PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE ENGENHARIA AMBIENTAL
2012
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SUMÁRIO
I.
CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
1.1. Histórico da Universidade
1.2. Inserção regional
1.2.1. Universidade e seu contexto
1.2.2. Região de abrangência
1.2.3. Aspectos demográficos, econômicos e socioculturais da região
1.3. Ato de reconhecimento
1.4. Administração geral
1.5. Organograma
1.6. Campi da Universidade – Cursos oferecidos
1.6.1. Campus Tijuca
1.6.2. Campus Barra
1.6.3. Campus Cabo Frio
II. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E GESTÃO INSTITUCIONAL DA
UNIVESIDADE VEIGA DE ALMEIDA
2.1. Introdução
2.2. Administração superior
2.3. Administração básica
2.4. Gestão acadêmico–administrativa da Coordenação de curso
2.4.1. Secretaria setorial
2.4.2. Divisão de Apoio ao Ensino
2.4.3. Política e formas de acesso à UVA
2.4.4. Controle acadêmico do aluno
2.4.5. Serviço de apoio ao aluno
2.4.6. Programas de incentivo acadêmico
2.4.7. Núcleo de Apoio Pedagógico – NAP
2.5. Organização e gestão de pessoal
2.5.1. Corpo docente
2.5.2. Corpo técnico-administrativo
2.6. Biblioteca
2.7. Campus Virtual EAD
2.8. Gestão orçamentária
2.9. Cursos de Pós-graduação
2.9.1. Pós-graduação Lato Sensu
2.9.2. Pós-graduação Stricto Sensu
III. CONCEPÇÕES GERAIS DO CURSO
3.1. Nome do curso
3.2. Grau conferido
3.3. Aspectos legais
3.4. Integralização
3.5. Gestão acadêmica
IV. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1. Ensino, Pesquisa e Extensão
4.1.1. Ensino
4.1.2. Pesquisa
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4.1.3. Extensão
4.2. Metodologia de ensino e práticas pedagógicas
V.
MARCO SITUACIONAL
5.1. Cenário nacional, regional e local
5.2. Justificativa
5.3. Histórico do curso
VI. MARCO CONCEITUAL
6.1. A construção do Projeto Pedagógico do Curso
6.2. Objetivos do curso
6.3. Perfil do egresso
6.4. Competências e habilidades
VII. REQUISITOS DE ACESSO
VIII. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
8.1. Matriz curricular
8.2. Ementário
IX. PERFIL PROFISSIONAL DE GRADUAÇÃO
X.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINOAPRENDIZAGEM
10.1. Avaliação do rendimento escolar
XI. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE
AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
DESENVOLVIDAS ANTERIORMENTE
XII. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
XIII. EQUIPE DOCENTE, COORDENAÇÃO DE CURSO E NDE
13.1 Equipe docente quanto à titulação, regime de trabalho e experiência
profissional
13.2. Coordenação do curso
13.3. Núcleo Docente Estruturante – NDE
XIV. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E
BIBLIOTECA
14.1. Instalações gerais
14.2. Biblioteca
14.3. Laboratórios
XV. EXPLICITAÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADO A SEREM
EXPEDIDOS
XVI. ATIVIDADES ACADÊMICAS
16.1. Trabalho de Conclusão de Módulos – Projetos parciais
16.2. Atividades complementares
XVII. ANEXOS
Anexo I - Plano da Carreira Docente
Anexo II – Regulamento da Biblioteca
Anexo III – Regulamento do Estágio Supervisionado
Anexo IV – Regulamento da Iniciação Científica
Anexo V – Regulamento das Atividades Complementares
Anexo VI – Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC)
Anexo VII – Regulamento dos Laboratórios de Ensino
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I. CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
Missão da Universidade
"A UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA (UVA) tem
como missão formar profissionais, oferecendo ensino de
qualidade, estimular e desenvolver pesquisa e promover
atividades de extensão relevantes à comunidade,
contribuindo desse modo para a formação plena do
cidadão, alicerçada em uma cultura empreendedora e
princípios humanistas, éticos e democráticos”
A Universidade Veiga de Almeida é uma instituição de ensino, pesquisa e
extensão, mantida pela Associação Educacional Veiga de Almeida, sociedade civil, sem
fins lucrativos, com sede e foro no Município do Rio de Janeiro, Estado do Rio de
Janeiro, com Estatuto aprovado e registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas
Jurídicas, da Comarca do Rio de Janeiro.
A Universidade Veiga de Almeida, seus órgãos, atividades e serviços à
comunidade regem-se:
I-
Pela Legislação em vigor;
II -
Pelo Estatuto da Entidade Mantenedora;
III -
Pelo seu Estatuto;
IV -
Pelo seu Regimento Geral;
V-
Pelos atos normativos e regulamentos internos.
A Universidade Veiga de Almeida goza de autonomia acadêmica, didáticocientífica, administrativa e disciplinar, nos termos da lei, e, para o pleno exercício de
suas atividades, faz uso dos Campi Tijuca, na rua Ibituruna, 108, Cabo Frio, na Estrada
de Perynas, s/nº, e da Unidade Barra, na rua General Felicíssimo Cardoso, 500;
localizados no Estado do Rio de Janeiro.
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1.1. Histórico da Universidade
A Instituição Educacional Veiga de Almeida teve sua origem no ano de 1933, a
partir de uma Classe de Alfabetização localizada no modesto bairro de Santo Cristo, na
Cidade do Rio de Janeiro.
A partir de então, a competência, a perseverança, a dedicação e a visão de
futuro de seus dirigentes resultaram numa sequência de sucessos e inovações em suas
ações educacionais, que levaram à necessidade de ocupação de novos e maiores
espaços, compatíveis com o número crescente de alunos e colaboradores.
Em 1949, o bairro da Tijuca tornou-se a sede principal da Instituição e
representou o ponto de partida para a realização do sonho partilhado por todos: a
educação do Jardim da Infância à Universidade.
Em pouco tempo, o comprometimento com a missão educacional e a busca
permanente da qualidade consolidaram a liderança da Instituição no ensino básico,
resultando em índices de aprovação maciça de seus alunos no ingresso em universidades
públicas e privadas. A esta liderança, somou-se o título de Educador do Ano
conquistado pelo fundador da Instituição, Professor Mario Veiga de Almeida, em de
1970.
Estas conquistas aceleraram a caminhada para a implantação do ensino
superior, o que efetivamente ocorreu em 1972 com a criação da Escola de Engenharia
Veiga de Almeida, autorizada pelo Decreto nº 70.828, de 13/7/1972, publicado no D. O.
U. de 13/7/1972, p. 6.378.
Os bons resultados foram imediatos e desde o início de suas atividades no
ensino superior a Veiga de Almeida passou a figurar entre as primeiras opções de
escolha dos candidatos aos Cursos de Engenharia nos processos seletivos, unificados
promovidos pela Fundação CESGRANRIO, no Estado do Rio de Janeiro.
Este sucesso conduziu a uma nova e importante conquista no ano de 1974, com
a autorização para funcionamento da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Veiga de
Almeida por meio do Decreto nº 74.344, de 31/7/1974, publicado no D.O.U., de
31/7/1974, p.B.628.
Não tardou para que os novos cursos repetissem os passos da Engenharia, ao se
posicionarem entre as primeiras opções de escolha dos candidatos aos Cursos de Letras
nos processos seletivos unificados da Fundação CESGRANRIO.
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Posteriormente, foram criadas as Faculdades de Estudos Sociais, Serviço
Social, e Turismo, em 1983, seguiram-se a Faculdade de Fonoaudiologia, em 1985, a
Faculdade de Informática, em 1987 e as Faculdades de Administração e Ciências
Biológicas, em 1989, além da expansão da Escola de Engenharia.
O sentido de missão, os valores fundamentais da educação e as diretrizes
presentes na Veiga de Almeida, desde sua origem, permearam a criação de suas
Faculdades e nortearam suas ações, originando um desejo latente de integração que se
consolidou com sua unificação nas Faculdades Integradas Veiga de Almeida em 1990,
prenúncio da futura Universidade Veiga de Almeida.
Finalmente, em reunião realizada em 10 de novembro de 1992, o Conselho
Federal de Educação aprovou por unanimidade a transformação das Faculdades
Integradas Veiga de Almeida em Universidade Veiga de Almeida, via reconhecimento,
ato homologado pela Portaria nº 1.725, de 20/11/1992, publicada no D. O. U. de
23/11/1992, p. 16.175.
Desde a sua origem como Escola de Alfabetização, a Veiga de Almeida
pautou-se pela qualidade do ensino e pelo compromisso com suas comunidades. Com a
criação das Faculdades e posteriormente com sua conversão em Universidade, a
Instituição incorporou a dimensão científica e ampliou ainda mais sua vocação
extensionista, que já se fazia presente nos prelúdios de sua ação educacional básica.
A expansão da oferta de ensino superior adotou, como critérios principais, a
pertinência dos cursos em relação às demandas de suas comunidades, assim como a
interpretação das mudanças em curso na sociedade e na economia, com seus reflexos no
mundo do trabalho.
Já
no
âmbito
de
sua
autonomia
universitária
e
reafirmando
seu
comprometimento com as expectativas de seu entorno, a Universidade Veiga de
Almeida procedeu a um criterioso levantamento das demandas locais e regionais nas
diferentes áreas do conhecimento para dar início à criação sucessiva de novos cursos de
graduação e de pós-graduação, ampliando, de forma significativa, o espectro de opções
para seus ingressantes e de qualificações de seus egressos.
Assim como ocorrera com as Faculdades, a expansão na fase universitária
também se pautou pelos diferentes perfis de qualificação requeridos pelo mundo do
trabalho, resultando na diversificação tipológica dos cursos que passaram a abranger a
graduação tradicional, os cursos superiores de tecnologia e de formação específica
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(seqüenciais), a pós-graduação lato sensu e a pós-graduação stricto sensu (mestrados
profissionais).
Esta diversificação refletiu as mudanças em curso na Legislação Educacional,
notadamente após a promulgação da Lei 9394/96, e incorporou, assim como as novas
tipologias de cursos, os novos parâmetros de organização curricular emergentes após a
extinção dos currículos mínimos.
Em 1995, a morte do Eminente Educador Mario Veiga de Almeida,
idealizador, fundador e Reitor in memoriam da Instituição, não representou o fim de
seus ideais. Seu compromisso com a educação, sua visão de futuro e o alcance social de
suas realizações continuaram mantidos por seus descendentes e colaboradores, que
preservam a aliança entre ciência, tecnologia, inovação, ética e humanismo no
desenvolvimento de atividades educacionais, comunitárias e de produção de
conhecimentos.
A Veiga de Almeida, desta forma, orgulha-se de sua trajetória de realizações e
ciente da importância social e econômica de seus cursos, que compreendem:
graduação
superiores de tecnologia
pós-graduação lato sensu e pós-graduação stricto sensu (mestrados profissionais em
fonoaudiologia, odontologia e psicanálise, saúde e sociedade).
Seleto corpo docente e operosa coordenação trabalham em conjunto para uma
frutífera e reconhecida produção paralelamente ao cuidado especial dedicado às linhas
de pesquisa, visando sobremodo proporcionar ao participante aprofundamento e
largueza do saber que lhe permitam elevado padrão de competência técnicoprofissional. Ao elenco de cursos, acrescem as diversificadas atividades na extensão, na
prestação de serviços comunitários e na pesquisa, cabendo aqui destacar:
Atividades promovidas pelo Centro Cultural;
Clínicas integradas constituindo o Centro de Saúde da UVA;
Universidade da Terceira Idade;
Engajamento em Programas de Alfabetização de Jovens e Adultos, no Rio de Janeiro
e em outros Estados (CE, MA e RN);
Estreita articulação com as redes de ensino municipal, estadual, federal e particular;
Convênios mantidos com empresas públicas e privadas;
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Participação na Universidade Virtual Brasileira – UVB;
Fundação do canal universitário de televisão do Rio de Janeiro – UTV, e seu
participante semanal, com apresentação de quatro programas;
Projeto de integração universidade/escola, abrangendo as redes municipal, estadual,
federal e privada de ensino, com visitas programadas, palestras e aplicação de teste
vocacional e ações outras.
Desta forma, a Universidade Veiga de Almeida busca seu desenvolvimento de
forma plenamente integrada à sua comunidade, por meio da excelência dos serviços
oferecidos e trocas de experiências que garantem o aprendizado mútuo entre
universidade e sociedade.
O histórico e o cenário aqui descrito não esgotam as realizações da Instituição.
Representam, antes, uma descrição dos marcos significativos de suas mais de sete
décadas de existência, caracterizadas pelo espírito de colaboração de suas ações e de
integração constante com sua comunidade.
1.2. Inserção Regional
1.2.1 A Universidade e seu contexto
Ao longo das últimas décadas, o conhecimento estabeleceu-se como o principal
ativo para pessoas, sociedade e organizações na busca do desenvolvimento e da
autonomia nas esferas econômica, política e social.
A ordem socioeconômica moldada pela era do conhecimento abriu espaços
para novas e diversificadas oportunidades profissionais, com substituição do trabalho
físico da economia industrial por atividades mais dinâmicas e intensivas de habilidades
técnicas e cognitivas sofisticadas.
O conhecimento passou a se constituir no elemento fundamental para que os
países possam atingir patamares mais elevados de desenvolvimento sustentável e
inclusivo, como ratifica o Relatório do Desenvolvimento Mundial de 1998-1999 do
Banco Mundial – Conhecimento para o Desenvolvimento – onde se lê que
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“... países pobres – e pessoas pobres – diferem dos ricos não apenas por
disporem de menos capital, mas também por terem menos conhecimentos
ou por fazerem uso dos mesmos de forma menos produtiva”.
As universidades constituem a principal instância formadora e provedora de
conhecimentos nas sociedades modernas, assumindo um papel preponderante na
capacidade de desenvolvimento sustentado de sociedades e nações. De organizações
herméticas até meados do século XX converteram-se progressivamente em
organizações abertas e em constante interação com a sociedade, contribuindo de forma
decisiva para a busca de formas sustentadas e inclusivas de desenvolvimento.
Representam o locus, por excelência, onde o conhecimento é produzido,
organizado, sistematizado, compartilhado e aplicado por meio das três funções que
constituem os eixos organizadores da instituição universitária:
Transmissão do conhecimento acumulado, valores, cultura, artes, os princípios
democráticos e a cidadania por meio do ensino;
Produção de novos conhecimentos por meio da pesquisa;
Extensão à comunidade de todo um conjunto de formas instrumentalizadas de
conhecimentos e serviços organizados em diferentes áreas, de modo que contribua
para o desenvolvimento regional.
A importância da universidade, de uma forma geral, e do ensino superior, em
particular, é reafirmada por organismos supranacionais que orientam políticas, diretrizes
e recomendações para novas formas de pesquisa, educação, serviços universitários
contextualizados com as demandas da sociedade. Como exemplo, pode-se mencionar o
pronunciamento do Relatório Final da Conferência Mundial sobre Educação Superior da
UNESCO (1998, p. 25):
“Devido ao escopo e à velocidade das mudanças, a sociedade tornou-se
incrivelmente baseada no conhecimento, de modo que a educação superior
e a pesquisa atuam como componentes essenciais do desenvolvimento
cultural, socioeconômico e ambiental sustentável de indivíduos,
comunidades e nações. A Educação Superior é confrontada com desafios
formidáveis e deve proceder a mais radical mudança e renovação que foi
jamais requerida a fazer”.
No âmbito nacional, a nova legislação educacional brasileira, LDB nº 9394/96,
trouxe grandes transformações nos vários níveis e modalidades de ensino. A Lei
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repercutiu o valor do conhecimento nas sociedades modernas e a importância das
instituições de ensino superior no cenário do desenvolvimento nacional. O Parecer no
776/97 do Conselho Nacional de Educação, que dispõe sobre os cursos superiores,
expressa que:
“A orientação estabelecida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, no que tange ao ensino em geral e ao superior em especial,
aposta no sentido de assegurar maior flexibilidade na organização dos
cursos e carreiras, atendendo à heterogeneidade tanto da formação prévia
como das expectativas e dos interesses dos alunos. Ressalta, ainda, a nova
LDB, a necessidade de uma profunda revisão de toda a tradição que
burocratiza os cursos e se revela incongruente com as tendências
contemporâneas de considerar a boa formação, no nível de graduação
como etapa inicial de formação continuada”.
Posteriormente, o Plano Nacional de Educação, aprovado pela Lei Federal no.
10.172 de 9 janeiro de 2001, estabeleceu políticas e objetivos de elevação da
escolaridade de nível superior, com meta de oferta para, pelo menos, 30% da população
na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, assim como a diversificação tipológica das
Instituições de Ensino Superior (IES), como forma de atender a demandas diferenciadas
da sociedade e do mercado de trabalho. O Plano sustenta que:
“Nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte
sistema de educação superior. Num mundo em que o conhecimento sobrepuja
os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano, a importância
da educação superior e de suas instituições é cada vez maior. As IES têm
muito a fazer, no conjunto dos esforços nacionais, para colocar o País à altura
das exigências e desafios do século XXI, encontrando a solução para os
problemas atuais, em todos os campos da vida e da atividade humana e
abrindo um horizonte para um futuro melhor para a sociedade brasileira,
reduzindo as desigualdades.”
Neste novo cenário, as universidades encontram-se diante do desafio de
repensar profundamente sua importância atual e futura, renovando suas estruturas,
objetivos, métodos de trabalho e de gestão, como formas de reafirmar sua importância
na definição dos rumos da sociedade.
É preciso ousar, reinventar e buscar continuamente novas formas de integração
com os diversos atores sociais, com a agilidade e a rapidez necessárias para interpretar
as constantes mudanças e traduzi-las em conhecimentos, educação e serviços que
possam atender às crescentes e diversificadas demandas da sociedade e do mundo do
trabalho.
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Melhoria contínua da qualidade nas ações educacionais, estruturas mais ágeis,
maior capacidade de resposta às demandas externas, maior eficiência dos processos,
melhores instalações, maior produtividade acadêmica, gestão profissional, relevância da
pesquisa, aumento da competitividade, melhoria permanente da imagem e do prestígio
institucional são alguns dos desafios que se impõem a todas as universidades brasileiras
e à Universidade Veiga de Almeida, em particular.
Não se deve perder de vista, entretanto, o fato de que as funções da
universidade não se limitam à formação profissional para o trabalho, constituindo-se,
antes, num espaço de produção, conservação e transmissão do saber, exercício da
reflexão, do debate e da crítica e, principalmente, de construção da cidadania.
A Universidade Veiga de Almeida possui uma profunda consciência de seu
papel social e busca desempenhá-lo com responsabilidade e eficiência, oferecendo
ensino de qualidade e coerência de ações, pautadas em dados objetivos e decisões
participativas, informatização plena de seus setores e preocupação constante com o
meio ambiente.
Em especial, seu papel na formação de professores constitui um dos aspectos
mais relevantes de suas funções na atualidade, especialmente quando se considera a
necessidade de uma educação básica inclusiva e com qualidade.
Cabe à universidade a liderança neste processo, aliando conhecimentos e novas
tecnologias educacionais, especialmente o ensino a distância, na superação de barreiras
de espaço e tempo para a disseminação do conhecimento e para a formação dos
professores das futuras gerações.
Ciente da importância de sua própria postura empreendedora, a Universidade
Veiga de Almeida estabeleceu o Empreendedorismo como uma disciplina universal em
todos os seus currículos. Além de componente curricular específico, a postura
empreendedora assim como a responsabilidade social e a ética constitui temas
transversais em todos os programas de ensino.
Além do Empreendedorismo, as Ciências Ambientais constitui outra disciplina
universal em seus currículos, como forma de contribuir para a formação de profissionais
conscientes da necessidade de formas sustentáveis de desenvolvimento.
A Universidade promove também ações sociais relacionadas à saúde
preventiva, como campanhas regulares de doação de sangue, desencadeadas em parceria
com órgãos públicos especializados, campanhas de prevenção da AIDS e a realização
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de eventos que abordam questões sociais relevantes como ações inclusivas para
portadores de necessidades especiais.
Ainda no campo social, a Universidade Veiga de Almeida desenvolve
programas de alfabetização para jovens e adultos em comunidades carentes do Estado
do Rio de Janeiro, tais como Rocinha e Mangueira. Os programas estendem-se para
municípios de outros estados, como Governador Dix-Sept Rosado e Itajá, no Rio
Grande do Norte.
Recentemente, foram encerrados programas de alfabetização nos municípios de
Paulo Ramos, no Estado do Maranhão, além de Miraíma, Itapajé e Irauçuba, no Estado
do Ceará, tendo como resultado a significativa redução da taxa de analfabetismo nestes
municípios.
A preocupação da Veiga de Almeida com a integração entre todos os níveis de
ensino levou à criação do Programa Vivenciando, por meio do qual os alunos das redes
municipal, estadual, federal e particular do Estado têm a oportunidade de visitar a
Universidade e vivenciar o dinâmico ambiente universitário, com roteiros explicativos
em laboratórios, oficinas, salas especiais, biblioteca, e demais dependências da
instituição, bem como a aplicação de testes vocacionais.
1.2.2 Região de abrangência
A região de abrangência da Universidade Veiga de Almeida distribui-se em
três áreas do Estado do Rio de Janeiro, sendo duas delas na capital:
Bairro da Tijuca, com uma população de 162.637 habitantes e com 10.771 alunos
matriculados no ensino médio.
Barra da Tijuca, com uma população de 129.632 habitantes e com 7.954 alunos no
ensino médio.
A terceira área de abrangência localiza-se no Município de Cabo Frio e seu
entorno, compreendendo Araruama, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Iguaba,
Macaé, Rio Bonito, Rio das Ostras, São João da Barra, São Pedro da Aldeia, Saquarema
e Silva Jardim. No total, são 806.148 habitantes e 53.412 alunos no ensino médio, sendo
que apenas em Cabo Frio são 153.735 habitantes e 7.347 alunos matriculados no ensino
médio.
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As três unidades da Universidade Veiga de Almeida estão estreitamente
articuladas em torno da missão, visão de futuro e objetivos institucionais, assim como
integradas no aspecto organizacional e administrativo. Esta unidade filosófica e
operacional, entretanto, não compromete a realização de atividades próprias de cada
unidade, decorrentes das peculiaridades socioeconômicas e culturais de seus entornos.
1.2.3 Aspectos demográficos, econômicos e socioculturais da região de
abrangência
Os dados oficiais do Censo de 2010 apontam, para o Estado do Rio de Janeiro,
uma população de 15.989.929 habitantes e, para o Município do Rio de Janeiro, uma
população de 8.551.538 habitantes, o que demonstra sua elevada concentração
demográfica.
Com uma superfície de 43.305 Km2, O Estado do Rio de Janeiro originou-se da
fusão dos antigos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro. Sua economia é bastante
complexa e diversificada, pois, até certo ponto, as atividades nele desenvolvidas foram
condicionadas aos recursos que predominavam nos referidos domínios naturais,
elementos que tiveram grande importância no processo de ocupação e em sua evolução
e, conseqüentemente, na distribuição espacial e nas características gerais da população.
A cidade do Rio de Janeiro caracteriza-se por sua especialização na prestação
de serviços. Entre eles destacam-se as atividades político-administrativas, industriais,
financeiras, portuárias, socioculturais, de turismo e lazer, cujo desenvolvimento tem sua
origem intrinsecamente relacionada ao papel de capital do país, desempenhado pela
cidade até 1960.
As atividades são voltadas principalmente para bens de consumo, nas áreas de
tecidos, vestuário, móveis e decorações, entre outras. Merece destaque a atividade de
pesca, realizada na costa fluminense, a produção de sal e de álcalis em Cabo Frio e
Araruama e a extração de petróleo na plataforma continental entre Campos e Macaé.
Marca, também, presença o ressurgimento da indústria de construção naval e
de produção de energia em Angra dos Reis. As atividades agropecuárias, a produção de
frutas cítricas, lavouras alimentares para subsistência e a pecuária mista caracterizam a
ocupação das áreas existentes entre o litoral e a Serra do Mar.
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No aspecto sociocultural, o Rio de Janeiro, constitui-se em um dos maiores
centros socioculturais do país, com suas universidades, centros de produção cultural,
bibliotecas, teatros, museus, pinacotecas, arquivos histórico-geográficos, conservatórios
musicais, grêmios literários e outros.
As áreas de lazer, parques e áreas verdes (especialmente a floresta urbana),
jardim botânico, jardim zoológico, clubes, autódromo, hipódromo, cinemas, teatros,
restaurantes e casas noturnas são partes muito representativas da cidade do Rio de
Janeiro, um dos mais bem servidos centros de vivência social do país. Tais
características constituem-se em importantes indicadores para a política de
aprimoramento constante e de expansão das atividades educacionais, científicas e
extensionistas da Universidade Veiga de Almeida, como forma de proporcionar a
integração permanente entre a instituição e seu entorno.
O atendimento à educação no estado do Rio de Janeiro está a cargo de
entidades municipais, estaduais, federais e particulares, alcançando alto índice de
atendimento à Educação Infantil, ao Ensino Fundamental e ao Ensino Médio.
No ensino superior, o Rio de Janeiro é a região de maior concentração de
ofertas diversificadas, de alunado e concluintes. Nela se localizam importantes
universidades e centros de excelência nos cursos de graduação, pós-graduação, nas
áreas de pesquisa e geração de ciência tecnológica.
Enfim, a Universidade Veiga de Almeida para cabal desempenho de sua
missão interage com as regiões em que atua, extrapolando para o âmbito estadual e
chegando, em alguns casos, ao âmbito nacional, por meio de rica e variada atividade
extensionista.
A renovação permanente de conteúdos de ensino e a modelagem de novos
produtos educacionais e de serviços mantêm estreita sintonia com a realidade
socioeconômica e cultural do Rio de Janeiro, o que torna a Universidade Veiga de
Almeida uma instituição, por excelência, integrada à sociedade e à economia da capital
e do Estado.
1.3. Ato de Credenciamento e Renovação de Recredenciamento
•
Portaria Ministerial nº 1.725, de 20/11/1992.
•
Portaria Ministerial nº 918, de 6/7/2012.
14
1.4. Administração geral
Reitoria e Pró-Reitorias
Reitoria
Pró-Reitoria de Graduação
Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão
Pró-Reitoria de Operações Acadêmicas
Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis
Diretoria de Campus/Unidade
Diretoria do Campus Barra
Diretoria do Campus Tijuca
Diretoria do Campus Centro
Diretoria do Campus Cabo Frio
Diretoria do Campus Virtual
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1.5. Organograma resumido
Conselho Universitário (CONSUN)
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE)
Reitoria
Secretaria Geral e Registro de
Certificados e Diplomas
Biblioteca Central
CPA
Pró-Reitoria de
Graduação
Ouvidoria
Pró-Reitoria de Pósgraduação, Pesquisa e
Extensão
Pró-Reitoria de
Operações
Acadêmicas
Pró-Reitoria de
Assuntos
Estudantis
Direção Geral dos Campi e Polos
(presencial e a distância)
16
1.6. Campi da Universidade – Cursos oferecidos
1.6.1. Campus Tijuca
O Campus Tijuca ocupa uma área de 15.390 m2, com cinco blocos e
edificações menores, perfazendo um total de 27.316 m2 de área construída. Nele, a
UVA dispõe de cerca de cento e trinta salas de aula, quarenta e seis laboratórios das
mais diversas modalidades, cinquenta e duas salas administrativas, uma biblioteca
central e um ginásio com duas quadras esportivas polivalentes e um auditório com
capacidade para 260 lugares.
O prédio na Praça da Bandeira, nº 149, com oito andares abriga o Centro de
Saúde da UVA. Nesse imóvel, a UVA dispõe, para o curso de Fisioterapia, de quatro
ginásios para atendimentos em Pediatria, Traumato-ortopedia, Neurologia e Grandes
Lesados; três consultórios para avaliação; um parque de hidroterapia com piscina,
vestiário e aparelhos; vinte e um laboratórios para atendimentos em diversas áreas da
fisioterapia; três salas de supervisão. Para os cursos de Odontologia e Prótese Dentária,
a UVA tem três Clínicas Odontológicas com trinta equipamentos cada; três clínicas
Odontológicas com quinze equipamentos cada; dois laboratórios de aula prática; sete
laboratórios de Prótese Dentária; uma Clínica Radiológica com seis salas de RX; duas
salas de orientação de higiene bucal com dez pias cada; duas salas de esterilização; uma
Central de Atendimento; quatro salas de professores. Esse mesmo imóvel possui,
também, recepção, praça de alimentação, vestiários, sanitários, tesouraria, sala de
arquivo, refeitório e cozinha.
Outro imóvel na rua do Matoso nº 12, com três andares e oito salas de aula,
pode atender a um total de trezentos e quarenta estudantes, por turno.
Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus.
Cursos em funcionamento:
Área de Ciências Humanas
História (licenciatura), Letras (habilitações – licenciaturas em Português/Espanhol,
Português-Inglês e Português-Literaturas), Pedagogia (Licenciatura Plena), Design de
Moda
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Área de Engenharias e Tecnologias
Ciência da Computação, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia
Eletrônica, Engenharia de Produção, Engenharia de Computação, Engenharia de
Petróleo, Engenharia Ambiental
Áreas de Ciências Biológicas e da Saúde
Biologia – Bacharelado, ênfase em Ecologia, Biologia – Licenciatura, Enfermagem,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição, Odontologia, Psicologia
Área de Ciências Sociais
Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social - Habilitações Jornalismo e
Publicidade e Propaganda, Direito, Serviço Social, Turismo.
Àrea de Educação Tecnológica
Petróleo e Gás, Processos Gerenciais, Negócios Imobiliários, Marketing, Design
Gráfico, Design de Interiores
1.6.2. Campus Barra
O Campus Barra ocupa uma área de 124.000 m2 com dois blocos e um anexo,
com um total de 11.397 m2 de área construída. Nele, encontram-se quarenta e cinco
salas de aula, doze laboratórios, uma biblioteca setorial, quatorze salas administrativas e
um auditório.
Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus.
Cursos em funcionamento:
Área de Ciências Humanas
Design de Moda
Área de Engenharias e Tecnologias
Engenharia de Produção e Engenharia Civil
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Área de Ciências Biológicas e da Saúde
Psicologia
Área de Ciências Sociais
Administração, Ciências Contábeis e Direito
Área de Educação Tecnológica
Design de Interiores, Design de Produto - Jóias, Design Gráfico
1.6.3. Campus Cabo Frio
O Campus de Cabo Frio dispõe de uma área de terreno com 11.139,70 m² e
possui quarenta salas de aula, uma biblioteca setorial, um auditório com capacidade de
cento e cinqüenta lugares, dois miniauditórios com capacidade de oitenta lugares para
cada um e várias salas administrativas.
Nos quadros a seguir, indicamos os cursos em funcionamento neste Campus.
Cursos em funcionamento:
Área de Ciências Humanas
História (licenciatura), Pedagogia (Licenciatura Plena).
Área de Engenharias e Tecnologias
Sistemas de Informação, Engenharia de Produção.
Área de Ciências Biológicas e da Saúde
Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia e Psicologia.
Área de Ciências Sociais
Administração, Ciências Contábeis, Direito, Serviço Social, Turismo.
Área de Educação Tecnológica
Negócios Imobiliários, Gestão Ambiental, Hotelaria.
19
II. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E GESTÃO INSTITUCIONAL DA
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
2.1. Introdução
A UVA está estruturada dentro de uma gestão administrativa e acadêmica adequada
aos propósitos atuais da Instituição, nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão. Essa
adequação tem reflexo na funcionalidade dos diversos setores da Instituição, os quais,
trabalhando de forma harmoniosa, proporcionam um ambiente plural e democrático à
Universidade.
A estrutura acadêmica da Universidade, a composição dos órgãos da
administração superior e básica, as atividades-fim e os agentes educacionais estão
regulamentados no Estatuto Geral da UVA, podendo cada um dos órgãos ter
regulamento próprio aprovado pelo Conselho Universitário.
Os órgãos da administração superior são: o Conselho Universitário –
CONSUN, a Chancelaria e a Reitoria, que, por meio de uma gestão participativa de toda
a comunidade acadêmica, deliberam via regulamentos, normas e diretrizes para que o
desenvolvimento de ensino, pesquisa e extensão se dêem dentro dos padrões exigidos
pela própria Universidade, pelos órgãos reguladores e pela comunidade em geral.
Os órgãos da administração básica: as Diretorias dos Campi e de Unidade, os
Diretores Acadêmicos em conjunto com as Coordenações dos Cursos e seus respectivos
Núcleos Docentes Estruturantes e Colegiados de curso, são os responsáveis pela
operação e implantação das diretrizes, normas e regulamentos emanados da
administração superior. A Secretaria Setorial, a Secretaria das Coordenações, a
Biblioteca Setorial e a Divisão de Apoio ao Ensino dão o apoio complementar
administrativo-acadêmico ao corpo discente e docente dos cursos, a fim de que os
Coordenadores de Curso possam desempenhar, na plenitude, as suas funções
acadêmicas centradas no aluno. Além disso, órgãos suplementares como a Prefeitura,
Tesouraria e Assessoria Financeira, dentre outros, dão suporte administrativo-financeiro
para que a consecução das diretrizes e das normas da administração superior possa se
dar, de forma harmoniosa, no campo do ensino, da pesquisa e da extensão.
A seguir é feito um breve resumo dos órgãos da Administração Superior e
Básica da Universidade.
20
2.2. Administração superior
A Universidade realiza suas atividades sob a alta supervisão do Conselho
Universitário (CONSUN) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), que se
reúnem em Assembreia Geral, nos termos do Estatuto da Mantenedora e que tem como
função primordial zelar pelo cabal respeito aos princípios que nortearam a criação da
Universidade Veiga de Almeida, para que ela se mantenha fiel ao cumprimento de sua
missão.
A Reitoria, órgão executivo máximo da administração superior da
Universidade Veiga de Almeida, é constituída por um Reitor, Pró-Reitoria de
Graduação, Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Pró-reitor de
Operações Acadêmicas e Pró-Reitora de Assuntos Estudantis, nomeados e empossados
pelo Reitor da Universidade Veiga de Almeida.
A Reitoria tem como funções principais: zelar pelo cabal respeito aos
princípios que nortearam a criação da Universidade Veiga de Almeida, para que ela se
mantenha fiel ao cumprimento de sua missão; administrar e dirigir a Universidade
Veiga de Almeida e elaborar a proposta orçamentária anual, indicando prioridades, para
a aprovação do CONSUN e posterior encaminhamento à Entidade Mantenedora.
A Pró-Reitoria de Graduação é o órgão que superintende, coordena, fomenta e
fiscaliza, em nível superior, todas as atividades da área do Ensino da Universidade
Veiga de Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade.
A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão é o órgão que
superintende, coordena, fomenta e fiscaliza, em nível superior, todas as atividades da
área do Ensino da Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Universidade Veiga de
Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade.
A Pró-Reitoria de Operações Acadêmicas é o órgão que superintende,
coordena, fomenta e fiscaliza em nível superior, todas as atividades administrativas e
orçamentárias da Universidade, zelando pelo patrimônio da Instituição.
A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis é o órgão que superintende, coordena,
fomenta e fiscaliza, em nível superior, todas as atividades de atendimento aos discentes
da Universidade Veiga de Almeida, zelando pelo seu bom desempenho e qualidade.
Para deliberar sobre todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, de
forma ampla e participativa da comunidade acadêmica, o CONSUN funciona com a
21
maioria absoluta de seus membros e as decisões são tomadas por maioria simples dos
votos dos membros presentes, excetuando-se as alterações e reformas do Estatuto e do
Regimento Geral que exigem maioria de dois terços dos votos dos membros do
colegiado do CONSUN.
As deliberações sobre criação ou alteração de órgãos, aprovação de normas ou
regulamentos, recursos provenientes de docentes ou discentes exigem maioria absoluta
dos membros do colegiado competente, sendo que a ausência de membros natos ou
representantes de órgãos, não impede o funcionamento dos órgãos nem invalida as
decisões tomadas regimentalmente.
O Conselho Universitário é composto pelo Reitor, seu presidente; Pró-Reitores;
Diretores dos Campi e Polos (presencial e a distância); um Coordenador de Curso por
área; um Representante do Corpo Docente de cada área; um Representante do Corpo
Discente, dois Representantes das Classes Produtivas e um Representante da Entidade
Mantenedora, que de forma plural e democrática tem como principais atribuições:
formular a política educacional geral e o planejamento global das atividades
universitárias; exercer o poder disciplinar originariamente e em grau de recurso;
interpretar o presente Estatuto e o Regimento Geral, deliberar sobre os casos omissos e
tomar providências para a solução de problemas emergenciais e exercer as demais
atribuições que, por sua natureza, recaiam no âmbito de suas competências.
Uma Câmara Técnica dentro do próprio CONSUN tem como finalidade
precípua de agilizar os processos encaminhados a esse Conselho, tendo como principais
atribuições de emitir parecer sobre: criação, expansão, modificação e extinção de
cursos; ampliação e diminuição das vagas; elaboração de programação dos cursos;
decisão sobre programas de pesquisas e atividades de extensão; Plano de Carreira
Docente; elaboração de emendas e alterações do seu Regulamento; aprovação de edital
relativo a processos seletivos, suas normas e procedimentos; além de outras funções no
âmbito de suas competências.
2.3. Administração básica
Os Diretores de Campus/Unidade tem como funções primordiais: coordenar os
programas e planos de ensino, consolidar a proposta orçamentária e as contribuições
para o relatório anual das atividades da Universidade, responsabilizar-se pelo acervo dos
22
laboratórios, oficinas, núcleos de estágio, escritórios, equipamentos e seu uso, e exercer
outras funções que, por sua natureza, lhe estejam afetas, ou seja, delegadas.
O Colegiado do Campus/Unidade é o órgão deliberativo e consultivo do
Campus/Unidade, formado pelo Diretor do Campus e Unidade, que o preside, pelo
Diretor Acadêmico, pelos Coordenadores dos cursos que o integram, por representantes
do Corpo Docente e do Corpo Discente, e que tem como atribuições básicas: propor o
currículo pleno dos cursos do Campus/Unidade de acordo com as normas legais e
estatutárias; orientar, coordenar e fiscalizar a execução dos currículos plenos; propor as
modificações nos currículos plenos dos cursos; promover a integração dos programas
das disciplinas e seus planos de execução; apreciar os projetos de pesquisa e os planos
dos cursos de especialização, aperfeiçoamento, sequenciais, extensão e outros, desde
que não ultrapasse seu âmbito de ação; propor providências para o contínuo
aperfeiçoamento do seu pessoal docente e técnico-administrativo; estimular a prestação
de serviços à comunidade; avaliar o desempenho acadêmico, dos diferentes cursos, no
que se refere à frequência mensal dos professores, bem como o cumprimento dos
programas desenvolvidos pelos diferentes cursos oferecidos no Campus.
A Coordenação de Curso é o órgão cujas competências estão afetas à execução
das atividades didático-pedagógicas do Curso ou áreas dos diferentes projetos da
Universidade e a fixação da programação semestral do processo de ensinoaprendizagem. Sua gestão é realizada de forma participativa e as decisões são tomadas
por meio de reuniões com os professores que ministram disciplinas no curso e
representantes do corpo discente.
A articulação dos Colegiados do Curso com os Colegiados Superiores
manifesta-se da seguinte forma: I) na elaboração do currículo e programação do curso,
no âmbito do Colegiado do Curso, pautada nas normas e diretrizes emanadas dos
Colegiados Superiores; II) na aprovação do currículo e programação do curso, no
âmbito do Colegiado do Curso, submetida à aprovação dos Colegiados Superiores; III)
nas linhas de pesquisa que devem contemplar uma articulação com a Iniciação
Científica e a Monografia, a serem aprovadas pelos Colegiados Superiores; IV) na
elaboração de emendas e alterações no currículo do curso, no seio do Colegiado do
Curso, submetidas à aprovação dos Colegiados Superiores; V) aprovação de cursos de
pós-graduação por parte do Colegiado do Curso e submetida à aprovação dos
Colegiados Superiores.
23
2.4. Gestão Acadêmico-Administrativa da coordenação de curso
A Universidade Veiga de Almeida possui uma estrutura organizacional
funcional, racional e flexível que atende a todas as atividades que lhe são próprias, com
rápido fluxo de decisões entre os diferentes setores que a integram. As suas
administrações, Intermediária e Básica, em conjunto, são responsáveis pela implantação
das diretrizes, normas e regulamentos que emanam da Administração Superior.
A organização acadêmico-administrativa é realizada pela Coordenação de
Curso com o apoio da Direção Acadêmica e Secretaria das Coordenações, e tendo como
suporte a Secretaria Setorial, Divisão de Apoio ao Ensino e Biblioteca Setorial
subordinadas ao Diretor do Campus.
A Secretaria Setorial e a Divisão de Apoio ao Ensino proporcionam apoio
administrativo pleno a alunos e professores, permitindo que os Coordenadores de Curso
possam voltar-se inteiramente para as atividades de natureza acadêmica e estratégica,
responsáveis pela qualidade do ensino e pela agregação de valores à formação dos
alunos.
A Prefeitura e a Tesouraria, dentre outras, complementam essa estrutura de
apoio.
A gestão do curso articula-se com todo o processo institucional por meio das
diretrizes, normas e regulamentos, oriundos dos órgãos da Administração Superior e sua
interatividade com o Colegiado do Curso. Assim, a contratação de professores é feita,
em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação, por meio da Direção Acadêmica; a
aquisição de livros, em conjunto com a biblioteca setorial; a implantação dos
laboratórios em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação, por meio do Diretor de
Campus; os eventos de extensão, em conjunto com o Diretor de Campus e setor de
Marketing, o que mostra a articulação da gestão institucional com a do curso, de forma
simples e objetiva.
A Direção Acadêmica, órgão subordinado tecnicamente à Pró-Reitoria de
Graduação e administrativamente ao Diretor do Campus, compete cumprir e fazer
cumprir as diretrizes e planos emanados da Diretoria Geral do campus e da Pró-Reitoria
de Graduação; participar da reunião de coordenadores, organizando a pauta,
convocando e presidindo as reuniões na ausência do Diretor Geral; acompanhar, por
24
meio dos instrumentos institucionais, o desempenho do corpo docente e dos
coordenadores de curso, buscando a integração dos mesmos; supervisionar as atividades
da Secretaria das Coordenações, da Divisão de Apoio ao Ensino e das Coordenações de
Curso; é responsável pelo aproveitamento do espaço físico, supervisionando a alocação
das turmas/disciplinas nas salas de aula; coordenar os processos de elaboração de
horários e inscrições em disciplinas; supervisionar os processos de captação,
manutenção e recuperação de alunos; aprovar, junto aos coordenadores de cursos, o
calendário de eventos acadêmicos; manter atualizados os procedimentos emanados pela
Pró-Reitoria de Graduação; atestar a assiduidade do pessoal sob sua responsabilidade e
substituir o Diretor Geral quando lhe couber.
2.4.1. Secretaria setorial
A Secretaria Setorial centraliza todo o movimento escolar dos Cursos e tem por
finalidade coletar e fornecer dados a alunos e professores, de todo o trabalho efetivo
realizado na área acadêmica, desde os Exames Vestibulares até à Pós-Graduação.
A secretaria mantém atualizada a documentação dos alunos em arquivos
especiais, cuidando, ainda, do seu arquivamento de acordo com o Regulamento. O setor
de admissão cuida do registro em meio magnético de todas as informações pessoais e
acadêmicas dos alunos, com seus dados pessoais. O setor de expedição de documentos
prepara toda a documentação final dos concluintes, cuidando, especialmente, de seus
diplomas. O setor de atendimento mantém ativo controle sobre a circulação de
documentos, com a utilização dos meios eletrônicos disponíveis.
Os dados e informações sobre a vida escolar dos alunos são armazenados e
atualizados por sistema informatizado, contando com suporte técnico próprio da
Universidade.
O atendimento aos alunos é realizado pelo setor de atendimento, conduzindo
este Setor ao Chefe da Secretaria ou à Direção Acadêmica, os alunos cujos problemas
não possam ali ser solucionados. O funcionamento da Secretaria Setorial é das 9 às 21
horas, de segunda-feira à sexta-feira.
25
2.4.2. Divisão de Apoio ao Ensino
A Divisão de Apoio ao Ensino é o órgão dentro da estrutura orgânica que dá
apoio administrativo a todo o corpo discente e docente da Instituição. Constituído por
uma sólida equipe de funcionários técnico-administrativos, essa divisão constitui-se
num dos pilares de apoio ao ensino, particularmente ao de graduação.
Sua localização abriga uma sala para os professores desenvolverem seus
trabalhos, onde cada um tem o seu escaninho para guarda do material didático. Coloca,
ainda, à disposição dos professores um ambiente integrado e agradável para descanso e
encontro desses.
O setor de reprografia do DAE é voltado totalmente para o atendimento das
necessidades dos professores, no uso de cópias de provas, exercícios e demais
documentos necessários ao bom andamento das atividades docentes.
Em salas de aula, os professores contam com apoio desse órgão para
fornecimento de retroprojetores, projetor de slides, multimídias e outros materiais de
apoio ao pleno desenvolvimento das aulas.
2.4.3. Política e formas de acesso à UVA
O acesso aos cursos de graduação e superiores de tecnologia da UVA se faz
por meio de processos seletivos, que são realizados de forma periódica, semestralmente.
Esses processos seletivos englobam o tradicional Vestibular, ENEM, PROUNI e
Processo de Acesso Direto (análise do histórico escolar do ensino médio e feitura de
uma redação).
Os processos seletivos são instruídos por meio de editais, contendo as
informações necessárias aos candidatos, tais como: cursos, reconhecimentos, vagas,
turno, datas de prova e tudo mais correlato que os candidatos possam fazer uso nesse
processo. Em complementação ao edital, é distribuído, também, um manual do
candidato com todas as informações pertinentes ao processo. As vagas são ofertadas
para dois semestres consecutivos.
Para atendimento aos candidatos, a UVA implantou um setor específico
denominado Central de Atendimento, onde os candidatos podem, num ambiente
26
tranqüilo, fazer a sua inscrição e ter acesso a todas as informações necessárias sobre a
Instituição. Além disso, os candidatos podem também fazer sua inscrição num ambiente
virtual, por meio da Internet. Preocupado em proporcionar um tratamento diferenciado
ao candidato, a UVA coloca um setor de Telemarketing funcionando diariamente no
sentido de fornecer informações sobre os seus cursos e formas de acesso, inclusive
propiciando aos candidatos um relacionamento direto com os Coordenadores de Curso,
por meio de marcação de entrevistas.
Para difundir os seus cursos e dar uma orientação vocacional aos candidatos, a
UVA tem um programa específico, denominado Projeto Vivenciando, que por
intermédio de convênios com escolas do ensino médio, realiza palestras nos quais
professores dos diferentes cursos levam aos alunos dessas instituições de ensino o perfil
profissiográfico de cada curso, seus objetivos, suas competências, habilidades, atitudes e
a inserção no mercado de trabalho.
Outras formas de acesso somam-se às mencionadas, tais como transferências
externas e portadores de diploma de nível superior, para suprir vagas ociosas na Instituição.
2.4.4. Controle acadêmico do aluno
A matrícula inicial, ato formal de ingresso do aluno à UVA realizada quando do
ingresso do estudante classificado no Processo Seletivo e a cada semestre letivo a matrícula
acadêmica é renovada nos prazos estabelecidos no calendário escolar.
O registro acadêmico, que consiste na coleta e anotação das informações
relativas aos alunos, particularmente quanto à frequência e ao rendimento escolar,
incorpora-se ao Cadastro Acadêmico que se desdobra em cadastro físico e eletrônico.
No cadastro físico são arquivados todos os documentos do aluno, como a
documentação exigida por Lei e pela própria Instituição, notas, frequência e outras
anotações pertinentes.
O cadastro eletrônico consiste no registro digital da ficha individual do aluno,
servindo também como banco de dados para apuração das estatísticas escolares, emissão
de históricos, diplomas, certidões, guias de transferência e outros documentos de
interesse discente. As estatísticas nele obtidas alimentam os sistemas de informação:
interno, que subsidia o planejamento acadêmico; e o externo, do MEC e de outros
27
órgãos governamentais. Esse cadastro mantém ainda o registro dos currículos e dos
períodos de disciplinas dos cursos.
As atividades escolares institucionais são desenvolvidas de acordo com o
Calendário Escolar anual, organizado pela Pró-Reitoria de Graduação e aprovado pelo
CONSUN. O não atendimento dos prazos fixados pela Universidade pode acarretar
perda de direitos aos interessados, a juízo da autoridade competente.
O ano acadêmico é independente do ano civil e as atividades escolares são
distribuídas durante os dias letivos, sempre atendendo à legislação vigente.
São considerados dias letivos aqueles previstos no Calendário Escolar anual e
utilizados para o desenvolvimento das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão,
inclusive para o cumprimento do mínimo exigido de carga horária curricular de cada
curso.
A Universidade adota o regime escolar de matrícula por disciplina, em regime
semestral de créditos, admitindo-se disciplinas, matérias ou atividades acadêmicas com
duração diferenciada estabelecida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
2.4.5. Serviços de apoio ao aluno
Para que os alunos possam desenvolver suas atividades práticas durante o seu
curso. A UVA disponibiliza um moderno sistema de laboratórios específicos, bem como
laboratórios de uso geral, como o de informática, com um amplo horário de
funcionamento durante os dias da semana de 7:30 às 22:30 horas e, aos sábados das
7:30 às 18 horas. Além disso, os alunos são incentivados a participar de visitas técnicas,
seminários e outros eventos extracurriculares que complementam o ensino.
O setor de Integração Universidade-Empresa permite uma gama extensa de
estágios, propiciando aos alunos uma grande inserção no setor produtivo e, dessa forma,
complementando a sua formação profissional.
O processo de inscrição em disciplinas é feita de forma periódica semestral, o
qual corresponde à confecção do horário do aluno sendo totalmente informatizado e via
web (Internet), podendo o aluno realizá-lo nos computadores da própria Instituição ou
fora dela, como em sua casa ou local de trabalho.
28
O aluno tem acesso, por meio de terminais de consulta, instalados dentro da
UVA, e via Internet aos seguintes serviços: horários de professor, calendário escolar,
graus de prova, horários de aula e dados do Histórico Escolar, dentre outros.
2.4.6. Programas de incentivo acadêmico
A UVA promove programas de incentivo acadêmico de forma permanente e
sistemática, nos quais os alunos têm a possibilidade de desenvolver suas aptidões e
habilidades na medida em que novos conhecimentos são agregados.
A possibilidade de o aluno engajar-se em atividades extracurriculares, em
projetos de iniciação científica, em monitoria, em estágios internos, em visitas técnicas,
em visitas e participação em feiras técnico-científicas, em congressos e seminários, em
grupos voluntários de estudos e em tantos outros programas e atividades, contribuem
como “plus” para diferenciá-lo num mundo extremamente competitivo.
Além de auxiliar na inserção no mercado de trabalho, essas atividades
permitem um estreitamento no contato com seus pares, com os professores e com
profissionais externos, incorporando competência prática, noções de planejamento e
disciplina para o exercício acadêmico e profissional.
Essas atividades resultam também no maior compromisso com o curso,
reduzem a evasão, promovem qualificação nas competências técnicas, práticas e sociais
e permitem ao educando visualizar e vivenciar todas as relações existentes entre o meio
acadêmico e o setor produtivo.
2.4.7. Núcleo de Apoio Pedagógico - NAP
A Universidade Veiga de Almeida, comprometida com a educação continuada
dos professores e com o atendimento aos estudantes, criou o Núcleo de Apoio
Pedagógico – NAP.
Esse Núcleo configura-se como espaço que desenvolve atividades didáticopedagógicas voltadas para os estudantes visando minimizar as suas eventuais
dificuldades no início e no decorrer do curso.
Por outro lado, reconhece que, para o desenvolvimento do trabalho docente, o
professor deve ter, além de uma sólida formação da disciplina a qual atua,
29
conhecimentos teórico-práticos ligados à área pedagógica. O NAP está estruturado para
atender a essa demanda oferecendo cursos de atualização e de formação de professores.
2.5. Organização e gestão de pessoal
2.5.1. Corpo docente
O corpo docente é constituído por professores com competência didática e
científica em suas áreas de formação. Além dessa competência, o processo de seleção
leva em consideração os valores éticos e a afinidade com os princípios e valores
institucionais, expressos no Estatuto da Universidade.
As normas e diretrizes gerais aplicáveis ao corpo docente são estabelecidas
pelo Regulamento da Carreira Docente e pela legislação vigente. O Regulamento
específico que rege os dispositivos do quadro de carreira docente é aprovado pelo
CONSUN e dispõe sobre os requisitos básicos para ingresso e promoção na carreira,
enquadramento funcional, exigências de titulação, experiência profissional e demais
normas reguladoras para o exercício do magistério na Universidade Veiga de Almeida.
Critérios de Seleção e Admissão
A Universidade Veiga de Almeida dispõe de um processo de seleção e
admissão de professores, alinhado com o desenvolvimento de seu Projeto Pedagógico
Institucional. Os critérios baseiam-se num conjunto de competências e habilidades
indispensáveis para o alcance dos objetivos institucionais.
A instituição prioriza a admissão de docentes com maior titulação acadêmica
como forma de favorecer a excelência no ensino e pesquisa. São indicadores básicos
neste processo:
Diploma de curso de graduação na área de atuação pretendida;
Títulos de pós-graduação em áreas de conhecimento compatíveis com as disciplinas
a serem ministradas;
Experiência anterior que indique qualificação profissional e acadêmica.
30
Condições de Trabalho
A Universidade Veiga de Almeida proporciona toda a infra-estrutura e recursos
materiais necessários ao pleno desenvolvimento das atividades educacionais. Em suas
atividades cotidianas, os professores são auxiliados de forma permanente pela Divisão
de Apoio ao Ensino - DAE.
Além dos recursos tangíveis, a instituição proporciona um ambiente acolhedor
e amistoso, ao mesmo tempo, incentivador para o permanente aprimoramento
profissional didático-pedagógico e científico.
Os professores dispõem de diversas oportunidades de socialização, tanto nos
ambientes de convívio quanto nas atividades culturais e de integração desenvolvidas de
forma permanente pela instituição.
Essa atenção decorre da plena consciência da Universidade em relação à
importância da satisfação dos professores como fator fundamental para o cumprimento
dos objetivos institucionais.
Cultiva-se, dessa forma, uma cultura de relacionamento saudável, transparente
e ético entre a universidade e seu quadro de docentes, com o pleno partilhamento dos
princípios e valores que norteiam as ações institucionais.
Políticas de qualificação
A qualificação dos docentes constitui uma preocupação permanente da UVA,
como forma de garantir a excelência do ensino, em articulação com as atividades de
extensão e de pesquisa. Além da valorização da titulação acadêmica como critério de
seleção, a Instituição proporciona mecanismos de estímulo à qualificação, dentre eles:
Pagamento de adicional progressivo a especialistas, mestres e doutores;
Promoções no Plano de Carreira Docente aos professores com obtenção de nova
titulação acadêmica.
31
Plano de Carreira
O Plano compreende quatro categorias de professores: auxiliar, assistente,
adjunto e titular, estando ainda prevista a contratação eventual e por tempo determinado
de professores visitantes e substitutos.
As promoções são verticais e se processam anualmente. Os critérios utilizados
são: senioridade e titulação, conforme critérios definidos no Plano de Carreira Docente.
2.5.2 Corpo técnico-administrativo
A Universidade Veiga de Almeida possui um corpo técnico-administrativo
estruturado em diversos níveis hierárquicos, organizado de forma flexível para
atendimento durante todos os horários de funcionamento da instituição. Seus processos
e ações gerenciais são modelados de forma que atendam às demandas internas e
externas, com agilidade e qualidade.
Critérios de Seleção e Admissão
A Universidade Veiga de Almeida dispõe de processo de recrutamento e
seleção estruturado com base em seu programa de gestão por competências. Os
candidatos são recrutados e selecionados pelo Departamento de Recursos Humanos em
parceria com os órgãos solicitantes.
A Universidade Veiga de Almeida prioriza o aproveitamento interno, como
política de valorização e reconhecimento de seus próprios talentos. O processo de
contratação é constituído pelas seguintes etapas:
Análise curricular;
Entrevista técnica;
Verificação de referência profissional/pessoal.
32
Políticas de Qualificação
A Universidade adota ações permanentes de qualificação de seu quadro
técnico-administrativo, como forma de aprimorar as competências técnicas e humanas
que contribuem para a qualidade do atendimento.
As ações são centradas na valorização da pessoa e são desenvolvidas dentro do
mesmo espírito humanista que permeia as atividades educacionais da instituição. Os
conteúdos programáticos desenvolvem competências de importância estratégica para os
fins institucionais.
A instituição conta com um programa de ambientação para a integração dos
novos colaboradores, propiciando a eles visão ampla e integrada da Instituição.
Plano de Carreira
Todas
as
funções
técnico-administrativas
possuem
definidas
suas
responsabilidades e competências. Com base nessas descrições, a Universidade aplica
um processo de avaliação em que define a progressão dos colaboradores no plano de
cargos e salários. São componentes desse plano:
Normas e Políticas básicas para Administração de Pessoal;
Uma tabela salarial para os diferentes níveis;
Benefícios básicos como Vale Transporte, Assistência Médica e convênios e
Benefícios especiais como Bolsas de estudo para colaboradores e dependentes.
2.6. Biblioteca
O Sistema de Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida é constituído por
uma Biblioteca Central, na qual se encontram centralizados os serviços técnicos, e de
três Bibliotecas Setoriais, localizadas nos Campus/Unidade. As Bibliotecas Setoriais
encontram-se estrategicamente localizadas próximas às entradas dos campi/unidade,
com todas as facilidades de acesso a portadores de necessidades especiais e à
comunidade externa.
33
As três unidades são totalmente integradas por meio de um único sistema de
procedimentos técnicos, gestão e controle informatizado do acervo, proporcionando o
intercâmbio integral de acessos e empréstimos na prestação dos serviços às
comunidades estudantil, docente e público externo.
O suporte tecnológico de gestão é proporcionado pelo software Autoprogram,
especialmente configurado para atender às normas de Catalogação da AACR-2 e a
Indexação do Subject Headings of Library of Congress, com uso do sistema decimal de
Dewey.
O acervo encontra-se alinhado com as necessidades acadêmicas do ensino e da
pesquisa, por meio de um acompanhamento permanente dos currículos e planos de
ensino de todos os cursos, assim como da proposição e desenvolvimento dos projetos de
pesquisa.
A política e as rotinas de expansão do acervo adotam as indicações, emanadas
das coordenações de curso em relação às aquisições de livros, periódicos e demais
materiais de apoio, após a aprovação das solicitações pela Pró-Reitoria Acadêmica.
Além do acervo, diretamente relacionado com as necessidades do ensino e da
pesquisa, as bibliotecas contam com um vasto acervo de materiais complementares e de
interesse geral, constituindo um locus por excelência para a atualização e o
aprimoramento cultural de indivíduos e da coletividade.
Os horários de funcionamento buscam oferecer a máxima conveniência de
atendimento aos usuários e se efetiva nos seguintes horários: Dias úteis das 07:30 às
22:30h e Sábados das 7:30 às 18h.
2.7. Campus Virtual EAD
O Campus Virtual de Educação a Distância foi criado em março de 2010,
abrigando o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Veiga de Almeida, que
desde março de 2001, ano de sua criação, vem aperfeiçoando o modelo de educação à
distância, adotado pela instituição, num processo de melhorias contínuas focadas na
perspectiva pedagógica construtivista.
O processo enfatiza o estabelecimento de um modelo em que a totalidade dos
conteúdos de ensino possa ser disponibilizada online, utilizando o potencial tecnológico
34
da informática para incrementar a troca de conhecimentos e experiências entre alunos e
professores.
O modelo baseia-se numa concepção integrada, construtivista e interacionista,
centrada no estudante. A intenção é ampliar suas responsabilidades e reduzir sua
dependência em relação ao professor, encorajando a autoconfiança e o autocontrole de
seu aprendizado.
Três fatores contribuíram para que a UVA adotasse esta modalidade de ensino
como uma alternativa de interesse para a educação nos tempos atuais: I) o respeito ao
ritmo de aprendizagem de cada aluno; II) a possibilidade de superação de dificuldades
de forma individual e III) a possibilidade de compartilhar o conhecimento de forma
coletiva.
Cabe ressaltar que a UVA é a única representante do Estado do Rio de Janeiro
integrante da UVB - Universidade Virtual Brasileira - rede de ensino a distância
formada por um consórcio de universidades brasileiras.
Atualmente, o Campus Virtual EAD, disponibiliza oito disciplinas à distância,
via Internet, para alunos dos cursos de graduação. São elas: Metodologia Científica,
Empreendedorismo, Ciências Ambientais, Comunicação Oral e Escrita, Filosofia,
Direito Ambiental, Saúde Coletiva e Sociologia. Estas disciplinas são também
oferecidas na modalidade presencial, proporcionando aos alunos a possibilidade de
escolha pela modalidade de sua preferência.
A Universidade pretende ampliar sua atuação nessa área durante o período
2012-2016, com a oferta de cursos on-line nos níveis de extensão, graduação,
politécnicos e de pós-graduação.
2.8. Gestão orçamentária
A Universidade Veiga de Almeida utiliza-se do Orçamento como instrumento
de gestão na condução de suas atividades, alinhando as decisões do Planejamento
Estratégico e do PDI com a execução de seus projetos e objetivos Institucionais.
O orçamento representa um instrumento de indiscutível importância no
planejamento estratégico de qualquer organização. É por meio dele, que se torna
possível uma análise da viabilidade econômico/financeira, a definição de metas para os
exercícios subseqüentes e o acompanhamento dos resultados.
35
Sua elaboração deve ser necessariamente participativa, de forma que garante o
compromisso de todos os colaboradores na sua execução, assim como no cumprimento
das metas estabelecidas.
Adicionalmente,
o
orçamento
representa
uma
importante
ferramenta
operacional para o bom desempenho de uma organização. É a partir dele que são
colocadas em prática as ações definidas no planejamento estratégico da instituição, bem
como gerados indicadores de desempenho que permitem avaliar o grau de eficiência da
instituição na utilização de seus ativos para o alcance de seus objetivos.
A Mantenedora e a Pró-Reitoria Administrativa realizam o acompanhamento
orçamentário constante da instituição, equalizando as disponibilidades de recursos e as
demandas das diferentes áreas, gerando relatórios mensais do previsto e do realizado,
como subsídio às diferentes unidades para a gestão estratégica de suas ações e
realizações.
2.9. Cursos de Pós-graduação
Os cursos de pós-graduação destinam-se a formar especialistas em áreas
específicas e são abertos à matrícula de candidatos diplomados em cursos de graduação,
ou que apresentem títulos equivalentes a juízo do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão, nos termos da legislação vigente. Os cursos ou programas de pós-graduação
são criados e estruturados pelos órgãos internos competentes, nos moldes da legislação
vigente, e são organizados nos níveis de aperfeiçoamento e especialização, no caso do
lato sensu, e mestrado profissionalizante, no que se refere à pós-graduação stricto sensu.
2.9.1. Pós-graduação Lato Sensu
A pós-graduação Lato Sensu da Universidade Veiga de Almeida oferece ao
mercado cursos de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (atualização), incluindo
os MBAs. Os programas propostas têm a preocupação de desenvolver o potencial
intelectual dos alunos e, por tal razão, enfatizam tanto o estudo/pesquisa teórico quanto
o prático, aliando a teoria à realidade do mercado de trabalho, e buscando uma efetiva
aplicação do que é aprendido. São desenvolvidos cursos nas diversas áreas do
conhecimento: Humanas, Sociais, Exatas e Tecnológicas.
36
Os cursos são elaborados, segundo a legislação em vigor e submetidos à
análise e aprovação do Conselho Superior da Universidade, da Diretoria do Campus e
pela Coordenação de Pós-graduação.
2.9.2. Pós-Graduação Stricto Sensu
A Universidade Veiga de Almeida promove a Pesquisa como meio de inovar e
enriquecer seus programas de ensino e, por intermédio de programas ou projetos
específicos, com a finalidade de ampliar conhecimentos que possam redundar em
benefício da sociedade e do desenvolvimento pleno do País. Os programas e projetos de
pesquisa são coordenados por órgão próprio, vinculado à Pró-Reitoria de PósGraduação, Pesquisa e Extensão, e aprovados nos termos das normas e critérios
estabelecidos pelo CONSUN, observados os planos orçamentários, aprovados pela
Entidade Mantenedora.
Os projetos ou programas de pesquisa poderão ter coordenação própria, por
designação do Reitor, em função das necessidades operacionais por eles apresentadas.
Cada projeto ou programa aprovado deverá ser avaliado periodicamente pelo seu órgão
coordenador, por meio de relatórios parciais e finais, na forma e periodicidade por ele
definidos.
Os projetos e programas de pesquisa serão incentivados pela Instituição, nos
termos das suas prioridades e das suas possibilidades, e os recursos ou financiamentos
para a sua realização também serão buscados junto aos órgãos específicos de fomento
dessas atividades.
As atividades de pesquisa se desenvolvem arregimentando docentes, com
titulação de mestre ou doutor, enfatizando o caráter da pesquisa aplicada ao setor
produtivo e fortalecendo a iniciação científica para a participação efetiva de alunos dos
diferentes cursos da UVA.
A Pesquisa e a pós-graduação Stricto Sensu na UVA são gerenciadas pela
Diretoria de Pós-graduação e Pesquisa, responsável pela identificação, criação e
certificação dos grupos de pesquisa da Instituição, junto ao diretório dos Grupos do
CNPq, interfaces coma CAPES e órgãos de fomento à pesquisa, tais como, FAPERJ,
FINEP. Além disso, gerencia convênios nacionais e internacionais e toda a parte
acadêmica e administrativa dos cursos de pós-graduação, em sentido estrito, dos
37
mestrados profissionalizantes em odontologia, fonoaudiologia e em psicanálise, saúde e
sociedade.
Em nível internacional, a UVA tem convênios assinados com a Universidade
de Malmö, na Suécia, e com a Universidade de Ghent, na Bélgica, IAPE (Lisboa) e
Florence University of Arts (Itália).
Em relação ao desenvolvimento tecnológico próprio dos mestrados
profissionalizantes, a UVA tem convênios já firmados com a empresa SS-White e a com
a SIEMENS por meio da empresa CAS PRODUTOS MÉDICOS, e em fase de
negociação com: Dentsply ,Wilcos do Brasil, Conexão, Vigodent, Mediteam, Osstell e
Vita Zahnfabrik.
38
III. CONCEPÇÕES GERAIS DO CURSO
3.1. Nome do Curso
O Curso de Engenharia Ambiental é essencialmente um curso de graduação
com características diferenciadas, de acordo com o respectivo perfil profissional.
3.2. Grau conferido
Este curso deve conferir o grau de Bacharel em Engenharia Ambiental.
3.3. Aspectos legais
Os instrumentos orientadores do Curso, e norteadores deste Projeto
Pedagógico, vão desde as diretrizes nacionais para os cursos de engenharias até as
definições administrativas e pedagógicas da Universidade Veiga de Almeida.
Autorização funcionamento
O curso teve a sua autorização de funcionamento por meio da Resolução da
UVA de número 1/2007 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UVA.
3.4. Integralização
O período mínimo de integralização é de 05 (cinco) anos letivos e o máximo é
de 10 anos letivos. O regime de matrícula é semestral, e sistema crédito.
3.5. Gestão acadêmica
A Universidade Veiga de Almeida – UVA, atualmente, tem a sua estrutura
organizacional acadêmica definida em Pró-Reitoria, Diretorias de Campus, Diretorias
39
Acadêmicas e Coordenações de Cursos, ficando cada curso vinculado a um
Coordenador.
A Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental é exercida pela Professora
Anna Paula Bourdon. A coordenadora é Bacharel formada em Engenheira Civil com
Licenciatura em Matemática, especialista em Engenharia de Segurança no Trabalho,
mestre em Engenharia Oceânica, com disciplinas de doutorado cursadas na área de
Geologia Ambiental. Atua no magistério há dez anos. Além de professora assistente nos
cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia Civil da Universidade Veiga de Almeida,
é professora do curso Tecnólogo de Meio Ambiente – Centro de Educação Federal
Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET, e do
curso de Graduação da Universidade Cândido Mendes em monitoramento de solos
contaminados, como, também, nas Faculdades Integradas Silva e Souza, ministras as
disciplinas de cálculo, Hidráulica, Mecânica, Geologia Costeira, Solos Contaminados,
Monitoramento de ruído Ambiental e Ocupacional e Tratamento de Águas Residuais.
Trabalhou como pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias
- INPH em monitoramento costeiro, em Estudos de Impactos Ambientais e Relatório de
Impactos sobre o Meio Ambiente - EIA RIMA, atua na consultoria de Monitoramento
de Ruído Ambiental no terminal submarino do Rio de Janeiro - Itaguaí e Companhia
Docas, como responsável pela engenharia de segurança de empresa que serve de apoio
para a Petrobrás. Trabalhou para o Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes - DNIT no EIA RIMA. Monitora a contaminação de aquíferos subterrâneos
no município de Nilópolis, Parque de Geiricinó e solos contaminados por transbordo de
lixo na área denominada Paiol, no mesmo município.
Atua na área de Coordenação de Engenharia Ambiental há 7 anos. Foi
Coordenadora de Núcleo de Tecnologia e Meio Ambiente, que englobava cursos de
Tecnologia em Informática, Biologia - Bacharelado e Licenciatura, Engenharia
Ambiental, Tecnólogo em Gestão Ambiental e Tecnólogo em Segurança no Trabalho.
Além de coordenadora de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida, já
foi coordenadora do mesmo curso no Centro Universitário Celso Lisboa.
O Curso de Engenharia Ambiental tem em seu Coordenador um professor que
agrega ao Curso a experiência e vivência profissional para o desenvolvimento das
atividades inerentes à gestão do Curso, que é realizada de forma participativa, sendo as
decisões tomadas por meio do Núcleo Decente Estruturante e pelo Colegiado de Curso.
40
IV. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
4.1. Ensino, Pesquisa e Extensão
Os cursos da Universidade Veiga de Almeida estão estruturados com o
princípio da indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, cada
atividade de ensino envolve a produção do conhecimento e sua contribuição
socioambiental, ao mesmo tempo em que cada atividade de pesquisa possa se articular
com o conhecimento já existente e cada atividade de extensão seja um espaço
privilegiado em que os educadores, estudantes e comunidade articulam a difusão e a
produção do conhecimento acadêmico e do conhecimento popular possibilitando uma
percepção enriquecida dos problemas socioambientais.
Partindo-se deste princípio, a pesquisa produz conhecimento, o ensino o
transmite e a extensão aplica e transfere este conhecimento de forma articulada e não
isoladamente. Esta ação integradora da pesquisa, do ensino e da extensão está a serviço
da sociedade demonstrando o compromisso que a Universidade tem com os problemas
socioambientais.
Com esta visão epistemológica, procurou-se dar consistência ao Projeto
Pedagógico do Curso.
4.1.1. Ensino
O ensino é o processo de disseminação e apreensão do conhecimento
historicamente produzido pela humanidade. Todo ensino envolve a perspectiva da
produção e da inovação do conhecimento que estão configuradas na pesquisa. Deve ser
visto numa perspectiva dinâmica de processo estrutural de construção do conhecimento
e nunca numa visão estática de transmissão passiva de conteúdos de disciplinas
isoladas.
São utilizadas formas diversificadas nas situações de aprendizagem utilizando
a prática reflexiva delineando a atividade docente e a construção de competências
necessárias ao desenvolvimento profissional.
41
4.1.2. Pesquisa
A pesquisa é o processo de produção de um conhecimento novo a partir de um
determinado problema, adotando-se uma metodologia específica.
Como incentivo à pesquisa, a Universidade vem aperfeiçoando os programas
de iniciação científica, de modo a absorver um número maior de estudantes. Os
objetivos da Universidade em relação à pesquisa são: estimular a formação sistemática
de pesquisadores com vistas à qualificação profissional; vincular os projetos de pesquisa
e extensão às disciplinas do curso; incentivar projetos de aperfeiçoamento do ensino;
aperfeiçoar a divulgação dos mecanismos de fomento, para aumentar o nível de
participação de estudantes e professores.
A Engenharia Ambiental é uma área relativamente nova no contexto das
Engenharias no Brasil, desta forma muito conhecimento está em fase de criação e
produção. Assim no Curso de Engenharia Ambiental a pesquisa é incentivada e
promovida por meio dos projetos temáticos realizados a cada módulo estudado, dando
conta de proposição de novos instrumentos, ações e processos de planejamento, gestão e
engenharia ambiental.
4.1.3. Extensão
A função institucional da extensão se concebe como um mecanismo acadêmico
de formação que articula a produção científica e sua transmissão com aplicação e
transferência dos resultados. É a extensão que viabiliza e operacionaliza a relação
transformadora entre a universidade e a sociedade.
O Plano Nacional de Extensão Universitária apresenta a extensão da seguinte
forma:
“A extensão é uma via de mão dupla, com trânsito assegurado à
comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de
elaboração da práxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à
universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido
à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. Esse fluxo, que
estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, terá
como conseqüências a produção do conhecimento resultante do confronto
com a realidade brasileira e regional, a democratização do conhecimento
acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da
Universidade. Além de instrumentalizadora desse processo dialético de
teoria/prática, a Extensão é um trabalho interdisciplinar que favorece a
visão integradora do social”.
42
De acordo com a Lei nº 9394/96 as atividades de extensão destinam-se a
promover a extensão aberta à participação da comunidade externa visando a difusão das
conquistas e benefícios resultados da ação cultural e da pesquisa científica e tecnológica
geradas pela instituição. Portanto, as atividades de extensão se articulam com as
experiências de pesquisa e de ensino.
A proposta de extensão da UVA é fruto de um momento do processo
acadêmico global que envolve o ensino e a pesquisa. É uma prática que interliga a
Universidade com as demandas da sociedade, um compromisso social. Nessa
concepção, a extensão se constitui como um importante instrumento de democratização.
Entende-se a extensão como um processo educativo, cultural e científico que articula o
ensino e a pesquisa de forma indissociável e que viabiliza a relação transformadora
entre as instituições de ensino superior e a sociedade.
O Curso de Engenharia Ambiental junto com a Pós-Graduação Lato Sensu em
Planejamento e Gestão Ambiental da Universidade promovem ações extensionistas
abertas à sociedade por meio de palestras, cursos de curta duração e exposições, no
sentido de promover a interação entre a Universidade e outros segmentos da sociedade.
Segue abaixo os Cursos de Extensão Universitária com 16 horas de duração
oferecidos pela UVA:
•
Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável;
•
Política e Legislação Ambiental;
•
Educação Ambiental: Transdisciplinaridade e Alfabetização Ecológica;
•
Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono;
•
Estudo de Impactos Ambientais;
•
Sistemas de Licenciamento Ambiental;
•
Gestão de Resíduos Sólidos e Reciclagem;
•
Perícia Ambiental;
•
Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais;
•
Sistemas de Gestão Ambiental em Organizações;
•
Certificação e Auditoria Ambiental;
•
Produção Mais Limpa e Ecoeficiência;
•
Economia e Contabilidade Ambiental;
43
•
Valoração Econômica do Meio Ambiente;
•
Análise e Gerenciamento de Risco Ambiental;
•
Introdução ao Sensoriamento Remoto.
4.2. Metodologia de ensino e práticas pedagógicas
Nos últimos anos houve um aumento significativo de debates, encontros e
seminários sobre a educação em vários países do mundo deixando claro que a mudança
é realmente necessária para se adaptar a realidade educacional aos novos tempos.
Nomes como Piaget, Vygotsky, Freire e, mais recentemente, Morin, Levy e Capra
ganham cada vez mais destaque no meio acadêmico.
PIAGET (2003) estabeleceu as bases da teoria, chamada de Epistemologia
Genética, a qual defende a aprendizagem como um processo de construção contínua ou
de uma construção indefinida, quando se refere à elaboração de conhecimentos com
espírito humanista no espírito humano. Concebeu um modelo teórico que se apóia
fundamentalmente sobre na compreensão do desenvolvimento humano, inscrevendo-o
na perspectiva de uma construção da realidade, em vez de sua simples transposição
cognitiva na memória.
Já VYGOTSKY (2004), importante teórico da educação, defende uma outra
forma de se compreender a origem e a evolução do psiquismo humano e, como
consequência, um modo diferenciado de se entender a educação. Para ele, a interação
social é a origem e o motor da aprendizagem e do desenvolvimento intelectual. Deixa
claro que é na atividade prática, nas interações entre os homens e a natureza, que as
funções psíquicas se desenvolvem.
Da mesma forma, FREIRE (2003) afirma que o conhecimento é produzido na
interação com o mundo físico e social, com base no contato do indivíduo com a sua
realidade, com os outros, incluindo aqui sua dimensão social, dialógica, inerente à
própria construção do pensamento. Freire incorpora a visão do coletivo reconhecendo
que ninguém se conscientiza separado dos outros, ninguém evolui sozinho desligado do
mundo. Tudo está relacionado, está conectado e renovado continuamente.
Outro teórico importante da educação, LÉVY (2005) aborda a aprendizagem
ligada à utilização das tecnologias da educação. Ele afirma que o papel do estudante
44
muda enormemente com o amplo recurso da Internet. Do raciocínio linear, seqüencial,
exigido por métodos expositivos convencionais, tem-se a possibilidade de se fazer uma
série de interligações, inferindo-se dessa nova forma de ter acesso ao conhecimento e
que a construção do raciocínio não é mais linear, mas multidimensional. Da mesma
forma Morin e Capra, cada um a seu modo apontam para um pensamento cada vez mais
sistêmico (ecológico), holístico e transdisciplinar.
Analisando-se a contribuição desses autores para entender como a
aprendizagem se processa, infere-se que a aprendizagem compreende um processo
contínuo, necessitando de metodologias adequadas e diversificadas. Os alunos precisam
aprender a investigar, dominar as diferentes formas de acesso à informação, desenvolver
a capacidade crítica de avaliar, reunir e organizar as informações, a fim de que a
verdadeira aprendizagem aconteça.
Assim, a metodologia não poderá estar calcada meramente na transmissão de
conteúdos e informações, embora a informação seja fundamental. Ela deverá ir muito
além, pois a emancipação, pessoal e social, requer muito mais do que isso; ela exige a
capacidade de construir e reconstruir conhecimentos, ou seja, ela tem o compromisso
com o desenvolvimento da autonomia do estudante.
O papel do professor é o de garantir a manutenção de um diálogo permanente
e, de acordo com o que acontece em cada momento, deve propor situações–problema,
desafios, desencadear reflexões, estabelecer conexões entre o conhecimento adquirido e
os novos conceitos, entre o ocorrido e o pretendido. Além do que, com a utilização das
tecnologias da informação, o conhecimento é cada vez mais adquirido coletivamente
por meio da informática e das telecomunicações.
O ensino deve ser ministrado, por meio de ações diversificadas e coerentes.
Portanto, devem ser utilizados debates e trabalhos de grupo, aulas expositivas
dialogadas, trabalhos de pesquisa, estudos de caso, análise de vídeos abrangendo temas
educacionais e culturais, entrevistas, visitas técnicas, seminários e palestras, visitas
culturais, workshops, minicursos, exposições, entre outros.
45
V. MARCO SITUACIONAL
5.1. Cenário nacional, regional e local
Transformações significativas ocorridas no país e no mundo inauguram uma
nova era, com reflexos nos diferentes setores da sociedade. Todos estão sendo
desafiados a acompanhar esse movimento, criando outras propostas para compreender e
acompanhar essa diversa realidade, seus significados e redefinir conceitos. No Brasil,
apesar de possuir inúmeros recursos naturais, a área ambiental precisa de um maior
desenvolvimento técnico e profissional que o coloque no ranking de países produtores
de conhecimento e tecnologias sustentáveis.
A escassez dos recursos naturais, a poluição e os acidentes ambientais
provocados pela sociedade moderna, nas últimas décadas, vêm demonstrando ao mundo
a insustentabilidade e o caráter concentrador do modelo de desenvolvimento vigente.
A busca por um novo modelo, ecologicamente sustentável, vem fazendo com
que a questão ambiental desperte um interesse cada vez maior no mundo atual.
O Brasil desde 1973 possui órgãos e legislações ambientais. Destacando-se a
partir dos anos 80, a Política Nacional de Meio Ambiente – Lei N° 6.938/81 e o
Ministério do Meio Ambiente, bem como a Agencia Federal de Meio Ambiente, o
IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.
Dados oficiais do Censo de 2010 apontam, para o Estado do Rio de Janeiro,
uma população de 15.989.929 habitantes e, para o Município do Rio de Janeiro, uma
população de 8.551.538, o que demonstra sua elevada concentração demográfica.
O Estado do Rio de Janeiro foi o estado pioneiro na área ambiental. Sua
Agencia Ambiental a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente - FEEMA
foi criada em 1974 sendo a primeira agencia ambiental estadual no Brasil. Em termos de
legislações ambientais o Estado do Rio de Janeiro também foi um estado percursor
antecipando-se inclusive à legislação federal nos anos 70. Hoje o Instituto Estadual do
Ambiente - INEA, criado a partir da unificação da FEEMA, da SERLA –
Superintendência Estadual de Rios e Lagoas e do IEF – Instituto Estadual de Florestas,
é a nova Agência Ambiental do Estado do Rio de Janeiro.
46
No cenário municipal a Secretaria Municipal de Meio Ambiente/SMAC é o
órgão central do Sistema Municipal de Gestão Ambiental do município do Rio de
Janeiro.
A demanda da UVA, campus Tijuca, esta presente principalmente na área do
Grande Rio, compreendido pelos bairros próximos ao centro como Vila Isabel, Grajaú,
Méier, Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Mangueira, Rio
Comprido, Santa Teresa, Santo Cristo, São Cristóvão e Saúde, além de atender com
facilidade aos 18 bairros que compõem a zona sul como: Botafogo, Catete, Copacabana,
Cosme Velho, Flamengo, Gávea, Glória, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa,
Laranjeiras, Leblon, Leme, Rocinha, São Conrado, Urca e Vidigal. Todos eles ligados
às instalações da UVA por uma grande oferta de linhas de ônibus e, principalmente,
pelo Metrô. Soma-se a esta demanda aos egressos do ensino médio dos municípios
circunvizinhos como Niterói, São Gonçalo, Petrópolis, Teresópolis, e vários outros que
compõem a baixada fluminense.
O Projeto Político da Instituição está atento ao grande desenvolvimento
econômico e a demanda do setor. Destaca-se o elevado crescimento do número de
alunos matriculados no Ensino Médio regular, que segundo o Censo Escolar 2010 (fonte
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas - INEP), o Estado do Rio de Janeiro apresenta
821.196 mil alunos matriculados, onde se ressalta que neste número só o Município do
Rio de Janeiro contribui com 313.474 mil. Quanto a Educação Profissional (Nível
Técnico), o estado apresenta 78.035 mil matriculas, sendo no Município do Rio de
Janeiro 30.017 mil. A situação descrita nos permite afirmar que há uma demanda
potencial de egressos de alunos do Ensino Médio e Técnico nesta localidade.
Tanto o Estado quanto a Cidade do Rio de Janeiro se caracterizam por seus
inúmeros atributos ambientais de grande beleza. As belas praias, as montanhas, a Mata
Atlântica, várias lagoas e lagunas, sua fauna e flora, espalhados pelo território
fluminense e carioca são alguns exemplos deste atributos necessário para o equilíbrio
ecossistêmico e por conseguinte para uma vida saudável e um desenvolvimento
sustentável. Infelizmente a ação antrópica mal feita relacionada com a urbanização, com
a agricultura itinerante e monocultural e mais recentemente a com indústria, destacandose neste segmento a indústria do petróleo com grande potencial poluidor, vem
impactando e poluindo nossos ecossistemas e biomas.
47
Desta forma, observa-se que o mercado de atuação para o Engenheiro
Ambiental no Rio de Janeiro tem tido crescimento contínuo.
5.2. Justificativa
A partir do que já foi exposto anteriormente, no cenário nacional, regional e
local, verificamos que a área ambiental no Rio de Janeiro e no Brasil, demonstra ao
mesmo tempo, potencialidades e carência com relação à qualificação de mão-de-obra
específica. Assim, desenvolvemos um programa de curso que contemplasse essa lacuna.
O currículo do Curso de Engenharia Ambiental enfatiza conteúdos
interdisciplinares que possibilita a conjugação da dimensão técnicas instrumental, mas
também das dimensões biológicas, humanas e preparando o profissional para o atual
mercado de trabalho.
A partir destas características, o Curso de Engenharia Ambiental, se insere no
contexto ambiental moderno onde a busca por um desenvolvimento ecologicamente
sustentável é uma demanda fundamental da sociedade contemporânea.
O Curso de Engenharia Ambiental da UVA é constituído por 197 (cento e
noventa e sete) créditos. A carga horária do currículo pleno corresponde a 4.710 (quatro
mil setecentos e dez) horas.
Importa ressaltar que integra o currículo a disciplina obrigatória Atividades
Complementares (200 horas) que pretende atualizar o estudante com o que de mais
novo houver na área de Engenharia Ambiental.
5.3. Histórico do curso
Os cursos de Engenharia da Universidade Veiga de Almeida - UVA tem sua gênese
na Escola de Engenharia, com os cursos de Engenharia Civil e Elétrica, fundada pela
Universidade em 1971 no Estado do Rio de Janeiro.
O Curso de Engenharia Ambiental ofertado no Campus Tijuca, na Rua Ibituruna,
108, Tijuca – Rio de Janeiro, teve a sua proposta de criação aprovada pelo Conselho de
Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE, em 02 de julho de 2007.
A oferta do curso neste município foi motivada pelo êxito alcançado com os cursos
de Engenharia desde 1971, pela análise realizada no cenário nacional e internacional e
48
pela preocupação da UVA em oferecer conteúdos da área de meio ambiente que
possibilitem formar multiplicadores da defesa do meio ambiente e da busca por uma
civilização ecologicamente sustentável.
Transformações ocorridas no Brasil e no mundo nos colocam diante de uma nova
realidade, estamos inseridos em um mundo cada vez mais globalizado em grande
crescimento. O que nos insere diante de uma realidade, a necessidade cada vez maior
das engenharias.
Todos estão sendo desafiados a acompanhar esse processo, criando outras propostas
para compreender e acompanhar essa realidade diversa e seus significados, redefinindo
conceitos e paradigmas. Fruto destas transformações, a Engenharia Ambiental emerge
como opção das engenharias em minimizar os problemas socioambientais ocasionados
pelo crescimento desordenado e ilimitado, visando o desenvolvimento ecologicamente
sustentável.
49
VI. MARCO CONCEITUAL
6.1. A construção do Projeto Pedagógico do Curso
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental foi estruturado de
acordo com a política de ensino, o referencial teórico metodológico, princípios,
diretrizes, estratégias e ações contidas no PDI e no PPI da Universidade Veiga de
Almeida.
A preocupação dos professores que integram o colegiado do curso na
elaboração do currículo foi a de garantir uma articulação coerente entre os objetivos, o
perfil do egresso, a missão da Universidade, os objetivos institucionais e as diretrizes
curriculares nacionais.
Embora quase todos percebam que o mundo ao redor está se transformando de
forma bastante acelerada, a educação de forma geral, ainda privilegia práticas
pedagógicas que dificultam o processo de construção do conhecimento dos estudantes,
reproduzindo um modelo de sociedade na qual os indivíduos são incapazes de pensar,
de refletir e de reconstruir o conhecimento. Hoje se buscam novos paradigmas
educacionais que reconhecem a interdependência existente entre os processos de
pensamento e de construção do conhecimento e que, principalmente, resgatem a visão
de contexto e de pluralidade profissional do ser humano.
A coerência entre o currículo do curso e seus objetivos está evidenciada nos
princípios que norteiam o trabalho pedagógico. São eles: ensino problematizado e
contextualizado promovendo a relação indissociável da pesquisa, ensino e extensão;
flexibilidade curricular, garantindo a atualização e a contextualização do aluno nas
questões do seu tempo; promoção de atividades que socializam o conhecimento, como
centros de estudo, seminários, encontros científicos, entre outras. Orientação para o
contexto profissional, colocando o aluno em contato com o mundo do trabalho para que
descubra e desenvolva suas aptidões e habilidades profissionais; garantia de uma
formação inter e multi-disciplinar pautada em uma base sólida de conhecimentos e de
princípios éticos.
Na concepção do desenho curricular do curso foram observadas as diretrizes
curriculares do MEC específicas do curso, as premissas subjacentes à valorização das
competências e habilidades do mundo do trabalho, a formação tecnológica, biológica e
50
humanística e nas novas formas de organização do processo produtivo buscando
sustentabilidade ambiental.
Através de projetos específicos, o PPC contempla:
•
A capacitação dos docentes do curso de Engenharia Ambiental que tem como eixo
a compreensão crítica sobre os caminhos da construção do conhecimento que
acontece nas reuniões periódicas com os professores, nos seminários, na extensão
universitária, nos minicursos, na participação em congressos, nas reuniões de
planejamento, entre outros;
•
A atualização, renovação e flexibilização permanente da oferta de programas e
currículos, tendo em vista os novos cenários e tendências do mercado de trabalho,
se dá nas reuniões com os docentes e na realização de um fórum que envolve as
empresas e instituições conveniadas quando se discute as novas tendências do
mercado e perfis profissionais.
•
Estratégias utilizadas pelos docentes visando intensificar as ações teórico/práticas,
como os trabalhos de grupo, aulas expositivas com tecnologia multimídia, prática de
laboratórios, trabalhos de pesquisa bibliográfica, vídeos, DVD abrangendo temas
pertinentes ao curso e visitas técnicas.
•
Análise dos indicadores de desempenho apontados na avaliação do curso, nas
reuniões com os docentes, quando são discutidos os aspectos que merecem maior
atenção e re-planejamento. Nessas reuniões são traçadas as estratégias no sentido de
eliminar os pontos fracos, utilizando, as aulas de reforço, o nivelamento, as
estratégias diversificadas de avaliação de ensino, entre outros.
•
O planejamento de atividades complementares visando ao aprimoramento da
teoria/prática, tais como; visitas técnicas, participação dos estudantes em
seminários, encontros, excursões, caminhadas ecológicas, e também atividades de
caráter cultural, como visita a museus, teatro, cinema e casa de cultura. Dessa
forma, o estudante é estimulado a buscar conhecimentos em outras áreas do saber.
•
O incentivo à iniciação científica cresce a cada ano e a Universidade vem
aumentando o quantitativo de bolsas para estimular os estudantes na participação de
projeto de pesquisa.
•
Os projetos de ação social e de extensão são planejados e desenvolvidos ao longo
do curso possibilitando aos estudantes o contato direto com a comunidade.
51
•
O apoio pedagógico é oferecido ao estudante no sentido de superar as suas
dificuldades oriundas do ensino médio. São oferecidas ferramentas de nivelamento,
através de monitoria. A articulação permanente com a Pró-reitoria Comunitária
propicia o apoio ao estudante através de incentivos como bolsas de estudo. Quando
necessário, o estudante é encaminhado a este setor para ser atendido.
O Curso de Engenharia Ambiental nasceu plenamente integrado ao Projeto
Pedagógico Institucional da Universidade Veiga de Almeida, fundamentando-se nos
princípios de:
•
amparo das decisões institucionais nos indicadores levantados na Avaliação
Institucional e nos objetivos e metas contidos no Projeto Político Institucional e
Projeto Pedagógico Institucional.
•
indissociabilidade entre o ensino pesquisa e extensão, com enfoque nos projetos
pedagógicos dos cursos e as ações consubstanciadas no princípio do “aprender a
aprender”.
•
incentivo à pesquisa como princípio educativo auxiliar na construção da autonomia
intelectual e profissional do estudante.
•
adequação dos cursos às políticas governamentais, observando a função social da
Universidade e a possibilidade de conviver com diferentes posições.
•
garantia da qualidade acadêmica por meio dos projetos pedagógicos dos cursos.
•
fortalecimento das ações direcionadas à comunidade na qual está inserida a
Universidade.
•
integração dos diferentes cursos e áreas de ensino numa perspectiva interdisciplinar
do conhecimento.
•
ampliação da oferta de cursos e disciplinas na modalidade a distância.
•
flexibilização dos currículos mediante a ampliação das oportunidades para as novas
demandas do ensino, do conhecimento e do setor produtivo em permanente
transformação.
•
articulação das disciplinas e atividades curriculares, voltadas à dinâmica da
realidade, ao trabalho e a função social da Universidade.
52
•
tratamento das disciplinas com observância dos pressupostos axiológicos, éticos e o
respeito à dignidade humana e ao meio ambiente, objetivados em posturas
pedagógicas que articulem os conhecimentos e os valores morais.
O Curso de Engenharia Ambiental, da Universidade Veiga de Almeida,
distribuído pelas diversas áreas de atuação, tem como um dos objetivos proporcionar
vivência no campo técnico-científico, sem relegar a ética a um segundo plano e sem
descuidar da necessidade de preparar o futuro profissional para a produção de pesquisas
ampliando a visão generalista do estudante.
6.2 Objetivos do curso
O Curso de Engenharia Ambiental tem como forte diretriz os objetivos contidos
na Politica Nacional de Educação Ambiental Lei 9795/99 que traz em seu artigo 6,
incisos 6.1 e 6.2 os seguintes objetivo específicos:
6.1 - Desenvolver a consciência crítica e incentivar a tomada de atitudes
frente à problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a
capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais.
6.2 - Conhecer instrumentos ambientais diversos e adquirir competências
e habilidades para:
planejar políticas ambientais
lidar com órgãos fiscalizadores
gerenciar empresas especializadas
preparar empresas para auditoria e certificação
elaborar avaliação de impactos ambientais (EIA/RIMA)
obter licenciamento ambiental;
conhecer a política, a legislação e a doutrina do direito ambiental
possibilitar o acompanhamento e a solução dos problemas ambientais.
a) Geral
O Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Veiga de Almeida tem
como escopo a formação de um profissional com as condições suficientes e necessárias
ao cumprimento de seu papel no mercado do trabalho, atuando diretamente na
supervisão ou na execução das funções que caracterizam suas atividades.
Para tal utiliza-se estratégias de ensino inovadoras, visando formar um
engenheiro ambiental que transite nas diversas áreas do conhecimento humano que
tenham interface com o Meio Ambiente. Além de oferecer ao aluno condições de se
53
tornar um bom profissional, um cidadão com pleno conhecimento das suas
responsabilidades dentro da realidade atual de seu país, e das medidas a serem adotadas
na promoção do bem estar da sociedade.
b) Específicos
• Atender às demandas da sociedade com vistas às políticas de desenvolvimento
nacional, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos, biológicos e sociais,
isto é conhecimentos interdisciplinares inerentes ao meio ambiente e fundamental
para alcançarmos um desenvolvimento ecologicamente sustentável.
• Desenvolver consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se
como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução dos problemas ambientais.
• Desenvolver valores e atitudes a partir do conhecimento e da reflexão da
inconsistência do modelo de desenvolvimento atual, que levem a uma consciência da
realidade ambiental.
• Proporcionar condições para a formação de um profissional com capacidade e
aptidão para pesquisar, elaborar e prover soluções que permitam a harmonização das
diversas atividades humanas com o meio natural e a sociedade dele pertencente;
• Desenvolver e utilizar tecnologias a partir de uma sólida formação, envolvendo os
campos da Matemática, Física e Química, contando com o adequado suporte de
conhecimento em Informática, Biologia e Ecologia, Geociências, Legislação e
Humanidades;
• Ofertar conteúdos que proporcionem aos alunos compreensão clara da área de
atuação da Engenharia Ambiental, que atualmente exige a integração entre diversos
campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de recursos hídricos, saneamento
ambiental, construções sustentáveis, incluindo desta forma o monitoramento, a
avaliação e a gestão dos recursos naturais e dos impactos ambientais dos setores
industrial, agrícola e urbano. Desenvolver no corpo discente competência e
habilidades necessárias à solução dos problemas ambientais;
• Atuar na preservação, na recuperação e controle da Qualidade da água, ar e solo;
• Ter ciência dos limites da ação do homem em sua Interação com o meio ambiente;
• Analisar os processos ambientais tanto de forma holística quanto reducionista;
• Atuar em gestão ambiental visando o desenvolvimento sustentável;
54
• Adaptar-se às mudanças do mundo contemporâneo, bem como ser agente de Projeto
Pedagógico do Curso de Engenharia Ambiental;
• Ser agente de informação à sociedade em questões de interesse ambiental.
6.3. Perfil do egresso
O perfil dos egressos do Curso de Graduação de Engenharia Ambiental
compreende uma sólida formação técnico-científica e profissional, capacitação para
conhecer e desenvolver novas tecnologias, atuação crítica na identificação e resolução
de problemas, considerando aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e
culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. A
UVA forma profissionais conscientes de suas responsabilidades técnicas de acordo com
o código de ética profissional do CONFEA e com a legislação ambiental vigente:
“A responsabilidade ambiental é atribuída não só ao poluidor, mas
também ao profissional que atua na área ambiental, responsabilizado
pessoalmente pelas informações técnicas apresentadas. A
responsabilidade técnica ambiental impõe ao profissional, sanções
administrativas, civis e penais, conforme estabelecido na resolução
CONAMA 237/97 e na Lei de Crimes Ambientais art. 66 e 69-A.”
(Saroldi, 2009)
O futuro engenheiro ambiental deve possuir características como capacidade de
raciocínio abstrato, autogerenciamento, assimilação de novas informações, compreensão
dos problemas socioambientais e econômicos, inovação de soluções visando o
desenvolvimento e aplicação da tecnologia para a preservação da qualidade da água, do
ar e do solo. A conscientização ambiental da sociedade tem aumentado seu grau de
exigência em relação à responsabilidade socioambiental das empresas definindo um
novo perfil de consumidor. Instrumentos legais exigem das empresas a adoção crescente
de medidas preventivas contra possíveis impactos negativos ao ambiente, exigindo a
contratação de profissionais com conhecimentos específicos na área de meio ambiente e
com formação acadêmica que os habilite a atuar nas rotinas operacionais das empresas.
Assim o Engenheiro Ambiental é chamado atualmente a transformar-se em um
técnico que, além de competente, seja comunicativo, aberto a sugestões do público e dos
setores envolvidos, com capacidade de negociação e persuasão – Inteligência
Emocional.
55
A graduação em engenharia ambiental habilita o profissional para atuar no setor
público, no setor produtivo e no chamado terceiro setor não governamental formado
pela sociedade civil organizada. Seja em empresas públicas, privadas ou ongs –
organizações não governamentais, o engenheiro ambiental poderá atuar como:
•
planejador e gestor de Meio Ambiente;
•
auditor e certificador de qualidade ambiental;
•
analista e fiscal ambiental;
•
agente e peritos para órgãos fiscalizadores,
•
consultor, pesquisador e educador das questões ambientais.
As atividades cabíveis ao Engenheiro Ambiental referem-se à administração,
gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos
ambientais. Além do desempenho de cargo e função técnica, o Engenheiro Ambiental
pode exercer atividades de ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e
divulgação técnica.
6.4 Competências e habilidades
O futuro Engenheiro Ambiental desenvolve competências e habilidades para:
- supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
- avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
- comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
- contribuir para a manutenção dos recursos naturais e recuperação do equilíbrio
ambiental, avaliando e monitorando impactos ambientais das atividades da
engenharia no contexto social e ambiental;
- assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
- atuar em equipes multidisciplinares;
- avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
- colocar-se como agente da construção de seu conhecimento, assumindo funções
diversas, tais como as de organizador, facilitador, mediador, incentivador, avaliador,
planejador, gestor e controlador;
- entender a Engenharia Ambiental como ciência em constante evolução;
56
- absorver e desenvolver novos conhecimentos na área cientifica tecnológica e
ambiental;
- contribuir em projetos de engenharia que viabilizem melhor qualidade de vida para a
sociedade;
- compreender, analisar e gerenciar as relações do homem com o meio ambiente;
- desenvolver suas potencialidades, tais como raciocínio lógico, iniciativa, autonomia,
intuição, imaginação, criatividade, percepção crítica;
- gerenciar os processos de forma a oferecer a sociedade contribuições para o exercício
de sua cidadania e bem estar;
- pautar sua conduta profissional por critérios humanísticos e de rigor científico, bem
como por referenciais éticos e legais, sempre com a visão de seu importante papel
para o desenvolvimento sustentável.
Este profissional assume progressivamente em nossa sociedade o papel
inovador sob vários aspectos, como o cuidado e a ética ambiental. Sua tarefa é
compreender e antecipar as exigências do mercado e traduzi-las em um projeto concreto
a ser realizado em diversas escalas. Sua cultura e habilidades devem ser transversais,
síntese de conhecimento teórico e competências técnicas mais específicas.
O Curso de Engenharia Ambiental tem como diferencial o oferecimento de
atividades interdisciplinares junto ao mercado profissional sob a orientação do corpo
docente, objetivando estabelecer uma real ligação com o dia-a-dia, e sempre com o
intuito de permitir ao egresso sua inserção natural no mercado de trabalho.
Outro aspecto importante é a valorização da formação continuada com seus
referenciais coerentes com a proposta educacional inovadora. O egresso do Curso de
Engenharia Ambiental precisa entender que a busca do conhecimento deve acompanhálo permanentemente, não se restringindo apenas a uma pequena e rápida etapa da sua
vida. Nesse aspecto, o curso com o seu corpo docente vêm cumprindo o seu papel e
oferecendo oportunidades diversificadas e permanentes mediante os cursos de
atualização e de extensão.
57
VII. REQUISITOS DE ACESSO
O acesso aos cursos de graduação e superiores de tecnologia da UVA se faz
por meio de processos seletivos, que são realizados de forma periódica semestralmente.
Esses processos seletivos englobam o tradicional Vestibular, ENEM, PROUNI,
Programas de Acesso Personalizado – PAP, Acesso Direto-PAD: a) PAP - uma
redação e uma prova de conhecimentos gerais do ensino médio com 10 questões
objetivas de múltipla escolha ou b) PAD - uma redação e análise do histórico escolar do
ensino médio concluído
Os processos seletivos são instruídos por meio de editais, contendo as
informações necessárias aos candidatos, tais como: cursos, reconhecimentos, vagas,
turno, datas de prova e tudo mais correlato que os candidatos possam fazer uso nesse
processo. Em complementação ao edital, é distribuído também um manual do candidato
com todas as informações pertinentes ao processo. As vagas são ofertadas para dois
semestres consecutivos.
Para atendimento aos candidatos, a UVA implantou um setor específico
denominado Central de Atendimento, onde os candidatos podem, num ambiente
tranquilo, fazer a sua inscrição e ter acesso a todas as informações necessárias sobre a
Instituição. Além disso, os candidatos podem também fazer sua inscrição num ambiente
virtual, por meio da Internet. Preocupado em proporcionar um tratamento diferenciado
ao candidato, a UVA coloca um setor de Telemarketing funcionando diariamente no
sentido de fornecer informações sobre os seus cursos e formas de acesso, inclusive
propiciando aos candidatos um relacionamento direto com os Coordenadores de Curso,
por meio de marcação de entrevistas.
Para difundir os seus cursos e dar uma orientação vocacional aos candidatos, a
UVA tem um programa específico, denominado Projeto Vivenciando, que por
intermédio de convênios com escolas do ensino médio, realiza palestras nos quais
professores dos diferentes cursos levam aos alunos dessas instituições de ensino o perfil
profissiográfico de cada curso, seus objetivos, suas competências, habilidades, atitudes e
a inserção no mercado de trabalho.
Outras formas de acesso somam-se às mencionadas, tais como transferências
externas e portadores de diploma de nível superior, para suprir vagas ociosas na Instituição.
58
VIII. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A estrutura curricular do Curso Engenharia Ambiental engloba disciplinas que
propiciam aos estudantes conhecimentos imprescindíveis ao seu desenvolvimento
profissional. Os ensinamentos e os conhecimentos adquiridos, por certo, lhes
proporcionarão um maior grau de proficiência e eficácia em suas atividades.
Para atender a essas necessidades, o Curso Engenharia Ambiental, oferecido
pela Universidade Veiga de Almeida, se propõe a transmitir uma abordagem
metodológica afinada com o curso, além de abordar os componentes técnicos de
administração, dos processos produtivos e das novas tecnologias.
Alguns aspectos devem ser ressaltados no plano curricular do Curso
Engenharia Ambiental, extremamente rico e, ao mesmo tempo, inovador, com vistas à
construção de um novo perfil profissional para o setor, como:
•
A valorização da prática fundamentada numa sólida formação teórica;
•
A utilização de metodologias que priorizem a participação construtiva do aluno;
•
A dimensão interdisciplinar do currículo, porque permite a abertura de um novo
canal de comunicação e ajuda a refazer antigas posições cultivando o desejo de
enriquecimento por novos enfoques, ultrapassando os caminhos já conhecidos;
•
A possibilidade de se conjugar diferentes áreas do conhecimento no estudo e na
pesquisa enriquece e potencializa a aprendizagem;
•
A fragmentação do conhecimento dá lugar a uma visão unificadora, tirando do
encastelamento algumas disciplinas ao relacioná-las com outras, superando,
sobretudo, a idéia de hierarquização e justaposição, tão comuns na estrutura
curricular. De acordo com o pensamento de JAPIASSU:
“A interdisciplinaridade nos permite a abertura de um novo nível de
comunicação e abandona os velhos caminhos da racionalidade tradicional.
Doravante, temos o direito de passar da ciência ao sonho e vice-versa. É à
natureza e às ciências da natureza que Deleuze faz apelo para descrever os
poderes da imaginação e escapar de toda referência ao homem da filosofia
tradicional, sujeito ativo, dotado de projetos, de intenções e de vontade.
Portanto, ciência e não ciência, ciência e filosofia, sonho e filosofia, todos
esses saberes precisam ser articulados. Nenhuma disciplina, nenhum tipo
de conhecimento, nenhum tipo de experiência deve ser excluído, nem a
título de meio nem a titulo de fim, desse projeto de reunificação do Saber”
(JAPIASSU, 1995, p. 09).
59
•
a inserção estudante no contexto do profissional de acordo com os objetivos do
curso;
•
a intervenção e iniciação profissional junto ao setor
•
a vivência, articulada à pesquisa e ao trabalho de conclusão de curso (TCC), ao
;
longo do processo de formação, auxilia o estudante no processo de inserção no
contexto profissional;
•
a indissociabilidade entre o ensino/pesquisa/extensão. Há uma preocupação de
desenvolver, no futuro engenheiro, o olhar e a postura de pesquisador diante de
fatos e problemas ligados às atividades ambientais, mediante a utilização
cuidadosa de diversos procedimentos, investigando com os estudantes a
viabilidade das diferentes formas de gerenciamento de processos estudados no
decorrer do curso. No dizer de DEMO:
“Pesquisar não é somente produzir conhecimento, é sobretudo aprender
em sentido criativo. É possível aprender escutando aulas, tomando nota,
mas aprende-se de verdade quando se parte para a elaboração própria,
motivando o surgimento do pesquisador, que aprende construindo.
Dialogar com a realidade talvez seja a definição mais apropriada de
pesquisa, porque a apanhe como princípio científico e educativo. Quem
sabe dialogar com a realidade de modo crítico e criativo faz da pesquisa
condição de vida, progresso e cidadania” (DEMO, 1992, p. 103);
•
princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito
ao bem comum;
•
princípios políticos dos direitos e deveres de cidadania;
•
apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC a partir de uma pesquisa
interdisciplinar fundamentada na abordagem qualitativa da pesquisa.
Na concepção do desenho curricular do curso foram observadas as diretrizes
curriculares específicas, as premissas subjacentes à valorização das competências do
Curso de Engenharia Ambiental no mundo do trabalho e nas novas formas de
organização do trabalho pedagógico.
Através de projetos específicos, o PPC do Curso de Engenharia Ambiental
contempla:
60
•
A capacitação docente que tem como eixo a compreensão crítica sobre os
caminhos da construção do conhecimento que acontece nas reuniões periódicas
com os professores, nos seminários, nos mini-cursos, na participação em
congressos, nas reuniões de planejamento estratégico da universidade que tem
como finalidade de desenvolver o espírito empreendedor no docente;
•
A atualização, renovação e flexibilização permanente da oferta de programas e
currículos, tendo em vista os novos cenários e tendências do mercado de trabalho,
se dá nas reuniões com os docentes e na realização de um fórum que envolve as
empresas e instituições conveniadas quando se discute as novas tendências do
mercado e perfis profissionais;
•
Estratégias utilizadas pelos docentes visando intensificar as ações teórico/práticas,
como os trabalhos de grupo, aulas expositivas, trabalhos de pesquisa bibliográfica,
vídeos abrangendo temas pertinentes ao curso, iniciação científica, visitas técnicas,
utilização do suporte on-line da UVA às aulas presenciais;
•
Análise dos indicadores de desempenho apontados na avaliação do curso, nas
reuniões com os docentes, quando são discutidos os aspectos que merecem maior
atenção e re-planejamento. Nessas reuniões são traçadas as estratégias no sentido
de eliminar os pontos fracos, utilizando, as aulas de reforço, o nivelamento, as
estratégias diversificadas de avaliação de ensino, entre outros;
•
O planejamento de atividades complementares visando ao aprimoramento da teoria
/ prática, tais como; visitas técnicas, participação dos estudantes em cursos de
extensão universitários, seminários, encontros, excursões, e também atividades de
caráter cultural como visita técnicas e culturais. Dessa forma, o estudante é
estimulado a buscar conhecimentos em outras áreas do saber;
•
A articulação permanente com a Pró-Reitoria Comunitária propicia o apoio ao
estudante através de incentivos como bolsas de estudo. Quando necessário, o
estudante é encaminhado a este setor para ser atendido.
Compreende, portanto, um conjunto articulado que permite a apropriação de
conhecimentos, o desenvolvimento de habilidades e o domínio de tecnologias capazes
de garantir as condições essenciais para o domínio de competências para a ação do
profissional.
61
Os componentes curriculares que contribuem na formação geral explicitados na
estrutura curricular do Curso de Engenharia Ambiental integram os seguintes conjuntos
que estabelecem uma teia de relações:
•
Ecologia Geral e Aplicada
•
Geologia
•
Climatologia
•
Recursos Naturais
•
Hidrologia e Recursos Hídricos
•
Hidráulica e Sistemas de Águas e Esgotos
•
Cartografia e Geoprocessamento
•
Poluição e Impactos Ambientais
•
Sistemas de Tratamento de Resíduos
•
Política, Legislação e Direito Ambiental
•
Saúde Ambiental
•
Planejamento e Gestão Ambiental
O domínio dos conteúdos referentes às competências voltadas para o exercício
da profissão promove um tratamento adequado dos conteúdos de cada área de
conhecimento. Esse conjunto engloba disciplinas que permitem ao futuro engenheiro
desenvolver competências e habilidades práticas principalmente nas visitas técnicas e
atividades complementares.
62
8.1. Matriz curricular
A estrutura curricular engloba disciplinas que propiciam aos alunos
conhecimentos imprescindíveis ao desempenho profissional. Os ensinamentos
transmitidos e os conhecimentos adquiridos por certo lhes proporcionarão um maior
grau de proficiência e eficácia em suas atividades.
Na concepção do curso, fica evidente a harmonia entre os objetivos que revelam
o perfil do profissional que o curso deseja formar e o conjunto de atividades curricular
propostas para alcançar este fim. O currículo do curso visa à formação de um
profissional competente de Meio Ambiente, com espírito crítico, empreendedor,
responsável e envolvido com as questões de seu tempo. Um profissional racional, mas
que seja também sociável e comunicativo, aberto a sugestões do público e dos setores
envolvidos, com capacidade de negociação, persuasão e compaixão pelo outro e pela
natureza.
O curso apresenta um projeto que contempla a flexibilização curricular e as
atividades complementares entre outras estratégias, que possibilitam ao estudante
caminhar pelo currículo do curso construindo uma identidade profissional.
As unidades de estudo, componentes da matriz curricular, estão interrelacionadas de modo que o estudante obtenha, com o conjunto das disciplinas, os
conhecimentos necessários e fundamentais para a sua formação. Nas atividades de
campo, seu desempenho será mais bem qualificado se dispuser de conhecimentos que,
como ferramentas, o auxilie a coletar, organizar e interpretar os dados colhidos nas suas
observações. Disciplinas com conteúdos humanísticos propiciam a construção do olhar
crítico, ético e social tão essencial ao profissional de meio ambiente.
O domínio dos conteúdos referentes às competências voltadas para o exercício
da profissão promove um tratamento adequado dos conteúdos de cada área de
conhecimento. Esse conjunto engloba disciplinas que permitem ao futuro Engenheiro
Ambiental desenvolver competências e habilidades práticas principalmente nos
laboratórios, pesquisas, visitas técnicas e atividades complementares.
63
DEMONSTRAÇÃO SINTÉTICA DA MATRIZ CURRICULAR:
Período
Código
ENG8001
ENG8003
ENG8006
Primeiro
ENG8025
UVA8001
ENG8008
ENG8010
ENG8026
Segundo
ENG8027
UVA8002
ENG8012
ENG8014
ENG8015
ENG8028
Terceiro
ICT8001
ICT8003
ENG8004
Quarto
Quinto
AMB8001
ENG8029
ENG8030
ENG8031
ICT8002
CIV8001
ENG8019
CIV8006
CIV8004
CIV8003
CIV8044
CIV8101
CIV8102
AMB8002
UVA8004
Disciplina
Nome
Algoritmos e Linguagem I
Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Química Geral
Matemática Básica
Comunicação Oral e Escrita
Total
Ciência dos Materiais
Técnicas Laboratório de Física I
Cálculo Diferencial e Integral I
Física I
Filosofia
Total
Física II
Mecânica I
Técnicas Laboratório de Física II
Cálculo Diferencial e Integral II
Álgebra Linear
Estatística I
Expressão Gráfica I
Total
Fundamentos da Biologia
Fenômenos de Transporte
Cálculo Diferencial e Integral III
Física III
Cálculo Numérico
Mecânica dos Sólidos I
Mecânica II
Total
Mecânica dos Sólidos II
Hidráulica I
Geologia
Topografia
Materiais de Construção
Engenharia no Meio Ambiente
Química Analítica
Metodologia Científica
Total
Créditos
3
3
3
4
3
16
3
3
6
4
3
19
3
3
3
4
3
3
3
22
3
3
3
4
3
3
3
22
3
3
3
3
4
3
3
3
25
Carga
Horária
60
60
60
90
60
330
60
60
120
90
60
390
60
60
60
90
60
60
60
450
60
60
60
90
60
60
60
450
60
60
60
60
90
60
60
60
510
64
Sexto
Sétimo
CIV8302
CIV8304
CIV8301
CIV8024
PRD8016
AMB8003
AMB8004
AMB8005
CIV8019
CIV8307
AMB8006
AMB8007
AMB8009
AMB8010
UVA8005
AMB8011
AMB8012
AMB8013
Oitavo
AMB8014
AMB8015
AMB8016
AMB8017
Nono
Décimo
AMB8018
AMB8019
AMB8020
AMB8021
AMB8008
AMB8022
Isostática
Ergonomia e Seg. do Trabalho
Mecânica dos Solos
Arquitetura e Urbanismo
Instalações Hidrosanitárias
Cartografia e Geoprocessamento
Bioquímica Ambiental
Climatologia Aplicada
Total
Hidrologia
Sistemas de Água e Esgotos
Geologia Ambiental
Limnologia Básica
Ecologia e Sustentabilidade
Manejo Sustentável dos Recursos Naturais
Empreendedorismo
Total
Avaliação dos Problemas Ambientais e
Desenvolvimento Sustentável
Emissões Atmosféricas
Tratamento e Disposição dos Resíduos
Sólidos
Tratamento de Efluentes Líquidos
Saúde Ambiental
Tópico Especiais I
Disciplina Eletiva I
Total
Monografia I
Estagio Supervisionado em Engenharia
Ambiental
Recursos Hídricos
Avaliação de Risco Ambiental
Recuperação de Áreas Degradadas
Tópicos Especiais II
Total
Legislação e Direito Ambiental
Energias Renováveis
Monografia II
Disciplina Eletiva II
Total
3
3
3
3
3
3
3
3
24
3
3
3
3
3
3
3
21
60
60
60
60
60
60
60
60
480
60
60
60
60
60
60
120
480
3
60
3
60
3
60
3
3
3
3
21
3
60
60
60
60
420
60
3
60
3
3
3
0
15
3
3
3
3
12
60
120
60
400
560
60
60
120
60
500
65
Elenco de disciplinas Tópicos Especiais
AMB8051
AMB8052
AMB8053
AMB8054
AMB
LIC8102
TÓPICOS ESPECIAIS
Tópicos Especiais em Sistemas de Drenagem
Tópicos Especiais em Licenciamento Ambiental
Tópicos Especiais em Bioarquitetura
Tópicos Especiais em Planejamento Regional e
Urbano
Tópicos Especiais em Perícia Ambiental
Tópicos Especiais em LIBRAS - Língua
Brasileira de Sinais
Tópicos Especiais em Geotecnia Ambiental
Tópicos Especiais em Saúde, Meio Ambiente e
Segurança
Componentes curriculares
Carga horária das disciplinas
Carga horária das disciplinas eletivas
Carga horária de monografia
Carga horária de estágio supervisionado
Carga horária das atividades complementares
Total
3
3
3
60
60
60
3
60
3
60
3
60
3
60
3
60
Horas
3870
240
240
400
200
4.950
Obs: O aluno deverá cursar dois tópicos especiais e duas disciplinas eletivas de outros
cursos, podendo substituir as eletivas por tópicos especiais oferecidas no elenco do seu
curso.
66
8.2. Ementário das disciplinas
Em anexo
IX. PERFIL PROFISSIONAL DE GRADUAÇÃO
A graduação em engenharia ambiental habilita o profissional para atuar em
atividades de consultoria, perícia e auditoria ambiental, bem como para exercer cargos
públicos nos órgãos de controle e fiscalização ambiental e em instituições que exploram
recursos naturais. As atividades cabíveis ao Engenheiro Ambiental referem-se à
administração, gestão e ordenamento ambientais e ao monitoramento e mitigação de impactos
ambientais. Além do desempenho de cargo e função técnica, o Engenheiro Ambiental pode
exercer atividades de ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica.
O futuro Engenheiro Ambiental deve possuir competências e habilidades para:
-
supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; avaliar criticamente a operação e a
manutenção de sistemas;
-
comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
-
contribuir para a manutenção dos recursos naturais e recuperação do equilíbrio ambiental,
avaliando e monitorando impactos ambientais das atividades da engenharia no contexto
social e ambiental;
-
assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;
-
atuar em equipes multidisciplinares;
-
avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
-
colocar-se como agente da construção de seu conhecimento, assumindo funções diversas,
tais como as de organizador, facilitador, mediador, incentivador, avaliador, planejador,
gestor e controlador;
-
entender a Engenharia Ambiental como ciência em constante evolução;
-
absorver e desenvolver novos conhecimentos na área cientifica, tecnológica e ambiental;
-
contribuir em projetos de engenharia que viabilizem melhor qualidade de vida para a
sociedade;
-
compreender, analisar e gerenciar as relações do homem com o meio ambiente;
-
desenvolver suas potencialidades, tais como raciocínio lógico, iniciativa, autonomia,
intuição, imaginação, criatividade, percepção crítica;
-
gerenciar os processos de forma a oferecer a sociedade contribuições para o exercício de
sua cidadania e bem estar;
-
pautar sua conduta profissional por critérios humanísticos e de rigor científico, bem como
por referenciais éticos e legais, sempre com a visão de seu importante papel para o
desenvolvimento sustentável.
69
X. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM
Uma questão básica que tem sido preocupação constante desta Universidade é a
explicitação de um Projeto Político Pedagógico que parta de uma concepção teórica, crítica e
reflexiva. Destaca-se como fundamental nessa reflexão, o sistema de avaliação que se dá no
bojo deste projeto.
A avaliação não é um processo meramente técnico, implica uma postura política e
inclui valores e princípios, refletindo inclusive uma concepção de sociedade. Por isso mesmo,
pensar os fundamentos que norteiam as teorias avaliativas significa desvendar as ideologias
em que se apoiam. Portanto, há uma estreita relação dialógica entre avaliação e concepção
teórica da educação e que se estende para todo o processo educativo e ao próprio conceito de
aprendizagem. A finalidade da verdadeira aprendizagem consiste não em reproduzir um
modelo, mas, sobretudo resolver situações, ou seja, criar, reinventar soluções.
A avaliação nessa perspectiva não tem um fim em si mesmo, ao contrário, ela deve
ser instrumento de diagnóstico para o próprio trabalho do professor na medida em que dá
oportunidade de corrigir os possíveis desvios.
Para que a avaliação cumpra a sua verdadeira função, é necessário um certo recurso
técnico adequado. Implica que os instrumentos de avaliação sejam elaborados e aplicados
levando-se em conta alguns princípios: objetivos claramente definidos; preocupação com a
melhoria da aprendizagem do estudante e da metodologia de ensino aprendizagem;
planejamento adequado aos instrumentos de avaliação; clareza na comunicação e análise dos
dados coletados pela avaliação, com rigor científico.
A finalidade da verdadeira aprendizagem consiste não em reproduzir um modelo,
mas, sobretudo resolver situações, ou seja, criar, reinventar soluções. Nessa perspectiva, a
avaliação busca ir além da simples aplicação de provas e testes e tenta verificar o
investimento do aluno mediante a reprodução livre, com expressões próprias,
relacionamentos, simulações, explicações práticas e outros (MIZUKAMI, 1986).
De acordo com LUCKESI (2005) “a avaliação tem sido definida como um juízo de
valor, sobre dados relevantes, para uma tomada de decisão.”
70
Para esse autor:
“A atual prática de avaliação estipulou como função do ato de avaliar a
classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente, ou
seja, o julgamento de valor que teria a função de possibilitar uma nova
tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de
classificar um objeto ou um ser humano histórico, num padrão
definitivamente determinado” (LUCKESI).
Considerando que este processo precisa de informações contínuas no que se refere ao
seu desenvolvimento visando à correção de possíveis distorções e ao encaminhamento dos
objetivos previstos, podemos dizer que a avaliação como parte integrante do Planejamento do
Processo de Ensino – Aprendizagem apresenta três funções, as quais fazem parte do sistema
de avaliação da UVA, são elas:
1-Função Diagnóstica
Tem por finalidade realizar uma sondagem de conhecimentos e experiências já
disponíveis no aluno, bem como a existência de pré-requisitos necessários à aquisição de um
novo saber. Permite ainda identificar progressos e dificuldades de alunos e professores diante
do objetivo proposto.
2-Função Formativa
Propicia aos envolvidos (professor / aluno) no processo ensino-aprendizagem a
correção de falhas, esclarecimentos de dúvidas e estímulo a continuação do trabalho para
alcance do objetivo. Proporciona, também, ao docente, informações sobre o desenvolvimento
do trabalho adequação de métodos e materiais, comunicação com o aluno e adequabilidade da
linguagem (ESTRATÉGIAS ).
3-Função Somativa
Considerando que a função somativa da avaliação visa proporcionar uma medida
expressa em uma nota sobre o desempenho do aluno, entendemos que a mesma acontecerá ao
final de cada unidade de ensino ou ao final de cada bimestre. A Avaliação Somativa
contempla em seu interior também, tudo aquilo que foi visualizado na função diagnóstica e
formativa.
71
Um instrumento de avaliação que envolve professor, estudante e currículo, é
extremamente importante porque subtrai da avaliação o caráter antidemocrático presente em
quase todos os espaços de aprendizagem. É nessa direção que a Universidade Veiga de
Almeida vem caminhando na construção do processo de avaliação.
As avaliações dos estudantes baseiam-se nas competências, habilidades e nos
conteúdos curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
Nos currículos dos cursos de graduação da Universidade Veiga de Almeida, existem
2 (dois) tipos de avaliação de disciplinas, a saber: 1) sistema presencial, consiste em duas
provas parciais (P1 e P2) e uma prova final (P6), 2) sistema a distância (disciplinas on-line),
as disciplinas Comunicação Oral e Escrita, Direito Ambiental, Empreendedorismo, Filosofia,
Saúde Coletiva e Sociologia seguem este modelo. Existem outras disciplinas, Ciências
Ambientais e Metodologia Científica, cuja avaliação do aluno é feita por um conjunto de
trabalhos e provas ao longo do período letivo, tendo como resultado uma única nota (P3).
No tocante aos procedimentos, são utilizados vários instrumentos de avaliação, tais
como: provas escritas, atividades práticas, apresentação de seminário, trabalhos de pesquisa
em grupo e individuais, pesquisas de campo, relatórios, entre outros.
10.1. Avaliação do rendimento escolar
As diretrizes orientadoras e disciplinares da prática avaliativa do processo ensinoaprendizagem no âmbito dos Cursos de Graduação da UVA, encontram-se estabelecidas no
Regimento da Universidade e na Portaria nº 2, de 30 de janeiro de 2002, do Conselho de
Ensino Universitário – CONSUN e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE.
Essas diretrizes têm por função precípua assegurar a unidade de ação pedagógica,
bem como a coerência com os princípios, concepções e linhas de ação, consoantes com o
Regimento e Estatuto da Universidade.
A avaliação do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência
e o aproveitamento. A avaliação do aproveitamento do aluno, em cada disciplina, é feita pelo
professor, sendo expressa por meio de graus de qualificação, apresentados numericamente em
escala de 0 (zero) a 10 (dez).
No início do semestre letivo, o professor da disciplina informa a seus alunos os
critérios de avaliação, bem como o número de provas/testes em sala de aula, relatórios de
laboratórios, trabalhos e/ou projetos.
72
Artigo 37, Subseção V, da Avaliação do Rendimento Escolar do Regimento Geral da
Universidade.
Artigo 37 – A avaliação do aproveitamento do aluno em cada disciplina, a ser feita
pelo professor, será expressa por meio de 2 (dois) graus de qualificação (GQ), apresentados
numericamente em escala de 0 (zero) a 10 (dez) e computados somente até a primeira casa
decimal.
Indo de acordo com as seguintes orientações:
§ 1º - o 1º GQ resultante de prova escrita deverá cobrir toda a matéria lecionada até a
respectiva data de aplicação;
§ 2º - o 2º GQ resultante de prova escrita, ou de projeto e sua defesa, deverá cobrir toda a
matéria lecionada durante o período letivo;
§ 3º - são condições para aprovação na disciplina:
a) alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das aulas
previstas, no regime presencial;
b) obter grau numérico igual ou superior a 7 (sete) na média aritmética entre o 1º GQ e o 2º
GQ; esta média (M) será calculada por meio da seguinte fórmula:
M = 1º GQ + 2º GQ;
2
§ 4º - o estudante que não satisfizer as condições estabelecidas no item (b) do parágrafo 3º
acima, poderá prestar exame final na época prevista pelo Calendário Escolar Oficial da UVA,
desde que a sua média não seja inferior a 3 (três) e tenha alcançado o previsto no item (a) do
parágrafo 3º acima;
§ 5º - o estudante que obtiver a média (M) do 1ºGQ e 2ºGQ inferior a 3 (três) estará
automaticamente reprovado;
§ 6º - o estudante que prestar exame final, em conformidade com o parágrafo 4º, será
considerado aprovado se obtiver grau numérico igual ou superior a 5 (cinco) na média entre o
grau do exame final (F) e a média (M) acima descrita; esta média (MF) será calculada por
meio da seguinte fórmula:
MF = F + M
2
73
§ 7º - o exame final, previsto neste Regimento, terá as mesmas características de verificação
do conhecimento global do aluno na disciplina, devendo ser realizado nas épocas previstas
pelo Calendário Escolar Oficial da UVA;
§ 8º - Não será concedida segunda chamada dentro do sistema de aprovação, exceto nos casos
explicitamente previstos por Lei ou previamente estabelecidos pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão.
A avaliação do rendimento escolar do Curso tem somente P3 (GQ3) conforme
previsto em Regimento desta Universidade:
Artigo 37, Subseção V, da Avaliação do Rendimento Escolar do Regimento Geral da
Universidade.
Por meio de uma única nota – é um conjunto de trabalhos e/ou provas a serem
realizados no período previsto em calendário, cobrindo toda a matéria lecionada do semestre
letivo.
Critérios de aprovação:
a)
alcançar o mínimo de frequência igual a 75% (setenta e cinco por cento) das aulas
previstas, no regime presencial. Não existe abono de faltas. De acordo com a legislação
em vigor, o aluno não poderá faltar a mais de 25% das aulas ministradas. Nesse
percentual estão incluídos eventuais doenças, pequenas cirurgias, lutos e imprevistos
pessoais e profissionais.
b) o aluno que cursar disciplinas que só tenham a opção de GQ3 será considerado aprovado
se obtiver grau numérico igual ou superior a 7 (sete)
c)
não será concedida segunda chamada da avaliação GQ3.
74
XI. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO
DAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DESENVOLVIDAS ANTERIORMENTE
O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores far-se-á de acordo com
os dispositivos legais Art. 41 da LDB 9394/96 e de acordo com o Art. 9º parágrafos 1º e 2º da
Resolução CNE/CP nº 3 de 18/12/2002.
Os conhecimentos e experiências anteriores do candidato serão aproveitados, desde
que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão adquiridos:
•
em cursos regulares mediante análise detalhado dos programas desenvolvidos e de acordo
com o perfil profissional de conclusão do curso;
•
no trabalho mediante avaliação individual do candidato;
São dois (2) os processos para o aproveitamento de conhecimento e/ou experiências
anteriores: análise documental e avaliação formal do candidato.
1) No caso do candidato possuir documentação referente a conhecimentos e competências
adquiridos em cursos de instituições credenciadas dos sistemas formais de ensino, devem
ser adotados os seguintes procedimentos:
•
O candidato deve apresentar, anexo ao requerimento, o histórico escolar e/ou certificado
de
conclusão
contendo
avaliação
expressa
em
nota/menção/percentual
das
disciplinas/módulos cursados a serem aproveitados, bem como documentos expedidos
pela instituição de origem, onde constem os respectivos conteúdos programáticos.
Obs.: O candidato deverá requerer o aproveitamento de conhecimentos e experiências
anteriores, antes do início do desenvolvimento dos módulos / unidades curriculares e em
tempo hábil para ser deferida pela direção da Unidade, após a devida análise por parte do
Coordenador do Curso.
2) No caso do candidato possuir competências adquiridas através da experiência profissional
devem ser adotados os seguintes procedimentos:
•
O candidato deve apresentar, anexo ao requerimento, documento comprobatório de no
mínimo um ano de experiência profissional na área tecnológica do curso pretendido ou
em área afim (carteira profissional, declarações, trabalhos produzidos, etc.)
•
A coordenação do Curso constituirá uma Banca Examinadora, que deverá:
•
Realizar o processo de avaliação de competências constando de prova escrita, prova
prática e entrevista técnica (esta última a critério da banca examinadora).
75
•
Emitir parecer conclusivo sobre o aproveitamento de competências requerido,
justificando a decisão tomada.
•
Serão
considerados
aprovados,
e
por
conseguintes
dispensados
da
unidade
curricular/módulo, os candidatos que comprovarem o domínio da competência/objetivo
pedagógico correspondente, obtendo no mínimo 70% de aproveitamento na prova escrita
e aprovação em todos os pontos críticos estabelecidos na prova prática.
•
Os resultados desses processos devem ser registrados na ficha individual do aluno.
•
Os processos de aproveitamento de conhecimentos e de experiências anteriores não são
excludentes, sendo, portanto, permitido aos candidatos se submeterem a ambos se assim o
desejarem.
•
Todos os casos de aproveitamento deverão ser considerados no ato da matrícula.
76
XII. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
Em atendimento ao dispositivo da Lei nº 10.861 de 14/04/2004 e tendo em vista a
necessidade de se levantar indicadores, a fim de promover os ajustes e aperfeiçoamentos
adequados a UVA criou um grupo de trabalho coordenado pelo Professor Roberto Boclin,
doutor em Avaliação Institucional pela UFRJ.
A proposta metodológica da Auto-avaliação da Universidade Veiga de AlmeidaUVA – foi construída a partir de reflexões e experiências da comunidade acadêmica e, em 09
de junho de 2004, por meio da Portaria nº13 da Reitoria foi nomeada a CPA. O grupo de
trabalho fundamenta-se nas dez dimensões estabelecidas no art. 3º da Lei 10.861, de 14 de
abril de 2004, nos núcleos básicos e comum, no núcleo de temas optativos , na documentação,
nos dados e indicadores. Dessa forma, a Universidade Veiga de Almeida construiu o modelo
de avaliação institucional.
Ao promover as diretrizes definidas pelo SINAES utiliza procedimentos e
instrumentos diversificados e assegurando:
I – a análise global e integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social,
atividades, finalidades e responsabilidades sociais de seus órgãos;
II – a divulgação de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos,
para cujo fim os representantes da CPA realizam reuniões periódicas com os órgãos
administrativos e Acadêmicos para traçar as estratégias de ação;
III – o respeito à identidade e à diversidade de seus órgãos; e
IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo da Universidade, bem
como da sociedade civil organizada, por meio de suas representações.
A Comissão Própria de Avaliação constituída pela Portaria da Reitoria Nº3, de
29/9/2011 é formada pelos seguintes nomes:
Presidente: Roberto Guimarães Boclin,
Técnico-administrativos: Marcos Moreira Braga, Eliane Gomes dos Santos, Kátia Cristina
Montenegro Passos e Luiz Antônio Fernandes de Andrade
Docentes: Lucia Martins Barbosa, Lysio Séllos Costa Filho, Ronaldo Alípio da Costa Piloto e
Vera Lúcia Vaz Agarez.
Sociedade civil organizada: Felício Magaldi e Newton Moura Junior
77
Discentes: Bianca Manes Brito, Elca Nunes Rodrigues, Elizabeth Rodrigues Lyra Pereira e
Thaise Silva Saraiva dos Santos.
Desde a instalação da Comissão Própria de Avaliação – CPA que a Universidade
vem trabalhando no sentido de consolidar um modelo de auto-avaliação coerente com os seus
propósitos estabelecidos na definição de Missão aprovada pelo Conselho Universitário e que
de alguma forma permeia as decisões políticas da sua gestão.
O Programa de Avaliação Institucional oferece à Universidade instrumentos de
acompanhamento, análise e avaliação de suas funções e atividades de apoio técnico e
administrativo, com o objetivo de subsidiar o processo de desenvolvimento institucional e o
estabelecimento de políticas, diretrizes e estratégias para o cumprimento da missão de cada
uma. Visa, ainda, proporcionar meios para o atendimento a legislação vigente, a fim de
integrar-se ao sistema de avaliação do MEC e constitui um suporte valioso para as atividades
de planejamento estratégico, de gestão acadêmico-administrativa e para os programas de
melhoria contínua das funções de ensino, pesquisa e extensão.
A proposta da UVA tem como objetivos globais aumentar a congruência entre a
Missão, o Plano de Desenvolvimento Institucional, PPC e as atividades regulares do cotidiano
acadêmico, buscando experimentar uma nova comunicação interna e integrar os instrumentos
de auto-avaliação por meio de um sistema de informações eficaz.
Em 2005 foi realizada a 1ª avaliação institucional utilizando, para tal, a aplicação de
questionários, para os diferentes segmentos das comunidades interna e externa.
A análise dos dados (documentais e apurados através dos questionários) buscou
apurar os resultados em cada indicador, controlando-os por curso e campus; além de outras
verificações mais apuradas e pertinentes, para aprofundar os respectivos diagnósticos.
No segundo semestre de 2007 foi realizada uma avaliação exclusivamente on-line a
qual os estudantes manifestaram a sua opinião quanto ao desempenho dos professores; a
infraestrutura dos laboratórios e biblioteca, aos serviços de atendimento ao estudante, entre
outros.
Nos anos de 2008 a 2011 foram realizadas avaliações de coordenadores e professores
cujos resultados também serviram de base para o redimensionamento de algumas ações.
Paralelamente ao processo de auto-avaliação institucional, a Coordenação do curso
desenvolve a avaliação do PPC e do corpo docente com periodicidade semestral, através de
questionário específico que tem como objetivo levantar mais rapidamente alguns indicadores
78
que servirão de base para corrigir os eventuais problemas apresentados pelo curso. Esses
indicadores possibilitam estabelecer metas e ações no intuito do aprimoramento constante do
curso.
Ressalte-se ainda, que a Coordenação do curso mantém, periodicamente, reuniões
com os representantes de turma, nas quais são levadas à pauta questões ligadas à avaliação do
curso.
A partir do resultado das avaliações, objetivando o aprimoramento e a melhoria do
curso algumas ações foram implementadas e/ou intensificadas, tais como:
•
reavaliação das metas estabelecidas para o curso.
•
planejamento a partir de uma análise minuciosa dos ambientes internos e externos;
•
revisão das políticas e práticas acadêmicas e administrativas especificamente para curso.
•
estudo sobre a eficácia do ensino, pesquisa e extensão oferecidos pela universidade e em
particular pelos cursos de Engenharial;
•
análise e adequação da matriz curricular com base nas diretrizes curriculares nacionais
para o cursos de Engenharia;
•
realização de reuniões periódicas com professores, representes de turma e estudantes para
que se efetive, mediante uma ação conjunta, a configuração de um trabalho coletivo;
•
reafirmação na busca da excelência dos cursos de Engenharia da UVA intensificando as
funções da universidade ligadas ao ensino, pesquisa e extensão.
•
viabilização de palestras, mini-cursos, seminários,etc....
A eficácia da auto-avaliação institucional traduz-se, certamente, na melhoria da
qualidade dos cursos porque oferece à universidade instrumentos de acompanhamento, análise
e avaliação para subsidiar o processo de desenvolvimento institucional, o estabelecimento de
políticas, diretrizes e estratégias, ao apontar indicadores que permitem corrigir ou consolidar o
projeto.
79
XIII. EQUIPE DOCENTE, COORDENAÇÃO DO CURSO E NDE
13.1. Equipe Docente quanto à titulação, regime de trabalho e experiência profissional
O corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental é formado por professores com
titulação adequada às disciplinas que ministram, com experiência no magistério superior e
com vasta experiência na área.
Nome do Docente
Ana Carolina Carius de Oliveira
Andre Luiz da Rocha Ferreira
Andre Pereira Lima
Andre Pinhel Soares
Andreia de Faria Nogueira
Anna Paula Bourdon
Antonio Soares da Silva
Carlos Eduardo Moura Pedreira
Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro
Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva
Cezar Luiz França Pires
Cimélio Senna Vasconcelos da Silva
Eduardo de Oliveira Moura Lima
Icaro Moreno Junior
José Aguiar Coelho Neto
José Eduardo Vinhaes Gerk
Luís Fabio Cruz
Luiz Antonio Pereira
Lysio Séllos Costa Filho
Marcelo Montenegro Cabral
Marcelo Andre Abrantes Torraca
Maria Beatriz Balena Duarte
Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi
Nara Pinto Iwata
Nelson Luiz de Andrade Lima
Otto Guilherme Gerstemberger Junior
Patricia Vieira Waldheim
Paulo Roberto Dias dos Santos
Paulo Roberto Jose de Brito
Rogerio Geraldo Rocco
Sergio Baltar Fandino
Silvana Rocha Brandão Machado
Vincenso de Roberto Junior
Titulação
Dr.
Esp.
Dr.
Me.
Dr.
Me.
Dr.
Esp.
Me.
Dr.
Me.
Dr.
Esp.
Me.
Dr.
Dr.
Me.
Dr.
Dr.
Dr.
Me.
Dr.
Me.
Me.
Me.
Me.
Esp.
Dr.
Me.
Me.
Dr.
Me.
Dr.
Regime de Trabalho
Integral
Horista
Parcial
Integral
Parcial
Integral
Parcial
Horista
Integral
Integral
Integral
Horista
Integral
Integral
Parcial
Parcial
Horista
Integral
Integral
Horista
Horista
Integral
Integral
Integral
Horista
Integral
Horista
Parcial
Horista
Horista
Integral
Parcial
Integral
80
MATRIZ CURRICULAR X CORPO DOCENTE
DISCIPLINAS 1º PERÍODO
Algoritmos e Linguagem I
Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Química Geral
Matemática Básica
Comunicação Oral e Escrita
DOCENTES
Vincenso de Roberto Junior
José Eduardo Vinhaes Gerk
Paulo Roberto Dias Dos Santos
José Eduardo Vinhaes Gerk
Cimélio Senna Vasconcelos Da Silva
DISCIPLINAS 2º PERÍODO
Ciência dos Materiais
Técnicas Lab. Física I
Cálculo Diferencial e Integral I
Física I
Filosofia
Paulo Roberto Dias Dos Santos
José Aguiar Coelho Neto
Ana Carolina Carius de Oliveira
Andreia de Faria Nogueira
Maria Beatriz Balena Duarte
DISCIPLINAS 3º PERÍODO
Física II
Mecânica I
Técnicas Lab. Física II
Cálculo Diferencial e Integral II
Álgebra Linear
Estatística I
Expressão Gráfica I
Andreia de Faria Nogueira
José Eduardo Vinhaes Gerk
José Aguiar Coelho Neto
Ana Carolina Carius de Oliveira
Marcelo Andre Abrantes Torraca
Marcelo Andre Abrantes Torraca
Silvana Rocha Brandão Machado
DISCIPLINAS 4º PERÍODO
Fundamentos da Biologia
Fenômenos de Transporte
Cálculo Diferencial e Integral III
Física III
Cálculo Numérico
Mecânica dos Sólidos I
Mecânica II
Luiz Antonio Pereira
José Aguiar Coelho Neto
Marcelo Andre Abrantes Torraca
Andreia de Faria Nogueira
Vincenso de Roberto Junior
Andre Pereira Lima
Eduardo de Oliveira Moura Lima
DISCIPLINAS 5º PERÍODO
Mecânica dos Sólidos II
Hidráulica I
Geologia
Topografia
Materiais de Construção
Engenharia no Meio Ambiente
Química Analítica
Metodologia Científica
Eduardo de Oliveira Moura Lima
Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro
Nelson Luiz de Andrade Lima
Andre Luiz da Rocha Ferreira
Lysio Séllos Costa Filho
Andre Pinhel Soares
Paulo Roberto Dias dos Santos
Maria Beatriz Balena Duarte
81
DISCIPLINAS 6º PERÍODO
Isostática
Ergonomia e Seg. do Trabalho
Mecânica dos Solos II
Arquitetura e Urbanismo
Instalações Hidrosanitárias
Cartografia e Geoprocessamento
Bioquímica Ambiental
Climatologia Aplicada
DISCIPLINAS 7º PERÍODO
Hidrologia
Sistemas de Água e Esgotos
Geologia Ambiental
Limnologia Básica
Ecologia e Sustentabilidade
Manejo Sustentável dos Rec. Naturais
Empreendedorismo
DISCIPLINAS 8º PERÍODO
Aval. Probl. Ambientais e Des. Sustentável
Emissões Atmosféricas
Tratamento e Disposição dos Resíduos Sólidos
Tratamento de Efluentes Líquidos
Saúde Ambiental
Tópico Especiais I*
Eletiva I
DISCIPLINAS 9º PERÍODO
Recursos Hídricos
Avaliação de Risco Ambiental
Recuperação de Áreas Degradadas
Monografia I
Tópicos Especiais II*
Estagio Supervisionado em Engenharia
Ambiental
DISCIPLINAS 10º PERÍODO
Legislação e Direito Ambiental
Energias Renováveis
Monografia II
Eletiva II
Anna Paula Bourdon
Sergio Baltar Fandino
Eduardo de Oliveira Moura Lima
Nara Pinto Iwata
Luís Fabio Cruz
Andre Luiz Da Rocha Ferreira
Paulo Roberto Jose de Brito
Patricia Vieira Waldheim
Andre Pinhel Soares
Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi
Antonio Soares da Silva
Paulo Roberto Jose de Brito
Luiz Antonio Pereira
Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva
Otto Guilherme Gestemberger Junior
Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro
Patricia Vieira Waldheim
Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi
Marcelo Montenegro Cabral
Carlos Eduardo Moura Pedreira
Cezar Luiz França Pires
Anna Paula Bourdon
Cezar Luiz França Pires
Marcelo Montenegro Cabral
Antonio Soares da Silva
Anna Paula Bourdon
Cecilia Bueno Moacir de Lima Silva
Maria Jose Lopes de Araujo Saroldi
Rogerio Geraldo Rocco
Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro
Anna Paula Bourdon
Anna Paula Bourdon
82
A Coordenação de Curso é o órgão responsável pela execução das atividades
didático-pedagógicas dos cursos e seus projetos, pelo controle das atividades de ensino e pela
fixação da programação semestral do processo de ensino-aprendizagem, que consiste no
planejamento de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão, possibilitando ao aluno
uma formação integrada e plena, de acordo com as diretrizes do Projeto Pedagógico
Institucional da Universidade. Sua gestão é realizada com o apoio dos colegiados, sendo as
decisões tomadas por meio de reuniões com os professores que ministram disciplinas no curso
e representantes do corpo discente. A representação do corpo discente é realizada por
representantes dos diferentes períodos do curso, que são escolhidos de forma espontânea nas
próprias turmas do curso.
13.2. Coordenação do curso
NOME
TITULAÇÃO
REGIME DE
TRABALHO
Anna Paula Bourdon
Mestre
Integral
13.3. Núcleo Docente Estruturante - NDE
O NDE tem como proposta de trabalho não só a melhoria do processo de concepção
e implementação do projeto pedagógico do curso de graduação, mas também no
desenvolvimento permanente dele, com vista a sua consolidação. Um bom curso de graduação
tem alguns membros do seu corpo docente que ajudam a construir a identidade do mesmo.
Não se trata de personificar um curso, mas de reconhecer que educação se faz com pessoas e
que há, em todo grupo social, um processo de liderança que está além dos cargos instituídos.
Se a identidade de um curso depende dessas pessoas que são referências, tanto para
os alunos como para a comunidade acadêmica em geral, é justo que se entenda e se incentive
o reconhecimento delas, institucionalmente, para qualificar a concepção, a consolidação e,
inclusive, a constante atualização de um projeto pedagógico de curso. Com isso se pode evitar
que os PPCs sejam uma peça meramente documental.
83
Entende-se, então, que todo curso que tem qualidade possui, ainda que
informalmente, um grupo de professores que, poder-se-ia dizer, é a alma do curso. Em outras
palavras, trata-se de um núcleo docente estruturante.
O NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como
elemento diferenciador da qualidade do curso, no que diz respeito à interseção entre as
dimensões do corpo docente e Projeto Pedagógico do Curso.
Atribuições do NDE
O NDE tem como atribuições contribuir para a consolidação do perfil profissional
pretendido do egresso do Curso; zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as
diferentes atividades de ensino constantes no currículo; indicar formas de incentivo ao
desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de
exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso, além de zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação.
Constituição do NDE
DOCENTE
Anna Paula Bourdon
Antonio Soares da Silva
Carlos Eduardo Soares Canejo Pinheiro
Cecilia Bueno Moacyr de Lima Silva
Cezar Luiz França Pires
Luiz Antonio Pereira
TITULAÇÃO
Me
Dr.
Dr.
Dr
Me.
Dr.
REGIME
TRABALHO
Integral
Parcial
Integral
Parcial
Integral
Integral
84
XIV. INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS, RECURSOS TECNOLÓGICOS E
BIBLIOTECA
14.1 Instalações Gerais
O Campus Tijuca encontra-se localizado em um dos mais tradicionais bairros da
Cidade do Rio de Janeiro. A ocupação urbana na Tijuca é caracterizada por áreas residenciais
e importantes centros comerciais, além do destaque representado pelo Complexo Esportivo do
Maracanã. Congrega também diversos estabelecimentos de ensino fundamental e médio
públicos e particulares. É uma região bem servida por serviços bancários e de transportes
coletivos, com fácil acesso, a partir dos mais diversos pontos da cidade.
O Campus possui uma área de 18.226,71 m2, onde se localizam cinco blocos e
edificações menores, que perfazem um total de 22.811,85 m2 de área construída. As
instalações são de fácil acesso e circulação, com todas as facilidades para pessoas portadoras
de necessidades especiais.
Especificamente para as necessidades acadêmicas, o complexo dispõe de 132 salas
de aula, 56 laboratórios, auditório e ginásio com duas quadras esportivas polivalentes, além
dos espaços da biblioteca e 53 salas administrativas. A ocupação do espaço valoriza as
relações com a natureza, proporcionando um ambiente esteticamente agradável e acolhedor.
O Campus abriga também uma capela com um espaço para a realização de eventos
científico, educacionais e religiosos, um amplo auditório com 234 assentos e espaço para 150
espectadores em pé, equipamento de som, telão, data show e DVD, mini-auditório no Bloco A
com capacidade para 47 pessoas, equipado com computador, equipamento multimídia e
projetor multimídia, ambiente específico para atendimento aos alunos em assuntos
acadêmicos e financeiros.
A Praça de Alimentação proporciona o espaço propício à socialização de alunos e
professores, além de oferecer diversos serviços como livrarias, oficinas de reprografia,
informática, banco e comércio de conveniência. Nesta área, o número diário de usuários
internos e externos supera a marca de 3.000 pessoas.
Fora do complexo principal, o Campus Tijuca dispõe de um prédio de oito
pavimentos, localizado na Praça da Bandeira, denominado Centro de Saúde Veiga de
Almeida. A região é igualmente bem atendida pelos serviços públicos de transporte,
comércio, bancos, entre outros. Este prédio é totalmente climatizado, possui estacionamento
85
próprio e oferece todas as facilidades para acesso, estacionamento e circulação de pessoas
com necessidades especiais. Dispõe de quatro ginásios para atendimentos em pediatria,
traumato-ortopedia, neurologia e grandes lesões, além de espaços e laboratórios específicos
para atendimento fisioterapêutico e odontológico.
Uma terceira unidade do Campus Tijuca, localizada próximo ao Centro de Saúde
Veiga de Almeida, é constituída por uma edificação de três pavimentos, totalmente adaptado
para atividades de ensino, com capacidade para 340 alunos.
Todas as instalações construídas ou modificadas para as atividades acadêmicas dos
campi/unidade foram ambientalmente planejadas de forma coerente com os princípios que
fundamentam a filosofia de atuação da Universidade Veiga de Almeida, de forma que
proporcione espaços propícios ao desenvolvimento do potencial humano na realização dos
projetos pedagógicos, científicos e extensionistas da instituição.
Todas as instalações de apoio administrativo de cada campus/unidade são
estrategicamente localizadas próximas à administração central, para facilitar as rotinas
administrativas bem como o fluxo de pessoas e documentos.
A instituição conta com equipes de manutenção das instalações físicas, coordenadas
por engenheiros, arquitetos, mestres e especialistas, que atuam de forma contínua na
prevenção e reparo de danos físicos e estruturais, assim como nas modificações e melhorias
planejadas para realização nos períodos de recesso escolar.
As instalações para uso dos docentes são bem dimensionadas e oferecem todos os
serviços de apoio necessários ao desenvolvimento das atividades didáticas e científicas.
As coordenações de curso encontram-se instaladas em áreas amplas e
ergonomicamente planejadas, com facilidade para acesso e atendimento de alunos,
individualmente ou em grupo.
Os serviços de higiene e limpeza são criteriosamente executados, e avaliados
periodicamente pela comunidade, garantindo os níveis desejáveis de qualidade. Estes serviços
são terceirizados no Campus Tijuca e na Unidade Barra da Tijuca, e executados pela
administração direta no Campus de Cabo Frio.
Conforme mencionado, todos os campi/unidade possuem infra-estrutura necessária
para acesso, estacionamento, circulação e utilização por portadores de necessidades especiais.
Em sintonia com esta preocupação, encontra-se prevista para 2006 a instalação, no Campus
Tijuca, de elevador específico para atendimento de necessidades especiais de deslocamento
vertical (o acesso é atualmente garantido por meio de rampas).
86
Os serviços de vigilância, segurança patrimonial e pessoal são executados por
empresas terceirizadas, devidamente habilitadas e autorizadas pela Polícia Federal. No tocante
à legislação trabalhista, a Universidade conta também com Comissões Internas de Prevenção
de Acidentes (CIPA’s) e brigadas de incêndio.
A tecnologia na área de informática, adotada nos campi/unidade, garante acesso
irrestrito à Internet para todos os computadores de uso didático, acadêmico e administrativo,
exceção feita aos terminais de consultas de registros acadêmicos pelos alunos e alguns
serviços administrativos específicos que não demandam esta tecnologia.
Os campi/unidade possuem locais específicos para uso da Internet pelos alunos, com
os software necessários e devidamente licenciados para todas as atividades relacionadas ao
ensino e à pesquisa.
No âmbito administrativo, acadêmico e operacional, a instituição conta com um novo
sistema de gestão integrada (ERP), que garante os níveis elevados de eficiência, integração
confiabilidade requeridos pela gestão universitária profissional.
A infra-estrutura de hardware é atualizada periodicamente, assim como as
renovações de licenças e/ou upgrades dos software, com a existência de um plano para
expansão de equipamentos periféricos em projeto junto ao BNDES.
Distribuição do espaço físico
Infra – Estrutura
01. Gabinete(s) de trabalho para coordenadores de ensino de Posgraduação.
02. Gabinete(s) de trabalho para coordenadores e/ou chefe de
departamento do ensino de graduação.
03. Gabinete (s) de trabalho para professores em regime de tempo
integral.
04. Salas de professores – ensino graduação.
05. Salas de professores –ensino Pos graduação
06. Sala de reunião para professores.
07. Auditório (s) e Anfiteatro (s).
08.Mini-auditório – Multimídia I
09. Secretaria (s) e protocolo.
10. Tesouraria (s).
11. Direção.
12. Sala de reunião dos gestores.
13. Almoxarifado.
14. Protocolo.
15. Biblioteca.
16. Laboratórios.
Quant.
2
Área
74,2m²
30
457,32m²
60
464,03m²
1
2
2
1
244m²
79,7m²
146,05m²
243,04m²
1
1
1
4
1
187,12m²
61m²
122m²
86,35m²
62,63m²
1
66
1346m²
2139,66m²
87
Salas de aula
BLOCO A
BLOCO
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
PAVIMENTO
SALAS
CAPACIDADE
ÁREA
(m²)
OBSERVAÇÕES
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
1º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
107
107 A
108
108 A
111
113
123
126
201
207
210
211
212
213
214
214 A
215
216
217
217 A
218
219
220
221
222
300
301
302
303
304
305
306
307
308
309
310
310 A
310 B
311
25
42
48
42
95
49
48
60
90
43
79
54
80
56
28
24
52
51
52
50
50
54
50
50
46
85
42
40
40
40
52
52
56
54
80
43
45
45
46
30,90
47,19
49,70
47,14
99,54
49,14
46,17
77,14
93,00
57,99
103,25
54,60
92,00
70,30
61,40
28,08
55,00
53,00
53,00
33,40
56,55
59,00
46,50
43,35
48,55
88,20
52,91
39,96
39,96
38,11
64,00
65,60
64,00
64,00
88,00
101,60
45,13
53,10
110,00
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Multimídia 3
Multimídia 4
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Multimídia
Multimídia
Multimídia
Multimídia 2
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
88
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
TOTAL BLOCO A
BLOCO
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
PAVIMENTO
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
311 A
312
314
314 A
315
316
317
318
319
320
45
90
55
60
33
32
53
60
48
60
50,44
112,00
70,72
70,52
68,52
48,00
62,40
72,00
61,64
55,60
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
51
2546
3042,3
0
BLOCO C
CAPASALAS
CIDADE
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
220
221
222
224
226
228
230
301
302
303
35
56
35
35
35
35
35
56
35
35
35
35
65
35
35
55
35
35
70
50
100
60
60
63
30
70
50
32
ÁREA
(m²)
34,30
53,45
37,70
36,50
109,52
36,50
35,80
36,50
36,50
36,50
37,60
39,05
70,80
35,45
35,50
55,00
35,50
34,90
70,20
49,30
104,37
67,04
66,10
64,68
33,30
71,21
53,445
35,90
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
OBSERVAÇÕES
Sala de Aula
Sala de Aula
Multimídia
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Multimídia
Sala de Aula
Multimídia
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Vídeo
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
89
BLOCO
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
C
PAVIMENTO
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
4º Pavimento
BLOCO C
CAPASALAS
CIDADE
ÁREA
OBSERVAÇÕES
(m²)
304
305
306
307
308
309
310
311
312
313
314
315
316
317/319
318
320
322
324
326
328
330
332
401
402
403
404
405
406
407
408
409
410
411
412
413/415
414
416
418
420
422
424
426
427
428
429
36,50
72,50
54,75
54,78
36,60
53,50
53,50
35,50
34,45
35,50
54,00
54,28
52,40
88,00
51,80
55,87
71,60
44,50
44,80
44,80
44,80
41,10
36,90
53,45
35,80
36,50
35,80
54,75
35,80
36,60
35,80
53,50
35,80
35,80
73,50
35,80
34,70
34,70
35,00
35,00
71,50
41,70
41,10
72,27
69,20
32
70
42
42
32
42
50
32
32
32
42
42
42
66
42
32
60
45
45
45
60
45
35
35
35
35
35
35
35
35
35
80
35
35
50
35
35
35
35
35
50
35
50
63
73
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala Multimídia
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Vídeo
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
90
C
C
4º Pavimento
4º Pavimento
TOTAL BLOCO C
BLOCO
D
D
D
PAVIMENTO
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
TOTAL BLOCO D
BLOCO
CA
CA
CA
CA
CA
CA
CA
CA
CA
CA
430
431
45
90
44,50
91,00
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
76
3375
3694,6
2
Sala de Aula
Sala de Aula
BLOCO D
CAPACI
SALAS
DADE
ÁREA
OBSERVAÇÕES
(m²)
400
401/402
403
27
50
35
42,02
55,52
32,71
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
3
112
130,25
Sala de Aula
Sala Multimídia
Sala de Aula
CASA AMARELA – PÓS GRADUAÇÃO
CAPAÁREA
PAVIMENTO SALAS
OBSERVAÇÕES
CIDADE
(m²)
1º Pavimento
1º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
TOTAL CASA
AMARELA
1
2
3
4
5
7
8
9
10
11
25
22
21
20
30
21
20
26
33
27
21,80
23,12
13,00
13,85
13,06
13,00
24,82
33,68
33,68
26,36
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
10
245
216,37
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
Apoio Pós Grad.
91
BLOCO
PAVIMENTO
PG
PG
PG
PG
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
PG
PG
PG
PG
PG
2º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
3º Pavimento
PG
3º Pavimento
TOTAL PÓS
GRADUAÇÃO
BLOCO
PÓS GRADUAÇÃO
CAPAÁREA
SALAS
OBSERVAÇÕES
CIDADE
(m²)
201
202
203
204
Auditóri
o
301
302
303
304
Sala de
Estudos
24
24
30
37
29,01
35,66
35,65
67,13
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
60
21
18
26
40
53,23
25,54
32,12
37,19
45,56
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
40
18,65
Sala de Aula
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
10
320
379,74
PÓS GRADUAÇÃO – ODONTO / MATOSO
CAPACID ÁREA
PAVIMENTO SALAS
OBSERVAÇÕES
ADE
(m²)
1º Pavimento
1º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
2º Pavimento
3º Pavimento
TOTAL PÓS
GRADUAÇÃO
101
102
203
204
301
302
63
58
60
60
15
36
60,1
60,45
63,75
60,42
17,5
40,5
Qt. de
salas
Capacidade
Área
(m²)
6
292
302,72
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
Sala de Aula
92
BLOCO A
BLOCO
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
A
LABORATÓRIO
Laboratório Técnicas de rádio
Laboratório Técnicas de
Estúdio
Laboratório Estúdio
Laboratório Informática I
Laboratório Informática II
Laboratório Informática III
Laboratório Informática IV
Laboratório Informática V
Laboratório Informática VI
Laboratório Informática VII
Espaço Cultural
Laboratório Química
Laboratório Fotografia
Laboratório Física I
Laboratório de Biofísica
Laboratório Física II
Laboratório Física III
Laboratório de Biologia
Laboratório Fonoaudiologia
Laboratório de Ecologia
Laboratório Anatomia
Laboratório Dissecação
TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO A
SALA
129 A
129 B
129 C
129 D
129 F
129
128
200
202
203
204
206
205
208
209
FON
202
CAPACIDADE
METRAGE
M (m²)
15
13,78
15
16,59
15
20
15
25
18
20
25
30
150
60
20
25
25
15
20
15
25
25
35
35
36,6
47,85
30,25
47,85
37,72
43,32
46,36
47,76
80,3
57,00
57,00
52
68,9
68,9
55,7
55,7
33,6
42,4
41,36
12,00
Qt. de
Capacidade
Labs.
25
793
Área (m²)
1197,77
93
BLOCO C
BLOCO
C
C
C
C
C
C
C
C
LABORATÓRIO
SALA
Laboratório de Moda
Laboratório de Moda
Laboratório de Moda
Laboratório de Moda
Laboratório de Moda
Laboratório de Moda
Laboratório de Nutrição
(Técnica Dietética)
Laboratório de Química e
Bromatologia
TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO C
115
117
419
421
425
CAPACID
ADE
METRAGE
M (m²)
50
25
15
40
35
36
51,3
86,24
13,78
15
16,59
15
36,6
Qt. de
Capacidade
Labs.
25
793
Área (m²)
1197,77
BLOCO D
BLOCO
D
D
D
D
D
D
D
D
D
LABORATÓRIO
SALA
CAPACID
ADE
METRAGE
M (m²)
200
201
202
203
302
24
18
27
27
30
54,96
36,31
67,72
102,21
61,6
303
40
54,4
304
305
306
10
35
35
54,4
27,1
70,05
Laboratório Fisioterapia 1
Laboratório Fisioterapia 2
Oficina de Estamparia
Laboratório Modelagem
Laboratório Microbiologia
Laboratório
Histologia/Patologia/Biologia
Laboratório de Odontologia
Laboratório de Odontologia
Laboratório de Odontologia
TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO D
Qt. de
Capacidade
Labs.
9
246
Área (m²)
528,75
BLOCO E
BLOCO
CAPACID
ADE
METRAGE
M (m²)
Térreo
2º
pavime
nto
Térreo
40
200
45
42
40
100
Térreo
40
70
LABORATÓRIO
SALA
E
Laboratório Enfermagem
E
Laboratório Enfermagem
E
Laboratório de Águas
Laboratório de Solos e
Materiais de Construção
E
TOTAL LABORATÓRIOS BLOCO E
Qt. de
Capacidade
Labs.
3
125
Área (m²)
312
94
VILA UNIVERSITÁRIA
BLOCO
LABORATÓRIO
SALA
CAPACIDADE
METRAGE
M (m²)
C1
C1
C2
C2
C4
C4
C4
C4
Incubadora
Incubadora
Casa do Direito
Casa do Direito
Psicologia Aplicada
Psicologia Aplicada
Psicologia Aplicada
Psicologia Aplicada
Laboratório Engenharia Elétrica
– Conversão e Máquinas
Laboratório Engenharia Elétrica
– Mat. Elétricos
Laboratório Engenharia Elétrica
– Eletrônica Analógica
Laboratório Engenharia Elétrica
– Circuitos Elétricos
Laboratório Engenharia Elétrica
– Simulação Digital e imagens
Laboratório Engenharia Elétrica
– Medidas Elétricas
Laboratório Turismo
Casa da Comunicação
Casa da Comunicação
Casa da Comunicação
Casa da Comunicação
Casa da Comunicação
Clínica de Fonoaudiologia
Clínica de Fonoaudiologia
Clínica de Fonoaudiologia
Laboratório de Moda
(Criatividade)
Laboratório de Estamparia
101
102
101
102
101
102
201
202
2
2
45
45
10
10
10
10
57,09
52,21
158,26
61,49
56,4
56,4
56,4
56,4
101
25
56,4
102
25
56,4
201
25
56,4
202
1
56,4
301
25
56,4
302
25
56,4
101
101
201
202
301
302
101
102
301
16
30
5
20
20
20
10
10
10
41,84
56,4
56,4
56,4
56,4
56,4
41,84
41,84
41,84
201
24
61,79
301
24
61,79
C6
C6
C6
C6
C6
C6
C7
C8
C8
C8
C8
C8
C9
C9
C9
C 10
C 10
TOTAL LABORATÓRIOS VILA
UNIVERSITÁRIA
Qt. de
Capacidade
Labs.
25
445
Área (m²)
1465,99
95
14.2. Biblioteca
Sistema de Bibliotecas da UVA
A UVA possui um Sistema de Bibliotecas – SISBIBLI-UVA com uma administração
técnica centralizada, composto de quatro bibliotecas setoriais: uma no Campus Tijuca, uma na
Unidade Barra da Tijuca e duas no Campus Cabo Frio (Unidade I e II).
Essas bibliotecas contam com cabines para grupo e salão com mesas para estudo.
Têm um acervo de livros, folhetos, CDs-Rom, vídeos e publicações periódicas que podem ser
localizados por intermédio da integração em rede, contando para isso, com o software
PERGAMUM, sistema informatizado de gerenciamento de dados já utilizado por várias
bibliotecas brasileiras que permite, inclusive, o acesso ao catálogo geral via Internet, somado
à consulta local nos terminais e nos catálogos de Autor, Título-Série e Assunto.
Serviços e Acesso
Ao entrar na Biblioteca o usuário deverá identificar-se como parte integrante da
UVA e, tendo dificuldade no ato da pesquisa, deverá procurar a bibliotecária que o iniciará
nas técnicas de pesquisa bibliográfica.
Para fazer uso dos serviços da Biblioteca é necessário a inscrição como leitor,
fornecendo 1 (uma) foto 3x4, identidade e comprovante de residência e os alunos
apresentarão também, a última cota de pagamento (da qual será obtido o seu número de
matrícula) efetivando, assim, o seu cadastro na Biblioteca. As inscrições deverão ser
renovadas semestralmente.
Para conhecer as normas do Sistema de Bibliotecas com as peculiaridades de cada
biblioteca
setorial,
o
usuário
deverá
visitar
o
site
da
UVA:
http://www.uva.br/servicos/servicos_biblioteca.htm.
As categorias alunos, professores, funcionários e visitantes compõem o grupo de
usuários do sistema. O acesso ao acervo está disponível para o corpo discente, docente e
administrativo.
Os serviços prestados pelas bibliotecas são: consultas, empréstimos, reservas, livre
acesso às obras de referência, empréstimo entre bibliotecas, levantamentos e comutação
bibliográfica, treinamento de usuários, visitas orientadas, exposições, elaboração de fichas
catalográficas da produção acadêmica UVA, normalização das publicações acadêmicas e
periódicas da UVA, controle da produção científica do corpo docente e discente. A Internet é
96
acessada através de rede Wireless.
Participação em Programas Cooperativos: COMUT,
BIREME; COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DAS IES DO ESTADO DO
RIO DE JANEIRO - CBIES/RJ, liderado pela Universidade Veiga de Almeida que conta com
vinte e sete Instituições de Ensino Superior (públicas e privadas) num total de 186 bibliotecas
compartilhantes (visitar: www.cbiesrj.com.br). Convênios com: Conselho Regional de
Administração-RJ; ReBAP (Rede Nacional de Bibliotecas da Área de Psicologia) e Rede
BiblioSUS (Rede de Bibliotecas e Unidades de Informação Cooperantes da Saúde no Brasil).
Pessoal Técnico-Administrativo / Horário de funcionamento
Campus Tijuca, Biblioteca Central e Biblioteca Tijuca, Rua Ibituruna, 108, Maracanã | 8h as
22h - 2ª a 6ª feira, e 8h as 18h - sáb.
Três Bibliotecárias na Central, uma Bibliotecária na Bib.Tijuca mais a equipe de apoio
composta por quatorze funcionários, sendo um assistente administrativo, onze auxiliares
administrativos, dois porteiros e, eventualmente, estagiários.
Unidade Barra, Av. Gal Felicíssimo Cardoso, 500, Barra da Tijuca | 8h as 22h - 2ª a 6ª, e 8h
as 15h - sábados.
Uma Bibliotecária e dois auxiliares administrativos.
Campus Cabo Frio, Unidade I, Rua das Perynas, s/n e Unidade II, Av. América Central,
n.900 – São Cristóvão | 7h as 22h, 2ª a 6ª feira, e 8h as 18h, sábados.
Uma Bibliotecária, sete assistentes administrativos e quatro estagiários.
A BIBLIOTECA SETORIAL TIJUCA, está localizada no térreo do Bloco C. A
equipe é formada por dois bacharéis em Biblioteconomia e quatorze funcionários de apoio. A
área física útil é de 1.346 m2. Possui ar condicionado central e tratamento acústico. Consta
dos Setores: Atendimento especializado; Monografias; Materiais especiais; Espaço para
pesquisa em terminais e em catálogos de fichas; Sala de multimídia; Onze cabines para estudo
em grupo e um amplo salão com mesas para estudo. O total do número de assentos chega a
500 lugares distribuídos em vários ambientes.
O Campus Tijuca encontra-se localizado em um dos mais tradicionais bairros da
Cidade do Rio de Janeiro. A ocupação urbana na Tijuca é caracterizada por áreas residenciais
e importantes centros comerciais, além do destaque representado pelo Complexo Esportivo do
97
Maracanã. Congrega também diversos estabelecimentos de ensino fundamental e médio
públicos e particulares. É uma região bem servida por serviços bancários e de transportes
coletivos, com fácil acesso, a partir dos mais diversos pontos da cidade.
O Campus possui uma área de 18.226,71 m2, onde se localizam cinco blocos e
edificações menores, que perfazem um total de 22.811,85 m2 de área construída. As
instalações são de fácil acesso e circulação, com todas as facilidades para pessoas portadoras
de necessidades especiais.
Especificamente para as necessidades acadêmicas, o complexo dispõe de 132 salas
de aula, 56 laboratórios, auditório e ginásio com duas quadras esportivas polivalentes, além
dos espaços da biblioteca e 53 salas administrativas. A ocupação do espaço valoriza as
relações com a natureza, proporcionando um ambiente esteticamente agradável e acolhedor.
O Campus abriga também uma capela com um espaço para a realização de eventos
científico, educacionais e religiosos, um amplo auditório com capacidade para 267
espectadores e um ambiente específico para atendimento aos alunos em assuntos acadêmicos
e financeiros.
A Praça de Alimentação proporciona o espaço propício à socialização de alunos e
professores, além de oferecer diversos serviços como livrarias, oficinas de reprografia,
informática, banco e comércio de conveniência. Nesta área, o número diário de usuários
internos e externos supera a marca de 3.000 pessoas.
Fora do complexo principal, o Campus Tijuca dispõe de um prédio de oito
pavimentos, localizado na Praça da Bandeira, denominado Centro de Saúde Veiga de
Almeida. A região é igualmente bem atendida pelos serviços públicos de transporte,
comércio, bancos, entre outros. Este prédio é totalmente climatizado, possui estacionamento
próprio e oferece todas as facilidades para acesso, estacionamento e circulação de pessoas
com necessidades especiais. Dispõe de quatro ginásios para atendimentos em pediatria,
traumato-ortopedia, neurologia e grandes lesões, além de espaços e laboratórios específicos
para atendimento fisioterapêutico e odontológico.
Uma terceira unidade do Campus Tijuca, localizada próximo ao Centro de Saúde
Veiga de Almeida, é constituída por uma edificação de três pavimentos, totalmente adaptado
para atividades de ensino, com capacidade para 340 alunos.
98
14.3. Laboratórios
Os Laboratórios encontram-se à disposição dos alunos de segunda a sexta de 07:30 h
às 22:30 horas e aos sábados de 07:30h às 18:00 h. Dessa forma, independente da carga
horária oficial preestabelecida nas diversas disciplinas, o aluno pode desenvolver seus
próprios programas, fazer suas pesquisas, bastando, para isso, estar cadastrado na rede.
14.3.1. Laboratórios específicos utilizados pelo curso:
Laboratório de Física I
Localizado no 2o andar do Bloco “A”, é utilizado para aulas da disciplina de Técnicas de
Laboratório de Física I, acomoda até 25 alunos, atendendo ao ciclo básico das Engenharias
Civil, Elétrica, Produção, Ambiental, Computação e Petróleo e Gás. Neste laboratório o aluno
é apresentado à experimentação em Mecânica e Oscilações, permitindo a união da teoria e
prática, essencial nos cursos da área tecnológica. Com seus equipamentos, pode-se compor
experimentos sobre cinemática, dinâmica, estática, osciladores harmônicos e anarmônicos.
Possuem em suas dependências, colchão de ar, roldanas associadas e simples, dinamômetros,
balanças de prato e balança de precisão, massas padronizadas e suportes, réguas, planos
inclinados, paquímetros, micrômetros, cronômetros, níveis de bolha de ar, dispositivos para
Lei de Hooke e outros aparelhos diversos.
Laboratório de Física II
Localizado no 2o andar do Bloco “A”, é utilizado para aulas da disciplina de Técnicas de
Laboratório de Física II. Sua bancada em U comporta até 25 alunos, onde são atendidos os
alunos do ciclo básico das Engenharias Civil, Elétrica, Produção, Ambiental, Computação e
Petróleo e Gás. Este laboratório oferece ao aluno a verificação de fenômenos na área de
Eletricidade e Eletrodinâmica. Baseado em experimentos clássicos o laboratório induz ao
raciocínio prático, despertando no aluno o interesse para a pesquisa e desenvolvimento de
tecnologia. Com seus equipamentos pode-se compor experimentos sobre eletricidade estática,
eletrodinâmica, magnetostática e magnetodinâmica. Possui em suas dependências, Balanças,
Dilatômetros,
Calorímetros,
Termômetros,
Higrômetros,
Densímetros,
Manômetros,
Diapasões, Geradores de áudio, Décadas, Transformadores, Osciloscópios, Multimetros,
99
Multímetros com termopar, Reostatos, Fontes de alimentação, Potenciômetros, Indutores,
Solenóides, Shunts e Materiais.
Laboratório de Geoprocessamento
Localizado no laboratório de informática. Utilizado nas disciplinas: Cartografia e
Geoprocessamento, Geologia Ambiental, Recuperação de áreas degradadas, Manejo de
Recursos Naturais, Avaliação de Risco Ambiental e Engenharia no Meio Ambiente. Este
laboratório tem o software SPRING como instrumento de análise dos recursos naturais
identificados em imagens de satélite. Neste laboratório pode-se: identificar a extensão de
potenciais danos ambientais, identificar áreas a serem preservadas ou protegidas (áreas de
preservação permanente, unidades de conservação, etc..), monitorar a eficiência da
implantação de projetos de recuperação de área degradada, identificar áreas de risco
ambiental, identificar potenciais impactos ambientais na implantação de novas atividades.
Laboratório de Águas
Localizado no final da quadra de esportes. Utilizado nas disciplinas: Química Analítica,
Limnologia Básica, Hidrologia, Sistemas de Águas e Esgotos, Manejo de Recursos Naturais,
Tratamento de Efluentes Líquidos, Avaliação de Risco Ambiental, Engenharia no Meio
Ambiente. Este laboratório faz a análise de qualidade dos corpos d'agua; o monitoramento de
qualidade da agua e identificação de métodos de controle da poluição.
Laboratório de Ecologia
O laboratório de Ecologia tem como objetivo o estudo e o desenvolvimento de projetos
integrados voltados ao planejamento da utilização dos recursos naturais, na conservação, no
manejo e no monitoramento dos ecossistemas, de forma a promover o desenvolvimento
sustentável. Preparado para atender aos trabalhos práticos desenvolvidos em atividades em
campo ou iniciação científica. Utilizado nas disciplinas: Fundamentos de Biologia, Ecologia e
Sustentabilidade e Manejo Sustentável dos Recursos Naturais.
Laboratório de Microbiologia
Localizado no 3o Andar, Bloco D. Atende as disciplinas de Bioquímica Ambiental, Sistemas
de Águas e Esgotos, Tratamento de Efluentes Líquidos e Saúde Ambiental. Este laboratório
está. preparado para receber 36 alunos por turma. Os alunos desenvolvem aulas práticas
100
vinculadas aos conhecimentos de: Fundamentos de Química e Bioquímica e microbiologia.
Equipado com ar condicionado e seis bancadas de azulejo, cantos arredondados e chuveiro de
emergência, observando as normas de biossegurança (controle de infecção), piso de
marmorite, equipado com: 36 microscópios binoculares de 4 objetivas, (com uma de imersão
em cada), 1 geladeira de 220 litros, 1 freezer de 180 litros, 2 balanças digitais de precisão, 1
autoclave de 75 litros, 1 forno de esterilização, 1 destilador de 5 litros, 2 estufas grandes, 1
mesa para manipulação de anaeróbicos, 1 lupa estereoscópica com máquina fotográfica
acoplada, banho maria de 110º volt, 2 jarras de anaerobiose, 1 mesa inoculadora (VPI
anaerobic culture), placa aquecedora magnética, magneto de 2 micrômetros, 1 espirômetro, 1
quimógrafo, 1 capela, 30 tomadas, 30 bicos de bunsen, 1 estufa bacteriológica, 1
fotocolorímetro, 1 barra magnética, 4 Ph métrico, vidrarias diversas, 15 bicos de bunsen, 1
centrífuga e 1 agitador de tubo vótex.
Laboratório de Biologia
Localizado no 2o andar do Bloco A; É neste laboratório que os alunos do curso de Biologia e
Engenharia Ambiental iniciam suas práticas, já no primeiro período do curso, conhecendo os
principais métodos e técnicas de estudos biológico e desenvolvendo habilidades para utilizálas. Com a implementação das aulas práticas, o docente pretende que o aluno, ao desenvolver
e avaliar seu plano de estudo nos laboratórios de Ciências Biológicas, passe a ter consciência
da influência de sua visão de mundo na organização de seus pressupostos: objetivos, métodos
e sistema de avaliação das condições ambientais, com a qual, se espera, mantenha uma atitude
coerente quando estruturar sua prática profissional. As aulas práticas, em laboratório,
permitem que o aluno se beneficie, ao máximo, dos recursos tecnológicos, a seu alcance, para
entender, propor e obter mudanças importantes, inovadoras e duradouras na prática
profissional. O laboratório contém bancada em “U“, com um depósito anexo, onde encontrase as coleções de Zoologia (Taxidermizados e em meio líquido, Rochas e Material
Paleontológico. O laboratório contém um conjunto de 24 bancos de madeira, 02 estante de
aço inox, Tv Phililips “21” com microscópios acoplado, 06 microscópios , 04 lupas, geladeira
com freezer duplex, placa aquecedora (fisatin) mod. 502,de ranvier, liquidificador Faet ,
liquidificador Sield, microcóspio wild – letz modelo GMBH, câmera (Javelin), microscópio
olympus, microscópio Explore Phisyis n #s022, microscópio Explore Phisyis n #s02225,
microscópio Explore Phisyis
n #s02223, microscópio Explore Phisyis n #s02223,
101
Estereoscópio mod. ST-30 2L, Estereoscópio mod. ST-30 2L, Estereoscópio mod. ST-30 2L,
Estereoscópio mod. ST-30 2L e ambiente climatizado.
Laboratório de Química e Bromatologia
É o espaço de realização das atividades práticas relacionadas às disciplinas de Química
Analítica e Bioquímica Ambiental. Neste laboratório, os alunos desenvolvem atividades de
desenvolvimento e aplicação de metodologias para análises químicas, físicas, físico-químicas,
microbiológicas, práticas de química básica e projetos de iniciação científica.
Laboratório de Solos e Materiais de Construção
Estrutura montada em conjunto com o Laboratório de Materiais de Construção, com a
finalidade de demonstrar as qualidades e particularidades de solos e rochas, possui os
equipamentos necessários para os principais ensaios. Utilizado nas disciplinas: Materiais de
Construção, Mecanica do Solos, Hidrologia, Geologia Ambiental. Possui repartidores de
amostras, séries de peneiras, picnômetros, aparelho dispersor, densímetros, cinzéis para solos,
aparelho de casagrande, calibrador de altura, cuba para limite de contração, disco espaçador,
extrator de amostras, deflectômetro prensa Califórnia, anel dinamométrico, permeâmetro,
balança de pratos, prensa de compressão simples, tubo “shelby” e diversos acessórios. Além
dos equipamentos mencionados o Laboratório de Geologia, Geotecnia e Mecânica dos Solos
possui uma coleção com amostras de rochas (magmáticas, metamórficas e sedimentares),
minerais e alguns fósseis, que possibilitam ao aluno conhecer e visualizar o conhecimento
teórico de sala de aula das disciplinas de Geologia Básica e Paleontologia. Para atender às
práticas da disciplina de Laboratório de Ecologia de Solos os alunos realizam trabalho de
campo onde são coletadas amostras dos horizontes A (superficial) e B (sub-superficial). Estas
amostras são utilizadas na descrição morfológica do solo e também em análises físicas iniciais
(peneiramento da fração areia e separação da fração argila). Estas análises são realizadas com
objetivo de fornecer aos alunos conhecimentos básicos do funcionamento do solo. Também
são estabelecidas relações entre a vida do solo e suas características físicas. Os alunos
realizam testes de circulação de água no solo em laboratório e em atividade em campo de
observação. O ensino de geologia, paleontologia e pedologia são voltados não apenas para a
aquisição dos conhecimentos básicos de cada uma das disciplinas, mas também realizando
correlações entre as situações ambientais atuais. A existência de determinados fatores atuais é
102
fundamental para o estabelecimento de correlações com o ambiente pretérito e para descobrir
quais são as conseqüências dessa dinâmica para os seres humanos, fauna e flora.
Laboratório Multidisciplinar
Este laboratório está equipado com microscópios e lupas para atender até 36 alunos nas
atividades de Microscópica, que fundamentam a formação de nossos alunos nas disciplinas
Histologia Geral e Biologia Geral.
Horto Didático
São dois espaços na Vila, o primeiro localizado na entre a casa 1 e a casa 3, e o segundo entre
a casa 2 e casa 4. É um espaço vivo, aberto, contendo as condições ambientais necessárias
para a aplicação de práticas em Fundamentos de Biologia e Ecologia.
Este laboratório tem como objetivos: proporcionar um treinamento nas habilidades de
pesquisa, além de uma vivência plena de situações concretas; elaborar um catálogo com as
principais representantes da nossa flora; implantar sementeiras e o preparo de muda de
espécies arbóreas nativas do Brasil; proporcionar subsídios para parcerias com entidades que
venham a implementar programas de recuperação de áreas degradadas. Especificamente é
utilizado na: elaboração de sementeiras e canteiros para espécies nativas de nossa flora;
treinamento de discentes para a formação de mão de obra qualificada para o manejo de
espécies arbóreas nativas de nossos ecossistemas naturais. e observação, em ambiente natural,
das interrelações ecológicas vegetais. Tem como material permanente: 01 enxadão, 02
enxadas, 03 pás comuns, 04 ancinhos, 05 tesouras de poda, 07 sementeiras, 05 baldes de 5
litros, 03 regadores, 01 borracha de rega, 10 vasos grandes de cerâmica, 10 vasos pequenos
de cerâmica.
Laboratórios de Informática
A infra-estrutura de Computação e de Informática ocupa cerca de 390 m2,,em 11 salas, com
146 estações e servidores interligados em rede e com acesso à Internet, atendendo os alunos
de segunda a sexta, das 7h30min às 22h30h (período letivo); segunda a sexta, das 9h às 21h
(período de férias). Esta infra-estrutura está disponível para os alunos desenvolverem seus
próprios projetos e realizarem suas pesquisas, independentemente da carga horária oficial
preestabelecida nas diversas disciplinas do curso.
103
Visando complementar o aprendizado específico dos alunos e também fornecer o
conhecimento dos recursos computacionais disponíveis, são oferecidas diversas disciplinas
eletivas e optativas dos Cursos de Informática.
A coordenação dos recursos de informática é realizada através da supervisão do laboratório
em função da demanda dos cursos. Além de um supervisor geral, cujas atividades cobrem
todos os turnos de funcionamento, existe uma equipe de laboratoristas e técnicos alocados por
turno, para suporte e manutenção dos recursos disponibilizados e atendimento aos alunos e
usuários em suas principais necessidades relativas ao desenvolvimento das tarefas práticas de
laboratório.
A infra-estrutura de Computação e de Informática é composta por laboratórios de informática
e salas multimídia.
104
XV. EXPLICITAÇÃO DE DIPLOMA E CERTIFICADO A SEREM EXPEDIDOS
O aluno estará habilitado a receber o Diploma de Bacharel em Engenharia
Ambiental ao concluir, com aproveitamento, os módulos que compõem o curso, além de
elaborar o trabalho de Conclusão de Curso- TCC.
Após cumprir todas as exigências previstas na legislação e nas resoluções desta
Universidade o aluno deverá requerer o diploma de conclusão de curso.
105
XVI. ATIVIDADES ACADÊMICAS
16.1. Trabalho de conclusão do Curso
No curso de Engenharia Ambiental, para se qualificar ao diploma o aluno terá que
totalizar os créditos e finalizar o Trabalho de Conclusão do Curso - TCC, que é feito em duas
etapas. No nono período, no decorrer da disciplina Monografia I, o aluno define o seu projeto,
escolhe o orientador e finaliza pelo menos 30 por cento do trabalho. No décimo período, o
aluno inscrito na disciplina Monografia II, sob orientação de um professor, o aluno conclui o
trabalho. Este trabalho será uma monografia, elaborada individualmente e defendida perante
uma Banca Examinadora, composta pelo orientador e por mais dois professores. As linhas de
pesquisa do curso são as seguintes:
• Arquitetura Ecológica e Construções Sustentáveis;
• Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental;
• Energias Alternativas e Combustíveis Renováveis;
• Manejo Sustentável dos Recursos Naturais.
Etapas da elaboração da Monografia
A produção da monografia é feita em quatro etapas:
Etapa de aprendizagem sobre conhecimento, ciência, tipos de pesquisa e projeto de
pesquisa, na disciplina Metodologia Científica.
Etapa de seleção do tema e construção do projeto compreendendo a elaboração da
proposta na disciplina Monografia I. O tema é a especificação do assunto sobre o qual o aluno
irá desenvolver a sua Monografia. O aluno selecionará o tema e o professor orientador durante
o período em curso de Monografia I. Em Monografia II, o aluno desenvolverá o tema sob a
orientação deste professor. Entretanto, esta não é uma norma rígida, e, dessa maneira, a
indicação do tema poderá ser feita com base nas linhas de pesquisa do curso.
Etapa de defesa: marcação da data de defesa, entrega dos exemplares, defesa e
entrega da versão final. A marcação da data de defesa é feita pela coordenação do curso, após
consulta aos professores orientadores. Professor orientador (presidente e mediador da banca) e
dois Professores da Universidade Veiga de Almeida, ou ainda, um Professor da Universidade
106
Veiga de Almeida e um Professor convidado pertencente à outra Instituição de Ensino
Superior.
Estágio Curricular
O Estágio Supervisionado é uma atividade curricular obrigatória, que se configura a
partir da inserção do aluno no espaço sócio-institucional, objetivando capacitá-lo para o
exercício profissional.
Para proporcionar condições de trabalho, senão semelhantes, ao menos próximas
àquelas que os alunos irão encontrar no mercado de trabalho, o curso de Bacharelado em
Engenharia Ambiental incluiu em sua grade curricular a disciplina de Estágio Supervisionado,
a qual possui as seguintes características:
• é uma atividade de introdução do aluno à vivência profissional, que faz a transição de
um ambiente escolar, para o ambiente no qual o aluno passará a exercer a sua futura
profissão;
• é uma disciplina obrigatória do nono período do curso;
• as atividades do aluno no estágio serão acompanhadas por um supervisor de uma
entidade externa e por um professor da entidade de Ensino Superior responsável pela
disciplina;
• o Professor responsável pela disciplina poderá visitar as empresas onde os alunos
estagiam para verificar e avaliar a efetividade das atividades realizadas.
O Estágio Supervisionado visa demonstrar para a Instituição de Ensino Superior, no
caso a Universidade Veiga de Almeida (representada pelo professor responsável), as
competências, as habilidades, conhecimentos teórico/práticos adquiridos pelo aluno no Curso
por ele realizado. Dessa maneira, o estágio evidencia que o aluno está apto a desempenhar o
papel de profissional do seu curso, revelando ainda os seguintes aspectos:
• Nível de Conhecimento Teórico;
• Organização e Método no Trabalho;
• Iniciativa de Independência;
• Cooperação;
• Interesse;
• Assiduidade;
107
• Pontualidade;
• Responsabilidade;
• Zelo pelo Material da Empresa;
• Sociabilidade e Desembaraço;
• Postura Profissional.
Os alunos devem comparecer a uma palestra, feita no início do período letivo, na
qual receberão orientações gerais sobre a disciplina Estágio Supervisionado e receberão o kit
estágio (disponível em www.uva.br ), composto pelos documentos de avaliação do estágio,
auto-avaliação e informações a serem preenchidas, como a descrição completa de suas
atividades na organização e dos objetivos da organização.
O Estágio Supervisionado é feito em três etapas:
• Etapa de inscrição;
• Etapa de prática no Estágio;
• Etapa de acompanhamento e avaliação.
A parte prática do estágio deverá ser realizada em um número de 400 horas e a sua
duração não poderá ser inferior a um período letivo. Esta prática será realizada pelo aluno
junto a:
Empresa que possua atividades na mesma modalidade do curso de graduação do
estágio;
Profissional autônomo que exerça atividades na mesma modalidade do curso de
graduação do estágio;
Qualquer das duas entidades acima descritas deverá apontar um supervisor do estágio
do aluno.
Durante o semestre letivo, no qual o aluno estiver inscrito na disciplina, deverá
reportar-se ao Coordenador de seu curso para esclarecimento e/ou orientações que julgar
necessárias.
Para facilitar este processo, a Universidade Veiga de Almeida possui uma Central de
Estágios, representada em cada campus, destinada a captar, cadastrar, disponibilizar e
acompanhar as ofertas de estágios e empregos destinadas aos alunos e/ou egressos desta
Universidade. No site da UVA, no link da Central de Estágios, o aluno confere informações
108
sobre os estágios obrigatórios e não-obrigatórios, sobre as empresas conveniadas à instituição
e sobre as oportunidades existentes nas diversas áreas.
Para cumprimento e avaliação do Estágio Supervisionado, a universidade toma como
base a nova lei do Estágio (Lei n° 11.788, de 25/09/2008) que determina que as instituições
exijam do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, o
relatório de suas atividades.
16.2. Atividades Complementares e de Extensão
O Projeto Pedagógico dos Cursos da Universidade Veiga de Almeida abrange as
atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, que se articulam com o processo
formativo e, ao mesmo tempo, enriquecem-no na sua totalidade. É uma disciplina que se
estende ao longo do curso e compreende as atividades exercidas fora de sala de aula,
totalizando uma carga horária em função das peculiaridades de cada curso. Essas atividades
podem ser realizadas também durante as férias escolares.
De acordo com MORIN (2000), a educação do futuro tem o dever de abordar:
“problemas centrais ou fundamentais que permanecem totalmente esquecidos e
que são necessários para se ensinar pensando no futuro. Entre eles: ensinar a
condição humana, a identidade terrena, a ética do gênero humano e a
compreensão”.
O cumprimento da carga horária em Atividades Complementares afigura-se
indispensável à conclusão do curso e consequente recebimento, pelo aluno, da imposição do
grau de Bacharel em Engenharia Ambiental.
Ao lado das atividades formais, as atividades complementares, com certeza, deverão
alcançar esses propósitos, visto que a visão que se tem do ser humano é ao mesmo tempo
física, biológica, psíquica, cultural, social e histórica, ou seja, uma visão integral. A educação
para o futuro pressupõe uma visão inovadora em relação ao tratamento e ressignificação dos
conteúdos e, por isso mesmo, contempla outras aprendizagens.
Os progressos nos conhecimentos no âmbito das especializações disciplinares,
muitas vezes, fragmentam os contextos, as globalidades e complexibilidades. As disciplinas
tendem a fragmentar o conhecimento provocando, quase sempre, a disjunção entre as
humanidades e as ciências, tendo como consequência uma série de distorções na formação do
ser humano.
109
Segundo MORIN (2000):
“estamos na época planetária; uma aventura comum conduz os seres humanos
onde quer que se encontrem. Estes devem reconhecer-se em sua humanidade
comum e ao mesmo tempo reconhecer a diversidade cultural inerente a tudo que
é humano”.
O planeta exige um pensamento policêntrico capaz de apontar o universalismo, não
abstrato, mas consciente da unidade/diversidade da condição humana. Nessa perspectiva, as
atividades complementares contribuirão sobremaneira para que as futuras gerações tenham
uma melhor compreensão do mundo, do homem, da natureza e suas relações.
A cada ano, são planejadas atividades diversificadas, tais como: palestras,
seminários, excursões, pesquisas, projetos interdisciplinares, tornando o currículo mais
dinâmico e propiciando maior integração entre alunos e professores e, ao mesmo tempo, o
contato direto com a realidade política, social, cultural e econômica do país. Os
coordenadores e professores de todos os cursos, participam do planejamento das atividades
numa perspectiva interdisciplinar do currículo, quando vários saberes e olhares se
entrecruzam, enriquecendo, dessa forma, o conhecimento dos alunos e professores sobre
determinado assunto.
Rompe-se, dessa forma, com a imagem estanque do professor, mediante a utilização
de diferentes formas de linguagem.
Objetivos Gerais das Atividades Complementares
•
Enriquecer os conhecimentos do estudante bem como a sua prática por meio da
exploração de espaços culturais, artísticos, literários, científicos e históricos.
•
Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem privilegiando:
−
atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo;
−
atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
−
atividades culturais e intercâmbio com instituições congêneres.
As Atividades Complementares são obrigatórias e devem ser cursadas do início até o
final do curso de graduação, enfatizando o conhecimento transdisciplinar, interdisciplinar e de
extensão, contribuindo para a formação integral do aluno. Tem como objetivo conciliar os
conceitos que permeiam a sociedade contemporânea com uma perspectiva humanística,
110
priorizando os valores sociais e culturais. Possibilitam uma constante atualização curricular,
enfocando questões emergentes no cenário científico ou no cenário socioeconômico geral.
Constituem-se de atividades de cunho desportivo, artístico, cultural, técnico-científicas, dentre
outras, podendo ter a forma de cursos de curta duração, oficinas de trabalho, conferências,
palestras, seminários, visitas científicas e culturais, campeonatos e atividades desportivas,
festivais teatrais, musicais, exposições plásticas e outras atividades correlatas a depender de
prévia aprovação do Centro a que curso está ligado.
Atividades a serem consideradas
Cada vez mais as atividades extracurriculares contribuem para diferenciar os
profissionais nas diversas áreas do saber. Na UVA essas atividades assumem um papel de
extrema relevância, dada a dinâmica acelerada do processo científico, tecnológico e social.
O aluno deve estar permanentemente sintonizado com as abordagens das principais
questões nacionais e mundiais, que afetam positiva e negativamente o indivíduo, a sociedade,
o meio ambiente, a cultura, a política, a economia, a paz e a vida.
Não se pode esperar do aluno um ser crítico, se nascido de um estudante sem sintonia
com a sua realidade, alheio aos ensinamentos da história e não comprometido com o processo
de transformação da sua época.
O ponto de partida desse processo é a informação. Não aquela pronta, inconsistente,
destinada mais a alienar do que a conscientizar. A informação que se deve buscar resulta da
análise crítica dos fatos, da observação dos interesses envolvidos, do debate fundamentado, da
oposição de ideias e da polêmica.
Para estar informado, o estudante deve alterar os seus hábitos. A leitura é sem dúvida
um instrumento fundamental nesse processo. Essa leitura deve ser diversificada, não se
restringindo de forma alguma às questões puramente técnicas da sua formação. É preciso
ampliar horizontes e adquirir conhecimentos difusos. Torna-se necessário estabelecer
fundações sólidas, sobre as quais irá construir a sua formação como profissional competente e
cidadão culto, consciente e transformador. A boa e permanente leitura contribuirá
decisivamente para esse processo.
A Iniciação científica, estágios internos e externos, visitas técnicas, visitas a feiras e
exposições, participação de congressos e seminários, constituição de grupos voluntários de
estudos, palestras técnicas, participação em eventos, prêmios, concursos, disciplinas não
111
obrigatórias (optativas), cursos de extensão, oficinas, voluntarismo, atividades esportivas e
culturais são algumas das atividades extracurriculares que se apresentam aos nossos
estudantes. Além de auxiliar na inserção no mercado de trabalho, essas atividades permitem
aos alunos maior contato com os pares, docentes e profissionais externos, agregam
conhecimentos e habilidades acadêmicas, competência prática, fundamentos de planejamento
e disciplina para o exercício dos trabalhos, relações interpessoais, atividades de liderança,
humanitarismo, resultados estes que trazem maior compromisso com o curso, reduzem a
evasão universitária, promovendo alterações nas competências técnicas, práticas sociais, na
análise
crítica,
em
altruísmo,
autoconfiança,
autopercepção,
apreciação
cultural,
complexidade cognitiva, avaliação das competências vocacionais, em síntese, permite ao
estudante vivenciar desde já o seu projeto de vida.
Tabela de Pesos/Cargas Horárias Relativa às Atividades Complementares
Total a ser cumprido: 200h
ATIVIDADE DE ENSINO
CARGA HORÁRIA
DOCUMENTO EXIGIDO PARA
RECONHECIMENTO
Disciplinas não previstas no
currículo do curso.
Equivalência: 1h = 1h
Histórico Escolar
Monitoria Institucional
60h/semestre
Monitoria Voluntária
Até 30h/semestre
Cursos de Certificação / realizados
na UVA e outras IES (Atualização,
Aperfeiçoamento, Complementação,
Aprofundamento de Estudos, outros)
Equivalência: 1h = 1h
Atestado de realização emitido pelo
Coordenador de curso
Atestado de realização emitido pelo
professor responsável
Certificado de Realização registrado no
órgão competente especificando
frequência e desempenho
112
ATIVIDADE DE ENSINO
CARGA HORÁRIA
Cursos de
Certificação/realizados em
outras instituições que não
IES (Atualização,
Aperfeiçoamento,
Complementação,
Aprofundamento de Estudos,
outros)
Equivalência:
Aproveitamento da Carga
horária na faixa de ½ a 1
das horas realizadas (de
acordo com normas do
curso)
Iniciação Científica
Institucional
60h/ semestre
Iniciação Científica
Voluntária
Publicações: Artigos
Completos / Revistas ou
Anais de Eventos
Internacionais
Publicações: Artigos
Completos / Revistas ou
Anais de Eventos Nacionais
40h/ semestre
Estágios Profissionais
Eletivos
Certificado de Realização
especificando frequência e
desempenho
Atestado de realização emitido
pelo Diretor de Pós-Graduação e
Pesquisa
Atestado de realização emitido
pelo professor responsável
De 20 a 30h/ publicação
Cópia da Publicação
Até 15h/ publicação
Cópia da Publicação
Publicações: Resumos / Anais
5h/ publicação
Encontros
Produções Culturais e
Artísticas
Seminário, Congressos,
Simpósios, Conferências,
Encontros, Ações
Comunitárias Institucionais e
similares
DOCUMENTO EXIGIDO
PARA RECONHECIMENTO
A ser definida pelo NDE e
pelo Colegiado de Curso
Equivalência:
Aproveitamento da Carga
horária na faixa ½ a 1 das
horas realizadas (de acordo
com normas do curso)
Equivalência:
Aproveitamento da Carga
horária na faixa ½ a 1 das
horas realizadas (de acordo
com normas do curso)
Cópia da Publicação
Comprovação da Produção
Certificado de Realização,
especificando carga horária e
participação
Termo de Compromisso de
Estágio ou Compromisso de
realização, especificando
duração e carga horária
Iniciação Profissional
40h/ semestre
Atestado de realização emitido
pelo órgão competente
Representação Estudantil
30h/ semestre
Documento comprobatório
113
XII. ANEXOS
Anexo I - Plano da Carreira Docente
TÍTULO I
CAPÍTULO I
DA ESTRUTURA E COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS DO SISTEMA
Art. 1º - O Regulamento da Carreira Docente é um dos instrumentos da política de
Recursos Humanos da Universidade.
Art. 2º - Os órgãos responsáveis pelo processamento da Carreira Docente na UVA
são: Reitoria, Pró-Reitoria Acadêmica e Pró-Reitoria Administrativa.
CAPÍTULO II
DA COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA
Art. 3º - Aos órgãos responsáveis pela Carreira Docente compete:
•
à Pró-Reitoria Acadêmica, propor o regime de trabalho e indicar à Pró-Reitoria
Administrativa docentes para admissão, enquadramento funcional, promoção e dispensa,
nos termos das normas vigentes;
•
à Pró-Reitoria Administrativa, analisar as propostas e emitir parecer sobre admissão,
promoção e dispensa de docente, estabelecendo o regime de trabalho, fazer os registros
competentes e quantitativos globais de pessoal, para apreciação e a aprovação da
Reitoria;
•
à Reitoria, apreciar e decidir sobre as propostas das Pró-Reitorias e encaminhá-las à
Mantenedora para as providências cabíveis.
TÍTULO II
DA CARREIRA DO CORPO DOCENTE
CAPÍTULO I
DAS ATIVIDADES DO CORPO DOCENTE
Art. 4º - São consideradas atividades docentes de nível superior:
114
•
as pertinentes ao ensino, à pesquisa e à extensão que visem à aprendizagem, à produção
do conhecimento e à transmissão da cultura;
•
as inerentes ao exercício de funções técnico-administrativas e de assessoramento, de
natureza acadêmica.
CAPÍTULO II
DAS CATEGORIAS E ATIVIDADES DOCENTES
Art. 5º - As categorias da carreira acadêmica são as seguintes:
•
Professor-Titular;
•
Professor-Adjunto;
•
Professor-Assistente;
•
Professor-Auxiliar.
Parágrafo Único - Cada categoria compreende dois níveis, designados pelas letras A e B.
Art. 6º - Os ocupantes dos cargos da Carreira Docente poderão encontrar-se em
situação de ensino, pesquisa e/ou extensão, no exercício de cargo das carreiras acadêmica ou
técnico-administrativa, de forma isolada ou cumulativa.
Parágrafo Único - O pessoal do Corpo Docente, quando no desempenho de cargos de área
acadêmica ou de cargos da carreira técnico-administrativa, perceberá a remuneração própria
do exercício do cargo, prevista no Plano de Cargos e Salários.
CAPÍTULO III
DO INGRESSO E DA MOVIMENTAÇÃO
Art. 7º - O ingresso no Corpo Docente da Universidade Veiga de Almeida dar-se-á
mediante seleção e far-se-á na categoria acadêmica de acordo com a titulação por ela exigida,
iniciando-se no Nível A.
Art. 8º - A seleção preliminar para ingresso, a cargo dos Departamentos, observará,
além da competência, os seguintes requisitos mínimos:
ser o candidato qualificado para o cargo;
115
II) haver disponibilidade de vaga, a critério do Centro;
Art. 9º - Os Centros analisarão as propostas, enviando-as à Pró-Reitoria Acadêmica.
Art. 10º - Compete à Pró-Reitoria Acadêmica dar o seu parecer quanto às propostas
de admissão de professores, encaminhado-as à Pró-Reitoria Administrativa, que, por sua vez,
as apresentará à Mantenedora, para apreciação e decisão.
CAPÍTULO IV
DA PROGRESSÃO FUNCIONAL
Art. 11º - São condições para ingresso e progressão nas categorias funcionais
previstas:
•
Professor-Auxiliar - possuir o certificado de conclusão de curso de aperfeiçoamento e/ou
especialização, na forma da lei, ou o diploma de graduação de curso de nível superior,
com comprovada experiência na área.
•
Professor-Assistente - possuir o título de Mestre.
•
Professor-Adjunto - possuir o título de Doutor e/ou equivalente.
•
Professor-Titular - possuir o título de Doutor e/ou equivalente, desde que haja vaga no
quadro.
Art. 12 - As promoções serão feitas, anualmente, no mês de março, para
preenchimento das vagas existentes nos diversos níveis ou categorias, e concorrerão às vagas
os professores que satisfizerem as condições da categoria ou nível imediatamente superior.
Art. 13- A Reitoria designará uma Comissão de Carreira Docente que, junto à PróReitoria Acadêmica, tratará dos estudos de enquadramento, classificação, acesso e avaliação
de desempenho.
Art. 14 - A Comissão se reunirá no mês de outubro de cada ano, independente de
convocação e, extraordinariamente, quando o seu Presidente julgar necessário, para analisar e
deliberar sobre matéria de sua competência.
Parágrafo Único - Nos casos de urgência, em que a oportunidade da decisão não possa ser
postergada, o Presidente da Comissão decidirá, em despacho fundamentado, “ad referendum”
da Comissão.
Art. 15 - Serão concedidos anualmente créditos acadêmicos pela Comissão de
Carreira Docente por:
116
•
cursos realizados em áreas de interesse do departamento ao qual o docente esteja
vinculado, sendo: um CA por curso de aperfeiçoamento e/ou especialização; quatro CAs
por curso de mestrado e seis CAs por curso de doutorado e/ou equivalente;
•
atividade acadêmica anual na UVA, sendo: um CA para docentes com carga horária igual
ou menor que 10 horas-aula; dois CAs para docentes com carga horária semanal maior do
que dez ou menor ou igual a vinte horas-aula, e três CAs, para docentes com carga
horária semanal superior a vinte horas-aula;
•
atividades de pesquisa na UVA, em área de interesse institucional, com projeto aprovado
pela Instituição; quatro CAs por projeto;
•
atividade administrativa anual de caráter acadêmico, sendo: quatro CAs por cargo de
direção; três CAs pelas chefias de departamento; e dois por cargo de assessoria ou
equivalente, e um CA por cargos de chefia intermediária.
Art. 16 - As titulações poderão ser dispensadas, a critério exclusivo da Reitoria,
quando o candidato possuir relevante e reconhecida atuação intelectual ou comprovada
produção científica.
Art. 17 - Computados os créditos acadêmicos (CAs), os docentes serão promovidos,
de um nível para outro, desde que:
I - preencham os requisitos para promoção;
II - sejam os detentores do maior número de créditos;
Art. 18 - A progressão entre os níveis de uma mesma categoria ocorrerá, após o
cumprimento, pelo docente, do interstício (mínimo) de dois anos no nível respectivo.
CAPÍTULO V
DO REGIME DE TRABALHO
Art. 19 - Os integrantes da Carreira Docente serão contratados nos termos da CLT,
em regime de tempo parcial, integral ou por outra forma, nos termos da Legislação.
117
CAPÍTULO VI
DAS SITUAÇÕES ESPECIAIS DE DOCÊNCIA
Art. 20 - Havendo necessidade de professores, além do quadro de carreira, poderão
ser contratados, em caráter temporário, docentes na qualidade de professores visitantes ou
conferencistas.
1º - São professores visitantes aqueles que, não pertencendo ao quadro regular do Corpo
Docente de UVA, são contratados para nela exercer suas atividades por um prazo
determinado.
2º - São professores conferencistas aqueles que, não pertencendo ao quadro regular do Corpo
Docente de UVA, são convidados a nela exercer atividades didáticas a curto prazo.
TÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 21 - O enquadramento dos professores na Carreira Docente prevista neste
Regulamento será realizado pela Comissão da Carreira Docente, levando em consideração os
direitos já adquiridos, mas, desde já, privilegiando os atributos definidos na Política de
Recursos Humanos, de tal forma que todos os Docentes fiquem em igualdade de condições,
respeitadas as diferenças decorrentes das condições de ingresso, titulação e regime de trabalho
e respeitados os limites de lotação do quadro de pessoal docente.
Art. 22 - Os casos omissos são resolvidos pelo Reitor, no âmbito de sua competência,
“ad referendum” do Conselho Universitário.
Art. 23 - Este regulamento entra em vigor após sua aprovação pelo Conselho
Universitário de Universidade Veiga de Almeida.
118
Anexo II - Regulamento da Biblioteca
TÍTULO I
DA CONSTITUIÇÃO E DOS FINS
Artigo 1º - As Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida, subordinadas à Reitoria,
funcionam como órgão na coordenação da política de formação e atualização do acervo, em
consonância com todos os setores acadêmicos que compõem a Universidade, na definição de
técnicas, metodologias, padrões e normas para o processamento, disseminação e recuperação
da informação. As Bibliotecas dividem-se em Central e Setoriais, cabendo à Biblioteca
Central a centralização dos serviços técnicos e administrativos.
Artigo 2º - As Bibliotecas têm por finalidade possibilitar aos alunos, professores,
outras pessoas e instituições interessadas no acesso a seu acervo, servindo de apoio aos
programas de ensino, pesquisa e extensão, estimulando a colaboração técnico-científica,
cultural, literária e artística, através do desenvolvimento de serviços e
produtos da
informação que atendam às exigências de relevância e rapidez.
TÍTULO II
DO REGIME E DA ORGANIZAÇÃO
CAPÍTULO I
DO REGIME ADMINISTRATIVO
Artigo 3º - As Bibliotecas da Universidade Veiga de Almeida regem-se por este
Regimento.
CAPÍTULO II
DA ADMINISTRAÇÃO
Artigo 4º - São órgãos da Biblioteca Central:
a) A Comissão de Biblioteca;
b) O Conselho Editorial;
c) A Direção.
119
CAPÍTULO III
DA COMISSÃO DE BIBLIOTECA
Artigo 5º - A Comissão de Biblioteca da Universidade Veiga de Almeida é constituída
pela Vice-Reitoria, pelo Pró-Reitor Acadêmico, pelos Diretores de Centros, dentro de sua área
de especialização, e pela Direção da Biblioteca.
Artigo 6º - São atribuições da Comissão de Biblioteca:
a) Participar do planejamento das atividades das Bibliotecas;
b) Estabelecer prioridades na implantação de serviços, consideradas as necessidades
mais urgentes;
c) Emitir pareceres sobre propostas específicas das Bibliotecas;
d) Participar da política de aquisição;
e) Participar da avaliação e do planejamento das atividades das Bibliotecas.
CAPÍTULO IV
DO CONSELHO EDITORIAL
Artigo 7º - O Conselho Editorial da Universidade Veiga de Almeida é constituído pelos
Pró-Reitores, pelos Diretores de Centros e pela Direção da Biblioteca.
Artigo 8º - São atribuições do Conselho Editorial:
Estabelecer os tipos de produtos bibliográficos a serem editados;
Estabelecer prioridades quanto aos produtos a serem editados;
Normalizar os documentos gerados no meio acadêmico e as publicações oficiais da
Universidade.
CAPÍTULO V
DA DIREÇÃO
Artigo 9º - A Direção da Biblioteca é exercida por Bibliotecário, Bacharel em
Biblioteconomia, e é o órgão da Reitoria que coordena e fiscaliza todas as atividades das
bibliotecas.
Artigo 10 - O Bibliotecário-Diretor é nomeado pelo Reitor.
120
Artigo 11 - O Bibliotecário-Diretor é auxiliado por bibliotecários no nível de chefia, para
os setores adotados e para as bibliotecas setoriais.
Artigo 12 - São atribuições do Bibliotecário-Diretor:
I - Administrar e coordenar todas as atividades da Biblioteca;
II - Participar do Conselho Editorial;
III - Participar da Comissão de Biblioteca;
IV - Submeter a Reitoria os planos de atividades das Bibliotecas;
V - Selecionar pessoal técnico;
VI - Coordenar a elaboração de manuais de organização, atribuição e rotinas das
Bibliotecas;
VII - Elaborar as normas de uso das Bibliotecas e submete-las à Reitoria;
VIII - Coordenar a elaboração de relatórios mensais e anuais das Bibliotecas;
IX - Dirigir, administrar e supervisionar as atividades técnicas específicas;
X - Propor ao Pró-Reitor Administrativo a definição das atribuições dos funcionários das
Bibliotecas;
XI - Zelar para que seja mantida a disciplina nas dependências das Bibliotecas;
XII -
Encaminhar aos órgãos competentes os pedidos de materiais bibliográficos,
equipamentos e outros de uso nas Bibliotecas;
XIII - Promover reuniões técnicas e administrativas com os funcionários das Bibliotecas;
XIV - Realizar palestras sobre uso das Bibliotecas;
XV - Promover palestras, exposições e outras atividades técnico-culturais;
XVI - Manter intercâmbio com outras bibliotecas;
XVII - Filiar-se à Redes de Informação.
CAPÍTULO VI
DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO
Artigo 13 - São órgãos de Administração da Biblioteca Central:
I - Setor de Processos Técnicos;
II - Setor de Informações e Divulgações;
III - Setor de Legislação e Intercâmbio;
IV - Setor de Materiais Especiais;
121
CAPÍTULO VII
SETOR DE PROCESSOS TÉCNICOS
Artigo 14 - O setor de Processos Técnicos é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca
Central, que responde pelo processamento técnico e informatizado de todo o material
bibliográfico, ou não.
Artigo 15 - São atribuições do Setor de Processos Técnicos:
a) Registrar, catalogar e indexar o material bibliográfico, de acordo com as normas
catalográficas, de classificação, vocabulários controlados e tesauros adotados na Biblioteca;
b) Realizar o processamento técnico automatizado, de acordo com o sistema
estabelecido;
c) Alimentar vocabulários controlados e tesauros;
d) Alimentar e manter atualizado os catálogos informatizados e tradicionais, dos usuários
e os catálogos de serviços;
e) Manter controles estatísticos sobre as atividades técnicas realizadas;
f) Identificar as obras que necessitem de desinfecção, encadernação ou restauração;
g) Alimentar a rede com dados atualizados quer internos ou externos.
CAPÍTULO VIII
SETOR DE INFORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO
Artigo 16 - O Setor de Informação e Divulgação é o órgão vinculado à Direção da
Biblioteca Central, que responde pela circulação do acervo, seu controle, pelo intercâmbio
técnico-cultural, pela divulgação dos serviços oferecidos e pela disseminação da informação.
Artigo 17 - São atribuições do Setor de Informação e Divulgação:
a)
Orientar e auxiliar o usuário na utilização dos catálogos informatizados e tradicionais;
b)
Orientar os usuários, levando-os às fontes de referência de que necessitem;
c)
Promover o treinamento dos usuários;
d)
Apoiar a realização de estudos que visem a avaliação dos serviços para seu melhor
atendimento;
e)
Manter exposição de obras mais recentes, adquiridas pela Biblioteca Central;
122
f)
Normalizar os documentos gerados no meio acadêmico, de acordo com as normas da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;
g)
Elaborar resumos para boletins bibliográficos ou de alerta ou serviços de disseminação
seletiva da informação, disponíveis em rede;
h)
Alimentar e manter atualizado o catálogo coletivo nacional de publicações periódicas do
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT);
i)
Solicitar ao IBICT o número internacional normalizado para os produtos bibliográficos
gerados pela Biblioteca Central;
j)
Efetuar a inscrição dos usuários;
l)
Realizar empréstimos e consultas dos documentos do acervo;
m)
Fazer cumprir as normas de uso das Bibliotecas;
n)
Fornecer cópias de documentos aos usuários;
o)
Manter contato com a secretaria executiva do programa - COMUT;
p)
Identificar, através de catálogos, inclusive o catálogo coletivo nacional de publicações
periódicas, documentos não existentes no acervo;
q)
Manter controles estatísticos de todas as atividades do setor;
r)
Controlar o movimento das Bibliotecas Setoriais.
CAPÍTULO IX
SETOR DE LEGISLAÇÃO, INTERCÂMBIO, PESQUISA E AQUISIÇÃO
Artigo 18 - O Setor de Legislação e Intercâmbio é o órgão vinculado à Direção da
Biblioteca Central, que responde pela coleta, indexação e divulgação da legislação brasileira
vigente, nas áreas de interesse da Universidade e pelo intercâmbio técnico-cultural de
informações e de documentos, com Instituições nacionais e internacionais.
Artigo 19 - São atribuições do Setor de Legislação e Intercâmbio:
a)
Providenciar a aquisição de fontes especializadas em legislação, sob qualquer suporte;
b)
Constituir base de dados, cobrindo a legislação;
c)
Identificar programas cooperativos, em sistemas de informação estrangeiros, nacionais,
regionais e locais, que sejam de interesse, visando participação;
d)
Encaminhar ao setor competente os pedidos para projetos de pesquisa e/ou cursos de
aperfeiçoamento, do pessoal especializado;
123
e)
Elaborar e manter atualizado o catálogo das instituições públicas e privadas com vistas
ao intercâmbio de publicações;
f)
Manter controles estatísticos das atividades do setor;
g)
Implementar a política de descarte e/ou permuta a partir de listas, selecionadas por
especialistas, estudo de uso e outros sistemas adotados;
h)
Identificar órgãos geradores de documentos, nacionais e internacionais para fim de
coleta;
i)
Encaminhar à Direção da Biblioteca Central acordos de intercâmbio de publicações,
para formalização;
j)
Realizar sistematicamente, e em ação conjunta com os demais setores, o inventário das
Bibliotecas;
l)
Participar de congressos nacionais e internacionais representando a Instituição.
CAPÍTULO X
SETOR DE MATERIAIS ESPECIAIS
Artigo 20 - O Setor de Materiais Especiais, é o órgão vinculado à Direção da Biblioteca
Central, que responde pelo tratamento técnico, indexação, informatização, conservação,
controle e intercâmbio.
Artigo 21 - São atribuições do Setor de Materiais Especiais:
a)
Registrar, catalogar, classificar e indexar os materiais especiais: mapas, vídeos, filmes,
slides, microfilmes, microfichas, fotografias, plantas, projetos, CDs, publicações
periódicas e outros;
b)
Realizar empréstimos e consultas dos materiais especiais, de acordo com os
procedimentos de normas estabelecidas;
c)
Providenciar equipamentos especiais para climatização dos materiais especiais;
d)
Providenciar equipamentos especiais para conservação dos materiais especiais;
e)
Providenciar equipamentos especiais para arquivamento dos materiais especiais;
f)
Identificar órgãos geradores de materiais especiais, nacionais e internacionais, para fins
de coleta.
124
CAPÍTULO XI
DAS BIBLIOTECAS SETORIAIS
Artigo 22 - As Bibliotecas Setoriais são órgãos vinculados à Biblioteca Central, que
respondem pela administração, controle de pessoal, atendimento e orientação ao cliente.
Artigo 23 - São setores das Bibliotecas setoriais:
I - De Referência;
II - De Circulação;
III - De Administração.
Artigo 24 - O Setor de Referência é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que responde
pela orientação ao cliente, com as seguintes atribuições:
a) Orientar ao cliente na utilização adequada das fontes de Referência, recursos
bibliográficos e de busca;
b) Produzir Serviços de Alerta e de Disseminação Seletiva da Informação.
Artigo 25 - O Setor de Circulação é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que responde
pela circulação do acervo, tendo as seguintes atribuições:
a) Orientar ao pesquisador/cliente, para a perfeita apresentação formal de seus trabalhos
didáticos, dentro dos critérios de normalização;
b) Controlar, orientar e mensurar o uso do acervo em todas as formas que esse se
apresenta.
Artigo 26 - O Setor de Administração é o órgão vinculado à Biblioteca Central, que
responde pela administração geral da Biblioteca Setorial, tendo as seguintes atribuições:
a) Coordenar e executar relatórios técnicos e administrativos;
b) Confeccionar catálogos, índices e listagens sobre assunto de interesse acadêmico,
quando não indexados em rede;
c) Administrar as atribuições, freqüência, disciplina e outras atividades do quadro de
funcionários.
Artigo 27 - Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho
Universitário da Universidade Veiga de Almeida.
125
Anexo III – Regulamento do Estágio Supervisionado
O Estágio Supervisionado constitui uma disciplina específica do Curso de Engenharia
Ambiental.
CAPÍTULO I
CARACTERÍSTICAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
•
É uma disciplina obrigatória que pode ser cursada a partir do 8º período do curso.
•
A disciplina possui como pré-requisito o cumprimento de 137 créditos.
•
Não possui créditos por não necessitar de carga horária fixa.
•
As atividades do aluno no estágio serão acompanhadas por um Supervisor na Empresa e
pelo professor responsável pela disciplina no curso.
•
O professor responsável pela disciplina poderá visitar as empresas onde os alunos
estagiam para verificar e avaliar a efetividade das atividades realizadas.
•
O supervisor informará a Universidade as atividades e desempenho do aluno no estágio.
CAPÍTULO II
OBJETIVO
O Estágio Supervisionado visa demonstrar para a Instituição de Ensino Superior, no caso a
Universidade Veiga de Almeida (representada pelo professor responsável), que o aluno está
apto a desempenhar o papel de profissional do seu curso, revelando ainda os seguintes
aspectos do aluno:
•
Nível de conhecimento teórico.
•
Organização e metodologia de trabalho.
•
Iniciativa de independência.
•
Cooperação.
•
Interesse.
•
Assiduidade.
•
Pontualidade.
•
Responsabilidade.
•
Zelo pelo material da empresa.
126
•
Sociedade e desembaraço.
•
Postura profissional.
CAPÍTULO III
OBRIGATORIEDADE
A disciplina Estágio Supervisionado, com número de créditos igual a 0 (zero), é obrigatória e,
como tal, consta do fluxograma do Curso de Engenharia Ambiental.
Em reunião feita no início do período letivo, os alunos receberão orientações gerais sobre os
procedimentos da disciplina.
CAPÍTULO IV
ETAPAS
O Estágio Supervisionado é feito em três etapas:
•
Etapa de inscrição.
•
Etapa de prática no Estágio.
•
Etapa de avaliação.
INSCRIÇÃO
A inscrição na disciplina é feita em cada semestre letivo, no período determinado pelo
calendário oficial da UVA, juntamente com as demais disciplinas que o aluno deseja cursar.
Por ocasião da inscrição o aluno receberá dois formulários (obtidos junto a Coordenação do
Curso)
•
Formulário de Estágio Supervisionado para preenchimento pelo Supervisor de Estágio.
•
Formulário de Estágio Supervisionado para preenchimento pelo Aluno.
Os dois formulários contêm:
•
Declaração da empresa ou do profissional autônomo confirmado a realização do estágio.
•
O período e carga horária total de trabalho.
•
O trabalho desenvolvido.
127
•
A avaliação do estágio supervisionado pelo supervisor e pelo aluno.
Através de um cruzamento das informações do aluno e do supervisor, o professor responsável
irá determinar a nota do aluno.
PRÁTICA NO ESTÁGIO
A parte prática do estágio deverá ser realizada em um número de 400 horas efetivas de
trabalho. Esta prática será realizada pelo aluno junto a:
• Empresa que possua atividades na mesma modalidade do curso de graduação do estágio.
• Profissional autônomo que exerça atividades na mesma modalidade do curso de graduação
do estágio.
Qualquer das duas entidades acima descritas deverá apontar um supervisor do estágio do
aluno.
Nota: Durante o semestre letivo no qual estiver inscrito na disciplina, o aluno deverá reportarse ao Coordenador de seu curso para esclarecimento e/ou orientações que julgar necessárias.
AVALIAÇÃO
O professor responsável avaliará e atribuirá grau aos relatórios recebidos até o prazo
estabelecido pela Coordenação, sendo o aluno aprovado que obtiver grau igual ou superior a
7.0 (sete).
A não entrega dos referidos relatórios no prazo estabelecido pela Coordenação, acarretará na
reprovação da disciplina.
128
Anexo IV – Regulamento da Iniciação Científica
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - Este regulamento disciplina as atividades da Iniciação Científica a serem
desenvolvidas nos cursos de graduação da Universidade Veiga de Almeida.
Art. 2º - O programa de Iniciação Científica é um programa centrado na iniciação
científica de alunos de graduação da UVA, em todas as áreas do conhecimento. Serve de
incentivo à formação acadêmica, privilegiando a participação ativa dos alunos em projetos de
pesquisa orientados por professores da Universidade.
CAPÍTULO II
DA FINALIDADE
Art. 3º - O Programa de Iniciação Científica da UVA tem por finalidades colaborar no
fortalecimento das áreas e grupos de pesquisa da UVA; despertar vocações e incentivar
talentos entre os estudantes de graduação para pesquisa científica e tecnológica; introduzir o
jovem estudante no domínio do método científico, incentivar e capacitar alunos para ingressar
na pós-graduação.
CAPÍTULO III
DOS DOCUMENTOS PARA A INSCRIÇÃO
Art. 4º - São os seguintes os documentos para inscrição:
I – formulário de inscrição (disponível na home page da UVA)
II
projeto de pesquisa do orientador (justificativa, referencial teórico,
metodologia e cronograma) apresentado de maneira clara e resumida;
III- currículo Lattes do orientador, modelo resumido (com a produção dos
últimos cinco anos);
IV – currículo Lattes dos alunos candidatos;
V- plano de trabalho individual e diferenciado para cada aluno;
129
VI- histórico escolar do(s) aluno(s);
VII- relatório final do projeto desenvolvido no período anterior, no caso de
renovação;
VIII- situação do aluno junto à Universidade (financeira)
CAPÍTULO IV
DOS REQUISITOS DO PROJETO
Art. 5º - São requisitos do Projeto:
I- ter mérito técnico-científico;
II- conter plano e cronograma detalhado e individualizado do(s) aluno(s) de
Iniciação Científica para o período estabelecido neste Edital.
CAPÍTULO V
DOS REQUISITOS DO ORIENTADOR
Art. 6º - São requisitos do Orientador
I- ser docente do quadro da UVA
II- ter título de Doutor ou de Mestre e experiência compatível com a função de
orientador;
III- orientar o bolsista nas distintas fases do trabalho científico, incluindo
elaboração de relatórios e apresentação do trabalho no Seminário UVA de Iniciação
Científica.
CAPÍTULO VI
DOS REQUISITOS E COMPROMISSOS DO BOLSISTA DE INICIAÇÃO
CIENTÍFICA
Art. 7º - São requisitos e compromissos do bolsista:
I - estar regularmente matriculado em curso de graduação da UVA;
II - ter cursado o primeiro período do curso de graduação;
III- ter bom rendimento acadêmico; representar relatórios de pesquisa,
individualizados;
130
IV – participar das reuniões com a coordenação do Programa;
V - apresentar os resultados da pesquisa no Seminário UVA de Iniciação
Científica;
VI – apresentar desempenho acadêmico satisfatório e estar em dia com suas
obrigações;
VII – dedicar-se às atividades acadêmicas e de pesquisa;
VIII – executar o plano de atividades aprovado, com dedicação mínima de 12
horas semanais;
IX- apresentar os resultados parciais e finais da pesquisa sob a forma de painel
ou exposição oral, acompanhados de relatórios, na SEMANA de Iniciação Científica da UVA.
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 8º - Este regulamento só poderá ser alterado se houver mudanças no Programa de
Iniciação Científica da UVA.
Art. 9º - São as seguintes as orientações gerais da Iniciação Científica:
I- a cota máxima de alunos de Iniciação Científica por orientador são de dois
alunos e dois projetos;
II - cada aluno só poderá ser indicado como aluno de Iniciação Científica por
um único orientador para um único projeto;
III- os alunos que forrem selecionados como bolsistas de Iniciação Científica
da UVA receberão uma bolsa;
IV- as bolsas serão concedidas pelo período de 12 meses, sendo possível
apenas uma renovação;
V- os demais alunos que tiverem seus projetos aprovados, mas que não
conseguirem classificação prioritária permaneceram no programa como alunos de Iniciação
Científica voluntários;
VI - caso sejam abertas vagas para alunos bolsistas, os alunos voluntários serão
reclassificados para alunos bolsistas.
131
Anexo V - Regulamento das Atividades Complementares
I – DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art.1º- O presente Regulamento tem por finalidade normatizar as ATIVIDADES
COMPLEMENTARES em conformidade à legislação vigente.
Art. 2º - As Atividades Complementares serão desenvolvidas no âmbito de cada
Centro.
Art. 3º - A carga horária total a ser cumprida pelo estudante é de 400 horas, a partir
do 1º (primeiro) período em, pelo menos, dois tipos de atividades previstas no artigo 8º.
Art. 4º - As atividades desenvolvidas constarão do histórico escolar, com a atribuição
da carga horária, conferida pelo Coordenador do curso.
Art. 5º - Caberá ao estudante requerer, por escrito, até 30 dias após a realização da
atividade, a averbação da carga horária para sua contabilização, sem atribuição de grau.
II – DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 6º - A presente regulamentação de funcionamento atende aos seguintes objetivos
específicos:
I. buscar uma maior integração entre os corpos docente e discente.
II. flexibilizar o currículo pleno do curso.
III. proporcionar ao alunado maiores aperfeiçoamentos crítico-teórico e técnicoinstrumental
IV. aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica dos egressos,
em conjunto com as outras Coordenações.
Art. 7º - As Atividades Complementares são compostas por tarefas desenvolvidas
pelo(a) estudante(a) e reconhecidas pelo Centro.
Art. 8º - Para fins deste Regulamento, são consideradas Atividades Complementares:
as atividades previstas nos grupos I, II, III e IV.
132
III – DO COORDENADOR DE ATIVIDADES
EXTRACURRICULARES
Art. 9º - Ao Coordenador compete:
I - auferir a carga-horária para as atividades desenvolvidas pelos estudantes,
inclusive as realizadas em outras instituições, em documento específico.
II - dirimir quaisquer dúvidas referentes ao presente Regulamento, em primeira
instância.
III - responsabilizar-se pelo controle acadêmico do cumprimento de créditos
referentes às atividades complementares e avaliar a documentação exigida para validação da
atividade.
IV – DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 10º - Serão consideradas as horas relativas às participações externas desde que
seja fornecido um certificado ou uma declaração informando o total de horas despendidas na
participação. O comprovante de participação esteja devidamente autenticado ou contenha algo
que possa ser aferido, por exemplo: assinatura e carimbo de representante da Instituição onde
se deu a participação.
Art. 11º - Se para participar do evento for necessário um deslocamento cuja duração
seja superior a duas horas, o tempo despendido nesse deslocamento poderá ser adicionado à
duração do evento, e contabilizado para a disciplina.
Art. 12º - Excluem-se das Atividades Complementares aquelas atividades exercidas
no Estágio Supervisionado, e em seminários ou palestras que fazem parte da carga horária de
disciplinas específicas do curso.
Art. 13º - Os comprovantes apresentados pelo estudante ficarão arquivados no Centro
até o término do curso.
Art. 14º - A Universidade deve assegurar ao estudante as condições necessárias para
a plena realização de suas atividades.
Art. 15º - Atos complementares que se fizerem necessários, para o aperfeiçoamento
das atividades dos Centros, serão expedidos pelo Diretor de Centro.
Art. 16º - Este Regulamento entra em vigor a partir desta data, revogando-se as
disposições em contrário.
133
Anexo VI – Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso (TCC)
CAPÍTULO I - DA NATUREZA
Art. 1º Este Regulamento estabelece as orientações da disciplina de Trabalho de Conclusão
do Curso de Engenharia Ambiental, conforme estabelece a matriz curricular do curso.
CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS
Art. 2º São objetivos do Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental:
I - aprofundar conhecimentos em uma área específica da Engenharia Ambiental;
II - aprender a redigir artigos em Engenharia Ambiental;
III - gerar conhecimento científico em Engenharia Ambiental;
IV - desenvolver e apresentar, por meio de técnicas adequadas, uma monografia.
CAPÍTULO III - DO TRABALHO DE CONCLUSÃO
Art. 3º O Trabalho de Conclusão realiza-se da seguinte forma:
I – escolha e desenvolvimento de um tema específico em Engenharia Ambiental pelo
aluno(a);
II – assinatura de termo de compromisso entre o aluno e a Universidade em caso de utilização
dos laboratórios/pesquisas aplicadas.
Parágrafo único. Os recursos financeiros, necessários para a realização do Trabalho de
Conclusão devem ser previstos na forma de orçamento em projeto de apoio às atividades do
Trabalho de Conclusão e são liberados pelo Colegiado do Curso ou por Instituições, quando
for o caso.
Art. 4º O aluno pode desenvolver seu trabalho de pesquisa nos laboratórios da Engenharia
Ambiental, nos laboratórios de outros cursos da Instituição, com prévia anuência entre os
cursos onde os laboratórios estão alocados, ou de outra Instituição.
Parágrafo único. O uso de laboratórios que não pertençam à Engenharia Ambiental somente
é possível por meio de acordos/convênios correspondentes entre cursos/departamentos, ou
entre a UVA e a Instituição onde o laboratório está alocado.
CAPÍTULO IV - DAS CONDIÇÕES
Art. 5º Os orientadores, necessários para o desenvolvimento das atividades do Trabalho de
Conclusão, devem ser professores lotados no Curso de Engenharia e outras Engenharias,
preferencialmente, do curso de Engenharia Ambiental.
Parágrafo único. Excepcionalmente podem ser aceitos orientadores de outros cursos,
ou de outra instituição com habilitação na área de conhecimento, mediante aprovação pela
Comissão do Trabalho de Conclusão.
134
CAPÍTULO V - DA COMISSÃO
Art. 6º A Comissão do Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental é
constituída pelos seguintes membros:
I - coordenador do curso de Engenharia Ambiental;
II - coordenador do Trabalho de Conclusão;
III - professores orientadores;
IV - representante discente escolhido pelos alunos entre os matriculados na disciplina de
Trabalho de Conclusão.
Art. 7º Compete à Comissão do Trabalho de Conclusão:
I - indicar os professores orientadores para as áreas escolhidas pelos alunos;
II - coordenar, supervisionar, avaliar e deliberar sobre os trabalhos de conclusão;
III - indicar dois professores para compor a banca examinadora do Trabalho de Conclusão.
CAPÍTULO VI - DA COORDENAÇÃO DOS TRABALHOS DE GRADUAÇÃO
Art. 8º Compete ao colegiado do curso de Engenharia Ambiental indicar anualmente o
professor para exercer as funções de Coordenador dos Trabalhos de Conclusão.
Art. 9º A coordenação dos Trabalhos de Conclusão do Curso de Engenharia Ambiental é
exercida por um docente responsável pelas disciplinas de Trabalho de Conclusão, o qual será
remunerado de acordo com a legislação vigente.
Art. 10. São atribuições do Coordenador dos Trabalhos de Conclusão:
I - promover reuniões com os alunos e professores orientadores;
II - divulgar os nomes dos professores orientadores para cada área do Trabalho de Conclusão;
III - divulgar e fazer cumprir o regulamento do Trabalho de Conclusão;
IV - orientar os alunos para a efetivação do seu Trabalho de Conclusão;
V - informar os professores e alunos sobre o processo do Trabalho de Conclusão;
VI - convocar e presidir reuniões da Comissão do Trabalho de Conclusão
VII - auxiliar os alunos na escolha do tema a ser desenvolvido no Trabalho de Conclusão;
VIII - sugerir dados para as apresentações e avaliação do Trabalho de Conclusão;
IX - substituir professores indicados pela Comissão do Trabalho de Conclusão quando
necessário.
CAPÍTULO VII - DA ORIENTAÇÃO
Art. 11. Cada aluno deve ter à sua disposição um professor orientador, habilitado na
respectiva área do conhecimento em que será realizado o Trabalho de Conclusão.
Art. 12. São atribuições do professor orientador:
I – orientar o aluno na elaboração do Trabalho de Conclusão;
II – fazer cumprir as normas de apresentação de Trabalhos e Monografias da UVA;
III – avaliar individualmente o projeto correspondente ao Trabalho de Conclusão I;
V – participar das reuniões quando convocadas pelo coordenador do Trabalho de Conclusão;
135
VI – aceitar e fazer cumprir as decisões da Comissão de Trabalho de Conclusão, entregues e
apresentados pelos alunos à Comissão do Trabalho de Conclusão.
CAPÍTULO VIII - DO CORPO DISCENTE
Art. 13. O corpo discente é constituído pelos alunos regularmente matriculados na disciplina
de Trabalho de Conclusão.
Art. 14. Além do previsto no Estatuto e no Regulamento Geral da UVA e nos demais
documentos legais da UVA, os alunos têm, ainda, os seguintes direitos e deveres:
I – receber orientações necessárias para a realização das atividades curriculares previstas;
II – apresentar sugestões e ou solicitações que venham contribuir para o melhor
desenvolvimento de suas atividades;
III – observar o regulamento e exigências do Trabalho de Conclusão;
IV – participar de atividades afins, seminários, palestras e congressos, de acordo com as
solicitações dos membros da Comissão do Trabalho de Conclusão;
V – comunicar e justificar com antecedência ao professor orientador ou na ausência deste, ao
coordenador do Trabalho de Conclusão, quaisquer impedimentos para a conclusão do
Trabalho de Conclusão;
VI – indicar um membro da banca examinadora, juntamente com o orientador.
CAPÍTULO IX - DA AVALIAÇÃO
Art. 15. Na disciplina de Trabalho de Conclusão na Engenharia Ambiental não há exame
final e o aluno é considerado aprovado quando alcançar nota igual ou superior a 7,0 como
resultado final do processo de avaliação, atribuída pelo professor orientador e pelos
integrantes da banca examinadora, ao trabalho apresentado pelo aluno.
Parágrafo único. No caso do aluno não alcançar a nota mínima 7 (sete), será concedido
o prazo de até 30 dias para sanar as deficiências apresentadas, estando a divulgação da nota
final condicionada ao cumprimento integral das mesmas.
Art. 16. Se após o prazo estabelecido no parágrafo único do Artigo 15º, o aluno não conseguir
a aprovação de seu trabalho, o mesmo deverá cursar novamente a Disciplina Trabalho de
Conclusão.
Parágrafo único. A avaliações das correções efetuadas pelo aluno é de responsabilidade de
uma banca composta pelo Professor Orientador e por outro professor da Engenharia
Ambiental, indicado pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão.
Art. 17. A apresentação oral do Trabalho de Conclusão deve ocorrer em local, data e horário
aprovados pelo Coordenador da disciplina, obedecendo a seguinte divisão de tempo:
I - apresentação do aluno: máximo de 30 minutos;
II - argüição da banca examinadora: no máximo 30 minutos por membro.
Parágrafo único. Para a avaliação do trabalho de conclusão, o aluno deve entregar duas
136
cópias do seu trabalho ao Coordenador de Trabalho de Graduação 15 dias antes do término
das aulas do semestre de realização do trabalho.
Art. 18. A avaliação do trabalho é feita pela média das notas emitidas pelos componentes da
banca, distribuídos da seguinte maneira:
I - 60% para a parte escrita;
II - 40% para a apresentação oral.
Art. 19. A banca examinadora é composta por 3 (três ) professores conforme segue:
I – 1 (um) professor indicado pelo orientador e pelo aluno;
II – 1 (um) professor indicado pela Comissão de Trabalho de Conclusão do curso da
Engenharia Ambiental dentre os professores do curso ou um professor convidado; e
III – o professor orientador.
Parágrafo único. O professor convidado pode ser desta Universidade ou de outra Instituição
de Nível Superior legalmente reconhecida pelo MEC, com formação ou PósGraduação a nível de Mestrado ou Doutorado numa área afim da Engenharia Ambiental.
Art. 20. Cabe ao aluno, justamente com seu orientador, decidir pela presença ou não de
platéia, quando submetido à banca examinadora.
CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 21. É vedada a realização do Trabalho de Conclusão em grupo.
Art. 22. Os casos omissos neste regulamento são analisados e julgados pela Comissão do
Trabalho de Conclusão e pelo Colegiado do Curso de Engenharia Ambiental e encaminhados
aos Órgãos competentes para solução quando o caso exceder o poder de decisão dos mesmos.
Art. 23. A liberação da nota final do Trabalho de Conclusão é condicionada à entrega, à
coordenação de Trabalho de Graduação, de duas cópias impressas e encadernadas com capa
dura e uma cópia em CD-ROM, do relatório de Trabalho de Graduação, reformulada se for o
caso, num prazo máximo de 10 dias após a apresentação oral do relatório.
Parágrafo único. Se houver atraso não justificado na entrega da cópia do relatório, a
Banca pode modificar a nota final.
Art. 24. Os casos omissos serão analisados e julgados pelo orientador, pela comissão de
Estágios e pelo Colegiado de Curso, devendo ser encaminhados aos órgãos competentes para
decisão quando o assunto não for de sua competência.
Art. 25. Este regulamento entra em vigor na data da sua aprovação.
Aprovado, pelo Colegiado de Curso, em reunião do dia 11 de abril de 2009.
137
Anexo VII – Regulamento dos Laboratórios de Ensino
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA – UVA
CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL
REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE ENSINO
CAPÍTULO I - DA CONSTITUIÇÃO
Art. 1º Os seguintes espaços físicos constituem-se em Laboratórios de Ensino do Curso de
Engenharia Ambiental:
I-
Laboratório de Águas;
II-
Laboratório de Solos;
III - Laboratório de Metrologia;
IV- Laboratório de Química;
V-
Laboratório de Ecologia;
VI – Laboratório de Microbiologia;
VII - Laboratórios de Física.
CAPÍTULO II - DOS OBJETIVOS
Art. 2º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental tem por objetivo proporcionar a
realização de aulas práticas, prioritariamente, para o desenvolvimento das disciplinas do
Curso de Engenharia Ambiental e apoiar o desenvolvimento de projetos de pesquisa e de
extensão ligados aos cursos de graduação em engenharia, previstos neste regulamento.
Art. 3º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental, quando realizarem atividades de
prestação de serviços nas suas áreas de atuação, devem atender regulamento específico.
CAPÍTULO III - DOS PRINCÍPIOS
Art. 4º Constituem princípios dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental:
I - buscar a excelência em suas áreas de atuação;
II -
aperfeiçoar continuamente o corpo técnico;
III - proporcionar os meios necessários para o desenvolvimento de conhecimentos científicos
aos seus usuários através do exercício de suas habilidades, tais como: a criatividade, a
iniciativa, o raciocínio lógico, a síntese e os sensos de análise e crítica.
138
CAPÍTULO IV - DA COORDENAÇÃO
Art. 5º Os Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental são coordenados por um
professor da área, indicado pelo Colegiado do Curso, estando subordinado ao Coordenador do
Curso.
§ 1º O mandato do Coordenador é de 02 anos, podendo ser renovado.
§ 2º O coordenador dos Laboratórios de Engenharia Ambiental exerce a função, recebendo
pelo trabalho extraclasse como previsto em seu regime de trabalho Parcial ou Integral.
Art. 6º Compete à Coordenação dos Laboratórios de Ensino planejar, organizar, dirigir,
coordenar, controlar as atividades e o patrimônio existente nos laboratórios
Art. 7º São atribuições do Coordenador dos Laboratórios de Ensino de Engenharia
Ambiental:
I-
propor a contratação e a dispensa de funcionários;
II -
propor a criação de vagas para bolsistas e participar no processo de inscrição e seleção;
III - acompanhar e supervisionar as atividades desenvolvidas nos Laboratórios;
IV - representar os Laboratórios, quando solicitado;
V-
controlar a ocupação das dependências dos Laboratórios;
VI - responsabilizar-se pelo uso adequado e pela conservação do patrimônio dos
Laboratórios;
VII - exercer o controle dos orçamentos específicos, das receitas, das despesas, das prestações
de conta e dos estoques;
VIII - cumprir e fazer cumprir as decisões do Colegiado do Curso de Engenharia de
Ambiental;
IX - elaborar o relatório anual das atividades dos Laboratórios de Ensino e encaminhar ao
órgão competente;
X-
analisar as solicitações de empréstimo ou transferência de equipamentos e materiais;
XI - participar da elaboração do orçamento anual dos Laboratórios em conjunto com a
coordenação do Curso de Engenharia Ambiental.
139
CAPÍTULO V - DOS USUÁRIOS
Art. 8º São usuários dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental:
I–
alunos da graduação do Curso de Engenharia Ambiental;
II – alunos da graduação dos demais Cursos de engenharia, mediante solicitação por escrito
à Coordenação dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do
material consumido e taxa de manutenção dos equipamentos;
III – bolsistas de trabalho, de ensino, de pesquisa e de extensão, nas áreas afins aos
Laboratórios da UVA, mediante solicitação por escrito à Coordenação dos Laboratórios
de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do material consumido e taxa de
manutenção dos equipamentos;
V – Alunos de outras Instituições de Ensino Superior, mediante solicitação por escrito à
Coordenação dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental e pagamento do
material consumido e taxa de manutenção dos equipamentos.
CAPÍTULO VI - DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO
Art. 9º Compete aos funcionários dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental
executar, organizar e orientar os usuários, estando subordinado ao Coordenador dos
Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental.
Art. 10. São atribuições do funcionário dos Laboratórios de Ensino de Engenharia Ambiental:
I-
zelar pelo funcionamento e pela organização dos Laboratórios;
II -
responsabilizar-se pelos bolsistas dos Laboratórios de Ensino;
III - supervisionar e orientar o correto uso de equipamentos de segurança;
IV - zelar pela conservação e pelo uso adequado do patrimônio da UVA;
V-
fiscalizar e controlar o uso de materiais de consumo;
VI - administrar as reservas de horário para aulas nos Laboratórios de Ensino;
VII - efetuar testes prévios em experiências a serem desenvolvidas pelos alunos, quando
necessário;
VIII - acompanhar as atividades desenvolvidas por estagiários de graduação.
IX – permitir a operação de equipamentos por alunos somente após verificar a sua capacitação
técnica para a operação.
Art. 11. São atribuições dos professores que utilizam os Laboratórios:
140
I - definir, encaminhar, orientar e acompanhar as atividades de ensino, pesquisa e extensão
desenvolvidas nos Laboratórios;
II - utilizar os Laboratórios de Ensino mediante reserva antecipada através de formulário de
reserva, com as seguintes providências:
a)
reservar a aula prática com uma semana de antecedência para os casos em que os
funcionários dos Laboratórios de Ensino devam testar previamente os métodos;
b) informar, no formulário de reserva de aula, a necessidade de um operador para
equipamentos específicos;
c) reservar com antecedência de mínima de 48 horas materiais de uso comum existentes no
estoque;
d) solicitar com uma semana de antecedência materiais que não fazem parte do acervo dos
Laboratórios;
e) comunicar e planejar experimentos não existentes com antecedência tal que possibilite a
efetivação dos mesmos;
III - orientar o destino final para os resíduos produzidos durante a realização da aula prática,
não permitindo a liberação de substâncias agressivas ao meio ambiente para locais
inadequados, devendo encaminhá-los para catalogação e acondicionamento, de acordo
com normas técnicas;
IV- utilizar e exigir dos usuários dos Laboratórios o uso de Equipamentos de Proteção
Individual e de Equipamentos de Proteção Coletiva;
V-
comunicar irregularidades, ao Coordenador dos Laboratórios de Ensino ou a
Coordenação do curso de Engenharia Ambiental.
VI – responsabilizar-se pelo zelo e integridade dos equipamentos durante a realização de
experimentos didáticos ou de pesquisa;
Art.12. Cabe aos alunos em atividades de ensino, pesquisa ou extensão:
I-
zelar pelo patrimônio dos Laboratórios;
II – ater-se ao espaço designado a realização dos experimentos, não interferindo na
integridade ou funcionamento de equipamentos ou instalações alheias aos interesses
específicos;
III-
utilizar os equipamentos de proteção individual - EPIs e coletiva - EPCs, quando
necessário;
IV- comunicar irregularidades ao professor, ao Coordenador dos Laboratórios, ao
Funcionário dos Laboratórios ou ao Coordenador do Curso;
V-
não colocar substâncias agressivos ao meio ambiente junto à rede de esgotos em locais
inadequados;
VI - apresentar a autorização do professor da disciplina ao Coordenador dos Laboratórios,
para realizar atividades práticas fora dos horários preestabelecidos;
141
VII - apresentar a autorização da Coordenação dos Laboratórios de Engenharia Ambiental nos
casos em que necessite realizar atividades além das que foram previstas em conjunto
com o professor;
VIII – respeitar as normas de segurança;
IX – responsabilizar-se pela limpeza e organização do material utilizado na atividade prática.
Art. 13. Compete aos estagiários e bolsistas:
I-
organizar, juntamente com o professor orientador e com o funcionário dos laboratórios
um cronograma de atividades;
II-
informar os turnos de trabalho ao funcionário responsável;
III-
zelar pelo patrimônio dos Laboratórios de Ensino;
IV- utilizar os equipamentos de proteção individual e, quando necessário, e seguir
rigorosamente as regras de segurança do prédio;
V-
não colocar resíduos líquidos e/ou sólidos agressivos ao meio ambiente em locais
inadequados;
VI- responsabilizar-se pela limpeza e organização do material utilizado na atividade prática;
VII- informar ao funcionário responsável pelos Laboratórios de Ensino de Engenharia
Ambiental a conclusão do estágio, fazendo a devida devolução do material utilizado.
VIII- cumprir as determinações do presente Regulamento.
Parágrafo único. É vedada a possibilidade dos estagiários desempenharem suas atividades
sem o acompanhamento do professor orientador, ou do bolsista de laboratório ou ainda, de um
funcionário do Laboratório.
CAPÍTULO VI - DO ACESSO ÀS DEPENDÊNCIAS E DA SEGURANÇA
Art. 14. A utilização dos Laboratórios pode ser feita nos turnos da manhã, tarde e noite, de
segundas a sextas-feiras, mediante agendamento, e em outros horários, com autorização do
Coordenador do Laboratório.
Art. 15. Todos os funcionários, professores, alunos, bolsistas e estagiários devem seguir as
normas de segurança vigentes no prédio, acatando as determinações do Serviço Especializado
de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT, da Brigada de Incêndio e da Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes- CIPA.
142
CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 16. O empréstimo ou a transferência de equipamentos e de materiais deve ser feito
através de formulário específico, autorizado pela Coordenação do curso tendo o
consentimento da Coordenação dos Laboratórios.
Art. 17. A estrutura e o funcionamento das áreas comuns ao curso de Engenharia Ambiental e
demais cursos de engenharia são definidas conjuntamente pelas coordenações dos respectivos
Cursos, ouvidos os coordenadores dos laboratórios.
Art. 18. Os casos omissos serão encaminhados para o Colegiado do Curso de Engenharia
Ambiental.
Art. 19. Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação.
Aprovado, pelo Colegiado de Curso, em reunião do dia 23 de 02 de 2012.
143
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PPC Engenharia Ambiental 2012 vs5 8-nov-12 VERSÃO FINAL