Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Conselho de Pesquisa e Pós-Graduação
Conselho de Pesquisa
e Pós-Graduação
PROCESSO Nº. 120/11-COPPG
CAMPUS PROPONENTE:
TOLEDO
Data de entrada: 25/11/11
PROJETO DE ABERTURA DO I CURSO DE
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E EXPERIMENTAÇÃO
LABORATORIAL
Data
Destino
2
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus Toledo
Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Memo nº 0033/2011-DIRPPG-TD
Toledo (PR), 19 de novembro de 2011.
A
CATARINA DA CONCEIÇÃO SIMÃO MANSANO
Secretária da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROPPG
Assunto: Encaminhamento de Projeto de Abertura de Curso de Especialização
1.
Encaminhamos, por meio deste, o projeto de abertura do I Curso de Especialização
em Gestão e Experimentação Laboratorial para apreciação pelo Conselho de Pesquisa e PósGraduação - COPP da UTFPR.
Atenciosamente,
VIVIANE DA SILVA LOBO
Diretora de Pesquisa e Pós-Graduação
Câmpus Toledo
3
Ministério da Educação
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Câmpus Toledo
PROJETO DE ABERTURA DO I CURSO DE GESTÃO E EXPERIMENTAÇÃO LABORATORIAL
Área de Conhecimento: Química
Código CNPq: 1.06.00.00-0
Proposto por:
Ricardo Fiori Zara
e-mail: [email protected]
Telefone: (45) 3379-6800
Toledo
Novembro de 2011
4
Sumário
1.
TÍTULO.....................................................................................................
3
2.
JUSTIFICATIVA..........................................................................................
3
3.
OBJETIVOS................................................................................................
5
4.
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS.............................................................
7
5.
TURNO DE FUNCIONAMENTO..................................................................
7
6.
NÚMERO DE VAGAS.................................................................................
7
7.
CONDIÇÕES PARA INSCRIÇÃO E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO........................
7
8.
DATAS PARA INSCRIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E REGISTRO............................
8
9.
EMENTA, BIBLIOGRAFIA E CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS...............
8
10. QUADRO DE DOCENTES...........................................................................
15
11. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO........................................................................
15
12. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO CURSO...............................................
17
13. PLANILHA FINANCEIRA.............................................................................
19
14. CONDIÇÕES DE PAGAMENTO...................................................................
20
15. CERTIFICADOS DE CONCLUSÃO................................................................
20
ANEXO A – Relação de Professores com Anuência em Participar do Curso.
21
ANEXO B – Diplomas dos Docentes Externos...................................................
22
ANEXO C – Curriculum Vitae dos Docentes.......................................................
27
ANEXO D – Aceite dos Professores Externos........................................................ 31
5
1.
TÍTULO
I Curso de Especialização em Gestão e Experimentação Laboratorial.
2.
JUSTIFICATIVA
O valor das medições químicas depende do nível de confiança que pode ser
estabelecido aos resultados. De maneira crescente, os grupos de ensaios químicos estão
adotando princípios de Garantia da Qualidade que, embora não garantindo realmente a
qualidade dos dados produzidos, eleva a possibilidade deles serem bem fundamentados e se
adequarem ao fim pretendido.
Atualmente, o conhecimento sobre sistemas de qualidade é um pré-requisito para a
maioria dos profissionais que trabalham em grandes empresas. Existem sistemas específicos
para cada ramo de atividade como a TS16949 (indústrias de autopeças), a ISO 9001 (empresas
em geral) e a BPL ou ISO/IEC 17025 (laboratórios). No caso específico de sistemas de
Qualidade para Laboratórios, devido à pressão de diferentes órgãos do governo como a
ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária), IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), ANP (Agência Nacional do Petróleo) e
Ministério da Agricultura, juntamente com o Código de Defesa do Consumidor e as leis
ambientais, a utilização de sistemas de qualidade em laboratórios tornou-se prática
obrigatória, pressionando os profissionais que atuam nesta área a adquirirem conhecimento
sobre estes sistemas.
Apesar necessário, os cursos de graduação que formam profissionais que atuam em
laboratórios não apresentam em seus currículos as disciplinas específicas sobre controle de
qualidade em análises químicas ou gerenciamento de laboratórios de análise. Um profissional
recém-formado, ao entrar no mercado para trabalhar em um laboratório, se depara com uma
sistemática de trabalho não prevista no seu curso. Desta maneira, o profissional terá um
impacto inicial, sendo obrigado a se adequar a este novo conhecimento.
Possuir o conhecimento sobre Sistema de Qualidade em laboratórios de análise
química propicia ao laboratório validar suas metodologias analíticas, permitem estabelecer as
incertezas nas determinações de substâncias em diferentes amostras, com a confiabilidade
que as normas e portarias oficiais exigem. Esta confiabilidade nos resultados analíticos
6
repercute na qualidade dos produtos e serviços oferecidos, propiciando também à população
que deles faz uso uma segurança maior, preservando a qualidade de vida e do meio ambiente.
A influência geo-educacional da cidade de Toledo é relevante na região Oeste do
Estado, sendo ponderável para o Paraná. A cidade é pólo de desenvolvimento, com força no
setor primário e um avanço no setor industrial e educacional. As condições de infra-estrutura
regionais, tanto econômicas quanto sócio-culturais indicam o potencial da região como um
pólo de ensino e pesquisa universitários. A cidade é sede de uma microrregião com 21
municípios. Apresenta tem um PIB per capita de R$ 18,7 mil em uma população de 120,9 mil
pessoas (dados de 2010), com IDH 0,827.
Além disso, em âmbito nacional, o mercado de trabalho para o profissional em
laboratórios de análise é amplo, uma vez que o Brasil lidera a indústria química na América
Latina, com faturamento de 42,2 bilhões de dólares em 2003. Na região Sul, o resultado da
produção industrial, em outubro de 2004, apresentou pelo segundo mês consecutivo,
expansão no indicador mensal, desta vez da ordem de 4,4%, enquanto o acumulado no ano e
o acumulado dos últimos doze meses registraram expansão de 1,6% e 1,0%, respectivamente.
O resultado do mês de junho frente a outubro do ano passado (4,4%), foi influenciado pelo
dinamismo dos seguintes setores: mecânica, com expansão de 22,0%, devido a maior
produção de colhedeiras agrícolas e, em menor medida, química (9,3%) e metalurgia (13,5%),
pressionadas pelos aumentos na produção de polietileno e ferro e aço fundido.
A produção industrial do Paraná em outubro, prosseguiu demonstrando ganhos frente
ao mesmo mês do ano anterior. O crescimento de 6,4% alcança a maioria (dezoito) dos
dezenove setores pesquisados. O único impacto negativo vem do segmento da madeira (12,3%), por conta do recuo na produção de madeira compensada. A química (10,3%) e a
mecânica (21,9%) respondem pelas maiores contribuições no resultado global. Estes setores
foram positivamente influenciados pelo aumento na produção de fungicidas e herbicidas e
colhedeiras agrícolas, confirmando a importância da agroindústria no estado paranaense. A
Região Oeste contribui com 15,77 % do total de empresas do Paraná. Em relação às bases
produtivas, a região Oeste apresenta as seguintes atividades (Tabela 1).
7
Tabela 1: Principais atividades produtivas na região Oeste do Paraná.
Atividade produtiva
Porcentagem no Estado (%)
Artigos de borracha e plástico
2,1
Produtos alimentícios e bebidas
21,3*
Produtos químicos
3,2
Produtos de madeira
1,4
Maquinas e equipamentos
1,4
Papel e celulose
1,0
*maior porcentagem do Estado do Paraná. Fonte: Bases produtivas industriais do PR – FIEP/2004.
Na economia da região, o setor agrícola e o setor industrial estão intimamente
interligados. Embora a indústria esteja, de modo geral, em uma fase primária de
transformação, ela passa a representar a mola propulsora para a modernização e otimização
do setor produtivo, viabilizando, desta forma, o processo de desenvolvimento regional. O
município de Toledo é o 9º em arrecadação de ICMS do Estado. A industrialização do
município é muito significativa e praticamente iguala-se à industrialização de todo o Estado do
Paraná.
Além de microempresas informais, Toledo conta hoje com um parque industrial com
cerca de 500 indústrias formais. Destacam-se neste setor as indústrias de processamento de
alimentos (com uma das maiores do País), uma cervejaria, uma indústria farmacêutica de
grande porte, uma indústria de plásticos, duas vinícolas e fábricas de ração animal, todas
atuantes na exportação de seus produtos e sete indústrias do ramo puramente químico. Além
de um laboratório de equivalência e bioequivalência farmacêutica, e laboratórios de
prestação de serviços em análise físico-químico e microbiológico de alimentos e solos.
3.
OBJETIVOS
O I Curso de Especialização em Gestão e Experimentação Laboratorial tem como
objetivo:
 qualificar os profissionais que atuam em laboratórios de análise físico-química e
microbiológica;
 propiciar o conhecimento sobre gerenciamento de laboratórios em geral,
implementação e validação de metodologias analíticas;
 implantar uma cultura de confiabilidade nos resultados analíticos;
 assegurar maior segurança em laboratórios e maior controle ambiental;
 melhorar a qualidade de produtos e serviços;
 permitir maior integração entre o setor produtivo e a Universidade.
As aulas serão ministradas com conteúdos teóricos e práticos abordando diversos
conceitos na área de gerenciamento de laboratórios, incorporando exemplos reais à
metodologia adotada. As disciplinas propiciarão aos alunos a vivência com especialistas das
áreas, e foram organizadas para propiciar uma continua evolução nos conceitos abordados,
com disciplinas fundamentais no início do curso e disciplinas mais focadas na atuação
laboratorial em seguida. Cada docente contribuirá para a formação de um profissional
qualificado a atuar em laboratórios de indústrias e de prestação de serviços, permitindo um
avanço geral significativo nesta área. Disciplinas práticas foram inseridas na grade com o
intuito de proporcionar a aplicação dos conceitos vistos em sala de aula em um ambiente de
laboratório, além de introduzir as práticas comuns em laboratórios.
Com relação aos professores envolvidos, tem-se o objetivo de fortalecer os grupos de
pesquisa da UTFPR, câmpus Toledo, envolvidos no curso para que possam se estruturar e
solidificar e, futuramente, propor um Programa de Stricto Sensu.
4.
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
O Câmpus Toledo da UTFPR possui toda a infraestrutura física (salas de aula e
laboratórios), equipamentos (data show e computadores) e estrutura e materiais para a
realização de aulas práticas nos laboratórios do curso de Tecnologia Processos Químicas.
8
9
5.
TURNO DE FUNCIONAMENTO
As aulas serão ministradas aos sábados no período matutino e vespertino (08 horas),
totalizando 8 (oito) horas de aula por semana.
6.
NÚMERO DE VAGAS
O curso será aberto para 30 (trinta vagas) alunos, sendo 03 (duas) vagas prioritárias
reservadas aos servidores da UTFPR e 27 (vinte e oito) vagas para os interessados da
comunidade (denominados de alunos pagantes).
As vagas prioritárias que porventura não sejam preenchidas poderão ser remanejadas
para atender a candidatos da comunidade, de acordo com o §5° do Art. 5° da Deliberação
5/2002 do COUNI.
O curso será aberto se, no mínimo, 25 (vinte) vagas forem preenchidas pelos
interessados da comunidade.
7.
CONDIÇÕES PARA INSCRIÇÃO E CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
No momento da inscrição, os candidatos deverão entregar os seguintes documentos:
Se Brasileiro:
1.
Ficha de inscrição devidamente preenchida;
2.
Comprovante do pagamento da taxa de inscrição (boleto bancário) no
valor de R$50,00 (Cinqüenta reais);
3.
Cópia do diploma do curso de graduação;
4.
Cópia do histórico escolar do curso de graduação;
5.
Cópia do documento de identidade;
6.
Cópia do CPF;
7.
Cópia da certidão de nascimento ou casamento;
8.
Cópia do título de eleitor e atestado de quitação dos deveres eleitorais;
9.
Cópia do certificado de reservista (apenas para o sexo masculino);
10.
Curriculum Vitae;
10
11.
01 (uma) foto 3 x 4.
Se Estrangeiro:
1.
Ficha de inscrição devidamente preenchida;
2.
Comprovante do pagamento da taxa de inscrição (boleto bancário) no
valor de R$50,00 (Cinquenta reais);
3.
Cópia autenticada do diploma do curso de graduação;
4.
Cópia autenticada do histórico escolar do curso de graduação;
5.
Cópia da certidão de nascimento ou casamento;
6.
Curriculum Vitae documentado;
7.
02 (duas) foto 3 x 4;
8.
RNE expedida pela Polícia Federal ou Passaporte com visto temporário IV.
A seleção dos candidatos será realizada por meio de um processo de classificação,
analisada por uma comissão constituída pelo Proponente do Curso e por, pelo menos, mais
dois professores envolvidos no curso e/ou da DERAC.
Para a classificação dos candidatos serão examinados:
a)
Experiência Profissional (peso 2);
b)
Histórico escolar do curso de graduação (peso 2);
c)
Curriculum vitae (peso 1).
No caso de empate, dar-se-á preferência, sucessivamente, ao candidato com maior:
1.
Experiência profissional;
2.
Nota no histórico escolar;
3.
Idade.
A classificação dos candidatos será feita até o número de vagas existentes mais 25% do
número de vagas, gerando uma lista de suplentes.
11
DATAS PARA INSCRIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E REGISTRO
Período de Inscrição
18/01/2012 a 25/02/2012
Divulgação do resultado
27/02/2012
Matrícula
28/02/2012 a 29/02/2012
Segunda chamada
01/03/2012
Matricula segunda chamada
02/03/2012
Início previsto do curso
03/03/2012
Término previsto do curso
29/06/2013
8.
EMENTA, BIBLIOGRAFIA E CARGA HORÁRIA DAS DISCIPLINAS
Na sequência são apresentadas as disciplinas, ementas e carga horária. O curso prevê
uma carga horária total 400 (quatrocentas) horas de disciplinas ministradas.
METODOLOGIA DA PESQUISA (24 horas)
Ementa: Introdução à Metodologia da Pesquisa. Fundamentos Metodológicos da Pesquisa.
Tipos de pesquisas. Pesquisa científica: métodos e técnicas. Elaboração e apresentação
gráfica de projetos. Normas da ABNT e da UTFPR. Artigos Científicos.
Bibliografia:
BOAVENTURA, E. M. Metodologia da pesquisa: monografia, dissertação, tese. São Paulo:
Atlas, 2004.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A.. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo,
SP: Atlas, 2010. 297 p.
RAMPAZZO, L.. Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pósgraduação. 3. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005. 141 p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo, SP:
Cortez, 2007.
UTFPR, Comissão de Normalização de Trabalhos Acadêmicos. Normas para elaboração de
trabalhos acadêmicos. Curitiba: UTFPR, 2008.
Artigos científicos das referidas áreas, disponíveis no portal de periódicos da CAPES.
ANÁLISE DE CUSTOS (24 horas)
Ementa: Definição de custos. Tipos de custeio. Definição de despesas. Definição e relação
entre a contabilidade financeira, contabilidade de custos e contabilidade gerencial.
Identificação e rateio de custos. Planilhas de controle contábil-financeiro. Interpretação
crítica de relatórios financeiros.
12
Bibliografia:
BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preços com aplicações na
calculadora HP 12C e Excel. Ed. Atlas, 2ª Edição, São Paulo-SP, 2003.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. Ed. Atlas, 9ª Edição, São Paulo-SP, 2003.
NAKAGAWA, M. ABC Custeio baseado em atividades. Ed. Atlas, 2ª Edição, São Paulo-SP,
2001.
SANTOS, J. Análise de custos: sistema de custeio marginal, relatórios e estudos de casos. Ed.
Atlas, 4ª Edição, São Paulo-SP, 2005.
WONGTSCHOWSKI, P. Indústria química: riscos e oportunidades. Ed. Edgard Blucher, 1ª
edição, São Paulo-SP, 1999.
MICROBIOLOGIA APLICADA (24 horas)
Ementa: As aulas serão ministradas com conteúdos teóricos e práticos abordando noções
fundamentais da microbiologia, equipamentos e vidrarias correspondentes, métodos de
manipulação e segurança no laboratório, meios de cultura e métodos de crescimento e de
controle microbiológico.
Bibliografia:
BARBOSA, H. R. Microbiologia Básica. Atheneu, 1ª edição, Rio de Janeiro-RJ, 1999.
BORZANI, Walter et al. Biotecnologia industrial. São Paulo, SP: E. Blücher, c2001. 4 v.
FISCHER, B.; ROUSE, H.; STROHL, W. R. Microbiologia Ilustrada. ARTMED, 1ª edição, Porto
Alegre-RS, 2003
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed. São
Paulo, SP: Makron, c1996-1997. 2 v.
RIBEIRO, M. C. Microbiologia prática: roteiro e manual : bactérias e fungos. São Paulo:
Atheneu, 2002. 112 p.
VALIDAÇÃO DE METODOS ANALITICOS (24 horas)
Ementa: Amostragem, Validação de métodos analíticos. Protocolos analíticos. Procedimentos
operacionais padrão. Legislação. Aplicações da garantia da qualidade em diferentes análises.
Bibliografia:
Guia para Qualidade em Química Analítica: Uma Assistência à Acreditação. Brasília: ANVISA,
2004.
LEITE, F., Validação em Química Analítica. 4 ed. Campinas: Editora Átomo, 2002.
FERREIRA, J. R.; GOMES, J. C. Gerenciamento de Laboratórios de Análises Químicas. Viçosa:
Fundação Arthur Bernardes, 1995.
LEITE, F. Amostragem dentro e fora do laboratório. Campinas: Editora Átomo, 2005.
OLIVARES, I. R. B. Gestão de Qualidade em Laboratórios. Campinas: Editora átomo, 2006.
13
LAY-OUT E SEGURANÇA EM LABORATÓRIOS (12 horas)
Ementa: Otimização e planejamento de plantas laboratoriais. Segurança em laboratórios
químicos e microbiológicos. Normas de segurança. Legislação Brasileira e Segurança Ações
em caso de acidentes. Atividade Prática Final: Vistoria e verificação das conformidades nos
projetos e de um ambiente construído. EPC`s e EPI´s. Equipamentos dos laboratórios:
cuidados a serem observados. Transporte de Produtos Químicos. Mapa de riscos.
Bibliografia:
CIENFUEGOS, F. Segurança no Laboratório. Interciência: Rio de Janeiro, 2001.
ENVIRONMENTAL MANAGEMENT GUIDE FOR SMALL LABORATORIES. United States EPA Environmental Protection Administrator. May 2000.
PEREIRA, M. M., ESTRONCA, T. M. R., NUNES, R. M. D. R.. Guia de segurança no laboratório
de química. Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2006.
NFPA 45 (National Fire Protection Association), 1998.
NR 17- ERGONOMIA.Norma Regulamentadora, TEM.
OLIVEIRA, W. P. Manual de segurança em laboratórios. 1987. PROLAB LTDA.
PLANEJAMENTO FATORIAL DE EXPERIMENTOS (36 horas)
Ementa: Introdução a estatística. Distribuição de probabilidade. Análise de variância.
Correlação e regressão. Princípios gerais da experimentação: Estrutura de tratamento e
estruturas de planejamento. Repetição, casualização e controle local. Experimento fatorial
geral
Bibliografia:
BRAULE, R. Estatística Aplicada. São Paulo: Ed. Campus, 2001.
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 2004. 526 p
LEITE, F. Amostragem fora e dentro do laboratório. Campinas: Átomo, 2005. 98 p.
MONTGOMERY, D. C. Introdução ao controle estatístico da qualidade. 4ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
RODRIGUES, M. I.; IEMMA, A. E., Planejamento de experiências e otimização de processos.
1. ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 2006. 238 p.
ARMAZENAGEM E DESCARTE DE PRODUTOS QUÍMICOS (24 horas)
Ementa: Estabelecimento de importantes relações para os profissionais, que coordenam e
trabalham em laboratórios, acerca de segurança pessoal e coletiva, manipulação de materiais
de laboratório e vidrarias, armazenagem e manipulação de soluções. Importância do
conhecimento de reagentes químicos, seu controle e seu impacto ambiental, assim como seu
manuseio e tratamento. Gerenciamento de resíduos químicos. Sinais e Rótulos (FISPQ,
MSDS, Hommel)
Bibliografia:
14
ALDRICH: desenvolvendo a ciência : manual de produtos químicos finos. São Paulo: Aldrich
Chemical Representações, 2006. 2864 p.
CIENFUEGOS, F.. Segurança no laboratório. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. 269 p.
MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. São Paulo:
Edgar Blucher, 1972.
NEVES, V. J. M. Como preparar soluções químicas em laboratório. 2. ed. São Paulo:
Tecmedd, 2007. 416 p.
ZUBRICK, J. W. Manual de Sobrevivência no Laboratório de Química Orgânica. 6ª ed., LTC
Editora: Rio de Janeiro, 2005.
GESTÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE (24 horas)
Ementa: Gestão da qualidade. Programa 5S. Ferramentas da Qualidade.Auditoria de
laboratórios.
Bibliografia:
CARVALHO, M. M.; PALADINI, E. P.. Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro:
Elsevier; Campus, 2005
CARPINETTI, L. C. R.; MIGUEL, P. A. C.; GEROLAMO, M. C. Gestão da qualidade ISO 9001 :
2000: princípios e requisitos. São Paulo: Atlas, 2007.
Norma NBR ISO/IEC 17025:2000, Requisitos gerais para competência de laboratórios de
ensaio e calibração.
OLIVARES, I. R. B. Gestão de qualidade em laboratórios. Campinas: Átomo, 2006.
ROSENBERG, F. J.; SILVA, A. B. M. Sistemas da qualidade em laboratórios de ensaios: guia
gráfico para a interpretação e implementação da ABNT ISO/IEC Guia 25. Rio deJaneiro:
Qualitymark, c2000.
CERTIFICAÇÃO DE LABORATÓRIOS (24 horas)
Ementa: Acreditação. Acreditação de laboratórios; como acreditar laboratórios; vantagens da
acreditação; reconhecimento internacional; legislação; aspectos legais vigentes de meio
ambiente, de segurança e de higiene industrial e de saúde; certificação ISO 9001Acreditação/Homologação ISO 17025; da ISO Guia 25 até a norma ISO 17025. Rastreabilidade
da medição. Controle estatístico de processo. Metrologia. ARPCC
Bibliografia:
Guia para laboratórios químicos: um auxílio à organização e ao credenciamento / INMETRO Rio de Janeiro: Interciência : INMETRO, 2000.
Maranhão M.; ISO Série 9000 : Manual de Implementação: versão ISO 2000; 6ª ed.; Rio de
Janeiro: Qualitymarky Ed., 2001.
Norma NBR ISO/IEC 17025:2000, Requisitos gerais para competência de laboratórios de
ensaio e calibração.
Guia para Qualidade em Química Analítica: Uma Assistência à Acreditação. Brasília: ANVISA,
2004.
15
FERREIRA, J. R.; GOMES, J. C. Gerenciamento de Laboratórios de Análises Químicas. Viçosa:
Fundação Arthur Bernardes, 1995.
OLIVARES, I. R. B. Gestão de Qualidade em Laboratórios. Campinas: Editora átomo, 2006.
INSTRUMENTAÇÃO ANALÍTICA (36 horas)
Ementa: Introdução geral à espectroscopia. Espectrofotometria UV-Vis. Espectrometria de
absorção atômica. Espectroscopia de emissão. Métodos baseados na fluorescência e
fosforescência moleculares. Difração de Raios-X.
Bibliografia:
EBDON, L; EVANS, E. H. An introduction to analytical atomic spectrometry. Chichester; New
York: John Wiley, 1998.
HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de análise instrumental. 6. ed. Porto
Alegre, RS: Bookman, 2009.
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de química analítica.
São Paulo, SP: Thomson Learning, 2006.
VANDECASTEELE, C.; BLOCK, C. B. Modern methods for trace element determination.
England: John Wiley & Sons Ltd, 1993.
MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS (36 horas)
Ementa: Princípios fundamentais da cromatografia em fase gasosa por partição e adsorção.
Aspectos teóricos, seleção e características de fase móvel e estacionária. Função,
características, tratamento e teoria dos suportes. Coluna de enchimento e colunas capilares.
Sistemas de detecção. Sistemas de aquisição e tratamento de dados. Análise qualitativa.
Análise quantitativa. Princípios da cromatografia líquida de alta eficiência. Técnicas
fundamentais. Características das fases móveis e estacionárias. Colunas empregadas.
Sistemas de bombeamento. Sistemas de detecção. Cromatografia por permeação em gel.
Bibliografia:
Ciola R. Fundamentos da Cromatografia a Gás, Edgard Blücher Ltda., São Paulo, 1985.
Poole C. F. Contemporary Pratice of Chromatography, Elsevier, New York, 1984.
Collins, C. H; Braga, L. B; Bonato, P. S. Introdução a Métodos Cromatográficos, 4a ed., Ed.
Unicamp, Campinas, 1990.
Lanças, F. P. Cromatografia Líquida Moderna - HPLC / CLAE. Ed. Átomo. 2009.
Skoog, D. A.; West, D. M.; Holler, F. J.; Crouch, S. R. Fundamentos de química analítica. São
Paulo, SP: Thomson Learning, 2006.
ANÁLISE ORGÂNICA (36 horas)
Ementa: As aulas serão ministradas com conteúdos abordando noções fundamentais de
16
métodos de análise em laboratórios de industrias, ressaltando-se a espectrofotometria NIR e
FTIR e espectrometria de massas e RMN.
Bibliografia:
FROST, T.; CLARK, B. J.; RUSSEL, M. A. UV Spectroscopy, Chapman-Hall, EEUU, 1993.
SALA, B Fundamentos da Espectroscopia Raman e no Infravermelho. Interciência, 1ª edição,
Rio de Janeiro, 1998
SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise Instrumental. 6ª ed. Porto
Alegre: Editora Bookman, 2009.
SILVERSTEIN, R. M.; WEBSTER, F.X.; KIEMLE, D.J. Identificação Espectrométrica de Compostos
Orgânicos, 7a ed., Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007.
ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; JONGH, D. C.; JOHNSON, C. R.; LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L.
Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976.
PRÁTICAS LABORATORIAIS (40 horas)
Ementa: As aulas serão ministradas com conteúdos abordando normas de segurança em
laboratórios; Equipamento básico e operações comuns em laboratório; Preparação de
soluções e curvas de calibração; Técnicas de extração; Preparo de amostras; Técnicas de
separação. Técnicas de validação.
Bibliografia:
COSTA, P.; FERREIRA, V.; ESTEVES, P.; VASCONCELLOS, M. Ácidos e Bases em Química
Orgânica: tópicos especiais em química orgânica. São Paulo, Bookman, 2005.
CRUZ, R. Experimentos de química em microescala: química geral e inorgânica. 2. ed. São
Paulo, SP: Scipione, 1995.
NEVES, V. J. M. Como preparar soluções químicas em laboratório. 2. ed. São Paulo:
Tecmedd, 2007. 416 p.
PAVIA D. L. Química orgânica experimental: técnicas de escala pequena . 2. ed. Porto Alegre,
RS: Bookman, 2009. 877 p.
CHRISPINO A. FARIA, P. Manual de Química Experimental. 1. Ed. Editora Átomo. São Paulo,
SP, 256 pag.
17
9.
QUADRO DE DOCENTES
Disciplina
Carga
Professor
Horária
Segurança e layout
12
Mário Kogi
em laboratórios
Armazenagem
e
24
Viviane da Silva Lobo
descarte de produtos
químicos
Gestão da garantia da
36
Sandra Pinela Dalmas
qualidade
Análise de custos
24
Sandra Pinela Dalmas
Planejamento Fatorial
36
Reinaldo Barricati/Daniela
de experimentos
Nava
Validação de métodos
analíticos
Instrumentação
analítica
Métodos
eletronalíticos
Métodos Físicos de
Análise
Métodos
cromatográficos
Microbiologia
aplicada
Práticas laboratoriais
Metodologia
de
pesquisa
Certificação
Laboratórios
de
Instituição
Titulação
UTFPR - Toledo
Mestre
UTFPR - Toledo
Doutor
UTFPR - Toledo
Mestre
UTFPR - Toledo
UnioesteToledo/UTFPR Toledo
UTFPR - Toledo
Mestre
Doutor
24
Ricardo Fiori Zara
36
UTFPR - Toledo
Doutor
24
Silvana Fernandes
Montanher
Josiane Caetano Dragunski
Unioeste-Toledo
Doutor
36
Mauricio Ferreira da Rosa
Unioeste-Toledo
Doutor
36
Lincoln Figueira Marins
Coutinho
Adriana Oliveira dos
Santos
Ricardo Fiori Zara
Silvana Fernandes
Montanher
Viviane da Silva Lobo
Cléber Lindino
Prati, Donaduzzi
Doutor
UTFPR - Toledo
Doutor
24
40
24
24
Doutor
UTFPR - Toledo
UTFPR-Toledo
Doutor
Doutor
Unioeste-Toledo
Doutor
Doutor
10. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação dos alunos nas disciplinas e nas monografias seguirão a
Deliberação n° 05/2002 (Capítulo IV – Da Organização Didática) referente à organização
didática do regulamento dos cursos de pós-graduação lato sensu da UTFPR.
18
As monografias serão individuais, apresentadas e avaliadas por uma banca
examinadora composta por, no mínimo, 02 (dois) professores e o seu orientador. As defesas
não poderão ultrapassar o calendário previsto para o término do curso, a nota mínima para
aprovação da monografia igual a 7,0 (sete) e o aluno deverá apresentar no mínimo 75%
(setenta e cinco) de presença.
19
11. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DO CURSO
20
Disciplina/Datas
CH da
disciplina
(h)
Metodologia de
pesquisa
24
Análise de custos
24
Instrumentação
analítica
Métodos
eletronalíticos
Microbiologia aplicada
Métodos físicos de
análise
Métodos
cromatográficos
Práticas laboratoriais
36
24
24
36
36
40
2012
Docente
Silvana F.
Montanher
Viviane S.
Lobo
Sandra P.
Dalmas
Silvana F.
Montanher
Josiane C.
Dragunski
Adriana
Santos
Mauricio F.
Rosa
Lincon
Coutinho
Ricardo F.
Zara
ago
25
setembro
1
15
22
2013
outubro
29
6
20
nov
27
10
dez
24
1
8
fev
23
março
2
9
16
abril
23
6
13
20
maio
27
4
11
18
junho
25
8
15
22
29
4
8
8
8
8
8
4
4
4
4
8
4
8
4
8
4
4
8
8
4
4
8
8
4
4
4
4
4
4
4
8
4
8
8
4
8
8
4
8
4
21
12. PLANILHA FINANCEIRA
22
13.
CONDIÇÕES DE PAGAMENTO
O candidato, no ato da matrícula no valor de R$ 250,00 (Duzentos e cinqüenta reais), fará
a opção por uma das condições de pagamento do curso abaixo relacionadas:
1. Pagamento total do curso à vista: R$ 4640,78(Quatro mil seiscentos e quarenta reais
e setenta e oito centavos);
2. Pagamento parcelado do curso: 18 (Dezoito) parcelas fixas de R$ 270,00 (Duzentos e
setenta reais).
A matrícula deverá ser paga até o dia 29/02/2012 (se for aluno de segunda chamada,
até o dia 02/03/2012), e as parcelas até o dia 10 de cada mês, a partir do mês de março de
2012.
14. CERTIFICADOS DE CONCLUSÃO
Ao aluno que cumprir com todos os requisitos do Curso e for aprovado em todas as
disciplinas com nota mínima de 7,0 (sete) em uma escala de 0 (zero) a 10 (dez), além de nota
mínima de 7,0 (sete) em uma escala de 0 (zero) a 10 (dez) em sua Monografia, será conferido
Certificado de Especialista em Gestão e Experimentação Laboratorial, conforme a
Deliberação n° 05/2002 do COUNI, bem como a Resolução n° 01/2007 do CNE/CES.
23
ANEXO A – RELAÇÃO DE PROFESSORES COM ANUÊNCIA EM PARTICIPAR DO CURSO
24
ANEXO B – DIPLOMA DOS DOCENTES EXTERNOS
Mauricio Ferreira da Rosa
25
Cléber Lindino
26
Lincoln Figueira Marins Coutinho
27
Reinaldo Baricatti
28
Josiane Caetano Dragunski
29
ANEXO C – CURRICULUM VITAE DOS DOCENTES
Adriana Oliveira dos Santos
Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Maringá (2006). Mestre em
Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina (2008). Doutora em Microbiologia pela
mesma Instituição. Atualmente é Professora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná
(UTFPR). Experiência na área de Microbiologia e Parasitologia. Atua principalmente nas
seguintes áreas: Atividade Antimicrobiana (atividade antiprotozoários, antifúngica e
antibacteriana) de produtos naturais e sintéticos.
http://lattes.cnpq.br/2251327174443584
Reinaldo Aparecido Bariccatti
Possui graduação em Química Bacharelado (1990) e Tecnológica (1991) pela Universidade
Estadual de Campinas, mestrado (1993) e doutorado (1998) em Química, sub-área FísicoQuímica, pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente é professor titular da
Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Tem experiência na área de Química, com ênfase
em Espectroscopia, atuando principalmente nos seguintes temas: fotoquímica,
fotodegradação, complexos em beta ciclo dextrina, estabilidade de fármaco e compostos
correlatos e síntese e caracterização de biocombustíveis.
http://lattes.cnpq.br/8065417966435303
Cleber Antonio Lindino
Possui graduação em Licenciatura Plena e Bacharelado em Química pela Universidade Federal
de São Carlos (1993), mestrado em Química (área de concentração Química Analítica) pela
Universidade Federal de São Carlos (1997) e doutorado em Ciências (área de concentração
Química Analítica) pela Universidade Federal de São Carlos (2001). Atualmente é professor
Associado da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Tem experiência na área de Química,
com ênfase em Eletroanalítica, atuando principalmente nos seguintes temas: sensores
eletroquímicos, solos, meio ambiente, recursos energeticos alternativos e química verde.
Vice-líder dos grupos de pesquisa GIPEFEA e GESOMA. Coordenador do Laboratório de
Estudos em Química Analítica Limpa - LEQAL. Também atua na área de divulgação cientifica.
Atualmente é presidente da Comissão de Pesquisa e Coordenador de Área do Centro de
Engenharias e Ciências Exatas da Unioeste/Campus Toledo.
http://lattes.cnpq.br/5882513103054906
30
Daniela Trentin Nava
Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual do Oeste do
Paraná (2004) e mestrado em Estatística pela Universidade Federal de Pernambuco (2006).
Atualmente é docente da Universidade Tecnológica Federal do Paraná , ministrando aulas de
Estatística e Probabilidade e Estatística.
http://lattes.cnpq.br/6681448607094595
Josiane Caetano Dragunski
Possui graduação em Química Bacharelado pela Universidade Estadual de Maringá (2000),
mestrado em Ciências pela Universidade de São Paulo-Institudo de Química de São Carlos
(2003) e doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo-Institudo de Química de São
Carlos (2007). Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química Analítica.
http://lattes.cnpq.br/9812601801979283
Lincoln Figueira Marins Coutinho
Possui graduação em Química - Bacharelado com Química Tecnológica pela Universidade
Estadual de Londrina (2003) e doutorado em Química Analítica pela Universidade de São
Paulo (2008) sobre orientação do Prof. Dr. Fernando Mauro Lanças. Tem experiência na área
de Química e Eletrônica, com ênfase em Instrumentação Analítica, atuando principalmente
nos seguintes temas: química analítica, cromatografia, eletroanalítica e desenvolvimento de
equipamentos (hardware, software e eletrônica).
http://lattes.cnpq.br/9141448085223614
Mario Koji Taguchi
Engenheiro Civil com Mestrado pela Universidade Federal do Paraná. - Experiência em:
Processos Construtivos, Projetos de Estruturas em Concreto-Armado (civil, saneamento,
contenção de solos), Projetos de Prevenção de Incêndios, Projetos complementares, Avaliação
de Patologias, Engenharia de Segurança, Orçamentos e Licitações Públicas, Professor de curso
técnico em edificações.
http://lattes.cnpq.br/7303383638192396
31
Mauricio Ferreira da Rosa
Possui graduação em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989), graduação
em Licenciatura Plena em Química pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996),
mestrado em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993) e doutorado em
Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999). Atualmente é Professor
Associado A da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Tem experiência na área de
Química, com ênfase em Química Orgânica, atuando principalmente nos seguintes temas:
síntese de heterociclos, fotoquímica, espectroscopia e ensino de química.
http://lattes.cnpq.br/3207812515849010
Ricardo Fiori Zara
Possui graduação em Química pela Universidade Estadual de Maringá (2002), mestrado em
Química Analítica pela Universidade Estadual de Maringá (2005) e doutorado em Química pela
mesma Universidade (2008) . Durante 2 anos ministrou aulas na Universidade Tecnológica
Federal do Paraná. Trabalhou como pesquisador da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi.
Tem experiência na área de Química, com ênfase em Química Analítica, atuando
principalmente nas áreas de instrumentação analitica, pesquisa e desenvolvimento de
medicamentos, farmoquímicos, possui experiência em análises de efluentes. Atualmente é
professor na Universidade Tecnológica Federal do Paraná- Campus Toledo.
http://lattes.cnpq.br/1508164359774914
Sandra Regina da Silva Pinela Dalmás
Graduada pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Foz do Iguaçu (1987) em
Bacharelado em Administração, e Mestre em Desenvolvimento Regional e Agronegócio pela
Universidade Estadual do Oeste do Paraná (2008). Atualmente é professora do Magistério
Superior na Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Tem experiência na área de
Administração, com ênfase em Administração da Produção, atuando principalmente nos
temas de logística agroindustrial e de transportes.
http://lattes.cnpq.br/3595468505213563
Silvana Fernandes Montanher
Possui graduação em Química - Licenciatura (2003) e doutorado em Química Analítica (2009)
pela Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Química, com ênfase em
Química Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: biossorção, tratamento de
efluentes industriais, análise de traços e espectrometria de absorção atômica. Atualmente é
professora do ensino básico, técnico e tecnológico da Universidade Tecnológica Federal do
Paraná (UTFPR) - Campus Toledo
http://lattes.cnpq.br/1589238669724435
32
Viviane da Silva Lobo
possui graduação em Engenharia Química pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(1995), graduação em Licenciatura Plena em Química pela Universidade do Estado do Rio de
Janeiro (1999), mestrado em Química Orgânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
(1999) e doutorado em Química Inorgânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
(2003). Atualmente é professora da Universidade Tecnologica Federal do Paraná / campus
Toledo / PR. Tem experiência na área de Química, com ênfase em químcia orgânica e química
de alimentos, atuando principalmente nos seguintes temas: química inorgânica e orgânica,
ensino de química, óleos essenciais e ambientais.
http://lattes.cnpq.br/3219620885362801
33
Anexo D – Aceite dos Professores Externos
Aceite: Lincoln Coutinho
Aceite: Reinaldo Baricatti
Re: Diploma 1
Ocultar detalhes
DE:Reinaldo Bariccatti
PARA:ricardo zara
Mensagem sinalizada
Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011 22:14
Segue em anexo o diploma e Aceite
Considerando a proposta do I curso de Especialização em Gestão e Experimentação
Laboratorial, UTFPR câmpus Toledo eu Reinaldo Baricatti estou ciente do ementário proposto
e concordo participar do mesmo. Para efeito de divulgação do curso, autorizo a divulgação de
meu nome em fôlderes, páginas de web e outros meios de divulgação.
De: ricardo zara <[email protected]>
Para: "[email protected]" <[email protected]>
Enviadas: Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011 10:39
Assunto: Diploma
Bom dia Reinaldo.
Você poderia me enviar por favor a cópia de sei diploma de
doutorado para eu poder inserir na proposta de especialização.
Preciso também de um aceite por e-mail mesmo que aceita
participar da especialização.
Aceite: Cleber Lindino
34
35
Aceite: Mauricio F. da Rosa
36
Aceite: Josiane Caetano Dragunski
Download

Ministério da Educação - Universidade Tecnológica Federal do