE, VM; NUNES, WA. Assistência de Enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2003. DELGADO, A; KIMURA, HM. Terapia intensiva. 2009. KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. 2 v. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002. Bibliografia Complementar: BRUNNER, LS; SUDDARTH, DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 65 FIGUEIREDO. NMA. Cardiopatias: avaliação e intervenção em enfermagem. 2ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009. FIGUEIREDO. NMA. CTI: atuação, intervenção e cuidados de enfermagem. 2ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2009. GOMES, AM. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. São Paulo: EPU, 1996. HUDAK, CM; GALLO, BM. Cuidados Intensivos de Enfermagem: uma abordagem holística. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. INTERNATO EM PRÁTICAS HOSPITALARES I Ementa: Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo e/ou grupo, no âmbito hospitalar, aplicando, sob supervisão, os conhecimentos teóricopráticos, habilidades e competências adquiridas. Bibliografia Básica e Complementar: Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso. METODOLOGIA DA PESQUISA II Ementa: Elaboração, execução do projeto preliminar de pesquisa e posteriormente de monografia, seguindo as normas existentes para a redação e apresentação em data e horário estabelecidos pela Coordenação. Bibliografia Básica: TRALDI, Maria Cristina; DIAS, Reinaldo. Monografia passo a passo. 7ª ed. Alinea, 2011. SEVERINO, AL. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª ed. São Paulo: Cortez, 2004. THOMAZ, JR.; NELSON, JK. Métodos de pesquisa em atividade física. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 66 Bibliografia Complementar: BARBOSA, FT. Como escrever artigos científicos na área da saúde? Alagoas: Edufal, 2011. BARROS, AJ; LEHFELD, NAS. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Vozes. MARCONI, M de A; LAKATOS, EM. Técnicas de pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. MARCONI, M de A. Metodologia Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2004. INTERNATO EM PRÁTICAS DE SAÚDE COMUNITÁRIA I Ementa: Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo e/ou grupo, na comunidade e/ou no domicilio, aplicando, sob supervisão, os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Bibliografia Básica e Complementar: Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso. DISCIPLINAS OPTATIVAS OPTATIVA I - LIBRAS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) E INLCUSÃO Ementa: LIBRAS e educação especial: histórico, contextualização e o papel político-pedagógico da escola. O papel do professor de LIBRAS. A linguagem e a surdez. Estrutura lingüística da LIBRAS. Introdução à Gramática de LIBRAS. Bibliografia Básica: ALMEIDA, EC. & DUARTE, PM. Atividades Ilustradas e Sinais de LIBRAS. Rio de Janeiro: Revinter. QUADROS, RM de. Língua de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. STAINBACK, W; LOPES, MF. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed. 67 Bibliografia Complementar: GAIO, R; MENEGHETTI, RGK. Caminhos pedagógicos da educação especial. Petrópolis: Vozes, 2004. SACKS, Oliver W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 216 p. HONORA, Marcia; FRIZANCO, Mary Lopes Esteves. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais II. São Paulo: Ciranda Cultural, 2011, 2 v. GUARINELLO, Ana Cristina. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Plexua, 2007. OPTATIVA II – TÓPICOS ESPECIAIS Ementa: Planejamento, execução e avaliação da assistência de enfermagem demandada pelo indivíduo e/ou grupo, no hospital, na comunidade e/ou no domicílio, rememorando os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Bibliografia Básica VIANA, DL; SANTOS, VEP. Fundamentos e Práticas para estágio em enfermagem. Yendis. SILVA, MT; SILVA, SRLPT. Manual de procedimentos para estágio em enfermagem. Martinari. POLIT; BECK. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem. Artmed. Bibliografia Complementar KOCH, IGV. Texto e coerência. 13ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. MARTINS, SP. Estágio e relação de emprego. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2012. MARTINS, L. Escrever com criatividade. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2004. OLIVEIRA, A. Estágio, trabalho temporário e trabalho a tempo parcial. 3ª. São Paulo: Atlas, 2009. 68 9º PERÍODO INTERNATO EM PRÁTICAS DE SAÚDE COMUNITÁRIA II Ementa: Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro (assistenciais, administrativas, educativas e investigativas na comunidade), mediante as ações básicas de saúde com enfoque na saúde do indivíduo e da família dirigidas às pessoas em situações de saúde – doença, nas diversas fases do ciclo da vida, aplicando sob supervisão os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Bibliografia Básica e Complementar: Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso. INTERNATO EM PRÁTICAS HOSPITALARES II Ementa: Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro (assistenciais, administrativas, educativas e investigativas no âmbito hospitalar). Valorização da sistematização do trabalho com base na metodologia do processo de enfermagem, aplicando sob supervisão os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Bibliografia Básica e Complementar: Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso. 10º PERÍODO INTERNATO DE ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM HOSPITALAR E COMUNITÁRIA Ementa: Correlação teórico-prática de atividades envolvendo as funções próprias do enfermeiro 69 (assistenciais, administrativas, gerenciais, educativas e investigativas no âmbito hospitalar e comunitário). Valorização da sistematização do trabalho com base na metodologia do processo de enfermagem, aplicando sob supervisão os conhecimentos teórico-práticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Bibliografia Básica e Complementar: Estará disponível a Bibliografia utilizada nas disciplinas do curso. 1.8 METODOLOGIA O planejamento e a organização didático-pedagógica do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho procura atender as necessidades do mercado de trabalho, vinculadas aos objetivos e ao perfil profissiográfico definidos. O planejamento curricular é desenvolvido pelo núcleo docente estruturante e colegiado do curso, que procura a integração vertical e horizontal no processo ensinoaprendizagem, de modo a se assegurar uma unidade de ação didático-pedagógica que se reflete nos planos de ensino dos professores ao longo dos semestres, com a utilização de metodologias diversificadas e abrangentes, como aula expositiva dialogada, estudo dirigido, estudo de caso, dinâmica de grupo, dramatização, seminários, visitas técnicas, entrevistas, debates. No curso de Enfermagem da FRM são realizadas reuniões periódicas envolvendo a Coordenação do Curso, o corpo docente e discente, com o intuito de debater as metodologias de ensino aplicadas frente à concepção do curso, de forma a promover mecanismos eficazes de aprendizagem. Partindo-se da concepção do curso, a metodologia de ensino contempla atividades teórico-práticas, no sentido de possibilitar ao aluno um aprendizado crítico, participativo e criativo, que permita seu desenvolvimento para atuação no atual mercado de trabalho. Além disso, é incentivado o desenvolvimento de projetos/atividades/eventos em várias disciplinas do curso. A ideia é fazer com que o futuro profissional desenvolva sua iniciativa e criatividade para agir num ambiente de incerteza e mudança constante e possa continuar aprendendo e acompanhando o desenvolvimento da área. Com a observação e a discussão sobre os métodos de ensino empregados o cumprimento do Projeto Pedagógico está assegurado, permitindo ao aluno o desenvolvimento de suas habilidades e competências, com 70 abordagens inovadoras de estratégias de ensino. A metodologia utilizada visa ainda à interdisciplinaridade, está além do entendimento comum de integração das disciplinas. A interdisciplinaridade pode ser entendida como a busca constante de novos caminhos, outras realidades, novos desafios, a ousadia da busca e do construir, é ir além da mera observação, mesmo que o cotidiano nos mostre inseguranças diante do desconhecido ou estimule a indiferença para evitar maiores compromissos. Desta forma, exercer a interdisciplinaridade é construir um ambiente interativo, onde os participantes estão homogeneizados pelos saberes que são capazes de produzir coletivamente. Sendo assim, há interdisciplinaridade quando se trata de mudança de atitude, de diálogo, de parceria, que se constitui exatamente na diferença, na especificidade da ação de equipes que querem alcançar objetivos comuns, que participam em posições diferentes num mesmo grupo dedicado a atingir uma meta. O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho trabalha ainda com as questões inovadoras da disciplina Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade em que faz o aluno refletir, buscar, realizar o seu auto-aprendizado, promovendo ainda a interdisciplinaridade das disciplinas. Os docentes do curso de Enfermagem utilizam os laboratórios de informática e de saúde, pois é de fundamental importância para a viabilização das práticas, executando ainda atividades práticas no âmbito externo à faculdade, oferecendo assim um ambiente sustentável para a solidificação dos assuntos assimilados em sala de aula. Os docentes promovem ainda ensinamentos e produzem resultados na aprendizagem dos alunos através de recursos tais como: Análise de relatos de experiência; Estudo de casos sobre assuntos que estão sendo abordados na disciplina. Incentivo à participação em trabalhos científicos; Organização e/ou participação em: Semana Acadêmica, Seminários, Congressos, Mesa de Debate; Oficinas e outros; A interação das atividades pedagógicas, culturais, sociais, administrativas, de extensão e iniciação científica realizadas no âmbito da graduação em Enfermagem é responsabilidade de todos os setores institucionais: direção, coordenação de curso e de estágio, docentes e discentes. Nos tempos da modernidade é impossível tratar de práticas educativas sem levar em conta os avançados recursos tecnológicos introduzidos no meio social, nos mais diversos 71 campos da atividade humana. O profissional habilitado deve ter competência para o uso adequado destes recursos em sua área de atuação, e ao mesmo tempo saber buscar constantemente o aprimoramento e a atualização. Os docentes do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho têm como conduta metodológica o ensino e desenvolvimentos das habilidades dos alunos no uso adequado das tecnologias propostas como recursos metodológicos atuais. 1.9 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O estágio supervisionado tem a missão de articular os conhecimentos teóricos e o exercício da enfermagem em seu sentido mais amplo. As disciplinas do núcleo profissionalizante são compostas de atividades teóricas e práticas, incluindo o aprendizado em laboratórios e unidades de saúde. O Internato Supervisionado do Curso de Enfermagem oferecido no oitavo, nono e décimo períodos conforme determina as Diretrizes Nacionais, ou seja, Resolução CNE/CES 3, de 07 de novembro de 2001 será realizado em Serviços de Saúde Conveniados. Cada área de internato tem um supervisor acadêmico designado pelo Coordenador de Estágio, nos termos regimentais do estágio. Os cursos superiores têm por finalidade precípua preparar o futuro profissional para o mercado de trabalho. Esse fato evidencia a necessidade de, em sua organização, oferecer oportunidades concretas de experimentação na atividade definida para a profissionalização pretendida. Os internatos Supervisionados merecem um tratamento cuidadoso, pois é nesse espaço do currículo que se pretende estabelecer o devido ajuste entre prática e teoria, sem dicotomia, com a intenção de formar um profissional crítico e competente. O Estágio Supervisionado, de acordo com Parecer CNE/CP 28/2001, é “entendido como o tempo da aprendizagem que, através de um período de permanência, alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma profissão ou ofício”, supondo “uma relação pedagógica entre alguém que já é um profissional reconhecido em um ambiente institucional de trabalho e um aluno estagiário”. De acordo com o artigo 12 do Parecer CNE/CP 2/2002 “será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas observações realizadas e a resolução de situaçõesproblemas”. O Internato Supervisionado apresenta, assim, como finalidade, oferecer ao aluno a oportunidade de aprender com a prática do trabalho cotidiano e desenvolver experiências com 72 vistas à complementação do seu aprendizado e ao seu crescimento profissional e humano. O PPC do Curso de Enfermagem da FRM obedece a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, em que dispõe sobre o estágio de estudantes, onde relata que estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. O estágio supervisionado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho está devidamente regulamentado com o firmamento de convênios, carta de apresentação do aluno, termo de compromisso do aluno, regulamento próprio, manual do estagiário, supervisores acadêmicos, coordenação de estágio, com carga horária compatível as exigências das DCNs, mínimo de 20% da carga horária total do curso. O estágio supervisionado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem 1160 horas, implicando em 28% da carga horária total do curso. Ao término dos estágios, o aluno deverá elaborar o relatório de conclusão de estágio, podendo também ser submetido a uma avaliação. 1.10 ATIVIDADES COMPLEMENTARES A proposta das atividades complementares interage com os princípios de melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem, pois prioriza a elaboração de trabalhos e a participação em atividades formacionais de incentivo à busca do auto-aprendizado, com responsabilidade pessoal, social e intelectual. Conduz o aluno ao cumprimento da proposta educacional da instituição, em conformidade com os princípios dos respectivos projetos pedagógicos dos seus cursos de graduação, direcionados à realização do Projeto de Vida do aluno. Além das disciplinas constantes na matriz curricular, devem ser cumpridas 10% da carga horária total do curso em atividades complementares, perfazendo um total de 412 horas distribuídas de acordo com a tabela em anexo. De acordo com o art. 8º da Resolução CNE/CES 3/2001, são contempladas como atividades complementares monitorias, estágios extracurriculares, iniciação científica, programas de extensão, cursos realizados em áreas afins, eventos diversos, como seminários, palestras, oficinas, simpósios, congressos, conferências e similares de natureza científica, cultural, social, ou excepcionalmente, nos casos dos tipos de atividades que forem avaliadas pelo colegiado do curso. Estas atividades devem ser desenvolvidas ao longo do Curso conforme preconizam as diretrizes curriculares, tendo no mínimo 75% de aproveitamento, assim como, quando necessário, encaminhar para validação juntamente com um relatório da atividade. As escolhas das atividades complementares são de responsabilidade exclusiva do 73 aluno, contudo sua aceitação e validação dependem da análise da Coordenação de Curso, somente após a validação as atividades complementares passam a compor a integralização curricular do curso, cabendo ao coordenador do curso o encaminhamento à Secretaria de Alunos para o devido registro no histórico escolar do aluno. A colação de grau do aluno somente ocorrerá se a integralização curricular estiver devidamente registrada pela Secretaria Geral de Alunos. A Faculdade Raimundo Marinho possui regulamento próprio das Atividades Complementares, estando a mesma devidamente institucionalizada, e adequado quanto aos aspectos de carga horária, diversidade de atividades e formas de apresentação. As atividades complementares do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho, com carga horária total de no mínimo 412 horas, tem o seguinte desdobramento para oportunização ao aluno: DESDOBRAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES CARGA HORÁRIA Monitoria Até 100 horas no total Disciplinas isoladas, de outros cursos Até 80 horas no total Participação em eventos, como seminários, congressos, conferências, encontros estudantis, cursos de atualização Até 160 horas no total. Núcleos temáticos Até 100 horas no total. Atividades de extensão Até 160 horas no total. Atividades Culturais Até 50 horas no total. Estágios não obrigatórios Até 200 horas no total. Atividades de iniciação científica Até 100 horas no total. Trabalhos publicados/apresentados Até 30 horas no total. Administração e representação em entidades estudantis Até 30 horas no total. Representação em colegiados da FRM Até 20 horas no total. TOTAL 1030 horas. 1.11 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma exigência curricular na formação acadêmica e profissional de nível superior, e consiste no desenvolvimento de trabalho de pesquisa sobre tema de livre escolha do acadêmico, desde que relacionado ao curso de graduação em que está regularmente matriculado, assim como às áreas de conhecimentos 74 determinadas pelo Colegiado do Curso. O TCC tem como objetivo propiciar aos acadêmicos: a ocasião de demonstrar o grau de habilitação adquirido; o aprofundamento temático; o estímulo à produção científica e à consulta de bibliografia especializada; o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica de seu objeto de estudo; a discussão e uso de conceitos pertinentes ao quadro teórico escolhido, acompanhados ou não de uma pesquisa empírica. O discente deverá apresentar seu projeto devidamente acompanhado e homologado pelo orientador até o término do 8º período, sendo a nota de avaliação do projeto a nota da disciplina Metodologia da Pesquisa II. O orientador deverá ser um professor da Faculdade Raimundo Marinho, vinculado ao curso no qual esteja matriculado o aluno orientando, mediante listagem expedida pela Coordenação de Curso, esta listagem irá conter o nome do orientador, a área afim, e a capacidade de orientandos. Excepcionalmente, mediante a devida fundamentação e com a autorização do Coordenador do Curso, o orientador poderá ser de outra instituição de ensino superior, neste caso sem remuneração e sem formação de vínculo de qualquer natureza entre o docente e a Faculdade Raimundo Marinho. Sendo assim a avaliação do trabalho de conclusão de curso será realizada de forma individual, com uma apresentação sob a forma escrita, nos moldes de monografia, bem como também deverá ser apresentado oralmente para uma banca examinadora, nomeada pela coordenação do curso. Após apresentação em sessão pública, a banca examinadora emitirá conceito de nota de 0 (zero) a 10 (dez) e o discente será, portanto considerado: a) Aprovado, se obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete inteiros); b) Reprovado, se obtiver média menor que 7,0 (sete inteiros). Em caso de reprovação, a coordenação do curso, ouvindo o orientador, estabelecerá prazo para a nova entrega e apresentação do manuscrito para nova banca examinadora. A Faculdade Raimundo Marinho possui regulamento próprio dos Trabalhos de Conclusão de Curso. REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), do currículo pleno dos cursos de graduação da Faculdade Raimundo Marinho, indispensáveis para a obtenção de grau. 75 Art. 2. O Trabalho de Conclusão de Curso consiste em pesquisa orientada e relatada sob a forma de Monografia, Relatório, Artigo Científico, dentre outras, de acordo com a exigência das Diretrizes Curriculares Nacionais, Projetos Pedagógicos de cada Curso, do Regimento Interno e deste Manual, nas diversas áreas que compõem os Cursos de Graduação da FRM. Art. 3. O Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo permitir aos alunos do Curso de Graduação a manifestação do grau de capacitação alcançado no curso, o aprofundamento temático, a consulta de bibliografia e o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica da área escolhida para pesquisa. Art. 4. O Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser elaborado individual ou em dupla, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, Projetos Pedagógicos de cada Curso e do Regimento Interno. II – DOS PROFESSORES-ORIENTADORES Art. 5. O Trabalho de Conclusão de Curso é atividade de natureza acadêmica, cabendo ao aluno escolher o professor-orientador, a partir da indicação de docentes disponíveis para orientação no âmbito do curso em que esteja matriculado. Art. 6. Caso o trabalho seja em forma de monografia, no período devidamente indicado nos Projetos PPC de cada curso, ao assinar o projeto de pesquisa, o professor estará aceitando a orientação e será remunerado pelos trabalhos orientados, conforme regulamentação da Direção Geral. Parágrafo Único: O orientador deverá assinar a carta de aceite. (Ver Apêndice A). Art. 7. Nos cursos em que o trabalho não for monográfico, também, deve ser entregue de acordo com as exigências dos respectivos Projetos Pedagógicos e o orientador também será remunerado pelos trabalhos orientados. Art. 8. Cabe ao professor-orientador executar orientação, indicando bibliografias, além de sugerir reformulações a serem realizadas no trabalho pelos alunos. Essas atividades deverão ser registradas em atas, seguindo modelo disponibilizado pela coordenação de cada curso. (Ver Apêndice B). Art. 9. O orientador deverá ser um professor da Faculdade Raimundo Marinho, vinculado ao curso no qual esteja matriculado o aluno orientando. Excepcionalmente, mediante a devida fundamentação e com a autorização do Coordenador do Curso, o orientador poderá ser de outra instituição de ensino superior, neste caso sem remuneração e sem formação de vínculo de qualquer natureza entre o docente e a Faculdade Raimundo Marinho (Unidade Maceió). Art. 10. O professor-orientador tem, entre outros, o dever de emitir um relatório da situação dos orientandos, quando julgar necessário, ou quando deixar de cumprir o número mínimo de dois encontros por mês. Art. 11. A substituição do orientador poderá ser requerida pelos orientandos a qualquer tempo, desde que apresentem justificativa por escrito à Coordenação do Curso que apreciará o pedido, arcando eles com as consequências, caso não consigam em tempo hábil um novo orientador. Art. 12. O professor-orientador poderá desistir da orientação por meio de justificativa e relatório escritos, em tempo hábil, caso os alunos não correspondam ou não acatem as suas orientações, deixando-os à disposição da Coordenação do Curso. Parágrafo Único. Nessa hipótese, deverá ser entregue uma nova Carta de Aceite (Apêndice A). Art. 13. Os Trabalhos de Conclusão de Curso somente serão aceitos para correção com um parecer assinado pelo orientador, no qual se responsabiliza pela orientação. (Ver Apêndice C). 76 III – DO PROJETO DE TCC Art. 14. Os alunos deverão entregar o projeto de TCC (em três vias) de acordo com este regulamento, no penúltimo período (caso o trabalho seja monográfico), ao Coordenador do Curso, juntamente com a Carta de Aceite assinada pelo orientador (Apêndice A). §1º Aprovado o projeto de pesquisa, 01 (um) exemplar é arquivado na Coordenação, um fica com o orientador, e o outro é devolvido ao aluno visado pela Coordenação. §2º Uma vez aprovado o projeto de pesquisa, não será admitida a mudança de tema, salvo em casos excepcionais, previamente submetidos à apreciação do Coordenador do Curso. Art. 15. A estrutura formal do projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da ABNT sobre trabalhos acadêmicos. IV – DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 16. O aluno deverá entregar o TCC ao Coordenador, na data estabelecida para cada curso. §1º O Coordenador do Curso só aceitará a entrega do trabalho acompanhado do Termo de Isenção de Responsabilidade assinado pelo aluno (Apêndice H) e a da Autorização do orientador para entrega do TCC (Apêndice C). §2º O aluno deverá entregar três vias impressas e outra em CD para serem encaminhadas à Banca Examinadora. Art. 17. Quando o Projeto Pedagógico do Curso exigir a defesa oral do TCC, o aluno terá vinte minutos para apresentar o trabalho, devendo ser registrado em ata. (Ver Apêndice I). V – DA BANCA EXAMINADORA Art. 18. O Trabalho de Conclusão de Curso será avaliado por uma Banca Examinadora composta por 03 (três) docentes e um suplente. Dois membros titulares e o suplente serão designados pelo Coordenador do Curso e o outro será o professor orientador. § 1º Qualquer membro escolhido entre os professores da FRM, com interesse na área de abrangência da pesquisa, pode fazer parte da banca examinadora. § 2º A banca examinadora somente poderá executar os seus trabalhos com a presença dos seus três membros. § 3º Caso algum membro da banca examinadora não possa comparecer à apresentação do TCC, deverá avisar com a antecedência de uma semana, para que seja convocado o suplente. § 4º Não comparecendo qualquer dos professores designados para a banca examinadora, o Coordenador do Curso convocará um membro suplente. VI – DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO Art. 19. No caso de defesa oral, o Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser disponibilizado para os examinadores, no mínimo, com 15 (quinze) de antecedência em relação à data designada para a apresentação pública. A aceitação de exemplares do TCC após esse prazo ficará a cargo do examinador, sofrendo os autores as consequências decorrentes da não aceitação pela expiração de prazos. Parágrafo Único: Nos cursos em que não se exige a defesa oral, a Banca Examinadora deverá entregar as notas após 15 de dias do recebimento do trabalho para correção. Art. 20. A atribuição das notas ocorrerá após a correção do trabalho, levando em consideração o texto escrito e a apresentação oral, que será de 20 minutos para apresentação e dez para arguição. Excetua-se a essa regra o TCC sem defesa oral, que será levado em consideração apenas o texto escrito. § 1º Será utilizada, para atribuição das notas, ficha de avaliação individual na qual o professor apõe a nota, numa escala de 0 (zero) a 10 (dez). (Ver Apêndice J). § 2º A nota final do aluno será o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora. § 3º Para aprovação, o aluno deve ter nota igual ou superior a 7 (sete) na média atribuída pelos 77 membros da banca examinadora. Art. 21. Se reprovado, o Trabalho de Conclusão de Curso poderá ser refeito e submetido a uma nova apresentação à mesma banca (exceto casos em que algum dos docentes e o respectivo suplente não mais mantenham vínculo com a instituição), em um prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias contados a partir da data da primeira apresentação. Art. 22. No caso de plágio, a Banca Examinadora deverá reprovar o trabalho, que só poderá ser apresentado no final do semestre seguinte. Art. 23. Os Trabalhos de Conclusão de Curso aprovados serão enviados à Biblioteca da Faculdade Raimundo Marinho. Art. 24. Após aprovado, o aluno fará a entrega de 01 (uma) cópia impressa em capa dura (azul) e 01 (uma) cópia em CD com Capa do TCC na extensão pdf (conforme Apêndice N), até 30 (trinta) dias após a apresentação e pelo menos 10 (dez) dias antes da data prevista para realização da colação de grau da turma em que o aluno se encontre matriculado. VII - DA ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 25. A estrutura do trabalho deverá obedecer às exigências de um trabalho acadêmico que, de acordo com a ABNT, será organizada da seguinte forma: Elementos pré-textuais Capa (obrigatório) (ver Apêndice K) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatório) (ver Apêndice L) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatório) (ver Apêndice M) Dedicatória (opcional) - contém texto, geralmente curto, no qual o autor dedica seu trabalho a alguém. Agradecimentos (opcionais) - visa agradecer a pessoas que tenham contribuído para o sucesso do trabalho, prestar homenagem a pessoas que não estiveram diretamente relacionadas com sua realização, a entes queridos, etc. Epígrafe (opcional) - trata-se de uma citação que tenha alguma relação com o tema do trabalho. Se o texto não tiver relação com o tema, não pode ser utilizado como epígrafe. Resumo em língua vernácula (obrigatório) (deve apresentar o objetivo, a metodologia, resultados e conclusão da pesquisa de forma concisa, em um só parágrafo). Resumo em língua estrangeira (obrigatório). Lista de ilustrações (opcional) - relação de tabelas, gráficos, fórmulas, lâminas, figuras (desenhos, gravuras, mapas, fotografias), na mesma ordem em que são citadas no TCC, com indicação da página onde estão localizadas. Lista de abreviaturas e siglas (opcional) - relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas na publicação, seguidas das palavras a que correspondem escritas por extenso. Lista de símbolos (opcional) - relação de sinais convencionados, utilizados no texto, seguidos dos respectivos significados. Sumário (obrigatório) - É onde aparecem as divisões do trabalho, os capítulos e seções com a indicação das páginas onde se iniciam cada uma delas. Não se deve confundir com índice, para designar esta parte. (ver exemplo no Apêndice O). Elementos textuais Introdução: parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do tema do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho; Desenvolvimento: parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do trabalho; Conclusão: parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses. Elementos pós-textuais Referências (obrigatório) Glossário (opcional) 78 Apêndice(s) (se houver) Anexo(s) (se houver) (opcional) Índice (s) (opcional) VIII- DA FORMATAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Art. 26. O trabalho deve possuir no mínimo 30 (trinta) folhas de texto, contadas a partir da Introdução até a Conclusão. Art. 27. O trabalho deve apresentar as seguintes características ou estar em consonância com as normas da ABNT vigentes: I- Ser digitado ou impresso em espaço entrelinhas 1,5 cm (um e meio centímetro), papel branco ou reciclado, tamanho A4 (210 x 297 mm), fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 cm (doze centímetros) e deverá conter afastamento de 3,0 cm (três centímetros) nas margens superior e esquerda e 2,0 cm (dois centímetros) nas margens inferior e direita; II- Ter espacejamento 1,5 cm (um e meio centímetro) para os elementos textuais; simples para os elementos pré e pós-textuais e para o rodapé. III- O tamanho da fonte deverá ser 12 (doze), com exceção das citações diretas com mais de três linhas, que o tamanho da fonte deverá ser 11 (onze) e 10 (dez) para o rodapé; IV- A paginação fica na margem superior direita. A capa e a folha de aprovação não contam como página. Os outros elementos pré-textuais contam normalmente, só que não são enumerados. O número somente será colocado a partir da Introdução; V- O recuo do parágrafo será 1,25 cm (um vírgula vinte e cinco centímetro); distância entre os parágrafos: 6 (seis) pt (antes e depois); distância entre o texto e a subseção, e entre esta e o texto seguinte: 1 (um) espaço de caractere. VI- Cada seção da monografia será iniciada em uma nova página. 1.12 ATENDIMENTO AO DISCENTE Formas de Acesso ao Curso O acesso à instituição se dá por meio de: I - cursos de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo; alunos que tenham sido aprovados no ENEM; portadores de diploma; transferência externa. II – cursos de extensão, aberto a pessoas que atendam os requisitos exigidos pela Faculdade. O início e a continuidade do funcionamento dos cursos da Faculdade Raimundo Marinho estão submetidos às normas específicas para os diversos níveis e modalidades de ensino. Os interessados em conhecer o curso de uma forma geral, possui livre acesso às informações pelo site da instituição. O acesso virtual aos meios eletrônicos de comunicação está disponibilizado aos acadêmicos durante 24 horas por dia. São eles: 79 Por meio da Internet – Portal eletrônico (www.frm.edu.br), ou via correio eletrônico, os alunos têm outra via de acesso aos professores, diretores, coordenadores, bem como aos setores administrativos da Faculdade; Por meio do Portal Acadêmico - Utilizando uma senha individual, os alunos têm acesso ao ALUNO NET, onde obtém informações referentes ao seu desempenho acadêmico: notas, frequências, resultados de solicitações, entre outras informações; como também informações referentes à sua situação financeira junto à IES. Apoio Pedagógico e Psicopedagógico aos Discentes A Faculdade Raimundo Marinho oferece à comunidade acadêmica um Núcleo de Apoio Psicopedagógico, que tem as seguintes atribuições: Proporcionar atendimento e orientação psicopedagógica; Orientar e apoiar o aluno em suas atividades acadêmicas; Encaminhar para atendimento especializado aqueles que necessitam deste tipo de acompanhamento. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP) consiste numa ação multidisciplinar voltada para o atendimento e orientação dos discentes, docentes e funcionários no que tange à superação de dificuldades do relacionamento interpessoal, distúrbios comportamentais, emocionais e de aprendizagem que afetem o desempenho dos mesmos dentro e fora da IES. Esse núcleo possibilitará à comunidade acadêmica refletir sobre sua condição social, pedagógica e emocional, compreendendo a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem, especialmente seu papel como protagonista desse processo. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico da Faculdade Raimundo Marinho tem o seu funcionamento disciplinado em Regulamento próprio. Atendimento Extraclasse A coordenação do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho disponibiliza horários para atendimento exclusivo aos discentes, seja individual ou coletivo, a 80 fim de tratar de questões acadêmicas ou corriqueiras, buscando sempre dirimir as dúvidas e as orientações que possam existir. O acompanhamento, individual/institucional, dirigido aos discentes em geral é, desenvolver um trabalho diferenciado aos discentes, no que tange a adaptação emocional, psicológica e cognitiva. Em geral são enfocados os seguintes aspectos: Conhecer as normas e procedimentos da IES; Desenvolver atitudes acadêmicas do discente na Instituição; Orientar quanto ao Estágio; Orientar e desenvolver interesses pelos Trabalhos do Curso; Orientar quanto à frequência e cumprimento da Carga Horária de Atividades Complementares; A Coordenação do Curso executa com os alunos do 1º período, nos dias iniciais às aulas, a visitação das dependências da Faculdade, para que eles possam ir se familiarizando com os locais que terão maior necessidade de acesso. Monitoria A Monitoria tem como objetivo propiciar ao aluno oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino, iniciação científica e extensão; assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente nas funções universitárias; propiciar ao aluno oportunidades de preparação e pré-capacitação profissional, nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço, exploração de aptidões intelectuais e descobertas de vocações. Para ser monitor, o aluno deverá se submeter à seleção que será realizada de acordo com as normas do Regulamento de Monitoria e do respectivo Edital de convocação de seleção. REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA A Faculdade Raimundo Marinho – FRM, em conformidade com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 – que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e em consonância com o seu Plano de Desenvolvimento Institucional, em articulação com os Projetos PolíticoPedagógicos de seus cursos de graduação, instituiu um Programa de Monitoria com o intuito de oportunizar diferentes atividades acadêmicas complementares e assim, qualificar o processo de ensino-aprendizagem em seus diversos cursos. 81 CAPÍTULO I DA NATUREZA E OBJETIVOS Art.1º - A atividade de Monitoria é concebida como um instrumento de apoio didático-pedagógico, realizado por um discente, que auxilia aos docentes dos cursos no desempenho das suas atividades discentes. Art. 2º - A Monitoria é também uma atividade de caráter complementar, promovendo a qualificação discente no seu processo formativo na realização de atividades extraclasse. Art. 3º - A atividade de monitoria não constitui vínculo empregatício entre o estudante e a FRM. Art. 4º - As horas de dedicação à Monitoria, comprovadas, serão convertidas em horas complementares, seguindo os critérios estabelecidos para atividades complementares de cada curso. Art. 5º - A atividade de Monitoria será exercida por discentes regularmente matriculados, mediante processo de seleção, com critérios estabelecidos em Edital para Seleção de Monitoria da FRM no início de cada semestre letivo, respeitando as determinações deste Regulamento. Art. 6º - São objetivos da monitoria: §1º - Assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente dos cursos da FRM nas funções acadêmicas; §2º - Ampliar a formação acadêmica do corpo discente, criando condições para o aprofundamento de seus conhecimentos na disciplina/área objeto de monitoria; §3º - Estimular os estudantes a buscar melhores níveis de desempenho em seus respectivos cursos; §4º - Proporcionar aos discentes um maior envolvimento na vida acadêmica da FRM, incentivando-os à docência; §5º - Propiciar ao estudante a oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente; §6º - Auxiliar aos estudantes com deficiência no aprendizado e que apresentam baixo rendimento acadêmico. §7º - Em nenhuma hipótese a monitoria substituirá um docente nas atividades de ensino dos cursos. CAPÍTULO II DA PROPOSIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA MONITORIA Art. 7º - Caberá ao professor de cada disciplina apresentar por escrito e com justificativa à Coordenação do Curso a demanda por monitoria que, após análise, encaminhará solicitação de seleção de discentes monitores, para apreciação e deliberação da Direção Acadêmica. Art. 8º - Fica à critério da Presidência a definição do quantitativo de vagas para o processo de seleção de monitores remunerados. PARÁGRAFO ÚNICO: Quando à monitoria voluntária, o quantitativo de vagas fica à critério da Coordenação de Curso. Art. 9º - Os monitores voluntários (não remunerados) estarão sujeitos às mesmas atribuições dos monitores bolsistas. Art. 10 - O estudante somente poderá exercer a atividade de monitoria em 1 (uma) disciplina à cada semestre. Art. 11 - As atividades da Monitoria se realizarão no período que compreende a data de início fixada no Edital de Seleção de Monitores, até o término do semestre letivo em questão. Art. 12 - A conclusão do curso, o trancamento ou cancelamento da matrícula implicarão, necessariamente, na interrupção da função de monitor. 82 CAPÍTULO III DO PROCESSO SELETIVO DE MONITORIA DISCENTE Art. 13 - A seleção dos candidatos às vagas de monitoria obedece aos seguintes critérios: §1º - Somente pode inscrever-se no exame de seleção, o estudante matriculado no curso e aprovado por média geral igual ou superior a 7,0 (sete) e que comprove a aprovação, na disciplina ou atividade em que pretende atuar, com nota igual ou superior a 7,0 (sete); §2º - O aluno deve ter disponível, no mínimo, 12 horas mensais para o desenvolvimento das atividades de monitoria; §3º - A inscrição será realizada segundo edital estabelecido pela Diretoria Acadêmica, conforme número de vagas solicitadas pelo coordenador do curso. §4º - A candidatura às vagas de monitoria será realizada por meio de requerimento próprio, que será disponibilizado aos alunos pela Secretaria Geral e endereçados ao Coordenador de Curso que, após o encerramento do prazo para as inscrições, verificará o atendimento dos candidatos aos requisitos de seleção e, eventualmente, aplicação dos critérios de desempate, que igualmente deverão ser objeto de previsão do edital. Art. 14 - O processo de seleção será organizado e aplicado por uma comissão composta pelos professores das disciplinas com vagas para monitoria e pelo coordenador do curso, em conformidade com o Edital de Seleção, constando de prova escrita e/ou entrevista; Art. 15 - O professor da disciplina se responsabilizará pela aplicação e avaliação da prova e/ou entrevista no processo de seleção. Parágrafo Único: Cabe ao professor da disciplina zelar para que a prova e a entrevista de seleção de monitores tenham um nível adequado e garantam a seleção de acadêmicos qualificados para a função. Art. 16 - O número de vagas, o dia e o local de realização do concurso, bem como o resultado final do processo de seleção de monitoria serão divulgados por meio de publicação de âmbito restrito à Instituição. Parágrafo Único: cabe ao coordenador do curso homologar a classificação indicada pela Comissão do Processo Seletivo de Monitoria, bem como divulgar o resultado da seleção junto ao corpo discente do respectivo curso. CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES DO MONITOR Art. 17 - O monitor exercerá suas atividades sem qualquer vínculo empregatício, observando os seguintes critérios: §1º - o monitor exercerá suas atividades sob orientação do professor responsável pela disciplina ou atividade; §2º - o horário das atividades do monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades discentes; §3º as atividades de monitoria obedecem, em cada semestre, ao plano estabelecido pelo professor, aprovado pela coordenadoria do curso. Art. 18 - São atribuições e responsabilidades do monitor: §1º - dedicar até 12 (doze) horas semanais às atividades de Monitoria, inclusive aos sábados, fixadas pelo professor, mediante necessidade da disciplina; §2º - orientar os alunos na solução de exercícios e realização de trabalhos; §3º - reportar-se, sempre que necessário ou solicitado, à Coordenação do Curso, a fim de tratar de quaisquer questões relacionadas às atividades de Monitoria; §4º - trajar-se adequadamente, de forma compatível com o perfil da Instituição; §5º - adotar postura crítica e empreendedora nas suas ações, visando o exemplar funcionamento da Monitoria, em sintonia com a concepção do Projeto Pedagógico do Curso; §6º - Até o décimo dia do mês subsequente ao encerramento do bimestre, o monitor deverá apresentar à Coordenação do Curso, relatório escrito de atividade, no qual deverá constar o parecer do professor da disciplina. 83 §7º - O relatório de atividade deverá evidenciar a frequência do monitor, o número de alunos atendidos, as dificuldades encontradas, aspectos positivos e negativos e outros que permitam avaliar o desempenho da atividade de Monitoria. §8º - cabe ainda ao monitor, auxiliar o corpo discente, sob a supervisão docente em trabalhos de laboratório, de biblioteca, de campo, orientar alunos em horários de estudos práticos e outros compatíveis como seu grau de conhecimento e experiência, auxiliando ao professor com informações a respeito das dificuldades mais comuns apresentadas pelos alunos. Art. 19 - O exercício da Monitoria poderá ser cancelado nas seguintes circunstâncias: §1º Por requerimento próprio, apresentando a justificativa; §2º Por requerimento do professor responsável, quando constatar desempenho insatisfatório no desempenho das atividades, em conjunto com o coordenador do curso; §3º Por suspensão imposta ao aluno no período em que se encontrar no exercício da Monitoria; §4º Por trancamento de matrícula; §5º Por obtenção de frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento) às atividades de Monitoria, em determinado mês; ou §6º Por não apresentar no prazo fixado, o relatório bimestral à Coordenação do Curso ao qual o monitor estiver vinculado. Art. 20 - É vedado ao monitor ministrar aulas sem o acompanhamento do professor da disciplina. CAPITULO V DAS ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DA MONITORIA Art. 21 - O professor orientador da monitoria corresponde ao docente de cada disciplina com monitor em atividade. Art. 22 - Compete ao professor orientador: §1º - Elaborar o plano de trabalho da disciplina a ser seguido pelo monitor; §2º - Traçar os objetivos a serem buscados pela atividade de monitoria; §3º - Acompanhar diretamente os trabalhos desenvolvidos pelo monitor; §4º - Orientar e acompanhar o preenchimento do relatório de monitoria pelo aluno; §5º - Assinar e validar o relatório elaborado pelo monitor, tecendo as observações que se façam necessárias. Art. 23 - Caberá ao professor responsável pela disciplina a avaliação do monitor, que deverá observar: §1º - O desempenho do aluno no desenvolvimento das atividades; §2º - Assiduidade e respeito ao programa e regras estabelecidas; §3º - Comprometimento com as atividades desenvolvidas; §4º - Interesse na matéria; §5º - O preenchimento do relatório de atividades nos períodos definidos. CAPÍTULO VI DA BOLSA DE MONITORIA DISCENTE Art. 24 - Para o exercício de suas funções, ao monitor será concedida uma bolsa de 50% do valor da mensalidade. Art. 25 - A bolsa de monitoria terá a duração de um semestre letivo. CAPÍTULO VII DA COMPETÊNCIA DAS COORDENAÇOES Art. 26 - Competem às coordenações: §1º Acompanhar o processo seletivo, relativo aos discentes do respectivo curso, observando os requisitos constantes do edital; §2º Divulgar o resultado do processo seletivo; §3º Aprovar os planos de trabalho das monitorias elaborado pelos professores orientadores; §4º Analisar e avalizar o relatório de atividades; 84 §5º Supervisionar o desempenho das monitorias e promover sua avaliação, ao final de cada semestre letivo, realizando reuniões com os monitores para verificação geral do andamento do programa, se necessário; §6º Contestar e encaminhar a frequência dos monitores; §7º Promover a substituição dos monitores que deixarem o programa; §8º Expedir e registrar o certificado de monitoria aos que integralizarem, no mínimo, um semestre de efetivo trabalho na área. §9º Analisar os casos de exclusão do aluno participante; §10º Enviar bimestralmente à Direção Acadêmica os relatórios dos monitores locados em seu curso. CAPÍTULO VIII DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 27 - A bolsa de monitoria terá a duração de um semestre letivo. Art. 28 - Os casos omissos neste regulamento serão deliberados pela Direção Acadêmica e pela Coordenação. Art. 29 - Este regulamento entrará em vigor na presente data, revogadas as disposições em contrário. Mecanismos de Nivelamento O Programa de Nivelamento tem o objetivo de minimizar as dificuldades apresentadas pelos alunos. A Faculdade Raimundo Marinho, visando formar profissionais com visão crítica sobre as questões sociais, poderá adotar mecanismos de nivelamento dos alunos nos dois primeiros períodos do Curso de Enfermagem, a fim de que as deficiências de aprendizado possam ser superadas e não se tornem obstáculos ao pleno aproveitamento dos alunos nos períodos seguintes que se compõem de matérias específicas do Curso de Enfermagem. Para suprir essas deficiências em disciplinas básicas como Português, Redação, Interpretação Textual, Biologia, Química, a Faculdade Raimundo Marinho poderá colocar à disposição dos alunos atendimento extraclasse, durante duas horas por semana, com professores da própria instituição, professores contratados exclusivamente para tais atividades ou por alunos monitores. No decorrer do curso, caso sejam identificadas dificuldades de acompanhamento por falta de domínio de um conhecimento específico, o professor e a coordenação em conjunto, poderão elaborar um programa para a recuperação deste conteúdo. 85 Existência de Meio de Divulgação de Trabalhos de Alunos A Faculdade Raimundo Marinho dispõe de espaço em seu sítio na internet para divulgação das publicações de discentes, docentes e membros da comunidade acadêmica em geral. Os trabalhos também podem ser expostos, com autorização prévia, nas dependências da instituição. Estímulo à Participação em Eventos A coordenação do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho em parceria com os docentes do Curso busca sempre despertar no alunado o desenvolvimento de trabalhos científicos, a participação em eventos, bem como a promoção de eventos. A Faculdade Raimundo Marinho incentiva a participação de seus alunos em eventos através de custeio parcial das despesas dela decorrentes, desde que os alunos apresentem trabalhos acadêmicos e/ou estejam representando oficialmente a Instituição. Ressalta-se que esse custeio depende da disponibilidade de recursos. 1.13 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO Semestralmente é realizada pela IES a avaliação institucional, através da Comissão Própria de Avaliação – CPA, em que é desenvolvido o processo de autoavaliação dos cursos, por meio do qual se busca investigar e determinar a qualidade de gestão do Coordenador de Curso, o desenvolvimento dos docentes, condições de infraestrutura do curso e da IES por meio da aplicação de questionário on-line ao corpo discente, docente e técnico administrativo. No segundo semestre tem-se a continuação do processo de Avaliação Institucional, mais abrangente, em conformidade com as diretrizes e dimensões fundamentadas na Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004, em que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, nestas também ocorre o acompanhamento das atividades por meio da emissão de relatórios com periodicidade anual, inseridos no sistema e-MEC. A Metodologia do Processo de Avaliação Institucional na Faculdade Raimundo Marinho tem início com a Campanha de Sensibilização, que estimulam do corpo docente, 86 corpo discente e corpo técnico-administrativo, a partir da construção da credibilidade da mudança e do comprometimento de todos com a Instituição. Após o período de aplicação dos formulários, todos os dados são coletados pela própria CPA, de modo isolado e sigiloso, objetivando garantir a fidedignidade do processo. São elaborados relatórios que, em momento específico, obedecendo às formalidades legais, são entregues à Direção Geral e Acadêmica, enviados através do próprio Portal Acadêmico para os gestores dos cursos e professores de forma individual. Os resultados são consolidados em formas de pontos fortes e fracos e por meio de reuniões, é feita a apreciação e discussão a respeito dos mesmos, tomando-se como base os relatórios da autoavaliação interna. Como parâmetro adota-se, os relatórios das avaliações dos cursos, objetivando observar a evolução das ações desenvolvidas e a redução dos pontos avaliados como negativos, bem como a perceber se a instituição está caminhando em direção coesa à redução de suas carências. As ações administrativas em decorrência da auto-avaliação (CPA) e das avaliações externas estão implantadas adequadamente, utilizando os resultados dos processos avaliativos como fonte de melhoria constante do curso. 1.14 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC - NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM A faculdade é uma instituição social que espelha como foco principal o desenvolvimento do diálogo do conhecimento científico-filosófico universal, possibilitando ao aluno a inserção de saberes e formas culturais exigidas para o pleno desenvolvimento humano, frente à sociedade em que vive. A utilização das tecnologias da informação e comunicação são indispensáveis no dia a dia da sociedade moderna, tendo sido tão incorporadas que muitas vezes não conseguimos imaginar como seria possível não termos acesso a elas. A faculdade não poderia funcionar alheia a essa realidade, tendo em vista que as trocas de informação acontecem cada vez mais rapidamente, além do fato de que as crianças, desde pequenas, já utilizam aparatos tecnológicos em seus quotidianos. Contudo, infelizmente, são poucas as instituições de ensino que estão organizadas para enfrentar o desafio de propiciar a interação do aluno com este mundo contemporâneo recheado de tecnologias, a fim de utilizá-las como recurso de auxílio pedagógico e não só como meio de descontração. 87 O curso de Enfermagem não ficou alheio à importância das redes sociais e seus benefícios tais como; Proporcionar melhor comunicação; Estimular maior envolvimento comunitário. Proporcionar colaboração mútua e troca de ideias entre os participantes. Maior acesso a diversos tipos de informações, inclusive sobre cursos e eventos. Os alunos e professores contam também com o Sistema Acadêmico informatizado, que permite a comunicação direta entre todos os que formam a Faculdade Raimundo Marinho. Há ainda os e-mails institucionais. O ambiente virtual de apoio didático pedagógico baseado na plataforma Acadweb, conta com as principais funcionalidades disponíveis nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem. É composto por ferramentas de avaliação, comunicação, disponibilização de conteúdo, administração e organização. A Biblioteca está informatizada, dispondo de computadores para consulta dos usuários, que podem acessar o catálogo informatizado (base de dados) e o conteúdo digital disponível. Vale ressaltar que o catálogo da biblioteca pode ser feito através do Sistema Acadêmico pela internet. Considerando a importância dessas novas tecnologias no processo de ensinoaprendizagem, as salas de aulas utilizadas pelo Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho são guarnecidas com datashow, acesso à internet, sendo disponibilizados notebooks, caixas de som e outros equipamentos importantes no contexto educacional e que permitem a adequada implementação do Projeto Pedagógico do Curso. 1.15 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINOAPRENDIZAGEM A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados considerando as competências a serem constituídas e identificar mudanças de percurso eventualmente necessárias. Na perspectiva de garantir competências profissionais, a avaliação destina-se à análise da aprendizagem dos futuros profissionais, de modo a favorecer seu percurso e regular as ações de sua formação e tem, também, a finalidade de certificar sua formação profissional. Não se trata a punir os que não alcançam o que se pretende, mas a ajudar cada aluno a 88 identificar melhor as suas necessidades de formação e empreender o esforço necessário para realizar sua parcela de investimento no próprio desenvolvimento profissional. O principal propósito da avaliação é acompanhar a experiência do aluno, no processo de construção do conhecimento, com indicação contínua da efetividade das situações didático-pedagógicas propostas. A avaliação é contínua para que possa cumprir sua função de auxílio ao processo ensino-aprendizagem. A avaliação do rendimento escolar far-se-á por meio da apuração da assinatura e da avaliação do aproveitamento de estudos. A frequência às aulas teóricas, práticas, seminários ou qualquer outra atividade escolar é obrigatória e permitida somente a alunos regularmente matriculados. Caberá ao professor o registro dos alunos às aulas e demais atividades didáticas, das quais se farão os assentamentos necessários por hora/aula ministrada. Os procedimentos de avaliação levam em consideração as metodologias propostas no Regimento da IES que são entre outras, instrumentos de verificação de assimilação de conteúdo, seminários, estudos de caso, avaliação escrita, avaliação oral, relatórios, sempre intencionando alcançar o perfil desejado para o aluno/egresso no semestre letivo da disciplina. A aferição do aproveitamento, em cada disciplina, será expressa por graus numéricos, de 0 (zero) a 10 (dez) e a nota final será obtida pela média aritmética das notas atribuídas em todas as verificações de aprendizagem realizadas durante o semestre letivo. Será considerado reprovado o aluno que não obtiver média final definida regimentalmente, obtiver grau zero no exame final ou que não alcance a frequência mínima obrigatória. Ao aluno que não cumprir a frequência mínima de 75% às aulas e demais atividades escolares de cada disciplina será vetada a prestação de exames finais. Esses procedimentos são adequados à concepção do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, e disciplinados em regimento próprio. 1.16 NÚMERO DE VAGAS A Faculdade Raimundo Marinho está apta a ofertar 150 vagas por semestre, sendo 50 no turno matutino e 100 no turno noturno em seu processo seletivo. A quantidade de vagas oferecidas e preenchidas é adequada à infraestrutura da IES, assim como ao quantitativo do corpo docente. Atualmente o curso conta com 17 profissionais pertencentes ao quadro docente e sete salas de aula disponíveis com capacidade máxima de 50 alunos, além dos demais ambientes de uso coletivo. 89 2. CORPO DOCENTE As experiências dos docentes que ministram aulas no curso de Enfermagem reiteram suas habilidades para atuar na docência em plena conformidade com o Projeto Pedagógico do Curso. Essas experiências são avaliadas, inicialmente, no processo de seleção de currículo e na entrevista e uma prova didática para uma banca de professores, com os professores que se candidataram a ministrar aulas no curso. O corpo docente do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui formação adequada à(s) disciplina(s) que ministra(m), e possui experiência compatível com a natureza das atividades acadêmicas. Além disso, esses professores procuram estar em constante processo de reciclagem, nas suas áreas de atuação profissional e docência, através de congressos, simpósios, palestras e pesquisas científicas. 2.1. ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE), SUA COMPOSIÇÃO O Núcleo Docente Estruturante (NDE) constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. As atribuições do Núcleo Docente Estruturante são, entre outras: a) Elaborar e acompanhar a implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso definindo sua concepção, fundamentos, estratégias de implementação e melhoria constante de sua qualidade; b) Zelar pelo cumprimento das diretrizes curriculares nacionais pertinentes ao curso; c) Atualizar, se necessário, periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso; d) Analisar e avaliar os planos de ensino dos componentes curriculares para a deliberação do colegiado do curso; e) Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; O Núcleo Docente Estruturante é constituído por membros do corpo docente do curso de Enfermagem, que exercem liderança acadêmica, salientando na produção de conhecimentos da área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, atuando sobre o desenvolvimento do curso. Sendo assim o NDE do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é constituído pelo Coordenador do Curso, como seu presidente e mais quatro membros do 90 corpo docente do curso. Os docentes que compõem o NDE do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possuem titulação acadêmica adequada de acordo com a Resolução nº 1/2010, logo, 60% possuem titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. Atualmente o NDE do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é composto por: PROFESSOR TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO Mestre (Presidente) Regime de Trabalho Integral Amaro Carlos dos Santos Doutor Horista Cynara Alves de França Especialista Horista Euridice Miranda Moreira Especialista Regime de Trabalho Parcial Mestre Horista Mirella Teixeira Joca Keila Adiene Guimarães Gomes Os professores do NDE contribuem para atualização do Projeto Pedagógico do Curso e das melhorias pedagógicas que são implantadas no curso. 2.2. ATUAÇÃO DO COORDENADOR A coordenadora atua diretamente junto aos órgãos de decisão relativos ao Planejamento Estratégico Institucional, Núcleo Docente Estruturante, Colegiado de Curso, Reuniões da Direção Acadêmica. As decisões tomadas são divulgadas por meio de comunicação interna, bem como registradas em atas e relatórios. Todas as funções da coordenação são previstas no Regimento Geral da Faculdade Raimundo Marinho. De maneira macro, pode-se dizer que a coordenadora do curso tem desenvolvido principalmente atividades de acompanhamento acadêmico do curso, propondo sempre capacitações e atualizações de todos os envolvidos diretamente com o curso de Enfermagem. A coordenadora tem atuado também frente às questões de atualização do PPC, junto aos órgãos institucionais, sendo eles NDE e Colegiado. Estas reuniões têm por finalidade deliberar sobre assuntos diversos que vão desde atualização dos planos de ensino, propondo adequações curriculares, até compra de livros, mudanças de ementas, verificação de procedimentos, ajuste do objetivo do curso e do perfil do egresso. A representação discente e docente não é esquecida, pois também são atendidas pela coordenadora em reuniões com os docentes e com os representantes de turma. Cabe ressaltar 91 que também faz parte das atribuições da coordenadora promover sensibilização do corpo discente, no que diz respeito à eleição dos representantes de turma, explicando a importância da representação para o curso e para a gestão eficaz. A comunidade externa não é esquecida, pois a coordenadora juntamente com sua equipe de trabalho, sempre que possível, realiza eventos abertos à comunidade. A semana acadêmica de enfermagem também tem a função de aproximar o curso junto à comunidade externa, uma vez que convida para compor suas atividades lideranças governamentais, líderes comunitários, estudantes de outras IES além de professores/pesquisadores de destaque na área de atuação do curso. Destacam-se algumas das funções da coordenadora de curso, a qual está representada pela Professora Mestre Mirella Teixeira Joca, para que se possa verificar que a mesma tem desenvolvido suas funções de acordo com o que exige o Regimento Interno da Faculdade Raimundo Marinho: Coordenar as reuniões do Colegiado do curso sob sua responsabilidade e do respectivo NDE, pondo em prática as deliberações tomadas pelo coletivo; Exercer a gestão das ações acadêmico-administrativas desenvolvidas no âmbito do curso, acompanhando os processos de transferência e sobre eles opinando, bem como os processos de equivalência; Participar dos trabalhos referentes ao aproveitamento de estudos e de adaptação de disciplinas, emitindo o parecer final; Coordenar a organização de eventos, semanas de estudos, ciclos de debates e outros, quando for promoção específica do curso; Colaborar com os órgãos acadêmicos da Faculdade Raimundo Marinho; Promover meios para a formação continuada dos docentes e servidores a serviço da Coordenação de Curso; Supervisionar as atividades docentes do curso que coordena, zelando pela execução integral das aulas e verificando se os assentamentos do Diário de Classe e outros registros estabelecidos pela Faculdade de responsabilidade docente estão sempre atualizados e se as anotações das aulas estão de acordo com os programas aprovados pelo Colegiado e Setor de Estudo, quando for o caso; Exercer outras atribuições que sejam próprias de sua função de supervisão acadêmica ou delegadas pela Direção da Faculdade Raimundo Marinho; Representar o curso em eventos e situações de natureza acadêmica. 92 2.2.1. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR O profissional que responde pela gestão e condução do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho tem como titulação e experiência: Nome: Mirella Teixeira Joca A) Dados do coordenador de Enfermagem Graduação: Graduação em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC) em 2004. Mestrado: Mestrado em Enfermagem pela UFC em 2007. Gestão Acadêmica de 2008 até os dias atuais. B) Experiência Profissional do coordenador de Enfermagem A coordenadora professora Mestre Mirella Teixeira Joca tem experiência profissional de 04 anos, já tendo atuado como enfermeira em Centro Cirúrgico e pesquisadora em projetos de pesquisa. C) Experiência de Magistério Superior da coordenadora de Enfermagem A coordenadora professora Mestre Mirella Teixeira Joca tem experiência acadêmica de 06 anos e 5 meses, já tendo lecionado em diversas instituições de ensino, em nível Profissionalizante, Graduação e Pós-Graduação. Tendo ainda coordenado o curso de Enfermagem em outras Instituições de Ensino. 2.2.2. REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO O Regime de trabalho da coordenadora do curso é Tempo Integral, com 40 horas. Sendo 25 horas destinadas às atividades fora de sala de aula e 15 horas em sala de aula. A mesma também é presidente do colegiado de Curso e do Núcleo Docente Estruturante realizando reuniões periódicas. Essas 25 horas são destinadas somente para a coordenação do curso, respeitando-se a relação entre o número de vagas anuais pretendidas/autorizadas e as horas dedicadas à coordenação está abaixo do pedido pelo conceito 5 do referido indicador, que deve ser menor ou igual a 10 horas . 93 2.3. TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO O curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho conta atualmente com 17 professores, sendo 47% especialista, 35% mestres e 18% doutores, atendendo desta forma o conceito 4 deste indicador que prevê um percentual maior ou igual que 50% de docentes com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu, uma vez que a soma de mestres e doutores é de 53%. PROFESSOR TITULAÇÃO Amaro Carlos dos Santos Doutor Cynara Alves de França Especialista Eduardo Lucena Colatino Especialista Erlon Oliveira dos Santos Doutor Euridice Miranda Moreira Especialista Gilvan Epifânio Silva Lima Doutor Hélida Acioli de Araújo Jamylle Nunes de Souza Ferro Karla Romariz Apolinário Especialista Mestre Especialista Keila Adiene Guimarães Gomes Mestre Leandro da Silva Rosa Mestre Maria Patrícia Pereira Melo Mestre Mirella Teixeira Joca Mestre Paula Maria Guimarães Marroquim Mestre Rildo Bezerra Especialista Stéphany Angel Barbosa dos Santos Especialista Telma Ferreira dos Santos Especialista As comprovações de titulação dos docentes citados estão em poder da instituição. 94 Relação Professores 1º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação Disciplinas CH¹ CS² 60 3 80 4 Biologia Celular e Molecular 80 4 Histologia e Embriologia Humana Aplicada História e Exercício de Enfermagem Ciências Humanas e Sociais Aplicadas a Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade I 80 4 40 2 40 2 20 1 Disciplinas CH¹ CS² 80 4 STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS GILVAN EPIFÂNIO SILVA LIMA PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM 071.363.434-02 Fisioterapeuta Especialista 047.427.694-57 Químico Doutor Anatomia Descritiva Topográfica I Bioquímica 053.763.804-08 Bióloga Mestre 053.763.804-08 Bióloga Mestre EDUARDO LUCENA COLATINO 055.514.894-77 Enfermeiro Especialista LEANDRO DA SILVA ROSA 261.243.568-99 Sociólogo Mestre MIRELLA TEIXEIRA JOCA 631.112.333-91 Enfermeira Mestre e 2º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS KEILA ADIENE GUIMARÃES GOMES 071.363.434-02 Fisioterapeuta Especialista Anatomia Descritiva Topográfica II e 604.928.644-20 Socióloga Mestre Metodologia da Pesquisa I 40 2 ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS 757.447.404-49 Biólogo Doutor Agressão e defesa do corpo humano I 80 4 PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS 053.763.804-08 Bióloga Mestre Fisiologia e Biofísica I 80 4 071.363.434-02 Fisioterapeuta Especialista Patologia 40 2 EDUARDO LUCENA COLATINO 055.514.894-77 Enfermeiro Especialista 40 2 MIRELLA TEIXEIRA JOCA 631.112.333-91 Enfermeira Mestre Processo Saúde Doença e Educação em Saúde Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade II 40 2 CH¹ CS² 3º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação 053.763.804-08 Bióloga Mestre Fisiologia e Biofísica II 80 4 ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS 757.447.404-49 Biólogo Doutor 80 4 EURIDICE MIRANDA MOREIRA 183.598.334-00 Enfermeira Especialista 80 4 HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO 482.876.604-91 Enfermeira Especialista 80 4 MIRELLA TEIXEIRA JOCA 631.112.333-91 Enfermeira Mestre 40 2 CYNARA ALVES DE FRANÇA 040.659.514-37 Enfermeira Especialista Agressão e Defesa do Corpo Humano II Semiologia e Semiotécnica I Políticas, Programas e Sistema Único de Saúde Ética e Legislação em Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade III 40 2 PAULA MARIA MARROQUIM GUIMARÃES Disciplinas 4º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação EURIDICE MIRANDA MOREIRA MARIA PATRÍCIA PEREIRA MELO JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO 183.598.334-00 Enfermeira Especialista Disciplinas CH¹ CS² Semiologia e Semiotécnica II 80 4 010.703.705-09 Fisioterapeuta Mestre Fisiopatologia 80 4 053.718.964-57 Farmacêutica Mestre Farmacologia 80 4 HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO 482.876.604-91 Enfermeira Especialista 80 4 AMARO CARLOS DOS SANTOS 164.494.284-49 Agrônomo Doutor 40 2 CYNARA ALVES DE FRANÇA 040.659.514-37 Enfermeira Especialista 40 2 Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Materiais Bioestatística Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade IV 95 5º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação Disciplinas CH¹ CS² Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso I Enfermagem em Doenças Infecciosas e Parasitárias Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente I Didática e Ensino da Enfermagem Farmacologia Aplicada à Estratégia de Saúde da Família Psicologia Aplicada à Enfermagem Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade V 80 4 80 4 80 4 40 2 40 2 40 2 40 2 EURIDICE MIRANDA MOREIRA 183.598.334-00 Enfermeira Especialista CYNARA ALVES DE FRANÇA 040.659.514-37 Enfermeira Especialista HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO 482.876.604-91 Enfermeira Especialista MIRELLA TEIXEIRA JOCA 631.112.333-91 Enfermeira Mestre JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO 053.718.964-57 Farmacêutica Mestre KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO 667.819.494-20 Psicóloga Especialista TELMA FERREIRA DOS SANTOS 024.098.634-26 Enfermeira Especialista 6º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação Disciplinas CH¹ CS² TELMA FERREIRA DOS SANTOS 024.098.634-26 Enfermeira Especialista 80 4 EURIDICE MIRANDA MOREIRA 183.598.334-00 Enfermeira Especialista 80 4 HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO 482.876.604-91 Enfermeira Especialista 80 4 EDUARDO LUCENA COLATINO 055.514.894-77 Enfermeira Especialista Enfermagem na Saúde da Mulher I Enfermagem na Saúde do Adulto e do Idoso II Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente II Administração em Enfermagem I 80 4 STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS 071.363.434-02 Fisioterapeuta Especialista Epidemiologia e Saúde 40 2 TELMA FERREIRA DOS SANTOS 024.098.634-26 Enfermeira Especialista Metodologias Ativas Aprendizado Interdisciplinaridade VI 40 2 de e 7º SEMESTRE Nome dos Docentes CPF Graduação Pós-Graduação Disciplinas CH¹ CS² TELMA FERREIRA DOS SANTOS 024.098.634-26 Enfermeira Especialista 80 4 EURIDICE MIRANDA MOREIRA 183.598.334-00 Enfermeira Especialista 80 4 EDUARDO LUCENA COLATINO 055.514.894-77 Enfermeiro Especialista 80 4 CYNARA ALVES DE FRANÇA 040.659.514-37 Enfermeira Especialista 40 2 RILDO BEZERRA 022.740.974-45 Enfermeiro Especialista 80 4 CYNARA ALVES DE FRANÇA 040.659.514-37 Enfermeira Especialista Enfermagem na Saúde da Mulher II Administração em Enfermagem II Enfermagem em Saúde Mental Vigilância e Saúde Enfermagem em Urgência e Emergência Metodologias Ativas de Aprendizado e Interdisciplinaridade VII 40 2 ¹CH: Carga horária das disciplinas, sempre de 60 minutos. ²CS: Carga semanal das disciplinas. 2.3.1. REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE DO CURSO Os professores são contratados, sob o regime da legislação trabalhista, para jornadas em regime de Tempo Integral ou Tempo Parcial, ou são contratados por hora-aula, tendo em vista as características das disciplinas e do profissional selecionado. O valor de remuneração da hora-aula é compatível ao praticado na região onde a instituição está inserida. 96 O curso conta atualmente com 17 professores, sendo 12 % Parcial/Integral e 88% horistas. PROFESSOR REGIME DE TRABALHO Amaro Carlos dos Santos Horista Cynara Alves de França Horista Eduardo Lucena Colatino Horista Erlon Oliveira dos Santos Horista Euridice Miranda Moreira Tempo Parcial Gilvan Epifânio Silva Lima Horista Hélida Acioli de Araújo Horista Jamylle Nunes de Souza Ferro Horista Karla Romariz Apolinário Horista Keila Adiene Guimarães Gomes Horista Leandro da Silva Rosa Horista Maria Patrícia Pereira Melo Horista Mirella Teixeira Joca Tempo Integral Paula Maria Guimarães Marroquim Horista Rildo Bezerra Horista Stéphany Angel Barbosa dos Santos Horista Telma Ferreira dos Santos Horista Relação Professores, Regime de Trabalho e Atividades na IES 1º SEMESTRE Nome dos Docentes Regime de Trabalho CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS GILVAN EPIFÂNIO SILVA LIMA PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM EDUARDO LUCENA COLATINO Horista 11h -- -- 11h -- -- -- -- -- -- Horista 04h -- -- 04h -- -- -- -- -- -- Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- LEANDRO DA SILVA ROSA Horista 05h -- -- 05h -- -- -- -- -- -- MIRELLA TEIXEIRA JOCA Tempo Parcial 40h 15h 10h 15h -- -- -- -- -- -- 97 2º SEMESTRE Nome dos Docentes Regime de Trabalho CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC 11h -- -- 11h -- -- -- -- -- -- STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS KEILA ADIENE GUIMARÃES GOMES Horista Horista 23h 03h -- 20h -- -- -- -- -- -- ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS EDUARDO LUCENA COLATINO Horista 08h -- -- 08h -- -- -- -- -- -- MIRELLA TEIXEIRA JOCA Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Horista 11h -- -- 11h -- -- -- -- -- -- Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- Tempo Parcial 40h 15h 10h 15h -- -- -- -- -- -- 3º SEMESTRE Nome dos Docentes PAULA MARIA GUIMARÃES MARROQUIM ERLON OLIVEIRA DOS SANTOS EURIDICE MIRANDA MOREIRA HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO MIRELLA TEIXEIRA JOCA CYNARA ALVES DE FRANÇA Regime de CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Horista 08h -- -- 08h -- -- -- -- -- -- Tempo Parcial 40h 10h 06h 24h -- -- -- -- -- -- Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Tempo Parcial 40h 15h 10h 15h -- -- -- -- -- -- Horista 40h 01h -- 39h -- -- -- -- -- -- Trabalho 4º SEMESTRE Nome dos Docentes Regime de CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC Tempo Parcial 40h 10h 06h 24h -- -- -- -- -- -- MARIA PATRÍCIA PEREIRA MELO Horista 04h -- -- 04h -- -- -- -- -- -- JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO Horista 06h -- -- 06h -- -- -- -- -- -- HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- AMARO CARLOS DOS SANTOS Horista 06h 01h -- 05h -- -- -- -- -- -- CYNARA ALVES DE FRANÇA Horista 40h 01h -- 39h -- -- -- -- -- -- EURIDICE MIRANDA MOREIRA Trabalho 5º SEMESTRE Nome dos Docentes EURIDICE MIRANDA MOREIRA CYNARA ALVES DE FRANÇA Regime de CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC Tempo Parcial 40h 10h 06h 24h -- -- -- -- -- -- Horista 40h 01h -- 39h -- -- -- -- -- -- Trabalho Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- Tempo Parcial 40h 15h 10h 15h -- -- -- -- -- -- JAMYLLE NUNES DE SOUZA FERRO Horista 06h -- -- 06h -- -- -- -- -- -- KARLA ROMARIZ APOLINÁRIO Horista 15h -- -- 15h -- -- -- -- -- -- TELMA FERREIRA DOS SANTOS Horista 40h -- -- 40h HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO MIRELLA TEIXEIRA JOCA 6º SEMESTRE Nome dos Docentes Regime de Trabalho CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC TELMA FERREIRA DOS SANTOS Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- EURIDICE MIRANDA MOREIRA Tempo Parcial 40h 10h 06h 24h -- -- -- -- -- -- HÉLIDA ACIOLI DE ARAÚJO Horista 16h -- -- 16h -- -- -- -- -- -- EDUARDO LUCENA COLATINO STÉPHANY ANGEL BARBOSA DOS SANTOS TELMA FERREIRA DOS SANTOS Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- Horista 11h -- -- 11h -- -- -- -- -- -- Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- 98 7º SEMESTRE Regime de Nome dos Docentes Trabalho CH AD AA AG PG AP AE OT OE AC TELMA FERREIRA DOS SANTOS Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- EURIDICE MIRANDA MOREIRA Tempo Parcial 40h 10h 06h 24h -- -- -- -- -- -- EDUARDO LUCENA COLATINO Horista 40h -- -- 40h -- -- -- -- -- -- CYNARA ALVES DE FRANÇA Horista 40h 01h -- 39h -- -- -- -- -- -- RILDO BEZERRA Horista 08h -- -- 08h -- -- -- -- -- -- CYNARA ALVES DE FRANÇA Horista 40h 01h -- 39h -- -- -- -- -- -- CH = carga horária semanal total; AD = total de horas semanais dedicadas às atividades administrativas e de gestão; AA = total de horas semanais dedicadas ao atendimento a alunos (para monitoria, iniciação científica, atividades complementares, estudos independentes e outras); AG = total de horas semanais para aulas ministradas na graduação; PG = total de horas semanais de aulas em cursos de pósgraduação da IES; AP = total de horas semanais dedicadas à pesquisa; AE = total de horas semanais dedicadas à extensão; OT = total de horas semanais dedicadas à orientação de alunos em fase de realização de trabalho de conclusão de curso (monografia, por exemplo); OE = total de horas semanais dedicadas à orientação e/ou supervisão de alunos em estágio supervisionado; AC = horas semanais destinadas à capacitação (doutorado, mestrado, especialização, aperfeiçoamento, atualização, treinamento). 2.3.2. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL DO CORPO DOCENTE O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 88% tem experiência profissional com mais de 2 anos, atendendo desta forma o conceito 5 deste indicador que prevê um percentual maior que 80%. PROFESSOR EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Amaro Carlos dos Santos 33 anos Cynara Alves de França 06 anos Eduardo Lucena Colatino 02 anos Erlon Oliveira dos Santos 09 anos Euridice Miranda Moreira 13anos Gilvan Epifânio Silva Lima 06 anos Hélida Acioli de Araújo 19 anos Jamylle Nunes de Souza Ferro 03 anos Karla Romariz Apolinário 15 anos Keila Adiene Guimarães Gomes 11 anos Leandro da Silva Rosa 06 anos Maria Patrícia Pereira Melo 04 anos Mirella Teixeira Joca 04 anos Paula Maria Guimarães Marroquim 03 anos Rildo Bezerra 07 anos Stéphany Angel Barbosa dos Santos 02 anos Telma Ferreira dos Santos 07 anos 99 2.3.3. EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 47% tem experiência profissional com mais de 3 anos, atendendo desta forma o conceito 3 deste indicador que prevê um percentual maior ou igual a 40%. PROFESSOR EXPERIÊNCIA MAGISTÉRIO Amaro Carlos dos Santos não tem Cynara Alves de França 02 anos Eduardo Lucena Colatino 01 ano Erlon Oliveira dos Santos 07 anos Euridice Miranda Moreira 13anos Gilvan Epifânio Silva Lima 11 anos Hélida Acioli de Araújo 12 anos Jamylle Nunes de Souza Ferro 02 anos Karla Romariz Apolinário 09 anos Keila Adiene Guimarães Gomes 03 anos Leandro da Silva Rosa 03 anos Maria Patrícia Pereira Melo 06 anos Mirella Teixeira Joca 05 anos Paula Maria Guimarães Marroquim 04 anos Rildo Bezerra não tem Stéphany Angel Barbosa dos Santos não tem Telma Ferreira dos Santos 01 ano 2.4. FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO O Colegiado de Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é o órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva, devendo ouvir o Núcleo Docente Estruturante. As atribuições do Colegiado são, entre outras: a) Deliberar sobre as propostas de alteração do PPC sugeridas pelo NDE; b) Deliberar sobre os programas e planos de ensino das disciplinas, mediante solicitação do NDE; 100 c) Opinar, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de pessoal docente; d) Analisar as propostas encaminhadas pelo NDE do curso. O Colegiado de Curso de Enfermagem é constituído por cinco representantes do corpo docente do curso de Enfermagem, designados pela Mantenedora, um representante do corpo discente, um representante dos colaboradores técnico-administrativos, presidido pela coordenadora do curso. Atualmente o Colegiado do curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho é composto pelos seguintes membros: NOME OCUPAÇÃO Mirella Teixeira Joca Presidente Erlon Oliveira dos Santos Docente Euridice Miranda Moreira Docente Keila Adiene Guimarães Gomes Docente Rildo Bezerra Docente Telma Ferreira dos Santos Docente Gilvânia dos Santos Discente Efron Feitosa de Souza Técnico-Administrativo O colegiado reúne-se, ordinariamente, em datas fixadas pela Coordenadora, e, extraordinariamente, quando convocado pela mesma ou por solicitação da Direção Acadêmica ou a requerimento de dois terços de seus membros. Após as deliberações das ações o documento é encaminhado para a coordenação com a finalidade de tomar as decisões em ato legal. Todas estas etapas são levadas em consideração o calendário acadêmico da IES, para melhor atender e organizar as atuações do curso, bem como atender ações imediatas por meio de reuniões extraordinárias em prol ao PPC do curso. O Colegiado do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho está disciplinado em regulamento próprio. A documentação comprobatória estará à disposição da comissão, no ato da visita in loco. 101 2.5. PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA O curso conta atualmente com 17 professores, sendo que 64% tem entre 1 a 3 produções nos últimos 3 anos, atendendo desta forma o conceito 2 deste indicador que prevê um percentual maior que 50%. PRODUÇÃO DOCENTE PROFESSOR PRODUÇÃO Amaro Carlos dos Santos 01 Cynara Alves de França 02 Eduardo Lucena Colatino não tem Erlon Oliveira dos Santos 31 Euridice Miranda Moreira 05 Gilvan Epifânio Silva Lima 02 Hélida Acioli de Araújo Jamylle Nunes de Souza Ferro Karla Romariz Apolinário não tem 24 não tem Keila Adiene Guimarães Gomes 01 Leandro da Silva Rosa 01 Maria Patrícia Pereira Melo 09 Mirella Teixeira Joca 15 Paula Maria Guimarães Marroquim 02 Rildo Bezerra não tem Stéphany Angel Barbosa dos Santos não tem Telma Ferreira dos Santos não tem 102 3. INSTALAÇÕES FÍSICAS 3.1. INSTALAÇÕES GERAIS A Faculdade Raimundo Marinho – Maceió funciona em prédio alugado, na Avenida Durval de Góes Monteiro, nº 8501, no Bairro do Tabuleiro do Martins, na cidade de Maceió, no estado de Alagoas. A área total destinada à Faculdade Raimundo Marinho é de 14.908,10 m². A área construída é de 5.658,69 m², contemplando as dependências mencionadas abaixo. Os espaços são arejados, com adequada iluminação e ventilação. INFRAESTRUTURA FÍSICA LOCAL Copa ESPECIFICIDADES Qtde 1 Mesa, 6 Cadeiras, 1 Geladeiras, 1 1 Microondas, 1 gelagua Área de Alimentação 1 Área de Circulação 1 2012 2,9 x 5,5 11,6 x 6,4 15,6 x 27,6 Banheiros 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 2 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 2 Masculino com 1 cabine para lixeiro pequeno, 2 1 PNE (BLOCO A) porta papel higiênico, 3 pias, 3 mictórios, 1 armário, 2 cabines sanitárias 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 3 Feminino com 1 cabine para PNE lixeiro pequeno, 3 1 (BLOCO A) porta papel higiênico, 3 pias, 3 cabines sanitárias, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 Masculino com 1 cabine para porta detergente, 3 1 PNE (BLOCO B) lixeiro pequeno, 3 porta papel higiênico, 3 pias, 2 2,5 x 2,5 2,5 x 2,5 3,4 x 3,4 Área (M²) 2013 2014 2015 2016-17 103 mictórios, 3 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes,, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 1 porta detergente, 3 lixeiro pequeno, 3 Feminino com 1 cabine para PNE porta papel 1 (BLOCO B) higiênico, 3 pias, 3 cabines sanitárias sendo uma para deficientes, 1 armário 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 portal papel-toalha, 2 porta detergente, 1 armário, 3 lixeiro Masculino com 1 cabine para pequeno, 3 porta 1 PNE (BLOCO C) papel higiênico, 4 pias, 3 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes, 7 mictórios. 1 lixeiro grande, 1 Espelho de parede, 1 armário, 1 portal papel-toalha, 2 porta Feminino com 1 cabine para PNE detergente, 7 lixeiro 1 (BLOCO C) pequeno, 7 porta papel higiênico, 4 pias, 7 cabines sanitárias sendo uma 1 para deficientes Instalações Administrativas 8 computadores completos, 2 ncomputing completos, 2 impressoras com 1 estabilizador, 1 telefone, 1 balcão, 8 mesas de Biblioteca computadores, 8 1 mesas, 43 cadeiras, 51 estantes para livros, 1 estante expositora, 1 estante para dvds, 8 cabines individuais de estudo, 2 arcondicionado, 2 3,4 x 3,4 4,85 x4,75 4,85 x4,75 7,2 x 13, 7,20 x 27,15 104 lixeiras, 1 pia. 1 escada, 5 salas de estudos em grupo (mesa, cadeiras e arcondicionado), 1 sala de vídeo com TV, DVD e 6 cadeiras Em planejamento Mini - Auditório (capacidade para 200 1 pessoas) 1 computador completo, 1 birô, 2 cadeiras, 6 Recepção 1 walktalks, 1 lixeiro, 1 central telefônica, 1 ar-condicionado 1 computador completo, 1 impressora com estabilizador, 4 birô, 1 armário, 1 quadro Sala do Procurador Institucional branco, caixa p/ 1 guardar equipamentos,, 3 cadeiras, 1 telefone, ar-condicionado Secretaria Geral Sala de Professores 3 computadores completos, 3 ncomputing completos, 1 impressora c/ estabilizador,, 27 1 arquivos, 5 birôs, 16 cadeiras, 3 telefones, 1 filtro de água gelada elétrico, arcondicionado. 1 computador completo, 3 ncomputing completos, impressora com estabilizador, 3 birôs, 1 mesa, 3 mesas para 1 computadores, 2 arquivos, 2 armários, 13 cadeiras, 1 quadro de chaves de salas, 1 quadro de avisos., 1 filtro de água gelada elétrico, 1 Porta copos, 1 telefones, x x 4,4 x 2,51 2,5 x 3,61 7,3 x 5 7,3 x 7,33 7,25 x 7,35 7,20 x 30,0 105 ar-condicionado. Sala de Coordenação Núcleo de Psicopedagógico Núcleo de Informação Apoio Tecnologia Gerência Administrativa 1 computador completo, 1 impressora, 2 birôs, 1 mesa para computador, 1 arquivo, 1 armário, 1 telefone, 1 ar- 1 condicionado, 3 cadeiras, 1 cadeira para espera de atendimento, 1 mural e material de escritório 2,2 x 3,1 1 4,75 x 10,7 2 computadores completos, 1 monitore, 1 teclados, 1 mouses, 1 estabilizadores, 2 nobreaks, 8 da prateleiras, 2 1 balcões, 1 birôs, 1 armário, 1 telefone, 1 lixeiro, arcondicionado, 3 cx de som, 4 notebooks. 3 datashow. 1 computador completo, 1 impressora com estabilizador,2 birôs, 1 1 arquivo, 1 armário, 1 telefone, arcondicionado 2,2 x 3,45 2,2 x 4,63 Laboratórios Informática 40 computadores (cpus, monitores, teclados, mouses, estabilizadores) 80, 1 2 datashow, arcondicionado, 1 quadro branco, 2 bancadas 3,86 x 12,66 Salas de aula 1 quadro branco, caixa p/ guardar Salas de aula (50 alunos) – Bloco equipamentos, 1 birô, 07 A 39 carteiras universitárias, 1 7,15 X 7,3 2,2 x 3,1 3,48 X 3,71 106 datashow, 1 notebook, 1 cx som,1 lixeiro, ar-condicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos,, 1 birô, Salas de aula (50 alunos) - Bloco 44 carteiras universitárias, 1 B datashow, 1 notebook, 1 lixeiro, arcondicionado 1 quadro branco, caixa p/ guardar equipamentos,, 1 birô, Salas de aula (40 alunos) - Bloco 43 carteiras C universitárias, 1 datashow, 1 lixeiro, ar-condicionado 1 quadro branco, 1 birô, - 30 carteiras Salas de aula (50 alunos) - Bloco universitárias, D datashow, 1 lixeiro, ar-condicionado 1 computador completos, 1 Direção de extensão impressora, 1birôs, 1 mesa, 1 arquivos, 1 telefone 1 computador completos, 1 Presidência da Fundação impressora, 1birôs, 1 mesa de reuniões, 1 arquivos, 1 telefone 3 computador completos, 3 impressora, 3 birôs, Sala da Fundação 10 arquivos, 2 telefone, arcondicionado 3 computadores completos, 3 birôs, 1 impressora, 2 Financeiro arquivos, 9 cadeiras, 1 fax, 1 cafeteiras, 2 telefones, arcondicionado 3 birôs, 1 mesa de reunião, 19 cadeiras, 2 armários, 1 arquivo, 1 Direção acadêmica computador completo, 1 impressora, 1 estabilizador, 1 09 7,15 X 7,2 15 4,75 X 10,7 06 x 4,6 X 10,7 1 x 3,0 X 5,93 1 x 3,61 X 8,33 1 x 3,61 X 8,33 1 x 3,48 X 3,71 1 3,50 X 7,62 107 Comunicação telefone, arcondicionado. 1 mural, 1 lixeira 1 computador completos, 1 impressora, 1birôs, 1 1 mesa, 1 arquivos, 1 telefone 4,60 X 10,70 x INFRAESTRUTURA ACADÊMICA Laboratório de Informática Equipamento Especificação Quantidade Computador Processador Intel Celeron – 1 GB memória RAM – HD de 320 GB monitor V7 de 17 polegadas Computador Processador Intel Celeron – 1 GB memória RAM – HD de 40 GB monitor V7 de 17 polegadas Projetor Epson s12+ 2012 2013 17 17 4 4 2014 2015 201617 17 computadores elcoma 15 monitores V7 de 17 polegadas 4 computadores multilaser 6 monitores sansumg 16 polegadas 50 60 80 1 Laboratórios de Saúde LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA Equipamento Especificação Microscópios Bancos Bancadas Porta sabão Porta Papel Lixeira Ar-condicionado Lâmpada de emergência Extintor de incêndio Birô CPU Data-show Estabilizador Bancada em granito para apoio dos microscópios Birô em granito Quantidade 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 26 26 26 26 26 26 26 26 26 26 05 05 05 05 05 05 05 01 01 02 01 01 01 02 01 01 01 02 01 01 01 02 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 108 Mouse Teclado Quadro Quadro Câmera de segurança Quadro de aviso Quadro branco Caixa de lâminas de histologia com 80 cada Caixa de lâminas de Parasitologia Caixa de lâminas com 30 cada Caixa de lâminas de Patologia Caixa de lâminas com 50 cada Caixa para lâminas Caixa para lâminas com 100 Caixa de lâmina com Lâmina extremidade lisa Lamínula Caixa de lamínula de 24x24 Frasco Frasco pequeno conta-gotas Caixa de lâminas Bancada Banco Ar-condicionado Porta papel Porta sabão Birô Cadeira Quadro Quadro Agitador Agitador Phmetro Phmetro Espectofotômetro Espectofotômetro Centrífuga Balança Estufa Deionizador Destilador Exaustor Mangueira Porta Placa Extintor de 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 06 06 06 06 06 06 06 06 06 02 02 02 04 04 04 04 25 04 25 04 25 03 25 01 01 03 01 02 01 01 02 03 03 03 03 01 01 03 01 02 01 01 02 01 01 03 01 02 01 01 02 02 02 02 02 02 01 05 01 01 01 01 01 01 01 01 01 05 01 01 01 01 01 01 01 01 01 05 01 01 01 01 01 01 01 01 09 09 09 09 09 15 01 01 01 01 01 LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR Bancada em granito 03 03 25 25 01 01 01 01 Porta sabão portátil 03 03 Birô branco em madeira 01 01 Cadeira sem apoio de braço 02 02 Quadro de aviso 01 01 Quadro branco 01 01 Agitador de tubo de ensaio 02 02 Agitador magnético com 02 02 aquecimento Phmetro de bancada 01 01 Phmetro portátil 05 05 Espectofotômetro visível 01 01 Espectofotômetro ultravioleta 01 01 Centrífuga de tubos de ensaio 01 01 Balança Mark Serie M 01 01 Estufa digital 01 01 01 01 Destilador de água 01 01 01 01 Mangueira apropriada para 09 09 passagem de gás Porta placa de petri 15 15 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 02 01 01 02 01 05 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 02 01 01 02 01 05 01 01 01 01 01 01 01 01 109 incêndio Lâmpada de emergência Câmera de segurança Lava-olhos Lixeira Bastão Espátulas Presilhas Bico de Büsen Becker Becker Becker Becker Becker Funil Funil Funil Funil Proveta Proveta Proveta Proveta Erlenmeyer Erlenmeyer Erlenmeyer Erlenmeyer Balões Balões Balões Balões Balões Balões Balões Frasco Frasco lamparina Lava-olhos e chuveiro de emergência Bastão em vidro Becker de 1000ml Becker de 400ml Becker de 250ml Becker de 100ml Becker de 50ml Funil de decantação de 500ml Funil de decantação de 250ml Funil de decantação de 125ml Funil de decantação de 60ml Proveta de 250ml Proveta de 100ml Proveta de 50ml Proveta de 25ml Erlenmeyer de 500ml Erlenmeyer de 300ml Erlenmeyer de 250ml Erlenmeyer de 25ml Balões volumétricos de 250ml Balões volumétricos de 125ml Balões volumétricos de 50ml Balões volumétricos de precisão de 100ml Balões volumétricos de precisão de 50ml Balões volumétricos de precisão de 25ml Balões volumétricos de precisão de 5ml Frasco de vidro âmbar com capacidade de 1000ml Frasco de vidro transparente com capacidade de 100ml Lamparina em vidro transparente 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 02 16 10 10 10 10 10 10 10 10 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 02 16 10 10 10 10 10 10 10 10 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 02 16 10 10 10 10 10 10 10 10 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 02 16 10 10 10 10 10 10 10 10 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 02 02 02 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 05 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 00 05 05 05 110 Mesas Banco Porta sabão Porta papel Lixeira Birô Cadeira Armário Prancheta Quadro Quadro Lâmpada de emergência Ar-condicionado Câmera de segurança Depósito Cobertor Tanque Balde Cadáver Membro superior Peça Peça Peça Peça Peça Esqueleto Esqueleto Esqueleto Crânio Crânio Articulação Articulação Articulação Articulação Músculo Braço Braço Perna LABORATÓRIO DE ANATOMIA Mesa em aço inox 08 25 02 01 02 Birô branco em madeira 01 Cadeira sem apoio de braço 01 Armário suspenso 01 Prancheta em madeira 22 Quadro de aviso 01 Quadro branco 01 08 25 02 01 02 01 01 01 22 01 01 08 25 02 01 02 01 01 01 22 01 01 08 25 02 01 02 01 01 01 22 01 01 08 08 08 02 02 02 02 02 02 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 09 01 09 01 09 01 09 01 01 01 01 01 01 01 01 08 08 08 08 08 08 08 01 01 01 05 01 02 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 01 01 01 05 01 02 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 01 01 01 05 01 02 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 01 01 01 05 01 02 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 Guarde-volume em plástico Plástico para cobrir o cadáver Tanque em aço inox para armazenamento do cadáver Recipiente em aço inox de forma cilíndrica cônica vertical Membro superior direito Peça anatômica – hemi-face Peça anatômica – coração Peça anatômica – rim Peça anatômica – pulmão Peça anatômica – cérebro Esqueleto com base móvel Meio esqueleto desarticulado Esqueleto pélvico feminino Crânio de encaixe em 22 partes Crânio 4 peças Articulação coxo-femural Articulação umeral Articulação de joelho Articulação de cotovelo Manequim muscular, 45 partes Braço com músculos Braço vascular Perna com músculos 02 01 02 01 01 01 22 01 01 02 01 02 01 01 01 22 01 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 02 01 02 01 01 01 22 01 01 02 02 02 02 02 02 02 04 02 02 02 02 02 111 Coração Coração Cabeça Laringe Árvore brônquica Pulmão Hérnia de disco Garganta Estômago Fígado Sistema digestório Rim Pélvis Pélvis Sistema urinário Sistema nervoso Cérebro Cérebro Olho Ouvido Medula espinhal Banco Ar-condicionado Porta papel Porta sabão Birô Cadeira Quadro Quadro Lixeira Armário Câmera de segurança Lâmpada de emergência Aparelho eletrocardiográfico Esfigmomanômetro Coração clássico Coração bypass Secção lateral de cabeça Laringe aumentada Modelo de árvore brônquica e laringe Pulmão em 7 partes Estágios de hérnia de disco e degeneração Garganta ampliada com arcada e língua Estômago com 2 partes Fígado com vesícula biliar, pâncreas e duodeno Rim com 2 partes Pélvis feminina Pélvis masculina Sistema urinário clássico Sistema nervoso Cérebro com 8 partes Cérebro com 12 partes Olho com 8 partes Ouvido ampliado com 3 partes Sistema da medula espinhal ampliada 03 03 04 04 03 03 04 04 03 03 04 04 03 03 04 04 03 03 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 04 02 02 02 02 02 02 02 03 03 03 03 03 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 02 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 25 01 01 02 01 02 01 01 02 01 25 01 01 02 01 02 01 01 02 01 01 01 02 01 02 01 01 02 01 01 01 02 01 02 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 20 20 20 20 20 20 20 LABORATÓRIO DE HABILIDADES 25 01 01 02 Birô branco em madeira 01 Cadeira sem apoio de braço 02 Quadro de aviso 01 Quadro branco 01 02 Armário suspenso 01 Esfigmomanômetro com velcro 03 03 04 04 03 03 04 04 03 03 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 01 01 02 01 02 01 01 02 01 03 02 02 02 03 02 02 01 02 01 01 01 02 01 02 01 01 02 01 112 Esfigmomanômetro adulto Esfigmomanômetro com velcro infantil Estetoscópio Otoscópio Laringoscópio Tubos Cuba redonda Balde Balde Simulador Suporte Suporte Kit simulador Kit de lesões Colar cervical Biombo Escada Cama Maca Luminária Berço Manequim Manequim Manequim Fronha Lençol Balança Almontolia Almontolia Aparadeira Aparelho genital feminino Aspirador cirúrgico Bacia Bacia Bacia Bacia Bacia Bandeja Bolsa Cadeira Laringoscópio com 3 lâminas e 1 lâmpada de reserva Tubos endotraqueais Balde pequeno Balde grande Simulador de soro Suporte para soro Suporte para punção Kit simulador de punção venosa em membro superior Escada com 2 degraus Cama com colchão e posições Maca simples com colchão Luminária para raio-x Berço simples com colchão Manequim Recém-nascido Manequim Adulto Manequim obstétrico Balança manual adulto Almontolia branca Almontolia âmbar Bacia de alumínio Bacia inox 24 cm Bacia para lavagem 30 cm Bacia para lavagem 30 cm Bacia para lavagem 30 cm Bandeja 30x20cm Bolsa térmica em gel Cadeira de rodas 00 01 01 01 20 04 20 04 20 04 20 04 20 20 20 04 04 04 02 02 02 02 02 02 02 06 01 01 02 06 02 01 06 01 01 02 06 02 01 06 01 01 02 06 02 01 06 01 01 02 06 02 01 06 06 06 03 03 03 03 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 00 00 00 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 08 08 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 08 08 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 08 08 01 00 00 01 01 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 01 01 01 02 02 02 01 01 01 01 01 01 02 02 02 01 01 01 01 01 01 02 02 02 01 01 113 Cadeira Cânula Cânula Carrinho Cuba Cuba Cuba Fluxômetro Foco Colchão Hamper Jarra Nebulizador Lanterna Martelo Monitor de glicemia Monitor de glicemia Óculos Oxímetro de pulso Papagaio Pinça Pinça Antropômetro Reanimador Reanimador Termômetro Tesoura Umidificador Cadeira de banho Cânula para traqueostomia Cânula de Guedel Carrinho de curativo com uma bacia e um balde Cuba redonda Cuba rim Cuba assepsia Fluxômetro para oxigênio Foco ginecológico Colchão casca de ovo 00 00 06 01 01 06 01 01 06 01 01 06 00 01 01 01 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 02 02 01 01 01 01 02 02 15 05 01 02 02 01 01 01 01 02 02 15 05 01 02 02 01 01 01 01 02 02 15 05 00 01 02 02 Monitor de glicemia True Read 00 01 01 01 Óculos de proteção individual 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 20 01 01 04 02 01 01 01 02 02 01 20 01 01 04 02 01 01 01 02 02 01 20 01 01 04 02 01 01 01 02 02 01 Jarra em inox Lanterna clínica Martelo neurológico Monitor de glicemia Accu-Chek Active Pinça dissecção Pinça Kelly curva Reanimador adulto Reanimador infantil Termômetro de mercúrio Tesoura de ponta romba Os materiais dos laboratórios de saúde, permanentes e de insumo, são providenciados periodicamente de acordo com as necessidades das disciplinas do curso. 3.2. ESPAÇO DE TRABALHO PARA COORDENAÇÃO DO CURSO E SERVIÇOS ACADÊMICOS/GABINETE PARA TI A Sala de coordenação do curso de Enfermagem, já é o Gabinete de trabalho para professor TI, haja vista que a coordenadora do Curso possui sala própria e é a única com esse 114 regime de trabalho. Está localizada no prédio da Faculdade Raimundo Marinho no térreo, com cadeiras para espera de atendimento, 2 birôs, 1 mesa para computador, 1 computador completo, 1 impressora, 1 arquivo, 1 armário, 1 telefone, ar-condicionado, 4 cadeiras e material de escritório, além de acesso wi-fi. A sala da coordenação atende de forma excelente as questões de conservação uma vez que todo o material disponibilizado esta em perfeitas condições de uso, a sala proporciona uma boa acústica para o perfeito desenvolvimento da comunicação interna, sendo adequada para o desenvolvimento dos trabalhos internos da Coordenação e, também, para o atendimento aos discentes e docentes. Visando o bem estar de todos os que frequentam o local, a sala é limpa todos os dias, o acesso até a sala é facilitado por rampas de acesso. Percebe-se ainda que a sala da coordenação apresenta um ambiente cômodo e agradável. 3.3. SALA DE PROFESSORES A sala de professores possui capacidade para atender 40 docentes por turno, com uma área de aproximadamente 53m2, climatizada, acessível à portadores de necessidades especiais, com acesso wi-fi, em ótima conservação e iluminação e possui a seguinte estrutura: 1 computador completo, 4 ncomputing completos , impressora com estabilizador, 3 birôs, 1 mesa para 12 pessoas, 3 mesas para computadores, 2 arquivos, 2 armários, 17 cadeiras, 1 quadro de chaves de salas, 1 quadro de avisos, 1 filtro de água gelada elétrico, 1 Porta copos, 1 telefones, ar-condicionado. Visando o bem estar de todos os que frequentam o local, a sala é limpa todos os dias. Percebe-se ainda que a sala dos professores apresenta um ambiente cômodo e agradável. A sala demonstra excelente iluminação, acústica que proporcionam boa comodidade para os docentes e visitantes. 3.4. SALAS DE AULA A Faculdade Raimundo Marinho possui, atualmente, 37 salas. O Curso de Enfermagem utiliza, atualmente, 07 salas de aula, além dos laboratórios de saúde e do laboratório de informática. As salas de aulas comportam confortavelmente 50 alunos, com cadeiras novas, acolchoadas e adequadas ao bom desempenho das funções estudantis. Todas as salas 115 ocupadas pelo curso de enfermagem são equipadas com birô e cadeira para o professor, data show, acesso à internet, sendo disponibilizados notebooks, caixas de som e outros equipamentos importantes no contexto educacional, possuem ainda ar-condicionado, boa iluminação e acústica, tornando o ambiente agradável e confortável. As salas e as áreas livres dispõem de cestas para coleta de lixo e são mantidas limpas. O acesso às salas é facilitado por rampas de acesso destinadas ao público portador de necessidades especiais. 3.5. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA A Faculdade Raimundo Marinho disponibiliza recursos de informática aos seus discentes em laboratórios e na biblioteca. O acesso dos alunos aos laboratórios ocorre nos horários de aulas que necessitem de sua utilização, com acompanhamento do professor. Disponibiliza-se também acesso à Internet em todos os ambientes da faculdade. Atualmente a Faculdade conta com 2 laboratórios totalizando 40 máquinas, e 1 datashow e mais 8 computadores na Biblioteca. Os laboratórios são regidos por regulamento próprio e contam com planos de atualizações periódicas e técnicos especializados. A Faculdade Raimundo Marinho - Maceió mantém 5 cursos em funcionamento tendo em média 1158 alunos matriculados, o que gera a proporção de um computador para 25 alunos. Os laboratórios acomodam de forma excelente os alunos, a comodidade é proporcionada por um ambiente climatizado, limpo, bem iluminado e com recursos novos e bem conservado. Considerando a atual e crescente importância da internet como instrumento acadêmico e que boa parte das pessoas possuem mecanismos portáteis (notebooks, tablets, smartphones, etc.), a Faculdade Raimundo Marinho é dotada de uma rede sem fio que permite esse acesso a todos os membros da comunidade acadêmica. O acesso aos laboratórios é facilitado por rampas de acessos adequadas para pessoas com necessidades especiais. Dispõe de um link dedicado de 10MB, e sistematicamente é feita manutenção preventiva nos equipamentos de informática e softwares, como também a aquisição é feita mediante a demanda, onde as solicitações são encaminhadas à Direção Geral para as providências cabíveis. 116 REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. Este regulamento trata da organização, estrutura administrativa, operacional e de configuração do Laboratório de Informática da Faculdade Raimundo Marinho de Maceió, bem como define normas para o acesso e uso de tal laboratório. Art. 2º. Para efeito deste regulamento adotam-se as seguintes conceituações: I – Laboratório de Informática- é o local que contém computadores e seus periféricos; ll – Coordenador do Laboratório na Faculdade Raimundo Marinho é um colaborador da área de Informática e/ou Computação, nomeado pela Direção geral, estando sob sua coordenação os técnicos de laboratório e, sob sua responsabilidade, todos os equipamentos de Informática.; Ill – Técnico de Laboratório é o colaborador da Instituição designado para exercer funções técnicas e/ou operacionais no Laboratório de Informática; IV – Usuário- na Faculdade Raimundo Marinho são usuários do Laboratório de Informática, os coordenadores de curso, os docentes, discentes e colaboradores técnico-administrativos, por isso, com direito a acesso e uso dos mesmos. A Faculdade Raimundo Marinho disponibiliza o acesso ao Laboratório das pessoas da comunidade, desde que devidamente cadastradas, que são denominadas de usuários convidados. Para utilização do laboratório de informática da FRM é necessário o numero da matricula para o acadêmico, o numero de cadastro na Instituição para os docentes e colaboradores. e para os usuários convidados, uma autorização por escrito do Coordenador . CAPÍTULO II DOS DEVERES Art. 3º. São deveres do Coordenador do Laboratório: I – Fazer com que o presente regulamento seja inteiramente cumprido; II – Conservar todo o patrimônio associado ao laboratório de informática (edificações, móveis, equipamentos e suprimentos); III – Autorizar, por escrito, o acesso aos usuários convidados; IV – Organizar, juntamente com as Coordenações de Cursos e demais setores da FRM os horários para a realização de aulas práticas, cursos de extensão ou quaisquer outras atividades que utilizem o citado laboratório; V - Registrar por escrito a saída de qualquer patrimônio do laboratório, desde que visando os interesses da Faculdade e a finalidade da saída dos mesmos, comunicando a Direção Geral. VI - Registrar também por escrito, a entrada de quaisquer equipamentos de terceiros, especificando: a finalidade, o período de vigência da autorização, e da retirada do equipamento. VII – Comunicar a Direção Geral, nos casos de desrespeito às regras definidas neste regulamento a fim de que sejam aplicadas as sanções previstas nas regras definidas neste regulamento e no Regimento Geral da Instituição. VIII – Informar à Direção geral, por meio de documento formal, as necessidades de expansão, atualização, manutenção ou quaisquer outras cujo objeto seja a melhoria do laboratório sob sua responsabilidade; IX – Estabelecer, semestralmente, os horários de funcionamento diários para o laboratório de informática e divulgá-los aos usuários; X – Elaborar o Manual do Usuário de Laboratório de Informática onde deverão estar detalhados, além das normas explicitadas neste regulamento: a) a estrutura operacional (onde são explicitados pormenores a respeito da oferta de equipamentos, política de cadastramento de usuários, política de reservas de uso e horários de funcionamento); b) os serviços adicionais que serão oferecidos aos usuários e suas regras para utilização. 117 Art. 4º. São deveres do Técnico de Laboratório: I – Colaborar com a Coordenação do Núcleo de Tecnologia da Informação da FRM e com a Coordenação do Laboratório de Informática para o cumprimento de todas as regras e determinações do presente regulamento; II – Ser assíduo, pontual e responsável com as atividades que lhe forem incumbidas. Ill – Garantir o funcionamento do laboratório para a realização das atividades a ele pertinentes principalmente as aulas praticas. lV – Zelar pela integridade de todo o patrimônio instalado no laboratório; V – Identificar equipamentos com problemas de software e hardware e, dentro de suas habilidades e competências, efetivar resolução do problema ou reportá-lo à Coordenação de Laboratório e do Núcleo de Tecnologia da Informação para devidas providências; VI – Orientar os usuários de forma a dirimir as dúvidas com respeito ao uso dos equipamentos; VII – Acompanhar e relatar aos órgãos competentes, conforme orientação da Coordenação de Laboratório, aspectos como: limpeza do laboratório, funcionamento da infra-estrutura (mobiliário, energia, iluminação e climatização), segurança (extintores de incêndio, portas de acesso, etc); Vlll – Manter o controle do uso do laboratório observando: a) Disciplina; b) Não utilização de programas indevidos; c) Acesso a sites que não são de conteúdo científico ou cultural. lX – Manter em sigilo todas as informações que lhe forem confiadas (senhas de acesso para a realização de manutenção equipamentos, números de registro de licença de programas ou quaisquer informações de propriedade da Faculdade); X – Reportar-se, imediatamente, à Coordenação de Laboratório em casos de exceção aos procedimentos estabelecidos; Art. 5º. São deveres dos Usuários do Laboratório: I – Apresentar a identificação necessária para utilização do laboratório; II – Trajar-se adequadamente ao ambiente acadêmico; III – Atender às orientações e determinações do Coordenador e Técnicos de Laboratório expressas por meio de avisos verbais ou escritos; IV – Ser responsável pela correta utilização dos equipamentos que lhe forem concedidos; V – Guardar, com total sigilo, seu nome de usuário e senha de acesso aos computadores e quaisquer outros equipamentos presentes no laboratório. A Faculdade Raimundo Marinho responsabiliza ao usuário por qualquer atividade realizada com a sua identificação, ou seja, contendo o seu nome de usuário/senha. CAPÍTULO III DAS PROIBIÇÕES Art. 6º. Durante a sua permanência no laboratório, não é permitido ao usuário: I – Entrar portando qualquer tipo de líquido (mesmo que em recipiente hermeticamente fechado), alimentos (incluindo: balas, chicletes, gomas e similares), cigarros ou charutos; II – Realizar instalação de quaisquer programas de computador sem prévia autorização do técnico do laboratório; III – Participar de salas de bate-papo (chat) na Internet; IV - Acessar a sites cujo conteúdo contenha material de cunho sensual, sexual ou pornográfico ou, sites de jogos em rede. V – Ligar ou desligar: estabilizadores, no-breaks, servidores, aparelhos de ar condicionado e projetores multimídia. VI – Copiar quaisquer programas de computador instalados nos equipamentos do laboratório com exceção daqueles de domínio público (freeware), shareware e programas de demonstração (demos ou trials); VII – Entrar com qualquer tipo de computador e/ou periférico (próprio ou de terceiro) ou, ainda, equipamento eletroeletrônico que se enquadre no ramo da teleinformática (modens, hubs, placasmãe, etc.) sem a devida autorização, por escrito, da Coordenação de Laboratório; 118 CAPÍTULO IV DAS PENALIDADES Art. 7º. Os docentes e técnicos de laboratório estão sujeitos às penalidades previstas no Regimento Geral da FRM. Art. 8º. Os discentes, ao infringirem as proibições definidas no Art. 6º, estão sujeitos a: I – Advertência verbal; II – Advertência por escrito, mas sem perda do direito de acesso e uso ao laboratório de informática; III – Advertência por escrito, acompanhada de suspensão de seu acesso (e consequente uso) ao laboratório de informática da Instituição em horário que não seja o de realização de aulas práticas das disciplinas que esteja cursando. A suspensão poderá durar de 01 (um) a 30 (trinta) dias úteis; Parágrafo único. Os casos disciplinares previstos no Regimento concomitantemente, serem aplicados às penalidades acima definidas. Geral poderão, Art.9º. Cabe à Direção Geral da FRM, ouvindo o coordenador do laboratório, com base na gravidade da infração cometida pelo discente e, adicionalmente, aos aspectos circunstanciais, determinar qual das punições previstas será aplicada. Art. 10. Caso um Usuário Convidado cometa alguma das infrações será, automaticamente, descredenciado de sua condição de usuário e, havendo danos à Instituição ou a terceiros, responderá legalmente por eles. 3.6. BIBLIOTECA A Biblioteca integra a organização acadêmico-administrativa da Faculdade Raimundo Marinho, diretamente subordinada à Diretoria. A Biblioteca adota a classificação decimal universal (CDU) para a classificação de seu acervo. As obras serão catalogadas segundo as Normas do Código Anglo-Americano (AACR2). a) Dados Gerais A Biblioteca Raimundo Marinho, da Faculdade Raimundo Marinho – Maceió localiza-se no térreo, na entrada da instituição, facilitado assim o acesso da comunidade acadêmica e comunidade externa. b) Política de atualização do acervo O acervo bibliográfico da Biblioteca da Faculdade Raimundo Marinho é atualizado semestralmente, por solicitações das coordenações dos cursos, bem como 119 indicações/sugestões dos usuários internos (alunos, professores e funcionários). A Biblioteca também participa ativamente neste processo de expansão e atualização do acervo. Seu principal objetivo é atender e está em consonância com cada projeto político pedagógico de cada curso que a Instituição oferece. A ordem de prioridade para aquisições dos materiais bibliográficos são sempre àqueles solicitados pelos coordenadores de seus respectivos cursos com sua bibliografia básica e complementar de cada componente curricular. As orientações necessárias, bem como as quantidades de exemplares tanto para as bibliografias básicas como para as bibliografias complementares são definidas tendo como parâmetro o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial do Ministério da Educação (MEC). O acervo da Biblioteca Dr. Raimundo Marinho atende apropriadamente às funções acadêmicas, em livros, periódicos, base de dados, vídeos e software. Além do acervo específico de cada curso, a Biblioteca tem livros de referência postos à disposição dos alunos, contribuindo assim para a formação da comunidade acadêmica. Os periódicos assinados são os de informação acadêmicos e científicos, nacionais ou estrangeiros, além dos de informações gerais, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano em que Faculdade atua. O acervo também é composto, por CDs e DVDs educacionais, culturais e científicos, abrangendo todas as áreas e, em especial, os cursos ministrados. c) Acervo Geral e Expansão O acervo da biblioteca abrange as grandes áreas do conhecimento, que são: Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes voltadas para os cursos e programas de educação superior previstos neste PDI: TIPO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO Livros Títulos Exemplares Periódicos científicos Títulos Fascículos Revistas Títulos Fascículos Vídeo/CD/DVD QUANTIDADE 2.225 10.040 73 920 65 337 126 120 d) Informatização da biblioteca e serviços oferecidos São desenvolvidos os serviços de seleção e aquisição de material bibliográfico, levantamento bibliográfico, tratamento técnico da informação, recuperação e disponibilização da informação, além de orientação bibliográfica. O acesso ao material bibliográfico ocorre por meio de catálogo informatizado nos terminais da biblioteca com a ajuda dos auxiliares da biblioteca, ou ainda pela Internet. Já a retirada de título de interesse do usuário se dar diretamente no balcão de atendimento da biblioteca. Os empréstimos são disponibilizados a comunidade acadêmica (alunos, funcionários e professores), com prazos determinados e renováveis por igual período conforme a necessidade do usuário e das regras existentes na biblioteca. A Biblioteca Raimundo Marinho disponibiliza ainda computadores, com acesso à internet, para pesquisas e realização de trabalhos acadêmicos. e) Horários de funcionamento A Biblioteca está aberta à comunidade acadêmica e externa de segunda a sexta-feira das 8h às 21h40min e aos sábados letivos das 08h às 11h40min. f) Pessoal Técnico-administrativo A Biblioteca Raimundo Marinho é composta por uma bibliotecária e três colaboradores. REGULAMENTO DA BIBLIOTECA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção I Da Biblioteca Art. 1º A Biblioteca Dr. Raimundo Marinho prestará serviços aos alunos, professores e funcionários da Faculdade Raimundo Marinho, bem como aos pesquisadores e à comunidade. Art. 2º O acervo será formado por fontes de informação, tecnicamente organizadas, para leitura e pesquisa, possibilitando a transformação da informação em conhecimento, sendo composto por: I - Livros; II - CD –ROM; III - DVD-ROM; 121 IV- Periódicos (jornais, revistas, monografias e informativos); V – Dicionários; e VI – Outras bases de dados relevantes. Parágrafo único. Os documentos que compõem o acervo priorizarão as áreas de conhecimento dos cursos propostos pela a Faculdade Raimundo Marinho, principalmente as bibliografias básicas e complementares, além das áreas afins. Seção II Dos objetivos da Biblioteca Art. 3° Seu principal objetivo, enquanto Biblioteca Universitária, é disseminar a informação para a comunidade acadêmica (alunos, professores e funcionários), atuando na transformação de cidadãos em profissionais qualificados, bem como atender à comunidade externa, a fim de exercer o seu papel social de disseminar e democratizar o conhecimento. Seção III Das funções da Biblioteca Art. 4° A Biblioteca terá como funções: I - Selecionar, adquirir e organizar os suportes de informação (físicos ou digitais) elencados no artigo 2º deste regulamento, de forma ágil e prática possibilitando a pronta recuperação, atualização e disponibilização dos mesmos. II – Proporcionar o auxílio à pesquisa, por meio da recuperação e disponibilização rápida e eficaz dos documentos solicitados. III- Emprestar o seu acervo: a) À comunidade acadêmica para consulta local e domiciliar. b) À comunidade externa, para consulta local. c) Apenas para consulta local de obras de referências, livros de apenas um ou último exemplar e periódicos. IV – Reservar o acervo que se encontra emprestado, possibilitando a garantia de que os mesmos não serão disponibilizados para quem não tenha feito cadastro no sistema de reservas da biblioteca. V – Organizar e divulgar a seção de periódicos, com inúmeros títulos de diversas áreas do conhecimento: periódicos científicos, informativos e de entretenimento; VI – Manter, em condições adequadas, os espaços para estudos em grupo, sala de vídeo, as cabines para estudos individuais e demais espaços que a integram. CAPÍTULO II DOS COLABORADORES Seção I Das atribuições do Bibliotecário Art. 5° Compete ao bibliotecário ou aos colaboradores por eles designados as seguintes atribuições: I – Prestar toda e qualquer informação aos usuários e ajudá-los na localização do material bibliográfico; II – Realizar empréstimos e promover consultas de todo o acervo; III – Atualizar diariamente a lista de informações dos usuários, verificando os atrasos nas devoluções de empréstimos, avisando os usuários em débito sobre o pagamento de multas; IV – Organizar e devolver todos os materiais retirados para pesquisas às estantes; V – Controlar a entrada e saída dos usuários, bem como sua postura no ambiente da biblioteca; VI – Coordenar as atividades técnicas e rotineiras da biblioteca, além de planejar e executar projetos de divulgação e adequação de seus produtos e serviços; VII – Elaborar levantamentos estatísticos para avaliação dos serviços prestados. VIII – Supervisionar e orientar os estagiários de Biblioteconomia, bem como os auxiliares da biblioteca, quando for o caso; IX – Realizar o treinamento de usuários e dos auxiliares; X – Receber sugestões de aquisições e providenciar o encaminhamento das listagens à Direção; XI – Fazer registro de todas as doações recebidas; 122 XII – Controlar as assinaturas e os recebimentos de periódicos; XIII – Emitir semestralmente e encaminhar à Direção relatório contendo a atualização do acervo, ocorrências e outras informações necessárias; XIV – Organizar e presidir, entre outras, as comissões responsáveis pela avaliação e descarte de materiais; XV- Encaminhar para restauração quando necessário o acervo danificado; XVI – Emitir Nada Consta, quando solicitado, para realização de matrícula, trancamento, transferências e colação de grau; XVII – Zelar pelo bom desempenho de todas as atividades, cumprindo e fazendo cumprir o Regimento Interno; e XVIII – Orientar os usuários em relação às normas técnicas pertinentes para elaboração e formatação de trabalhos acadêmicos. Parágrafo único. A classificação e a catalogação do acervo são competências exclusivas do bibliotecário. CAPÍTULO III DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA Seção I Da política de atendimento Art. 6. São usuários da Biblioteca todos os alunos regularmente matriculados na Faculdade Raimundo Marinho, professores e funcionários da instituição, aqui denominados usuários internos, assim como a comunidade externa. Art. 7. Sempre que necessário haverá orientação dos usuários para a correta utilização dos serviços da Biblioteca. Seção II Do cadastro dos usuários Art. 8. O cadastro dos alunos da Faculdade Raimundo Marinho, no sistema da Biblioteca, só é efetivado após a realização de sua matrícula e do cadastro manual. Para concretização deste último cadastro é necessário: a apresentação de documento com foto e duas fotografias 3x4. § 1º Os professores e servidores da instituição deverão realizar o cadastro manual conforme documentação acima exigida. § 2º Os usuários externos deverão apresentar documento de identificação, que ficará retido até a devolução do material a ser consultado, ficando o uso do material restrito às dependências da Biblioteca. Seção III Da consulta ao acervo Art. 9. Todo o acervo da Biblioteca pode ser pesquisado por meio de terminal de consulta. Parágrafo único. O usuário pode contar com o auxílio dos colaboradores da biblioteca. Art.10. Todos os livros consultados no recinto da biblioteca deverão ser entregues no balcão de atendimento. Art. 11. Todo usuário deverá zelar pelo bom uso dos materiais e equipamentos disponíveis na biblioteca. Caberá ao causador do dano o reparo a ser efetuado e, nos casos em que não for possível, a sua reposição. Art. 12. Não é permitida: I - A entrada e o consumo de alimentos ou bebidas de nenhuma espécie dentro das dependências da Biblioteca. II - A conversa dentro da Biblioteca. No caso do estudo em grupo a mesma deve ser moderada. III – A utilização do celular e outros equipamentos sonoros, preservando o direito que os colegas têm de estudar com tranquilidade. 123 Seção IV Dos empréstimos Art. 13. Os documentos integrantes do acervo da Biblioteca somente poderão ser consultados dentro das dependências da Biblioteca, sendo possível a retirada, por empréstimo, de livros, CDs e DVD’s, de acordo com os seguintes prazos e quantidades: I - Livros: para alunos – até três títulos, por sete dias corridos e para professores e funcionários – até cinco títulos por quinze dias corridos, renováveis por igual período, desde que não haja solicitação de reserva; II – CDs e DVD’s: para alunos – até dois títulos, por dois dias corridos e para professores e funcionários - três títulos, por cinco dias corridos, renováveis por igual período, desde que não haja solicitação de reserva. Parágrafo único. Não poderão ser retirados dois exemplares de um mesmo título pelo mesmo usuário. Art. 14. Será feita reserva quando os exemplares da obra solicitada estiverem emprestados. § 1º O usuário que estiver com empréstimo vigente não poderá realizar a reserva do mesmo título emprestado; § 2º O usuário que realizou a reserva terá o prazo de vinte quatro horas para a retirada do exemplar, contado de sua notificação sobre a disponibilização do mesmo, sendo automaticamente cancelada a reserva decorrido este prazo. Art. 15. Nos casos em que a procura pelo livro for muito grande, estes prazos poderão ser reduzidos, a fim de que todos os usuários possam ser atendidos adequadamente. § 1º Este será o sistema de Circulação Especial, ou seja, os livros que estiverem nessa condição terão seu tempo de empréstimo reduzido para três dias. § 2º Somente o Bibliotecário ou o Professor poderá determinar qual título estará nessa condição. Art. 16. Para efetivar o empréstimo o usuário deverá apresentar a carteira da Biblioteca ou um documento com foto. Seção IV Da aplicação e cobrança de multas Art. 17. As multas serão cobradas por exemplar e dia de atraso, conforme valor determinado pela a Direção Geral, devendo ser pagas no setor financeiro, no ato da devolução. Art. 18. São aplicadas as multas nos seguintes casos de: I - Atraso na entrega do material do acervo, ficando o usuário impedido de realizar novos empréstimos até a quitação do débito; II - Danos do material do acervo, situação em que deverá ser realizada a reposição ou reparo imediatamente após a ocorrência, como também o pagamento de multa diária até a reposição ou reparo; III - Extravio do material do acervo; § 1º - Em caso de perda ou dano o usuário deverá restituir à Biblioteca cedente outro exemplar da mesma obra de edição igual ou atualizada, devendo, além da reposição, pagar multa por dia de atraso. §2º - Para publicações não mais editadas, a restituição será feita através de outra obra indicada pela Biblioteca. Seção V Do horário de funcionamento Art. 19. O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda a sexta-feira das 8h às 21h40min e aos sábados letivos das 08h às 11h40min. 124 CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 20 Todo usuário, interno ou externo, tomará conhecimento e deverá estar de acordo com as normas e procedimentos deste Regulamento. Art. 21. Este regulamento poderá ser alterado a qualquer momento, pela Direção da FRM, sendo consultado o Bibliotecário. Art. 22. Os casos omissos serão resolvidos pelo Bibliotecário e pela Direção da Faculdade Raimundo Marinho. Art. 23. O presente regulamento entra em vigor após sua aprovação pelo Conselho Acadêmico e Administrativo - CAD, ficando revogadas as disposições em contrário. 3.6.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho atende os livros de bibliografia básica nas quarenta e oito disciplinas. Com três títulos básicos para cada disciplina somando 144 títulos e 1236 exemplares, com um referencial de um exemplar para menos de 10 vagas pretendidas/autorizadas. A biblioteca da Faculdade possui um acervo total de aproximadamente 11.396 exemplares e 2.213 títulos. O acervo bibliográfico da Faculdade Raimundo Marinho encontra-se devidamente tombado junto ao patrimônio da IES, informatizado e adota a classificação decimal universal (CDU) para a classificação de seu acervo. As obras são catalogadas segundo as Normas do Código Anglo-Americano (AACR2). 3.6.2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho atende os livros de bibliografia complementar nas quarenta e oito disciplinas. Tendo entre três e cinco títulos por unidade curricular, sendo no mínimo dois exemplares de cada título, somando para a bibliografia complementar um total de 222 títulos e 546 exemplares. A biblioteca da Faculdade possui um acervo total de aproximadamente 11.396 exemplares e 2.213 títulos. O acervo bibliográfico da Faculdade Raimundo Marinho encontra-se devidamente tombado junto ao patrimônio da IES, informatizado e adota a classificação decimal universal (CDU) para a classificação de seu acervo. As obras são catalogadas segundo as Normas do Código Anglo-Americano (AACR2). 125 3.6.3. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui alguns periódicos em sua forma impressa, no site da faculdade e em CD, como: 1. 2. 3. 4. Acta paulista de enfermagem - http://www.unifesp.br/acta/ Actualizaciones en enfermería - http://www.unifesp.br/acta/ Avances en enfermería - http://www.revistas.unal.edu.co/index.php/avenferm Ciencia y enfermería http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_issues&pid=07179553&lng=pt&nrm=iso 5. Ciência, cuidado e saúde – endereço atual: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/CiencCuidSaude/issue/view/785 6. Cogitare enfermagem – endereço atual: http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/cogitare/issue/current 7. Enfermagem em foco (Brasília) - endereço atual: http://revista.portalcofen.gov.br/index.php/enfermagem/issue/current 8. Enfermería global - http://revistas.um.es/eglobal/issue/archive 9. Escola Anna Nery Revista de Enfermagem http://www.eean.ufrj.br/revista_enf/revistas.htm 10. Historia da enfermagem: Revista eletrônica http://www.fen.ufg.br/fen_revista/revista8_1/original_11.htm 11. Index de enfermeria http://scielo.isciii.es/scielo.php?script=sci_issues&pid=11321296&lng=es&nrm=iso 12. Pediatric nursing - http://www.medscape.com/viewpublication/787 13. REME: revista mineira de enfermagem https://www.bu.ufmg.br/periodicos 14. Revista brasileira de enfermagem http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=00347167&lng=en&nrm=iso 15. Revista da Escola de Enfermagem da USP http://www.ee.usp.br/reeusp/index.php?p=browse&id=33 16. Revista de enfermagem UFPE online http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/index 17. Revista eletrônica de enfermagem. - http://www.fen.ufg.br/fen_revista/ 18. Revista paulista de enfermagem – http://www.revenf.bvs.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=0100888920060001&lng=es&nrm=iso 19. Texto & contexto - Enfermagem http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&pid=01040707&lng=pt&nrm=iso 20. Rev. RENE: revista da rede de enfermagem do Nordeste http://www.revistarene.ufc.br/revista/index.php/revista/issue/current Base de Dados Gerais 1. Ministério da Saúde - http://portalsaude.saude.gov.br/ 2. Biblioteca Virtual em Saúde - http://bvsms.saude.gov.br/ 126 3.7. LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUANTIDADE, QUALIDADE E SERVIÇOS O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui quatro laboratórios de uso específico que correspondem aos laboratórios de Anatomia, de Microscopia, Multidisciplinar e de Habilidades Específicas. O Laboratório de Anatomia do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho possui como finalidade principal introduzir o aluno no conceito histórico, nos métodos de estudo, planos e eixos de construção do corpo humano, como também conceitos de normalidades e variações anatômicas. A disciplina anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados, enfatizando o estudo teórico e prático, no laboratório, do sistema orgânico-esquelético e dos diversos órgãos e sistemas, como cardiovascular, gástrico, pulmonar, renal, hepático, nervoso, tornando o aluno capaz de relacionar as estruturas anatômicas funcionais à sua prática profissional. Em relação ao laboratório de Microscopia do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho, são desenvolvidas disciplinas como Histologia, Parasitologia, Patologia, entre outras. Seu uso se faz através da observação de tecidos animais e vegetais bem como estudo destes organismos. Tendo a finalidade do uso deste laboratório, para que os alunos visualizem em um tamanho maior, através do microscópio, as estruturas que são pertinentes às aulas teóricas. No laboratório Multidisciplinar da Faculdade Raimundo Marinho tem como finalidade principal proporcionar as condições necessárias à realização de aulas práticas de diferentes disciplinas do Curso de Enfermagem, bem como possibilitar aos alunos e professores o desenvolvimento e produção de propostas de trabalho, produção de recursos didáticos, preparo de material acadêmico, aplicação de técnicas específicas para o apoio e desenvolvimento do currículo pleno do Curso, visando à aprendizagem dos alunos. No laboratório Multidisciplinar são realizadas aulas que conectam seus experimentos com o cotidiano da vida dos alunos, verificando que tudo o que foi aprendido não foi tempo perdido. As aulas tornam-se sempre novidades em sua vida curricular, e a grande maioria do alunado, tem prazer de frequentar, pois podem verificar o aprendizado em sala, na prática. O Laboratório de Habilidades do Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho propõe ao acadêmico aprender e treinar técnicas básicas e fundamentais para a prática profissional de enfermagem, respeitando as regras de assepsia em todo seu contexto. 127 Como algumas técnicas: lavagem correta das mãos, administração de medicamentos, higiene e conforto do paciente, sondagem vesical e nasogástrica, cuidados gerais com o ambiente onde o paciente esta inserido entre outros. É importante ressaltar que os laboratórios especializados da Faculdade Raimundo Marinho estão dimensionados para comportar de forma excelente e confortavelmente seus usuários, de acordo com as vagas solicitadas, distribuindo os equipamentos de forma que facilite a locomoção e a visualização do que esta sendo ensinado pelo professor através do quadro branco ou recurso áudio visual. Os laboratórios de saúde asseguram atendimento à comunidade acadêmica do curso de enfermagem com acessos diários de 2ª a 6ª feira, no horário das 8h às 22 horas e aos sábados, no horário das 8h às 12 horas, para que tenham condições de desenvolvimento de seus trabalhos, consultas e estudos. A utilização dos laboratórios tem acompanhamento direto do professor responsável pela disciplina, auxiliado pelo pessoal de apoio; os alunos podem ainda realizar marcação de horário para estudo, em horário contrário ao da aula, como forma de fixação dos assuntos ministrados pelo professor, onde ficam acompanhados do pessoal de apoio. O pessoal de apoio técnico também tem a função de montar e desmontar o material necessário nos laboratórios para as aulas práticas, atentar para o serviço de manutenção preventiva dos equipamentos e caso não consigam resolver devem comunicar à coordenação do curso. Os laboratórios específicos contam com normas e procedimentos devidamente institucionalizados para prover a devida segurança na hora da utilização dos recursos necessários para o desenvolvimento das atividades. Os laboratórios oferecem acesso à Internet, contam com pessoal técnico qualificado e à disposição no período de funcionamento. As Normas legais institucionais para acesso aos laboratórios de saúde estão à disposição da comissão, no ato da visita in loco. 3.8. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS A Faculdade Raimundo Marinho atende à Portaria MEC nº 3.284, de 7/11/2003, que dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências que devem ser atendidos pelas IES, bem como ao Decreto nº 5.296, de 2/12/2004, que estabelece as normas 128 gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Com relação aos alunos portadores de deficiência física, as instalações da instituição atendem aos seguintes requisitos: Eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo acesso aos espaços de uso coletivo; Reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviço; Rampas e/ou elevadores, facilitando a circulação de cadeira de rodas; Adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; Colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros; Instalação de lavabos, bebedouros em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas. Para os projetos de expansão e melhorias a instituição está atenta às modificações que são necessárias para o melhor funcionamento e principalmente ao atendimento de seus usuários. Dessa forma, a instituição viabiliza a permanência e facilita o acesso desse público, sejam eles acadêmicos, professores, funcionários ou comunidade. No que concerne a alunos portadores de deficiência visual, a instituição assume o compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso de: Manter sala de apoio equipada como máquina de datilografia braile, impressora braile acoplada ao computador, sistema de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de ampliação de tela, equipamento para ampliação de textos para atendimento a aluno com visão subnormal, lupas, réguas de leitura, scanner acoplado a computador; Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de fitas sonoras para uso didático; Instalação do sistema operacional DOSVOX desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o qual permite que pessoas cegas utilizem um microcomputador comum (PC) para desempenhar uma série de tarefas, adquirindo assim um nível alto de independência no estudo e no trabalho. 129 Quanto a alunos portadores de deficiência auditiva, a instituição assume o compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso, de: Propiciar, sempre que necessário, intérprete de língua de sinais/língua portuguesa, especialmente quando da realização e revisão de provas, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; Adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; Proporcionar aos professores acesso a literatura e informações sobre a especificidade linguística do portador de deficiência auditiva. A Faculdade Raimundo Marinho no intuito de fortalecer a inclusão social coloca em seus planos oportunizar cursos de formação em LIBRAS para funcionários e docentes, assim como a disciplina de LIBRAS para os cursos de graduação. A respeito do tratamento diferenciado, a instituição estará comprometida em disponibilizar, sempre que for necessário, o seguinte: Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis; Mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT; Serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, prestado por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e no trato com aquelas que não se comuniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo-cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendimento; Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; Sinalização ambiental para orientação; 130 Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; Admissão de entrada e permanência de cão-guia ou cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador em locais e edificações de uso coletivo, mediante apresentação da carteira de vacina atualizada do animal; e Existência de local de atendimento específico. Além do atendimento prioritário a Faculdade Raimundo Marinho desenvolverá junto aos seus cursos de graduação e pós-graduação projetos de extensão para atender o público com necessidades especiais preparando os alunos da Instituição para um mercado de trabalho amplo e promissor, além de cumprir com o deu papel social. 3.9 INFORMAÇÕES ACADÊMICAS O Curso de Enfermagem da Faculdade Raimundo Marinho oferece a disciplina de Libras como optativa, obedecendo ao Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, em que relata que esta disciplina deve fazer parte das disciplinas curriculares optativas nos cursos superiores, em grau de bacharéis. Com relação as informações acadêmicas como ato autorizativo expedido pelo MEC, dirigentes da instituição e coordenador de curso , relação dos professores que integram o corpo docente do curso, matriz curricular do curso, entre outras encontram-se no site da instituição, bem como na biblioteca, de acordo como que preconiza o Art.32, da Portaria Normativa 40, republicada na Forma da Portaria Normativa 23, de 28 de dezembro de 2010. Atualizado em reunião realizada em 20 de dezembro de 2013. Revisado em reunião em 10 de abril de 2014.