Escola Paulista de Medicina
Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa
Ata da reunião da Câmara de Pós-Graduação e Pesquisa da Escola Paulista de
Medicina, realizada no dia 04/03/2015, no Anfiteatro Leitão da Cunha, sob a
Coordenação do Prof. Dr. Luís Eduardo Coelho Andrade. Presentes: Profª Drª. Síntia
Iole Nogueira Belangero representada pela vice coordenadora Profª Drª Marília
Arruda C. Smith, Prof. Dr. Gaspar de Jesus Lopes Filho, Profª. Drª. Cristiane Kaiser,
Profª Drª. Brasília Maria Chiari, Prof. Dr. Ruy R. de Campos Junior, Profª Drª Maria
Lúcia Cardoso Gomes Ferraz, Prof. Drª. Heimar de Fátima Marin, Prof. Dr. Ricardo
Sobhie Diaz, Prof. Dr. Valdir Ambrósio Moisés, Profª. Drª. Regina C. M. Santiago
Moisés, Prof. Dr. Rodrigo de Aquino Castro, Prof. Dr. Nelson Sass, Profª. Drª. Norma
de Oliveira Penido, Prof. Dr. Agnaldo Pereira Cedenho, Profª. Drª. Dulce Elena
Casarini representada pela Profª. Drª. Analy Salles de Azevedo Melo, Profª. Drª.
Rosana Puccia, Profª. Drª. Célia Harumi Tengan, Prof. Dr. Gilles Landman, Prof. Dr.
Dirceu Solé, Profª Drª Ruth Guinsburg, Profª. Drª. Vania D’Almeida, Profª Drª Andrea
Parolin Jackowski, Profª. Drª. Suely Godoy Agostinho Gimeno e Prof. Dr. Ivaldo Silva.
O Prof. Luís Eduardo iniciou a reunião submetendo à plenária a Ata da reunião anterior,
que foi aprovada por unanimidade. A seguir, passou a palavra ao Prof. Paulo Schor,
coordenador da Comissão de Inovação Tecnológica, para descrever o escopo de
atividades desta nova Comissão. O Prof. Paulo descreveu um modelo de pesquisa que
transcende as disciplinas tradicionais e busca combater o modelo de “ciência de
poucos para poucos”. Não temos uma produção baseada em desenvolvimento
tecnológico próprio. O modelo a ser proposto baseia-se na criação de um local onde a
inovação genuína possa acontecer, onde pessoas possam trazer ideias, 24 horas 7 dias
da semana (24/7), saindo dos modelos de salas de aula como existem hoje, com
criatividade e inovação. O Prof. Paulo Schor respondeu perguntas de vários
Coordenadores antes de encerrar sua palavra. O Prof. Luís Eduardo agradeceu ao Prof.
Paulo por assumir a coordenação da Comissão de Inovação Tecnológica e ressaltou que
a proposta não se contrapõe ao modelo tradicional de pesquisa, mas que representa
uma atividade complementar a esta para desenvolvimento de uma faceta com grande
potencial. O próximo item da pauta referiu-se à verba PROAP, tendo o Prof. Luis
Eduardo discorrido sobre os problemas financeiros atuais. Reiterou que os gestores do
Campus São Paulo (CSP) têm exposto enfaticamente as dificuldades financeiras em
vários foros. Em vista desta situação, reiterou o apelo para que parte da verba PROAP
destinada aos Programas seja destinada a auxiliar na gestão financeira do CSP, com a
ressalva de seja aplicada apenas em itens diretamente relacionados à pesquisa. O
plano de aplicação do recurso deve ser apresentado ao colegiado da Câmara pela
direção do Campus. Uma vez aprovado por este mesmo colegiado, deverá haver a
respectiva prestação de contas. Reiterou que esta medida é de caráter contingencial,
não devendo se estender aos exercícios subsequentes. Lembrou também que, de
acordo com resolução na última seção da Câmara, está sendo redigido um manifesto a
ser veiculado, expressando o repúdio à atual situação bem como explicitando a difícil
situação por que passa a Universidade Brasileira. Lembrou que na última reunião foi
efetuada uma proposta de que os Programas que recebem a verba PROAP destinem
30% da verba para o CSP. A Profª Marilia pediu a palavra e perguntou se já é certo que
haverá cortes e o Prof. Luis respondeu que sim, haverá cortes. No entanto, não
sabemos a sua magnitude e tampouco quando será liberada a verba. A Profª. Heimar
pediu a palavra e enfatizou que seu Programa apesar de não fazer experimentos com
animais de laboratório também produz ciência e que doar 30% da verba não é
apropriado. Foi lembrado que o uso da verba para diárias e passagens está
temporariamente vetado por determinação de Brasília. O Prof. Gilles comentou que se
a verba PROAP vier na integralidade, sendo vetada para pagamento de diárias e
passagens, este valor poderia ser repassado para o Campus, cuja porcentagem
equivaleria a 30%, como solicitado. O Prof. Luis comentou que a verba PROAP deverá
vir sem a rubrica passagens, o que facilitaria a implementação dessa proposta. A Profª
Sueli Gimeno comentou que ouviu da Pró Reitoria que esta medida seria permanente e
não em caráter emergencial. Houve repúdio geral de que esta medida seja em caráter
permanente. O Prof. Luis Eduardo encarregou-se de comunicar esta preocupação à ProReitoria. O Prof. Agnaldo sugeriu que qualquer decisão fosse feita após a informação
do real corte da verba e esta decisão não fosse tomada antes de sabermos o valor
destinado a cada programa. Foram colocadas em votação duas propostas: a primeira é
de destinar 30% da verba total a ser recebida para gestão do CSP; e a segunda é de se
aguardar até que o valor da verba fosse definido para então definirmos a percentagem
que será disponibilizada para a gestão do CSP. Foi aberta a votação e a segunda
proposta ganhou quase por unanimidade (proposta 01 – 0 voto, proposta 2 – 17 votos,
abstenções – 02) ficando apenas os coordenadores do PROEX em abstenção. O Prof.
Luis deu continuidade à pauta e passou a palavra ao Prof. Gilles que discorreu sobre o
regulamento do Pós Doutorado. A proposta preliminar do regulamento foi repassada
integralmente e em detalhe, havendo diversas edições por sugestão e aprovação do
colegiado. A nova versão do regulamento, editada na plenária da Câmara, deverá ser
encaminhada para avaliação pelo setor jurídico. Após os eventuais reparos pelo setor
jurídico, deverá ser reapresentada à Câmara para avaliação final. Passou-se à
homologação dos orientadores que foram recredenciados pela Comissão de
Credenciamento e Recredenciamento. O Prof. Luís Eduardo lembrou que esta Comissão
enviou a todos os Programas uma lista de nomes dos atuais orientadores dos
respectivos Programas. Reiterou que os coordenadores de Programas devem
responder à solicitação da Câmara, enviando a lista dos orientadores que não deverão
ser recredenciados. Todos os orientadores para os quais não houver manifestação do
Programa receberão comunicado da Câmara com instruções e formulário para
solicitação de recredenciamento. Este processo deverá ocorrer paulatinamente ao
longo do ano, dividindo-se a enorme carga de trabalho entre o primeiro e segundo
semestres. Assim, a única ação a ser tomada pelos Programas no momento é de enviar
a lista de orientadores que não devem ser recredenciados. A Prof.ª Janete lembrou que
está em andamento o processo de eleição do Comitê Gestor do CEDEME e que está
aguardando que os departamentos enviem o nome do representante, entre aqueles
docentes que compõem a lista de usuários qualificados. Este representante comporá a
lista dos candidatos a membro do conselho representantes do conselho do CEDEME.
Nada mais havendo a ser tratado, o coordenador agradeceu a todos, dando por
encerrada a reunião às 11h.
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