MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos Programa de Proteção e Melhoria da Qualidade Ambiental Comissão Coordenadora do Plano de Ação para a Segurança Química - COPASQ PERFIL NACIONAL DA GESTÃO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS PROJETO EXECUTIVO BRASÍLIA – DF 2001 ÍNDICE 1. Introdução 2. Justificativa 3. Objetivos 4. Metas 5. Estrutura do Perfil Nacional de Gestão de Substâncias Químicas 5.1. Descrição dos Capítulos 6. Gestão do Projeto 6.1. Natureza das Informações do Perfil Nacional de Substâncias Químicas fontes de Informação 6.2. Estratégia de busca de informações 6.2.1 Estratégias de Busca na INTERNET 6.2.1.1. Potenciais fontes de informação 6.3. Gestão e Execução 6.3.1. Instituição Coordenadora 6.3.2. Instituições Colaboradoras 6.3.3. Instituição Executora 6.3.4. Coordenador Geral 6.3.4.1. Incumbências do Coordenador Geral: 6.3.5. Consultores técnicos 6.3.5.1. Atividades do Consultor Técnico 6.3.6. Comitê Organizador 6.3.6.1. Incumbências do Comitê Organizador: 6.3.7. Grupo colaborador 6.3.7.1. Lista de Colaboradores (sugestões) 6.4. Estimativa da Força de Tarefa Necessária à Elaboração dos Capítulos 6.5. Especificações para Redação dos Capítulos e Anexos 6.6. Editoração e Validação do Perfil Nacional de Gestão de Substância Química 6.7. Da Execução das Tarefas 6.7.1. Seqüência das Tarefas a Serem Executadas 6.7.1.1. Tarefa Essencial 1: 6.7.1.2. Tarefa Essencial 2: 6.8. Marcos de Referência 6.9. Cronograma de Execução 7. Orçamento e Recursos (R$ 1,00) 7.1. Serviços de Terceiros – Pessoa Física 7.2. Passagens 7.3. Diárias 7.4. Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica 7.5. Material de Consumo 7.6. Equipamentos 2 ÍNDICE DE QUADROS Quadro 1. Relação dos Capítulos Componentes do Perfil Nacional da Gestão de Substâncias Químicas Quadro 2. Relação dos Anexos Sugeridos ao Perfil Nacional da Gestão de Substâncias Químicas Quadro 3. Descrição dos Capítulos e Atributos do Texto do Perfil Nacional de Gestão de Substâncias Químicas Quadro 4. Documento de Apoio à Elaboração do Perfil Nacional de Substâncias Químicas Quadro 5. Portais de busca na Web-Brasil Quadro 6. Fontes Internacionais Selecionadas Quadro 7. Fontes Nacionais Institucionais Quadro 8. Fontes Predominantes de Ciência e Tecnologia (Química) Quadro 9. Homem-horas e Número de Páginas Necessárias à Elaboração dos Capítulos Quadro 10. Lista de tarefas Quadro 11. Cronograma Físico 3 1. Introdução Este Projeto Executivo contém informações e instruções para a elaboração do Perfil Nacional de Gestão de Substâncias Químicas (PNGSQ). A produção do PNGSQ é uma das prioridades estabelecidas pela COPASQ – Comissão Coordenadora do Plano de Ação para Segurança Química, que foi instituída pela Portaria MMA nº 319, de 27 de dezembro de 2000, e sua elaboração encontra-se sob a responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente - MMA, representado pela Secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos - SQA. A elaboração do Perfil Nacional se justifica pela necessidade de se identificar a ocorrência de problemas afetos à segurança química e empreender medidas corretivas, no sentido de manter em níveis reduzidos os riscos potenciais das substâncias químicas em relação à saúde humana e ao meio ambiente, sendo necessário o conhecimento detalhado dos aspectos referentes à questão. Entendendo-se por gestão de substâncias químicas o processo pelo qual se organizam e se controlam as atividades de produção, importação, exportação, armazenamento, transporte, uso e destino final das mesmas, é portanto, imprescindível se conhecer e mensurar essas atividades e produtos envolvidos, identificar as problemáticas organizacionais, institucionais, legais e logísticas envolvidas na gestão. São, também, importantes os aspectos referentes aos instrumentos legais e mecanismos de regulamentação, as relações e programas institucionais, os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, além da estrutura laboratorial, dos recursos humanos e de pesquisa disponíveis, para permitir uma gestão adequada e segura sob os aspectos ambientais e de saúde humana. Em resumo, o PNGSQ visa retratar o status quo da gestão das substâncias químicas no Brasil e permitir, a partir dele, a elaboração de políticas públicas que venham a aprimorar o sistema de gestão, sanando lacunas e corrigindo excessos. O Perfil Nacional deverá estar concluído, incluindo a fase de divulgação dos resultados, antes da realização do IV IFCS em 2003, a fim de garantir a sintonia das atividades da COPASQ com o Fórum Intergovernamental de Segurança Química - FISQ. O documento brasileiro fará parte do conjunto de Perfis Nacionais de Gestão de Substâncias Químicas já produzidos por governos de outros países, e deverá estar disponível para livre acesso na página oficial do Ministério do Meio Ambiente e no “National Profiles” , acessível no endereço http://www.unitar.org/cwm/nationalprofiles/English/nponlineng.htm. 4 Além da disponibilidade na Internet, a disseminação das informações às partes interessadas será feita através de texto impresso e de CD-ROM, nas versões em português, inglês e espanhol. 2. Justificativa A finalidade da elaboração do Perfil Nacional da Gestão de Substâncias Químicas é propiciar uma visão geral e integrada da situação atual brasileira, no que se refere à gestão de substâncias químicas, que permita orientar o estabelecimento de medidas corretivas e preventivas, visando promover a redução dos níveis de riscos dessas substâncias à saúde humana e ao meio ambiente. Além de se constituir num documento básico, orientador de decisões, de grande significado para os setores público e privado envolvidos, a elaboração do Perfil possibilitará também, o atendimento pelo Brasil de recomendação emanada do Fórum Intergovernamental de Segurança Química – FISQ. Partindo do princípio de que a gestão deve pressupor o conhecimento detalhado de todo o sistema, é preciso identificar os aspectos que efetivamente possam afetar o modus de gerir o sistema e controlá-los no sentido de lograr sucesso. Desta forma, são imprescindíveis as informações sobre os aspectos produtivos, comerciais, institucionais, legais e logísticos envolvidos na gestão das substâncias químicas, entre outros, bem como a avaliação das ações já existentes no país voltadas à segurança química. Ressalta-se que as informações que permitem fazer inferências sobre a gestão das substâncias químicas não se encontram sistematizadas, e deste modo deverão ser levantadas, organizadas e avaliadas de modo a que se possa visualizar a situação existente. Para elaboração deste trabalho é imprescindível uma ampla participação dos diferentes setores envolvidos nas diferentes etapas do processo de gestão das substâncias químicas, sendo componente fundamental no processo. Esta participação deverá ser viabilizada por meio do envolvimento direto de algumas instituições membro da COPASQ no processo de exceção do documento, através da submissão do documento às instituições e entidades integrantes da COPASQ, bem como através de consulta pública. Diante do significado deste documento, tanto no âmbito nacional, quanto internacional, o mesmo deverá ser amplamente divulgado. 5 3. Objetivos Pretende-se com a elaboração do PNGSQ atingir os seguintes objetivos: 1. Gerar informações que permitam formular/aperfeiçoar políticas sobre substâncias químicas no Brasil; 2. Conhecer a real situação da gestão de substâncias químicas no país; 3. Identificar as substâncias químicas que já são objetos de controle e vigilância no país e as substâncias que necessitam ser objeto de controle; 4. Disponibilizar meios que permitam a definição de prioridades na gestão, prevenção e controle de riscos relacionados à produção, manejo e uso de substâncias químicas; 5. Despertar a consciência de órgãos, instituições (governamentais e não governamentais), e a sociedade civil organizada de forma geral, para a importância da gestão responsável de substâncias químicas, bem como sua parcela de responsabilidade. 4. Metas 1. Organizar o sistema operacional de execução 2. Elaborar os capítulos e anexos 3. Submeter o documento à apreciação dos setores envolvidos, para fins de validação 4. Publicar e divulgar o documento 5. Estrutura do Perfil Nacional de Gestão de Substância Química Prevê-se para o documento final um total de 13 Capítulos e 5 Anexos, totalizando cerca de 150 páginas, conforme especificado nos Quadros 1 e 2 abaixo: Quadro 1. Relação dos Capítulos Componentes do Perfil Nacional da Gestão de Substâncias Químicas Capítulo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Título Marco de Informação Nacional Produção, Exportação, Importação e Uso de Substâncias Químicas Preocupações Prioritárias Relacionadas à Produção, Exportação, Importação e Uso de Substâncias Químicas Instrumentos Legais e Mecanismos Não-Regulamentados para o Manejo de Substâncias Químicas Ministérios, Associações e Outras Instituições que Manejam Substâncias Químicas Atividades Relevantes dos Setores Industrial, de Grupos de Interesse Público e de Pesquisa Comissões Inter-Ministeriais e Mecanismos de Coordenação Uso e Acesso aos Dados Infra-estrutura Técnica Vínculos Internacionais Conscientização e Entendimento da População Exposta Ocupacionalmente e da População em Geral 6 12 13 Recursos Disponíveis e Necessários para o Manejo de Substâncias Químicas Análise Crítica do Sistema de Gestão Quadro 2. Relação dos Anexos Sugeridos ao Perfil Nacional da Gestão de Substâncias Químicas I II III IV V Anexos sugeridos: Abreviaturas e siglas Relatórios e trabalhos disponíveis, em nível nacional, que tratam dos vários aspectos da gestão de substâncias químicas Relação de nomes e endereços de pessoas e organizações chave Organograma da estrutura de gestão de substâncias químicas em nível nacional Documentos de trabalho - Memória Técnica do Perfil Nacional 5.1. Descrição dos Capítulos O Quadro 3 a seguir descreve de forma resumida o conteúdo de cada capítulo e subcapítulo, incluindo as demais informações estruturais do texto. Quadro 3. Descrição dos Capítulos e Atributos do Texto do Perfil Nacional de Gestão de Substâncias Químicas Cap. 1 1.1 1.2. 1.3. 1.4. 2 2.1. 1 Descrição do conteúdo Corresp.Tabelas UNITAR1 Marco de informação nacional Contexto físico demográfico: área, forma de governo, língua, população total, população urbana, população rural, idade média da população, população em idade de trabalho, taxa de natalidade, expectativa de vida, taxa de alfabetização, média do nível educacional da população, taxa de desemprego, produto nacional bruto, produto nacional bruto per capita, índice médio de crescimento do produto nacional bruto, participação (percentagem) dos setores industriais, agrícolas e serviços no produto nacional bruto, consumo energético, dispêndio público em educação. Estrutura política e geográfica: número de regiões, estados e municípios; descrição das estruturas de governo, divisão de responsabilidade entre governo federal, estadual e municipal em saúde e meio-ambiente. Setores industrial e agrícola: (i) panorama dos segmentos industrial/manufatura, mineração e extração e agrícola; (ii) estrutura do setor industrial/manufatura e agrícola; (iii) composição da produção agrícola, por região; (iv) composição da produção industrial por região. Nível de emprego industrial por setor; indústria alimentícia, têxteis, vestuários e couro; madeira e produtos de madeira; papel e celulose; produtos químicos, petróleo e plásticos; produtos minerais não metálicos; indústria de metais básicos; máquinas e equipamentos; outras indústrias; geração de eletricidade. Produção, importação, exportação e uso de substâncias químicas Produção, importação e exportação de substâncias químicas: pesticidas (agrícolas, saúde pública e consumo público), fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais (separando orgânicos, inorgânicos e farmacêuticos), químicos de consumo público; outras substâncias. Tabs. 1a, 1b, 1c, 1d Unitar pág. 54 e 55 Tab. 1e Unitar pág. 56 Tab. 2a Unitar pág. 57 Esta coluna apresenta a tabela correspondente, presente no Documento-Guia da UNITAR. 7 2.2. 2.3. 3. 3.1. (i) (ii) 3.2. 4 4.1. 4.2. 4.3. Uso de substâncias químicas por categorias: pesticidas (discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público), fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; outras substâncias. Resíduos químicos, discriminando geração e comercialização segundo legislação e convenções internacionais. Preocupações prioritárias relacionadas a produção, exportação, importação e uso de substâncias químicas: indexação de substâncias químicas, com base nas listas objeto (i)da legislação referente a produção, comercialização, importação, exportação, transporte, armazenamento e uso de substâncias químicas; (ii) dos tratados e convenções internacionais, relacionadas com a gestão responsável de substâncias químicas - Convenção de Viena para Proteção da Camada de Ozônio, Convenção de Basiléia, Convenção de Rotterdã-PIC, Convenção de EstocolmoPOPs, Convenção Regional do Atlântico Norte OSPAR e (iii) outras substâncias objeto de preocupação de parte de especialistas. Preocupações prioritárias: Descrição das áreas problemáticas por natureza ou tipo de problema: manejo inadequado de substâncias químicas; emergências e acidentes químicos; eliminação de resíduos; áreas contaminadas; aterros industriais, incineração, queima a céu aberto; resíduos hospitalares; emissões veiculares; estocagem de pesticidas e produtos químicos obsoletos; transporte de substâncias químicas; tráfico ilegal entre outros temas prioritários. Preocupações prioritárias relacionadas a substâncias químicas: poluição do ar, poluição de águas interiores, contaminação marítima, contaminação de águas subterrâneas; contaminação de solos; resíduos químicos em alimentos; contaminação da água potável; tratamento e disposição de resíduos perigosos; saúde ocupacional na agricultura; saúde ocupacional na indústria; saúde pública; acidentes químicos industriais; acidentes químicos no transporte; tráfico ilegal de substâncias químicas; estocagem e disposição de substâncias químicas obsoletas; suicídios e envenenamento químico; poluentes orgânicos persistentes; disposição de resíduos industriais; disposição de resíduos domésticos (detergentes, material de limpeza, etc.). Análise das preocupações e conclusões: qualidade e disponibilidade das informações; concentração regional de problemas relacionados; concentração de áreas afetadas; consenso de prioridades. Instrumentos legais e mecanismos não regulamentados para o manejo de substâncias químicas: leis, acordos voluntários, normas e padrões Panorama dos instrumentos legais (federal, estadual e municipal) que consideram o manejo de substâncias químicas: identificação do instrumento legal, responsáveis, categorias de substâncias químicas abrangidas, objetivo da legislação, itens legais relevantes, recursos destinados e nível de cumprimento Descrição resumida dos principais instrumentos legais para manejo de substâncias químicas por categorias: pesticidas (discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público), fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; outras substâncias - abrangendo (i) listas de substâncias químicas específicas, (ii) meios divulgação pública dos instrumentos, (iii) breve descrição dos processos de requerimento de informação, classificação, registro, marca e outros esquemas de manejo (autorizações, licença de comercialização, informação ao público, etc), (iv) mecanismos de fiscalização e punições, (v) bancos de dados pertinentes disponíveis (identificação, localização e condições de acesso), (vi) provisões para proteção de informações proprietárias. Legislação atual por categoria de uso de substâncias químicas, compreendendo produção, importação, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização, uso, manejo e disposição final: visão estratégica dos instrumentos legais que controlam cada uma das fases. Tab. 2b Unitar pág. 58 Tab. 2c Unitar pág. 59 Tabs. 3a e 3b Unitar pág. 60 e 61 Tab. 4a Unitar pág. 65 Tab 4b Unitar pág. 67 8 4.4. 4.5. 4.6. 5 5.1. 5.2. 5.3. 6 6.1. Descrição resumida de enfoques-chave para o controle de substâncias químicas: panorama das políticas para controle das diferentes categorias de substâncias químicas (pesticidas - discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; e outras substâncias químicas proibidas ou de uso severamente restrito). Incluindo, por exemplo (i) classificação e rotulagem, (ii) registro, (iii) licença, (iv) informações relevantes para trabalhadores e o público. Para instrumento de política, fornecer: breve descrição das limitações existentes, agência responsável, nível e natureza do controle do cumprimento da lei, papel das ONGs na supervisão, educação e conscientização do público. Mecanismos não regulamentários, normas e padrões para o manejo de substâncias químicas: ações voluntárias da indústria, incentivos econômicos e outros incentivos: descrever o tipo de mecanismo, categoria de substâncias químicas abrangidas, objetivo do mecanismo, parte responsável pela implementação, natureza e limite para implementação. Análise das preocupações e conclusões: brechas no sistema legislativo atual para o manejo de substâncias químicas; razões para o não cumprimento da legislação, efetividade dos instrumentos não regulamentários e razões para o êxito, fracasso ou inexistência; correlação entre o arcabouço legal existente e as prioridades definidas (Cap. 3); novas políticas e propostas legais para manejo de substâncias químicas; legislação ou regulamentos resultados de acordos e convenções internacionais ratificadas pelo Brasil; análise da adequação e efetividade da legislação para o manejo de substâncias químicas em cada categoria (pesticidas - discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; e outras substâncias químicas proibidas ou de uso severamente restrito). Ministérios, agências, associações e outras instituições que manejam substâncias químicas Responsabilidades dos diferentes ministérios, agências e demais instituições governamentais: meio-ambiente, saúde, agricultura, trabalho, comércio, indústria, consumidores, finanças, transporte, defesa, justiça, alfândega, relações exteriores e outras, correlacionando, cada uma, a (I) importação, produção, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização, uso/manejo e disposição; e (ii) por categoria de substâncias químicas (pesticidas - discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; e outras substâncias químicas proibidas ou de uso severamente restrito). Descrição das autoridades e jurisdição de órgãos governamentais para cada categoria (pesticidas - discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; e outras substâncias químicas proibidas ou de uso severamente restrito): (i) breve descrição de principais responsabilidades e aspectos específicos para o manejo de substâncias químicas; (ii) recursos alocados para as atividades de manejo de substâncias químicas, incluindo orçamento e número de profissionais; (iii) níveis de habilidade para o manejo de substâncias químicas por categoria. Análise das preocupações e conclusões: superposição de mandatos entre diferentes órgãos governamentais; indefinição de mandato de órgão governamental para cumprimento de instrumento legal; necessidade de envolvimento de outros órgãos governamentais para o manejo de substâncias químicas; grau atual de implementação dos mandatos e avaliação da efetividade da ação dos órgãos governamentais. Atividades relevantes da indústria, de grupos de interesse público e da pesquisa incluindo: (i) organizações e entidades industriais envolvidas na importação, exportação, produção, armazenamento, transporte, distribuição, comercialização, uso/manejo, disposição e acidentes químicos; (ii) universidades, institutos de pesquisa, laboratórios privados, bibliotecas, organizações quási-governamentais, com acesso a informações relevantes e executoras de P&D em manejo de substâncias químicas; (iii) outras organizações profissionais e ONGs, incluindo grupos de trabalhadores, ambientalistas, consumidores, mulheres que tenham interesse no manejo de substâncias químicas Descrição das organizações relevantes e programas: nomes, descrição das atividades, áreas de interesse, informação para contato Tab 4c Unitar pág. 68 Tabs. 5a Unitar pág 72 9 6.2. Resumo de organizações especializadas fora do Governo: correlacionar área de especialização com tipo de organização 6.3. Análise das atividades relevantes e conclusões: relações entre as atividades das organizações às iniciativas de programas de Governo para fortalecer o manejo de substâncias químicas - (i) política de Governo de acesso público à informação relacionada ao manejo de substâncias químicas; (ii) políticas de Governo para que as ONGs possam fornecer informações relacionadas ao manejo de substâncias químicas, (iii) iniciativas voluntárias do setor industrial para complementar aa ação governamental para o manejo de substâncias químicas; (iv) papel das ONGs para informação ao público de riscos de substâncias químicas e atividades de Governo na área; (vi) direito das ONGs para a cobrança no cumprimento da legislação relacionada ao manejo de substâncias químicas; (vii) estudos, informação ou pesquisa executados por ONGs relevantes para o fortalecimento da ação governamental no manejo de substâncias químicas; (viii) avaliação do grau de cooperação existente entre Governo e ONGs no manejo de substâncias químicas Comissões interministeriais e mecanismos de coordenação Comissões interministeriais e mecanismos de coordenação - visão e mecanismos relevantes para coordenação de atividades entre as instituições interessadas: nome to mecanismo, responsabilidades, secretariado, membros, mandato, informação contida na seção 7.2. e efetividade Descrição das comissões interministeriais e dos mecanismos de coordenação: detalhamento dos mecanismos de coordenação, segundo (i) classe de mecanismo (corpo mediador, comitê permanente, processo de negociação formal, grupos ad hoc), (ii) alcance dos temas e substâncias abrangidas, (iii) partes envolvidas (governamentais e não-governamentais), (iv) procedimentos de trabalho (natureza, freqüência de reuniões e procedimentos para tomada de decisão), (v) diagnóstico de pontos fracos Descrição dos mecanismos para obtenção de sugestões de grupos nãogovernamentais: (i) mecanismos relevantes para obtenção da contribuição dos grupos não-governamentais nos procedimentos de revisão e tomada de decisão do Governo; (ii) inclusão de contribuições para compartilhar informações, participação em planejamento, tomadas de decisão e implementação de políticas e programas nacionais de manejo de substâncias químicas; (iii) listagem de ONGs relevantes Análise e comentários dos mecanismos de coordenação das comissões interministeriais: (i) efetividade dos mecanismos existentes, formas de comunicação mais freqüentes e lista de organizações envolvidas; (ii) Ministérios e agências presentes; (iii) efetividade de cobertura dos mecanismos de coordenação e necessidade de mecanismos adicionais; (iv) existência de vínculos entre mecanismos de coordenação; (v) oportunidades atrair ONGs para os mecanismos de coordenação; (vi) existência de mecanismos para compartilhamento de informação entre as agências. Uso e acesso a informação Disponibilidade de informação para o manejo de substâncias químicas, utilizadas para a tomada de decisões e que possam ser requisitadas por instrumentos legais existentes., estabelecendo a correlação da qualidade e quantidade da informação disponível, por categoria de substância química (pesticidas - discriminando: agrícolas, saúde pública, consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais, químicos de consumo público; e outras substâncias químicas proibidas ou de uso severamente restrito e resíduos químicos) para por exemplo marco de prioridades, avaliação do impacto segundo condições locais, avaliação de risco ambiental e de saúde, rotulagem, registro, licenças, autorização, redução de risco, prevenção de acidentes, controle de intoxicações, inventário de emissões, inspeções e auditorias ambientais e de saúde, informações aos trabalhadores, informações ao público. 7 7.1. 7.2. 7.3. 7.4. 8 8.1. Tab. 7A Unitar pág. 78 Tab. 8A Unitar pág.81 10 8.2. 8.3 8.4 e 8.5 8.6. 8.7. 9 Localização da informação nacional: natureza da informação relacionada à gestão de substâncias químicas; identificação de fonte e endereço para acesso; quem tem acesso à informação; forma de armazenamento da informação. Itens da tabela: estatísticas de produção, de importação, de exportação, de uso de substâncias químicas; relatórios de acidentes industriais, de acidentes de transporte; informação de saúde ocupacional dos setores agrícola e industrial; estatísticas de intoxicação; registro de transferência e emissão de poluentes; informação de resíduos perigosos; registro de pesticidas, de substâncias químicas; inventário de substâncias químicas existentes; registro de importação; registro de produtores; decisões relativas a PIC (Convenção de Roterdã)/POP (Convenção de Estocolmo). Cruzamento dos dados com: localidade da informação; fonte; quem tem acesso; como obter acesso; formato. Procedimentos para compilação e disseminação de informação local e nacional, abrangendo: (i) classe de informação relacionada à gestão de substâncias químicas, requerida (quem, quando e em que circunstâncias) por lei para autoridades governamentais; (ii) manutenção de informação sobre efeitos de substâncias químicas na saúde e meio-ambiente (quem produz, coleta, fornece e analisa); (iii) manutenção de informação sobre substâncias químicas usadas no País (quem produz, coleta, fornece e analisa); (iv) facilidade de acesso à informação compilada por órgãos governamentais (quem tem acesso; restrições para acesso; proteção à informação empresarial confidencial). Disponibilidade de literatura internacional: base de dados internacionais acessíveis no País, incluindo sua localização e identificação da instituição/localidade que recebe a documentação, incluindo: instituições governamentais, nãogovernamentais, institutos de pesquisa, universidades, bibliotecas e indústrias. Cruzamento de informações de literatura (documentos de critério de saúde ambiental OMS; diretrizes de saúde e segurança OMS; ficha internacional de informação sobre segurança química - OMS/FISQ; documentos para decisões sobre segurança química FAO/PNUMA; formulários de informação sobre segurança de pesticidas FAO/OMS; documentos da reunião conjunta FAO/OMS sobre resíduos de pesticidas; ficha de dados sobre segurança de materiais (indústria); diretrizes da OCDE para testes de substâncias químicas; princípios de boas práticas laboratoriais OCDE; princípios de boas práticas de manufatura (indústria); rede mundial de bibliotecas para assuntos ambientais OMS/PNUMA; rede mundial de bibliotecas para assuntos ambientais OMS/PNUMA; rede mundial de informação sobre produtos químicos OMS/PNUMA; transporte de materiais perigosos IATA e IMO; base de dados para produtos químicos CAS; base de dados OIT-CIS; base de dados STN;outras bases de dados internacionais relevantes) com localização, quem tem acesso e como ter acesso. Sistemas de intercâmbio de informação nacional. (i) Informação sobre atividades, programas e políticas que facilitem o fluxo de informação entre as organizações internacionais e as partes envolvidas no País. (ii) Intercâmbio de informação nacional entre Ministérios e outras instituições ou partes interessadas. Análise e comentários sobre a disponibilidade e uso da informação para a gestão nacional de substâncias químicas: (i) lacunas na disponibilidade e distribuição de literatura/informação básica; (ii) ocorrência de informação contraditória sobre gestão de substâncias químicas; (iii) estado atual das bases de dados no País (automatização, manutenção e consulta); (iv) iniciativas para melhoria da qualidade das bases de dados no País; (v) sugestões para aprimoramento da qualidade das bases de dados existentes; (vi) efetividade (eficiência e eficácia) do acesso à documentação e base de dados internacionais; (vii) satisfação das partes envolvidas e problemas no acesso à informação; (viii) sugestões para ampliar a disponibilidade de informação específica sobre substâncias químicas no País; (ix) política nacional de acesso à informação. Infra-estrutura técnica Tab. 8B Unitar pág.83 11 9.1. 9.2. 9.3. 9.4. 10 10.1. 10.2. Visão geral dos laboratórios disponíveis no País para apoio a programas e políticas de gestão de substâncias químicas. Considerar como laboratórios relevantes (governamentais, institutos de pesquisa, universidades e privados) aqueles com capacidade de análise química, assegurar qualidade das substâncias químicas, analisar resíduos, identificar substâncias desconhecidas. Visão geral identificando: (i) nome e descrição do laboratório; (ii) localização; (iii) equipamento e disponibilidade de capacidade analítica; (iv) certificação (tipo e agência certificadora); (v) certificação de boas práticas laboratoriais; (vi) escopo. Além dos dados acima, (i) identificar os laboratórios que utilizam protocolos reconhecidos internacionalmente; (ii) programas nacionais para melhoria da qualidade e quantidade de laboratórios no País; (iii) programas formais e informais para cooperação entre países para uso compartilhado de infra-estrutura laboratorial e resultados. Visão geral da capacidade de informática disponível dentro do governo para: (i) sistemas de informação de substâncias químicas, (ii) acesso a base de dados internacionais, (iii) implantação de políticas governamentais e (iv) programas relacionados à gestão de substâncias químicas. Avaliar a compatibilidade dos sistemas utilizados nos distintos Ministérios. Avaliar a capacidade de acesso por correio eletrônico e Internet para comunicação com outros sistemas em outros países. Fornecer dados sobre (i) identificação de bases de dados/sistema, (ii) localização, (iii) equipamento disponível e (iv) usos atuais. Visão geral dos programas técnicos de treinamento e educação. Descrever, em termos gerais, os diferentes programas de treinamento e educação, cujo objetivo for proporcionar habilidade técnica para implementação de políticas e programas governamentais relacionadas à gestão de substâncias químicas, incluindo disciplinas tais como química, toxicologia, ciências ambientais, engenharia, etc., separados por: nível técnico, universitário e cursos internos para funcionários governamentais. Análise e comentários sobre a infra-estrutura técnica do País quanto à gestão de substâncias químicas, abordando: (i) principais pontos fortes e fracos da infraestrutura técnica atual, (ii) estimativa de deficiências da infra-estrutura atual (número e localização, necessidade). Vínculos internacionais Cooperação e participação com organizações, grupos e acordos internacionais, esclarecendo a forma como o País está envolvido em atividades e acordos, indicando os Pontos Focais para as organizações internacionais. (a) Fornecer dados sobre: (i) organização internacional/atividade (FISQ, PNUMA, IEPAC, IPCS, OMS, FAO, OIT, Banco Mundial, BID, OCDE, outros), (ii) Ponto Focal, (iii) outros Ministérios e agências envolvidas, (iv) atividades correlatas nacionais. (b) Fornecer dados sobre participação em acordos e procedimentos internacionais, relacionais à gestão de substâncias químicas (i) acordos internacionais (Agenda 21 CDS, PNUMA, Diretrizes de Londres para Intercâmbio de Informação sobre Comércio Internacional de Produtos Químicos, Código de Conduta da FAO, Protocolo de Montreal, Convenção 170 da OIT, Recomendação da ONU para transporte de produtos perigosos, Convenção de Basiléia, Convenção de Londres, Acordos do GATT/OMC relacionados a substâncias químicas, Convenção de Armas Químicas. Convenção Internacional para Prevenção da Poluição Marítima MARPOL, acordos regionais ou bilaterais); (ii) agência responsável, (iii) atividades nacionais relevantes de implementação. Participação em projetos relevantes de assistência técnica, descrevendo atividades planejadas ou continuadas de assistência multilateral ou bilateral, relacionadas a gestão de substâncias químicas. Considerar, também, projetos relacionados ao meioambiente e desenvolvimento sustentável (ex: Plano Nacional de Ação Ambiental) e projetos relacionados como desenvolvimento agrícola ou industrial, que envolvam a transferência de tecnologia ou substâncias químicas. Relacionar: (i) nome do projeto, (ii) agência internacional ou bilateral envolvidas, (iii) Ponto Focal, (iv) atividades relevantes, (v) objetivo e alcance do projeto, (vi) duração do projeto, (vii) organizações nacionais participantes, (viii) experiência relevante adquirida. Adicionalmente, descrever as políticas nacionais, relacionadas com projetos de assistência, que possam ter algum impacto na gestão de substâncias químicas: (i) classes de controle ou limitações aceitáveis de substâncias químicas como parte de um projeto de assistência e (ii) procedimentos para facilitar a coordenação entre projetos de assistência para evitar duplicação de esforços. Tab 9.1. Unitar pág. 90 Tab. 9B Unitar pág. 90 Tab 10A Unitar pág. 92; Tab 10B Unitar pág. 93 Tab 10C Unitar pág. 95 12 10.3. 11 12 12.1. 12.2. 12.3. Análise e comentário das capacidades nacionais para vincular, com efetividade, os programas internacionais com a estratégia nacional para gestão de substâncias químicas. Considerar (i) avaliação do grau de desenvolvimento das atividades nacionais de implementação dos acordos internacionais, (ii) nível de integração do trabalho das organizações internacionais junto aos programas nacionais, (iii) existência de coordenação apropriada (nível nacional) para a implementação das atividades e acordos internacionais em gestão de substâncias químicas, (iv) procedimentos para auxiliar e garantir a coordenação entre Ministérios e agências responsáveis pelas atividades de assistência e os Ministérios e agências responsáveis pela proteção da saúde e segurança do meio-ambiente, (v) recomendações para ações das agências internacionais visando melhorar a efetividade dos programas atuais no País (ex. mecanismo de coordenação, comunicação, redefinição de prioridades, melhor adaptação às condições locais), (vi) obstáculos identificados no País para implementação dos acordos internacionais e sugestões para aperfeiçoamento Conscientização e entendimentos dos trabalhadores e do público Descrever os instrumentos, programas, políticas legais, atividades relacionadas, desenvolvidas para (i) fornecimento de informações aos trabalhadores para proteção da saúde e segurança aos riscos das substâncias químicas, (ii) fornecimento ao público informação sobre os riscos à saúde, segurança e meio-ambiente causados por substâncias químicas, incluindo informações sobre medidas de proteção para a exposição crônica ou aguda a substâncias químicas perigosas, (iii) conscientização e educação para participação pública ativa, em iniciativas de manejo ambiental (em nível nacional) de substâncias químicas. identificar material destinado ao público e trabalhadores, através de (i) autor, (ii) título do documento e (iii) resumo executivo. Recursos disponíveis e necessários para a gestão de substâncias químicas Fornecer visão geral de recursos governamentais disponíveis, relacionados à gestão de substâncias químicas, incluindo recursos financeiros e recursos humanos. Incluir dados sobre instituição e agências locais ou regionais. Produzir tabelas separadas por classes de substâncias químicas (pesticidas - agrícolas, saúde pública e consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais separando orgânicos, inorgânicos e farmacêuticos - , químicos de consumo público), correlacionando as seguintes informações: (i) Ministério ou agência responsável (Meio ambiente, Saúde, Trabalho, Indústria e Comércio, Fazenda, Transporte, Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Polícia Federal/Alfândega, etc.), (ii) Número de profissionais envolvidos, (iii) formação profissional/especialidade, (iv) recursos financeiros disponíveis por ano. Fornecer visão geral de recursos necessários, para que o governo cumpra com as responsabilidades relacionadas à gestão de substâncias químicas, incluindo recursos financeiros e recursos humanos. Incluir dados sobre instituição e agências locais ou regionais. Produzir tabelas separadas por classes de substâncias químicas (pesticidas - agrícolas, saúde pública e consumo público - , fertilizantes, petróleo e derivados, metais pesados, químicos industriais - separando orgânicos, inorgânicos e farmacêuticos - , químicos de consumo público), correlacionando as seguintes informações: (i) Ministério ou agência responsável (Meio ambiente, Saúde, Trabalho, Indústria e Comércio, Fazenda, Transporte, Defesa, Justiça, Relações Exteriores, Polícia Federal/Alfândega, etc.), (ii) Número de profissionais necessários, (iii) formação profissional/especialidade requisitada, (iv) recursos financeiros necessários. Análise e comentários de (i) pontos fortes dos distintos Ministérios e agências governamentais, quanto à sua capacidade técnica para tratar da gestão de substâncias químicas, (ii) necessidades, de tais Ministérios e agências, para fortalecimento e capacitação de pessoal e fortalecimento institucional em gestão de substâncias químicas, discriminando campos ou áreas específicas ou selecionadas, (iii) deficiências existentes em recursos humanos qualificados para a gestão segura de substâncias químicas, destacando, por exemplo, pessoal técnico, especialistas em legislação, oficiais alfandegários, etc. e (iii) estratégias para mobilização de recursos técnicos e humanos necessários para garantir a gestão racional de substâncias químicas no País. Tab. 12A Unitar pág. 98 Tab 12B Unitar pág. 100 13 13 Análise crítica - Análise Crítica do Sistema de Gestão, o qual deverá encerrar o documento apresentando uma abordagem conclusiva do sistema de gestão brasileiro. O objetivo é o de extrair as informações mais relevantes do Perfil Nacional e de fornecer um quadro geral da situação brasileira que possa subsidiar as ações subseqüentes ao Perfil 6. Gestão do Projeto A elaboração do Perfil Nacional de Gestão Substâncias Químicas, no Brasil, será conduzida de acordo com este Projeto, tendo como documentos base o termo de referência aprovado (Plano de Ação) pela COPASQ – Comissão Coordenadora do Plano de Ação para Segurança Química, e os documentos relacionados no Quadro 4, abaixo: Quadro 4. Documento de Apoio à Elaboração do Perfil Nacional de Substâncias Químicas 1 Proposta Metodológica para Elaboração do Perfil Nacional. 1999. Maria Angélica Garcia. MMA, 33 pp 2 Guia da UNITAR – Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa – intitulado “Preparación de un Perfil Nacional para Evaluar la Infraestrutuctura Nacional para la Gestión de Sustancias Químicas”(FAO, OIT, OCDE, PNUMA, ONUDI, OMS e Secretaria do IFCS – Intergovernmental Forum on Chemical Safety). 3 Documentos de Perfis Nacionais já publicados por outros países 4 Inserção dos princípios, missão, propostas e expectativas acordados no IFCS III, em Salvador, BA. 6.1. Natureza das Informações do Perfil Nacional de Substâncias Químicas As informações e dados necessários à elaboração do Perfil Nacional deverão ser levantados junto a organizações governamentais, nas diferentes esferas da administração pública; organizações empresariais, organizações não governamentais; bancos de dados e publicações relacionadas ao tema. 6.2. Estratégia de busca de informações O principal desafio para identificar fontes e selecionar e obter informações no Brasil, para os vários capítulos do Perfil Nacional de Gestão de Segurança Química, está na falta de documentos e dados tratados, formatados ou disponibilizados em sistemas automatizados. Em grande parte, o sucesso na obtenção das informações irá depender de trabalho pessoal junto às organizações geradoras, detentoras ou que atuam nos diferentes aspectos abrangidos pelos capítulos estabelecidos. 14 Deste modo, o acesso à informação de qualidade, e em curto prazo, dependerá da colaboração das organizações em disponibilizar informações, principalmente as que não estão preparadas para o acesso público, e da designação pelas mesmas de pessoas para contato e envolvimento. A Internet é uma ferramenta importante, mas, comparando com “sites” internacionais, há pouca disponibilidade de informações completas para recuperação “on line” nos “sites” nacionais. A este fato, deve ser adicionada a condição de que várias fontes “on line” internacionais e nacionais – cobram para o acesso aos dados e informações. Este texto inclui sugestão de fontes (com endereços eletrônicos para acesso) e estratégia de busca através da Internet. A relação de fontes, apresentadas nos Quadros 6, 7 e 8, pode servir de início para o estabelecimento de entendimentos institucionais locais, visando o acesso a informações de interesse para a elaboração do Perfil Nacional no Brasil. As fontes incluídas estão organizadas em fontes internacionais e nacionais. As fontes nacionais estão separadas em: (i) (ii) Fontes Institucionais – relevantes para o estabelecimento de contatos formais, visando facilitar o acesso às informações, pelo Executor ou pelo Colaborador envolvidos no projeto; e Fontes predominantemente de Ciência e Tecnologia, principalmente na área de química. 6.2.1 Estratégias de Busca na INTERNET Programas “buscadores” (browsers), para a procura (search) de informação na Internet, já estão incorporados nos programas de navegação “Microsoft Explorer” e “Netscape Communicator”. Muitos buscadores podem ser acessados diretamente da Web e usados gratuitamente, sem a necessidade de instalação, enquanto alguns devem ser instalados no computador pessoal. Entre os últimos, há browsers para livre acesso e uso e outros apresentados em duas versões: uma gratuita, bastante satisfatória e outra paga, que oferece ferramentas mais amplas e poderosas. Há buscadores para encontrar textos simples e especializados, pessoas, mapas, publicações, páginas (sites), etc. Alguns são ferramentas específicas, enquanto outros combinam 15 várias ferramentas que cobrem a Internet, mundialmente, ou que podem ser focadas para idiomas ou países selecionados pelo usuário. Há buscadores de uso genérico e outros desenvolvidos de uso exclusivo com determinado tipo de navegador ou tipo de máquina (Macintosh, por exemplo). Os buscadores internacionais individuais mais conhecidos são http://hotbot.lycos.com, http://www.webcrawler.com, http://www.yahoo.com, http://www.altavista.com, entre outros. Destes, vários oferecem opções de idioma, inclusive o Português. Os passo que os programas: www.copernic.com, www.wisenut.com, www.teoma.com, www.google.com, www.opera.com, http://www.netcaptor.com, http://www.neoplanet.com, utilizam ferramentas mais complexas de busca. O portal “www.zdnet.com” oferece extensa lista de buscadores de uso gratuito: http://hotfiles.zdnet.com/cgi-bin/texis/swlib/hotfiles/search.html?link=1&UTcat=internet& UTsubcat=browsers&Usubp=Internet_Browsers&Usrt=download. Para a busca de “sites” na Web Brasil, são conhecidos os portais apresentados no Quadro 5, abaixo. Quadro 5. Portais de busca na Web-Brasil Achei Alta Vista Brasil Buscas Br Cadê Jaguatirica Encontrei.com Pesquisa Prokura.com.Br Radix Yahoo Brasil Zed Aonde ir Doubleu.com Lycos Brasil Radar Uol Zeek Grande parte dos endereços é obtida diretamente dos programas buscadores. Outros são identificados a partir de busca subseqüente, nas páginas principais (home page), as quais incluem conexões (links) com outros endereços correlatos, na Internet. Não há garantias de que os “sites” listados permaneçam ativos por longo tempo ou possam ser reencontrados com a mesma sintaxe (grafia), algum tempo depois da busca. Em certos casos, a linha de atividade, ou o próprio grupo que gerou as informações, pode ter sido extinto ou o responsável tenha mudado de endereço. Alguns sites poderão ter sido construídos pelos próprios interessados, mantidos por tempo limitado em provedores comerciais, e depois desativados. Também não há garantia de que os textos permaneçam por período superior a 12 meses, embora as respectivas referências possam ser mantidas. 16 6.2.1.1. Potenciais fontes de Informação a) Fontes internacionais Quadro 6. Fontes Internacionais Selecionadas 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. http://chemfinder.camsoft.com http://ace.orst.edu/info/extoxnet / http://es.epa.gov http://irptc.unep.ch/irptc http://irptc.unep.ch/pops/ http://osha.gov http://recetox.chemi.muni.cz/PBTs/content.htm http://toxnet.nlm.nih.gov http://unep.frw.uva.nl http://website.lineone.net/~mwarhurst http://worldwildlife.org/toxics http://www.alphacdc.com/ien http://www.ban.org http://www.beyondpesticides.org http://www.cdc.gov/niosh/homepage.html http://www.cec.org/takingstock/index.cfm?varlan=english http://www.cfsd.org.uk http://www.chem.unep.ch/irptc/invent/igo.html http://www.earthisland.org / http://www.earthlife.org.za http://www.ehs.uiuc.edu/~chem http://www.ejnet.org/dioxin http://www.epa.gov/crs/index.htm http://www.essential.org/mrc http://www.etc-waste.int / http://www.ewg.org http://www.foe.co.uk http://www.globalresponse.org http://www.greenpeace.org/~toxics http://www.iarc.fr – http://www.igc.org/igc/gateway/index.htm http://www.igc.org/wri/wr-98-99/pops1.htm http://www.iisd.ca/linkages http://www.ilo.org/public/english/protection/safework/cis/ http://www.indiana.edu/~cheminfo/ca_csti.html http://www.ipen.org http://www.monitor.net/rachel/rehw-index.html http://www.mtas.es/insht/ipcsnspn/spanish.htm 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. http://www.nihs.go.jp/GINC/webguide/csinfo.html http://www.nlm.nih.gov/pubs/factsheets/toxnetfs.html http://www.optionline.com/Cas.asp http://www.ospar.org/eng/html/welcome.html http://www.panna.org/panna http://www.pesticideinfo.org/ http://www.physchem.ox.ac.uk/MSDS http://www.pirg.org http://www.psr.org http://www.rmi.org http://www.scorecard.org http://www.soilassociation.org/SA/SAWeb.nsf/!Open http://www.sustain.org/hcwh http://www.turi.org http://www.unepmap.gr http://www.unido.org/doc/what.htmls http://www.who.int/pcs/jmpr/jmpr.htm http://www.worldwatch.org http://www.worldwildlife.org/toxics/globaltoxics/index.htm http://www.wupperinst.org http://www-sci.lib.uci.edu/HSG/PHealth.html www.acs.org www.chem.com www.chemfinder.com www.chemicalindustryarchives.org www.e-chemicals.com www.e-chemicals.com www.farmacia.us.es/toxicologia.htm www.imo.org www.oecd.org www.ourstolenfuture.org www.pesticideinfo.org www.piers.com www.piers.com (dados referentes ao Brasil) http://www.piers.com/products/latin.asp http://www.unep.ch/basel/links b) Fontes Nacionais Quadro 7. Fontes Nacionais Institucionais ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – http://www.anvisa.gov.br FIOCRUZ – Fundação Osvaldo Cruz – http://www.fiocruz.br ABIFARMA - http://www.abifarma.com.br ABIFRA - (11) 813-5431 / Fax: (11)212 4075 e-mail: [email protected] ABIPLAST - Fone: (11) 259-6688 / (11) 259-1719 / Fax: (11) 256-4312 E-mail: [email protected] ABIQUIM Associação Brasileira da Indústria Química http://www.abiquim.org.br SISCOMEX - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – http://www.mdic.gov.br/comext/secex/secex.html ABPol - Associação Brasileira de Polímeros Fone: (16)274 3949 E-mail: [email protected] ANDEF Associação Nacional de Fabricantes de Defensivos – www.andef.org.br Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades: http://www.abifina.org.br Associação Brasileira do Comércio de Produtos Químicos - http://www.associquim.org.br 17 CUT - http://www.instcut.org.br/link%20subs.htm FUNDACENTRO – http://www.fundacentro.gov.br/cd-rom's.htm Greepeace Brasil - http://www.greenpeace.org.br IBGE - http://www1.ibge.gov.br/ibge/default.php IBICT – www.ibict.br SINDAN - http://www.sindan.com.br SINDAG – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola – http://www.sindag.com.br Quadro 8. Fontes Predominantes de Ciência e Tecnologia (Química) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. Produtos Químicos Brasileiros: BRAZCHEMICALS/ABIQUIM: http://www.brazchemicals.org.br/portugues Química brasileira na Internet - http://www.quimica.com.br Sistema de Informação sobre a Indústria Química, UFRJ Rede de Serviços de informação em Química e Engenharia Química http://www.eq.ufrj.br/links/siquim/siquim.htm Associação Brasileira de Química, Núcleo de Informação http://niquel.cetem.gov.br/abq CELIT Centro Latino Americano de Informação Tecnológica www.celit.senai.br INFOQUIM (temporariamente fora do ar) www.ibict.br/antares/infoquim/infoq.htm http://www2.uerj.br/~rsirius/bibliotecas/guiaquimica.html - Rede Sirius - Rede de Bibliotecas Biblioteca CTC/Q – UFRJ IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas www.ipt.br USP – Universidade de São Paulo http://www.usp.br/sibi/ UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas http://www.unicamp.br/bc/ CTA/ITA – Centro de Tecnologia da Aeronáutica http://www.bibl.ita.cta.br PUCRS – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul http://ultra.pucrs.br/biblioteca/ UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina http://www.bu.ufsc.br Universidade Federal da Bahia Instituto de Química www.ufba.br/~labinqui Universidade Estadual do Ceará www.uece.br Universidade Federal do Ceará www.ufc.br UFC Departamento de Química Orgânica e Inorgânica www.dqoi.ufc.br/ UFC Departamento de Química www.dqoi.ufc.br/equimica.html UFC Grupo de Pesquisas em Polímeros www.dqoi.ufc.br/~polimero UFC Laboratório de Catálise e Material – LACAM www.dqoi.ufc.br/~catalise UFC Grupo de Pesquisa em Bioinorgânica www.dqoi.ufc./~bioinorg Universidade de Brasília Departamento de Química www.unb.br/qui Universidade Católica de Brasília www.ueb.br Laboratório de Pesquisa em Ensino e Pesquisa htpp://guarany.cpd.unb.br/qui/ipeq Universidade Federal do Espírito Santo www.ufes.br/~prograd/curvi.htm Universidade Federal de Goiás www.ufg.br Universidade Federal de Juiz de Fora www.ufjf.br/cursos/quimica.htm Universidade Federal de Minas Gerais www.ufmg.br Universidade Federal de Viçosa Departamento de Química www.ufv.br/deq/home.htm Universidade Federal de Uberlândia www.ufu.br/ Universidade Federal de Ouro Preto www.ufop.br Laboratório de Química Computacional e Modelagem Molecular www.qui.ufmg.br/~lqcmm Núcleo de Estudos em Química Medicinal www.qui.ufmg.br/~nequim Universidade Federal do Pará www.ufpa.br Universidade Estadual da Paraíba www.uepb.rpp.br Laboratório de Automação em Química Analítica www.quimica.ufpb.br/~laqa Universidade Estadual de Ponta Grossa www.uepg.br/uepg/uepgOb.htm Universidade Estadual de Londrina www.uel.br/home-page/rframe.html Universidade Estadual de Maringá Departamento de Química www.uem.br/~dqi Universidade Federal do Paraná Departamento de Química www.quimica.ufpr.br Sociedade de Química Fina para o Combate de Doenças Tropicais – QTROP www.qtrop.org.br Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro www.unicentro.br Universidade Católica de Pernambuco www.unicap.br Universidade Federal de Pernambuco Departamento de Química www.dqf.ufpe.br 18 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. Universidade do Estado do Rio de Janeiro www.uerj.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro www.puc-rio.br Universidade Federal do Rio de Janeiro Escola de Química www.eq.ufrj.br Universidade Federal Fluminense www.uff.br Universidade Estadual do Norte Fluminense www.uenf.br Laboratory of Protein Biophysical Chemistry www.bioqmed.ufrj.br/biochemistry/lpbc Laboratório de Pesquisa de Produtos Naturais www.geocities.com/Paris/7123 Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LASSbio) http://acd.ufrj.br/~pharma/lassbio Universidade de Santa Cruz do Sul www.unisc.br/cursos/regulares.html Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul http://ultra.pucrs.br/quimica Universidade Federal de Pelotas Instituto de Química e Geociências www.ufpel.tche.br/iqg Universidade Federal de Santa Maria www.ufsm.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Química www.cesup.ufrgs.br/quimica/quip.html Universidade do Sul de Santa Catarina www.unisul.rtc-sc.br/unisul Universidade Federal de Santa Catarina Química www.qmc.ufsc.br Experimentos virtuais de Química Orgânica www.qmc.ufsc.br/qme Experimentos Virtuais de Química Geral www.qmc.ufsc.br/~minatli/curso-enequi Alquimistas Home Page II www.geocities.com/collegepark/lab/6283 USP – São Carlos Instituto de Química www.iqsc.usp.br USP – Ribeirão Preto Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras www.ffclrp.usp.br UNICAMP Instituto de Química www.iqm.unicamp.br Universidade Federal de São Carlos www.dq.ufscar.br UNESP – Araraquara Instituto de Química www.unesp.br/unidades/03.htm UNESP – Bauru Departamento de Química www.unesp.br/unidades/07.htm UNESP – São José do Rio Preto www.unesp./unidades/22.htm Universidade Mackenzie www.mackenzie.br/exadep.htm Universidade de Mogi das Cruzes www.umc.br Universidade do Vale do Paraíba www.univap.br Laboratório do Prof. Dr. Omar A. El Seoud http://seoud6.iq/indexhtm Laboratório de Química Teórica e Termodinâmica de Líquidos www.iqt.dq.ufscar.br Laboratório de Estrutura e Função de ATPase http://verjo2.iq.usp.br Grupo de Simulação Molecular – FFCLRP, USP – Ribeirão Preto http://idefix.ffclrp.usp.br Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas – UNICAMP http://thomson.iqm.unicamp.br Laboratório de Pesquisas em Físico-Química – UNICAMP http://pcserver.iqm.unicamp.br/~ines Laboratório de Pesquisa em Físico-Química de polímeros e Soluções Surfactantes – UNICAMP http://pcserver.iqm.unicamp.br/~wloh Laboratório de Polímeros Condutores e Reciclagem – UNICAMP http://policond8.iqm.unicamp.br/~mdepaoli Laboratório de Química de Superfícies – UNICAMP http://pcserver.iqm.uniocamp.br/~gushikem Laboratório do Prof. Ulf Schuchardt - http://pcserver.iqm.unicamp..br/~ulf Laboratório de Pesquisas da Profª Regina Buffon - http://pcserver.iqm.unicamp.br/~rbuffon Laboratório de Síntese Orgânica da FFCLRP - USP – Ribeirão Preto http://artemis.ffclrp.usp.br 6.3. Gestão e Execução A coordenação técnica para a configuração e implementação do Projeto PNGSQ será de responsabilidade do Ponto Focal Nacional do FISQ no Ministério do Meio Ambiente2 , segundo as diretrizes propostas e aprovadas pela COPASQ. 2 Secretaria de Qualidade Ambiental, MMA, Esplanada dos Ministérios – Bloco B – Gabinete SQA. Brasília, DF. 19 O modelo de gestão e execução das atividades do projeto prevê as seguintes instâncias: 6.3.1. Instituição Coordenadora Ministério do Meio Ambiente – MMA: deverá prover os meios e recursos necessários para que a execução do projeto ocorra sem obstáculos e limitações de ordem institucional, material e operacional, bem como acompanhar e avaliar o andamento dos trabalhos. Caberá também à Instituição Coordenadora adotar as providências relativas à validação do documento e para a divulgação da versão final. 6.3.2. Instituições Colaboradoras Estão incluídas como Instituições Colaboradoras: ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, FUNASA – Fundação Nacional de Saúde, FIOCRUZ – Fundação Osvaldo Cruz, ABIQUIM – Associação Brasileira das Indústrias Químicas, FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança de Medicina do Trabalho, IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, OPAS – Organização PanAmericana de Saúde/Representação Brasil, e outras que venham a ser identificadas e que poderão auxiliar nas diversas etapas do Projeto, de acordo com as suas possibilidades, e mediante entendimentos com a Coordenação Geral e a Instituição Executora. 6.3.3. Instituição Executora Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, prevendo-se a possibilidade de estabelecimento de cooperação com a OPAS para execução físico-financeira do projeto, de acordo com Projeto Executivo. 6.3.4. Coordenador Geral Profissional identificado em comum acordo entre a Instituição Coordenadora e a Instituição Executora, será responsável pela coordenação dos trabalhos técnicos e a produção do documento “Perfil Nacional de Gestão de Substâncias Químicas”, de acordo com o escopo estabelecido no projeto e as orientações estabelecidas pela Instituição Executora. Deve conhecer os processos e atores envolvidos na gestão de substâncias químicas, para garantir o sucesso do Projeto e a qualidade do documento final. O Coordenador Geral poderá dispor de Assessoria para apoio técnico-operacional e organizacional. 20 6.3.4.1. Incumbências do Coordenador Geral: a) Reportar-se à Instituição Executora; b) Auxiliar na logística para a execução do Projeto, de acordo com este Projeto Executivo; c) Estabelecer, juntamente com o consultor WEB, orientações aos Consultores Técnicos quanto à sistematização de informações e estabelecimento do formato básico do produto resultante do trabalho dos executores; d) Estabelecer o cronograma das atividades designadas para cada Consultor Técnico; e) Treinar e orientar os Consultores Técnicos sobre o Projeto, cobrindo as etapas previstas no Fluxograma e Cronograma auxiliado, caso necessário, pelo Comitê Organizador; f) Orientar os Consultores Técnicos para a elaboração dos respectivos subprojetos, de forma harmonizada, e que contenham: i. conjunto de tarefas pré-designadas; ii. marcos de referência, levando em conta (a) o conteúdo de cada Capítulo (tarefa), de cada subtópico (subtarefa) e a característica do produto informacional e documental resultante; (b) o cronograma estabelecido; (c) o número máximo de página pré-determinado e (d) a qualidade do texto a ser elaborado. iii. previsão de custos e elementos de despesas para cada Capítulo, distinguindo: remuneração Homem/Hora, Encargos Sociais, pagamento de uso de Infra-estrutura (utilidades, equipamentos, aquisição de informação) e Outros custos (especificados por Capítulo, Tarefa ou atividade de Gestão); iv. cronograma físico e financeiro e respectivos desembolsos; v. gestão de recursos e de tempos, envolvendo a participação remunerada de Colaboradores (Homem/Hora), recolhimento de Encargos Sociais e pagamento de Infra-estrutura às respectivas organizações. g) Acompanhar a execução das tarefas e avaliar os resultados (informações produzidas), do ponto de vista de tempos, gastos, forma e conteúdo; h) Avaliar a Memória Técnica, quanto à qualidade, pertinência e relevância do conteúdo e selecionar os textos que deverão fazer parte do Capítulo “Anexos” e que atendam aos tópicos pré-estabelecidos: 21 ü Abreviaturas e siglas ü Relatórios e trabalhos que tratam dos vários aspectos da gestão de substâncias químicas ü Relação de nomes e endereços de pessoas e organizações-chave ü Organograma da estrutura de gestão de substâncias químicas em nível nacional ü Documentos de trabalho - Memória Técnica do Perfil Nacional i) Avaliar os documentos de Capítulos quanto à qualidade, pertinência e relevância do conteúdo; j) Editar a Versão 1 do Perfil Nacional, respeitando os limites de páginas estabelecidos para cada Capítulo; k) Distribuir a Versão 1 para os Consultores Técnicos, recomendando que a qualidade da síntese feita pelo Coordenador Geral seja avaliada, de maneira a garantir que o conteúdo informativo, proposto para cada Capítulo (ver Visão Global do Projeto, “Descrição do Conteúdo”), tenha sido plenamente alcançado; l) Avaliar os comentários feitos pelos Consultores Técnicos; m) Editar a Versão 2, para ser submetida à avaliação da Instituição Executora e Comitê Organizador; n) Sugerir ao Comitê Organizador as instituições a serem envolvidas diretamente no processo de validação do documento, da maneira mais ampla possível, e que tenham relação com a gestão segura de substâncias químicas, conforme recomendado pelo FISQ – Forum Intergovernamental de Segurança Química, abrangendo: (a) organizações empresariais, governamentais governamentais e não- (b) representantes de classes profissionais de trabalhadores e cidadãos o) Organizar 02 (duas) reuniões, contando cada uma delas com 40 convidados, para validação da Versão2 revisada pelo Comitê Organizador e a apresentação de contribuições para o aprimoramento do documento. p) Registrar os comentários e sugestões recebidas com a colaboração dos Consultores Técnicos, com particular atenção aos Capítulos da responsabilidade de cada um deles; 22 q) Elaborar a memória técnica de cada reunião do Comitê Organizador e das reuniões de validação, e providenciar o registro das presenças e representações institucionais; r) Incorporar as contribuições pertinentes ao aprimoramento do documento e editar a Versão final do Perfil Nacional; s) Auxiliar na produção do documento final, incluindo: i. Tradução para inglês e espanhol ii. produção de “hotsite” para inserção nos “site” do Ministério do Meio Ambiente e no do National Profiles “on Line” http://www.unitar.org/cwm/nationalprofiles/English/nponlineng.htm iii. impressão gráfica, com previsão para distribuição de 5.000 cópias iv. produção de CD-ROM, com previsão para distribuição de 5.000 unidades t) Elaborar relatório gerencial de conclusão do Projeto, para a Instituição Executora. 6.3.5. Consultores técnicos A escolha dos Consultores Técnicos será feita a partir de entendimentos entre o Coordenador Geral, a Instituição Executora e a Instituição Coordenadora. Uma vez escolhidos, os entendimentos prévios serão feitos pelo Coordenador Geral, enquanto o convite oficial ficará a cargo da Instituição Executora. A exemplo do Coordenador Geral, os Consultores Técnicos também devem conhecer os processos e atores envolvidos na gestão de substâncias químicas, para garantir o sucesso esperado do projeto e a qualidade do documento de referência. 6.3.5.1. Atividades do Consultor Técnico a) Colaborar, com o Coordenador Geral, na definição de diretrizes gerais, logística, sistematização e formatação das informações que serão geradas na execução do projeto; b) Elaborar os respectivos subprojetos de forma harmonizada de acordo com o itens 6.3.4.1 (f). c) Analisar – em profundidade – as partes pertinentes aos respectivos subprojetos, quanto ao conteúdo, propósito, tarefas, prazos e recursos previstos, para que possam exercer, com eficiência e eficácia as sua incumbências; 23 d) Identificar Colaboradores especializados, para execução de tarefas ou atividades que contribuam para atingir os resultados esperados, com plenitude, dentro dos objetivos, escopo, prazos e custos previstos, bem como, estabelecer através da nstituição Executora, negociação com o Colaborador, ou com dirigente de sua organização; e) Orientar adequadamente o Colaborador, acompanhar as atividades deste e avaliar os resultados, a fim de que a informação seja produzida com qualidade, pertinência, relevância e objetividade em relação ao conteúdo esperado (ver Visão Global do Projeto, “Descrição do conteúdo”); f) Acompanhar a execução das tarefas e avaliar os resultados (informações produzidas), do ponto de vista de tempo, forma e conteúdo; g) Avaliar a Memória Técnica, de acordo com o Item 6.3.4.1 (h) h) Produzir os textos referentes aos Capítulos de sua responsabilidade, com qualidade, pertinência e relevância do conteúdo e de acordo com as demais instruções recebidas; i) Revisar as Versões 1 e 2 do Perfil, elaboradas pelo Coordenador Geral, do ponto de vista da qualidade de síntese requerida e de maneira a expressar os resultados obtidos para os respectivos Capítulos; j) Colaborar com o Coordenador Geral, para identificação das partes interessadas, que serão envolvidas no processo de validação da Versão 2 revisada do Perfil e participar das reuniões programadas; k) Registrar comentários, sugestões e recomendações adequadas ao aprimoramento do texto do documento final e colaborar para a produção da Versão Final; l) Elaborar relatório gerencial de conclusão do subprojeto, apresentado ao Coordenador Geral. 6.3.6. Comitê Organizador O Comitê Organizador será coordenado pela Instituição Coordenadora e será composto por: (i) Representantes designados pelas Instituições Coordenadora, Executora e Colaboradoras; (ii) Coordenador Geral 24 (iii) Consultores técnicos, e (iv) Outros membros a critério do Comitê organizador. 6.3.6.1. Incumbências do Comitê Organizador: a) Auxiliar na logística para a execução do Projeto; b) Definir a relação de substâncias químicas a serem abrangidas pelo Perfil c) Definir, a relação de substâncias químicas a serem abrangidas pelo PNGSQ; d) Avaliar e discutir as diretrizes para elaboração do PNGSQ; e) Acompanhar e avaliar o processo de execução do PNGSQ, identificando e propondo ajustes; f) Auxiliar o Coordenador Geral, se necessário, no treinamento e orientação dos Consultores Técnicos, no que se refere ao Item 6.3.4.1 (e) e 6.3.4.1 (f); g) Auxiliar o Coordenador Geral na Edição da Versão do Perfil, a ser submetida à validação pelas diversas partes interessadas, em atividades relacionadas à: i) Eleição das partes interessadas, de maneira mais ampla possível, que tenham envolvimento direto ou indireto na gestão segura de substâncias químicas, conforme recomendado pelo FISQ – Forum Intergovernamental de Segurança Química, abrangendo: a) organizações empresariais, governamentais e governamentais não- b) representantes de classes profissionais de trabalhadores e cidadãos ii) Seleção das organizações que possam ser convidadas à avaliação e validação do Perfil. 6.3.7. Grupo colaborador São profissionais que irão auxiliar os Consultores Técnicos em atividades relevantes à elaboração dos capítulos. Tais profissionais deverão contribuir na elaboração e execução do projeto do PNGSQ, através de trabalho pessoal, levantando e fornecendo informações pertinentes, aos diferentes tópicos dos capítulos do documento final a ser elaborado. 25 Os membros do Grupo Colaborador serão identificados pelo Coordenador Geral e Consultores Técnicos na comunidade nacional que atua em diferentes tópicos da gestão de substâncias químicas, com o auxílio do Comitê Organizador. A Relação de Colaboradores contém sugestões de nomes das instituições e profissionais. O convite a cada um dos colaboradores deverá ser feito oficialmente pela Instituição Executora, após contato prévio do(s) Consultor (es). O Consultor deverá estar preparado para orientar adequadamente o Colaborador a ser convidado, a fim de garantir o caráter quáliquantitativo que se espera das contribuições individuais. 6.3.7.1. Lista de Colaboradores (sugestões)3 A lista a seguir não pretende ser exaustiva, ela objetiva detectar colaboradores potenciais já identificados. ÓRGÃOS & INSTITUIÇÕES: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA Diretoria de Controle Ambiental - DCA Ministério do Trabalho – MTb Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança de Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO Ministério da Saúde - MS Secretaria de Políticas em Saúde Fundação Nacional de Saúde Serviço Nacional de Informação Tóxico-Farmacológica - SINITOX Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA Secretaria de Defesa Agropecuária Centro Nacional de Monitoramento e Avaliação de Impacto Ambiental – CNPMA/EMBRAPA Ministério dos Transportes - MT Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes - GEIPOT Ministério de Ciência e Tecnologia Ministério das Relações Exteriores - MRE Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Ministério do Integração Nacional Secretaria de Defesa Civil Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Secretaria de Comércio Exterior - SECEX Departamento de Negociações Internacionais Secretaria de Desenvolvimento da Produção - SDP Departamento das Indústrias Intensivas em Mão de Obra e Recursos Naturais Departamento de Competitividade Sistêmica e Estudos Econômicos CAMEX - Câmara do Comércio Exterior Instituto Nacional de Metrologia, Normalização, Qualidade Industrial - INMETRO Ministério das Minas e Energia – ME Departamento Nacional de Combustíveis - DNC 3 Os nomes a seguir foram extraídos do documento: Rede de Contatos. 2000. Maria Angélica Garcia. MMA. 51pp. 26 Secretaria de Minas e Metalúrgica Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB/SP Setor de Toxicologia Humana e Saúde Ambiental Centro de Recursos Ambientais – CRA/Bahia ASSOCIAÇÕES SETORIAIS Associação Brasileira da Indústria Química - ABIQUIM Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Central Única dos Trabalhadores - CUT Instituto Nacional de Saúde no Trabalho da CUT (INST/CUT) Sindicato dos Químicos e Petroquímicos do ABC Confederação Nacional dos Químicos Sociedade Brasileira de Toxicologia - SBT Greenpeace COLABORADORES Angela de Luca Rabello Vagner - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Arsênio Oswaldo Sevá Filho - Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP Berenice Goelzer - Consultora Eduardo Antonio Licco - Consultor João Baptista da Silva - Consultor Maria Angélica Garcia - Consultora Sandra Hacon - Pesquisadora da Comissão de Energia Nuclear/IRD e FIOCRUZ Sérgio Grain - Consultor Volney M. Câmara – Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro 6.4. Estimativa da Força de Tarefa Necessária à Elaboração dos Capítulos Estima-se que para elaboração dos capítulos de 1 a 13 do texto do Perfil, totalizando cerca de 110 páginas, será necessário um total de 1.405 homem-horas, conforme detalhado no Quadro 9 a seguir; Quadro 9. Homem-horas e Número de Páginas Necessárias à Elaboração dos Capítulos Capítulos No. máximo de páginas Estimativa H/Hora 1 1.1 20 0 30 0 1.2. 0 0 1.3. 0 0 1.4. 0 0 2. 10 75 2.1. 0 25 2.2. 0 25 2.3. 0 25 3. 10 140 3.1. 0 (i) 0 (ii) 60 60 27 3.2. 0 20 4 15 210 4.1. 0 30 4.2. 0 45 4.3. 0 30 4.4. 0 40 4.5. 0 30 4.6. 0 35 5 5 65 5.1. 0 25 5.2. 0 20 5.3. 0 20 6 5 90 6.1. 0 35 6.2. 25 6.3. 0 30 7 5 80 7.1. 0 20 7.2. 0 20 7.3. 0 20 7.4. 0 20 8 10 235 8.1. 0 50 8.2. 0 40 8.3 0 40 8.4 e 8.5 40 40 8.6. 0 35 8.7. 0 30 9 5 180 9.1. 0 60 9.2. 0 40 9.3. 0 50 9.4. 0 30 10 10 80 10.1. 0 30 10.2. 0 30 10.3. 0 20 11 5 80 0 80 12 5 110 12.1. 0 50 12.2. 0 40 12.3. 0 20 13 5 30 Subtotal 110 1.405 28 6.5. Especificações para Redação dos Capítulos e Anexos Para facilitar a conversão de arquivo para HTML quando do desenvolvimento do Website (hotsite) e posterior produção de unidades de CD-ROM, o texto dos capítulos e anexos deverão ser produzidos com as características a seguir: • Uso de editor de texto “MSWord” versão atualizada; • • Tipo de caracteres: Arial (i) Caractere tamanho 14, negritado, para títulos de Capítulo e subcapítulos; (ii) Corpo 12 Normal, para texto; (iii) Corpo 8 Normal, para tabelas Formato de papel A4 • Margens: (a) superior e inferior com 2,5 cm (b) esquerda e direita com 3,0 cm 6.6. Editoração e Validação do Perfil Nacional de Gestão de Substância Química Editoração: A editoração consiste na análise, avaliação e tratamento dos textos gerados, para a elaboração das versões intermediárias e finais do Perfil Nacional. Validação: O processo de validação consiste na distribuição do texto final, elaborado pelo Coordenador Geral do projeto, para pessoas e organizações representativas das partes interessadas (stakeholders), com o objetivo de colher comentários, sugestões e recomendações, a fim de tornar o texto representativo dos vários segmentos. Os procedimentos para a validação estão mencionados neste bloco. Coordenador Geral e os Consultores Técnicos, em trabalho conjunto para algumas tarefas, serão responsáveis pela produção do texto correspondente a cada Capítulo. Como já enfatizado, deverão levar em consideração: • o conteúdo e natureza das informações estabelecidas para cada Capítulo; • a produção de tabelas; • a formatação estabelecida e, • o número máximo de páginas pré-determinado para cada Capítulo. 6.7. Da Execução das Tarefas Na fase executiva das tarefas deverá ser observado o seguinte: 29 a) Cada Capítulo previsto para o Perfil Nacional é tratado como tarefa específica, e é subdividido em tópicos ou partes, que podem ser considerados como subtarefas; b) Os executores e Colaboradores convidados devem dedicar a máxima atenção ao conteúdo descritivo do Capítulo e suas partes, para que o documento brasileiro possa ser harmonizado aos demais Perfis produzidos em outros países; c) Os executores dedicarão o máximo empenho para obter todas as informações recomendadas. A falta destas, e a impossibilidade de recuperá-las, deverão ser registradas, para que esforços subseqüentes possam sanar lacunas; d) Algumas tarefas não têm correspondência a Capítulos; e) Visando ao atendimento de algumas recomendações do Fórum Internacional de Segurança Química – FISQ, manifestadas em documentos de consenso e resultantes de diversos eventos e ratificações nos Fóruns trienais, deverão ser observadas: • Harmonização de critérios para escolha de substâncias químicas para inclusão no PNGSQ; • Amplo envolvimento das partes interessadas (stakeholders) – com identificação de, idealmente, todas as partes interessadas que possam colaborar na elaboração e validação do documento resultante, e; • Provisão de meios e mecanismos para integrar o Perfil Nacional à Rede de intercâmbio de informações de acesso público, sobre as diferentes ações voltadas para a gestão segura de substâncias químicas. 6.7.1. Seqüência das Tarefas a Serem Executadas A seqüência racional de execução das tarefas, e as responsabilidades, deverão seguir as etapas a seguir: O Coordenador Geral, em conjunto com a Instituição Executora: • Escolhe e treina os Consultores Técnicos; • Estabelece as diretrizes gerais e a logística do projeto; • Distribui as tarefas para cada Consultor Técnico; • Estabelece os respectivos cronogramas das atividades e os marcos de referência temporais. 30 Após o treinamento, o Coordenador Geral e os Consultores Técnicos, subsidiados pelo Comitê Organizador, deverão executar duas tarefas essenciais. 6.7.1.1. Tarefa Essencial 1: Definição da Lista de substâncias químicas para ser usada durante todo o levantamento. A lista deve abranger as substâncias que sejam relevantes para o Brasil, levando-se em conta critérios que permitam a atender a importantes condições para harmonização de linguagens utilizadas em documentos geradas sob a égide do FISQ. Considerar como essenciais: i. Agregação por grandes categorias; a. pesticidas (agrícolas, saúde pública e consumo público) b. fertilizantes c. petróleo e derivados d. metais pesados e. químicos industriais (separando orgânicos, inorgânicos e farmacêuticos) f. químicos de consumo público ii. Indicação do nº. CAS (Chemical Abstract Service) para as substâncias escolhidas; iii. Harmonização da lista de substâncias, de maneira a incluir (idealmente, no todo), a listagem adotada para o “Projeto de Inventário de emissões/registro de emissões e transferência” (Pollution Release and Transfer Register – PRTR), que também incorpora recomendações do FISQ para harmonização internacional Não se pode pretender abarcar todas as substâncias químicas em uso ou produzidas no Brasil, haja vista o seu amplo espectro. Devem ser definidos critérios gerais para essa seleção, dos quais alguns são recomendados a seguir, sem ordem de prioridade: a. substâncias objeto de tratados e acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário [Convenção de Viena para Proteção da Camada de Ozônio (1985), Convenção sobre o Controle de Movimentos 31 Transfronteiriços de Resíduos Perigosos (1989), Convenção de Roterdã (PIC), Convenção de Estocolmo (POP's), Convenção Regional do Atlântico Norte OSPAR , etc.; b. substâncias perigosas à saúde e ao meio ambiente, regidas pela legislação brasileira, referentes à produção, comercialização, importação, exportação, transporte, armazenamento e uso de substâncias químicas; c. substâncias que, apesar de não estarem sob a égide de normas de controle, vêm sendo objeto de preocupação por parte dos especialistas ou são causadoras de acidentes e desastres ambientais, ou de impacto sobre a saúde humana. 6.7.1.2. Tarefa Essencial 2: Sistematização e formatação da informação para que os documentos sejam produzidos em harmonia (forma e conteúdo) aos demais Perfis, tendo-se em conta que o texto final será inserido em site da Internet. Deste modo é fundamental contar com a colaboração de especialista em sistema de informação. Parte da questão foi antecipada, com recomendações (incluídas neste bloco) para formatação do texto que deverá ser elaborado pelos executores O projeto prevê a participação de especialista, de acordo com o item “Cronograma de Execução”. O Coordenador Geral deverá, a seu critério e no tempo que considerar mais conveniente, fazer o contato com especialistas para consultas pertinentes e gerar as instruções apropriadas, que deverão ser repassadas aos Consultores Técnicos e ao Comitê Organizador. Após a definição da listagem de substâncias químicas, e do modelo de formatação da informação, os Consultores Técnicos elaboraram os respectivos subprojetos, com base nas instruções recebidas. 6.8. Marcos de Referência O Coordenador Geral, em consulta ao Comitê Organizador, irá estabelecer os mecanismos e instrumentos de acompanhamento e avaliação da execução dos subprojetos . Para isso deverá considerar as diretrizes, as tarefas e marcos de referência, e os respectivos cronogramas. A eleição dos marcos de referência precisa levar em conta: 32 (a) o conteúdo de cada Capítulo (tarefa), de cada subtópico (subtarefa) e a característica do produto informacional e documental resultante; (b) o cronograma estabelecido; (c) o número máximo de página pré-determinado; e (d) a qualidade do texto a ser elaborado. O Coordenador Geral poderá valer-se da descrição do conteúdo dos capítulos para criar os marcos de referência. Depois de orientados quanto aos marcos de referência, os Consultores Técnicos irão executar os respectivos subprojetos. Quando necessário, o executor usará a contribuição do Comitê Organizador ou de profissionais Colaboradores identificados e sugeridos para cada Capítulo, podendo se valer da “Relação de Colaboradores” constante deste Projeto. A Memória Técnica do Projeto será constituída pela documentação produzida durante a execução das atividades, representada por textos e tabelas. (a) A partir da memória técnica, cada Consultor Técnico irá produzir o texto final para cada Capítulo, em estreita articulação com o Coordenador Geral; (b) O Coordenador Geral e os Consultores Técnicos devem respeitar o número máximo de páginas para cada Capítulo do documento final, independente do volume de dados e do número de páginas resultantes da execução de cada tarefa. O Coordenador Geral é responsável pela editoração da Versão 1 do Perfil Nacional, a partir dos Capítulos redigidos pelos responsáveis pela execução das tarefas. O papel do Coordenador Geral, nesta etapa, é harmonizar a linguagem, avaliar o conteúdo, quali-quantitativo e comparativamente a outros Perfis já disponíveis, com o especial propósito de verificar falhas e lacunas. A Versão 1, consolidada pelo Coordenador Geral, será passada aos Consultores Técnicos e ao Comitê Organizador, para revisão e realimentação a fim de que possa ser produzida a Versão 2. O passo seguinte será submeter a Versão do Perfil para validação, crítica e recebimento de contribuições de representantes das partes interessadas. (a) A despeito das partes interessadas indicadas pelo Comitê Organizador, deve-se destacar que, de acordo com as diretrizes do FISQ, as partes abrangem 33 organizações governamentais, empresariais, não governamentais (representantes de interesses empresariais e de interesses sociais), organizações acadêmicas, institutos de pesquisas, órgãos de classe patronais e laborais, associações profissionais, grupos de empregados e cidadãos; (b) O Coordenador Geral, o Comitê Organizador e os Consultores Técnicos deverão organizar-se adequadamente para estimular a visão crítica das partes interessadas e obter sugestões que contribuam para o aprimoramento do conteúdo do texto; (c) Só assim, a versão final do Perfil estará validada do ponto de vista técnico, político, econômico, sócio-institucional e ambiental. Finalmente, o Coordenador Geral, com a contribuição do Comitê Organizador e dos Consultores Técnicos, fará a editoração da versão final do Perfil, a ser apresentada à COPASQ e a ser divulga através de: • Material impresso para o público geral e especializado • Meios eletrônicos • Inserção em sites nacionais e no National Profiles On Line, situado no endereço: http://www.unitar.org/cwm/nationalprofiles/English/nponlineng.htm. O projeto prevê a produção de “hotsite” para ser inserido na página oficial da WEB, do MMA, para consulta “online”. A partir daí, serão produzidas unidades de CD-ROM para ampla disseminação, entre as diversas partes interessadas. Quadro 10. Lista de tarefas Sequência Tarefa1 Tarefa2 Tarefa3 Tarefa4 Tarefa5 Tarefa6 Tarefa7 Tarefa8 Tarefa9 Tarefa10 Tarefa11 Tarefa12 Tarefa13 Distribuição de Tarefas e Produtos por Executor Executor Capítulo Atividade COPASQ/MMA Organizar Instituição coordenadora COPASQ/MMA Selecionar Instituição executora COPASQ/MMA Selecionar Coordenador Geral CoordGeral/InstCoord Selecionar Consultores 1,2,3 CoordGeral Treinar Consultores 1,2,3 Diretrizes Distribuir tópicos Estabelecer cronogramas CoordG/Consult1,2,3 Definir lista de substâncias químicas CoordG/Consult1,2,4 Sistematizar e formatar informações Consult1 Cap 1 Marco institucional nacional Consult1 Cap 2 Dados de produção Consult1 Cap 3 Preocupações prioritárias Consult1 Cap 11 Conscientização Consult2 Cap 4 Instrumentos legais Consult2 Cap 5 Ministérios e outras organizações 34 Tarefa14 Tarefa15 Tarefa16 Tarefa17 Tarefa18 Tarefa19 Tarefa20 Tarefa21 Tarefa22 Tarefa23 Tarefa24 Tarefa25 Tarefa26 Tarefa27 Tarefa28 Tarefa29-30 Consult2 Consult2 Consult2 Consult3 Consult3 Consult1,2,3 CoordG-Consult 1,2,3 CoordG-Consult 1,2,3 CoordG Consult 1,2,3 CoordG CoordG CoordG-Consult 1,2,3 CoordG/Inst Exe CoordG-COPASQ/MMA COPASQ/MMA Cap 7 Cap 9 Cap 10 Cap 6 Cap 8 Cap 12 Cap 13 Comissões interministeriais Infra-estrutura Vínculos internacionais Atividades relevantes Uso e acesso a dados Recursos disponíveis e necessários Análise crítica Documentos de capítulos Versão 1 Revisão versão 1 Revisão versão 1 Versão 2 Validação Eleger partes interessadas Versão final Produção-Divulgação : publicações, Internet e CD-ROM 6.9. Cronograma de Execução As atividades devem ser iniciadas em Dezembro de 2001, e se as sugestões para otimização do tempo de execução de tarefas selecionadas forem adotadas, será possível finalizar o projeto até 30 Junho de 2002. Sugestões para Otimização do tempo de execução: • Redução do tempo de coleta de informações, através de contratação de colaborador especializado com o tipo e disponibilidade de dados ou informações pertinentes; • Execução simultânea de tarefas independentes, conforme as seguintes sugestões : (a) Consultor 1: 1. Selecionar e contratar um Colaborador para iniciar a busca de informações para o Capítulo 3 e outro Colaborador para a busca de informações para o Capítulo 11. 2. Executar as tarefas dos Capítulos 1 e 2. 3. Executar os Capítulos 3 e 11. (b) Consultor 2: 1. Selecionar e contratar um Colaborador para iniciar a busca de informações para o Capítulo 4. 2. Executar as tarefas dos Capítulos 5, 7, 9 e 10. 3. Executar os Capítulo 4. 35 (c) Consultor 3: 1. Selecionar e contratar um Colaborador para iniciar a busca de informações para o Capítulo 6 e outro Colaborador para a busca de informações para o Capítulo 8. 2. Executar as tarefas dos Capítulos 6 e 8. (d) Antecipação da execução dos Capítulos 12 e 13, que são dependentes de resultados dos capítulos anteriores; (e) As tarefas de elaboração mais complexas, identificadas no . Fluxograma do projeto, dispõem de um tempo de coleta de informações, estipulado para 30 dias cada; 36 Quadro 11. Cronograma Físico META ETAPA /FASE 01 01 02 03 02 01 02 03 03 01 04 01 02 03 ESPECIFICAÇÃO Orientação dos executores técnicos Definição de substâncias prioritárias Definição de diretrizes para sistematização de informações Levantamento de informações Elaboração de capítulos Elaboração de anexos Discussão e validação do documento Tradução e programação do documento Editoração (gráfica, CD-Rom e internet) Divulgação INDICADOR FÍSICO Unidade Unidade DURAÇÃO Quantidade Início 01 Dez/2001 Término Dez/2001 Lista 01 Dez/2001 Dez/2001 Unidade 01 Dez/2001 Dez/2001 Capítulo 12 Dez/2001 Dez/2001 Capítulo 13 Dez/2001 Dez/2001 Anexo Documento 05 01 Dez/2001 Dez/2001 Dez/2001 Dez/2001 Documento 03 Dez/2001 Dez/2001 Unidade 10.000 Unidade 01 Dez/2001 Maio/2002 Dez/2002 Jun/2002 7. Orçamento e Recursos (R$ 1,00) 7.1. Serviços de Terceiros – Pessoa Física 7.1.1. Elaboração dos Capítulos e anexos: 1.490 horas/homem x R$ 132,00/hora = R$ 196.680,00 7.1.2. Coordenação (orientação, acompanhamento e avaliação): 950 horas/homem x R$ 132,00/hora = R$ 125.400,00 7.1.3. Programação gráfica (consultor WEB): 200 horas/homem x R$ 132,00/hora = R$ 26.400,00 SUB TOTAL 1: R$ 348.480,00 7.2. Passagens: 7.2.1. Consultores e colaboradores (elaboração do documento): 13 viagens nacionais x R$ 700,00 = R$ 9.100,00 37 7.2.2. Coordenação 3 viagens nacionais x R$ 700,00 = R$ 2.100,00 7.2.3. Colaboradores (discussão e validação do documento): 2 reuniões x 40 convidados x R$ 700,00 = R$ 56.000,00 SUB TOTAL 2: R$ 67.200,00 7.3. Diárias: 7.3.1. Consultas e colaboradores (elaboração do documento): 3 viagens nacionais x 2 diárias nacionais x R$ 180,00/diária = R$ 1.080,00 10 viagens nacionais x 1 diária nacional x R$ 180,00/diária = R$ 1.800,00 7.3.2. Coordenação: 3 viagens nacionais x 1 diária nacional x R$ 180,00/diária = R$ 540,00 7.3.3. Colaboradores (discussão e validação do documento): 80 convidados x 1 diária nacional x R$ 180,00/diária = R$ 14.400,00 7.3.4. Deslocamento terrestre: R$ 4.800,00 SUB TOTAL 3: R$ 22.620,00 7.4. Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica: 7.4.1. Serviços de tradução: 400 laudas x R$ 30,00/lauda x 2 idiomas = R$ 24.000,00 7.4.2. Serviços de impressão gráfica: 5000 exemplares x R$ 10,00/exemplar = R$ 50.000,00 7.4.3. Serviços de produção de CD-Rom: 5000 unidades x R$ 5,00/unidade = R$ 25.000,00 7.4.4. Serviços de postagem: 3000 postagens nacionais x R$ 4,50/unidade = R$ 13.500,00 500 postagens internacionais x R$ 8,00/unidade = R$ 4.000,00 7.4.5. Despesas com comunicação, acesso a bancos de dados e aquisição de informações: R$ 73.000,00 SUB TOTAL 4: R$ 189.500,00 7.5. Material de Consumo: R$ 6.000,00 38 SUB TOTAL 5: R$ 6.000,00 7.6. Equipamentos: - 6 microcomputadores + 6 impressoras = R$ 30.000,00 - 2 “lap-tops” = R$ 11.000,00 - 6 conjuntos de mesas/cadeiras = R$ 7.200,00 SUB TOTAL 6: R$ 48.200,00 TOTAL GERAL : R$ 682.000,00 39