2
DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR
Reitora
Sâmela Soraya Gomes de O. Ribeiro
Pró-Reitora Acadêmica
Sandra Amaral de Araújo
ESCOLA DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS
Diretor
Gedson Bezerra Nunes
Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
Maurílio de Medeiros Lucena
3
ELABORAÇÃO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Maurílio de Medeiros Lucena
Ana Katarina Oliveira Aragão
Cláudia Patrícia Torres Cruz
Carla Gracy Ribeiro Menezes
Thiago de Paula Neves Mesquita
EQUIPE TÉCNICA
Núcleo de Projetos
Marcione Cristina Silva (Coordenação)
Luana de Albuquerque Tavares
REVISOR (A) / ELABORAÇÃO
Regina Lúcia Freire de Oliveira
Andressa Milena Silva Pacheco Félix
PESSOAL ADMINISTRATIVO
Brunna Félix dos Santos
Victor Câmara Paiva e Silva
4
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
PARTE I - CONTEXTO INSTITUCIONAL ................................................................ 10
1.1 MANTENEDORA ......................................................................................... 11
1.2 MANTIDA ..................................................................................................... 11
1.2.1 Base legal ........................................................................................... 11
1.2.2 Perfil e missão .................................................................................... 12
1.2.3 Organização administrativa e acadêmica ........................................... 12
1.2.4 Dados socioeconômicos da região Nordeste ...................................... 13
1.2.5 Breve histórico da UnP ....................................................................... 14
PARTE II - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................ 16
2.1 DADOS DO CURSO .................................................................................... 17
2.1.1 Denominação ...................................................................................... 17
2.1.2 Atos autorizativos ................................................................................ 17
2.1.3 Regime acadêmico ............................................................................. 17
2.1.4 Modalidade de oferta .......................................................................... 17
2.1.5 Número de vagas e turno de funcionamento ...................................... 17
2.1.6 Formas de ingresso ............................................................................ 17
2.1.7 Carga horária total .............................................................................. 18
2.1.8 Integralização do curso ....................................................................... 18
2.1.9 Local de funcionamento ...................................................................... 18
2.1.10 Histórico ............................................................................................ 18
2.1.11 Coordenadoria do curso ................................................................... 19
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................. 20
2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP ........................... 20
2.2.2 Coordenação de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária ............ 20
2.2.3 O Conselho do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária .............. 21
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO....................................................... 22
2.3.1 Necessidade social ............................................................................. 22
2.3.2 Concepção .......................................................................................... 25
5
2.3.3 Objetivos ............................................................................................. 27
2.3.4 Perfil profissional do egresso .............................................................. 29
2.3.5 Competências e habilidades ............................................................... 30
2.3.6 Organização Curricular ....................................................................... 32
2.3.6.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................. 48
2.3.6.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES
ÉTNICO-RACIAIS .......................................................................................... 48
2.3.6.3 ABORDAGEM DOS DIREITOS HUMANOS ...................................... 51
2.3.6.4 ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA E ATITUDINAL ........................... 51
2.3.7 Atividades Complementares ............................................................... 52
2.3.8 Estágio Supervisionado Obrigatório .................................................... 55
2.3.9 Estágio Não Obrigatório ...................................................................... 57
2.3.10 Trabalho de Conclusão de Curso ..................................................... 58
2.3.11 Estratégias de flexibilização curricular .............................................. 59
2.3.12 Metodologia ...................................................................................... 60
2.3.13 Pesquisa e Extensão ........................................................................ 64
2.3.14 Extensão E Ação Comunitária .......................................................... 70
2.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ............................................................. 78
2.5 APOIO AO DISCENTE................................................................................. 81
2.6 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................... 82
PARTE III - CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ........ 84
3.1 CORPO DOCENTE...................................................................................... 85
3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ................................................... 85
3.1.2 Perfil do corpo docente 2015.1 ........................................................... 86
3.1.3 Políticas de apoio ao docente ............................................................. 90
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................................... 92
3.2.1 Equipe de apoio ao Curso .................................................................. 92
3.2.2 Atividades de capacitação .................................................................. 92
6
PARTE IV - INSTALAÇÕES .................................................................................... 93
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP ................................................................ 94
4.2 BIBLIOTECA ................................................................................................ 96
4.2.1.Instalações Para O Curso ................................................................. 101
4.3 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ....................................................... 102
4.4 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ....................................................... 106
4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA .......................................................... 114
ANEXOS
7
APRESENTAÇÃO
A Universidade Potiguar, reconhecida por sua prática acadêmica em formar
cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais,
contribuindo – através do ensino, a pesquisa e da extensão de excelência – para o
desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País, vem a
cada ano diversificando a oferta institucional de cursos à sociedade norte-riograndense, brasileira e estrangeira. A referida dinâmica didático-pedagógica dos
cursos, programas e projetos ofertados institucionalmente, baseiam-se na concepção
de que a educação somente pode ser compreendida em suas relações com os
diferentes contextos.
Dessa forma, explicita os ideais a serem perseguidos pela comunidade
acadêmica para que se torne visível a responsabilidade social da UnP. Isto significa
que ao promover processos formativos de nível superior, a Universidade se posiciona
de forma coerente com a realidade na qual se insere, ou seja, em sintonia com as
necessidades de construção da cidadania brasileira.
Para realização desses objetivos, a UnP tem ofertado diferentes cursos de
graduação e pós-graduação (latu e stricto senso), além da manutenção de projetos
de pesquisa e da execução de atividades de extensão universitária, prestando
relevantes serviços pedagógico-sociais à comunidade norte-rio-grandense.
Com vistas a modernização organizativa, a UnP estruturou-se em diferentes
escolas. Essa nova forma primou por construir uma relação entre as diversas
disciplinas, buscando aglutiná-las em blocos de conhecimento estruturados em seus
respectivos cursos e, estes por sua vez, articulados em Escolas do Conhecimento.
Dessa maneira, o princípio da transversalidade do conhecimento e da construção do
saber científico, estabelece um campo de atuação universitária em consonância com
os novos tempos e as demandas do mundo do trabalho.
A demanda socioeconômica atual tem acirrado as contradições sobre o
paradigma do final do milênio passado e início deste novo milênio: o desenvolvimento
em bases sustentáveis. O destaque dado às questões ambientais e suas relações
com os mecanismos de produção e com o modelo de consumo capitalista atualmente
difundido no planeta chamaram atenção para a fragilidade dos sistemas adotados. Em
todo o globo, a intensidade com a qual a degradação do meio ambiente interferiu na
8
qualidade de vida, na manutenção dos ecossistemas e na sobrevivência das espécies,
atingiram proporções que alertaram para a urgente necessidade do surgimento de um
novo modelo de gestão pautado na satisfação das necessidades do presente sem o
comprometimento das condições de sobrevivência das gerações futuras.
As transformações decorrentes da ação antrópica ocorreram de forma tão
intensa que seus impactos atingiram níveis globais. As mudanças climáticas, a
redução da camada de ozônio e a exaustão dos sistemas ambientais de um modo
geral ascenderam tão rapidamente que, em um primeiro momento, pareciam não
haverem soluções aparentes.
Esse contexto torna claro que um dos grandes desafios desse século é conciliar
o modelo de desenvolvimento atual com a preservação dos recursos naturais. O
enfrentamento dos problemas ambientais requer uma mudança complexa onde a
sociedade e os sistemas de gestão e planejamento econômico-administrativos
concentrem esforços na promoção e desenvolvimento da sustentabilidade.
A aquisição desses novos valores sociais e desenvolvimentistas vem tomando
força através da criação de leis protecionistas; da elaboração de políticas que regem
sobre o uso e a gestão dos recursos naturais; e de ações empenhadas em estimular
positivamente a percepção ambiental da população. Nesse sentido, outra grande
contribuição também é prestada pelo âmbito acadêmico que através da integração
entre suas ciências cria tecnologias e prepara novos cursos de graduação
direcionados a formação de profissionais aptos a atenderem as demandas ambientais.
Cursos como, por exemplo, Gestão Ambiental, Saneamento Básico e, em
especial, Engenharia Ambiental e Sanitária, fornecem a esses graduandos a
capacidade de interpretar como cada sistema produtivo ou ação antrópica interfere na
dinâmica ambiental de uma região, cidade, sociedade ou ecossistema. E, é, a partir
desse entendimento que os profissionais formados tornam-se aptos a desenvolverem
soluções que equilibram, revertem e/ou mitigam a degradação que, hoje, tanto
preocupa.
Considerando o crescimento da vertente ambiental, bem como o de suas
ciências, abre-se destaque ao Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária cujo
diferencial remete-se às habilidades e competências relativas à (ao): (I) avaliação,
elaboração, implantação e condução de projetos e metodologias voltadas à minoração
ou mitigação de impacto; (II) solução de problemas decorrentes da geração e do
9
destino inadequado dos resíduos sólidos e efluentes; e (III) desenvolvimento de
sistemas produtivos que visem garantir a qualidade ambiental.
De modo geral, um Engenheiro Ambiental e Sanitarista atua em atividades de
âmbito científico, tecnológico e administrativo que têm como principal objetivo
promover e resguardar a qualidade, segurança, funcionalidade e o respeito ao meio
ambiente e à sociedade.
Dada a conjuntura ambiental do cenário mundial e ressaltado o surgimento e
as contribuições das novas áreas de atuação no combate a degradação, vem-se,
através do o presente documento, apresentar o Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária ofertado a comunidade civil pela
Universidade Potiguar.
Integrante da Rede Laureate International Universities a Universidade Potiguar
preocupa-se enquanto comunidade acadêmica em ofertar cursos atuais e condizentes
com as perspectivas de mercado primando sempre pela qualidade do ensino para
que, assim, possa contribuir com o crescimento e fortalecimento das bases técnica e
científica do País e do Estado do Rio Grande do Norte.
O Projeto Pedagógico está fundamentado nas normas regulamentares
institucionais, tanto dos órgãos oficiais como de instituições de ensino superior.
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária iniciou suas atividades
acadêmicas em 2010.1, seguindo em conformidade com o presente Projeto
Pedagógico, o qual se encontra estruturado em quatro capítulos, a saber:
a)
Parte 1 – Contexto institucional;
b)
Parte 2 – Organização didático-pedagógica;
c)
Parte 3 – Corpo docente; e
d)
Parte 4 – Instalações físicas (incluídos os laboratórios e a
biblioteca).
O projeto aqui apresentado não pretende exaurir-se em si mesmo, mas propõese a iniciar um processo de construção de habilidades e competências de profissionais
com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na
identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade.
10
PARTE I - CONTEXTO INSTITUCIONAL
11
1.1 MANTENEDORA
Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. (APEC).
BASE LEGAL

Endereço: Av. Floriano Peixoto, 295. Petrópolis. Natal/RN.

Razão social: pessoa jurídica de natureza privada, constituída como
sociedade por quotas, com finalidade lucrativa.

Registro no cartório:
- Estatuto Social original da APEC - inscrito no Cartório do 2° Ofício
de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas
- no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de
14.09.79.
- Contrato Social atual: registro no dia 09/10/2013, na Junta Comercial
do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24200645943
e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40.
1.2 MANTIDA
Universidade Potiguar (UnP)
1.2.1 Base legal

Endereço: Campus Natal, sede – Av. Roberto Freire, 2184 – Capim Macio,
Natal/RN.

Atos legais:
- Autorização: Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto
n. 85.828/1981 (D.O.U. de 20 de março de 1981).
- Credenciamento como Universidade: Decreto de 19 de dezembro de
1996 (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996).
- Recredenciamento (ensino presencial): Portaria MEC n. 529, de 10
de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012).
- Credenciamento EaD: Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006
(D.O.U. de 04 de abril de 2006).
- Campus fora da sede - Mossoró: Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de
dezembro de 2001 (D.O.U. de 04 de abril de 2006).
12
1.2.2 Perfil e missão
A UnP, com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), é a única
Universidade particular do estado, atuando ao lado de três outras instituições públicas,
da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN),
Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido
(UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN.
A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o
Campus Natal, abrangendo seis Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho,
Nascimento de Castro, Roberto Freire, João Medeiros e Marcelo Mariano, e o Campus
Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de
dezembro de 2001. Integrando a Laureate International Universities desde 2007, a
UnP se destaca no cenário educacional do RN e do Nordeste pela qualidade dos
serviços que oferece nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão e ação
comunitária.
É missão da UnP formar cidadãos comprometidos com os valores éticos,
culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da
extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte,
da Região e do País.
1.2.3 Organização administrativa e acadêmica
A organização administrativa da UnP, conforme seu Estatuto, é constituída
por:
a) Administração Superior, exercida pela Presidência, pelos Órgãos
Colegiados Superiores - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE); pela Reitoria, como
órgão executivo;
b) Administração Acadêmica, exercida pelo Comitê Acadêmico, com a
seguinte
composição:
Acadêmica
de
Reitoria,
Campus
fora
Pró-Reitoria
de
sede;
Acadêmica,
Diretorias
de
Diretoria
Escolas,
(Comunicação e Artes, Direito, Educação, Engenharias e Ciências
Exatas, Gestão e Negócios, Hospitalidade, Saúde); Diretoria de Pilares
Estratégicos; Coordenação Acadêmico-Administrativa do Ensino de Pósgraduação
Lato
Sensu;
Secretaria
Geral
(controle
e
registros
13
acadêmicos).
As coordenadorias de curso vinculam-se às Diretorias de Escola e têm como
órgão colegiado o Conselho de Curso (ConseC).
A UnP conta, ainda, com órgãos especiais, suplementares e de
assessoramento às suas atividades-fim.
1.2.4 Dados socioeconômicos da região Nordeste
A UnP está localizada no Rio Grande do Norte (RN), um dos estados do
Nordeste brasileiro, região em que reside expressiva parcela da população brasileira
(27,7%), conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)
de 2013, constantes da Síntese dos Indicadores Sociais 2014, do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE).1
A participação nordestina no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de
13,9% em 2014, destacando-se avanços expressivos nos setores industrial, como o
Distrito Industrial de Ilhéus, na Bahia, ou o Distrito Industrial de Maracanaú, no Ceará;
na tecnologia da informação, com destaque para Recife que detém o maior polo
tecnológico do país. Salienta-se ainda a produção de petróleo, principalmente no Rio
Grande do Norte, com ênfase para Mossoró, município de destaque no cenário
potiguar. Na Bahia encontra-se o polo Petroquímico de Camaçari, um dos mais
importantes do Brasil.
O Nordeste segue a tendência nacional de efetivação de significativos
avanços sociais nos últimos anos, destacando-se como a região de maior
crescimento. Contudo, a distribuição de riqueza e renda ainda é expressivamente
desigual, tal como ilustra o índice de Gini2. Consideradas as grandes regiões
brasileiras, observa-se que a desigualdade é historicamente superior no Nordeste e
Centro-Oeste. Enquanto, em 2013, o índice de Gini para o Brasil era de 0,501, nessas
duas regiões os coeficientes observados foram de, respectivamente, 0,509 e 0,519.
Em melhor situação ficaram as regiões Sul, com 0,458, e, em seguida, a Sudeste
(0,483). Para o Norte registra-se 0,484.
1
BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística – IBGE. Diretoria de Pesquisas. Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida
da população brasileira 2014. (Estudos e Pesquisas. Informação Demográfica e Socioeconômica. N.
34). Rio de Janeiro, 2014.
2
Mede o nível de desigualdade de um país, numa escala de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, tanto
mais desigualdade na distribuição de renda e riqueza; quanto mais próximo de 0, mais igualdade.
14
Com essas características e pelas potencialidades econômicas que
apresenta, a região Nordeste requer a atuação de instituições educacionais de nível
superior que possam influenciar positivamente a realidade, em função da redução das
desigualdades sociais e do fortalecimento e ampliação dos avanços já alcançados.
1.2.5 Breve histórico da UnP
A UnP iniciou suas atividades em 1981 com a oferta das graduações em
Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. Registra uma expansão
significativa a partir do seu credenciamento como Universidade, em 1996. Hoje, são
82 (oitenta e dois) cursos de graduação presenciais em atividade, consideradas todas
as Unidades do Campus Natal e o Campus Mossoró3.
Na educação a distância (EaD) assinalam-se a criação do Núcleo de
Educação a Distância (NEaD), em 2004, e, no ano 2006, o credenciamento
institucional para atuação nacional nos diversos níveis do ensino superior.
Atualmente, registram-se 11 (onze) cursos de graduação em funcionamento (entre
bacharelados, 3; licenciaturas, 2; CSTs, 6), com polos no RN e em outras Unidades
da Federação.
Na pós-graduação lato sensu, implantada desde os anos 1990, a oferta
presencial compreendia 37 cursos de especialização em dezembro de 2014, situados
em vários campos: direito; educação e comunicação; engenharias, tecnologia da
informação e meio ambiente; gestão e negócios; saúde e bem-estar.
Em nível stricto sensu indicam-se quatro mestrados profissionais em
funcionamento – Administração, Engenharia de Petróleo e Gás, Biotecnologia e
Psicologia Organizacional e do Trabalho.
A pesquisa e a extensão têm viabilização por meio de mecanismos de apoio
a professores e alunos: financiamento de pesquisas; programas de bolsas estudantis
– iniciação científica e extensão; revistas eletrônicas e promoção de eventos para a
divulgação da produção, a partir de linhas estabelecidas institucionalmente.
Todos os cursos de graduação e de pós-graduação e respectivas atividades
de ensino, pesquisa e extensão encontram-se organizados por Escolas: Comunicação
e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios;
3
Dados do cadastro e-Mec sistematizados pelo Núcleo de Projetos da Pró-Reitoria Acadêmica
(NuPe/ProAcad). Considere-se a mesma fonte para o número de cursos EaD.
15
Hospitalidade; Saúde. Estas, por sua vez, estabelecem a gestão dos seus cursos sob
quatro pilares estratégicos institucionais cobrindo todas as dimensões estabelecidas
no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES):
qualidade acadêmica; empregabilidade; internacionalidade; responsabilidade social.
16
PARTE II - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
17
2.1 DADOS DO CURSO
2.1.1 Denominação
Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária.
2.1.2 Atos autorizativos
Ato de criação: Resolução nº 039/2009 ConSUni/UnP de 29 de outubro de
2009.
2.1.3 Regime acadêmico
Seriado semestral.
2.1.4 Modalidade de oferta
Presencial.
2.1.5 Número de vagas e turno de funcionamento
O curso oferta 40 vagas no turno noturno conforme resolução 021/2011 –
ConSUni/UnP 07 de dezembro de 2011.
2.1.6 Formas de ingresso
O acesso ao curso ocorre mediante processo seletivo aberto a candidatos que
tenham escolarização completa de nível médio ou equivalente. As informações sobre
o processo constam de edital próprio estruturado conforme disposições da Portaria
Normativa Nº 40, de 12 de dezembro de 2010 (art. 32, §3º).
As vagas iniciais ofertadas são em sua maior parte destinadas a candidatos
que se submetem a concurso vestibular; a outra parte das vagas é destinada a
candidatos que optam por usar o resultado obtido no Exame Nacional do Ensino
Médio.
Constituem outras formas de acesso ao curso, no caso de vagas não
preenchidas após a matrícula dos classificados em processo seletivo: transferência
interna e externa e ingresso como portador de diploma de graduação, sendo a seleção
realizada mediante avaliação do histórico escolar do curso de origem.
18
2.1.7 Carga horária total
3.600 horas (4.320 horas-aula).
2.1.8 Integralização do curso
Mínima: 10 semestres letivos.
Máxima: 20 semestres letivos
2.1.9 Local de funcionamento
Campus Natal – Unidade Nascimento de Castro, situada na Avenida
Nascimento de Castro nº 1597, Bairro de Dix Sept Rosado, CEP 59054-180.
2.1.10 Histórico
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Potiguar foi
criado através da Resolução Nº. 039/2009-ConSUni/UnP de 29 de outubro de 2009
com o objetivo de formar engenheiros ambientais e sanitaristas graduados dentro de
uma visão generalista, humanista e crítica e cuja formação lhes permitisse
desenvolver tecnologias voltadas a identificação e resolução de problemas
socioambientais capazes de promover o equilíbrio entre os recursos naturais e os
interesses dos setores político, econômico e social.
O primeiro vestibular foi realizado em janeiro de 2010, visando o preenchimento
de quarenta vagas cujas atividades letivas foram iniciadas em 28 de fevereiro do
mesmo ano.
Em 2011 os alunos do curso envolveram-se em uma grande ação acadêmica
que culminou no lançamento da cartilha intitulada “Intervenção em Áreas Degradadas:
Estudo no Trecho do rio Pitimbu – Ponte Velha e Mata do CATRE – Município de
Parnamirim/RN”. Esse trabalho foi coordenado pela Prof a. Dra. Carla Gracy Ribeiro
Meneses e contou com a colaboração de uma equipe multidisciplinar formada por
outros seis docentes do curso, bem como, com a participação de todos os alunos do
período 2011.1.
O referido trabalho abriga instruções sobre a recuperação das áreas
degradadas no trecho da Ponte Velha e Mata do CATRE visando à recuperação do
Rio Pitimbu, o qual é responsável pelo abastecimento de 30% da população da Zona
Sul da Cidade do Natal. Essa iniciativa, além de pioneira, permitiu que os alunos
19
conhecessem as técnicas do levantamento de impacto in loco e; aprendessem e
praticassem pesquisa bibliográfica; e que estudassem as diretrizes de elaboração de
Plano de Recuperação de Área Degradada – PRAD.
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Potiguar
encontra-se em processo de reconhecimento pelo Ministério da Educação e Cultura
(MEC), formou sua primeira turma em 2014.2 e tem, atualmente (2015.1), um corpo
discente composto por 30 (trinta) Alunos, 11 (onze) cursando a primeira série e os
outros 19 (dezenove) a terceira.
2.1.11 Coordenadoria do curso
MSc. Maurílio de Medeiros Lucena
Contatos: +55 (84) 9984 5272/4009 1430
[email protected]
20
2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP
A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica
da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para
mandato de dois anos, permitida a recondução.
Essa coordenadoria pode contar com a estrutura de pessoal da Escola à qual
esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmico-administrativa
e analistas de processos acadêmicos (APAs).
Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim
como pelo Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de
Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente
Estruturante (NDE), com atividades administrativas e acadêmicas relacionadas ao
ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs).
As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos
colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os respectivos conselhos e
NDEs dos seus cursos.
2.2.2 Coordenação de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é coordenado pelo Professor
Maurílio de Medeiros Lucena, graduado em Engenharia Civil pela Universidade
Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Julho de 1980 e mestre em Engenharia
Mecânica – Área de Tecnologia dos Materiais - pela Universidade Federal do Rio
Grande do Norte desde 2007. O referido Docente possui 34 anos de experiência em
seu campo de atuação profissional e há 17 anos dedica-se à docência no ensino
superior.
Professor da Universidade Potiguar desde 1997, atualmente, Maurílio de
Medeiros Lucena cumpre regime de carga horária de tempo integral (40h/mês)
coordenando o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e ministrando aulas para o
curso de Engenharia Civil. Dentro das suas competências como Coordenador e
Professor destacam-se ainda a assistência acadêmico-pedagógica aos alunos e
docentes, bem como o préstimo de orientações sobre pesquisa, extensão e demais
atividades institucionais.
21
2.2.3 O Conselho do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária
O Conselho de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária funciona
regularmente e tem a seguinte composição conforme portaria no 199/2014 –
Reitoria/UnP de 24 de novembro de 2014.
TITULARES
SUPLENTES
Presidente
Maurílio de Medeiros Lucena
Representação docente
Thiago de Paula Nunes Mesquita
Mary Sorage Praxedes da Silva
José Antônio de Moura
Ana Katarina Oliveira Aragão
Carla Gracy Ribeiro Meneses
Gustavo Szilagy
Representação discente
Vanessa de Sousa Santos
Matheus Felippo Lopes de Sousa
Representação de Entidade de Classe – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e
Ambiental (ABES/RN)
Josivan Cardoso Moreno
Emília Margareth de M. Silva
As reuniões, realizadas bimestralmente, têm registros próprios, e podem contar
com a participação de integrantes do NDE, havendo ainda, quando necessário,
reuniões extraordinárias.
22
2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
2.3.1 Necessidade social
O Estado do Rio Grande do Norte (RN) vem experimentando um crescimento
econômico na última década. Em 2010 o Estado passou a ocupar o 50 lugar no ranking
do Produto Interno Bruto entre os Estados da Região Nordeste do Brasil chegando a
contribuir com 6,37% do total da produção de riquezas na Região Nordeste (IBGE,
2012).
Os principais responsáveis pelo incremento do PIB potiguar em 2010 foram o
crescimento das arrecadações dos licenciamentos ambientais, o desenvolvimento dos
empreendimentos turísticos, a criação da área de livre comércio no entorno da
construção do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante e a inserção da capital do
Estado como uma das cidades escolhidas para a realização de jogos da Copa do
Mundo de 2014, fato que, por sua vez, aumentou o interesse do mercado nacional e
internacional em expandir o setor imobiliário e turístico visando atender as demandas
decorrentes do fluxo de visitantes atraídos pela Copa.
Todavia, em contrapartida ao crescimento econômico, surgem os problemas
de ordem ambiental. Ao passo que a economia potiguar se desenvolve as pressões
sobre as áreas ambientalmente frágeis, aumentam. O crescimento urbano
desordenado associado às altas densidades populacionais desencadeiam desajustes
ambientais como, por exemplo, a supressão da cobertura vegetal, a desagregação do
solo e a contaminação dos aquíferos subterrâneos e superficiais.
Além dos desajustes decorrentes da urbanização, existem ainda os impactos
negativos exercidos pela atividade industrial. Na Região Oeste do RN, as cidades de
Mossoró (segunda maior cidade do Estado) e Açu concentram atividades de relevante
impacto ambiental e alto potencial poluidor dentre as quais se destacam: a extração
do sal marinho; a indústria do petróleo e gás natural; a mineração (areia, calcário,
granitos, mármores, etc.); a carcinicultura; e a produção agrícola regional que
concentra o maior polo fruticultor do RN.
Em toda a cadeia produtiva - desde o setor de serviços (que engloba o turismo,
por exemplo) até a geração de bens e consumo – e nas questões relativas ao
crescimento urbano, as demandas por soluções de engenharia ambiental e sanitária
se avolumam. Nesse contexto, a participação do Engenheiro Ambiental Sanitarista se
23
dá desde a e elaboração dos estudos de viabilidade ambiental (EVA) e saneamento
seguindo-se pelas fases de implantação, operação, gestão e manutenção da atividade
ou serviço executado. Além dessas atribuições, os serviços prestados por esse
profissional englobam ainda: (i) o cumprimento de planos de monitoramento e de
mecanismos de controle ambiental; (ii) o desenvolvimento de ações e tecnologias
direcionadas ao resguarde dos recursos naturais; e (iii) a certificação ambiental de
produtos e processos destinados ao mercado interno e ao mercado externo.
Externamente a região Nordeste e ao Estado do Rio Grande do Norte, em
dezembro de 2009 foi realizada em Copenhague (na Dinamarca) a Décima Quinta
Conferência Mundial das Partes, sediada pela Organização das Nações Unidas, em
cujo tema central concentrou-se em discutir as mudanças climáticas e seus resultados
catastróficos para a vida no planeta. O objetivo central da Conferência era estabelecer
um conjunto de compromissos, em adequação ao Protocolo de Quioto, nos quais
empresas e governos assumiriam o compromisso frente à adoção de medidas
mitigadoras direcionadas ao controle de emissões dos gases promotores do Efeito
Estufa (GEE); à racionalização de processos para o uso sustentável dos recursos
naturais; à produção e consumo de energias limpas; e na adoção de toda e qualquer
iniciativa que combatesse os efeitos decorrentes das mudanças climáticas.
Essa situação é um reflexo de como as grandes questões ambientais permeiam
os setores produtivo e empresarial nacional e internacional. Fato, que explica o motivo
pelo qual a carreira do Engenheiro Ambiental e Sanitarista vem se destacando no
âmbito mundial. A crescente demanda no mercado de trabalho por esse profissional
decorre de sua atuação estar associada à promoção do desenvolvimento sustentável.
Empreendimentos que exigem avaliações de impacto ambiental, como usinas
termoelétricas, indústrias de base (química e petroquímica, de mineração, siderurgia
e de papel e celulose) e grandes obras de infraestrutura (rodovias e ferrovias), buscam
cada vez mais esse profissional para o controle de poluição e para mitigação dos
impactos ambientais negativos. Isso, sem falar no mercado de crédito de carbono e
nas temáticas que envolvem o tratamento de resíduos sólidos e de efluentes
industriais.
À luz da ciência, esses Engenheiros orientam empresas e órgãos públicos a
adequarem seu funcionamento às legislações que regulam sobre o uso, a gestão e o
resguarde aos recursos naturais e ao meio ambiente, sendo, nesse contexto, sua
24
principal função desenvolver e aplicar tecnologias e ações voltadas ao cumprimento
da referida finalidade.
De modo geral, o Engenheiro Ambiental e Sanitarista propõe soluções que
visam o aproveitamento racional dos recursos naturais; à realização de estudos de
impacto ambiental; à elaboração e execução de planos, programas e projetos de
gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico e tratamento de resíduos,
bem como, a recuperação de áreas contaminadas ou degradadas; e, ainda, o
desenvolvimento de atividades relacionadas com a avaliação do potencial energético
de uma região e com os usos e aplicações de fontes alternativas.
A abrangência que contempla a atuação do Engenheiro Ambiental e Sanitarista
favorece sua colocação no mercado de trabalho. No setor público, as prefeituras,
unidades federativas e órgãos do meio ambiente como, por exemplo, o Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e a
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem aberto concurso que
contemplam vagas para esses profissionais. Já nos setores privado e estatal, as
empresas que trabalham nas áreas de licenciamento; de tratamento de esgoto e lixo;
e com a conservação e recuperação de áreas degradadas, a atuação dessa categoria
de engenheiros torna-se, cada vez mais, indispensável.
Regionalmente as oportunidades de colocação no mercado de trabalho para os
egressos desse curso de graduação são maiores no Sudeste em áreas de
concentração industrial ou agrícola. Na região Norte, esse profissional é bastante
procurado para trabalhar nos segmentos de mineração e na gestão de recursos
naturais, que envolve a implantação de sistemas de tratamento de efluentes e a busca
da certificação ISO 14.000, relativa aos cuidados com o meio ambiente. Na Região
Nordeste, a procura do Engenheiro Ambiental e Sanitarista tem sido crescente para
as áreas de petróleo e gás, produção agrícola e pecuária, saneamento básico,
controle da poluição e dos processos impactantes, gestão do turismo sustentável,
energias
limpas
(especialmente
energia
eólica),
educação
ambiental
e
desenvolvimento sustentável, certificação ambiental, enfrentamento a desertificação,
gestão das águas superficiais e subterrâneas.
O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é um dos cursos mais novos da
área das Ciências Exatas e Tecnológicas. O reduzido número de profissionais
disponíveis no mercado tem levado muitas empresas a reverem suas exigências na
25
hora de selecionar os candidatos. A idade do profissional, por exemplo, deixou de ser
um ponto negativo. Os contratantes têm se proposto a empregar pessoas de mais
velhas (por volta de 50 anos), o que não acontece em muitas outras áreas das
engenharias, aumentando-se, assim, as perspectivas de empregabilidade.
No Estado de São Paulo, um dos que mais demanda por essa categoria
profissional, com a descoberta do petróleo na camada do pré-sal, o volume de trabalho
para esses profissionais cresce consideravelmente, tanto, que já existem previsões
de que, nos próximos cinco anos, não haverá Engenheiros Ambientais e Sanitários
suficientes para atender às necessidades do mercado.
Promover a sustentabilidade e garantir o desenvolvimento nacional, regional e
estadual, fazem do Engenheiro Ambiental e Sanitarista um agente transformador e
um educador. Em todas as ações dessa área das engenharias existe um viés de
educação ambiental e patrimonial, o que confere a esse profissional a possibilidade
de promover a sensibilização ambiental. Já a capacidade de associar o
desenvolvimento socioeconômico ao resguarde dos recursos naturais como forma de
garantir a qualidade de vida da população atual e das gerações futuras ressalta o
papel transformado deste engenheiro.
2.3.2 Concepção
A partir da uma visão interdisciplinar de formação acadêmica, o Curso de
Engenharia Ambiental e Sanitária entende que sua estrutura curricular está voltada a
formar o profissional Engenheiro Ambiental e Sanitarista, com habilidades e
competências para transitar nas diversas áreas do conhecimento humano que tenham
em suas vertentes as interfaces ambiental e sanitária.
Além de primar pela excelência no ensino de seus alunos, também é objetivo
do Curso formar cidadãos responsáveis e atentos à realidade de seu país; estimular
a aptidão dos estudantes ao desenvolvimento de pesquisas; e despertar nesses
profissionais a visão critica em relação à necessidade de equilibrar as ações
antrópicas com a capacidade de suporte dos recursos ambientais. Para tanto, adotamse tecnologias e pedagogias pautadas nos campos das Engenharias, Ciências Exatas
(Ex. Matemática, Física e Química), Biológicas, Sociais e Ambientais.
O Curso oferta ainda conteúdos que permitam aos alunos a compreensão clara
sobre o campo de atuação do Engenheiro Ambiental e Sanitarista, área que
26
atualmente integra diversos campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de
recursos hídricos, saneamento básico, avaliação e monitoramento dos impactos
ambientais do setor industrial e urbano, e gerenciamento e avaliação de recursos
naturais, ciências naturais, termodinâmica e química analítica.
Além do cunho teórico, são ofertadas atividades afins ao curso, tais como:
programas de extensão universitária; estágios; atividades de pesquisa; monitoria; e
participação em congressos e seminários, entre outras atividades desenvolvidas
conjuntamente com a Escola de Engenharias e Ciências Exatas da UnP como é o
caso, por exemplo, o Workshop da Escola de Engenharias.
Dessa forma, o Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária propicia ao aluno
egresso, condições para que o mesmo contribua com o desenvolvimento sustentável,
orientando empresas ou órgãos públicos a adequarem seu funcionamento à
legislação. Busca trazer à luz da ciência o fato de que as questões ambientais
constituem-se em grandes preocupações da sociedade moderna, onde os alunos
egressos possam conscientizar as empresas para que não tenham sua imagem
atrelada a impactos negativos na natureza, buscando desenvolver e aplicar
tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas.
Complementando a formação, são desenvolvidas atividades de pesquisa,
extensão e ação comunitária, entre outras atividades complementares que são
descritas nesse Projeto Pedagógico de Curso. Estas atividades propiciam ao aluno o
aprofundamento em áreas de interesse, bem como oferecem a oportunidade de
ampliação do seu repertório intelectual e sociocultural, o que fortalece o
desenvolvimento da visão crítica e holística tão desejada ao Engenheiro Ambiental e
Sanitarista.
Nesse sentido, constituem princípios orientadores da organização curricular:
a) A articulação entre conhecimentos teóricos e práticos, de modo que o
estudo de conteúdos essenciais à formação do engenheiro ambiental,
propiciando a aplicação e uso de técnicas e tecnologias próprias da área;
b) A execução de processos de ensino e aprendizagem que contemplem o
desenvolvimento do indivíduo nas diversas competências e habilidades
exigidas pela profissão;
c) O desenvolvimento de práticas investigativas como uma das ferramentas
para concepção e execução de projetos, considerando as expectativas
27
individuais e coletivas, os impactos ambientais, e os requisitos de
preservação da paisagem;
d) Interdisciplinaridade, uma vez que a formação do engenheiro ambiental e
sanitarista não deve ser considerada como um processo fechado e sim um
espaço aberto onde permeiam conhecimentos de diversos campos do
saber, permitindo que os futuros engenheiros as utilizem essas
informações ao longo de todo processo de criação do projeto, seja ele
destinado ao cliente ou à determinada comunidade;
e) Empreendedorismo, estimulando a atenção do estudante para o mercado
de trabalho, com destaque para a iniciativa, autonomia, criatividade e
capacidade de identificação de novos nichos.
Esses princípios têm a sua viabilização propiciada tanto por meio de aulas
teóricas, quanto através de atividades práticas realizadas em laboratórios. Todas as
situações, teóricas ou práticas, são regidas pelo princípio da indissociabilidade do
ensino/pesquisa/extensão, o que oportuniza ao aluno o exercício da iniciação
científica e de práticas que o aproximam da comunidade.
O Curso encontra seu ápice na concepção de laboratórios para aulas práticas,
introdução da prática profissional regulamentada no âmbito universitário, que buscam,
acima de tudo, a interdisciplinaridade através da associação dos blocos de
conhecimento do Curso, propostos nesse Projeto Pedagógico.
Todas as atividades envolvendo processos físicos, químicos e computacionais,
tem aulas práticas laboratoriais, como forma de demonstração dos processos em
modelos correlatos aos eventos naturais, ou decorrentes da atividade antrópica.
2.3.3 Objetivos
O Curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade
Potiguar – Campus Natal – formará profissionais para atender as demandas
relacionadas com a Avaliação, Levantamento e Gestão Ambientais, bem como com a
elaboração e condução de projetos de Saneamento.
28
Objetivo Geral
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária tem como objetivo geral preparar
engenheiros, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitados a
absorverem e desenvolverem novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas socioambientais, considerando o
patrimônio natural em suas interfaces com os aspectos políticos, econômicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística, com base nos conhecimentos
científicos, tecnológicos e sociais visando o desenvolvimento sustentável.
Os profissionais, aqui formados, estão aptos a desempenharem funções
técnica nas áreas de planejamento, projeto, supervisão e controle, podendo sua
atuação servir tanto a indústrias quanto a empresas prestadoras de serviços e órgão
públicos.
Objetivos Específicos
Para consecução do objetivo geral, são necessários os seguintes objetivos
específicos:
I. Proporcionar ao egresso conhecimentos teóricos e práticos a fim de que os
mesmos possam desenvolver sua capacidade reflexiva e crítica ao
apresentarem soluções de engenharia para os problemas socioambientais
urbanos e rurais;
II. Apresentar ao aluno conceitos técnico-científicos na área de meio ambiente,
abrangendo os sistemas industriais, rurais e naturais, bem como, os
problemas relacionados à ausência do planejamento e da gestão dos
recursos da natureza (Ex.: água) e das atividades exploratórias e urbanas.
III. Contribuir para o desenvolvimento socioeconômico em bases sustentáveis,
propiciando aos setores produtivos o acesso ao conhecimento necessário
para atendimento à legislação ambiental e correlatas;
IV. Dotar o estudante de conhecimentos acerca da dinâmica científicometodológica, associado ao estímulo a prática do ensino e da pesquisa
acadêmica e sócio-institucional;
V. Disponibilizar a sociedade e aos setores empresarial e governamental, um
profissional apto a contribuir com a resolução de problemas associados à:
alteração da paisagem; manutenção das reservas minerais e da
biodiversidade vegetal e animal; e às consequências das mudanças
climáticas e do efeito estufa. Um engenheiro cujo conhecimento permita
executar desde atividade de educação ambiental até a criação de
Mecanismos de Desenvolvimento Limpo;
29
VI. Disponibilizar a sociedade e aos setores empresarial e governamental, um
profissional capaz de desenvolver, implantar e conduzir a gestão territorial
em bases sustentáveis englobando mecanismos de licenciamento ambiental
e urbanístico, bem como os elementos da gestão costeira;
VII. Disponibilizar a sociedade e ao setor empresarial e governamental, um perfil
profissional para atuar junto aos órgãos responsáveis pelo saneamento
básico, envolvendo as ações e a prática em manejo e gestão de
equipamentos e sistemas de tratamento de águas e esgotos, de manejo de
águas pluviais de coleta, tratamento e destino final de resíduos sólidos
urbanos.
2.3.4 Perfil profissional do egresso
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária propicia ao aluno egresso,
condições para que o mesmo contribua com o desenvolvimento sustentável
orientando empresas ou órgãos públicos a adequarem seu funcionamento à
legislação e dotando-as de soluções de engenharia para seus produtos e processos,
bem como trazer à luz da ciência o fato de que as questões ambientais constituem-se
em grandes preocupações da sociedade moderna, conscientizando os empresários
para que não tenham a imagem de suas empresas atrelada a impactos negativos na
natureza, buscando desenvolver e aplicar tecnologias para proteger o ambiente dos
danos causados pelas atividades humanas.
De modo geral, o profissional de Engenharia Ambiental e Sanitária realiza
estudos de impacto ambiental e propõe soluções que visam ao aproveitamento
racional dos recursos naturais. Além disso, elabora e executa planos, programas e
projetos de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico, tratamento de
resíduos (sólidos e líquidos) e recuperação de áreas contaminadas ou degradadas,
podendo, ainda, ocupar-se do estudo e avaliação de fontes energéticas, bem como,
de projetos de pesquisa e extensão.
O currículo do egresso em Engenheiro Ambiental e Sanitarista é multidisciplinar
e engloba matérias das áreas de exatas, biológicas e sociais, o que amplia a área de
atuação desse profissional permitindo que o mesmo realize atividades de supervisão,
coordenação e orientação técnica; implantação de sistemas de gestão ambiental;
elaboração, planejamento, viabilidade técnico-econômica e especificações de
30
projetos ambientais e sanitários; vistoria, perícia, avaliação e arbitramento em obras
de saneamento e projetos de engenharia ambiental e sanitária; elaboração de laudos,
pareceres técnicos e planos de recuperação de áreas degradadas e de gestão de
recursos hídricos; projetar, executar e operar sistemas de tratamento, abastecimento
e coleta de água, esgoto e resíduos sólidos; e controle da poluição atmosférica, da
água e do solo.
2.3.5 Competências e habilidades
Gerais
A formação multidisciplinar do Engenheiro Ambiental e Sanitarista amplia às
competências e habilidades deste profissional, tanto que, de modo geral, a partir dos
conhecimentos adquiridos ao longo do curso, este engenheiro pode:
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Aplicar conhecimentos matemáticos,
científicos, tecnológicos e instrumentais
à engenharia ambiental e sanitária;
Projetar e conduzir experimentos e
interpretar resultados;
Conceber, projetar e analisar sistemas,
produtos e processos;
Planejar, supervisionar, elaborar e
coordenar projetos e serviços de
engenharia ambiental e sanitária;
Identificar, formular e resolver
problemas de engenharia ambiental e
sanitária;
Desenvolver e/ou utilizar novas
ferramentas e técnicas;
Supervisionar a operação e a
manutenção de sistemas;
Avaliar criticamente a operação e a
manutenção de sistemas;
Comunicar-se eficientemente nas
formas escrita, oral e gráfica;
Atuar em equipes multidisciplinares;
DISCIPLINAS/ESTRUTURAS 2014 E 2015
Pré-cálculo (Cálculo aplicado às ciências exatas –
Estrutura 2015), Álgebra linear; Cálculo de uma variável;
Cálculo de duas variáveis; Cálculo Numérico (Eletiva);
Química geral e experimental; Fundamentos em ciências
exatas; Química aplicada; Mecânica clássica e
termodinâmica; e Ótica, ondas e eletromagnetismo.
Metodologia Científica (Eletiva); Estatística e
probabilidade, Trabalho de conclusão de curso I; Trabalho
de conclusão de curso II.
Expressão gráfica; Estudos topográficos e cartografia;
Mecânica dos sólidos; Fenômeno dos transportes; Ciência
e tecnologia dos materiais; Programação científica;
Hidráulica; Ambientes de sedimentação; e Dinâmica
oceânica e costeira.
Gestão e planejamento ambiental; Gerência de Projetos
(Eletiva); Geomática aplicada; Modelagem em sistemas
ambientais; Saneamento ambiental;
Introdução à geociências; Sistemas e ciclos ambientais;
Climatologia e meteorologia; Hidrologia e recursos
hídricos; Tecnologias de tratamento de águas efluentes; e
Gestão de Florestas
Ecoeficiência e ecodesign; Energias limpas e as
mudanças climáticas; e Manejo ecológico de solos,
Gestão das organizações (Eletiva); e Gerenciamento de
resíduos sólidos e sistemas de drenagem.
Transporte e meio ambiente; e Comando e controle
ambiental
Libras (Optativa); e Comunicação profissional (Eletiva)
Desafios contemporâneos e cidadania inclusiva (Estudos
Contemporâneos – Estrutura 2015); Estudos integrados
31
Compreender e aplicar a ética e
responsabilidade profissionais;
Avaliar o impacto das atividades
humanas e dos processos de
engenharia no contexto social e
ambiental;
em engenharia ambiental e sanitária (Estudos integrados
em engenharia ambiental e sanitária I – Estrutura 2015); e
Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária II;
Introdução à engenharia; Ética e compromisso social; e
Estágio supervisionado;
Ecologia e microbiologia; Ciências do ambiente (Eletiva);
Saúde, segurança e Meio ambiente (Segurança, saúde e
meio ambiente – Estrutura 2015); Educação ambiental;
Avaliação de impacto ambiental e gestão de áreas de
risco; Poluição ambiental; Desenvolvimento e
sustentabilidade ambiental (Optativa); e Antropologia e
cultura (Eletiva).
Avaliar a viabilidade econômica de
projetos de engenharia ambiental e
sanitária;
Avaliar a viabilidade social e ambiental
dos projetos de engenharia e sistemas
produtivos;
Assumir a postura de permanente
busca de atualização profissional.
Economia ambiental; e Administração e economia.
Desenvolvimento humano e social (Optativa)
Tecnologias na formação profissional (Eletiva).
Específicas
Dentro das atribuições gerais de um Engenheiro Ambiental e Sanitarista
existem ainda as habilidades e competências específicas, dentre as quais destacamse:
 A composição e execução de bioprocessos e biotecnologia;
 A avaliação dos efeitos de um processo ou produto sobre o meio ambiente;
 A criação de mecanismos de minoração e/ou mitigação dos impactos
decorrentes da produção industrial e das demais atividades que exploram ou
alteram o meio ambiente;
 A avaliação e implantação de fontes de energéticas limpas mediante a
realidade de uma região, atividade industrial ou agrícola.
 A elaboração e/ou implementação de mecanismos voltados ao controle das
diferentes formas de poluição;
 O monitoramento da qualidade da água e do ar;
 A realização do planejamento e da gestão ambiental;
 A elaboração de planos de manejo e uso sustentável dos recursos naturais;
 A assessoria ambiental de empresas, órgãos públicos e ONGs, realizando
atividades como, por exemplo, o estudo de viabilidade da reutilização de
resíduos visando à otimização da produção e a redução de custos;
32
 O desenvolvimento e execução de planos de recuperação de áreas poluídas
ou degradadas; e
 A capacidade de projetar, conduzir e interpretar o resultado de experimentos.
Campo de atuação do egresso
O Engenheiro Ambiental e Sanitarista tem a sua atuação profissional
compromissada com o equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico, políticocultural e com a manutenção do equilíbrio ecológico. Assim, o Engenheiro Ambiental
e Sanitarista deve colaborar com a diminuição dos riscos e vulnerabilidades
ambientais e com o aumento da qualidade de vida das populações.
Em virtude do caráter multidisciplinar de sua formação, esse profissional possui
uma vasta área de atuação. O mercado de trabalho potencial inclui: prefeituras,
secretarias e fundações do meio ambiente; centros de pesquisas nos níveis federal,
estadual e municipal; empresas e serviços públicos ou privados de saneamento
ambiental; agências reguladoras de energia elétrica, de água e de resíduos (líquidos
e sólidos); órgãos municipais, estaduais e federais responsáveis pelo gerenciamento
e controle do meio ambiente; organizações não governamentais de cunho ambiental;
docência em universidades e instituições de ensino técnico; indústrias de diferentes
tipos como, por exemplo, fábricas de materiais ecológicos e recicláveis, de metalmecânico (Ex. metalúrgicas e serralherias) e de processamento agropecuário (Ex.:
abatedouros, frigoríficos, multinacionais de produtoras de insumos), entre outras.
O Engenheiro Ambiental e Sanitarista possui também habilidades e
competências legais para atuar em escritórios privados executando atividades de
consultoria, perícias e licenciamentos ambientais e em instituições ou empresas que
executem serviços como a drenagem urbana, a elaboração de planos diretores e
atividades de mineração.
2.3.6 Organização Curricular
Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Engenharia
(Resolução CNE/CES 11/2002), os componentes curriculares integram os núcleos de
conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos, além do estágio supervisionado
curricular, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. Estas, em
33
conjunto com as disciplinas optativas, constituem estratégias de flexibilização
curricular.
A relação de disciplinas ministradas, agrupadas por semestres, obedece às
áreas definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais.
O Projeto Pedagógico do Curso vem sendo atualizado, com vistas ao seu
aperfeiçoamento e de acordo com as necessidades de incorporar inovações
pedagógicas e tecnológicas e de atender a normativas estabelecidas para o sistema
federal de ensino brasileiro.
Desse modo, as matrizes curriculares 2014 e 2015 foram implementadas de
acordo com a concepção e objetivos do Curso, em função do perfil do egresso e
atendendo os seguintes requisitos:

Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e os requisitos legais e
normativos oficiais listados logo abaixo:
REQUISITOS
Decreto n. 5626, de 22 de dezembro de 2005.
Parecer CNE/CP n. 003, de 10 de março de
2004, e Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de
junho de 2004.
Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de
2012 (direitos humanos).
Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto
n. 4.281, de 25 de junho de 2002.

ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO – Estrutura
Curricular 2014 e 2015
Inclusão de LIBRAS como disciplina optativa.
Oferta das disciplinas de Desafios Contemporâneos e
Cidadania Inclusiva (2014), Desafios Contemporâneos
(2015), Desenvolvimento Humano e Social,
Antropologia e Cultura e Ética e Compromisso Social.
Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva;
Antropologia e Cultura; Desenvolvimento Humano e
Social;
Oferta das disciplinas Ecologia e Microbiologia;
Poluição Ambiental; Comando e Controle Ambiental;
Manejo Ecológico dos Solos; Gestão e Planejamento
Ambiental; Gestão de Florestas; Saneamento
Ambiental; Educação Ambiental; Tecnologias de
Tratamento de Águas e Efluentes; Gerenciamento de
Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem; Saúde,
Segurança e Meio Ambiente; Gestão e Planejamento
Ambiental; e Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão
das Áreas de Risco.
Estão organizadas em função do crescente aperfeiçoamento do processo
de formação do aluno;

São implementadas de modo que haja o fortalecimento do ensino pelas
ações de pesquisa, iniciação cientifica, extensão, ação comunitária e
atividades complementares, assim como o desenvolvimento de uma
postura ética e solidária;
34

São desenvolvidas sob os princípios da integração intra e inter cursos da
área de Exatas e Engenharias, da articulação teoria-prática, da
interdisciplinaridade.
Conforme a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, art. 6°, o curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária, possui em seu currículo um núcleo de conteúdos
básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos:
1 Núcleo de Conteúdos Básicos
O núcleo de conteúdos básicos é desenvolvido em diferentes níveis de
conhecimentos, e em sua composição deve fornecer o embasamento teórico
necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. O
núcleo de conteúdos básicos é composto por disciplinas (Quadros 6 ) cujos tópicos
estão estabelecidos nas Diretrizes Curriculares, e devem ter cerca de 30% da carga
horária mínima com os seguintes conteúdos: Pré-Cálculo; Cálculo aplicado às
ciências exatas; Álgebra Linear; Cálculo de uma variável, Cálculo de duas variáveis;
Fundamentos em ciências exatas; Química Geral e Experimental; Química Aplicada;
Mecânica aplicada e termodinâmica; Ótica, ondas e eletromagnetismo, Metodologia
Científica; Ética e compromisso social; Libras; e Desenvolvimento e sustentabilidade
entre outras.
2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes
O núcleo de Conteúdos Profissionalizantes é composto por conteúdos
relacionados à caracterização da identidade do profissional de Engenharia Ambiental
e Sanitária.
Atendendo às Diretrizes Curriculares, esse Núcleo contempla cerca de 15% da
carga horária mínima da IES. Dentre as disciplinas que integram esse grupo
destacam-se: Introdução à Engenharia; Gestão e planejamento ambiental;
Saneamento Ambiental; Energias Limpas e mudanças climáticas; Sistemas e ciclos
ambientais; Climatologia e meteorologia; Estudos da Fauna e Flora; Geomática
Aplicada à Engenharia Ambiental; Mecânica dos Sólidos; Hidrologia e recursos
hídricos; Transporte e meio ambiente; e Introdução à geociências.
35
3 Núcleo de Conteúdos Específicos
O núcleo de Conteúdos Específicos se constitui em extensões e
aprofundamentos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros
conteúdos destinados a caracterizar modalidades. São exemplos de disciplinas que
integram esse Núcleo: Ecoeficiência e Ecodesign; Modelagem em Sistemas
Ambientais; Comando e Controle Ambiental; Manejo Ecológico do Solo; Estágio
Supervisionado; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem;
Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes; Avaliação de Impacto Ambiental e
Gerenciamento de Áreas de Risco; Gestão de Florestas; Estudos Integrados em
Engenharia Ambiental e Sanitária I e II; Trabalho de Conclusão de Curso I e II.
Quadro 1 – Relação das disciplinas associadas aos núcleos de conteúdos
básicos, profissionalizantes e específicos que integram as Estruturas
Curriculares 2014 e 2015.
NÚCLEOS
1
Núcleo
básicos
de
conteúdos
TÓPICOS DAS DIRETRIZES E DISCIPLINAS
CURRICULARES RELACIONADAS
(ESTRUTURA 2014 e 2015)
1. Metodologia Científica e Tecnológica
1.1. Metodologia Científica (Eletiva)
2. Comunicação e Expressão
2.1. Comunicação Profissional
2.2. Libras (Optativa)
3. Expressão Gráfica
4. Matemática
4.1. Pré-Cálculo (Cálculo aplicado às ciências exatas –
Estrutura 2015)
4.2. Cálculo de uma variável
4.3. Cálculo de duas variáveis
4.4. Álgebra Linear
4.5. Estatística e probabilidade (2015) – (Probabilidade e
Estatística – Eletiva 2014)
4.6. Cálculo numérico (Eletiva)
5. Física
5.1. Mecânica clássica e termodinâmica
5.2. Ótica, ondas e eletromagnetismo
6. Informática
6.1. Programação científica
7. Química
7.1. Fundamentos em ciências exatas
7.2. Química geral e experimental
7.3. Química aplicada
8. Ciência do Ambiente
8.1. Ecologia e microbiologia
8.2. Ciências do ambiente (Eletiva)
8.3. Saúde, segurança e meio ambiente (Segurança,
saúde e meio ambiente – 2015)
8.4. Introdução à geociências
9. Administração
9.1. Administração e economia
10. Fenômeno dos Transportes
11. Mecânica dos Sólidos
12. Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania
PERCENTUAL
50,82% (estrutura 2014 e
2015)
36
13.
1.
2.
3.
2
Núcleo
de
Conteúdos
Profissionalizantes
4
5.
6.
7.
3
Núcleo
de
Específicos
Conteúdos
1
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12.1. Desafios contemporâneos e cidadania inclusiva
(2014) – (Desafios Contemporâneos – Eletiva 2015)
12.2. Ética e compromisso social
12.3. Estudos contemporâneos
12.4. Desenvolvimento humano e social (Optativa – 2014
e Eletiva - 2015)
12.5. Antropologia e Cultura (Eletiva)
Formação Profissional
13.1. Tecnologias na Formação Profissional (Eletiva)
13.2. Gestão das Organizações (Eletiva)
13.3. Gerência de projeto (Eletiva)
Introdução à Engenharia
Ciência dos Materiais
2.1. Ciência e tecnologia dos materiais
Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico
3.1 Hidráulica
3.2 Hidrologia e recursos hídricos
3.3 Saneamento Ambiental
Topografia e Geodésia
4.1 Estudos topográficos e cartografia
4.2 Geomática aplicada
Geotecnia
5.1. Ambientes de sedimentação
5.2. Dinâmica oceânica e costeira
Gestão Ambiental
6.1. Gestão e planejamento ambiental
Transporte e Logística
7.1. Transporte e meio ambiente
Ecoeficiência e ecodesign
Climatologia e meteorologia
Sistemas e ciclos ambientais
Educação ambiental
Poluição ambiental
Avaliação de impacto ambiental e gestão de áreas de risco
Modelagem em sistemas ambientais
Energias Limpas e mudanças climáticas
Economia ambiental
Comando e Controle Ambiental
Manejo Ecológico do Solo
Estágio Supervisionado
Estudos Integrados
13.1 Estudos integrados em engenharia ambiental e
sanitária I (Estudos integrados em engenharia
ambiental e sanitária – Estrutura 2015)
13.2 Estudos integrados em engenharia ambiental e
sanitária II
Tecnologia de tratamento de águas e efluentes
Gerenciamento de resíduos sólidos e sistemas de
drenagem
Trabalho de Conclusão de Curso
16.1 Trabalho de conclusão de curso I
16.2 Trabalho de conclusão de curso II
Gestão de Florestas
18,03% (estrutura 2014 e
2015)
31,15% (estrutura 2014 e
2015)
Desenho curricular: ciclos, blocos e disciplinas
A organização do Curso compreende, como ilustra a figura 2, três ciclos de
formação (geral, básico profissionalizante e profissionalizante), constituídos por
blocos de conhecimentos. Estes agrupam estudos teórico-metodológicos que
apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos
37
constitutivos e estão definidos na perspectiva de atenuar a fragmentação dos saberes,
fenômeno que se articula à divisão social e técnica do trabalho.
Os blocos, por sua vez, têm desdobramentos em disciplinas (obrigatórias e
optativas e eletivas), delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um
nível particular. Com esta lógica, pretende-se que o aluno possa iniciar a estruturação
de competências relacionadas à compreensão da sociedade, da educação superior e
da própria área das Ciências Exatas, para, gradualmente, apreender saberes
inerentes a Engenharia Ambiental e Sanitária. O caminho teórico e metodológico,
portanto, é traçado em uma linha que vai do mais simples para o mais complexo; do
geral para o particular4.
Figura 1 – Lógica curricular do Curso
Ainda que apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio.
Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de
conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se
restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A
dinâmica é, portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar
aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação.
Os ciclos de formação (cuja composição encontra-se especificada no (quadro
7) apresentam-se com as seguintes denominações e características:
a) formação básica: comporta uma base de conhecimentos necessários à
educação continuada e à apreensão de conceitos iniciais que situam o
4
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria Acadêmica. Reforma curricular 2010. Natal, 2009.
38
aluno em relação à área técnica em suas múltiplas determinações. Alcança,
prioritariamente, disciplinas relacionadas aos fundamentos da área;
b) básico profissionalizante: que encerra estudos da área das ciências exatas,
sob a perspectiva da integralidade, e inicia o estudo de saberes ligados à
Engenharia;
c) específicas: destinado a estudos próprios da Engenharia Ambiental e
Sanitária, compreendendo dois blocos de conhecimentos cujas disciplinas
e respectivos conteúdos delimitam o objeto da profissão, verticalizando-o.
Consolida-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de
graduação.
Quadro 2 – Ciclos, blocos de conhecimentos e disciplinas.
CICLOS DE
FORMAÇÃO
BLOCOS DE CONHECIMENTO
Conhecimentos Gerais
Institucionais
Geral e
Humanístico
Conhecimentos Gerais da Área
(Escola)
DISCIPLINAS – Estrutura Curricular 2014 e
2015
1. Metodologia Científica (Eletiva)
2. Comunicação Profissional
3. Tecnologias na Formação Profissional
(Eletiva)
4. Libras (Optativa)
5. Gestão das Organizações (Eletiva)
6. Gerência de Projetos (Eletiva)
7. Pré-Cálculo (Cálculo Aplicado às Ciências
Exatas -2015)
8. Expressão Gráfica
9. Cálculo de uma Variável
10. Cálculo de duas Variáveis
11. Álgebra Linear
12. Probabilidade e Estatística (Estatística e
Probabilidade -2015)
13. Cálculo Numérico (Eletiva)
14. Mecânica Clássica e Termodinâmica
15. Ótica, Ondas e Eletromagnetismo.
16. Programação Científica
17. Fundamentos em Ciências Exatas
18. Química Geral Experimental
19. Química Aplicada
20. Ecologia Geral e Aplicada
21. Ciências do Ambiente (Eletiva)
22. Saúde, Segurança e Meio Ambiente
(Segurança, Saúde e Meio Ambiente – 2015)
23. Introdução à Geociências
24. Administração e Economia
25. Fenômeno dos Transportes
26. Mecânica dos Sólidos
27. Desafios Contemporâneos e Cidadania
Inclusiva (Desafios Contemporâneos –
Eletiva 2015)
28. Ética e Compromisso Social
29. Estudos Contemporâneos
39
30. Desenvolvimento Humano e Social (Optativa
2014 e Eletiva 2015)
Conhecimentos da Área Básico- 21. Estudos Topográficos e Cartografia
Profissionalizante da Escola
22. Ciência e Tecnologia dos Materiais
Profissionalizante
Específico
23.
24.
25.
Conhecimentos da Área Básico- 26.
Profissionalizante do Curso
27.
28.
29.
30.
31.
32.
33.
34.
35.
36.
Conhecimentos Específicos do
Curso
37.
38.
39.
40.
41.
42.
43.
44.
45.
46.
47.
48.
49.
50.
Hidráulica
Hidrologia e Recursos Hídricos
Saneamento Ambiental
Geomática Aplicada
Ambientes de Sedimentação
Dinâmica Oceânica e Costeira
Gestão e Planejamento Ambiental
Transporte e Meio Ambiente
Ecoeficiência e Ecodesign
Climatologia e Meteorologia
Sistemas e Ciclos Ambientais
Educação Ambiental
Poluição Ambiental
Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de
Áreas de Risco
Modelagem em Sistemas Ambientais
Energias Limpas e Mudanças Climáticas
Economia Ambiental
Comando e Controle Ambiental
Manejo Ecológico do Solo
Sistemas de Gestão Ambiental
Estágio Supervisionado
Estudos Integrados em Engenharia Ambiental
e Sanitária I (Estudos Integrados em
Engenharia Ambiental e Sanitária - 2015)
Estudos Integrados em Engenharia Ambiental
e Sanitária II
Tecnologia de Tratamento de Água e
Efluentes
Gerenciamento de Resíduos Sólidos e
Sistemas de Drenagem
Gestão de Florestas
Trabalho de Conclusão de Curso I
Trabalho de Conclusão de Curso II
40
Estrutura Curricular 2014
O Curso é desenvolvido em coerência com as diretrizes curriculares nacionais
para a graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária. A matriz curricular implantada
em 2014 apresenta uma carga horária total de 4.320 horas-aula, sendo 3.040 teóricas,
680 práticas, 300 para estágio supervisionado e 300 destinadas às atividades
complementares como mostra o Quadro 07. Ao detalhar a matriz curricular 2014, o
referido quadro ilustra o curso de uma disciplina Optativa na 4ª série e de duas Eletivas
(I e II) na 9ª e 10ª séries, sendo a carga horária de todas elas de 40 horas-aula. As
Optativas compõem o currículo de todas as graduações da UnP e para o curso na
Estrutura 2014 serão ofertadas com tal:

Desenvolvimento Humano e Social; e

Libras
Já, em si tratando das Eletivas, também comuns a todas as graduações da IES,
ofertar-se-ão:

Comunicação Profissional;

Metodologia Científica;

Antropologia e Cultura;

Desafios Contemporâneos;

Tecnologias na Formação Profissional.
41
Quadro 03 - Estrutura curricular 2014.
Série
1ª
DISCIPLINAS
Comunicação Profissional
Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva
Ética e Compromisso Social
Fundamentos em Ciências Exatas
Introdução a Engenharia
Pré-Cálculo
Total 1ª Série
2ª
Álgebra Linear
Cálculo de Uma Variável
Expressão Gráfica
Mecânica Clássica e Termodinâmica
Química Geral e Experimental
Total 2ª Série
3ª
Administração e Economia
Cálculo de Duas Variáveis
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Ótica, Ondas e Eletromagnetismo
Programação Científica
Total 3ª Série
4ª
Ecologia e Microbiologia
Estudos Topográficos e Cartografia
Fenômenos dos Transportes
Introdução à Geociências
Química Aplicada
Optativa
Total 4ª Série
5ª
Climatologia e Meteorologia
Hidráulica
Modelagem em Sistemas Ambientais
Saúde, Segurança e Meio Ambiente
Sistemas e Ciclos Ambientais
Total 5ª Série
6ª
Ambientes de Sedimentação
Dinâmica Oceânica e Costeira
Ecoeficiência e Ecodesign
Geomática Aplicada
Total 6ª Série
7ª
Educação Ambiental
Gestão e Planejamento Ambiental
Hidrologia e Recursos Hídricos
Poluição Ambiental
Transportes e Meio Ambiente
Total 7ª Série
8ª
Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco
Comando e Controle Ambiental
Energias Limpas e as Mudanças Climáticas
Manejo Ecológico dos Solos
Saneamento Ambiental
Total 8ª Série
9ª
Total 9ª Série
Estágio Supervisionado
Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária I
Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes
Trabalho de Conclusão de Curso I
Eletiva I
CH Semestral
Hora Aula
60
60
60
80
80
60
400
80
80
80
80
80
400
80
80
80
80
80
400
80
100
60
80
80
40
440
80
80
80
80
60
380
80
80
100
100
360
60
100
80
80
80
400
100
100
80
80
100
460
300
40
80
40
40
500
42
Eletiva II
Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária II
10ª
Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem
Gestão de Florestas
Trabalho de Conclusão de Curso II
Total 10ª Série
Carga Horária Total de Disciplinas
Carga Horária de Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
*Libras oferta optativa (Decreto (5626/2005)
40
40
80
80
40
280
4020
300
4320
Reforma Curricular 2014-2015
A Reforma Curricular 2014-2015/UnP, em essência, dá continuidade à
organização do currículo dos cursos por ciclos/blocos/disciplinas, de forma integrada,
e acentua o currículo por competência - compreendida como as condições de
mobilização, pelo futuro profissional, de conhecimentos, habilidades e atitudes
construídas ou fortalecidas durante o processo formativo. O foco curricular, portanto,
deve ser o aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver
(figura 3), retomando-se os quatro pilares da educação5.
5
DOLLORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão
Internacional
sobre
Educação
para
o
Século
XXI.
Disponível
em
ww.pucsp.br/ecopolitica/documentos/cultura_da_paz/docs/Dellors_alli_Relatorio_Unesco_Educacao_t
esouro_descobrir_2008.pdf Acesso: 28/ag/2014.
43
Figura 2 – Competências centrais da formação profissional/UnP6
Daí resultam que as competências definidoras do perfil do egresso de cada
curso devem se situar na perspectiva:

da formação geral: pensamento crítico, solução de problemas complexos,
tomada de decisão, comunicação e raciocínio lógico-matemático;

da formação para o trabalho, observando-se as de natureza geral, exigidas
de qualquer profissional (domínio da tecnologia, ética, trabalho em equipe,
experiência prática, de cidadania/compromisso social) e as de natureza
específica, considerando as peculiaridades e requisitos de cada profissão.
Especificamente, em relação à estrutura curricular, estão delimitadas pela
Reforma as seguintes orientações:

observar a necessidade de:
-
cumprir as DCNs;
-
evitar a fragmentação do conhecimento, buscando a integração na
composição de disciplinas integradas;
6
Extraído de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação. Reforma Curricular 20142015. Natal, jul./2014.
44
-
organizar a 1ª série, quando possível, com disciplinas comuns à escola
à qual está vinculado cada curso, ao mesmo tempo acrescendo-se uma
unidade curricular que inicie o aluno no objeto central do processo de
formação profissional. Essa mesma série deve comportar a unidade
curricular Tecnologias na Formação Profissional, 60h-a, comum a
todos os demais cursos, independentemente da área do conhecimento;
-
incluir, na última série, a disciplina de Estudos Integrados, direcionada
especificamente à formação profissional, com a finalidade de preparar
os futuros egressos para exames, concursos e processos seletivos.

as disciplinas devem contemplar aos pilares estratégicos da Universidade:
qualidade acadêmica, internacionalidade, empregabilidade e compromisso
social;

atentar para o fato de que algumas disciplinas devem assegurar condições
para efetivação de:
-
nivelamento (Pré-Cálculo, Cálculo de uma variável, Cálculo de duas
variáveis, Mecânica Clássica e Termodinâmica);
-
emissão de certificações internacionais (Comunicação Profissional);
-
preparação para a carreira profissional (Tecnologias na Formação
Profissional).
Essa articulação (disciplinas/pilar estratégico) é de natureza flexível, podendo
uma mesma disciplina estar situada em um ou mais pilares.
Disciplinas optativas e eletivas
Nessa nova conjuntura, a Optativa é trabalhada na 5ª série e as Eletivas na 1ª,
2ª, 3ª, 4ª, 6ª, 7ª, 8ª e 10ª séries.
No contexto deste Projeto Pedagógico, as unidades curriculares optativas
ofertadas pela Estrutura 2015 são escolhidas pelo aluno, entre as duas que se
seguem:

LIBRAS;

Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental.
Já as eletivas, por sua vez, serão deliberadas pelo Conselho de Curso,
considerando como possibilidades as Eletivas Institucionais e as Eletivas Específicas
da Escola.
45
Como Eletivas Institucionais têm-se as disciplinas:

Comunicação, 80h;

Desafios Contemporâneos, 80h;

Antropologia e Cultura, 80h;

Desenvolvimento Humano e Social, 80h;

Metodologia Científica, 80h;

Tecnologias na Formação Profissional, 80h;
E como Eletivas Específicas da Escola, listam-se:

Probabilidade e Estatística, 80h;

Cálculo Numérico, 80h;

Gestão das Organizações, 80h;

Ciências do Ambiente, 80h;

Gerência de Projetos, 80h;
Esta listagem poderá ser alterada pelo NDE, a depender de novas orientações
institucionais e tendências educacionais, submetendo-se sua elegibilidade ao
Conselho de Curso.
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária/2015
A partir das orientações institucionais expressas na Reforma 2014-2015, é
definida pelo NDE do Curso a estrutura curricular 2015 que apresenta como principais
alterações em relação à anterior:
a) A adição de eletivas – Na Estrutura Curricular 2015, em comparação com
a 2014, foram adicionadas 6 (seis) disciplinas eletivas, as quais encontramse distribuídas ao longo de toda a graduação, não estando presentes
apenas na 9ª e 10ª séries como acontecia na estrutura anterior;
b) Reformulação das disciplinas - A alteração deveu-se tanto à reformulação
no ementário quanto à retirada e também inclusão de algumas disciplinas
na nova Estrutura Curricular. A disciplina de Pré-cálculo (Estrutura 2014),
por exemplo, teve sua ementa modificada e passou a chamar-se, em 2015,
de Cálculo aplicado às ciências exatas. Outra mudança significativa
46
aconteceu em função da inclusão das Eletivas, quando disciplinas do Ciclo
humanístico da Estrutura 2014 (Ex.: Desafios Contemporâneos e cidadania
inclusiva e Ética e compromisso social) foram substituídas por Eletivas que,
apesar de terem denominações, ementas e, consequentemente, cargashorárias diferenciadas, continuaram a atender aos princípios do Ciclo;
c) Inclusão de novas disciplinas – seguindo o contexto da reestruturação
curricular foram adicionadas à estrutura 2015 disciplinas que abordam
temas de relevância e bastante atuais ligados à Engenharia Ambiental e
Sanitária, podendo-se citar como exemplo as disciplinas de Economia
ambiental e Gerenciamento de resíduos sólidos e drenagem.
O Quadro 9, logo abaixo, ilustra a configuração da Estrutura Curricular 2015
detalhando as respectivas cargas-horárias teóricas, práticas e semanal das disciplinas
que a compõem.
Quadro 4 - ESTRUTURA CURRICULAR DO BACHARELADO DO CURSO DE
ENGENHARIA AMIENTAL E SANITÁRIA 2015.
Série
1ª
DISCIPLINAS
Cálculo Aplicado às Ciências Exatas
Eletiva I
Expressão Gráfica
Fundamentos em Ciências Exatas
Introdução à Engenharia
Química Geral e Experimental
Total 1ª Série
2ª
Álgebra Linear
Cálculo de Uma Variável
Eletiva II
Mecânica Clássica e Termodinâmica
Programação Científica
Total 2ª Série
3ª
Cálculo de Duas Variáveis
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Eletiva III
Estatística e Probabilidade
Ótica, Ondas e Eletromagnetismo
Total 3ª Série
4ª
Ecologia e Microbiologia
Eletiva IV
Estudos Topográficos e Cartografia
Fenômenos dos Transportes
Introdução à Geociências
Química Aplicada
Total 4ª Série
5ª
Climatologia e Meteorologia
Hidráulica
CH Semestral
Hora Aula
80
80
80
80
60
80
460
60
60
80
80
80
360
80
60
80
60
80
360
60
80
80
80
60
60
420
80
60
47
Mecânica dos Sólidos
Modelagem em Sistemas Ambientais
Optativa
Sistemas e Ciclos Ambientais
Total 5ª Série
6ª
Ambientes de Sedimentação
Dinâmica Oceânica e Costeira
Ecoeficiência e Ecodesign
Eletiva V
Geomática Aplicada
Total 6ª Série
7ª
Educação Ambiental
Eletiva VI
Gestão e Planejamento Ambiental
Hidrologia e Recursos Hídricos
Poluição Ambiental
Saneamento Ambiental
60
60
80
60
400
80
80
60
80
80
380
60
80
80
80
60
80
Total 7ª Série
8ª
Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco
Comando e Controle Ambiental
Eletiva VII
Energias Limpas e as Mudanças Climáticas
Manejo Ecológico dos Solos
Total 8ª Série
9ª
Economia Ambiental
Estágio Supervisionado
Segurança, Saúde e Meio Ambiente
Estudos Contemporâneos
Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes
Trabalho de Conclusão de Curso I
Total 9ª Série
Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária
Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem
10ª
Gestão de Florestas
Trabalho de Conclusão de Curso II
Eletiva VIII
Total 10ª Série
Carga Horária Total de Disciplinas
Carga Horária de Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
*Libras oferta optativa (Decreto (5626/2005)
80
80
80
80
80
400
40
300
60
80
80
40
600
40
80
80
40
80
320
4140
180
4320
48
2.3.6.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL
A educação ambiental, além de ser uma disciplina das Estruturas Curriculares
2014 e 2015, é também tratada no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária de
forma transversal, sobretudo pelo estímulo a atitudes que venham a expressar uma
compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações
envolvendo aspectos ecológicos, políticos, sociais, econômicos, culturais e éticos7.
A temática da Educação ambiental é trabalhada durante todo o curso sendo
abordada, principalmente, nas disciplinas de Ecologia Geral e Microbiologia; Poluição
Ambiental; Comando e Controle Ambiental; Manejo Ecológico dos Solos; Avaliação
de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco; Gestão e Planejamento Ambiental;
Gestão de Florestas; Saneamento Ambiental; Tecnologias de Tratamento de Águas e
Efluentes; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem; Segurança,
Saúde e Meio Ambiente; e, mais especificamente, na disciplina Educação Ambiental
cursada na 7ª série. Os conteúdos abordados nessas disciplinas discutem de maneira
integrada e multidisciplinar as transformações tecnológicas associadas às ações
antrópicas considerando suas, respectivas, implicações sobre a qualidade de vida e o
meio ambiente. Nesse contexto, ressaltam-se, ainda, aspectos relativos ao
desenvolvimento sustentável e a relevância da educação ambiental como ferramenta
de mitigação e resguarde.
Além das disciplinas a temática da educação ambiental é também trabalhada a
partir da pesquisa, de cursos, palestras, oficinas, eventos e demais ações de extensão
desenvolvidas pela instituição ou por entidades parceiras.
2.3.6.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICORACIAIS
De acordo com a Resolução CNE/CES n. 1, de 17 de junho de 2004, a respeito
da educação para as relações étnico-raciais, objetivando a divulgação e produções
de conhecimentos, bem como atitudes, posturas e valores que eduquem o cidadão
quanto à pluralidade étnico-racial, o Curso desenvolve os conteúdos relativos a essa
temática através das disciplinas de Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva,
7
BRASIL. LEI no 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política
Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. (D.O.U. de 28/abri/1999).
49
Ética e Compromisso Social e Desenvolvimento Humano e Social (também comum
ao currículo 2015), todas no Currículo 2014. Já na Estrutura 2015, a temática em
questão é abordada pelas disciplinas de Desafios Contemporâneos e Antropologia e
Cultura.
A abordagem das relações étnico-raciais, segundo o Parecer CNE/CP n. 003
de 10 de março de 2004, enfatiza princípios que indicam:
a) O reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de
direitos;
b) A necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os
negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente;
c) A importância do diálogo na dinâmica da sociedade brasileira,
essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática;
d) A necessidade de valorização da história e da cultura dos povos
africanos e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira;
e) A indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão
dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de
vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às
relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade.
A inserção de tais princípios no contexto educacional e na formação profissional
dos estudantes do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é trabalhada através
de uma pedagogia integrativa onde as informações apresentadas e as discussões
desenvolvidas nas aulas de Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (ou
Desafios Contemporâneos – Na Estrutura 2015), Ética e Compromisso Social,
Desenvolvimento Humano e Social e Antropologia e Cultura alertam sobre a
relevância das relações étnico-raciais no processo de formação do sujeito
enriquecendo os conceitos e condutas relativas ao compromisso social e à ética no
ambiente acadêmico, no mundo do trabalho e na sociedade.
Nesse contexto, buscando estimular o entendimento da igualdade de gêneros
e raças e discutir questões relacionadas à discriminação, inclusive no ambiente
profissional, podemos citar o exemplo pedagógico de abordagem adotada pela
disciplina Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (equivalente à Desafios
Contemporâneos no Currículo 2015). Nela, trabalhou-se o envolvimento dos discentes
50
através da leitura e apresentação de Cases. Previamente, os grupos, liam seus textos
e elaboravam o material que seria apresentado ao restante da turma. Em sala, os
estudantes desenvolviam suas apresentações fomentando debates sobre os temas
explorados, a citar:

Há um gênero mais adequado para determinada função?

Gentileza ou assédio: conflitos de gênero e de raça nas relações
de trabalho;

Como elaborar programa de atenção à saúde da mulher que
enfrente assimetrias de cor, raça ou etnia?

Gênero, raça e espaços de poder: o caso de Maria Antônia e
Geraldo.
Destaca-se ainda como elemento pedagógico utilizado na disciplina o e-book
Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, construído por docentes da
própria Universidade, disponível on-line SIB/Biblioteca Virtual UnP que é utilizado
como bibliografia das disciplinas citadas anteriormente.
É importante ressaltar que o tratamento dado à temática das relações étnicoraciais no ambiente acadêmico contribui, de modo geral, para formação de uma
consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão
a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero.
É necessário que os alunos passem a vislumbrar o Brasil como cenário de
convivência com povos de diferentes etnias, culturas e visões de mundo. O
profissional formado precisa ser um indivíduo de alteridade, que se relacione bem
como o outro diferente de si, mas que tenha consciência de que todos são portadores
dos mesmos direitos e deveres estabelecidos por meio da Constituição Federal de
1988.
Além das disciplinas a temática étnico-raciais é também trabalhada a partir da
pesquisa, de cursos, palestras, oficinas, eventos e demais ações de extensão
desenvolvidas pela instituição ou por entidades parceiras.
Com isso, o Curso estimula o aluno a interagir e a negociar objetivos comuns
que garantam, a todos, o respeito aos direitos legais e valorização da identidade de
pessoas e grupos, na busca da consolidação da democracia brasileira.
51
2.3.6.3 ABORDAGEM DOS DIREITOS HUMANOS
Como disciplinas do ciclo humanístico da Instituição, além de abordarem as
questões étnico-raciais, Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (Desafios
Contemporâneos – em 2015), Ética e Compromisso Social, Desenvolvimento Humano
e Social e Antropologia e Cultura têm em seu ementário conteúdos que tratam
questões relacionadas à temática dos Direito Humanos, assuntos que, por sua vez,
são trabalhados pelo curso de Engenharia Ambiental e Sanitária de modo a
atenderem às normatizes da Resolução CNE/CES n. 1, de 30 de maio de 2012,
segundo a qual a Educação em Direitos Humanos deve ser pautada em concepções
e práticas educativas voltadas aos processos de promoção, proteção, defesa dos
Direitos Humanos, sendo aplicadas na vida cotidiana dos cidadãos em suas
responsabilidades individuais e coletivas.
Outro ponto relevante da Resolução das Diretrizes Nacionais para a Educação
em Direitos Humanos que pode ser observado nos conteúdos das referidas disciplinas
relaciona-se com o Artigo 3º do documento, o qual institui que para promover a
educação em direitos humanos visando mudança e transformação social é preciso
pautar o ensino no seguimento dos princípios da(o):
I - dignidade humana;
II - igualdade de direitos;
III - reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades;
IV - laicidade do Estado;
V - democracia na educação;
VI - transversalidade, vivência e globalidade; e
VII - sustentabilidade socioambiental.
2.3.6.4 ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA E ATITUDINAL
As condições de acessibilidade pedagógica e atitudinal encontram-se numa ordem
direta com os procedimentos metodológicos adotados pelos docentes e com as vivências
interpessoais no dia a dia acadêmico8. Mesmo assim, há disciplinas integrantes da estrutura
8 No glossário do Instrumento de Avaliação de cursos de graduação presencial e a
distância/MEC/INEP, mar/2015: “Acessibilidade atitudinal refere-se à percepção do outro sem
preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão
relacionadas a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.” A
acessibilidade pedagógica, por sua vez, significa “ Ausência de barreiras nas metodologias e técnicas
de estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como os
52
curricular cujos conteúdos ensejam essas dimensões da acessibilidade. São exemplificativas,
como Desafios Contemporâneos e Antropologia e Cultura Brasileira e, ainda, Libras. 9
2.3.7 Atividades Complementares
As atividades complementares, normatizadas pela Resolução nº. 024.2/2012 –
ConEPE – e previstas da 1ª a 10ª séries, flexibilizam, diversificam e ampliam a
formação do aluno, compreendendo a participação em palestras, conferências,
simpósios, encontros estudantis; frequência a cursos presenciais ou a distância;
iniciação científica e extensão e ação comunitária; monitoria, entre outras.
Controle e registro
O controle e registro das atividades realizadas pelo aluno são da
responsabilidade da coordenação do Curso, a partir do cadastro das atividades de
cada discente em sistema próprio, mediante apresentação dos documentos
comprobatórios. Automaticamente, os dados entram nesse sistema, passando a
compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e registro
via internet.
Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno,
cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V:
IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre
anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total
dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre;
V – quando a carga horária cumprida quer como carga horária remanescente
de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do
semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o
semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico.
professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional irá determinar,
ou não, a remoção das barreiras pedagógicas.” P. 41, itens 3 e 4.
9 Dados gerais na Universidade Potiguar estarão disponíveis pelo NAPE – Núcleo de Apoio
Psicopedagócico.
53
Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação (quadro 7) pelo
Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não contempladas
no PPC.
Quadro 5 – Cargas horárias e a respectiva pontuação das atividades
complementares
CH* Correspondente por
Atividade
Atividade
1
2
3
4
5
6
7
Assinatura de revista técnica da área de
Engenharia Ambiental e Sanitária
Associação de entidade de classe relacionada à
Engenharia
Atividades complementares cursadas em outros
cursos e/ou IES
Apresentação e
4.1
publicação de trabalhos
Congresso
Participação como
4.2
Internacional
congressista
4.3 Participação em concurso
Apresentação e
5.1
publicação de trabalhos
Congresso
Participação como
Regional ou
5.2
congressista
Nacional
5.3 Participação em concurso
Máximo
Semestral de
CH por
Atividade
Promovida
pela UnP
Não
promovida
pela UnP
05
05
05
05
05
05
10
10
10
20
20
15
15
15
15
15
15
10
10
10
10
6.1
Acima de 19 horas
12
10
Curso
Presencial ou
a Distância (1)
6.2
De 08 a 10 horas
08
06
6.3
De 11 a 19 horas
10
08
Disciplinas
cursadas em
nível superior
e não
aproveitadas
7.1
Acima de 81 h/a
18
14
7.2
Até 40 h/a
10
05
20
15
12
18
7.3
De 61 a 80 h/a
14
10
10
10
16
14
10
08
12
10
15
15
(2)
Estágio Extracurricular na Área (mínimo de 80
horas)
Acima de 15 horas
9.1
Iniciação à
(presencial)
Extensão ou à
9
9.2 Até 08 horas (presencial)
Ação
Comunitária (3)
De 09 a 15 horas
9.3
(presencial)
Orientado por um
Iniciação
10
10.1 Professor no período
Científica –
mínimo de 1 ano
8
10
16
15
54
Com bolsa ou
voluntária
Monitoria –
11 Com bolsa ou
voluntária (4)
Orientado por um
10.2 Professor no período
mínimo de 6 meses
Acima de 60 horas
11.1
semanais
11.2 Até 40 horas semanais
12 Palestra
Participação em empresa júnior ou escritório
13
piloto (Mínimo de 4 meses)
14.1
14
Semana de
Engenharia
Seminário,
15 Simpósio,
Encontro
Participação como
organizador
10
10
15
0
10
3
0
2
20
10
0
10
20
12
15
20
Participação como
14.2
ouvinte
15
10
15.1 Internacional
12
10
15.2 Regional ou Nacional
10
08
12
16 Trabalho na área (Mínimo de 400 horas)
10
10
10
17 Viagem/Visita técnica (5)
5
3
10
* CH: Carga Horária
(1) Curso vinculado a Congresso ou não, com apresentação de documento comprobatório de
participação.
(2) Disciplina cursada em outros cursos da UnP ou em outras IES, com no mínimo 40 h/a, que não
constam no aproveitamento para o curso.
(3) Atividade de extensão ou de ação comunitária em que o aluno participa como protagonista (ex:
ministrante de curso de extensão; participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à
aprovação do Conselho de Curso.
(4) A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação
do desempenho.
(5) A viagem / visita técnica realizada, apresentação de relatório e com o visto do professor
responsável.
55
2.3.8 Estágio Supervisionado Obrigatório
 O contato com o mercado de trabalho estimula o interesse do Aluno
favorecendo sua formação profissional e cidadã. Ao aproximar o Estudante das
competências profissionais relativas a sua graduação o Estágio integraliza
teoria e prática complementando o aprendizado e servindo como aporte para o
esclarecimento de dúvidas e para apresentação de tecnologias específicas da
área.
 No Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UnP o Estágio
Supervisionado Obrigatório cumpri o disposto na Lei de Estágio de Nº 11.788
de 25 de setembro de 2008 atendendo aos Regimentos Geral e de Estágios
Curriculares da UnP, bem como ao Manual de Estágio do próprio do curso.
 A disciplina de Estágio Supervisionado apresenta características especiais de
carga horária e um tratamento metodológico direcionado ao aprendizado das
práticas específicas do Curso, seu cumprimento é obrigatório e a aprovação
requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental e
Sanitária
 Nas Estruturas Curriculares 2014 e 2015 o Estágio Supervisionado contempla
uma carga horária de 300 horas-aula a serem cursadas na 9ª série.
 O estágio pode ser desenvolvido em empresas, escritórios e entidades públicas
ou privadas cuja atuação esteja relacionada com os objetivos do Curso e com
as atribuições profissionais da área da Engenharia Ambiental e Sanitária.
 Para regulamentação do estágio o Aluno deve apresentar o Plano de Atividade
e o Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório (TCE) à Coordenação de
Estágio do seu Curso sendo a consolidação do convênio entre a Unidade
Concedente e a Universidade Potiguar um requisito obrigatório para efetivação
do estágio. Para a consolidação do convênio o Estudante deverá apresentar
ao Núcleo de Estágio Institucional a Ficha Cadastral da empresa devidamente
preenchida e assinada.
 Durante o curso da disciplina cada Aluno contará com a supervisão de um
professor orientador cujas funções são: Acompanhar mensalmente a
realização do estágio; Auxiliar na elaboração do Relatório de Atividades; Indicar
bibliografias; e Esclarecer eventuais dúvidas sobre as práticas realizadas e
demais questões técnicas e pedagógicas.
56
 São objetivos do Estágio Curricular Supervisionado:
a) possibilitar ao aluno a vivência de experiências práticas em
ambientes de trabalho, desenvolvendo competências e habilidades
inerentes ao exercício profissional;
b) capacitar o aluno para o desempenho de tarefas próprias ao
Engenheiro Ambiental e Sanitarista, considerando a realidade
política, econômica e social do país e da região e os avanços da
ciência e da técnica; e
c) desenvolver estratégias de acompanhamento e avaliação do aluno /
estagiário, analisando o seu desempenho à luz dos objetivos do
Curso e do perfil profissional.
Campos de estágio
Os campos de estágio supervisionado para os alunos do Curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária estendem-se desde o setor público até a iniciativa privada. De
modo geral, esses graduandos podem estagiar em atividades que estejam
relacionadas com:

O Controle da Poluição - Reduzindo o impacto de atividades industriais,
urbanas e rurais sobre o meio ambiente; monitorando a qualidade da
água; e fiscalizando a emissão de gases que prejudicam a qualidade do
ar;

O Planejamento e a Gestão Ambiental - Elaborando relatórios de
impacto ambiental e planos para o uso de recursos naturais;
assessorando
empresas,
indústrias,
órgãos
públicos
e
ONGs;
desenvolvendo estratégias de reutilização de resíduos, para otimizar a
produção e reduzir gastos;

Recuperação de Áreas Degradadas - Desenvolvendo e executando
projetos de recuperação de áreas poluídas ou degradadas;

Recursos Hídricos – Trabalhando políticas públicas e planos de gestão
e manejo que tenham por objetivo o uso e a exploração racional da água
dos rios e reservatórios, bem como, o controle da qualidade e da
quantidade de água consumida;
57

Avaliação de Impacto - Avaliando os efeitos de um processo ou produto
sobre o meio ambiente;

Bioprocessos - Criando mecanismos para diminuir ou suprimir os
impactos ambientais na produção industrial ou em quaisquer atividades
que modifiquem e ameacem a sustentabilidade dos recursos naturais; e

Saneamento - Operando sistemas de abastecimento de água e de
coleta, transporte e tratamento de esgoto, lixo doméstico e resíduos
industriais.
Entidades conveniadas
A Universidade Potiguar possui convênio com diferentes empresas e
instituições para que seus alunos possam exercer atividades de estágio, remuneradas
ou não, mas que acrescentem conhecimento prático e teórico ao acadêmico. Segue
relação de algumas empresas:
1.
2.
3.
4.
5.
EMPRESAS / INSTITUIÇÕES
DIXIE TOGA LTDA
PETROLEO BRASILEIRO S.A
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE/ INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL E MEIO AMBIENTE DO RN – IDEMA
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE/INSTITUTO DE GESTÃO DAS ÁGUAS
DO RN – IGARN
VERITAS ENGENHARIA AMBIENTAL
Acompanhamento e avaliação
A supervisão e as avaliações ficam sob responsabilidade do professor
orientador responsável.
2.3.9 Estágio Não Obrigatório
O estágio, de natureza não obrigatória, é o estágio realizado por livre escolha
do aluno, na área da Engenharia Ambiental e Sanitária, e que, de acordo com as suas
peculiaridades e quando previamente formalizado junto à Universidade, dará direito a
comprovante de horas de estágio, podendo assumir a forma de atividade de extensão
ou de ação comunitária, quando ocorrer a participação do aluno em empreendimentos
ou projetos de interesse social. A participação do aluno no estágio não obrigatório é
estimulada pelo Curso e serve para integralizar a carga horária exigida para as
58
Atividades Complementares, existindo uma limitação quanto à quantidade de horas
aproveitadas por semestre, como forma de diversificar essas atividades.
2.3.10 Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui requisito obrigatório para a
conclusão do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e tem como meta avaliar as
condições de qualificação do formando para acesso ao desempenho de suas
atividades profissionais.
No curso de Engenharia Ambiental e Sanitária o TCC integra as estruturas
curriculares 2014 e 2015 com 80 horas-aula dividas entre as disciplinas de Trabalho
de Conclusão de Curso I (40 horas) e II (40 horas) cursadas respectivamente na 9ª e
10ª séries.
Na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I, os alunos irão aprender como
formular e desenvolver um trabalho de cunho técnico-científico que envolva alguma(s)
das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e Sanitária. Já no Trabalho de
Conclusão de Curso II, os graduandos terão suas horas dedicadas à elaboração de
um trabalho acadêmico de natureza científica sob a forma de Artigo Cientifico com
apresentação em sessão pública, o qual será apresentado a uma Banca Examinadora
para avaliação. Nesse momento, os alunos deverão demonstrar domínio do objeto de
estudo e capacidade de expressar-se lucidamente a respeito do assunto explorado.
Para tanto, a escolha do tema e a condução do trabalho contam com a supervisão e
a orientação de um docente e deve atender uma série de critérios pré-estabelecidos,
tais como:
a) relevância social;
b) atualidade;
c) desenvolvimento de uma nova tecnologia;
d) possibilidade de aprofundamento e continuidade de estudos na pósgraduação.
O TCC deve representar, sobretudo, uma síntese dos conteúdos estudados ao
longo do curso, devendo propiciar a produção de conhecimentos, a análise e a
autonomia em relação ao conhecimento e a criticidade almejada na formação de
cidadãos comprometidos com os valores éticos, sociais, culturais e profissionais.
59
Para o desenvolvimento do seu trabalho, o estudante dispõe de acervo
bibliográfico indicado pelo professor orientador, além de base de dados e acesso à
internet.
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, com regulamento próprio, deve ser
executado em dupla, assegurando-se que a contribuição individual de cada aluno seja
claramente definida, e possuir o conteúdo que seja apropriado para um trabalho desta
importância. Em casos excepcionais, a coordenação do TCC poderá autorizar a
participação de apenas um aluno na execução de um trabalho.
O TCC somente será aceito para defesa na sua versão final, cabendo aos
alunos integrantes de um mesmo projeto a responsabilidade pela participação e
execução das atividades individuais, visando o cumprimento do cronograma.
No Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária a elaboração do TCC segue o
Regimento Geral da Universidade Potiguar, o Regulamento dos Trabalhos de
Conclusão de Curso na graduação, as Normas Técnicas da ABNT e os aspectos
técnicos e lógicos formulados no Manual de TCC aprovado pelo Conselho de Curso.
2.3.11 Estratégias de flexibilização curricular
Na perspectiva da flexibilidade curricular o Curso inclui, além de atividades
complementares, outros tópicos especiais que abrangem estudos diversificados
conforme as tendências apontadas pelo mercado em termos de novas tecnologias,
novos processos, novos produtos e serviços. Esses tópicos possibilitam o
aprofundamento de conteúdos específicos estruturados a partir das necessidades dos
alunos e das condições de viabilização pela UnP.
A flexibilidade ocorre também por meio dos seguintes mecanismos:
a) Adoção de disciplinas comuns aos cursos de graduação da área de
Ciências Exatas e Engenharias, facilitando os processos de transferência
interna e consequente aproveitamento de estudos;
b) O desenvolvimento da disciplina Estágio Supervisionado que, por sua
natureza, possibilita uma constante atualização e revisão de conhecimentos,
técnicas e tecnologias em Engenharia Ambiental e Sanitária;
c) As disciplinas integrativas (1ª série) cujo desenvolvimento, em conjunto
com os demais cursos da área, propicia ao aluno possibilidades de
participação em eventos, atividades de pesquisa e de extensão.
60
O aluno pode ter abreviada a duração do seu curso nos casos em que:
intensifique seus estudos, quando ingressante por meio do vestibular agendado; faça
aproveitamento de estudos em situação de transferência ou de apresentação de
diploma de graduação.
2.3.12 Metodologia
O desenvolvimento curricular abrange atividades diversificadas, algumas das
quais realizadas fora da sala de aula, como semanas de estudos, palestras,
seminários, visitas técnicas, estudo de casos, aulas de campo, algumas das quais
serão desenvolvidas nas Unidades de Conservação da Natureza do estado 10.
Também são realizados projetos de pesquisa e de extensão, tanto como iniciativa do
Curso, quanto de forma integrada com os Cursos da Escola de Engenharia e Ciências
Exatas.
São desenvolvidos estudos sobre novas tecnologias, novos materiais,
qualidade,
reuso,
reaproveitamento
e
reciclagem,
visando
aprofundar
os
conhecimentos tratados em sala de aula e a vivência de situações reais de trabalho.
Isto possibilita o exercício do processo de intervenção técnica, com ênfase para as
normas de segurança e de preservação do meio ambiente.
As atividades práticas desenvolvidas ao longo do Curso, em sua grande maioria
executadas em laboratórios e aulas de campo, procuram, sempre que fisicamente
possível, reproduzir a vivência de situações de trabalho, oportunizando ao aluno o
desenvolvimento das competências e habilidades do engenheiro ambiental e
sanitarista, indicadas no perfil profissional do egresso. As aulas teóricas são
realizadas por meio de aulas expositivas, discussões, debates sobre vídeos, dentre
outros.
Nesse sentido, o Projeto Pedagógico do Curso estimula o processo de
produção e reelaboração do conhecimento, através da execução de projetos
interdisciplinares e práticas investigativas, oportunizando a relação teoria/prática e o
trabalho em equipe e individual.
10
As Unidades de Conservação da Natureza do estado, são de responsabilidade do Instituto de
Desenvolvimento e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA, com o qual há um termo de
cooperação técnica firmado com a Universidade Potiguar visando a pesquisa científica e o aprendizado
dos alunos.
61
ACESSIBILIDADE UNP
Os conceitos de acessibilidade e inclusão social estão intrinsecamente
vinculados. No senso comum, acessibilidade parece evidenciar os aspectos
referentes ao uso dos espaços físicos. Entretanto, numa acepção mais ampla, a
acessibilidade é condição de possibilidade para a transposição dos entraves que
representam as barreiras para a efetiva participação de pessoas nos vários âmbitos
da vida social. A acessibilidade é, portanto, condição fundamental e imprescindível a
todo e qualquer processo de inclusão social, e se apresenta em múltiplas dimensões,
incluindo aquelas de natureza atitudinal, arquitetônica, tecnológica, comunicacional e
pedagógica, dentre outras. É, ainda, uma questão de direito e de atitudes: como
direito, tem sido conquistada gradualmente ao longo da história social; como atitude,
no entanto, depende da necessária e gradual mudança de atitudes perante às
pessoas com deficiência. Portanto, a promoção da acessibilidade requer a
identificação e eliminação dos diversos tipos de barreiras que impedem os seres
humanos de realizarem atividades e exercerem funções na sociedade em que vivem,
em condições similares aos demais indivíduos.
É neste contexto que a Universidade Potiguar tem buscado alternativa ao
acesso e permanência dos alunos com deficiência nas mais diferentes atividades da
comunidade universitária.
1. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL
Refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e
discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa,
pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.
Práticas e recursos
Essa acessibilidade é notada pela existência, por parte dos gestores da UnP,
do interesse e motivação em implementar ações e projetos relacionados à
acessibilidade em toda a sua amplitude, incluindo ainda a priorização de recursos para
essas ações. Para exemplificar, são realizadas reuniões periódicas de apresentação
de temas relacionados a acessibilidade, conduzidas pelos Gestores do Sistema
Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP), com o objetivo de sensibilizar e esclarecer as
equipes de colaboradores das bibliotecas de todas as unidades dos campi Natal e
62
Mossoró incluindo os polos EAD. As Pessoas com Deficiência (PCDs) que fazem
parte dessas equipes e que dominam a linguagem dos sinais, são facilitadores para
um atendimento acessível.
2. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Eliminação das barreiras ambientais físicas nas residências, nos edifícios, nos
espaços e equipamentos urbanos.
Práticas e recursos
A UnP vem realizando periodicamente adequações na estrutura física, como
adaptações de banheiros, construção de rampas, instalações de pisos táteis e placas
em braile, instalações de elevadores / plataformas de elevação, sinalizadores, guardacorpos, sprinklers e corrimãos, dentre outras.
3. ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA
É a ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. Está
relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como
os professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão
educacional irá determinar, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas.
Práticas e recursos
É possível notar na Universidade a acessibilidade metodológica nas salas de
aula quando os professores promovem processos de diversificação curricular,
flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de
estudantes com deficiência, como, por exemplo: existência do Núcleo de Apoio
Psicopedagógico – NAPe/UnP com profissionais capacitados para realizar
atendimento e acompanhamento a alunos com necessidades especiais e
treinamentos específicos sobre educação inclusiva ao corpo docente; recursos de
apoio como: lupas, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação
alternativa, leitores de tela, entre outros. As atividades (conduzidas pelo NAPe) e os
recursos específicos para cada tipo de necessidade encontram-se listadas a seguir:
63
Quadro 6 - Atendimento a alunos deficientes - principais atividades e recursos
TIPO DE
NECESSIDADE
Cegueira ou baixa visão
Surdez ou deficiência
auditiva
Deficiência mental
Surdocegueira
ATIVIDADE/RECURSO PREVISTO
Disponibilização de computador e scanner com programas Winvox,
Dosvox, Recongnitaplus 3.0 e Standard OCR 3.2, Agnvox e Papovox para
digitalização da bibliografia a ser utilizada pelo aluno e posterior envio por
e-mail.
Profissional ledor nas atividades pedagógicas;
Flexibilização das atividades pedagógicas;
Adequação das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos
diferenciados; ampliação do tempo, entre outros);
Informação prévia ao aluno sobre eventuais mudanças no arranjo físico da
sala de aula.
Disponibilização de intérprete de LIBRAS ao aluno;
Formação em educação inclusiva para o corpo docente;
Adequação das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos
diferenciados; ampliação do tempo, entre outros);
Estabelecimento de uma rede articulada de profissionais, tais como:
pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, neurologista, assim como de
professores com habilitação para suporte necessário em sala de aula.
Profissional intérprete de LIBRAS com habilitação em surdocego, pois a
maneira de executar o uso da LIBRAS nesses casos possui
especificidades no uso do tato e no conhecimento da vibração das cordas
vocais.
Disponibilização do sistema BRAILE que também pode ser utilizado no
processo educacional desse tipo de aluno.
Articulação das duas modalidades LIBRAS TÁTIL e BRAILE para o
processo de aprendizagem.
Transtornos globais de
desenvolvimento
Altas habilidades /
superdotação
Capacitação do corpo docente em educação inclusiva;
Oferta de acompanhamento psicológico e pedagógico;
Formação de rede de atenção contemplando a família e profissionais da
saúde, quando necessário;
Flexibilização das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos
diferenciados; ampliação do tempo).
Promoção de ações de capacitação docente considerando a amplitude e a
sequência prevista na articulação entre os conteúdos construídos e o
processo de vivência e das práticas pedagógicas.
Oferta de suporte pedagógico e psicológico através do NAPe.
Levantamento e escuta das necessidades de cada aluno contemplando
sempre os seus aspectos singulares.
4. ACESSIBILIDADE NAS COMUNICAÇÕES
É a acessibilidade que elimina barreiras na comunicação interpessoal (face a
face, língua de sinais), escrita e virtual (acessibilidade digital).
Práticas e recursos
Uma das formas praticadas pela UnP é a presença do intérprete na sala de
aula em consonância com a Lei de Libras e Decreto de Acessibilidade, como também
a presença de scanner que converte texto em som e equipamentos (lupas e
64
headphones) disponibilizados nas bibliotecas de todas as Unidades do campus Natal
e Mossoró.
5. ACESSIBILIDADE DIGITAL
Direito de eliminação de barreiras na disponibilidade de comunicação, de
acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação
da informação em formatos alternativos.
Práticas e recursos
Evidencia-se a existência dessa acessibilidade na Instituição com a utilização
de tecnologias assistivas para o desenvolvimento de estratégias que permitam o
acesso ao conhecimento com autonomia, incluindo softwares leitores de textos como
MacDaisy e NVDA instalados em computadores da Biblioteca e laboratórios de
informática, recursos e ajudas técnicas para que o estudante tenha acesso à
informação e ao conhecimento, independentemente de sua deficiência.
2.3.13 Pesquisa e Extensão
a) A pesquisa na UnP
A
Universidade
Potiguar
apresenta
a
seguinte
estrutura
para
o
desenvolvimento da pesquisa:

Programa de Bolsas de Iniciação Científica – ProBIC: aprovado pela
Resolução n.º 02/98 – ConEPE, com vistas a proporcionar ao estudante o
desenvolvimento do espírito investigativo, a produção de conhecimentos e
o aprender fazendo.

Fundo de Apoio à Pesquisa e Gratificação de Incentivo à Pesquisa:
através do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP), regulamentado pelo
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Resolução n.º 02/98 –
ConEPE,), a Instituição incentiva a participação em pesquisa através de
concessão de bolsas a estudantes (ProBIC) e de Gratificação de Incentivo
à Pesquisa (GIP), para os professores pesquisadores.

Comitê de Pesquisa: criado pelo ConSUni, por meio da Resolução
020/2001, o ComPesq/UnP, é um órgão de natureza consultiva,
deliberativa e de assessoramento no que se refere a aspectos técnicos e
científicos dos projetos de pesquisas da Universidade. É responsável pela
65
análise prévia de projetos apresentados pelos diversos cursos, para
posterior encaminhamento ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Comitê de Ética em Pesquisa: criado pela Resolução n. 0022/2002 ConSUni, conforme legislação do Conselho Nacional de Saúde. No ano
2003, o CEP/UnP foi selecionado para participar do Projeto de
Fortalecimento do Comitê de Ética em Pesquisa, financiado pela
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
(UNESCO).
A partir da criação do CEP, todos os projetos de pesquisa desenvolvidos na
Instituição, envolvendo seres humanos ou animais, são cadastrados e avaliados por
esse Comitê. A divulgação da produção resultante dos projetos de pesquisa e
atividades de iniciação científica desenvolvidos ocorre, principalmente, por meio de:
a) Congresso científico/mostra de extensão da Universidade Potiguar;
b) Artigos publicados em periódicos científicos da área;
c) Eventos da área promovidos pela Escola de Engenharias e Ciências
Exatas, pelo próprio Curso e por organizações externas.
A pesquisa no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária abrange as áreas
das ciências ambientais e da engenharia sanitária, logo abaixo (Quadros 9, 10, 11, 12
e 13) encontram-se relacionados os projetos institucionais desenvolvidos entre os
anos de 2010 e 2014, bem como suas respectivas linhas de pesquisa.
Quadro 7 – Projetos de Pesquisa 2010
TÍTULO
LINHA DE PESQUISA
1. Avaliação da eficiência de estações
Planejamento e gestão
compactas no tratamento de águas
urbana
residuárias.
2. Avaliação da qualidade da água para
consumo humano da cidade de Parnamirim a
Controle Ambiental
partir de parâmetros físico-químicos e
biológicos
PROF. COORDENADOR
Carla
Gracy
Meneses
Ribeiro
Lourdes Bernadete Dias
Duarte De Melo
66
Quadro 8 – Projetos de Pesquisa 2011
TÍTULO
1.
LINHA DE PESQUISA
Avaliação da eficiência de estações
compactas no tratamento de águas Controle Ambiental
residuárias.
PROF. COORDENADOR
Carla
Gracy
Meneses
Ribeiro
Quadro 9 – Projetos de Pesquisa 2012
TÍTULO
LINHA DE PESQUISA
1. Análise das Áreas de Risco no Vale do
Desenvolvimento
Açu
Sustentável
2. Estudo dos Impactos Ambientais da
Tecnologias Ambientais
Indústria de Petróleo no Rio Grande do Norte
Gestão Ambiental e
3. Monitoramento da Dinâmica Costeira na
Desenvolvimento
Praia de Ubarana – Guamaré/RN
Sustentável
4. Tratamento de Matéria Orgânica Sintética
Tecnologias Ambientais
Utilizando Processos Oxidativos Avançados
PROF. COORDENADOR
Carla
Gracy
Meneses
Ribeiro
Fábio Ricardo Silva Góis
Moab Praxedes Gomes
Andréa
Francisca
Fernandes Barbosa
Quadro 10 – Projetos de Pesquisa 2014
TÍTULO
1.
2.
3.
4.
Otimização da Qualidade do Ecodiesel
(B7, B10, B15,B20 E B100) através da
Modificação da Composição dos Ácidos
Graxos usando Biodiesel de diferentes
Óleos
Tratamento de Efluente gerado na
Produção de Biodiesel utilizando
Processos Oxidativos Avançados
Beneficiamento de Resíduos de
Petróleo
utilizando
Métodos
Termocatalíticos.
Armazenamento e Produção de
Biodiesel através do Óleo de Fritura
LINHA DE PESQUISA
PROF. COORDENADOR
Tecnologias Ambientais
e Petróleo e Gás
João Paulo
Evangelista
da
Costa
Tecnologias Ambientais
e Petróleo e Gás
Luzia Patrícia Fernandes
de Carvalho Galvão
Tecnologias Ambientais
e Petróleo e Gás
Ana Catarina Fernandes
Coriolano
Tecnologias Ambientais
e Petróleo e Gás
Luzia Patrícia Fernandes
de Carvalho Galvão
b) O e-labora como agente de fomento à pesquisa na Escola de Engenharias e
Ciências Exatas
O Brasil, apesar da Lei de Inovação Tecnológica (2004), que aponta para um
incentivo à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), ainda se encontra em uma posição
desconfortável, quando compararmos a outros países. De acordo com o Ranking
disposto na Figura 04, o País foi o 13º colocado em relação ao quantitativo de patentes
oriundas de P&D depositadas no ano de 2014, sendo os EUA o líder mundial.
67
Figura 3 – Ranking dos países em função quantitativo de patentes oriundas de P&D
depositadas no Mundo em 2014.
Fonte: e-labora (2014).
No que se refere aos investimentos no setor, o Brasil aplica pouco mais de
1,2% do seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento, ou seja, o País ainda tem um baixo
índice de investimento quando comparado a outras nações, ficando à frente apenas
de países de menor poder econômico como, por exemplo, a Argentina, o Chile e o
México (Figura 05).
68
Figura 4 – Classificação mundial dos países em função do investimento do PIB em
P&D.
Fonte: e-labora (2014).
A Figura 05 mostra ainda que no Brasil para cada três pesquisadores apenas
um está dentro das empresas, enquanto que nos EUA a realidade é a inversa (para
cada três, apenas um está dentro da academia). Tal fato, além de remeter a relevância
dos investimentos para o fomento, estímulo e incentivo da P&D, aponta para
necessidade promover no Brasil uma maior integração entre a academia e as
indústrias. Pensando nisso, a UnP, de forma diferenciada, desenvolveu o seu Centro
de Excelência em Pesquisa Aplicada: o e-labora.
Criado em 2014, o e-labora é um Centro de Pesquisa que reúne informações,
investimentos e investigações científicas com o objetivo de realizar a integração entre
academia e a sociedade civil visando gerar saltos de eficiência e produtividade para o
mercado e excelência na formação acadêmica e profissional dos alunos da
Universidade Potiguar, em especial, os da Escola de Engenharias e Ciências Exatas.
Com
as experiências,
o
aprendizado
e
o aperfeiçoamento
técnico
proporcionados pelo e-labora os discentes irão construir novas competências e
habilidades, as quais serão somadas aquelas já trabalhadas em sala de aula.
69
Estímulos esses, que contribuirão para ampliação dos conhecimentos do discente e
com o fortalecendo da sua formação profissional.
As ações desenvolvidas através do Centro de Pesquisa, além do aprendizado,
proporcionarão ao discente a ampliação da pesquisa institucional tanto em relação à
diversificação das linhas de estudo quanto ao aumento no quantitativo de alunos
envolvidos (bolsistas e/ou voluntários). Já para sociedade civil, os serviços ofertados
acenarão como uma possibilidade de novas parcerias na busca de soluções técnicas
que possam promover ganhos de produtividade e competitividade mediante o
mercado.
Atualmente, o foco do e-labora são pesquisas e serviços nas áreas das
Engenharias sejam elas de natureza específica ou multidisciplinares. Na Escola de
Engenharias e Ciências Exatas, onde insere-se o Curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária, a pesquisa aplicada promovida pelo e-labora envolve e integra alunos de
graduação e pós-graduação, pesquisadores (da própria instituição) e empresas
parceiras na busca por soluções de problemas reais sempre com o objetivo de
desenvolver novas técnicas, tecnologias, produtos e patentes.
Com o início das atividades do Centro, em 2014, foram incialmente
selecionadas quatro grandes áreas de conhecimento, todas eleitas em função da
infraestrutura institucional, da expertise dos pesquisadores, e claro, das demandas de
mercado. As grandes áreas escolhidas foram: Construção Civil, Desenvolvimento de
Software, Automação e Controle e Microeletrônica. Já em 2015, em função dos
resultados obtidos no ano anterior e das crescentes demandas oriundas tanto da
sociedade civil quanto do interesse dos discentes em participarem dos trabalhos
desenvolvidos pelo Centro, novas áreas de conhecimento foram incluídas: Arquitetura
e Urbanismo; Petróleo e Gás; Processos de Produção; Ambiental; Segurança do
Trabalho; e Energias.
Cabe ressaltar que, diante dos princípios da multidisciplinaridade e da
indissociabilidade trabalhados pelo e-labora, apesar de existirem as grandes áreas de
atuação, todas as atividades desenvolvidas pelo Centro são executadas por
profissionais e graduandos tanto do Curso que detém o conhecimento específico
quanto por aqueles das áreas correlatas. Seguindo essa diretriz, o processo de
seleção dos discentes que integrarão as equipes de pesquisa (como bolsistas ou
voluntários) se dá via Edital permitindo a inscrição de Alunos dos mais diferentes
70
Cursos cuja aprovação fica condicionada ao cumprimento dos requisitos dispostos no
Edital.
Detendo-se ao Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, os Quadros 14 e
15, logo abaixo, listam, respectivamente, as pesquisas desenvolvidas pelo e-labora
nos anos de 2014 e 2015 que estabelecem relação com os conteúdos abordados ao
longo dessa graduação.
Quadro 11 – Projetos de pesquisa do e-labora que envolveram a temática
ambiental e/ou sanitária no ano de 2014.
TÍTULO
1. Confecção de Tijolo
Ecológico a partir de
Resíduo Industrial.
LINHA DE PESQUISA
PROF. COORDENADOR
Construção Civil
Élcio Correia de Souza
Tavares
Quadro 12 – Projetos de pesquisa do e-labora que envolveram a temática
ambiental e/ou sanitária no ano de 2015.
TÍTULO
LINHA DE PESQUISA
1. Reaproveitamento de Resíduos Líquidos
em Canteiros de Obras por Processos de Construção Civil
Filtração
2. Síntese e Caracterização de Grafeno
para Aplicação Ambiental na Indústria do Petróleo e Gás
Petróleo.
3. Utilização de Bagaço de Cana-de-açúcar
na Remoção de Poluentes Presentes na Petróleo e Gás
Água Produzida de Petróleo.
PROF. COORDENADOR
Ítalo Vale Monte Júnior
Glauber
José
Fernandes
Turolla
Fábio Pereira Fagundes
2.3.14 Extensão E Ação Comunitária
a) A extensão e a ação comunitária na UnP
A extensão volta-se para o estudo de temáticas da atualidade, incluindo cursos
e seminários que possibilitam o aprofundamento de conhecimentos complementares
ao exercício profissional da Engenharia Ambiental e Sanitária. Em geral, as atividades
extensionistas propiciam:
I. o contato do aluno com o mercado de trabalho;
II. a formação da consciência sócio-política;
III. a dinamização do trabalho científico de intervenção na comunidade;
IV. o trabalho interdisciplinar;
71
V. a interrelação Universidade-empresa, fortalecendo responsabilidades
recíprocas.
Para o desenvolvimento de suas atividades extensionistas, a Universidade
Potiguar trabalha o Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), destinado à
participação de alunos.
b) A extensão e a ação comunitária no Curso de Engenharia Ambiental e
Sanitária
A extensão universitária visa complementar ou atualizar o conhecimento dos
futuros profissionais, bem como proporcionar o seu treinamento em tecnologias
recentes, contribuindo para a formação de recursos humanos que atendam às
exigências de qualificação e expansão do mercado de trabalho.
A participação dos alunos em projetos de extensão comunitária ou universitária
atua com instrumento amplificador de formação. Tais atividades são incentivadas pela
Coordenação do Curso e, uma vez cumpridas pelo discente, podem compor o
histórico escolar na forma de atividade complementar, desde que observadas as
normas institucionais pertinentes.
No âmbito do Curso, a extensão deverá ocorrer em diversas formas, tais como:

Apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC);

Congresso Científico e Mostra de Extensão da Universidade Potiguar;

Semana do Meio Ambiente;

Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas.
Ano 2010
a) Projetos
PROJETO
Informática Cidadã
COORDENADOR
Cláudio Márcio Campos de Mendonça
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
IV Semana do Meio Ambiente
IV Semana do Meio Ambiente
TEMA
Pré-Sal: O Novo Marco
Regulatório de Exploração e
Produção de Petróleo
Avaliação Prática de
Impactos Ambientais na
Indústria do Petróleo
DATA
De 31/05 a 05/06/2010
De 31/05 a 05/06/2010
72
IV Semana do Meio Ambiente
Programas Ambientais da
Petrobras/RN
De 31/05 a 05/06/2010
XII Congresso Científico e a XI
Mostra de Extensão da
Universidade Potiguar
UnP 30 anos: Ciência e
Formação Profissional para
o Desenvolvimento do RN
De 03/11 a 05/11/2010
Ano 2011
a) Projetos
PROJETO
Informática Cidadã
COORDENADOR
Weinberg de Paiva e Souza
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
I Workshop da Escola de Engenharias e
Ciências Exatas
TEMA
DATA
-X-
De 25/05 a 27/05/2011
Mutirão de Limpeza do Rio Potengi
Recuperação do Estuário do Rio
Potengi
28/05/2011
Lançamento da Cartilha intitulada
“Intervenção em Áreas Degradadas:
Estudo no Trecho do rio Pitimbu – Ponte
Velha e Mata do CATRE – Município de
Parnamirim/RN”
Comemoração da Semana do
Meio Ambiente
02/06/2011
II Mutirão Renove o Verde
XIII Congresso Científico e a XII Mostra
de Extensão da Universidade Potiguar
Mesa Redonda
Recuperação de Áreas de Mata
Atlântica
Ciência
e
Inovação:
Conhecimento para Superar
Fronteiras.
Meio Ambiente: A atuação da
Engenharia
em
Áreas
Degradadas
04/06/2011
De 26/10 a 28/10/2011
Em 02/06/2011
Ano 2012
a) Projetos
PROJETO
Qualidade da Água para Consumo Humano na
Comunidade de Parnamirim-RN
Informática Cidadã
COORDENADOR
Lourdes Bernadete Dias Duarte de Melo
Ana Katarina Oliveira Aragão
Weinberg de Paiva e Souza
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
Mesa Redonda
TEMA
Criação de Unidade de Conservação
como forma de salvaguardar o
patrimônio natural do Município de
Martins/RN.
DATA
27/04/2012
73
XIV Congresso Científico e a XIII
Mostra
de
Extensão
da
Universidade Potiguar
Ciência e Sustentabilidade: Desafios e
Oportunidades
De 07/11 a 08/11/2012
Ano 2013
a) Projetos
PROJETO
Informática Cidadã
COORDENADOR
Weinberg de Paiva e Souza
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
II Workshop da Escola de Engenharias e
Ciências Exatas
Semana do Meio Ambiente
XIV Mutirão de Limpeza do Rio Potengi e
Educação Ambiental
XV Congresso Científico e a XIV Mostra de
Extensão da Universidade Potiguar
XV Mutirão de Limpeza do Rio Potengi e
Educação Ambiental
TEMA
DATA
-X-
De 08/05 a 10/05/2013
Consciência e atitude mudam o
Mundo
Recuperação do Estuário do Rio
Potengi
Formação e empregabilidade:
os desafios Globais
Limpeza do Estuário do Rio
Potengi
De 04/06 a 09/06/2013
08/06/2013
De 22 a 24/10/14
23/11/2013
Ano 2014
a) Projetos
PROJETO
Informática Cidadã
COORDENADOR
Weinberg de Paiva e Souza
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 01
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 02
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 03
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 04
III Workshop da Escola de Engenharias e
Ciências Exatas e I Simpósio do Mestrado
TEMA
DATA
Democracia, ética e cidadania; e
Globalização e geopolítica
15/03/2014
Ecologia/Biodiversidade
12/04/2014
Arte e cultura; Sociodiversidade:
multiculturalismo, tolerância,
inclusão/exclusão, relações de
gênero
Ciência, tecnologia e inovação;
Avanços tecnológicos;
Tecnologias de informação e
comunicação
Ciência e Inovação Tecnológica
10/05/2014
16/08/2014
De 21/08 a 23/08/2014
74
Profissional em engenharia de Petróleo e
Gás
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 05
XVI Congresso Científico e a XV Mostra
de Extensão da Universidade Potiguar
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 06
Aperfeiçoamento em Conteúdos de
Conhecimentos Gerais E atualidades –
Palestra 07
Relações de trabalho
13/09/2014
Ciência, cultura, arte e filosofia:
integração dos saberes para um
mundo melhor
De 08 a 10/10/2014
A vida urbana e rural; Violência
18/10/2014
Palestra motivacional de
encerramento
08/11/2014
Ano 2015
a) Projetos
PROJETO
Informática Cidadã
COORDENADOR
Weinberg de Paiva e Souza
b) Eventos e Atividades
ATIVIDADE
IV Workshop da Escola de Engenharias
e Ciências Exatas e o II Simpósio do
Mestrado Profissional em Engenharia de
Petróleo e Gás.
Mesa Redonda
Ciclo de Palestras da Escola de
Engenharias e Ciências Exatas em
Comemoração à Semana do Meio
Ambiente
Visita
Técnica
Complementar
à
Programação da Semana do Meio
Ambiente Promovida pela Escola de
Engenharias e Ciências Exatas
TEMA
DATA
Ciência, Tecnologia, Inovação e
Empregabilidade: o Aluno e o
Mercado de Trabalho.
De 27/05 a 29/05/2015
Plano Nacional de Recursos
Hídricos
 O
Estuário
e
suas
importâncias;
 Gestão Pública;
 Destinação dos Resíduos
Sólidos do Município de Natal:
uma questão técnica, legal e
de consciência.
Conhecendo o Estuário do Rio
Ceará-Mirim, Barra do Rio,
Extremoz-RN.
03/06/2015
De 10/06 a 12/06/2015
13/06/2015
75
c) Eventos e Atividades Previstas para 2015.2
ATIVIDADE
Integração ecológica do homem com
o meio ambiente.
Workshop de Empregabilidade
Palestra
XVII Congresso Científico e a XVI
Mostra de Extensão da Universidade
Potiguar
TEMA
Recomposição
de
Áreas
Degradadas de Mangue no
Estuário do Rio Ceará-Mirim,
Extremoz-RN.
Carreira e as Mídias Digitais:
como utilizar as mídias digitais
para alavancar sua carreira
profissional.
Ciência, Tecnologia e Inovação;
Avanços
Tecnológicos;
Tecnologia de Informação e
Comunicação.
-X-
DATA
De 08/15 a 12/2015.
19/08/2015
22/08/15
De 28/10 a 30/10/2015
76
PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE
SOCIAL - 2014
Ação Global 2014 – Parceria Sesi/UnP
Atendimentos em saúde, educação, lazer, cultura e cidadania.
Dia Nacional de Ação Voluntária da Fundação Bradesco – Parceria Fundação
Bradesco/UnP
Atendimentos de saúde, educação, lazer, cultura e cidadania
Dia da Responsabilidade Social no Ensino Superior
Incentivo ao trabalho de extensão universitária voltada para o público externo,
oferecendo atendimento em diversas áreas à população.
Global Days of Service
Ações voltadas para crianças em situação de risco.
Here for Good
Prêmio instituído para reconhecer e promover o trabalho dos alunos empreendedores
sociais.
Prêmio James McGuire
Busca encorajar e motivar os alunos, de qualquer área acadêmica, a empreender na
formação de um negócio.
77
PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE
SOCIAL - 2015

Temática de Relações Étnico-Raciais – Abordada em palestras de
Aperfeiçoamento em Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Arte e
Cultura: sociodiversidade, multiculturalismo, tolerância, inclusão/exclusão e
relações de gênero”;

Educação Ambiental - Abordada em palestras de Aperfeiçoamento em
Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Ecologia e Biodiversidade”;
como também da Palestra Internacional de 2014: “Tecnologia Verde”; incluindo
a temática de sustentabilidade no megaevento internacional (transmitido por
videoconferência): CLINTON GLOBAL INITIATIVE UNIVERSITY.
PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE
SOCIAL - 2015

Direitos Humanos - Abordada em palestras de Aperfeiçoamento em
Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Democracia, Ética e
Cidadania; Globalização e Geopolítica”; como também nos eventos do
Compromisso Social – Ação Global, Dia Nacional da Ação Voluntária, etc.;
e também no megaevento internacional (transmitido por videoconferência):
CLINTON GLOBAL INITIATIVE UNIVERSITY.
78
2.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita
por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento - média
mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída
nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez).
Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade
abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada
unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte
fórmula: Média Final = U1 + U2/2
É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e
utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na
forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras
técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em
grupo, de maneira que seja proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de
seu desempenho.
As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada,
contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de
todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas
ou exames integrados (ExIn).
Segunda chamada
O aluno pode realizar uma segunda chamada objetivando a substituição de
uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos
momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e
pagamento da taxa correspondente.
Recuperação
Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar
avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu
desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de
recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2).
79
Promoção, Retenção e Dependência
De acordo com a Resolução Nº 006/2013-ConSUni/UnP de 08 de maio de
2013, que altera os artigos 144, 145 e 146 do Regimento Geral da Universidade:
É promovido à série seguinte o aluno aprovado nas disciplinas da série anterior,
excepcionado o caso de retenção.
Está sujeito à retenção da antepenúltima para a penúltima série e da penúltima
para a última série do Curso o aluno que tenha acumulado a partir de quatro
reprovações em disciplinas cursadas, configurando-se estas reprovações como
dependências. Não são consideradas para fins de retenção disciplinas em adaptação.
Na ocorrência de retenção, o aluno ficará vinculado à ultima série cursada,
podendo cursar em regime de dependência as disciplinas nas quais foi reprovado,
desde que estejam sendo devidamente ofertadas pela Instituição no transcorrer do
semestre em que esteja retido.
O aluno somente poderá avançar para a série seguinte à que fora retido quando
restarem no máximo três disciplinas reprovadas em sua situação acadêmica.
Procedimentos de avaliação
São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação
das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção
docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos;
a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais
expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e
habilidades previstas no perfil profissional do egresso.
Instrumentos
São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios e
de visitas técnicas, entre outros. Destacam-se as avaliações integradas e os Exames
Integrados (Exin), realizados semestralmente para todos os alunos da 3ª a 10ª séries,
com parâmetros, prazos e conteúdos definidos em edital.
Critérios
Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as
atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados
80
na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência
harmoniosa e solidária.
81
2.5 APOIO AO DISCENTE
O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da
Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante
(PAE/UnP)11, compreendendo vários mecanismos:

apoio à participação em eventos científicos e à produção científica;

divulgação da produção discente;

apoio prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), por meio,
por exemplo, de atendimento ou encaminhamento de alunos com
necessidades especiais;

mecanismos de nivelamento – Aulas das disciplinas Pré-Cálculo, Cálculo
de uma variável, Cálculo de duas variáveis, Mecânica Clássica e
Termodinâmica oferecidas em horário extracurricular voltadas ao
esclarecimento de dúvidas e resolução de exercícios ;

bolsas acadêmicas:
a)
Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC);
- e-labora.
b)
Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx);
c)
Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM).
A Universidade também disponibiliza a seus estudantes:
a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus
pais, ou por e-mail, cartas e telefone;
b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e
serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate;
c) o Unp Virtual, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) desenvolvido pela
própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a
coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem.
Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada
por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como
Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade
com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da
Universidade.
11
UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos
Normativos da UnP. Série Verde, V. 5).
82
2.6 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação do Curso e deste Projeto está integrada ao Projeto de
Autoavaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação
(CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnicoadministrativo, adotando-se uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes
categorias:
A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de
avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP.
Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento
institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos
Conselhos de Cursos de graduação e dos Núcleos Docentes Estruturantes. Após
cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim como com
representantes de turma, com vistas à identificação e adoção de estratégias de
melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso.
A avaliação deste Projeto, especificamente, leva em conta:

coerência do Projeto com os requisitos legais, diretrizes curriculares
nacionais e orientações institucionais constantes no PDI;

coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado;
83

atualidade das competências e habilidades previstas em relação às
necessidade sociais, incluindo-se as do mercado de trabalho;

ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa,
extensão e ação comunitária previstas no PDI;

estratégias de flexibilização curricular adotadas;

coerência entre a sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas e os
conteúdos estudados;

melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho,
requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre
outros;

funcionamento regular do Conselho do Curso e respectivos registros;

melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico,
computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo
ambientes específicos.
As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento
elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e
divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de
laboratórios, por exemplo). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de
aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise
do Conselho do Curso, e implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP.
As ações implementadas constam de relatório próprio estruturado pelo NDE
sob orientação da Comissão de Avaliação da Universidade, com sínteses postadas
no site da UnP.
84
PARTE III - CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO
85
3.1 CORPO DOCENTE
3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação da
Universidade Potiguar através da Resolução n. 040, de 29 de novembro de 2012 ConEPE, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de
natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação
e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso.
Compete ao NDE:
a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão;
b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem;
c) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias
para aperfeiçoamentos;
d) participação em concurso para seleção de docentes;
e) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes,
promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à
Coordenação
do
Curso
as estratégias
necessárias
ao
contínuo
aperfeiçoamento dos professores;
f)
participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado
pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento
da sua execução.
Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores;
identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos
para o desenvolvimento do PPC.
86
NDE do Curso
O Núcleo Docente Estruturante do Curso é composto por 5 professores,
conforme portaria da Reitoria n° 105/2015 de 01 de junho de 2015, apresentando as
seguintes características:
NOME DO PROFESSOR
TITULAÇÃO
Maurílio de Medeiros Lucena
Ana Katarina Oliveira Aragão
Cláudia Patrícia Torres Cruz
Carla Gracy Ribeiro Menezes
Thiago de Paula Neves Mesquita
Msc.
Dra.
Dra.
Dra.
Msc.
REGIME DE
TRABALHO
TI
TP
TP
TI
TI
3.1.2 Perfil do corpo docente 2015.1
O corpo docente do Curso em 2015.1 é constituído por 15 (quinze) professores.
Desses, dez lecionam disciplinas do semestre letivo em vigência, quatro são,
exclusivamente, membros integrantes do Núcleo Docente Estruturante do curso e um
é o responsável institucional pela disciplina de Libras.
Todos os professores que integram o corpo docente do curso de Engenharia
Ambiental e Sanitária no período 2015.1 apresentam formação complementar em
programas de pós-graduação lato senso ou stricto sensu, sendo 3 (três) Especialistas,
7 (sete) Mestres e 5 (cinco) Doutores.
Quanto ao regime de trabalho e à experiência profissional, do total de
professores:
a) Três docentes (20%) atuam em regime de Tempo Integral (TI), outros quatro
(26,67%) em Tempo Parcial (TP) e oito (53,33%) são Horistas (H);
b) Todos, ou seja, 100% têm experiência no magistério do ensino superior de,
no mínimo, seis meses. Já em relação ao mercado de trabalho, a
experiência profissional dos docentes varia entre 5 e 42 anos.
O Quadro 11 logo abaixo, relaciona a formação acadêmica, a(s) disciplina(s)
ministrada(s), o regime de trabalho e o tempo de experiência no ensino superior e
profissional dos docentes que lecionam no período 2015.1.
87
Quadro 13 – Formação acadêmica, disciplina (s), regime de trabalho e tempo de
experiência dos docentes do período 2015.1
FORMAÇÃO
NOME
GRADUAÇÃO
PÓSGRADUAÇÃO
Mestrado
em:Irrigação e
Drenagem pela
Universidade
Federal Rural do
Semiárido
(2009).
Especialização
em: Educação
Ambiental pela
Universidade
Estadual do Rio
Grande do Norte
(2002); e Gestão
de Recursos
Hídricos pela
Universidade
Federal de Santa
Catarina (2006).
EXPERIÊNCIA
PROFISSIONAL
ENSINO
MERCADO
SUPERIOR
DISCIPLINA(S)
REGIME DE
TRABALHO
Introdução à
Engenharia
Horista
7 anos
28 anos
1. Antônio
Gilberto de
Oliveira
Jales
Geologia pela
Universidade
de Fortaleza
(1986).
2. Ana Karla
Silva do
Nascimento
Matemática
pela
Universidade
Federal do Rio
Grande do
Norte (2009)
Mestrado em:
Ensino de
Ciências
Naturais e
Matemática.
Cálculo aplicado
às Ciências
Exatas.
Horista
5 anos
5 anos
Engenharia
agronômica
pela
Universidade
Federal Rural
do Semiárido
(2007)
Doutorado em:
Desenvolvimento
e Meio Ambiente
pela
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
– UFRN (2015).
Mestrado em:
Desenvolvimento
e Meio Ambiente
pela UFRN
(2010).
Especialização
em: Gestão
Ambiental pelo
Instituto Federal
de Educação,
Ciência e
Tecnologia do
Rio Grande do
Norte (2011).
NDE
Tempo
Parcial
5 anos
5 anos
3. Ana
Katarina
Oliveira
Aragão
88
4. Daniela
Vasconcelos
de Souza
Brito
Engenharia
Civil pela
Universidade
Potiguar
(1999)
5. Claudia
Patrícia
Torres Cruz
Física
(Bacharelado
e Licenciatura)
pela
Universidade
Federal do Rio
Grande do
Norte – UFRN
(2004 e 2007)
6. Carla Gracy
Ribeiro
Meneses
7. Lidiane Lyra
de Almeida
8. Jorge
Ramos de
Figueiredo
Mestrado em:
Saneamento e
Meio Ambiente
pela.
Universidade
Federal da
Paraíba (2001)
Ciências e
tecnologias dos
Materiais
Doutorado em:
Física pela
Ótica, Ondas e
UFRN (2012).
Eletromagnetismo;
Mestre em:
NDE
Física pela
UFRN (2007).
Doutorado em:
Engenharia
Química pela
Universidade
Engenharia
Federal do Rio
Civil pela
Grande do Norte
Universidade
(2006).
Federal do Rio Mestrado em:
Grande do
Engenharia
Norte (1998).
Sanitária pela
Universidade
Federal do Rio
Grande do Norte
(2001).
Ciências
Mestrado em:
Biológicas
(Licenciatura)
Bioecologia
pela
Aquática pela
Universidade
UFRN (2001).
Especialização
Potiguar
em: Práticas
(1997);
Ciências
pedagógicas no
Biológicas
ensino superior
(Bacharelado)
pela
pela
Universidade
Universidade Potiguar (2010);
Federal do Rio
Bioecologia
Grande do
aquática pela
Norte – UFRN
UFRN (1999).
(1999).
Especialização
em:
Controladoria Administração e
Empresarial
Segurança de
pela Faculdade
Sistemas
Integrada do
Computacionais
Ceara (2005)
pela Faculdade
Integrada do
Ceara (2006).
Horista
Tempo
Parcial
6 meses
13 anos
8 anos
8 anos
NDE
Tempo
Integral
10 anos
17 anos
Tecnologias na
Formação
Profissional.
Horista
12 anos
16 anos
Programação
Científica
Horista
7 anos
11 anos
89
9. Michelli
Silva de
Oliveira
10. Maurílio de
Medeiros
Lucena
11. Marcos
Antônio
Pinheiro
Alves
12. Trícia
Caroline da
Silva
Santana
Ramalho
Doutorado em:
Física da Matéria
Condensada
pela UFRN
(2011).
Mestrado em:
Física pela
Universidade
Geofísica pela
Cálculo de Duas
Federal do Rio
UFRJ (2006).
Variáveis
Especialização
de Janeiro em: Práticas
UFRJ (2004).
Pedagógicas no
Ensino Superior
pela
Universidade
Potiguar (2011).
Mestrado em:
Engenharia
Engenharia
Mecânica na
Civil pela
área de
Coordenador
Universidade
Tecnologia dos
Acadêmico do
Federal do Rio
Materiais pela
Curso NDE
Grande do
Universidade
Norte (1980).
Federal do Rio
Grande do Norte
(2007).
Especialização
em:
Planejamento e
Consultoria
Empresarial pela
Ciências
Universidade
Econômicas
Potiguar (1995);
pela
Programa de
Administração e
Universidade Formação Geral
Economia
Federal do Rio
e
Grande do
Desenvolvimento
Norte (1973).
de Ex. pela
Faculdade de
Economia,
Administração e
Contabilidade da
USP (2001).
Doutorado em:
Arquitetura e
Urbanismo pela
UFRN (2015).
Mestrado em:
Arquitetura e
Arquitetura
Urbanismo pela
pela
UFRN (2003).
Especialização Expressão Gráfica
Universidade
em: Gestão
da Amazônia
(1999)
Ambiental
Urbana pela
UFRN (2008);
Aperfeiçoamento
em Gestão de
Obras de
Restauro pela
Tempo
Parcial
7 anos
10 anos
Tempo
Integral
18 anos
35 anos
Horista
31 anos
42 anos
Horista
11 anos
16 anos
90
Universidade
Federal de
Pernambuco
(2006).
13. Rosângela
Dala Possa
14. Thiago de
Paula
Nunes
Mesquita
15. Paulo
Roberto de
Andrade
Santos
Tecnologia em
Mestrado em:
Controle de
Processos
Engenharia
Fundamentos em
Químicos pela
Química pela
Ciências Exatas e
Universidade
Universidade
Química Geral e
Tecnológica
Estadual do
Experimental.
Federal do
Oeste do Paraná
Paraná –
(2013).
UTFPR (2009)
Tecnologia em
Meio Ambiente
pelo Instituto
Federal de
Educação,
Ciência e
Mestrado
Tecnologia do
em:Ecologia
Rio Grande do
NDE
pela UFRN
Norte – IFRN
(2009).
(2005);
Ecologia pela
Universidade
Federal do Rio
Grande do
Norte (2008).
Especialização
em: Libras pela
Faculdade
Fonoaudiologia
Integrada de
pela
Jacarepaguá-RJ
Universidade
Libras
(2010).
Potiguar
Motricidade Oral
(2005).
pela
Universidade
Potiguar (2007).
Horista
6 meses
9 anos.
Tempo
Integral
7 anos
11 anos
Tempo
Parcial
6 anos
10 anos
3.1.3 Políticas de apoio ao docente
Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira
Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de
apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se:
a) oferta de pós-graduação lato sensu, com cursos na área:
ÁREA PROFISSIONAL
Construção e Meio Ambiente
Petróleo, Energias e Meio Ambiente
Segurança no Trabalho e Mecânica
CURSO
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Engenharia De Petróleo E Gás
Engenharia De Segurança Do Trabalho
b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu:
-
Administração;
91
-
Biotecnologia;
-
Engenharia de Petróleo e Gás; e
- Psicologia Organizacional e do Trabalho.
c) disponibilização de:
-
Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras
iniciativas, pelas ações de atualização didático-pedagógica;
-
UnP Virtual;
-
Autoatendimento, ferramenta da UnP por meio da qual o professor
pode acessar e-mail@unp; planos de ensino e cronogramas; UnP
Virtual; sistemas de curriculum vitae e de diário eletrônico; relatórios
das avaliações promovidas pela CPA/UnP;
d) oferta do Programa de Desenvolvimento de Corpo Acadêmico da Laureate
International Universities, com foco no aperfeiçoamento das habilidades
de ensino e na inovação no ensino superior:
-
cursos:
I.
introdutórios: visão geral do Programa;
II.
de métodos de aprendizagem;
III.
de habilidades acadêmicas profissionais;
-
certificado Laureate em ensino e aprendizagem no ensino superior;
-
certificado Laureate em ensino do adulto trabalhador (características,
necessidades, técnicas de ensino e metodologias eficazes para o
trabalho com alunos adultos;
-
certificado Laureate em ensino online, híbrido e semipresencial (ensino
online, gestão da sala de aula virtual e transição para a aprendizagem
online;
-
série de webinários - aprendizagem baseada em competências.
Além disso, são realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a
Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais, e reuniões sistemáticas
conduzidas pela Coordenação do Curso considerando os resultados da avaliação da
aprendizagem e da autoavaliação do Curso, sendo discutidas ainda necessidades
identificadas no desenvolvimento curricular e apontadas por alunos, pelos professores
e NDE.
92
3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
3.2.1 Equipe de apoio ao Curso
Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza:

Um assistente, atuando de forma compartilhada com outras coordenações
de cursos de graduação da Escola;
Pessoal técnico para registro das atividades complementares;

Coordenação acadêmico-administrativa integrante da Estrutura da Escola;

Coordenação de laboratório;

Técnicos de informática;

Técnicos de laboratórios.
3.2.2 Atividades de capacitação
O pessoal técnico administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais
promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir de necessidades
identificadas junto às Coordenadorias de cursos. Constituem exemplos de temáticas
abordadas:

Integração;

Aperfeiçoamento pessoal/técnico e desenvolvimento de equipes;

Segurança e medicina do trabalho;

Excelência no atendimento;

Capacitação e aperfeiçoamento de idiomas;

Inclusão social;

Universidade ativa;

Treinamento sobre gestão de performance;

Academia de liderança.
93
PARTE IV - INSTALAÇÕES
94
4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP
A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da
seguinte forma:


Campus Natal (sede), integrado por 6 (seis) Unidades:
-
Floriano Peixoto;
-
Salgado Filho;
-
Nascimento de Castro;
-
Roberto Freire;
-
João Medeiros Filho;
-
Marcelo Mariano.
Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN.
Nos
dois
Campi,
encontram-se
condições
adequadas
ao
pleno
desenvolvimento de cursos, programas e projetos da Universidade:
Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com
acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró.
Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com
cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com
uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal
para a leitura e demais atividades letivas).
Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios, bibliotecas, salas de
docentes e gabinetes dos dois Campi, com acesso à internet.
Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção
e entendimento para a utilização por portadores de deficiência, com segurança e
autonomia, de edificações. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas;
disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas
de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros
adaptados, assim como ambientes administrativos e bibliotecas12.
Para alunos com outras deficiências são disponibilizados:
12
-
Visão: livros digitalizados e telas ampliadas; ledor integrante do NAPe;
-
Audição: tradutor de Libras em sala de aula e na biblioteca.
Mais detalhes constam de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Diretoria Administrativa. Gerência de
Operações e Manutenção – GOM. Plano de acessibilidade. Natal, 2013.
95
Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da
Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada
Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró.
Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas
terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos
cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para
equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados,
no início de cada semestre, ou quando identificados problemas.
Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais:
através de um sistema informatizado de metas (SIM) e com base no plano de metas
anual de cada curso e de cada setor.
96
4.2 BIBLIOTECA
O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 7
(sete) bibliotecas: 6 (seis) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma)
no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio
e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em
Parnamirim/RN, esta última voltada para a área da saúde.
O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao
conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são
climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual.
Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos
de educação a distância do interior do RN e do NIPEC.
Autoatendimento
Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e
viabilizados
por
um
sistema
que
permite
ao
usuário
consultas,
empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca
da UnP. A renovação e as reservas
também podem ser
feitas através do
Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP.
Informatização do acervo
O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com
atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da
UnP.
O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação,
classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução
e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de
todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a
quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do
SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da
disponibilidade das obras para empréstimo.
O Módulo Empréstimo (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio
usuário realize suas rotinas de empréstimo e devolução de materiais, através de
terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz
97
– uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para
fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado
automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário.
Serviços e produtos
Cada biblioteca do Sistema atende à clientela durante os doze meses do ano,
de segunda a sexta, das 8 h às 21:45hs e, aos sábados, das 8 h às 12 h.
O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM , etc) se dá nos limites quantitativos
das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB.
Consulta local / empréstimo
A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar
e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras
de acesso.
O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente,
professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para
cada categoria, conforme especificações a seguir:
Quadro 14 – Prazos para empréstimo domiciliar por categoria de usuários
CATEGORIA DE USUÁRIOS
Alunos de graduação
Alunos concluintes
Alunos de pós-graduação
Professores
Funcionários
DOCUMENTOS
5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM
5 Títulos (livros); 3 CD’sROM/Fitas de Vídeo
5 Títulos (livros); 3 CD’s-ROM
5 Títulos (livros); 3 CD’s-ROM;
3 Fitas de Vídeo
3 Títulos (livros); 2 Fitas de
Vídeo
PRAZOS (DIAS CORRIDOS)
7 dias; 3 dias
14 dias; 3 dias
14 dias; 3 dias
21 dias; 7 dias; 7 dias
7 dias; 3 dias
Levantamento bibliográfico
Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante
agendamento com prazo de retorno de 72 horas –setenta e duas horas).
Orientação bibliográfica
O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte,
98
gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas.
Visita orientada
Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas
por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços,
normas e uso da biblioteca.
Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s
Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP,
existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver
autorização do autor para empréstimos/consultas).
Multimídia e Internet
As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com
computadores à disposição do usuário para pesquisas e trabalhos. É oferecida
também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais
(notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP.
Acesso a bases de dados nacionais e internacionais
O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet,
on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento.
99
BASES DE DADOS
Abntnet - abntcolecao.com.br
Coleção de Normas Técnicas Brasileiras, voltados para as áreas de informação e
documentação, nutrição e gestão ambiental.
OBS: ACESSO SOMENTE COM USUÁRIO E SENHA, PROCURE A
BIBLIOTECA.
Academic Onefile – unp.dotlib.com.br/
Coleção de periódicos com texto completo e referências, proveniente das
melhores revistas e fontes de consulta do mundo, em todas as áreas do
conhecimento.
Academic Search Elite - search.epnet.com
Base de dados multidisciplinar que contém texto completo de mais de 2.100
revistas especializadas. Além disso, também estão disponíveis referências e
resumos de artigos em mais de 3.600 títulos indexados na base.
Business Source Elite - search.epnet.com
Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as
mais importantes revistas de Gestão.
Atheneu - unp.dotlib.com.br/
Base de dados contendo o texto completo com cerca de 48 e-books publicados
pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por
autores nacionais.
Emerald – www.emeraldinsight.com
Integrante do PERIÓDICOS CAPES, está base de dados proporciona acesso a
periódicos com concentração nas áreas de Administração, contabilidade e
finanças, economia, comércio exterior, gestão do setor público, gestão em saúde
/ saúde coletiva, entre outras áreas.
Latin American Newsstand – search.proquest.com
Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como
Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo),
El Tiempo, El Universal, dentre vários outros.
MEDLINE – search.proquest.com
Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura
desde 1999, disponível.
Newspaper Source – search.epnet.com
100
Fornece textos completos selecionados de mais de 40 jornais internacionais. A
base de dados também contém texto completo selecionado de 389 jornais
regionais (EUA).
Regional Business News – search.epnet.com
Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a
negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA.
Primal prictures – http://unp.dotlib.com.br/
Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana.
Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina,
Fisioterapia, Educação Física entre outras.
ProQuest Medical Library – search.proquest.com
Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações
de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, incluindo
doenças cardiovasculares, respiratórias, neurologia, odontologia, anestesiologia
e muitas outras.
Science Direct – www.sciencedirect.com
Integrante do PERIODICOS CAPES, esta base de disponibiliza o acesso a textos
completos em diversas áreas do conhecimento, através de periódicos e livros
eletrônicos, multimídias e enciclopédia.
Scopus – www.scopus.com
Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de
resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de
qualidade.
Up to date – www.uptodate.com
Base de dados baseada em evidências destinada aos cursos da saúde,
possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual
recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo
docente e discente.
V|lex - http://vlex.com/account/login_ip
A vLex é uma base de dados na área do Direito e ciências afins que disponibiliza
conteúdos na íntegra de 134 países, incluindo livros, periódicos, enciclopédias,
jornais, legislação e jurisprudência atualizadas diariamente. Do Brasil, destacamse livros e revistas das editoras LTr, Malheiros, FGV Publicações e Mundo
Jurídico, entre outras, com obras e artigos que abrangem praticamente todas as
matérias da bibliografia básica do curso de Direito.
101
BASES DE ACESSO LIVRE
BVS - regional.bvsalud.org
Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza,
gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios
de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde.
SciELO - www.scielo.br/
A Scientific Electronic Library Online - é uma biblioteca eletrônica que abrange
uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros.
4.2.1.Instalações Para O Curso
São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações
gerais:

Salas de aula;

Sala para a Coordenação;

Sala para recepção;

Sala para professores;

Laboratórios de informática;

Laboratórios especificos;

Gabinetes de atendimento ao aluno;

Gabinetes de Tempo Integral.
Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são
mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação,
com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores
ligados em rede administrativa.
102
4.3 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA
Ao Curso são disponibilizados o complexo laboratorial existente na Unidade
Nascimento de Castro, local de funcionamento do Curso.
Nos laboratórios são realizadas práticas relacionadas à estruturação de
algoritmos, lógica e linguagens de programação, editoração de texto, planilhas, banco
dados, gráficos e apresentações.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 1
97,28
2,31
2,31
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe CS3, Borland Delphi 2009, 7Zip, Adobe Acrobat
Read 9.0, Anti-Virus McAffe, Corel X4, MS SQL Server 2008, MS Project, BD Designer, VM Ware, Java
6 Up 7, Netbens 6.8, Bluj, Firefox 3.10, K-Lite Codec Pack, Microsoft Virtual PC, ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2 DUO 2.8 GHz; 2 GB RAM, HD 160 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano
42
de aquisição 2009.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 2
97,87
2,33
2,33
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe Acrobat Read 9.0, Anti-VirusMcAffe, MS SQL
Server 2008, BD Designer, Corel Draw X4, Dev C++, Jedit, Microsoft Virtual PC, Sketchup8, VisualG,
AutoCad 2009, Revit 2009, 7ZIP, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2 DUO 2.8 GHz; 2 GB RAM, HD 160 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano
42
de aquisição 2009.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 3
97,87
2,03
2,03
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe CS3, Anti-VirusMcAffe, Corel X4, MS SQL
Server 2008, Delphi 2009, DB Designer, Microsoft Virtual PC, AutoCad 2009, Revit 2009, 7Zip, Java 6
Up 7, NetBens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, Sketchup, Visual G, VM Ware Player, JEdite, Xampp, Adobe
Acrobat Read 9.0, Dev C++, MySql, Matlab, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet,
40
Rede, ano de aquisição 2010.
103
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 4
86,5
2,05
2,05
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet, AutoCad 2009, Corel Draw X4, Borland Delphi 2009,
C++ Bilder, 7Zip, Adobe Acrobat Read 9.0, Anti-Virus McAffe, MS SQL Server 2008, DB Designer,
VM Ware Player, Revit 2009, Java 6 Up 7, Netbens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, Visual G, Jude, JEdit Microsoft
Virtual PC, Sketchup, Xampp, Devc++, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet,
42
Rede, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 5
81,9
1,95
1,95
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0,
AutoCad 2009, CorelDraw X4, Revit 2009, Java 6UP7, Microsoft Virtual PC, Sketchup, Prova Online,
GestorProva Online.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet,
42
Rede, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório 6 (Redes)
51,04
2,55
2,55
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Windows 98, Linux Red Ret, Office, Internet Explorer, Acrobat, 7Zip e AntiVírusMcAffe.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
Athlon 2.4 2.0 Ghz, HD 20 GB, 1 GB de RAM, Drive de CD Rom 24X, com acesso a internet,
20
Rede DERBIAN , ano de aquisição 2004.
05
Switch – gerenciáveis
7
Bandejas
62
Conectores fêmea
17
Alicate – Laranja
14
Alicate Redes
5
Alicate Menor
10
Suporte
7
Patch Panel
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório 7 (Robótica)
84,00
2,00
2,00
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2007, Internet,Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0,
MatLab, MultiSim 10.1 (24 máquinas), Dev C++, Microsoft Virtual PC, MPlab, Quartus II(Versão de
Avaliação 30 dias), Turbo C++, Visual G, VM Ware Player.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
42
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
104
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 8
79,2
2,17
2,17
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP Professional, Office 2010, Internet,Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0,
AutoCad 2009, CorelDraw X4, Delphi 2009, MsSql Server 2008, BlueJ, Db Design, Dev C++, JEdit,
Jude, Microsoft Virtual Pc, MySql, NetBeans 6.8, Notepad ++, Sketchup, VisualG, VmWare Player,
Xampp, Prova Online, Gestor Prova Online.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
40
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 9
123,84
2,58
2,58
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
48
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 10
82,65
2,06
2,06
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
40
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 11
79,29
1,98
1,98
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
40
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
105
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 12
123,07
2,56
2,56
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
48
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 13
38,49
2,06
2,06
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
14
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
Laboratório
Área (m2)
m2 por estação m2 por aluno
Laboratório de Informática 14
68,12
13,62
13,62
Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados)
Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe
Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8,
BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad
2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine,
GestorProvaOnLine.
Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros)
Qtde.
Especificações
05
Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010.
106
4.4 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS
O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária compartilha com os demais
cursos da Escola de Engenharias e Ciências Exatas os laboratórios de Química;
Física; Mecânica dos Fluídos; Ciências do Ambiente; e Mecânica dos Solos, cujas
características encontram-se descritas a seguir:
Laboratório de Química
Capacidade (alunos)
Área (m2)
m2 por aluno
30
70,93
2,4
Descrição
Composto de sala para lavagem e purificação de água, com destilador, pias e bancadas para lavagem
de vidrarias e outros materiais de laboratório; duas capelas; sala de almoxarifado com armários para
armazenagem de amostras e vidrarias; salas de apoio técnico e preparo de amostras, dotada de
mobiliário adequado e computadores com acesso à Internet, além de bancadas para os alunos. No
laboratório são previstos equipamentos de segurança, como extintores de incêndio, lâmpadas de
emergência, chuveiro de emergência, lava-olhos, Kit de primeiros socorros, óculos, máscaras, etc.
Objetivos
As atividades desenvolvidas no Laboratório de Química têm por objetivo aproximar os alunos das
técnicas laboratoriais. As práticas de laboratório complementam a teoria ministrada em sala, bem
como apresentam aos estudantes os processos e metodologias que podem ser trabalhados em
investigações de cunho quantitativo e qualitativo. Nesse sentido, o Laboratório de Química é bastante
utilizado pela Engenharia Ambiental e Sanitária no estudo da qualidade das águas, seja para fins de
abastecimento ou para caracterização química de um efluente. Dentre as práticas mais trabalhadas
no laboratório destacam-se a determinação do pH, da turbidez, da DBO e a determinação de Sólidos
totais, dentre outras análises químicas de caráter ambiental.
Materiais e equipamentos
Qtde.
Especificações
31
Béquer - 100Ml
20
Béquer - 250mL
08
Béquer - 1000mL
06
Béquer - 1800mL
10
Balão volumétrico – 25mL
20
Balão volumétrico – 50mL
69
Balão volumétrico – 100mL
15
Balão volumétrico – 25mL
10
Balão volumétrico – 500mL
10
Balão volumétrico – 1000mL
01
Balão de fundo chato
02
Balão de fundo redondo
09
Balão com saída lateral
26
Bastão de vidro
06
Condensadores
01
Dessecador
22
Erlenmeyer - 100mL
13
Erlenmeyer - 125mL
20
Erlenmeyer - 250mL
10
Erlenmeyer - 500mL
02
Frasco coletor
03
Funil de Bukner
38
Frasco de Winkler
11
Funil grande
08
Funil pequeno
Laboratório (nº e/ou nome)
Química
107
10
20
10
39
20
20
16
34
38
20
18
32
18
10
23
17
14
31
20
10
05
15
02
20
10
13
25
40
06
40
15
18
01
01
01
06
02
06
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
08
16
01
01
15
Picnómetro
Pipeta graduada – 1mL
Pipeta graduada – 2mL
Pipeta graduada – 5mL
Pipeta graduada – 10mL
Pipeta graduada – 20mL
Pipeta graduada – 25mL
Pipeta graduada plástica – 10mL
Pipeta volumétrica – 1mL
Pipeta volumétrica – 2mL
Pipeta volumétrica – 5mL
Pipeta volumétrica – 10mL
Pipeta volumétrica – 20mL
Pipeta volumétrica – 25mL
Proveta - 10mL
Proveta - 25mL
Proveta - 50mL
Proveta - 100mL
Proveta - 500mL
Proveta - 1000mL
Proveta - 2000mL
Proveta com boca esmerilhada - 100mL
Kitassato
Vidro de relógio
Placa de petri
Espátula
Pipetador azul – 2 mL
Pipetador verde – 10 mL
Almofariz e pistilo
Cadinho
Cápsula grande
Cápsula pequena
Agitador de Tubos
Agitador Magnético
Agitador Magnético
Aquecedor elétrico
Balança Analítica
Banco
Banho Maria
Banho Maria
BOD – Estufa
Bomba a Vácuo
Capela de Exaustão de Gases
Centrifugar
Centrifugar
Chapa Aquecedora
Chapa de Aquecimento
Condutivímetro
Controlador de Temperatura
Computador
Data Show
Digestor orgânico
Estante para tubo de ensaio de aço
Estante para tubo de ensaio de plástico
Estufa de Secagem
Ebulidor mergulhão
Garra para haste
108
02
14
06
02
02
01
01
05
05
01
01
01
01
01
38
36
36
01
01
01
14
06
10
15
01
01
01
01
02
01
67
03
08
-
Gaveteiro
Haste/suporte universal
Lamparina de aço
Lamparina de vidro
Manta aquecedora
Medidor de Oxigênio Dissolvido
Osmose Reversa
Papel filtro – pacotes com 100
Papel indicador universal – caixas com 100
Papel tornasol azul - pacote com 18 cartelas (10tiras p/cartela)
Papel tornasol azul - pacote com 18 cartelas (10tiras p/cartela)
pHmetro
pHmetro
pHmetro portátil
Pinça de madeira
Pinça de metal
Pisseta
Porta-sabão líquido
Porta-papel toalha
Spectrophotometro
Suporte para haste
Tela de amianto
Termômetro – 500C
Termômetro – 1100C
Turbímetro de Bancada
Câmera de exaustão – capela
Chuveiro e ducha lava-olho (externo)
Exaustor (externo)
Extintor de incêndio (externo)
Kit de Primeiros socorros
Luvas cirúrgicas descartáveis
Máscara com filtro
Óculos de proteção
Reagentes químicos diversos
Laboratório de Física
Capacidade (alunos)
Área (m2)
m2 por aluno
30
68,14
2,3
Descrição
Composto de bancadas e instalações para realização de aulas práticas de física.
Objetivos
As atividades desenvolvidas no Laboratório de Física têm por objetivo estudar os componentes
fundamentais do Universo, as forças que eles exercem e o resultado dessas forças. O que
proporcionará aos Discentes uma maior aproximação com as teorias básicas da física, bem como a
experimentação e aplicações à engenharia de conceitos como os da mecânica clássica, ótica,
termodinâmica, eletricidade e magnetismo e ondas, permitindo a união da teoria e prática, essencial
nos cursos da área tecnológica.
Com os equipamentos existentes no laboratório pode-se compor experimentos sobre cinemática,
dinâmica, estática, osciladores harmônicos e anarmônicos, grandezas físicas, padrões e unidades,
análise dimensional, análise e tratamento de dados, incertezas experimentais e tópicos de Mecânica
Newtoniana. Além de experimentos sobre a lei de Coulomb, campo elétrico, a lei de Gauss, potencial
elétrico, energia e potência elétrica, campo magnético, as leis de Biot-Savart, Faraday, Lenz e
Ampère. Através do exercício dessas diferentes atividades práticas espera-se que o alunado
consolide seus conhecimentos sobre os fenômenos físicos, no tocante aos diversos equipamentos
utilizados nos processos industriais que interferem na dinâmica ambiental.
Materiais e equipamentos
Laboratório (nº e/ou nome)
Física
109
Qtde.
01
02
03
03
02
03
01
04
01
04
01
02
02
01
01
01
01
01
01
01
02
03
02
01
01
02
02
01
01
01
01
06
01
01
01
07
08
02
01
02
01
01
01
02
02
01
01
01
02
02
02
01
02
02
01
05
Especificações
Barra 250 mm
Barra 600 mm
Barra de ferro grande
Barra de ferro pequena
Barra metálica
Barras pq de diversos materiais
Base de tripé
Bastão de vidro
Becker 250 ml
Beckers
Bigulino
Bola de borracha
Cabos de conexão
Caixa de bolas de chumbo
Caixa luminosa
Carretel de linha
Carrinho (trilho)
Colher de plástico
Conta gotas
Cuba circular
Diafragmas com fendas
Diafragmas sem fendas
Dinamômetro
Disco óptico
Eletrodos
Engrenagens
Erlermeyer
Espelho esférico
Espelho plano
Garra ajustável
Grade de porcelana
Lentes
Mangueira
Mangueirinha
Massa de modelar
Massores grandes
Massores pequenos
Molas
Nó de plástico
Pano de filtro
Paquímetro plástico
Paralelepípedo de madeira
Passador
Presilha dupla
Presilhas
Proveta
Régua
Régua de aço
Roldana simples
Roldanas
Roldanas duplas
Seringa
Suporte para massarotes
Suporte para tubos de vidro
Tampa 2/1
Tampa com orifício
110
02
01
02
01
01
01
01
01
04
02
01
01
02
Tampa de borracha
Tampa de calorímetro
Termômetro
Trena
Trena de 2m
Trilho para carro
Tubo de ensaio
Tubo de vidro
Tubos de vidro diversos
Válvula de vidro
Vareta ajustável
Vareta fina
Varetas de vidro
Laboratório de Mecânica dos Fluídos.
Capacidade (alunos) Área (m2)
m2 por aluno
25
86,22
3,4
Descrição
Organizado com bancadas, prateleiras e armários para exposição de equipamentos e materiais
relacionados à mecânica dos fluidos dos processos de saneamento e escoamento e difusão de
líquidos contaminantes.
Objetivos
O Laboratório de Mecânica dos Fluidos tem a função de dar suporte às atividades didáticas e de
pesquisa à comunidade universitária da Universidade Potiguar – UnP. Este laboratório busca integrar
de forma clara e objetiva a prática com a teoria, atuando como um agente facilitador e integrador da
compreensão do Estudante em relação aos fenômenos básicos da Mecânica dos Fluidos. As práticas
trabalhadas motivam o Aluno e, através da resolução de problemas práticos de vários ramos das
Engenharias, aperfeiçoam os conhecimentos relativos aos sistemas e processos envolvendo os
fluídos (líquidos, gases, vapores e ar). Este reconhecido recurso didático favorece a assimilação dos
conceitos e a habilidade de associar um fenômeno físico com sua formulação matemática,
potencializando a desejada consistência ao processo ensino-aprendizagem da Engenharia Ambiental
e Sanitária.
Neste laboratório, os alunos podem identificar as principais técnicas empregadas na Mecânica dos
Sólidos e dos Fluídos e em disciplinas correlatas como a Hidrologia e a Hidráulica. Os estudos de
perda de carga, propriedades dos fluidos e suas definições, fundamentos de estática dos fluidos e
análise do escoamento, reologia e efeitos da viscosidade e resistência nos fluídos são os mais
desenvolvidos nesse laboratório.
Materiais e equipamentos
Qtde.
Especificações
1
Painel com Manômetro Simples
1
Quadros elétricos
Barramentos
1
Painel para Ensaios de Pressão
2
Tanques e equipamentos de armazenamento para ensaios de Mecânica dos Fluídos
3
Bombas acopladas
2
Motores elétricos diversos
4
Bombas e compressores
Isolamento térmico
Suportes
Tubos
Válvulas
Filtros
Flanges
Parafusos
Juntas
Laboratório (nº e/ou nome)
Mecânica dos Fluidos
111
Laboratório de Ciências do Ambiente
Laboratório (nº e/ou nome)
Ciências do Ambiente
Capacidade (alunos)
25
Área (m2)
86,22
m2 por aluno
3,4
Descrição
O laboratório de Ciências do Ambiente dispõe dos diferentes tipos de minerais e rochas, que podem
ser identificados através da visualização a olho nu e microscópios que lá dispõem, como também da
disposição de maquetes com a representação dos diferentes tipos de sistemas deposicionais.
Objetivos
O Laboratório de Ciências do Ambiente é utilizado na pesquisa e ensino na área de geologia,
hidrogeologia, pedologia e geotecnia aplicada às questões ambientais. Neste espaço encontra-se
disponível uma coleção didática com diferentes tipos de rochas e fósseis em exposição permanente.
No curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é necessário que o aluno compreenda com clareza os
principais processos exógenos e endógenos que contribuíram para a configuração do planeta, bem
como as condições necessárias para a formação das rochas, solos e sedimentos.
Nesse Laboratório o Aluno irá compreender através das maquetes os diferentes sistemas e ambientes
deposicionais, modelos tectônicos (placas convergentes, divergentes e transformantes), feições
geomorfológicos, como também aprender a identificar os diferentes tipos de minerais encontrados em
nossas formações e os tipos diferentes de rochas, sejam elas sedimentares, metamórficas ou ígneas.
Materiais e equipamentos
Qtde.
Especificações
12
Microscópios de mesa
01
Estereoscópio
01
Estufa de secagem
13
Medidores de mapas
16
Planímetros;
11
-
-
-
Maquetes: - 01 representação dos ambientes sedimentares;
- 02 representações do ambiente costeiro;
- 01 representação do ambiente desértico;
- 01 representação do ambiente jurássico;
- 01 representação do ambiente pluvial;
- 01 representação do transporte sedimentar;
- 02 representação das células;
- 02 representações de exploração de petróleo em continente e marítimo.
Mapas diversos
Diversos minerais
- Silicatos, sulfetos, sulfatos, fosfatos, carbonatos e óxidos.
Diversas amostras de rochas ígneas intrusivas e extrusivas
Diversas amostras de rochas sedimentares
Diversas amostras de rochas metamórficas de origem magmática e sedimentares
Diversas amostras de fósseis
Amostras de sedimentos armazenados em vasos de 1l aproximadamente (por granulometria):
- entre 0,12 mm e 0,25 mm;
- entre 0,25 mm e 0,50 mm;
- entre 0,50 mm e 1,00 mm;
- entre 1,00 mm e 2,00 mm;
- acima de 2,00 mm.
Animais conservados em formol:
-01 Falsa coral;
- Spirobadila (Embuá);
- 01 Formiga (Tocandira);
- 01 Caranguejo goiamum;
- 01 Estrela-do-mar;
- 01 Centopeia;
- 01 Barata ninfa;
- 01 Aranha de jardim;
- 02 Lagartas de fogo;
112
- 01 Pepino do Mar;
- 02 Aranhas Caranguejeiras;
- 03 Cavalos marinhos;
- Diversos camarões;
- 01 Lagarta;
- 02 Gafanhotos (ninfa).
Laboratório de Mecânica dos Solos
Laboratório (nº e/ou nome)
Mecânica dos Solos
Capacidade (alunos)
25
Área (m2)
87
m2 por aluno
3,48
Descrição
O laboratório de Mecânica dos Solos dispõe de bancada e equipamentos diversos organizados e
distribuídos de maneira funcional para condução dos ensaios de caracterização física do solo,
permeabilidade, compactação e resistência.
Objetivos
O laboratório de Mecânica dos Solos dá apoio ao desenvolvimento de trabalhos de pesquisa nas
áreas de graduação e pós-graduação, enfocando diversos aspectos relacionados com a Engenharia
Geotécnica, incluindo ensaios tri-axiais e caracterização das propriedades físicas e mecânicas de
solos e agregados complementares a disciplina de Manejo Ecológico dos Solos integrada ao curso
de Engenharia Ambiental e Sanitária.
Este Laboratório tem por objetivo estudar os recursos naturais da superfície terrestre, formação do
solo, e suas propriedades físicas, químicas, biológicas e fertilidade. Dentre estes aspectos destacamse os estudos que visem à caracterização dos diferentes tipos de solos, classificação de solos, índices
físicos, tensões em solos, permeabilidade de solos, fluxo em meios porosos, teoria de adensamento
unidimensional, compressibilidade de solos e compactação de solo.
As principais atividades desenvolvidas neste laboratório têm a seguinte descrição:
a) Ensaios de caracterização de solos:
determinação do teor de umidade do solos;
determinação da granulometria (por peneiramento e por sedimentação);
determinação dos índices de plasticidade dos solos (LL e LP);
determinação da densidade real dos grãos (método do picnômetro);
determinação do peso específico aparente no campo.
b) Ensaios de Compactação de solos:
compactação com o proctor normal;
compactação com o proctor modificado.
c) Ensaios para obtenção de coeficientes de permeabilidade:
coeficiente de permeabilidade para solos argilosos (com perda de carga variável);
coeficiente de permeabilidade para solos arenosos (com perda de carga constante).
d) Ensaio de Resistência ao Cisalhamento
- Uso de Prensa Hidráulica ou Mecânica.
Materiais e equipamentos
Qtde.
Especificações
Estufa elétrica com temperatura entre 60 a 200º C, com termorregulador, 220V dimensões
01
100x70x90cm, com prateleiras;
04
Peneiras número 10 (2,0mm)
03
Aparelhos de casa grande com cinzéis
10
Cápsulas de porcelana com diâmetro de 12cm
10
Cápsulas de porcelana com diâmetro de 20cm
05
Bandejas retangulares com alças de 60x50x6 cm
05
Bandejas retangulares com alças de 60x30x6 cm
05
Bandejas retangulares com alças de 30x15x6 cm
10
Pissetas plásticas de 500ml
Almofariz de porcelana com mão de Grall recoberta de borracha, capacidade 4.170cc
01
05
Pulverizadores de água
Fogareiros elétricos, 220V, placa de 30x30cm, temperatura até 300ºC na placa termo
02
reguladora
01
Aparelho hidráulico para medir a resistência à aderência de argamassa com leitura através
113
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
02
01
01
01
01
01
01
02
02
01
de manômetro
Aparelhos de speedy
Prensa mecânica para determinação de CBR, marca SOLOTEST
Estufa elétrica 50x40x50 cm, marca DELEO
Agitador de peneiras eletromagnéticas, marca PAVITEST
Permeâmetro de carga constante
Permelâmetro de carga variável
Extrator Hidráulico de corpo de prova
Balança de precisão capacidade 10.000g, sensível a 1g, marca TOLEDO
Balança com dois pratos capacidade 10.000g, com jogos de pesos, marca MARTE
Balança de precisão capacidade 10.000g, sensível a 0,01g, marca MARTE
Balança de precisão capacidade 75.000g, sensível a 10g, marca FILIZOLA
Quarteador de amostras de 1”, marca SOLOTEST
Aparelho de casagrande com cinzéis, marca SOLOTEST
Bandeja com orifício central para densidade In Situ, marca SOLOTEST
Conjunto para determinar a densidade In Situ, marca SOLOTEST , com tampa e fundo
Jogo completo de peneiras, marca BERTEL
Cronômetro digital, marca DISMAC
Extensômetro sensível a 0,01 mm, marca MITUTOYO
Picnômetro
Soquete para compactação PROCTOR, marca SOLOTEST
Bandeja circular de ferro galvanizado
114
4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo,
deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de
defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade e
contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos.
Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode ser
iniciada após aprovação desse Colegiado, a quem compete analisar os protocolos de
pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos; animais e aspectos
de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda a responsabilidade
primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e metodológicos,
incluindo a pertinência e o alcance sócio científico da pesquisa a ser desenvolvida na
Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos
voluntários participantes nas referidas pesquisas.
115
ANEXOS
116
ANEXC A
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
ESTRTUTURA CURRICULAR 2014
117
1ª SÉRIE
118
PRÉ-CÁLCULO
EMENTA
Conjuntos Numéricos, Expressões Algébricas, Produtos Notáveis, Fatoração,
Potenciação e Radiciação, Polinômios, Equações e Inequações, Par Ordenado,
Sistema Cartesiano, Relação Binária, Introdução a Funções, Funções, Gráfico de
Funções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e
Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 1v.
IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e
Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 2v.
MEDEIROS, Valéria Zuma (Coord.). Pré-Cálculo. 2. ed.São Paulo: Cengage
Learning, 2010. Reimp. 2013
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALDEIRA, André Machado. Pré-Calculo. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos e funções.
8.ed. São Paulo: Atual, 2004.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da.
Matemática básica para cursos superiores. São Paulo:Atlas, 2009.
119
COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL
EMENTA
Situações de comunicação profissional. Técnicas de comunicação oral. Metodologias
para apresentação pessoal e de trabalhos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. 220p. 2 reimp. 2010.
MELLO, Edmée Brandi de Souza. Educação da voz falada. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Atheneu, 1995. 356p.
RIBEIRO, Celia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de
etiqueta para executivos. Porto Alegre: L&PM, 2005. 274p. Reimp. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERLO, David K. O processo da comunicação: introdução à teoria e à prática. 10ª
ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 330p.
DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a
gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 1996. 172p.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. Petrópolis: Vozes,
2003. 319p.
120
DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS E CIDADANIA INCLUSIVA
EMENTA
As doutrinas sociais formadoras do mundo contemporâneo. A globalização das
práticas políticas, econômicas e culturais. A construção da cidadania brasileira e sua
relação com os desafios éticos e políticos internacionais. As identidades profissionais
frente à internacionalização dos mercados e suas tecnologias. A formação da
consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão
a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro:
Zahar, 1999. 145p.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2006. 102p.
TORQUATO, Arthur Luís de Oliveira; COSTA, Bruno Baldino Aires da. Sociedade e
educação das relações etnico-raciais. Natal: Edunp, 2013. 190p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AQUINO, Julio Groppa (Org.); CORAZZA, Sandra Mara (Org.). Abecedário:
educação da diferença. Campinas: Papirus, 2009. 219p.
LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 4ª ed.
São Paulo: Edições Loyola, 2003. 212p.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2ª ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 1995. 477p.
121
ÉTICA E COMPROMISSO SOCIAL
EMENTA
A constituição do sujeito ético. Ética e compromisso social no ambiente acadêmico,
no mundo do trabalho e na sociedade. Valores éticos fundamentais à vida social e
profissional. A sociedade do trabalho e a ética profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASHLEY, Patricia Almeida (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios.
2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 340p. 4 reimp. 2007.
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: o ciclo virtuoso dos negócios. 3ª ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2008. 276p. 3 reimp. 2008.
VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 31ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
302p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AMOÊDO, Sebastião. Ética do trabalho: na era da pós-qualidade. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Qualitymark, 2007. 125p.
GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 10ª ed. Petrópolis:
Vozes, 2002. 233p.
TORQUATO, Arthur Luís de Oliveira; COSTA, Bruno Baldino Aires da. Sociedade e
educação das relações etnico- Raciais. Natal: Edunp, 2013. 190p.
122
FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e pesquisa. Introdução às Ciências
Aplicadas a Engenharia. A constituição da matéria. Mistura Desdobramento de
Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações
Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e
Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros
experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos,
fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007.
CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: AMGH,
2007. 778p.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1:
mecânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9ª ed. Porto
Alegre: AMGH, 2012. 622p. Reimp. 2013.
FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. 3ª ed. Campinas:
Átomo, 2010. 109p.
MELLO, Dorival A. de.; WATANABE, Renate G. Vetores e uma iniciação à
geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
123
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
EMENTA
Panorama da profissão no Brasil e no mundo. O papel do engenheiro na sociedade.
Sistema CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional. Possibilidades profissionais,
áreas de atuação do Engenheiro Sanitário e Ambiental. O projeto pedagógico do
curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZZO, Walter Antônio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia. 6ª
ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. C2000. 274p. 4 reimp.
2005.
BRAGA, Benedito te al. Introdução à engenharia ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318p. 6 reimp. 2010.
PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA: 75 ANOS CONSTRUINDO
UMA NAÇÃO. Brasília: CONFEA, 2008. 238p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TORRES, Vidal Félix Navarro; GAMA, Carlos Dinis da. Engenharia ambiental
subterrânea e aplicações. Rio de Janeiro: Centro de Tecnologia Mineral, 2005. 550p.
DYM, Clive L. et al. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª
ed. Porto Alegre: Bokman, 2010. 346p.
BROCKMAN, Jay B. Introdução à engenharia: modelagem e solução de problemas.
Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2010. 294p. Reimp. 2013.
124
2ª SÉRIE
125
ÁLGEBRA LINEAR
EMENTA
Vetores em R2, Operações com os Vetores em R2 e Normas, Equação da Reta e do
Plano, Distância Entre duas Retas e Intersecção de Planos, Tipos de Matrizes e
operações, Sistemas de equações lineares, Determinante e Inversa, Espaço vetorial,
Combinação Linear Dependência e Independência Linear, Transformações Lineares,
Matrizes de Transformações, Autovalores e Autovetores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo:UNICAMP, 1986.
JULIANELLI, José Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008.
MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores e uma Iniciação a Geometria
Analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAWSON, Terry. Álgebra Linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1997.
LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 6.
ed. Rio de Janeiro: PHB, 1998.
126
CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL
EMENTA
Limites e continuidade. Derivada. Aplicações da Derivada. Fórmula de Taylor. Integral.
Técnicas de Integração. Aplicações da Integral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1992. Reimp. 2006.
KREYSZIG, E. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2009. v. 1.
STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: funções de uma variável. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993.
Reimp. 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
v.2.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. v.1.
127
EXPRESSÃO GRÁFICA
EMENTA
Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de
paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos.
Noções de proporção. Projeções. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho
Técnico da ABNT. Projeto assistido por computador. Treinamento no uso de
programas de computação gráfica para desenho de projeto, como Auto Cad, e seus
aplicativos, indicados para a área de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Claudia P.; PAPAZOGLOU, Rosarita S. Desenho Técnico para
Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. reimp. 2010.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de Projetos. São Paulo: Edgard Blucher. 2007.
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem prancheta com
Autocad 2008. 2.ed. Florianópolis: Visual Book, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3.ed. Rio de Janeiro: Imperial
Novo Milênio, 1967. reimp. 2008.
KATORI, Rosa. AutoCAD 2010: desenhando em 2D. São Paulo: SENAC, 2010.
OLIVEIRA, Mauro Machado de. Autodesk: AutoCAD 2010: guia prático 2D, 3D e
perspectiva. Campinas: Komedi, 2012.
128
MECÂNICA CLÁSSICA E TERMODINÂMICA
EMENTA
Leis de Newton do Movimento; Aplicações das Leis de Newton; Trabalho e Energia
Cinética; Energia Potencial e Conservação de Energia; Equilíbrio; Temperatura e
Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica; A segunda Lei da Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física
1: Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1.
HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física
2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.2.
SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da
Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, Ferdinand et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2012. Reimp 2013
RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física 1: mecânica. 9.ed. São
Paulo: Moderna, 2007.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos,
1995. v.2.
129
QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL
EMENTA
Estrutura atômica. Tabela periódica e suas propriedades. Ligação química. Solução.
Fórmulas químicas, reações químicas e Estequiometria. Fundamentos de equilíbrio
químico. Funções Inorgânicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio
Ambiente. 3 ed. São Paulo: Bookman Companhia, 2006.
MAIA, D. J. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MAHAN, Bruce M. Química: um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher,
1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROWN, T. L. et al. Química: A ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2005. Reimp. 2010.
FARIAS, R. F. Introdução à química do petróleo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2008.
KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química & reações químicas. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1998. v.1.
130
3ª SÉRIE
131
ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA
EMENTA
A administração, sua importância e perspectivas. A influência da ambiência externa.
A racionalização do trabalho. O aumento da produtividade. As abordagens clássicas,
de
relações
humanas,
behaviorista,
burocrática,
neoclássica,
sistêmica
e
contingencial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2003.
CHIAVENATO, Idalberto. Princípios da Administração: o essencial em teoria geral
da administração. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRUNI, Adriano Leal. A Administração de custos, preços e lucros. São Paulo:
Atlas,2006.
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
reimp. 2009.
SILVA, Reinaldo O. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson, 2002.
132
CÁLCULO DE DUAS VARIÁVEIS
EMENTA
Funções de Várias Variáveis. Máximos e Mínimos de Funções de Várias Variáveis.
Integrais Múltiplas. Integrais de Linha. Teorema da Divergência. Séries e
Convergência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONÇALVES, Miriam B.; FLEMMING, Diva M. Cálculo B. São Paulo: Makron Books,
1999.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 1999.
ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais múltiplas,
equações diferenciais ordinárias, séries. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. 2.v.
ÁVILA, Rene Izoldi. Cálculo 3. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.
v.4.
133
ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO
EMENTA
Carga elétrica. Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Corrente e
Resistências Elétricas; Circuitos de Corrente Contínua; Campo Magnético; Lei de
Ampére; Indução e as Equações de Maxwell; Oscilações; Ondas Mecânicas; Som e
Audição; Natureza e Propagação da Luz; Ótica Geométrica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação,
ondas e termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
NUSSENZVEIG, H. Moyséis. Curso de Física básica 2: Fluidos, oscilações e ondas,
calor. 4.ed. São Paulo: editora Blucher, 2002.
SERWAY, R. A, JEWETT JR., J. W. Princípios de física 2: movimento ondulatório e
termodinâmica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BISCUOLA, Gualter José. Física volume único: mecânica, termologia, ondulatória.
3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.
FERRARO, Nicolau Gilberto. Aulas de física 2. 6. ed. São Paulo: Atua,l 1991.
TIPLER, P. A. Física: Vol. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
134
PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
EMENTA
Introdução aos algoritmos, Diagrama de Blocos, Linguagem de Programação, Tipos e
Variáveis Primitivas, Expressões Matemáticas, Operadores, Comandos de Atribuição,
Comandos de Entrada e Saída, Estruturas de Controle, Estrutura Sequencial,
Estrutura de Decisão, Laços, Funções, Sobrecarga, Iteratividade, Recursividade,
Vetores, Números Aleatórios, Matrizes, Strings, Estruturas, Ponteiros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à Programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio
de Janeiro: Campus Editora, 2002.
PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Windows 7. Porto Alegre: Artmed, 2010.
MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação . 23. ed. São Paulo: Érica, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, Everton Coimbra de. Algoritmos: fundamento e prática. 3. ed.
Florianópolis: Visual Books, 2007.
BRAGA, William César. Informática Elementar: Word 2007. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2007.
STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman Companhia Editora, 2002.
135
CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
EMENTA
Visão geral sobre os tipos de materiais com aplicações nos campos das engenharias.
Estruturas cristalina e amorfa. Defeitos cristalinos. Introdução sobre os materiais
metálicos: ligas ferrosas e não ferrosas. Introdução sobre materiais cerâmicos,
poliméricos e compósitos. Propriedades elétricas, térmicas, magnéticas e ópticas dos
materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLISTER Jr., William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7ª
ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2008. 705p.
SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. 6.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2008.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard
Blücher, 1970. 427p. 18 reimp. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: materiais de construção mecânica. 2ª
ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. v.3. 388p.
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedades das ligas
metálicas. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986. v.1. 266p.
MORAIS, Gilberto Augusto de. Desenvolvimento da metalurgia do pó. Natal:
EDUFRN, 2012. 276p.
136
4ª SÉRIE
137
ECOLOGIA E MICROBIOLOGIA
EMENTA
Conceitos sobre a macro-organização e a micro-organização das espécies.
Biocenose. Os biomas do RN e do Brasil. Características ecológicas (endemismo,
resiliência, dispersão, habitat, etc.). Biogeografia. Regiões zôogeográficas e
fitogeográficas do Brasil. Conceitos de Zonas de refúgio, pontes de terra e fluxos
gênicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARVEY, Richard A.; CHAMPE, Pamela C. Microbiologia ilustrada. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008.
ODUM, Eugene P.; BARRET, Gary W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo:
Thonson Learning, 2007.
TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HAPPER, John L. Fundamentos em
Ecologia. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009.
LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura. Petrópolis: Vozes, 2009.
RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
138
ESTUDOS TOPOGRÁFICOS E CARTOGRAFIA.
EMENTA
Introdução ao estudo da Topografia e Cartografia. Planimetria. Altimetria.
Taqueometria. Georreferenciação. Noções sobre os novos métodos de levantamento
topográfico. Utilização de softwares aplicativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3 ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997.
CASACA, João Martins; DIAS, José Miguel Baio; MATOS, João Luís de. Topografia
geral. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007.
MCCORMAC, Jack. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo:
Edgard Blucher, 1977. v.1 e v. 2.
JOLY, Fernand. A cartografia. 3 ed. São Paulo: Papirus, 2001.
US, Navy. Construção Civil: Teoria e Prática - Topografia. São Paulo: Hemus, 2005.
v 3.
139
FENÔMENOS DE TRANSPORTE
EMENTA
Conceitos básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluidos newtonianos e nãonewtonianos. Hidrostática: equações gerais da fluidodinâmica: continuidade,
movimento e energia. Camada limite hidrodinâmica. Escoamento em regime laminar,
escoamento em regime turbulento, escoamento de fluidos compressíveis. Medidas de
vazão, escoamento em condutos fechados. Escoamento em meios porosos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4ª ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 662p.
GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil, 1996. 460p.
SCHIOZER, Dayr. Mecânica dos fluidos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 1996. 629p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEJAN, Adrian. Transferência de calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 540p.
MUNSON, Bruce R; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da
mecânica dos fluidos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.2. 804p.
MALISKA,
Clovis
R.
Transferência
de
calor
e
mecânica
dos
computacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. 424p.
fluidos
140
INTRODUÇÃO À GEOCIÊNCIAS
EMENTA
Estudos de Geologia, Geomorfologia e Pedologia. Os tipos de minerais e rochas
(ígneas, metamórficas e sedimentares). A dinâmica interna e externa da Terra –
tectonismo de placas. Tempo geológico. Pedogênese e a formação dos solos. Os
diferentes tipos de ambientes geológicos. Geologia e dinâmica costeira. Eventos de
construção e modelagem do relevo terrestre. Unidades Geoambientais e
Geomorfologia litorânea do RN. Geomorfologia fluvial e de bacias hidrográficas.
Geomorfologia, meio ambiente e planejamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009.
POPP, José Henrique. Geologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. Ver. São
Paulo: Edgard Blucher, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MCALESTER, A. Lee. História geológica da vida. São Paulo: Edgar Blücher, 1971.
reimp. 1999.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia: uma atualização de bases e
conceitos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
ROSS, Jurandyr L. S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 5.ed. São Paulo:
Contexto, 2000.
141
QUÍMICA APLICADA
EMENTA
Conceitos importantes dos termos dentro da química ambiental. Principais
propriedades físico-químicas da água, reações química que ocorre na água:
solubilidade, precipitação, oxido-redução e complexação. Vias de transporte e
transformações das substancias química no ambiente aquático. Propriedades
químicas da atmosfera. Meio ambiente natural e suas interações orgânicas com o
homem. Poluente orgânico tóxico Aplicação da química orgânica e da química
inorgânica à análise ambiental. Parâmetros químicos de qualidade ambiental: líquidos,
gases e sólidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. São Paulo: Bookman. 2001.
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução
à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química Ambiental. 2.ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. 3.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
BROWN, Lawrence S. HOLME, Thomas A. Química Geral Aplicada a Engenharia.
São Paulo: Cengage Learning, 2009.
CHANG, Raymond. Química Geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: Mcgraw
Hill, 2007.
142
5ª SÉRIE
143
CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA
EMENTA
Tempo e clima. A atmosfera terrestre; termodinâmica e estática da atmosfera.
Radiação e balanço térmico. Movimentos atmosféricos. Fenômenos atmosféricos.
Variações e mudanças climáticas. Classificações climáticas e climas regionais. O
clima e o homem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1998.
MONTEIRO, C.A.F.; MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2009.
SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia. 24.ed. São Paulo: [s.n.], 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONTI, J. B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1996.
ZAVATTINI, João Afonso. Estudos do clima no Brasil. Campinas: Alínea, 2004.
144
HIDRÁULICA
EMENTA
Escoamento de fluídos em contudos forçados. Escoamento em Condutos Livres.
Estudo dos Canais. Escoamento por Orifícios, Bocais e Vertedores. Energia
específica no Escoamento em Condutos Livres (Canais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1998. 669p. 2 reimp. 2002.
NEVES, Eurico Trindade. Curso de hidráulica. 9ª ed. São Paulo: Globo, 1989. 577p.
PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidráulica geral. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1981. v.2. 436.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2ª ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976. 356p.
GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil, 1996. 460p.
TIGRE TUBOS E CONEXÕES. Manual técnico de instalações hidráulicas e
sanitárias. 2ª ed. São Paulo: Pini, 1987. 96p.
145
MODELAGEM EM SISTEMAS AMBIENTAIS
EMENTA
Princípios da modelagem dos parâmetros ambientais de: estruturas e feições
ambientais transporte de sedimentos. Dispersão e diluição de poluentes e
contaminantes. Análise informatizada dos parâmetros ambientais em sistemas
integrados de modelagem computadorizada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgar
Blucher, 1999.
RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
VIEIRA, Deodete Packer. Modelagem de excelência. Blumenau: EKD, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOYCE, W. E; DI PRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas
de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
CHEN, Peter. Modelagem de dados: a abordagem entidade-relacionamento para
projeto lógico. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1990.
DEBONI, José Eduardo Zindel. Modelagem orientada a objetos com a UML. São
Paulo: Futura, 2003.
146
SISTEMAS E CICLOS AMBIENTAIS
EMENTA
Os Ecossistemas. Energia no Ecossistema. As vias dos Elementos no Ecossistema.
A regeneração de Nutrientes nos Ecossistemas Terrestres e aquáticos. Sistemas
ambientais e as interdependências da atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera.
Ciclos biogeoquímicos (ar, água, carbono, oxigênio, nitrogênio, etc.).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas.
4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo:
Metalivros, 2009.
DORST, Jean. Antes que a natureza morra: por uma ecologia política. São Paulo:
Edgard Blucher, 1973.
GIANNETTI, Biagio F.; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia Industrial: conceitos,
ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
147
SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Segurança do trabalho; Organização da segurança do trabalho na empresa;
Prevenção de acidentes; Legislação trabalhista e previdenciária; Prevenção e
combate ao incêndio; Saúde do trabalhador: higiene no trabalho, insalubridade,
ergonomia; Mapa de risco; Administração da segurança; Análise de riscos; Normas
de gestão de SST; Meio ambiente: Programas de gestão ambiental nas empresas;
Auditoria ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006.
GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5.ed. São
Paulo, 2011.
IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2011.
REIS, Lineu Belico dos. CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral.
Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2. ed.
São Paulo: Manole, 2012.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
148
6ª SÉRIE
149
AMBIENTES DE SEDIMENTAÇÃO77
EMENTA
Faixa praial; estuários e superfícies de inundação. Dinâmica e processos de
progradação e retrogradação. Erosão, agradação e degradação. Interações de
sistemas ambientais associados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NEVES, Benjamin Bley de B. Glossário de Geotectônica. São Paulo: Oficina de
Textos, 2011.
POLETO, C. Qualidade dos Sedimentos. Porto Alegre: Associação Brasileira de
Recursos Hídricos - ABRH, 2006.
CORREIA, Luiz José de Almeida. Estudo hidrossedimentológico no contexto
geoambiental da Bacia Hidrográfica do Açude cedro, Quixadá- CE. Fortaleza:
Expressão Gráfica e Editora, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARRONI, Etiene Villela; ASMUS, Milton L. Gerenciamento costeiro: uma proposta
para o fortalecimento comunitário na gestão ambiental. Pelotas: USEB, 2005.
PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, Abílio. Biologia marinha. 2.ed. Rio de
Janeiro: Interciência, 2009.
SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher /EDUSP, 2003.
150
DINÂMICA OCEÂNICA E COSTEIRA
EMENTA
Plataforma continental; movimentos de marés; sedimentologia oceânica; corais e
outros ecossistemas marinhos; a costa brasileira e norteriograndense; o Projeto Orla,
a faixa de praia e os Terrenos de Marinha.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NICHOLS, Gary. Sedimentology and stratigraphy. 2.ed. New Delhi: Wiley India,
2009.
LAPORTE, Léo F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Edgard
Blücher, 1996.
GUERRA, Antônio José Teixeira Guerra. Geomorfologia e meio ambiente. 3.ed. São
Paulo: Bertrand Brasil, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEMES, Marcos Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de
dinâmica aplicadas à meteorologia e oceanografia. São José dos Campos: Editora
da Universidade do Vale do Paraíba, 1998.
KENNET, James P. Marine Geology. Prentice-Hall. 1982.
THURMAN, Harold V. Introductory Oceanography. 10.ed. New Jersey: Pearson
Prentice Hall, 2004.
151
ECOEFICIÊNCIA E ECODESIGN
EMENTA
Conceitos e Fundamentos: Meio Ambiente, Problemas Ambientais, Desenvolvimento
Sustentável, Sustentabilidade, Ecoeficiência, Programas Ambientais, Ecologia
Industrial, Metáfora Biológica: bio - ciclo x tecno-ciclo, Estudos de Sistemas.
Ferramentas: Avaliação de Ciclo de Vida, PMA - Projeto para o Meio Ambiente, Life
Cycle Design, Contabilidade Ambiental, Indicadores Ambientais. Ecodesign na
prática: Princípios do Ecodesign, Parâmetros Ambientais para o Desenvolvimento de
Produtos Sustentáveis, Estratégias do Design Ecológico. Ecodesign na prática: Oito
ondas do Ecodesign, Considerações do PMA. Orientação aos trabalhos de graduação
no que se refere ao capítulo específico sobre Ecodesign. Acompanhamento da
execução do pré-modelo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do (Org.); VIANNA, João Nildo (Org.). Dilemas e
desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond,
2007.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade,
poder. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
GIANNETTI, Biagio; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia industrial: conceitos,
ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Normalização, Certificação e Auditoria Ambiental.
Rio de Janeiro: Thex, 2008.
CAMARGO, Ana Luiza de Brasil. Desenvolvimento sustentável: dimensões e
desafios. Campinas: Papirus, 2003.
RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais:
solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
152
GEOMÁTICA APLICADA
EMENTA
Sensoriamento remoto; geoprocessamento; georeferenciamento; imageamento;
imagens espectrais; imagens termais; identificação e monitoramento de alterações
ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008.
MOREIRA,
Maurício
Alves.
Fundamentos
do Sensoriamento Remoto e
Metodologias de Aplicação. 4.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2011.
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 4 ed. São Paulo:
Blucher, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone M. Conceitos básicos de sistemas de
informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização PanAmericana de Saúde, 2000.
SILVA, J. X. da; ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento & Análise Ambiental:
aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.
BLASCKE, Thomas (Org.); KUX, Hermann (Org.). Sensoriamento remoto e SIG
avançados: novos sistemas sensores: métodos inovadores. 2.ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2007.
153
7ª SÉRIE
154
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Histórico da educação ambiental. Política nacional de educação ambiental. Subsídios
para a prática da educação ambiental. Técnicas e metodologias em educação
ambiental. A relação Educação Ambiental-Qualidade de Vida. Projetos de educação
ambiental na organização. Prevenção da poluição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo:
Gaia, 1991. (com reimpressões).
PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação Ambiental e
Sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005.Reimp. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUZZO, Raquel S. Lobo; GUNTHER, Hartmut; PINHEIRO, José Q. Psicologia
ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas: Alínea,
2004.2 Imp.2006.
LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier; CASTRO, Ronaldo
de Souza de(Org.).Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate.
São Paulo: Cortez, 2000.
SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel (Org.). Educação Ambiental: pesquisa e
desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005.Reimp. 2008.
155
GESTÃO E PLANEJAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Visão histórica da gestão ambiental no mundo e no Brasil. Sistemas de gestão
ambiental. Normas de gestão, série ISO-14000. Programas ambientais setoriais.
Auditoria ambiental. Gestão ambiental como estratégia de negócio. Integração dos
sistemas de gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.); ROMÉRO, Marcelo de Andrade (Ed.); BRUNA, Gilda Collet
(Ed.). Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004.
RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais:
solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental:
Implantação Objetiva e Econômica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes. Gestão Ambiental. 2. ed. São Paulo: Makron
Books do Brasil, 2002.
SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo:
Oficina de textos, 2004.184p. 1 reimp. 2007.
ROBLES Jr., Antonio. Gestão da qualidade e do meio ambiente. São Paulo: Atlas,
2006.
156
HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS
EMENTA
Introdução à hidrologia. O Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação.
Interceptação. Evaporação e Evapotranspiração. Infiltração e armazenamento de
água no solo. Escoamento superficial. Vazão Máxima. Aquisição de dados
hidrológicos. Hidrodinâmica; coleções hídricas superficiais; corpos receptores; bacias
hidrográficas; áreas de recarga, descarga; aqüíferos do Brasil e do RN; características
dos aqüíferos subterrâneos. Manejo de águas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1988.
BOTELHO, Mamoel H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas
cidades. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
PINTO, N. L. S. et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 9. reimp.
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2 ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976.
MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro:
Interciência, 2004.
CAMPOS, Nilson (Ed.); STUDART, Ticiana (Ed.). Gestão de águas: princípios e
práticas. 2.ed. Porto Alegre: ABRH, 2003.
157
POLUIÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Impactos socioambientais em áreas urbanas. Sistemas socioambientais urbanos.
Urbanização e infraestrutura. Poluição domiciliar e poluição industrial. Políticas
públicas e mecanismos de controle social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3.ed. São
Paulo: Signus, 2007.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2010.
PHILIPPI JÚNIOR, A.; ROMËRIO, M. de A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão
Ambiental. Barueri: Monole, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, Benedito et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2005.
FELLENBERG, Giinter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São
Paulo: Editora Pedagógica e Universitária. 1980.
GOUVÊA, L. A. G. Biocidade. São Paulo: Nobel, 2002.
158
TRANSPORTE E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Apresentar os principais elementos necessários ao estudo e diagnóstico do impacto
das atividades do setor de transportes no meio ambiente. Diagnóstico dos impactos
sonoro, atmosférico e da vibração produzidos pela circulação de veículos e do impacto
visual de elementos do sistema de transporte; Estudo do impacto socioeconômico dos
sistemas de transporte e de diretrizes e ações que podem mitigar todos os impactos
estudados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais:
aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
ANTAS, Paulo Mendes et al. Estradas: Projeto Geométrico e de Terraplanagem. Rio
de Janeiro: Interciência, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos
ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004.
REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO,
Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento
sustentável. Barueri: Manole, 2005.
RICKLEFS, Roberts E. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica.
3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
159
8ª SÉRIE
160
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL E GESTÃO DE ÁREAS DE RISCO
EMENTA
O ambiente geológico e interações com o ambiente antrópico. Explotação dos
recursos
minerais,
alterações
ambientais
e
mitigações.
Fundamentos
de
hidrogeologia, hidrografia e gestão de bacias hidrográficas. Geologia urbana e áreas
de riscos geológicos. Geoturismo. Técnicas e ferramentas em geociências na
caracterização e diagnose do cenário físico (geologia, geomorfologia, hidrologia e
pedologia) em EIA/RIMA e AIAs. Práticas de geociências e planejamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CABRAL, Nájila Rejanne Alencar Julião; SOUZA, Marcelo Pereira. Área de proteção
ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. 2. ed. São Paulo: RiMa,
2005.
CARDOSO, Artur Renato Albeche. A Degradação Ambiental e seus Valores
Econômicos Associados. Porto Alegre: Safe, 2003.
SHIGUNOV NETO, Alexandre; CAMPOS, Lucila Maria de Souza; SHIGUNOV,
Tatiana. Fundamentos da Gestão Ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, Antonio José Teixeira. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 5.ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre:
Universidade de São Paulo: ABRH: EDUSP, 2001.
PHILLIPI JR., Arlindo; BRUNA, Gilda Collet; ROMÉRO, Marcelo de Andrade. Curso
de Gestão Ambiental. São Paulo: Manole, 2004.
161
COMANDO E CONTROLE AMBIENTAL
EMENTA
Perícia ambiental. Políticas de controle e monitoramento ambiental. Técnicas de
monitoramento ambiental. Atividades de fiscalização ambiental em áreas urbanas e
em Unidades de conservação. Avaliação de impactos ambientais. Análise em
atividades de licenciamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. A questão ambiental: diferentes abordagens. 4.
ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.
DERISIO, José Carlos. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 3.ed. São
Paulo: Signus, 2007.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais urbanos no Brasil. 5.ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005.
ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos
ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004.
GUERRA, Antonio José Teixeira; COELHO, Maria Célia Nunes. Unidades de
conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2009.
162
ENERGIAS LIMPAS E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
EMENTA
A importância dos recursos naturais na geração de energia no Brasil. O
aproveitamento e os usos energéticos dos países desenvolvidos. Estudo do balanço
Energético
Nacional.
Geração
de
energia
versus
impactos
ambientais.
Desenvolvimento sustentável. Fatores do clima. Elementos do clima. Classificação
dos climas. Microclimatologia. Mudança climática. Efeitos da mudança climática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTRO, Nivalde José de et. al. Bioeletricidade e a indústria de álcool. Rio de
Janeiro: Synergia, 2008.
GOLDEMBERG,
José;
LUCON,
Oswaldo.
Energia,
meio
ambiente
e
desenvolvimento. 3.ed. São Paulo: EDUSP, 2008. 396p. 2 reimp. 2012.
REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO,
Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento
sustentável. Barueri: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, Ricardo. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. São Paulo:
Senac, 2009.
COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus,
2004.
JUNIOR, H. Q. P (ORG.). Economia da energia: fundamentos econômicos, evolução
histórica e organização industrial. Rio de Janeiro: Campus / Elsevier, 2007.
163
MANEJO ECOLÓGICO DOS SOLOS
EMENTA
Caracterização geral do solo. Teoria dos fatores de formação do solo. Composição do
solo. Introdução e morfologia do solo. Gênese do solo. Métodos de pesquisa em
gênese do solo. Classificação do solo. Aplicações dos estudos/levantamentos de
solos,
considerações
gerais.
Técnicas
de
Manejo
Ecológico
dos
Solos.
Agroecossistemas, Agroecologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 2002.
CRAIG, R. F. Craig mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2007. 365p. Reimp. 2012
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed.
São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p. Reimp. 2009.
ANDREOLI, Cleverson Vitório (Org.); LARA, Aderlene Inês (Org.); ILHENFELD,
Ricardo Germano K. (Org.). Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura. Rio
de Janeiro: PROSAB, 1999.
PRIMAVESI, A. Agricultura sustentável. Editora: Nobel, 1992
164
SANEAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Importância do abastecimento de água e do esgotamento sanitário. Situação atual do
saneamento ambiental no Brasil. Abastecimento de água no meio rural. Sistemas
urbanos de água: Elementos para projetos; Mananciais abastecedores e capitação;
Adução; Estações elevatórias; Reservação; Distribuição; Tópicos de tratamento de
água.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REZENDE, Sonaly Cristina; HELLER, Léo. O Saneamento no Brasil: políticas e
interfaces. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
FREITAS, Carlos M.; PORTO, M. F. Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. São
Paulo: FioCruz, 2006.
PHILLIPI JR., Arlindo. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DACACH, Nelson Gandur. Saneamento básico. 3.ed. Rio de Janeiro: Didática e
Científica, 1990.
BRASIL. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. DEPARTAMENTO NACIONAL DE
ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro:
DNER, 1990.
TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000.
165
9ª SÉRIE
166
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
Desenvolvimento de atividades nas áreas da Engenharia Ambiental e Sanitária,
propiciando ao aluno a vivência de experiências práticas e o desenvolvimento de
habilidades e competências inerentes ao exercício profissional do engenheiro
ambiental e sanitarista. As atividades desenvolvidas estão de conformidade com a
RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000 do Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, sob a supervisão do orientador de
estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIANCHI, R., MORAES, A. C. de, ALVARENGA, M. Manual de Orientação: estágio
supervisionado. São Paulo: PUC, 1998. Reimp. 2001.
BURIOLLA, M. A. F. O estágio supervisionado. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.) et al. A Prática de ensino e o estágio
supervisionado. 21. ed. Campinas: Papirus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
167
ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA I
EMENTA
Reconhecimento
de
valores
e
clarificações
de
conceitos,
objetivando
o
desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para
entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus
meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da
educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001.
PAGLIARO, H., et. al. Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Heloísa
Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos (Orgs.). Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. Rio de
Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. 192 p. ISBN: 85-7541-056-3. Available from SciELO
Books
<http://books.scielo.org>.
Disponível
em:
http://static.scielo.org/scielobooks/qdgqt/pdf/pagliaro-8575410563.pdf
SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento Ambiental: teoria e prática. São Paulo:
Oficina de Textos, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo:
Gaia, 1991. (com reimpressões).
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, [1992].
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Dilemas e Desafios do Desenvolvimento
Sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007.
168
TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES
EMENTA
Aspectos gerais sobre tratamento de águas naturais. Características das águas
naturais. Uso das águas. Classificação e enquadramento das águas subterrâneas Resolução CONAMA 396/2008 Classificação e enquadramento dos corpos aquáticos
- Resolução CONAMA 357/2005. Qualidade das águas. Padrões de qualidade para
consumo humano: Portaria nº 518/2004 – MS. Processos e sistemas de tratamento
de águas para consumo humano. Aspectos gerais sobre tratamento de águas
residuárias. Características físicas, químicas e biológicas das águas residuárias.
Processos e sistemas de tratamento de águas residuárias domésticas e industriais.
Autodepuração dos corpos aquáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de
Janeiro: ABES, 2011.
LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 3.ed.
Campinas: Átomo, 2010.
BRASIL.
MINISTÉRIO
DA
SAÚDE.
FUNDAÇÃO
NACIONAL
DE
SAÚDE.
Programação e projeto físico da unidade móvel para o controle da qualidade da
água. Brasília: FUNASA, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klaus Robert. Manual de tratamento de águas residuárias.
São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 301p. 1 reimp. 1998.
PINHEIRO, Sérgio Bezerra (Coord.). Plano Estadual de Gestão Integrada de
Resíduos Sólidos do Rio Grande do Norte: relatório síntese - PEGIRS/RN. Natal:
SEMARH, 2012.
LEME, Francilio Paes. Teoria e técnicas de tratamento de água. 2.ed. Rio de
Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1990.
169
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA
Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por
professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e
Sanitária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia.
Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
ARNAVAT, Antonia Rigo; DUEÑAS, Gabriel Genescà. Como elaborar e apresentar
teses e trabalhos de pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2006.
170
10ª SÉRIE
171
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SISTEMAS DE DRENAGEM
EMENTA
Resíduos sólidos: conceitos, classificação, NBR 10004/04, fontes geradoras,
impactos ambientais; descrição das principais formas de tratamento de resíduos
sólidos: tecnologias convencionais e tecnologias limpas; legislações específicas;
gerenciamento de resíduos perigosos e; gerenciamento sob a ótica da minimização:
não geração, redução, reutilização e reciclagem; disposição final de resíduos: aterros
sanitários, compostagem. Conceitos de impactos da urbanização e planos diretores
de DU; bacias de pequeno e médio porte; escolha do tempo de retorno; características
da drenagem urbana; microdrenagem e macrodrenagem; reservatório de detenção e
modelos matemáticos de drenagem urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de
Janeiro: ABES, 2011.
NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e
reúso agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2003.
DACACH, Nelson Gandur. Tratamento primário de esgoto. Rio de Janeiro: Didática
e Científica, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE NETO, Cícero Onofre de. Sistemas simples para tratamento de
esgotos sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997.
CAMPOS, José Roberto (Coord.). Tratamento de esgotos sanitários por processo
anaeróbio e disposição controlada no solo. São Carlos: PROSAB, 2000.
TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000.
172
ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA II
EMENTA
Reconhecimento
de
valores
e
clarificações
de
conceitos,
objetivando
o
desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para
entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus
meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da
educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAGA, Célia. Contabilidade ambiental. São Paulo: Atlas, 2007.
DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6 ed. São Paulo:
Bertrand Brasil, 2005.
PHILIPPI Jr., Arlindo. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de
mudanças da agenda 21. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2008.
173
GESTÃO DE FLORESTAS
EMENTA
Conceitos, princípios e normas legais na gestão florestal. Organização do setor
florestal brasileiro; Desenvolvimento sustentável e a gestão florestal; marco legal e os
instrumentos de política florestal e ambiental; concessões florestais; gestão de
Florestas Nacionais; Instrumentos de gestão aplicados aos recursos florestais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROCHA, Carlos Frederico Duarte et al. Biologia da conservação: essências. São
Carlos: RiMa, 2006.
MORAES, Luís Carlos Silva de. Código florestal comentado. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2009.
BENSUSAN, Nurit. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de
Janeiro: FGV, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MURICY, Guilherme et al. Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar: porifera. Rio de
Janeiro: Museu Nacional, 2008.
LEÃO, Regina Machado. A floresta e o homem. São Paulo: EDUSP, 2000.
AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo:
Metalivros, 2009.
174
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
EMENTA
Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por
professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia.
Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZZO, W. A.; TEIXEIRA, V. P. Introdução à engenharia. 6.ed. Florianópolis: UFSC,
2000.
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
175
OPTATIVAS
176
LIBRAS
EMENTA
Conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Noções
linguísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso.
Aspectos sobre a educação de surdos.Noções básicas da língua de sinais brasileira.
Legislação vigente acerca da introdução da Libras como disciplina curricular em
cursos universitários.Fundamentação teórica e prática da língua dos sinais. Estrutura
gramatical da língua de sinais de forma prática. Aspectos culturais do cotidiano das
pessoas surdas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais
e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação
Especial, 2004.
SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. 2.ed. São
Paulo: Paulinas, 2010. 367p.
SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para
surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação
Especial, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as
diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife:
Editora do Autor, 2007.
GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.
177
DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL
EMENTA
Transformações do ser humano e das relações de trabalho nas diferentes
configurações geográficas.Cidadania e responsabilidade social. Sustentabilidade
ambiental. Questões ambientais globais. Economia solidária e mercado de
trabalho.Transformações do ser humano com a evolução tecnológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia,
sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011.
JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal:
EdUnP, 2010.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de pessoas. Natal: EdUnP, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Jaqueline Voltolini de. Desenvolvimento humano e organizacional.
Natal: EdUnP, 2011.
BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política
pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil.
São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012.
DAVEL,
Eduardo;
VERGARA,
Sylvia
Constant.
subjetividade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Gestão com
pessoas e
178
ANEXO B
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
ESTRUTURA CURRICULAR 2015
179
1ª SÉRIE
180
CÁLCULO APLICADO ÁS CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Conjuntos Numéricos, Expressões Algébricas, Produtos Notáveis, Fatoração,
Potenciação e Radiciação, Polinômios, Equações e Inequações, Par Ordenado,
Sistema Cartesiano, Relação Binária, Introdução a Funções, Funções, Gráfico de
Funções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e
Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 1v.
IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e
Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 2v.
MEDEIROS, Valéria Zuma (Coord.). Pré-Cálculo. 2. ed.São Paulo: Cengage
Learning, 2010. Reimp. 2013
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMANA, Franklin D. et al. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2009.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos e funções.
8.ed. São Paulo: Atual, 2004.
SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da.
Matemática básica para cursos superiores. São Paulo:Atlas, 2009.
181
EXPRESSÃO GRÁFICA
EMENTA
Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de
paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos.
Noções de proporção. Projeções. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho
Técnico da ABNT. Projeto assistido por computador. Treinamento no uso de
programas de computação gráfica para desenho de projeto, como Auto Cad, e seus
aplicativos, indicados para a área de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Claudia P.; PAPAZOGLOU, Rosarita S. Desenho Técnico para
Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. reimp. 2010.
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de Projetos. São Paulo: Edgard Blucher. 2007.
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem prancheta com
Autocad 2008. 2.ed. Florianópolis: Visual Book, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3.ed. Rio de Janeiro: Imperial
Novo Milênio, 1967. reimp. 2008.
KATORI, Rosa. AutoCAD 2010: desenhando em 2D. São Paulo: SENAC, 2010.
OLIVEIRA, Mauro Machado de. Autodesk: AutoCAD 2010: guia prático 2D, 3D e
perspectiva. Campinas: Komedi, 2012.
182
FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS
EMENTA
Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e pesquisa. Introdução às Ciências
Aplicadas a Engenharia. A constituição da matéria. Mistura Desdobramento de
Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações
Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e
Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros
experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos,
fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007.
CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: AMGH,
2007. 778p.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1:
mecânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. v.1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9ª ed. Porto
Alegre: AMGH, 2012. 622p. Reimp. 2013.
FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. 3ª ed. Campinas:
Átomo, 2010. 109p.
MELLO, Dorival A. de.; WATANABE, Renate G. Vetores e uma iniciação à
geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
183
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
EMENTA
Panorama da profissão no Brasil e no mundo. O papel do engenheiro na sociedade.
Sistema CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional. Possibilidades profissionais,
áreas de atuação do Engenheiro Sanitário e Ambiental. O projeto pedagógico do
curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAZZO, Walter Antônio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia. 6ª
ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. C2000. 274p. 4 reimp.
2005.
BRAGA, Benedito te al. Introdução à engenharia ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005. 318p. 6 reimp. 2010.
PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA: 75 ANOS CONSTRUINDO
UMA NAÇÃO. Brasília: CONFEA, 2008. 238p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TORRES, Vidal Félix Navarro; GAMA, Carlos Dinis da. Engenharia ambiental
subterrânea e aplicações. Rio de Janeiro: Centro de Tecnologia Mineral, 2005. 550p.
DYM, Clive L. et al. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª
ed. Porto Alegre: Bokman, 2010. 346p.
BROCKMAN, Jay B. Introdução à engenharia: modelagem e solução de problemas.
Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2010. 294p. Reimp. 2013.
184
QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL
EMENTA
Estrutura atômica. Tabela periódica e suas propriedades. Ligação química. Solução.
Fórmulas químicas, reações químicas e Estequiometria. Fundamentos de equilíbrio
químico. Funções Inorgânicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio
Ambiente. 3 ed. São Paulo: Bookman Companhia, 2006.
MAIA, D. J. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
MAHAN, Bruce M. Química: um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher,
1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROWN, T. L. et al. Química: A ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2005. Reimp. 2010.
FARIAS, R. F. Introdução à química do petróleo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2008.
KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química & reações químicas. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1998. v.1.
185
2 SÉRIE
186
ÁLGEBRA LINEAR
EMENTA
Vetores em R2, Operações com os Vetores em R2 e Normas, Equação da Reta e do
Plano, Distância Entre duas Retas e Intersecção de Planos, Tipos de Matrizes e
operações, Sistemas de equações lineares, Determinante e Inversa, Espaço vetorial,
Combinação Linear Dependência e Independência Linear, Transformações Lineares,
Matrizes de Transformações, Autovalores e Autovetores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo:UNICAMP, 1986.
JULIANELLI, José Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008.
MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores e uma Iniciação a Geometria
Analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAWSON, Terry. Álgebra Linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1997.
LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 6.
ed. Rio de Janeiro: PHB, 1998.
187
CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL
EMENTA
Limites e continuidade. Derivada. Aplicações da Derivada. Fórmula de Taylor. Integral.
Técnicas de Integração. Aplicações da Integral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1992. Reimp. 2006.
KREYSZIG, E. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2009. v. 1.
STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: funções de uma variável. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993.
Reimp. 1994.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
v.2.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994. v.1.
188
MECÂNICA CLÁSSICA E TERMODINÂMICA
EMENTA
Leis de Newton do Movimento; Aplicações das Leis de Newton; Trabalho e Energia
Cinética; Energia Potencial e Conservação de Energia; Equilíbrio; Temperatura e
Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica; A segunda Lei da Termodinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física
1: Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1.
HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física
2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.2.
SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da
Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEER, Ferdinand et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2012. Reimp 2013
RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física 1: mecânica. 9.ed. São
Paulo: Moderna, 2007.
TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos,
1995. v.2.
189
PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA
EMENTA
Introdução aos algoritmos, Diagrama de Blocos, Linguagem de Programação, Tipos e
Variáveis Primitivas, Expressões Matemáticas, Operadores, Comandos de Atribuição,
Comandos de Entrada e Saída, Estruturas de Controle, Estrutura Sequencial,
Estrutura de Decisão, Laços, Funções, Sobrecarga, Iteratividade, Recursividade,
Vetores, Números Aleatórios, Matrizes, Strings, Estruturas, Ponteiros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à Programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio
de Janeiro: Campus Editora, 2002.
PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Windows 7. Porto Alegre: Artmed, 2010.
MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de
programação . 23. ed. São Paulo: Érica, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, Everton Coimbra de. Algoritmos: fundamento e prática. 3. ed.
Florianópolis: Visual Books, 2007.
BRAGA, William César. Informática Elementar: Word 2007. Rio de Janeiro: Alta
Books, 2007.
STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman Companhia Editora, 2002.
190
3ª SÉRIE
191
CÁLCULO DE DUAS VARIÁVEIS
EMENTA
Funções de Várias Variáveis. Máximos e Mínimos de Funções de Várias Variáveis.
Integrais Múltiplas. Integrais de Linha. Teorema da Divergência. Séries e
Convergência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONÇALVES, Miriam B.; FLEMMING, Diva M. Cálculo B. São Paulo: Makron Books,
1999.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 1999.
ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais múltiplas,
equações diferenciais ordinárias, séries. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. 2.v.
ÁVILA, Rene Izoldi. Cálculo 3. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.
v.4.
192
CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
EMENTA
Visão geral sobre os tipos de materiais com aplicações nos campos das engenharias.
Estruturas cristalina e amorfa. Defeitos cristalinos. Introdução sobre os materiais
metálicos: ligas ferrosas e não ferrosas. Introdução sobre materiais cerâmicos,
poliméricos e compósitos. Propriedades elétricas, térmicas, magnéticas e ópticas dos
materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLISTER Jr., William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7ª
ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2008. 705p.
SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. 6.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2008.
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard
Blücher, 1970. 427p. 18 reimp. 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: materiais de construção mecânica. 2ª
ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. v.3. 388p.
CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedades das ligas
metálicas. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986. v.1. 266p.
MORAIS, Gilberto Augusto de. Desenvolvimento da metalurgia do pó. Natal:
EDUFRN, 2012. 276p.
193
ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO
EMENTA
Carga elétrica. Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Corrente e
Resistências Elétricas; Circuitos de Corrente Contínua; Campo Magnético; Lei de
Ampére; Indução e as Equações de Maxwell; Oscilações; Ondas Mecânicas; Som e
Audição; Natureza e Propagação da Luz; Ótica Geométrica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação,
ondas e termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
NUSSENZVEIG, H. Moyséis. Curso de Física básica 2: Fluidos, oscilações e ondas,
calor. 4.ed. São Paulo: editora Blucher, 2002.
SERWAY, R. A, JEWETT JR., J. W. Princípios de física 2: movimento ondulatório e
termodinâmica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BISCUOLA, Gualter José. Física volume único: mecânica, termologia, ondulatória.
3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998.
FERRARO, Nicolau Gilberto. Aulas de física 2. 6. ed. São Paulo: Atua,l 1991.
TIPLER, P. A. Física: Vol. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
194
ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE
EMENTA
Examinando Distribuições e Relações. Amostragem. Projetando Estudos. Introdução
à
Probabilidade.
Probabilidade
de
eventos.
Probabilidade
condicional
e
Independência. Variáveis Aleatórias. Distribuição Amostral. Estimativa. Testes de
Hipóteses. Inferência de Relações. Inferência de Relações Continua.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 1996.
MILONE, G. Estatística: geral e aplicada. São Paulo: Cengage Learning, 2004. 2.
reimp. 2009.
MORETTIN, L. G. Estatística básica: probabilidade inferência, volume único. São
Paulo: Pearson, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEKMAN, Otto Ruprecht; COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Análise estatística
de decisão. São Paulo: Edgard Blücher, 1993.
DACHS, J. Noberto. Estatística computacional: uma introdução em turbo pascal.
Rio de Janeiro: LTC, 1988. 236p.
MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. São Paulo: Livros
Técnicos Científicos, 1983. reimp. 1995.
195
4ª SÉRIE
196
ECOLOGIAL E MICROBIOLOGIA
EMENTA
Conceitos sobre a macro-organização e a micro-organização das espécies.
Biocenose. Os biomas do RN e do Brasil. Características ecológicas (endemismo,
resiliência, dispersão, habitat, etc.). Biogeografia. Regiões zôogeográficas e
fitogeográficas do Brasil. Conceitos de Zonas de refúgio, pontes de terra e fluxos
gênicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HARVEY, Richard A.; CHAMPE, Pamela C. Microbiologia ilustrada. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2008.
ODUM, Eugene P.; BARRET, Gary W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo:
Thonson Learning, 2007.
TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HAPPER, John L. Fundamentos em
Ecologia. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009.
LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura. Petrópolis: Vozes, 2009.
RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
197
ESTUDOS TOPOGRÁFICOS E CARTOGRAFIA.
EMENTA
Introdução ao estudo da Topografia e Cartografia. Planimetria. Altimetria.
Taqueometria. Georreferenciação. Noções sobre os novos métodos de levantamento
topográfico. Utilização de softwares aplicativos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3 ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 1997.
CASACA, João Martins; DIAS, José Miguel Baio; MATOS, João Luís de. Topografia
geral. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007.
MCCORMAC, Jack. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo:
Edgard Blucher, 1977. v.1 .
JOLY, Fernand. A cartografia. 3 ed. São Paulo: Papirus, 2001.
US, Navy. Construção Civil: Teoria e Prática - Topografia. São Paulo: Hemus, 2005.
v 3.
198
FENÔMENOS DOS TRANSPORTE
EMENTA
Conceitos básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluidos newtonianos e nãonewtonianos. Hidrostática: equações gerais da fluidodinâmica: continuidade,
movimento e energia. Camada limite hidrodinâmica. Escoamento em regime laminar,
escoamento em regime turbulento, escoamento de fluidos compressíveis. Medidas de
vazão, escoamento em condutos fechados. Escoamento em meios porosos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4ª ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 662p.
GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil, 1996. 460p.
SCHIOZER, Dayr. Mecânica dos fluidos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 1996. 629p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEJAN, Adrian. Transferência de calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 540p.
MUNSON, Bruce R; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da
mecânica dos fluidos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.2. 804p.
MALISKA,
Clovis
R.
Transferência
de
calor
e
mecânica
dos
computacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. 424p.
fluidos
199
INTRODUÇÃO À GEOCIÊNCIAS
EMENTA
Estudos de Geologia, Geomorfologia e Pedologia. Os tipos de minerais e rochas
(ígneas, metamórficas e sedimentares). A dinâmica interna e externa da Terra –
tectonismo de placas. Tempo geológico. Pedogênese e a formação dos solos. Os
diferentes tipos de ambientes geológicos. Geologia e dinâmica costeira. Eventos de
construção e modelagem do relevo terrestre. Unidades Geoambientais e
Geomorfologia litorânea do RN. Geomorfologia fluvial e de bacias hidrográficas.
Geomorfologia, meio ambiente e planejamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009.
POPP, José Henrique. Geologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. Ver. São
Paulo: Edgard Blucher, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MCALESTER, A. Lee. História geológica da vida. São Paulo: Edgar Blücher, 1971.
reimp. 1999.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia: uma atualização de bases e
conceitos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
ROSS, Jurandyr L. S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 5.ed. São Paulo:
Contexto, 2000.
200
QUÍMICA APLICADA
EMENTA
Conceitos importantes dos termos dentro da química ambiental. Principais
propriedades físico-químicas da água, reações química que ocorre na água:
solubilidade, precipitação, oxido-redução e complexação. Vias de transporte e
transformações das substancias química no ambiente aquático. Propriedades
químicas da atmosfera. Meio ambiente natural e suas interações orgânicas com o
homem. Poluente orgânico tóxico Aplicação da química orgânica e da química
inorgânica à análise ambiental. Parâmetros químicos de qualidade ambiental: líquidos,
gases e sólidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. São Paulo: Bookman. 2001.
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução
à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química Ambiental. 2.ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. 3.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2002.
BROWN, Lawrence S. HOLME, Thomas A. Química Geral Aplicada a Engenharia.
São Paulo: Cengage Learning, 2009.
CHANG, Raymond. Química Geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: Mcgraw
Hill, 2007.
201
5ª SÉRIE
202
CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA
EMENTA
Tempo e clima. A atmosfera terrestre; termodinâmica e estática da atmosfera.
Radiação e balanço térmico. Movimentos atmosféricos. Fenômenos atmosféricos.
Variações e mudanças climáticas. Classificações climáticas e climas regionais. O
clima e o homem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1998.
MONTEIRO, C.A.F.; MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2009.
SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia. 24.ed. São Paulo: [s.n.], 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONTI, J. B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Atual, 1998.
SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1996.
ZAVATTINI, João Afonso. Estudos do clima no Brasil. Campinas: Alínea, 2004.
203
HIDRÁULICA
EMENTA
Escoamento de fluídos em contudos forçados. Escoamento em Condutos Livres.
Estudo dos Canais. Escoamento por Orifícios, Bocais e Vertedores. Energia
específica no Escoamento em Condutos Livres (Canais).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1998. 669p.
NEVES, Eurico Trindade. Curso de hidráulica. 9ª ed. São Paulo: Globo, 1989. 577p.
PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidráulica geral. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1981. v.2. 436.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2ª ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976. 356p.
GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books
do Brasil, 1996. 460p.
TIGRE TUBOS E CONEXÕES. Manual técnico de instalações hidráulicas e
sanitárias. 2ª ed. São Paulo: Pini, 1987. 96p.
204
MECÂNICA DOS SÓLIDOS
EMENTA
Estática de corpos rígidos: graus de liberdade, vínculos, carregamentos, esforços,
diagramas. Equilíbrio das Estruturas de corpos rígidos. Geometria das massas.
Tensões e deformações, Lei de Hooke, efeitos da temperatura e fadiga.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010.
BEER, Ferdinand P. Resistência dos Materiais. Makron Books do Brasil. 3.ed., 1995;
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 18.ed. São
Paulo: Érica, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GERE, Janes M. Mecânica dos Materiais. Cengage Learning, 2003;
MERIAM, James L. Estática. Livros Técnicos e Científicos. 4. Ed., 1999;
TIMOSHENKO, Stephen P. Mecânica dos Sólidos. Livros Técnicos e Científicos,
volume 1, 1983.
205
MODELAGEM EM SISTEMAS AMBIENTAIS
EMENTA
Princípios da modelagem dos parâmetros ambientais de: estruturas e feições
ambientais transporte de sedimentos. Dispersão e diluição de poluentes e
contaminantes. Análise informatizada dos parâmetros ambientais em sistemas
integrados de modelagem computadorizada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgar
Blucher, 1999.
RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
VIEIRA, Deodete Packer. Modelagem de excelência. Blumenau: EKD, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOYCE, W. E; DI PRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas
de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
CHEN, Peter. Modelagem de dados: a abordagem entidade-relacionamento para
projeto lógico. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1990.
DEBONI, José Eduardo Zindel. Modelagem orientada a objetos com a UML. São
Paulo: Futura, 2003.
206
SISTEMAS E CICLOS AMBIENTAIS
EMENTA
Os Ecossistemas. Energia no Ecossistema. As vias dos Elementos no Ecossistema.
A regeneração de Nutrientes nos Ecossistemas Terrestres e aquáticos. Sistemas
ambientais e as interdependências da atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera.
Ciclos biogeoquímicos (ar, água, carbono, oxigênio, nitrogênio, etc.).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas.
4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo:
Metalivros, 2009.
DORST, Jean. Antes que a natureza morra: por uma ecologia política. São Paulo:
Edgard Blucher, 1973.
GIANNETTI, Biagio F.; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia Industrial: conceitos,
ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
207
6ª SÉRIE
208
AMBIENTES DE SEDIMENTAÇÃO
EMENTA
Faixa praial; estuários e superfícies de inundação. Dinâmica e processos de
progradação e retrogradação. Erosão, agradação e degradação. Interações de
sistemas ambientais associados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NEVES, Benjamin Bley de B. Glossário de Geotectônica. São Paulo: Oficina de
Textos, 2011.
POLETO, C. Qualidade dos Sedimentos. Porto Alegre: Associação Brasileira de
Recursos Hídricos - ABRH, 2006.
CORREIA, Luiz José de Almeida. Estudo hidrossedimentológico no contexto
geoambiental da Bacia Hidrográfica do Açude cedro, Quixadá- CE. Fortaleza:
Expressão Gráfica e Editora, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARRONI, Etiene Villela; ASMUS, Milton L. Gerenciamento costeiro: uma proposta
para o fortalecimento comunitário na gestão ambiental. Pelotas: USEB, 2005.
PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, Abílio. Biologia marinha. 2.ed. Rio de
Janeiro: Interciência, 2009.
SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher /EDUSP, 2003.
209
DINÂMICA OCEÂNICA E COSTEIRA
EMENTA
Plataforma continental; movimentos de marés; sedimentologia oceânica; corais e
outros ecossistemas marinhos; a costa brasileira e norteriograndense; o Projeto Orla,
a faixa de praia e os Terrenos de Marinha.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NICHOLS, Gary. Sedimentology and stratigraphy. 2.ed. New Delhi: Wiley India,
2009.
LAPORTE, Léo F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Edgard
Blücher, 1996.
GUERRA, Antônio José Teixeira Guerra. Geomorfologia e meio ambiente. 3.ed. São
Paulo: Bertrand Brasil, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEMES, Marcos Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de
dinâmica aplicadas à meteorologia e oceanografia. São José dos Campos: Editora
da Universidade do Vale do Paraíba, 1998.
KENNET, James P. Marine Geology. Prentice-Hall. 1982.
THURMAN, Harold V. Introductory Oceanography. 10.ed. New Jersey: Pearson
Prentice Hall, 2004.
210
ECOEFICIÊNCIA E ECODESIGN
EMENTA
Conceitos e Fundamentos: Meio Ambiente, Problemas Ambientais, Desenvolvimento
Sustentável, Sustentabilidade, Ecoeficiência, Programas Ambientais, Ecologia
Industrial, Metáfora Biológica: bio - ciclo x tecno-ciclo, Estudos de Sistemas.
Ferramentas: Avaliação de Ciclo de Vida, PMA - Projeto para o Meio Ambiente, Life
Cycle Design, Contabilidade Ambiental, Indicadores Ambientais. Ecodesign na
prática: Princípios do Ecodesign, Parâmetros Ambientais para o Desenvolvimento de
Produtos Sustentáveis, Estratégias do Design Ecológico. Ecodesign na prática: Oito
ondas do Ecodesign, Considerações do PMA. Orientação aos trabalhos de graduação
no que se refere ao capítulo específico sobre Ecodesign. Acompanhamento da
execução do pré-modelo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do (Org.); VIANNA, João Nildo (Org.). Dilemas e
desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond,
2007.
LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade,
poder. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
GIANNETTI, Biagio; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia industrial: conceitos,
ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Normalização, Certificação e Auditoria Ambiental.
Rio de Janeiro: Thex, 2008.
CAMARGO, Ana Luiza de Brasil. Desenvolvimento sustentável: dimensões e
desafios. Campinas: Papirus, 2003.
RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais:
solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
211
GEOMÁTICA APLICADA
EMENTA
Sensoriamento remoto; geoprocessamento; georeferenciamento; imageamento;
imagens espectrais; imagens termais; identificação e monitoramento de alterações
ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008.
MOREIRA,
Maurício
Alves.
Fundamentos
do Sensoriamento Remoto e
Metodologias de Aplicação. 4.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2011.
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 4 ed. São Paulo:
Blucher, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone M. Conceitos básicos de sistemas de
informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização PanAmericana de Saúde, 2000.
SILVA, J. X. da; ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento & Análise Ambiental:
aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.
BLASCKE, Thomas (Org.); KUX, Hermann (Org.). Sensoriamento remoto e SIG
avançados: novos sistemas sensores: métodos inovadores. 2.ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2007.
212
7ª SÉRIE
213
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Histórico da educação ambiental. Política nacional de educação ambiental. Subsídios
para a prática da educação ambiental. Técnicas e metodologias em educação
ambiental. A relação Educação Ambiental-Qualidade de Vida. Projetos de educação
ambiental na organização. Prevenção da poluição.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo:
Gaia, 1991. (com reimpressões).
PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação Ambiental e
Sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005.Reimp. 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUZZO, Raquel S. Lobo; GUNTHER, Hartmut; PINHEIRO, José Q. Psicologia
ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas: Alínea,
2004.2 Imp.2006.
LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier; CASTRO, Ronaldo
de Souza de(Org.).Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate.
São Paulo: Cortez, 2000.
SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel (Org.). Educação Ambiental: pesquisa e
desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005.Reimp. 2008.
214
GESTÃO E PLANEJAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Visão histórica da gestão ambiental no mundo e no Brasil. Sistemas de gestão
ambiental. Normas de gestão, série ISO-14000. Programas ambientais setoriais.
Auditoria ambiental. Gestão ambiental como estratégia de negócio. Integração dos
sistemas de gestão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.); ROMÉRO, Marcelo de Andrade (Ed.); BRUNA, Gilda Collet
(Ed.). Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004.
RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais:
solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental:
Implantação Objetiva e Econômica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, Rui Otávio Bernardes. Gestão Ambiental. 2. ed. São Paulo: Makron
Books do Brasil, 2002.
SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo:
Oficina de textos, 2004.184p. 1 reimp. 2007.
ROBLES Jr., Antonio. Gestão da qualidade e do meio ambiente. São Paulo: Atlas,
2006.
215
HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS
EMENTA
Introdução à hidrologia. O Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação.
Interceptação. Evaporação e Evapotranspiração. Infiltração e armazenamento de
água no solo. Escoamento superficial. Vazão Máxima. Aquisição de dados
hidrológicos. Hidrodinâmica; coleções hídricas superficiais; corpos receptores; bacias
hidrográficas; áreas de recarga, descarga; aqüíferos do Brasil e do RN; características
dos aqüíferos subterrâneos. Manejo de águas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 1988.
BOTELHO, Mamoel H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas
cidades. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.
PINTO, N. L. S. et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 9. reimp.
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2 ed.
São Paulo: Edgard Blücher, 1976.
MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro:
Interciência, 2004.
CAMPOS, Nilson (Ed.); STUDART, Ticiana (Ed.). Gestão de águas: princípios e
práticas. 2.ed. Porto Alegre: ABRH, 2003.
216
POLUIÇÃO AMBIENTAL
EMENTA
Impactos socioambientais em áreas urbanas. Sistemas socioambientais urbanos.
Urbanização e infraestrutura. Poluição domiciliar e poluição industrial. Políticas
públicas e mecanismos de controle social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3.ed. São
Paulo: Signus, 2007.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2 ed. São Paulo:
Edgard Blücher, 2010.
PHILIPPI JÚNIOR, A.; ROMËRIO, M. de A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão
Ambiental. Barueri: Monole, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, Benedito et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2005.
FELLENBERG, Giinter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São
Paulo: Editora Pedagógica e Universitária. 1980.
GOUVÊA, L. A. G. Biocidade. São Paulo: Nobel, 2002.
217
SANEAMENTO AMBIENTAL
EMENTA
Importância do abastecimento de água e do esgotamento sanitário. Situação atual do
saneamento ambiental no Brasil. Abastecimento de água no meio rural. Sistemas
urbanos de água: Elementos para projetos; Mananciais abastecedores e capitação;
Adução; Estações elevatórias; Reservação; Distribuição; Tópicos de tratamento de
água.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REZENDE, Sonaly Cristina; HELLER, Léo. O Saneamento no Brasil: políticas e
interfaces. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
FREITAS, Carlos M.; PORTO, M. F. Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. São
Paulo: FioCruz, 2006.
PHILLIPI JR., Arlindo. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DACACH, Nelson Gandur. Saneamento básico. 3.ed. Rio de Janeiro: Didática e
Científica, 1990.
BRASIL. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. DEPARTAMENTO NACIONAL DE
ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro:
DNER, 1990.
TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000.
218
8 SÉRIE
219
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL E GESTÃO DE ÁREAS DE RISCO
EMENTA
O ambiente geológico e interações com o ambiente antrópico. Explotação dos
recursos
minerais,
alterações
ambientais
e
mitigações.
Fundamentos
de
hidrogeologia, hidrografia e gestão de bacias hidrográficas. Geologia urbana e áreas
de riscos geológicos. Geoturismo. Técnicas e ferramentas em geociências na
caracterização e diagnose do cenário físico (geologia, geomorfologia, hidrologia e
pedologia) em EIA/RIMA e AIAs. Práticas de geociências e planejamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CABRAL, Nájila Rejanne Alencar Julião; SOUZA, Marcelo Pereira. Área de proteção
ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. 2. ed. São Paulo: RiMa,
2005.
CARDOSO, Artur Renato Albeche. A Degradação Ambiental e seus Valores
Econômicos Associados. Porto Alegre: Safe, 2003.
SHIGUNOV NETO, Alexandre; CAMPOS, Lucila Maria de Souza; SHIGUNOV,
Tatiana. Fundamentos da Gestão Ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, Antonio José Teixeira. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 5.ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre:
Universidade de São Paulo: ABRH: EDUSP, 2001.
PHILLIPI JR., Arlindo; BRUNA, Gilda Collet; ROMÉRO, Marcelo de Andrade. Curso
de Gestão Ambiental. São Paulo: Manole, 2004.
220
COMANDO E CONTROLE AMBIENTAL
EMENTA
Perícia ambiental. Políticas de controle e monitoramento ambiental. Técnicas de
monitoramento ambiental. Atividades de fiscalização ambiental em áreas urbanas e
em Unidades de conservação. Avaliação de impactos ambientais. Análise em
atividades de licenciamento ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. A questão ambiental: diferentes abordagens. 4.
ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.
DERISIO, José Carlos. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 3.ed. São
Paulo: Signus, 2007.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais urbanos no Brasil. 5.ed.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005.
ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos
ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004.
GUERRA, Antonio José Teixeira; COELHO, Maria Célia Nunes. Unidades de
conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2009.
221
ENERGIAS LIMPAS E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
EMENTA
A importância dos recursos naturais na geração de energia no Brasil. O
aproveitamento e os usos energéticos dos países desenvolvidos. Estudo do balanço
Energético
Nacional.
Geração
de
energia
versus
impactos
ambientais.
Desenvolvimento sustentável. Fatores do clima. Elementos do clima. Classificação
dos climas. Microclimatologia. Mudança climática. Efeitos da mudança climática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTRO, Nivalde José de et. al. Bioeletricidade e a indústria de álcool. Rio de
Janeiro: Synergia, 2008.
GOLDEMBERG,
José;
LUCON,
Oswaldo.
Energia,
meio
ambiente
e
desenvolvimento. 3.ed. São Paulo: EDUSP, 2008. 396p. 2 reimp. 2012.
REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO,
Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento
sustentável. Barueri: Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, Ricardo. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. São Paulo:
Senac, 2009.
COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus,
2004.
JUNIOR, H. Q. P (ORG.). Economia da energia: fundamentos econômicos, evolução
histórica e organização industrial. Rio de Janeiro: Campus / Elsevier, 2007.
222
MANEJO ECOLÓGICO DOS SOLOS
EMENTA
Caracterização geral do solo. Teoria dos fatores de formação do solo. Composição do
solo. Introdução e morfologia do solo. Gênese do solo. Métodos de pesquisa em
gênese do solo. Classificação do solo. Aplicações dos estudos/levantamentos de
solos,
considerações
gerais.
Técnicas
de
Manejo
Ecológico
dos
Solos.
Agroecossistemas, Agroecologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos,
2002.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 2002.
CRAIG, R. F. Craig mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2007. 365p. Reimp. 2012
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed.
São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p. Reimp. 2009.
ANDREOLI, Cleverson Vitório (Org.); LARA, Aderlene Inês (Org.); ILHENFELD,
Ricardo Germano K. (Org.). Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura. Rio
de Janeiro: PROSAB, 1999.
PRIMAVESI, A. Agricultura sustentável. Editora: Nobel, 1992
223
9ª SÉRIE
224
ECONOMIA AMBIENTAL
EMENTA
Economia
dos
recursos
naturais.
Relação
entre
economia
e
ecologia.
Desenvolvimento sustentável. Análise de empreendimentos e do meio ambiente.
Microeconomia do meio ambiente; análise custo/benefício; valoração ambiental;
instrumentos econômicos de regulação ambiental; gestão ambiental; políticas
públicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MAY, Peter H.; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da.(Orgs.). Economia do
meio ambiente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
MOTTA, Ronaldo Seroa da. Economia ambiental. Rio de Janeiro:FGV< 2006;
THOMAS, Janet M.; CALLAN, Scott J. Economia ambiental: aplicações, políticas e
teoria. São Paulo: Cengage Learning, 2010;
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Economia Ambiental: gestão de custos e
investimentos. 3.ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2006.
RICKLEFS, Roberts E. A Economia da Natureza. Guanabara Koogan, 6. Ed. 2010;
ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
225
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
EMENTA
Desenvolvimento de atividades nas áreas da Engenharia Ambiental e Sanitária,
propiciando ao aluno a vivência de experiências práticas e o desenvolvimento de
habilidades e competências inerentes ao exercício profissional do engenheiro
ambiental e sanitarista. As atividades desenvolvidas estão de conformidade com a
RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000 do Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, sob a supervisão do orientador de
estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIANCHI, R., MORAES, A. C. de, ALVARENGA, M. Manual de Orientação: estágio
supervisionado. São Paulo: PUC, 1998. Reimp. 2001.
BURIOLLA, M. A. F. O estágio supervisionado. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2008.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.) et al. A Prática de ensino e o estágio
supervisionado. 21. ed. Campinas: Papirus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
226
SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE
EMENTA
Segurança do trabalho; Organização da segurança do trabalho na empresa;
Prevenção de acidentes; Legislação trabalhista e previdenciária; Prevenção e
combate ao incêndio; Saúde do trabalhador: higiene no trabalho, insalubridade,
ergonomia; Mapa de risco; Administração da segurança; Análise de riscos; Normas
de gestão de SST; Meio ambiente: Programas de gestão ambiental nas empresas;
Auditoria ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São
Paulo: Atlas, 2006.
GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5.ed. São
Paulo, 2011.
IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2011.
REIS, Lineu Belico dos. CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral.
Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2. ed.
São Paulo: Manole, 2012.
SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006.
227
TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES
EMENTA
Aspectos gerais sobre tratamento de águas naturais. Características das águas
naturais. Uso das águas. Classificação e enquadramento das águas subterrâneas Resolução CONAMA 396/2008 Classificação e enquadramento dos corpos aquáticos
- Resolução CONAMA 357/2005. Qualidade das águas. Padrões de qualidade para
consumo humano: Portaria nº 518/2004 – MS. Processos e sistemas de tratamento
de águas para consumo humano. Aspectos gerais sobre tratamento de águas
residuárias. Características físicas, químicas e biológicas das águas residuárias.
Processos e sistemas de tratamento de águas residuárias domésticas e industriais.
Autodepuração dos corpos aquáticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de
Janeiro: ABES, 2011.
LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 3.ed.
Campinas: Átomo, 2010.
BRASIL.
MINISTÉRIO
DA
SAÚDE.
FUNDAÇÃO
NACIONAL
DE
SAÚDE.
Programação e projeto físico da unidade móvel para o controle da qualidade da
água. Brasília: FUNASA, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klaus Robert. Manual de tratamento de águas residuárias.
São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 301p. 1 reimp. 1998.
PINHEIRO, Sérgio Bezerra (Coord.). Plano Estadual de Gestão Integrada de
Resíduos Sólidos do Rio Grande do Norte: relatório síntese - PEGIRS/RN. Natal:
SEMARH, 2012.
LEME, Francilio Paes. Teoria e técnicas de tratamento de água. 2.ed. Rio de
Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1990.
228
ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS
EMENTA
Cultura, arte, ciência e tecnologia como pilares da formação cidadã em uma sociedade
globalizada; democracia, ética, inclusão e responsabilidade socioambiental como
valores norteadores das políticas públicas, relações de trabalho e comunicação na
contemporaneidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Maria Cecilia M. de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica:
fundamentos e técnicas. 22.ed. Campinas: Papirus, 2010.
COMUNICAÇÃO e sociabilidade. Comunicação e sociabilidade nas culturas
contemporâneas. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.
FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba: Juruá,
2004. 173p. Reimp. 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política
pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil.
São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A,
[1992]. 102p. Reimp. 2006.
BOAS, Franz. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. 109p. Reimp.
2010.
229
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA
Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por
professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e
Sanitária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia.
Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
ARNAVAT, Antonia Rigo; DUEÑAS, Gabriel Genescà. Como elaborar e apresentar
teses e trabalhos de pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2006.
230
10ª SÉRIE
231
ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA I
EMENTA
Reconhecimento
de
valores
e
clarificações
de
conceitos,
objetivando
o
desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para
entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus
meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da
educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRAGA, Célia. Contabilidade ambiental. São Paulo: Atlas, 2007.
DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6 ed. São Paulo:
Bertrand Brasil, 2005.
PHILIPPI Jr., Arlindo. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de
mudanças da agenda 21. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São
Paulo: Companhia das Letras, 2008.
232
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SISTEMAS DE DRENAGEM
EMENTA
Resíduos sólidos: conceitos, classificação, NBR 10004/04, fontes geradoras,
impactos ambientais; descrição das principais formas de tratamento de resíduos
sólidos: tecnologias convencionais e tecnologias limpas; legislações específicas;
gerenciamento de resíduos perigosos e; gerenciamento sob a ótica da minimização:
não geração, redução, reutilização e reciclagem; disposição final de resíduos: aterros
sanitários, compostagem. Conceitos de impactos da urbanização e planos diretores
de DU; bacias de pequeno e médio porte; escolha do tempo de retorno; características
da drenagem urbana; microdrenagem e macrodrenagem; reservatório de detenção e
modelos matemáticos de drenagem urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de
Janeiro: ABES, 2011.
NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e
reúso agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2003.
DACACH, Nelson Gandur. Tratamento primário de esgoto. Rio de Janeiro: Didática
e Científica, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE NETO, Cícero Onofre de. Sistemas simples para tratamento de
esgotos sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997.
CAMPOS, José Roberto (Coord.). Tratamento de esgotos sanitários por processo
anaeróbio e disposição controlada no solo. São Carlos: PROSAB, 2000.
TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem
urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000.
233
GESTÃO DE FLORESTAS
EMENTA
Conceitos, princípios e normas legais na gestão florestal. Organização do setor
florestal brasileiro; Desenvolvimento sustentável e a gestão florestal; marco legal e os
instrumentos de política florestal e ambiental; concessões florestais; gestão de
Florestas Nacionais; Instrumentos de gestão aplicados aos recursos florestais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROCHA, Carlos Frederico Duarte et al. Biologia da conservação: essências. São
Carlos: RiMa, 2006.
MORAES, Luís Carlos Silva de. Código florestal comentado. 4 ed. São Paulo: Atlas,
2009.
BENSUSAN, Nurit. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de
Janeiro: FGV, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MURICY, Guilherme et al. Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar: porifera. Rio
de Janeiro: Museu Nacional, 2008.
LEÃO, Regina Machado. A floresta e o homem. São Paulo: EDUSP, 2000.
AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo:
Metalivros, 2009.
234
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
EMENTA
Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por
professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia.
Rio de Janeiro: Interciência, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAZZO, W. A.; TEIXEIRA, V. P. Introdução à engenharia. 6.ed. Florianópolis: UFSC,
2000.
BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007.
LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de
conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006.
235
OPTATIVAS
236
LIBRAS
EMENTA
Conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Noções
linguísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso.
Aspectos sobre a educação de surdos.Noções básicas da língua de sinais brasileira.
Legislação vigente acerca da introdução da Libras como disciplina curricular em
cursos universitários.Fundamentação teórica e prática da língua dos sinais. Estrutura
gramatical da língua de sinais de forma prática. Aspectos culturais do cotidiano das
pessoas surdas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais
e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação
Especial, 2004.
SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. 2.ed. São
Paulo: Paulinas, 2010. 367p.
SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para
surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação
Especial, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as
diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife:
Editora do Autor, 2007.
GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.
237
DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
EMENTA
Gestão e Políticas Ambientais. Aspectos Políticos e o Sistema Nacional do Meio
Ambiente. Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental. Aplicabilidade dos Sistemas
de Gestão Ambiental nas Empresas. Responsabilidade social numa perspectiva
estratégica. Modelos conceituais sobre responsabilidade social. A responsabilidade
social nas diferentes áreas organizacionais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2ªed.
São Paulo: Atlas, 2011. 220p.
DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio Ambiente. Natal: EdUnP, 2011.
REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane A. F. Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias.
Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2ª ed.
Barueri: Manole, 2012. 447p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano - compaixão pela terra. Petrópolis:
Vozes, 1999. 199p. Reimp. 2004.
LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo (Org.); LAYRARGUES, Philippe Pomier
(Org.). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. 5ª ed. São
Paulo: Cortez, 2000. 183p. Reimp. 2008..
MAY, Peter H. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2010. 379p
238
ELETIVAS INSTITUCIONAIS
239
TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL
EMENTA
Pesquisar com tecnologia(localização de informações da internet através de
mecanismos de busca e avaliação da qualidade da informação coletada).Organização
com tecnologia (auxílio na realização de tarefas e na classificação de
arquivos).Comunicação com tecnologia (utilização de ferramentas diversas para
comunicação,
tendo
responsabilidade
e
adaptando
aos
vários
contextos
sociais).Aprendizado com tecnologia (desenvolvimento acadêmico e profissional).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERRETTI, Celso João (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação. 7ª ed.
Cortez: São Paulo, 2001.
ROCHA NETO, Manoel Pereira de. Comunicação e Mídias Contemporâneas. 2ª ed.
Natal: EdUnP, 2012.
XAVIER, Luciana Lopes. Tecnologias Educacionais. Natal: EdUnP, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia,
sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011.
MORA, Perla Romero. Informática 2: competencias + aprendizaje + vida. [S.l]:
Pearson Educación, 2011. 1 v.
NUNES, Gedson Bezerra. Informática Aplicada. Natal: EdUnP, 2010.
RUBIM, Ligia; SANTOS, Luciana. Tecnologias educacionais. Salvador: Unifacs,
2013. 110p..
SÁNCHEZ, Francisco Martínez (Coord.); ESPINOSA, Maria Paz Prendes (Coord.).
Nuevas tecnologías y educación. [S.l]: Pearson Educación, 2011. 1 v.
240
COMUNICAÇÃO
EMENTA
Variedades linguísticas nos diversos gêneros orais e textuais. Uso literário-artístico da
linguagem verbal e de outras linguagens artísticas.Leitura, interpretação e produção
de textos no meio acadêmico e profissional.Técnicas de comunicação oral para o meio
acadêmico e profissional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes
universitários. 8ª ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 300p. 20ªreimp. 2011.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. 220p. 2 reimp. 2010.
SILVA, Silvio Luis et al. Leitura e produção de texto. Natal: Edunp, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANGELO, Débora Mallet Pezarim de. Comunicação e expressão. São Paulo:
Universidade Anhembi Morumbi, 2013. 156p.
GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e linguagem. São Paulo:
Pearson, 2012. 258p. Reimp. 2014.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 7ª ed. São
Paulo: Cortez, 2011. 168p.
MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua portuguesa: atividades de leitura e produção de
texto. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 202p.
SAUTCHUK, Inez. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor
e leitor interno. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 134p.
241
METODOLOGIA CIÊNTIFICA
EMENTA
Metodologia científica para a informação (Tipos de conhecimento, ciência e método, fontes
de informação científica,citação e referenciação científica (ABNT x direitos autorais).
Organização técnico-científica(Abordagens de pesquisa, estruturação de textos técnicocientíficos).Método científico (definição da amostra e implicações éticas, coleta de dados,
análise de dados, noções de estatística para o pesquisador).Apresentação de resultados
científicos(Tipos de apresentação dos dados de uma pesquisa e discussão à luz da literatura,
analogias, inferências, deduções e conclusões).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza.
Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2008. 158p. 3 reimp. 2010.
DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa.
Natal: EdUnP, 2011.
RIQUENA, Ricardo. Metodologia do Trabalho Científico. Manaus: SODECAM,
2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUER, Martin W. (Org.); GASKELL, George (Org.). Pesquisa qualitativa com
texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002. 516p. Reimp.
2014.
BITTENCOURT, Gustavo Henrique Ferreira; MENDES, Andreia Regina Moura.
Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. Natal: EdUnP, 2010.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14ª ed. São Paulo: Ática, 2010. 520p. Reimp.
2012.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de
metodologia científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica:
ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis,
metodologia jurídica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. 314p.
242
DESAFIOS CONTEMPORÊNEOS
EMENTA
Desafios sociais na profissão (doutrinas sociais,relações interpessoais no meio
profissional).Desafios éticos na profissão(questões éticas e morais das boas práticas
do mercado de trabalho. Desafios dos direitos humanos). Desafios do mercado
globalizado na profissão. Desafios políticos na profissão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMPARATO, Fábio Konder. Ética: direito, moral e religião no mundo moderno. 3ª
ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 718p.
DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado:
sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento? São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2005. 258p. 1 reimp. 2010.
LOPES, Dinarte. Ética cidadania e direitos humanos. Natal: Edunp, 2010. 198p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro:
Zahar, 1999. 145p.
CERQUEIRA, Sônia Margarida Bandeira. Sociedade, direito e cidadania. Salvador:
Unifacs, 2013. 108p.
CHAUVEL, Marie Agnes (Org.); COHEN, Marcos (Org.). Ética, sustentabilidade e
sociedade: desafios da nossa era. Rio de Janeiro: Mauad X, 2009. 253p.
COSTA, Isabel de Sá Affonso; BALASSIANO, Moisés. Gestão de carreiras: dilemas
e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2006. 221p. 3 reimp. 2012.
PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do conhecimento e inteligência
competitiva. Natal: Edunp, 2010. 238p.
243
DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL
EMENTA
Transformações do ser humano e das relações de trabalho nas diferentes
configurações geográficas.Cidadania e responsabilidade social. Sustentabilidade
ambiental. Questões ambientais globais. Economia solidária e mercado de
trabalho.Transformações do ser humano com a evolução tecnológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia,
sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011.
JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal:
EdUnP, 2010.
PAES, Ketlle Duarte. Gestão de pessoas. Natal: EdUnP, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Jaqueline Voltolini de. Desenvolvimento humano e organizacional.
Natal: EdUnP, 2011.
BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política
pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil.
São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012.
DAVEL,
Eduardo;
VERGARA,
Sylvia
Constant.
Gestão com
pessoas e
subjetividade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio Ambiente. Natal: EdUnP, 2011.
MIRANDA, Carmen Suely, SILVA, Carlos Roberto de Morais e. Homem e Sociedade.
Natal: EdUnP, 2010.
244
ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA
EMENTA
Diversidade cultural no mercado de trabalho (Conceito de cultura, diversidade cultural,
alteridade, etnocentrismo e suas relações com o homem no mercado de trabalho).
Sociedade do conhecimento e o mercado de trabalho (Sociedade do conhecimento e
cultura, híbridos culturais, trocas culturais, tecnologia, globalização, diferentes
gerações e suas relações com o homem no mercado de trabalho). Identidades sociais
e o mercado de trabalho .As questões étnico-raciais no mercado de trabalho( O negro,
o índio, a mulher, a pessoa com necessidades especiais, a religião e o gênero na
sociedade brasileira, inclusão).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas.
Petrópolis: Vozes, 1982 remp. 2013.
TORQUATO, Arthur Luis de Oliveira; COSTA, Bruno Balbino Aires da. Sociedade e
Educação das Relações Étnico-raciais. Natal: EdUnP, 2013.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo:
Companhia de Bolso, 2006. 435p. 7 reimp. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado:
sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento?. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2005. 258p. 1 reimp. 2010.
LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1988. 205p.
25 reimp. 2011.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves. Antropologia: uma
introdução. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2008. 331p. 3 reimp. 2010.
MIRANDA, Carmem Suely Cavalcanti de; SILVA, Carlos Roberto de Morais e. Homem
e sociedade. Natal: Edunp, 2010. 175p
245
ELETIVAS DA ESCOLA
246
CIÊNCIAS DO AMBIENTE
EMENTA
Ciclos biogeoquímicos; Poluições em geral; Educação ambiental: utilização dos
recursos naturais e eficiência ecológica no descarte, consumismo; ISO 14000;
Sustentabilidade e meio ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3ª ed. São
Paulo: Signus, 2007.
PHILIPPI JR., Arlindo (Ed.); PELICIONI, Maria Cecília Focesi (Ed.). Educação
ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005.
REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane A. F. Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias.
Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. Barueri:
Manole, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo:
Metalivros, 2009.
ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2007.
MILLER JR., G. Tyler. Ciência ambiental. 11.ed. São Paulo: Thomson, 2007. 501p.
LIMA, Regina Amodêo Pacheco. A ação do homem nos ecossistemas. Rio de
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1979.
VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6ª ed. São Paulo: Senac
São Paulo, 2006.
247
CÁLCULO NÚMERICO
EMENTA
Zeros de funções reais. Resolução de Sistemas Lineares. Autovalores e Autovetores.
Aproximação de funções. Interpolação Polinomial. Derivação e Integração Numérica
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Prentice Hall, 2006, Base de
Dados BVU - UAM, 2012.
MONKEN, L. H.; MENDES, J. T.; SPERANDIO, D. Cálculo Numérico. São Paulo:
Prentice Hall, 2003.
RUGGIERO, M. A.; GOMES; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos
e computacionais. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CLÁUDIO, Dalcídio Morais. Cálculo numérico computacional: teoria e prática .3.ed.
- São Paulo : Atlas, 2000
BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: com aplicações. 2.ed. São
Paulo: Harbra, 1987. 163p.
BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos de; HETEM JUNIOR, Annibal. Cálculo
numérico. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. 153p. Reimp.
2011.
ARENALES, Selma; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico: aprendizagem com apoio
de software. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. Matlab 6: curso completo. São Paulo:
Prentice-Hall, 2003. 676p.
248
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
EMENTA
Examinando Distribuições e Relações. Amostragem. Projetando Estudos. Introdução
à
Probabilidade.
Probabilidade
de
eventos.
Probabilidade
condicional
e
Independência. Variáveis Aleatórias. Distribuição Amostral. Estimativa. Testes de
Hipóteses. Inferência de Relações. Inferência de Relações Continua.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6.
ed. São Paulo: Atlas, 1996.
VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2012.
DEVORE Jay L. Probabilidade e Estatística: para engenharia e ciências. 6.ed. São
Paulo: Cengage, 2006.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Volume
único. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
LARSON, Ron; FARBER, Elizabeth. Estatística Aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREUND, John E.; SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e
contabilidade. 9.ed.Porto Alegre: Bookman, 2000.
COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2.ed. São Paulo: Blücher, 2002.
266p. 4 reimp. 2009.
LEVIN, Jack; FOX, James Alan; FORDE, David R. Estatística para ciências
humanas. 11.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
SPIEGEL, Murray R; STEPHENS, Larry J. Estatística. 4.ed. Porto Alegre: Bookman,
2009.597p.
Magalhães, Marcos Nascimento; Lima, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de
probabilidade e estatística. 7.ed. São Paulo: EDUSP, 2010.408p. Reimp. 2011.
249
GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES
EMENTA
Princípios da Economia e estruturas de mercado. As políticas econômicas: fiscal,
cambial, monetária e de comércio exterior. Os cenários econômicos: internacional,
nacional e baiano. A evolução das Teorias da Administração e a Administração
contemporânea. As dimensões da Gestão das Organizações e o papel do Indivíduo
nas Organizações. As funções do Administrador. Legislação Ambiental. Viabilidade
de empreendimentos e impactos ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações. 2. ed. São
Paulo: Pearson, 2012.
CARAVANTES, Geraldo. Administração : Teorias e Processos. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 7.ed. São
Paulo: Elsevier, 2003. com reimpressões de 2004.
FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais:
aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores:
fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2006. 212p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
O’SULLIVAN, Arthur; SHEFFRIN, Steven; NISHIJIMA, Marislei. Introdução à
economia: princípios e ferramentas. [S.l.]: Pearson, 2012.
SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2001. 480 p. com reimpressões de 2002 e 2005.
RITZMAN, Larry P.; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações.
São Paulo: Pearson Prentice-Hall, c2004. 431 p.
ROCHA NETO, Ivan. Gestão de organizações: pensamento científico, inovação,
ciência e tecnologia, auto-organização, complexidade e caos, ética e dimensão
humana. São Paulo: Atlas, 2003. 226p.
250
CURI, Denise (Org.). Gestão ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 328
p.
251
MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO
EMENTA
Apresenta e discute a evolução dos modelos de administração desde os tradicionais
até os contemporâneos em uma perspectiva histórica, explorando os conceitos,
fundamentos e visões de cada um. Explora as possibilidades de aplicação de cada
um dos modelos nas práticas empresariais atuais, destacando sua adequação às
características do negócio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALPERSTEDT, Cristiane. Modelos de Administração. Salvador: UNIFACS, 2013.
FISCHER, Sulivan Desirée; KARKOTLI, Gilson Rihan. Teorias administrativas e
organizacionais. Natal: EdUnP, 2011.
RIBEIRO, Aldeí Rosane Batista. Fundamentos da Administração. Natal: EdUnP,
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria geral
da administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 428p. 3
reimp. 2009.
ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo:
Saraiva, 2000. 524p. 9 tir. 2009
RIBEIRO, Antônio de Lima. Teorias da Administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
252
GERÊNCIA DE PROJETOS
EMENTA
Gestão de Projetos e histórico de gerenciamento de projetos. Conceitos de PMBOK.
Elaboração e acompanhamento de projetos usando técnicas apropriadas. Atividades
de planejamento, alocação de recursos, análise e controle de projetos, gestão de
aquisição, de contratos, de configuração e utilização de software de gerenciamento
de projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VALERIANO, Dalton. Moderno Gerenciamento de Projetos.São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2005.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.Administração de projetos: como transformar
idéias em resultados. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2014.
VALERIANO, Dalton. Gerenciamento Estratégico e Administração por Projetos.
São Paulo: Makron Books, 2001.
HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
319p. 4 reimp. 2005.
HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5.ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2009. 632p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NEWTON, Richard. O Gestor de Projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012.
SIMCHI-LEVI,
David;
KAMINSKY,
Philip;
SIMCHI-LEVI,
Edith.
Cadeia
de
Suprimentos: Projeto e Gestão. São Paulo: Bookman, 2007.
PHILLIPS, Joseph. Gerência de projetos de tecnologia da informação: no caminho
certo, do início ao fim. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 449p. 9 tir. 2003.
MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
242p.
GIDO, Jack. Gestão de projetos. 3.ed. São Paulo: Thomson, 2007. 451p.
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Projeto Pedagógico de Curso – Engenharia Ambiental 2015