Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL Prof. Dr. José Geraldo Pena de Andrade Diretor da FT Profa. Dra. Carmenlucia S. Giordano Penteado Coordenadora de Graduação LIMEIRA - SP MARÇO DE 2012 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental INDICE 1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA............................................................................ 01 2. PERFIL PROFISSIONAL........................................................................................... 05 2.1. O Engenheiro Ambiental.................................................................................... 05 2.2. Perfil do Egresso................................................................................................ 08 3. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO.......................................................................... 10 4. PROPOSTA CURRICULAR....................................................................................... 12 4.1. Estratégias Utilizadas......................................................................................... 12 4.2. Matriz Curricular................................................................................................. 13 4.2.1. Núcleo de Conteúdos Básicos................................................................. 19 4.2.2. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Gerais.................................... 21 4.2.3. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos............................. 23 4.2.3.1. Disciplinas de Conteúdos Profissionalizantes Obrigatórios......... 24 4.2.3.2. Disciplinas Eletivas....................................................................... 25 4.3. Trabalho de Conclusão de Curso....................................................................... 27 4.4. Estágio Supervisionado...................................................................................... 27 4.5. Atividades Complementares............................................................................... 29 4.6. Ementas das Disciplinas.................................................................................... 31 4.6.1. Ementas das Disciplinas Obrigatórias...................................................... 33 4.7. Bibliografias das Disciplinas............................................................................... 47 5. CORPO DOCENTE................................................................................................... 73 6. INFRA-ESTRUTURA................................................................................................. 75 6.1. Laboratórios de Ensino e Pesquisa.................................................................... 75 6.1.1. Laboratório Físico-Químico...................................................................... 78 6.1.2. Laboratório de Microbiologia.................................................................... 79 i Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.1.3. Laboratório de Monitoramento do Ar........................................................ 80 6.1.4. Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação............ 81 6.1.5. Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental........................ 81 6.1.6. Laboratório de Desenv. de Sistemas para Saneamento Ambiental......... 83 6.1.7. Laboratório de Hidráulica......................................................................... 85 6.2. Demais Laboratórios de Ensino e Pesquisa da FT............................................ 85 6.2.1. Laboratório de Topografia........................................................................ 85 6.2.2. Laboratórios de Informática...................................................................... 86 6.2.3. Laboratório de Materiais de Construção Civil........................................... 87 6.2.4. Laboratório de Geologia........................................................................... 90 6.3. Infra Estrutura Complementar............................................................................ 90 6.4. Biblioteca............................................................................................................ 91 Anexo 1 – Acervo da Biblioteca..................................................................................... 95 ii Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental LISTA DE QUADROS Quadro 1: Áreas de atuação do engenheiro ambiental, segundo o CONFEA...................... 07 Quadro 2: Distribuição da carga horária do Curso de Engenharia Ambiental....................... 14 Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental........................................... 15 Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos da FT....................................................................................................................................... 17 Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia.................. 19 Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental........................ 20 Quadro 7: Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Geral do Curso de Engenharia 22 Ambiental................................................................................................................................. Quadro 8: Disciplinas do Núcleo Específico Obrigatório do Curso de Engenharia 24 Ambiental................................................................................................................................. Quadro 9: Disciplinas Eletivas na Área de Humanidades..................................................... 25 Quadro 10: Disciplinas Eletivas Específicas........................................................................... 26 Quadro 11: Conjunto de Atividades Complementares............................................................ 30 Quadro 12: Quadro docente da Faculdade de Tecnologia..................................................... 73 Quadro 13: Docentes do Curso de Engenharia Ambiental da FT........................................... 74 Quadro 14: Siglas dos laboratórios da Divisão de Tecnologia Ambiental............................... 76 Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT......... 77 iii Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental LISTA DE FIGURAS Figura 1: Organograma dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental dentro do sistema de gestão de qualidade........................................................................................ 76 Figura 2: Laboratório físico-químico.................................................................................. 78 Figura 3: Área externa do laboratório de microbiologia.................................................... 79 Figura 4: Laboratório de microbiologia.............................................................................. 79 Figura 5: Estação de monitoramento atmosférico da FT.................................................. 80 Figura 6: Sala de cultivo do LEAL..................................................................................... 81 Figura 7: Alunos desenvolvendo pesquisas de Iniciação Científica no LEAL................... 82 Figura 8: Coleta de amostra para ensaio no LEAL.......................................................... 82 Figura 9: Laboratório de desenvolvimento de sistemas para saneamento ambiental...... 84 Figura 10: Laboratório de Hidráulica da FT....................................................................... 85 Figura 11: Aula prática em frente ao laboratório de topografia......................................... 86 Figura 12: Uso de equipamento topográfico..................................................................... 86 Figura 13: Laboratório de Informática da FT.................................................................... 86 Figura 14: Bancadas do laboratório de materiais de construção civil............................... 88 Figura 15: Capela com sistema de exaustão do laboratório de materiais de construção civil.................................................................................................................................... 88 Figura 16: Máquina universal de ensaios.......................................................................... 88 Figura 17: Prensa hidráulica............................................................................................. 88 Figura 18: Bancada de rochas e minerais do laboratório de geologia.............................. 90 Figura 19: Laboratório de geologia................................................................................... 90 Figura 20: Biblioteca da Faculdade de Tecnologia........................................................... 91 iv Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA A Faculdade de Tecnologia da UNICAMP vem passando por modificações ao longo dos anos, de forma a atender as novas demandas tecnológicas da sociedade e do mercado de trabalho. Os cursos de tecnologia na UNICAMP iniciaram-se em 1974 com a criação do Curso Superior de Tecnologia Sanitária com as seguintes características: período diurno, trimestral e integralização mínima de dois anos. Posteriormente, em 1976 foi criado, nos mesmos moldes, o Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil, Modalidades Edifícios e Obras e Solos. Essas características despertaram interesse em trabalhadores e, deste modo, em 1978 os cursos passaram para o período noturno, com integralização mínima de três anos. O Centro Superior de Educação Tecnológica (CESET) foi criado em 19 de novembro de 1988 com a finalidade de incorporar os cursos de tecnologia até então vinculados a Faculdade de Engenharia Civil de Limeira. Em 1992 criou-se o Curso Superior de Tecnologia em Processamento de Dados, com integralização mínima de três anos, com a nova estrutura do CESET de cursos semestrais. Em 1997, os cursos, ainda noturnos, tiveram seus currículos atualizados, passaram a ter integralização de quatro anos e criou-se a Modalidade Controle Ambiental. Assim, o CESET contava com os seguintes cursos: Tecnologia em Informática (45 vagas), Tecnologia da Construção Civil - Modalidades Obras de Solo e Pavimentação e Edifícios (80 vagas) e Tecnologia em Saneamento Ambiental Modalidades Saneamento Básico e Controle Ambiental (80 vagas) em período noturno e Tecnologia em Informática (45 vagas), Tecnologia em Saneamento Ambiental - Modalidades Saneamento Básico e Controle Ambiental (40 vagas) e Tecnologia em Telecomunicações (50 vagas), em período diurno. Em 2009, com a aprovação da Capes, o CESET passou a oferecer o curso de pós-graduação strictu sensu, na área de concentração de Tecnologia e Inovação; e no mesmo ano se tornou a mais nova Unidade de Ensino e Pesquisa da UNICAMP, 1 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental denominado Faculdade de Tecnologia (FT), segundo Deliberação CONSU-A-2 de 26 de Maio de 2009. A Faculdade de Tecnologia é responsável pelo oferecimento dos Cursos de Graduação em Tecnologia nas áreas de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (45 vagas para o período diurno e 45 vagas para o período noturno), Construção de Edifícios e Estradas (80 vagas para o período noturno), Saneamento Ambiental e Controle Ambiental (80 vagas para o período noturno) e Controle Ambiental (40 vagas para o período diurno), de acordo com as novas denominações de cursos de graduação do MEC. Em sintonia com as necessidades tecnológicas do país, a Faculdade de Tecnologia está propondo uma adequação dos seus cursos de tecnologia e a criação de novos cursos, dentre os quais figura a criação do Curso de Engenharia Ambiental, no período noturno, com 60 vagas. A motivação para a criação do Curso de Engenharia Ambiental da FT/UNICAMP se encontra na crescente demanda por engenheiros qualificados, e de forma mais específica, engenheiros ambientais aptos a aliar conhecimentos técnicos, ambientais, sociais e humanos à prática da engenharia. Estudo realizado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), intitulado "A Formação de Engenheiros no Brasil: Desafio ao Crescimento e à Inovação", e publicado em julho de 2010 no Portal de Inovação Tecnológica da UNICAMP1, mostra a seguinte realidade da engenharia no Brasil: • Há forte e crescente demanda por profissionais de engenharia no Brasil, que é detectada pelo dia a dia das empresas e de suas dificuldades concretas no mercado de trabalho; • A formação em engenharia tem impacto amplo sobre muito setores e atividades e não se restringe apenas às atividades típicas de engenharia de cada setor/atividade; 1 Teixeira, M. e Simões, J. Estudo traça quadro difícil na formação de engenheiros: número é pequeno, cai relativamente, com perda nas áreas tradicionais. 26 de julho de 2010. Disponível em: http://www.inovacao.unicamp.br/report/noticias/index.php?cod=772 2 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental • Esse problema está relacionado à deficiência quantitativa da formação de engenheiros, em especial na graduação, mas muito possivelmente também se relaciona com a qualidade dos egressos em engenharia; • A situação brasileira em termos de engenheiros por habitantes é especialmente precária e insustentável comparativamente a qualquer outro país desenvolvido ou no mesmo estágio de desenvolvimento do Brasil; • O quadro brasileiro se explica pela baixa escolaridade superior, mas também é fortemente agravado pelo perfil dos egressos da graduação e pósgraduação, em que o percentual de engenheiros é baixo e decrescente. No que se refere às questões ambientais, existe uma demanda por profissionais generalistas, dado a complexidade e diversidade dos temas envolvidos, porém com formação interdisciplinar sólida. O desenvolvimento econômico do país, aliado ao estilo de vida consumista da sociedade, vem ocasionando impactos ambientais e sociais diversos; e o equacionamento destes não pode mais ser visto a partir de soluções baseadas em tecnologias de “comando e controle”, onde são criadas leis cada vez mais restritivas, para as quais se espera uma “reação”, através da adoção de equipamentos e tecnologias de controle. É necessária uma mudança de postura da sociedade, e o profissional da área ambiental tem que estar preparado, pois além de sua atuação técnica, espera-se uma formação humanista e crítica, que o faça atuar também como agente modificador de um comportamento insustentável. Dentro deste contexto, a Faculdade de Tecnologia é uma unidade de ensino, pesquisa e extensão da UNICAMP, que tem por princípio norteador “integrar a ciência e a tecnologia ao desenvolvimento de aptidões, para aplicá-las no mercado de trabalho, estimulando principalmente o espírito crítico e empreendedor e uma permanente vontade de aperfeiçoamento”. A estrutura dos cursos da FT está organizada de tal maneira que o aluno adquira conhecimentos práticos com aulas de laboratórios, de campo e visitas técnicas, familiarizando-se com a realidade do mercado de trabalho que irá encontrar, além do conhecimento teórico necessário. Isso permite, 3 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental além de uma formação especialista, a aquisição de formação básica que possibilite atuação mais generalista, condizente com as demandas do mercado de trabalho atual, na área de engenharia ambiental. A partir desta estrutura de sólida experiência de cerca de 30 anos na área de tecnologia sanitária e ambiental, é que propomos a criação do Curso de Engenharia Ambiental na Faculdade de Tecnologia da UNICAMP. 4 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 2. PERFIL DO PROFISSIONAL 2.1. O Engenheiro Ambiental De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Educação – Câmara de Ensino Superior - CNE/CES2 de 11 de março de 2002, o Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Ainda segundo a mesma Resolução, a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: 1) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; 2) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; 3) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; 4) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; 5) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; 6) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; 7) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; 8) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; 9) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; 10) Atuar em equipes multidisciplinares; 11) Compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais; 12) Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; 2 BRASIL. Conselho Nacional de Educação – Câmara de Ensino Superior. RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Brasília, 2002. 5 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 13) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; 14) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Direcionando o enfoque à fiscalização do exercício profissional das diferentes modalidades de Engenharia, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA3, na Resolução Nº 1010 de 22 de agosto de 2005, define as seguintes atividades profissionais para o Engenheiro: 1) Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica; 2) Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação; 3) Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental; 4) Assistência, assessoria e consultoria; 5) Direção de obra ou serviço técnico; 6) Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria, arbitragem; 7) Desempenho de cargo ou função técnica; 8) Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio, divulgação técnica, extensão; 9) Elaboração de orçamento; 10) Padronização, mensuração, controle de qualidade; 11) Execução de obra ou serviço técnico; 12) Fiscalização de obra ou serviço técnico; 13) Produção técnica e especializada; 14) Condução de serviço técnico; 15)Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 16) Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; 17) Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e 18) Execução de desenho técnico. 3 CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura. Resolução Nº 1010 de 22 de agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional. Brasília, 2005. 6 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental No que se refere à atuação profissional no âmbito da engenharia ambiental, a Resolução CONFEA No 1010/2005 estabelece as áreas típicas de atuação do engenheiro ambiental, expressas no Quadro 1. Quadro 1: Áreas de atuação do engenheiro ambiental, segundo o CONFEA Área de Atuação Tópicos Hidráulica e Hidrologia Aplicadas ao Saneamento; Sistemas, Métodos e Saneamento Básico Processos de Abastecimento, Tratamento, Reservação e Distribuição de Águas; Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Urbano (coleta, transporte, tratamento e destinação final de esgotos e águas residuárias urbanas, resíduos sólidos e rejeitos urbanos, hospitalares e industriais); Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Rural. Avaliação de Impactos Sanitários no Ambiente; Controle Sanitário do Gestão Sanitária do Ambiente Ambiente; Controle Sanitário da Poluição; Controle de Vetores Biológicos Transmissores de Doenças. Sistemas, Métodos e Processos aplicados a Recursos Naturais (Aproveitamento, Recursos Naturais Proteção, Monitoramento, Manejo, Gestão, Ordenamento, Desenvolvimento, Preservação); Recuperação de Áreas Degradadas (Remediação Contaminadas, de Biorremediação Solos de Degradados Solos Degradados e e Águas Águas Contaminadas, Prevenção e Recuperação de Processos Erosivos). Recursos Energéticos Fontes de Energia relacionadas com Engenharia Ambiental (Tradicionais, Alternativas, Renováveis); Sistemas e Métodos de Conversão de Energia; Impactos Energéticos Ambientais; Eficientização Ambiental de Sistemas Energéticos Vinculados ao Campo de Atuação da Engenharia Ambiental. Planejamento Ambiental em Áreas Urbanas e Rurais; Prevenção de Desastres Ambientais; Administração, Gestão, Ordenamento e Licenciamento Ambiental; Adequação Ambiental de Empresas no Gestão Ambiental Campo de Atuação; Monitoramento Ambiental; Avaliação de Impactos Ambientais; Avaliação de Ações Mitigadoras; Controle de Poluição Ambiental; Instalações, equipamentos, dispositivos e componentes da Engenharia Ambiental. 7 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 2.2. Perfil do Egresso Levando em consideração o disposto na Resolução CNE/CES 11/ 2002 e na Resolução CONFEA Nº 1010/2005, além da experiência e tradição da FT na área de Tecnologia Ambiental, o Engenheiro Ambiental formado estará capacitado para contribuir com a resolução de problemas ambientais por meio da realização de análises, diagnósticos integrados, concepção e execução de projetos e avaliações técnicas, tecnológicas, sócio-econômicas e de impactos nos setores e sistemas ambientais. É conveniente salientar que os problemas atuais, não somente no que se refere às questões ambientais, são complexos, e conforme destaca Ioschpe (2012)4, “não respeitam fronteiras departamentais”; e ainda, “para atender a essa nova realidade, o estudante deverá passar por todas as áreas do saber, e o ensino deve estar centrado na tríade entre engenharia, empreendedorismo e humanidades”. Para atender a demanda por este novo profissional, o Curso de Engenharia Ambiental da FT propõe uma formação consistente em ciências básicas e ciências tecnológicas, com foco complementar em ciências sociais e gestão, aplicadas aos setores de atividades humanas geradoras de significativos impactos ambientais. A estrutura da matriz curricular foi montada de forma a possibilitar ao estudante aplicar o conhecimento teórico mediante a realização de estágios, desenvolvimento de atividades complementares, tais como intercâmbios, projetos de pesquisa e extensão, participação em empresa júnior, atividades sociais, culturais, artísticas e esportivas, entre outras. O profissional graduado nesse curso poderá atuar em agências reguladoras e órgãos ambientais nos poderes públicos federal, estadual e municipal, em concessionárias de serviços públicos, agências bilaterais e multilaterais de cooperação, em empresas do setor industrial, de serviços, de consultoria e projetos de pesquisa, ONGs e como profissional autônomo. 4 IOSCHPE, G. O Ensino Superior do Futuro. Revista Veja, 22 de fevereiro de 2012, p.78-79. 8 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental O Projeto Pedagógico do Curso, apresentado neste documento, confere ao egresso as seguintes habilidades e competências: 1) Analisar sistemas e processos ambientais; 2) Supervisionar e Coordenar Planos Estratégicos, de Ação e de Intervenção nas áreas de Engenharia Ambiental; 3) Avaliar criticamente a operação e manutenção de sistemas urbanos: redes de saneamento ambiental (água, esgotos, drenagem, resíduos sólidos); 4) Avaliar o impacto socioambiental das soluções tecnológicas em projetos, programas e políticas públicas; 5) Realizar diagnósticos integrados; 6) Planejar e coordenar sistemas e redes de monitoramento de qualidade ambiental; 7) Desenvolver, implantar e gerenciar políticas, programas e projetos ambientais nas áreas: gestão integrada de resíduos sólidos, estações de tratamento de água de abastecimento e de águas residuárias, prevenção e controle da poluição atmosférica, sistemas de gestão integrados (qualidade, segurança e ambiente), reabilitação de áreas degradadas, entre outros; 8) Desenvolver e/ou utilizar novas técnicas e tecnologias para solução de problemas ambientais industriais e urbanos; 9) Atuar em equipes multidisciplinares nas áreas de projeto, ensino e pesquisa. 9 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 3. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO A questão ambiental apresenta-se como um desafio à sociedade, principalmente quando se busca atender às demandas econômicas, sociais e ambientais. Embora o tema já venha sendo discutido há décadas, ainda há o desconhecimento da real necessidade da preservação dos sistemas ambientais, bem como da relação direta destes com a qualidade de vida. Vários são os problemas que afetam a meio ambiente e dentre esses, podese citar todas as formas de poluição da água, ar e solo, falta de controle em exploração aos recursos naturais e déficit de saneamento, sendo essa uma área bastante carente no país. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo IBGE5 em 2008, 18% da população brasileira não possui rede coletora de esgoto, ficando sujeita aos riscos de doenças decorrentes dessa exposição direta. A pesquisa apresenta um quadro igualmente alarmante com relação à questão dos resíduos sólidos, no qual 50,8% dos municípios brasileiros depositam seus resíduos domiciliares em lixões, e outros 22,5% depositam em aterros controlados; ambas as alternativas não são adequadas do ponto de vista técnico, ambiental e legal. Este panorama nos permite inferir que as quantidades de resíduos geradas podem estar acima da real capacidade de manejo técnica e economicamente viável, e de assimilação pelo meio ambiente, e é preciso mudar os hábitos de consumo e a relação da sociedade com o ambiente em que ela vive. O Engenheiro Ambiental, por sua formação generalista, poderá atuar nos diversos segmentos da socidade, nas esferas pública e privadas, e precisa aliar ao conhecimento tecnológico, conteúdos relacionados à legislação ambiental e às ciências sociais e humanas, de forma a atuar em todas as frentes relacionadas com o meio ambiente, não apenas como agente modificador deste, mas sobretudo, como agente transformador da sociedade. 5 IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB). Rio de Janeiro, 2010. 10 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental De uma forma geral, o curso de Engenharia Ambiental da FT-UNICAMP atenderá uma demanda clara da sociedade brasileira, bem como estará comprometido com o bem estar social, contribuindo com a formação de uma massa crítica com capacidade de intervir de forma positiva na qualidade ambiental. O profissional a ser formado deverá ter o compromisso com o desenvolvimento de tecnologias e processos mais limpos, pautados nos princípios da prevenção da poluição e do consumo de recursos, e para tanto, deverá apresentar uma atuação proativa com o meio ambiente. 11 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4. PROPOSTA CURRICULAR 4.1. Estratégias Utilizadas O curso de Engenharia Ambiental da FT tem como objetivo integrar à ciência e à tecnologia o desenvolvimento de aptidões, para aplicá-las no mercado de trabalho, e atender as demandas da sociedade, do setor público e privado no que se refere às tecnologias necessárias para o equacionamento dos problemas ambientais atuais, sem deixar de lado o foco na prevenção da poluição, propondo alternativas de tecnologias e processos mais limpos. O curso oferecerá 60 vagas no período noturno, e está dividido em 12 semestres, totalizando seis anos para sua integralização. A carga horária total do curso é de 3630 horas, divididas entre disciplinas, estágio, atividades complementares e trabalho de conclusão de curso. As aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira6, no período noturno, o que favorece o estudante que já está no mercado de trabalho, sem implicar na redução da qualidade da formação técnica recebida. Por outro lado, o aluno com disponibilidade e interesse tem a oportunidade de enriquecer sua formação, complementando-a com cursos em toda a universidade, e participação em projetos de pesquisa e extensão. No último semestre o estudante não terá créditos em disciplinas presenciais a cumprir, e irá se dedicar à realização do Trabalho de Conclusão de Curso e ao Estágio Supervisionado, e à integralização das Atividades Complementares7, com flexibilidade para realizar estágios em outras cidades e inclusive, outros estados. Acredita-se ser esta uma forma de facilitar o ingresso do estudante no mercado de trabalho, pois ele poderá se dedicar quase que integralmente ao estágio e terá mobilidade para viagens; ainda, esta estratégia pode representar um grande 6 A disciplina de topografia, que possui aulas práticas de campo, será oferecida aos sábados e também durante a semana, no período diurno. 7 Os estudantes serão estimulados a concluir os créditos em atividades complementares ao longo do curso, e espera-se que até o último semestre já tenham cumprido tais créditos. 12 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental diferencial do curso em relação aos outros cursos de engenharia ambiental existentes. Em consonância com o disposto na Resolução CNE/CES 11/ 2002, a proposta curricular compreende três núcleos: básico, específico e específico profissionalizante. Organizou-se a estrutura do curso de forma que o aluno além de disciplinas teóricas adquira conhecimentos práticos com aulas de laboratório, de campo e visitas técnicas, familiarizando-se com a realidade do mercado de trabalho, demandas da socidade e situações sócio ambientais presentes nas diversas áreas de atuação. Paralelamente a formação técnica na área de Engenharia Ambiental, o estudante, terá oportunidade de manter contato com a área de humanidades e aprofundar conhecimentos em campos específicos, uma vez que são disponibilizadas disciplinas eletivas nestas áreas. O estudante também poderá cursar disciplinas em qualquer área existente na Universidade, pois será contemplado com créditos previstos para qualquer disciplina oferecida pela UNICAMP. Além do cumprimento de créditos em disciplinas, o estudante deverá cumprir 180 horas de estágio supervisionado na área de Engenharia Ambiental, e 90 horas de atividades complementares, que envolvem: participação em palestras, seminários, congressos, apresentação de trabalhos técnicos e científicos em eventos acadêmicos, realização de projetos de pesquisa (iniciação científica) e extensão, consultorias através de Empresa Júnior, realização de intercâmbios, entre outras atividades pertinentes. 4.2. Matriz Curricular A matriz curricular, estruturada em doze períodos letivos, permite ao aluno, que assim desejar, antecipar algumas disciplinas, uma vez que a estrutura da matriz foi criada de modo que existam disciplinas compatíveis entre o curso de Engenharia Ambiental Noturno e o Curso de Tecnologia em Controle Ambiental Diurno. 13 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental O Quadro 2 resume a carga horária do curso, distribuída entre créditos em disciplinas dos núcleos básico, profissionalizante geral e profissionalizante específico, trabalho de conclusão de curso (TCC), estágio e atividades complementares. Quadro 2: Distribuição da carga horária do Curso de Engenharia Ambiental Disciplinas por Núcleo Estágio TCC Atividades Total Complementares Básico Geral Específico Créditos 88 54 76 12 06 06 242 Horas 1320 810 1140 180 90 90 3630 O Quadro 3 apresenta a matriz curricular proposta para o Curso, onde figuram os créditos de cada disciplina, de acordo com os vetores: T (teoria), P (prática), L (laboratório), O (orientação) e C (créditos totais da disciplina). 14 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental 1º Semestre – 20 créditos Créditos T P L O EB101 – Cálculo I 6 0 0 0 EB102 – Geometria Analítica e Álgebra Linear 6 0 0 0 EB103 – Física Geral I 4 0 0 0 EB104 – Laboratório de Física I 0 0 2 0 EB106 – Introdução à Engenharia Ambiental 2 0 0 0 2º Semestre – 20 créditos EB105 – Biologia Geral 2 0 2 0 EB201 – Cálculo II 6 0 0 0 EB202 – Química Geral 2 0 2 0 EB203 – Física Geral II 4 0 0 0 EB204 – Laboratório de Física II 0 0 2 0 3º Semestre – 20 créditos EB301 – Cálculo III 6 0 0 0 EB207– Microbiologia Aplicada 2 2 0 0 EB303 – Expressão Gráfica 2 0 2 0 EB304 – Química Ambiental e Experimental 1 3 0 0 EB306 – Ética, Cidadania e Educação Ambiental 2 2 0 0 4º Semestre – 20 créditos EB205 – Metodologia Científica e Tecnológica 1 1 0 0 EB206 – Eletrotécnica Aplicada 2 0 0 0 EB305 – Química Orgânica Aplicada 4 0 0 0 EB401 – Comunicação e Expressão 1 1 0 0 EB402 - Fenômenos de Transporte 4 0 0 0 EB405 – Mecânica dos Sólidos 2 0 2 0 EB407 - Climatologia 2 0 0 0 5º Semestre – 20 créditos EB404 – Geologia e Pedologia 4 0 0 0 EB604 – Toxicologia Regulatória 3 1 0 0 EB502 – Topografia 1 3 0 0 EB504 – Resistência dos Materiais I 2 2 0 0 EB302 – Algorítmos e Program. Computadores 2 0 2 0 6º Semestre – 20 créditos EB501 – Hidráulica I 4 0 0 0 EB503 – Mecânica dos solos 3 0 1 0 EB505 – Ecologia Geral e Aplicada 4 0 0 0 EB403 - Estatística 2 2 0 0 EB406 – Cálculo Numérico 2 0 2 0 Disciplina Pré-requisito C 6 6 4 2 2 - 4 6 4 4 2 EB101 EB103 EB104 6 4 4 4 4 EB201 EB105 EB202 - 2 2 4 2 4 4 2 EB202 EB301 EB201 EB203 EB106 4 4 4 4 4 EB304 EB303 EB201 EB405 - 4 4 4 4 4 EB402 EB404 EB101 EB105 EB201 EB302 15 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental (continuação) 7º Semestre – 20 créditos Créditos T P L O EB601 – Hidráulica II 4 0 0 0 EB506 – Saúde Ambiental 3 1 0 0 EB701 – Hidrologia e Drenagem 2 2 0 0 EB704 – Economia e Finanças 2 2 0 0 EB705 – Recursos Energéticos e Meio Ambiente 2 0 0 0 EB706 – Recuperação de Áreas Degradadas 1 1 0 0 8º Semestre – 20 créditos EB602 – Operações Unitárias 4 0 0 0 EB603 – Ciência e Tecnologia dos Materiais 2 2 0 0 EB605 – Monitoramento Ambiental 2 2 0 0 EB702 – Sistemas de Abastec. e Trat. de Água 6 0 0 0 EB805 – Hidrologia das aguas subterrâneas 2 0 0 0 9º Semestre – 20 créditos EB804– Sistemas de Esgotamento e Tratamento 6 0 0 0 de Águas Residuárias EB907 – Produção mais Limpa 2 2 0 0 EB802 – Administração de Empresas 2 2 0 0 EB906 – Ergonomia e Segurança do Trabalho 2 0 0 0 4 créditos em disciplinas eletivas 10º Semestre – 20 créditos EB801 – Sistemas de Informações Geográficas 4 0 0 0 EB606 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos 2 2 0 0 EB803 – Controle da Poluição do Ar 4 0 0 0 EB902 – Direito e Legislação Ambiental 4 0 0 0 4 créditos em disciplinas eletivas 11º Semestre – 20 créditos EB703 – Construção e Meio Ambiente 2 0 0 0 EB901- Modelos Computacionais para Sistemas 1 0 1 0 Ambientais EB903 – Avaliação de Impactos Ambientais 4 0 0 0 EB904 – Planejamento e Gestão Ambiental 4 0 0 0 EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão 0 0 0 2 de Curso 4 créditos em disciplinas eletivas 12º Semestre – 20 créditos EB910 - Trabalho de Conclusão de Curso 0 0 0 4 EB920 – Estágio Supervisionado 0 2 0 10 EB930 – Atividades Complementares 0 2 0 4 Disciplina Pré-requisito C 4 4 4 4 2 2 EB501 EB207 EB101 EB403 AA430 AA400 4 4 4 6 2 EB402 EB106 EB501 EB601 EB701 6 EB501 EB601 4 4 2 4 EB602 - 4 4 4 4 4 EB502 EB304 EB404 EB605 AA460 - 2 2 AA400 EB302 EB406 4 4 2 EB605 EB606 EB803 EB605 EB606 AA465 4 - 4 12 6 EB905 AA400 AA470 Dentre as disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de Engenharia Ambiental, figuram disciplinas que já existem e que são oferecidas nos demais cursos da unidade, com carga horária e ementas compatíveis, conforme 16 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental mostra o Quadro 4. Algumas destas disciplinas tiveram sua denominação alterada de forma a acompanhar a denominação utilizada pela Resolução CNE/CES 11/2002 para os cursos de engenharia; estas disciplinas poderão ser oferecidas no modo “acompanhamento”, quando pertinente. Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos da FT Engenharia Ambiental Outros Cursos Disciplina Créditos Código Disciplina Código EB101 Cálculo I TT120 Cálculo I 06 EB201 Cálculo II TT220 Cálculo II 06 EB103 Física Geral I ST109 Física Aplicada I 04 EB203 Física Geral II ST209 Física Aplicada II 04 EB105 Biologia Geral ST107 Biologia Aplicada I 04 EB205 Metodologia Científica e Tecnológica ST008 Metodologia Científica 02 EB207 Microbiologia Aplicada ST207 Biologia Aplicada II 04 EB306 Ética, Cidadania e Ed. Ambiental ST111 Ética e Educação Ambiental 04 EB302 Algorítmos e Programação de Comp. I SI101 Algorítmos e Prog. de Comp. I 04 EB303 Expressão Gráfica ST103 Desenho Técnico 04 EB305 Química Orgânica Aplicada ST212 Química Orgânica Aplicada 04 EB401 Comunicação e Expressão ST001 Português 02 EB403 Estatística ST211 Estatística 04 EB406 Cálculo Numérico ST462 Cálculo Numérico 04 EB501 Hidráulica I ST403 Hidrotécnica II 04 EB504 Resistência dos Materiais I ST309 Resistência dos Materiais I 04 EB506 Saúde Ambiental ST307 Saúde Pública 04 EB601 Hidráulica II ST615 Obras Hidráulicas 04 EB604 Toxicologia Regulatória ST573 Toxicologia Ambiental 04 EB605 Monitoramento Ambiental ST672 Monitoramento Ambiental 04 EB606 Gerenciamento de Resíduos Sólidos ST671 Gerenciamento de Resíduos 04 EB701 Hidrologia e Drenagem ST306 Hidrologia e Drenagem 04 EB703 Construção e Meio Ambiente ST726 Construção e Meio Ambiente 02 EB704 Economia e Finanças TT550 Economia e Finanças 04 EB705 Recursos Energéticos e M. Ambiente ST072 Recursos Energéticos e M.A. 02 17 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos da FT (continuação) EB706 Recuperação de Áreas Degradadas ST083 Recup. de Áreas Degradadas 02 EB801 Sistemas de Informações Geográficas ST540 Sist. de Inf. Geográficas 04 EB802 Administração de Empresas TT350 Administração de Empresas 04 EB803 Controle da Poluição do Ar ST675 Controle da Poluição do Ar 04 EB805 Hidrologia das Águas Subterrâneas ST045 Hidrolog. das Águas Subter. 04 ST901 Modelos ST772 Modelos Computacionais para 02 Computacionais para Sistemas Ambientais Sistemas Ambientais EB903 Avaliação de Impactos Ambientais ST773 Avaliação de Impactos Amb. 04 EB906 Ergonomia e Segurança do Trabalho ST714 Higiene e Seg. Ocupacional 02 EB907 Produção mais Limpa ST574 Processos Industriais 04 Total: 126 créditos As demais disciplinas que constam na matriz curricular foram criadas para atender às especificidades do Curso de Engenharia Ambiental, conforme a Resolução CNE/CES 11/2002. Esta correspondência entre disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental e os demais cursos já existentes na Faculdade de Tecnologia representa um diferencial importante pelos seguintes motivos: 1) A FT possui a estrutura física de salas de aula e laboratórios para atender às disciplinas do curso, e cerca de 30 anos de experiência na área de saneamento ambiental; isso se reflete na qualidade das disciplinas oferecidas, que já tiveram, ao longo do tempo, suas ementas adaptadas, seus conteúdos programáticos consolidados e atualizados dentro das exigências e demandas do mercado; 2) A FT possui técnicos e docentes com experiência na área, e nas disciplinas em questão; 3) Os alunos do curso de engenharia ambiental poderão, se desejarem, antecipar disciplinas no período diurno; 4) Existe a possibilidade de os egressos do curso de Tecnologia Ambiental solicitarem reingresso e concluir o curso de Engenharia Ambiental, uma vez que existem disciplinas comuns aos dois cursos. 18 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.2.1. Núcleo de Conteúdos Básicos De acordo com a RESOLUÇÃO CNE/CES 11/ 2002 os cursos de engenharia devem ter um núcleo de conteúdos básicos que contemple cerca de 30% da carga horária mínima do curso, abrangendo os tópicos apresentados no Quadro 5. Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia Tópico Conteúdo 1. Metodologia Científica e Tecnológica. Utilização de métodos de investigação científica e tecnológica. Desenvolvimento de projetos e documentação técnica. 2. Comunicação e Expressão Utilização dos diversos meios de comunicação. Leitura e interpretação de textos em português. Redação e apresentação oral 3. Informática e Computação Utilização de ferramentas computacionais e redes. Técnicas e linguagens de programação. Aplicações de engenharia auxiliada por computadores. 4. Expressão Gráfica Elaboração e interpretação de esboços e desenhos técnicos por meio manual e computacional. Conhecimento do espaço e sua representação gráfica. 5. Matemática Introdução à teoria básica e aplicações à engenharia de: cálculo integral e diferencial, vetores, geometria analítica, álgebra linear, probabilidade e estatística. 6. Física Introdução à teoria básica, experimentação e aplicações à engenharia de: mecânica clássica, ótica, termodinâmica, eletricidade e magnetismo, ondas. 7. Fenômenos de Transporte Introdução à teoria, experimentação e aplicações dos fenômenos de transferência de quantidade de movimento, calor e massa. 8. Mecânica dos Sólidos Estática e dinâmica dos corpos rígidos e deformáveis. Tensões, deformações e suas inter-relações. Segurança. 9. Eletricidade aplicada Cicuitos. Medidas elétricas e magnéticas. Componentes elétricos e eletrônicos. Eletrotécnica. 10. Química Introdução à teoria básica, experimentação e aplicações à engenharia de: química geral, química inorgânica, físico-química. 11. Ciência e Tecnologia de Materiais Classificação, estruturas e propriedades e utilização de materiais em Engenharia. 19 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia (continuação) Tópico Conteúdo 12. Administração Introdução à teoria e aplicações à engenharia de: organizações, inovações tecnológicas, estratégias competitivas, marketing, planejamento e controle da produção, custos. 13. Economia Introdução à teoria básica e aplicações à engenharia de micro e macro economia. Matemática financeira. Engenharia econômica. 14. Ciências do Ambiente Ecologia. Preservação e utilização de recursos naturais: poluição, impacto ambiental e desenvolvimento sustentado. Reciclagem. Legislação. 15. Humanidades, ciências sociais e cidadania Noções e aplicações à Engenharia de filosofia, ciências e sociais e cidadania. O Quadro 6 apresenta as disciplinas que compõe o Núcleo Básico do Curso de Engenharia Ambiental da FT/UNICAMP, que totalizam 90 créditos, o que corresponde a 37,5% da carga horária total do curso (1350 horas), atendendo aos tópicos do artigo 6º da Resolução CNE/CES No 11/2002. Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental Tópico Código Disciplina Créditos 1 EB205 Metodologia Científica e Tecnológia 02 2 EB401 Comunicação e Expressão 02 3 EB302 Algorítmos e Programação de Computadores I 04 4 EB303 Expressão Gráfica 04 EB101 Cálculo I 06 EB201 Cálculo II 06 EB301 Cálculo III 06 EB102 Geometria Analítica e Álgebra Linear 06 EB403 Estatística 04 5 20 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental (continuação) EB103 Física Aplicada I 04 EB203 Física Aplicada II 04 EB104 Laboratório de Física I 02 EB204 Laboratório de Física II 02 7 EB402 Fernômenos de Transporte 04 8 EB405 Mecânica dos Sólidos 04 9 EB206 Eletrotécnica aplicada 02 10 EB202 Química Geral 04 11 EB603 Ciência e Tecnologia dos Materiais 04 12 EB802 Administração de Empresas 04 13 EB704 Economia e Finanças 04 14 EB106 Introdução à Engenharia Ambiental 02 15 EB306 Ética, Cidadania e Educação Ambiental 04 EB105 Biologia Geral* 04 6 - Total: o 88 8 * A Portaria N 1693/1994 do MEC institui a disciplina de biologia na formação básica do Curso de Engenharia Ambiental, que é atendida pela disciplina Biologia Geral, consta no primeiro semestre da grade curricular. 4.2.2. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Gerais De acordo com o parágrafo 3o do artigo 6o da Resolução CNE/CES 11/2002 a IES deve definir um subconjunto de tópicos dentre 53 opções apresentadas de modo a prover a formação profissional geral do Engenheiro Ambiental. Este núcleo deve corresponder a 15% de carga horária mínima do curso. Desta forma, o núcleo profissionalizante geral do Curso de Engenharia Ambiental da FT contemplará os seguintes tópicos: 1. Ergonomia e Segurança do Trabalho; 2. Geoprocessamento; 3. Geotecnia; 4. Gestão Ambiental; 8 BRASIL. Portaria No 1693 de 5 de dezembro de 1994. Trata da criação da Área de Engenharia Ambiental. Ministério da Educação e Cultura. Brasília, 1994. 21 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 5. Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico; 6. Métodos Numéricos; 7. Microbiologia; 8. Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas; 9. Operações Unitárias; 10. Química Orgânica; 11. Sistemas de Informação; 12. Topografia e Geodésia; 13. Mecânica Aplicada. Atendem a estes tópicos as disciplinas apresentadas no Quadro 7, que totalizam 54 créditos (810 horas) e representam cerca de 20% da carga horária total do curso. Quadro 7: Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Geral do Curso de Engenharia Ambiental Tópico Código Disciplina Créditos 1 EB906 Ergonomia e Segurança do Trabalho 02 2 e 11 EB801 Sistemas de Informações Geográficas 04 3 EB503 Mecânica dos Solos 04 4 EB904 Planejamento e Gestão Ambiental 04 EB701 Hidrologia e Drenagem 04 EB501 Hidráulica I 04 EB601 Hidráulica II 04 EB805 Hidrologia das Águas Subterrâneas 02 6 EB406 Cálculo Numérico 04 7 EB207 Microbiologia Aplicada 04 8 EB901 Modelos Computacionais para Sistemas Ambientais 02 9 EB602 Operações Unitárias 04 10 EB305 Química Orgânica Aplicada 04 12 EB502 Topografia 04 13 EB504 Resistência dos Materiais I 04 5 Total: 54 créditos 22 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.2.3. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos Conforme o parágrafo 4º do artigo 7º da Resolução CNE/CES 11/2002, “o núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo profissionalizante, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes”. Os Referenciais Nacionais para os Cursos de Bacharelado e Licenciatura 9 apresentam os seguintes temas que devem ser abordados no curso de engenharia ambiental: Ecologia e Microbiologia; Meteorologia e Climatologia; Geologia; Pedologia; Cartografia e Fotogrametria; Informática; Geoprocessamento; Mecânica dos Fluidos; Gestão Ambiental; Planejamento Ambiental; Hidrologia; Hidráulica Ambiental e Recursos Hídricos; Poluição Ambiental; Avaliação de Impactos e Riscos Ambientais; Saneamento Ambiental; Saúde Ambiental; Caracterização e Tratamento de Resíduos Sólidos, Líquidos e Gasosos; Irrigação e Drenagem; Economia dos Recursos Hídricos; Direito Ambiental; Ciência dos Materiais; Modelagem Ambiental; Análise e Simulação de Sistemas Ambientais; Matemática; Física; Química; Ética e Meio Ambiente; Ergonomia e Segurança do Trabalho; Relações Ciência, Tecnologia e Sociedade. Convém ressaltar que alguns destes conteúdos constam no núcleo de conteúdos gerais do Curso de Engenharia Ambiental, atendendo a Resolução CNE/CES 11/2002, já apresentados no item anterior. Os conteúdos profissionalizantes específicos do Curso de Engenharia Ambiental da FT estão divididos em dois núcleos: núcleo de disciplinas obrigatórias e núcleo de disciplinas eletivas. 9 BRASIL. REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS DOS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA. Ministério da Educação. Brasília, 2010. 23 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.2.3.1. Disciplinas de Conteúdos Profissionalizantes Específicos Obrigatórios As disciplinas obrigatórias do Núcleo Profissionalizante Específico do Curso são apresentadas no Quadro 8, correspondem a 72 créditos (1080 horas). Quadro 8: Disciplinas do Núcleo Específico Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental Código Disciplina EB304 Química Ambiental e Experimental 04 EB404 Geologia e Pedologia 04 EB505 Ecologia Geral e Aplicada 04 EB407 Climatologia 02 EB506 Saúde Ambiental 04 EB604 Toxicologia Regulatória 04 EB606 Gerenciamento de Resíduos Sólidos 04 EB605 Monitoramento Ambiental 04 EB803 Controle da Poluição do Ar 04 EB702 Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água de Abastecimento 06 EB804 Sistemas de Esgotamento e Tratamento de Águas Residuárias 06 EB703 Construção e Meio Ambiente 02 EB705 Recursos Energéticos e Meio Ambiente 02 EB706 Recuperação de Áreas Degradadas 02 EB902 Direito e Legislação Ambiental 04 EB903 Avaliação de Impactos Ambientais 04 EB907 Produção mais Limpa 04 Disciplinas Eletivas 12 - Créditos Total: 76 24 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.2.3.2. Disciplinas Eletivas De acordo com a matriz curricular proposta para o Curso, o aluno deverá cumprir 12 créditos em disciplinas eletivas, e poderá optar por cursar as disciplinas do elenco de eletivas oferecido pelo Curso de Engenharia Ambiental, ou então, poderá cursar qualquer disciplina oferecida pela UNICAMP. Esta estratégia tem por objetivo proporcionar liberdade ao estudante para optar por áreas afins e complementares à sua formação, nas áreas de informática, construção civil, ciências sociais e humanas, línguas, empreendedorismo, entre outras. As disciplinas eletivas oferecidas pela Faculdade de Tecnologia, que são sugeridas aos alunos do curso de Engenharia Ambiental se dividem em disciplinas na área de humanidades (Quadro 9), e disciplinas de caráter específico, que envolvem aprofundamentos de temas de relevância na área ambiental (Quadro 10). Quadro 9: Disciplinas Eletivas na Área de Humanidades Código Disciplinas Créditos ST002 Inglês Técnico 2 ST003 Teorias da Qualidade 2 ST004 Legislação Trabalhista e Segurança do Trabalho 2 ST005 Relações Humanas 2 ST007 Humanidades 2 ST009 Regulamentação e Política Ambiental 2 ST019 A Sociedade e os Portadores de Necessidades Especiais 2 ST090 Ergonomia – Aplicação Prática ao Trabalho 2 TT601 Gestão Empreendedora 2 25 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 10: Disciplinas Eletivas Específicas Código Disciplinas Créditos ST025 Computação Gráfica Aplicada I 4 ST026 Computação Gráfica Aplicada II 4 ST035 Tratamento de Efluentes por Processos Químicos Avançados 4 ST043 Biomatemática 2 ST070 Radiações não ionizantes 2 ST071 Ciência da Mudança Global 2 ST073 Qualidade do Meio Ambiente e Normas Específicas 2 ST074 Técnica de Amostragem de Poluentes Atmosféricos 2 ST075 Tópicos Especiais em Controle Ambiental 2 ST077 Preservação e Conservação de Recursos Hídricos 2 ST078 Meio Ambiente e Desenvolvimento 2 ST080 Radiação Ionizante 2 ST081 Cidade e Meio Ambiente 2 ST084 Cromatografia Gasosa Aplicada ao Saneamento 2 ST088 Tópicos Especiais em Controle Ambiental I 2 ST089 Tópicos Especiais em Controle Ambiental II 2 ST100 Tópicos Especiais em Controle Ambiental III 2 ST715 Técnicas de Separação e Análises Cromatográficas Aplicadas ao Meio 2 Ambiente ST712 Saneamento Rural e Pequenas Comunidades 2 ST776 Poluição Sonora e Vibrações 2 26 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.3. Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório, e para tanto, o estudante deve se matricular na disciplina EB910 – Trabalho de Conclusão de Curso, uma vez que tenha o pré-requisito na disciplina EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão de Curso. O estudante terá que desenvolver um trabalho de pesquisa que resulte em uma monografia, de acordo com as normas de redação e apresentação de monografias da Faculdade de Tecnologia, o qual deverá ser apresentado como requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental. Este trabalho poderá ser realizado mediante estudos dissertativos, de construção de modelos científicos, de construção de protótipos com aplicação de novas tecnologias, de projetos interdisciplinares, estudos de caso, entre outros, aprovados pela Coordenação do Curso, na área de Engenharia Ambiental. A aprovação na disciplina EB910 requer que o estudante apresente oralmente a monografia, perante uma banca composta por três professores da unidade, ou membros externos convidados. O trabalho será desenvolvido sob a orientação de um professor da unidade, podendo existir um co-orientador externo. Os trabalhos de conclusão de curso podem ser realizados de forma individual, em dupla ou no máximo três alunos. 4.4. Estágio Supervisionado A Lei Nº 11.788/2008 dispõe sobre estágio de estudantes, definindo estágio em seu Artigo 1º como sendo: “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos” (BRASIL, 2008)10. 10 BRASIL. LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes. Brasília, 2008. 27 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental A mesma Lei estabelece que o estágio é parte do projeto pedagógico do curso e , visa o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. O Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório, e deve ser realizado mediante matrícula na disciplina EB920 - Estágio Supervisionado, que tem como pré-requisito AA400, ou seja, o estudante deve ter concluído 40% da carga horária total do curso. O Estágio deverá ser realizado em empresa, ou em outro ambiente profissional, em atividade ligada à área de Engenharia Ambiental, caracterizando experiência em ambiente de trabalho. Deverá ser efetuado em horários definidos pela empresa na qual o estudante estiver regularmente vinculado como estagiário, nos termos da legislação vigente, devendo contabilizar no mínimo 180 horas de atividades contínuas ou distribuídas ao longo dos semestres letivos, ou nos períodos de férias. O início e validade do estágio estão atrelados ao cumprimento das regras de estágio vigentes na UNICAMP, coordenadas pelo Sistema de Apoio ao Estudante SAE, que constam no Manual de Estágios da UNICAMP11. Ao término do Estágio, o estudante deverá entregar à Coordenação do Curso o Relatório de Estágio, de acordo com as Normas da Faculdade de Tecnologia para Estágio Supervisionado, onde deverão estar anexados os documentos comprobatórios da realização do mesmo. Tais documentos devem ser originais, com timbre da empresa e assinatura do responsável pelo estagiário dentro da empresa. 4.5. Atividades Complementares Para conclusão do curso, o estudante deverá se matricular na disciplina EB930 – Atividades Complementares, a partir do momento que tiver concluído os requisitos da disciplina e comprovar 90 horas de Atividades Complementares 11 O Manual de Estágios da UNICAMP pode ser encontrado no endereço eletrônico: http://www.sae.unicamp.br/portal/index.php?option=com_flippingbook&view=book&id=2&page=1&Itemid=136 28 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental integralizadas mediante a participação em minicursos, seminários, grupos de pesquisa, congressos, empresa júnior, projetos de extensão, intercâmbios, e outras atividades de formação profissional técnica, social, cultural, artística ou esportiva. A Coordenação de Curso contabilizará e registrará o cumprimento das horas destas atividades, para que o estudante possa integralizar o currículo e concluir a graduação. A participação na Semana de Atividades “Tecnologia em Foco”, um evento regular e anual da Faculdade de Tecnologia, será contabilizada como atividade complementar. A Tecnologia em Foco tem por objetivos a difusão de conhecimento técnico, o aperfeiçoamento profissional, identificação de demandas de mercado e perspectivas de negócios na área de tecnologia, a divulgação de novas oportunidades para o mercado de trabalho, e a interação entre a comunidade acadêmica e instituições públicas e privadas. O Quadro 11 apresenta o conjunto de atividades complementares as quais o estudante poderá participar, ao longo do curso, e suas respectivas cargas horárias e limites por semestre. 29 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 11: Conjunto de Atividades Complementares Atividade Carga horária 1. Participar em mini-cursos, cursos, palestras, visitas técnicas, seminários, Até 10 h/ semestre congressos e outros eventos de natureza acadêmica e profissional na área. 2. Ministrar mini-cursos, cursos, palestras relacionados aos objetivos do curso Até 10 h/ semestre 3. Participar em atividades de iniciação científica, realizadas na FT ou outras Até 20 h/ semestre unidades da UNICAMP, com ou sem bolsa 4. Atuar como monitor PAD - Programa de Apoio Didático Até 20h/ semestre 5. Realizar estágio curricular não obrigatório Até 10 h/ semestre 6. Apresentar trabalho técnico-científico, em âmbito nacional ou internacional 10h/apresentação e até 10h/ semestre 7. Comparecer a defesas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou 1h/ defesa e até teses na área do curso 10h/ semestre 8. Publicar em periódico científico, livro, capítulo de livro, como autor ou co- C: 20 h/publicação autor. Pontuação definida de acordo com a classificação Qualis B: 30 h/publicação A: 40 h/publicação 9. Receber premiação de trabalho acadêmico, tais como menção honrosa, 10 h/premiação melhor trabalho apresentado em evento, entre outros 10. Participar de cursos livres ou representar a FT em atividades culturais, 10h/semestre artísticas e desportivas 11. Participar em projetos e atividades de extensão comunitária Até 20 h/semestre 12. Participar em eventos da Tecnologia em Foco Até 10 h/semestre 13. Participar em projetos da Empresa Júnior Até 10 h/semestre O estudante não precisa realizar todos os grupos de atividades, no entanto, para cada grupo de atividades será considerado até no máximo 1/3 ou 30 horas do total de 90 horas necessárias. Até o último semestre do curso, o estudante deverá entregar na coordenação um relatório devidamente documentado das atividades complementares, de forma a obter a integralização curricular. 30 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 4.6. Ementas das Disciplinas A ementa descreve sucintamente o assunto relacionado com a disciplina. Em algumas disciplinas, principalmente naquelas relacionadas com Tópicos Especiais, as ementas serão oferecidas pelas Unidades de Ensino correspondentes, na época da oferta dessas disciplinas. As disciplinas oferecidas pela Faculdade de Tecnologia para o Curso de Engenharia Ambiental são apresentadas a seguir. As informações são, na ordem em que aparecem, as seguintes: - Código da Disciplina - Nome da Disciplina - Vetor característico da disciplina: Conjunto de letras e números, significando: OF - Período de oferecimento da disciplina, de acordo com a convenção: S-1 - 1º período letivo S-2 - 2º período letivo S-5 - Ambos os períodos letivos. Só terá direito à matrícula o aluno de curso que, pela sugestão para o cumprimento do currículo, apresente a disciplina no semestre correspondente. S-6 - A Critério da Unidade de Ensino. T - Horas aula semanais de atividades teóricas. P - Horas aula semanais de atividades práticas. L - Horas aula semanais de atividades de laboratório. O - Horas semanais de atividades orientadas. D - Horas semanais de atividades à distância. HS - Número de horas/aula semanais (T + L + P + O + D). SL - Número de horas/aula semanais realizadas em salas de aula. 31 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental C - Créditos da disciplina - corresponde à 15 (quinze) horas/aula de atividades acadêmicas. AV - Avaliação - indica o modo de avaliação na disciplina, que pode ser: N - por nota e frequência; F - por frequência; C - pelos conceitos "suficiente e insuficiente". FM - Frequência Mínima - indica o percentual mínimo de frequência exigido na disciplina, não podendo ser inferior a 75%. EX - Exame Final de Avaliação - indica se a disciplina exige ou não a realização de exame final. As exigências para a realização do exame serão especificadas no plano de desenvolvimento da disciplina. Vale ressaltar que a Faculdade de Tecnologia normatizou que a nota mínima a ser atingida pelos discentes para aprovação sem exame final é 6,0; em disciplinas cujo modo de avaliação seja por nota e frequência (considerando a nota variando entre 0 a 10). Por regra da Unicamp, a nota mínima a ser atingida pelos discentes após a aplicação do exame final é 5,0. Pré-Requisito: Disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve obter aproveitamento necessário para a matrícula em outra disciplina, desde que considerado indispensável do ponto de vista acadêmico. Os códigos das disciplinas nos pré-requisitos podem estar separados por "espaço" ou /, de acordo com a convenção: "/" (barra) - significa "ou"; Espaço significa "e". Pré-Requisito Pleno: É a disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve obter aprovação, para matrícula em outra disciplina. Pré-Requisito Parcial: É a disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve obter a frequência mínima estabelecida pela unidade e média final maior ou igual a três (3,0), para matricular-se em outra disciplina. São identificadas nos pré-requisitos com um asterisco (*) na frente do código da disciplina. A ausência desse símbolo indica que o pré-requisito é pleno. 32 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Pré-Requisitos especiais: AA200 - Autorização da Coordenadoria que oferece a disciplina. AA4nn - O aluno deve possuir CP (Coeficiente de Progressão) maior ou igual a 0,nn. Por exemplo: AA475 significa que o aluno, para cursar esta disciplina, deve ter cursado pelo menos 75% do curso; ou seja, deve ter CP maior ou igual a 0,75. 4.6.1. Ementas das Disciplinas Específicas EB101– Cálculo I OF:S-1 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Funções reais de uma variável real. Limite. Continuidade. Derivada. Integral. Técnicas de integração. EB102 – Geometria Analítica e Álgebra Linear OF:S-1 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:06 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Matrizes, Sistemas Lineares e Determinantes. Espaços Vetoriais de Dimensão Finita. Produto Escalar e Vetorial. Retas e Planos. Projeção Ortogonal. Distâncias. Transformações Lineares, Autovalores e Autovetores. Diagonalização. Classificação das Cônicas. EB103 – Física Geral I OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Cinemática do ponto. Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação da Energia. Momento linear e sua conservação. Colisões. Momento angular da partícula e de sistemas de partículas. Rotação de corpos rígidos. EB104 – Laboratório de Física I OF:S-1 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:00 SL:00 C:02 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Experiências de laboratório sobre: cinemática do ponto, Leis de Newton, estática e dinâmica da partícula, trabalho e energia, conservação da energia, 33 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental momento linear e sua conservação, colisões, momento angular da partícula e de sistemas de partículas e rotação de corpos rígidos. EB105 – Biologia Geral OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Classificação dos organismos, nomenclatura. Células procarióticas e eucarióticas. Microscopia e noções de grandeza. Noções de Biologia Molecular Principais grupos de organismos (vírus, bactérias, algas, fungos protozoários e metazoários). Noções sobre segurança em laboratórios e controle de microrganismos. Coloração de gram, cultivo de microrganismos, plaqueamento e microrganismos do ar, desinfecção e observação de organismos. EB106 – Introdução à Engenharia Ambiental OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A crise ambiental. Noções sobre poluição. Fontes de poluição ambiental. Ciclos biogeoquímicos. Problemas ambientais locais, regionais e globais. A Engenharia Ambiental: origem, evolução e situação atual. Atribuições e competências do engenheiro ambiental. EB201– Cálculo II OF:S-2 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB101 Ementa: Funções de várias variáveis reais. Fórmula de Taylor. Máximos e mínimos. Integrais múltiplas. Integrais de linha. Teorema da divergência. Teorema de Stokes. EB202 – Química Geral OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fórmulas e equações químicas. Classificação periódica e propriedades dos elementos. Equilíbrio químico. Ligação química, estrutura e propriedades das substâncias. Reações químicas. Estequiometria. Reações redox e estados de oxidação. 34 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB203 – Física Geral II OF:S-2 T:004 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB103 Ementa: Oscilações. Gravitação. Ondas em meios elásticos. Ondas sonoras. Hidrostática e hidrodinâmica. Viscosidade. Temperatura. Calorimetria e condução de calor. Leis de termodinâmica; teoria cinética dos gases. EB204 – Laboratório de Física II OF:S-2 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:00 SL:00 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-req: EB104 Ementa: Experiências de laboratório sobre: oscilações, gravitação, ondas em meios elásticos, ondas sonoras, hidrostática e hidrodinâmica. Viscosidade, temperatura, calorimetria e condução de calor, leis da termodinâmica e teoria cinética dos gases. EB205– Metodologia Científica e Tecnológica OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Método científico: conceitos e histórico; métodos e técnicas de pesquisa; Pesquisa: conceitos, definições e tipos; elaboração, comunicação e divulgação da pesquisa: fases da elaboração da pesquisa, comunicação da pesquisa (estrutura, forma e conteúdo); normas ABNT; linguagem científica; monografias; dissertações; teses, relatórios técnicos; artigos; eventos científicos. Redação de textos técnicos. Elaboração de Relatórios. Regras de tratamento e utilização de tempos verbais. EB206 – Eletrotécnica Aplicada OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:00 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-req: EB103 Ementa: Revisão de conceitos básicos. Elementos e leis de circuitos elétricos. Circuitos monofásicos e trifásicos. Transformadores. Máquinas elétricas rotativas. EB207 – Microbiologia Aplicada OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB105 35 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Ementa: Diversidade Microbiana. Microbiologia da água: Poluição da água. Análises microbiológicas da água e legislação. Noções de ecossistemas aquáticos. Depuração Biológica de águas residuárias. Microbiologia do tratamento de águas residuárias. Ecologia Microbiana do solo. Ciclos Biogeoquímicos. Biodegradação. EB301 – Cálculo III OF:S-1 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB201 Ementa: Séries numéricas e séries de funções. Equações diferenciais ordinárias. Transformadas de Laplace. Sistemas de equações de primeira ordem. Equações diferenciais parciais e séries de Fourier. EB302 – Algorítmos e Programação de Computadores I OF:S-1 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Algoritmos: representações e técnicas de construção. Estruturas de dados e de controle de programas. Introdução a uma linguagem de programação de alto nível. Modularização em linguagem de programação. Recursividade. Implementação de programas. EB303 – Expressão Gráfica OF:S-1 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções fundamentais para o desenho técnico. Teoria das projeções ortogonais. Aplicação das projeções nos desenhos de arquitetura. Perspectivas axiométrica e isométrica. EB304 – Química Ambiental e Experimental OF:S-1 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75% Pré-Req.: EB202 Ementa: Características das águas de abastecimento. Padrões de Potabilidade. Análises físico-químicas de águas de abastecimento. Caracterização de Águas Residuárias: técnicas de amostragem, preservação de amostra e métodos de análise. Análises físico-químicas de águas residuárias. Padrões de lançamento. 36 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB305 – Química Orgânica Aplicada OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB202 Ementa: Estrutura eletrônica e ligação. Ácidos e bases orgânicas. Hidrocarbonetos: nomenclatura, propriedades, HPAs e impactos ambientais. Ésteres, óleos, gorduras e alimentos: classificação, grupos funcionais, características químicas e reações de interesse ambiental. Fármacos e estrogênios ambientais: estruturas, identificação, características químicas, reações em ETAs. Defensivos agrícolas: principais estruturas, propriedades químicas, predição de compostos derivados. Compostos nitrogenados: nomenclatura, estruturas, propriedades físico-químicas, principais reações, usos e disposição no ambiente. EB306 – Ética, Educação e Ambiente OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75% Ementa: Educação Ambiental. A relação ser Humano-Natureza e as Relações Sociais. A Responsabilidade Social sobre as Mudanças Globais. Valor social. A interdisciplinaridade como abordagem para a resolução de problemas. Metodologias participativas em trabalhos sociais. Estratégias de trabalho. EB401– Comunicação e Expressão OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Desenvolvimento verbal. Organização do pensamento. Linguagem escrita e falada. Redação de textos técnicos. Elaboração de Relatório. Regras de tratamento e utilização de tempos verbais. EB402 – Fenômenos de Transporte OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB301 Ementa: Sistema e análise dimensional. Balanços baseados em volume de controle. Transporte laminar e turbulento (transferência molecular e convectiva de quantidade de movimento, calor e massa). Propriedade de transporte. Coeficientes de transferência. 37 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB403 – Estatística OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Estatística descritiva. Probabilidade. Distribuições: Binomial, Poisson e Normal. Amostragem Estimação. Testes de hipótese. Intervalos de confiança. Regressão. Correlação. EB404 – Geologia e Pedologia OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções gerais de geologia. Identificação de rochas. Mapeamento geotécnico. Métodos geofísicos aplicados a estudos ambientais. Decomposição das rochas e formação dos solos. Pedologia dos solos. EB405 – Mecânica dos Sólidos OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB203 EB201 Ementa: Estática, conceitos fundamentais. Força. Momento de uma força. Vínculos e ligações. Grau de mobilidade. Trabalhos virtuais. Equilíbrio de fios, catenária e cabos parabólicos. Cinemática. Movimento, velocidade, aceleração. Dinâmica. Conservação de energia. EB406 – Cálculo Numérico OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:004 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB201 EB302 Ementa: Erro de truncamento e arredondamento. Aritmética de ponto flutuante. Zeros de funções. Métodos de solução de sistemas lineares. Resolução de problemas não-lineares. Interpolação. Ajuste de funções. Integração numérica. EB407 – Climatologia OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB106 Ementa: Elementos e Fatores Climáticos. Tipos de Classificação de Climas. 38 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB501 – Hidráulica I OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB402 Ementa: Equação da Energia. Perdas distribuídas. Perdas localizadas. Instalação de recalque. Curva do sistema. Bombas. Curvas Características. Associação de bombas. Escolha de bombas. Medidores de fluidos: Pressão e Vazão. EB502 - Topografia OF:S-1 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB303 Ementa: Conceitos fundamentais. Fundamentos aerofotogramétricos e fotointerpretação. Cartas topográficas e sistemas de projeção. Planimetria e altimetria: Elementos básicos de geodésia. Introdução ao Sistema de tactil-visual. Técnicas de Posicionamento Global (GPS). Aplicativos computacionais. EB503 – Mecânica dos Solos OF:S-2 T:03 P:00 L:01 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75% Pré-Req.: EB101 EB404 Ementa: Propriedades e índices. Identificação amostragem, ensaios e classificação dos solos. Investigação do subsolo. Permeabilidade, compacidade, limites de consistência. Ensaios e equipamentos de laboratório. Ensaios de controle de compactação. EB504 – Resistência dos Materiais I OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB405 EB201 Ementa: Vinculação das estruturas, definições e considerações gerais. Graus de mobilidade e classificação das estruturas. Esforços solicitantes e relações diferenciais. Diagramas de esforços solicitantes. Vigas isostáticas, pórticos e vigas Gerber. Momentos de 1ª e 2ª ordem, centro de gravidade e momentos de inércia. 39 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB505 – Ecologia Geral e Aplicada OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB105 Ementa: Fatores Ecológicos. Populações. Comunidade. Ecossistemas. Sucessões Ecológicas. Ações Antrópicas. Mudanças Globais. EB506 – Saúde Ambiental OF:S-1 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB207 Ementa: Conceitos de Saúde. Epidemiologia. Vigilância Epidemiológica. Ecologia das doenças (vetores). Doenças emergentes e reemergentes. Vigilância Sanitária. Aspectos gerais das grandes epidemias no Brasil. Resíduos sólidos de serviços de saúde. Saúde ambiental. EB601 – Hidráulica II OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB501 Ementa: Canais. Regimes de escoamento. Movimento uniforme. Movimento gradualmente variado. Ressalto hidráulico. Curvas de remanso. Vertedores. Barragens tomadas d'água. Ensecadeiras. Reservatórios. EB602 – Operações Unitárias OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB402 Ementa: Operações de separação como adsorção, absorção, troca de íons, processos com membranas. Operações unitárias no transporte de gases diversos e ar comprimido: ventiladores, sopradores e compressores. Operações unitárias de troca térmica: trocadores de calor, evaporadores, tipos de caldeiras. Princípios básicos envolvidos nas operações de: psicrometria e secagem, agitação e mistura de fluídos. 40 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB603 – Ciência e Tecnologia dos Materiais OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução a Ciência dos Materiais. Materiais de construção. Aglomerantes. Agregados. Argamassas. Concreto: propriedades, produção e dosagem. Aço. Aplicação de materiais reciclados. Ensaios de laboratório. EB604 – Toxicologia Regulatória OF:S-1 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-req.: EB304 Ementa: Conceitos básicos de toxicologia, agentes tóxicos, avaliação da toxicidade e da exposição. Principais tipos de contaminantes químicos, natureza e modo de ação. Noções sobre avaliação de risco, doses de referência e derivação de critérios de qualidade ambiental. Principais regulamentações brasileiras e internacionais e suas interfaces com a toxicologia. EB605 - Monitoramento Ambiental OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB106 Ementa: Monitoramento da qualidade da água; programas de controle. Monitoramento da qualidade do ar; programas de controle. Amostragem do solo e de águas subterrâneas. Relatórios de Qualidade do Ar, das Águas e do Solo. Normas. Amostragem. EB606 - Gerenciamento de Resíduos Sólidos OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB404 EB304 Ementa: Classificação de Resíduos. Política Nacional de Resíudos. Técnicas de amostragem e caracterização dos resíduos. Etapas do gerenciamento de resíduos sólidos: urbanos, de serviços de saúde, industriais e especiais. Avaliação para definição sobre a disposição final dos resíduos. Normas técnicas e legislação específica. 41 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB701 - Hidrologia e Drenagem OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB101 EB403 Ementa: Ciência hidrologia. Ciclo hidrológico. Precipitação pluviométrica. Chuva crítica. Bacias hidrográficas. Medição de chuva e vazão. Escoamento superficial. Previsão de enchentes. Drenagem superficial. Drenagem subterrânea. EB702- Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água OF:S-2 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:06 SL:06 C:06 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB501 EB601 Ementa: Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água; Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente; Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água. EB703 – Construção e Meio Ambiente OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: AA400 Ementa: Impactos ambientais da construção civil. Resíduos de Construção Civil: definições, gerenciamento e legislação. Reciclagem de RCC. Projetos de Áreas de transbordo, usinas de reciclagem e aterros de RCC. EB704 – Economia e Finanças OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: AA400 Ementa: Introdução à Economia; economia política e marxista. Introdução à teoria do consumidor e teoria do mercado. Introdução à engenharia econômica. Tipos de investimento e métodos de análise de investimento. EB705 - Recursos Energéticos e Meio Ambiente OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: AA430 42 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Ementa: Recursos energéticos e matriz energética do Brasil. Atividades antrópicas, demanda de energia e desenvolvimento socioeconômico. Disponibilidade de fontes e avaliação do potencial de geração de energia. Energia elétrica: fundamentos sobre geração, transmissão e distribuição. Usinas hidroelétricas, termoelétricas e nucleares. Energia solar. Energia eólica. Energia fóssil. Energia da biomassa. Impactos ambientais decorrentes da geração, transmissão, disponibilidade e oferta de energia no desenvolvimento regional. EB706 - Recuperação de Áreas Degradadas OF:S-1 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: AA400 Ementa: Conceitos de degradação e recuperação; ecologia florestal, restauração de processos ecológicos, procedimentos para recuperação de áreas degradadas. EB801 – Sistemas de Informações Geográficas OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB502 Ementa: Elementos essenciais do SIG. Estrutura de dados. Vetorial e Matricial. Aquisição de dados. Gerenciamento de dados. Análise de dados. Fundamentos e técnicas de análise espacial. Exemplos e aplicações de uso do SIG em engenharia ambiental. EB802 – Administração de Empresas OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Evolução do pensamento em administração. Tendências contemporâneas em administração. Processo decisório e estratégia corporativa. Organizações que aprendem. Processos de controle. Administração de marketing. Estrutura do capital. Participação nos lucros e distribuição de dividendos. EB803 - Controle da Poluição do Ar OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB605 43 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Ementa: Caracterização de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de controle de poluição do ar. Seleção de equipamento. Controle de operação. Manutenção preventiva e corretiva. EB804 - Sistemas de Esgotamento e Tratamento de Águas Residuárias OF:S-1 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:06 SL:06 C:06 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB501 EB601 Ementa: Alternativas para tratamento de águas residuárias. Caracterização de águas residuárias. Transferência de oxigênio. Processos biológicos para tratamento de águas residuárias: Processos aeróbios, anaeróbios e combinados. Processos químicos e físico-químicos para tratamento de águas residuárias. Desinfecção de águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos gerados em estações de tratamento de águas residuárias. EB805 - Hidrologia das Águas Subterrâneas OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB701 Ementa: Recursos hídricos. Tipos de aqüífero. Origem e distribuição das águas subterrâneas. Processos físicos do fluxo de água em meios porosos e fraturados. Métodos de investigação das águas subsuperficiais e subterrâneas. Noções de hidrogeoquímica de águas subterrâneas. Físico-química dos processos de contaminação de águas subterrâneas. Processos de descontaminação e remediação de áreas contaminadas. Estudos de casos. EB901 - Modelos Computacionais para Sistemas Ambientais OF:S-1 T:01 P:00 L:01 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB406, EB302 Ementa: Aplicação de modelos computacionais no estudo de sistemas do meio ambiente. 44 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental EB902 – Direito e Legislação Ambiental OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: AA460 Ementa: Fundamentos do direito ambiental e questões de direito ambiental internacional. O meio ambiente na Constituição Federal. O licenciamento ambiental. Infrações e sanções administrativas. O código florestal e a legislação de proteção da flora. Responsabilidade penal. Condutas tipificadas como crime ambiental. Responsabilidade penal da pessoa natural. Das pessoas jurídicas e dos entes coletivos. Sanções penais à luz da lei de crimes ambientais. Ação civil pública. EB903 - Avaliação de Impactos Ambientais OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB605, EB606, EB803 Ementa: Documentação jurídica na área ambiental: conceitos, tratamentos e aplicação. Estudos de impacto ambiental: exigências legais e métodos de avaliação. Métodos de avaliação EIA/RIMA. Análise de risco e programas de medidas emergenciais. Auditoria ambiental prévia e pós implantação de obras. Remediação e recuperação ambiental. EB904 – Planejamento e Gestão Ambiental OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB605 EB606 Ementa: Conceitos de gestão planejamento ambiental. Etapas e estrutura do planejamento. Gestão ambiental territorial e seus instrumentos. Instrumentos de gerenciamento ambiental e sistemas de gestão ambiental. Normas ISO 14.000, auditorias e certificações ambientais. EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão de Curso OF:S-5 T:00 P:00 L:00 O:02 D:00 HS:02 SL:00 C:02 AV:N EX:N FM:75% Pré-Req.: AA465 45 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Ementa: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo a revisão bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido, sob a orientação de um professor. EB906 – Ergonomia e Segurança do Trabalho OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75% Ementa: O ambiente de trabalho e os riscos à saúde. Segurança e higiene ocupacional. Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Aspectos legais (Normas Regulamentadoras). Noções de toxicologia ocupacional. Controle dos riscos nos ambientes de trabalho e de situações de emergências. Primeiros socorros. EB907- Produção mais Limpa OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75% Pré-Req.: EB602 Ementa: Identificação de aspectos e impactos ambientais em processos industriais. Fluxogramas de processos. Balanços materiais. Identificação de oportunidades de Produção mais Limpa (P+L). Avaliação técnica e econômica da viabilidade de implantação de alternativas de P+L. Desenvolvimento de projetos de P+L. EB910 – Trabalho de Conclusão de Curso OF:S-5 T:00 P:00 L:00 O:04 D:00 HS:04 SL:00 C:04 AV:C EX:N FM:75% Pré-Req.: EB905 Ementa: Realização do Trabalho de Conclusão de Curso, com objetivo de aprofundar e aplicar os conhecimentos específicos das disciplinas, sob orientação de um professor. EB920 – Estágio Supervisionado OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:10 D:00 HS:00 SL:00 C:12 AV:C EX:N FM:75% Pré-Req.: AA440 46 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Ementa: Realização do Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Ambiental, sob orientação de um professor. Entrega de relatório atendendo as normas da FT para relatórios de estágio supervisionado. EB930 – Atividades Complementares OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:04 D:00 HS:06 SL:00 C:06 AV:C EX:N FM:75% Pré-Req.: AA470 Ementa: Participação em Atividades Complementares. A matrícula nesta disciplina será autorizada pela Coordenação do Curso mediante apresentação de documentos comprobatórios da execução de atividades complementares por parte do aluno, de acordo com regras internas do curso, visando a contabilização, em créditos, das atividades efetuadas. 4.7. Bibliografias das Disciplinas EB101 Calculo I Demidovitch, B.. U.R.S.S., 1987. Problemas e Exercícios de Análise Matemática. Editora Mir. Gonçalves, M.B., Flemming, D.M. Cálculo A. Editora Pearson – Prentice Hall, São Paulo, 2007. Leithold, L..Cálculo Com Geometria Analítica. Volume I. Editora Harbra. São Paulo, 1994. Swokowski, E. W. .Cálculo Com Geometria Analítica. Volume I. Editora McGraw-Hill. São Paulo, 1983. Thomas, G. B. Cálculo. Vol. I. 11a Ed. Addison Wesley Bra. São Paulo, 2008. EB102 Geometria Analítica e Álgebra Linear Anton, H., Rorres, C. Álgebra Linear com Aplicações. Bookman: Porto Alegre, RS. 2001. Boldrini, J.L., et al. Álgebra Linear.3ª. edição.Editora Harbra ltda.1986. Camargo, I. e Boulos, P. Geometria Analítica um Tratamento Vetorial. 3ª. Edição. São Paulo, Pearson –Prentice Hall Editora. 2005. Leitthold, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vols. I e II. 3ª Ed. Editora Harbra. 1994. 47 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Santos, R.J. Matrizes, vetores e geometria analítica. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro on-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/ , acessado em 22 de feveiro de 2011. . Um curso de Geometria Analítica e ÁLGEBRA linear. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro On-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/ , acessado em 22 de feveiro de 2011. . Introdução à Álgebra Linear. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro On-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/, acessado em 22 de feveiro de 2011. . Álgebra Linear e Aplicações. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro On-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/. 2004, acessado em 22 de feveiro de 2011. EB103 Física Aplicada I HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE; K. S. - Física1, Vol. 1, 6a ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 2001. SEARS, F.; ZEMANSKY; M. e YOUNG, H. D. – Física 1: Mecânica da partícula e dos corpos rígidos,Vol. 1, 2ª ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 1985. BEER, F.; JOHNSTON Jr., E. R. – Mecânica Vetorial para Engenheiros, Estática, Vol. 1, 5a. edição, São Paulo, Makron Books, 1991. NUSSENZVEIG, M. - Curso de Física Básica, Vol. 1, 4ª ed., São Paulo, Edgard Blucher, 2001. TIPLER, P. A., - Física para Cientistas e Engenheiros, Vol. 1, 4a ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000. EB104 Laboratório de Física I MASSON, T. J.; SILVA, G.T. Física Experimental-I. São Paulo: Plêiade, 2009. MASSON, T. J., Física Geral I: Análise Dimensional e Estática. São Paulo: Páginas e Letras, 2006. HENNIES, C.E., Guimarães, WS.O.N. e Roversi, J.A. – Problemas Experimentais em Física, Vol. 1, Editora Unicamp, 1993. EB105 Biologia Geral ALBERTS, B. et al. Fundamentos da Biologia Celular, 2 ed. São Paulo, Artmed, 2006. MADIGAM, M. T.; MARTINKO, M. J. BROCK Biology of Microorganisms, 9 ed. Prentice Hall Internacional, 1999. PELCZAR, J.M.; CHAN, E.C.S; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e Aplicações. McGraw-Hill. Vol. 1 e 2, 1997. 48 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental RUPPERT, E.E. & BARNES, R. D. 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TIPLER, PAUL A., - Física para Cientistas e Engenheiros, Vol. 2, 4a ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000. EB204 Laboratório de Física II HENNIES, C.E., Guimarães, WS.O.N. e Roversi, J.A. – Problemas Experimentais em Física, Vol. 1, Editora Unicamp, 1993. EB205 Metodologia Científica e Tecnológica FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2002. Takeshy, Tachizawa; Mendes, Gildásio. Como fazer monografia na prática. 6ª ed. Revisada e ampliada. Rio de Janeiro: Getulio Vargas, 2001; EB206 Eletrotécnica Aplicada D. HALLIDAY, R. RESNICK and J.WALKER, Fundamentos de Física Eletromagnetismo. - Vol. 3. SEARS E ZEMANSKY, Física III: Eletromagnetismo. 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CORPO DOCENTE Atualmente a Faculdade de Tecnologia possui 61 docentes para atender aos cursos de graduação e a pós-graduação. O Quadro 12 apresenta a distribuição desses docentes nas carreiras MTS (magistério tecnológico superior) e MS (magistério superior), no regime de trabalho (RDIDP - Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa; RTI – Regime de Turno Integral; RTC – Regime de Turno Completo; RTP – Regime de Turno Parcial) e a titulação. A dedicação de 67% (41) desses docentes é integral e 69% (42) são doutores. Quadro 12: Quadro docente da Faculdade de Tecnologia Carreira MS MTS 32 29 Regime de Trabalho Titulação RDIDP/RTI RTC RTP Doutores Mestres Graduados 41 13 7 42 8 11 O Quadro 13 relaciona o corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental. Conforme pode ser observado, os docentes possuem titulações em diferentes áreas, tendo-as obtido em instituições de ensino e pesquisa de alto nível. Esta característica do corpo docente é de suma importância, pois permite que as diferentes disciplinas do curso sejam ministradas por docentes com habilidades e competências específicas no conteúdo de cada disciplina. Convém salientar, que novas contratações serão efetuadas, para suprir a demanda das novas disciplinas criadas. 73 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 13: Docentes do Curso de Engenharia Ambiental da FT Nome Adilson José Rossini Carmenlucia Santos G. Penteado Cassiana M. Reganhan Coneglian Cristiano de Melo Gallep Elaine Cristina Catapani Função Graduação MTS-B3 Graduado em Tecnologia Sanitária MS-3 Doutora em Ciências da Eng. Ambiental MTS-C1 Doutora em Ciências MS-3 Doutor em Física MTS-C1 Doutora em Engenharia Elétrica Regime (horas) 12 40 40 40 40 Eloisa Dezen-Kempter MS-3 Doutora em História 40 Gisela de Aragão Umbuzeiro MS-5 Pós- Doutora em Ciências 40 Gisleiva Cristina dos Santos Ferreira MS-3 Doutora em Engenharia Civil 40 Hiroshi Paulo Yoshizane Ivan de Oliveira José Carlos Magossi MTS-B4 Engenheiro Civil MS-3 Doutor em Física MTS-C1 Doutor em Eng. Elétrica 40 40 40 José Geraldo P. de Andrade MS-5 Doutor em Eng. Hidráulica e Saneamento 40 Lubienska Cristina Lucas J.Ribeiro MS-3 Doutora em Engenharia Civil 40 Luisa Andréia Gachet Barbosa MS-3 Doutor em Engenharia Civil 40 Luiz Carlos de Miranda Junior MTS-C3 Mestre Eng.Segurança doTrabalho 20 Maria Ap. Carvalho de Medeiros MTS-C2 Pós-Doutora em Química Ambiental 40 Marta Siviero Guilherme Pires MS-3 Doutora em Saneamento e Ambiente 40 Mauro Menzori MS-3 Doutor em Engenharia de Transportes 40 Peterson Bueno de Moraes MS-3 Pós- Doutor em Biociências 40 Rafael Ulysses de Miranda MTS-B2 Mestre em Agronomia 20 Sandro Tonso MTS-C2 Doutor em Geociências 40 Simone Andréa Pozza MS-3 Pós-Doutora em Engenharia Química 40 Ronalton Evandro Machado MS-3 Doutor em Irrigação e Drenagem 40 Rosa Cristina Cecche Lintz Vitor Rafael Colucci MTS-C1 Doutora em Engenharia Mecânica MS-3 Doutor em Física 40 40 74 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6. INFRA-ESTRUTURA A infra-estrutura física de atendimento ao curso de Engenharia Ambiental compreende salas de aula, biblioteca, laboratórios de informática, laboratórios da divisão de tecnologia ambiental (DTA) e laboratórios da divisão de tecnologia de construção civil (DTCC). 6.1. Laboratórios de Ensino e Pesquisa da Divisão de Tecnologia Ambiental Os laboratórios da DTA, da qual o curso de engenharia ambiental faz parte, estão passando por um processo de implantação de um sistema de gestão da qualidade (SGQ), e para tal, toda a sua estrutura física de laboratórios está organizada de modo a padronizar os procedimentos dentro do SGQ, conforme mostra o organograma da Figura 1. As siglas encontram-se no Quadro 14. O parque analítico de aproximadamente 600 m2, possui infra-estrutura básica para análises físico-químicas, microbiológicas, ecotoxicológicas em amostras de ar, água, solo e resíduos. As pesquisas ambientais têm caráter interdisciplinar, desta forma a integração dos laboratórios é indispensável e prática comum na unidade. Os laboratórios têm como objetivo dar suporte aos servidores docentes, discentes e comunidade externa, mediante o desenvolvimento de aulas práticas, desenvolvimento de pesquisas e de prestação de serviços à comunidade externa. O Quadro 15 relaciona os principais equipamentos existentes nos laboratórios que atendem as disciplinas específicas do curso. Estes laboratórios possuem as vidrarias, reagentes e meios de cultura usuais de cada laboratório e de acordo com as metodologias utilizadas. 75 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental DTA – Divisão de Tecnologia Ambiental SGQ – Sistema de Gestão da Qualidade LACOL LADRE Apoio a Pesquisa Apoio a Ensino e Pesquisa LACAN LARS LADESSAN LABRE LAMIQ LEAL LAFIQ LAHIDRO LAQUIATS Setor de Ecotoxicologia LAMOAR Setor de Microbiologia Figura 1: Organograma dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental dentro do sistema de gestão de qualidade Quadro 14: Siglas dos laboratórios da Divisão de Tecnologia Ambiental LACOL – Laboratório de coleta LARS – Laboratório de resíduos sólidos LADRE – Laboratório de descarte LABRE – Laboratório de biosólidos e reuso de efluentes LADESSAM – Laboratório de desenvolvimento LEAL – Laboratório de ecotoxicologia de sistemas de saneamento ambiental microbiologia ambiental LAHIDRO – Laboratório de hidráulica LACAN – Laboratório Central Analítico LAQUIATS – Laboratório de química ambiental e LAFIQ – Laboratório Físico-Químico e tecnologias de separação LAMOAR –Llaboratório de monitoramento do ar LAMIC – Laboratório de Microbiologia 76 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT Quantidade Equipamento 01 Amostrador de grande volume para partículas inaláveis MP10 01 Amostrador de grande volume para partículas totais em suspensão PTS 01 Amostrador TRIGÁS 05 Agitador magnético com aquecimento 02 Agitador magnético sem aquecimento 01 Agitador rotativo – Tumbler 02 Autoclave vertical 50 litros 01 Autoclave vertical 18 litros 02 Balança semi analítica com capela 02 Balança semi analítica sem capela 02 Banho Maria para cultura 02 Banho seco 20 provas 01 Barômetro aneroide 01 Bomba à vácuo 02 Capela de fluxo laminar 08 Câmara de germinação com foto período 01 Centrífuga de bancada 01 Centrífuga refrigerada 01 Coletor isocinético de partículas atmosféricas – CIPA, Amostrador de chaminé 06 Contador de colônias 03 Chuveiro de segurança com lavador de olhos 01 Deionizador 01 Destilador de água por osmose reversa 01 Estereomicroscópio trinocular com iluminação transmitida e refletida porfibra ótica 01 Estufa DBO sem foto período 03 Estufa bacteriológica 02 Estufa de secagem e esterilização 02 Etereomicroscópio trinocular com iluminação transmitida e refletida por fibra ótica 01 Freezer -30ºC 01 Incubadora com agitação e aquecimento 02 Medidor de pH – peagametro de bancada 01 Medidor de ruídos, com calibrador 77 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT (continuação) 02 Medidor de condutividade – condutivímetro de bancada 01 Microondas 36 litros 08 Microscópio ótico monocular 19 Microscópio ótico binocular 01 Microscópio com sistema de imagem e TV 21” 01 Oxímetro de bancada 01 Oxímetro de campo 02 Refrigerador Duplex 470 litros 01 Refrigerador 290litros 01 Refrigerador duplex 470 litros 01 Sistema de vácuo com compressor 02 Sonda multi-parâmetros 02 Vortex - agitador de tubos 6.1.1. Laboratório Físico-Químico No Laboratório Físico-Químico (LAFIQ) são realizadas aulas práticas do curso, pesquisas e prestação de serviços (Figura 2). Em relação ao ensino de graduação a estrutura é utilizada para as disciplinas: química aplicada e química ambiental e experimental. Figura 2: Laboratório físico-químico 78 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.1.2. Laboratório de Microbiologia No Laboratório de Microbiologia (LAMIC) são realizadas aulas práticas do curso, pesquisas a prestação de serviços (Figuras 3 e 4). Na graduação é utilizado para as disciplinas de biologia geral e microbiologia aplicada. Figura 3: Área externa do laboratório de microbiologia Figura 4: Laboratório de microbiologia 79 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.1.3. Laboratório de Monitoramento do Ar Através do Laboratório de Monitoramento do Ar (LAMOAR) são realizadas intervenções de monitoramento da poluição atmosférica por meio de amostragem e determinação de poluentes atmosféricos gasosos e particulados. Os estudantes aprendem a operar aparelhos de monitoramento da poluição do ar, tais como: os amostradores de grande volume para particulado total em suspensão e para material particulado com tamanho menor que 10 micrometros, e amostradores de pequeno volume APV-Trigás para amostragem de poluentes presentes na atmosfera na forma de gases ou vapores. Esses equipamentos, instalados na estação de monitoramento atmosférico da FT (Figura 5), permitem transmitir aos alunos a capacidade para conduzir trabalhos de monitoramento da qualidade do ar em nível de iniciação científica. Neste laboratório são realizadas aulas práticas das disciplinas de Controle da Poluição do Ar e Amostragem de Poluentes Atmosféricos. Figura 5: Estação de monitoramento atmosférico da FT 80 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.1.4. Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação O Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação (LAQUIATS) é usado para aulas da disciplina de Técnicas de separação e análises cromatográficas aplicadas ao meio ambiente, preparo de algumas amostras específicas e projetos de pesquisa. 6.1.5. Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental O Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental (LEAL) atende principalmente as seguintes necessidades: a) Ensino e pesquisa nas áreas de avaliação de impactos ambientais em ecossistemas aquáticos e gerenciamento da qualidade de água; b) Pesquisa em desenvolvimento, validação e aplicação de novas metodologias para tratamento e avaliação da qualidade de efluentes e amostras ambientais; c) Pesquisa da biota local e sua adequação em estudos ecotoxicológicos à realidade brasileira, aumentando a relevância ecológica destes; d) Colaboração com empresas para mitigação e remediação de possíveis impactos ao meio ambiente que suas atividades, promovendo a interação entre o setor produtivo e a universidade. As Figura 6 mostra a sala de cultivo do laboratório; as Figura 7 e 8 mostram estudantes de graduação realizando atividades de pesquisa e coleta de material. Figura 6: Sala de cultivo do LEAL 81 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Figura 7: Alunos desenvolvendo pesquisas de Figura 8: Coleta de amostra para ensaio no LEAL Iniciação Científica no LEAL O LEAL realiza pesquisas e presta serviços relacionados à avaliação ecotoxicológica de efluentes industriais, compostos químicos, agentes biológicos, além de amostras ambientais (água, solo e sedimento). Também está capacitado para realizar Estudos de Avaliação e Identificação de Toxicidade (AIT ou TIE) e Estudos, Planejamento e Estratégia para a Redução da Carga Tóxica através da avaliação dos efluentes de diferentes etapas da produção industrial. O laboratório está apto a realizar os seguintes testes de toxicidade: • Teste de toxicidade crônica com alga - Pseudokirchneriella subcaptata (Selenastrum capricornutum); • Teste de toxicidade aguda com microcrustáceo Daphnia similis (Cladocera); • Teste de toxicidade crônica com microcrustáceo Ceriodaphnia dubia e Ceriodaphnia silvestrii (Cladocera); • Teste de toxicidade aguda com Danio rerio; • Teste de toxicidade aguda com organismo bentônico Chironomus xanthus (Chrironomidae); • Teste de toxicidade aguda com organismo bentônico Hyalella azteca (Amphipoda); • Teste de toxicidade aguda com Nitokra sp. (Copepoda); • Teste de toxicidade aguda com Girardia tigrina (Planária); 82 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental • Teste de toxicidade aguda com Lecane bulla (Rotífera); • Teste de mutagenicidade com a bacteria Salmonella typhimurium. Ainda são prestados serviços, através de convênios de extensão: • Estudos de Avaliação e Identificação de Toxicidade (AIT) e redução de carga tóxica; • Avaliação da eficiência de tratamentos utilizando testes de toxicidade em efluentes; • Orientações quanto ao atendimento do artigo 34 da Resolução Conama 357/2005; Gerenciamento, caracterização e monitoramento da qualidade de água de ecossistemas aquáticos; • Monitoramento bacteriológico (coliformes totais, coliformes fecais e bactérias heterotróficas); • Avaliação da biodegradação de poluentes no solo (Respirometria - método de Bartha, NBR ABNT 14283/99); • Interpretação de dados, Caracterização e/ou monitoramento da contaminação ambiental com ênfase em toxicidade e genotoxicidade; • Orientação quanto ao atendimento das regulamentações ambientais estaduais relativas a toxicidade e a genotoxicidade. 6.1.6. Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas para Saneamento Ambiental No LADESSAM – Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas para Saneamento Ambiental, são realizadas pesquisas de iniciação científica e trabalhos de graduação, e de mestrado, em caráter multidisciplinar, que visam o estudo e desenvolvimento de soluções tecnológicas para problemas relacionados ao tratamento de águas e efluentes (Figura 9). Especificamente, é dada ênfase à aplicação de tecnologias limpas, e para tal são utilizados Processos Oxidativos Avançados (POA) e outras tecnologias emergentes e combinações destas, incluindo aproveitamento de energia solar. 83 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Os projetos visam desinfecção, fitorremediação, oxidação/redução de compostos orgânicos e inorgânicos, desenvolvimento, modificação ou aplicação de novos eletrodos, lâmpadas e fotocatalisadores. Figura 9: Laboratório de desenvolvimento de sistemas para saneamento ambiental O laboratório conta com equipamentos importantes para a realização de pesquisas e projetos relacionados ao ensino da graduação, tais como iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso. Dentre os equipamentos existentes no LADESSAM destacam-se: • 01 Analisador de Carbono Orgânico Total e AOX • 01 Simulador solar 1.6 KW • 01 balança analítica com capela • 01 espectrofotômetro multiparâmetros • 01 espectrofotômetro de varredura UV-VIS • 01 bloco para digestão de amostras • 01 deionizador • 01 equipamento para purificação de água • 01 pHmetro de bancada • 04 reatores fotoeletroquímicos para tratamento de águas residuárias • 01 simulador de bancada de processo de lodo ativado Atualmente o LADESSAM possui parcerias em pesquisa com empresas do ramo farmacêutico, sucro-alcooleiro, concessionárias de água e esgoto, desenvolvedoras de soluções ambientais, aterros sanitários, além de interação com grupos de pesquisas de outras universidades. 84 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.1.7. Laboratório de Hidráulica O Laboratório de Hidráulica (LAHIDRO) abriga os equipamentos compactos: canal para experimentos hidráulicos e experimentos em escoamentos internos (Figura 10). Os equipamentos são utilizados nas aulas práticas das disciplinas Hidráulica I e II. Figura 10: Laboratório de Hidráulica da FT 6.2. Demais Laboratórios de Ensino e Pesquisa da FT Além dos laboratórios da divisão de Tecnologia Ambiental, existem outros laboratórios, que são de uso comum aos cursos da FT, descritos neste item. 6.2.1. Laboratório de Topografia O Laboratório de Topografiacompreende área de desenvolvimento de trabalhos práticos na qual estão alocados os equipamentos topográficos, a sala de aula e a sala os técnicos. Esse laboratório é usado para aulas práticas da disciplina Topografia (Figuras 11 e 12). 85 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Figura 11: Aula prática em frente ao laboratório de Figura 12: Uso de equipamento topográfico topografia 6.2.2. Laboratórios de Informática A Faculdade de Tecnologia possui 7 laboratórios de informática, que dão suporte à comunidade da FT, sendo importante no apoio às atividades de ensino e pesquisa que dependem de forma essencial da utilização de uma infra-estrutura apropriada na área de informática (Figura 13). Figura 13: Laboratório de Informática da FT 86 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental 6.2.3. Laboratório de Materiais de Construção Civil O Laboratório de Materiais de Construção Civil é um laboratório ligado a Divisão Tecnológica de Construção Civil que tem por objetivo atender aos professores e alunos dos cursos de graduação e pós graudação da FT, em suas atividades de ensino e pesquisa. Neste laboratório também são prestados serviços ao público externo. No que se refere à infra-estrutura, o Laboratório de Materiais de Construção Civil possuios as seguintes instalações e equipamentos: - Duas bancadas centrais para uso dos equipamentos de realização de ensaios dos materiais nas aulas práticas; cada bancada possui 4 tomadas embutidas para uso dos equipamentos, como balança, argamassadeira, entre outros (Figura 14); - Capela com sistema de exaustão (Figura 15), destinada ao manuseio de produtos tóxicos como enxofre derretido para capeamento de corpos-de-prova, atendendo aos requisitos de segurança do trabalho; - Câmara Úmida. Possui um tanque d'água (3,0 m3), onde são postos os corpos-deprova para o processo de cura até o dia do ensaio; - Prensa Hidráulica (Máquina Universal de Ensaios) destinado aos ensaio de compressão, tração, dobramento e flexão dos corpos-de-prova. Capacidade máxima de 100 toneladas (Figura 16); - Prensas Hidráulicas para ensaio de compressão, com acessórios para flexão. Capacidade de 120 toneladas e 24 toneladas (Figura 17); - Agitadores de peneiras para separação das frações de agregados graúdos e miúdos; - Durômetro, utilizado para determinar a dureza de materiais metálicos e similares, pelo método Brinnel e Vickers; - Estufa com circulação de ar para secagem de materiais. 87 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental No laboratório são montadas aulas com intuito de dar aos estudantes o conhecimento sobre ensaios de materiais de construção com os quais eles vão ter contato após as sua formação, bem como noções sobre as especificações e características físicas e mecânicas dos materiais, possibilitando uma melhor compreensão das disciplinas abordadas em sala de aula e preparando-o para conseguir analisar e solucionar problemas reais na futura vida profissional. Figura 14: Bancadas do laboratório de materiais Figura 15: Capela com sistema de exaustão do de construção civil laboratório de materiais de construção civil Figura 16: Máquina universal de ensaios Figura 17: Prensa hidráulica No laboratório são realizadas aulas com intuito de repassar aos estudantes o conhecimento sobre ensaios de materiais de construção com os quais eles terão 88 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental contato após as sua formação, bem como noções sobre as especificações e características físicas e mecânicas dos materiais, possibilitando uma melhor compreensão das disciplinas abordadas em sala de aula e preparando-o para conseguir analisar e solucionar problemas reais na futura vida profissional. A estrutura de equipamentos do laboratório de materiais de construção civil permite a realização dos seguintes ensaios: • Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos de concreto • Ensaio de compressão de blocos de concreto com dimensionamento • Ensaio de compressão de tijolos cerâmicos com dimensionamento • Ensaio de compressão de corpos de prova de argamassa • Resistência à tração simples de concreto por compressão diametral de corpos de prova cilíndricos • Determinação das propriedades mecânicas à tração de materiais metálicos • Ensaio de dobramento de aço • Avaliação das impurezas orgânicas das areias para concreto • Determinação da composição granulométrica dos agregados • Determinação do teor de argila em torrões nos agregados • Determinação do teor de materiais pulverulentos nos agregados • Determinação do peso unitário de agregados em estado solto • Determinação do inchamento de agregados miúdos para concreto • Determinação da massa específica de cimentos • Ensaio de finura do cimento através do aparelho de Blaine • Ensaio de finura do cimento através de peneiras • Ensaio de pega do cimento • Ensaio de expansibilidade do cimento 89 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental • Determinação da massa específica absoluta dos agregados • Determinação da absorção d’água de tijolos de solo-cimento • Ensaio de testemunho de estrutura de concreto • Ensaio de resistência à compressão de peças de concreto para pavimentação 6.2.4. Laboratório de Geologia O Laboratório de Geologia compreende uma área de desenvolvimento de trabalhos práticos com bancadas para as rochas e minerais (Figura 18); sala de aula (Figura 19) e sala para os técnicos. Esse laboratório é usado para as aulas práticas da disciplina de Geologia e Pedologia. Figura 18: Bancada de rochas e minerais do Figura 19: Laboratório de geologia laboratório de geologia 6.3. Infra-Estrutura Complementar Além dos laboratórios existe um Posto Meteorológico no campus, que fornece dados para a comunidade acadêmica e em geral, e será usado nas aulas práticas de Climatologia. Como infra-estrutura de apoio às atividades no campus, podemos citar: restaurante universitário (servindo almoço e jantar), ambulatório (aberto 03 períodos), o Serviço de Apoio ao Estudante - SAE/Limeira (oferecendo orientação 90 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental para estágios, bolsas trabalho, auxílio transportemoradia, auxílio psicológico, etc.) e um campo de futebol e quadras esportivas. 6.4. Biblioteca A Biblioteca Integrada da UNICAMP permite ao aluno não apenas consultar o acervo da biblioteca do campus de Limeira, mas consultas em todas as bibliotecas do campus de Campinas e Piracicaba. É possível o empréstimo de volumes nas demais universidades públicas do estado (USP e UNESP). O campus I de Limeira possui uma biblioteca que é utilizada pelos alunos da FT em conjunto com o Colégio Técnico COTIL (Figura 20). Esta biblioteca pertence ao Sistema de Bibliotecas da UNICAMP, tendo o seu acervo incluso na base de dados ACERVUS, que permite a localização de livros, teses e periódicos em todas as bibliotecas da UNICAMP. A consulta à base pode ser realizada pela internet através do site: http://acervus.unicamp.br. Os usuários podem obter documentos através dos serviços de empréstimos entre Bibliotecas, COMUT e acessando as bases de dados disponíveis pela UNICAMP. Figura 20: Biblioteca da Faculdade de Tecnologia 91 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental Os alunos, docentes e funcionários também podem utilizar toda e qualquer biblioteca dos campi da UNICAMP, o que pode ser feito pessoalmente ou através de empréstimos entre bibliotecas. A UNICAMP possui uma base de Periódicos Eletrônicos, que permite qualquer aluno, professor ou funcionário, logado na rede da Universidade, acessar uma vasta quantidade de períodos nacionais e internacionais, através do site: http://www.sbu.unicamp.br/pai-e/site/e_eletronicos.php?col=titulo&letra=A A UNICAMP possui uma Biblioteca Digital, onde permite o acesso eletrônico a trabalhos apresentados em Congressos e Seminários, Dissertações e Teses, Hemeroteca e Partituras, através do site: http://cutter.unicamp.br/ Atualmente, temos no acervo da Biblioteca da Faculdade de Tecnologia aproximadamente 3044 exemplares, para atender as disciplinas básicas e específicas dos cursos de Tecnologia Ambiental (Anexo 1). 92 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Tecnologia Curso de Engenharia Ambiental ANEXO 1 – Acervo da Biblioteca 93 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca AUTOR Congresso Interno de Iniciação Cientifica da UNICAMP Congresso Interno de Iniciação Cientifica da UNICAMP Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Cruz, Paulo Teixeira Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Lima, Regina Amodeo Pacheco Daker, Alberto Koch, Wolfram Santos, Jose Eduardo dos Sahtouris, Elisabet Guimarães, Mauro Cruciani, Decio Eugenio, 1940Ricklefs, Robert E. Ricklefs, Robert E. Jeantet, Thierry Gates, Bill Lang, Serge Jordan, Thomas D., Jr Holmes, David C Monticeli, João Jeronimo Castro, F. M. de Oliveira Hupping, Carol TÍTULO EDIÇÃO ANO Volumes [Resumos do] VIII Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 19 a 20 de setembro de 2000 2000 1 [Resumos do] X Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 25 a 26 de setembro de 2002 [Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro de 1971 [Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro de 1971 [Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro de 1971 100 barragens brasileiras 2. ed. 9. Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, Belo Horizonte, 3 a 8 de Julho de 1977 A ação do homem nos ecossistemas A agencia nacional de aguas A Agonia das florestas 7a ed., rev. A agua na agricultura ampl A chemist's guide to density functional theory 2nd ed. A cobrança pelo uso da agua A contribuição da educação ambiental a esperança de Pandora 3. ed. A dança da terra A dimensão ambiental na educação 3. ed. A drenagem na agricultura 4. ed. A economia da natureza 3. ed. A economia da natureza 5. ed. A economia social europeia A estrada do futuro A first course in calculus 5th ed. A handbook of gravity-flow water systems for small communities A historia do tempo A luta pela agua A matematica no Brasil 2. ed. A organização do futuro 4. ed. A produção da sua propria energia 2002 2 [1971?] 2 [1971?] 1 [1971?] 2004, c1996 1978 1979 2001 1991 1 2 10 1 2 1 1987-1988 c2000 2000 c2006 1998 2000 1987, c1980 c1996 c2003 2002 1995 c1998 c1980 1965 1993 1999 2000 c1974 11 1 1 2 2 2 1 3 2 1 1 5 1 1 1 1 1 2 94 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Helene, Maria Elisa Marcondes Luz, Luiz Augusto Rodrigues da Gore, Al Babbitt, Harold E. (Harold Eaton) Tsutiya, Milton Tomoyuki Sewell, Granville H. (Granville Hardwick) Drucker, Peter Ferdinand Conferencia das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento São Paulo. Secretaria de Estado do Meio Ambiente A questão ambiental A radioatividade e o lixo nuclear A reutilização da agua A terra em balanço Abastecimento de agua Abastecimento de agua Administração e controle da qualidade ambiental Administrando em tempos de grandes mudanças Advances in chromatography Macêdo, Jorge Antonio Barros de Agenda 21 Agenda 21 em São Paulo Agua Agua Aguas Aguas & aguas Botelho, Manoel Henrique Campos Botelho, Manoel Henrique Campos Aguas de chuva Aguas de chuva Machado, José Luiz Flores Dalmolin, Quintino Bicudo, Carlos Eduardo de Mattos Di Bernardo, Luiz Aguas doces no Brasil Águas subterrâneas e poços Aguas subterraneas e poços tubulares profundos Ajustamento por mínimos quadrados Algae and environment Algas de aguas continentais brasileiras Algas e suas influencias na qualidade das aguas e nas tecnologias de tratamento Algebra linear Lipschutz, Seymour Algebra linear Algebra linear Poole, David Poole, David Algebra linear Algebra linear Álgebra linear 3. ed. Ed. biblingüe 2. ed. 2. ed., rev ampl. 3. ed. rev. ampl. 3. ed. rev. 3. ed. ampl. rev 3. ed. ampl. rev 3. ed. ampl. rev 1995 2006 c2005 1993 c1962 2006 c1978 2002 c1998 1 4 6 1 3 5 3 1 1 1997 2002 2001 [1999?] 2003 2001 1 3 1 1 3 2 1998 1985 5 2 c2006 c2008 2006 2010 1992 1970 1995 3 3 1 3 1 9 2 c1984 7 1980 1971 1 1 c1986 c2006 c2004 4 3 3 95 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Anton, Howard Callioli, Carlos A Santos, Reginaldo de Jesus Machado, Antonio dos Santos Venturi, Jair J. Gibbons, Alan Manzano, José Augusto N. G. Manzano, José Augusto N. G. PROSAB PROSAB Simposio Luso-Brasileiro sobre Simulaçãoe Modelação em Hidraulica Simposio Luso-Brasileiro sobre Simulaçãoe Modelação em Hidraulica Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Ambiental Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Ambiental Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Ambiental Algebra linear com aplicações Algebra linear e aplicações Algebra linear e aplicações Algebra linear e geometria analitica Algebra vetorial e geometria analitica Algorithmic graph theory Algoritmos Algoritmos Alternativas de disposição de residuos solidos urbanos para pequenas comunidades Alternativas de uso de residuos do saneamento Ambiente e sociedade 2001 c1990 c2006 c1999 [19--] c1985 2004 2004 c2002 2006 1992 6 2 10 2 2 1 1 2 1 1 1 Anais 1983 1 Anais 1983 1 Anais 1985-1986 2 Anais 1985-1986 2 1985-1986 2 1985 1 c1989 1975 1975 1 1 1 1987 4 1990 1985 2 1 2005 1 1987 1983 1 1 Anais Anais [da] 5ª Reunião Regional da Sociedade Brasileira de Matematica Aplicada e Reunião Regional da Sociedade Brasileira de Computacional [e] 3º Simposio de Astronomia Dinamica e Matematica Aplicada, Rio Claro, 13 Matematica Aplicada e Computacional a 16/08/1985 Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Anais [do] I Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Universitaria, Area de Universitaria, Area de Ciencias Humanas Ciencias Humanas, 21 a 23 de setembro de 1988, São Paulo Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Anais do Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria Anais do Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Anais do do 14. Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Ambiental, São Paulo-SP, 20 Ambiental a 25 de setembro de 1987 Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Anais do II Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educacao Universitaria, Sao Paulo, SP, Universitaria 23 a 25 de agosto de 1989 Seminario Alternativas para uma Politica Energetica ( Anais do Seminario Alternativas para uma Politica Energetica Simposio Comemorativo aos 10 Anos do Curso de Especialização em Educação Ambiental e Recursos Anais do Simposio Comemorativo aos 10 Anos do Curso de Especialização em Educação Hidricos Ambiental e Recursos Hidricos, São Carlos, 06 a 08 de julho de 2005 Simposio Internacional sobre Economia de Agua de Anais do Simposio Internacional sobre Economia de Agua de Abastecimento Publico, São Abastecimento Publico Paulo, 28 a 30 de outubro de 1986 Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções 8. ed. 6. ed. reform. 2. ed. 8. ed. atual 15. ed. 14. ed. 96 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Hidricos Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos Congresso Latino-Americano de Hidraulica Harris, Daniel C. Vogel, Arthur Israel Silva, Manuel Osvaldo Senra Alvares da Dorst, Jean Rombke, Jorg Brandão, Carlos Rodrigues Associação Brasileira de Normas Tecnicas Associação Brasileira de Normas Técnicas Iritani, Mara Akie Guattari, Felix Guattari, Felix Dias, Genebaldo Freire Dias, Genebaldo Freire Haro Vera, A. de Thomas-Domenech, J.M Vieira, Rui Carlos de Camargo Vieira, Rui Carlos de Camargo Berenguer, Gallego Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83 Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83 Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83 Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83 Anais do XII Congresso Latino-Americano de Hidraulica, São Paulo, SP, 31 ago a 4 set de 1986 Analise ambiental Analise ambiental Analise quimica quantitativa Analise quimica quantitativa Analises fisicos-quimicas para controle de estações de tratamento de esgotos Antes que a natureza morra Applied ecotoxicology Aprendizagem na era das tecnologias digitais Aqui é onde eu moro, aqui nos vivemos Aquicultura no Brasil Arborização urbana viaria Areas contaminadas Armazenamento de resíduos classes II - não inertes e III - inertes = Armazenamento de residuos solidos perigosos As águas subterrâneas do Estado de São Paulo As bases toxicológicas da ecotoxicologia As três ecologias As três ecologias Assembly rules and restoration ecology Atividades interdisciplinares de educação ambiental Atividades interdisciplinares de educação ambiental Atlas de biologia Atlas de botanica Atlas de mecanica dos fluidos Atlas de mecanica dos fluidos Atlas de parasitologia 2. ed. rev. ampl 5. ed. 6. ed. 17. ed. 18. ed. 3. ed. 4. ed. 7. ed. 1983 1 1983 1 1983 1 1986 4 1995, c1991 1995 2001 2002 1977 1987, c1973 c1996 c2007 2005 c2000 2005 2005 1990 1992 2008 2004 2006 2007 2004 1997 1994 1985 c1985 c1971 c1971 [19-] 2 1 3 9 3 1 1 3 1 1 1 2 1 1 5 11 1 1 1 2 1 1 1 1 2 1 97 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Feltre, Ricardo Ferraro, Nicolau Gilberto Carvalho, Geraldo Camargo de De Robertis, Eduardo D. P. De Robertis, Eduardo D. P. De Robertis, Eduardo D. P. Tufte, Edward R. Nogueira, Luiz Augusto Horta Garcia, Eduardo A. C Magalhães, Agenor Portelli Teixeira Martins, Celso Amabis, José Mariano Amabis, José Mariano Brock, Thomas D. Ottaway, J. H. Black, Perry O Macintyre, Archibald Joseph Macintyre, A. J. Joly, Aylthon Brandão Joly, Aylthon Brandão Atomistica Aulas de ciencias Aulas de fisica Aulas de quimica Avaliação de desempenho de estações de tratamento de esgotos Avaliação de impacto ambiental Avaliação e controle da drenagem urbana Avaliação e pericia ambiental Avaliação e pericia ambiental Bacia do Rio Piracicaba Bases da biologia celular e molecular Bases da biologia celular e molecular Bases de biologia celular e molecular Beautiful evidence Biodegradação Biodigestão Biodiversity in Brazil Biofisica Biogas Biogeografia e ecologia Biologia Biologia : Biology of microorganisms Biophotonics Biophotonics and coherent systems in biology Biophotons Bioquimica da poluição Biossegurança Biossolidos na agricultura Bombas Bombas e instalações de bombeamento Bombas e instalações de bombeamento Botanica Botanica 2. ed. 9. ed. 3. ed. 5. ed. 2. ed. 10th. ed. 2. ed. 2a ed 2. ed. rev. 7. ed. 8. ed. 1983 1999 1991-93 19771991 1998 20002000 2009 c1994 1985 c2001 1986 c2006 2001 1986 1996 1998 1986 1988 1974-75 1978-79 2003 2005 2007 1998 c1982 1996 2001 1979 1987 c1997 1985 1987 1 2 1 1 1 1 3 1 2 1 1 1 2 1 1 1 1 4 1 1 1 1 1 2 1 1 1 2 1 4 2 7 2 2 98 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Joly, Aylthon Brandão Modesto, Zulmira Maria Motta Bastide, Roger Congresso Interno de Iniciação Cientifica da UNICAMP Congresso Interno de Iniciação Cientifica da UNICAMP Thomas, George B. Thomas, George B. Thomas, George B. Thomas, George B. Thomas, George B. Munem, Mustafa A Munem, Mustafa A Hoffmann, Laurence D. Munem, Mustafa A Munem, Mustafa A Hoffmann, Laurence D. Ávila, Geraldo Hoffmann, Laurence D. Stewart, James Thomas, George B. Stewart, James Thomas, George B. Swokowski, Earl William Lang, Serge Stewart, James Thomas, George B. Botanica Botanica Brasil terra de contrastes Caderno de resumos Caderno de resumos [do] XII Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 22 a 24 setembro de 2004 Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Calculo Cálculo Cálculo Stewart, James Cálculo Stewart, James Rocha, Luiz Mauro Cálculo Calculo 1 Flemming, Diva Marilia Flemming, Diva Marilia Calculo A Cálculo A 13. ed. 10. ed. 2. ed. 2. ed. 7. ed. 4. ed. 10. ed. 4.ed. 11. ed. 2. ed. 5. ed. 10. ed. 6. ed. trad. americana 6. ed. trad. americana 9. ed. 5. ed. rev. ampl 6. ed. rev. 2002 1981 1980 2 5 1 2001 1 2004 1975 1978 1978 1965-66 1965-66 1983 1982, c1978 1982 c1978 c1978 c1990 1981-87 c2002 2001 2004 20032009 c1995 1970, c1968 c2006 2003 1 4 5 5 1 1 2 1 1 1 1 2 1 12 11 20 1 20 2 1 24 10 2010 20 c2010 1987 30 1 c1992 c2007 11 5 99 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Flemming, Diva Marilia Kaplan, Wilfred Gonçalves, Mirian Buss Gonçalves, Mirian Buss Cálculo A Calculo avançado Calculo B Calculo B Gonçalves, Mirian Buss Silva, Sebastião Medeiros da Gonçalves, Mirian Buss Swokowski, Earl William Simmons, George Finlay Edwards, C. H. (Charles Henry) Simmons, George Finlay Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich) Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich) Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich) Ayres, Frank Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich) Boulos, Paulo Ayres, Frank Boulos, Paulo Kaplan, Wilfred Kaplan, Wilfred Calculo B Calculo basico para cursos superiores Calculo C Calculo com geometria analitica Calculo com geometria analitica Cálculo com geometria analítica Cálculo com geometria analítica Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo diferencial e integral Calculo e algebra linear Calculo e algebra linear Calculo e aplicações Calculo e geometria analitica Calculo e geometria analitica Calculo e geometria analitica Calculo e geometria analitica Calculo e geometria analitica Calculo e geometria analitica Calculo numerico Calculo numerico Calculo numerico Cálculo numérico Shenk, Al Thomas, George B. Thomas, George B. Thomas, George B. Thomas, George B. Shenk, Al Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes Franco, Neide Bertoldi Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes ampl 6. ed. rev. ampl. 2.ed. rev. ampl. 3. ed. 4. ed. 6. ed. 3. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. c2007 1972 c 1999 2005, c1999 15 6 5 5 2007, c1999 2004 c2000 1983 1987 c1994-1997 1987-1988 1987-88 1987-88 2000-2002 1981 1983 c1999 c1994 2002197419741999 1987 c1988 c1988 c1988 c1988 1987-88 c1997 c1988 c2007 c1998 5 1 5 8 8 2 30 3 3 2 7 2 8 2 3 1 1 4 6 1 1 1 1 4 14 2 2 5 100 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Novaes, Maria Helena Calculo numerico (com aplicações) Calculo vetorial e geometria analitica Feitosa, Miguel Oliva Calculo vetorial e geometria analitica Feitosa, Miguel Oliva Tomaz, Plinio Lang, Serge Barros Neto, Benicio de Barros Neto, Benicio de Barros Neto, Benicio de Calculo vetorial e geometria analitica Calculos hidrologicos e hidraulicos para obras municipais Calculus of several variables Campinas Carcinicultura de agua doce Casas de quimica para estações de tratamento de agua Casas de quimica para estações de tratamento de agua Cianobacterias e cianotoxinas em aguas continentais Cidadania e globalização Cidade e meio ambiente Cidade, homem, natureza : uma historiadas politicas ambientais de Curitiba Ciencia ambiental Citologia, histologia e embriologia Climatologia Código da natureza Colapso Coleta e transporte de esgoto sanitario Coleta e transporte de esgoto sanitario Coletanea de normas de resistores, potenciometros e osciladores Comandos hidraulicos Comites de bacias hidrograficas Community water development Como fazer experimentos Como fazer experimentos Como fazer experimentos Chagas, Aécio Pereira Chung, Fan R. K. Erbiste, Paulo C. F. (Paulo Cesar Ferreira) Simeão, Elmira Como se faz química Complex graphs and networks Comportas hidraulicas Comunicação extensiva e informação em rede Vianna, Marcos Rocha Vianna, Marcos Rocha Calijuri, Maria do Carmo Vieira, Liszt Jacobi, Pedro Roberto Mesquita, Elizabeth Carneiro Mendonça, Francisco Morelly Diamond, Jared M Tsutiya, Milton Tomoyuki Tsutiya, Milton Tomoyuki Araujo, Sidnei 2. ed. 4. ed. rev. amp. 4. ed. rev.ampl. 3rd ed. 2. ed. ampl 8. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 3. ed. 3.ed. rev. e atual c1987 c1973 6 1 c1981 1 1996 2002 1987 1996 1998 1994 2001 c2006 2005 2000 1997 1999 c1981 c2007 1994 c2005 2000 c1999 1997 1981 2002 c1989 2002 2003 2007 2 1 5 1 1 1 2 3 3 2 1 2 2 3 1 3 6 2 1 1 2 1 5 1 1 2001 c2006 1987 2006 1 2 1 1 101 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Tomaz, Plinio Della Nina, Eduardo Tinoco, João Eduardo Prudencio Batalha, Ben-Hur Luttemback Batalha, Ben-hur Luttembarck Ben-Dov, Yoav Benato, João Vitorino Azolin Hasse, Geraldo Rodrigues, Eduardo Celestino Aquino Neto, Francisco Radler de Lanças, Fernando Mauro Maurer, Willie Alfredo Maurer, Willie Alfredo Fonseca, Jairo Simon da Fonseca, Jairo Simon da Gomes, Frederico Pimentel Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses) Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses) Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses) Neves, Eurico Trindade Neves, Eurico Trindade Pimenta, Carlito Flavio Rocha, Luiz Mauro Unger, Nancy Mangabeira Sholl, David S Comunidades tradicionais e manejo dos recursos naturais da Mata Atlantica Conservação da agua Construção de redes urbanas de esgotos Construção de sistemas de distribuição de agua Consumo sustentavel Contabilidade e gestão ambiental Controle da qualidade da agua para consumo humano Controle da qualidade da agua para consumo humano : bases conceituais e operacionais Controle e vigilancia da qualidade da agua para consumo humano e seu padrão de potabilidade Convite a fisica Cooperativas e sua administração CRC handbook of chemistry and physics CRC handbook of chemistry and physics Crescimento verde Crise energetica Criterios minimos de desempenho para habitações terreas de interesse social Cromatografia Cromatografia liquida moderna Curso de calculo diferencial e integral Curso de calculo diferencial e integral Curso de estatistica Curso de estatística Curso de estatistica experimental Curso de física básica Curso de física básica Curso de física básica Curso de hidraulica Curso de hidraulica Curso de hidraulica geral Curso de ingenieria hidraulica Curso dirigido de calculo diferencial e integral Da foz a nascente Density functional theory 85th. ed. 86th ed 3. ed. 6. ed. 12. ed. 4. ed. rev. 2. ed. 8a ed 4. ed. 2000 1998 c1966 1975 2002 2004, c2003 1993 1977 1 2 4 2 1 6 7 3 2001 1996 1992 2004 2005 [2004] 1975 1996 2003 2009 1967-68 1974-75 1988 1996 1987 1997-2002 19971997-2002 c1968 1986 1981 1987 1973-75 2001 c2009 2 1 1 2 1 1 1 2 6 5 14 13 6 2 1 12 4 6 1 2 8 1 4 2 1 102 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Barbieri, José Carlos Pereira, Nereu do Vale Dashefsky, H. Steven Houaiss, Antônio Okubo, Akira Costa Junior, Paulo Jose da Associação Brasileira de Normas Técnicas Epp, Susanna S. Buffaloe, Neal D Semeghini, Ulysses Cidade Canholi, Aluísio Pardo Barrat, Alain Barrat, Alain Remmert, Hermann Odum, Eugene Pleasants Dunkle, Margaret Odum, Eugene Pleasants Van der Molen, Yara Fleury Carvalho, Benjamin de A. (Benjamin Joaquim de Araujo) Reigota, Marcos Desenvolvimento e meio ambiente Desenvolvimento e meio ambiente Desenvolvimento e modernização Desenvolvimento e natureza Design and construction of sanitary storm sewers Desinfecção de agua Desinfecção de efluentes sanitarios Diagnostico dos serviços de agua e esgotos - 2000 Dicionario de ciencia ambiental Dicionario de ecologia e ciencias ambientais Dicionario de termos tecnicos de saneamento ambiental Dicionario Houaiss da lingua portuguesa Diffusion and ecological problems Digestão de residuos solidos organicos e aproveitamento do biogas Direito do urbanismo : uma visão socio-juridica Direito penal ecologico Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental = Discrete mathematics with applications Diversidade de plantas e animais Do cafe a industria Drenagem urbana Drenagem urbana Drenagem urbana e controle de enchentes Dynamical processes on complex networks Dynamical processes on complex networks Ecologia Ecologia Ecologia Ecologia Ecologia Ecologia aplicada ao saneamento ambiental Ecologia e politica mundial Ecologia, elites e intelligentsia na America Latina 6. ed. 4. ed. 2. ed. 2nd. ed. 3rd ed. 2. ed. corr 3. ed. 2. ed. 2.ed. rev 2003 2000 [198-?] 2003 1969 1974 2003 2001 1997 c2001 1985 2001 2001 c2003 1981 1981 2002 c2004 1974 1991 1980 1986 c2005 c2008 2008 1982 c1988 1999 1975 [1981?] 2 2 1 2 1 3 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 4 1 1 1 2 3 6 1 1 1 8 1 1 7 1980 1991 1999 1 1 4 103 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Tomaz, Plinio Carrera Fernandez, Jose Gutierrez Perez, Francisco Negret, Rafael Branco, Samuel Murgel Cascino, Fabio São Paulo (Estado) Zeppone, Rosimeire Maria Dias, Genebaldo Freire Guimarães, Mauro Dias, Genebaldo Freire Mergulhão, Maria Cornelia Gomes, Heber Pimentel, 1954 Claas, Isabel Cristina Goodridge, F. Kohanoff, Jorge Lima, Roberto de Barros Granville, William Anthony Dacorso Netto, Cesar Branco, Samuel Murgel Garcez, Lucas Nogueira Garcez, Lucas Nogueira Garcez, Lucas Nogueira Garcez, Lucas Nogueira Vennard, John King Garcez, Lucas Nogueira Economia de agua para empresas e residencias Economia do meio ambiente Economia dos recursos hidricos Ecopedagogia e cidadania planetaria Ecossistema : unidade basica para o planejamento da ocupação territorial : ecologia e desenvolvimento Ecossistemica Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental Educação ambiental para gestão dos recursos hidricos Educação comunitária e economia popular Educando para a conservação da natureza Eficiencia hidraulica e energetica em saneamento Efluentes liquidos Electrochemical process engineering Electrochemistry, past present Electronic structure calculations for solids and molecules Elementos de algebra vetorial Elementos de calculo diferencial e integral Elementos de calculo infinitesimal Elementos de ciencias do ambiente Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria Elementos de mecanica dos fluidos Elementos de mecanica dos fluidos Elementos de mecanica dos fluidos 2. ed. 3. ed. 2. ed. 6. ed. rev. ampl 4. ed. 9. ed. 4. ed. 3. ed. rev 3. ed. rev 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 5. ed. 2. ed. 2001 1997 2002 2002 2 1 6 1 1982 c1989 2002 1999 2003 [1999] 5 1 4 2 2 2 2000 2007 2004, c1991 c1997 2002 2 5 2 2 1 2005, c1993 1998 2005 2003 c1995 c1989 c2006 1974 [19- ] 1966 1987 1969 1988, c1974 1974 1960 1978 1977, c1970 2 1 1 1 2 2 1 2 3 1 4 5 6 2 2 4 1 104 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Alvares Junior, Olimpio de Melo Romm, Joseph J Dumon, Roger Levenspiel, Octave Levenspiel, Octave Levenspiel, Octave Wilken, Paulo Sampaio Linsley, Ray K. Leme, Francilio Paes Leme, Francilio Paes Baird, Colin Tufte, Edward R. Abunahman, Sergio Antonio Zill, Dennis G. Boyce, William E. Boyce, William E. Vilaça, Aparecida Cramer, Christopher J. Vieira, Sonia Francisco, Walter de Vieira, Sonia Spiegel, Murray R. Spiegel, Murray R. Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira Spiegel, Murray R. Larson, Ron Toledo, Geraldo Luciano Morettin, Luiz Gonzaga Morettin, Luiz Gonzaga Bussab, Wilton de Oliveira Morettin, Pedro Alberto, 1942- Emissões atmosfericas Empresas eco-eficientes Encontros e caminhos Energie solaire et stockage d'energie Engenharia das reações quimicas Engenharia das reações quimicas Engenharia das reações quimicas Engenharia de drenagem superficial Engenharia de recursos hidricos Engenharia do saneamento ambiental Engenharia do saneamento ambiental Environmental chemistry Envisioning information Equações diferenciais Equações diferenciais Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno Erosão e conservação dos solos Esgoto sanitario Especies vegetais no controle da poluição sonora Essentials of computational chemistry Estatistica Estatistica Estatistica Estatistica Estatistica Estatistica Estatistica Estatistica aplicada Estatistica basica Estatistica basica Estatistica basica Estatistica basica Estatistica basica 2a ed 2nd ed [3. ed.] 3. ed. 8. ed. 4. ed. 2nd ed. 2a ed 2. ed. 3. ed. 2. ed. 2. ed. 7. ed. 5. ed. 5. ed. 2002 2004 2005 c1977 1983-1987 1983-1987 2000 1978 1978 1982 1984 2003, c1999 c1990 1979 2005, c2001 1988, c1979 2006 2009 2003 1983 c2004 1985 1982 1988 1985 1969 c1977 c1994 2004 1988 199919992004 2004 1 1 2 1 1 1 8 2 3 2 2 1 1 1 4 3 4 2 24 1 1 6 6 2 3 1 2 2 4 2 4 2 2 2 105 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Morettin, Pedro Alberto, 1942Hoel, Paul Gerhard Crespo, Antonio Arnot Moreira, Maria Suely Castro, Claudio de Moura Baker, Jeffrey J. W. Baker, Jeffrey John Wheeler Grun, Mauro Grun, Mauro Grun, Mauro Wagner, Edmund G Castro, Lauro Sodre Viveiros de Castro, Lauro Sodre Viveiros de Bouchara, Jacques Bollobas, Bela Watt, S.B. (Simon B.) Smullyan, Raymond M Halliday, David Tipler, Paul Allen Tipler, Paul Allen Tipler, Paul Allen Sears, Francis Weston Halliday, David Sears, Francis Weston Alonso, Marcelo Orear, Jay Halliday, David Sears, Francis Weston Antunes, Arnaldo Augusto Nora Halliday, David Young, Hugh D. Keller, Frederick J. Pauli, Ronald Ulysses Estatistica basica Estatistica elementar Estatistica facil Estrategia e implantação do sistema de gestão ambiental Estrutura e apresentaçao de publicaçoes cientificas Estudo da biologia Estudo da biologia Etica e educação ambiental Etica e educação ambiental Etica e educação ambiental Excreta disposal for rural areas and small communities Execução e manutenção de sistemas hidraulicos prediais Exercicios de estatistica Exercicios de estatistica Exercicios resolvidos e propostos de limite e derivada Extremal graph theory Ferrocement water tanks and their construction First-order logic Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Fisica Física Fisica 4 5. ed. 17. ed. 3. ed. 2. ed. 7. ed. 11. ed. 11a ed 6a ed 4. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 4.ed. rev 2. ed. 4. ed. 2. ed. 5. ed. 10. ed. 2006 1987 1999 2006 1976 1975 1984-87 2000 2003 2007 1977 2000 1970 1960 c1986 2004, c1978 1986, c1978 c1995 1983-1984 c1982 1984-1990 19841984-86 19891985-89 1972, c1967 1980 1996 1983-1985 1969-1972 c20032003c 1999 C1980 4 5 1 10 1 5 4 2 2 2 1 2 1 1 1 1 1 3 13 8 8 2 4 6 4 2 1 3 5 1 28 5 6 4 106 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Schaum, Daniel Schaum, Daniel Halliday, David Feltre, Ricardo Folmer-Johnson, Tore Nils Olof Batalha, Ben-hur Luttembarck Congress of the International Association for Hydraulic Research Manahan, Stanley E Swait, Joffre Dan Ciola, Remolo Orear, Jay Orear, Jay Orear, Jay Nicoletti, Maria do Carmo Halliday, David Halliday, David Halliday, David Halliday, David Hewitt, Paul G. Pugliesi Netto, Humberto Pugliesi Netto, Humberto Pugliesi Netto, Humberto Barros, Aidil Jesus Paes de Lakatos, Eva Maria Libanio, Marcelo Oga, Seizi Física fundamental Fisica geral Fisica geral Fisica II Fisico-quimica Flora Flora Fluidomecanica Fossa septica Funcionamento de las estaciones depuradoras de aguas residuales Fundamental tools to be used in environmental problems = Fundamentals of environmental chemistry Fundamentos computacionais algoritmos e estrutura de dados Fundamentos da biologia celular Fundamentos da cromatografia a liquido de alto desempenho Fundamentos da fisica Fundamentos da fisica Fundamentos da fisica Fundamentos da teoria dos grafos para computação Fundamentos de cromatografia Fundamentos de fisica Fundamentos de fisica Fundamentos de fisica Fundamentos de fisica Fundamentos de física conceitual Fundamentos de fisica geral Fundamentos de fisica geral Fundamentos de fisica geral Fundamentos de matematica elementar Fundamentos de metodologia Fundamentos de metodologia cientifica Fundamentos de qualidade e tratamento de agua Fundamentos de toxicologia Ed. rev 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2nd ed 2. ed. Ed. rev. 6. ed. 7. ed. 4. ed. 8. ed. 5. ed. 2. ed. 3. ed. 1993 1973 1975 1973 198319821982[19-?] 1989, c1985 c1983 2 4 1 1 2 1 1 2 1 2 1975 c2001 1991 2006 c1998 1981-1982 1981-1982 1981-1982 2010 2006 20022006-2007 c1995-1996 2009 2009 1986-90 1986-90 1986-90 1977-1981 c1986 2003 2008 2008 7 3 1 20 6 1 1 1 3 10 1 21 3 20 2 1 1 1 10 1 1 5 10 107 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Cremasco, Marco Aurelio Pinto-Coelho, Ricardo Motta Avila-Pires, Fernando Dias de Torres, Eduardo Mc Mannis Gersting, Judith L. Durrell, Lee Sene, Fabio de Melo Ribeiro, Wagner Costa, 1962Loczy, Louis de Boulos, Paulo Steinbruch, Alfredo Boulos, Paulo Ayres, Frank Machado, Ardevan Choudhuri, Asit Macedo, Ricardo Kohn de Associação Brasileira de Normas Técnicas Associação Brasileira de Normas Técnicas Araujo, Gustavo Henrique de Sousa Fundamentos de transferência de massa Fundamentos em ecologia Fundamentos historicos da ecologia Fundamentos legais e economicos Fundamentos matematicos para a ciencia da computação Gaia Genetica e evolução Geografia politica da agua Geologia estrutural e introdução a geotectonica Geometria analitica Geometria analitica Geometria analítica Geometria analitica, plana e solida Geometria descritiva Geoquímica para graduação Gerenciamento de residuos solidos urbanos com enfase na proteção de corpos d´agua Gerenciamento do lodo de lagoas de estabilização não mecanizadas Gestão agroindustrial Gestão ambiental Gestão ambiental - Avaliação ambiental de locais e organizações (AALO) = Gestão ambiental - Avaliação de desempenho ambiental - Diretrizes = Gestão ambiental de areas degradadas Mota, Suetonio Gestão ambiental de recursos hidricos Barbieri, José Carlos Tachizawa, Takeshy Gestão ambiental empresarial Gestão ambiental no Brasil Gestão ambiental no Brasil Gestão de residuos solidos urbanos no Brasil Gestão dos residuos de construção e demolição no Brasil Gestão e avaliação de risco em saude ambiental Gestão socioambiental Carvalho, Benjamin de A. (Benjamin Joaquim de Glossario de ecologia Glossario de saneamento e ecologia Lima, Jose Dantas Marques Neto, Jose da Costa 2. ed. rev 5. ed. 2. ed. 2. ed. 3. ed.rev. ampl 26a ed. rev 2. ed. 3. ed. atual. rev. 2. ed. rev. atual. 2. ed. 2.ed. rev. e ampl c2002 2000 1999 c2004 c2004 c1988 c1981 2008 c1980 c1987 1987 2005 1976 1986 1997 2006 2000 1997 1994 2003 2004 2007, c2005 1 4 1 1 2 1 4 3 1 4 7 2 5 1 1 1 2 1 6 2 8 2 c2008 2 2007 1996 1998 [2001?] c2005 1999 c2008 10 1 1 3 14 3 3 1997 1981 1 1 108 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Araujo) Boaventura Netto, Paulo Oswaldo Hellman, Hal Wilson, Robin J Gondran, Michel Nilsson, Ake Souza, Helga Bernhard de Imhoff, Karl Cheremisinoff, Nicholas P Quintela, Antonio de Carvalho Sousa, Hiran Rodrigues de Vianna, Marcos Rocha Branco, Samuel Murgel Branco, Samuel Murgel Gomes Neto, Emilio Hoffmann Garcez, Lucas Nogueira Garcez, Lucas Nogueira Garcez, Lucas Nogueira Villela, Swami M. (Swami Marcondes) Governabilidade dos recursos hidricos no Brasil Grafos Grandes debates da ciencia Graphs Graphs and algorithms Growndwater dams for small-scale water scale water supply Guerra a poluição Guia da coleta seletiva de lixo Guia de coleta e preservação de amostras de agua Guia de coleta e preservação de amostras de agua Guia tecnico de coleta de amostras de agua Handbook of data visualization Handbook of ecological restoration Handbook of graphs and networks Handbook of urban drainage and wastewater disposal Handbook of water and wastewater treatment technologies Hidraulica Hidraulica Hidraulica aplicada as estações de tratamento de água Hidrobiologia aplicada a engenharia sanitaria Hidrobiologia aplicada a engenharia sanitaria Hidrogenio Hidrologia Hidrologia Hidrologia Hidrologia Hidrologia Hidrologia Hidrologia aplicada Hidrologia aplicada a gestão de pequenas bacias hidrograficas Hidrologia basica Hidrologia basica 1a ed 2. ed. 4. ed. 2. ed. 3. ed. 2a ed. rev. atual. 2. ed. 2. ed. 4. ed. 2003 2009 1999, c1998 c1990 c1984 c1988 1973 c1999 1987 1988 1977 c2008 c2002c2003 c1989 c2002 1985 1985 2002 1978 1986 2005 c1974 1 3 1 6 1 1 1 3 3 1 2 1 1 4 1 5 1 1 2 6 5 3 5 [1988] 1967 2000 2001 2007, c1993 c1975 2001 1986, c1976 1986, c1976 9 2 1 2 10 7 1 1 13 109 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Fair, Gordon Maskew Fair, Gordon Maskew Fair, Gordon Maskew Alencar Filho, Edgard de Alencar Filho, Edgard de Hidrologia basica Hidrologia basica Hidrologia de superficie Impacto ambiental do uso agricola do lodo de esgoto Impactos ambientais urbanos no Brasil Impactos de grandes projetos hidreletricos e nucleares Implementação de testes de toxicidade no controle de efluentes liquidos Indicadores de ciência, tecnologia e inovação no Brasil Indústria brasileira Industrias de processos quimicos Informação e tecnologia Information visualization Ingenieria sanitaria Ingenieria sanitaria y de aguas residuales Ingenieria sanitaria y de aguas residuales Ingenieria sanitaria y de aguas residuales Iniciação a logica matematica Iniciação a logica matematica Alencar Filho, Edgard de Fonseca, Edmilson Fonseca, Edmilson Silva, Oberdan Dias da Ortega Garcia, Jose Macintyre, A. J. Silveira, João Francisco Alves Kolman, Bernard Santos, J. Plinio O. (Jose Plinio de Oliveira) Santos, J. Plinio O. (Jose Plinio de Oliveira) Ayoade, J. O Ayoade, J. O Triola, Mario F Farias, Alfredo Alves de Triola, Mario F Iniciação a logica matematica Iniciação ao estudo dos residuos solidos e da limpeza urbana Iniciação ao estudo dos residuos solidos e da limpeza urbana Iniciação cientifica Instalaciones sanitarias en viviendas Instalações hidraulicas Instrumentação e segurança de barragens de terra e enrocamento Introdução a algebra linear Introdução a analise combinatoria Introdução à análise combinatória Introdução a climatologia para os tropicos Introdução a climatologia para os tropicos Introdução a estatistica Introdução a estatistica Introdução a estatistica Pinto, Nelson Luiz de Sousa Suzigan, Wilson Shreve, Randolph Norris Spence, Robert Nova ed 4. ed. 2nd ed. 2. ed. rev 18. ed. 21. ed. 2. ed. 2. ed. 6. ed. 3. ed. rev 2. ed. 9. ed. 11. ed. 7. ed. 2. ed. 9. ed. 1980, c1976 1976 c1973 2000 2001 c1988 c1990 2003 2000 1997 2005 2007 1985 1968-71 1968-71 c1979-80 2000 2002 2006 [c2002?] 1999 2001 c1999 1990, c1989 c1988 c2006 1998 2002 1998 2003 2006 c1999 2003 2005 3 3 1 1 3 1 1 1 1 5 1 10 1 1 1 1 1 2 3 3 2 2 1 4 2 2 1 1 2 3 7 2 8 110 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Boulos, Paulo Eves, Howard Whitley Andrade, Eduardo Leopoldino de Andrade, Eduardo Leopoldino de Von Sperling, Marcos Macêdo, Jorge Antonio Barros de Perin Filho, Clovis Silva, Ênnio Peres da Hopcroft, John E. Ávila, Geraldo Boulos, Paulo Boulos, Paulo Boulos, Paulo Boulos, Paulo Boulos, Paulo Boulos, Paulo Derisio, Jose Carlos Goldman, Pedrinho Oliveira, Edmundo Capelas de Fellenberg, Gunter Santos, Reginaldo de Jesus Hopcroft, John E. Prasad, Paras N Glasson, John Wilson, Robin J Mazza, Riccardo Sipser, Michael Withers, Bruce Introducao a geometria analitica no espaco Introdução a história da matemática Introdução a pesquisa operacional Introdução a pesquisa operacional Introdução a qualidade das aguas e ao tratamento de esgotos Introdução a quimica ambiental Introdução a simulação de sistemas Introdução a tecnologia e economia do hidrogenio Introdução a teoria de automatos, linguagens e computação Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao calculo Introdução ao controle de poluição ambiental Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil Introdução aos metodos da matematica aplicada Introducao aos problemas da poluicao ambiental Introdução as equações diferenciais ordinarias Introduction to automata theory, languages, and computation Introduction to biophotonics Introduction to environmental impact assessment Introduction to graph theory Introduction to information visualization Introduction to the theory of computation Irrigação Seiffert, Mari Elizabete Bernardini Gomella, Cyril Shames, Irving Herman ISO 14001 La distribucion del agua en las aglomeraciones urbanas y rurales La mecanica de los fluidos Lagoas de estabilização Lagoas de estabilização Von Sperling, Marcos 3. ed. 2. ed. 3. ed. 2 ed. rev 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2nd ed 2nd. ed. 4th ed 3. ed. 3. ed. rev. ampl. 2. ed. 1997 2002 c1998 c2004 c1996 2002 1995 c1991 c2003 1998 c1973 c1973 c1973 1988, c1983 1988, c1983 1988, c1983 2000 1986 c2003 1980 2010 2001 c2003 1999, c2003 1996 c2009 c1997 1988, c1983 2 2 1 4 7 3 7 1 1 2 2 2 1 1 1 1 6 1 2 5 10 1 1 1 1 5 1 1 2007, c2004 1973, c1972 c1962 [i.e 1975 1996 2 1 1 1 5 111 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Von Sperling, Marcos Kellner, Erich Mendonça, Sergio Rolim São Paulo (Estado) Cabral, Bernardo Cabral, Bernardo Brasil. [Leis etc.] Feynman, Richard Phillips Tundisi, José Galizia Lima, Luiz Mario Queiroz Von Sperling, Marcos Von Sperling, Marcos Daghlian, Jacob Lacaz Netto, F. A Primavesi, Ana Ewen, Dale Brito, Alba Souza Lagoas de estabilização Lagoas de estabilização Lagoas de estabilização e aeradas mecanicamente Legislação brasileira de residuos solidos e ambiental correlata Legislação da segurança e medicina do trabalho Legislação estadual Legislação estadual de recursos hidricos Legislação estadual de recursos hidricos Legislação Federal Lições de física de Feynman Limnologia Limnology in Brazil Lixo Lixo municipal Lixo? Lodo de esgotos Lodo de esgotos Lodos ativados Lodos ativados Logica e algebra de Boole Lugares geometricos planos Manejo ecologico do solo Manual de administração de serviços de agua e esgoto Manual de auditoria ambiental Manual de auditoria ambiental de estações de tratamento de esgotos Manual de calculo tecnico Manual de diagnostico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos Manual de ensaios toxicológicos in vivo Manual de gerenciamento de residuos solidos de serviços de saude Manual de gerenciamento de residuos solidos de serviços de saude Azevedo Netto, José M. de Manual de hidraulica 2 ed. ampl. atual 3. ed. rev. ampl 2. ed. 2. ed. ampl 4. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. rev. ampl 5. ed. rev. ampl 2002 1998 1990 1999-2001 1988 1989 1997 1997 1988 c2008 c2008 1995 2 3 1 2 1 1 1 1 1 4 3 1 c2004 c1995 1996 2003 2003 1997 2002 1995 1957 c1979 19992001 2002 c1981 2001 1994 2001 4 4 2 1 2 3 3 2 1 3 2 2 8 7 2 1 1 c2004 1 1969 6 112 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Azevedo Netto, José M. de Manual de hidraulica Azevedo Netto, José M. de Azevedo Netto, José M. de Azevedo Netto, José M. de Lencastre, Armando Macintyre, A. J. Delmee, Gerard J. (Gerard Jean) Delmee, Gerard J. (Gerard Jean) Manual de hidraulica Manual de hidráulica Manual de hidráulica Manual de hidraulica geral Manual de instalações hidraulicas e sanitarias Manual de medição de vazão Manual de medição de vazão Manual de organização de referencias e citações bibliograficas para documentos impressos e eletronicos Manual de proteccion contra incendios Manual de redes de aguas e de esgotos Manual de saneamento e proteção ambiental para os municipios Manual de sistema de gestão ambiental Manual de soluções, reagentes e solventes Manual de tratamento de aguas residuarias Manual de tratamento de aguas residuarias Manual de tratamento de aguas residuarias Manual de tratamento de aguas residuarias industriais Manual do analista de agua Santos, Gildenir Carolino Hall, F. (Fred) Araujo, Jose Alencastro de Morita, Tokio Imhoff, Karl Imhoff, Karl Imhoff, Karl Braile, P. M. (Pedro Marcio) Mendonça, Sergio Rolim França, Júnia Lessa Manual do fiscal de obras Manual do instalador de ramais prediais de agua Manual do instalador de ramais prediais de agua Manual do instalador de redes de esgotos sanitarios Manual do instalador de redes de esgotos sanitarios Manual do instalador de redes publicas de agua Manual do instalador de redes publicas de agua Manual do instalador de redes publicas de agua Manual do instalador de redes publicas de agua Manual do reparador de medidores de agua Manual Latino-Americano de Educação Ambiental Manual para normalização de publicações tecnico-cientificas 6 ed. rev. compl 7 ed. rev. compl 8. ed. 8. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2a ed. rev. atual 6. ed. rev. ampl 1973 6 1988, c1982 c1998 1998 c1972 1990 c1983 1987, c1983 10 5 2 1 1 2 2 c1999, 2000 1983 [19-] 1995 2009 c1972 1966. 1986 1996 1979 1980 1 1 1 1 3 3 1 10 4 1 7 c1983 1979 1979 1979 1979 1978 1978 1978 1978 1975 1995 1 2 2 1 1 1 1 1 1 2 2 2003 1 113 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Saliba, Tuffi Messias Alambert Junior, Nelson Degremont Fonseca, Elysio Americo Moreira da Macintyre, Archibald Joseph Nery, Chico Di Pierro Netto, Scipione Youssef, Antonio Nicolau Baccaro, Nelson Tizziotti, Jose Guilherme Goldstein, Larry J Puccini, Abelardo de Lima Francisco, Walter de Mathias, Washington Franco Giovanni, Jose Ruy Kreyszig, Erwin Quinet, J. Murray, J. D. Matsumoto, Elia Yathie Matsumoto, Elia Yathie Santos, Reginaldo de Jesus De Caroli, Alesio João Streeter, Victor L. (Victor Lyle) Shames, Irving Herman Streeter, Victor L. (Victor Lyle) Schiozer, Dayr Giles, Ranald V Giles, Ranald V Coelho, Adalberto Cavalcanti Veiga, Jose Eli da Manual para operadores de estações de tratamento de agua Manual pratico de avaliação e controle do ruido Manual pratico de tubulações para abastecimento de agua Manual pratico para a compostagem de biossolidos Manual tecnico del agua Manutenção de adutoras Maquinas motrizes hidraulicas Maravilhas do mundo Matematica Matematica Matematica Matematica Matematica : segundo grau Matematica aplicada Matematica financeira Matematica financeira Matematica financeira Matematica fundamental Matematica superior Matematica superior Mathematical biology MATLAB 6.5 MATLAB 7 Matrizes, vetores e geometria analitica Matrizes, vetores, geometria analitica Mecanica dos fluidos Mecanica dos fluidos Mecanica dos fluidos Mecanica dos fluidos Mecanica dos fluidos e hidraulica Mecanica dos fluidos e hidraulica Medição de agua e controle de perdas Meio ambiente & educação Meio ambiente e desenvolvimento 3. ed. 5. ed. 8. ed. 4a ed 6. ed. 3rd ed. 2. ed. 17. ed. 7. ed. 2. ed. 2. ed. 1971 2004 1997 1999 1973 1974 1983 2001 1984 19901993 1985 19752000 1986 1988 1988 1994 19691966 2002-2003 2004 2004 2010 1984, c1976 1978,c1974 1973 c1982 1990 [198-] c1997 c1983 1999 2008 2 8 17 4 1 4 2 1 1 1 3 2 1 2 1 1 1 1 1 6 1 3 4 10 1 2 8 6 8 5 3 3 3 2 114 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Reigota, Marcos Cervo, Amado Luiz Cervo, Amado Luiz Ferrari, Alfonso Trujillo Meio ambiente e representação social Meio ambiente no seculo 21 Membranas filtrantes para o tratamento de agua, esgoto e agua de reuso Membranas para separação quimica Meteorologia basica e aplicações Meteorologia pratica Methods of environmental impact assessment Metodologia cientifica Metodologia cientifica para uso dos estudantes universitarios Metodologia da pesquisa cientifica Oliveira Netto, Alvim Antonio de Rea, Louis M Rea, Louis M Severino, Antonio Joaquim Metodologia da pesquisa cientifica Metodologia de pesquisa Metodologia de pesquisa Metodologia do trabalho cientifico Severino, Antonio Joaquim Lakatos, Eva Maria Metodologia do trabalho cientifico Metodologia do trabalho cientifico Severino, Antonio Joaquim Lakatos, Eva Maria Metodologia do trabalho cientifico Metodologia do trabalho científico Metodologias emergentes de pesquisa em educação ambiental Metodos e tecnicas de tratamento de agua Metodos e tecnicas de tratamento de agua Metodos numéricos em recursos hídricos Metodos numericos em sistemas lineares Microbiologia Microbiologia Microbiologia Microbiologia Microbiologia de Brock Microbiologia de lodos ativados Schneider, Rene Peter Vianello, Rubens Leite Ferreira, Artur Gonçalves Di Bernardo, Luiz Di Bernardo, Luiz Barbosa, Ruy Madsen Pelczar, Michael Joseph Tortora, Gerard J. Madigan, Michael T Bier, Otto Microbiologia e imunologia Bier, Otto Microbiologia e imunologia 5. ed. 5. ed. 2nd ed 5. ed. 3. ed. 2. ed. rev. atual 14a ed 22 ed. rev. ampl 6. ed. 22 ed. rev. ampl 4. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 8. ed. 10. ed. 24 ed. rev. ampl 25 ed. rev. ampl 2002 2008 2001 [2002] 1991 c2006 c2001 2002 1983 1982 3 2 3 1 2 3 3 3 1 1 2006 2002 c2000 1986 10 3 2 1 2003 2001 1 1 2002 1992 2005 c1993 2005 1989 1975 1980-1981 c1997 2005 2005 2004 1989 3 1 1 4 16 1 1 10 8 8 60 6 1 1985 2 1988 2 115 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Larpent, Jean-Paul Heuser, Carlos Alberto Szabo, Attila Bronson, Richard Hinchliffe, Alan Atkins, P. W. Singh, Harbhajan Pinheiro, Virgilio Athayde Magalhães, Marcos Nascimento Microbiologia pratica Modelagem conceitual de sistemas Modern quantum chemistry Moderna introdução as equações diferenciais Molecular modelling for beginners Moleculas Municipios e meio ambiente Mycoremediation Noções de geometria descritiva Noções de probabilidade e estatistica Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda Novo dicionario da lingua portuguesa Furstenau, Eugenio Few, Stephen Penny, J. E. T. (John E. T.) Novo dicionario de termos tecnicos ingles portugues Now you see it Numerical methods using Matlab Numerical recipes Numerical simulation in molecular dynamics O aquecimento global O barulho da agua O calculo com geometria analitica O calculo com geometria analitica O crescimento da agricultura paulista e as instituições de ensino, pesquisa e extensão numa perspectiva de longo prazo O emprego da formula universal de perda de carga e as limitações das formulas empiricas O enterro do diabo O fenomeno Cubatão O que e ecologia O que e ecologia O que é educação ambiental O que o profissional da quimica deve saber O$ bilhõe$ perdido$ no lixo O$ bilhõe$ perdido$ no lixo Olhando pela terra Onsite watewater disposal Griebel, Michael Angelo, Claudio Peixoto, João Batista Leithold, Louis Leithold, Louis Assy, Tufi Mamed. Garcia Marquez, Gabriel Branco, Samuel Murgel Lago, Antonio Lago, Antonio Reigota, Marcos Cuocolo, Miguel Romeu Calderoni, Sabetai Calderoni, Sabetai George, James Perkins, Richard J Ed. prelim 2nd ed. 4. ed. 5. ed. 2. ed. rev. aum. 14a ed. rev.ampl 2nd ed 3rd ed. 3. ed. 3. ed. 8. ed. 7a ed 3. ed. 4. ed. 1975 1988 1996 1977, c1976 c2008 2000 1999 c2006 19762002 1 1 1 3 1 1 3 1 1 2 c1986 2 1988 c2009 2000, c1995 2007 2007 2009, c2008 1994 c1977 c1994 2 1 1 1 1 3 1 17 35 2003 1977 1975 1984 1989, c1984 1988 1994 c1992 1999 2003 1998 1990, c1989 1 2 1 2 2 1 2 1 3 1 1 1 116 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca CETESB São Paulo Uehara, Michele Yukie Cox, Charles Robert Winston, Wayne L Yamamoto, Kazuhito Yamamoto, Kazuhito Yamamoto, Kazuhito Olitta, Antonio Fernando Lordelo Stoker, Bram Vargas, Milton Andrade, Oswald Moraes Opçoes para tratamento de esgoto de pequenas comunidades Operação e manutenção de E.T.A. Operação e manutenção de lagoas anaerobicas e facultativas Operation and control of water treatment processes Operations research Os alicerces da fisica Os alicerces da fisica Os alicerces da fisica Os metodos de irrigação Os sete dedos da morte Os solos da cidade de São Paulo Os toxicos Goldbarg, Marco Cesar Arantes, Antonio A Leme, Francilio Paes Rey, Luis Otimização combinatória e programação linear Paisagens paulistanas Pela trilha de Arquimedes Percepção pública da ciência : resultados da pesquisa na Argentina, Brasil, Espanha e Uruguai = Perfis de imigrantes libaneses de Limeira Pesquisa operacional Piscinas Planar graph drawing Planejamento ambiental Planejamento ambiental Planejamento ambiental para a cidade sustentavel Planejamento de sistemas de abastecimento de agua Planejamento e projeto dos sistemas urbanos de esgotos sanitarios Planejar e redigir trabalhos cientificos Rey, Luis Cesar Neto, Julio Cerqueira Brasil Branco, Samuel Murgel Tomaz, Plinio Braile, Victoria Valli Planejar e redigir trabalhos cientificos Politica de recursos hidricos : instrumento de mudanca Politica nacional de recursos hidricos Poluição Poluição difusa Poluição do ar no Brasil Stahlberg, Altino Monteiro, Celso Eufrasio Nishizeki, T. Santos, Rozely Ferreira dos Franco, Maria de Assunção Ribeiro 4th ed 2. ed. rev. atual. 3. ed. 2. ed. 2. ed. 2 ed. rev. e ampl 2. ed. 1988 1973 1989 1973, c1969 c2004 1988-89 1988-89 1988-89 1989, c1976 1987 2002 1971 1 3 3 1 4 1 1 1 1 1 1 2 c2005 2000 1993 5 1 1 2003 2001 1998 1984 c2004 2002 2004 2001 1973 1977 1988, c1987 1 1 3 1 1 1 12 6 4 5 1 c1993 1988 2002 1983 2006 1979 2 1 1 6 8 1 117 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Branco, Samuel Murgel Mota, Suetonio Lora, Electo Silva Dal Ben, Luiza Watanabe Von Sperling, Marcos Von Sperling, Marcos Lehninger, Albert L. Oliveira, Pedro Carlos de Atkins, P. W. Atkins, P. W. Meyer, Paul L Meyer, Paul L Meyer, Paul L Lipschutz, Seymour Meyer, Paul L Spiegel, Murray R. Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira Bastos, Francisco de Assis A Habert, Alberto Claudio Wiendl, Wolfgang G Marques, Joambell M Roger, Roland Poluição, proteção e usos multiplos de represas População, meio ambiente e desenvolvimento Population and environment in Brazil Portal do CID e a tecnologia evm.net Pos-tratamento de efluentes de reatores anaerobios Pos-tratamento de efluentes de reatores anaerobios Preservação de recursos hidricos Prevenção da poluição Prevenção e controle da poluição nos setores energetico, industrial e de transporte Prevenção e controle de infecção hospitalar para enfermeiros Previsão de impactos Principios basicos do tratamento de esgotos Principios basicos do tratamento de esgotos Principios de bioquimica Principios de fisica Principios de quimica Princípios de química Proagua semi-arido Probabilidade Probabilidade Probabilidade Probabilidade Probabilidade : aplicações a estatistica Probabilidade e estatistica Probabilidades Problemas de mecanica dos fluidos Problemas e exercicios de analise matematica Procedimentos para utilização de testes de toxicidade no controle de afluentes liquidos Processos de separação por membranas Processos eletroliticos no tratamento de esgotos sanitarios Processos simplificados para exame e analise da agua Produtividade Produza energia a partir do vento 2. ed. 2. ed. 2. ed. 3. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 4. ed. rev 2. ed. rev. ampl. 5. ed. 2. ed. rev. ampl 1977 1996 2002 2006 2001 2000-2001 1988 c2002 2002 1995 1998 1996 2001, c1996 1986 1993 2001 2006 2005 1983 1988, c1984 c1984 c1994 1976 2003 2 1 1 1 1 1 1 1 8 1 2 5 2 1 1 8 4 13 1 3 1 2 1 3 2006 1987 1986 1990 c2006 1998 1970 5 4 4 1 5 2 2 [1996] c1977 1 1 118 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Programa de educação ambiental do Vale do Ribeira Programa de iniciação cientifica Programa de saude dos trabalhadores Programa Nacional de Educação Ambiental ProNEA Programação e projeto fisico de unidade movel para monitoramento e controle da qualidade da agua Projeto de instalação de tratamento de esgoto por uma comissão conjunta da Soc. Am. de Engenheiros Civis e da Federação de controle de poluição da agua Centro Tecnologico de Saneamento Basico, São Paulo Valle, Cyro Eyer do Piveli, Roque Passos Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Projeto de sistema de distribuição de agua Projeto de sistemas de distribuição de agua Projeto de sistemas de esgotos sanitarios Projeto local de saneamento rural Prosab 4 Prospecção tecnologica Prospecção tecnologica Qualidade ambiental Qualidade das aguas e poluição 6. ed. rev. atual Qualidade das aguas interiores do Estado de São Paulo Qualidade de vida- Moura, Luiz Antonio Abdalla de Qualidade e gestão ambiental Moura, Luiz Antonio Abdalla de Newman, Michael C Pimentel, George C Pantaleo, Rosario Pimentel, George C Novais, Vera Lucia Duarte de Feltre, Ricardo Usberco, João Mahan, Bruce H Lembo, Antônio Lembo, Antônio Lembo, Antônio Qualidade e gestão ambiental Quantitative methods in aquatic ecotoxicology Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica Quimica 4. ed. rev. ampl 5. ed. rev. ampl 3. ed. 4. ed. 2. ed. 19892004 c1989 2003 9 3 1 1 2001 2 1969 1 1971 1975 1971 1989 [2003?] 2005 2005 1 3 1 5 5 1 1 2006, c2002 2006 10 2 1979 1991 1 1 2004 3 2008 c1995 1974 1978 1981, c1974 1993 1994 19961995 2002 2000 2001 3 1 16 1 4 1 1 1 1 2 1 1 119 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Feltre, Ricardo Peruzzo, Tito Miragaia Kotz, John C Kotz, John C Kotz, John C Brady, James E. Quimica Quimica Química Quimica ambiental Quimica analitica qualitativa Quimica CBA : sistemas quimicos Quimica e reações quimicas Quimica e reações quimicas Quimica e reações quimicas Quimica geral Rosenberg, Jerome Laib Russell, John Blair Pauling, Linus Pauling, Linus Brady, James E. Russell, John Blair Russell, John Blair Kotz, John C Costa, João Alvares da Carvalho, Geraldo Camargo de Vogel, Arthur Israel Solomons, T. W. Graham Bruice, Paula Yurkanis Solomons, T. W. Graham Sardella, Antonio Sardella, Antonio Sardella, Antonio Sardella, Antonio Chernocharo, Carlos Augusto de Lemos Chernicharo, Carlos Augusto Lemos Rodriguez Alonso, Urbano Rodriguez Alonso, Urbano Magalhães, Juraci Peres Quimica geral Quimica geral Quimica geral Quimica geral Quimica geral Quimica geral Quimica geral Quimica geral e reações quimicas Quimica inorganica Química moderna Quimica organica Quimica organica Quimica organica Quimica organica Quimica, volume unico Qumica Qumica Qumica Reatores anaerobicos Reatores anaerobios Rebaixamento temporario de aquiferos Rebaixamento temporario de aquiferos Recursos naturais, meio-ambiente e sua defesa no direito brasileiro Baird, Colin Vogel, Arthur Israel 3. ed. 9. ed. 2. ed. 4. ed. 3. ed. 4. ed. 6. ed. atualizada 2. ed. 2. ed. 3. ed. 2. ed. 7. ed. 4. ed. trad. 7. ed. 5. ed. 5. ed. 5. ed. 19881993-1995 c2005 c2002 1981 1969 2002 c1998 2002 1982 14 1 10 9 12 1 6 4 4 1 1982 c1982 1982 1982 1986 1994 1981 2005 1965 1995 1980-88 c20002006 c20002000 2003 2000 2002 2000, c1997 c1997 1999 2007 1982 5 2 1 1 29 2 1 16 1 1 3 1 2 5 3 3 1 1 2 4 1 5 1 120 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Feitosa, Vera Cristina Pereira, Jose Almir Rodrigues Pompeu, Cid Tomanik Associação Brasileira de Normas Técnicas Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Congresso Mundial sobre Segurança e Saude no Trabalho Congresso Interno de Iniciação Cientifica da UNICAMP Suguio, Kenitiro Goldemberg, José Dacach, Nelson Gandur Marroni, Fernando Alves, Alaor Caffe Dacach, Nelson Gandur Redação de textos cientificos Rede coletora de esgoto sanitario Reflexões sobre o desenvolvimento sustentavel Regime juridico da policia das aguas publicas : policia da qualidade Regionalização e urbanização Regulação energetica e meio ambiente Residuos solidos Residuos solidos do saneamento 7. ed. 2003 2006 c2005 1976 1979 2001 2004 2001 2 5 3 3 1 1 3 1 Residuos solidos industriais Residuos solidos provenientes de coletas especiais Residuos solidos urbanos Residuos solidos, ambiente e saude 1985 c2001 2003 c2000 2 2 1 3 Resumo dos trabalhos = 1999 2 Resumos Rochas sedimentares Rotulagem ambiental Rural sanitation S.O.S. planeta Terra Saneamento ambiental Saneamento ambiental, o que e isto? Saneamento basico Saneamento basico Saneamento, saude e ambiente Saude ocupacional Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho Segurança e medicina do trabalho 1994 c1980 2002 c1980 1990 1983 2000 1998 1984 c2005 1988 1984 1986 1989 1989 1990 1999 1995 2009 1 1 1 1 1 1 2 3 3 6 1 2 1 5 1 1 3 1 2 2. ed. 2a ed 9a ed 10. ed. 14a ed 16. ed. 17. ed. 43. ed. 28. ed. 64. ed. 121 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Kaplan, O. Benjamin Watt, S.B. (Simon B.) Matos, Marivaldo Pereira Romano, Roberto Cynamon, Szachna Eliasz Associação Brasileira de Normas Técnicas Gomes, Heber Pimentel, 1954Hammer, Mark J Associação Brasileira de Normas Técnicas Andrade Neto, Cicero Onofre de Dacach, Nelson Gandur Watts, Duncan J. Demajorovic, Jacques Kenna, Jeff Castrucci, Benedito Puppe, Thomas Thomaz, Carlos Alberto Rice, Harold S Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Septic systems handbook Septic tanks and aqua-privies from ferrocement Series e equações diferenciais Serviços publicos no Brasil Silencio e ruido Sistema não convencional de esgoto sanitario a custo reduzido Sistemas da gestão ambiental - Requisitos com orientações para uso = Sistemas de abastecimento de agua Sistemas de abastecimento de agua e esgotos Sistemas de esgotos sanitarios Sistemas de esgotos sanitarios Sistemas de gestão ambiental - Diretrizes gerais sobre principios, sistemas e tecnicas de apoio = Sistemas simples para tratamento de esgotos sanitarios - experiencia brasileira Sistemas urbanos de esgoto Small worlds Sociedade civil planetaria Sociedade de risco e responsabilidade socioambiental Sociedade e meio ambiente Solar energy applications in the tropics Solar water pumping Somatorios, produtorios, matrizes, determinantes e sistemas lineares Spectral graph drawing Standard methods for the examination of dairy products Standard methods for the examination of water and wasterwater Standard methods for the examination of water and wastewater Sugestoes praticas para drenagem superficial em estradas municipais e vicinais Technical mathematics 2a ed 2. ed. 2. ed. rev. ampl 2. ed. 2. ed. 2. ed. 3. ed. 17th ed. 20th ed. 17th ed. 2nd. ed. Tecnica de abastecimento e tratamento de agua Tecnica de abastecimento e tratamento de agua Tecnica de abastecimento e tratamento de agua 2. ed. Tecnica de abastecimento e tratamento de agua 2. ed. rev c1987 c1984 2002 c1996 1996 1986 2004 1 1 2 2 1 2 2 2004 1979 1973 1977 2 4 4 1 2005 c1997 1984 1999 1992 2003, c2001 2002 c1983 1985 1976 2008 2004 c1998 c1989 1984 c1963 2 2 1 3 1 5 1 1 1 1 1 1 3 1 1 1 1974- 5 19761987 4 19 1976-77 5 122 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (SP) Tibau, Arthur Oberlaender Tibau, Arthur Oberlaender Santos Filho, Davino Francisco dos Lipschutz, Seymour Leme, Francilio Paes Chagas, Aécio Pereira Liebmann, Hans Bederson, Benjamin Tufte, Edward R. Mendonça, Sergio Rolim Larini, Lourival Goes, Roberto Charles Chapman, Brian Richter, Carlos A Azevedo Netto, José M. de Di Bernardo, Luiz Azevedo Netto, José M. de Jordão, Eduardo Pacheco Pessoa, Constantino Arruda Lima, Luiz Mario Queiroz Tecnica de abastecimento e tratamento de agua Tecnicas modernas de irrigação Tecnicas modernas de irrigação : aspersão, derramamento, gotejamento Tecnologia das fermentações Tecnologia de tratamento de agua Tecnologias apropriadas Tecnologias de baixo custo em saneamento Tecnologias de baixo custo em saneamento Temas de fisica Temas de física Tendencias da educação ambiental brasileira Teoria e problemas de algebra linear Teoria e tecnicas de tratamento de agua Termodinâmica química Terra, um planeta inabitavel? The craft of information visualization The evolution of water resources management in Brazil The Macmillan visual dictionary The visual display of quantative information Topicos avançados em sistemas de esgotos sanitarios Toxicologia Toxicologia industrial Transition metals, quantitative kinetics and applied organic chemistry Tratamento de agua : tecnologia atualizada Tratamento de agua para abastecimento por filtração direta Tratamento de aguas de abastecimento Tratamento de aguas de abastecimento por filtração em multiplas etapas Tratamento de aguas residuarias Tratamento de esgotos domesticos Tratamento de esgotos domesticos Tratamento de esgotos sanitarios por processo anaerobico e disposição controlada no solo Tratamento de esgotos sanitarios por processo anaerobico e disposição controlada no solo Tratamento de lixo 2. ed. rev 5. ed. 5. ed. 3. ed. 3. ed. 2nd ed. 3. ed. Rev. ed. 2. ed. 19771989, c1975 1987 1986 1989, c1980 2000 1985 1985 [20--] 19971998 2004 1979 1999 1976 2003 2002 c1992 2007 1987 1997 1998 c2004 c1991 c2003 1966 1999 1970 1975 1982 2000 c1999 [1986?] 3 1 1 1 1 2 6 1 1 3 2 5 5 1 1 1 1 1 1 1 4 1 2 3 1 5 1 1 2 1 1 1 2 123 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Purschel, Wolfgang Silva, Salomão Anselmo Wiendl, Wolfgang G Dessauer, John P Dessauer, John P Guidorizzi, Hamilton Luiz Guidorizzi, Hamilton Luiz Guidorizzi, Hamilton Luiz Guidorizzi, Hamilton Luiz Guidorizzi, Hamilton Luiz Guidorizzi, Hamilton Luiz Santos, Reginaldo de Jesus Mota, Suetonio NATO Advanced Research Workshop on Use of Humates to Remediate Polluted Environments : from Theory to Practice Picard. J Gondim, Jose Cleantho C Macintyre, Archibald Joseph Macintyre, A. J. Soares, Mozart Pereira Tratamento e utilização de esgotos sanitarios Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamento general del agua y su distribucion Tratamentos biologicos de aguas residuarias Tubulações para agua Tudo sobre a publicação de livros Tudo sobre a publicação de livros Um curso de cálculo Um curso de cálculo Um curso de cálculo Um curso de cálculo Um curso de cálculo Um curso de cálculo Um curso de geometria analitica e algebra linear Urbanização e meio ambiente Use of humic substances to remediate polluted environments Usinas açucareiras de Piracicaba, Villa-Raffard, Porto-Feliz, Lorena e Cupim Uso da biomassa para produção de energia na indústria brasileira Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura Utilização de minhocas na produção de composto organico Valos de oxidação aplicados a esgotos domesticos Ventilação industrial e controle da poluição Ventilação industrial e controle da poluição Verdes urbanos e rurais 2. ed. 4. ed. 3. ed. rev 3. ed. 2. ed. 2. ed. 2. ed. 2006 1982 1982 1982 1982 1982 1982 1982 1979 1973 c1979 c1979 c1987-1989 1987 2000 19991998c1986 c2009. 1999 1 1 1 1 1 1 1 1 3 9 1 1 8 1 1 2 1 1 10 3 2005 1996 2005 2001 2003 2006 c1999 1987 1976 c1988 c1990 1998 1 1 2 1 4 2 1 1 3 1 1 1 124 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca Oliva, Waldyr Muniz Oliva, Waldyr Muniz Oliva, Waldyr Muniz Giacaglia, Giorgio Eugenio Oscare Winterle, Paulo Vetores e geometria Vetores e geometria Vetores e geometria Vetores e geometria analitica Vetores e geometria analitica Santos, Nathan Moreira dos Oliveira, Rosimery de Fatima Tufte, Edward R. Vetores e matrizes Visão integrada em meio ambiente Visual explanations Vitimas dos ambientes de trabalho Vogel; analise quimica quantitativa Waste stabilization ponds Wastewater engineering Wastewater microbiology Water and wastewater engineering Water and wastewater technology Water treatment and sanitation Water treatment principles and design Webster's encyclopedic unabridged dictionary of the english language Zoologia Zoologia dos invertebrados Zoologia geral Zoologia geral Vogel, Arthur Israel Gloyna, Earnest F Metcalf & Eddy Bitton, Gabriel Fair, Gordon Maskew Hammer, Mark J. Mann, H.T. (Henry Thomas) Fernandes, Valdir Ruppert, Edward E. Storer, Tracy Irwin Zoologia geral 3. ed. 2. ed. rev. ampl 7. ed. 5. ed. 3rd ed 3rd ed. 5th ed 2. ed. ** 6. ed. 6. ed. 5. ed. 6. ed. rev. e aum c1973 1977, c1973 c1971 1985 2008 1 1 1 1 3 1977 2003 c1997 2002 1992 c1971 1991 c2005 1966c2004 c1982 c1985 c1996 1981 1996 1984 1979 3 1 1 2 1 1 2 3 1 4 1 1 1 4 1 2 1 1998 1 ** The dictionary entries are based on the First Edition of The Random House Dictionary of the English Language 125 ANEXO 1 – Acervo da biblioteca 126