2 DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR Reitora Sâmela Soraya Gomes de O. Ribeiro Pró-Reitora Acadêmica Sandra Amaral de Araújo ESCOLA DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS EXATAS Diretor Gedson Bezerra Nunes Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária Maurílio de Medeiros Lucena 3 ELABORAÇÃO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE Maurílio de Medeiros Lucena Ana Katarina Oliveira Aragão Cláudia Patrícia Torres Cruz Carla Gracy Ribeiro Menezes Thiago de Paula Neves Mesquita EQUIPE TÉCNICA Núcleo de Projetos Marcione Cristina Silva (Coordenação) Luana de Albuquerque Tavares REVISOR (A) / ELABORAÇÃO Regina Lúcia Freire de Oliveira Andressa Milena Silva Pacheco Félix PESSOAL ADMINISTRATIVO Brunna Félix dos Santos Victor Câmara Paiva e Silva 4 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO PARTE I - CONTEXTO INSTITUCIONAL ................................................................ 10 1.1 MANTENEDORA ......................................................................................... 11 1.2 MANTIDA ..................................................................................................... 11 1.2.1 Base legal ........................................................................................... 11 1.2.2 Perfil e missão .................................................................................... 12 1.2.3 Organização administrativa e acadêmica ........................................... 12 1.2.4 Dados socioeconômicos da região Nordeste ...................................... 13 1.2.5 Breve histórico da UnP ....................................................................... 14 PARTE II - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................ 16 2.1 DADOS DO CURSO .................................................................................... 17 2.1.1 Denominação ...................................................................................... 17 2.1.2 Atos autorizativos ................................................................................ 17 2.1.3 Regime acadêmico ............................................................................. 17 2.1.4 Modalidade de oferta .......................................................................... 17 2.1.5 Número de vagas e turno de funcionamento ...................................... 17 2.1.6 Formas de ingresso ............................................................................ 17 2.1.7 Carga horária total .............................................................................. 18 2.1.8 Integralização do curso ....................................................................... 18 2.1.9 Local de funcionamento ...................................................................... 18 2.1.10 Histórico ............................................................................................ 18 2.1.11 Coordenadoria do curso ................................................................... 19 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ................................................................. 20 2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP ........................... 20 2.2.2 Coordenação de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária ............ 20 2.2.3 O Conselho do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária .............. 21 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO....................................................... 22 2.3.1 Necessidade social ............................................................................. 22 2.3.2 Concepção .......................................................................................... 25 5 2.3.3 Objetivos ............................................................................................. 27 2.3.4 Perfil profissional do egresso .............................................................. 29 2.3.5 Competências e habilidades ............................................................... 30 2.3.6 Organização Curricular ....................................................................... 32 2.3.6.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................. 48 2.3.6.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS .......................................................................................... 48 2.3.6.3 ABORDAGEM DOS DIREITOS HUMANOS ...................................... 51 2.3.6.4 ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA E ATITUDINAL ........................... 51 2.3.7 Atividades Complementares ............................................................... 52 2.3.8 Estágio Supervisionado Obrigatório .................................................... 55 2.3.9 Estágio Não Obrigatório ...................................................................... 57 2.3.10 Trabalho de Conclusão de Curso ..................................................... 58 2.3.11 Estratégias de flexibilização curricular .............................................. 59 2.3.12 Metodologia ...................................................................................... 60 2.3.13 Pesquisa e Extensão ........................................................................ 64 2.3.14 Extensão E Ação Comunitária .......................................................... 70 2.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ............................................................. 78 2.5 APOIO AO DISCENTE................................................................................. 81 2.6 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................... 82 PARTE III - CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ........ 84 3.1 CORPO DOCENTE...................................................................................... 85 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ................................................... 85 3.1.2 Perfil do corpo docente 2015.1 ........................................................... 86 3.1.3 Políticas de apoio ao docente ............................................................. 90 3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ....................................................... 92 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso .................................................................. 92 3.2.2 Atividades de capacitação .................................................................. 92 6 PARTE IV - INSTALAÇÕES .................................................................................... 93 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP ................................................................ 94 4.2 BIBLIOTECA ................................................................................................ 96 4.2.1.Instalações Para O Curso ................................................................. 101 4.3 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ....................................................... 102 4.4 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS ....................................................... 106 4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA .......................................................... 114 ANEXOS 7 APRESENTAÇÃO A Universidade Potiguar, reconhecida por sua prática acadêmica em formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo – através do ensino, a pesquisa e da extensão de excelência – para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País, vem a cada ano diversificando a oferta institucional de cursos à sociedade norte-riograndense, brasileira e estrangeira. A referida dinâmica didático-pedagógica dos cursos, programas e projetos ofertados institucionalmente, baseiam-se na concepção de que a educação somente pode ser compreendida em suas relações com os diferentes contextos. Dessa forma, explicita os ideais a serem perseguidos pela comunidade acadêmica para que se torne visível a responsabilidade social da UnP. Isto significa que ao promover processos formativos de nível superior, a Universidade se posiciona de forma coerente com a realidade na qual se insere, ou seja, em sintonia com as necessidades de construção da cidadania brasileira. Para realização desses objetivos, a UnP tem ofertado diferentes cursos de graduação e pós-graduação (latu e stricto senso), além da manutenção de projetos de pesquisa e da execução de atividades de extensão universitária, prestando relevantes serviços pedagógico-sociais à comunidade norte-rio-grandense. Com vistas a modernização organizativa, a UnP estruturou-se em diferentes escolas. Essa nova forma primou por construir uma relação entre as diversas disciplinas, buscando aglutiná-las em blocos de conhecimento estruturados em seus respectivos cursos e, estes por sua vez, articulados em Escolas do Conhecimento. Dessa maneira, o princípio da transversalidade do conhecimento e da construção do saber científico, estabelece um campo de atuação universitária em consonância com os novos tempos e as demandas do mundo do trabalho. A demanda socioeconômica atual tem acirrado as contradições sobre o paradigma do final do milênio passado e início deste novo milênio: o desenvolvimento em bases sustentáveis. O destaque dado às questões ambientais e suas relações com os mecanismos de produção e com o modelo de consumo capitalista atualmente difundido no planeta chamaram atenção para a fragilidade dos sistemas adotados. Em todo o globo, a intensidade com a qual a degradação do meio ambiente interferiu na 8 qualidade de vida, na manutenção dos ecossistemas e na sobrevivência das espécies, atingiram proporções que alertaram para a urgente necessidade do surgimento de um novo modelo de gestão pautado na satisfação das necessidades do presente sem o comprometimento das condições de sobrevivência das gerações futuras. As transformações decorrentes da ação antrópica ocorreram de forma tão intensa que seus impactos atingiram níveis globais. As mudanças climáticas, a redução da camada de ozônio e a exaustão dos sistemas ambientais de um modo geral ascenderam tão rapidamente que, em um primeiro momento, pareciam não haverem soluções aparentes. Esse contexto torna claro que um dos grandes desafios desse século é conciliar o modelo de desenvolvimento atual com a preservação dos recursos naturais. O enfrentamento dos problemas ambientais requer uma mudança complexa onde a sociedade e os sistemas de gestão e planejamento econômico-administrativos concentrem esforços na promoção e desenvolvimento da sustentabilidade. A aquisição desses novos valores sociais e desenvolvimentistas vem tomando força através da criação de leis protecionistas; da elaboração de políticas que regem sobre o uso e a gestão dos recursos naturais; e de ações empenhadas em estimular positivamente a percepção ambiental da população. Nesse sentido, outra grande contribuição também é prestada pelo âmbito acadêmico que através da integração entre suas ciências cria tecnologias e prepara novos cursos de graduação direcionados a formação de profissionais aptos a atenderem as demandas ambientais. Cursos como, por exemplo, Gestão Ambiental, Saneamento Básico e, em especial, Engenharia Ambiental e Sanitária, fornecem a esses graduandos a capacidade de interpretar como cada sistema produtivo ou ação antrópica interfere na dinâmica ambiental de uma região, cidade, sociedade ou ecossistema. E, é, a partir desse entendimento que os profissionais formados tornam-se aptos a desenvolverem soluções que equilibram, revertem e/ou mitigam a degradação que, hoje, tanto preocupa. Considerando o crescimento da vertente ambiental, bem como o de suas ciências, abre-se destaque ao Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária cujo diferencial remete-se às habilidades e competências relativas à (ao): (I) avaliação, elaboração, implantação e condução de projetos e metodologias voltadas à minoração ou mitigação de impacto; (II) solução de problemas decorrentes da geração e do 9 destino inadequado dos resíduos sólidos e efluentes; e (III) desenvolvimento de sistemas produtivos que visem garantir a qualidade ambiental. De modo geral, um Engenheiro Ambiental e Sanitarista atua em atividades de âmbito científico, tecnológico e administrativo que têm como principal objetivo promover e resguardar a qualidade, segurança, funcionalidade e o respeito ao meio ambiente e à sociedade. Dada a conjuntura ambiental do cenário mundial e ressaltado o surgimento e as contribuições das novas áreas de atuação no combate a degradação, vem-se, através do o presente documento, apresentar o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária ofertado a comunidade civil pela Universidade Potiguar. Integrante da Rede Laureate International Universities a Universidade Potiguar preocupa-se enquanto comunidade acadêmica em ofertar cursos atuais e condizentes com as perspectivas de mercado primando sempre pela qualidade do ensino para que, assim, possa contribuir com o crescimento e fortalecimento das bases técnica e científica do País e do Estado do Rio Grande do Norte. O Projeto Pedagógico está fundamentado nas normas regulamentares institucionais, tanto dos órgãos oficiais como de instituições de ensino superior. O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária iniciou suas atividades acadêmicas em 2010.1, seguindo em conformidade com o presente Projeto Pedagógico, o qual se encontra estruturado em quatro capítulos, a saber: a) Parte 1 – Contexto institucional; b) Parte 2 – Organização didático-pedagógica; c) Parte 3 – Corpo docente; e d) Parte 4 – Instalações físicas (incluídos os laboratórios e a biblioteca). O projeto aqui apresentado não pretende exaurir-se em si mesmo, mas propõese a iniciar um processo de construção de habilidades e competências de profissionais com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 10 PARTE I - CONTEXTO INSTITUCIONAL 11 1.1 MANTENEDORA Sociedade Potiguar de Educação e Cultura Ltda. (APEC). BASE LEGAL Endereço: Av. Floriano Peixoto, 295. Petrópolis. Natal/RN. Razão social: pessoa jurídica de natureza privada, constituída como sociedade por quotas, com finalidade lucrativa. Registro no cartório: - Estatuto Social original da APEC - inscrito no Cartório do 2° Ofício de Notas da Comarca de Natal - Registro Civil das Pessoas Jurídicas - no livro próprio A - n. 10, à fl. 109, sob o número 215, data de 14.09.79. - Contrato Social atual: registro no dia 09/10/2013, na Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte (JUCERN) - NIRE 24200645943 e CNPJ/MF n. 08.480.071/0001-40. 1.2 MANTIDA Universidade Potiguar (UnP) 1.2.1 Base legal Endereço: Campus Natal, sede – Av. Roberto Freire, 2184 – Capim Macio, Natal/RN. Atos legais: - Autorização: Parecer CFE n. 170, de 18 de fevereiro de 1981; Decreto n. 85.828/1981 (D.O.U. de 20 de março de 1981). - Credenciamento como Universidade: Decreto de 19 de dezembro de 1996 (D.O.U. de 20 de dezembro de 1996). - Recredenciamento (ensino presencial): Portaria MEC n. 529, de 10 de maio de 2012 (D.O.U. de 11 de maio de 2012). - Credenciamento EaD: Portaria MEC n. 837, de 3 de abril de 2006 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). - Campus fora da sede - Mossoró: Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001 (D.O.U. de 04 de abril de 2006). 12 1.2.2 Perfil e missão A UnP, com sede em Natal, capital do Rio Grande do Norte (RN), é a única Universidade particular do estado, atuando ao lado de três outras instituições públicas, da mesma natureza: as Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), as duas últimas com sede em Mossoró/RN. A Universidade Potiguar tem a sua estrutura organizada em dois campi: o Campus Natal, abrangendo seis Unidades - Floriano Peixoto, Salgado Filho, Nascimento de Castro, Roberto Freire, João Medeiros e Marcelo Mariano, e o Campus Mossoró, fora da sede, autorizado nos termos da Portaria/MEC n. 2.849, de 13 de dezembro de 2001. Integrando a Laureate International Universities desde 2007, a UnP se destaca no cenário educacional do RN e do Nordeste pela qualidade dos serviços que oferece nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão e ação comunitária. É missão da UnP formar cidadãos comprometidos com os valores éticos, culturais, sociais e profissionais, contribuindo - através do ensino, da pesquisa e da extensão de excelência - para o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte, da Região e do País. 1.2.3 Organização administrativa e acadêmica A organização administrativa da UnP, conforme seu Estatuto, é constituída por: a) Administração Superior, exercida pela Presidência, pelos Órgãos Colegiados Superiores - Conselho Superior Universitário (ConSUni) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (ConEPE); pela Reitoria, como órgão executivo; b) Administração Acadêmica, exercida pelo Comitê Acadêmico, com a seguinte composição: Acadêmica de Reitoria, Campus fora Pró-Reitoria de sede; Acadêmica, Diretorias de Diretoria Escolas, (Comunicação e Artes, Direito, Educação, Engenharias e Ciências Exatas, Gestão e Negócios, Hospitalidade, Saúde); Diretoria de Pilares Estratégicos; Coordenação Acadêmico-Administrativa do Ensino de Pósgraduação Lato Sensu; Secretaria Geral (controle e registros 13 acadêmicos). As coordenadorias de curso vinculam-se às Diretorias de Escola e têm como órgão colegiado o Conselho de Curso (ConseC). A UnP conta, ainda, com órgãos especiais, suplementares e de assessoramento às suas atividades-fim. 1.2.4 Dados socioeconômicos da região Nordeste A UnP está localizada no Rio Grande do Norte (RN), um dos estados do Nordeste brasileiro, região em que reside expressiva parcela da população brasileira (27,7%), conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013, constantes da Síntese dos Indicadores Sociais 2014, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).1 A participação nordestina no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 13,9% em 2014, destacando-se avanços expressivos nos setores industrial, como o Distrito Industrial de Ilhéus, na Bahia, ou o Distrito Industrial de Maracanaú, no Ceará; na tecnologia da informação, com destaque para Recife que detém o maior polo tecnológico do país. Salienta-se ainda a produção de petróleo, principalmente no Rio Grande do Norte, com ênfase para Mossoró, município de destaque no cenário potiguar. Na Bahia encontra-se o polo Petroquímico de Camaçari, um dos mais importantes do Brasil. O Nordeste segue a tendência nacional de efetivação de significativos avanços sociais nos últimos anos, destacando-se como a região de maior crescimento. Contudo, a distribuição de riqueza e renda ainda é expressivamente desigual, tal como ilustra o índice de Gini2. Consideradas as grandes regiões brasileiras, observa-se que a desigualdade é historicamente superior no Nordeste e Centro-Oeste. Enquanto, em 2013, o índice de Gini para o Brasil era de 0,501, nessas duas regiões os coeficientes observados foram de, respectivamente, 0,509 e 0,519. Em melhor situação ficaram as regiões Sul, com 0,458, e, em seguida, a Sudeste (0,483). Para o Norte registra-se 0,484. 1 BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Diretoria de Pesquisas. Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2014. (Estudos e Pesquisas. Informação Demográfica e Socioeconômica. N. 34). Rio de Janeiro, 2014. 2 Mede o nível de desigualdade de um país, numa escala de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, tanto mais desigualdade na distribuição de renda e riqueza; quanto mais próximo de 0, mais igualdade. 14 Com essas características e pelas potencialidades econômicas que apresenta, a região Nordeste requer a atuação de instituições educacionais de nível superior que possam influenciar positivamente a realidade, em função da redução das desigualdades sociais e do fortalecimento e ampliação dos avanços já alcançados. 1.2.5 Breve histórico da UnP A UnP iniciou suas atividades em 1981 com a oferta das graduações em Administração, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. Registra uma expansão significativa a partir do seu credenciamento como Universidade, em 1996. Hoje, são 82 (oitenta e dois) cursos de graduação presenciais em atividade, consideradas todas as Unidades do Campus Natal e o Campus Mossoró3. Na educação a distância (EaD) assinalam-se a criação do Núcleo de Educação a Distância (NEaD), em 2004, e, no ano 2006, o credenciamento institucional para atuação nacional nos diversos níveis do ensino superior. Atualmente, registram-se 11 (onze) cursos de graduação em funcionamento (entre bacharelados, 3; licenciaturas, 2; CSTs, 6), com polos no RN e em outras Unidades da Federação. Na pós-graduação lato sensu, implantada desde os anos 1990, a oferta presencial compreendia 37 cursos de especialização em dezembro de 2014, situados em vários campos: direito; educação e comunicação; engenharias, tecnologia da informação e meio ambiente; gestão e negócios; saúde e bem-estar. Em nível stricto sensu indicam-se quatro mestrados profissionais em funcionamento – Administração, Engenharia de Petróleo e Gás, Biotecnologia e Psicologia Organizacional e do Trabalho. A pesquisa e a extensão têm viabilização por meio de mecanismos de apoio a professores e alunos: financiamento de pesquisas; programas de bolsas estudantis – iniciação científica e extensão; revistas eletrônicas e promoção de eventos para a divulgação da produção, a partir de linhas estabelecidas institucionalmente. Todos os cursos de graduação e de pós-graduação e respectivas atividades de ensino, pesquisa e extensão encontram-se organizados por Escolas: Comunicação e Artes; Direito; Educação; Engenharias e Ciências Exatas; Gestão e Negócios; 3 Dados do cadastro e-Mec sistematizados pelo Núcleo de Projetos da Pró-Reitoria Acadêmica (NuPe/ProAcad). Considere-se a mesma fonte para o número de cursos EaD. 15 Hospitalidade; Saúde. Estas, por sua vez, estabelecem a gestão dos seus cursos sob quatro pilares estratégicos institucionais cobrindo todas as dimensões estabelecidas no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES): qualidade acadêmica; empregabilidade; internacionalidade; responsabilidade social. 16 PARTE II - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 17 2.1 DADOS DO CURSO 2.1.1 Denominação Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária. 2.1.2 Atos autorizativos Ato de criação: Resolução nº 039/2009 ConSUni/UnP de 29 de outubro de 2009. 2.1.3 Regime acadêmico Seriado semestral. 2.1.4 Modalidade de oferta Presencial. 2.1.5 Número de vagas e turno de funcionamento O curso oferta 40 vagas no turno noturno conforme resolução 021/2011 – ConSUni/UnP 07 de dezembro de 2011. 2.1.6 Formas de ingresso O acesso ao curso ocorre mediante processo seletivo aberto a candidatos que tenham escolarização completa de nível médio ou equivalente. As informações sobre o processo constam de edital próprio estruturado conforme disposições da Portaria Normativa Nº 40, de 12 de dezembro de 2010 (art. 32, §3º). As vagas iniciais ofertadas são em sua maior parte destinadas a candidatos que se submetem a concurso vestibular; a outra parte das vagas é destinada a candidatos que optam por usar o resultado obtido no Exame Nacional do Ensino Médio. Constituem outras formas de acesso ao curso, no caso de vagas não preenchidas após a matrícula dos classificados em processo seletivo: transferência interna e externa e ingresso como portador de diploma de graduação, sendo a seleção realizada mediante avaliação do histórico escolar do curso de origem. 18 2.1.7 Carga horária total 3.600 horas (4.320 horas-aula). 2.1.8 Integralização do curso Mínima: 10 semestres letivos. Máxima: 20 semestres letivos 2.1.9 Local de funcionamento Campus Natal – Unidade Nascimento de Castro, situada na Avenida Nascimento de Castro nº 1597, Bairro de Dix Sept Rosado, CEP 59054-180. 2.1.10 Histórico O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Potiguar foi criado através da Resolução Nº. 039/2009-ConSUni/UnP de 29 de outubro de 2009 com o objetivo de formar engenheiros ambientais e sanitaristas graduados dentro de uma visão generalista, humanista e crítica e cuja formação lhes permitisse desenvolver tecnologias voltadas a identificação e resolução de problemas socioambientais capazes de promover o equilíbrio entre os recursos naturais e os interesses dos setores político, econômico e social. O primeiro vestibular foi realizado em janeiro de 2010, visando o preenchimento de quarenta vagas cujas atividades letivas foram iniciadas em 28 de fevereiro do mesmo ano. Em 2011 os alunos do curso envolveram-se em uma grande ação acadêmica que culminou no lançamento da cartilha intitulada “Intervenção em Áreas Degradadas: Estudo no Trecho do rio Pitimbu – Ponte Velha e Mata do CATRE – Município de Parnamirim/RN”. Esse trabalho foi coordenado pela Prof a. Dra. Carla Gracy Ribeiro Meneses e contou com a colaboração de uma equipe multidisciplinar formada por outros seis docentes do curso, bem como, com a participação de todos os alunos do período 2011.1. O referido trabalho abriga instruções sobre a recuperação das áreas degradadas no trecho da Ponte Velha e Mata do CATRE visando à recuperação do Rio Pitimbu, o qual é responsável pelo abastecimento de 30% da população da Zona Sul da Cidade do Natal. Essa iniciativa, além de pioneira, permitiu que os alunos 19 conhecessem as técnicas do levantamento de impacto in loco e; aprendessem e praticassem pesquisa bibliográfica; e que estudassem as diretrizes de elaboração de Plano de Recuperação de Área Degradada – PRAD. O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Potiguar encontra-se em processo de reconhecimento pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), formou sua primeira turma em 2014.2 e tem, atualmente (2015.1), um corpo discente composto por 30 (trinta) Alunos, 11 (onze) cursando a primeira série e os outros 19 (dezenove) a terceira. 2.1.11 Coordenadoria do curso MSc. Maurílio de Medeiros Lucena Contatos: +55 (84) 9984 5272/4009 1430 [email protected] 20 2.2 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.2.1 Da coordenadoria de cursos de graduação na UnP A Coordenadoria de Curso é um órgão executivo da Administração Acadêmica da Universidade, exercida pelo Coordenador de Curso, designado pelo Reitor para mandato de dois anos, permitida a recondução. Essa coordenadoria pode contar com a estrutura de pessoal da Escola à qual esteja vinculada, o que inclui, por exemplo, coordenadoria acadêmico-administrativa e analistas de processos acadêmicos (APAs). Com atuação regida pelo Estatuto e Regimento Geral da Universidade, assim como pelo Plano de Desenvolvimento Institucional 2007/2016, a Coordenadoria de Curso tem na sua organização o Conselho de Curso (ConseC) e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), com atividades administrativas e acadêmicas relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão previstas nos projetos pedagógicos (PPCs). As coordenações dos cursos de graduação têm representatividade nos órgãos colegiados superiores, ConSUni e ConEPE, e presidem os respectivos conselhos e NDEs dos seus cursos. 2.2.2 Coordenação de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é coordenado pelo Professor Maurílio de Medeiros Lucena, graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Julho de 1980 e mestre em Engenharia Mecânica – Área de Tecnologia dos Materiais - pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 2007. O referido Docente possui 34 anos de experiência em seu campo de atuação profissional e há 17 anos dedica-se à docência no ensino superior. Professor da Universidade Potiguar desde 1997, atualmente, Maurílio de Medeiros Lucena cumpre regime de carga horária de tempo integral (40h/mês) coordenando o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e ministrando aulas para o curso de Engenharia Civil. Dentro das suas competências como Coordenador e Professor destacam-se ainda a assistência acadêmico-pedagógica aos alunos e docentes, bem como o préstimo de orientações sobre pesquisa, extensão e demais atividades institucionais. 21 2.2.3 O Conselho do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária O Conselho de Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária funciona regularmente e tem a seguinte composição conforme portaria no 199/2014 – Reitoria/UnP de 24 de novembro de 2014. TITULARES SUPLENTES Presidente Maurílio de Medeiros Lucena Representação docente Thiago de Paula Nunes Mesquita Mary Sorage Praxedes da Silva José Antônio de Moura Ana Katarina Oliveira Aragão Carla Gracy Ribeiro Meneses Gustavo Szilagy Representação discente Vanessa de Sousa Santos Matheus Felippo Lopes de Sousa Representação de Entidade de Classe – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES/RN) Josivan Cardoso Moreno Emília Margareth de M. Silva As reuniões, realizadas bimestralmente, têm registros próprios, e podem contar com a participação de integrantes do NDE, havendo ainda, quando necessário, reuniões extraordinárias. 22 2.3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 2.3.1 Necessidade social O Estado do Rio Grande do Norte (RN) vem experimentando um crescimento econômico na última década. Em 2010 o Estado passou a ocupar o 50 lugar no ranking do Produto Interno Bruto entre os Estados da Região Nordeste do Brasil chegando a contribuir com 6,37% do total da produção de riquezas na Região Nordeste (IBGE, 2012). Os principais responsáveis pelo incremento do PIB potiguar em 2010 foram o crescimento das arrecadações dos licenciamentos ambientais, o desenvolvimento dos empreendimentos turísticos, a criação da área de livre comércio no entorno da construção do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante e a inserção da capital do Estado como uma das cidades escolhidas para a realização de jogos da Copa do Mundo de 2014, fato que, por sua vez, aumentou o interesse do mercado nacional e internacional em expandir o setor imobiliário e turístico visando atender as demandas decorrentes do fluxo de visitantes atraídos pela Copa. Todavia, em contrapartida ao crescimento econômico, surgem os problemas de ordem ambiental. Ao passo que a economia potiguar se desenvolve as pressões sobre as áreas ambientalmente frágeis, aumentam. O crescimento urbano desordenado associado às altas densidades populacionais desencadeiam desajustes ambientais como, por exemplo, a supressão da cobertura vegetal, a desagregação do solo e a contaminação dos aquíferos subterrâneos e superficiais. Além dos desajustes decorrentes da urbanização, existem ainda os impactos negativos exercidos pela atividade industrial. Na Região Oeste do RN, as cidades de Mossoró (segunda maior cidade do Estado) e Açu concentram atividades de relevante impacto ambiental e alto potencial poluidor dentre as quais se destacam: a extração do sal marinho; a indústria do petróleo e gás natural; a mineração (areia, calcário, granitos, mármores, etc.); a carcinicultura; e a produção agrícola regional que concentra o maior polo fruticultor do RN. Em toda a cadeia produtiva - desde o setor de serviços (que engloba o turismo, por exemplo) até a geração de bens e consumo – e nas questões relativas ao crescimento urbano, as demandas por soluções de engenharia ambiental e sanitária se avolumam. Nesse contexto, a participação do Engenheiro Ambiental Sanitarista se 23 dá desde a e elaboração dos estudos de viabilidade ambiental (EVA) e saneamento seguindo-se pelas fases de implantação, operação, gestão e manutenção da atividade ou serviço executado. Além dessas atribuições, os serviços prestados por esse profissional englobam ainda: (i) o cumprimento de planos de monitoramento e de mecanismos de controle ambiental; (ii) o desenvolvimento de ações e tecnologias direcionadas ao resguarde dos recursos naturais; e (iii) a certificação ambiental de produtos e processos destinados ao mercado interno e ao mercado externo. Externamente a região Nordeste e ao Estado do Rio Grande do Norte, em dezembro de 2009 foi realizada em Copenhague (na Dinamarca) a Décima Quinta Conferência Mundial das Partes, sediada pela Organização das Nações Unidas, em cujo tema central concentrou-se em discutir as mudanças climáticas e seus resultados catastróficos para a vida no planeta. O objetivo central da Conferência era estabelecer um conjunto de compromissos, em adequação ao Protocolo de Quioto, nos quais empresas e governos assumiriam o compromisso frente à adoção de medidas mitigadoras direcionadas ao controle de emissões dos gases promotores do Efeito Estufa (GEE); à racionalização de processos para o uso sustentável dos recursos naturais; à produção e consumo de energias limpas; e na adoção de toda e qualquer iniciativa que combatesse os efeitos decorrentes das mudanças climáticas. Essa situação é um reflexo de como as grandes questões ambientais permeiam os setores produtivo e empresarial nacional e internacional. Fato, que explica o motivo pelo qual a carreira do Engenheiro Ambiental e Sanitarista vem se destacando no âmbito mundial. A crescente demanda no mercado de trabalho por esse profissional decorre de sua atuação estar associada à promoção do desenvolvimento sustentável. Empreendimentos que exigem avaliações de impacto ambiental, como usinas termoelétricas, indústrias de base (química e petroquímica, de mineração, siderurgia e de papel e celulose) e grandes obras de infraestrutura (rodovias e ferrovias), buscam cada vez mais esse profissional para o controle de poluição e para mitigação dos impactos ambientais negativos. Isso, sem falar no mercado de crédito de carbono e nas temáticas que envolvem o tratamento de resíduos sólidos e de efluentes industriais. À luz da ciência, esses Engenheiros orientam empresas e órgãos públicos a adequarem seu funcionamento às legislações que regulam sobre o uso, a gestão e o resguarde aos recursos naturais e ao meio ambiente, sendo, nesse contexto, sua 24 principal função desenvolver e aplicar tecnologias e ações voltadas ao cumprimento da referida finalidade. De modo geral, o Engenheiro Ambiental e Sanitarista propõe soluções que visam o aproveitamento racional dos recursos naturais; à realização de estudos de impacto ambiental; à elaboração e execução de planos, programas e projetos de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico e tratamento de resíduos, bem como, a recuperação de áreas contaminadas ou degradadas; e, ainda, o desenvolvimento de atividades relacionadas com a avaliação do potencial energético de uma região e com os usos e aplicações de fontes alternativas. A abrangência que contempla a atuação do Engenheiro Ambiental e Sanitarista favorece sua colocação no mercado de trabalho. No setor público, as prefeituras, unidades federativas e órgãos do meio ambiente como, por exemplo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem aberto concurso que contemplam vagas para esses profissionais. Já nos setores privado e estatal, as empresas que trabalham nas áreas de licenciamento; de tratamento de esgoto e lixo; e com a conservação e recuperação de áreas degradadas, a atuação dessa categoria de engenheiros torna-se, cada vez mais, indispensável. Regionalmente as oportunidades de colocação no mercado de trabalho para os egressos desse curso de graduação são maiores no Sudeste em áreas de concentração industrial ou agrícola. Na região Norte, esse profissional é bastante procurado para trabalhar nos segmentos de mineração e na gestão de recursos naturais, que envolve a implantação de sistemas de tratamento de efluentes e a busca da certificação ISO 14.000, relativa aos cuidados com o meio ambiente. Na Região Nordeste, a procura do Engenheiro Ambiental e Sanitarista tem sido crescente para as áreas de petróleo e gás, produção agrícola e pecuária, saneamento básico, controle da poluição e dos processos impactantes, gestão do turismo sustentável, energias limpas (especialmente energia eólica), educação ambiental e desenvolvimento sustentável, certificação ambiental, enfrentamento a desertificação, gestão das águas superficiais e subterrâneas. O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é um dos cursos mais novos da área das Ciências Exatas e Tecnológicas. O reduzido número de profissionais disponíveis no mercado tem levado muitas empresas a reverem suas exigências na 25 hora de selecionar os candidatos. A idade do profissional, por exemplo, deixou de ser um ponto negativo. Os contratantes têm se proposto a empregar pessoas de mais velhas (por volta de 50 anos), o que não acontece em muitas outras áreas das engenharias, aumentando-se, assim, as perspectivas de empregabilidade. No Estado de São Paulo, um dos que mais demanda por essa categoria profissional, com a descoberta do petróleo na camada do pré-sal, o volume de trabalho para esses profissionais cresce consideravelmente, tanto, que já existem previsões de que, nos próximos cinco anos, não haverá Engenheiros Ambientais e Sanitários suficientes para atender às necessidades do mercado. Promover a sustentabilidade e garantir o desenvolvimento nacional, regional e estadual, fazem do Engenheiro Ambiental e Sanitarista um agente transformador e um educador. Em todas as ações dessa área das engenharias existe um viés de educação ambiental e patrimonial, o que confere a esse profissional a possibilidade de promover a sensibilização ambiental. Já a capacidade de associar o desenvolvimento socioeconômico ao resguarde dos recursos naturais como forma de garantir a qualidade de vida da população atual e das gerações futuras ressalta o papel transformado deste engenheiro. 2.3.2 Concepção A partir da uma visão interdisciplinar de formação acadêmica, o Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária entende que sua estrutura curricular está voltada a formar o profissional Engenheiro Ambiental e Sanitarista, com habilidades e competências para transitar nas diversas áreas do conhecimento humano que tenham em suas vertentes as interfaces ambiental e sanitária. Além de primar pela excelência no ensino de seus alunos, também é objetivo do Curso formar cidadãos responsáveis e atentos à realidade de seu país; estimular a aptidão dos estudantes ao desenvolvimento de pesquisas; e despertar nesses profissionais a visão critica em relação à necessidade de equilibrar as ações antrópicas com a capacidade de suporte dos recursos ambientais. Para tanto, adotamse tecnologias e pedagogias pautadas nos campos das Engenharias, Ciências Exatas (Ex. Matemática, Física e Química), Biológicas, Sociais e Ambientais. O Curso oferta ainda conteúdos que permitam aos alunos a compreensão clara sobre o campo de atuação do Engenheiro Ambiental e Sanitarista, área que 26 atualmente integra diversos campos do conhecimento, com ênfase nas áreas de recursos hídricos, saneamento básico, avaliação e monitoramento dos impactos ambientais do setor industrial e urbano, e gerenciamento e avaliação de recursos naturais, ciências naturais, termodinâmica e química analítica. Além do cunho teórico, são ofertadas atividades afins ao curso, tais como: programas de extensão universitária; estágios; atividades de pesquisa; monitoria; e participação em congressos e seminários, entre outras atividades desenvolvidas conjuntamente com a Escola de Engenharias e Ciências Exatas da UnP como é o caso, por exemplo, o Workshop da Escola de Engenharias. Dessa forma, o Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária propicia ao aluno egresso, condições para que o mesmo contribua com o desenvolvimento sustentável, orientando empresas ou órgãos públicos a adequarem seu funcionamento à legislação. Busca trazer à luz da ciência o fato de que as questões ambientais constituem-se em grandes preocupações da sociedade moderna, onde os alunos egressos possam conscientizar as empresas para que não tenham sua imagem atrelada a impactos negativos na natureza, buscando desenvolver e aplicar tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas. Complementando a formação, são desenvolvidas atividades de pesquisa, extensão e ação comunitária, entre outras atividades complementares que são descritas nesse Projeto Pedagógico de Curso. Estas atividades propiciam ao aluno o aprofundamento em áreas de interesse, bem como oferecem a oportunidade de ampliação do seu repertório intelectual e sociocultural, o que fortalece o desenvolvimento da visão crítica e holística tão desejada ao Engenheiro Ambiental e Sanitarista. Nesse sentido, constituem princípios orientadores da organização curricular: a) A articulação entre conhecimentos teóricos e práticos, de modo que o estudo de conteúdos essenciais à formação do engenheiro ambiental, propiciando a aplicação e uso de técnicas e tecnologias próprias da área; b) A execução de processos de ensino e aprendizagem que contemplem o desenvolvimento do indivíduo nas diversas competências e habilidades exigidas pela profissão; c) O desenvolvimento de práticas investigativas como uma das ferramentas para concepção e execução de projetos, considerando as expectativas 27 individuais e coletivas, os impactos ambientais, e os requisitos de preservação da paisagem; d) Interdisciplinaridade, uma vez que a formação do engenheiro ambiental e sanitarista não deve ser considerada como um processo fechado e sim um espaço aberto onde permeiam conhecimentos de diversos campos do saber, permitindo que os futuros engenheiros as utilizem essas informações ao longo de todo processo de criação do projeto, seja ele destinado ao cliente ou à determinada comunidade; e) Empreendedorismo, estimulando a atenção do estudante para o mercado de trabalho, com destaque para a iniciativa, autonomia, criatividade e capacidade de identificação de novos nichos. Esses princípios têm a sua viabilização propiciada tanto por meio de aulas teóricas, quanto através de atividades práticas realizadas em laboratórios. Todas as situações, teóricas ou práticas, são regidas pelo princípio da indissociabilidade do ensino/pesquisa/extensão, o que oportuniza ao aluno o exercício da iniciação científica e de práticas que o aproximam da comunidade. O Curso encontra seu ápice na concepção de laboratórios para aulas práticas, introdução da prática profissional regulamentada no âmbito universitário, que buscam, acima de tudo, a interdisciplinaridade através da associação dos blocos de conhecimento do Curso, propostos nesse Projeto Pedagógico. Todas as atividades envolvendo processos físicos, químicos e computacionais, tem aulas práticas laboratoriais, como forma de demonstração dos processos em modelos correlatos aos eventos naturais, ou decorrentes da atividade antrópica. 2.3.3 Objetivos O Curso de Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Potiguar – Campus Natal – formará profissionais para atender as demandas relacionadas com a Avaliação, Levantamento e Gestão Ambientais, bem como com a elaboração e condução de projetos de Saneamento. 28 Objetivo Geral O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária tem como objetivo geral preparar engenheiros, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitados a absorverem e desenvolverem novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas socioambientais, considerando o patrimônio natural em suas interfaces com os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, com base nos conhecimentos científicos, tecnológicos e sociais visando o desenvolvimento sustentável. Os profissionais, aqui formados, estão aptos a desempenharem funções técnica nas áreas de planejamento, projeto, supervisão e controle, podendo sua atuação servir tanto a indústrias quanto a empresas prestadoras de serviços e órgão públicos. Objetivos Específicos Para consecução do objetivo geral, são necessários os seguintes objetivos específicos: I. Proporcionar ao egresso conhecimentos teóricos e práticos a fim de que os mesmos possam desenvolver sua capacidade reflexiva e crítica ao apresentarem soluções de engenharia para os problemas socioambientais urbanos e rurais; II. Apresentar ao aluno conceitos técnico-científicos na área de meio ambiente, abrangendo os sistemas industriais, rurais e naturais, bem como, os problemas relacionados à ausência do planejamento e da gestão dos recursos da natureza (Ex.: água) e das atividades exploratórias e urbanas. III. Contribuir para o desenvolvimento socioeconômico em bases sustentáveis, propiciando aos setores produtivos o acesso ao conhecimento necessário para atendimento à legislação ambiental e correlatas; IV. Dotar o estudante de conhecimentos acerca da dinâmica científicometodológica, associado ao estímulo a prática do ensino e da pesquisa acadêmica e sócio-institucional; V. Disponibilizar a sociedade e aos setores empresarial e governamental, um profissional apto a contribuir com a resolução de problemas associados à: alteração da paisagem; manutenção das reservas minerais e da biodiversidade vegetal e animal; e às consequências das mudanças climáticas e do efeito estufa. Um engenheiro cujo conhecimento permita executar desde atividade de educação ambiental até a criação de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo; 29 VI. Disponibilizar a sociedade e aos setores empresarial e governamental, um profissional capaz de desenvolver, implantar e conduzir a gestão territorial em bases sustentáveis englobando mecanismos de licenciamento ambiental e urbanístico, bem como os elementos da gestão costeira; VII. Disponibilizar a sociedade e ao setor empresarial e governamental, um perfil profissional para atuar junto aos órgãos responsáveis pelo saneamento básico, envolvendo as ações e a prática em manejo e gestão de equipamentos e sistemas de tratamento de águas e esgotos, de manejo de águas pluviais de coleta, tratamento e destino final de resíduos sólidos urbanos. 2.3.4 Perfil profissional do egresso O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária propicia ao aluno egresso, condições para que o mesmo contribua com o desenvolvimento sustentável orientando empresas ou órgãos públicos a adequarem seu funcionamento à legislação e dotando-as de soluções de engenharia para seus produtos e processos, bem como trazer à luz da ciência o fato de que as questões ambientais constituem-se em grandes preocupações da sociedade moderna, conscientizando os empresários para que não tenham a imagem de suas empresas atrelada a impactos negativos na natureza, buscando desenvolver e aplicar tecnologias para proteger o ambiente dos danos causados pelas atividades humanas. De modo geral, o profissional de Engenharia Ambiental e Sanitária realiza estudos de impacto ambiental e propõe soluções que visam ao aproveitamento racional dos recursos naturais. Além disso, elabora e executa planos, programas e projetos de gerenciamento de recursos hídricos, saneamento básico, tratamento de resíduos (sólidos e líquidos) e recuperação de áreas contaminadas ou degradadas, podendo, ainda, ocupar-se do estudo e avaliação de fontes energéticas, bem como, de projetos de pesquisa e extensão. O currículo do egresso em Engenheiro Ambiental e Sanitarista é multidisciplinar e engloba matérias das áreas de exatas, biológicas e sociais, o que amplia a área de atuação desse profissional permitindo que o mesmo realize atividades de supervisão, coordenação e orientação técnica; implantação de sistemas de gestão ambiental; elaboração, planejamento, viabilidade técnico-econômica e especificações de 30 projetos ambientais e sanitários; vistoria, perícia, avaliação e arbitramento em obras de saneamento e projetos de engenharia ambiental e sanitária; elaboração de laudos, pareceres técnicos e planos de recuperação de áreas degradadas e de gestão de recursos hídricos; projetar, executar e operar sistemas de tratamento, abastecimento e coleta de água, esgoto e resíduos sólidos; e controle da poluição atmosférica, da água e do solo. 2.3.5 Competências e habilidades Gerais A formação multidisciplinar do Engenheiro Ambiental e Sanitarista amplia às competências e habilidades deste profissional, tanto que, de modo geral, a partir dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, este engenheiro pode: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia ambiental e sanitária; Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia ambiental e sanitária; Identificar, formular e resolver problemas de engenharia ambiental e sanitária; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Atuar em equipes multidisciplinares; DISCIPLINAS/ESTRUTURAS 2014 E 2015 Pré-cálculo (Cálculo aplicado às ciências exatas – Estrutura 2015), Álgebra linear; Cálculo de uma variável; Cálculo de duas variáveis; Cálculo Numérico (Eletiva); Química geral e experimental; Fundamentos em ciências exatas; Química aplicada; Mecânica clássica e termodinâmica; e Ótica, ondas e eletromagnetismo. Metodologia Científica (Eletiva); Estatística e probabilidade, Trabalho de conclusão de curso I; Trabalho de conclusão de curso II. Expressão gráfica; Estudos topográficos e cartografia; Mecânica dos sólidos; Fenômeno dos transportes; Ciência e tecnologia dos materiais; Programação científica; Hidráulica; Ambientes de sedimentação; e Dinâmica oceânica e costeira. Gestão e planejamento ambiental; Gerência de Projetos (Eletiva); Geomática aplicada; Modelagem em sistemas ambientais; Saneamento ambiental; Introdução à geociências; Sistemas e ciclos ambientais; Climatologia e meteorologia; Hidrologia e recursos hídricos; Tecnologias de tratamento de águas efluentes; e Gestão de Florestas Ecoeficiência e ecodesign; Energias limpas e as mudanças climáticas; e Manejo ecológico de solos, Gestão das organizações (Eletiva); e Gerenciamento de resíduos sólidos e sistemas de drenagem. Transporte e meio ambiente; e Comando e controle ambiental Libras (Optativa); e Comunicação profissional (Eletiva) Desafios contemporâneos e cidadania inclusiva (Estudos Contemporâneos – Estrutura 2015); Estudos integrados 31 Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; Avaliar o impacto das atividades humanas e dos processos de engenharia no contexto social e ambiental; em engenharia ambiental e sanitária (Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária I – Estrutura 2015); e Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária II; Introdução à engenharia; Ética e compromisso social; e Estágio supervisionado; Ecologia e microbiologia; Ciências do ambiente (Eletiva); Saúde, segurança e Meio ambiente (Segurança, saúde e meio ambiente – Estrutura 2015); Educação ambiental; Avaliação de impacto ambiental e gestão de áreas de risco; Poluição ambiental; Desenvolvimento e sustentabilidade ambiental (Optativa); e Antropologia e cultura (Eletiva). Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia ambiental e sanitária; Avaliar a viabilidade social e ambiental dos projetos de engenharia e sistemas produtivos; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Economia ambiental; e Administração e economia. Desenvolvimento humano e social (Optativa) Tecnologias na formação profissional (Eletiva). Específicas Dentro das atribuições gerais de um Engenheiro Ambiental e Sanitarista existem ainda as habilidades e competências específicas, dentre as quais destacamse: A composição e execução de bioprocessos e biotecnologia; A avaliação dos efeitos de um processo ou produto sobre o meio ambiente; A criação de mecanismos de minoração e/ou mitigação dos impactos decorrentes da produção industrial e das demais atividades que exploram ou alteram o meio ambiente; A avaliação e implantação de fontes de energéticas limpas mediante a realidade de uma região, atividade industrial ou agrícola. A elaboração e/ou implementação de mecanismos voltados ao controle das diferentes formas de poluição; O monitoramento da qualidade da água e do ar; A realização do planejamento e da gestão ambiental; A elaboração de planos de manejo e uso sustentável dos recursos naturais; A assessoria ambiental de empresas, órgãos públicos e ONGs, realizando atividades como, por exemplo, o estudo de viabilidade da reutilização de resíduos visando à otimização da produção e a redução de custos; 32 O desenvolvimento e execução de planos de recuperação de áreas poluídas ou degradadas; e A capacidade de projetar, conduzir e interpretar o resultado de experimentos. Campo de atuação do egresso O Engenheiro Ambiental e Sanitarista tem a sua atuação profissional compromissada com o equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico, políticocultural e com a manutenção do equilíbrio ecológico. Assim, o Engenheiro Ambiental e Sanitarista deve colaborar com a diminuição dos riscos e vulnerabilidades ambientais e com o aumento da qualidade de vida das populações. Em virtude do caráter multidisciplinar de sua formação, esse profissional possui uma vasta área de atuação. O mercado de trabalho potencial inclui: prefeituras, secretarias e fundações do meio ambiente; centros de pesquisas nos níveis federal, estadual e municipal; empresas e serviços públicos ou privados de saneamento ambiental; agências reguladoras de energia elétrica, de água e de resíduos (líquidos e sólidos); órgãos municipais, estaduais e federais responsáveis pelo gerenciamento e controle do meio ambiente; organizações não governamentais de cunho ambiental; docência em universidades e instituições de ensino técnico; indústrias de diferentes tipos como, por exemplo, fábricas de materiais ecológicos e recicláveis, de metalmecânico (Ex. metalúrgicas e serralherias) e de processamento agropecuário (Ex.: abatedouros, frigoríficos, multinacionais de produtoras de insumos), entre outras. O Engenheiro Ambiental e Sanitarista possui também habilidades e competências legais para atuar em escritórios privados executando atividades de consultoria, perícias e licenciamentos ambientais e em instituições ou empresas que executem serviços como a drenagem urbana, a elaboração de planos diretores e atividades de mineração. 2.3.6 Organização Curricular Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos da Engenharia (Resolução CNE/CES 11/2002), os componentes curriculares integram os núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos, além do estágio supervisionado curricular, trabalho de conclusão de curso e atividades complementares. Estas, em 33 conjunto com as disciplinas optativas, constituem estratégias de flexibilização curricular. A relação de disciplinas ministradas, agrupadas por semestres, obedece às áreas definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. O Projeto Pedagógico do Curso vem sendo atualizado, com vistas ao seu aperfeiçoamento e de acordo com as necessidades de incorporar inovações pedagógicas e tecnológicas e de atender a normativas estabelecidas para o sistema federal de ensino brasileiro. Desse modo, as matrizes curriculares 2014 e 2015 foram implementadas de acordo com a concepção e objetivos do Curso, em função do perfil do egresso e atendendo os seguintes requisitos: Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e os requisitos legais e normativos oficiais listados logo abaixo: REQUISITOS Decreto n. 5626, de 22 de dezembro de 2005. Parecer CNE/CP n. 003, de 10 de março de 2004, e Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004. Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 (direitos humanos). Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002. ESTRATÉGIAS DE CUMPRIMENTO – Estrutura Curricular 2014 e 2015 Inclusão de LIBRAS como disciplina optativa. Oferta das disciplinas de Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (2014), Desafios Contemporâneos (2015), Desenvolvimento Humano e Social, Antropologia e Cultura e Ética e Compromisso Social. Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva; Antropologia e Cultura; Desenvolvimento Humano e Social; Oferta das disciplinas Ecologia e Microbiologia; Poluição Ambiental; Comando e Controle Ambiental; Manejo Ecológico dos Solos; Gestão e Planejamento Ambiental; Gestão de Florestas; Saneamento Ambiental; Educação Ambiental; Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem; Saúde, Segurança e Meio Ambiente; Gestão e Planejamento Ambiental; e Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão das Áreas de Risco. Estão organizadas em função do crescente aperfeiçoamento do processo de formação do aluno; São implementadas de modo que haja o fortalecimento do ensino pelas ações de pesquisa, iniciação cientifica, extensão, ação comunitária e atividades complementares, assim como o desenvolvimento de uma postura ética e solidária; 34 São desenvolvidas sob os princípios da integração intra e inter cursos da área de Exatas e Engenharias, da articulação teoria-prática, da interdisciplinaridade. Conforme a resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, art. 6°, o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, possui em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos: 1 Núcleo de Conteúdos Básicos O núcleo de conteúdos básicos é desenvolvido em diferentes níveis de conhecimentos, e em sua composição deve fornecer o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. O núcleo de conteúdos básicos é composto por disciplinas (Quadros 6 ) cujos tópicos estão estabelecidos nas Diretrizes Curriculares, e devem ter cerca de 30% da carga horária mínima com os seguintes conteúdos: Pré-Cálculo; Cálculo aplicado às ciências exatas; Álgebra Linear; Cálculo de uma variável, Cálculo de duas variáveis; Fundamentos em ciências exatas; Química Geral e Experimental; Química Aplicada; Mecânica aplicada e termodinâmica; Ótica, ondas e eletromagnetismo, Metodologia Científica; Ética e compromisso social; Libras; e Desenvolvimento e sustentabilidade entre outras. 2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes O núcleo de Conteúdos Profissionalizantes é composto por conteúdos relacionados à caracterização da identidade do profissional de Engenharia Ambiental e Sanitária. Atendendo às Diretrizes Curriculares, esse Núcleo contempla cerca de 15% da carga horária mínima da IES. Dentre as disciplinas que integram esse grupo destacam-se: Introdução à Engenharia; Gestão e planejamento ambiental; Saneamento Ambiental; Energias Limpas e mudanças climáticas; Sistemas e ciclos ambientais; Climatologia e meteorologia; Estudos da Fauna e Flora; Geomática Aplicada à Engenharia Ambiental; Mecânica dos Sólidos; Hidrologia e recursos hídricos; Transporte e meio ambiente; e Introdução à geociências. 35 3 Núcleo de Conteúdos Específicos O núcleo de Conteúdos Específicos se constitui em extensões e aprofundamentos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. São exemplos de disciplinas que integram esse Núcleo: Ecoeficiência e Ecodesign; Modelagem em Sistemas Ambientais; Comando e Controle Ambiental; Manejo Ecológico do Solo; Estágio Supervisionado; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem; Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes; Avaliação de Impacto Ambiental e Gerenciamento de Áreas de Risco; Gestão de Florestas; Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária I e II; Trabalho de Conclusão de Curso I e II. Quadro 1 – Relação das disciplinas associadas aos núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos que integram as Estruturas Curriculares 2014 e 2015. NÚCLEOS 1 Núcleo básicos de conteúdos TÓPICOS DAS DIRETRIZES E DISCIPLINAS CURRICULARES RELACIONADAS (ESTRUTURA 2014 e 2015) 1. Metodologia Científica e Tecnológica 1.1. Metodologia Científica (Eletiva) 2. Comunicação e Expressão 2.1. Comunicação Profissional 2.2. Libras (Optativa) 3. Expressão Gráfica 4. Matemática 4.1. Pré-Cálculo (Cálculo aplicado às ciências exatas – Estrutura 2015) 4.2. Cálculo de uma variável 4.3. Cálculo de duas variáveis 4.4. Álgebra Linear 4.5. Estatística e probabilidade (2015) – (Probabilidade e Estatística – Eletiva 2014) 4.6. Cálculo numérico (Eletiva) 5. Física 5.1. Mecânica clássica e termodinâmica 5.2. Ótica, ondas e eletromagnetismo 6. Informática 6.1. Programação científica 7. Química 7.1. Fundamentos em ciências exatas 7.2. Química geral e experimental 7.3. Química aplicada 8. Ciência do Ambiente 8.1. Ecologia e microbiologia 8.2. Ciências do ambiente (Eletiva) 8.3. Saúde, segurança e meio ambiente (Segurança, saúde e meio ambiente – 2015) 8.4. Introdução à geociências 9. Administração 9.1. Administração e economia 10. Fenômeno dos Transportes 11. Mecânica dos Sólidos 12. Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania PERCENTUAL 50,82% (estrutura 2014 e 2015) 36 13. 1. 2. 3. 2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes 4 5. 6. 7. 3 Núcleo de Específicos Conteúdos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 12.1. Desafios contemporâneos e cidadania inclusiva (2014) – (Desafios Contemporâneos – Eletiva 2015) 12.2. Ética e compromisso social 12.3. Estudos contemporâneos 12.4. Desenvolvimento humano e social (Optativa – 2014 e Eletiva - 2015) 12.5. Antropologia e Cultura (Eletiva) Formação Profissional 13.1. Tecnologias na Formação Profissional (Eletiva) 13.2. Gestão das Organizações (Eletiva) 13.3. Gerência de projeto (Eletiva) Introdução à Engenharia Ciência dos Materiais 2.1. Ciência e tecnologia dos materiais Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico 3.1 Hidráulica 3.2 Hidrologia e recursos hídricos 3.3 Saneamento Ambiental Topografia e Geodésia 4.1 Estudos topográficos e cartografia 4.2 Geomática aplicada Geotecnia 5.1. Ambientes de sedimentação 5.2. Dinâmica oceânica e costeira Gestão Ambiental 6.1. Gestão e planejamento ambiental Transporte e Logística 7.1. Transporte e meio ambiente Ecoeficiência e ecodesign Climatologia e meteorologia Sistemas e ciclos ambientais Educação ambiental Poluição ambiental Avaliação de impacto ambiental e gestão de áreas de risco Modelagem em sistemas ambientais Energias Limpas e mudanças climáticas Economia ambiental Comando e Controle Ambiental Manejo Ecológico do Solo Estágio Supervisionado Estudos Integrados 13.1 Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária I (Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária – Estrutura 2015) 13.2 Estudos integrados em engenharia ambiental e sanitária II Tecnologia de tratamento de águas e efluentes Gerenciamento de resíduos sólidos e sistemas de drenagem Trabalho de Conclusão de Curso 16.1 Trabalho de conclusão de curso I 16.2 Trabalho de conclusão de curso II Gestão de Florestas 18,03% (estrutura 2014 e 2015) 31,15% (estrutura 2014 e 2015) Desenho curricular: ciclos, blocos e disciplinas A organização do Curso compreende, como ilustra a figura 2, três ciclos de formação (geral, básico profissionalizante e profissionalizante), constituídos por blocos de conhecimentos. Estes agrupam estudos teórico-metodológicos que apresentam uma base conceitual comum ou de aproximação entre seus elementos 37 constitutivos e estão definidos na perspectiva de atenuar a fragmentação dos saberes, fenômeno que se articula à divisão social e técnica do trabalho. Os blocos, por sua vez, têm desdobramentos em disciplinas (obrigatórias e optativas e eletivas), delimitando-se campos de estudo de teorias e práticas em um nível particular. Com esta lógica, pretende-se que o aluno possa iniciar a estruturação de competências relacionadas à compreensão da sociedade, da educação superior e da própria área das Ciências Exatas, para, gradualmente, apreender saberes inerentes a Engenharia Ambiental e Sanitária. O caminho teórico e metodológico, portanto, é traçado em uma linha que vai do mais simples para o mais complexo; do geral para o particular4. Figura 1 – Lógica curricular do Curso Ainda que apresente peculiaridades, cada ciclo não se fecha em si próprio. Antes, pressupõe interconexões, tanto que um mesmo ciclo pode conter blocos de conhecimentos que se espalham durante o desenvolvimento do Curso, não se restringindo a uma determinada série ou a um determinado momento curricular. A dinâmica é, portanto, de interações, de forma que o estudante pode retomar/ampliar aspectos tratados nas diversas etapas da sua formação. Os ciclos de formação (cuja composição encontra-se especificada no (quadro 7) apresentam-se com as seguintes denominações e características: a) formação básica: comporta uma base de conhecimentos necessários à educação continuada e à apreensão de conceitos iniciais que situam o 4 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria Acadêmica. Reforma curricular 2010. Natal, 2009. 38 aluno em relação à área técnica em suas múltiplas determinações. Alcança, prioritariamente, disciplinas relacionadas aos fundamentos da área; b) básico profissionalizante: que encerra estudos da área das ciências exatas, sob a perspectiva da integralidade, e inicia o estudo de saberes ligados à Engenharia; c) específicas: destinado a estudos próprios da Engenharia Ambiental e Sanitária, compreendendo dois blocos de conhecimentos cujas disciplinas e respectivos conteúdos delimitam o objeto da profissão, verticalizando-o. Consolida-se, nessa etapa, o processo de formação em nível de graduação. Quadro 2 – Ciclos, blocos de conhecimentos e disciplinas. CICLOS DE FORMAÇÃO BLOCOS DE CONHECIMENTO Conhecimentos Gerais Institucionais Geral e Humanístico Conhecimentos Gerais da Área (Escola) DISCIPLINAS – Estrutura Curricular 2014 e 2015 1. Metodologia Científica (Eletiva) 2. Comunicação Profissional 3. Tecnologias na Formação Profissional (Eletiva) 4. Libras (Optativa) 5. Gestão das Organizações (Eletiva) 6. Gerência de Projetos (Eletiva) 7. Pré-Cálculo (Cálculo Aplicado às Ciências Exatas -2015) 8. Expressão Gráfica 9. Cálculo de uma Variável 10. Cálculo de duas Variáveis 11. Álgebra Linear 12. Probabilidade e Estatística (Estatística e Probabilidade -2015) 13. Cálculo Numérico (Eletiva) 14. Mecânica Clássica e Termodinâmica 15. Ótica, Ondas e Eletromagnetismo. 16. Programação Científica 17. Fundamentos em Ciências Exatas 18. Química Geral Experimental 19. Química Aplicada 20. Ecologia Geral e Aplicada 21. Ciências do Ambiente (Eletiva) 22. Saúde, Segurança e Meio Ambiente (Segurança, Saúde e Meio Ambiente – 2015) 23. Introdução à Geociências 24. Administração e Economia 25. Fenômeno dos Transportes 26. Mecânica dos Sólidos 27. Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (Desafios Contemporâneos – Eletiva 2015) 28. Ética e Compromisso Social 29. Estudos Contemporâneos 39 30. Desenvolvimento Humano e Social (Optativa 2014 e Eletiva 2015) Conhecimentos da Área Básico- 21. Estudos Topográficos e Cartografia Profissionalizante da Escola 22. Ciência e Tecnologia dos Materiais Profissionalizante Específico 23. 24. 25. Conhecimentos da Área Básico- 26. Profissionalizante do Curso 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. Conhecimentos Específicos do Curso 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. Hidráulica Hidrologia e Recursos Hídricos Saneamento Ambiental Geomática Aplicada Ambientes de Sedimentação Dinâmica Oceânica e Costeira Gestão e Planejamento Ambiental Transporte e Meio Ambiente Ecoeficiência e Ecodesign Climatologia e Meteorologia Sistemas e Ciclos Ambientais Educação Ambiental Poluição Ambiental Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco Modelagem em Sistemas Ambientais Energias Limpas e Mudanças Climáticas Economia Ambiental Comando e Controle Ambiental Manejo Ecológico do Solo Sistemas de Gestão Ambiental Estágio Supervisionado Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária I (Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária - 2015) Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária II Tecnologia de Tratamento de Água e Efluentes Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem Gestão de Florestas Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso II 40 Estrutura Curricular 2014 O Curso é desenvolvido em coerência com as diretrizes curriculares nacionais para a graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária. A matriz curricular implantada em 2014 apresenta uma carga horária total de 4.320 horas-aula, sendo 3.040 teóricas, 680 práticas, 300 para estágio supervisionado e 300 destinadas às atividades complementares como mostra o Quadro 07. Ao detalhar a matriz curricular 2014, o referido quadro ilustra o curso de uma disciplina Optativa na 4ª série e de duas Eletivas (I e II) na 9ª e 10ª séries, sendo a carga horária de todas elas de 40 horas-aula. As Optativas compõem o currículo de todas as graduações da UnP e para o curso na Estrutura 2014 serão ofertadas com tal: Desenvolvimento Humano e Social; e Libras Já, em si tratando das Eletivas, também comuns a todas as graduações da IES, ofertar-se-ão: Comunicação Profissional; Metodologia Científica; Antropologia e Cultura; Desafios Contemporâneos; Tecnologias na Formação Profissional. 41 Quadro 03 - Estrutura curricular 2014. Série 1ª DISCIPLINAS Comunicação Profissional Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva Ética e Compromisso Social Fundamentos em Ciências Exatas Introdução a Engenharia Pré-Cálculo Total 1ª Série 2ª Álgebra Linear Cálculo de Uma Variável Expressão Gráfica Mecânica Clássica e Termodinâmica Química Geral e Experimental Total 2ª Série 3ª Administração e Economia Cálculo de Duas Variáveis Ciência e Tecnologia dos Materiais Ótica, Ondas e Eletromagnetismo Programação Científica Total 3ª Série 4ª Ecologia e Microbiologia Estudos Topográficos e Cartografia Fenômenos dos Transportes Introdução à Geociências Química Aplicada Optativa Total 4ª Série 5ª Climatologia e Meteorologia Hidráulica Modelagem em Sistemas Ambientais Saúde, Segurança e Meio Ambiente Sistemas e Ciclos Ambientais Total 5ª Série 6ª Ambientes de Sedimentação Dinâmica Oceânica e Costeira Ecoeficiência e Ecodesign Geomática Aplicada Total 6ª Série 7ª Educação Ambiental Gestão e Planejamento Ambiental Hidrologia e Recursos Hídricos Poluição Ambiental Transportes e Meio Ambiente Total 7ª Série 8ª Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco Comando e Controle Ambiental Energias Limpas e as Mudanças Climáticas Manejo Ecológico dos Solos Saneamento Ambiental Total 8ª Série 9ª Total 9ª Série Estágio Supervisionado Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária I Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes Trabalho de Conclusão de Curso I Eletiva I CH Semestral Hora Aula 60 60 60 80 80 60 400 80 80 80 80 80 400 80 80 80 80 80 400 80 100 60 80 80 40 440 80 80 80 80 60 380 80 80 100 100 360 60 100 80 80 80 400 100 100 80 80 100 460 300 40 80 40 40 500 42 Eletiva II Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária II 10ª Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem Gestão de Florestas Trabalho de Conclusão de Curso II Total 10ª Série Carga Horária Total de Disciplinas Carga Horária de Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso *Libras oferta optativa (Decreto (5626/2005) 40 40 80 80 40 280 4020 300 4320 Reforma Curricular 2014-2015 A Reforma Curricular 2014-2015/UnP, em essência, dá continuidade à organização do currículo dos cursos por ciclos/blocos/disciplinas, de forma integrada, e acentua o currículo por competência - compreendida como as condições de mobilização, pelo futuro profissional, de conhecimentos, habilidades e atitudes construídas ou fortalecidas durante o processo formativo. O foco curricular, portanto, deve ser o aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver (figura 3), retomando-se os quatro pilares da educação5. 5 DOLLORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. Disponível em ww.pucsp.br/ecopolitica/documentos/cultura_da_paz/docs/Dellors_alli_Relatorio_Unesco_Educacao_t esouro_descobrir_2008.pdf Acesso: 28/ag/2014. 43 Figura 2 – Competências centrais da formação profissional/UnP6 Daí resultam que as competências definidoras do perfil do egresso de cada curso devem se situar na perspectiva: da formação geral: pensamento crítico, solução de problemas complexos, tomada de decisão, comunicação e raciocínio lógico-matemático; da formação para o trabalho, observando-se as de natureza geral, exigidas de qualquer profissional (domínio da tecnologia, ética, trabalho em equipe, experiência prática, de cidadania/compromisso social) e as de natureza específica, considerando as peculiaridades e requisitos de cada profissão. Especificamente, em relação à estrutura curricular, estão delimitadas pela Reforma as seguintes orientações: observar a necessidade de: - cumprir as DCNs; - evitar a fragmentação do conhecimento, buscando a integração na composição de disciplinas integradas; 6 Extraído de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Pró-Reitoria de Graduação. Reforma Curricular 20142015. Natal, jul./2014. 44 - organizar a 1ª série, quando possível, com disciplinas comuns à escola à qual está vinculado cada curso, ao mesmo tempo acrescendo-se uma unidade curricular que inicie o aluno no objeto central do processo de formação profissional. Essa mesma série deve comportar a unidade curricular Tecnologias na Formação Profissional, 60h-a, comum a todos os demais cursos, independentemente da área do conhecimento; - incluir, na última série, a disciplina de Estudos Integrados, direcionada especificamente à formação profissional, com a finalidade de preparar os futuros egressos para exames, concursos e processos seletivos. as disciplinas devem contemplar aos pilares estratégicos da Universidade: qualidade acadêmica, internacionalidade, empregabilidade e compromisso social; atentar para o fato de que algumas disciplinas devem assegurar condições para efetivação de: - nivelamento (Pré-Cálculo, Cálculo de uma variável, Cálculo de duas variáveis, Mecânica Clássica e Termodinâmica); - emissão de certificações internacionais (Comunicação Profissional); - preparação para a carreira profissional (Tecnologias na Formação Profissional). Essa articulação (disciplinas/pilar estratégico) é de natureza flexível, podendo uma mesma disciplina estar situada em um ou mais pilares. Disciplinas optativas e eletivas Nessa nova conjuntura, a Optativa é trabalhada na 5ª série e as Eletivas na 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 6ª, 7ª, 8ª e 10ª séries. No contexto deste Projeto Pedagógico, as unidades curriculares optativas ofertadas pela Estrutura 2015 são escolhidas pelo aluno, entre as duas que se seguem: LIBRAS; Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Já as eletivas, por sua vez, serão deliberadas pelo Conselho de Curso, considerando como possibilidades as Eletivas Institucionais e as Eletivas Específicas da Escola. 45 Como Eletivas Institucionais têm-se as disciplinas: Comunicação, 80h; Desafios Contemporâneos, 80h; Antropologia e Cultura, 80h; Desenvolvimento Humano e Social, 80h; Metodologia Científica, 80h; Tecnologias na Formação Profissional, 80h; E como Eletivas Específicas da Escola, listam-se: Probabilidade e Estatística, 80h; Cálculo Numérico, 80h; Gestão das Organizações, 80h; Ciências do Ambiente, 80h; Gerência de Projetos, 80h; Esta listagem poderá ser alterada pelo NDE, a depender de novas orientações institucionais e tendências educacionais, submetendo-se sua elegibilidade ao Conselho de Curso. O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária/2015 A partir das orientações institucionais expressas na Reforma 2014-2015, é definida pelo NDE do Curso a estrutura curricular 2015 que apresenta como principais alterações em relação à anterior: a) A adição de eletivas – Na Estrutura Curricular 2015, em comparação com a 2014, foram adicionadas 6 (seis) disciplinas eletivas, as quais encontramse distribuídas ao longo de toda a graduação, não estando presentes apenas na 9ª e 10ª séries como acontecia na estrutura anterior; b) Reformulação das disciplinas - A alteração deveu-se tanto à reformulação no ementário quanto à retirada e também inclusão de algumas disciplinas na nova Estrutura Curricular. A disciplina de Pré-cálculo (Estrutura 2014), por exemplo, teve sua ementa modificada e passou a chamar-se, em 2015, de Cálculo aplicado às ciências exatas. Outra mudança significativa 46 aconteceu em função da inclusão das Eletivas, quando disciplinas do Ciclo humanístico da Estrutura 2014 (Ex.: Desafios Contemporâneos e cidadania inclusiva e Ética e compromisso social) foram substituídas por Eletivas que, apesar de terem denominações, ementas e, consequentemente, cargashorárias diferenciadas, continuaram a atender aos princípios do Ciclo; c) Inclusão de novas disciplinas – seguindo o contexto da reestruturação curricular foram adicionadas à estrutura 2015 disciplinas que abordam temas de relevância e bastante atuais ligados à Engenharia Ambiental e Sanitária, podendo-se citar como exemplo as disciplinas de Economia ambiental e Gerenciamento de resíduos sólidos e drenagem. O Quadro 9, logo abaixo, ilustra a configuração da Estrutura Curricular 2015 detalhando as respectivas cargas-horárias teóricas, práticas e semanal das disciplinas que a compõem. Quadro 4 - ESTRUTURA CURRICULAR DO BACHARELADO DO CURSO DE ENGENHARIA AMIENTAL E SANITÁRIA 2015. Série 1ª DISCIPLINAS Cálculo Aplicado às Ciências Exatas Eletiva I Expressão Gráfica Fundamentos em Ciências Exatas Introdução à Engenharia Química Geral e Experimental Total 1ª Série 2ª Álgebra Linear Cálculo de Uma Variável Eletiva II Mecânica Clássica e Termodinâmica Programação Científica Total 2ª Série 3ª Cálculo de Duas Variáveis Ciência e Tecnologia dos Materiais Eletiva III Estatística e Probabilidade Ótica, Ondas e Eletromagnetismo Total 3ª Série 4ª Ecologia e Microbiologia Eletiva IV Estudos Topográficos e Cartografia Fenômenos dos Transportes Introdução à Geociências Química Aplicada Total 4ª Série 5ª Climatologia e Meteorologia Hidráulica CH Semestral Hora Aula 80 80 80 80 60 80 460 60 60 80 80 80 360 80 60 80 60 80 360 60 80 80 80 60 60 420 80 60 47 Mecânica dos Sólidos Modelagem em Sistemas Ambientais Optativa Sistemas e Ciclos Ambientais Total 5ª Série 6ª Ambientes de Sedimentação Dinâmica Oceânica e Costeira Ecoeficiência e Ecodesign Eletiva V Geomática Aplicada Total 6ª Série 7ª Educação Ambiental Eletiva VI Gestão e Planejamento Ambiental Hidrologia e Recursos Hídricos Poluição Ambiental Saneamento Ambiental 60 60 80 60 400 80 80 60 80 80 380 60 80 80 80 60 80 Total 7ª Série 8ª Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco Comando e Controle Ambiental Eletiva VII Energias Limpas e as Mudanças Climáticas Manejo Ecológico dos Solos Total 8ª Série 9ª Economia Ambiental Estágio Supervisionado Segurança, Saúde e Meio Ambiente Estudos Contemporâneos Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes Trabalho de Conclusão de Curso I Total 9ª Série Estudos Integrados em Engenharia Ambiental e Sanitária Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem 10ª Gestão de Florestas Trabalho de Conclusão de Curso II Eletiva VIII Total 10ª Série Carga Horária Total de Disciplinas Carga Horária de Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso *Libras oferta optativa (Decreto (5626/2005) 80 80 80 80 80 400 40 300 60 80 80 40 600 40 80 80 40 80 320 4140 180 4320 48 2.3.6.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL A educação ambiental, além de ser uma disciplina das Estruturas Curriculares 2014 e 2015, é também tratada no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária de forma transversal, sobretudo pelo estímulo a atitudes que venham a expressar uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações envolvendo aspectos ecológicos, políticos, sociais, econômicos, culturais e éticos7. A temática da Educação ambiental é trabalhada durante todo o curso sendo abordada, principalmente, nas disciplinas de Ecologia Geral e Microbiologia; Poluição Ambiental; Comando e Controle Ambiental; Manejo Ecológico dos Solos; Avaliação de Impacto Ambiental e Gestão de Áreas de Risco; Gestão e Planejamento Ambiental; Gestão de Florestas; Saneamento Ambiental; Tecnologias de Tratamento de Águas e Efluentes; Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Sistemas de Drenagem; Segurança, Saúde e Meio Ambiente; e, mais especificamente, na disciplina Educação Ambiental cursada na 7ª série. Os conteúdos abordados nessas disciplinas discutem de maneira integrada e multidisciplinar as transformações tecnológicas associadas às ações antrópicas considerando suas, respectivas, implicações sobre a qualidade de vida e o meio ambiente. Nesse contexto, ressaltam-se, ainda, aspectos relativos ao desenvolvimento sustentável e a relevância da educação ambiental como ferramenta de mitigação e resguarde. Além das disciplinas a temática da educação ambiental é também trabalhada a partir da pesquisa, de cursos, palestras, oficinas, eventos e demais ações de extensão desenvolvidas pela instituição ou por entidades parceiras. 2.3.6.2 ABORDAGEM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICORACIAIS De acordo com a Resolução CNE/CES n. 1, de 17 de junho de 2004, a respeito da educação para as relações étnico-raciais, objetivando a divulgação e produções de conhecimentos, bem como atitudes, posturas e valores que eduquem o cidadão quanto à pluralidade étnico-racial, o Curso desenvolve os conteúdos relativos a essa temática através das disciplinas de Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva, 7 BRASIL. LEI no 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. (D.O.U. de 28/abri/1999). 49 Ética e Compromisso Social e Desenvolvimento Humano e Social (também comum ao currículo 2015), todas no Currículo 2014. Já na Estrutura 2015, a temática em questão é abordada pelas disciplinas de Desafios Contemporâneos e Antropologia e Cultura. A abordagem das relações étnico-raciais, segundo o Parecer CNE/CP n. 003 de 10 de março de 2004, enfatiza princípios que indicam: a) O reconhecimento da igualdade da pessoa humana como sujeito de direitos; b) A necessidade de superação da indiferença e da injustiça com que os negros e os povos indígenas vêm sendo tratados historicamente; c) A importância do diálogo na dinâmica da sociedade brasileira, essencialmente pluriétnica, e que precisa ser justa e democrática; d) A necessidade de valorização da história e da cultura dos povos africanos e indígenas na construção histórica da sociedade brasileira; e) A indispensável implementação de atividades que exprimam a conexão dos objetivos, estratégias de ensino e atividades com a experiência de vida dos alunos e professores, valorizando aprendizagens vinculadas às relações entre negros, indígenas e brancos no conjunto da sociedade. A inserção de tais princípios no contexto educacional e na formação profissional dos estudantes do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é trabalhada através de uma pedagogia integrativa onde as informações apresentadas e as discussões desenvolvidas nas aulas de Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (ou Desafios Contemporâneos – Na Estrutura 2015), Ética e Compromisso Social, Desenvolvimento Humano e Social e Antropologia e Cultura alertam sobre a relevância das relações étnico-raciais no processo de formação do sujeito enriquecendo os conceitos e condutas relativas ao compromisso social e à ética no ambiente acadêmico, no mundo do trabalho e na sociedade. Nesse contexto, buscando estimular o entendimento da igualdade de gêneros e raças e discutir questões relacionadas à discriminação, inclusive no ambiente profissional, podemos citar o exemplo pedagógico de abordagem adotada pela disciplina Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (equivalente à Desafios Contemporâneos no Currículo 2015). Nela, trabalhou-se o envolvimento dos discentes 50 através da leitura e apresentação de Cases. Previamente, os grupos, liam seus textos e elaboravam o material que seria apresentado ao restante da turma. Em sala, os estudantes desenvolviam suas apresentações fomentando debates sobre os temas explorados, a citar: Há um gênero mais adequado para determinada função? Gentileza ou assédio: conflitos de gênero e de raça nas relações de trabalho; Como elaborar programa de atenção à saúde da mulher que enfrente assimetrias de cor, raça ou etnia? Gênero, raça e espaços de poder: o caso de Maria Antônia e Geraldo. Destaca-se ainda como elemento pedagógico utilizado na disciplina o e-book Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais, construído por docentes da própria Universidade, disponível on-line SIB/Biblioteca Virtual UnP que é utilizado como bibliografia das disciplinas citadas anteriormente. É importante ressaltar que o tratamento dado à temática das relações étnicoraciais no ambiente acadêmico contribui, de modo geral, para formação de uma consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero. É necessário que os alunos passem a vislumbrar o Brasil como cenário de convivência com povos de diferentes etnias, culturas e visões de mundo. O profissional formado precisa ser um indivíduo de alteridade, que se relacione bem como o outro diferente de si, mas que tenha consciência de que todos são portadores dos mesmos direitos e deveres estabelecidos por meio da Constituição Federal de 1988. Além das disciplinas a temática étnico-raciais é também trabalhada a partir da pesquisa, de cursos, palestras, oficinas, eventos e demais ações de extensão desenvolvidas pela instituição ou por entidades parceiras. Com isso, o Curso estimula o aluno a interagir e a negociar objetivos comuns que garantam, a todos, o respeito aos direitos legais e valorização da identidade de pessoas e grupos, na busca da consolidação da democracia brasileira. 51 2.3.6.3 ABORDAGEM DOS DIREITOS HUMANOS Como disciplinas do ciclo humanístico da Instituição, além de abordarem as questões étnico-raciais, Desafios Contemporâneos e Cidadania Inclusiva (Desafios Contemporâneos – em 2015), Ética e Compromisso Social, Desenvolvimento Humano e Social e Antropologia e Cultura têm em seu ementário conteúdos que tratam questões relacionadas à temática dos Direito Humanos, assuntos que, por sua vez, são trabalhados pelo curso de Engenharia Ambiental e Sanitária de modo a atenderem às normatizes da Resolução CNE/CES n. 1, de 30 de maio de 2012, segundo a qual a Educação em Direitos Humanos deve ser pautada em concepções e práticas educativas voltadas aos processos de promoção, proteção, defesa dos Direitos Humanos, sendo aplicadas na vida cotidiana dos cidadãos em suas responsabilidades individuais e coletivas. Outro ponto relevante da Resolução das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos que pode ser observado nos conteúdos das referidas disciplinas relaciona-se com o Artigo 3º do documento, o qual institui que para promover a educação em direitos humanos visando mudança e transformação social é preciso pautar o ensino no seguimento dos princípios da(o): I - dignidade humana; II - igualdade de direitos; III - reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades; IV - laicidade do Estado; V - democracia na educação; VI - transversalidade, vivência e globalidade; e VII - sustentabilidade socioambiental. 2.3.6.4 ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA E ATITUDINAL As condições de acessibilidade pedagógica e atitudinal encontram-se numa ordem direta com os procedimentos metodológicos adotados pelos docentes e com as vivências interpessoais no dia a dia acadêmico8. Mesmo assim, há disciplinas integrantes da estrutura 8 No glossário do Instrumento de Avaliação de cursos de graduação presencial e a distância/MEC/INEP, mar/2015: “Acessibilidade atitudinal refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionadas a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras.” A acessibilidade pedagógica, por sua vez, significa “ Ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como os 52 curricular cujos conteúdos ensejam essas dimensões da acessibilidade. São exemplificativas, como Desafios Contemporâneos e Antropologia e Cultura Brasileira e, ainda, Libras. 9 2.3.7 Atividades Complementares As atividades complementares, normatizadas pela Resolução nº. 024.2/2012 – ConEPE – e previstas da 1ª a 10ª séries, flexibilizam, diversificam e ampliam a formação do aluno, compreendendo a participação em palestras, conferências, simpósios, encontros estudantis; frequência a cursos presenciais ou a distância; iniciação científica e extensão e ação comunitária; monitoria, entre outras. Controle e registro O controle e registro das atividades realizadas pelo aluno são da responsabilidade da coordenação do Curso, a partir do cadastro das atividades de cada discente em sistema próprio, mediante apresentação dos documentos comprobatórios. Automaticamente, os dados entram nesse sistema, passando a compor o histórico escolar do aluno. O estudante tem acesso a esse controle e registro via internet. Semestralmente, o coordenador verifica a situação individual do aluno, cumprindo determinações da Resolução n. 024.2/2012, art. 4º, incisos IV e V: IV – é facultado ao aluno cumprir carga horária remanescente de semestre anterior, cumulativamente com a do semestre subsequente, desde que o total dessa carga horária não ultrapasse o dobro do previsto para o semestre; V – quando a carga horária cumprida quer como carga horária remanescente de semestres anteriores, quer como adiantamento de carga horária do semestre subsequente, ultrapassar o dobro da carga horária prevista para o semestre, o excedente não será considerado para fins de registro acadêmico. professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional irá determinar, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas.” P. 41, itens 3 e 4. 9 Dados gerais na Universidade Potiguar estarão disponíveis pelo NAPE – Núcleo de Apoio Psicopedagócico. 53 Para cada atividade são atribuídas carga horária e pontuação (quadro 7) pelo Conselho do Curso, que se posiciona também quanto às atividades não contempladas no PPC. Quadro 5 – Cargas horárias e a respectiva pontuação das atividades complementares CH* Correspondente por Atividade Atividade 1 2 3 4 5 6 7 Assinatura de revista técnica da área de Engenharia Ambiental e Sanitária Associação de entidade de classe relacionada à Engenharia Atividades complementares cursadas em outros cursos e/ou IES Apresentação e 4.1 publicação de trabalhos Congresso Participação como 4.2 Internacional congressista 4.3 Participação em concurso Apresentação e 5.1 publicação de trabalhos Congresso Participação como Regional ou 5.2 congressista Nacional 5.3 Participação em concurso Máximo Semestral de CH por Atividade Promovida pela UnP Não promovida pela UnP 05 05 05 05 05 05 10 10 10 20 20 15 15 15 15 15 15 10 10 10 10 6.1 Acima de 19 horas 12 10 Curso Presencial ou a Distância (1) 6.2 De 08 a 10 horas 08 06 6.3 De 11 a 19 horas 10 08 Disciplinas cursadas em nível superior e não aproveitadas 7.1 Acima de 81 h/a 18 14 7.2 Até 40 h/a 10 05 20 15 12 18 7.3 De 61 a 80 h/a 14 10 10 10 16 14 10 08 12 10 15 15 (2) Estágio Extracurricular na Área (mínimo de 80 horas) Acima de 15 horas 9.1 Iniciação à (presencial) Extensão ou à 9 9.2 Até 08 horas (presencial) Ação Comunitária (3) De 09 a 15 horas 9.3 (presencial) Orientado por um Iniciação 10 10.1 Professor no período Científica – mínimo de 1 ano 8 10 16 15 54 Com bolsa ou voluntária Monitoria – 11 Com bolsa ou voluntária (4) Orientado por um 10.2 Professor no período mínimo de 6 meses Acima de 60 horas 11.1 semanais 11.2 Até 40 horas semanais 12 Palestra Participação em empresa júnior ou escritório 13 piloto (Mínimo de 4 meses) 14.1 14 Semana de Engenharia Seminário, 15 Simpósio, Encontro Participação como organizador 10 10 15 0 10 3 0 2 20 10 0 10 20 12 15 20 Participação como 14.2 ouvinte 15 10 15.1 Internacional 12 10 15.2 Regional ou Nacional 10 08 12 16 Trabalho na área (Mínimo de 400 horas) 10 10 10 17 Viagem/Visita técnica (5) 5 3 10 * CH: Carga Horária (1) Curso vinculado a Congresso ou não, com apresentação de documento comprobatório de participação. (2) Disciplina cursada em outros cursos da UnP ou em outras IES, com no mínimo 40 h/a, que não constam no aproveitamento para o curso. (3) Atividade de extensão ou de ação comunitária em que o aluno participa como protagonista (ex: ministrante de curso de extensão; participante em mutirão de ajuda comunitária), condicionado à aprovação do Conselho de Curso. (4) A monitoria deverá ter, no mínimo: 3 meses de duração comprovada; conceito “BOM” na avaliação do desempenho. (5) A viagem / visita técnica realizada, apresentação de relatório e com o visto do professor responsável. 55 2.3.8 Estágio Supervisionado Obrigatório O contato com o mercado de trabalho estimula o interesse do Aluno favorecendo sua formação profissional e cidadã. Ao aproximar o Estudante das competências profissionais relativas a sua graduação o Estágio integraliza teoria e prática complementando o aprendizado e servindo como aporte para o esclarecimento de dúvidas e para apresentação de tecnologias específicas da área. No Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UnP o Estágio Supervisionado Obrigatório cumpri o disposto na Lei de Estágio de Nº 11.788 de 25 de setembro de 2008 atendendo aos Regimentos Geral e de Estágios Curriculares da UnP, bem como ao Manual de Estágio do próprio do curso. A disciplina de Estágio Supervisionado apresenta características especiais de carga horária e um tratamento metodológico direcionado ao aprendizado das práticas específicas do Curso, seu cumprimento é obrigatório e a aprovação requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental e Sanitária Nas Estruturas Curriculares 2014 e 2015 o Estágio Supervisionado contempla uma carga horária de 300 horas-aula a serem cursadas na 9ª série. O estágio pode ser desenvolvido em empresas, escritórios e entidades públicas ou privadas cuja atuação esteja relacionada com os objetivos do Curso e com as atribuições profissionais da área da Engenharia Ambiental e Sanitária. Para regulamentação do estágio o Aluno deve apresentar o Plano de Atividade e o Termo de Compromisso de Estágio Obrigatório (TCE) à Coordenação de Estágio do seu Curso sendo a consolidação do convênio entre a Unidade Concedente e a Universidade Potiguar um requisito obrigatório para efetivação do estágio. Para a consolidação do convênio o Estudante deverá apresentar ao Núcleo de Estágio Institucional a Ficha Cadastral da empresa devidamente preenchida e assinada. Durante o curso da disciplina cada Aluno contará com a supervisão de um professor orientador cujas funções são: Acompanhar mensalmente a realização do estágio; Auxiliar na elaboração do Relatório de Atividades; Indicar bibliografias; e Esclarecer eventuais dúvidas sobre as práticas realizadas e demais questões técnicas e pedagógicas. 56 São objetivos do Estágio Curricular Supervisionado: a) possibilitar ao aluno a vivência de experiências práticas em ambientes de trabalho, desenvolvendo competências e habilidades inerentes ao exercício profissional; b) capacitar o aluno para o desempenho de tarefas próprias ao Engenheiro Ambiental e Sanitarista, considerando a realidade política, econômica e social do país e da região e os avanços da ciência e da técnica; e c) desenvolver estratégias de acompanhamento e avaliação do aluno / estagiário, analisando o seu desempenho à luz dos objetivos do Curso e do perfil profissional. Campos de estágio Os campos de estágio supervisionado para os alunos do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária estendem-se desde o setor público até a iniciativa privada. De modo geral, esses graduandos podem estagiar em atividades que estejam relacionadas com: O Controle da Poluição - Reduzindo o impacto de atividades industriais, urbanas e rurais sobre o meio ambiente; monitorando a qualidade da água; e fiscalizando a emissão de gases que prejudicam a qualidade do ar; O Planejamento e a Gestão Ambiental - Elaborando relatórios de impacto ambiental e planos para o uso de recursos naturais; assessorando empresas, indústrias, órgãos públicos e ONGs; desenvolvendo estratégias de reutilização de resíduos, para otimizar a produção e reduzir gastos; Recuperação de Áreas Degradadas - Desenvolvendo e executando projetos de recuperação de áreas poluídas ou degradadas; Recursos Hídricos – Trabalhando políticas públicas e planos de gestão e manejo que tenham por objetivo o uso e a exploração racional da água dos rios e reservatórios, bem como, o controle da qualidade e da quantidade de água consumida; 57 Avaliação de Impacto - Avaliando os efeitos de um processo ou produto sobre o meio ambiente; Bioprocessos - Criando mecanismos para diminuir ou suprimir os impactos ambientais na produção industrial ou em quaisquer atividades que modifiquem e ameacem a sustentabilidade dos recursos naturais; e Saneamento - Operando sistemas de abastecimento de água e de coleta, transporte e tratamento de esgoto, lixo doméstico e resíduos industriais. Entidades conveniadas A Universidade Potiguar possui convênio com diferentes empresas e instituições para que seus alunos possam exercer atividades de estágio, remuneradas ou não, mas que acrescentem conhecimento prático e teórico ao acadêmico. Segue relação de algumas empresas: 1. 2. 3. 4. 5. EMPRESAS / INSTITUIÇÕES DIXIE TOGA LTDA PETROLEO BRASILEIRO S.A GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE/ INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E MEIO AMBIENTE DO RN – IDEMA GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE/INSTITUTO DE GESTÃO DAS ÁGUAS DO RN – IGARN VERITAS ENGENHARIA AMBIENTAL Acompanhamento e avaliação A supervisão e as avaliações ficam sob responsabilidade do professor orientador responsável. 2.3.9 Estágio Não Obrigatório O estágio, de natureza não obrigatória, é o estágio realizado por livre escolha do aluno, na área da Engenharia Ambiental e Sanitária, e que, de acordo com as suas peculiaridades e quando previamente formalizado junto à Universidade, dará direito a comprovante de horas de estágio, podendo assumir a forma de atividade de extensão ou de ação comunitária, quando ocorrer a participação do aluno em empreendimentos ou projetos de interesse social. A participação do aluno no estágio não obrigatório é estimulada pelo Curso e serve para integralizar a carga horária exigida para as 58 Atividades Complementares, existindo uma limitação quanto à quantidade de horas aproveitadas por semestre, como forma de diversificar essas atividades. 2.3.10 Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) constitui requisito obrigatório para a conclusão do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e tem como meta avaliar as condições de qualificação do formando para acesso ao desempenho de suas atividades profissionais. No curso de Engenharia Ambiental e Sanitária o TCC integra as estruturas curriculares 2014 e 2015 com 80 horas-aula dividas entre as disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso I (40 horas) e II (40 horas) cursadas respectivamente na 9ª e 10ª séries. Na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I, os alunos irão aprender como formular e desenvolver um trabalho de cunho técnico-científico que envolva alguma(s) das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e Sanitária. Já no Trabalho de Conclusão de Curso II, os graduandos terão suas horas dedicadas à elaboração de um trabalho acadêmico de natureza científica sob a forma de Artigo Cientifico com apresentação em sessão pública, o qual será apresentado a uma Banca Examinadora para avaliação. Nesse momento, os alunos deverão demonstrar domínio do objeto de estudo e capacidade de expressar-se lucidamente a respeito do assunto explorado. Para tanto, a escolha do tema e a condução do trabalho contam com a supervisão e a orientação de um docente e deve atender uma série de critérios pré-estabelecidos, tais como: a) relevância social; b) atualidade; c) desenvolvimento de uma nova tecnologia; d) possibilidade de aprofundamento e continuidade de estudos na pósgraduação. O TCC deve representar, sobretudo, uma síntese dos conteúdos estudados ao longo do curso, devendo propiciar a produção de conhecimentos, a análise e a autonomia em relação ao conhecimento e a criticidade almejada na formação de cidadãos comprometidos com os valores éticos, sociais, culturais e profissionais. 59 Para o desenvolvimento do seu trabalho, o estudante dispõe de acervo bibliográfico indicado pelo professor orientador, além de base de dados e acesso à internet. O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC, com regulamento próprio, deve ser executado em dupla, assegurando-se que a contribuição individual de cada aluno seja claramente definida, e possuir o conteúdo que seja apropriado para um trabalho desta importância. Em casos excepcionais, a coordenação do TCC poderá autorizar a participação de apenas um aluno na execução de um trabalho. O TCC somente será aceito para defesa na sua versão final, cabendo aos alunos integrantes de um mesmo projeto a responsabilidade pela participação e execução das atividades individuais, visando o cumprimento do cronograma. No Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária a elaboração do TCC segue o Regimento Geral da Universidade Potiguar, o Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso na graduação, as Normas Técnicas da ABNT e os aspectos técnicos e lógicos formulados no Manual de TCC aprovado pelo Conselho de Curso. 2.3.11 Estratégias de flexibilização curricular Na perspectiva da flexibilidade curricular o Curso inclui, além de atividades complementares, outros tópicos especiais que abrangem estudos diversificados conforme as tendências apontadas pelo mercado em termos de novas tecnologias, novos processos, novos produtos e serviços. Esses tópicos possibilitam o aprofundamento de conteúdos específicos estruturados a partir das necessidades dos alunos e das condições de viabilização pela UnP. A flexibilidade ocorre também por meio dos seguintes mecanismos: a) Adoção de disciplinas comuns aos cursos de graduação da área de Ciências Exatas e Engenharias, facilitando os processos de transferência interna e consequente aproveitamento de estudos; b) O desenvolvimento da disciplina Estágio Supervisionado que, por sua natureza, possibilita uma constante atualização e revisão de conhecimentos, técnicas e tecnologias em Engenharia Ambiental e Sanitária; c) As disciplinas integrativas (1ª série) cujo desenvolvimento, em conjunto com os demais cursos da área, propicia ao aluno possibilidades de participação em eventos, atividades de pesquisa e de extensão. 60 O aluno pode ter abreviada a duração do seu curso nos casos em que: intensifique seus estudos, quando ingressante por meio do vestibular agendado; faça aproveitamento de estudos em situação de transferência ou de apresentação de diploma de graduação. 2.3.12 Metodologia O desenvolvimento curricular abrange atividades diversificadas, algumas das quais realizadas fora da sala de aula, como semanas de estudos, palestras, seminários, visitas técnicas, estudo de casos, aulas de campo, algumas das quais serão desenvolvidas nas Unidades de Conservação da Natureza do estado 10. Também são realizados projetos de pesquisa e de extensão, tanto como iniciativa do Curso, quanto de forma integrada com os Cursos da Escola de Engenharia e Ciências Exatas. São desenvolvidos estudos sobre novas tecnologias, novos materiais, qualidade, reuso, reaproveitamento e reciclagem, visando aprofundar os conhecimentos tratados em sala de aula e a vivência de situações reais de trabalho. Isto possibilita o exercício do processo de intervenção técnica, com ênfase para as normas de segurança e de preservação do meio ambiente. As atividades práticas desenvolvidas ao longo do Curso, em sua grande maioria executadas em laboratórios e aulas de campo, procuram, sempre que fisicamente possível, reproduzir a vivência de situações de trabalho, oportunizando ao aluno o desenvolvimento das competências e habilidades do engenheiro ambiental e sanitarista, indicadas no perfil profissional do egresso. As aulas teóricas são realizadas por meio de aulas expositivas, discussões, debates sobre vídeos, dentre outros. Nesse sentido, o Projeto Pedagógico do Curso estimula o processo de produção e reelaboração do conhecimento, através da execução de projetos interdisciplinares e práticas investigativas, oportunizando a relação teoria/prática e o trabalho em equipe e individual. 10 As Unidades de Conservação da Natureza do estado, são de responsabilidade do Instituto de Desenvolvimento e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – IDEMA, com o qual há um termo de cooperação técnica firmado com a Universidade Potiguar visando a pesquisa científica e o aprendizado dos alunos. 61 ACESSIBILIDADE UNP Os conceitos de acessibilidade e inclusão social estão intrinsecamente vinculados. No senso comum, acessibilidade parece evidenciar os aspectos referentes ao uso dos espaços físicos. Entretanto, numa acepção mais ampla, a acessibilidade é condição de possibilidade para a transposição dos entraves que representam as barreiras para a efetiva participação de pessoas nos vários âmbitos da vida social. A acessibilidade é, portanto, condição fundamental e imprescindível a todo e qualquer processo de inclusão social, e se apresenta em múltiplas dimensões, incluindo aquelas de natureza atitudinal, arquitetônica, tecnológica, comunicacional e pedagógica, dentre outras. É, ainda, uma questão de direito e de atitudes: como direito, tem sido conquistada gradualmente ao longo da história social; como atitude, no entanto, depende da necessária e gradual mudança de atitudes perante às pessoas com deficiência. Portanto, a promoção da acessibilidade requer a identificação e eliminação dos diversos tipos de barreiras que impedem os seres humanos de realizarem atividades e exercerem funções na sociedade em que vivem, em condições similares aos demais indivíduos. É neste contexto que a Universidade Potiguar tem buscado alternativa ao acesso e permanência dos alunos com deficiência nas mais diferentes atividades da comunidade universitária. 1. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Refere-se à percepção do outro sem preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Todos os demais tipos de acessibilidade estão relacionados a essa, pois é a atitude da pessoa que impulsiona a remoção de barreiras. Práticas e recursos Essa acessibilidade é notada pela existência, por parte dos gestores da UnP, do interesse e motivação em implementar ações e projetos relacionados à acessibilidade em toda a sua amplitude, incluindo ainda a priorização de recursos para essas ações. Para exemplificar, são realizadas reuniões periódicas de apresentação de temas relacionados a acessibilidade, conduzidas pelos Gestores do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP), com o objetivo de sensibilizar e esclarecer as equipes de colaboradores das bibliotecas de todas as unidades dos campi Natal e 62 Mossoró incluindo os polos EAD. As Pessoas com Deficiência (PCDs) que fazem parte dessas equipes e que dominam a linguagem dos sinais, são facilitadores para um atendimento acessível. 2. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Eliminação das barreiras ambientais físicas nas residências, nos edifícios, nos espaços e equipamentos urbanos. Práticas e recursos A UnP vem realizando periodicamente adequações na estrutura física, como adaptações de banheiros, construção de rampas, instalações de pisos táteis e placas em braile, instalações de elevadores / plataformas de elevação, sinalizadores, guardacorpos, sprinklers e corrimãos, dentre outras. 3. ACESSIBILIDADE PEDAGÓGICA É a ausência de barreiras nas metodologias e técnicas de estudo. Está relacionada diretamente à concepção subjacente à atuação docente: a forma como os professores concebem conhecimento, aprendizagem, avaliação e inclusão educacional irá determinar, ou não, a remoção das barreiras pedagógicas. Práticas e recursos É possível notar na Universidade a acessibilidade metodológica nas salas de aula quando os professores promovem processos de diversificação curricular, flexibilização do tempo e utilização de recursos para viabilizar a aprendizagem de estudantes com deficiência, como, por exemplo: existência do Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAPe/UnP com profissionais capacitados para realizar atendimento e acompanhamento a alunos com necessidades especiais e treinamentos específicos sobre educação inclusiva ao corpo docente; recursos de apoio como: lupas, texto impresso e ampliado, softwares ampliadores de comunicação alternativa, leitores de tela, entre outros. As atividades (conduzidas pelo NAPe) e os recursos específicos para cada tipo de necessidade encontram-se listadas a seguir: 63 Quadro 6 - Atendimento a alunos deficientes - principais atividades e recursos TIPO DE NECESSIDADE Cegueira ou baixa visão Surdez ou deficiência auditiva Deficiência mental Surdocegueira ATIVIDADE/RECURSO PREVISTO Disponibilização de computador e scanner com programas Winvox, Dosvox, Recongnitaplus 3.0 e Standard OCR 3.2, Agnvox e Papovox para digitalização da bibliografia a ser utilizada pelo aluno e posterior envio por e-mail. Profissional ledor nas atividades pedagógicas; Flexibilização das atividades pedagógicas; Adequação das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos diferenciados; ampliação do tempo, entre outros); Informação prévia ao aluno sobre eventuais mudanças no arranjo físico da sala de aula. Disponibilização de intérprete de LIBRAS ao aluno; Formação em educação inclusiva para o corpo docente; Adequação das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos diferenciados; ampliação do tempo, entre outros); Estabelecimento de uma rede articulada de profissionais, tais como: pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, neurologista, assim como de professores com habilitação para suporte necessário em sala de aula. Profissional intérprete de LIBRAS com habilitação em surdocego, pois a maneira de executar o uso da LIBRAS nesses casos possui especificidades no uso do tato e no conhecimento da vibração das cordas vocais. Disponibilização do sistema BRAILE que também pode ser utilizado no processo educacional desse tipo de aluno. Articulação das duas modalidades LIBRAS TÁTIL e BRAILE para o processo de aprendizagem. Transtornos globais de desenvolvimento Altas habilidades / superdotação Capacitação do corpo docente em educação inclusiva; Oferta de acompanhamento psicológico e pedagógico; Formação de rede de atenção contemplando a família e profissionais da saúde, quando necessário; Flexibilização das atividades de avaliação da aprendizagem (instrumentos diferenciados; ampliação do tempo). Promoção de ações de capacitação docente considerando a amplitude e a sequência prevista na articulação entre os conteúdos construídos e o processo de vivência e das práticas pedagógicas. Oferta de suporte pedagógico e psicológico através do NAPe. Levantamento e escuta das necessidades de cada aluno contemplando sempre os seus aspectos singulares. 4. ACESSIBILIDADE NAS COMUNICAÇÕES É a acessibilidade que elimina barreiras na comunicação interpessoal (face a face, língua de sinais), escrita e virtual (acessibilidade digital). Práticas e recursos Uma das formas praticadas pela UnP é a presença do intérprete na sala de aula em consonância com a Lei de Libras e Decreto de Acessibilidade, como também a presença de scanner que converte texto em som e equipamentos (lupas e 64 headphones) disponibilizados nas bibliotecas de todas as Unidades do campus Natal e Mossoró. 5. ACESSIBILIDADE DIGITAL Direito de eliminação de barreiras na disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos. Práticas e recursos Evidencia-se a existência dessa acessibilidade na Instituição com a utilização de tecnologias assistivas para o desenvolvimento de estratégias que permitam o acesso ao conhecimento com autonomia, incluindo softwares leitores de textos como MacDaisy e NVDA instalados em computadores da Biblioteca e laboratórios de informática, recursos e ajudas técnicas para que o estudante tenha acesso à informação e ao conhecimento, independentemente de sua deficiência. 2.3.13 Pesquisa e Extensão a) A pesquisa na UnP A Universidade Potiguar apresenta a seguinte estrutura para o desenvolvimento da pesquisa: Programa de Bolsas de Iniciação Científica – ProBIC: aprovado pela Resolução n.º 02/98 – ConEPE, com vistas a proporcionar ao estudante o desenvolvimento do espírito investigativo, a produção de conhecimentos e o aprender fazendo. Fundo de Apoio à Pesquisa e Gratificação de Incentivo à Pesquisa: através do Fundo de Apoio à Pesquisa (FAP), regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Resolução n.º 02/98 – ConEPE,), a Instituição incentiva a participação em pesquisa através de concessão de bolsas a estudantes (ProBIC) e de Gratificação de Incentivo à Pesquisa (GIP), para os professores pesquisadores. Comitê de Pesquisa: criado pelo ConSUni, por meio da Resolução 020/2001, o ComPesq/UnP, é um órgão de natureza consultiva, deliberativa e de assessoramento no que se refere a aspectos técnicos e científicos dos projetos de pesquisas da Universidade. É responsável pela 65 análise prévia de projetos apresentados pelos diversos cursos, para posterior encaminhamento ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Comitê de Ética em Pesquisa: criado pela Resolução n. 0022/2002 ConSUni, conforme legislação do Conselho Nacional de Saúde. No ano 2003, o CEP/UnP foi selecionado para participar do Projeto de Fortalecimento do Comitê de Ética em Pesquisa, financiado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A partir da criação do CEP, todos os projetos de pesquisa desenvolvidos na Instituição, envolvendo seres humanos ou animais, são cadastrados e avaliados por esse Comitê. A divulgação da produção resultante dos projetos de pesquisa e atividades de iniciação científica desenvolvidos ocorre, principalmente, por meio de: a) Congresso científico/mostra de extensão da Universidade Potiguar; b) Artigos publicados em periódicos científicos da área; c) Eventos da área promovidos pela Escola de Engenharias e Ciências Exatas, pelo próprio Curso e por organizações externas. A pesquisa no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária abrange as áreas das ciências ambientais e da engenharia sanitária, logo abaixo (Quadros 9, 10, 11, 12 e 13) encontram-se relacionados os projetos institucionais desenvolvidos entre os anos de 2010 e 2014, bem como suas respectivas linhas de pesquisa. Quadro 7 – Projetos de Pesquisa 2010 TÍTULO LINHA DE PESQUISA 1. Avaliação da eficiência de estações Planejamento e gestão compactas no tratamento de águas urbana residuárias. 2. Avaliação da qualidade da água para consumo humano da cidade de Parnamirim a Controle Ambiental partir de parâmetros físico-químicos e biológicos PROF. COORDENADOR Carla Gracy Meneses Ribeiro Lourdes Bernadete Dias Duarte De Melo 66 Quadro 8 – Projetos de Pesquisa 2011 TÍTULO 1. LINHA DE PESQUISA Avaliação da eficiência de estações compactas no tratamento de águas Controle Ambiental residuárias. PROF. COORDENADOR Carla Gracy Meneses Ribeiro Quadro 9 – Projetos de Pesquisa 2012 TÍTULO LINHA DE PESQUISA 1. Análise das Áreas de Risco no Vale do Desenvolvimento Açu Sustentável 2. Estudo dos Impactos Ambientais da Tecnologias Ambientais Indústria de Petróleo no Rio Grande do Norte Gestão Ambiental e 3. Monitoramento da Dinâmica Costeira na Desenvolvimento Praia de Ubarana – Guamaré/RN Sustentável 4. Tratamento de Matéria Orgânica Sintética Tecnologias Ambientais Utilizando Processos Oxidativos Avançados PROF. COORDENADOR Carla Gracy Meneses Ribeiro Fábio Ricardo Silva Góis Moab Praxedes Gomes Andréa Francisca Fernandes Barbosa Quadro 10 – Projetos de Pesquisa 2014 TÍTULO 1. 2. 3. 4. Otimização da Qualidade do Ecodiesel (B7, B10, B15,B20 E B100) através da Modificação da Composição dos Ácidos Graxos usando Biodiesel de diferentes Óleos Tratamento de Efluente gerado na Produção de Biodiesel utilizando Processos Oxidativos Avançados Beneficiamento de Resíduos de Petróleo utilizando Métodos Termocatalíticos. Armazenamento e Produção de Biodiesel através do Óleo de Fritura LINHA DE PESQUISA PROF. COORDENADOR Tecnologias Ambientais e Petróleo e Gás João Paulo Evangelista da Costa Tecnologias Ambientais e Petróleo e Gás Luzia Patrícia Fernandes de Carvalho Galvão Tecnologias Ambientais e Petróleo e Gás Ana Catarina Fernandes Coriolano Tecnologias Ambientais e Petróleo e Gás Luzia Patrícia Fernandes de Carvalho Galvão b) O e-labora como agente de fomento à pesquisa na Escola de Engenharias e Ciências Exatas O Brasil, apesar da Lei de Inovação Tecnológica (2004), que aponta para um incentivo à Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), ainda se encontra em uma posição desconfortável, quando compararmos a outros países. De acordo com o Ranking disposto na Figura 04, o País foi o 13º colocado em relação ao quantitativo de patentes oriundas de P&D depositadas no ano de 2014, sendo os EUA o líder mundial. 67 Figura 3 – Ranking dos países em função quantitativo de patentes oriundas de P&D depositadas no Mundo em 2014. Fonte: e-labora (2014). No que se refere aos investimentos no setor, o Brasil aplica pouco mais de 1,2% do seu PIB em Pesquisa e Desenvolvimento, ou seja, o País ainda tem um baixo índice de investimento quando comparado a outras nações, ficando à frente apenas de países de menor poder econômico como, por exemplo, a Argentina, o Chile e o México (Figura 05). 68 Figura 4 – Classificação mundial dos países em função do investimento do PIB em P&D. Fonte: e-labora (2014). A Figura 05 mostra ainda que no Brasil para cada três pesquisadores apenas um está dentro das empresas, enquanto que nos EUA a realidade é a inversa (para cada três, apenas um está dentro da academia). Tal fato, além de remeter a relevância dos investimentos para o fomento, estímulo e incentivo da P&D, aponta para necessidade promover no Brasil uma maior integração entre a academia e as indústrias. Pensando nisso, a UnP, de forma diferenciada, desenvolveu o seu Centro de Excelência em Pesquisa Aplicada: o e-labora. Criado em 2014, o e-labora é um Centro de Pesquisa que reúne informações, investimentos e investigações científicas com o objetivo de realizar a integração entre academia e a sociedade civil visando gerar saltos de eficiência e produtividade para o mercado e excelência na formação acadêmica e profissional dos alunos da Universidade Potiguar, em especial, os da Escola de Engenharias e Ciências Exatas. Com as experiências, o aprendizado e o aperfeiçoamento técnico proporcionados pelo e-labora os discentes irão construir novas competências e habilidades, as quais serão somadas aquelas já trabalhadas em sala de aula. 69 Estímulos esses, que contribuirão para ampliação dos conhecimentos do discente e com o fortalecendo da sua formação profissional. As ações desenvolvidas através do Centro de Pesquisa, além do aprendizado, proporcionarão ao discente a ampliação da pesquisa institucional tanto em relação à diversificação das linhas de estudo quanto ao aumento no quantitativo de alunos envolvidos (bolsistas e/ou voluntários). Já para sociedade civil, os serviços ofertados acenarão como uma possibilidade de novas parcerias na busca de soluções técnicas que possam promover ganhos de produtividade e competitividade mediante o mercado. Atualmente, o foco do e-labora são pesquisas e serviços nas áreas das Engenharias sejam elas de natureza específica ou multidisciplinares. Na Escola de Engenharias e Ciências Exatas, onde insere-se o Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, a pesquisa aplicada promovida pelo e-labora envolve e integra alunos de graduação e pós-graduação, pesquisadores (da própria instituição) e empresas parceiras na busca por soluções de problemas reais sempre com o objetivo de desenvolver novas técnicas, tecnologias, produtos e patentes. Com o início das atividades do Centro, em 2014, foram incialmente selecionadas quatro grandes áreas de conhecimento, todas eleitas em função da infraestrutura institucional, da expertise dos pesquisadores, e claro, das demandas de mercado. As grandes áreas escolhidas foram: Construção Civil, Desenvolvimento de Software, Automação e Controle e Microeletrônica. Já em 2015, em função dos resultados obtidos no ano anterior e das crescentes demandas oriundas tanto da sociedade civil quanto do interesse dos discentes em participarem dos trabalhos desenvolvidos pelo Centro, novas áreas de conhecimento foram incluídas: Arquitetura e Urbanismo; Petróleo e Gás; Processos de Produção; Ambiental; Segurança do Trabalho; e Energias. Cabe ressaltar que, diante dos princípios da multidisciplinaridade e da indissociabilidade trabalhados pelo e-labora, apesar de existirem as grandes áreas de atuação, todas as atividades desenvolvidas pelo Centro são executadas por profissionais e graduandos tanto do Curso que detém o conhecimento específico quanto por aqueles das áreas correlatas. Seguindo essa diretriz, o processo de seleção dos discentes que integrarão as equipes de pesquisa (como bolsistas ou voluntários) se dá via Edital permitindo a inscrição de Alunos dos mais diferentes 70 Cursos cuja aprovação fica condicionada ao cumprimento dos requisitos dispostos no Edital. Detendo-se ao Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, os Quadros 14 e 15, logo abaixo, listam, respectivamente, as pesquisas desenvolvidas pelo e-labora nos anos de 2014 e 2015 que estabelecem relação com os conteúdos abordados ao longo dessa graduação. Quadro 11 – Projetos de pesquisa do e-labora que envolveram a temática ambiental e/ou sanitária no ano de 2014. TÍTULO 1. Confecção de Tijolo Ecológico a partir de Resíduo Industrial. LINHA DE PESQUISA PROF. COORDENADOR Construção Civil Élcio Correia de Souza Tavares Quadro 12 – Projetos de pesquisa do e-labora que envolveram a temática ambiental e/ou sanitária no ano de 2015. TÍTULO LINHA DE PESQUISA 1. Reaproveitamento de Resíduos Líquidos em Canteiros de Obras por Processos de Construção Civil Filtração 2. Síntese e Caracterização de Grafeno para Aplicação Ambiental na Indústria do Petróleo e Gás Petróleo. 3. Utilização de Bagaço de Cana-de-açúcar na Remoção de Poluentes Presentes na Petróleo e Gás Água Produzida de Petróleo. PROF. COORDENADOR Ítalo Vale Monte Júnior Glauber José Fernandes Turolla Fábio Pereira Fagundes 2.3.14 Extensão E Ação Comunitária a) A extensão e a ação comunitária na UnP A extensão volta-se para o estudo de temáticas da atualidade, incluindo cursos e seminários que possibilitam o aprofundamento de conhecimentos complementares ao exercício profissional da Engenharia Ambiental e Sanitária. Em geral, as atividades extensionistas propiciam: I. o contato do aluno com o mercado de trabalho; II. a formação da consciência sócio-política; III. a dinamização do trabalho científico de intervenção na comunidade; IV. o trabalho interdisciplinar; 71 V. a interrelação Universidade-empresa, fortalecendo responsabilidades recíprocas. Para o desenvolvimento de suas atividades extensionistas, a Universidade Potiguar trabalha o Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx), destinado à participação de alunos. b) A extensão e a ação comunitária no Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária A extensão universitária visa complementar ou atualizar o conhecimento dos futuros profissionais, bem como proporcionar o seu treinamento em tecnologias recentes, contribuindo para a formação de recursos humanos que atendam às exigências de qualificação e expansão do mercado de trabalho. A participação dos alunos em projetos de extensão comunitária ou universitária atua com instrumento amplificador de formação. Tais atividades são incentivadas pela Coordenação do Curso e, uma vez cumpridas pelo discente, podem compor o histórico escolar na forma de atividade complementar, desde que observadas as normas institucionais pertinentes. No âmbito do Curso, a extensão deverá ocorrer em diversas formas, tais como: Apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC); Congresso Científico e Mostra de Extensão da Universidade Potiguar; Semana do Meio Ambiente; Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas. Ano 2010 a) Projetos PROJETO Informática Cidadã COORDENADOR Cláudio Márcio Campos de Mendonça b) Eventos e Atividades ATIVIDADE IV Semana do Meio Ambiente IV Semana do Meio Ambiente TEMA Pré-Sal: O Novo Marco Regulatório de Exploração e Produção de Petróleo Avaliação Prática de Impactos Ambientais na Indústria do Petróleo DATA De 31/05 a 05/06/2010 De 31/05 a 05/06/2010 72 IV Semana do Meio Ambiente Programas Ambientais da Petrobras/RN De 31/05 a 05/06/2010 XII Congresso Científico e a XI Mostra de Extensão da Universidade Potiguar UnP 30 anos: Ciência e Formação Profissional para o Desenvolvimento do RN De 03/11 a 05/11/2010 Ano 2011 a) Projetos PROJETO Informática Cidadã COORDENADOR Weinberg de Paiva e Souza b) Eventos e Atividades ATIVIDADE I Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas TEMA DATA -X- De 25/05 a 27/05/2011 Mutirão de Limpeza do Rio Potengi Recuperação do Estuário do Rio Potengi 28/05/2011 Lançamento da Cartilha intitulada “Intervenção em Áreas Degradadas: Estudo no Trecho do rio Pitimbu – Ponte Velha e Mata do CATRE – Município de Parnamirim/RN” Comemoração da Semana do Meio Ambiente 02/06/2011 II Mutirão Renove o Verde XIII Congresso Científico e a XII Mostra de Extensão da Universidade Potiguar Mesa Redonda Recuperação de Áreas de Mata Atlântica Ciência e Inovação: Conhecimento para Superar Fronteiras. Meio Ambiente: A atuação da Engenharia em Áreas Degradadas 04/06/2011 De 26/10 a 28/10/2011 Em 02/06/2011 Ano 2012 a) Projetos PROJETO Qualidade da Água para Consumo Humano na Comunidade de Parnamirim-RN Informática Cidadã COORDENADOR Lourdes Bernadete Dias Duarte de Melo Ana Katarina Oliveira Aragão Weinberg de Paiva e Souza b) Eventos e Atividades ATIVIDADE Mesa Redonda TEMA Criação de Unidade de Conservação como forma de salvaguardar o patrimônio natural do Município de Martins/RN. DATA 27/04/2012 73 XIV Congresso Científico e a XIII Mostra de Extensão da Universidade Potiguar Ciência e Sustentabilidade: Desafios e Oportunidades De 07/11 a 08/11/2012 Ano 2013 a) Projetos PROJETO Informática Cidadã COORDENADOR Weinberg de Paiva e Souza b) Eventos e Atividades ATIVIDADE II Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas Semana do Meio Ambiente XIV Mutirão de Limpeza do Rio Potengi e Educação Ambiental XV Congresso Científico e a XIV Mostra de Extensão da Universidade Potiguar XV Mutirão de Limpeza do Rio Potengi e Educação Ambiental TEMA DATA -X- De 08/05 a 10/05/2013 Consciência e atitude mudam o Mundo Recuperação do Estuário do Rio Potengi Formação e empregabilidade: os desafios Globais Limpeza do Estuário do Rio Potengi De 04/06 a 09/06/2013 08/06/2013 De 22 a 24/10/14 23/11/2013 Ano 2014 a) Projetos PROJETO Informática Cidadã COORDENADOR Weinberg de Paiva e Souza b) Eventos e Atividades ATIVIDADE Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 01 Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 02 Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 03 Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 04 III Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas e I Simpósio do Mestrado TEMA DATA Democracia, ética e cidadania; e Globalização e geopolítica 15/03/2014 Ecologia/Biodiversidade 12/04/2014 Arte e cultura; Sociodiversidade: multiculturalismo, tolerância, inclusão/exclusão, relações de gênero Ciência, tecnologia e inovação; Avanços tecnológicos; Tecnologias de informação e comunicação Ciência e Inovação Tecnológica 10/05/2014 16/08/2014 De 21/08 a 23/08/2014 74 Profissional em engenharia de Petróleo e Gás Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 05 XVI Congresso Científico e a XV Mostra de Extensão da Universidade Potiguar Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 06 Aperfeiçoamento em Conteúdos de Conhecimentos Gerais E atualidades – Palestra 07 Relações de trabalho 13/09/2014 Ciência, cultura, arte e filosofia: integração dos saberes para um mundo melhor De 08 a 10/10/2014 A vida urbana e rural; Violência 18/10/2014 Palestra motivacional de encerramento 08/11/2014 Ano 2015 a) Projetos PROJETO Informática Cidadã COORDENADOR Weinberg de Paiva e Souza b) Eventos e Atividades ATIVIDADE IV Workshop da Escola de Engenharias e Ciências Exatas e o II Simpósio do Mestrado Profissional em Engenharia de Petróleo e Gás. Mesa Redonda Ciclo de Palestras da Escola de Engenharias e Ciências Exatas em Comemoração à Semana do Meio Ambiente Visita Técnica Complementar à Programação da Semana do Meio Ambiente Promovida pela Escola de Engenharias e Ciências Exatas TEMA DATA Ciência, Tecnologia, Inovação e Empregabilidade: o Aluno e o Mercado de Trabalho. De 27/05 a 29/05/2015 Plano Nacional de Recursos Hídricos O Estuário e suas importâncias; Gestão Pública; Destinação dos Resíduos Sólidos do Município de Natal: uma questão técnica, legal e de consciência. Conhecendo o Estuário do Rio Ceará-Mirim, Barra do Rio, Extremoz-RN. 03/06/2015 De 10/06 a 12/06/2015 13/06/2015 75 c) Eventos e Atividades Previstas para 2015.2 ATIVIDADE Integração ecológica do homem com o meio ambiente. Workshop de Empregabilidade Palestra XVII Congresso Científico e a XVI Mostra de Extensão da Universidade Potiguar TEMA Recomposição de Áreas Degradadas de Mangue no Estuário do Rio Ceará-Mirim, Extremoz-RN. Carreira e as Mídias Digitais: como utilizar as mídias digitais para alavancar sua carreira profissional. Ciência, Tecnologia e Inovação; Avanços Tecnológicos; Tecnologia de Informação e Comunicação. -X- DATA De 08/15 a 12/2015. 19/08/2015 22/08/15 De 28/10 a 30/10/2015 76 PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL - 2014 Ação Global 2014 – Parceria Sesi/UnP Atendimentos em saúde, educação, lazer, cultura e cidadania. Dia Nacional de Ação Voluntária da Fundação Bradesco – Parceria Fundação Bradesco/UnP Atendimentos de saúde, educação, lazer, cultura e cidadania Dia da Responsabilidade Social no Ensino Superior Incentivo ao trabalho de extensão universitária voltada para o público externo, oferecendo atendimento em diversas áreas à população. Global Days of Service Ações voltadas para crianças em situação de risco. Here for Good Prêmio instituído para reconhecer e promover o trabalho dos alunos empreendedores sociais. Prêmio James McGuire Busca encorajar e motivar os alunos, de qualquer área acadêmica, a empreender na formação de um negócio. 77 PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL - 2015 Temática de Relações Étnico-Raciais – Abordada em palestras de Aperfeiçoamento em Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Arte e Cultura: sociodiversidade, multiculturalismo, tolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero”; Educação Ambiental - Abordada em palestras de Aperfeiçoamento em Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Ecologia e Biodiversidade”; como também da Palestra Internacional de 2014: “Tecnologia Verde”; incluindo a temática de sustentabilidade no megaevento internacional (transmitido por videoconferência): CLINTON GLOBAL INITIATIVE UNIVERSITY. PARTICIPAÇÃO EM INICIATIVAS INSTITUCIONAIS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL - 2015 Direitos Humanos - Abordada em palestras de Aperfeiçoamento em Conteúdo de conhecimentos gerais e atualidades: “Democracia, Ética e Cidadania; Globalização e Geopolítica”; como também nos eventos do Compromisso Social – Ação Global, Dia Nacional da Ação Voluntária, etc.; e também no megaevento internacional (transmitido por videoconferência): CLINTON GLOBAL INITIATIVE UNIVERSITY. 78 2.4 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem segue o constante do Regimento Geral: é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência (mínimo de 75%) e aproveitamento - média mínima para aprovação: 7,0 (sete). A cada verificação da aprendizagem é atribuída nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). Cada disciplina comporta duas unidades de avaliação (U1 e U2) e cada unidade abrange os conteúdos, cumulativamente. Concluídas as avaliações referentes a cada unidade, é realizada a apuração da média, resultante da aplicação da seguinte fórmula: Média Final = U1 + U2/2 É facultado ao professor adotar uma ou mais avaliações a cada unidade, e utilizar instrumento ou processo para aferir conhecimento ou habilidade do aluno, na forma de teste, prova, trabalho teórico ou prático, projeto, ou de quaisquer outras técnicas pertinentes à programação da disciplina, aplicados individualmente ou em grupo, de maneira que seja proporcionada ao estudante uma avaliação contínua de seu desempenho. As avaliações finais das U1 e U2 poderão ser realizadas de forma integrada, contemplando a programação conjunta de todas as disciplinas da mesma série ou de todas as séries já cursadas pelo aluno, constituindo-se como avaliações integradas ou exames integrados (ExIn). Segunda chamada O aluno pode realizar uma segunda chamada objetivando a substituição de uma avaliação não realizada em razão de falta a uma avaliação de qualquer um dos momentos avaliativos, mediante solicitação no autoatendimento, deferimento e pagamento da taxa correspondente. Recuperação Se, ao final das duas unidades, o aluno não obtiver média 7,0, poderá realizar avaliação de recuperação, possibilitando a verificação da melhoria de seu desempenho em relação ao resultado anterior. A nota obtida na avaliação de recuperação irá substituir a menor nota obtida nas unidades anteriores (U1 ou U2). 79 Promoção, Retenção e Dependência De acordo com a Resolução Nº 006/2013-ConSUni/UnP de 08 de maio de 2013, que altera os artigos 144, 145 e 146 do Regimento Geral da Universidade: É promovido à série seguinte o aluno aprovado nas disciplinas da série anterior, excepcionado o caso de retenção. Está sujeito à retenção da antepenúltima para a penúltima série e da penúltima para a última série do Curso o aluno que tenha acumulado a partir de quatro reprovações em disciplinas cursadas, configurando-se estas reprovações como dependências. Não são consideradas para fins de retenção disciplinas em adaptação. Na ocorrência de retenção, o aluno ficará vinculado à ultima série cursada, podendo cursar em regime de dependência as disciplinas nas quais foi reprovado, desde que estejam sendo devidamente ofertadas pela Instituição no transcorrer do semestre em que esteja retido. O aluno somente poderá avançar para a série seguinte à que fora retido quando restarem no máximo três disciplinas reprovadas em sua situação acadêmica. Procedimentos de avaliação São considerados essenciais os procedimentos que possibilitam a identificação das fragilidades no aprendizado do aluno, com a adoção de formas de intervenção docente; o trabalho em cooperação; as orientações individuais ou a pequenos grupos; a revisão de conteúdos nos quais os discentes apresentam dificuldades mais expressivas de compreensão e que interfiram na consolidação das competências e habilidades previstas no perfil profissional do egresso. Instrumentos São adotadas provas escritas, artigos, relatórios de seminários, de estágios e de visitas técnicas, entre outros. Destacam-se as avaliações integradas e os Exames Integrados (Exin), realizados semestralmente para todos os alunos da 3ª a 10ª séries, com parâmetros, prazos e conteúdos definidos em edital. Critérios Como critérios são indicados: participação/envolvimento do aluno com as atividades curriculares; postura ética; assiduidade; domínio de conteúdos estudados 80 na disciplina; uso da língua culta; atitudes que expressem uma convivência harmoniosa e solidária. 81 2.5 APOIO AO DISCENTE O desenvolvimento de ações de apoio e acompanhamento ao discente da Universidade Potiguar ocorre de acordo com o Programa de Apoio ao Estudante (PAE/UnP)11, compreendendo vários mecanismos: apoio à participação em eventos científicos e à produção científica; divulgação da produção discente; apoio prestado pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPe), por meio, por exemplo, de atendimento ou encaminhamento de alunos com necessidades especiais; mecanismos de nivelamento – Aulas das disciplinas Pré-Cálculo, Cálculo de uma variável, Cálculo de duas variáveis, Mecânica Clássica e Termodinâmica oferecidas em horário extracurricular voltadas ao esclarecimento de dúvidas e resolução de exercícios ; bolsas acadêmicas: a) Programa de Bolsas de Iniciação Científica (ProBIC); - e-labora. b) Programa de Bolsas de Extensão (ProBEx); c) Programa de Bolsas de Monitoria (ProBoM). A Universidade também disponibiliza a seus estudantes: a) a Ouvidoria, que funciona mediante atendimento individual a alunos e seus pais, ou por e-mail, cartas e telefone; b) o International Office, responsável por viabilizar as iniciativas, programas e serviços de intercâmbio entre as instituições da Rede Laureate; c) o Unp Virtual, Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) desenvolvido pela própria Universidade, facilitando a comunicação entre o docente, o discente e a coordenação do Curso e a dinamização dos processos de ensino-aprendizagem. Além disso, registra-se a existência de representação estudantil, concretizada por meio da participação do aluno nos órgãos colegiados e de sua organização como Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centro Acadêmico (CA), de conformidade com a legislação pertinente e com o disposto no Estatuto e no Regimento Geral da Universidade. 11 UNIVERSIDADE POTIGUAR. Programa de Apoio ao Estudante. Natal: Edunp, 2006. (Documentos Normativos da UnP. Série Verde, V. 5). 82 2.6 AUTOAVALIAÇÃO DO CURSO A avaliação do Curso e deste Projeto está integrada ao Projeto de Autoavaliação Institucional, desenvolvido pela Comissão Própria de Avaliação (CPA/UnP), com o envolvimento de docentes, discentes e pessoal técnicoadministrativo, adotando-se uma dinâmica em que são trabalhadas as seguintes categorias: A aplicação dos instrumentos ocorre semestralmente, por meio do sistema de avaliação institucional (SIS), sob a responsabilidade da CPA/UnP. Os resultados são socializados em seminários de avaliação e planejamento institucional promovidos pela Comissão Própria de Avaliação, com a participação dos Conselhos de Cursos de graduação e dos Núcleos Docentes Estruturantes. Após cada seminário, os resultados são analisados pelo Conselho e NDE, assim como com representantes de turma, com vistas à identificação e adoção de estratégias de melhorias, e consequente aperfeiçoamento do Curso. A avaliação deste Projeto, especificamente, leva em conta: coerência do Projeto com os requisitos legais, diretrizes curriculares nacionais e orientações institucionais constantes no PDI; coerência entre objetivos do curso e perfil do profissional a ser formado; 83 atualidade das competências e habilidades previstas em relação às necessidade sociais, incluindo-se as do mercado de trabalho; ações realizadas para implementação das políticas de ensino, pesquisa, extensão e ação comunitária previstas no PDI; estratégias de flexibilização curricular adotadas; coerência entre a sistemática de avaliação utilizada nas disciplinas e os conteúdos estudados; melhorias relacionadas ao corpo docente: titulação, regime de trabalho, requisitos de experiência, composição e funcionamento do NDE, dentre outros; funcionamento regular do Conselho do Curso e respectivos registros; melhorias relacionadas à infraestrutura e recursos de apoio: suporte físico, computacional e bibliográfico para funcionamento do Curso, incluindo ambientes específicos. As informações são coletadas pela CPA/UnP, por meio de instrumento elaborado pela coordenação do Curso e NDE, analisadas por essa Comissão e divulgadas junto a envolvidos na execução do PPC (docentes, discentes, técnicos de laboratórios, por exemplo). Cabe ao NDE a proposição de estratégias de aperfeiçoamento, se for o caso, mediante documento específico submetido à análise do Conselho do Curso, e implementado sob o acompanhamento da CPA/UnP. As ações implementadas constam de relatório próprio estruturado pelo NDE sob orientação da Comissão de Avaliação da Universidade, com sínteses postadas no site da UnP. 84 PARTE III - CORPO DOCENTE E PESSOAL TÉCNICOADMINISTRATIVO 85 3.1 CORPO DOCENTE 3.1.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE) O Núcleo Docente Estruturante (NDE), instituído nos cursos de graduação da Universidade Potiguar através da Resolução n. 040, de 29 de novembro de 2012 ConEPE, tem atribuições consultivas, propositivas e avaliativas sobre matéria de natureza eminentemente acadêmica, sendo responsável pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico de cada curso. Compete ao NDE: a) acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão; b) identificação de estratégias de melhoria dos processos de ensinoaprendizagem; c) análise dos resultados da avaliação do PPC e identificação de estratégias para aperfeiçoamentos; d) participação em concurso para seleção de docentes; e) análise dos resultados das avaliações de desempenho dos docentes, promovidas pela Comissão Própria de Avaliação – CPA/UnP, indicando à Coordenação do Curso as estratégias necessárias ao contínuo aperfeiçoamento dos professores; f) participação na elaboração do Plano de Metas do Curso, a ser apreciado pelo ConseC, no prazo estabelecido pela Instituição, e acompanhamento da sua execução. Além disso, o NDE deve: promover reuniões com os demais professores; identificar necessidades de atualização e/ou aquisição de materiais e equipamentos para o desenvolvimento do PPC. 86 NDE do Curso O Núcleo Docente Estruturante do Curso é composto por 5 professores, conforme portaria da Reitoria n° 105/2015 de 01 de junho de 2015, apresentando as seguintes características: NOME DO PROFESSOR TITULAÇÃO Maurílio de Medeiros Lucena Ana Katarina Oliveira Aragão Cláudia Patrícia Torres Cruz Carla Gracy Ribeiro Menezes Thiago de Paula Neves Mesquita Msc. Dra. Dra. Dra. Msc. REGIME DE TRABALHO TI TP TP TI TI 3.1.2 Perfil do corpo docente 2015.1 O corpo docente do Curso em 2015.1 é constituído por 15 (quinze) professores. Desses, dez lecionam disciplinas do semestre letivo em vigência, quatro são, exclusivamente, membros integrantes do Núcleo Docente Estruturante do curso e um é o responsável institucional pela disciplina de Libras. Todos os professores que integram o corpo docente do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária no período 2015.1 apresentam formação complementar em programas de pós-graduação lato senso ou stricto sensu, sendo 3 (três) Especialistas, 7 (sete) Mestres e 5 (cinco) Doutores. Quanto ao regime de trabalho e à experiência profissional, do total de professores: a) Três docentes (20%) atuam em regime de Tempo Integral (TI), outros quatro (26,67%) em Tempo Parcial (TP) e oito (53,33%) são Horistas (H); b) Todos, ou seja, 100% têm experiência no magistério do ensino superior de, no mínimo, seis meses. Já em relação ao mercado de trabalho, a experiência profissional dos docentes varia entre 5 e 42 anos. O Quadro 11 logo abaixo, relaciona a formação acadêmica, a(s) disciplina(s) ministrada(s), o regime de trabalho e o tempo de experiência no ensino superior e profissional dos docentes que lecionam no período 2015.1. 87 Quadro 13 – Formação acadêmica, disciplina (s), regime de trabalho e tempo de experiência dos docentes do período 2015.1 FORMAÇÃO NOME GRADUAÇÃO PÓSGRADUAÇÃO Mestrado em:Irrigação e Drenagem pela Universidade Federal Rural do Semiárido (2009). Especialização em: Educação Ambiental pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (2002); e Gestão de Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL ENSINO MERCADO SUPERIOR DISCIPLINA(S) REGIME DE TRABALHO Introdução à Engenharia Horista 7 anos 28 anos 1. Antônio Gilberto de Oliveira Jales Geologia pela Universidade de Fortaleza (1986). 2. Ana Karla Silva do Nascimento Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2009) Mestrado em: Ensino de Ciências Naturais e Matemática. Cálculo aplicado às Ciências Exatas. Horista 5 anos 5 anos Engenharia agronômica pela Universidade Federal Rural do Semiárido (2007) Doutorado em: Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN (2015). Mestrado em: Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFRN (2010). Especialização em: Gestão Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (2011). NDE Tempo Parcial 5 anos 5 anos 3. Ana Katarina Oliveira Aragão 88 4. Daniela Vasconcelos de Souza Brito Engenharia Civil pela Universidade Potiguar (1999) 5. Claudia Patrícia Torres Cruz Física (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN (2004 e 2007) 6. Carla Gracy Ribeiro Meneses 7. Lidiane Lyra de Almeida 8. Jorge Ramos de Figueiredo Mestrado em: Saneamento e Meio Ambiente pela. Universidade Federal da Paraíba (2001) Ciências e tecnologias dos Materiais Doutorado em: Física pela Ótica, Ondas e UFRN (2012). Eletromagnetismo; Mestre em: NDE Física pela UFRN (2007). Doutorado em: Engenharia Química pela Universidade Engenharia Federal do Rio Civil pela Grande do Norte Universidade (2006). Federal do Rio Mestrado em: Grande do Engenharia Norte (1998). Sanitária pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2001). Ciências Mestrado em: Biológicas (Licenciatura) Bioecologia pela Aquática pela Universidade UFRN (2001). Especialização Potiguar em: Práticas (1997); Ciências pedagógicas no Biológicas ensino superior (Bacharelado) pela pela Universidade Universidade Potiguar (2010); Federal do Rio Bioecologia Grande do aquática pela Norte – UFRN UFRN (1999). (1999). Especialização em: Controladoria Administração e Empresarial Segurança de pela Faculdade Sistemas Integrada do Computacionais Ceara (2005) pela Faculdade Integrada do Ceara (2006). Horista Tempo Parcial 6 meses 13 anos 8 anos 8 anos NDE Tempo Integral 10 anos 17 anos Tecnologias na Formação Profissional. Horista 12 anos 16 anos Programação Científica Horista 7 anos 11 anos 89 9. Michelli Silva de Oliveira 10. Maurílio de Medeiros Lucena 11. Marcos Antônio Pinheiro Alves 12. Trícia Caroline da Silva Santana Ramalho Doutorado em: Física da Matéria Condensada pela UFRN (2011). Mestrado em: Física pela Universidade Geofísica pela Cálculo de Duas Federal do Rio UFRJ (2006). Variáveis Especialização de Janeiro em: Práticas UFRJ (2004). Pedagógicas no Ensino Superior pela Universidade Potiguar (2011). Mestrado em: Engenharia Engenharia Mecânica na Civil pela área de Coordenador Universidade Tecnologia dos Acadêmico do Federal do Rio Materiais pela Curso NDE Grande do Universidade Norte (1980). Federal do Rio Grande do Norte (2007). Especialização em: Planejamento e Consultoria Empresarial pela Ciências Universidade Econômicas Potiguar (1995); pela Programa de Administração e Universidade Formação Geral Economia Federal do Rio e Grande do Desenvolvimento Norte (1973). de Ex. pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (2001). Doutorado em: Arquitetura e Urbanismo pela UFRN (2015). Mestrado em: Arquitetura e Arquitetura Urbanismo pela pela UFRN (2003). Especialização Expressão Gráfica Universidade em: Gestão da Amazônia (1999) Ambiental Urbana pela UFRN (2008); Aperfeiçoamento em Gestão de Obras de Restauro pela Tempo Parcial 7 anos 10 anos Tempo Integral 18 anos 35 anos Horista 31 anos 42 anos Horista 11 anos 16 anos 90 Universidade Federal de Pernambuco (2006). 13. Rosângela Dala Possa 14. Thiago de Paula Nunes Mesquita 15. Paulo Roberto de Andrade Santos Tecnologia em Mestrado em: Controle de Processos Engenharia Fundamentos em Químicos pela Química pela Ciências Exatas e Universidade Universidade Química Geral e Tecnológica Estadual do Experimental. Federal do Oeste do Paraná Paraná – (2013). UTFPR (2009) Tecnologia em Meio Ambiente pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Mestrado Tecnologia do em:Ecologia Rio Grande do NDE pela UFRN Norte – IFRN (2009). (2005); Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2008). Especialização em: Libras pela Faculdade Fonoaudiologia Integrada de pela Jacarepaguá-RJ Universidade Libras (2010). Potiguar Motricidade Oral (2005). pela Universidade Potiguar (2007). Horista 6 meses 9 anos. Tempo Integral 7 anos 11 anos Tempo Parcial 6 anos 10 anos 3.1.3 Políticas de apoio ao docente Os professores têm a sua gestão efetivada de acordo com o Plano de Carreira Docente (PCD), e contam com vários mecanismos institucionais de capacitação e de apoio ao exercício de suas atividades, destacando-se: a) oferta de pós-graduação lato sensu, com cursos na área: ÁREA PROFISSIONAL Construção e Meio Ambiente Petróleo, Energias e Meio Ambiente Segurança no Trabalho e Mecânica CURSO Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Engenharia De Petróleo E Gás Engenharia De Segurança Do Trabalho b) oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu: - Administração; 91 - Biotecnologia; - Engenharia de Petróleo e Gás; e - Psicologia Organizacional e do Trabalho. c) disponibilização de: - Núcleo de Apoio Psico-Pedagógico (NAPe), responsável, entre outras iniciativas, pelas ações de atualização didático-pedagógica; - UnP Virtual; - Autoatendimento, ferramenta da UnP por meio da qual o professor pode acessar e-mail@unp; planos de ensino e cronogramas; UnP Virtual; sistemas de curriculum vitae e de diário eletrônico; relatórios das avaliações promovidas pela CPA/UnP; d) oferta do Programa de Desenvolvimento de Corpo Acadêmico da Laureate International Universities, com foco no aperfeiçoamento das habilidades de ensino e na inovação no ensino superior: - cursos: I. introdutórios: visão geral do Programa; II. de métodos de aprendizagem; III. de habilidades acadêmicas profissionais; - certificado Laureate em ensino e aprendizagem no ensino superior; - certificado Laureate em ensino do adulto trabalhador (características, necessidades, técnicas de ensino e metodologias eficazes para o trabalho com alunos adultos; - certificado Laureate em ensino online, híbrido e semipresencial (ensino online, gestão da sala de aula virtual e transição para a aprendizagem online; - série de webinários - aprendizagem baseada em competências. Além disso, são realizadas reuniões gerais no início de cada semestre, com a Reitoria; semanas de planejamento, também semestrais, e reuniões sistemáticas conduzidas pela Coordenação do Curso considerando os resultados da avaliação da aprendizagem e da autoavaliação do Curso, sendo discutidas ainda necessidades identificadas no desenvolvimento curricular e apontadas por alunos, pelos professores e NDE. 92 3.2 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO 3.2.1 Equipe de apoio ao Curso Para o funcionamento do Curso, a Universidade disponibiliza: Um assistente, atuando de forma compartilhada com outras coordenações de cursos de graduação da Escola; Pessoal técnico para registro das atividades complementares; Coordenação acadêmico-administrativa integrante da Estrutura da Escola; Coordenação de laboratório; Técnicos de informática; Técnicos de laboratórios. 3.2.2 Atividades de capacitação O pessoal técnico administrativo do Curso participa de iniciativas institucionais promovidas pelo Setor de Desenvolvimento Humano/UnP, a partir de necessidades identificadas junto às Coordenadorias de cursos. Constituem exemplos de temáticas abordadas: Integração; Aperfeiçoamento pessoal/técnico e desenvolvimento de equipes; Segurança e medicina do trabalho; Excelência no atendimento; Capacitação e aperfeiçoamento de idiomas; Inclusão social; Universidade ativa; Treinamento sobre gestão de performance; Academia de liderança. 93 PARTE IV - INSTALAÇÕES 94 4.1 INSTALAÇÕES GERAIS DA UnP A Universidade funciona em um conjunto de edificações distribuídas da seguinte forma: Campus Natal (sede), integrado por 6 (seis) Unidades: - Floriano Peixoto; - Salgado Filho; - Nascimento de Castro; - Roberto Freire; - João Medeiros Filho; - Marcelo Mariano. Campus Mossoró, localizado na Região Oeste do RN. Nos dois Campi, encontram-se condições adequadas ao pleno desenvolvimento de cursos, programas e projetos da Universidade: Salas de docentes e de reuniões: equipadas com mobiliário e equipamentos, e com acesso à internet em todas as Unidades do Campus Natal e no Campus Mossoró. Salas de aula: dimensionadas conforme o número de alunos; mobiliadas com cadeiras escolares, cadeira e mesa para docente e quadro branco; climatização com uso de ar condicionado; iluminação artificial (uso de lâmpadas de intensidade ideal para a leitura e demais atividades letivas). Equipamentos de informática: instalados nos laboratórios, bibliotecas, salas de docentes e gabinetes dos dois Campi, com acesso à internet. Acessibilidade: os dois Campi da UnP apresentam condições de alcance, percepção e entendimento para a utilização por portadores de deficiência, com segurança e autonomia, de edificações. Há espaços sem obstáculos para o cadeirante; rampas; disponibilização de elevadores, cadeiras de rodas, auxiliares para condução; vagas de estacionamento exclusivas; corrimãos; banheiros, lavabos e bebedouros adaptados, assim como ambientes administrativos e bibliotecas12. Para alunos com outras deficiências são disponibilizados: 12 - Visão: livros digitalizados e telas ampliadas; ledor integrante do NAPe; - Audição: tradutor de Libras em sala de aula e na biblioteca. Mais detalhes constam de UNIVERSIDADE POTIGUAR. Diretoria Administrativa. Gerência de Operações e Manutenção – GOM. Plano de acessibilidade. Natal, 2013. 95 Manutenção e conservação das instalações físicas: sob a responsabilidade da Gerência de Operações e Manutenção (GOM) com o apoio das Prefeituras de cada Unidade do Campus Natal e do Campus Mossoró. Manutenção e conservação dos equipamentos: mediante convênios em empresas terceirizadas. No caso de computadores, retroprojetores, projetores de slides, vídeos cassetes, televisores, DVDS e impressoras, existe setor específico de prontidão. Para equipamentos dos laboratórios, há manutenção periódica por técnicos especializados, no início de cada semestre, ou quando identificados problemas. Procedimentos institucionais de atualização de equipamentos e materiais: através de um sistema informatizado de metas (SIM) e com base no plano de metas anual de cada curso e de cada setor. 96 4.2 BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas (SIB/UnP) é composto por um conjunto 7 (sete) bibliotecas: 6 (seis) em cada uma das Unidades do Campus Natal, e 1 (uma) no Campus Mossoró. Existem ainda bibliotecas setoriais instaladas em polos de apoio e no Núcleo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária (NIPEC), em Parnamirim/RN, esta última voltada para a área da saúde. O espaço físico disponibilizado aos usuários do Sistema busca atender ao conjunto de qualidades desejáveis para bibliotecas universitárias. Os ambientes são climatizados, com iluminação adequada à leitura e trabalhos em grupo e individual. Permite livre acesso dos usuários aos acervos, à exceção das bibliotecas dos polos de educação a distância do interior do RN e do NIPEC. Autoatendimento Os serviços de atendimento ao usuário estão interligados em rede, e viabilizados por um sistema que permite ao usuário consultas, empréstimos/devolução, renovação e reservas on-line a partir de qualquer biblioteca da UnP. A renovação e as reservas também podem ser feitas através do Autoatendimento, disponibilizado pela internet, home page da UnP. Informatização do acervo O acervo é totalmente informatizado e organizado em dois módulos, com atualização e manutenção realizadas pela Gerência de Tecnologia de Informação da UnP. O Módulo Biblioteca possibilita eficiente controle das tarefas de catalogação, classificação, habilitação de usuários por categoria, empréstimo domiciliar, devolução e renovação, consulta por palavras-chave, assunto, título, autor e por registro de todos os documentos cadastrados no sistema. É possível também consultar a quantidade de títulos e exemplares, inclusive acessando todas as bibliotecas do SIB/UnP, facilitando o controle automático das reservas e a visualização da disponibilidade das obras para empréstimo. O Módulo Empréstimo (bibliotecas de Natal e Mossoró) permite que o próprio usuário realize suas rotinas de empréstimo e devolução de materiais, através de terminais próprios de atendimento. Essa rotina torna o processo ágil, seguro e eficaz 97 – uma vez que todas as ações são confirmadas através da digital do usuário. Para fins de controle e segurança todas as operações geram e-mail comprobatório, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado do usuário. Serviços e produtos Cada biblioteca do Sistema atende à clientela durante os doze meses do ano, de segunda a sexta, das 8 h às 21:45hs e, aos sábados, das 8 h às 12 h. O empréstimo de acervos (livros, CD-ROM , etc) se dá nos limites quantitativos das obras disponíveis e nos prazos previstos no Regulamento Interno do SIB. Consulta local / empréstimo A consulta local está aberta à comunidade acadêmica da Universidade Potiguar e aos demais interessados da comunidade externa, desde que respeitadas as regras de acesso. O empréstimo domiciliar é reservado apenas ao corpo docente, discente, professores visitantes e funcionários da UnP, obedecendo ao prazo especificado para cada categoria, conforme especificações a seguir: Quadro 14 – Prazos para empréstimo domiciliar por categoria de usuários CATEGORIA DE USUÁRIOS Alunos de graduação Alunos concluintes Alunos de pós-graduação Professores Funcionários DOCUMENTOS 5 Títulos (livros); 3 CD s-ROM 5 Títulos (livros); 3 CD’sROM/Fitas de Vídeo 5 Títulos (livros); 3 CD’s-ROM 5 Títulos (livros); 3 CD’s-ROM; 3 Fitas de Vídeo 3 Títulos (livros); 2 Fitas de Vídeo PRAZOS (DIAS CORRIDOS) 7 dias; 3 dias 14 dias; 3 dias 14 dias; 3 dias 21 dias; 7 dias; 7 dias 7 dias; 3 dias Levantamento bibliográfico Levantamento bibliográfico (para fins de aquisição e pesquisa, mediante agendamento com prazo de retorno de 72 horas –setenta e duas horas). Orientação bibliográfica O SIB/UnP orienta trabalhos técnico-científicos às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); realiza serviços de catalogação na fonte, 98 gratuitamente para a comunidade acadêmica, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2), em um prazo de 72 horas. Visita orientada Indicada para os novos usuários ou solicitada com antecedência de 48 horas por professores, para grupos de alunos, com vistas a familiarizá-los com os serviços, normas e uso da biblioteca. Catálogo de Trabalho de Conclusão de Cursos – TCC’s Permite o acesso do usuário à produção intelectual do corpo discente da UnP, existente no acervo (disponível apenas para consulta interna, salvo a que tiver autorização do autor para empréstimos/consultas). Multimídia e Internet As bibliotecas do SIB (Natal e Mossoró) têm laboratórios de informática com computadores à disposição do usuário para pesquisas e trabalhos. É oferecida também, em todo o setor, internet sem fio para uso de computadores pessoais (notebook) desde que haja utilização de login e senha de usuário da UnP. Acesso a bases de dados nacionais e internacionais O SIB/UnP disponibiliza pesquisas bibliográficas a bases de dados via internet, on-line, ou em CDs-ROM, nas diversas áreas do conhecimento. 99 BASES DE DADOS Abntnet - abntcolecao.com.br Coleção de Normas Técnicas Brasileiras, voltados para as áreas de informação e documentação, nutrição e gestão ambiental. OBS: ACESSO SOMENTE COM USUÁRIO E SENHA, PROCURE A BIBLIOTECA. Academic Onefile – unp.dotlib.com.br/ Coleção de periódicos com texto completo e referências, proveniente das melhores revistas e fontes de consulta do mundo, em todas as áreas do conhecimento. Academic Search Elite - search.epnet.com Base de dados multidisciplinar que contém texto completo de mais de 2.100 revistas especializadas. Além disso, também estão disponíveis referências e resumos de artigos em mais de 3.600 títulos indexados na base. Business Source Elite - search.epnet.com Inclui as principais fontes de Negócios, revistas comerciais e científicas, e as mais importantes revistas de Gestão. Atheneu - unp.dotlib.com.br/ Base de dados contendo o texto completo com cerca de 48 e-books publicados pela Editora Atheneu, líder em informação biomédica, cientifica, produzida por autores nacionais. Emerald – www.emeraldinsight.com Integrante do PERIÓDICOS CAPES, está base de dados proporciona acesso a periódicos com concentração nas áreas de Administração, contabilidade e finanças, economia, comércio exterior, gestão do setor público, gestão em saúde / saúde coletiva, entre outras áreas. Latin American Newsstand – search.proquest.com Coleção de jornais da América Latina, com cobertura atual e retrospectiva, como Valor Econômico, O Globo, Folha de S. Paulo, Gazeta Mercantil (retrospectivo), El Tiempo, El Universal, dentre vários outros. MEDLINE – search.proquest.com Principal índice de publicações da área Médica e Biomédica, com cobertura desde 1999, disponível. Newspaper Source – search.epnet.com 100 Fornece textos completos selecionados de mais de 40 jornais internacionais. A base de dados também contém texto completo selecionado de 389 jornais regionais (EUA). Regional Business News – search.epnet.com Incorpora 75 revistas especializadas, jornais e newswires relacionados a negócios de todas as áreas urbanas e rurais nos EUA. Primal prictures – http://unp.dotlib.com.br/ Base de dados de imagens tridimensionais de toda a Anatomia Humana. Excelente para o aprendizado em várias áreas da saúde como Medicina, Fisioterapia, Educação Física entre outras. ProQuest Medical Library – search.proquest.com Com cobertura retrospectiva desde 1986 e mais de 1.160 títulos de publicações de interesse acadêmico em todas as especialidades da Medicina, incluindo doenças cardiovasculares, respiratórias, neurologia, odontologia, anestesiologia e muitas outras. Science Direct – www.sciencedirect.com Integrante do PERIODICOS CAPES, esta base de disponibiliza o acesso a textos completos em diversas áreas do conhecimento, através de periódicos e livros eletrônicos, multimídias e enciclopédia. Scopus – www.scopus.com Integrante do PERIODICIOS CAPES, a Scopus é a maior base de dados de resumos e citações de literatura científica revisada por pares e de fontes web de qualidade. Up to date – www.uptodate.com Base de dados baseada em evidências destinada aos cursos da saúde, possuindo atualização permanente por experts na área de Saúde, a qual recomendamos que seja utilizada para o aprendizado contínuo de todo corpo docente e discente. V|lex - http://vlex.com/account/login_ip A vLex é uma base de dados na área do Direito e ciências afins que disponibiliza conteúdos na íntegra de 134 países, incluindo livros, periódicos, enciclopédias, jornais, legislação e jurisprudência atualizadas diariamente. Do Brasil, destacamse livros e revistas das editoras LTr, Malheiros, FGV Publicações e Mundo Jurídico, entre outras, com obras e artigos que abrangem praticamente todas as matérias da bibliografia básica do curso de Direito. 101 BASES DE ACESSO LIVRE BVS - regional.bvsalud.org Coleção de fontes de informação científica-técnica em saúde Disponibiliza, gratuitamente, bases de dados bibliográficos nacionais e internacionais, diretórios de instituições, especialistas, eventos e projetos em saúde. SciELO - www.scielo.br/ A Scientific Electronic Library Online - é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. 4.2.1.Instalações Para O Curso São disponibilizados à comunidade acadêmica do Curso, além das instalações gerais: Salas de aula; Sala para a Coordenação; Sala para recepção; Sala para professores; Laboratórios de informática; Laboratórios especificos; Gabinetes de atendimento ao aluno; Gabinetes de Tempo Integral. Todos esses ambientes possuem dimensões adequadas ao seu uso, são mobiliados apropriadamente, contam com boas condições acústicas e de iluminação, com fácil acesso aos portadores de deficiência e equipados com computadores ligados em rede administrativa. 102 4.3 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Ao Curso são disponibilizados o complexo laboratorial existente na Unidade Nascimento de Castro, local de funcionamento do Curso. Nos laboratórios são realizadas práticas relacionadas à estruturação de algoritmos, lógica e linguagens de programação, editoração de texto, planilhas, banco dados, gráficos e apresentações. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 1 97,28 2,31 2,31 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe CS3, Borland Delphi 2009, 7Zip, Adobe Acrobat Read 9.0, Anti-Virus McAffe, Corel X4, MS SQL Server 2008, MS Project, BD Designer, VM Ware, Java 6 Up 7, Netbens 6.8, Bluj, Firefox 3.10, K-Lite Codec Pack, Microsoft Virtual PC, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2 DUO 2.8 GHz; 2 GB RAM, HD 160 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano 42 de aquisição 2009. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 2 97,87 2,33 2,33 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe Acrobat Read 9.0, Anti-VirusMcAffe, MS SQL Server 2008, BD Designer, Corel Draw X4, Dev C++, Jedit, Microsoft Virtual PC, Sketchup8, VisualG, AutoCad 2009, Revit 2009, 7ZIP, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2 DUO 2.8 GHz; 2 GB RAM, HD 160 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, Rede, ano 42 de aquisição 2009. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 3 97,87 2,03 2,03 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Adobe CS3, Anti-VirusMcAffe, Corel X4, MS SQL Server 2008, Delphi 2009, DB Designer, Microsoft Virtual PC, AutoCad 2009, Revit 2009, 7Zip, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, Sketchup, Visual G, VM Ware Player, JEdite, Xampp, Adobe Acrobat Read 9.0, Dev C++, MySql, Matlab, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, 40 Rede, ano de aquisição 2010. 103 Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 4 86,5 2,05 2,05 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet, AutoCad 2009, Corel Draw X4, Borland Delphi 2009, C++ Bilder, 7Zip, Adobe Acrobat Read 9.0, Anti-Virus McAffe, MS SQL Server 2008, DB Designer, VM Ware Player, Revit 2009, Java 6 Up 7, Netbens 6.8, Bluj, Firefox 3.0, Visual G, Jude, JEdit Microsoft Virtual PC, Sketchup, Xampp, Devc++, ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, 42 Rede, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 5 81,9 1,95 1,95 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet, Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0, AutoCad 2009, CorelDraw X4, Revit 2009, Java 6UP7, Microsoft Virtual PC, Sketchup, Prova Online, GestorProva Online. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Core 2Quad Q8300 2.5 GHz; 4 GB RAM, HD 320 GB, DVD-WR 52x com acesso a Internet, 42 Rede, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório 6 (Redes) 51,04 2,55 2,55 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Windows 98, Linux Red Ret, Office, Internet Explorer, Acrobat, 7Zip e AntiVírusMcAffe. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Athlon 2.4 2.0 Ghz, HD 20 GB, 1 GB de RAM, Drive de CD Rom 24X, com acesso a internet, 20 Rede DERBIAN , ano de aquisição 2004. 05 Switch – gerenciáveis 7 Bandejas 62 Conectores fêmea 17 Alicate – Laranja 14 Alicate Redes 5 Alicate Menor 10 Suporte 7 Patch Panel Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório 7 (Robótica) 84,00 2,00 2,00 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2007, Internet,Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0, MatLab, MultiSim 10.1 (24 máquinas), Dev C++, Microsoft Virtual PC, MPlab, Quartus II(Versão de Avaliação 30 dias), Turbo C++, Visual G, VM Ware Player. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 42 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. 104 Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 8 79,2 2,17 2,17 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP Professional, Office 2010, Internet,Acrobat Read, 7Zip e Anti-VírusMcAffe, Firefox 3.0, AutoCad 2009, CorelDraw X4, Delphi 2009, MsSql Server 2008, BlueJ, Db Design, Dev C++, JEdit, Jude, Microsoft Virtual Pc, MySql, NetBeans 6.8, Notepad ++, Sketchup, VisualG, VmWare Player, Xampp, Prova Online, Gestor Prova Online. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 40 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 9 123,84 2,58 2,58 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 48 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 10 82,65 2,06 2,06 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 40 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 11 79,29 1,98 1,98 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 40 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. 105 Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 12 123,07 2,56 2,56 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 48 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 13 38,49 2,06 2,06 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 14 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. Laboratório Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática 14 68,12 13,62 13,62 Descrição (Softwares Instalados, e/ou outros dados) Windows XP professional, Office 2010, Internet Explorer, Corel Draw X4, MS SQL Server 2008, Adobe Acrobat Read 9.0, 7Zip, Anti-VírusMcAffe, Delphi 2009, VM Ware Player, Java 6 Up 7, NetBens 6.8, BlueJ, Firefox 3.0, Visual G, Virtual PC, Xampp, DEVC++, Jedit, Microsoft Virtual PC, MySql, AutoCad 2009, SisLight (Eng. Civil), Alto QI (Lumine, Hydros, Eberiqk e Qicad), ProvaOnLine, GestorProvaOnLine. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 05 Core 2 DUO 2.26GHz, 4GB RAM, HD 160 GB, ano de aquisição 2010. 106 4.4 LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária compartilha com os demais cursos da Escola de Engenharias e Ciências Exatas os laboratórios de Química; Física; Mecânica dos Fluídos; Ciências do Ambiente; e Mecânica dos Solos, cujas características encontram-se descritas a seguir: Laboratório de Química Capacidade (alunos) Área (m2) m2 por aluno 30 70,93 2,4 Descrição Composto de sala para lavagem e purificação de água, com destilador, pias e bancadas para lavagem de vidrarias e outros materiais de laboratório; duas capelas; sala de almoxarifado com armários para armazenagem de amostras e vidrarias; salas de apoio técnico e preparo de amostras, dotada de mobiliário adequado e computadores com acesso à Internet, além de bancadas para os alunos. No laboratório são previstos equipamentos de segurança, como extintores de incêndio, lâmpadas de emergência, chuveiro de emergência, lava-olhos, Kit de primeiros socorros, óculos, máscaras, etc. Objetivos As atividades desenvolvidas no Laboratório de Química têm por objetivo aproximar os alunos das técnicas laboratoriais. As práticas de laboratório complementam a teoria ministrada em sala, bem como apresentam aos estudantes os processos e metodologias que podem ser trabalhados em investigações de cunho quantitativo e qualitativo. Nesse sentido, o Laboratório de Química é bastante utilizado pela Engenharia Ambiental e Sanitária no estudo da qualidade das águas, seja para fins de abastecimento ou para caracterização química de um efluente. Dentre as práticas mais trabalhadas no laboratório destacam-se a determinação do pH, da turbidez, da DBO e a determinação de Sólidos totais, dentre outras análises químicas de caráter ambiental. Materiais e equipamentos Qtde. Especificações 31 Béquer - 100Ml 20 Béquer - 250mL 08 Béquer - 1000mL 06 Béquer - 1800mL 10 Balão volumétrico – 25mL 20 Balão volumétrico – 50mL 69 Balão volumétrico – 100mL 15 Balão volumétrico – 25mL 10 Balão volumétrico – 500mL 10 Balão volumétrico – 1000mL 01 Balão de fundo chato 02 Balão de fundo redondo 09 Balão com saída lateral 26 Bastão de vidro 06 Condensadores 01 Dessecador 22 Erlenmeyer - 100mL 13 Erlenmeyer - 125mL 20 Erlenmeyer - 250mL 10 Erlenmeyer - 500mL 02 Frasco coletor 03 Funil de Bukner 38 Frasco de Winkler 11 Funil grande 08 Funil pequeno Laboratório (nº e/ou nome) Química 107 10 20 10 39 20 20 16 34 38 20 18 32 18 10 23 17 14 31 20 10 05 15 02 20 10 13 25 40 06 40 15 18 01 01 01 06 02 06 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 08 16 01 01 15 Picnómetro Pipeta graduada – 1mL Pipeta graduada – 2mL Pipeta graduada – 5mL Pipeta graduada – 10mL Pipeta graduada – 20mL Pipeta graduada – 25mL Pipeta graduada plástica – 10mL Pipeta volumétrica – 1mL Pipeta volumétrica – 2mL Pipeta volumétrica – 5mL Pipeta volumétrica – 10mL Pipeta volumétrica – 20mL Pipeta volumétrica – 25mL Proveta - 10mL Proveta - 25mL Proveta - 50mL Proveta - 100mL Proveta - 500mL Proveta - 1000mL Proveta - 2000mL Proveta com boca esmerilhada - 100mL Kitassato Vidro de relógio Placa de petri Espátula Pipetador azul – 2 mL Pipetador verde – 10 mL Almofariz e pistilo Cadinho Cápsula grande Cápsula pequena Agitador de Tubos Agitador Magnético Agitador Magnético Aquecedor elétrico Balança Analítica Banco Banho Maria Banho Maria BOD – Estufa Bomba a Vácuo Capela de Exaustão de Gases Centrifugar Centrifugar Chapa Aquecedora Chapa de Aquecimento Condutivímetro Controlador de Temperatura Computador Data Show Digestor orgânico Estante para tubo de ensaio de aço Estante para tubo de ensaio de plástico Estufa de Secagem Ebulidor mergulhão Garra para haste 108 02 14 06 02 02 01 01 05 05 01 01 01 01 01 38 36 36 01 01 01 14 06 10 15 01 01 01 01 02 01 67 03 08 - Gaveteiro Haste/suporte universal Lamparina de aço Lamparina de vidro Manta aquecedora Medidor de Oxigênio Dissolvido Osmose Reversa Papel filtro – pacotes com 100 Papel indicador universal – caixas com 100 Papel tornasol azul - pacote com 18 cartelas (10tiras p/cartela) Papel tornasol azul - pacote com 18 cartelas (10tiras p/cartela) pHmetro pHmetro pHmetro portátil Pinça de madeira Pinça de metal Pisseta Porta-sabão líquido Porta-papel toalha Spectrophotometro Suporte para haste Tela de amianto Termômetro – 500C Termômetro – 1100C Turbímetro de Bancada Câmera de exaustão – capela Chuveiro e ducha lava-olho (externo) Exaustor (externo) Extintor de incêndio (externo) Kit de Primeiros socorros Luvas cirúrgicas descartáveis Máscara com filtro Óculos de proteção Reagentes químicos diversos Laboratório de Física Capacidade (alunos) Área (m2) m2 por aluno 30 68,14 2,3 Descrição Composto de bancadas e instalações para realização de aulas práticas de física. Objetivos As atividades desenvolvidas no Laboratório de Física têm por objetivo estudar os componentes fundamentais do Universo, as forças que eles exercem e o resultado dessas forças. O que proporcionará aos Discentes uma maior aproximação com as teorias básicas da física, bem como a experimentação e aplicações à engenharia de conceitos como os da mecânica clássica, ótica, termodinâmica, eletricidade e magnetismo e ondas, permitindo a união da teoria e prática, essencial nos cursos da área tecnológica. Com os equipamentos existentes no laboratório pode-se compor experimentos sobre cinemática, dinâmica, estática, osciladores harmônicos e anarmônicos, grandezas físicas, padrões e unidades, análise dimensional, análise e tratamento de dados, incertezas experimentais e tópicos de Mecânica Newtoniana. Além de experimentos sobre a lei de Coulomb, campo elétrico, a lei de Gauss, potencial elétrico, energia e potência elétrica, campo magnético, as leis de Biot-Savart, Faraday, Lenz e Ampère. Através do exercício dessas diferentes atividades práticas espera-se que o alunado consolide seus conhecimentos sobre os fenômenos físicos, no tocante aos diversos equipamentos utilizados nos processos industriais que interferem na dinâmica ambiental. Materiais e equipamentos Laboratório (nº e/ou nome) Física 109 Qtde. 01 02 03 03 02 03 01 04 01 04 01 02 02 01 01 01 01 01 01 01 02 03 02 01 01 02 02 01 01 01 01 06 01 01 01 07 08 02 01 02 01 01 01 02 02 01 01 01 02 02 02 01 02 02 01 05 Especificações Barra 250 mm Barra 600 mm Barra de ferro grande Barra de ferro pequena Barra metálica Barras pq de diversos materiais Base de tripé Bastão de vidro Becker 250 ml Beckers Bigulino Bola de borracha Cabos de conexão Caixa de bolas de chumbo Caixa luminosa Carretel de linha Carrinho (trilho) Colher de plástico Conta gotas Cuba circular Diafragmas com fendas Diafragmas sem fendas Dinamômetro Disco óptico Eletrodos Engrenagens Erlermeyer Espelho esférico Espelho plano Garra ajustável Grade de porcelana Lentes Mangueira Mangueirinha Massa de modelar Massores grandes Massores pequenos Molas Nó de plástico Pano de filtro Paquímetro plástico Paralelepípedo de madeira Passador Presilha dupla Presilhas Proveta Régua Régua de aço Roldana simples Roldanas Roldanas duplas Seringa Suporte para massarotes Suporte para tubos de vidro Tampa 2/1 Tampa com orifício 110 02 01 02 01 01 01 01 01 04 02 01 01 02 Tampa de borracha Tampa de calorímetro Termômetro Trena Trena de 2m Trilho para carro Tubo de ensaio Tubo de vidro Tubos de vidro diversos Válvula de vidro Vareta ajustável Vareta fina Varetas de vidro Laboratório de Mecânica dos Fluídos. Capacidade (alunos) Área (m2) m2 por aluno 25 86,22 3,4 Descrição Organizado com bancadas, prateleiras e armários para exposição de equipamentos e materiais relacionados à mecânica dos fluidos dos processos de saneamento e escoamento e difusão de líquidos contaminantes. Objetivos O Laboratório de Mecânica dos Fluidos tem a função de dar suporte às atividades didáticas e de pesquisa à comunidade universitária da Universidade Potiguar – UnP. Este laboratório busca integrar de forma clara e objetiva a prática com a teoria, atuando como um agente facilitador e integrador da compreensão do Estudante em relação aos fenômenos básicos da Mecânica dos Fluidos. As práticas trabalhadas motivam o Aluno e, através da resolução de problemas práticos de vários ramos das Engenharias, aperfeiçoam os conhecimentos relativos aos sistemas e processos envolvendo os fluídos (líquidos, gases, vapores e ar). Este reconhecido recurso didático favorece a assimilação dos conceitos e a habilidade de associar um fenômeno físico com sua formulação matemática, potencializando a desejada consistência ao processo ensino-aprendizagem da Engenharia Ambiental e Sanitária. Neste laboratório, os alunos podem identificar as principais técnicas empregadas na Mecânica dos Sólidos e dos Fluídos e em disciplinas correlatas como a Hidrologia e a Hidráulica. Os estudos de perda de carga, propriedades dos fluidos e suas definições, fundamentos de estática dos fluidos e análise do escoamento, reologia e efeitos da viscosidade e resistência nos fluídos são os mais desenvolvidos nesse laboratório. Materiais e equipamentos Qtde. Especificações 1 Painel com Manômetro Simples 1 Quadros elétricos Barramentos 1 Painel para Ensaios de Pressão 2 Tanques e equipamentos de armazenamento para ensaios de Mecânica dos Fluídos 3 Bombas acopladas 2 Motores elétricos diversos 4 Bombas e compressores Isolamento térmico Suportes Tubos Válvulas Filtros Flanges Parafusos Juntas Laboratório (nº e/ou nome) Mecânica dos Fluidos 111 Laboratório de Ciências do Ambiente Laboratório (nº e/ou nome) Ciências do Ambiente Capacidade (alunos) 25 Área (m2) 86,22 m2 por aluno 3,4 Descrição O laboratório de Ciências do Ambiente dispõe dos diferentes tipos de minerais e rochas, que podem ser identificados através da visualização a olho nu e microscópios que lá dispõem, como também da disposição de maquetes com a representação dos diferentes tipos de sistemas deposicionais. Objetivos O Laboratório de Ciências do Ambiente é utilizado na pesquisa e ensino na área de geologia, hidrogeologia, pedologia e geotecnia aplicada às questões ambientais. Neste espaço encontra-se disponível uma coleção didática com diferentes tipos de rochas e fósseis em exposição permanente. No curso de Engenharia Ambiental e Sanitária é necessário que o aluno compreenda com clareza os principais processos exógenos e endógenos que contribuíram para a configuração do planeta, bem como as condições necessárias para a formação das rochas, solos e sedimentos. Nesse Laboratório o Aluno irá compreender através das maquetes os diferentes sistemas e ambientes deposicionais, modelos tectônicos (placas convergentes, divergentes e transformantes), feições geomorfológicos, como também aprender a identificar os diferentes tipos de minerais encontrados em nossas formações e os tipos diferentes de rochas, sejam elas sedimentares, metamórficas ou ígneas. Materiais e equipamentos Qtde. Especificações 12 Microscópios de mesa 01 Estereoscópio 01 Estufa de secagem 13 Medidores de mapas 16 Planímetros; 11 - - - Maquetes: - 01 representação dos ambientes sedimentares; - 02 representações do ambiente costeiro; - 01 representação do ambiente desértico; - 01 representação do ambiente jurássico; - 01 representação do ambiente pluvial; - 01 representação do transporte sedimentar; - 02 representação das células; - 02 representações de exploração de petróleo em continente e marítimo. Mapas diversos Diversos minerais - Silicatos, sulfetos, sulfatos, fosfatos, carbonatos e óxidos. Diversas amostras de rochas ígneas intrusivas e extrusivas Diversas amostras de rochas sedimentares Diversas amostras de rochas metamórficas de origem magmática e sedimentares Diversas amostras de fósseis Amostras de sedimentos armazenados em vasos de 1l aproximadamente (por granulometria): - entre 0,12 mm e 0,25 mm; - entre 0,25 mm e 0,50 mm; - entre 0,50 mm e 1,00 mm; - entre 1,00 mm e 2,00 mm; - acima de 2,00 mm. Animais conservados em formol: -01 Falsa coral; - Spirobadila (Embuá); - 01 Formiga (Tocandira); - 01 Caranguejo goiamum; - 01 Estrela-do-mar; - 01 Centopeia; - 01 Barata ninfa; - 01 Aranha de jardim; - 02 Lagartas de fogo; 112 - 01 Pepino do Mar; - 02 Aranhas Caranguejeiras; - 03 Cavalos marinhos; - Diversos camarões; - 01 Lagarta; - 02 Gafanhotos (ninfa). Laboratório de Mecânica dos Solos Laboratório (nº e/ou nome) Mecânica dos Solos Capacidade (alunos) 25 Área (m2) 87 m2 por aluno 3,48 Descrição O laboratório de Mecânica dos Solos dispõe de bancada e equipamentos diversos organizados e distribuídos de maneira funcional para condução dos ensaios de caracterização física do solo, permeabilidade, compactação e resistência. Objetivos O laboratório de Mecânica dos Solos dá apoio ao desenvolvimento de trabalhos de pesquisa nas áreas de graduação e pós-graduação, enfocando diversos aspectos relacionados com a Engenharia Geotécnica, incluindo ensaios tri-axiais e caracterização das propriedades físicas e mecânicas de solos e agregados complementares a disciplina de Manejo Ecológico dos Solos integrada ao curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Este Laboratório tem por objetivo estudar os recursos naturais da superfície terrestre, formação do solo, e suas propriedades físicas, químicas, biológicas e fertilidade. Dentre estes aspectos destacamse os estudos que visem à caracterização dos diferentes tipos de solos, classificação de solos, índices físicos, tensões em solos, permeabilidade de solos, fluxo em meios porosos, teoria de adensamento unidimensional, compressibilidade de solos e compactação de solo. As principais atividades desenvolvidas neste laboratório têm a seguinte descrição: a) Ensaios de caracterização de solos: determinação do teor de umidade do solos; determinação da granulometria (por peneiramento e por sedimentação); determinação dos índices de plasticidade dos solos (LL e LP); determinação da densidade real dos grãos (método do picnômetro); determinação do peso específico aparente no campo. b) Ensaios de Compactação de solos: compactação com o proctor normal; compactação com o proctor modificado. c) Ensaios para obtenção de coeficientes de permeabilidade: coeficiente de permeabilidade para solos argilosos (com perda de carga variável); coeficiente de permeabilidade para solos arenosos (com perda de carga constante). d) Ensaio de Resistência ao Cisalhamento - Uso de Prensa Hidráulica ou Mecânica. Materiais e equipamentos Qtde. Especificações Estufa elétrica com temperatura entre 60 a 200º C, com termorregulador, 220V dimensões 01 100x70x90cm, com prateleiras; 04 Peneiras número 10 (2,0mm) 03 Aparelhos de casa grande com cinzéis 10 Cápsulas de porcelana com diâmetro de 12cm 10 Cápsulas de porcelana com diâmetro de 20cm 05 Bandejas retangulares com alças de 60x50x6 cm 05 Bandejas retangulares com alças de 60x30x6 cm 05 Bandejas retangulares com alças de 30x15x6 cm 10 Pissetas plásticas de 500ml Almofariz de porcelana com mão de Grall recoberta de borracha, capacidade 4.170cc 01 05 Pulverizadores de água Fogareiros elétricos, 220V, placa de 30x30cm, temperatura até 300ºC na placa termo 02 reguladora 01 Aparelho hidráulico para medir a resistência à aderência de argamassa com leitura através 113 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 02 02 01 de manômetro Aparelhos de speedy Prensa mecânica para determinação de CBR, marca SOLOTEST Estufa elétrica 50x40x50 cm, marca DELEO Agitador de peneiras eletromagnéticas, marca PAVITEST Permeâmetro de carga constante Permelâmetro de carga variável Extrator Hidráulico de corpo de prova Balança de precisão capacidade 10.000g, sensível a 1g, marca TOLEDO Balança com dois pratos capacidade 10.000g, com jogos de pesos, marca MARTE Balança de precisão capacidade 10.000g, sensível a 0,01g, marca MARTE Balança de precisão capacidade 75.000g, sensível a 10g, marca FILIZOLA Quarteador de amostras de 1”, marca SOLOTEST Aparelho de casagrande com cinzéis, marca SOLOTEST Bandeja com orifício central para densidade In Situ, marca SOLOTEST Conjunto para determinar a densidade In Situ, marca SOLOTEST , com tampa e fundo Jogo completo de peneiras, marca BERTEL Cronômetro digital, marca DISMAC Extensômetro sensível a 0,01 mm, marca MITUTOYO Picnômetro Soquete para compactação PROCTOR, marca SOLOTEST Bandeja circular de ferro galvanizado 114 4.5 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Órgão colegiado interdisciplinar e independente, de caráter consultivo, deliberativo e educativo, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) tem o objetivo de defender os interesses dos sujeitos de pesquisas em sua integridade e dignidade e contribuir no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos. Toda e qualquer pesquisa que envolva seres humanos ou animais só pode ser iniciada após aprovação desse Colegiado, a quem compete analisar os protocolos de pesquisa, envolvendo seres humanos, e materiais deles advindos; animais e aspectos de biossegurança, inclusive os multicêntricos. Cabe-lhe ainda a responsabilidade primária pelas decisões sobre os aspectos éticos, científicos e metodológicos, incluindo a pertinência e o alcance sócio científico da pesquisa a ser desenvolvida na Universidade Potiguar, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas. 115 ANEXOS 116 ANEXC A EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRTUTURA CURRICULAR 2014 117 1ª SÉRIE 118 PRÉ-CÁLCULO EMENTA Conjuntos Numéricos, Expressões Algébricas, Produtos Notáveis, Fatoração, Potenciação e Radiciação, Polinômios, Equações e Inequações, Par Ordenado, Sistema Cartesiano, Relação Binária, Introdução a Funções, Funções, Gráfico de Funções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 1v. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 2v. MEDEIROS, Valéria Zuma (Coord.). Pré-Cálculo. 2. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2010. Reimp. 2013 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CALDEIRA, André Machado. Pré-Calculo. São Paulo: Cengage Learning, 2010. IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos e funções. 8.ed. São Paulo: Atual, 2004. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo:Atlas, 2009. 119 COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA Situações de comunicação profissional. Técnicas de comunicação oral. Metodologias para apresentação pessoal e de trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. 220p. 2 reimp. 2010. MELLO, Edmée Brandi de Souza. Educação da voz falada. 3ª ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1995. 356p. RIBEIRO, Celia. Boas maneiras & sucesso nos negócios: um guia prático de etiqueta para executivos. Porto Alegre: L&PM, 2005. 274p. Reimp. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERLO, David K. O processo da comunicação: introdução à teoria e à prática. 10ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 330p. DUTRA, Joel Souza. Administração de carreiras: uma proposta para repensar a gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 1996. 172p. FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Oficina de texto. Petrópolis: Vozes, 2003. 319p. 120 DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS E CIDADANIA INCLUSIVA EMENTA As doutrinas sociais formadoras do mundo contemporâneo. A globalização das práticas políticas, econômicas e culturais. A construção da cidadania brasileira e sua relação com os desafios éticos e políticos internacionais. As identidades profissionais frente à internacionalização dos mercados e suas tecnologias. A formação da consciência cidadã crítica focada no respeito às diferenças e nas políticas de inclusão a partir da diversidade étnica, religiosa e de gênero. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. 145p. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 102p. TORQUATO, Arthur Luís de Oliveira; COSTA, Bruno Baldino Aires da. Sociedade e educação das relações etnico-raciais. Natal: Edunp, 2013. 190p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AQUINO, Julio Groppa (Org.); CORAZZA, Sandra Mara (Org.). Abecedário: educação da diferença. Campinas: Papirus, 2009. 219p. LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva: por uma antropologia do ciberespaço. 4ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003. 212p. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 477p. 121 ÉTICA E COMPROMISSO SOCIAL EMENTA A constituição do sujeito ético. Ética e compromisso social no ambiente acadêmico, no mundo do trabalho e na sociedade. Valores éticos fundamentais à vida social e profissional. A sociedade do trabalho e a ética profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASHLEY, Patricia Almeida (Coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. 340p. 4 reimp. 2007. SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: o ciclo virtuoso dos negócios. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 276p. 3 reimp. 2008. VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 31ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. 302p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMOÊDO, Sebastião. Ética do trabalho: na era da pós-qualidade. 2ª ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. 125p. GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 10ª ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 233p. TORQUATO, Arthur Luís de Oliveira; COSTA, Bruno Baldino Aires da. Sociedade e educação das relações etnico- Raciais. Natal: Edunp, 2013. 190p. 122 FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e pesquisa. Introdução às Ciências Aplicadas a Engenharia. A constituição da matéria. Mistura Desdobramento de Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos, fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: AMGH, 2007. 778p. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. v.1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 622p. Reimp. 2013. FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. 3ª ed. Campinas: Átomo, 2010. 109p. MELLO, Dorival A. de.; WATANABE, Renate G. Vetores e uma iniciação à geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012. 123 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA EMENTA Panorama da profissão no Brasil e no mundo. O papel do engenheiro na sociedade. Sistema CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional. Possibilidades profissionais, áreas de atuação do Engenheiro Sanitário e Ambiental. O projeto pedagógico do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZZO, Walter Antônio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia. 6ª ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. C2000. 274p. 4 reimp. 2005. BRAGA, Benedito te al. Introdução à engenharia ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 318p. 6 reimp. 2010. PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA: 75 ANOS CONSTRUINDO UMA NAÇÃO. Brasília: CONFEA, 2008. 238p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TORRES, Vidal Félix Navarro; GAMA, Carlos Dinis da. Engenharia ambiental subterrânea e aplicações. Rio de Janeiro: Centro de Tecnologia Mineral, 2005. 550p. DYM, Clive L. et al. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª ed. Porto Alegre: Bokman, 2010. 346p. BROCKMAN, Jay B. Introdução à engenharia: modelagem e solução de problemas. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2010. 294p. Reimp. 2013. 124 2ª SÉRIE 125 ÁLGEBRA LINEAR EMENTA Vetores em R2, Operações com os Vetores em R2 e Normas, Equação da Reta e do Plano, Distância Entre duas Retas e Intersecção de Planos, Tipos de Matrizes e operações, Sistemas de equações lineares, Determinante e Inversa, Espaço vetorial, Combinação Linear Dependência e Independência Linear, Transformações Lineares, Matrizes de Transformações, Autovalores e Autovetores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo:UNICAMP, 1986. JULIANELLI, José Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores e uma Iniciação a Geometria Analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAWSON, Terry. Álgebra Linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: PHB, 1998. 126 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL EMENTA Limites e continuidade. Derivada. Aplicações da Derivada. Fórmula de Taylor. Integral. Técnicas de Integração. Aplicações da Integral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1992. Reimp. 2006. KREYSZIG, E. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: funções de uma variável. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993. Reimp. 1994. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. v.2. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v.1. 127 EXPRESSÃO GRÁFICA EMENTA Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos. Noções de proporção. Projeções. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho Técnico da ABNT. Projeto assistido por computador. Treinamento no uso de programas de computação gráfica para desenho de projeto, como Auto Cad, e seus aplicativos, indicados para a área de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Claudia P.; PAPAZOGLOU, Rosarita S. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. reimp. 2010. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de Projetos. São Paulo: Edgard Blucher. 2007. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem prancheta com Autocad 2008. 2.ed. Florianópolis: Visual Book, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3.ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 1967. reimp. 2008. KATORI, Rosa. AutoCAD 2010: desenhando em 2D. São Paulo: SENAC, 2010. OLIVEIRA, Mauro Machado de. Autodesk: AutoCAD 2010: guia prático 2D, 3D e perspectiva. Campinas: Komedi, 2012. 128 MECÂNICA CLÁSSICA E TERMODINÂMICA EMENTA Leis de Newton do Movimento; Aplicações das Leis de Newton; Trabalho e Energia Cinética; Energia Potencial e Conservação de Energia; Equilíbrio; Temperatura e Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica; A segunda Lei da Termodinâmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1. HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.2. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2012. Reimp 2013 RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física 1: mecânica. 9.ed. São Paulo: Moderna, 2007. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. v.2. 129 QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL EMENTA Estrutura atômica. Tabela periódica e suas propriedades. Ligação química. Solução. Fórmulas químicas, reações químicas e Estequiometria. Fundamentos de equilíbrio químico. Funções Inorgânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 3 ed. São Paulo: Bookman Companhia, 2006. MAIA, D. J. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. MAHAN, Bruce M. Química: um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROWN, T. L. et al. Química: A ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. Reimp. 2010. FARIAS, R. F. Introdução à química do petróleo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química & reações químicas. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. v.1. 130 3ª SÉRIE 131 ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA EMENTA A administração, sua importância e perspectivas. A influência da ambiência externa. A racionalização do trabalho. O aumento da produtividade. As abordagens clássicas, de relações humanas, behaviorista, burocrática, neoclássica, sistêmica e contingencial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. CHIAVENATO, Idalberto. Princípios da Administração: o essencial em teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, Adriano Leal. A Administração de custos, preços e lucros. São Paulo: Atlas,2006. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 20. ed. São Paulo: Atlas, 2003. reimp. 2009. SILVA, Reinaldo O. Teorias da Administração. São Paulo: Pearson, 2002. 132 CÁLCULO DE DUAS VARIÁVEIS EMENTA Funções de Várias Variáveis. Máximos e Mínimos de Funções de Várias Variáveis. Integrais Múltiplas. Integrais de Linha. Teorema da Divergência. Séries e Convergência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, Miriam B.; FLEMMING, Diva M. Cálculo B. São Paulo: Makron Books, 1999. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais múltiplas, equações diferenciais ordinárias, séries. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 2.v. ÁVILA, Rene Izoldi. Cálculo 3. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997. v.4. 133 ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO EMENTA Carga elétrica. Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Corrente e Resistências Elétricas; Circuitos de Corrente Contínua; Campo Magnético; Lei de Ampére; Indução e as Equações de Maxwell; Oscilações; Ondas Mecânicas; Som e Audição; Natureza e Propagação da Luz; Ótica Geométrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. NUSSENZVEIG, H. Moyséis. Curso de Física básica 2: Fluidos, oscilações e ondas, calor. 4.ed. São Paulo: editora Blucher, 2002. SERWAY, R. A, JEWETT JR., J. W. Princípios de física 2: movimento ondulatório e termodinâmica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BISCUOLA, Gualter José. Física volume único: mecânica, termologia, ondulatória. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998. FERRARO, Nicolau Gilberto. Aulas de física 2. 6. ed. São Paulo: Atua,l 1991. TIPLER, P. A. Física: Vol. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 134 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA EMENTA Introdução aos algoritmos, Diagrama de Blocos, Linguagem de Programação, Tipos e Variáveis Primitivas, Expressões Matemáticas, Operadores, Comandos de Atribuição, Comandos de Entrada e Saída, Estruturas de Controle, Estrutura Sequencial, Estrutura de Decisão, Laços, Funções, Sobrecarga, Iteratividade, Recursividade, Vetores, Números Aleatórios, Matrizes, Strings, Estruturas, Ponteiros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à Programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Campus Editora, 2002. PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Windows 7. Porto Alegre: Artmed, 2010. MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação . 23. ed. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Everton Coimbra de. Algoritmos: fundamento e prática. 3. ed. Florianópolis: Visual Books, 2007. BRAGA, William César. Informática Elementar: Word 2007. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2002. 135 CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS EMENTA Visão geral sobre os tipos de materiais com aplicações nos campos das engenharias. Estruturas cristalina e amorfa. Defeitos cristalinos. Introdução sobre os materiais metálicos: ligas ferrosas e não ferrosas. Introdução sobre materiais cerâmicos, poliméricos e compósitos. Propriedades elétricas, térmicas, magnéticas e ópticas dos materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLISTER Jr., William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2008. 705p. SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. 427p. 18 reimp. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: materiais de construção mecânica. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. v.3. 388p. CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedades das ligas metálicas. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986. v.1. 266p. MORAIS, Gilberto Augusto de. Desenvolvimento da metalurgia do pó. Natal: EDUFRN, 2012. 276p. 136 4ª SÉRIE 137 ECOLOGIA E MICROBIOLOGIA EMENTA Conceitos sobre a macro-organização e a micro-organização das espécies. Biocenose. Os biomas do RN e do Brasil. Características ecológicas (endemismo, resiliência, dispersão, habitat, etc.). Biogeografia. Regiões zôogeográficas e fitogeográficas do Brasil. Conceitos de Zonas de refúgio, pontes de terra e fluxos gênicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARVEY, Richard A.; CHAMPE, Pamela C. Microbiologia ilustrada. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. ODUM, Eugene P.; BARRET, Gary W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo: Thonson Learning, 2007. TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HAPPER, John L. Fundamentos em Ecologia. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009. LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura. Petrópolis: Vozes, 2009. RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 138 ESTUDOS TOPOGRÁFICOS E CARTOGRAFIA. EMENTA Introdução ao estudo da Topografia e Cartografia. Planimetria. Altimetria. Taqueometria. Georreferenciação. Noções sobre os novos métodos de levantamento topográfico. Utilização de softwares aplicativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. CASACA, João Martins; DIAS, José Miguel Baio; MATOS, João Luís de. Topografia geral. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007. MCCORMAC, Jack. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. v.1 e v. 2. JOLY, Fernand. A cartografia. 3 ed. São Paulo: Papirus, 2001. US, Navy. Construção Civil: Teoria e Prática - Topografia. São Paulo: Hemus, 2005. v 3. 139 FENÔMENOS DE TRANSPORTE EMENTA Conceitos básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluidos newtonianos e nãonewtonianos. Hidrostática: equações gerais da fluidodinâmica: continuidade, movimento e energia. Camada limite hidrodinâmica. Escoamento em regime laminar, escoamento em regime turbulento, escoamento de fluidos compressíveis. Medidas de vazão, escoamento em condutos fechados. Escoamento em meios porosos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 662p. GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1996. 460p. SCHIOZER, Dayr. Mecânica dos fluidos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1996. 629p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEJAN, Adrian. Transferência de calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 540p. MUNSON, Bruce R; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da mecânica dos fluidos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.2. 804p. MALISKA, Clovis R. Transferência de calor e mecânica dos computacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. 424p. fluidos 140 INTRODUÇÃO À GEOCIÊNCIAS EMENTA Estudos de Geologia, Geomorfologia e Pedologia. Os tipos de minerais e rochas (ígneas, metamórficas e sedimentares). A dinâmica interna e externa da Terra – tectonismo de placas. Tempo geológico. Pedogênese e a formação dos solos. Os diferentes tipos de ambientes geológicos. Geologia e dinâmica costeira. Eventos de construção e modelagem do relevo terrestre. Unidades Geoambientais e Geomorfologia litorânea do RN. Geomorfologia fluvial e de bacias hidrográficas. Geomorfologia, meio ambiente e planejamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009. POPP, José Henrique. Geologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. Ver. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MCALESTER, A. Lee. História geológica da vida. São Paulo: Edgar Blücher, 1971. reimp. 1999. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. ROSS, Jurandyr L. S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2000. 141 QUÍMICA APLICADA EMENTA Conceitos importantes dos termos dentro da química ambiental. Principais propriedades físico-químicas da água, reações química que ocorre na água: solubilidade, precipitação, oxido-redução e complexação. Vias de transporte e transformações das substancias química no ambiente aquático. Propriedades químicas da atmosfera. Meio ambiente natural e suas interações orgânicas com o homem. Poluente orgânico tóxico Aplicação da química orgânica e da química inorgânica à análise ambiental. Parâmetros químicos de qualidade ambiental: líquidos, gases e sólidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. São Paulo: Bookman. 2001. ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química Ambiental. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. BROWN, Lawrence S. HOLME, Thomas A. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. CHANG, Raymond. Química Geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: Mcgraw Hill, 2007. 142 5ª SÉRIE 143 CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA EMENTA Tempo e clima. A atmosfera terrestre; termodinâmica e estática da atmosfera. Radiação e balanço térmico. Movimentos atmosféricos. Fenômenos atmosféricos. Variações e mudanças climáticas. Classificações climáticas e climas regionais. O clima e o homem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. MONTEIRO, C.A.F.; MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2009. SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia. 24.ed. São Paulo: [s.n.], 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONTI, J. B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Atual, 1998. SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. ZAVATTINI, João Afonso. Estudos do clima no Brasil. Campinas: Alínea, 2004. 144 HIDRÁULICA EMENTA Escoamento de fluídos em contudos forçados. Escoamento em Condutos Livres. Estudo dos Canais. Escoamento por Orifícios, Bocais e Vertedores. Energia específica no Escoamento em Condutos Livres (Canais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 669p. 2 reimp. 2002. NEVES, Eurico Trindade. Curso de hidráulica. 9ª ed. São Paulo: Globo, 1989. 577p. PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidráulica geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1981. v.2. 436. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1976. 356p. GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1996. 460p. TIGRE TUBOS E CONEXÕES. Manual técnico de instalações hidráulicas e sanitárias. 2ª ed. São Paulo: Pini, 1987. 96p. 145 MODELAGEM EM SISTEMAS AMBIENTAIS EMENTA Princípios da modelagem dos parâmetros ambientais de: estruturas e feições ambientais transporte de sedimentos. Dispersão e diluição de poluentes e contaminantes. Análise informatizada dos parâmetros ambientais em sistemas integrados de modelagem computadorizada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgar Blucher, 1999. RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. VIEIRA, Deodete Packer. Modelagem de excelência. Blumenau: EKD, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOYCE, W. E; DI PRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. CHEN, Peter. Modelagem de dados: a abordagem entidade-relacionamento para projeto lógico. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1990. DEBONI, José Eduardo Zindel. Modelagem orientada a objetos com a UML. São Paulo: Futura, 2003. 146 SISTEMAS E CICLOS AMBIENTAIS EMENTA Os Ecossistemas. Energia no Ecossistema. As vias dos Elementos no Ecossistema. A regeneração de Nutrientes nos Ecossistemas Terrestres e aquáticos. Sistemas ambientais e as interdependências da atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera. Ciclos biogeoquímicos (ar, água, carbono, oxigênio, nitrogênio, etc.). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009. DORST, Jean. Antes que a natureza morra: por uma ecologia política. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. GIANNETTI, Biagio F.; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia Industrial: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 147 SAÚDE, SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE EMENTA Segurança do trabalho; Organização da segurança do trabalho na empresa; Prevenção de acidentes; Legislação trabalhista e previdenciária; Prevenção e combate ao incêndio; Saúde do trabalhador: higiene no trabalho, insalubridade, ergonomia; Mapa de risco; Administração da segurança; Análise de riscos; Normas de gestão de SST; Meio ambiente: Programas de gestão ambiental nas empresas; Auditoria ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5.ed. São Paulo, 2011. IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. REIS, Lineu Belico dos. CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Manole, 2012. SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 148 6ª SÉRIE 149 AMBIENTES DE SEDIMENTAÇÃO77 EMENTA Faixa praial; estuários e superfícies de inundação. Dinâmica e processos de progradação e retrogradação. Erosão, agradação e degradação. Interações de sistemas ambientais associados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEVES, Benjamin Bley de B. Glossário de Geotectônica. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. POLETO, C. Qualidade dos Sedimentos. Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos Hídricos - ABRH, 2006. CORREIA, Luiz José de Almeida. Estudo hidrossedimentológico no contexto geoambiental da Bacia Hidrográfica do Açude cedro, Quixadá- CE. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARRONI, Etiene Villela; ASMUS, Milton L. Gerenciamento costeiro: uma proposta para o fortalecimento comunitário na gestão ambiental. Pelotas: USEB, 2005. PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, Abílio. Biologia marinha. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher /EDUSP, 2003. 150 DINÂMICA OCEÂNICA E COSTEIRA EMENTA Plataforma continental; movimentos de marés; sedimentologia oceânica; corais e outros ecossistemas marinhos; a costa brasileira e norteriograndense; o Projeto Orla, a faixa de praia e os Terrenos de Marinha. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NICHOLS, Gary. Sedimentology and stratigraphy. 2.ed. New Delhi: Wiley India, 2009. LAPORTE, Léo F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. GUERRA, Antônio José Teixeira Guerra. Geomorfologia e meio ambiente. 3.ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEMES, Marcos Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de dinâmica aplicadas à meteorologia e oceanografia. São José dos Campos: Editora da Universidade do Vale do Paraíba, 1998. KENNET, James P. Marine Geology. Prentice-Hall. 1982. THURMAN, Harold V. Introductory Oceanography. 10.ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2004. 151 ECOEFICIÊNCIA E ECODESIGN EMENTA Conceitos e Fundamentos: Meio Ambiente, Problemas Ambientais, Desenvolvimento Sustentável, Sustentabilidade, Ecoeficiência, Programas Ambientais, Ecologia Industrial, Metáfora Biológica: bio - ciclo x tecno-ciclo, Estudos de Sistemas. Ferramentas: Avaliação de Ciclo de Vida, PMA - Projeto para o Meio Ambiente, Life Cycle Design, Contabilidade Ambiental, Indicadores Ambientais. Ecodesign na prática: Princípios do Ecodesign, Parâmetros Ambientais para o Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis, Estratégias do Design Ecológico. Ecodesign na prática: Oito ondas do Ecodesign, Considerações do PMA. Orientação aos trabalhos de graduação no que se refere ao capítulo específico sobre Ecodesign. Acompanhamento da execução do pré-modelo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do (Org.); VIANNA, João Nildo (Org.). Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2011. GIANNETTI, Biagio; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia industrial: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Normalização, Certificação e Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro: Thex, 2008. CAMARGO, Ana Luiza de Brasil. Desenvolvimento sustentável: dimensões e desafios. Campinas: Papirus, 2003. RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais: solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 152 GEOMÁTICA APLICADA EMENTA Sensoriamento remoto; geoprocessamento; georeferenciamento; imageamento; imagens espectrais; imagens termais; identificação e monitoramento de alterações ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. 4.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2011. NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 4 ed. São Paulo: Blucher, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone M. Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização PanAmericana de Saúde, 2000. SILVA, J. X. da; ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento & Análise Ambiental: aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: Record, 2010. BLASCKE, Thomas (Org.); KUX, Hermann (Org.). Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sistemas sensores: métodos inovadores. 2.ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 153 7ª SÉRIE 154 EDUCAÇÃO AMBIENTAL EMENTA Histórico da educação ambiental. Política nacional de educação ambiental. Subsídios para a prática da educação ambiental. Técnicas e metodologias em educação ambiental. A relação Educação Ambiental-Qualidade de Vida. Projetos de educação ambiental na organização. Prevenção da poluição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001. DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1991. (com reimpressões). PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005.Reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUZZO, Raquel S. Lobo; GUNTHER, Hartmut; PINHEIRO, José Q. Psicologia ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas: Alínea, 2004.2 Imp.2006. LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier; CASTRO, Ronaldo de Souza de(Org.).Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2000. SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel (Org.). Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005.Reimp. 2008. 155 GESTÃO E PLANEJAMENTO AMBIENTAL EMENTA Visão histórica da gestão ambiental no mundo e no Brasil. Sistemas de gestão ambiental. Normas de gestão, série ISO-14000. Programas ambientais setoriais. Auditoria ambiental. Gestão ambiental como estratégia de negócio. Integração dos sistemas de gestão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.); ROMÉRO, Marcelo de Andrade (Ed.); BRUNA, Gilda Collet (Ed.). Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004. RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais: solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Rui Otávio Bernardes. Gestão Ambiental. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2002. SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de textos, 2004.184p. 1 reimp. 2007. ROBLES Jr., Antonio. Gestão da qualidade e do meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2006. 156 HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS EMENTA Introdução à hidrologia. O Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Interceptação. Evaporação e Evapotranspiração. Infiltração e armazenamento de água no solo. Escoamento superficial. Vazão Máxima. Aquisição de dados hidrológicos. Hidrodinâmica; coleções hídricas superficiais; corpos receptores; bacias hidrográficas; áreas de recarga, descarga; aqüíferos do Brasil e do RN; características dos aqüíferos subterrâneos. Manejo de águas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. BOTELHO, Mamoel H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas cidades. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. PINTO, N. L. S. et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 9. reimp. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1976. MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. CAMPOS, Nilson (Ed.); STUDART, Ticiana (Ed.). Gestão de águas: princípios e práticas. 2.ed. Porto Alegre: ABRH, 2003. 157 POLUIÇÃO AMBIENTAL EMENTA Impactos socioambientais em áreas urbanas. Sistemas socioambientais urbanos. Urbanização e infraestrutura. Poluição domiciliar e poluição industrial. Políticas públicas e mecanismos de controle social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3.ed. São Paulo: Signus, 2007. MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. PHILIPPI JÚNIOR, A.; ROMËRIO, M. de A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Monole, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, Benedito et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005. FELLENBERG, Giinter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária. 1980. GOUVÊA, L. A. G. Biocidade. São Paulo: Nobel, 2002. 158 TRANSPORTE E MEIO AMBIENTE EMENTA Apresentar os principais elementos necessários ao estudo e diagnóstico do impacto das atividades do setor de transportes no meio ambiente. Diagnóstico dos impactos sonoro, atmosférico e da vibração produzidos pela circulação de veículos e do impacto visual de elementos do sistema de transporte; Estudo do impacto socioeconômico dos sistemas de transporte e de diretrizes e ações que podem mitigar todos os impactos estudados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais: aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. SÁNCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. ANTAS, Paulo Mendes et al. Estradas: Projeto Geométrico e de Terraplanagem. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004. REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. RICKLEFS, Roberts E. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 159 8ª SÉRIE 160 AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL E GESTÃO DE ÁREAS DE RISCO EMENTA O ambiente geológico e interações com o ambiente antrópico. Explotação dos recursos minerais, alterações ambientais e mitigações. Fundamentos de hidrogeologia, hidrografia e gestão de bacias hidrográficas. Geologia urbana e áreas de riscos geológicos. Geoturismo. Técnicas e ferramentas em geociências na caracterização e diagnose do cenário físico (geologia, geomorfologia, hidrologia e pedologia) em EIA/RIMA e AIAs. Práticas de geociências e planejamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CABRAL, Nájila Rejanne Alencar Julião; SOUZA, Marcelo Pereira. Área de proteção ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. 2. ed. São Paulo: RiMa, 2005. CARDOSO, Artur Renato Albeche. A Degradação Ambiental e seus Valores Econômicos Associados. Porto Alegre: Safe, 2003. SHIGUNOV NETO, Alexandre; CAMPOS, Lucila Maria de Souza; SHIGUNOV, Tatiana. Fundamentos da Gestão Ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUERRA, Antonio José Teixeira. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Universidade de São Paulo: ABRH: EDUSP, 2001. PHILLIPI JR., Arlindo; BRUNA, Gilda Collet; ROMÉRO, Marcelo de Andrade. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo: Manole, 2004. 161 COMANDO E CONTROLE AMBIENTAL EMENTA Perícia ambiental. Políticas de controle e monitoramento ambiental. Técnicas de monitoramento ambiental. Atividades de fiscalização ambiental em áreas urbanas e em Unidades de conservação. Avaliação de impactos ambientais. Análise em atividades de licenciamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. A questão ambiental: diferentes abordagens. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. DERISIO, José Carlos. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 3.ed. São Paulo: Signus, 2007. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais urbanos no Brasil. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004. GUERRA, Antonio José Teixeira; COELHO, Maria Célia Nunes. Unidades de conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 162 ENERGIAS LIMPAS E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EMENTA A importância dos recursos naturais na geração de energia no Brasil. O aproveitamento e os usos energéticos dos países desenvolvidos. Estudo do balanço Energético Nacional. Geração de energia versus impactos ambientais. Desenvolvimento sustentável. Fatores do clima. Elementos do clima. Classificação dos climas. Microclimatologia. Mudança climática. Efeitos da mudança climática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, Nivalde José de et. al. Bioeletricidade e a indústria de álcool. Rio de Janeiro: Synergia, 2008. GOLDEMBERG, José; LUCON, Oswaldo. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. 3.ed. São Paulo: EDUSP, 2008. 396p. 2 reimp. 2012. REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAMOVAY, Ricardo. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. São Paulo: Senac, 2009. COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus, 2004. JUNIOR, H. Q. P (ORG.). Economia da energia: fundamentos econômicos, evolução histórica e organização industrial. Rio de Janeiro: Campus / Elsevier, 2007. 163 MANEJO ECOLÓGICO DOS SOLOS EMENTA Caracterização geral do solo. Teoria dos fatores de formação do solo. Composição do solo. Introdução e morfologia do solo. Gênese do solo. Métodos de pesquisa em gênese do solo. Classificação do solo. Aplicações dos estudos/levantamentos de solos, considerações gerais. Técnicas de Manejo Ecológico dos Solos. Agroecossistemas, Agroecologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 2002. CRAIG, R. F. Craig mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. 365p. Reimp. 2012 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p. Reimp. 2009. ANDREOLI, Cleverson Vitório (Org.); LARA, Aderlene Inês (Org.); ILHENFELD, Ricardo Germano K. (Org.). Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura. Rio de Janeiro: PROSAB, 1999. PRIMAVESI, A. Agricultura sustentável. Editora: Nobel, 1992 164 SANEAMENTO AMBIENTAL EMENTA Importância do abastecimento de água e do esgotamento sanitário. Situação atual do saneamento ambiental no Brasil. Abastecimento de água no meio rural. Sistemas urbanos de água: Elementos para projetos; Mananciais abastecedores e capitação; Adução; Estações elevatórias; Reservação; Distribuição; Tópicos de tratamento de água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REZENDE, Sonaly Cristina; HELLER, Léo. O Saneamento no Brasil: políticas e interfaces. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. FREITAS, Carlos M.; PORTO, M. F. Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. São Paulo: FioCruz, 2006. PHILLIPI JR., Arlindo. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DACACH, Nelson Gandur. Saneamento básico. 3.ed. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1990. BRASIL. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro: DNER, 1990. TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000. 165 9ª SÉRIE 166 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA Desenvolvimento de atividades nas áreas da Engenharia Ambiental e Sanitária, propiciando ao aluno a vivência de experiências práticas e o desenvolvimento de habilidades e competências inerentes ao exercício profissional do engenheiro ambiental e sanitarista. As atividades desenvolvidas estão de conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, sob a supervisão do orientador de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIANCHI, R., MORAES, A. C. de, ALVARENGA, M. Manual de Orientação: estágio supervisionado. São Paulo: PUC, 1998. Reimp. 2001. BURIOLLA, M. A. F. O estágio supervisionado. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2008. PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.) et al. A Prática de ensino e o estágio supervisionado. 21. ed. Campinas: Papirus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 167 ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA I EMENTA Reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001. PAGLIARO, H., et. al. Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Heloísa Pagliaro, Marta Maria Azevedo e Ricardo Ventura Santos (Orgs.). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz e Associação Brasileira de Estudos Populacionais/Abep. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. 192 p. ISBN: 85-7541-056-3. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>. Disponível em: http://static.scielo.org/scielobooks/qdgqt/pdf/pagliaro-8575410563.pdf SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento Ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1991. (com reimpressões). HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. Rio de Janeiro: Forense Universitária, [1992]. NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do. Dilemas e Desafios do Desenvolvimento Sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. 168 TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES EMENTA Aspectos gerais sobre tratamento de águas naturais. Características das águas naturais. Uso das águas. Classificação e enquadramento das águas subterrâneas Resolução CONAMA 396/2008 Classificação e enquadramento dos corpos aquáticos - Resolução CONAMA 357/2005. Qualidade das águas. Padrões de qualidade para consumo humano: Portaria nº 518/2004 – MS. Processos e sistemas de tratamento de águas para consumo humano. Aspectos gerais sobre tratamento de águas residuárias. Características físicas, químicas e biológicas das águas residuárias. Processos e sistemas de tratamento de águas residuárias domésticas e industriais. Autodepuração dos corpos aquáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de Janeiro: ABES, 2011. LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 3.ed. Campinas: Átomo, 2010. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Programação e projeto físico da unidade móvel para o controle da qualidade da água. Brasília: FUNASA, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klaus Robert. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 301p. 1 reimp. 1998. PINHEIRO, Sérgio Bezerra (Coord.). Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Rio Grande do Norte: relatório síntese - PEGIRS/RN. Natal: SEMARH, 2012. LEME, Francilio Paes. Teoria e técnicas de tratamento de água. 2.ed. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1990. 169 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e Sanitária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. ARNAVAT, Antonia Rigo; DUEÑAS, Gabriel Genescà. Como elaborar e apresentar teses e trabalhos de pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2006. 170 10ª SÉRIE 171 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SISTEMAS DE DRENAGEM EMENTA Resíduos sólidos: conceitos, classificação, NBR 10004/04, fontes geradoras, impactos ambientais; descrição das principais formas de tratamento de resíduos sólidos: tecnologias convencionais e tecnologias limpas; legislações específicas; gerenciamento de resíduos perigosos e; gerenciamento sob a ótica da minimização: não geração, redução, reutilização e reciclagem; disposição final de resíduos: aterros sanitários, compostagem. Conceitos de impactos da urbanização e planos diretores de DU; bacias de pequeno e médio porte; escolha do tempo de retorno; características da drenagem urbana; microdrenagem e macrodrenagem; reservatório de detenção e modelos matemáticos de drenagem urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de Janeiro: ABES, 2011. NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. DACACH, Nelson Gandur. Tratamento primário de esgoto. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE NETO, Cícero Onofre de. Sistemas simples para tratamento de esgotos sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997. CAMPOS, José Roberto (Coord.). Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. São Carlos: PROSAB, 2000. TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000. 172 ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA II EMENTA Reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAGA, Célia. Contabilidade ambiental. São Paulo: Atlas, 2007. DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6 ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2005. PHILIPPI Jr., Arlindo. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 173 GESTÃO DE FLORESTAS EMENTA Conceitos, princípios e normas legais na gestão florestal. Organização do setor florestal brasileiro; Desenvolvimento sustentável e a gestão florestal; marco legal e os instrumentos de política florestal e ambiental; concessões florestais; gestão de Florestas Nacionais; Instrumentos de gestão aplicados aos recursos florestais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROCHA, Carlos Frederico Duarte et al. Biologia da conservação: essências. São Carlos: RiMa, 2006. MORAES, Luís Carlos Silva de. Código florestal comentado. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BENSUSAN, Nurit. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURICY, Guilherme et al. Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar: porifera. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2008. LEÃO, Regina Machado. A floresta e o homem. São Paulo: EDUSP, 2000. AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009. 174 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZZO, W. A.; TEIXEIRA, V. P. Introdução à engenharia. 6.ed. Florianópolis: UFSC, 2000. BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 175 OPTATIVAS 176 LIBRAS EMENTA Conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Noções linguísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso. Aspectos sobre a educação de surdos.Noções básicas da língua de sinais brasileira. Legislação vigente acerca da introdução da Libras como disciplina curricular em cursos universitários.Fundamentação teórica e prática da língua dos sinais. Estrutura gramatical da língua de sinais de forma prática. Aspectos culturais do cotidiano das pessoas surdas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. 2.ed. São Paulo: Paulinas, 2010. 367p. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife: Editora do Autor, 2007. GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. 177 DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL EMENTA Transformações do ser humano e das relações de trabalho nas diferentes configurações geográficas.Cidadania e responsabilidade social. Sustentabilidade ambiental. Questões ambientais globais. Economia solidária e mercado de trabalho.Transformações do ser humano com a evolução tecnológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011. JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal: EdUnP, 2010. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de pessoas. Natal: EdUnP, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Jaqueline Voltolini de. Desenvolvimento humano e organizacional. Natal: EdUnP, 2011. BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012. DAVEL, Eduardo; VERGARA, Sylvia Constant. subjetividade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Gestão com pessoas e 178 ANEXO B EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ESTRUTURA CURRICULAR 2015 179 1ª SÉRIE 180 CÁLCULO APLICADO ÁS CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Conjuntos Numéricos, Expressões Algébricas, Produtos Notáveis, Fatoração, Potenciação e Radiciação, Polinômios, Equações e Inequações, Par Ordenado, Sistema Cartesiano, Relação Binária, Introdução a Funções, Funções, Gráfico de Funções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 1v. IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo, Nilze de Almeida. Matemática: Ciências e Aplicações. [s.l.]: Atual, 2006. 2v. MEDEIROS, Valéria Zuma (Coord.). Pré-Cálculo. 2. ed.São Paulo: Cengage Learning, 2010. Reimp. 2013 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMANA, Franklin D. et al. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar 1: conjuntos e funções. 8.ed. São Paulo: Atual, 2004. SILVA, Sebastião Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo:Atlas, 2009. 181 EXPRESSÃO GRÁFICA EMENTA Fundamentos do desenho geométrico. Instrumentos de desenho. Noções de paralelismo, perpendicularismo, operações com segmentos, operações com ângulos. Noções de proporção. Projeções. Tipos de Cortes. Normas Gerais de Desenho Técnico da ABNT. Projeto assistido por computador. Treinamento no uso de programas de computação gráfica para desenho de projeto, como Auto Cad, e seus aplicativos, indicados para a área de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, Claudia P.; PAPAZOGLOU, Rosarita S. Desenho Técnico para Engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. reimp. 2010. MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de Projetos. São Paulo: Edgard Blucher. 2007. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem prancheta com Autocad 2008. 2.ed. Florianópolis: Visual Book, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. 3.ed. Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 1967. reimp. 2008. KATORI, Rosa. AutoCAD 2010: desenhando em 2D. São Paulo: SENAC, 2010. OLIVEIRA, Mauro Machado de. Autodesk: AutoCAD 2010: guia prático 2D, 3D e perspectiva. Campinas: Komedi, 2012. 182 FUNDAMENTOS EM CIÊNCIAS EXATAS EMENTA Métodos, ferramentas e técnicas de estudo e pesquisa. Introdução às Ciências Aplicadas a Engenharia. A constituição da matéria. Mistura Desdobramento de Misturas. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Reações Químicas. Física e Mensuração: Grandezas Físicas, Unidades, Notação Científica e Algarismos Significativos. Análise Dimensional. Instrumentação Física. Erros experimentais. Gráficos. Vetores e suas aplicações. Movimentos: conceitos, fundamentos e descrição. A relação da Física com as outras ciências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 965p. Reimp. 2007. CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: AMGH, 2007. 778p. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1: mecânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2009. v.1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 622p. Reimp. 2013. FARIAS, Robson Fernandes de. Práticas de química inorgânica. 3ª ed. Campinas: Átomo, 2010. 109p. MELLO, Dorival A. de.; WATANABE, Renate G. Vetores e uma iniciação à geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012. 183 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA EMENTA Panorama da profissão no Brasil e no mundo. O papel do engenheiro na sociedade. Sistema CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional. Possibilidades profissionais, áreas de atuação do Engenheiro Sanitário e Ambiental. O projeto pedagógico do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAZZO, Walter Antônio; PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia. 6ª ed. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina. C2000. 274p. 4 reimp. 2005. BRAGA, Benedito te al. Introdução à engenharia ambiental. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 318p. 6 reimp. 2010. PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA: 75 ANOS CONSTRUINDO UMA NAÇÃO. Brasília: CONFEA, 2008. 238p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TORRES, Vidal Félix Navarro; GAMA, Carlos Dinis da. Engenharia ambiental subterrânea e aplicações. Rio de Janeiro: Centro de Tecnologia Mineral, 2005. 550p. DYM, Clive L. et al. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3ª ed. Porto Alegre: Bokman, 2010. 346p. BROCKMAN, Jay B. Introdução à engenharia: modelagem e solução de problemas. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2010. 294p. Reimp. 2013. 184 QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL EMENTA Estrutura atômica. Tabela periódica e suas propriedades. Ligação química. Solução. Fórmulas químicas, reações químicas e Estequiometria. Fundamentos de equilíbrio químico. Funções Inorgânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. 3 ed. São Paulo: Bookman Companhia, 2006. MAIA, D. J. Química geral: fundamentos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. MAHAN, Bruce M. Química: um curso universitário. 4 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROWN, T. L. et al. Química: A ciência central. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. Reimp. 2010. FARIAS, R. F. Introdução à química do petróleo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. KOTZ, John C.; TREICHEL JR, Paul. Química & reações químicas. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. v.1. 185 2 SÉRIE 186 ÁLGEBRA LINEAR EMENTA Vetores em R2, Operações com os Vetores em R2 e Normas, Equação da Reta e do Plano, Distância Entre duas Retas e Intersecção de Planos, Tipos de Matrizes e operações, Sistemas de equações lineares, Determinante e Inversa, Espaço vetorial, Combinação Linear Dependência e Independência Linear, Transformações Lineares, Matrizes de Transformações, Autovalores e Autovetores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra Linear. 3.ed. São Paulo:UNICAMP, 1986. JULIANELLI, José Roberto. Cálculo Vetorial e Geometria Analítica. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2008. MELLO, Dorival A.; WATANABE Renate G. Vetores e uma Iniciação a Geometria Analítica. 2.ed. São Paulo: Livraria da Física, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAWSON, Terry. Álgebra Linear. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. LAY, David C. Álgebra linear e suas aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. KOLMAN, Bernard; HILL, David R. Introdução à álgebra linear: com aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: PHB, 1998. 187 CÁLCULO DE UMA VARIÁVEL EMENTA Limites e continuidade. Derivada. Aplicações da Derivada. Fórmula de Taylor. Integral. Técnicas de Integração. Aplicações da Integral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLEMMING, D. M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1992. Reimp. 2006. KREYSZIG, E. Matemática superior para engenharia. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v. 1. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÁVILA, Geraldo. Cálculo 1: funções de uma variável. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993. Reimp. 1994. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. v.2. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v.1. 188 MECÂNICA CLÁSSICA E TERMODINÂMICA EMENTA Leis de Newton do Movimento; Aplicações das Leis de Newton; Trabalho e Energia Cinética; Energia Potencial e Conservação de Energia; Equilíbrio; Temperatura e Calor; A Primeira Lei da Termodinâmica; A segunda Lei da Termodinâmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 1: Mecânica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.1. HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. v.2. SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G. J. Fundamentos da Termodinâmica. 6.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, Ferdinand et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 9.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2012. Reimp 2013 RAMALHO JÚNIOR, Francisco. Os fundamentos da física 1: mecânica. 9.ed. São Paulo: Moderna, 2007. TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. v.2. 189 PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA EMENTA Introdução aos algoritmos, Diagrama de Blocos, Linguagem de Programação, Tipos e Variáveis Primitivas, Expressões Matemáticas, Operadores, Comandos de Atribuição, Comandos de Entrada e Saída, Estruturas de Controle, Estrutura Sequencial, Estrutura de Decisão, Laços, Funções, Sobrecarga, Iteratividade, Recursividade, Vetores, Números Aleatórios, Matrizes, Strings, Estruturas, Ponteiros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOPES, A.; GARCIA, G. Introdução à Programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Campus Editora, 2002. PREPPERNAU, Joana; COX, Joyce. Windows 7. Porto Alegre: Artmed, 2010. MANZANO, José Augusto N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação . 23. ed. São Paulo: Érica, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, Everton Coimbra de. Algoritmos: fundamento e prática. 3. ed. Florianópolis: Visual Books, 2007. BRAGA, William César. Informática Elementar: Word 2007. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. STROUSTRUP, Bjarne. A linguagem de programação C++. 3. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2002. 190 3ª SÉRIE 191 CÁLCULO DE DUAS VARIÁVEIS EMENTA Funções de Várias Variáveis. Máximos e Mínimos de Funções de Várias Variáveis. Integrais Múltiplas. Integrais de Linha. Teorema da Divergência. Séries e Convergência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, Miriam B.; FLEMMING, Diva M. Cálculo B. São Paulo: Makron Books, 1999. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. ROCHA, Luiz Mauro. Cálculo 2: funções com várias variáveis, integrais múltiplas, equações diferenciais ordinárias, séries. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, Howard; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen. Cálculo. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 2.v. ÁVILA, Rene Izoldi. Cálculo 3. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997. v.4. 192 CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS EMENTA Visão geral sobre os tipos de materiais com aplicações nos campos das engenharias. Estruturas cristalina e amorfa. Defeitos cristalinos. Introdução sobre os materiais metálicos: ligas ferrosas e não ferrosas. Introdução sobre materiais cerâmicos, poliméricos e compósitos. Propriedades elétricas, térmicas, magnéticas e ópticas dos materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CALLISTER Jr., William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 7ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2008. 705p. SHACKELFORD, James F. Ciência dos materiais. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard Blücher, 1970. 427p. 18 reimp. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: materiais de construção mecânica. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. v.3. 388p. CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedades das ligas metálicas. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1986. v.1. 266p. MORAIS, Gilberto Augusto de. Desenvolvimento da metalurgia do pó. Natal: EDUFRN, 2012. 276p. 193 ÓTICA, ONDAS E ELETROMAGNETISMO EMENTA Carga elétrica. Campo elétrico; Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Corrente e Resistências Elétricas; Circuitos de Corrente Contínua; Campo Magnético; Lei de Ampére; Indução e as Equações de Maxwell; Oscilações; Ondas Mecânicas; Som e Audição; Natureza e Propagação da Luz; Ótica Geométrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física 2: gravitação, ondas e termodinâmica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. NUSSENZVEIG, H. Moyséis. Curso de Física básica 2: Fluidos, oscilações e ondas, calor. 4.ed. São Paulo: editora Blucher, 2002. SERWAY, R. A, JEWETT JR., J. W. Princípios de física 2: movimento ondulatório e termodinâmica. 3. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BISCUOLA, Gualter José. Física volume único: mecânica, termologia, ondulatória. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998. FERRARO, Nicolau Gilberto. Aulas de física 2. 6. ed. São Paulo: Atua,l 1991. TIPLER, P. A. Física: Vol. 2. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1995. 194 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE EMENTA Examinando Distribuições e Relações. Amostragem. Projetando Estudos. Introdução à Probabilidade. Probabilidade de eventos. Probabilidade condicional e Independência. Variáveis Aleatórias. Distribuição Amostral. Estimativa. Testes de Hipóteses. Inferência de Relações. Inferência de Relações Continua. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. MILONE, G. Estatística: geral e aplicada. São Paulo: Cengage Learning, 2004. 2. reimp. 2009. MORETTIN, L. G. Estatística básica: probabilidade inferência, volume único. São Paulo: Pearson, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEKMAN, Otto Ruprecht; COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Análise estatística de decisão. São Paulo: Edgard Blücher, 1993. DACHS, J. Noberto. Estatística computacional: uma introdução em turbo pascal. Rio de Janeiro: LTC, 1988. 236p. MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos Científicos, 1983. reimp. 1995. 195 4ª SÉRIE 196 ECOLOGIAL E MICROBIOLOGIA EMENTA Conceitos sobre a macro-organização e a micro-organização das espécies. Biocenose. Os biomas do RN e do Brasil. Características ecológicas (endemismo, resiliência, dispersão, habitat, etc.). Biogeografia. Regiões zôogeográficas e fitogeográficas do Brasil. Conceitos de Zonas de refúgio, pontes de terra e fluxos gênicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HARVEY, Richard A.; CHAMPE, Pamela C. Microbiologia ilustrada. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. ODUM, Eugene P.; BARRET, Gary W. Fundamentos de Ecologia. 5 ed. São Paulo: Thonson Learning, 2007. TOWNSEND, Colin R.; BEGON, Michael; HAPPER, John L. Fundamentos em Ecologia. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009. LEFF, Enrique. Ecologia, Capital e Cultura. Petrópolis: Vozes, 2009. RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 197 ESTUDOS TOPOGRÁFICOS E CARTOGRAFIA. EMENTA Introdução ao estudo da Topografia e Cartografia. Planimetria. Altimetria. Taqueometria. Georreferenciação. Noções sobre os novos métodos de levantamento topográfico. Utilização de softwares aplicativos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. CASACA, João Martins; DIAS, José Miguel Baio; MATOS, João Luís de. Topografia geral. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007. MCCORMAC, Jack. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada a engenharia civil. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. v.1 . JOLY, Fernand. A cartografia. 3 ed. São Paulo: Papirus, 2001. US, Navy. Construção Civil: Teoria e Prática - Topografia. São Paulo: Hemus, 2005. v 3. 198 FENÔMENOS DOS TRANSPORTE EMENTA Conceitos básicos: quantidade de movimento, viscosidade, fluidos newtonianos e nãonewtonianos. Hidrostática: equações gerais da fluidodinâmica: continuidade, movimento e energia. Camada limite hidrodinâmica. Escoamento em regime laminar, escoamento em regime turbulento, escoamento de fluidos compressíveis. Medidas de vazão, escoamento em condutos fechados. Escoamento em meios porosos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. 662p. GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1996. 460p. SCHIOZER, Dayr. Mecânica dos fluidos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1996. 629p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEJAN, Adrian. Transferência de calor. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 540p. MUNSON, Bruce R; YOUNG, Donald F; OKIISHI, Theodore H. Fundamentos da mecânica dos fluidos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. v.2. 804p. MALISKA, Clovis R. Transferência de calor e mecânica dos computacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995. 424p. fluidos 199 INTRODUÇÃO À GEOCIÊNCIAS EMENTA Estudos de Geologia, Geomorfologia e Pedologia. Os tipos de minerais e rochas (ígneas, metamórficas e sedimentares). A dinâmica interna e externa da Terra – tectonismo de placas. Tempo geológico. Pedogênese e a formação dos solos. Os diferentes tipos de ambientes geológicos. Geologia e dinâmica costeira. Eventos de construção e modelagem do relevo terrestre. Unidades Geoambientais e Geomorfologia litorânea do RN. Geomorfologia fluvial e de bacias hidrográficas. Geomorfologia, meio ambiente e planejamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. Reimp. 2009. POPP, José Henrique. Geologia Geral. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. Ver. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MCALESTER, A. Lee. História geológica da vida. São Paulo: Edgar Blücher, 1971. reimp. 1999. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos. 4.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. ROSS, Jurandyr L. S. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2000. 200 QUÍMICA APLICADA EMENTA Conceitos importantes dos termos dentro da química ambiental. Principais propriedades físico-químicas da água, reações química que ocorre na água: solubilidade, precipitação, oxido-redução e complexação. Vias de transporte e transformações das substancias química no ambiente aquático. Propriedades químicas da atmosfera. Meio ambiente natural e suas interações orgânicas com o homem. Poluente orgânico tóxico Aplicação da química orgânica e da química inorgânica à análise ambiental. Parâmetros químicos de qualidade ambiental: líquidos, gases e sólidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química. São Paulo: Bookman. 2001. ROCHA, Julio Cesar; ROSA, André Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves. Introdução à química ambiental. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. SPIRO, Thomas G.; STIGLIANI, William M. Química Ambiental. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRADY, James E.; SENESE, Fred. Química: a matéria e suas transformações. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. BROWN, Lawrence S. HOLME, Thomas A. Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. CHANG, Raymond. Química Geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: Mcgraw Hill, 2007. 201 5ª SÉRIE 202 CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA EMENTA Tempo e clima. A atmosfera terrestre; termodinâmica e estática da atmosfera. Radiação e balanço térmico. Movimentos atmosféricos. Fenômenos atmosféricos. Variações e mudanças climáticas. Classificações climáticas e climas regionais. O clima e o homem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998. MONTEIRO, C.A.F.; MENDONÇA, F. Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2009. SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia. 24.ed. São Paulo: [s.n.], 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CONTI, J. B. Clima e Meio Ambiente. São Paulo: Atual, 1998. SALGADO-LABOURIAU, Maria Lea. História ecológica da terra. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. ZAVATTINI, João Afonso. Estudos do clima no Brasil. Campinas: Alínea, 2004. 203 HIDRÁULICA EMENTA Escoamento de fluídos em contudos forçados. Escoamento em Condutos Livres. Estudo dos Canais. Escoamento por Orifícios, Bocais e Vertedores. Energia específica no Escoamento em Condutos Livres (Canais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica. 8ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 669p. NEVES, Eurico Trindade. Curso de hidráulica. 9ª ed. São Paulo: Globo, 1989. 577p. PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidráulica geral. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1981. v.2. 436. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1976. 356p. GILES, Ronald V. Mecânica de fluídos e hidráulica. 2ª ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1996. 460p. TIGRE TUBOS E CONEXÕES. Manual técnico de instalações hidráulicas e sanitárias. 2ª ed. São Paulo: Pini, 1987. 96p. 204 MECÂNICA DOS SÓLIDOS EMENTA Estática de corpos rígidos: graus de liberdade, vínculos, carregamentos, esforços, diagramas. Equilíbrio das Estruturas de corpos rígidos. Geometria das massas. Tensões e deformações, Lei de Hooke, efeitos da temperatura e fadiga. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Pearson, 2010. BEER, Ferdinand P. Resistência dos Materiais. Makron Books do Brasil. 3.ed., 1995; MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. 18.ed. São Paulo: Érica, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GERE, Janes M. Mecânica dos Materiais. Cengage Learning, 2003; MERIAM, James L. Estática. Livros Técnicos e Científicos. 4. Ed., 1999; TIMOSHENKO, Stephen P. Mecânica dos Sólidos. Livros Técnicos e Científicos, volume 1, 1983. 205 MODELAGEM EM SISTEMAS AMBIENTAIS EMENTA Princípios da modelagem dos parâmetros ambientais de: estruturas e feições ambientais transporte de sedimentos. Dispersão e diluição de poluentes e contaminantes. Análise informatizada dos parâmetros ambientais em sistemas integrados de modelagem computadorizada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHRISTOFOLETTI, A. Modelagem de Sistemas Ambientais. São Paulo: Edgar Blucher, 1999. RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. 8 ed. Rio de Janeiro: Campus, 1994. VIEIRA, Deodete Packer. Modelagem de excelência. Blumenau: EKD, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOYCE, W. E; DI PRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. CHEN, Peter. Modelagem de dados: a abordagem entidade-relacionamento para projeto lógico. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1990. DEBONI, José Eduardo Zindel. Modelagem orientada a objetos com a UML. São Paulo: Futura, 2003. 206 SISTEMAS E CICLOS AMBIENTAIS EMENTA Os Ecossistemas. Energia no Ecossistema. As vias dos Elementos no Ecossistema. A regeneração de Nutrientes nos Ecossistemas Terrestres e aquáticos. Sistemas ambientais e as interdependências da atmosfera, hidrosfera, litosfera e biosfera. Ciclos biogeoquímicos (ar, água, carbono, oxigênio, nitrogênio, etc.). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. ODUM, E. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. RICKLEFS, Robert. E. A Economia da Natureza. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009. DORST, Jean. Antes que a natureza morra: por uma ecologia política. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. GIANNETTI, Biagio F.; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia Industrial: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 207 6ª SÉRIE 208 AMBIENTES DE SEDIMENTAÇÃO EMENTA Faixa praial; estuários e superfícies de inundação. Dinâmica e processos de progradação e retrogradação. Erosão, agradação e degradação. Interações de sistemas ambientais associados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEVES, Benjamin Bley de B. Glossário de Geotectônica. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. POLETO, C. Qualidade dos Sedimentos. Porto Alegre: Associação Brasileira de Recursos Hídricos - ABRH, 2006. CORREIA, Luiz José de Almeida. Estudo hidrossedimentológico no contexto geoambiental da Bacia Hidrográfica do Açude cedro, Quixadá- CE. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARRONI, Etiene Villela; ASMUS, Milton L. Gerenciamento costeiro: uma proposta para o fortalecimento comunitário na gestão ambiental. Pelotas: USEB, 2005. PEREIRA, Renato Crespo; SOARES-GOMES, Abílio. Biologia marinha. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. SUGUIO, K. Geologia Sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher /EDUSP, 2003. 209 DINÂMICA OCEÂNICA E COSTEIRA EMENTA Plataforma continental; movimentos de marés; sedimentologia oceânica; corais e outros ecossistemas marinhos; a costa brasileira e norteriograndense; o Projeto Orla, a faixa de praia e os Terrenos de Marinha. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NICHOLS, Gary. Sedimentology and stratigraphy. 2.ed. New Delhi: Wiley India, 2009. LAPORTE, Léo F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. GUERRA, Antônio José Teixeira Guerra. Geomorfologia e meio ambiente. 3.ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEMES, Marcos Antonio Maringolo; MOURA, Antonio Divino. Fundamentos de dinâmica aplicadas à meteorologia e oceanografia. São José dos Campos: Editora da Universidade do Vale do Paraíba, 1998. KENNET, James P. Marine Geology. Prentice-Hall. 1982. THURMAN, Harold V. Introductory Oceanography. 10.ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2004. 210 ECOEFICIÊNCIA E ECODESIGN EMENTA Conceitos e Fundamentos: Meio Ambiente, Problemas Ambientais, Desenvolvimento Sustentável, Sustentabilidade, Ecoeficiência, Programas Ambientais, Ecologia Industrial, Metáfora Biológica: bio - ciclo x tecno-ciclo, Estudos de Sistemas. Ferramentas: Avaliação de Ciclo de Vida, PMA - Projeto para o Meio Ambiente, Life Cycle Design, Contabilidade Ambiental, Indicadores Ambientais. Ecodesign na prática: Princípios do Ecodesign, Parâmetros Ambientais para o Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis, Estratégias do Design Ecológico. Ecodesign na prática: Oito ondas do Ecodesign, Considerações do PMA. Orientação aos trabalhos de graduação no que se refere ao capítulo específico sobre Ecodesign. Acompanhamento da execução do pré-modelo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do (Org.); VIANNA, João Nildo (Org.). Dilemas e desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2011. GIANNETTI, Biagio; ALMEIDA, Cecília M. V. B. Ecologia industrial: conceitos, ferramentas e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Normalização, Certificação e Auditoria Ambiental. Rio de Janeiro: Thex, 2008. CAMARGO, Ana Luiza de Brasil. Desenvolvimento sustentável: dimensões e desafios. Campinas: Papirus, 2003. RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais: solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005. 211 GEOMÁTICA APLICADA EMENTA Sensoriamento remoto; geoprocessamento; georeferenciamento; imageamento; imagens espectrais; imagens termais; identificação e monitoramento de alterações ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. 4.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 2011. NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: princípios e aplicações. 4 ed. São Paulo: Blucher, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINA, Maria de Fátima de; SANTOS, Simone M. Conceitos básicos de sistemas de informação geográfica e cartografia aplicados à saúde. Brasília: Organização PanAmericana de Saúde, 2000. SILVA, J. X. da; ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento & Análise Ambiental: aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: Record, 2010. BLASCKE, Thomas (Org.); KUX, Hermann (Org.). Sensoriamento remoto e SIG avançados: novos sistemas sensores: métodos inovadores. 2.ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 212 7ª SÉRIE 213 EDUCAÇÃO AMBIENTAL EMENTA Histórico da educação ambiental. Política nacional de educação ambiental. Subsídios para a prática da educação ambiental. Técnicas e metodologias em educação ambiental. A relação Educação Ambiental-Qualidade de Vida. Projetos de educação ambiental na organização. Prevenção da poluição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. São Paulo: Paulus, 2001. DIAS, Genebaldo Freire. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1991. (com reimpressões). PHILLIPI JR., Arlindo; PELICONI, Maria Cecilia Focesi. Educação Ambiental e Sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005.Reimp. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUZZO, Raquel S. Lobo; GUNTHER, Hartmut; PINHEIRO, José Q. Psicologia ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas: Alínea, 2004.2 Imp.2006. LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier; CASTRO, Ronaldo de Souza de(Org.).Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. São Paulo: Cortez, 2000. SATO, Michèle; CARVALHO, Isabel (Org.). Educação Ambiental: pesquisa e desafios. Porto Alegre: Artmed, 2005.Reimp. 2008. 214 GESTÃO E PLANEJAMENTO AMBIENTAL EMENTA Visão histórica da gestão ambiental no mundo e no Brasil. Sistemas de gestão ambiental. Normas de gestão, série ISO-14000. Programas ambientais setoriais. Auditoria ambiental. Gestão ambiental como estratégia de negócio. Integração dos sistemas de gestão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PHILIPPI Jr., Arlindo (Ed.); ROMÉRO, Marcelo de Andrade (Ed.); BRUNA, Gilda Collet (Ed.). Curso de gestão ambiental. Barueri: Manole, 2004. RAGGI, Jorge Pereira; MORAES, Angelina Maria Lanna. Perícias Ambientais: solução de controvérsias e estudo de casos. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2007. SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental: Implantação Objetiva e Econômica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, Rui Otávio Bernardes. Gestão Ambiental. 2. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2002. SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de textos, 2004.184p. 1 reimp. 2007. ROBLES Jr., Antonio. Gestão da qualidade e do meio ambiente. São Paulo: Atlas, 2006. 215 HIDROLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS EMENTA Introdução à hidrologia. O Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Interceptação. Evaporação e Evapotranspiração. Infiltração e armazenamento de água no solo. Escoamento superficial. Vazão Máxima. Aquisição de dados hidrológicos. Hidrodinâmica; coleções hídricas superficiais; corpos receptores; bacias hidrográficas; áreas de recarga, descarga; aqüíferos do Brasil e do RN; características dos aqüíferos subterrâneos. Manejo de águas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCEZ, Lucas Nogueira; ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1988. BOTELHO, Mamoel H. C. Águas de chuva: engenharia das águas pluviais nas cidades. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. PINTO, N. L. S. et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard Blucher, 1976. 9. reimp. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1976. MACHADO, Carlos José Saldanha. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. CAMPOS, Nilson (Ed.); STUDART, Ticiana (Ed.). Gestão de águas: princípios e práticas. 2.ed. Porto Alegre: ABRH, 2003. 216 POLUIÇÃO AMBIENTAL EMENTA Impactos socioambientais em áreas urbanas. Sistemas socioambientais urbanos. Urbanização e infraestrutura. Poluição domiciliar e poluição industrial. Políticas públicas e mecanismos de controle social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3.ed. São Paulo: Signus, 2007. MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2010. PHILIPPI JÚNIOR, A.; ROMËRIO, M. de A.; BRUNA, G.C. Curso de Gestão Ambiental. Barueri: Monole, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, Benedito et. al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005. FELLENBERG, Giinter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária. 1980. GOUVÊA, L. A. G. Biocidade. São Paulo: Nobel, 2002. 217 SANEAMENTO AMBIENTAL EMENTA Importância do abastecimento de água e do esgotamento sanitário. Situação atual do saneamento ambiental no Brasil. Abastecimento de água no meio rural. Sistemas urbanos de água: Elementos para projetos; Mananciais abastecedores e capitação; Adução; Estações elevatórias; Reservação; Distribuição; Tópicos de tratamento de água. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REZENDE, Sonaly Cristina; HELLER, Léo. O Saneamento no Brasil: políticas e interfaces. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2008. FREITAS, Carlos M.; PORTO, M. F. Saúde, Ambiente e Sustentabilidade. São Paulo: FioCruz, 2006. PHILLIPI JR., Arlindo. Saneamento, Saúde e Ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DACACH, Nelson Gandur. Saneamento básico. 3.ed. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1990. BRASIL. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Manual de drenagem de rodovias. Rio de Janeiro: DNER, 1990. TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000. 218 8 SÉRIE 219 AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL E GESTÃO DE ÁREAS DE RISCO EMENTA O ambiente geológico e interações com o ambiente antrópico. Explotação dos recursos minerais, alterações ambientais e mitigações. Fundamentos de hidrogeologia, hidrografia e gestão de bacias hidrográficas. Geologia urbana e áreas de riscos geológicos. Geoturismo. Técnicas e ferramentas em geociências na caracterização e diagnose do cenário físico (geologia, geomorfologia, hidrologia e pedologia) em EIA/RIMA e AIAs. Práticas de geociências e planejamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CABRAL, Nájila Rejanne Alencar Julião; SOUZA, Marcelo Pereira. Área de proteção ambiental: planejamento e gestão de paisagens protegidas. 2. ed. São Paulo: RiMa, 2005. CARDOSO, Artur Renato Albeche. A Degradação Ambiental e seus Valores Econômicos Associados. Porto Alegre: Safe, 2003. SHIGUNOV NETO, Alexandre; CAMPOS, Lucila Maria de Souza; SHIGUNOV, Tatiana. Fundamentos da Gestão Ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUERRA, Antonio José Teixeira. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. 2. ed. Porto Alegre: Universidade de São Paulo: ABRH: EDUSP, 2001. PHILLIPI JR., Arlindo; BRUNA, Gilda Collet; ROMÉRO, Marcelo de Andrade. Curso de Gestão Ambiental. São Paulo: Manole, 2004. 220 COMANDO E CONTROLE AMBIENTAL EMENTA Perícia ambiental. Políticas de controle e monitoramento ambiental. Técnicas de monitoramento ambiental. Atividades de fiscalização ambiental em áreas urbanas e em Unidades de conservação. Avaliação de impactos ambientais. Análise em atividades de licenciamento ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. A questão ambiental: diferentes abordagens. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. DERISIO, José Carlos. Introdução ao Controle de Poluição Ambiental. 3.ed. São Paulo: Signus, 2007. GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B. Impactos Ambientais urbanos no Brasil. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. ROMEIRO, Ademar Ribeiro (Org.). Avaliação e contabilização de impactos ambientais. Campinas: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 2004. GUERRA, Antonio José Teixeira; COELHO, Maria Célia Nunes. Unidades de conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009. 221 ENERGIAS LIMPAS E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EMENTA A importância dos recursos naturais na geração de energia no Brasil. O aproveitamento e os usos energéticos dos países desenvolvidos. Estudo do balanço Energético Nacional. Geração de energia versus impactos ambientais. Desenvolvimento sustentável. Fatores do clima. Elementos do clima. Classificação dos climas. Microclimatologia. Mudança climática. Efeitos da mudança climática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTRO, Nivalde José de et. al. Bioeletricidade e a indústria de álcool. Rio de Janeiro: Synergia, 2008. GOLDEMBERG, José; LUCON, Oswaldo. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. 3.ed. São Paulo: EDUSP, 2008. 396p. 2 reimp. 2012. REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane Aparecida Faria Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAMOVAY, Ricardo. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. São Paulo: Senac, 2009. COMETTA, Emilio. Energia solar: utilização e empregos práticos. São Paulo: Hemus, 2004. JUNIOR, H. Q. P (ORG.). Economia da energia: fundamentos econômicos, evolução histórica e organização industrial. Rio de Janeiro: Campus / Elsevier, 2007. 222 MANEJO ECOLÓGICO DOS SOLOS EMENTA Caracterização geral do solo. Teoria dos fatores de formação do solo. Composição do solo. Introdução e morfologia do solo. Gênese do solo. Métodos de pesquisa em gênese do solo. Classificação do solo. Aplicações dos estudos/levantamentos de solos, considerações gerais. Técnicas de Manejo Ecológico dos Solos. Agroecossistemas, Agroecologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEPSCH, Igo F. Formação e conservação dos solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 2002. CRAIG, R. F. Craig mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. 365p. Reimp. 2012 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p. Reimp. 2009. ANDREOLI, Cleverson Vitório (Org.); LARA, Aderlene Inês (Org.); ILHENFELD, Ricardo Germano K. (Org.). Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura. Rio de Janeiro: PROSAB, 1999. PRIMAVESI, A. Agricultura sustentável. Editora: Nobel, 1992 223 9ª SÉRIE 224 ECONOMIA AMBIENTAL EMENTA Economia dos recursos naturais. Relação entre economia e ecologia. Desenvolvimento sustentável. Análise de empreendimentos e do meio ambiente. Microeconomia do meio ambiente; análise custo/benefício; valoração ambiental; instrumentos econômicos de regulação ambiental; gestão ambiental; políticas públicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAY, Peter H.; LUSTOSA, Maria Cecília; VINHA, Valéria da.(Orgs.). Economia do meio ambiente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. MOTTA, Ronaldo Seroa da. Economia ambiental. Rio de Janeiro:FGV< 2006; THOMAS, Janet M.; CALLAN, Scott J. Economia ambiental: aplicações, políticas e teoria. São Paulo: Cengage Learning, 2010; BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOURA, Luiz Antônio Abdalla de. Economia Ambiental: gestão de custos e investimentos. 3.ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2006. RICKLEFS, Roberts E. A Economia da Natureza. Guanabara Koogan, 6. Ed. 2010; ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à Economia. 20.ed. São Paulo: Atlas, 2003. 225 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EMENTA Desenvolvimento de atividades nas áreas da Engenharia Ambiental e Sanitária, propiciando ao aluno a vivência de experiências práticas e o desenvolvimento de habilidades e competências inerentes ao exercício profissional do engenheiro ambiental e sanitarista. As atividades desenvolvidas estão de conformidade com a RESOLUÇÃO Nº 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, sob a supervisão do orientador de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIANCHI, R., MORAES, A. C. de, ALVARENGA, M. Manual de Orientação: estágio supervisionado. São Paulo: PUC, 1998. Reimp. 2001. BURIOLLA, M. A. F. O estágio supervisionado. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2008. PICONEZ, Stela C. Bertholo (Coord.) et al. A Prática de ensino e o estágio supervisionado. 21. ed. Campinas: Papirus, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 226 SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE EMENTA Segurança do trabalho; Organização da segurança do trabalho na empresa; Prevenção de acidentes; Legislação trabalhista e previdenciária; Prevenção e combate ao incêndio; Saúde do trabalhador: higiene no trabalho, insalubridade, ergonomia; Mapa de risco; Administração da segurança; Análise de riscos; Normas de gestão de SST; Meio ambiente: Programas de gestão ambiental nas empresas; Auditoria ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006. GONÇALVES, Edwar Abreu. Manual de Segurança e Saúde no Trabalho. 5.ed. São Paulo, 2011. IIDA, Itiro. Ergonomia: Projeto e Produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 8.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. REIS, Lineu Belico dos. CARVALHO, Cláudio Elias; FADIGAS, Eliane A. Amaral. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Manole, 2012. SANCHEZ, Luis Enrique. Avaliação de Impacto Ambiental: Conceitos e Métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 227 TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES EMENTA Aspectos gerais sobre tratamento de águas naturais. Características das águas naturais. Uso das águas. Classificação e enquadramento das águas subterrâneas Resolução CONAMA 396/2008 Classificação e enquadramento dos corpos aquáticos - Resolução CONAMA 357/2005. Qualidade das águas. Padrões de qualidade para consumo humano: Portaria nº 518/2004 – MS. Processos e sistemas de tratamento de águas para consumo humano. Aspectos gerais sobre tratamento de águas residuárias. Características físicas, químicas e biológicas das águas residuárias. Processos e sistemas de tratamento de águas residuárias domésticas e industriais. Autodepuração dos corpos aquáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de Janeiro: ABES, 2011. LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 3.ed. Campinas: Átomo, 2010. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Programação e projeto físico da unidade móvel para o controle da qualidade da água. Brasília: FUNASA, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IMHOFF, Karl; IMHOFF, Klaus Robert. Manual de tratamento de águas residuárias. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. 301p. 1 reimp. 1998. PINHEIRO, Sérgio Bezerra (Coord.). Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Rio Grande do Norte: relatório síntese - PEGIRS/RN. Natal: SEMARH, 2012. LEME, Francilio Paes. Teoria e técnicas de tratamento de água. 2.ed. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1990. 228 ESTUDOS CONTEMPORÂNEOS EMENTA Cultura, arte, ciência e tecnologia como pilares da formação cidadã em uma sociedade globalizada; democracia, ética, inclusão e responsabilidade socioambiental como valores norteadores das políticas públicas, relações de trabalho e comunicação na contemporaneidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Maria Cecilia M. de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica: fundamentos e técnicas. 22.ed. Campinas: Papirus, 2010. COMUNICAÇÃO e sociabilidade. Comunicação e sociabilidade nas culturas contemporâneas. Rio de Janeiro: Vozes, 1999. FLORIANI, Dimas. Conhecimento, meio ambiente & globalização. Curitiba: Juruá, 2004. 173p. Reimp. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, [1992]. 102p. Reimp. 2006. BOAS, Franz. Antropologia cultural. Rio de Janeiro: Zahar, 2004. 109p. Reimp. 2010. 229 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental e Sanitária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. ARNAVAT, Antonia Rigo; DUEÑAS, Gabriel Genescà. Como elaborar e apresentar teses e trabalhos de pesquisa. Porto Alegre: Artmed, 2006. 230 10ª SÉRIE 231 ESTUDOS INTEGRADOS EM ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA I EMENTA Reconhecimento de valores e clarificações de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em relação ao meio, para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biofísicos. Ações afirmativas para índios, negros e pardos e políticas da educação das relações étnico-raciais numa sociedade pluriétnica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRAGA, Célia. Contabilidade ambiental. São Paulo: Atlas, 2007. DREW, David. Processos interativos homem - meio ambiente. 6 ed. São Paulo: Bertrand Brasil, 2005. PHILIPPI Jr., Arlindo. Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 3ª. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. 232 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E SISTEMAS DE DRENAGEM EMENTA Resíduos sólidos: conceitos, classificação, NBR 10004/04, fontes geradoras, impactos ambientais; descrição das principais formas de tratamento de resíduos sólidos: tecnologias convencionais e tecnologias limpas; legislações específicas; gerenciamento de resíduos perigosos e; gerenciamento sob a ótica da minimização: não geração, redução, reutilização e reciclagem; disposição final de resíduos: aterros sanitários, compostagem. Conceitos de impactos da urbanização e planos diretores de DU; bacias de pequeno e médio porte; escolha do tempo de retorno; características da drenagem urbana; microdrenagem e macrodrenagem; reservatório de detenção e modelos matemáticos de drenagem urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JORDÃO, E. P.; PESSOA, C. Tratamento de esgotos domésticos. 6 ed. Rio de Janeiro: ABES, 2011. NUVOLARI, Ariovaldo (Coord.). Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reúso agrícola. São Paulo: Edgard Blücher, 2003. DACACH, Nelson Gandur. Tratamento primário de esgoto. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE NETO, Cícero Onofre de. Sistemas simples para tratamento de esgotos sanitários: experiência brasileira. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 1997. CAMPOS, José Roberto (Coord.). Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. São Carlos: PROSAB, 2000. TUCCI, Carlos E. M.; MARQUES, D. M. L. Avaliação e controle da drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2000. 233 GESTÃO DE FLORESTAS EMENTA Conceitos, princípios e normas legais na gestão florestal. Organização do setor florestal brasileiro; Desenvolvimento sustentável e a gestão florestal; marco legal e os instrumentos de política florestal e ambiental; concessões florestais; gestão de Florestas Nacionais; Instrumentos de gestão aplicados aos recursos florestais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROCHA, Carlos Frederico Duarte et al. Biologia da conservação: essências. São Carlos: RiMa, 2006. MORAES, Luís Carlos Silva de. Código florestal comentado. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2009. BENSUSAN, Nurit. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: FGV, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MURICY, Guilherme et al. Biodiversidade marinha da Bacia Potiguar: porifera. Rio de Janeiro: Museu Nacional, 2008. LEÃO, Regina Machado. A floresta e o homem. São Paulo: EDUSP, 2000. AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009. 234 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II EMENTA Desenvolvimento de um trabalho de cunho técnico-científico, orientado por professores, dentro de uma das áreas de concentração da Engenharia Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. RIBEIRO, Matheus de Souza Lima. Como elaborar e estruturar uma monografia. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZZO, W. A.; TEIXEIRA, V. P. Introdução à engenharia. 6.ed. Florianópolis: UFSC, 2000. BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. 3 reimp. 2007. LIMA, Manolita Correia; OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado e trabalho de conclusão de curso. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 235 OPTATIVAS 236 LIBRAS EMENTA Conceitos, cultura e a relação histórica da surdez com a língua de sinais. Noções linguísticas de Libras: parâmetros, classificadores e intensificadores no discurso. Aspectos sobre a educação de surdos.Noções básicas da língua de sinais brasileira. Legislação vigente acerca da introdução da Libras como disciplina curricular em cursos universitários.Fundamentação teórica e prática da língua dos sinais. Estrutura gramatical da língua de sinais de forma prática. Aspectos culturais do cotidiano das pessoas surdas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUADROS, Ronice Müller de. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa e língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. 2.ed. São Paulo: Paulinas, 2010. 367p. SALLES, Heloisa Maria Moreira Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para prática pedagógica. Brasília: Secretaria de Educação Especial, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FALCÃO, Luiz Alberico Barbosa. Aprendendo a LIBRAS e reconhecendo as diferenças: um olhar reflexivo sobre inclusão: estabelecendo novos diálogos. Recife: Editora do Autor, 2007. GESSER, Audrei. Libras?: que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009. GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997. 237 DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EMENTA Gestão e Políticas Ambientais. Aspectos Políticos e o Sistema Nacional do Meio Ambiente. Sistemas e Instrumentos de Gestão Ambiental. Aplicabilidade dos Sistemas de Gestão Ambiental nas Empresas. Responsabilidade social numa perspectiva estratégica. Modelos conceituais sobre responsabilidade social. A responsabilidade social nas diferentes áreas organizacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2ªed. São Paulo: Atlas, 2011. 220p. DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio Ambiente. Natal: EdUnP, 2011. REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane A. F. Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. 2ª ed. Barueri: Manole, 2012. 447p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano - compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes, 1999. 199p. Reimp. 2004. LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo (Org.); LAYRARGUES, Philippe Pomier (Org.). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. 183p. Reimp. 2008.. MAY, Peter H. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 379p 238 ELETIVAS INSTITUCIONAIS 239 TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EMENTA Pesquisar com tecnologia(localização de informações da internet através de mecanismos de busca e avaliação da qualidade da informação coletada).Organização com tecnologia (auxílio na realização de tarefas e na classificação de arquivos).Comunicação com tecnologia (utilização de ferramentas diversas para comunicação, tendo responsabilidade e adaptando aos vários contextos sociais).Aprendizado com tecnologia (desenvolvimento acadêmico e profissional). BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERRETTI, Celso João (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação. 7ª ed. Cortez: São Paulo, 2001. ROCHA NETO, Manoel Pereira de. Comunicação e Mídias Contemporâneas. 2ª ed. Natal: EdUnP, 2012. XAVIER, Luciana Lopes. Tecnologias Educacionais. Natal: EdUnP, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011. MORA, Perla Romero. Informática 2: competencias + aprendizaje + vida. [S.l]: Pearson Educación, 2011. 1 v. NUNES, Gedson Bezerra. Informática Aplicada. Natal: EdUnP, 2010. RUBIM, Ligia; SANTOS, Luciana. Tecnologias educacionais. Salvador: Unifacs, 2013. 110p.. SÁNCHEZ, Francisco Martínez (Coord.); ESPINOSA, Maria Paz Prendes (Coord.). Nuevas tecnologías y educación. [S.l]: Pearson Educación, 2011. 1 v. 240 COMUNICAÇÃO EMENTA Variedades linguísticas nos diversos gêneros orais e textuais. Uso literário-artístico da linguagem verbal e de outras linguagens artísticas.Leitura, interpretação e produção de textos no meio acadêmico e profissional.Técnicas de comunicação oral para o meio acadêmico e profissional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Prática de texto: para estudantes universitários. 8ª ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 300p. 20ªreimp. 2011. KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009. 220p. 2 reimp. 2010. SILVA, Silvio Luis et al. Leitura e produção de texto. Natal: Edunp, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANGELO, Débora Mallet Pezarim de. Comunicação e expressão. São Paulo: Universidade Anhembi Morumbi, 2013. 156p. GUIMARÃES, Thelma de Carvalho. Comunicação e linguagem. São Paulo: Pearson, 2012. 258p. Reimp. 2014. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. Desvendando os segredos do texto. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. 168p. MOYSÉS, Carlos Alberto. Língua portuguesa: atividades de leitura e produção de texto. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 202p. SAUTCHUK, Inez. A produção dialógica do texto escrito: um diálogo entre escritor e leitor interno. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 134p. 241 METODOLOGIA CIÊNTIFICA EMENTA Metodologia científica para a informação (Tipos de conhecimento, ciência e método, fontes de informação científica,citação e referenciação científica (ABNT x direitos autorais). Organização técnico-científica(Abordagens de pesquisa, estruturação de textos técnicocientíficos).Método científico (definição da amostra e implicações éticas, coleta de dados, análise de dados, noções de estatística para o pesquisador).Apresentação de resultados científicos(Tipos de apresentação dos dados de uma pesquisa e discussão à luz da literatura, analogias, inferências, deduções e conclusões). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia científica. 3. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 158p. 3 reimp. 2010. DIAS, Marlise There. Construção do conhecimento e metodologia da pesquisa. Natal: EdUnP, 2011. RIQUENA, Ricardo. Metodologia do Trabalho Científico. Manaus: SODECAM, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUER, Martin W. (Org.); GASKELL, George (Org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002. 516p. Reimp. 2014. BITTENCOURT, Gustavo Henrique Ferreira; MENDES, Andreia Regina Moura. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. Natal: EdUnP, 2010. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 14ª ed. São Paulo: Ática, 2010. 520p. Reimp. 2012. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia jurídica. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011. 314p. 242 DESAFIOS CONTEMPORÊNEOS EMENTA Desafios sociais na profissão (doutrinas sociais,relações interpessoais no meio profissional).Desafios éticos na profissão(questões éticas e morais das boas práticas do mercado de trabalho. Desafios dos direitos humanos). Desafios do mercado globalizado na profissão. Desafios políticos na profissão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMPARATO, Fábio Konder. Ética: direito, moral e religião no mundo moderno. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 718p. DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado: sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento? São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 258p. 1 reimp. 2010. LOPES, Dinarte. Ética cidadania e direitos humanos. Natal: Edunp, 2010. 198p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAUMAN, Zygmunt. Globalização: as consequências humanas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999. 145p. CERQUEIRA, Sônia Margarida Bandeira. Sociedade, direito e cidadania. Salvador: Unifacs, 2013. 108p. CHAUVEL, Marie Agnes (Org.); COHEN, Marcos (Org.). Ética, sustentabilidade e sociedade: desafios da nossa era. Rio de Janeiro: Mauad X, 2009. 253p. COSTA, Isabel de Sá Affonso; BALASSIANO, Moisés. Gestão de carreiras: dilemas e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2006. 221p. 3 reimp. 2012. PIMENTA, Raniery Christiano de Queiroz. Gestão do conhecimento e inteligência competitiva. Natal: Edunp, 2010. 238p. 243 DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL EMENTA Transformações do ser humano e das relações de trabalho nas diferentes configurações geográficas.Cidadania e responsabilidade social. Sustentabilidade ambiental. Questões ambientais globais. Economia solidária e mercado de trabalho.Transformações do ser humano com a evolução tecnológica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CASTELLS, Manuel (Org.). A sociedade em rede: a era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 1999. v.1. 698p. 14 reimp. 2011. JUSTINO, Ana Neri da Paz. Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental. Natal: EdUnP, 2010. PAES, Ketlle Duarte. Gestão de pessoas. Natal: EdUnP, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Jaqueline Voltolini de. Desenvolvimento humano e organizacional. Natal: EdUnP, 2011. BARBOSA, Rosangela Nair de Carvalho. A economia solidária como política pública: uma tendência de geração de renda e ressignificação do trabalho no Brasil. São Paulo: Cortez, 2007. 317p. 1 reimp. 2012. DAVEL, Eduardo; VERGARA, Sylvia Constant. Gestão com pessoas e subjetividade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. DUSI, Luciane. Responsabilidade social e meio Ambiente. Natal: EdUnP, 2011. MIRANDA, Carmen Suely, SILVA, Carlos Roberto de Morais e. Homem e Sociedade. Natal: EdUnP, 2010. 244 ANTROPOLOGIA E CULTURA BRASILEIRA EMENTA Diversidade cultural no mercado de trabalho (Conceito de cultura, diversidade cultural, alteridade, etnocentrismo e suas relações com o homem no mercado de trabalho). Sociedade do conhecimento e o mercado de trabalho (Sociedade do conhecimento e cultura, híbridos culturais, trocas culturais, tecnologia, globalização, diferentes gerações e suas relações com o homem no mercado de trabalho). Identidades sociais e o mercado de trabalho .As questões étnico-raciais no mercado de trabalho( O negro, o índio, a mulher, a pessoa com necessidades especiais, a religião e o gênero na sociedade brasileira, inclusão). BIBLIOGRAFIA BÁSICA MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia cultural: iniciação, teoria e temas. Petrópolis: Vozes, 1982 remp. 2013. TORQUATO, Arthur Luis de Oliveira; COSTA, Bruno Balbino Aires da. Sociedade e Educação das Relações Étnico-raciais. Natal: EdUnP, 2013. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia de Bolso, 2006. 435p. 7 reimp. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS SOBRINHO, José. Dilemas da educação superior no mundo globalizado: sociedade do conhecimento ou economia do conhecimento?. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. 258p. 1 reimp. 2010. LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1988. 205p. 25 reimp. 2011. MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2008. 331p. 3 reimp. 2010. MIRANDA, Carmem Suely Cavalcanti de; SILVA, Carlos Roberto de Morais e. Homem e sociedade. Natal: Edunp, 2010. 175p 245 ELETIVAS DA ESCOLA 246 CIÊNCIAS DO AMBIENTE EMENTA Ciclos biogeoquímicos; Poluições em geral; Educação ambiental: utilização dos recursos naturais e eficiência ecológica no descarte, consumismo; ISO 14000; Sustentabilidade e meio ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3ª ed. São Paulo: Signus, 2007. PHILIPPI JR., Arlindo (Ed.); PELICIONI, Maria Cecília Focesi (Ed.). Educação ambiental e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2005. REIS, Lineu Belico dos; FADIGAS, Eliane A. F. Amaral; CARVALHO, Cláudio Elias. Energia, recursos naturais e a prática do desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AB'SÁBER, Aziz. Ecossistemas do Brasil = Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009. ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade: uma ruptura urgente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. MILLER JR., G. Tyler. Ciência ambiental. 11.ed. São Paulo: Thomson, 2007. 501p. LIMA, Regina Amodêo Pacheco. A ação do homem nos ecossistemas. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1979. VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: ISO 14000. 6ª ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2006. 247 CÁLCULO NÚMERICO EMENTA Zeros de funções reais. Resolução de Sistemas Lineares. Autovalores e Autovetores. Aproximação de funções. Interpolação Polinomial. Derivação e Integração Numérica BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Prentice Hall, 2006, Base de Dados BVU - UAM, 2012. MONKEN, L. H.; MENDES, J. T.; SPERANDIO, D. Cálculo Numérico. São Paulo: Prentice Hall, 2003. RUGGIERO, M. A.; GOMES; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2.ed. São Paulo: Makron Books, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CLÁUDIO, Dalcídio Morais. Cálculo numérico computacional: teoria e prática .3.ed. - São Paulo : Atlas, 2000 BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: com aplicações. 2.ed. São Paulo: Harbra, 1987. 163p. BURIAN, Reinaldo; LIMA, Antonio Carlos de; HETEM JUNIOR, Annibal. Cálculo numérico. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2007. 153p. Reimp. 2011. ARENALES, Selma; DAREZZO, Artur. Cálculo numérico: aprendizagem com apoio de software. São Paulo: Cengage Learning, 2008. HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. Matlab 6: curso completo. São Paulo: Prentice-Hall, 2003. 676p. 248 PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA EMENTA Examinando Distribuições e Relações. Amostragem. Projetando Estudos. Introdução à Probabilidade. Probabilidade de eventos. Probabilidade condicional e Independência. Variáveis Aleatórias. Distribuição Amostral. Estimativa. Testes de Hipóteses. Inferência de Relações. Inferência de Relações Continua. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. VIEIRA, Sonia. Elementos de estatística. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2012. DEVORE Jay L. Probabilidade e Estatística: para engenharia e ciências. 6.ed. São Paulo: Cengage, 2006. MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica: probabilidade e inferência. Volume único. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. LARSON, Ron; FARBER, Elizabeth. Estatística Aplicada. 4.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREUND, John E.; SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 9.ed.Porto Alegre: Bookman, 2000. COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2.ed. São Paulo: Blücher, 2002. 266p. 4 reimp. 2009. LEVIN, Jack; FOX, James Alan; FORDE, David R. Estatística para ciências humanas. 11.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. SPIEGEL, Murray R; STEPHENS, Larry J. Estatística. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.597p. Magalhães, Marcos Nascimento; Lima, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de probabilidade e estatística. 7.ed. São Paulo: EDUSP, 2010.408p. Reimp. 2011. 249 GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES EMENTA Princípios da Economia e estruturas de mercado. As políticas econômicas: fiscal, cambial, monetária e de comércio exterior. Os cenários econômicos: internacional, nacional e baiano. A evolução das Teorias da Administração e a Administração contemporânea. As dimensões da Gestão das Organizações e o papel do Indivíduo nas Organizações. As funções do Administrador. Legislação Ambiental. Viabilidade de empreendimentos e impactos ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2012. CARAVANTES, Geraldo. Administração : Teorias e Processos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a Teoria Geral da Administração. 7.ed. São Paulo: Elsevier, 2003. com reimpressões de 2004. FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais: aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos da criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2006. 212p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR O’SULLIVAN, Arthur; SHEFFRIN, Steven; NISHIJIMA, Marislei. Introdução à economia: princípios e ferramentas. [S.l.]: Pearson, 2012. SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2001. 480 p. com reimpressões de 2002 e 2005. RITZMAN, Larry P.; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, c2004. 431 p. ROCHA NETO, Ivan. Gestão de organizações: pensamento científico, inovação, ciência e tecnologia, auto-organização, complexidade e caos, ética e dimensão humana. São Paulo: Atlas, 2003. 226p. 250 CURI, Denise (Org.). Gestão ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 328 p. 251 MODELOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA Apresenta e discute a evolução dos modelos de administração desde os tradicionais até os contemporâneos em uma perspectiva histórica, explorando os conceitos, fundamentos e visões de cada um. Explora as possibilidades de aplicação de cada um dos modelos nas práticas empresariais atuais, destacando sua adequação às características do negócio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALPERSTEDT, Cristiane. Modelos de Administração. Salvador: UNIFACS, 2013. FISCHER, Sulivan Desirée; KARKOTLI, Gilson Rihan. Teorias administrativas e organizacionais. Natal: EdUnP, 2011. RIBEIRO, Aldeí Rosane Batista. Fundamentos da Administração. Natal: EdUnP, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOTTA, Fernando C. Prestes; VASCONCELOS, Isabella F. Gouveia de. Teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006. 428p. 3 reimp. 2009. ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000. 524p. 9 tir. 2009 RIBEIRO, Antônio de Lima. Teorias da Administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 252 GERÊNCIA DE PROJETOS EMENTA Gestão de Projetos e histórico de gerenciamento de projetos. Conceitos de PMBOK. Elaboração e acompanhamento de projetos usando técnicas apropriadas. Atividades de planejamento, alocação de recursos, análise e controle de projetos, gestão de aquisição, de contratos, de configuração e utilização de software de gerenciamento de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VALERIANO, Dalton. Moderno Gerenciamento de Projetos.São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru.Administração de projetos: como transformar idéias em resultados. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2014. VALERIANO, Dalton. Gerenciamento Estratégico e Administração por Projetos. São Paulo: Makron Books, 2001. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: fundamentos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 319p. 4 reimp. 2005. HELDMAN, Kim. Gerência de projetos: guia para o exame oficial do PMI. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 632p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NEWTON, Richard. O Gestor de Projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2012. SIMCHI-LEVI, David; KAMINSKY, Philip; SIMCHI-LEVI, Edith. Cadeia de Suprimentos: Projeto e Gestão. São Paulo: Bookman, 2007. PHILLIPS, Joseph. Gerência de projetos de tecnologia da informação: no caminho certo, do início ao fim. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 449p. 9 tir. 2003. MENEZES, Luís César de Moura. Gestão de projetos. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 242p. GIDO, Jack. Gestão de projetos. 3.ed. São Paulo: Thomson, 2007. 451p.