PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL 2012 1 SUMÁRIO I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA 1.1. Histórico da Universidade 1.2. Inserção regional 1.2.1. Universidade e seu contexto 1.2.2. Região de abrangência 1.2.3. Aspectos demográficos, econômicos e socioculturais da região 1.3. Ato de reconhecimento 1.4. Administração geral 1.5. Organograma 1.6. Campi da Universidade – Cursos oferecidos 1.6.1. Campus Tijuca 1.6.2. Campus Barra 1.6.3. Campus Cabo Frio II. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E GESTÃO INSTITUCIONAL DA UNIVESIDADE VEIGA DE ALMEIDA 2.1. Introdução 2.2. Administração superior 2.3. Administração básica 2.4. Gestão acadêmico–administrativa da Coordenação de curso 2.4.1. Secretaria setorial 2.4.2. Divisão de Apoio ao Ensino 2.4.3. Política e formas de acesso à UVA 2.4.4. Controle acadêmico do aluno 2.4.5. Serviço de apoio ao aluno 2.4.6. Programas de incentivo acadêmico 2.4.7. Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP 2.5. Organização e gestão de pessoal 2.5.1. Corpo docente 2.5.2. Corpo técnico-administrativo 2.6. Biblioteca 2.7. Campus Virtual EAD 2.8. Gestão orçamentária 2.9. Cursos de Pós-graduação 2.9.1. Pós-graduação Lato Sensu 2.9.2. Pós-graduação Stricto Sensu III. CONCEPÇÕES GERAIS DO CURSO 3.1. Nome do curso 3.2. Grau conferido 3.3. Aspectos legais 3.4. Integralização 3.5. Gestão acadêmica IV. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1. Ensino, Pesquisa e Extensão 4.1.1. Ensino 4.1.2. Pesquisa 4 5 8 8 12 13 14 15 16 17 17 18 19 20 20 21 22 24 25 26 26 27 28 29 29 30 30 32 33 34 35 36 36 37 39 39 39 39 39 39 41 41 41 42 2 4.1.3. Extensão 4.2. Metodologia de ensino e práticas pedagógicas V. MARCO SITUACIONAL 5.1. Cenário nacional, regional e local 5.2. Justificativa 5.3. Histórico do curso VI. MARCO CONCEITUAL 6.1. A construção do Projeto Pedagógico do Curso 6.2. Objetivos do curso 6.3. Perfil do egresso 6.4. Competências e habilidades VII. REQUISITOS DE ACESSO VIII. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 8.1. Matriz curricular 8.2. Ementário IX. PERFIL PROFISSIONAL DE GRADUAÇÃO X. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM 10.1. Avaliação do rendimento escolar XI. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DESENVOLVIDAS ANTERIORMENTE XII. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL XIII. EQUIPE DOCENTE, COORDENAÇÃO DE CURSO E NDE 13.1 Equipe docente quanto à titulação, regime de trabalho e experiência profissional 13.2. Coordenação do curso 13.3. Núcleo Docente Estruturante – NDE XIV. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA 14.1. Instalações gerais 14.2. Biblioteca 14.3. Laboratórios XV. EXPLICITAÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADO A SEREM EXPEDIDOS XVI. ATIVIDADES ACADÊMICAS 16.1. Trabalho de Conclusão de Módulos – Projetos parciais 16.2. Atividades complementares XVII. ANEXOS Anexo I - Plano da Carreira Docente Anexo II – Regulamento da Biblioteca Anexo III – Regulamento do Estágio Supervisionado Anexo IV – Regulamento da Iniciação Científica Anexo V – Regulamento das Atividades Complementares Anexo VI – Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) Anexo VII – Regulamento dos Laboratórios de Ensino 42 44 46 46 48 48 50 50 53 55 56 58 59 63 67 68 70 72 75 77 80 80 83 83 85 85 96 99 105 106 106 109 114 114 119 126 129 132 134 138 3 I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA Missão da Universidade "A UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA (UVA) tem como missão formar profissionais, oferecendo ensino de qualidade, estimular e desenvolver pesquisa e promover atividades de extensão relevantes à comunidade, contribuindo desse modo para a formação plena do cidadão, alicerçada em uma cultura empreendedora e princípios humanistas, éticos e democráticos” A Universidade Veiga de Almeida é uma instituição de ensino, pesquisa e extensão, mantida pela Associação Educacional Veiga de Almeida, sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede e foro no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com Estatuto aprovado e registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, da Comarca do Rio de Janeiro. A Universidade Veiga de Almeida, seus órgãos, atividades e serviços à comunidade regem-se: I- Pela Legislação em vigor; II - Pelo Estatuto da Entidade Mantenedora; III - Pelo seu Estatuto; IV - Pelo seu Regimento Geral; V- Pelos atos normativos e regulamentos internos. A Universidade Veiga de Almeida goza de autonomia acadêmica, didáticocientífica, administrativa e disciplinar, nos termos da lei, e, para o pleno exercício de suas atividades, faz uso dos Campi Tijuca, na rua Ibituruna, 108, Cabo Frio, na Estrada de Perynas, s/nº, e da Unidade Barra, na rua General Felicíssimo Cardoso, 500; localizados no Estado do Rio de Janeiro. 4 1.1. Histórico da Universidade A Instituição Educacional Veiga de Almeida teve sua origem no ano de 1933, a partir de uma Classe de Alfabetização localizada no modesto bairro de Santo Cristo, na Cidade do Rio de Janeiro. A partir de então, a competência, a perseverança, a dedicação e a visão de futuro de seus dirigentes resultaram numa sequência de sucessos e inovações em suas ações educacionais, que levaram à necessidade de ocupação de novos e maiores espaços, compatíveis com o número crescente de alunos e colaboradores. Em 1949, o bairro da Tijuca tornou-se a sede principal da Instituição e representou o ponto de partida para a realização do sonho partilhado por todos: a educação do Jardim da Infância à Universidade. Em pouco tempo, o comprometimento com a missão educacional e a busca permanente da qualidade consolidaram a liderança da Instituição no ensino básico, resultando em índices de aprovação maciça de seus alunos no ingresso em universidades públicas e privadas. A esta liderança, somou-se o título de Educador do Ano conquistado pelo fundador da Instituição, Professor Mario Veiga de Almeida, em de 1970. Estas conquistas aceleraram a caminhada para a implantação do ensino superior, o que efetivamente ocorreu em 1972 com a criação da Escola de Engenharia Veiga de Almeida, autorizada pelo Decreto nº 70.828, de 13/7/1972, publicado no D. O. U. de 13/7/1972, p. 6.378. Os bons resultados foram imediatos e desde o início de suas atividades no ensino superior a Veiga de Almeida passou a figurar entre as primeiras opções de escolha dos candidatos aos Cursos de Engenharia nos processos seletivos, unificados promovidos pela Fundação CESGRANRIO, no Estado do Rio de Janeiro. Este sucesso conduziu a uma nova e importante conquista no ano de 1974, com a autorização para funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Veiga de Almeida por meio do Decreto nº 74.344, de 31/7/1974, publicado no D.O.U., de 31/7/1974, p.B.628. Não tardou para que os novos cursos repetissem os passos da Engenharia, ao se posicionarem entre as primeiras opções de escolha dos candidatos aos Cursos de Letras nos processos seletivos unificados da Fundação CESGRANRIO. 5 Posteriormente, foram criadas as Faculdades de Estudos Sociais, Serviço Social, e Turismo, em 1983, seguiram-se a Faculdade de Fonoaudiologia, em 1985, a Faculdade de Informática, em 1987 e as Faculdades de Administração e Ciências Biológicas, em 1989, além da expansão da Escola de Engenharia. O sentido de missão, os valores fundamentais da educação e as diretrizes presentes na Veiga de Almeida, desde sua origem, permearam a criação de suas Faculdades e nortearam suas ações, originando um desejo latente de integração que se consolidou com sua unificação nas Faculdades Integradas Veiga de Almeida em 1990, prenúncio da futura Universidade Veiga de Almeida. Finalmente, em reunião realizada em 10 de novembro de 1992, o Conselho Federal de Educação aprovou por unanimidade a transformação das Faculdades Integradas Veiga de Almeida em Universidade Veiga de Almeida, via reconhecimento, ato homologado pela Portaria nº 1.725, de 20/11/1992, publicada no D. O. U. de 23/11/1992, p. 16.175. Desde a sua origem como Escola de Alfabetização, a Veiga de Almeida pautou-se pela qualidade do ensino e pelo compromisso com suas comunidades. Com a criação das Faculdades e posteriormente com sua conversão em Universidade, a Instituição incorporou a dimensão científica e ampliou ainda mais sua vocação extensionista, que já se fazia presente nos prelúdios de sua ação educacional básica. A expansão da oferta de ensino superior adotou, como critérios principais, a pertinência dos cursos em relação às demandas de suas comunidades, assim como a interpretação das mudanças em curso na sociedade e na economia, com seus reflexos no mundo do trabalho. Já no âmbito de sua autonomia universitária e reafirmando seu comprometimento com as expectativas de seu entorno, a Universidade Veiga de Almeida procedeu a um criterioso levantamento das demandas locais e regionais nas diferentes áreas do conhecimento para dar início à criação sucessiva de novos cursos de graduação e de pós-graduação, ampliando, de forma significativa, o espectro de opções para seus ingressantes e de qualificações de seus egressos. Assim como ocorrera com as Faculdades, a expansão na fase universitária também se pautou pelos diferentes perfis de qualificação requeridos pelo mundo do trabalho, resultando na diversificação tipológica dos cursos que passaram a abranger a graduação tradicional, os cursos superiores de tecnologia e de formação específica 6 (seqüenciais), a pós-graduação lato sensu e a pós-graduação stricto sensu (mestrados profissionais). Esta diversificação refletiu as mudanças em curso na Legislação Educacional, notadamente após a promulgação da Lei 9394/96, e incorporou, assim como as novas tipologias de cursos, os novos parâmetros de organização curricular emergentes após a extinção dos currículos mínimos. Em 1995, a morte do Eminente Educador Mario Veiga de Almeida, idealizador, fundador e Reitor in memoriam da Instituição, não representou o fim de seus ideais. Seu compromisso com a educação, sua visão de futuro e o alcance social de suas realizações continuaram mantidos por seus descendentes e colaboradores, que preservam a aliança entre ciência, tecnologia, inovação, ética e humanismo no desenvolvimento de atividades educacionais, comunitárias e de produção de conhecimentos. A Veiga de Almeida, desta forma, orgulha-se de sua trajetória de realizações e ciente da importância social e econômica de seus cursos, que compreendem: graduação superiores de tecnologia pós-graduação lato sensu e pós-graduação stricto sensu (mestrados profissionais em fonoaudiologia, odontologia e psicanálise, saúde e sociedade). Seleto corpo docente e operosa coordenação trabalham em conjunto para uma frutífera e reconhecida produção paralelamente ao cuidado especial dedicado às linhas de pesquisa, visando sobremodo proporcionar ao participante aprofundamento e largueza do saber que lhe permitam elevado padrão de competência técnicoprofissional. Ao elenco de cursos, acrescem as diversificadas atividades na extensão, na prestação de serviços comunitários e na pesquisa, cabendo aqui destacar: Atividades promovidas pelo Centro Cultural; Clínicas integradas constituindo o Centro de Saúde da UVA; Universidade da Terceira Idade; Engajamento em Programas de Alfabetização de Jovens e Adultos, no Rio de Janeiro e em outros Estados (CE, MA e RN); Estreita articulação com as redes de ensino municipal, estadual, federal e particular; Convênios mantidos com empresas públicas e privadas; 7 Participação na Universidade Virtual Brasileira – UVB; Fundação do canal universitário de televisão do Rio de Janeiro – UTV, e seu participante semanal, com apresentação de quatro programas; Projeto de integração universidade/escola, abrangendo as redes municipal, estadual, federal e privada de ensino, com visitas programadas, palestras e aplicação de teste vocacional e ações outras. Desta forma, a Universidade Veiga de Almeida busca seu desenvolvimento de forma plenamente integrada à sua comunidade, por meio da excelência dos serviços oferecidos e trocas de experiências que garantem o aprendizado mútuo entre universidade e sociedade. O histórico e o cenário aqui descrito não esgotam as realizações da Instituição. Representam, antes, uma descrição dos marcos significativos de suas mais de sete décadas de existência, caracterizadas pelo espírito de colaboração de suas ações e de integração constante com sua comunidade. 1.2. Inserção Regional 1.2.1 A Universidade e seu contexto Ao longo das últimas décadas, o conhecimento estabeleceu-se como o principal ativo para pessoas, sociedade e organizações na busca do desenvolvimento e da autonomia nas esferas econômica, política e social. A ordem socioeconômica moldada pela era do conhecimento abriu espaços para novas e diversificadas oportunidades profissionais, com substituição do trabalho físico da economia industrial por atividades mais dinâmicas e intensivas de habilidades técnicas e cognitivas sofisticadas. O conhecimento passou a se constituir no elemento fundamental para que os países possam atingir patamares mais elevados de desenvolvimento sustentável e inclusivo, como ratifica o Relatório do Desenvolvimento Mundial de 1998-1999 do Banco Mundial – Conhecimento para o Desenvolvimento – onde se lê que 8 “... países pobres – e pessoas pobres – diferem dos ricos não apenas por disporem de menos capital, mas também por terem menos conhecimentos ou por fazerem uso dos mesmos de forma menos produtiva”. As universidades constituem a principal instância formadora e provedora de conhecimentos nas sociedades modernas, assumindo um papel preponderante na capacidade de desenvolvimento sustentado de sociedades e nações. De organizações herméticas até meados do século XX converteram-se progressivamente em organizações abertas e em constante interação com a sociedade, contribuindo de forma decisiva para a busca de formas sustentadas e inclusivas de desenvolvimento. Representam o locus, por excelência, onde o conhecimento é produzido, organizado, sistematizado, compartilhado e aplicado por meio das três funções que constituem os eixos organizadores da instituição universitária: Transmissão do conhecimento acumulado, valores, cultura, artes, os princípios democráticos e a cidadania por meio do ensino; Produção de novos conhecimentos por meio da pesquisa; Extensão à comunidade de todo um conjunto de formas instrumentalizadas de conhecimentos e serviços organizados em diferentes áreas, de modo que contribua para o desenvolvimento regional. A importância da universidade, de uma forma geral, e do ensino superior, em particular, é reafirmada por organismos supranacionais que orientam políticas, diretrizes e recomendações para novas formas de pesquisa, educação, serviços universitários contextualizados com as demandas da sociedade. Como exemplo, pode-se mencionar o pronunciamento do Relatório Final da Conferência Mundial sobre Educação Superior da UNESCO (1998, p. 25): “Devido ao escopo e à velocidade das mudanças, a sociedade tornou-se incrivelmente baseada no conhecimento, de modo que a educação superior e a pesquisa atuam como componentes essenciais do desenvolvimento cultural, socioeconômico e ambiental sustentável de indivíduos, comunidades e nações. A Educação Superior é confrontada com desafios formidáveis e deve proceder a mais radical mudança e renovação que foi jamais requerida a fazer”. No âmbito nacional, a nova legislação educacional brasileira, LDB nº 9394/96, trouxe grandes transformações nos vários níveis e modalidades de ensino. A Lei 9 repercutiu o valor do conhecimento nas sociedades modernas e a importância das instituições de ensino superior no cenário do desenvolvimento nacional. O Parecer no 776/97 do Conselho Nacional de Educação, que dispõe sobre os cursos superiores, expressa que: “A orientação estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que tange ao ensino em geral e ao superior em especial, aposta no sentido de assegurar maior flexibilidade na organização dos cursos e carreiras, atendendo à heterogeneidade tanto da formação prévia como das expectativas e dos interesses dos alunos. Ressalta, ainda, a nova LDB, a necessidade de uma profunda revisão de toda a tradição que burocratiza os cursos e se revela incongruente com as tendências contemporâneas de considerar a boa formação, no nível de graduação como etapa inicial de formação continuada”. Posteriormente, o Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei Federal no. 10.172 de 9 janeiro de 2001, estabeleceu políticas e objetivos de elevação da escolaridade de nível superior, com meta de oferta para, pelo menos, 30% da população na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, assim como a diversificação tipológica das Instituições de Ensino Superior (IES), como forma de atender a demandas diferenciadas da sociedade e do mercado de trabalho. O Plano sustenta que: “Nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte sistema de educação superior. Num mundo em que o conhecimento sobrepuja os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano, a importância da educação superior e de suas instituições é cada vez maior. As IES têm muito a fazer, no conjunto dos esforços nacionais, para colocar o País à altura das exigências e desafios do século XXI, encontrando a solução para os problemas atuais, em todos os campos da vida e da atividade humana e abrindo um horizonte para um futuro melhor para a sociedade brasileira, reduzindo as desigualdades.” Neste novo cenário, as universidades encontram-se diante do desafio de repensar profundamente sua importância atual e futura, renovando suas estruturas, objetivos, métodos de trabalho e de gestão, como formas de reafirmar sua importância na definição dos rumos da sociedade. É preciso ousar, reinventar e buscar continuamente novas formas de integração com os diversos atores sociais, com a agilidade e a rapidez necessárias para interpretar as constantes mudanças e traduzi-las em conhecimentos, educação e serviços que possam atender às crescentes e diversificadas demandas da sociedade e do mundo do trabalho. 10 Melhoria contínua da qualidade nas ações educacionais, estruturas mais ágeis, maior capacidade de resposta às demandas externas, maior eficiência dos processos, melhores instalações, maior produtividade acadêmica, gestão profissional, relevância da pesquisa, aumento da competitividade, melhoria permanente da imagem e do prestígio institucional são alguns dos desafios que se impõem a todas as universidades brasileiras e à Universidade Veiga de Almeida, em particular. Não se deve perder de vista, entretanto, o fato de que as funções da universidade não se limitam à formação profissional para o trabalho, constituindo-se, antes, num espaço de produção, conservação e transmissão do saber, exercício da reflexão, do debate e da crítica e, principalmente, de construção da cidadania. A Universidade Veiga de Almeida possui uma profunda consciência de seu papel social e busca desempenhá-lo com responsabilidade e eficiência, oferecendo ensino de qualidade e coerência de ações, pautadas em dados objetivos e decisões participativas, informatização plena de seus setores e preocupação constante com o meio ambiente. Em especial, seu papel na formação de professores constitui um dos aspectos mais relevantes de suas funções na atualidade, especialmente quando se considera a necessidade de uma educação básica inclusiva e com qualidade. Cabe à universidade a liderança neste processo, aliando conhecimentos e novas tecnologias educacionais, especialmente o ensino a distância, na superação de barreiras de espaço e tempo para a disseminação do conhecimento e para a formação dos professores das futuras gerações. Ciente da importância de sua própria postura empreendedora, a Universidade Veiga de Almeida estabeleceu o Empreendedorismo como uma disciplina universal em todos os seus currículos. Além de componente curricular específico, a postura empreendedora assim como a responsabilidade social e a ética constitui temas transversais em todos os programas de ensino. Além do Empreendedorismo, as Ciências Ambientais constitui outra disciplina universal em seus currículos, como forma de contribuir para a formação de profissionais conscientes da necessidade de formas sustentáveis de desenvolvimento. A Universidade promove também ações sociais relacionadas à saúde preventiva, como campanhas regulares de doação de sangue, desencadeadas em parceria com órgãos públicos especializados, campanhas de prevenção da AIDS e a realização 11 de eventos que abordam questões sociais relevantes como ações inclusivas para portadores de necessidades especiais. Ainda no campo social, a Universidade Veiga de Almeida desenvolve programas de alfabetização para jovens e adultos em comunidades carentes do Estado do Rio de Janeiro, tais como Rocinha e Mangueira. Os programas estendem-se para municípios de outros estados, como Governador Dix-Sept Rosado e Itajá, no Rio Grande do Norte. Recentemente, foram encerrados programas de alfabetização nos municípios de Paulo Ramos, no Estado do Maranhão, além de Miraíma, Itapajé e Irauçuba, no Estado do Ceará, tendo como resultado a significativa redução da taxa de analfabetismo nestes municípios. A preocupação da Veiga de Almeida com a integração entre todos os níveis de ensino levou à criação do Programa Vivenciando, por meio do qual os alunos das redes municipal, estadual, federal e particular do Estado têm a oportunidade de visitar a Universidade e vivenciar o dinâmico ambiente universitário, com roteiros explicativos em laboratórios, oficinas, salas especiais, biblioteca, e demais dependências da instituição, bem como a aplicação de testes vocacionais. 1.2.2 Região de abrangência A região de abrangência da Universidade Veiga de Almeida distribui-se em três áreas do Estado do Rio de Janeiro, sendo duas delas na capital: Bairro da Tijuca, com uma população de 162.637 habitantes e com 10.771 alunos matriculados no ensino médio. Barra da Tijuca, com uma população de 129.632 habitantes e com 7.954 alunos no ensino médio. A terceira área de abrangência localiza-se no Município de Cabo Frio e seu entorno, compreendendo Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Iguaba, Macaé, Rio Bonito, Rio das Ostras, São João da Barra, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim. No total, são 806.148 habitantes e 53.412 alunos no ensino médio, sendo que apenas em Cabo Frio são 153.735 habitantes e 7.347 alunos matriculados no ensino médio. 12 As três unidades da Universidade Veiga de Almeida estão estreitamente articuladas em torno da missão, visão de futuro e objetivos institucionais, assim como integradas no aspecto organizacional e administrativo. Esta unidade filosófica e operacional, entretanto, não compromete a realização de atividades próprias de cada unidade, decorrentes das peculiaridades socioeconômicas e culturais de seus entornos. 1.2.3 Aspectos demográficos, econômicos e socioculturais da região de abrangência Os dados oficiais do Censo de 2010 apontam, para o Estado do Rio de Janeiro, uma população de 15.989.929 habitantes e, para o Município do Rio de Janeiro, uma população de 8.551.538 habitantes, o que demonstra sua elevada concentração demográfica. Com uma superfície de 43.305 Km2, O Estado do Rio de Janeiro originou-se da fusão dos antigos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro. Sua economia é bastante complexa e diversificada, pois, até certo ponto, as atividades nele desenvolvidas foram condicionadas aos recursos que predominavam nos referidos domínios naturais, elementos que tiveram grande importância no processo de ocupação e em sua evolução e, conseqüentemente, na distribuição espacial e nas características gerais da população. A cidade do Rio de Janeiro caracteriza-se por sua especialização na prestação de serviços. Entre eles destacam-se as atividades político-administrativas, industriais, financeiras, portuárias, socioculturais, de turismo e lazer, cujo desenvolvimento tem sua origem intrinsecamente relacionada ao papel de capital do país, desempenhado pela cidade até 1960. As atividades são voltadas principalmente para bens de consumo, nas áreas de tecidos, vestuário, móveis e decorações, entre outras. Merece destaque a atividade de pesca, realizada na costa fluminense, a produção de sal e de álcalis em Cabo Frio e Araruama e a extração de petróleo na plataforma continental entre Campos e Macaé. Marca, também, presença o ressurgimento da indústria de construção naval e de produção de energia em Angra dos Reis. As atividades agropecuárias, a produção de frutas cítricas, lavouras alimentares para subsistência e a pecuária mista caracterizam a ocupação das áreas existentes entre o litoral e a Serra do Mar. 13 No aspecto sociocultural, o Rio de Janeiro, constitui-se em um dos maiores centros socioculturais do país, com suas universidades, centros de produção cultural, bibliotecas, teatros, museus, pinacotecas, arquivos histórico-geográficos, conservatórios musicais, grêmios literários e outros. As áreas de lazer, parques e áreas verdes (especialmente a floresta urbana), jardim botânico, jardim zoológico, clubes, autódromo, hipódromo, cinemas, teatros, restaurantes e casas noturnas são partes muito representativas da cidade do Rio de Janeiro, um dos mais bem servidos centros de vivência social do país. Tais características constituem-se em importantes indicadores para a política de aprimoramento constante e de expansão das atividades educacionais, científicas e extensionistas da Universidade Veiga de Almeida, como forma de proporcionar a integração permanente entre a instituição e seu entorno. O atendimento à educação no estado do Rio de Janeiro está a cargo de entidades municipais, estaduais, federais e particulares, alcançando alto índice de atendimento à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental e ao Ensino Médio. No ensino superior, o Rio de Janeiro é a região de maior concentração de ofertas diversificadas, de alunado e concluintes. Nela se localizam importantes universidades e centros de excelência nos cursos de graduação, pós-graduação, nas áreas de pesquisa e geração de ciência tecnológica. Enfim, a Universidade Veiga de Almeida para cabal desempenho de sua missão interage com as regiões em que atua, extrapolando para o âmbito estadual e chegando, em alguns casos, ao âmbito nacional, por meio de rica e variada atividade extensionista. A renovação permanente de conteúdos de ensino e a modelagem de novos produtos educacionais e de serviços mantêm estreita sintonia com a realidade socioeconômica e cultural do Rio de Janeiro, o que torna a Universidade Veiga de Almeida uma instituição, por excelência, integrada à sociedade e à economia da capital e do Estado. 1.3. Ato de Credenciamento e Renovação de Recredenciamento • Portaria Ministerial nº 1.725, de 20/11/1992. • Portaria Ministerial nº 918, de 6/7/2012. 14 1.4. Administração geral Reitoria e Pró-Reitorias Reitoria Pró-Reitoria de Graduação Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão Pró-Reitoria de Operações Acadêmicas Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis Diretoria de Campus/Unidade Diretoria do Campus Barra Diretoria do Campus Tijuca Diretoria do Campus Centro Diretoria do Campus Cabo Frio Diretoria do Campus Virtual 15 1.5. Organograma resumido Conselho Universitário (CONSUN) Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) Reitoria Secretaria Geral e Registro de Certificados e Diplomas Biblioteca Central CPA Pró-Reitoria de Graduação Ouvidoria Pró-Reitoria de Pósgraduação, Pesquisa e Extensão Pró-Reitoria de Operações Acadêmicas Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis Direção Geral dos Campi e Polos (presencial e a distância) 16 1.6. Campi da Universidade – Cursos oferecidos 1.6.1. Campus Tijuca O Campus Tijuca ocupa uma área de 15.390 m2, com cinco blocos e edificações menores, perfazendo um total de 27.316 m2 de área construída. Nele, a UVA dispõe de cerca de cento e trinta salas de aula, quarenta e seis laboratórios das mais diversas modalidades, cinquenta e duas salas administrativas, uma biblioteca central e um ginásio com duas quadras esportivas polivalentes e um auditório com capacidade para 260 lugares. O prédio na Praça da Bandeira, nº 149, com oito andares abriga o Centro de Saúde da UVA. Nesse imóvel, a UVA dispõe, para o curso de Fisioterapia, de quatro ginásios para atendimentos em Pediatria, Traumato-ortopedia, Neurologia e Grandes Lesados; três consultórios para avaliação; um parque de hidroterapia com piscina, vestiário e aparelhos; vinte e um laboratórios para atendimentos em diversas áreas da fisioterapia; três salas de supervisão. Para os cursos de Odontologia e Prótese Dentária, a UVA tem três Clínicas Odontológicas com trinta equipamentos cada; três clínicas Odontológicas com quinze equipamentos cada; dois laboratórios de aula prática; sete laboratórios de Prótese Dentária; uma Clínica Radiológica com seis salas de RX; duas salas de orientação de higiene bucal com dez pias cada; duas salas de esterilização; uma Central de Atendimento; quatro salas de professores. Esse mesmo imóvel possui, também, recepção, praça de alimentação, vestiários, sanitários, tesouraria, sala de arquivo, refeitório e cozinha. Outro imóvel na rua do Matoso nº 12, com três andares e oito salas de aula, pode atender a um total de trezentos e quarenta estudantes, por turno. Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus. Cursos em funcionamento: Área de Ciências Humanas História (licenciatura), Letras (habilitações – licenciaturas em Português/Espanhol, Português-Inglês e Português-Literaturas), Pedagogia (Licenciatura Plena), Design de Moda 17 Área de Engenharias e Tecnologias Ciência da Computação, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Produção, Engenharia de Computação, Engenharia de Petróleo, Engenharia Ambiental Áreas de Ciências Biológicas e da Saúde Biologia – Bacharelado, ênfase em Ecologia, Biologia – Licenciatura, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Odontologia, Psicologia Área de Ciências Sociais Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social - Habilitações Jornalismo e Publicidade e Propaganda, Direito, Serviço Social, Turismo. Àrea de Educação Tecnológica Petróleo e Gás, Processos Gerenciais, Negócios Imobiliários, Marketing, Design Gráfico, Design de Interiores 1.6.2. Campus Barra O Campus Barra ocupa uma área de 124.000 m2 com dois blocos e um anexo, com um total de 11.397 m2 de área construída. Nele, encontram-se quarenta e cinco salas de aula, doze laboratórios, uma biblioteca setorial, quatorze salas administrativas e um auditório. Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus. Cursos em funcionamento: Área de Ciências Humanas Design de Moda Área de Engenharias e Tecnologias Engenharia de Produção e Engenharia Civil 18 Área de Ciências Biológicas e da Saúde Psicologia Área de Ciências Sociais Administração, Ciências Contábeis e Direito Área de Educação Tecnológica Design de Interiores, Design de Produto - Jóias, Design Gráfico 1.6.3. Campus Cabo Frio O Campus de Cabo Frio dispõe de uma área de terreno com 11.139,70 m² e possui quarenta salas de aula, uma biblioteca setorial, um auditório com capacidade de cento e cinqüenta lugares, dois miniauditórios com capacidade de oitenta lugares para cada um e várias salas administrativas. Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus. Cursos em funcionamento: Área de Ciências Humanas História (licenciatura), Pedagogia (Licenciatura Plena). Área de Engenharias e Tecnologias Sistemas de Informação, Engenharia de Produção. Área de Ciências Biológicas e da Saúde Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia e Psicologia. Área de Ciências Sociais Administração, Ciências Contábeis, Direito, Serviço Social, Turismo. Área de Educação Tecnológica Negócios Imobiliários, Gestão Ambiental, Hotelaria. 19 II. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E GESTÃO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA 2.1. Introdução A UVA está estruturada dentro de uma gestão administrativa e acadêmica adequada aos propósitos atuais da Instituição, nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão. Essa adequação tem reflexo na funcionalidade dos diversos setores da Instituição, os quais, trabalhando de forma harmoniosa, proporcionam um ambiente plural e democrático à Universidade. A estrutura acadêmica da Universidade, a composição dos órgãos da administração superior e básica, as atividades-fim e os agentes educacionais estão regulamentados no Estatuto Geral da UVA, podendo cada um dos órgãos ter regulamento próprio aprovado pelo Conselho Universitário. Os órgãos da administração superior são: o Conselho Universitário – CONSUN, a Chancelaria e a Reitoria, que, por meio de uma gestão participativa de toda a comunidade acadêmica, deliberam via regulamentos, normas e diretrizes para que o desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão se dêem dentro dos padrões exigidos pela própria Universidade, pelos órgãos reguladores e pela comunidade em geral. Os órgãos da administração básica: as Diretorias dos Campi e de Unidade, os Diretores Acadêmicos em conjunto com as Coordenações dos Cursos e seus respectivos Núcleos Docentes Estruturantes e Colegiados de curso, são os responsáveis pela operação e implantação das diretrizes, normas e regulamentos emanados da administração superior. A Secretaria Setorial, a Secretaria das Coordenações, a Biblioteca Setorial e a Divisão de Apoio ao Ensino dão o apoio complementar administrativo-acadêmico ao corpo discente e docente dos cursos, a fim de que os Coordenadores de Curso possam desempenhar, na plenitude, as suas funções acadêmicas centradas no aluno. Além disso, órgãos suplementares como a Prefeitura, Tesouraria e Assessoria Financeira, dentre outros, dão suporte administrativo-financeiro para que a consecução das diretrizes e das normas da administração superior possa se dar, de forma harmoniosa, no campo do ensino, da pesquisa e da extensão. A seguir é feito um breve resumo dos órgãos da Administração Superior e Básica da Universidade. 20 2.2. Administração superior A Universidade realiza suas atividades sob a alta supervisão do Conselho Universitário (CONSUN) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que se reúnem em Assembreia Geral, nos termos do Estatuto da Mantenedora e que tem como função primordial zelar pelo cabal respeito aos princípios que nortearam a criação da Universidade Veiga de Almeida, para que ela se mantenha fiel ao cumprimento de sua missão. A Reitoria, órgão executivo máximo da administração superior da Universidade Veiga de Almeida, é constituída por um Reitor, Pró-Reitoria de Graduação, Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Pró-reitor de Operações Acadêmicas e Pró-Reitora de Assuntos Estudantis, nomeados e empossados pelo Reitor da Universidade Veiga de Almeida. A Reitoria tem como funções principais: zelar pelo cabal respeito aos princípios que nortearam a criação da Universidade Veiga de Almeida, para que ela se mantenha fiel ao cumprimento de sua missão; administrar e dirigir a Universidade Veiga de Almeida e elaborar a proposta orçamentária anual, indicando prioridades, para a aprovação do CONSUN e posterior encaminhamento à Entidade Mantenedora. A Pró-Reitoria de Graduação é o órgão que superintende, coordena, fomenta e fiscaliza, em nível superior, todas as atividades da área do Ensino da Universidade Veiga de Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade. A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão é o órgão que superintende, coordena, fomenta e fiscaliza, em nível superior, todas as atividades da área do Ensino da Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade Veiga de Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade. A Pró-Reitoria de Operações Acadêmicas é o órgão que superintende, coordena, fomenta e fiscaliza em nível superior, todas as atividades administrativas e orçamentárias da Universidade, zelando pelo patrimônio da Instituição. A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis é o órgão que superintende, coordena, fomenta e fiscaliza, em nível superior, todas as atividades de atendimento aos discentes da Universidade Veiga de Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade. Para deliberar sobre todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, de forma ampla e participativa da comunidade acadêmica, o CONSUN funciona com a 21 maioria absoluta de seus membros e as decisões são tomadas por maioria simples dos votos dos membros presentes, excetuando-se as alterações e reformas do Estatuto e do Regimento Geral que exigem maioria de dois terços dos votos dos membros do colegiado do CONSUN. As deliberações sobre criação ou alteração de órgãos, aprovação de normas ou regulamentos, recursos provenientes de docentes ou discentes exigem maioria absoluta dos membros do colegiado competente, sendo que a ausência de membros natos ou representantes de órgãos, não impede o funcionamento dos órgãos nem invalida as decisões tomadas regimentalmente. O Conselho Universitário é composto pelo Reitor, seu presidente; Pró-Reitores; Diretores dos Campi e Polos (presencial e a distância); um Coordenador de Curso por área; um Representante do Corpo Docente de cada área; um Representante do Corpo Discente, dois Representantes das Classes Produtivas e um Representante da Entidade Mantenedora, que de forma plural e democrática tem como principais atribuições: formular a política educacional geral e o planejamento global das atividades universitárias; exercer o poder disciplinar originariamente e em grau de recurso; interpretar o presente Estatuto e o Regimento Geral, deliberar sobre os casos omissos e tomar providências para a solução de problemas emergenciais e exercer as demais atribuições que, por sua natureza, recaiam no âmbito de suas competências. Uma Câmara Técnica dentro do próprio CONSUN tem como finalidade precípua de agilizar os processos encaminhados a esse Conselho, tendo como principais atribuições de emitir parecer sobre: criação, expansão, modificação e extinção de cursos; ampliação e diminuição das vagas; elaboração de programação dos cursos; decisão sobre programas de pesquisas e atividades de extensão; Plano de Carreira Docente; elaboração de emendas e alterações do seu Regulamento; aprovação de edital relativo a processos seletivos, suas normas e procedimentos; além de outras funções no âmbito de suas competências. 2.3. Administração básica Os Diretores de Campus/Unidade tem como funções primordiais: coordenar os programas e planos de ensino, consolidar a proposta orçamentária e as contribuições para o relatório anual das atividades da Universidade, responsabilizar-se pelo acervo dos 22 laboratórios, oficinas, núcleos de estágio, escritórios, equipamentos e seu uso, e exercer outras funções que, por sua natureza, lhe estejam afetas, ou seja, delegadas. O Colegiado do Campus/Unidade é o órgão deliberativo e consultivo do Campus/Unidade, formado pelo Diretor do Campus e Unidade, que o preside, pelo Diretor Acadêmico, pelos Coordenadores dos cursos que o integram, por representantes do Corpo Docente e do Corpo Discente, e que tem como atribuições básicas: propor o currículo pleno dos cursos do Campus/Unidade de acordo com as normas legais e estatutárias; orientar, coordenar e fiscalizar a execução dos currículos plenos; propor as modificações nos currículos plenos dos cursos; promover a integração dos programas das disciplinas e seus planos de execução; apreciar os projetos de pesquisa e os planos dos cursos de especialização, aperfeiçoamento, sequenciais, extensão e outros, desde que não ultrapasse seu âmbito de ação; propor providências para o contínuo aperfeiçoamento do seu pessoal docente e técnico-administrativo; estimular a prestação de serviços à comunidade; avaliar o desempenho acadêmico, dos diferentes cursos, no que se refere à frequência mensal dos professores, bem como o cumprimento dos programas desenvolvidos pelos diferentes cursos oferecidos no Campus. A Coordenação de Curso é o órgão cujas competências estão afetas à execução das atividades didático-pedagógicas do Curso ou áreas dos diferentes projetos da Universidade e a fixação da programação semestral do processo de ensinoaprendizagem. Sua gestão é realizada de forma participativa e as decisões são tomadas por meio de reuniões com os professores que ministram disciplinas no curso e representantes do corpo discente. A articulação dos Colegiados do Curso com os Colegiados Superiores manifesta-se da seguinte forma: I) na elaboração do currículo e programação do curso, no âmbito do Colegiado do Curso, pautada nas normas e diretrizes emanadas dos Colegiados Superiores; II) na aprovação do currículo e programação do curso, no âmbito do Colegiado do Curso, submetida à aprovação dos Colegiados Superiores; III) nas linhas de pesquisa que devem contemplar uma articulação com a Iniciação Científica e a Monografia, a serem aprovadas pelos Colegiados Superiores; IV) na elaboração de emendas e alterações no currículo do curso, no seio do Colegiado do Curso, submetidas à aprovação dos Colegiados Superiores; V) aprovação de cursos de pós-graduação por parte do Colegiado do Curso e submetida à aprovação dos Colegiados Superiores. 23 2.4. Gestão Acadêmico-Administrativa da coordenação de curso A Universidade Veiga de Almeida possui uma estrutura organizacional funcional, racional e flexível que atende a todas as atividades que lhe são próprias, com rápido fluxo de decisões entre os diferentes setores que a integram. As suas administrações, Intermediária e Básica, em conjunto, são responsáveis pela implantação das diretrizes, normas e regulamentos que emanam da Administração Superior. A organização acadêmico-administrativa é realizada pela Coordenação de Curso com o apoio da Direção Acadêmica e Secretaria das Coordenações, e tendo como suporte a Secretaria Setorial, Divisão de Apoio ao Ensino e Biblioteca Setorial subordinadas ao Diretor do Campus. A Secretaria Setorial e a Divisão de Apoio ao Ensino proporcionam apoio administrativo pleno a alunos e professores, permitindo que os Coordenadores de Curso possam voltar-se inteiramente para as atividades de natureza acadêmica e estratégica, responsáveis pela qualidade do ensino e pela agregação de valores à formação dos alunos. A Prefeitura e a Tesouraria, dentre outras, complementam essa estrutura de apoio. A gestão do curso articula-se com todo o processo institucional por meio das diretrizes, normas e regulamentos, oriundos dos órgãos da Administração Superior e sua interatividade com o Colegiado do Curso. Assim, a contratação de professores é feita, em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação, por meio da Direção Acadêmica; a aquisição de livros, em conjunto com a biblioteca setorial; a implantação dos laboratórios em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação, por meio do Diretor de Campus; os eventos de extensão, em conjunto com o Diretor de Campus e setor de Marketing, o que mostra a articulação da gestão institucional com a do curso, de forma simples e objetiva. A Direção Acadêmica, órgão subordinado tecnicamente à Pró-Reitoria de Graduação e administrativamente ao Diretor do Campus, compete cumprir e fazer cumprir as diretrizes e planos emanados da Diretoria Geral do campus e da Pró-Reitoria de Graduação; participar da reunião de coordenadores, organizando a pauta, convocando e presidindo as reuniões na ausência do Diretor Geral; acompanhar, por 24 meio dos instrumentos institucionais, o desempenho do corpo docente e dos coordenadores de curso, buscando a integração dos mesmos; supervisionar as atividades da Secretaria das Coordenações, da Divisão de Apoio ao Ensino e das Coordenações de Curso; é responsável pelo aproveitamento do espaço físico, supervisionando a alocação das turmas/disciplinas nas salas de aula; coordenar os processos de elaboração de horários e inscrições em disciplinas; supervisionar os processos de captação, manutenção e recuperação de alunos; aprovar, junto aos coordenadores de cursos, o calendário de eventos acadêmicos; manter atualizados os procedimentos emanados pela Pró-Reitoria de Graduação; atestar a assiduidade do pessoal sob sua responsabilidade e substituir o Diretor Geral quando lhe couber. 2.4.1. Secretaria setorial A Secretaria Setorial centraliza todo o movimento escolar dos Cursos e tem por finalidade coletar e fornecer dados a alunos e professores, de todo o trabalho efetivo realizado na área acadêmica, desde os Exames Vestibulares até à Pós-Graduação. A secretaria mantém atualizada a documentação dos alunos em arquivos especiais, cuidando, ainda, do seu arquivamento de acordo com o Regulamento. O setor de admissão cuida do registro em meio magnético de todas as informações pessoais e acadêmicas dos alunos, com seus dados pessoais. O setor de expedição de documentos prepara toda a documentação final dos concluintes, cuidando, especialmente, de seus diplomas. O setor de atendimento mantém ativo controle sobre a circulação de documentos, com a utilização dos meios eletrônicos disponíveis. Os dados e informações sobre a vida escolar dos alunos são armazenados e atualizados por sistema informatizado, contando com suporte técnico próprio da Universidade. O atendimento aos alunos é realizado pelo setor de atendimento, conduzindo este Setor ao Chefe da Secretaria ou à Direção Acadêmica, os alunos cujos problemas não possam ali ser solucionados. O funcionamento da Secretaria Setorial é das 9 às 21 horas, de segunda-feira à sexta-feira. 25 2.4.2. Divisão de Apoio ao Ensino A Divisão de Apoio ao Ensino é o órgão dentro da estrutura orgânica que dá apoio administrativo a todo o corpo discente e docente da Instituição. Constituído por uma sólida equipe de funcionários técnico-administrativos, essa divisão constitui-se num dos pilares de apoio ao ensino, particularmente ao de graduação. Sua localização abriga uma sala para os professores desenvolverem seus trabalhos, onde cada um tem o seu escaninho para guarda do material didático. Coloca, ainda, à disposição dos professores um ambiente integrado e agradável para descanso e encontro desses. O setor de reprografia do DAE é voltado totalmente para o atendimento das necessidades dos professores, no uso de cópias de provas, exercícios e demais documentos necessários ao bom andamento das atividades docentes. Em salas de aula, os professores contam com apoio desse órgão para fornecimento de retroprojetores, projetor de slides, multimídias e outros materiais de apoio ao pleno desenvolvimento das aulas. 2.4.3. Política e formas de acesso à UVA O acesso aos cursos de graduação e superiores de tecnologia da UVA se faz por meio de processos seletivos, que são realizados de forma periódica, semestralmente. Esses processos seletivos englobam o tradicional Vestibular, ENEM, PROUNI e Processo de Acesso Direto (análise do histórico escolar do ensino médio e feitura de uma redação). Os processos seletivos são instruídos por meio de editais, contendo as informações necessárias aos candidatos, tais como: cursos, reconhecimentos, vagas, turno, datas de prova e tudo mais correlato que os candidatos possam fazer uso nesse processo. Em complementação ao edital, é distribuído, também, um manual do candidato com todas as informações pertinentes ao processo. As vagas são ofertadas para dois semestres consecutivos. Para atendimento aos candidatos, a UVA implantou um setor específico denominado Central de Atendimento, onde os candidatos podem, num ambiente 26 tranqüilo, fazer a sua inscrição e ter acesso a todas as informações necessárias sobre a Instituição. Além disso, os candidatos podem também fazer sua inscrição num ambiente virtual, por meio da Internet. Preocupado em proporcionar um tratamento diferenciado ao candidato, a UVA coloca um setor de Telemarketing funcionando diariamente no sentido de fornecer informações sobre os seus cursos e formas de acesso, inclusive propiciando aos candidatos um relacionamento direto com os Coordenadores de Curso, por meio de marcação de entrevistas. Para difundir os seus cursos e dar uma orientação vocacional aos candidatos, a UVA tem um programa específico, denominado Projeto Vivenciando, que por intermédio de convênios com escolas do ensino médio, realiza palestras nos quais professores dos diferentes cursos levam aos alunos dessas instituições de ensino o perfil profissiográfico de cada curso, seus objetivos, suas competências, habilidades, atitudes e a inserção no mercado de trabalho. Outras formas de acesso somam-se às mencionadas, tais como transferências externas e portadores de diploma de nível superior, para suprir vagas ociosas na Instituição. 2.4.4. Controle acadêmico do aluno A matrícula inicial, ato formal de ingresso do aluno à UVA realizada quando do ingresso do estudante classificado no Processo Seletivo e a cada semestre letivo a matrícula acadêmica é renovada nos prazos estabelecidos no calendário escolar. O registro acadêmico, que consiste na coleta e anotação das informações relativas aos alunos, particularmente quanto à frequência e ao rendimento escolar, incorpora-se ao Cadastro Acadêmico que se desdobra em cadastro físico e eletrônico. No cadastro físico são arquivados todos os documentos do aluno, como a documentação exigida por Lei e pela própria Instituição, notas, frequência e outras anotações pertinentes. O cadastro eletrônico consiste no registro digital da ficha individual do aluno, servindo também como banco de dados para apuração das estatísticas escolares, emissão de históricos, diplomas, certidões, guias de transferência e outros documentos de interesse discente. As estatísticas nele obtidas alimentam os sistemas de informação: interno, que subsidia o planejamento acadêmico; e o externo, do MEC e de outros 27 órgãos governamentais. Esse cadastro mantém ainda o registro dos currículos e dos períodos de disciplinas dos cursos. As atividades escolares institucionais são desenvolvidas de acordo com o Calendário Escolar anual, organizado pela Pró-Reitoria de Graduação e aprovado pelo CONSUN. O não atendimento dos prazos fixados pela Universidade pode acarretar perda de direitos aos interessados, a juízo da autoridade competente. O ano acadêmico é independente do ano civil e as atividades escolares são distribuídas durante os dias letivos, sempre atendendo à legislação vigente. São considerados dias letivos aqueles previstos no Calendário Escolar anual e utilizados para o desenvolvimento das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão, inclusive para o cumprimento do mínimo exigido de carga horária curricular de cada curso. A Universidade adota o regime escolar de matrícula por disciplina, em regime semestral de créditos, admitindo-se disciplinas, matérias ou atividades acadêmicas com duração diferenciada estabelecida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2.4.5. Serviços de apoio ao aluno Para que os alunos possam desenvolver suas atividades práticas durante o seu curso. A UVA disponibiliza um moderno sistema de laboratórios específicos, bem como laboratórios de uso geral, como o de informática, com um amplo horário de funcionamento durante os dias da semana de 7:30 às 22:30 horas e, aos sábados das 7:30 às 18 horas. Além disso, os alunos são incentivados a participar de visitas técnicas, seminários e outros eventos extracurriculares que complementam o ensino. O setor de Integração Universidade-Empresa permite uma gama extensa de estágios, propiciando aos alunos uma grande inserção no setor produtivo e, dessa forma, complementando a sua formação profissional. O processo de inscrição em disciplinas é feita de forma periódica semestral, o qual corresponde à confecção do horário do aluno sendo totalmente informatizado e via web (Internet), podendo o aluno realizá-lo nos computadores da própria Instituição ou fora dela, como em sua casa ou local de trabalho. 28 O aluno tem acesso, por meio de terminais de consulta, instalados dentro da UVA, e via Internet aos seguintes serviços: horários de professor, calendário escolar, graus de prova, horários de aula e dados do Histórico Escolar, dentre outros. 2.4.6. Programas de incentivo acadêmico A UVA promove programas de incentivo acadêmico de forma permanente e sistemática, nos quais os alunos têm a possibilidade de desenvolver suas aptidões e habilidades na medida em que novos conhecimentos são agregados. A possibilidade de o aluno engajar-se em atividades extracurriculares, em projetos de iniciação científica, em monitoria, em estágios internos, em visitas técnicas, em visitas e participação em feiras técnico-científicas, em congressos e seminários, em grupos voluntários de estudos e em tantos outros programas e atividades, contribuem como “plus” para diferenciá-lo num mundo extremamente competitivo. Além de auxiliar na inserção no mercado de trabalho, essas atividades permitem um estreitamento no contato com seus pares, com os professores e com profissionais externos, incorporando competência prática, noções de planejamento e disciplina para o exercício acadêmico e profissional. Essas atividades resultam também no maior compromisso com o curso, reduzem a evasão, promovem qualificação nas competências técnicas, práticas e sociais e permitem ao educando visualizar e vivenciar todas as relações existentes entre o meio acadêmico e o setor produtivo. 2.4.7. Núcleo de Apoio Pedagógico - NAP A Universidade Veiga de Almeida, comprometida com a educação continuada dos professores e com o atendimento aos estudantes, criou o Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP. Esse Núcleo configura-se como espaço que desenvolve atividades didáticopedagógicas voltadas para os estudantes visando minimizar as suas eventuais dificuldades no início e no decorrer do curso. Por outro lado, reconhece que, para o desenvolvimento do trabalho docente, o professor deve ter, além de uma sólida formação da disciplina a qual atua, 29 conhecimentos teórico-práticos ligados à área pedagógica. O NAP está estruturado para atender a essa demanda oferecendo cursos de atualização e de formação de professores. 2.5. Organização e gestão de pessoal 2.5.1. Corpo docente O corpo docente é constituído por professores com competência didática e científica em suas áreas de formação. Além dessa competência, o processo de seleção leva em consideração os valores éticos e a afinidade com os princípios e valores institucionais, expressos no Estatuto da Universidade. As normas e diretrizes gerais aplicáveis ao corpo docente são estabelecidas pelo Regulamento da Carreira Docente e pela legislação vigente. O Regulamento específico que rege os dispositivos do quadro de carreira docente é aprovado pelo CONSUN e dispõe sobre os requisitos básicos para ingresso e promoção na carreira, enquadramento funcional, exigências de titulação, experiência profissional e demais normas reguladoras para o exercício do magistério na Universidade Veiga de Almeida. Critérios de Seleção e Admissão A Universidade Veiga de Almeida dispõe de um processo de seleção e admissão de professores, alinhado com o desenvolvimento de seu Projeto Pedagógico Institucional. Os critérios baseiam-se num conjunto de competências e habilidades indispensáveis para o alcance dos objetivos institucionais. A instituição prioriza a admissão de docentes com maior titulação acadêmica como forma de favorecer a excelência no ensino e pesquisa. São indicadores básicos neste processo: Diploma de curso de graduação na área de atuação pretendida; Títulos de pós-graduação em áreas de conhecimento compatíveis com as disciplinas a serem ministradas; Experiência anterior que indique qualificação profissional e acadêmica. 30 Condições de Trabalho A Universidade Veiga de Almeida proporciona toda a infra-estrutura e recursos materiais necessários ao pleno desenvolvimento das atividades educacionais. Em suas atividades cotidianas, os professores são auxiliados de forma permanente pela Divisão de Apoio ao Ensino - DAE. Além dos recursos tangíveis, a instituição proporciona um ambiente acolhedor e amistoso, ao mesmo tempo, incentivador para o permanente aprimoramento profissional didático-pedagógico e científico. Os professores dispõem de diversas oportunidades de socialização, tanto nos ambientes de convívio quanto nas atividades culturais e de integração desenvolvidas de forma permanente pela instituição. Essa atenção decorre da plena consciência da Universidade em relação à importância da satisfação dos professores como fator fundamental para o cumprimento dos objetivos institucionais. Cultiva-se, dessa forma, uma cultura de relacionamento saudável, transparente e ético entre a universidade e seu quadro de docentes, com o pleno partilhamento dos princípios e valores que norteiam as ações institucionais. Políticas de qualificação A qualificação dos docentes constitui uma preocupação permanente da UVA, como forma de garantir a excelência do ensino, em articulação com as atividades de extensão e de pesquisa. Além da valorização da titulação acadêmica como critério de seleção, a Instituição proporciona mecanismos de estímulo à qualificação, dentre eles: Pagamento de adicional progressivo a especialistas, mestres e doutores; Promoções no Plano de Carreira Docente aos professores com obtenção de nova titulação acadêmica. 31 Plano de Carreira O Plano compreende quatro categorias de professores: auxiliar, assistente, adjunto e titular, estando ainda prevista a contratação eventual e por tempo determinado de professores visitantes e substitutos. As promoções são verticais e se processam anualmente. Os critérios utilizados são: senioridade e titulação, conforme critérios definidos no Plano de Carreira Docente. 2.5.2 Corpo técnico-administrativo A Universidade Veiga de Almeida possui um corpo técnico-administrativo estruturado em diversos níveis hierárquicos, organizado de forma flexível para atendimento durante todos os horários de funcionamento da instituição. Seus processos e ações gerenciais são modelados de forma que atendam às demandas internas e externas, com agilidade e qualidade. Critérios de Seleção e Admissão A Universidade Veiga de Almeida dispõe de processo de recrutamento e seleção estruturado com base em seu programa de gestão por competências. Os candidatos são recrutados e selecionados pelo Departamento de Recursos Humanos em parceria com os órgãos solicitantes. A Universidade Veiga de Almeida prioriza o aproveitamento interno, como política de valorização e reconhecimento de seus próprios talentos. O processo de contratação é constituído pelas seguintes etapas: Análise curricular; Entrevista técnica; Verificação de referência profissional/pessoal. 32 Políticas de Qualificação A Universidade adota ações permanentes de qualificação de seu quadro técnico-administrativo, como forma de aprimorar as competências técnicas e humanas que contribuem para a qualidade do atendimento. As ações são centradas na valorização da pessoa e são desenvolvidas dentro do mesmo espírito humanista que permeia as atividades educacionais da instituição. Os conteúdos programáticos desenvolvem competências de importância estratégica para os fins institucionais. A instituição conta com um programa de ambientação para a integração dos novos colaboradores, propiciando a eles visão ampla e integrada da Instituição. Plano de Carreira Todas as funções técnico-administrativas possuem definidas suas responsabilidades e competências. Com base nessas descrições, a Universidade aplica um processo de avaliação em que define a progressão dos colaboradores no plano de cargos e salários. São componentes desse plano: Normas e Políticas básicas para Administração de Pessoal; Uma tabela salarial para os diferentes níveis; Benefícios básicos como Vale Transporte, Assistência Médica e convênios e Benefícios especiais como Bolsas de estudo para colaboradores e dependentes. 2.6. Biblioteca O Sistema de Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida é constituído por uma Biblioteca Central, na qual se encontram centralizados os serviços técnicos, e de três Bibliotecas Setoriais, localizadas nos Campus/Unidade. As Bibliotecas Setoriais encontram-se estrategicamente localizadas próximas às entradas dos campi/unidade, com todas as facilidades de acesso a portadores de necessidades especiais e à comunidade externa. 33 As três unidades são totalmente integradas por meio de um único sistema de procedimentos técnicos, gestão e controle informatizado do acervo, proporcionando o intercâmbio integral de acessos e empréstimos na prestação dos serviços às comunidades estudantil, docente e público externo. O suporte tecnológico de gestão é proporcionado pelo software Autoprogram, especialmente configurado para atender às normas de Catalogação da AACR-2 e a Indexação do Subject Headings of Library of Congress, com uso do sistema decimal de Dewey. O acervo encontra-se alinhado com as necessidades acadêmicas do ensino e da pesquisa, por meio de um acompanhamento permanente dos currículos e planos de ensino de todos os cursos, assim como da proposição e desenvolvimento dos projetos de pesquisa. A política e as rotinas de expansão do acervo adotam as indicações, emanadas das coordenações de curso em relação às aquisições de livros, periódicos e demais materiais de apoio, após a aprovação das solicitações pela Pró-Reitoria Acadêmica. Além do acervo, diretamente relacionado com as necessidades do ensino e da pesquisa, as bibliotecas contam com um vasto acervo de materiais complementares e de interesse geral, constituindo um locus por excelência para a atualização e o aprimoramento cultural de indivíduos e da coletividade. Os horários de funcionamento buscam oferecer a máxima conveniência de atendimento aos usuários e se efetiva nos seguintes horários: Dias úteis das 07:30 às 22:30h e Sábados das 7:30 às 18h. 2.7. Campus Virtual EAD O Campus Virtual de Educação a Distância foi criado em março de 2010, abrigando o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Veiga de Almeida, que desde março de 2001, ano de sua criação, vem aperfeiçoando o modelo de educação à distância, adotado pela instituição, num processo de melhorias contínuas focadas na perspectiva pedagógica construtivista. O processo enfatiza o estabelecimento de um modelo em que a totalidade dos conteúdos de ensino possa ser disponibilizada online, utilizando o potencial tecnológico 34 da informática para incrementar a troca de conhecimentos e experiências entre alunos e professores. O modelo baseia-se numa concepção integrada, construtivista e interacionista, centrada no estudante. A intenção é ampliar suas responsabilidades e reduzir sua dependência em relação ao professor, encorajando a autoconfiança e o autocontrole de seu aprendizado. Três fatores contribuíram para que a UVA adotasse esta modalidade de ensino como uma alternativa de interesse para a educação nos tempos atuais: I) o respeito ao ritmo de aprendizagem de cada aluno; II) a possibilidade de superação de dificuldades de forma individual e III) a possibilidade de compartilhar o conhecimento de forma coletiva. Cabe ressaltar que a UVA é a única representante do Estado do Rio de Janeiro integrante da UVB - Universidade Virtual Brasileira - rede de ensino a distância formada por um consórcio de universidades brasileiras. Atualmente, o Campus Virtual EAD, disponibiliza oito disciplinas à distância, via Internet, para alunos dos cursos de graduação. São elas: Metodologia Científica, Empreendedorismo, Ciências Ambientais, Comunicação Oral e Escrita, Filosofia, Direito Ambiental, Saúde Coletiva e Sociologia. Estas disciplinas são também oferecidas na modalidade presencial, proporcionando aos alunos a possibilidade de escolha pela modalidade de sua preferência. A Universidade pretende ampliar sua atuação nessa área durante o período 2012-2016, com a oferta de cursos on-line nos níveis de extensão, graduação, politécnicos e de pós-graduação. 2.8. Gestão orçamentária A Universidade Veiga de Almeida utiliza-se do Orçamento como instrumento de gestão na condução de suas atividades, alinhando as decisões do Planejamento Estratégico e do PDI com a execução de seus projetos e objetivos Institucionais. O orçamento representa um instrumento de indiscutível importância no planejamento estratégico de qualquer organização. É por meio dele, que se torna possível uma análise da viabilidade econômico/financeira, a definição de metas para os exercícios subseqüentes e o acompanhamento dos resultados. 35 Sua elaboração deve ser necessariamente participativa, de forma que garante o compromisso de todos os colaboradores na sua execução, assim como no cumprimento das metas estabelecidas. Adicionalmente, o orçamento representa uma importante ferramenta operacional para o bom desempenho de uma organização. É a partir dele que são colocadas em prática as ações definidas no planejamento estratégico da instituição, bem como gerados indicadores de desempenho que permitem avaliar o grau de eficiência da instituição na utilização de seus ativos para o alcance de seus objetivos. A Mantenedora e a Pró-Reitoria Administrativa realizam o acompanhamento orçamentário constante da instituição, equalizando as disponibilidades de recursos e as demandas das diferentes áreas, gerando relatórios mensais do previsto e do realizado, como subsídio às diferentes unidades para a gestão estratégica de suas ações e realizações. 2.9. Cursos de Pós-graduação Os cursos de pós-graduação destinam-se a formar especialistas em áreas específicas e são abertos à matrícula de candidatos diplomados em cursos de graduação, ou que apresentem títulos equivalentes a juízo do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, nos termos da legislação vigente. Os cursos ou programas de pós-graduação são criados e estruturados pelos órgãos internos competentes, nos moldes da legislação vigente, e são organizados nos níveis de aperfeiçoamento e especialização, no caso do lato sensu, e mestrado profissionalizante, no que se refere à pós-graduação stricto sensu. 2.9.1. Pós-graduação Lato Sensu A pós-graduação Lato Sensu da Universidade Veiga de Almeida oferece ao mercado cursos de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (atualização), incluindo os MBAs. Os programas propostas têm a preocupação de desenvolver o potencial intelectual dos alunos e, por tal razão, enfatizam tanto o estudo/pesquisa teórico quanto o prático, aliando a teoria à realidade do mercado de trabalho, e buscando uma efetiva aplicação do que é aprendido. São desenvolvidos cursos nas diversas áreas do conhecimento: Humanas, Sociais, Exatas e Tecnológicas. 36 Os cursos são elaborados, segundo a legislação em vigor e submetidos à análise e aprovação do Conselho Superior da Universidade, da Diretoria do Campus e pela Coordenação de Pós-graduação. 2.9.2. Pós-Graduação Stricto Sensu A Universidade Veiga de Almeida promove a Pesquisa como meio de inovar e enriquecer seus programas de ensino e, por intermédio de programas ou projetos específicos, com a finalidade de ampliar conhecimentos que possam redundar em benefício da sociedade e do desenvolvimento pleno do País. Os programas e projetos de pesquisa são coordenados por órgão próprio, vinculado à Pró-Reitoria de PósGraduação, Pesquisa e Extensão, e aprovados nos termos das normas e critérios estabelecidos pelo CONSUN, observados os planos orçamentários, aprovados pela Entidade Mantenedora. Os projetos ou programas de pesquisa poderão ter coordenação própria, por designação do Reitor, em função das necessidades operacionais por eles apresentadas. Cada projeto ou programa aprovado deverá ser avaliado periodicamente pelo seu órgão coordenador, por meio de relatórios parciais e finais, na forma e periodicidade por ele definidos. Os projetos e programas de pesquisa serão incentivados pela Instituição, nos termos das suas prioridades e das suas possibilidades, e os recursos ou financiamentos para a sua realização também serão buscados junto aos órgãos específicos de fomento dessas atividades. As atividades de pesquisa se desenvolvem arregimentando docentes, com titulação de mestre ou doutor, enfatizando o caráter da pesquisa aplicada ao setor produtivo e fortalecendo a iniciação científica para a participação efetiva de alunos dos diferentes cursos da UVA. A Pesquisa e a pós-graduação Stricto Sensu na UVA são gerenciadas pela Diretoria de Pós-graduação e Pesquisa, responsável pela identificação, criação e certificação dos grupos de pesquisa da Instituição, junto ao diretório dos Grupos do CNPq, interfaces coma CAPES e órgãos de fomento à pesquisa, tais como, FAPERJ, FINEP. Além disso, gerencia convênios nacionais e internacionais e toda a parte acadêmica e administrativa dos cursos de pós-graduação, em sentido estrito, dos 37 mestrados profissionalizantes em odontologia, fonoaudiologia e em psicanálise, saúde e sociedade. Em nível internacional, a UVA tem convênios assinados com a Universidade de Malmö, na Suécia, e com a Universidade de Ghent, na Bélgica, IAPE (Lisboa) e Florence University of Arts (Itália). Em relação ao desenvolvimento tecnológico próprio dos mestrados profissionalizantes, a UVA tem convênios já firmados com a empresa SS-White e a com a SIEMENS por meio da empresa CAS PRODUTOS MÉDICOS, e em fase de negociação com: Dentsply ,Wilcos do Brasil, Conexão, Vigodent, Mediteam, Osstell e Vita Zahnfabrik. 38 III. CONCEPÇÕES GERAIS DO CURSO 3.1. Nome do Curso O Curso de Engenharia Ambiental é essencialmente um curso de graduação com características diferenciadas, de acordo com o respectivo perfil profissional. 3.2. Grau conferido Este curso deve conferir o grau de Bacharel em Engenharia Ambiental. 3.3. Aspectos legais Os instrumentos orientadores do Curso, e norteadores deste Projeto Pedagógico, vão desde as diretrizes nacionais para os cursos de engenharias até as definições administrativas e pedagógicas da Universidade Veiga de Almeida. Autorização funcionamento O curso teve a sua autorização de funcionamento por meio da Resolução da UVA de número 1/2007 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UVA. 3.4. Integralização O período mínimo de integralização é de 05 (cinco) anos letivos e o máximo é de 10 anos letivos. O regime de matrícula é semestral, e sistema crédito. 3.5. Gestão acadêmica A Universidade Veiga de Almeida – UVA, atualmente, tem a sua estrutura organizacional acadêmica definida em Pró-Reitoria, Diretorias de Campus, Diretorias 39 Acadêmicas e Coordenações de Cursos, ficando cada curso vinculado a um Coordenador. A Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental é exercida pela Professora Anna Paula Bourdon. A coordenadora é Bacharel formada em Engenheira Civil com Licenciatura em Matemática, especialista em Engenharia de Segurança no Trabalho, mestre em Engenharia Oceânica, com disciplinas de doutorado cursadas na área de Geologia Ambiental. Atua no magistério há dez anos. Além de professora assistente nos cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia Civil da Universidade Veiga de Almeida, é professora do curso Tecnólogo de Meio Ambiente – Centro de Educação Federal Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET, e do curso de Graduação da Universidade Cândido Mendes em monitoramento de solos contaminados, como, também, nas Faculdades Integradas Silva e Souza, ministras as disciplinas de cálculo, Hidráulica, Mecânica, Geologia Costeira, Solos Contaminados, Monitoramento de ruído Ambiental e Ocupacional e Tratamento de Águas Residuais. Trabalhou como pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias - INPH em monitoramento costeiro, em Estudos de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos sobre o Meio Ambiente - EIA RIMA, atua na consultoria de Monitoramento de Ruído Ambiental no terminal submarino do Rio de Janeiro - Itaguaí e Companhia Docas, como responsável pela engenharia de segurança de empresa que serve de apoio para a Petrobrás. Trabalhou para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT no EIA RIMA. Monitora a contaminação de aquíferos subterrâneos no município de Nilópolis, Parque de Geiricinó e solos contaminados por transbordo de lixo na área denominada Paiol, no mesmo município. Atua na área de Coordenação de Engenharia Ambiental há 7 anos. Foi Coordenadora de Núcleo de Tecnologia e Meio Ambiente, que englobava cursos de Tecnologia em Informática, Biologia - Bacharelado e Licenciatura, Engenharia Ambiental, Tecnólogo em Gestão Ambiental e Tecnólogo em Segurança no Trabalho. Além de coordenadora de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida, já foi coordenadora do mesmo curso no Centro Universitário Celso Lisboa. O Curso de Engenharia Ambiental tem em seu Coordenador um professor que agrega ao Curso a experiência e vivência profissional para o desenvolvimento das atividades inerentes à gestão do Curso, que é realizada de forma participativa, sendo as decisões tomadas por meio do Núcleo Decente Estruturante e pelo Colegiado de Curso. 40 IV. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 4.1. Ensino, Pesquisa e Extensão Os cursos da Universidade Veiga de Almeida estão estruturados com o princípio da indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, cada atividade de ensino envolve a produção do conhecimento e sua contribuição socioambiental, ao mesmo tempo em que cada atividade de pesquisa possa se articular com o conhecimento já existente e cada atividade de extensão seja um espaço privilegiado em que os educadores, estudantes e comunidade articulam a difusão e a produção do conhecimento acadêmico e do conhecimento popular possibilitando uma percepção enriquecida dos problemas socioambientais. Partindo-se deste princípio, a pesquisa produz conhecimento, o ensino o transmite e a extensão aplica e transfere este conhecimento de forma articulada e não isoladamente. Esta ação integradora da pesquisa, do ensino e da extensão está a serviço da sociedade demonstrando o compromisso que a Universidade tem com os problemas socioambientais. Com esta visão epistemológica, procurou-se dar consistência ao Projeto Pedagógico do Curso. 4.1.1. Ensino O ensino é o processo de disseminação e apreensão do conhecimento historicamente produzido pela humanidade. Todo ensino envolve a perspectiva da produção e da inovação do conhecimento que estão configuradas na pesquisa. Deve ser visto numa perspectiva dinâmica de processo estrutural de construção do conhecimento e nunca numa visão estática de transmissão passiva de conteúdos de disciplinas isoladas. São utilizadas formas diversificadas nas situações de aprendizagem utilizando a prática reflexiva delineando a atividade docente e a construção de competências necessárias ao desenvolvimento profissional. 41 4.1.2. Pesquisa A pesquisa é o processo de produção de um conhecimento novo a partir de um determinado problema, adotando-se uma metodologia específica. Como incentivo à pesquisa, a Universidade vem aperfeiçoando os programas de iniciação científica, de modo a absorver um número maior de estudantes. Os objetivos da Universidade em relação à pesquisa são: estimular a formação sistemática de pesquisadores com vistas à qualificação profissional; vincular os projetos de pesquisa e extensão às disciplinas do curso; incentivar projetos de aperfeiçoamento do ensino; aperfeiçoar a divulgação dos mecanismos de fomento, para aumentar o nível de participação de estudantes e professores. A Engenharia Ambiental é uma área relativamente nova no contexto das Engenharias no Brasil, desta forma muito conhecimento está em fase de criação e produção. Assim no Curso de Engenharia Ambiental a pesquisa é incentivada e promovida por meio dos projetos temáticos realizados a cada módulo estudado, dando conta de proposição de novos instrumentos, ações e processos de planejamento, gestão e engenharia ambiental. 4.1.3. Extensão A função institucional da extensão se concebe como um mecanismo acadêmico de formação que articula a produção científica e sua transmissão com aplicação e transferência dos resultados. É a extensão que viabiliza e operacionaliza a relação transformadora entre a universidade e a sociedade. O Plano Nacional de Extensão Universitária apresenta a extensão da seguinte forma: “A extensão é uma via de mão dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da práxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. Esse fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, terá como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade. Além de instrumentalizadora desse processo dialético de teoria/prática, a Extensão é um trabalho interdisciplinar que favorece a visão integradora do social”. 42 De acordo com a Lei nº 9394/96 as atividades de extensão destinam-se a promover a extensão aberta à participação da comunidade externa visando a difusão das conquistas e benefícios resultados da ação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas pela instituição. Portanto, as atividades de extensão se articulam com as experiências de pesquisa e de ensino. A proposta de extensão da UVA é fruto de um momento do processo acadêmico global que envolve o ensino e a pesquisa. É uma prática que interliga a Universidade com as demandas da sociedade, um compromisso social. Nessa concepção, a extensão se constitui como um importante instrumento de democratização. Entende-se a extensão como um processo educativo, cultural e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e que viabiliza a relação transformadora entre as instituições de ensino superior e a sociedade. O Curso de Engenharia Ambiental junto com a Pós-Graduação Lato Sensu em Planejamento e Gestão Ambiental da Universidade promovem ações extensionistas abertas à sociedade por meio de palestras, cursos de curta duração e exposições, no sentido de promover a interação entre a Universidade e outros segmentos da sociedade. Segue abaixo os Cursos de Extensão Universitária com 16 horas de duração oferecidos pela UVA: • Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável; • Política e Legislação Ambiental; • Educação Ambiental: Transdisciplinaridade e Alfabetização Ecológica; • Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono; • Estudo de Impactos Ambientais; • Sistemas de Licenciamento Ambiental; • Gestão de Resíduos Sólidos e Reciclagem; • Perícia Ambiental; • Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais; • Sistemas de Gestão Ambiental em Organizações; • Certificação e Auditoria Ambiental; • Produção Mais Limpa e Ecoeficiência; • Economia e Contabilidade Ambiental; 43 • Valoração Econômica do Meio Ambiente; • Análise e Gerenciamento de Risco Ambiental; • Introdução ao Sensoriamento Remoto. 4.2. Metodologia de ensino e práticas pedagógicas Nos últimos anos houve um aumento significativo de debates, encontros e seminários sobre a educação em vários países do mundo deixando claro que a mudança é realmente necessária para se adaptar a realidade educacional aos novos tempos. Nomes como Piaget, Vygotsky, Freire e, mais recentemente, Morin, Levy e Capra ganham cada vez mais destaque no meio acadêmico. PIAGET (2003) estabeleceu as bases da teoria, chamada de Epistemologia Genética, a qual defende a aprendizagem como um processo de construção contínua ou de uma construção indefinida, quando se refere à elaboração de conhecimentos com espírito humanista no espírito humano. Concebeu um modelo teórico que se apóia fundamentalmente sobre na compreensão do desenvolvimento humano, inscrevendo-o na perspectiva de uma construção da realidade, em vez de sua simples transposição cognitiva na memória. Já VYGOTSKY (2004), importante teórico da educação, defende uma outra forma de se compreender a origem e a evolução do psiquismo humano e, como consequência, um modo diferenciado de se entender a educação. Para ele, a interação social é a origem e o motor da aprendizagem e do desenvolvimento intelectual. Deixa claro que é na atividade prática, nas interações entre os homens e a natureza, que as funções psíquicas se desenvolvem. Da mesma forma, FREIRE (2003) afirma que o conhecimento é produzido na interação com o mundo físico e social, com base no contato do indivíduo com a sua realidade, com os outros, incluindo aqui sua dimensão social, dialógica, inerente à própria construção do pensamento. Freire incorpora a visão do coletivo reconhecendo que ninguém se conscientiza separado dos outros, ninguém evolui sozinho desligado do mundo. Tudo está relacionado, está conectado e renovado continuamente. Outro teórico importante da educação, LÉVY (2005) aborda a aprendizagem ligada à utilização das tecnologias da educação. Ele afirma que o papel do estudante 44 muda enormemente com o amplo recurso da Internet. Do raciocínio linear, seqüencial, exigido por métodos expositivos convencionais, tem-se a possibilidade de se fazer uma série de interligações, inferindo-se dessa nova forma de ter acesso ao conhecimento e que a construção do raciocínio não é mais linear, mas multidimensional. Da mesma forma Morin e Capra, cada um a seu modo apontam para um pensamento cada vez mais sistêmico (ecológico), holístico e transdisciplinar. Analisando-se a contribuição desses autores para entender como a aprendizagem se processa, infere-se que a aprendizagem compreende um processo contínuo, necessitando de metodologias adequadas e diversificadas. Os alunos precisam aprender a investigar, dominar as diferentes formas de acesso à informação, desenvolver a capacidade crítica de avaliar, reunir e organizar as informações, a fim de que a verdadeira aprendizagem aconteça. Assim, a metodologia não poderá estar calcada meramente na transmissão de conteúdos e informações, embora a informação seja fundamental. Ela deverá ir muito além, pois a emancipação, pessoal e social, requer muito mais do que isso; ela exige a capacidade de construir e reconstruir conhecimentos, ou seja, ela tem o compromisso com o desenvolvimento da autonomia do estudante. O papel do professor é o de garantir a manutenção de um diálogo permanente e, de acordo com o que acontece em cada momento, deve propor situações–problema, desafios, desencadear reflexões, estabelecer conexões entre o conhecimento adquirido e os novos conceitos, entre o ocorrido e o pretendido. Além do que, com a utilização das tecnologias da informação, o conhecimento é cada vez mais adquirido coletivamente por meio da informática e das telecomunicações. O ensino deve ser ministrado, por meio de ações diversificadas e coerentes. Portanto, devem ser utilizados debates e trabalhos de grupo, aulas expositivas dialogadas, trabalhos de pesquisa, estudos de caso, análise de vídeos abrangendo temas educacionais e culturais, entrevistas, visitas técnicas, seminários e palestras, visitas culturais, workshops, minicursos, exposições, entre outros. 45 V. MARCO SITUACIONAL 5.1. Cenário nacional, regional e local Transformações significativas ocorridas no país e no mundo inauguram uma nova era, com reflexos nos diferentes setores da sociedade. Todos estão sendo desafiados a acompanhar esse movimento, criando outras propostas para compreender e acompanhar essa diversa realidade, seus significados e redefinir conceitos. No Brasil, apesar de possuir inúmeros recursos naturais, a área ambiental precisa de um maior desenvolvimento técnico e profissional que o coloque no ranking de países produtores de conhecimento e tecnologias sustentáveis. A escassez dos recursos naturais, a poluição e os acidentes ambientais provocados pela sociedade moderna, nas últimas décadas, vêm demonstrando ao mundo a insustentabilidade e o caráter concentrador do modelo de desenvolvimento vigente. A busca por um novo modelo, ecologicamente sustentável, vem fazendo com que a questão ambiental desperte um interesse cada vez maior no mundo atual. O Brasil desde 1973 possui órgãos e legislações ambientais. Destacando-se a partir dos anos 80, a Política Nacional de Meio Ambiente – Lei N° 6.938/81 e o Ministério do Meio Ambiente, bem como a Agencia Federal de Meio Ambiente, o IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Dados oficiais do Censo de 2010 apontam, para o Estado do Rio de Janeiro, uma população de 15.989.929 habitantes e, para o Município do Rio de Janeiro, uma população de 8.551.538, o que demonstra sua elevada concentração demográfica. O Estado do Rio de Janeiro foi o estado pioneiro na área ambiental. Sua Agencia Ambiental a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente - FEEMA foi criada em 1974 sendo a primeira agencia ambiental estadual no Brasil. Em termos de legislações ambientais o Estado do Rio de Janeiro também foi um estado percursor antecipando-se inclusive à legislação federal nos anos 70. Hoje o Instituto Estadual do Ambiente - INEA, criado a partir da unificação da FEEMA, da SERLA – Superintendência Estadual de Rios e Lagoas e do IEF – Instituto Estadual de Florestas, é a nova Agência Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. 46 No cenário municipal a Secretaria Municipal de Meio Ambiente/SMAC é o órgão central do Sistema Municipal de Gestão Ambiental do município do Rio de Janeiro. A demanda da UVA, campus Tijuca, esta presente principalmente na área do Grande Rio, compreendido pelos bairros próximos ao centro como Vila Isabel, Grajaú, Méier, Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Mangueira, Rio Comprido, Santa Teresa, Santo Cristo, São Cristóvão e Saúde, além de atender com facilidade aos 18 bairros que compõem a zona sul como: Botafogo, Catete, Copacabana, Cosme Velho, Flamengo, Gávea, Glória, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Laranjeiras, Leblon, Leme, Rocinha, São Conrado, Urca e Vidigal. Todos eles ligados às instalações da UVA por uma grande oferta de linhas de ônibus e, principalmente, pelo Metrô. Soma-se a esta demanda aos egressos do ensino médio dos municípios circunvizinhos como Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Teresópolis, e vários outros que compõem a baixada fluminense. O Projeto Político da Instituição está atento ao grande desenvolvimento econômico e a demanda do setor. Destaca-se o elevado crescimento do número de alunos matriculados no Ensino Médio regular, que segundo o Censo Escolar 2010 (fonte Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas - INEP), o Estado do Rio de Janeiro apresenta 821.196 mil alunos matriculados, onde se ressalta que neste número só o Município do Rio de Janeiro contribui com 313.474 mil. Quanto a Educação Profissional (Nível Técnico), o estado apresenta 78.035 mil matriculas, sendo no Município do Rio de Janeiro 30.017 mil. A situação descrita nos permite afirmar que há uma demanda potencial de egressos de alunos do Ensino Médio e Técnico nesta localidade. Tanto o Estado quanto a Cidade do Rio de Janeiro se caracterizam por seus inúmeros atributos ambientais de grande beleza. As belas praias, as montanhas, a Mata Atlântica, várias lagoas e lagunas, sua fauna e flora, espalhados pelo território fluminense e carioca são alguns exemplos deste atributos necessário para o equilíbrio ecossistêmico e por conseguinte para uma vida saudável e um desenvolvimento sustentável. Infelizmente a ação antrópica mal feita relacionada com a urbanização, com a agricultura itinerante e monocultural e mais recentemente a com indústria, destacandose neste segmento a indústria do petróleo com grande potencial poluidor, vem impactando e poluindo nossos ecossistemas e biomas. 47 Desta forma, observa-se que o mercado de atuação para o Engenheiro Ambiental no Rio de Janeiro tem tido crescimento contínuo. 5.2. Justificativa A partir do que já foi exposto anteriormente, no cenário nacional, regional e local, verificamos que a área ambiental no Rio de Janeiro e no Brasil, demonstra ao mesmo tempo, potencialidades e carência com relação à qualificação de mão-de-obra específica. Assim, desenvolvemos um programa de curso que contemplasse essa lacuna. O currículo do Curso de Engenharia Ambiental enfatiza conteúdos interdisciplinares que possibilita a conjugação da dimensão técnicas instrumental, mas também das dimensões biológicas, humanas e preparando o profissional para o atual mercado de trabalho. A partir destas características, o Curso de Engenharia Ambiental, se insere no contexto ambiental moderno onde a busca por um desenvolvimento ecologicamente sustentável é uma demanda fundamental da sociedade contemporânea. O Curso de Engenharia Ambiental da UVA é constituído por 197 (cento e noventa e sete) créditos. A carga horária do currículo pleno corresponde a 4.710 (quatro mil setecentos e dez) horas. Importa ressaltar que integra o currículo a disciplina obrigatória Atividades Complementares (200 horas) que pretende atualizar o estudante com o que de mais novo houver na área de Engenharia Ambiental. 5.3. Histórico do curso Os cursos de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida - UVA tem sua gênese na Escola de Engenharia, com os cursos de Engenharia Civil e Elétrica, fundada pela Universidade em 1971 no Estado do Rio de Janeiro. O Curso de Engenharia Ambiental ofertado no Campus Tijuca, na Rua Ibituruna, 108, Tijuca – Rio de Janeiro, teve a sua proposta de criação aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE, em 02 de julho de 2007. A oferta do curso neste município foi motivada pelo êxito alcançado com os cursos de Engenharia desde 1971, pela análise realizada no cenário nacional e internacional e 48 pela preocupação da UVA em oferecer conteúdos da área de meio ambiente que possibilitem formar multiplicadores da defesa do meio ambiente e da busca por uma civilização ecologicamente sustentável. Transformações ocorridas no Brasil e no mundo nos colocam diante de uma nova realidade, estamos inseridos em um mundo cada vez mais globalizado em grande crescimento. O que nos insere diante de uma realidade, a necessidade cada vez maior das engenharias. Todos estão sendo desafiados a acompanhar esse processo, criando outras propostas para compreender e acompanhar essa realidade diversa e seus significados, redefinindo conceitos e paradigmas. Fruto destas transformações, a Engenharia Ambiental emerge como opção das engenharias em minimizar os problemas socioambientais ocasionados pelo crescimento desordenado e ilimitado, visando o desenvolvimento ecologicamente sustentável. 49 VI. MARCO CONCEITUAL 6.1. A construção do Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental foi estruturado de acordo com a política de ensino, o referencial teórico metodológico, princípios, diretrizes, estratégias e ações contidas no PDI e no PPI da Universidade Veiga de Almeida. A preocupação dos professores que integram o colegiado do curso na elaboração do currículo foi a de garantir uma articulação coerente entre os objetivos, o perfil do egresso, a missão da Universidade, os objetivos institucionais e as diretrizes curriculares nacionais. Embora quase todos percebam que o mundo ao redor está se transformando de forma bastante acelerada, a educação de forma geral, ainda privilegia práticas pedagógicas que dificultam o processo de construção do conhecimento dos estudantes, reproduzindo um modelo de sociedade na qual os indivíduos são incapazes de pensar, de refletir e de reconstruir o conhecimento. Hoje se buscam novos paradigmas educacionais que reconhecem a interdependência existente entre os processos de pensamento e de construção do conhecimento e que, principalmente, resgatem a visão de contexto e de pluralidade profissional do ser humano. A coerência entre o currículo do curso e seus objetivos está evidenciada nos princípios que norteiam o trabalho pedagógico. São eles: ensino problematizado e contextualizado promovendo a relação indissociável da pesquisa, ensino e extensão; flexibilidade curricular, garantindo a atualização e a contextualização do aluno nas questões do seu tempo; promoção de atividades que socializam o conhecimento, como centros de estudo, seminários, encontros científicos, entre outras. Orientação para o contexto profissional, colocando o aluno em contato com o mundo do trabalho para que descubra e desenvolva suas aptidões e habilidades profissionais; garantia de uma formação inter e multi-disciplinar pautada em uma base sólida de conhecimentos e de princípios éticos. Na concepção do desenho curricular do curso foram observadas as diretrizes curriculares do MEC específicas do curso, as premissas subjacentes à valorização das competências e habilidades do mundo do trabalho, a formação tecnológica, biológica e 50 humanística e nas novas formas de organização do processo produtivo buscando sustentabilidade ambiental. Através de projetos específicos, o PPC contempla: • A capacitação dos docentes do curso de Engenharia Ambiental que tem como eixo a compreensão crítica sobre os caminhos da construção do conhecimento que acontece nas reuniões periódicas com os professores, nos seminários, na extensão universitária, nos minicursos, na participação em congressos, nas reuniões de planejamento, entre outros; • A atualização, renovação e flexibilização permanente da oferta de programas e currículos, tendo em vista os novos cenários e tendências do mercado de trabalho, se dá nas reuniões com os docentes e na realização de um fórum que envolve as empresas e instituições conveniadas quando se discute as novas tendências do mercado e perfis profissionais. • Estratégias utilizadas pelos docentes visando intensificar as ações teórico/práticas, como os trabalhos de grupo, aulas expositivas com tecnologia multimídia, prática de laboratórios, trabalhos de pesquisa bibliográfica, vídeos, DVD abrangendo temas pertinentes ao curso e visitas técnicas. • Análise dos indicadores de desempenho apontados na avaliação do curso, nas reuniões com os docentes, quando são discutidos os aspectos que merecem maior atenção e re-planejamento. Nessas reuniões são traçadas as estratégias no sentido de eliminar os pontos fracos, utilizando, as aulas de reforço, o nivelamento, as estratégias diversificadas de avaliação de ensino, entre outros. • O planejamento de atividades complementares visando ao aprimoramento da teoria/prática, tais como; visitas técnicas, participação dos estudantes em seminários, encontros, excursões, caminhadas ecológicas, e também atividades de caráter cultural, como visita a museus, teatro, cinema e casa de cultura. Dessa forma, o estudante é estimulado a buscar conhecimentos em outras áreas do saber. • O incentivo à iniciação científica cresce a cada ano e a Universidade vem aumentando o quantitativo de bolsas para estimular os estudantes na participação de projeto de pesquisa. • Os projetos de ação social e de extensão são planejados e desenvolvidos ao longo do curso possibilitando aos estudantes o contato direto com a comunidade. 51 • O apoio pedagógico é oferecido ao estudante no sentido de superar as suas dificuldades oriundas do ensino médio. São oferecidas ferramentas de nivelamento, através de monitoria. A articulação permanente com a Pró-reitoria Comunitária propicia o apoio ao estudante através de incentivos como bolsas de estudo. Quando necessário, o estudante é encaminhado a este setor para ser atendido. O Curso de Engenharia Ambiental nasceu plenamente integrado ao Projeto Pedagógico Institucional da Universidade Veiga de Almeida, fundamentando-se nos princípios de: • amparo das decisões institucionais nos indicadores levantados na Avaliação Institucional e nos objetivos e metas contidos no Projeto Político Institucional e Projeto Pedagógico Institucional. • indissociabilidade entre o ensino pesquisa e extensão, com enfoque nos projetos pedagógicos dos cursos e as ações consubstanciadas no princípio do “aprender a aprender”. • incentivo à pesquisa como princípio educativo auxiliar na construção da autonomia intelectual e profissional do estudante. • adequação dos cursos às políticas governamentais, observando a função social da Universidade e a possibilidade de conviver com diferentes posições. • garantia da qualidade acadêmica por meio dos projetos pedagógicos dos cursos. • fortalecimento das ações direcionadas à comunidade na qual está inserida a Universidade. • integração dos diferentes cursos e áreas de ensino numa perspectiva interdisciplinar do conhecimento. • ampliação da oferta de cursos e disciplinas na modalidade a distância. • flexibilização dos currículos mediante a ampliação das oportunidades para as novas demandas do ensino, do conhecimento e do setor produtivo em permanente transformação. • articulação das disciplinas e atividades curriculares, voltadas à dinâmica da realidade, ao trabalho e a função social da Universidade. 52 • tratamento das disciplinas com observância dos pressupostos axiológicos, éticos e o respeito à dignidade humana e ao meio ambiente, objetivados em posturas pedagógicas que articulem os conhecimentos e os valores morais. O Curso de Engenharia Ambiental, da Universidade Veiga de Almeida, distribuído pelas diversas áreas de atuação, tem como um dos objetivos proporcionar vivência no campo técnico-científico, sem relegar a ética a um segundo plano e sem descuidar da necessidade de preparar o futuro profissional para a produção de pesquisas ampliando a visão generalista do estudante. 6.2 Objetivos do curso O Curso de Engenharia Ambiental tem como forte diretriz os objetivos contidos na Politica Nacional de Educação Ambiental Lei 9795/99 que traz em seu artigo 6, incisos 6.1 e 6.2 os seguintes objetivo específicos: 6.1 - Desenvolver a consciência crítica e incentivar a tomada de atitudes frente à problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais. 6.2 - Conhecer instrumentos ambientais diversos e adquirir competências e habilidades para: planejar políticas ambientais lidar com órgãos fiscalizadores gerenciar empresas especializadas preparar empresas para auditoria e certificação elaborar avaliação de impactos ambientais (EIA/RIMA) obter licenciamento ambiental; conhecer a política, a legislação e a doutrina do direito ambiental possibilitar o acompanhamento e a solução dos problemas ambientais. a) Geral O Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida tem como escopo a formação de um profissional com as condições suficientes e necessárias ao cumprimento de seu papel no mercado do trabalho, atuando diretamente na supervisão ou na execução das funções que caracterizam suas atividades. Para tal utiliza-se estratégias de ensino inovadoras, visando formar um engenheiro ambiental que transite nas diversas áreas do conhecimento humano que tenham interface com o Meio Ambiente. Além de oferecer ao aluno condições de se 53 tornar um bom profissional, um cidadão com pleno conhecimento das suas responsabilidades dentro da realidade atual de seu país, e das medidas a serem adotadas na promoção do bem estar da sociedade. b) Específicos • Atender às demandas da sociedade com vistas às políticas de desenvolvimento nacional, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos, biológicos e sociais, isto é conhecimentos interdisciplinares inerentes ao meio ambiente e fundamental para alcançarmos um desenvolvimento ecologicamente sustentável. • Desenvolver consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais. • Desenvolver valores e atitudes a partir do conhecimento e da reflexão da inconsistência do modelo de desenvolvimento atual, que levem a uma consciência da realidade ambiental. • Proporcionar condições para a formação de um profissional com capacidade e aptidão para pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das diversas atividades humanas com o meio natural e a sociedade dele pertencente; • Desenvolver e utilizar tecnologias a partir de uma sólida formação, envolvendo os campos da Matemática, Física e Química, contando com o adequado suporte de conhecimento em Informática, Biologia e Ecologia, Geociências, Legislação e Humanidades; • Ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara da área de atuação da Engenharia Ambiental, que atualmente exige a integração entre diversos campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de recursos hídricos, saneamento ambiental, construções sustentáveis, incluindo desta forma o monitoramento, a avaliação e a gestão dos recursos naturais e dos impactos ambientais dos setores industrial, agrícola e urbano. Desenvolver no corpo discente competência e habilidades necessárias à solução dos problemas ambientais; • Atuar na preservação, na recuperação e controle da Qualidade da água, ar e solo; • Ter ciência dos limites da ação do homem em sua Interação com o meio ambiente; • Analisar os processos ambientais tanto de forma holística quanto reducionista; • Atuar em gestão ambiental visando o desenvolvimento sustentável; 54 • Adaptar-se às mudanças do mundo contemporâneo, bem como ser agente de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental; • Ser agente de informação à sociedade em questões de interesse ambiental. 6.3. Perfil do egresso O perfil dos egressos do Curso de Graduação de Engenharia Ambiental compreende uma sólida formação técnico-científica e profissional, capacitação para conhecer e desenvolver novas tecnologias, atuação crítica na identificação e resolução de problemas, considerando aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. A UVA forma profissionais conscientes de suas responsabilidades técnicas de acordo com o código de ética profissional do CONFEA e com a legislação ambiental vigente: “A responsabilidade ambiental é atribuída não só ao poluidor, mas também ao profissional que atua na área ambiental, responsabilizado pessoalmente pelas informações técnicas apresentadas. A responsabilidade técnica ambiental impõe ao profissional, sanções administrativas, civis e penais, conforme estabelecido na resolução CONAMA 237/97 e na Lei de Crimes Ambientais art. 66 e 69-A.” (Saroldi, 2009) O futuro engenheiro ambiental deve possuir características como capacidade de raciocínio abstrato, autogerenciamento, assimilação de novas informações, compreensão dos problemas socioambientais e econômicos, inovação de soluções visando o desenvolvimento e aplicação da tecnologia para a preservação da qualidade da água, do ar e do solo. A conscientização ambiental da sociedade tem aumentado seu grau de exigência em relação à responsabilidade socioambiental das empresas definindo um novo perfil de consumidor. Instrumentos legais exigem das empresas a adoção crescente de medidas preventivas contra possíveis impactos negativos ao ambiente, exigindo a contratação de profissionais com conhecimentos específicos na área de meio ambiente e com formação acadêmica que os habilite a atuar nas rotinas operacionais das empresas. Assim o Engenheiro Ambiental é chamado atualmente a transformar-se em um técnico que, além de competente, seja comunicativo, aberto a sugestões do público e dos setores envolvidos, com capacidade de negociação e persuasão – Inteligência Emocional. 55 A graduação em engenharia ambiental habilita o profissional para atuar no setor público, no setor produtivo e no chamado terceiro setor não governamental formado pela sociedade civil organizada. Seja em empresas públicas, privadas ou ongs – organizações não governamentais, o engenheiro ambiental poderá atuar como: • planejador e gestor de Meio Ambiente; • auditor e certificador de qualidade ambiental; • analista e fiscal ambiental; • agente e peritos para órgãos fiscalizadores, • consultor, pesquisador e educador das questões ambientais. As atividades cabíveis ao Engenheiro Ambiental referem-se à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos ambientais. Além do desempenho de cargo e função técnica, o Engenheiro Ambiental pode exercer atividades de ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica. 6.4 Competências e habilidades O futuro Engenheiro Ambiental desenvolve competências e habilidades para: - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; - contribuir para a manutenção dos recursos naturais e recuperação do equilíbrio ambiental, avaliando e monitorando impactos ambientais das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; - atuar em equipes multidisciplinares; - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; - colocar-se como agente da construção de seu conhecimento, assumindo funções diversas, tais como as de organizador, facilitador, mediador, incentivador, avaliador, planejador, gestor e controlador; - entender a Engenharia Ambiental como ciência em constante evolução; 56 - absorver e desenvolver novos conhecimentos na área cientifica tecnológica e ambiental; - contribuir em projetos de engenharia que viabilizem melhor qualidade de vida para a sociedade; - compreender, analisar e gerenciar as relações do homem com o meio ambiente; - desenvolver suas potencialidades, tais como raciocínio lógico, iniciativa, autonomia, intuição, imaginação, criatividade, percepção crítica; - gerenciar os processos de forma a oferecer a sociedade contribuições para o exercício de sua cidadania e bem estar; - pautar sua conduta profissional por critérios humanísticos e de rigor científico, bem como por referenciais éticos e legais, sempre com a visão de seu importante papel para o desenvolvimento sustentável. Este profissional assume progressivamente em nossa sociedade o papel inovador sob vários aspectos, como o cuidado e a ética ambiental. Sua tarefa é compreender e antecipar as exigências do mercado e traduzi-las em um projeto concreto a ser realizado em diversas escalas. Sua cultura e habilidades devem ser transversais, síntese de conhecimento teórico e competências técnicas mais específicas. O Curso de Engenharia Ambiental tem como diferencial o oferecimento de atividades interdisciplinares junto ao mercado profissional sob a orientação do corpo docente, objetivando estabelecer uma real ligação com o dia-a-dia, e sempre com o intuito de permitir ao egresso sua inserção natural no mercado de trabalho. Outro aspecto importante é a valorização da formação continuada com seus referenciais coerentes com a proposta educacional inovadora. O egresso do Curso de Engenharia Ambiental precisa entender que a busca do conhecimento deve acompanhálo permanentemente, não se restringindo apenas a uma pequena e rápida etapa da sua vida. Nesse aspecto, o curso com o seu corpo docente vêm cumprindo o seu papel e oferecendo oportunidades diversificadas e permanentes mediante os cursos de atualização e de extensão. 57 VII. REQUISITOS DE ACESSO O acesso aos cursos de graduação e superiores de tecnologia da UVA se faz por meio de processos seletivos, que são realizados de forma periódica semestralmente. Esses processos seletivos englobam o tradicional Vestibular, ENEM, PROUNI, Programas de Acesso Personalizado – PAP, Acesso Direto-PAD: a) PAP - uma redação e uma prova de conhecimentos gerais do ensino médio com 10 questões objetivas de múltipla escolha ou b) PAD - uma redação e análise do histórico escolar do ensino médio concluído Os processos seletivos são instruídos por meio de editais, contendo as informações necessárias aos candidatos, tais como: cursos, reconhecimentos, vagas, turno, datas de prova e tudo mais correlato que os candidatos possam fazer uso nesse processo. Em complementação ao edital, é distribuído também um manual do candidato com todas as informações pertinentes ao processo. As vagas são ofertadas para dois semestres consecutivos. Para atendimento aos candidatos, a UVA implantou um setor específico denominado Central de Atendimento, onde os candidatos podem, num ambiente tranquilo, fazer a sua inscrição e ter acesso a todas as informações necessárias sobre a Instituição. Além disso, os candidatos podem também fazer sua inscrição num ambiente virtual, por meio da Internet. Preocupado em proporcionar um tratamento diferenciado ao candidato, a UVA coloca um setor de Telemarketing funcionando diariamente no sentido de fornecer informações sobre os seus cursos e formas de acesso, inclusive propiciando aos candidatos um relacionamento direto com os Coordenadores de Curso, por meio de marcação de entrevistas. Para difundir os seus cursos e dar uma orientação vocacional aos candidatos, a UVA tem um programa específico, denominado Projeto Vivenciando, que por intermédio de convênios com escolas do ensino médio, realiza palestras nos quais professores dos diferentes cursos levam aos alunos dessas instituições de ensino o perfil profissiográfico de cada curso, seus objetivos, suas competências, habilidades, atitudes e a inserção no mercado de trabalho. Outras formas de acesso somam-se às mencionadas, tais como transferências externas e portadores de diploma de nível superior, para suprir vagas ociosas na Instituição. 58 VIII. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A estrutura curricular do Curso Engenharia Ambiental engloba disciplinas que propiciam aos estudantes conhecimentos imprescindíveis ao seu desenvolvimento profissional. Os ensinamentos e os conhecimentos adquiridos, por certo, lhes proporcionarão um maior grau de proficiência e eficácia em suas atividades. Para atender a essas necessidades, o Curso Engenharia Ambiental, oferecido pela Universidade Veiga de Almeida, se propõe a transmitir uma abordagem metodológica afinada com o curso, além de abordar os componentes técnicos de administração, dos processos produtivos e das novas tecnologias. Alguns aspectos devem ser ressaltados no plano curricular do Curso Engenharia Ambiental, extremamente rico e, ao mesmo tempo, inovador, com vistas à construção de um novo perfil profissional para o setor, como: • A valorização da prática fundamentada numa sólida formação teórica; • A utilização de metodologias que priorizem a participação construtiva do aluno; • A dimensão interdisciplinar do currículo, porque permite a abertura de um novo canal de comunicação e ajuda a refazer antigas posições cultivando o desejo de enriquecimento por novos enfoques, ultrapassando os caminhos já conhecidos; • A possibilidade de se conjugar diferentes áreas do conhecimento no estudo e na pesquisa enriquece e potencializa a aprendizagem; • A fragmentação do conhecimento dá lugar a uma visão unificadora, tirando do encastelamento algumas disciplinas ao relacioná-las com outras, superando, sobretudo, a idéia de hierarquização e justaposição, tão comuns na estrutura curricular. De acordo com o pensamento de JAPIASSU: “A interdisciplinaridade nos permite a abertura de um novo nível de comunicação e abandona os velhos caminhos da racionalidade tradicional. Doravante, temos o direito de passar da ciência ao sonho e vice-versa. É à natureza e às ciências da natureza que Deleuze faz apelo para descrever os poderes da imaginação e escapar de toda referência ao homem da filosofia tradicional, sujeito ativo, dotado de projetos, de intenções e de vontade. Portanto, ciência e não ciência, ciência e filosofia, sonho e filosofia, todos esses saberes precisam ser articulados. Nenhuma disciplina, nenhum tipo de conhecimento, nenhum tipo de experiência deve ser excluído, nem a título de meio nem a titulo de fim, desse projeto de reunificação do Saber” (JAPIASSU, 1995, p. 09). 59 • a inserção estudante no contexto do profissional de acordo com os objetivos do curso; • a intervenção e iniciação profissional junto ao setor • a vivência, articulada à pesquisa e ao trabalho de conclusão de curso (TCC), ao ; longo do processo de formação, auxilia o estudante no processo de inserção no contexto profissional; • a indissociabilidade entre o ensino/pesquisa/extensão. Há uma preocupação de desenvolver, no futuro engenheiro, o olhar e a postura de pesquisador diante de fatos e problemas ligados às atividades ambientais, mediante a utilização cuidadosa de diversos procedimentos, investigando com os estudantes a viabilidade das diferentes formas de gerenciamento de processos estudados no decorrer do curso. No dizer de DEMO: “Pesquisar não é somente produzir conhecimento, é sobretudo aprender em sentido criativo. É possível aprender escutando aulas, tomando nota, mas aprende-se de verdade quando se parte para a elaboração própria, motivando o surgimento do pesquisador, que aprende construindo. Dialogar com a realidade talvez seja a definição mais apropriada de pesquisa, porque a apanhe como princípio científico e educativo. Quem sabe dialogar com a realidade de modo crítico e criativo faz da pesquisa condição de vida, progresso e cidadania” (DEMO, 1992, p. 103); • princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum; • princípios políticos dos direitos e deveres de cidadania; • apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC a partir de uma pesquisa interdisciplinar fundamentada na abordagem qualitativa da pesquisa. Na concepção do desenho curricular do curso foram observadas as diretrizes curriculares específicas, as premissas subjacentes à valorização das competências do Curso de Engenharia Ambiental no mundo do trabalho e nas novas formas de organização do trabalho pedagógico. Através de projetos específicos, o PPC do Curso de Engenharia Ambiental contempla: 60 • A capacitação docente que tem como eixo a compreensão crítica sobre os caminhos da construção do conhecimento que acontece nas reuniões periódicas com os professores, nos seminários, nos mini-cursos, na participação em congressos, nas reuniões de planejamento estratégico da universidade que tem como finalidade de desenvolver o espírito empreendedor no docente; • A atualização, renovação e flexibilização permanente da oferta de programas e currículos, tendo em vista os novos cenários e tendências do mercado de trabalho, se dá nas reuniões com os docentes e na realização de um fórum que envolve as empresas e instituições conveniadas quando se discute as novas tendências do mercado e perfis profissionais; • Estratégias utilizadas pelos docentes visando intensificar as ações teórico/práticas, como os trabalhos de grupo, aulas expositivas, trabalhos de pesquisa bibliográfica, vídeos abrangendo temas pertinentes ao curso, iniciação científica, visitas técnicas, utilização do suporte on-line da UVA às aulas presenciais; • Análise dos indicadores de desempenho apontados na avaliação do curso, nas reuniões com os docentes, quando são discutidos os aspectos que merecem maior atenção e re-planejamento. Nessas reuniões são traçadas as estratégias no sentido de eliminar os pontos fracos, utilizando, as aulas de reforço, o nivelamento, as estratégias diversificadas de avaliação de ensino, entre outros; • O planejamento de atividades complementares visando ao aprimoramento da teoria / prática, tais como; visitas técnicas, participação dos estudantes em cursos de extensão universitários, seminários, encontros, excursões, e também atividades de caráter cultural como visita técnicas e culturais. Dessa forma, o estudante é estimulado a buscar conhecimentos em outras áreas do saber; • A articulação permanente com a Pró-Reitoria Comunitária propicia o apoio ao estudante através de incentivos como bolsas de estudo. Quando necessário, o estudante é encaminhado a este setor para ser atendido. Compreende, portanto, um conjunto articulado que permite a apropriação de conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades e o domínio de tecnologias capazes de garantir as condições essenciais para o domínio de competências para a ação do profissional. 61 Os componentes curriculares que contribuem na formação geral explicitados na estrutura curricular do Curso de Engenharia Ambiental integram os seguintes conjuntos que estabelecem uma teia de relações: • Ecologia Geral e Aplicada • Geologia • Climatologia • Recursos Naturais • Hidrologia e Recursos Hídricos • Hidráulica e Sistemas de Águas e Esgotos • Cartografia e Geoprocessamento • Poluição e Impactos Ambientais • Sistemas de Tratamento de Resíduos • Política, Legislação e Direito Ambiental • Saúde Ambiental • Planejamento e Gestão Ambiental O domínio dos conteúdos referentes às competências voltadas para o exercício da profissão promove um tratamento adequado dos conteúdos de cada área de conhecimento. Esse conjunto engloba disciplinas que permitem ao futuro engenheiro desenvolver competências e habilidades práticas principalmente nas visitas técnicas e atividades complementares. 62 8.1. Matriz curricular A estrutura curricular engloba disciplinas que propiciam aos alunos conhecimentos imprescindíveis ao desempenho profissional. Os ensinamentos transmitidos e os conhecimentos adquiridos por certo lhes proporcionarão um maior grau de proficiência e eficácia em suas atividades. Na concepção do curso, fica evidente a harmonia entre os objetivos que revelam o perfil do profissional que o curso deseja formar e o conjunto de atividades curricular propostas para alcançar este fim. O currículo do curso visa à formação de um profissional competente de Meio Ambiente, com espírito crítico, empreendedor, responsável e envolvido com as questões de seu tempo. Um profissional racional, mas que seja também sociável e comunicativo, aberto a sugestões do público e dos setores envolvidos, com capacidade de negociação, persuasão e compaixão pelo outro e pela natureza. O curso apresenta um projeto que contempla a flexibilização curricular e as atividades complementares entre outras estratégias, que possibilitam ao estudante caminhar pelo currículo do curso construindo uma identidade profissional. As unidades de estudo, componentes da matriz curricular, estão interrelacionadas de modo que o estudante obtenha, com o conjunto das disciplinas, os conhecimentos necessários e fundamentais para a sua formação. Nas atividades de campo, seu desempenho será mais bem qualificado se dispuser de conhecimentos que, como ferramentas, o auxilie a coletar, organizar e interpretar os dados colhidos nas suas observações. Disciplinas com conteúdos humanísticos propiciam a construção do olhar crítico, ético e social tão essencial ao profissional de meio ambiente. O domínio dos conteúdos referentes às competências voltadas para o exercício da profissão promove um tratamento adequado dos conteúdos de cada área de conhecimento. Esse conjunto engloba disciplinas que permitem ao futuro Engenheiro Ambiental desenvolver competências e habilidades práticas principalmente nos laboratórios, pesquisas, visitas técnicas e atividades complementares. 63 DEMONSTRAÇÃO SINTÉTICA DA MATRIZ CURRICULAR: Período Código ENG8001 ENG8003 ENG8006 Primeiro ENG8025 UVA8001 ENG8008 ENG8010 ENG8026 Segundo ENG8027 UVA8002 ENG8012 ENG8014 ENG8015 ENG8028 Terceiro ICT8001 ICT8003 ENG8004 Quarto Quinto AMB8001 ENG8029 ENG8030 ENG8031 ICT8002 CIV8001 ENG8019 CIV8006 CIV8004 CIV8003 CIV8044 CIV8101 CIV8102 AMB8002 UVA8004 Disciplina Nome Algoritmos e Linguagem I Cálculo Vetorial e Geometria Analítica Química Geral Matemática Básica Comunicação Oral e Escrita Total Ciência dos Materiais Técnicas Laboratório de Física I Cálculo Diferencial e Integral I Física I Filosofia Total Física II Mecânica I Técnicas Laboratório de Física II Cálculo Diferencial e Integral II Álgebra Linear Estatística I Expressão Gráfica I Total Fundamentos da Biologia Fenômenos de Transporte Cálculo Diferencial e Integral III Física III Cálculo Numérico Mecânica dos Sólidos I Mecânica II Total Mecânica dos Sólidos II Hidráulica I Geologia Topografia Materiais de Construção Engenharia no Meio Ambiente Química Analítica Metodologia Científica Total Créditos 3 3 3 4 3 16 3 3 6 4 3 19 3 3 3 4 3 3 3 22 3 3 3 4 3 3 3 22 3 3 3 3 4 3 3 3 25 Carga Horária 60 60 60 90 60 330 60 60 120 90 60 390 60 60 60 90 60 60 60 450 60 60 60 90 60 60 60 450 60 60 60 60 90 60 60 60 510 64 Sexto Sétimo CIV8302 CIV8304 CIV8301 CIV8024 PRD8016 AMB8003 AMB8004 AMB8005 CIV8019 CIV8307 AMB8006 AMB8007 AMB8009 AMB8010 UVA8005 AMB8011 AMB8012 AMB8013 Oitavo AMB8014 AMB8015 AMB8016 AMB8017 Nono Décimo AMB8018 AMB8019 AMB8020 AMB8021 AMB8008 AMB8022 Isostática Ergonomia e Seg. do Trabalho Mecânica dos Solos Arquitetura e Urbanismo Instalações Hidrosanitárias Cartografia e Geoprocessamento Bioquímica Ambiental Climatologia Aplicada Total Hidrologia Sistemas de Água e Esgotos Geologia Ambiental Limnologia Básica Ecologia e Sustentabilidade Manejo Sustentável dos Recursos Naturais Empreendedorismo Total Avaliação dos Problemas Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Emissões Atmosféricas Tratamento e Disposição dos Resíduos Sólidos Tratamento de Efluentes Líquidos Saúde Ambiental Tópico Especiais I Disciplina Eletiva I Total Monografia I Estagio Supervisionado em Engenharia Ambiental Recursos Hídricos Avaliação de Risco Ambiental Recuperação de Áreas Degradadas Tópicos Especiais II Total Legislação e Direito Ambiental Energias Renováveis Monografia II Disciplina Eletiva II Total 3 3 3 3 3 3 3 3 24 3 3 3 3 3 3 3 21 60 60 60 60 60 60 60 60 480 60 60 60 60 60 60 120 480 3 60 3 60 3 60 3 3 3 3 21 3 60 60 60 60 420 60 3 60 3 3 3 0 15 3 3 3 3 12 60 120 60 400 560 60 60 120 60 500 65 Elenco de disciplinas Tópicos Especiais AMB8051 AMB8052 AMB8053 AMB8054 AMB LIC8102 TÓPICOS ESPECIAIS Tópicos Especiais em Sistemas de Drenagem Tópicos Especiais em Licenciamento Ambiental Tópicos Especiais em Bioarquitetura Tópicos Especiais em Planejamento Regional e Urbano Tópicos Especiais em Perícia Ambiental Tópicos Especiais em LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais Tópicos Especiais em Geotecnia Ambiental Tópicos Especiais em Saúde, Meio Ambiente e Segurança Componentes curriculares Carga horária das disciplinas Carga horária das disciplinas eletivas Carga horária de monografia Carga horária de estágio supervisionado Carga horária das atividades complementares Total 3 3 3 60 60 60 3 60 3 60 3 60 3 60 3 60 Horas 3870 240 240 400 200 4.950 Obs: O aluno deverá cursar dois tópicos especiais e duas disciplinas eletivas de outros cursos, podendo substituir as eletivas por tópicos especiais oferecidas no elenco do seu curso. 66 8.2. Ementário das disciplinas Em anexo IX. PERFIL PROFISSIONAL DE GRADUAÇÃO A graduação em engenharia ambiental habilita o profissional para atuar em atividades de consultoria, perícia e auditoria ambiental, bem como para exercer cargos públicos nos órgãos de controle e fiscalização ambiental e em instituições que exploram recursos naturais. As atividades cabíveis ao Engenheiro Ambiental referem-se à administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos ambientais. Além do desempenho de cargo e função técnica, o Engenheiro Ambiental pode exercer atividades de ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica. O futuro Engenheiro Ambiental deve possuir competências e habilidades para: - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; - contribuir para a manutenção dos recursos naturais e recuperação do equilíbrio ambiental, avaliando e monitorando impactos ambientais das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; - atuar em equipes multidisciplinares; - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; - colocar-se como agente da construção de seu conhecimento, assumindo funções diversas, tais como as de organizador, facilitador, mediador, incentivador, avaliador, planejador, gestor e controlador; - entender a Engenharia Ambiental como ciência em constante evolução; - absorver e desenvolver novos conhecimentos na área cientifica, tecnológica e ambiental; - contribuir em projetos de engenharia que viabilizem melhor qualidade de vida para a sociedade; - compreender, analisar e gerenciar as relações do homem com o meio ambiente; - desenvolver suas potencialidades, tais como raciocínio lógico, iniciativa, autonomia, intuição, imaginação, criatividade, percepção crítica; - gerenciar os processos de forma a oferecer a sociedade contribuições para o exercício de sua cidadania e bem estar; - pautar sua conduta profissional por critérios humanísticos e de rigor científico, bem como por referenciais éticos e legais, sempre com a visão de seu importante papel para o desenvolvimento sustentável. 69 X. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Uma questão básica que tem sido preocupação constante desta Universidade é a explicitação de um Projeto Político Pedagógico que parta de uma concepção teórica, crítica e reflexiva. Destaca-se como fundamental nessa reflexão, o sistema de avaliação que se dá no bojo deste projeto. A avaliação não é um processo meramente técnico, implica uma postura política e inclui valores e princípios, refletindo inclusive uma concepção de sociedade. Por isso mesmo, pensar os fundamentos que norteiam as teorias avaliativas significa desvendar as ideologias em que se apoiam. Portanto, há uma estreita relação dialógica entre avaliação e concepção teórica da educação e que se estende para todo o processo educativo e ao próprio conceito de aprendizagem. A finalidade da verdadeira aprendizagem consiste não em reproduzir um modelo, mas, sobretudo resolver situações, ou seja, criar, reinventar soluções. A avaliação nessa perspectiva não tem um fim em si mesmo, ao contrário, ela deve ser instrumento de diagnóstico para o próprio trabalho do professor na medida em que dá oportunidade de corrigir os possíveis desvios. Para que a avaliação cumpra a sua verdadeira função, é necessário um certo recurso técnico adequado. Implica que os instrumentos de avaliação sejam elaborados e aplicados levando-se em conta alguns princípios: objetivos claramente definidos; preocupação com a melhoria da aprendizagem do estudante e da metodologia de ensino aprendizagem; planejamento adequado aos instrumentos de avaliação; clareza na comunicação e análise dos dados coletados pela avaliação, com rigor científico. A finalidade da verdadeira aprendizagem consiste não em reproduzir um modelo, mas, sobretudo resolver situações, ou seja, criar, reinventar soluções. Nessa perspectiva, a avaliação busca ir além da simples aplicação de provas e testes e tenta verificar o investimento do aluno mediante a reprodução livre, com expressões próprias, relacionamentos, simulações, explicações práticas e outros (MIZUKAMI, 1986). De acordo com LUCKESI (2005) “a avaliação tem sido definida como um juízo de valor, sobre dados relevantes, para uma tomada de decisão.” 70 Para esse autor: “A atual prática de avaliação estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente, ou seja, o julgamento de valor que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico, num padrão definitivamente determinado” (LUCKESI). Considerando que este processo precisa de informações contínuas no que se refere ao seu desenvolvimento visando à correção de possíveis distorções e ao encaminhamento dos objetivos previstos, podemos dizer que a avaliação como parte integrante do Planejamento do Processo de Ensino – Aprendizagem apresenta três funções, as quais fazem parte do sistema de avaliação da UVA, são elas: 1-Função Diagnóstica Tem por finalidade realizar uma sondagem de conhecimentos e experiências já disponíveis no aluno, bem como a existência de pré-requisitos necessários à aquisição de um novo saber. Permite ainda identificar progressos e dificuldades de alunos e professores diante do objetivo proposto. 2-Função Formativa Propicia aos envolvidos (professor / aluno) no processo ensino-aprendizagem a correção de falhas, esclarecimentos de dúvidas e estímulo a continuação do trabalho para alcance do objetivo. Proporciona, também, ao docente, informações sobre o desenvolvimento do trabalho adequação de métodos e materiais, comunicação com o aluno e adequabilidade da linguagem (ESTRATÉGIAS ). 3-Função Somativa Considerando que a função somativa da avaliação visa proporcionar uma medida expressa em uma nota sobre o desempenho do aluno, entendemos que a mesma acontecerá ao final de cada unidade de ensino ou ao final de cada bimestre. A Avaliação Somativa contempla em seu interior também, tudo aquilo que foi visualizado na função diagnóstica e formativa. 71 Um instrumento de avaliação que envolve professor, estudante e currículo, é extremamente importante porque subtrai da avaliação o caráter antidemocrático presente em quase todos os espaços de aprendizagem. É nessa direção que a Universidade Veiga de Almeida vem caminhando na construção do processo de avaliação. As avaliações dos estudantes baseiam-se nas competências, habilidades e nos conteúdos curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares. Nos currículos dos cursos de graduação da Universidade Veiga de Almeida, existem 2 (dois) tipos de avaliação de disciplinas, a saber: 1) sistema presencial, consiste em duas provas parciais (P1 e P2) e uma prova final (P6), 2) sistema a distância (disciplinas on-line), as disciplinas Comunicação Oral e Escrita, Direito Ambiental, Empreendedorismo, Filosofia, Saúde Coletiva e Sociologia seguem este modelo. Existem outras disciplinas, Ciências Ambientais e Metodologia Científica, cuja avaliação do aluno é feita por um conjunto de trabalhos e provas ao longo do período letivo, tendo como resultado uma única nota (P3). No tocante aos procedimentos, são utilizados vários instrumentos de avaliação, tais como: provas escritas, atividades práticas, apresentação de seminário, trabalhos de pesquisa em grupo e individuais, pesquisas de campo, relatórios, entre outros. 10.1. Avaliação do rendimento escolar As diretrizes orientadoras e disciplinares da prática avaliativa do processo ensinoaprendizagem no âmbito dos Cursos de Graduação da UVA, encontram-se estabelecidas no Regimento da Universidade e na Portaria nº 2, de 30 de janeiro de 2002, do Conselho de Ensino Universitário – CONSUN e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE. Essas diretrizes têm por função precípua assegurar a unidade de ação pedagógica, bem como a coerência com os princípios, concepções e linhas de ação, consoantes com o Regimento e Estatuto da Universidade. A avaliação do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento. A avaliação do aproveitamento do aluno, em cada disciplina, é feita pelo professor, sendo expressa por meio de graus de qualificação, apresentados numericamente em escala de 0 (zero) a 10 (dez). No início do semestre letivo, o professor da disciplina informa a seus alunos os critérios de avaliação, bem como o número de provas/testes em sala de aula, relatórios de laboratórios, trabalhos e/ou projetos. 72 Artigo 37, Subseção V, da Avaliação do Rendimento Escolar do Regimento Geral da Universidade. Artigo 37 – A avaliação do aproveitamento do aluno em cada disciplina, a ser feita pelo professor, será expressa por meio de 2 (dois) graus de qualificação (GQ), apresentados numericamente em escala de 0 (zero) a 10 (dez) e computados somente até a primeira casa decimal. Indo de acordo com as seguintes orientações: § 1º - o 1º GQ resultante de prova escrita deverá cobrir toda a matéria lecionada até a respectiva data de aplicação; § 2º - o 2º GQ resultante de prova escrita, ou de projeto e sua defesa, deverá cobrir toda a matéria lecionada durante o período letivo; § 3º - são condições para aprovação na disciplina: a) alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das aulas previstas, no regime presencial; b) obter grau numérico igual ou superior a 7 (sete) na média aritmética entre o 1º GQ e o 2º GQ; esta média (M) será calculada por meio da seguinte fórmula: M = 1º GQ + 2º GQ; 2 § 4º - o estudante que não satisfizer as condições estabelecidas no item (b) do parágrafo 3º acima, poderá prestar exame final na época prevista pelo Calendário Escolar Oficial da UVA, desde que a sua média não seja inferior a 3 (três) e tenha alcançado o previsto no item (a) do parágrafo 3º acima; § 5º - o estudante que obtiver a média (M) do 1ºGQ e 2ºGQ inferior a 3 (três) estará automaticamente reprovado; § 6º - o estudante que prestar exame final, em conformidade com o parágrafo 4º, será considerado aprovado se obtiver grau numérico igual ou superior a 5 (cinco) na média entre o grau do exame final (F) e a média (M) acima descrita; esta média (MF) será calculada por meio da seguinte fórmula: MF = F + M 2 73 § 7º - o exame final, previsto neste Regimento, terá as mesmas características de verificação do conhecimento global do aluno na disciplina, devendo ser realizado nas épocas previstas pelo Calendário Escolar Oficial da UVA; § 8º - Não será concedida segunda chamada dentro do sistema de aprovação, exceto nos casos explicitamente previstos por Lei ou previamente estabelecidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. A avaliação do rendimento escolar do Curso tem somente P3 (GQ3) conforme previsto em Regimento desta Universidade: Artigo 37, Subseção V, da Avaliação do Rendimento Escolar do Regimento Geral da Universidade. Por meio de uma única nota – é um conjunto de trabalhos e/ou provas a serem realizados no período previsto em calendário, cobrindo toda a matéria lecionada do semestre letivo. Critérios de aprovação: a) alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das aulas previstas, no regime presencial. Não existe abono de faltas. De acordo com a legislação em vigor, o aluno não poderá faltar a mais de 25% das aulas ministradas. Nesse percentual estão incluídos eventuais doenças, pequenas cirurgias, lutos e imprevistos pessoais e profissionais. b) o aluno que cursar disciplinas que só tenham a opção de GQ3 será considerado aprovado se obtiver grau numérico igual ou superior a 7 (sete) c) não será concedida segunda chamada da avaliação GQ3. 74 XI. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DESENVOLVIDAS ANTERIORMENTE O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores far-se-á de acordo com os dispositivos legais Art. 41 da LDB 9394/96 e de acordo com o Art. 9º parágrafos 1º e 2º da Resolução CNE/CP nº 3 de 18/12/2002. Os conhecimentos e experiências anteriores do candidato serão aproveitados, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão adquiridos: • em cursos regulares mediante análise detalhado dos programas desenvolvidos e de acordo com o perfil profissional de conclusão do curso; • no trabalho mediante avaliação individual do candidato; São dois (2) os processos para o aproveitamento de conhecimento e/ou experiências anteriores: análise documental e avaliação formal do candidato. 1) No caso do candidato possuir documentação referente a conhecimentos e competências adquiridos em cursos de instituições credenciadas dos sistemas formais de ensino, devem ser adotados os seguintes procedimentos: • O candidato deve apresentar, anexo ao requerimento, o histórico escolar e/ou certificado de conclusão contendo avaliação expressa em nota/menção/percentual das disciplinas/módulos cursados a serem aproveitados, bem como documentos expedidos pela instituição de origem, onde constem os respectivos conteúdos programáticos. Obs.: O candidato deverá requerer o aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores, antes do início do desenvolvimento dos módulos / unidades curriculares e em tempo hábil para ser deferida pela direção da Unidade, após a devida análise por parte do Coordenador do Curso. 2) No caso do candidato possuir competências adquiridas através da experiência profissional devem ser adotados os seguintes procedimentos: • O candidato deve apresentar, anexo ao requerimento, documento comprobatório de no mínimo um ano de experiência profissional na área tecnológica do curso pretendido ou em área afim (carteira profissional, declarações, trabalhos produzidos, etc.) • A coordenação do Curso constituirá uma Banca Examinadora, que deverá: • Realizar o processo de avaliação de competências constando de prova escrita, prova prática e entrevista técnica (esta última a critério da banca examinadora). 75 • Emitir parecer conclusivo sobre o aproveitamento de competências requerido, justificando a decisão tomada. • Serão considerados aprovados, e por conseguintes dispensados da unidade curricular/módulo, os candidatos que comprovarem o domínio da competência/objetivo pedagógico correspondente, obtendo no mínimo 70% de aproveitamento na prova escrita e aprovação em todos os pontos críticos estabelecidos na prova prática. • Os resultados desses processos devem ser registrados na ficha individual do aluno. • Os processos de aproveitamento de conhecimentos e de experiências anteriores não são excludentes, sendo, portanto, permitido aos candidatos se submeterem a ambos se assim o desejarem. • Todos os casos de aproveitamento deverão ser considerados no ato da matrícula. 76 XII. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Em atendimento ao dispositivo da Lei nº 10.861 de 14/04/2004 e tendo em vista a necessidade de se levantar indicadores, a fim de promover os ajustes e aperfeiçoamentos adequados a UVA criou um grupo de trabalho coordenado pelo Professor Roberto Boclin, doutor em Avaliação Institucional pela UFRJ. A proposta metodológica da Auto-avaliação da Universidade Veiga de AlmeidaUVA – foi construída a partir de reflexões e experiências da comunidade acadêmica e, em 09 de junho de 2004, por meio da Portaria nº13 da Reitoria foi nomeada a CPA. O grupo de trabalho fundamenta-se nas dez dimensões estabelecidas no art. 3º da Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, nos núcleos básicos e comum, no núcleo de temas optativos , na documentação, nos dados e indicadores. Dessa forma, a Universidade Veiga de Almeida construiu o modelo de avaliação institucional. Ao promover as diretrizes definidas pelo SINAES utiliza procedimentos e instrumentos diversificados e assegurando: I – a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais de seus órgãos; II – a divulgação de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos, para cujo fim os representantes da CPA realizam reuniões periódicas com os órgãos administrativos e Acadêmicos para traçar as estratégias de ação; III – o respeito à identidade e à diversidade de seus órgãos; e IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo da Universidade, bem como da sociedade civil organizada, por meio de suas representações. A Comissão Própria de Avaliação constituída pela Portaria da Reitoria Nº3, de 29/9/2011 é formada pelos seguintes nomes: Presidente: Roberto Guimarães Boclin, Técnico-administrativos: Marcos Moreira Braga, Eliane Gomes dos Santos, Kátia Cristina Montenegro Passos e Luiz Antônio Fernandes de Andrade Docentes: Lucia Martins Barbosa, Lysio Séllos Costa Filho, Ronaldo Alípio da Costa Piloto e Vera Lúcia Vaz Agarez. Sociedade civil organizada: Felício Magaldi e Newton Moura Junior 77 Discentes: Bianca Manes Brito, Elca Nunes Rodrigues, Elizabeth Rodrigues Lyra Pereira e Thaise Silva Saraiva dos Santos. Desde a instalação da Comissão Própria de Avaliação – CPA que a Universidade vem trabalhando no sentido de consolidar um modelo de auto-avaliação coerente com os seus propósitos estabelecidos na definição de Missão aprovada pelo Conselho Universitário e que de alguma forma permeia as decisões políticas da sua gestão. O Programa de Avaliação Institucional oferece à Universidade instrumentos de acompanhamento, análise e avaliação de suas funções e atividades de apoio técnico e administrativo, com o objetivo de subsidiar o processo de desenvolvimento institucional e o estabelecimento de políticas, diretrizes e estratégias para o cumprimento da missão de cada uma. Visa, ainda, proporcionar meios para o atendimento a legislação vigente, a fim de integrar-se ao sistema de avaliação do MEC e constitui um suporte valioso para as atividades de planejamento estratégico, de gestão acadêmico-administrativa e para os programas de melhoria contínua das funções de ensino, pesquisa e extensão. A proposta da UVA tem como objetivos globais aumentar a congruência entre a Missão, o Plano de Desenvolvimento Institucional, PPC e as atividades regulares do cotidiano acadêmico, buscando experimentar uma nova comunicação interna e integrar os instrumentos de auto-avaliação por meio de um sistema de informações eficaz. Em 2005 foi realizada a 1ª avaliação institucional utilizando, para tal, a aplicação de questionários, para os diferentes segmentos das comunidades interna e externa. A análise dos dados (documentais e apurados através dos questionários) buscou apurar os resultados em cada indicador, controlando-os por curso e campus; além de outras verificações mais apuradas e pertinentes, para aprofundar os respectivos diagnósticos. No segundo semestre de 2007 foi realizada uma avaliação exclusivamente on-line a qual os estudantes manifestaram a sua opinião quanto ao desempenho dos professores; a infraestrutura dos laboratórios e biblioteca, aos serviços de atendimento ao estudante, entre outros. Nos anos de 2008 a 2011 foram realizadas avaliações de coordenadores e professores cujos resultados também serviram de base para o redimensionamento de algumas ações. Paralelamente ao processo de auto-avaliação institucional, a Coordenação do curso desenvolve a avaliação do PPC e do corpo docente com periodicidade semestral, através de questionário específico que tem como objetivo levantar mais rapidamente alguns indicadores 78 que servirão de base para corrigir os eventuais problemas apresentados pelo curso. Esses indicadores possibilitam estabelecer metas e ações no intuito do aprimoramento constante do curso. Ressalte-se ainda, que a Coordenação do curso mantém, periodicamente, reuniões com os representantes de turma, nas quais são levadas à pauta questões ligadas à avaliação do curso. A partir do resultado das avaliações, objetivando o aprimoramento e a melhoria do curso algumas ações foram implementadas e/ou intensificadas, tais como: • reavaliação das metas estabelecidas para o curso. • planejamento a partir de uma análise minuciosa dos ambientes internos e externos; • revisão das políticas e práticas acadêmicas e administrativas especificamente para curso. • estudo sobre a eficácia do ensino, pesquisa e extensão oferecidos pela universidade e em particular pelos cursos de Engenharial; • análise e adequação da matriz curricular com base nas diretrizes curriculares nacionais para o cursos de Engenharia; • realização de reuniões periódicas com professores, representes de turma e estudantes para que se efetive, mediante uma ação conjunta, a configuração de um trabalho coletivo; • reafirmação na busca da excelência dos cursos de Engenharia da UVA intensificando as funções da universidade ligadas ao ensino, pesquisa e extensão. • viabilização de palestras, mini-cursos, seminários,etc.... A eficácia da auto-avaliação institucional traduz-se, certamente, na melhoria da qualidade dos cursos porque oferece à universidade instrumentos de acompanhamento, análise e avaliação para subsidiar o processo de desenvolvimento institucional, o estabelecimento de políticas, diretrizes e estratégias, ao apontar indicadores que permitem corrigir ou consolidar o projeto. 79 XIII. EQUIPE DOCENTE, COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE 13.1. Equipe Docente quanto à titulação, regime de trabalho e experiência profissional O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental é formado por professores com titulação adequada às disciplinas que ministram, com experiência no magistério superior e com vasta experiência na área. Nome do Docente Ana Carolina Carius de Oliveira Andre Luiz da Rocha Ferreira Andre Pereira Lima Andre Pinhel Soares Andreia de Faria Nogueira Anna Paula Bourdon Antonio Soares da Silva Carlos Eduardo Moura Pedreira Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva Cezar Luiz França Pires Cimélio Senna Vasconcelos da Silva Eduardo de Oliveira Moura Lima Icaro Moreno Junior José Aguiar Coelho Neto José Eduardo Vinhaes Gerk Luís Fabio Cruz Luiz Antonio Pereira Lysio Séllos Costa Filho Marcelo Montenegro Cabral Marcelo Andre Abrantes Torraca Maria Beatriz Balena Duarte Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi Nara Pinto Iwata Nelson Luiz de Andrade Lima Otto Guilherme Gerstemberger Junior Patricia Vieira Waldheim Paulo Roberto Dias dos Santos Paulo Roberto Jose de Brito Rogerio Geraldo Rocco Sergio Baltar Fandino Silvana Rocha Brandão Machado Vincenso de Roberto Junior Titulação Dr. Esp. Dr. Me. Dr. Me. Dr. Esp. Me. Dr. Me. Dr. Esp. Me. Dr. Dr. Me. Dr. Dr. Dr. Me. Dr. Me. Me. Me. Me. Esp. Dr. Me. Me. Dr. Me. Dr. Regime de Trabalho Integral Horista Parcial Integral Parcial Integral Parcial Horista Integral Integral Integral Horista Integral Integral Parcial Parcial Horista Integral Integral Horista Horista Integral Integral Integral Horista Integral Horista Parcial Horista Horista Integral Parcial Integral 80 MATRIZ CURRICULAR X CORPO DOCENTE DISCIPLINAS 1º PERÍODO Algoritmos e Linguagem I Cálculo Vetorial e Geometria Analítica Química Geral Matemática Básica Comunicação Oral e Escrita DOCENTES Vincenso de Roberto Junior José Eduardo Vinhaes Gerk Paulo Roberto Dias Dos Santos José Eduardo Vinhaes Gerk Cimélio Senna Vasconcelos Da Silva DISCIPLINAS 2º PERÍODO Ciência dos Materiais Técnicas Lab. Física I Cálculo Diferencial e Integral I Física I Filosofia Paulo Roberto Dias Dos Santos José Aguiar Coelho Neto Ana Carolina Carius de Oliveira Andreia de Faria Nogueira Maria Beatriz Balena Duarte DISCIPLINAS 3º PERÍODO Física II Mecânica I Técnicas Lab. Física II Cálculo Diferencial e Integral II Álgebra Linear Estatística I Expressão Gráfica I Andreia de Faria Nogueira José Eduardo Vinhaes Gerk José Aguiar Coelho Neto Ana Carolina Carius de Oliveira Marcelo Andre Abrantes Torraca Marcelo Andre Abrantes Torraca Silvana Rocha Brandão Machado DISCIPLINAS 4º PERÍODO Fundamentos da Biologia Fenômenos de Transporte Cálculo Diferencial e Integral III Física III Cálculo Numérico Mecânica dos Sólidos I Mecânica II Luiz Antonio Pereira José Aguiar Coelho Neto Marcelo Andre Abrantes Torraca Andreia de Faria Nogueira Vincenso de Roberto Junior Andre Pereira Lima Eduardo de Oliveira Moura Lima DISCIPLINAS 5º PERÍODO Mecânica dos Sólidos II Hidráulica I Geologia Topografia Materiais de Construção Engenharia no Meio Ambiente Química Analítica Metodologia Científica Eduardo de Oliveira Moura Lima Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro Nelson Luiz de Andrade Lima Andre Luiz da Rocha Ferreira Lysio Séllos Costa Filho Andre Pinhel Soares Paulo Roberto Dias dos Santos Maria Beatriz Balena Duarte 81 DISCIPLINAS 6º PERÍODO Isostática Ergonomia e Seg. do Trabalho Mecânica dos Solos II Arquitetura e Urbanismo Instalações Hidrosanitárias Cartografia e Geoprocessamento Bioquímica Ambiental Climatologia Aplicada DISCIPLINAS 7º PERÍODO Hidrologia Sistemas de Água e Esgotos Geologia Ambiental Limnologia Básica Ecologia e Sustentabilidade Manejo Sustentável dos Rec. Naturais Empreendedorismo DISCIPLINAS 8º PERÍODO Aval. Probl. Ambientais e Des. Sustentável Emissões Atmosféricas Tratamento e Disposição dos Resíduos Sólidos Tratamento de Efluentes Líquidos Saúde Ambiental Tópico Especiais I* Eletiva I DISCIPLINAS 9º PERÍODO Recursos Hídricos Avaliação de Risco Ambiental Recuperação de Áreas Degradadas Monografia I Tópicos Especiais II* Estagio Supervisionado em Engenharia Ambiental DISCIPLINAS 10º PERÍODO Legislação e Direito Ambiental Energias Renováveis Monografia II Eletiva II Anna Paula Bourdon Sergio Baltar Fandino Eduardo de Oliveira Moura Lima Nara Pinto Iwata Luís Fabio Cruz Andre Luiz Da Rocha Ferreira Paulo Roberto Jose de Brito Patricia Vieira Waldheim Andre Pinhel Soares Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi Antonio Soares da Silva Paulo Roberto Jose de Brito Luiz Antonio Pereira Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva Otto Guilherme Gestemberger Junior Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro Patricia Vieira Waldheim Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi Marcelo Montenegro Cabral Carlos Eduardo Moura Pedreira Cezar Luiz França Pires Anna Paula Bourdon Cezar Luiz França Pires Marcelo Montenegro Cabral Antonio Soares da Silva Anna Paula Bourdon Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi Rogerio Geraldo Rocco Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro Anna Paula Bourdon Anna Paula Bourdon 82 A Coordenação de Curso é o órgão responsável pela execução das atividades didático-pedagógicas dos cursos e seus projetos, pelo controle das atividades de ensino e pela fixação da programação semestral do processo de ensino-aprendizagem, que consiste no planejamento de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, possibilitando ao aluno uma formação integrada e plena, de acordo com as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional da Universidade. Sua gestão é realizada com o apoio dos colegiados, sendo as decisões tomadas por meio de reuniões com os professores que ministram disciplinas no curso e representantes do corpo discente. A representação do corpo discente é realizada por representantes dos diferentes períodos do curso, que são escolhidos de forma espontânea nas próprias turmas do curso. 13.2. Coordenação do curso NOME TITULAÇÃO REGIME DE TRABALHO Anna Paula Bourdon Mestre Integral 13.3. Núcleo Docente Estruturante - NDE O NDE tem como proposta de trabalho não só a melhoria do processo de concepção e implementação do projeto pedagógico do curso de graduação, mas também no desenvolvimento permanente dele, com vista a sua consolidação. Um bom curso de graduação tem alguns membros do seu corpo docente que ajudam a construir a identidade do mesmo. Não se trata de personificar um curso, mas de reconhecer que educação se faz com pessoas e que há, em todo grupo social, um processo de liderança que está além dos cargos instituídos. Se a identidade de um curso depende dessas pessoas que são referências, tanto para os alunos como para a comunidade acadêmica em geral, é justo que se entenda e se incentive o reconhecimento delas, institucionalmente, para qualificar a concepção, a consolidação e, inclusive, a constante atualização de um projeto pedagógico de curso. Com isso se pode evitar que os PPCs sejam uma peça meramente documental. 83 Entende-se, então, que todo curso que tem qualidade possui, ainda que informalmente, um grupo de professores que, poder-se-ia dizer, é a alma do curso. Em outras palavras, trata-se de um núcleo docente estruturante. O NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como elemento diferenciador da qualidade do curso, no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente e Projeto Pedagógico do Curso. Atribuições do NDE O NDE tem como atribuições contribuir para a consolidação do perfil profissional pretendido do egresso do Curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso, além de zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação. Constituição do NDE DOCENTE Anna Paula Bourdon Antonio Soares da Silva Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro Cecilia Bueno Moacyr de Lima Silva Cezar Luiz França Pires Luiz Antonio Pereira TITULAÇÃO Me Dr. Dr. Dr Me. Dr. REGIME TRABALHO Integral Parcial Integral Parcial Integral Integral 84 XIV. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E BIBLIOTECA 14.1 Instalações Gerais O Campus Tijuca encontra-se localizado em um dos mais tradicionais bairros da Cidade do Rio de Janeiro. A ocupação urbana na Tijuca é caracterizada por áreas residenciais e importantes centros comerciais, além do destaque representado pelo Complexo Esportivo do Maracanã. Congrega também diversos estabelecimentos de ensino fundamental e médio públicos e particulares. É uma região bem servida por serviços bancários e de transportes coletivos, com fácil acesso, a partir dos mais diversos pontos da cidade. O Campus possui uma área de 18.226,71 m2, onde se localizam cinco blocos e edificações menores, que perfazem um total de 22.811,85 m2 de área construída. As instalações são de fácil acesso e circulação, com todas as facilidades para pessoas portadoras de necessidades especiais. Especificamente para as necessidades acadêmicas, o complexo dispõe de 132 salas de aula, 56 laboratórios, auditório e ginásio com duas quadras esportivas polivalentes, além dos espaços da biblioteca e 53 salas administrativas. A ocupação do espaço valoriza as relações com a natureza, proporcionando um ambiente esteticamente agradável e acolhedor. O Campus abriga também uma capela com um espaço para a realização de eventos científico, educacionais e religiosos, um amplo auditório com 234 assentos e espaço para 150 espectadores em pé, equipamento de som, telão, data show e DVD, mini-auditório no Bloco A com capacidade para 47 pessoas, equipado com computador, equipamento multimídia e projetor multimídia, ambiente específico para atendimento aos alunos em assuntos acadêmicos e financeiros. A Praça de Alimentação proporciona o espaço propício à socialização de alunos e professores, além de oferecer diversos serviços como livrarias, oficinas de reprografia, informática, banco e comércio de conveniência. Nesta área, o número diário de usuários internos e externos supera a marca de 3.000 pessoas. Fora do complexo principal, o Campus Tijuca dispõe de um prédio de oito pavimentos, localizado na Praça da Bandeira, denominado Centro de Saúde Veiga de Almeida. A região é igualmente bem atendida pelos serviços públicos de transporte, comércio, bancos, entre outros. Este prédio é totalmente climatizado, possui estacionamento 85 próprio e oferece todas as facilidades para acesso, estacionamento e circulação de pessoas com necessidades especiais. Dispõe de quatro ginásios para atendimentos em pediatria, traumato-ortopedia, neurologia e grandes lesões, além de espaços e laboratórios específicos para atendimento fisioterapêutico e odontológico. Uma terceira unidade do Campus Tijuca, localizada próximo ao Centro de Saúde Veiga de Almeida, é constituída por uma edificação de três pavimentos, totalmente adaptado para atividades de ensino, com capacidade para 340 alunos. Todas as instalações construídas ou modificadas para as atividades acadêmicas dos campi/unidade foram ambientalmente planejadas de forma coerente com os princípios que fundamentam a filosofia de atuação da Universidade Veiga de Almeida, de forma que proporcione espaços propícios ao desenvolvimento do potencial humano na realização dos projetos pedagógicos, científicos e extensionistas da instituição. Todas as instalações de apoio administrativo de cada campus/unidade são estrategicamente localizadas próximas à administração central, para facilitar as rotinas administrativas bem como o fluxo de pessoas e documentos. A instituição conta com equipes de manutenção das instalações físicas, coordenadas por engenheiros, arquitetos, mestres e especialistas, que atuam de forma contínua na prevenção e reparo de danos físicos e estruturais, assim como nas modificações e melhorias planejadas para realização nos períodos de recesso escolar. As instalações para uso dos docentes são bem dimensionadas e oferecem todos os serviços de apoio necessários ao desenvolvimento das atividades didáticas e científicas. As coordenações de curso encontram-se instaladas em áreas amplas e ergonomicamente planejadas, com facilidade para acesso e atendimento de alunos, individualmente ou em grupo. Os serviços de higiene e limpeza são criteriosamente executados, e avaliados periodicamente pela comunidade, garantindo os níveis desejáveis de qualidade. Estes serviços são terceirizados no Campus Tijuca e na Unidade Barra da Tijuca, e executados pela administração direta no Campus de Cabo Frio. Conforme mencionado, todos os campi/unidade possuem infra-estrutura necessária para acesso, estacionamento, circulação e utilização por portadores de necessidades especiais. Em sintonia com esta preocupação, encontra-se prevista para 2006 a instalação, no Campus Tijuca, de elevador específico para atendimento de necessidades especiais de deslocamento vertical (o acesso é atualmente garantido por meio de rampas). 86 Os serviços de vigilância, segurança patrimonial e pessoal são executados por empresas terceirizadas, devidamente habilitadas e autorizadas pela Polícia Federal. No tocante à legislação trabalhista, a Universidade conta também com Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA’s) e brigadas de incêndio. A tecnologia na área de informática, adotada nos campi/unidade, garante acesso irrestrito à Internet para todos os computadores de uso didático, acadêmico e administrativo, exceção feita aos terminais de consultas de registros acadêmicos pelos alunos e alguns serviços administrativos específicos que não demandam esta tecnologia. Os campi/unidade possuem locais específicos para uso da Internet pelos alunos, com os software necessários e devidamente licenciados para todas as atividades relacionadas ao ensino e à pesquisa. No âmbito administrativo, acadêmico e operacional, a instituição conta com um novo sistema de gestão integrada (ERP), que garante os níveis elevados de eficiência, integração confiabilidade requeridos pela gestão universitária profissional. A infra-estrutura de hardware é atualizada periodicamente, assim como as renovações de licenças e/ou upgrades dos software, com a existência de um plano para expansão de equipamentos periféricos em projeto junto ao BNDES. Distribuição do espaço físico Infra – Estrutura 01. Gabinete(s) de trabalho para coordenadores de ensino de Posgraduação. 02. Gabinete(s) de trabalho para coordenadores e/ou chefe de departamento do ensino de graduação. 03. Gabinete (s) de trabalho para professores em regime de tempo integral. 04. Salas de professores – ensino graduação. 05. Salas de professores –ensino Pos graduação 06. Sala de reunião para professores. 07. Auditório (s) e Anfiteatro (s). 08.Mini-auditório – Multimídia I 09. Secretaria (s) e protocolo. 10. Tesouraria (s). 11. Direção. 12. Sala de reunião dos gestores. 13. Almoxarifado. 14. Protocolo. 15. Biblioteca. 16. Laboratórios. Quant. 2 Área 74,2m² 30 457,32m² 60 464,03m² 1 2 2 1 244m² 79,7m² 146,05m² 243,04m² 1 1 1 4 1 187,12m² 61m² 122m² 86,35m² 62,63m² 1 66 1346m² 2139,66m² 87 Salas de aula BLOCO A BLOCO A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A PAVIMENTO SALAS CAPACIDADE ÁREA (m²) OBSERVAÇÕES 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 1º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 107 107 A 108 108 A 111 113 123 126 201 207 210 211 212 213 214 214 A 215 216 217 217 A 218 219 220 221 222 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 310 A 310 B 311 25 42 48 42 95 49 48 60 90 43 79 54 80 56 28 24 52 51 52 50 50 54 50 50 46 85 42 40 40 40 52 52 56 54 80 43 45 45 46 30,90 47,19 49,70 47,14 99,54 49,14 46,17 77,14 93,00 57,99 103,25 54,60 92,00 70,30 61,40 28,08 55,00 53,00 53,00 33,40 56,55 59,00 46,50 43,35 48,55 88,20 52,91 39,96 39,96 38,11 64,00 65,60 64,00 64,00 88,00 101,60 45,13 53,10 110,00 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Multimídia 3 Multimídia 4 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Multimídia Multimídia Multimídia Multimídia 2 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 88 A A A A A A A A A A A 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento TOTAL BLOCO A BLOCO C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C PAVIMENTO 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 311 A 312 314 314 A 315 316 317 318 319 320 45 90 55 60 33 32 53 60 48 60 50,44 112,00 70,72 70,52 68,52 48,00 62,40 72,00 61,64 55,60 Qt. de salas Capacidade Área (m²) 51 2546 3042,3 0 BLOCO C CAPASALAS CIDADE 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 220 221 222 224 226 228 230 301 302 303 35 56 35 35 35 35 35 56 35 35 35 35 65 35 35 55 35 35 70 50 100 60 60 63 30 70 50 32 ÁREA (m²) 34,30 53,45 37,70 36,50 109,52 36,50 35,80 36,50 36,50 36,50 37,60 39,05 70,80 35,45 35,50 55,00 35,50 34,90 70,20 49,30 104,37 67,04 66,10 64,68 33,30 71,21 53,445 35,90 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula OBSERVAÇÕES Sala de Aula Sala de Aula Multimídia Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Multimídia Sala de Aula Multimídia Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Vídeo Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 89 BLOCO C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C PAVIMENTO 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento 4º Pavimento BLOCO C CAPASALAS CIDADE ÁREA OBSERVAÇÕES (m²) 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317/319 318 320 322 324 326 328 330 332 401 402 403 404 405 406 407 408 409 410 411 412 413/415 414 416 418 420 422 424 426 427 428 429 36,50 72,50 54,75 54,78 36,60 53,50 53,50 35,50 34,45 35,50 54,00 54,28 52,40 88,00 51,80 55,87 71,60 44,50 44,80 44,80 44,80 41,10 36,90 53,45 35,80 36,50 35,80 54,75 35,80 36,60 35,80 53,50 35,80 35,80 73,50 35,80 34,70 34,70 35,00 35,00 71,50 41,70 41,10 72,27 69,20 32 70 42 42 32 42 50 32 32 32 42 42 42 66 42 32 60 45 45 45 60 45 35 35 35 35 35 35 35 35 35 80 35 35 50 35 35 35 35 35 50 35 50 63 73 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala Multimídia Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Vídeo Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 90 C C 4º Pavimento 4º Pavimento TOTAL BLOCO C BLOCO D D D PAVIMENTO 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento TOTAL BLOCO D BLOCO CA CA CA CA CA CA CA CA CA CA 430 431 45 90 44,50 91,00 Qt. de salas Capacidade Área (m²) 76 3375 3694,6 2 Sala de Aula Sala de Aula BLOCO D CAPACI SALAS DADE ÁREA OBSERVAÇÕES (m²) 400 401/402 403 27 50 35 42,02 55,52 32,71 Qt. de salas Capacidade Área (m²) 3 112 130,25 Sala de Aula Sala Multimídia Sala de Aula CASA AMARELA – PÓS GRADUAÇÃO CAPAÁREA PAVIMENTO SALAS OBSERVAÇÕES CIDADE (m²) 1º Pavimento 1º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento TOTAL CASA AMARELA 1 2 3 4 5 7 8 9 10 11 25 22 21 20 30 21 20 26 33 27 21,80 23,12 13,00 13,85 13,06 13,00 24,82 33,68 33,68 26,36 Qt. de salas Capacidade Área (m²) 10 245 216,37 Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. Apoio Pós Grad. 91 BLOCO PAVIMENTO PG PG PG PG 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento PG PG PG PG PG 2º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento 3º Pavimento PG 3º Pavimento TOTAL PÓS GRADUAÇÃO BLOCO PÓS GRADUAÇÃO CAPAÁREA SALAS OBSERVAÇÕES CIDADE (m²) 201 202 203 204 Auditóri o 301 302 303 304 Sala de Estudos 24 24 30 37 29,01 35,66 35,65 67,13 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 60 21 18 26 40 53,23 25,54 32,12 37,19 45,56 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 40 18,65 Sala de Aula Qt. de salas Capacidade Área (m²) 10 320 379,74 PÓS GRADUAÇÃO – ODONTO / MATOSO CAPACID ÁREA PAVIMENTO SALAS OBSERVAÇÕES ADE (m²) 1º Pavimento 1º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 2º Pavimento 3º Pavimento TOTAL PÓS GRADUAÇÃO 101 102 203 204 301 302 63 58 60 60 15 36 60,1 60,45 63,75 60,42 17,5 40,5 Qt. de salas Capacidade Área (m²) 6 292 302,72 Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula Sala de Aula 92 BLOCO A BLOCO A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A LABORATÓRIO Laboratório Técnicas de rádio Laboratório Técnicas de Estúdio Laboratório Estúdio Laboratório Informática I Laboratório Informática II Laboratório Informática III Laboratório Informática IV Laboratório Informática V Laboratório Informática VI Laboratório Informática VII Espaço Cultural Laboratório Química Laboratório Fotografia Laboratório Física I Laboratório de Biofísica Laboratório Física II Laboratório Física III Laboratório de Biologia Laboratório Fonoaudiologia Laboratório de Ecologia Laboratório Anatomia Laboratório Dissecação TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO A SALA 129 A 129 B 129 C 129 D 129 F 129 128 200 202 203 204 206 205 208 209 FON 202 CAPACIDADE METRAGE M (m²) 15 13,78 15 16,59 15 20 15 25 18 20 25 30 150 60 20 25 25 15 20 15 25 25 35 35 36,6 47,85 30,25 47,85 37,72 43,32 46,36 47,76 80,3 57,00 57,00 52 68,9 68,9 55,7 55,7 33,6 42,4 41,36 12,00 Qt. de Capacidade Labs. 25 793 Área (m²) 1197,77 93 BLOCO C BLOCO C C C C C C C C LABORATÓRIO SALA Laboratório de Moda Laboratório de Moda Laboratório de Moda Laboratório de Moda Laboratório de Moda Laboratório de Moda Laboratório de Nutrição (Técnica Dietética) Laboratório de Química e Bromatologia TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO C 115 117 419 421 425 CAPACID ADE METRAGE M (m²) 50 25 15 40 35 36 51,3 86,24 13,78 15 16,59 15 36,6 Qt. de Capacidade Labs. 25 793 Área (m²) 1197,77 BLOCO D BLOCO D D D D D D D D D LABORATÓRIO SALA CAPACID ADE METRAGE M (m²) 200 201 202 203 302 24 18 27 27 30 54,96 36,31 67,72 102,21 61,6 303 40 54,4 304 305 306 10 35 35 54,4 27,1 70,05 Laboratório Fisioterapia 1 Laboratório Fisioterapia 2 Oficina de Estamparia Laboratório Modelagem Laboratório Microbiologia Laboratório Histologia/Patologia/Biologia Laboratório de Odontologia Laboratório de Odontologia Laboratório de Odontologia TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO D Qt. de Capacidade Labs. 9 246 Área (m²) 528,75 BLOCO E BLOCO CAPACID ADE METRAGE M (m²) Térreo 2º pavime nto Térreo 40 200 45 42 40 100 Térreo 40 70 LABORATÓRIO SALA E Laboratório Enfermagem E Laboratório Enfermagem E Laboratório de Águas Laboratório de Solos e Materiais de Construção E TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO E Qt. de Capacidade Labs. 3 125 Área (m²) 312 94 VILA UNIVERSITÁRIA BLOCO LABORATÓRIO SALA CAPACIDADE METRAGE M (m²) C1 C1 C2 C2 C4 C4 C4 C4 Incubadora Incubadora Casa do Direito Casa do Direito Psicologia Aplicada Psicologia Aplicada Psicologia Aplicada Psicologia Aplicada Laboratório Engenharia Elétrica – Conversão e Máquinas Laboratório Engenharia Elétrica – Mat. Elétricos Laboratório Engenharia Elétrica – Eletrônica Analógica Laboratório Engenharia Elétrica – Circuitos Elétricos Laboratório Engenharia Elétrica – Simulação Digital e imagens Laboratório Engenharia Elétrica – Medidas Elétricas Laboratório Turismo Casa da Comunicação Casa da Comunicação Casa da Comunicação Casa da Comunicação Casa da Comunicação Clínica de Fonoaudiologia Clínica de Fonoaudiologia Clínica de Fonoaudiologia Laboratório de Moda (Criatividade) Laboratório de Estamparia 101 102 101 102 101 102 201 202 2 2 45 45 10 10 10 10 57,09 52,21 158,26 61,49 56,4 56,4 56,4 56,4 101 25 56,4 102 25 56,4 201 25 56,4 202 1 56,4 301 25 56,4 302 25 56,4 101 101 201 202 301 302 101 102 301 16 30 5 20 20 20 10 10 10 41,84 56,4 56,4 56,4 56,4 56,4 41,84 41,84 41,84 201 24 61,79 301 24 61,79 C6 C6 C6 C6 C6 C6 C7 C8 C8 C8 C8 C8 C9 C9 C9 C 10 C 10 TOTAL LABORATÓRIOS VILA UNIVERSITÁRIA Qt. de Capacidade Labs. 25 445 Área (m²) 1465,99 95 14.2. Biblioteca Sistema de Bibliotecas da UVA A UVA possui um Sistema de Bibliotecas – SISBIBLI-UVA com uma administração técnica centralizada, composto de quatro bibliotecas setoriais: uma no Campus Tijuca, uma na Unidade Barra da Tijuca e duas no Campus Cabo Frio (Unidade I e II). Essas bibliotecas contam com cabines para grupo e salão com mesas para estudo. Têm um acervo de livros, folhetos, CDs-Rom, vídeos e publicações periódicas que podem ser localizados por intermédio da integração em rede, contando para isso, com o software PERGAMUM, sistema informatizado de gerenciamento de dados já utilizado por várias bibliotecas brasileiras que permite, inclusive, o acesso ao catálogo geral via Internet, somado à consulta local nos terminais e nos catálogos de Autor, Título-Série e Assunto. Serviços e Acesso Ao entrar na Biblioteca o usuário deverá identificar-se como parte integrante da UVA e, tendo dificuldade no ato da pesquisa, deverá procurar a bibliotecária que o iniciará nas técnicas de pesquisa bibliográfica. Para fazer uso dos serviços da Biblioteca é necessário a inscrição como leitor, fornecendo 1 (uma) foto 3x4, identidade e comprovante de residência e os alunos apresentarão também, a última cota de pagamento (da qual será obtido o seu número de matrícula) efetivando, assim, o seu cadastro na Biblioteca. As inscrições deverão ser renovadas semestralmente. Para conhecer as normas do Sistema de Bibliotecas com as peculiaridades de cada biblioteca setorial, o usuário deverá visitar o site da UVA: http://www.uva.br/servicos/servicos_biblioteca.htm. As categorias alunos, professores, funcionários e visitantes compõem o grupo de usuários do sistema. O acesso ao acervo está disponível para o corpo discente, docente e administrativo. Os serviços prestados pelas bibliotecas são: consultas, empréstimos, reservas, livre acesso às obras de referência, empréstimo entre bibliotecas, levantamentos e comutação bibliográfica, treinamento de usuários, visitas orientadas, exposições, elaboração de fichas catalográficas da produção acadêmica UVA, normalização das publicações acadêmicas e periódicas da UVA, controle da produção científica do corpo docente e discente. A Internet é 96 acessada através de rede Wireless. Participação em Programas Cooperativos: COMUT, BIREME; COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DAS IES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - CBIES/RJ, liderado pela Universidade Veiga de Almeida que conta com vinte e sete Instituições de Ensino Superior (públicas e privadas) num total de 186 bibliotecas compartilhantes (visitar: www.cbiesrj.com.br). Convênios com: Conselho Regional de Administração-RJ; ReBAP (Rede Nacional de Bibliotecas da Área de Psicologia) e Rede BiblioSUS (Rede de Bibliotecas e Unidades de Informação Cooperantes da Saúde no Brasil). Pessoal Técnico-Administrativo / Horário de funcionamento Campus Tijuca, Biblioteca Central e Biblioteca Tijuca, Rua Ibituruna, 108, Maracanã | 8h as 22h - 2ª a 6ª feira, e 8h as 18h - sáb. Três Bibliotecárias na Central, uma Bibliotecária na Bib.Tijuca mais a equipe de apoio composta por quatorze funcionários, sendo um assistente administrativo, onze auxiliares administrativos, dois porteiros e, eventualmente, estagiários. Unidade Barra, Av. Gal Felicíssimo Cardoso, 500, Barra da Tijuca | 8h as 22h - 2ª a 6ª, e 8h as 15h - sábados. Uma Bibliotecária e dois auxiliares administrativos. Campus Cabo Frio, Unidade I, Rua das Perynas, s/n e Unidade II, Av. América Central, n.900 – São Cristóvão | 7h as 22h, 2ª a 6ª feira, e 8h as 18h, sábados. Uma Bibliotecária, sete assistentes administrativos e quatro estagiários. A BIBLIOTECA SETORIAL TIJUCA, está localizada no térreo do Bloco C. A equipe é formada por dois bacharéis em Biblioteconomia e quatorze funcionários de apoio. A área física útil é de 1.346 m2. Possui ar condicionado central e tratamento acústico. Consta dos Setores: Atendimento especializado; Monografias; Materiais especiais; Espaço para pesquisa em terminais e em catálogos de fichas; Sala de multimídia; Onze cabines para estudo em grupo e um amplo salão com mesas para estudo. O total do número de assentos chega a 500 lugares distribuídos em vários ambientes. O Campus Tijuca encontra-se localizado em um dos mais tradicionais bairros da Cidade do Rio de Janeiro. A ocupação urbana na Tijuca é caracterizada por áreas residenciais e importantes centros comerciais, além do destaque representado pelo Complexo Esportivo do 97 Maracanã. Congrega também diversos estabelecimentos de ensino fundamental e médio públicos e particulares. É uma região bem servida por serviços bancários e de transportes coletivos, com fácil acesso, a partir dos mais diversos pontos da cidade. O Campus possui uma área de 18.226,71 m2, onde se localizam cinco blocos e edificações menores, que perfazem um total de 22.811,85 m2 de área construída. As instalações são de fácil acesso e circulação, com todas as facilidades para pessoas portadoras de necessidades especiais. Especificamente para as necessidades acadêmicas, o complexo dispõe de 132 salas de aula, 56 laboratórios, auditório e ginásio com duas quadras esportivas polivalentes, além dos espaços da biblioteca e 53 salas administrativas. A ocupação do espaço valoriza as relações com a natureza, proporcionando um ambiente esteticamente agradável e acolhedor. O Campus abriga também uma capela com um espaço para a realização de eventos científico, educacionais e religiosos, um amplo auditório com capacidade para 267 espectadores e um ambiente específico para atendimento aos alunos em assuntos acadêmicos e financeiros. A Praça de Alimentação proporciona o espaço propício à socialização de alunos e professores, além de oferecer diversos serviços como livrarias, oficinas de reprografia, informática, banco e comércio de conveniência. Nesta área, o número diário de usuários internos e externos supera a marca de 3.000 pessoas. Fora do complexo principal, o Campus Tijuca dispõe de um prédio de oito pavimentos, localizado na Praça da Bandeira, denominado Centro de Saúde Veiga de Almeida. A região é igualmente bem atendida pelos serviços públicos de transporte, comércio, bancos, entre outros. Este prédio é totalmente climatizado, possui estacionamento próprio e oferece todas as facilidades para acesso, estacionamento e circulação de pessoas com necessidades especiais. Dispõe de quatro ginásios para atendimentos em pediatria, traumato-ortopedia, neurologia e grandes lesões, além de espaços e laboratórios específicos para atendimento fisioterapêutico e odontológico. Uma terceira unidade do Campus Tijuca, localizada próximo ao Centro de Saúde Veiga de Almeida, é constituída por uma edificação de três pavimentos, totalmente adaptado para atividades de ensino, com capacidade para 340 alunos. 98 14.3. Laboratórios Os Laboratórios encontram-se à disposição dos alunos de segunda a sexta de 07:30 h às 22:30 horas e aos sábados de 07:30h às 18:00 h. Dessa forma, independente da carga horária oficial preestabelecida nas diversas disciplinas, o aluno pode desenvolver seus próprios programas, fazer suas pesquisas, bastando, para isso, estar cadastrado na rede. 14.3.1. Laboratórios específicos utilizados pelo curso: Laboratório de Física I Localizado no 2o andar do Bloco “A”, é utilizado para aulas da disciplina de Técnicas de Laboratório de Física I, acomoda até 25 alunos, atendendo ao ciclo básico das Engenharias Civil, Elétrica, Produção, Ambiental, Computação e Petróleo e Gás. Neste laboratório o aluno é apresentado à experimentação em Mecânica e Oscilações, permitindo a união da teoria e prática, essencial nos cursos da área tecnológica. Com seus equipamentos, pode-se compor experimentos sobre cinemática, dinâmica, estática, osciladores harmônicos e anarmônicos. Possuem em suas dependências, colchão de ar, roldanas associadas e simples, dinamômetros, balanças de prato e balança de precisão, massas padronizadas e suportes, réguas, planos inclinados, paquímetros, micrômetros, cronômetros, níveis de bolha de ar, dispositivos para Lei de Hooke e outros aparelhos diversos. Laboratório de Física II Localizado no 2o andar do Bloco “A”, é utilizado para aulas da disciplina de Técnicas de Laboratório de Física II. Sua bancada em U comporta até 25 alunos, onde são atendidos os alunos do ciclo básico das Engenharias Civil, Elétrica, Produção, Ambiental, Computação e Petróleo e Gás. Este laboratório oferece ao aluno a verificação de fenômenos na área de Eletricidade e Eletrodinâmica. Baseado em experimentos clássicos o laboratório induz ao raciocínio prático, despertando no aluno o interesse para a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia. Com seus equipamentos pode-se compor experimentos sobre eletricidade estática, eletrodinâmica, magnetostática e magnetodinâmica. Possui em suas dependências, Balanças, Dilatômetros, Calorímetros, Termômetros, Higrômetros, Densímetros, Manômetros, Diapasões, Geradores de áudio, Décadas, Transformadores, Osciloscópios, Multimetros, 99 Multímetros com termopar, Reostatos, Fontes de alimentação, Potenciômetros, Indutores, Solenóides, Shunts e Materiais. Laboratório de Geoprocessamento Localizado no laboratório de informática. Utilizado nas disciplinas: Cartografia e Geoprocessamento, Geologia Ambiental, Recuperação de áreas degradadas, Manejo de Recursos Naturais, Avaliação de Risco Ambiental e Engenharia no Meio Ambiente. Este laboratório tem o software SPRING como instrumento de análise dos recursos naturais identificados em imagens de satélite. Neste laboratório pode-se: identificar a extensão de potenciais danos ambientais, identificar áreas a serem preservadas ou protegidas (áreas de preservação permanente, unidades de conservação, etc..), monitorar a eficiência da implantação de projetos de recuperação de área degradada, identificar áreas de risco ambiental, identificar potenciais impactos ambientais na implantação de novas atividades. Laboratório de Águas Localizado no final da quadra de esportes. Utilizado nas disciplinas: Química Analítica, Limnologia Básica, Hidrologia, Sistemas de Águas e Esgotos, Manejo de Recursos Naturais, Tratamento de Efluentes Líquidos, Avaliação de Risco Ambiental, Engenharia no Meio Ambiente. Este laboratório faz a análise de qualidade dos corpos d'agua; o monitoramento de qualidade da agua e identificação de métodos de controle da poluição. Laboratório de Ecologia O laboratório de Ecologia tem como objetivo o estudo e o desenvolvimento de projetos integrados voltados ao planejamento da utilização dos recursos naturais, na conservação, no manejo e no monitoramento dos ecossistemas, de forma a promover o desenvolvimento sustentável. Preparado para atender aos trabalhos práticos desenvolvidos em atividades em campo ou iniciação científica. Utilizado nas disciplinas: Fundamentos de Biologia, Ecologia e Sustentabilidade e Manejo Sustentável dos Recursos Naturais. Laboratório de Microbiologia Localizado no 3o Andar, Bloco D. Atende as disciplinas de Bioquímica Ambiental, Sistemas de Águas e Esgotos, Tratamento de Efluentes Líquidos e Saúde Ambiental. Este laboratório está. preparado para receber 36 alunos por turma. Os alunos desenvolvem aulas práticas 100 vinculadas aos conhecimentos de: Fundamentos de Química e Bioquímica e microbiologia. Equipado com ar condicionado e seis bancadas de azulejo, cantos arredondados e chuveiro de emergência, observando as normas de biossegurança (controle de infecção), piso de marmorite, equipado com: 36 microscópios binoculares de 4 objetivas, (com uma de imersão em cada), 1 geladeira de 220 litros, 1 freezer de 180 litros, 2 balanças digitais de precisão, 1 autoclave de 75 litros, 1 forno de esterilização, 1 destilador de 5 litros, 2 estufas grandes, 1 mesa para manipulação de anaeróbicos, 1 lupa estereoscópica com máquina fotográfica acoplada, banho maria de 110º volt, 2 jarras de anaerobiose, 1 mesa inoculadora (VPI anaerobic culture), placa aquecedora magnética, magneto de 2 micrômetros, 1 espirômetro, 1 quimógrafo, 1 capela, 30 tomadas, 30 bicos de bunsen, 1 estufa bacteriológica, 1 fotocolorímetro, 1 barra magnética, 4 Ph métrico, vidrarias diversas, 15 bicos de bunsen, 1 centrífuga e 1 agitador de tubo vótex. Laboratório de Biologia Localizado no 2o andar do Bloco A; É neste laboratório que os alunos do curso de Biologia e Engenharia Ambiental iniciam suas práticas, já no primeiro período do curso, conhecendo os principais métodos e técnicas de estudos biológico e desenvolvendo habilidades para utilizálas. Com a implementação das aulas práticas, o docente pretende que o aluno, ao desenvolver e avaliar seu plano de estudo nos laboratórios de Ciências Biológicas, passe a ter consciência da influência de sua visão de mundo na organização de seus pressupostos: objetivos, métodos e sistema de avaliação das condições ambientais, com a qual, se espera, mantenha uma atitude coerente quando estruturar sua prática profissional. As aulas práticas, em laboratório, permitem que o aluno se beneficie, ao máximo, dos recursos tecnológicos, a seu alcance, para entender, propor e obter mudanças importantes, inovadoras e duradouras na prática profissional. O laboratório contém bancada em “U“, com um depósito anexo, onde encontrase as coleções de Zoologia (Taxidermizados e em meio líquido, Rochas e Material Paleontológico. O laboratório contém um conjunto de 24 bancos de madeira, 02 estante de aço inox, Tv Phililips “21” com microscópios acoplado, 06 microscópios , 04 lupas, geladeira com freezer duplex, placa aquecedora (fisatin) mod. 502,de ranvier, liquidificador Faet , liquidificador Sield, microcóspio wild – letz modelo GMBH, câmera (Javelin), microscópio olympus, microscópio Explore Phisyis n #s022, microscópio Explore Phisyis n #s02225, microscópio Explore Phisyis n #s02223, microscópio Explore Phisyis n #s02223, 101 Estereoscópio mod. ST-30 2L, Estereoscópio mod. ST-30 2L, Estereoscópio mod. ST-30 2L, Estereoscópio mod. ST-30 2L e ambiente climatizado. Laboratório de Química e Bromatologia É o espaço de realização das atividades práticas relacionadas às disciplinas de Química Analítica e Bioquímica Ambiental. Neste laboratório, os alunos desenvolvem atividades de desenvolvimento e aplicação de metodologias para análises químicas, físicas, físico-químicas, microbiológicas, práticas de química básica e projetos de iniciação científica. Laboratório de Solos e Materiais de Construção Estrutura montada em conjunto com o Laboratório de Materiais de Construção, com a finalidade de demonstrar as qualidades e particularidades de solos e rochas, possui os equipamentos necessários para os principais ensaios. Utilizado nas disciplinas: Materiais de Construção, Mecanica do Solos, Hidrologia, Geologia Ambiental. Possui repartidores de amostras, séries de peneiras, picnômetros, aparelho dispersor, densímetros, cinzéis para solos, aparelho de casagrande, calibrador de altura, cuba para limite de contração, disco espaçador, extrator de amostras, deflectômetro prensa Califórnia, anel dinamométrico, permeâmetro, balança de pratos, prensa de compressão simples, tubo “shelby” e diversos acessórios. Além dos equipamentos mencionados o Laboratório de Geologia, Geotecnia e Mecânica dos Solos possui uma coleção com amostras de rochas (magmáticas, metamórficas e sedimentares), minerais e alguns fósseis, que possibilitam ao aluno conhecer e visualizar o conhecimento teórico de sala de aula das disciplinas de Geologia Básica e Paleontologia. Para atender às práticas da disciplina de Laboratório de Ecologia de Solos os alunos realizam trabalho de campo onde são coletadas amostras dos horizontes A (superficial) e B (sub-superficial). Estas amostras são utilizadas na descrição morfológica do solo e também em análises físicas iniciais (peneiramento da fração areia e separação da fração argila). Estas análises são realizadas com objetivo de fornecer aos alunos conhecimentos básicos do funcionamento do solo. Também são estabelecidas relações entre a vida do solo e suas características físicas. Os alunos realizam testes de circulação de água no solo em laboratório e em atividade em campo de observação. O ensino de geologia, paleontologia e pedologia são voltados não apenas para a aquisição dos conhecimentos básicos de cada uma das disciplinas, mas também realizando correlações entre as situações ambientais atuais. A existência de determinados fatores atuais é 102 fundamental para o estabelecimento de correlações com o ambiente pretérito e para descobrir quais são as conseqüências dessa dinâmica para os seres humanos, fauna e flora. Laboratório Multidisciplinar Este laboratório está equipado com microscópios e lupas para atender até 36 alunos nas atividades de Microscópica, que fundamentam a formação de nossos alunos nas disciplinas Histologia Geral e Biologia Geral. Horto Didático São dois espaços na Vila, o primeiro localizado na entre a casa 1 e a casa 3, e o segundo entre a casa 2 e casa 4. É um espaço vivo, aberto, contendo as condições ambientais necessárias para a aplicação de práticas em Fundamentos de Biologia e Ecologia. Este laboratório tem como objetivos: proporcionar um treinamento nas habilidades de pesquisa, além de uma vivência plena de situações concretas; elaborar um catálogo com as principais representantes da nossa flora; implantar sementeiras e o preparo de muda de espécies arbóreas nativas do Brasil; proporcionar subsídios para parcerias com entidades que venham a implementar programas de recuperação de áreas degradadas. Especificamente é utilizado na: elaboração de sementeiras e canteiros para espécies nativas de nossa flora; treinamento de discentes para a formação de mão de obra qualificada para o manejo de espécies arbóreas nativas de nossos ecossistemas naturais. e observação, em ambiente natural, das interrelações ecológicas vegetais. Tem como material permanente: 01 enxadão, 02 enxadas, 03 pás comuns, 04 ancinhos, 05 tesouras de poda, 07 sementeiras, 05 baldes de 5 litros, 03 regadores, 01 borracha de rega, 10 vasos grandes de cerâmica, 10 vasos pequenos de cerâmica. Laboratórios de Informática A infra-estrutura de Computação e de Informática ocupa cerca de 390 m2,,em 11 salas, com 146 estações e servidores interligados em rede e com acesso à Internet, atendendo os alunos de segunda a sexta, das 7h30min às 22h30h (período letivo); segunda a sexta, das 9h às 21h (período de férias). Esta infra-estrutura está disponível para os alunos desenvolverem seus próprios projetos e realizarem suas pesquisas, independentemente da carga horária oficial preestabelecida nas diversas disciplinas do curso. 103 Visando complementar o aprendizado específico dos alunos e também fornecer o conhecimento dos recursos computacionais disponíveis, são oferecidas diversas disciplinas eletivas e optativas dos Cursos de Informática. A coordenação dos recursos de informática é realizada através da supervisão do laboratório em função da demanda dos cursos. Além de um supervisor geral, cujas atividades cobrem todos os turnos de funcionamento, existe uma equipe de laboratoristas e técnicos alocados por turno, para suporte e manutenção dos recursos disponibilizados e atendimento aos alunos e usuários em suas principais necessidades relativas ao desenvolvimento das tarefas práticas de laboratório. A infra-estrutura de Computação e de Informática é composta por laboratórios de informática e salas multimídia. 104 XV. EXPLICITAÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADO A SEREM EXPEDIDOS O aluno estará habilitado a receber o Diploma de Bacharel em Engenharia Ambiental ao concluir, com aproveitamento, os módulos que compõem o curso, além de elaborar o trabalho de Conclusão de Curso- TCC. Após cumprir todas as exigências previstas na legislação e nas resoluções desta Universidade o aluno deverá requerer o diploma de conclusão de curso. 105 XVI. ATIVIDADES ACADÊMICAS 16.1. Trabalho de conclusão do Curso No curso de Engenharia Ambiental, para se qualificar ao diploma o aluno terá que totalizar os créditos e finalizar o Trabalho de Conclusão do Curso - TCC, que é feito em duas etapas. No nono período, no decorrer da disciplina Monografia I, o aluno define o seu projeto, escolhe o orientador e finaliza pelo menos 30 por cento do trabalho. No décimo período, o aluno inscrito na disciplina Monografia II, sob orientação de um professor, o aluno conclui o trabalho. Este trabalho será uma monografia, elaborada individualmente e defendida perante uma Banca Examinadora, composta pelo orientador e por mais dois professores. As linhas de pesquisa do curso são as seguintes: • Arquitetura Ecológica e Construções Sustentáveis; • Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental; • Energias Alternativas e Combustíveis Renováveis; • Manejo Sustentável dos Recursos Naturais. Etapas da elaboração da Monografia A produção da monografia é feita em quatro etapas: Etapa de aprendizagem sobre conhecimento, ciência, tipos de pesquisa e projeto de pesquisa, na disciplina Metodologia Científica. Etapa de seleção do tema e construção do projeto compreendendo a elaboração da proposta na disciplina Monografia I. O tema é a especificação do assunto sobre o qual o aluno irá desenvolver a sua Monografia. O aluno selecionará o tema e o professor orientador durante o período em curso de Monografia I. Em Monografia II, o aluno desenvolverá o tema sob a orientação deste professor. Entretanto, esta não é uma norma rígida, e, dessa maneira, a indicação do tema poderá ser feita com base nas linhas de pesquisa do curso. Etapa de defesa: marcação da data de defesa, entrega dos exemplares, defesa e entrega da versão final. A marcação da data de defesa é feita pela coordenação do curso, após consulta aos professores orientadores. Professor orientador (presidente e mediador da banca) e dois Professores da Universidade Veiga de Almeida, ou ainda, um Professor da Universidade 106 Veiga de Almeida e um Professor convidado pertencente à outra Instituição de Ensino Superior. Estágio Curricular O Estágio Supervisionado é uma atividade curricular obrigatória, que se configura a partir da inserção do aluno no espaço sócio-institucional, objetivando capacitá-lo para o exercício profissional. Para proporcionar condições de trabalho, senão semelhantes, ao menos próximas àquelas que os alunos irão encontrar no mercado de trabalho, o curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental incluiu em sua grade curricular a disciplina de Estágio Supervisionado, a qual possui as seguintes características: • é uma atividade de introdução do aluno à vivência profissional, que faz a transição de um ambiente escolar, para o ambiente no qual o aluno passará a exercer a sua futura profissão; • é uma disciplina obrigatória do nono período do curso; • as atividades do aluno no estágio serão acompanhadas por um supervisor de uma entidade externa e por um professor da entidade de Ensino Superior responsável pela disciplina; • o Professor responsável pela disciplina poderá visitar as empresas onde os alunos estagiam para verificar e avaliar a efetividade das atividades realizadas. O Estágio Supervisionado visa demonstrar para a Instituição de Ensino Superior, no caso a Universidade Veiga de Almeida (representada pelo professor responsável), as competências, as habilidades, conhecimentos teórico/práticos adquiridos pelo aluno no Curso por ele realizado. Dessa maneira, o estágio evidencia que o aluno está apto a desempenhar o papel de profissional do seu curso, revelando ainda os seguintes aspectos: • Nível de Conhecimento Teórico; • Organização e Método no Trabalho; • Iniciativa de Independência; • Cooperação; • Interesse; • Assiduidade; 107 • Pontualidade; • Responsabilidade; • Zelo pelo Material da Empresa; • Sociabilidade e Desembaraço; • Postura Profissional. Os alunos devem comparecer a uma palestra, feita no início do período letivo, na qual receberão orientações gerais sobre a disciplina Estágio Supervisionado e receberão o kit estágio (disponível em www.uva.br ), composto pelos documentos de avaliação do estágio, auto-avaliação e informações a serem preenchidas, como a descrição completa de suas atividades na organização e dos objetivos da organização. O Estágio Supervisionado é feito em três etapas: • Etapa de inscrição; • Etapa de prática no Estágio; • Etapa de acompanhamento e avaliação. A parte prática do estágio deverá ser realizada em um número de 400 horas e a sua duração não poderá ser inferior a um período letivo. Esta prática será realizada pelo aluno junto a: Empresa que possua atividades na mesma modalidade do curso de graduação do estágio; Profissional autônomo que exerça atividades na mesma modalidade do curso de graduação do estágio; Qualquer das duas entidades acima descritas deverá apontar um supervisor do estágio do aluno. Durante o semestre letivo, no qual o aluno estiver inscrito na disciplina, deverá reportar-se ao Coordenador de seu curso para esclarecimento e/ou orientações que julgar necessárias. Para facilitar este processo, a Universidade Veiga de Almeida possui uma Central de Estágios, representada em cada campus, destinada a captar, cadastrar, disponibilizar e acompanhar as ofertas de estágios e empregos destinadas aos alunos e/ou egressos desta Universidade. No site da UVA, no link da Central de Estágios, o aluno confere informações 108 sobre os estágios obrigatórios e não-obrigatórios, sobre as empresas conveniadas à instituição e sobre as oportunidades existentes nas diversas áreas. Para cumprimento e avaliação do Estágio Supervisionado, a universidade toma como base a nova lei do Estágio (Lei n° 11.788, de 25/09/2008) que determina que as instituições exijam do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, o relatório de suas atividades. 16.2. Atividades Complementares e de Extensão O Projeto Pedagógico dos Cursos da Universidade Veiga de Almeida abrange as atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, que se articulam com o processo formativo e, ao mesmo tempo, enriquecem-no na sua totalidade. É uma disciplina que se estende ao longo do curso e compreende as atividades exercidas fora de sala de aula, totalizando uma carga horária em função das peculiaridades de cada curso. Essas atividades podem ser realizadas também durante as férias escolares. De acordo com MORIN (2000), a educação do futuro tem o dever de abordar: “problemas centrais ou fundamentais que permanecem totalmente esquecidos e que são necessários para se ensinar pensando no futuro. Entre eles: ensinar a condição humana, a identidade terrena, a ética do gênero humano e a compreensão”. O cumprimento da carga horária em Atividades Complementares afigura-se indispensável à conclusão do curso e consequente recebimento, pelo aluno, da imposição do grau de Bacharel em Engenharia Ambiental. Ao lado das atividades formais, as atividades complementares, com certeza, deverão alcançar esses propósitos, visto que a visão que se tem do ser humano é ao mesmo tempo física, biológica, psíquica, cultural, social e histórica, ou seja, uma visão integral. A educação para o futuro pressupõe uma visão inovadora em relação ao tratamento e ressignificação dos conteúdos e, por isso mesmo, contempla outras aprendizagens. Os progressos nos conhecimentos no âmbito das especializações disciplinares, muitas vezes, fragmentam os contextos, as globalidades e complexibilidades. As disciplinas tendem a fragmentar o conhecimento provocando, quase sempre, a disjunção entre as humanidades e as ciências, tendo como consequência uma série de distorções na formação do ser humano. 109 Segundo MORIN (2000): “estamos na época planetária; uma aventura comum conduz os seres humanos onde quer que se encontrem. Estes devem reconhecer-se em sua humanidade comum e ao mesmo tempo reconhecer a diversidade cultural inerente a tudo que é humano”. O planeta exige um pensamento policêntrico capaz de apontar o universalismo, não abstrato, mas consciente da unidade/diversidade da condição humana. Nessa perspectiva, as atividades complementares contribuirão sobremaneira para que as futuras gerações tenham uma melhor compreensão do mundo, do homem, da natureza e suas relações. A cada ano, são planejadas atividades diversificadas, tais como: palestras, seminários, excursões, pesquisas, projetos interdisciplinares, tornando o currículo mais dinâmico e propiciando maior integração entre alunos e professores e, ao mesmo tempo, o contato direto com a realidade política, social, cultural e econômica do país. Os coordenadores e professores de todos os cursos, participam do planejamento das atividades numa perspectiva interdisciplinar do currículo, quando vários saberes e olhares se entrecruzam, enriquecendo, dessa forma, o conhecimento dos alunos e professores sobre determinado assunto. Rompe-se, dessa forma, com a imagem estanque do professor, mediante a utilização de diferentes formas de linguagem. Objetivos Gerais das Atividades Complementares • Enriquecer os conhecimentos do estudante bem como a sua prática por meio da exploração de espaços culturais, artísticos, literários, científicos e históricos. • Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem privilegiando: − atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo; − atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica; − atividades culturais e intercâmbio com instituições congêneres. As Atividades Complementares são obrigatórias e devem ser cursadas do início até o final do curso de graduação, enfatizando o conhecimento transdisciplinar, interdisciplinar e de extensão, contribuindo para a formação integral do aluno. Tem como objetivo conciliar os conceitos que permeiam a sociedade contemporânea com uma perspectiva humanística, 110 priorizando os valores sociais e culturais. Possibilitam uma constante atualização curricular, enfocando questões emergentes no cenário científico ou no cenário socioeconômico geral. Constituem-se de atividades de cunho desportivo, artístico, cultural, técnico-científicas, dentre outras, podendo ter a forma de cursos de curta duração, oficinas de trabalho, conferências, palestras, seminários, visitas científicas e culturais, campeonatos e atividades desportivas, festivais teatrais, musicais, exposições plásticas e outras atividades correlatas a depender de prévia aprovação do Centro a que curso está ligado. Atividades a serem consideradas Cada vez mais as atividades extracurriculares contribuem para diferenciar os profissionais nas diversas áreas do saber. Na UVA essas atividades assumem um papel de extrema relevância, dada a dinâmica acelerada do processo científico, tecnológico e social. O aluno deve estar permanentemente sintonizado com as abordagens das principais questões nacionais e mundiais, que afetam positiva e negativamente o indivíduo, a sociedade, o meio ambiente, a cultura, a política, a economia, a paz e a vida. Não se pode esperar do aluno um ser crítico, se nascido de um estudante sem sintonia com a sua realidade, alheio aos ensinamentos da história e não comprometido com o processo de transformação da sua época. O ponto de partida desse processo é a informação. Não aquela pronta, inconsistente, destinada mais a alienar do que a conscientizar. A informação que se deve buscar resulta da análise crítica dos fatos, da observação dos interesses envolvidos, do debate fundamentado, da oposição de ideias e da polêmica. Para estar informado, o estudante deve alterar os seus hábitos. A leitura é sem dúvida um instrumento fundamental nesse processo. Essa leitura deve ser diversificada, não se restringindo de forma alguma às questões puramente técnicas da sua formação. É preciso ampliar horizontes e adquirir conhecimentos difusos. Torna-se necessário estabelecer fundações sólidas, sobre as quais irá construir a sua formação como profissional competente e cidadão culto, consciente e transformador. A boa e permanente leitura contribuirá decisivamente para esse processo. A Iniciação científica, estágios internos e externos, visitas técnicas, visitas a feiras e exposições, participação de congressos e seminários, constituição de grupos voluntários de estudos, palestras técnicas, participação em eventos, prêmios, concursos, disciplinas não 111 obrigatórias (optativas), cursos de extensão, oficinas, voluntarismo, atividades esportivas e culturais são algumas das atividades extracurriculares que se apresentam aos nossos estudantes. Além de auxiliar na inserção no mercado de trabalho, essas atividades permitem aos alunos maior contato com os pares, docentes e profissionais externos, agregam conhecimentos e habilidades acadêmicas, competência prática, fundamentos de planejamento e disciplina para o exercício dos trabalhos, relações interpessoais, atividades de liderança, humanitarismo, resultados estes que trazem maior compromisso com o curso, reduzem a evasão universitária, promovendo alterações nas competências técnicas, práticas sociais, na análise crítica, em altruísmo, autoconfiança, autopercepção, apreciação cultural, complexidade cognitiva, avaliação das competências vocacionais, em síntese, permite ao estudante vivenciar desde já o seu projeto de vida. Tabela de Pesos/Cargas Horárias Relativa às Atividades Complementares Total a ser cumprido: 200h ATIVIDADE DE ENSINO CARGA HORÁRIA DOCUMENTO EXIGIDO PARA RECONHECIMENTO Disciplinas não previstas no currículo do curso. Equivalência: 1h = 1h Histórico Escolar Monitoria Institucional 60h/semestre Monitoria Voluntária Até 30h/semestre Cursos de Certificação / realizados na UVA e outras IES (Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos, outros) Equivalência: 1h = 1h Atestado de realização emitido pelo Coordenador de curso Atestado de realização emitido pelo professor responsável Certificado de Realização registrado no órgão competente especificando frequência e desempenho 112 ATIVIDADE DE ENSINO CARGA HORÁRIA Cursos de Certificação/realizados em outras instituições que não IES (Atualização, Aperfeiçoamento, Complementação, Aprofundamento de Estudos, outros) Equivalência: Aproveitamento da Carga horária na faixa de ½ a 1 das horas realizadas (de acordo com normas do curso) Iniciação Científica Institucional 60h/ semestre Iniciação Científica Voluntária Publicações: Artigos Completos / Revistas ou Anais de Eventos Internacionais Publicações: Artigos Completos / Revistas ou Anais de Eventos Nacionais 40h/ semestre Estágios Profissionais Eletivos Certificado de Realização especificando frequência e desempenho Atestado de realização emitido pelo Diretor de Pós-Graduação e Pesquisa Atestado de realização emitido pelo professor responsável De 20 a 30h/ publicação Cópia da Publicação Até 15h/ publicação Cópia da Publicação Publicações: Resumos / Anais 5h/ publicação Encontros Produções Culturais e Artísticas Seminário, Congressos, Simpósios, Conferências, Encontros, Ações Comunitárias Institucionais e similares DOCUMENTO EXIGIDO PARA RECONHECIMENTO A ser definida pelo NDE e pelo Colegiado de Curso Equivalência: Aproveitamento da Carga horária na faixa ½ a 1 das horas realizadas (de acordo com normas do curso) Equivalência: Aproveitamento da Carga horária na faixa ½ a 1 das horas realizadas (de acordo com normas do curso) Cópia da Publicação Comprovação da Produção Certificado de Realização, especificando carga horária e participação Termo de Compromisso de Estágio ou Compromisso de realização, especificando duração e carga horária Iniciação Profissional 40h/ semestre Atestado de realização emitido pelo órgão competente Representação Estudantil 30h/ semestre Documento comprobatório 113 XII. ANEXOS Anexo I - Plano da Carreira Docente TÍTULO I CAPÍTULO I DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS DO SISTEMA Art. 1º - O Regulamento da Carreira Docente é um dos instrumentos da política de Recursos Humanos da Universidade. Art. 2º - Os órgãos responsáveis pelo processamento da Carreira Docente na UVA são: Reitoria, Pró-Reitoria Acadêmica e Pró-Reitoria Administrativa. CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA Art. 3º - Aos órgãos responsáveis pela Carreira Docente compete: • à Pró-Reitoria Acadêmica, propor o regime de trabalho e indicar à Pró-Reitoria Administrativa docentes para admissão, enquadramento funcional, promoção e dispensa, nos termos das normas vigentes; • à Pró-Reitoria Administrativa, analisar as propostas e emitir parecer sobre admissão, promoção e dispensa de docente, estabelecendo o regime de trabalho, fazer os registros competentes e quantitativos globais de pessoal, para apreciação e a aprovação da Reitoria; • à Reitoria, apreciar e decidir sobre as propostas das Pró-Reitorias e encaminhá-las à Mantenedora para as providências cabíveis. TÍTULO II DA CARREIRA DO CORPO DOCENTE CAPÍTULO I DAS ATIVIDADES DO CORPO DOCENTE Art. 4º - São consideradas atividades docentes de nível superior: 114 • as pertinentes ao ensino, à pesquisa e à extensão que visem à aprendizagem, à produção do conhecimento e à transmissão da cultura; • as inerentes ao exercício de funções técnico-administrativas e de assessoramento, de natureza acadêmica. CAPÍTULO II DAS CATEGORIAS E ATIVIDADES DOCENTES Art. 5º - As categorias da carreira acadêmica são as seguintes: • Professor-Titular; • Professor-Adjunto; • Professor-Assistente; • Professor-Auxiliar. Parágrafo Único - Cada categoria compreende dois níveis, designados pelas letras A e B. Art. 6º - Os ocupantes dos cargos da Carreira Docente poderão encontrar-se em situação de ensino, pesquisa e/ou extensão, no exercício de cargo das carreiras acadêmica ou técnico-administrativa, de forma isolada ou cumulativa. Parágrafo Único - O pessoal do Corpo Docente, quando no desempenho de cargos de área acadêmica ou de cargos da carreira técnico-administrativa, perceberá a remuneração própria do exercício do cargo, prevista no Plano de Cargos e Salários. CAPÍTULO III DO INGRESSO E DA MOVIMENTAÇÃO Art. 7º - O ingresso no Corpo Docente da Universidade Veiga de Almeida dar-se-á mediante seleção e far-se-á na categoria acadêmica de acordo com a titulação por ela exigida, iniciando-se no Nível A. Art. 8º - A seleção preliminar para ingresso, a cargo dos Departamentos, observará, além da competência, os seguintes requisitos mínimos: ser o candidato qualificado para o cargo; 115 II) haver disponibilidade de vaga, a critério do Centro; Art. 9º - Os Centros analisarão as propostas, enviando-as à Pró-Reitoria Acadêmica. Art. 10º - Compete à Pró-Reitoria Acadêmica dar o seu parecer quanto às propostas de admissão de professores, encaminhado-as à Pró-Reitoria Administrativa, que, por sua vez, as apresentará à Mantenedora, para apreciação e decisão. CAPÍTULO IV DA PROGRESSÃO FUNCIONAL Art. 11º - São condições para ingresso e progressão nas categorias funcionais previstas: • Professor-Auxiliar - possuir o certificado de conclusão de curso de aperfeiçoamento e/ou especialização, na forma da lei, ou o diploma de graduação de curso de nível superior, com comprovada experiência na área. • Professor-Assistente - possuir o título de Mestre. • Professor-Adjunto - possuir o título de Doutor e/ou equivalente. • Professor-Titular - possuir o título de Doutor e/ou equivalente, desde que haja vaga no quadro. Art. 12 - As promoções serão feitas, anualmente, no mês de março, para preenchimento das vagas existentes nos diversos níveis ou categorias, e concorrerão às vagas os professores que satisfizerem as condições da categoria ou nível imediatamente superior. Art. 13- A Reitoria designará uma Comissão de Carreira Docente que, junto à PróReitoria Acadêmica, tratará dos estudos de enquadramento, classificação, acesso e avaliação de desempenho. Art. 14 - A Comissão se reunirá no mês de outubro de cada ano, independente de convocação e, extraordinariamente, quando o seu Presidente julgar necessário, para analisar e deliberar sobre matéria de sua competência. Parágrafo Único - Nos casos de urgência, em que a oportunidade da decisão não possa ser postergada, o Presidente da Comissão decidirá, em despacho fundamentado, “ad referendum” da Comissão. Art. 15 - Serão concedidos anualmente créditos acadêmicos pela Comissão de Carreira Docente por: 116 • cursos realizados em áreas de interesse do departamento ao qual o docente esteja vinculado, sendo: um CA por curso de aperfeiçoamento e/ou especialização; quatro CAs por curso de mestrado e seis CAs por curso de doutorado e/ou equivalente; • atividade acadêmica anual na UVA, sendo: um CA para docentes com carga horária igual ou menor que 10 horas-aula; dois CAs para docentes com carga horária semanal maior do que dez ou menor ou igual a vinte horas-aula, e três CAs, para docentes com carga horária semanal superior a vinte horas-aula; • atividades de pesquisa na UVA, em área de interesse institucional, com projeto aprovado pela Instituição; quatro CAs por projeto; • atividade administrativa anual de caráter acadêmico, sendo: quatro CAs por cargo de direção; três CAs pelas chefias de departamento; e dois por cargo de assessoria ou equivalente, e um CA por cargos de chefia intermediária. Art. 16 - As titulações poderão ser dispensadas, a critério exclusivo da Reitoria, quando o candidato possuir relevante e reconhecida atuação intelectual ou comprovada produção científica. Art. 17 - Computados os créditos acadêmicos (CAs), os docentes serão promovidos, de um nível para outro, desde que: I - preencham os requisitos para promoção; II - sejam os detentores do maior número de créditos; Art. 18 - A progressão entre os níveis de uma mesma categoria ocorrerá, após o cumprimento, pelo docente, do interstício (mínimo) de dois anos no nível respectivo. CAPÍTULO V DO REGIME DE TRABALHO Art. 19 - Os integrantes da Carreira Docente serão contratados nos termos da CLT, em regime de tempo parcial, integral ou por outra forma, nos termos da Legislação. 117 CAPÍTULO VI DAS SITUAÇÕES ESPECIAIS DE DOCÊNCIA Art. 20 - Havendo necessidade de professores, além do quadro de carreira, poderão ser contratados, em caráter temporário, docentes na qualidade de professores visitantes ou conferencistas. 1º - São professores visitantes aqueles que, não pertencendo ao quadro regular do Corpo Docente de UVA, são contratados para nela exercer suas atividades por um prazo determinado. 2º - São professores conferencistas aqueles que, não pertencendo ao quadro regular do Corpo Docente de UVA, são convidados a nela exercer atividades didáticas a curto prazo. TÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 21 - O enquadramento dos professores na Carreira Docente prevista neste Regulamento será realizado pela Comissão da Carreira Docente, levando em consideração os direitos já adquiridos, mas, desde já, privilegiando os atributos definidos na Política de Recursos Humanos, de tal forma que todos os Docentes fiquem em igualdade de condições, respeitadas as diferenças decorrentes das condições de ingresso, titulação e regime de trabalho e respeitados os limites de lotação do quadro de pessoal docente. Art. 22 - Os casos omissos são resolvidos pelo Reitor, no âmbito de sua competência, “ad referendum” do Conselho Universitário. Art. 23 - Este regulamento entra em vigor após sua aprovação pelo Conselho Universitário de Universidade Veiga de Almeida. 118 Anexo II - Regulamento da Biblioteca TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS FINS Artigo 1º - As Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida, subordinadas à Reitoria, funcionam como órgão na coordenação da política de formação e atualização do acervo, em consonância com todos os setores acadêmicos que compõem a Universidade, na definição de técnicas, metodologias, padrões e normas para o processamento, disseminação e recuperação da informação. As Bibliotecas dividem-se em Central e Setoriais, cabendo à Biblioteca Central a centralização dos serviços técnicos e administrativos. Artigo 2º - As Bibliotecas têm por finalidade possibilitar aos alunos, professores, outras pessoas e instituições interessadas no acesso a seu acervo, servindo de apoio aos programas de ensino, pesquisa e extensão, estimulando a colaboração técnico-científica, cultural, literária e artística, através do desenvolvimento de serviços e produtos da informação que atendam às exigências de relevância e rapidez. TÍTULO II DO REGIME E DA ORGANIZAÇÃO CAPÍTULO I DO REGIME ADMINISTRATIVO Artigo 3º - As Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida regem-se por este Regimento. CAPÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO Artigo 4º - São órgãos da Biblioteca Central: a) A Comissão de Biblioteca; b) O Conselho Editorial; c) A Direção. 119 CAPÍTULO III DA COMISSÃO DE BIBLIOTECA Artigo 5º - A Comissão de Biblioteca da Universidade Veiga de Almeida é constituída pela Vice-Reitoria, pelo Pró-Reitor Acadêmico, pelos Diretores de Centros, dentro de sua área de especialização, e pela Direção da Biblioteca. Artigo 6º - São atribuições da Comissão de Biblioteca: a) Participar do planejamento das atividades das Bibliotecas; b) Estabelecer prioridades na implantação de serviços, consideradas as necessidades mais urgentes; c) Emitir pareceres sobre propostas específicas das Bibliotecas; d) Participar da política de aquisição; e) Participar da avaliação e do planejamento das atividades das Bibliotecas. CAPÍTULO IV DO CONSELHO EDITORIAL Artigo 7º - O Conselho Editorial da Universidade Veiga de Almeida é constituído pelos Pró-Reitores, pelos Diretores de Centros e pela Direção da Biblioteca. Artigo 8º - São atribuições do Conselho Editorial: Estabelecer os tipos de produtos bibliográficos a serem editados; Estabelecer prioridades quanto aos produtos a serem editados; Normalizar os documentos gerados no meio acadêmico e as publicações oficiais da Universidade. CAPÍTULO V DA DIREÇÃO Artigo 9º - A Direção da Biblioteca é exercida por Bibliotecário, Bacharel em Biblioteconomia, e é o órgão da Reitoria que coordena e fiscaliza todas as atividades das bibliotecas. Artigo 10 - O Bibliotecário-Diretor é nomeado pelo Reitor. 120 Artigo 11 - O Bibliotecário-Diretor é auxiliado por bibliotecários no nível de chefia, para os setores adotados e para as bibliotecas setoriais. Artigo 12 - São atribuições do Bibliotecário-Diretor: I - Administrar e coordenar todas as atividades da Biblioteca; II - Participar do Conselho Editorial; III - Participar da Comissão de Biblioteca; IV - Submeter a Reitoria os planos de atividades das Bibliotecas; V - Selecionar pessoal técnico; VI - Coordenar a elaboração de manuais de organização, atribuição e rotinas das Bibliotecas; VII - Elaborar as normas de uso das Bibliotecas e submete-las à Reitoria; VIII - Coordenar a elaboração de relatórios mensais e anuais das Bibliotecas; IX - Dirigir, administrar e supervisionar as atividades técnicas específicas; X - Propor ao Pró-Reitor Administrativo a definição das atribuições dos funcionários das Bibliotecas; XI - Zelar para que seja mantida a disciplina nas dependências das Bibliotecas; XII - Encaminhar aos órgãos competentes os pedidos de materiais bibliográficos, equipamentos e outros de uso nas Bibliotecas; XIII - Promover reuniões técnicas e administrativas com os funcionários das Bibliotecas; XIV - Realizar palestras sobre uso das Bibliotecas; XV - Promover palestras, exposições e outras atividades técnico-culturais; XVI - Manter intercâmbio com outras bibliotecas; XVII - Filiar-se à Redes de Informação. CAPÍTULO VI DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO Artigo 13 - São órgãos de Administração da Biblioteca Central: I - Setor de Processos Técnicos; II - Setor de Informações e Divulgações; III - Setor de Legislação e Intercâmbio; IV - Setor de Materiais Especiais; 121 CAPÍTULO VII SETOR DE PROCESSOS TÉCNICOS Artigo 14 - O setor de Processos Técnicos é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca Central, que responde pelo processamento técnico e informatizado de todo o material bibliográfico, ou não. Artigo 15 - São atribuições do Setor de Processos Técnicos: a) Registrar, catalogar e indexar o material bibliográfico, de acordo com as normas catalográficas, de classificação, vocabulários controlados e tesauros adotados na Biblioteca; b) Realizar o processamento técnico automatizado, de acordo com o sistema estabelecido; c) Alimentar vocabulários controlados e tesauros; d) Alimentar e manter atualizado os catálogos informatizados e tradicionais, dos usuários e os catálogos de serviços; e) Manter controles estatísticos sobre as atividades técnicas realizadas; f) Identificar as obras que necessitem de desinfecção, encadernação ou restauração; g) Alimentar a rede com dados atualizados quer internos ou externos. CAPÍTULO VIII SETOR DE INFORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO Artigo 16 - O Setor de Informação e Divulgação é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca Central, que responde pela circulação do acervo, seu controle, pelo intercâmbio técnico-cultural, pela divulgação dos serviços oferecidos e pela disseminação da informação. Artigo 17 - São atribuições do Setor de Informação e Divulgação: a) Orientar e auxiliar o usuário na utilização dos catálogos informatizados e tradicionais; b) Orientar os usuários, levando-os às fontes de referência de que necessitem; c) Promover o treinamento dos usuários; d) Apoiar a realização de estudos que visem a avaliação dos serviços para seu melhor atendimento; e) Manter exposição de obras mais recentes, adquiridas pela Biblioteca Central; 122 f) Normalizar os documentos gerados no meio acadêmico, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT; g) Elaborar resumos para boletins bibliográficos ou de alerta ou serviços de disseminação seletiva da informação, disponíveis em rede; h) Alimentar e manter atualizado o catálogo coletivo nacional de publicações periódicas do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT); i) Solicitar ao IBICT o número internacional normalizado para os produtos bibliográficos gerados pela Biblioteca Central; j) Efetuar a inscrição dos usuários; l) Realizar empréstimos e consultas dos documentos do acervo; m) Fazer cumprir as normas de uso das Bibliotecas; n) Fornecer cópias de documentos aos usuários; o) Manter contato com a secretaria executiva do programa - COMUT; p) Identificar, através de catálogos, inclusive o catálogo coletivo nacional de publicações periódicas, documentos não existentes no acervo; q) Manter controles estatísticos de todas as atividades do setor; r) Controlar o movimento das Bibliotecas Setoriais. CAPÍTULO IX SETOR DE LEGISLAÇÃO, INTERCÂMBIO, PESQUISA E AQUISIÇÃO Artigo 18 - O Setor de Legislação e Intercâmbio é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca Central, que responde pela coleta, indexação e divulgação da legislação brasileira vigente, nas áreas de interesse da Universidade e pelo intercâmbio técnico-cultural de informações e de documentos, com Instituições nacionais e internacionais. Artigo 19 - São atribuições do Setor de Legislação e Intercâmbio: a) Providenciar a aquisição de fontes especializadas em legislação, sob qualquer suporte; b) Constituir base de dados, cobrindo a legislação; c) Identificar programas cooperativos, em sistemas de informação estrangeiros, nacionais, regionais e locais, que sejam de interesse, visando participação; d) Encaminhar ao setor competente os pedidos para projetos de pesquisa e/ou cursos de aperfeiçoamento, do pessoal especializado; 123 e) Elaborar e manter atualizado o catálogo das instituições públicas e privadas com vistas ao intercâmbio de publicações; f) Manter controles estatísticos das atividades do setor; g) Implementar a política de descarte e/ou permuta a partir de listas, selecionadas por especialistas, estudo de uso e outros sistemas adotados; h) Identificar órgãos geradores de documentos, nacionais e internacionais para fim de coleta; i) Encaminhar à Direção da Biblioteca Central acordos de intercâmbio de publicações, para formalização; j) Realizar sistematicamente, e em ação conjunta com os demais setores, o inventário das Bibliotecas; l) Participar de congressos nacionais e internacionais representando a Instituição. CAPÍTULO X SETOR DE MATERIAIS ESPECIAIS Artigo 20 - O Setor de Materiais Especiais, é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca Central, que responde pelo tratamento técnico, indexação, informatização, conservação, controle e intercâmbio. Artigo 21 - São atribuições do Setor de Materiais Especiais: a) Registrar, catalogar, classificar e indexar os materiais especiais: mapas, vídeos, filmes, slides, microfilmes, microfichas, fotografias, plantas, projetos, CDs, publicações periódicas e outros; b) Realizar empréstimos e consultas dos materiais especiais, de acordo com os procedimentos de normas estabelecidas; c) Providenciar equipamentos especiais para climatização dos materiais especiais; d) Providenciar equipamentos especiais para conservação dos materiais especiais; e) Providenciar equipamentos especiais para arquivamento dos materiais especiais; f) Identificar órgãos geradores de materiais especiais, nacionais e internacionais, para fins de coleta. 124 CAPÍTULO XI DAS BIBLIOTECAS SETORIAIS Artigo 22 - As Bibliotecas Setoriais são órgãos vinculados à Biblioteca Central, que respondem pela administração, controle de pessoal, atendimento e orientação ao cliente. Artigo 23 - São setores das Bibliotecas setoriais: I - De Referência; II - De Circulação; III - De Administração. Artigo 24 - O Setor de Referência é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que responde pela orientação ao cliente, com as seguintes atribuições: a) Orientar ao cliente na utilização adequada das fontes de Referência, recursos bibliográficos e de busca; b) Produzir Serviços de Alerta e de Disseminação Seletiva da Informação. Artigo 25 - O Setor de Circulação é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que responde pela circulação do acervo, tendo as seguintes atribuições: a) Orientar ao pesquisador/cliente, para a perfeita apresentação formal de seus trabalhos didáticos, dentro dos critérios de normalização; b) Controlar, orientar e mensurar o uso do acervo em todas as formas que esse se apresenta. Artigo 26 - O Setor de Administração é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que responde pela administração geral da Biblioteca Setorial, tendo as seguintes atribuições: a) Coordenar e executar relatórios técnicos e administrativos; b) Confeccionar catálogos, índices e listagens sobre assunto de interesse acadêmico, quando não indexados em rede; c) Administrar as atribuições, freqüência, disciplina e outras atividades do quadro de funcionários. Artigo 27 - Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Universitário da Universidade Veiga de Almeida. 125 Anexo III – Regulamento do Estágio Supervisionado O Estágio Supervisionado constitui uma disciplina específica do Curso de Engenharia Ambiental. CAPÍTULO I CARACTERÍSTICAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO • É uma disciplina obrigatória que pode ser cursada a partir do 8º período do curso. • A disciplina possui como pré-requisito o cumprimento de 137 créditos. • Não possui créditos por não necessitar de carga horária fixa. • As atividades do aluno no estágio serão acompanhadas por um Supervisor na Empresa e pelo professor responsável pela disciplina no curso. • O professor responsável pela disciplina poderá visitar as empresas onde os alunos estagiam para verificar e avaliar a efetividade das atividades realizadas. • O supervisor informará a Universidade as atividades e desempenho do aluno no estágio. CAPÍTULO II OBJETIVO O Estágio Supervisionado visa demonstrar para a Instituição de Ensino Superior, no caso a Universidade Veiga de Almeida (representada pelo professor responsável), que o aluno está apto a desempenhar o papel de profissional do seu curso, revelando ainda os seguintes aspectos do aluno: • Nível de conhecimento teórico. • Organização e metodologia de trabalho. • Iniciativa de independência. • Cooperação. • Interesse. • Assiduidade. • Pontualidade. • Responsabilidade. • Zelo pelo material da empresa. 126 • Sociedade e desembaraço. • Postura profissional. CAPÍTULO III OBRIGATORIEDADE A disciplina Estágio Supervisionado, com número de créditos igual a 0 (zero), é obrigatória e, como tal, consta do fluxograma do Curso de Engenharia Ambiental. Em reunião feita no início do período letivo, os alunos receberão orientações gerais sobre os procedimentos da disciplina. CAPÍTULO IV ETAPAS O Estágio Supervisionado é feito em três etapas: • Etapa de inscrição. • Etapa de prática no Estágio. • Etapa de avaliação. INSCRIÇÃO A inscrição na disciplina é feita em cada semestre letivo, no período determinado pelo calendário oficial da UVA, juntamente com as demais disciplinas que o aluno deseja cursar. Por ocasião da inscrição o aluno receberá dois formulários (obtidos junto a Coordenação do Curso) • Formulário de Estágio Supervisionado para preenchimento pelo Supervisor de Estágio. • Formulário de Estágio Supervisionado para preenchimento pelo Aluno. Os dois formulários contêm: • Declaração da empresa ou do profissional autônomo confirmado a realização do estágio. • O período e carga horária total de trabalho. • O trabalho desenvolvido. 127 • A avaliação do estágio supervisionado pelo supervisor e pelo aluno. Através de um cruzamento das informações do aluno e do supervisor, o professor responsável irá determinar a nota do aluno. PRÁTICA NO ESTÁGIO A parte prática do estágio deverá ser realizada em um número de 400 horas efetivas de trabalho. Esta prática será realizada pelo aluno junto a: • Empresa que possua atividades na mesma modalidade do curso de graduação do estágio. • Profissional autônomo que exerça atividades na mesma modalidade do curso de graduação do estágio. Qualquer das duas entidades acima descritas deverá apontar um supervisor do estágio do aluno. Nota: Durante o semestre letivo no qual estiver inscrito na disciplina, o aluno deverá reportarse ao Coordenador de seu curso para esclarecimento e/ou orientações que julgar necessárias. AVALIAÇÃO O professor responsável avaliará e atribuirá grau aos relatórios recebidos até o prazo estabelecido pela Coordenação, sendo o aluno aprovado que obtiver grau igual ou superior a 7.0 (sete). A não entrega dos referidos relatórios no prazo estabelecido pela Coordenação, acarretará na reprovação da disciplina. 128 Anexo IV – Regulamento da Iniciação Científica CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este regulamento disciplina as atividades da Iniciação Científica a serem desenvolvidas nos cursos de graduação da Universidade Veiga de Almeida. Art. 2º - O programa de Iniciação Científica é um programa centrado na iniciação científica de alunos de graduação da UVA, em todas as áreas do conhecimento. Serve de incentivo à formação acadêmica, privilegiando a participação ativa dos alunos em projetos de pesquisa orientados por professores da Universidade. CAPÍTULO II DA FINALIDADE Art. 3º - O Programa de Iniciação Científica da UVA tem por finalidades colaborar no fortalecimento das áreas e grupos de pesquisa da UVA; despertar vocações e incentivar talentos entre os estudantes de graduação para pesquisa científica e tecnológica; introduzir o jovem estudante no domínio do método científico, incentivar e capacitar alunos para ingressar na pós-graduação. CAPÍTULO III DOS DOCUMENTOS PARA A INSCRIÇÃO Art. 4º - São os seguintes os documentos para inscrição: I – formulário de inscrição (disponível na home page da UVA) II projeto de pesquisa do orientador (justificativa, referencial teórico, metodologia e cronograma) apresentado de maneira clara e resumida; III- currículo Lattes do orientador, modelo resumido (com a produção dos últimos cinco anos); IV – currículo Lattes dos alunos candidatos; V- plano de trabalho individual e diferenciado para cada aluno; 129 VI- histórico escolar do(s) aluno(s); VII- relatório final do projeto desenvolvido no período anterior, no caso de renovação; VIII- situação do aluno junto à Universidade (financeira) CAPÍTULO IV DOS REQUISITOS DO PROJETO Art. 5º - São requisitos do Projeto: I- ter mérito técnico-científico; II- conter plano e cronograma detalhado e individualizado do(s) aluno(s) de Iniciação Científica para o período estabelecido neste Edital. CAPÍTULO V DOS REQUISITOS DO ORIENTADOR Art. 6º - São requisitos do Orientador I- ser docente do quadro da UVA II- ter título de Doutor ou de Mestre e experiência compatível com a função de orientador; III- orientar o bolsista nas distintas fases do trabalho científico, incluindo elaboração de relatórios e apresentação do trabalho no Seminário UVA de Iniciação Científica. CAPÍTULO VI DOS REQUISITOS E COMPROMISSOS DO BOLSISTA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 7º - São requisitos e compromissos do bolsista: I - estar regularmente matriculado em curso de graduação da UVA; II - ter cursado o primeiro período do curso de graduação; III- ter bom rendimento acadêmico; representar relatórios de pesquisa, individualizados; 130 IV – participar das reuniões com a coordenação do Programa; V - apresentar os resultados da pesquisa no Seminário UVA de Iniciação Científica; VI – apresentar desempenho acadêmico satisfatório e estar em dia com suas obrigações; VII – dedicar-se às atividades acadêmicas e de pesquisa; VIII – executar o plano de atividades aprovado, com dedicação mínima de 12 horas semanais; IX- apresentar os resultados parciais e finais da pesquisa sob a forma de painel ou exposição oral, acompanhados de relatórios, na SEMANA de Iniciação Científica da UVA. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 8º - Este regulamento só poderá ser alterado se houver mudanças no Programa de Iniciação Científica da UVA. Art. 9º - São as seguintes as orientações gerais da Iniciação Científica: I- a cota máxima de alunos de Iniciação Científica por orientador são de dois alunos e dois projetos; II - cada aluno só poderá ser indicado como aluno de Iniciação Científica por um único orientador para um único projeto; III- os alunos que forrem selecionados como bolsistas de Iniciação Científica da UVA receberão uma bolsa; IV- as bolsas serão concedidas pelo período de 12 meses, sendo possível apenas uma renovação; V- os demais alunos que tiverem seus projetos aprovados, mas que não conseguirem classificação prioritária permaneceram no programa como alunos de Iniciação Científica voluntários; VI - caso sejam abertas vagas para alunos bolsistas, os alunos voluntários serão reclassificados para alunos bolsistas. 131 Anexo V - Regulamento das Atividades Complementares I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º- O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as ATIVIDADES COMPLEMENTARES em conformidade à legislação vigente. Art. 2º - As Atividades Complementares serão desenvolvidas no âmbito de cada Centro. Art. 3º - A carga horária total a ser cumprida pelo estudante é de 400 horas, a partir do 1º (primeiro) período em, pelo menos, dois tipos de atividades previstas no artigo 8º. Art. 4º - As atividades desenvolvidas constarão do histórico escolar, com a atribuição da carga horária, conferida pelo Coordenador do curso. Art. 5º - Caberá ao estudante requerer, por escrito, até 30 dias após a realização da atividade, a averbação da carga horária para sua contabilização, sem atribuição de grau. II – DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 6º - A presente regulamentação de funcionamento atende aos seguintes objetivos específicos: I. buscar uma maior integração entre os corpos docente e discente. II. flexibilizar o currículo pleno do curso. III. proporcionar ao alunado maiores aperfeiçoamentos crítico-teórico e técnicoinstrumental IV. aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica dos egressos, em conjunto com as outras Coordenações. Art. 7º - As Atividades Complementares são compostas por tarefas desenvolvidas pelo(a) estudante(a) e reconhecidas pelo Centro. Art. 8º - Para fins deste Regulamento, são consideradas Atividades Complementares: as atividades previstas nos grupos I, II, III e IV. 132 III – DO COORDENADOR DE ATIVIDADES EXTRACURRICULARES Art. 9º - Ao Coordenador compete: I - auferir a carga-horária para as atividades desenvolvidas pelos estudantes, inclusive as realizadas em outras instituições, em documento específico. II - dirimir quaisquer dúvidas referentes ao presente Regulamento, em primeira instância. III - responsabilizar-se pelo controle acadêmico do cumprimento de créditos referentes às atividades complementares e avaliar a documentação exigida para validação da atividade. IV – DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 10º - Serão consideradas as horas relativas às participações externas desde que seja fornecido um certificado ou uma declaração informando o total de horas despendidas na participação. O comprovante de participação esteja devidamente autenticado ou contenha algo que possa ser aferido, por exemplo: assinatura e carimbo de representante da Instituição onde se deu a participação. Art. 11º - Se para participar do evento for necessário um deslocamento cuja duração seja superior a duas horas, o tempo despendido nesse deslocamento poderá ser adicionado à duração do evento, e contabilizado para a disciplina. Art. 12º - Excluem-se das Atividades Complementares aquelas atividades exercidas no Estágio Supervisionado, e em seminários ou palestras que fazem parte da carga horária de disciplinas específicas do curso. Art. 13º - Os comprovantes apresentados pelo estudante ficarão arquivados no Centro até o término do curso. Art. 14º - A Universidade deve assegurar ao estudante as condições necessárias para a plena realização de suas atividades. Art. 15º - Atos complementares que se fizerem necessários, para o aperfeiçoamento das atividades dos Centros, serão expedidos pelo Diretor de Centro. Art. 16º - Este Regulamento entra em vigor a partir desta data, revogando-se as disposições em contrário. 133 Anexo VI – Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) CAPÍTULO I - DA NATUREZA Art. 1º Este Regulamento estabelece as orientações da disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental, conforme estabelece a matriz curricular do curso. CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS Art. 2º São objetivos do Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental: I - aprofundar conhecimentos em uma área específica da Engenharia Ambiental; II - aprender a redigir artigos em Engenharia Ambiental; III - gerar conhecimento científico em Engenharia Ambiental; IV - desenvolver e apresentar, por meio de técnicas adequadas, uma monografia. CAPÍTULO III - DO TRABALHO DE CONCLUSÃO Art. 3º O Trabalho de Conclusão realiza-se da seguinte forma: I – escolha e desenvolvimento de um tema específico em Engenharia Ambiental pelo aluno(a); II – assinatura de termo de compromisso entre o aluno e a Universidade em caso de utilização dos laboratórios/pesquisas aplicadas. Parágrafo único. Os recursos financeiros, necessários para a realização do Trabalho de Conclusão devem ser previstos na forma de orçamento em projeto de apoio às atividades do Trabalho de Conclusão e são liberados pelo Colegiado do Curso ou por Instituições, quando for o caso. Art. 4º O aluno pode desenvolver seu trabalho de pesquisa nos laboratórios da Engenharia Ambiental, nos laboratórios de outros cursos da Instituição, com prévia anuência entre os cursos onde os laboratórios estão alocados, ou de outra Instituição. Parágrafo único. O uso de laboratórios que não pertençam à Engenharia Ambiental somente é possível por meio de acordos/convênios correspondentes entre cursos/departamentos, ou entre a UVA e a Instituição onde o laboratório está alocado. CAPÍTULO IV - DAS CONDIÇÕES Art. 5º Os orientadores, necessários para o desenvolvimento das atividades do Trabalho de Conclusão, devem ser professores lotados no Curso de Engenharia e outras Engenharias, preferencialmente, do curso de Engenharia Ambiental. Parágrafo único. Excepcionalmente podem ser aceitos orientadores de outros cursos, ou de outra instituição com habilitação na área de conhecimento, mediante aprovação pela Comissão do Trabalho de Conclusão. 134 CAPÍTULO V - DA COMISSÃO Art. 6º A Comissão do Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental é constituída pelos seguintes membros: I - coordenador do curso de Engenharia Ambiental; II - coordenador do Trabalho de Conclusão; III - professores orientadores; IV - representante discente escolhido pelos alunos entre os matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão. Art. 7º Compete à Comissão do Trabalho de Conclusão: I - indicar os professores orientadores para as áreas escolhidas pelos alunos; II - coordenar, supervisionar, avaliar e deliberar sobre os trabalhos de conclusão; III - indicar dois professores para compor a banca examinadora do Trabalho de Conclusão. CAPÍTULO VI - DA COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS DE GRADUAÇÃO Art. 8º Compete ao colegiado do curso de Engenharia Ambiental indicar anualmente o professor para exercer as funções de Coordenador dos Trabalhos de Conclusão. Art. 9º A coordenação dos Trabalhos de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental é exercida por um docente responsável pelas disciplinas de Trabalho de Conclusão, o qual será remunerado de acordo com a legislação vigente. Art. 10. São atribuições do Coordenador dos Trabalhos de Conclusão: I - promover reuniões com os alunos e professores orientadores; II - divulgar os nomes dos professores orientadores para cada área do Trabalho de Conclusão; III - divulgar e fazer cumprir o regulamento do Trabalho de Conclusão; IV - orientar os alunos para a efetivação do seu Trabalho de Conclusão; V - informar os professores e alunos sobre o processo do Trabalho de Conclusão; VI - convocar e presidir reuniões da Comissão do Trabalho de Conclusão VII - auxiliar os alunos na escolha do tema a ser desenvolvido no Trabalho de Conclusão; VIII - sugerir dados para as apresentações e avaliação do Trabalho de Conclusão; IX - substituir professores indicados pela Comissão do Trabalho de Conclusão quando necessário. CAPÍTULO VII - DA ORIENTAÇÃO Art. 11. Cada aluno deve ter à sua disposição um professor orientador, habilitado na respectiva área do conhecimento em que será realizado o Trabalho de Conclusão. Art. 12. São atribuições do professor orientador: I – orientar o aluno na elaboração do Trabalho de Conclusão; II – fazer cumprir as normas de apresentação de Trabalhos e Monografias da UVA; III – avaliar individualmente o projeto correspondente ao Trabalho de Conclusão I; V – participar das reuniões quando convocadas pelo coordenador do Trabalho de Conclusão; 135 VI – aceitar e fazer cumprir as decisões da Comissão de Trabalho de Conclusão, entregues e apresentados pelos alunos à Comissão do Trabalho de Conclusão. CAPÍTULO VIII - DO CORPO DISCENTE Art. 13. O corpo discente é constituído pelos alunos regularmente matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão. Art. 14. Além do previsto no Estatuto e no Regulamento Geral da UVA e nos demais documentos legais da UVA, os alunos têm, ainda, os seguintes direitos e deveres: I – receber orientações necessárias para a realização das atividades curriculares previstas; II – apresentar sugestões e ou solicitações que venham contribuir para o melhor desenvolvimento de suas atividades; III – observar o regulamento e exigências do Trabalho de Conclusão; IV – participar de atividades afins, seminários, palestras e congressos, de acordo com as solicitações dos membros da Comissão do Trabalho de Conclusão; V – comunicar e justificar com antecedência ao professor orientador ou na ausência deste, ao coordenador do Trabalho de Conclusão, quaisquer impedimentos para a conclusão do Trabalho de Conclusão; VI – indicar um membro da banca examinadora, juntamente com o orientador. CAPÍTULO IX - DA AVALIAÇÃO Art. 15. Na disciplina de Trabalho de Conclusão na Engenharia Ambiental não há exame final e o aluno é considerado aprovado quando alcançar nota igual ou superior a 7,0 como resultado final do processo de avaliação, atribuída pelo professor orientador e pelos integrantes da banca examinadora, ao trabalho apresentado pelo aluno. Parágrafo único. No caso do aluno não alcançar a nota mínima 7 (sete), será concedido o prazo de até 30 dias para sanar as deficiências apresentadas, estando a divulgação da nota final condicionada ao cumprimento integral das mesmas. Art. 16. Se após o prazo estabelecido no parágrafo único do Artigo 15º, o aluno não conseguir a aprovação de seu trabalho, o mesmo deverá cursar novamente a Disciplina Trabalho de Conclusão. Parágrafo único. A avaliações das correções efetuadas pelo aluno é de responsabilidade de uma banca composta pelo Professor Orientador e por outro professor da Engenharia Ambiental, indicado pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão. Art. 17. A apresentação oral do Trabalho de Conclusão deve ocorrer em local, data e horário aprovados pelo Coordenador da disciplina, obedecendo a seguinte divisão de tempo: I - apresentação do aluno: máximo de 30 minutos; II - argüição da banca examinadora: no máximo 30 minutos por membro. Parágrafo único. Para a avaliação do trabalho de conclusão, o aluno deve entregar duas 136 cópias do seu trabalho ao Coordenador de Trabalho de Graduação 15 dias antes do término das aulas do semestre de realização do trabalho. Art. 18. A avaliação do trabalho é feita pela média das notas emitidas pelos componentes da banca, distribuídos da seguinte maneira: I - 60% para a parte escrita; II - 40% para a apresentação oral. Art. 19. A banca examinadora é composta por 3 (três ) professores conforme segue: I – 1 (um) professor indicado pelo orientador e pelo aluno; II – 1 (um) professor indicado pela Comissão de Trabalho de Conclusão do curso da Engenharia Ambiental dentre os professores do curso ou um professor convidado; e III – o professor orientador. Parágrafo único. O professor convidado pode ser desta Universidade ou de outra Instituição de Nível Superior legalmente reconhecida pelo MEC, com formação ou PósGraduação a nível de Mestrado ou Doutorado numa área afim da Engenharia Ambiental. Art. 20. Cabe ao aluno, justamente com seu orientador, decidir pela presença ou não de platéia, quando submetido à banca examinadora. CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 21. É vedada a realização do Trabalho de Conclusão em grupo. Art. 22. Os casos omissos neste regulamento são analisados e julgados pela Comissão do Trabalho de Conclusão e pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e encaminhados aos Órgãos competentes para solução quando o caso exceder o poder de decisão dos mesmos. Art. 23. A liberação da nota final do Trabalho de Conclusão é condicionada à entrega, à coordenação de Trabalho de Graduação, de duas cópias impressas e encadernadas com capa dura e uma cópia em CD-ROM, do relatório de Trabalho de Graduação, reformulada se for o caso, num prazo máximo de 10 dias após a apresentação oral do relatório. Parágrafo único. Se houver atraso não justificado na entrega da cópia do relatório, a Banca pode modificar a nota final. Art. 24. Os casos omissos serão analisados e julgados pelo orientador, pela comissão de Estágios e pelo Colegiado de Curso, devendo ser encaminhados aos órgãos competentes para decisão quando o assunto não for de sua competência. Art. 25. Este regulamento entra em vigor na data da sua aprovação. Aprovado, pelo Colegiado de Curso, em reunião do dia 11 de abril de 2009. 137 Anexo VII – Regulamento dos Laboratórios de Ensino UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA – UVA CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE ENSINO CAPÍTULO I - DA CONSTITUIÇÃO Art. 1º Os seguintes espaços físicos constituem-se em Laboratórios de Ensino do Curso de Engenharia Ambiental: I- Laboratório de Águas; II- Laboratório de Solos; III - Laboratório de Metrologia; IV- Laboratório de Química; V- Laboratório de Ecologia; VI – Laboratório de Microbiologia; VII - Laboratórios de Física. CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS Art. 2º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental tem por objetivo proporcionar a realização de aulas práticas, prioritariamente, para o desenvolvimento das disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental e apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e de extensão ligados aos cursos de graduação em engenharia, previstos neste regulamento. Art. 3º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental, quando realizarem atividades de prestação de serviços nas suas áreas de atuação, devem atender regulamento específico. CAPÍTULO III - DOS PRINCÍPIOS Art. 4º Constituem princípios dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental: I - buscar a excelência em suas áreas de atuação; II - aperfeiçoar continuamente o corpo técnico; III - proporcionar os meios necessários para o desenvolvimento de conhecimentos científicos aos seus usuários através do exercício de suas habilidades, tais como: a criatividade, a iniciativa, o raciocínio lógico, a síntese e os sensos de análise e crítica. 138 CAPÍTULO IV - DA COORDENAÇÃO Art. 5º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental são coordenados por um professor da área, indicado pelo Colegiado do Curso, estando subordinado ao Coordenador do Curso. § 1º O mandato do Coordenador é de 02 anos, podendo ser renovado. § 2º O coordenador dos Laboratórios de Engenharia Ambiental exerce a função, recebendo pelo trabalho extraclasse como previsto em seu regime de trabalho Parcial ou Integral. Art. 6º Compete à Coordenação dos Laboratórios de Ensino planejar, organizar, dirigir, coordenar, controlar as atividades e o patrimônio existente nos laboratórios Art. 7º São atribuições do Coordenador dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental: I- propor a contratação e a dispensa de funcionários; II - propor a criação de vagas para bolsistas e participar no processo de inscrição e seleção; III - acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas nos Laboratórios; IV - representar os Laboratórios, quando solicitado; V- controlar a ocupação das dependências dos Laboratórios; VI - responsabilizar-se pelo uso adequado e pela conservação do patrimônio dos Laboratórios; VII - exercer o controle dos orçamentos específicos, das receitas, das despesas, das prestações de conta e dos estoques; VIII - cumprir e fazer cumprir as decisões do Colegiado do Curso de Engenharia de Ambiental; IX - elaborar o relatório anual das atividades dos Laboratórios de Ensino e encaminhar ao órgão competente; X- analisar as solicitações de empréstimo ou transferência de equipamentos e materiais; XI - participar da elaboração do orçamento anual dos Laboratórios em conjunto com a coordenação do Curso de Engenharia Ambiental. 139 CAPÍTULO V - DOS USUÁRIOS Art. 8º São usuários dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental: I– alunos da graduação do Curso de Engenharia Ambiental; II – alunos da graduação dos demais Cursos de engenharia, mediante solicitação por escrito à Coordenação dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do material consumido e taxa de manutenção dos equipamentos; III – bolsistas de trabalho, de ensino, de pesquisa e de extensão, nas áreas afins aos Laboratórios da UVA, mediante solicitação por escrito à Coordenação dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do material consumido e taxa de manutenção dos equipamentos; V – Alunos de outras Instituições de Ensino Superior, mediante solicitação por escrito à Coordenação dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do material consumido e taxa de manutenção dos equipamentos. CAPÍTULO VI - DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO Art. 9º Compete aos funcionários dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental executar, organizar e orientar os usuários, estando subordinado ao Coordenador dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental. Art. 10. São atribuições do funcionário dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental: I- zelar pelo funcionamento e pela organização dos Laboratórios; II - responsabilizar-se pelos bolsistas dos Laboratórios de Ensino; III - supervisionar e orientar o correto uso de equipamentos de segurança; IV - zelar pela conservação e pelo uso adequado do patrimônio da UVA; V- fiscalizar e controlar o uso de materiais de consumo; VI - administrar as reservas de horário para aulas nos Laboratórios de Ensino; VII - efetuar testes prévios em experiências a serem desenvolvidas pelos alunos, quando necessário; VIII - acompanhar as atividades desenvolvidas por estagiários de graduação. IX – permitir a operação de equipamentos por alunos somente após verificar a sua capacitação técnica para a operação. Art. 11. São atribuições dos professores que utilizam os Laboratórios: 140 I - definir, encaminhar, orientar e acompanhar as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas nos Laboratórios; II - utilizar os Laboratórios de Ensino mediante reserva antecipada através de formulário de reserva, com as seguintes providências: a) reservar a aula prática com uma semana de antecedência para os casos em que os funcionários dos Laboratórios de Ensino devam testar previamente os métodos; b) informar, no formulário de reserva de aula, a necessidade de um operador para equipamentos específicos; c) reservar com antecedência de mínima de 48 horas materiais de uso comum existentes no estoque; d) solicitar com uma semana de antecedência materiais que não fazem parte do acervo dos Laboratórios; e) comunicar e planejar experimentos não existentes com antecedência tal que possibilite a efetivação dos mesmos; III - orientar o destino final para os resíduos produzidos durante a realização da aula prática, não permitindo a liberação de substâncias agressivas ao meio ambiente para locais inadequados, devendo encaminhá-los para catalogação e acondicionamento, de acordo com normas técnicas; IV- utilizar e exigir dos usuários dos Laboratórios o uso de Equipamentos de Proteção Individual e de Equipamentos de Proteção Coletiva; V- comunicar irregularidades, ao Coordenador dos Laboratórios de Ensino ou a Coordenação do curso de Engenharia Ambiental. VI – responsabilizar-se pelo zelo e integridade dos equipamentos durante a realização de experimentos didáticos ou de pesquisa; Art.12. Cabe aos alunos em atividades de ensino, pesquisa ou extensão: I- zelar pelo patrimônio dos Laboratórios; II – ater-se ao espaço designado a realização dos experimentos, não interferindo na integridade ou funcionamento de equipamentos ou instalações alheias aos interesses específicos; III- utilizar os equipamentos de proteção individual - EPIs e coletiva - EPCs, quando necessário; IV- comunicar irregularidades ao professor, ao Coordenador dos Laboratórios, ao Funcionário dos Laboratórios ou ao Coordenador do Curso; V- não colocar substâncias agressivos ao meio ambiente junto à rede de esgotos em locais inadequados; VI - apresentar a autorização do professor da disciplina ao Coordenador dos Laboratórios, para realizar atividades práticas fora dos horários preestabelecidos; 141 VII - apresentar a autorização da Coordenação dos Laboratórios de Engenharia Ambiental nos casos em que necessite realizar atividades além das que foram previstas em conjunto com o professor; VIII – respeitar as normas de segurança; IX – responsabilizar-se pela limpeza e organização do material utilizado na atividade prática. Art. 13. Compete aos estagiários e bolsistas: I- organizar, juntamente com o professor orientador e com o funcionário dos laboratórios um cronograma de atividades; II- informar os turnos de trabalho ao funcionário responsável; III- zelar pelo patrimônio dos Laboratórios de Ensino; IV- utilizar os equipamentos de proteção individual e, quando necessário, e seguir rigorosamente as regras de segurança do prédio; V- não colocar resíduos líquidos e/ou sólidos agressivos ao meio ambiente em locais inadequados; VI- responsabilizar-se pela limpeza e organização do material utilizado na atividade prática; VII- informar ao funcionário responsável pelos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental a conclusão do estágio, fazendo a devida devolução do material utilizado. VIII- cumprir as determinações do presente Regulamento. Parágrafo único. É vedada a possibilidade dos estagiários desempenharem suas atividades sem o acompanhamento do professor orientador, ou do bolsista de laboratório ou ainda, de um funcionário do Laboratório. CAPÍTULO VI - DO ACESSO ÀS DEPENDÊNCIAS E DA SEGURANÇA Art. 14. A utilização dos Laboratórios pode ser feita nos turnos da manhã, tarde e noite, de segundas a sextas-feiras, mediante agendamento, e em outros horários, com autorização do Coordenador do Laboratório. Art. 15. Todos os funcionários, professores, alunos, bolsistas e estagiários devem seguir as normas de segurança vigentes no prédio, acatando as determinações do Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT, da Brigada de Incêndio e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes- CIPA. 142 CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 16. O empréstimo ou a transferência de equipamentos e de materiais deve ser feito através de formulário específico, autorizado pela Coordenação do curso tendo o consentimento da Coordenação dos Laboratórios. Art. 17. A estrutura e o funcionamento das áreas comuns ao curso de Engenharia Ambiental e demais cursos de engenharia são definidas conjuntamente pelas coordenações dos respectivos Cursos, ouvidos os coordenadores dos laboratórios. Art. 18. Os casos omissos serão encaminhados para o Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental. Art. 19. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação. Aprovado, pelo Colegiado de Curso, em reunião do dia 23 de 02 de 2012. 143