Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL
Prof. Dr. José Geraldo Pena de Andrade
Diretor da FT
Profa. Dra. Carmenlucia S. Giordano Penteado
Coordenadora de Graduação
LIMEIRA - SP
MARÇO DE 2012
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
INDICE
1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA............................................................................ 01
2. PERFIL PROFISSIONAL........................................................................................... 05
2.1. O Engenheiro Ambiental.................................................................................... 05
2.2. Perfil do Egresso................................................................................................ 08
3. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO.......................................................................... 10
4. PROPOSTA CURRICULAR....................................................................................... 12
4.1. Estratégias Utilizadas......................................................................................... 12
4.2. Matriz Curricular................................................................................................. 13
4.2.1. Núcleo de Conteúdos Básicos................................................................. 19
4.2.2. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Gerais.................................... 21
4.2.3. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos............................. 23
4.2.3.1. Disciplinas de Conteúdos Profissionalizantes Obrigatórios......... 24
4.2.3.2. Disciplinas Eletivas....................................................................... 25
4.3. Trabalho de Conclusão de Curso....................................................................... 27
4.4. Estágio Supervisionado...................................................................................... 27
4.5. Atividades Complementares............................................................................... 29
4.6. Ementas das Disciplinas.................................................................................... 31
4.6.1. Ementas das Disciplinas Obrigatórias...................................................... 33
4.7. Bibliografias das Disciplinas............................................................................... 47
5. CORPO DOCENTE................................................................................................... 73
6. INFRA-ESTRUTURA................................................................................................. 75
6.1. Laboratórios de Ensino e Pesquisa.................................................................... 75
6.1.1. Laboratório Físico-Químico...................................................................... 78
6.1.2. Laboratório de Microbiologia.................................................................... 79
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6.1.3. Laboratório de Monitoramento do Ar........................................................ 80
6.1.4. Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação............ 81
6.1.5. Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental........................ 81
6.1.6. Laboratório de Desenv. de Sistemas para Saneamento Ambiental......... 83
6.1.7. Laboratório de Hidráulica......................................................................... 85
6.2. Demais Laboratórios de Ensino e Pesquisa da FT............................................ 85
6.2.1. Laboratório de Topografia........................................................................ 85
6.2.2. Laboratórios de Informática...................................................................... 86
6.2.3. Laboratório de Materiais de Construção Civil........................................... 87
6.2.4. Laboratório de Geologia........................................................................... 90
6.3. Infra Estrutura Complementar............................................................................ 90
6.4. Biblioteca............................................................................................................ 91
Anexo 1 – Acervo da Biblioteca..................................................................................... 95
ii
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LISTA DE QUADROS
Quadro 1: Áreas de atuação do engenheiro ambiental, segundo o CONFEA......................
07
Quadro 2: Distribuição da carga horária do Curso de Engenharia Ambiental.......................
14
Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental...........................................
15
Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos
da FT.......................................................................................................................................
17
Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia..................
19
Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental........................
20
Quadro 7: Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Geral do Curso de Engenharia 22
Ambiental.................................................................................................................................
Quadro 8: Disciplinas do Núcleo Específico Obrigatório do Curso de Engenharia 24
Ambiental.................................................................................................................................
Quadro 9: Disciplinas Eletivas na Área de Humanidades.....................................................
25
Quadro 10: Disciplinas Eletivas Específicas...........................................................................
26
Quadro 11: Conjunto de Atividades Complementares............................................................
30
Quadro 12: Quadro docente da Faculdade de Tecnologia.....................................................
73
Quadro 13: Docentes do Curso de Engenharia Ambiental da FT...........................................
74
Quadro 14: Siglas dos laboratórios da Divisão de Tecnologia Ambiental...............................
76
Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT.........
77
iii
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LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Organograma dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental dentro do
sistema de gestão de qualidade........................................................................................
76
Figura 2: Laboratório físico-químico..................................................................................
78
Figura 3: Área externa do laboratório de microbiologia....................................................
79
Figura 4: Laboratório de microbiologia..............................................................................
79
Figura 5: Estação de monitoramento atmosférico da FT..................................................
80
Figura 6: Sala de cultivo do LEAL.....................................................................................
81
Figura 7: Alunos desenvolvendo pesquisas de Iniciação Científica no LEAL...................
82
Figura 8: Coleta de amostra para ensaio no LEAL..........................................................
82
Figura 9: Laboratório de desenvolvimento de sistemas para saneamento ambiental......
84
Figura 10: Laboratório de Hidráulica da FT.......................................................................
85
Figura 11: Aula prática em frente ao laboratório de topografia.........................................
86
Figura 12: Uso de equipamento topográfico.....................................................................
86
Figura 13: Laboratório de Informática da FT....................................................................
86
Figura 14: Bancadas do laboratório de materiais de construção civil...............................
88
Figura 15: Capela com sistema de exaustão do laboratório de materiais de construção
civil....................................................................................................................................
88
Figura 16: Máquina universal de ensaios.......................................................................... 88
Figura 17: Prensa hidráulica.............................................................................................
88
Figura 18: Bancada de rochas e minerais do laboratório de geologia..............................
90
Figura 19: Laboratório de geologia...................................................................................
90
Figura 20: Biblioteca da Faculdade de Tecnologia...........................................................
91
iv
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1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA
A Faculdade de Tecnologia da UNICAMP vem passando por modificações ao
longo dos anos, de forma a atender as novas demandas tecnológicas da sociedade
e do mercado de trabalho.
Os cursos de tecnologia na UNICAMP iniciaram-se em 1974 com a criação do
Curso Superior de Tecnologia Sanitária com as seguintes características: período
diurno, trimestral e integralização mínima de dois anos. Posteriormente, em 1976 foi
criado, nos mesmos moldes, o Curso Superior de Tecnologia da Construção Civil,
Modalidades Edifícios e Obras e Solos. Essas características despertaram interesse
em trabalhadores e, deste modo, em 1978 os cursos passaram para o período
noturno, com integralização mínima de três anos.
O Centro Superior de Educação Tecnológica (CESET) foi criado em 19 de
novembro de 1988 com a finalidade de incorporar os cursos de tecnologia até então
vinculados a Faculdade de Engenharia Civil de Limeira.
Em 1992 criou-se o Curso Superior de Tecnologia em Processamento de
Dados, com integralização mínima de três anos, com a nova estrutura do CESET de
cursos semestrais.
Em 1997, os cursos, ainda noturnos, tiveram seus currículos atualizados,
passaram a ter integralização de quatro anos e criou-se a Modalidade Controle
Ambiental. Assim, o CESET contava com os seguintes cursos: Tecnologia em
Informática (45 vagas), Tecnologia da Construção Civil - Modalidades Obras de Solo
e Pavimentação e Edifícios (80 vagas) e Tecnologia em Saneamento Ambiental Modalidades Saneamento Básico e Controle Ambiental (80 vagas) em período
noturno e Tecnologia em Informática (45 vagas), Tecnologia em Saneamento
Ambiental - Modalidades Saneamento Básico e Controle Ambiental (40 vagas) e
Tecnologia em Telecomunicações (50 vagas), em período diurno.
Em 2009, com a aprovação da Capes, o CESET passou a oferecer o curso de
pós-graduação strictu sensu, na área de concentração de Tecnologia e Inovação; e
no mesmo ano se tornou a mais nova Unidade de Ensino e Pesquisa da UNICAMP,
1
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denominado Faculdade de Tecnologia (FT), segundo Deliberação CONSU-A-2 de 26
de Maio de 2009.
A Faculdade de Tecnologia é responsável pelo oferecimento dos Cursos de
Graduação em Tecnologia nas áreas de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (45
vagas para o período diurno e 45 vagas para o período noturno), Construção de
Edifícios e Estradas (80 vagas para o período noturno), Saneamento Ambiental e
Controle Ambiental (80 vagas para o período noturno) e Controle Ambiental (40
vagas para o período diurno), de acordo com as novas denominações de cursos de
graduação do MEC.
Em sintonia com as necessidades tecnológicas do país, a Faculdade de
Tecnologia está propondo uma adequação dos seus cursos de tecnologia e a
criação de novos cursos, dentre os quais figura a criação do Curso de Engenharia
Ambiental, no período noturno, com 60 vagas.
A motivação para a criação do Curso de Engenharia Ambiental da
FT/UNICAMP se encontra na crescente demanda por engenheiros qualificados, e de
forma mais específica, engenheiros ambientais aptos a aliar conhecimentos
técnicos, ambientais, sociais e humanos à prática da engenharia.
Estudo realizado pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial
(IEDI), intitulado "A Formação de Engenheiros no Brasil: Desafio ao Crescimento e à
Inovação", e publicado em julho de 2010 no Portal de Inovação Tecnológica da
UNICAMP1, mostra a seguinte realidade da engenharia no Brasil:
• Há forte e crescente demanda por profissionais de engenharia no Brasil, que
é detectada pelo dia a dia das empresas e de suas dificuldades concretas no
mercado de trabalho;
• A formação em engenharia tem impacto amplo sobre muito setores e
atividades e não se restringe apenas às atividades típicas de engenharia de
cada setor/atividade;
1
Teixeira, M. e Simões, J. Estudo traça quadro difícil na formação de engenheiros: número é pequeno, cai
relativamente, com perda nas áreas tradicionais. 26 de julho de 2010. Disponível em:
http://www.inovacao.unicamp.br/report/noticias/index.php?cod=772
2
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Curso de Engenharia Ambiental
• Esse problema está relacionado à deficiência quantitativa da formação de
engenheiros, em especial na graduação, mas muito possivelmente também
se relaciona com a qualidade dos egressos em engenharia;
• A situação brasileira em termos de engenheiros por habitantes é
especialmente precária e insustentável comparativamente a qualquer outro
país desenvolvido ou no mesmo estágio de desenvolvimento do Brasil;
• O quadro brasileiro se explica pela baixa escolaridade superior, mas também
é fortemente agravado pelo perfil dos egressos da graduação e pósgraduação, em que o percentual de engenheiros é baixo e decrescente.
No que se refere às questões ambientais, existe uma demanda por
profissionais generalistas, dado a complexidade e diversidade dos temas
envolvidos, porém com formação interdisciplinar sólida. O desenvolvimento
econômico do país, aliado ao estilo de vida consumista da sociedade, vem
ocasionando impactos ambientais e sociais diversos; e o equacionamento
destes não pode mais ser visto a partir de soluções baseadas em tecnologias
de “comando e controle”, onde são criadas leis cada vez mais restritivas, para
as quais se espera uma “reação”, através da adoção de equipamentos e
tecnologias de controle. É necessária uma mudança de postura da sociedade,
e o profissional da área ambiental tem que estar preparado, pois além de sua
atuação técnica, espera-se uma formação humanista e crítica, que o faça
atuar também como agente modificador de um comportamento insustentável.
Dentro deste contexto, a Faculdade de Tecnologia é uma unidade de
ensino, pesquisa e extensão da UNICAMP, que tem por princípio norteador
“integrar a ciência e a tecnologia ao desenvolvimento de aptidões, para
aplicá-las no mercado de trabalho, estimulando principalmente o espírito
crítico e empreendedor e uma permanente vontade de aperfeiçoamento”.
A estrutura dos cursos da FT está organizada de tal maneira que o
aluno adquira conhecimentos práticos com aulas de laboratórios, de campo e
visitas técnicas, familiarizando-se com a realidade do mercado de trabalho
que irá encontrar, além do conhecimento teórico necessário.
Isso permite,
3
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Curso de Engenharia Ambiental
além de uma formação especialista, a aquisição de formação básica que
possibilite atuação mais generalista, condizente com as demandas do
mercado de trabalho atual, na área de engenharia ambiental.
A partir desta estrutura de sólida experiência de cerca de 30 anos na
área de tecnologia sanitária e ambiental, é que propomos a criação do Curso
de Engenharia Ambiental na Faculdade de Tecnologia da UNICAMP.
4
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2. PERFIL DO PROFISSIONAL
2.1. O Engenheiro Ambiental
De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Educação – Câmara
de Ensino Superior - CNE/CES2 de 11 de março de 2002, o Curso de Graduação em
Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com
formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e
desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na
identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em
atendimento às demandas da sociedade. Ainda segundo a mesma Resolução, a
formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
1) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais
à engenharia;
2) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
3) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
4) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
5) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
6) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
7) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
8) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
9) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
10) Atuar em equipes multidisciplinares;
11) Compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais;
12) Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
2
BRASIL. Conselho Nacional de Educação – Câmara de Ensino Superior. RESOLUÇÃO CNE/CES
11, DE 11 DE MARÇO DE 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia. Brasília, 2002.
5
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13) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
14) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Direcionando o enfoque à fiscalização do exercício profissional das diferentes
modalidades de Engenharia, o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia – CONFEA3, na Resolução Nº 1010 de 22 de agosto de 2005, define as
seguintes atividades profissionais para o Engenheiro:
1) Gestão, supervisão, coordenação e orientação técnica;
2) Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto e especificação;
3) Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
4) Assistência, assessoria e consultoria;
5) Direção de obra ou serviço técnico;
6) Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria,
arbitragem;
7) Desempenho de cargo ou função técnica;
8) Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação,
ensaio, divulgação técnica, extensão;
9) Elaboração de orçamento;
10) Padronização, mensuração, controle de qualidade;
11) Execução de obra ou serviço técnico;
12) Fiscalização de obra ou serviço técnico;
13) Produção técnica e especializada;
14) Condução de serviço técnico;
15)Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
16) Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
17) Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e
18) Execução de desenho técnico.
3
CONFEA – Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura. Resolução Nº 1010 de 22 de
agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais,
atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no
Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional. Brasília, 2005.
6
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No que se refere à atuação profissional no âmbito da engenharia ambiental, a
Resolução CONFEA No 1010/2005 estabelece as áreas típicas de atuação do
engenheiro ambiental, expressas no Quadro 1.
Quadro 1: Áreas de atuação do engenheiro ambiental, segundo o CONFEA
Área de Atuação
Tópicos
Hidráulica e Hidrologia Aplicadas ao Saneamento; Sistemas, Métodos e
Saneamento Básico
Processos de Abastecimento, Tratamento, Reservação e Distribuição de
Águas; Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Urbano (coleta,
transporte, tratamento e destinação final de esgotos e águas residuárias
urbanas, resíduos sólidos e rejeitos urbanos, hospitalares e industriais);
Sistemas, Métodos e Processos de Saneamento Rural.
Avaliação de Impactos Sanitários no Ambiente; Controle Sanitário do
Gestão
Sanitária
do
Ambiente
Ambiente; Controle Sanitário da Poluição; Controle de Vetores
Biológicos Transmissores de Doenças.
Sistemas, Métodos e Processos aplicados a Recursos Naturais
(Aproveitamento,
Recursos Naturais
Proteção,
Monitoramento,
Manejo,
Gestão,
Ordenamento, Desenvolvimento, Preservação); Recuperação de Áreas
Degradadas
(Remediação
Contaminadas,
de
Biorremediação
Solos
de
Degradados
Solos
Degradados
e
e
Águas
Águas
Contaminadas, Prevenção e Recuperação de Processos Erosivos).
Recursos Energéticos
Fontes
de
Energia
relacionadas
com
Engenharia
Ambiental
(Tradicionais, Alternativas, Renováveis); Sistemas e Métodos de
Conversão de Energia; Impactos Energéticos Ambientais; Eficientização
Ambiental de Sistemas Energéticos Vinculados ao Campo de Atuação
da Engenharia Ambiental.
Planejamento Ambiental em Áreas Urbanas e Rurais; Prevenção de
Desastres
Ambientais;
Administração,
Gestão,
Ordenamento
e
Licenciamento Ambiental; Adequação Ambiental de Empresas no
Gestão Ambiental
Campo de Atuação; Monitoramento Ambiental; Avaliação de Impactos
Ambientais; Avaliação de Ações Mitigadoras; Controle de Poluição
Ambiental; Instalações, equipamentos, dispositivos e componentes da
Engenharia Ambiental.
7
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2.2. Perfil do Egresso
Levando em consideração o disposto na Resolução CNE/CES 11/ 2002 e na
Resolução CONFEA Nº 1010/2005, além da experiência e tradição da FT na área de
Tecnologia Ambiental, o Engenheiro Ambiental formado estará capacitado para
contribuir com a resolução de problemas ambientais por meio da realização de
análises, diagnósticos integrados, concepção e execução de projetos e avaliações
técnicas, tecnológicas, sócio-econômicas e de impactos nos setores e sistemas
ambientais.
É conveniente salientar que os problemas atuais, não somente no que se
refere às questões ambientais, são complexos, e conforme destaca Ioschpe (2012)4,
“não respeitam fronteiras departamentais”; e ainda, “para atender a essa nova
realidade, o estudante deverá passar por todas as áreas do saber, e o ensino deve
estar centrado na tríade entre engenharia, empreendedorismo e humanidades”.
Para atender a demanda por este novo profissional, o Curso de Engenharia
Ambiental da FT propõe uma formação consistente em ciências básicas e ciências
tecnológicas, com foco complementar em ciências sociais e gestão, aplicadas aos
setores de atividades humanas geradoras de significativos impactos ambientais.
A estrutura da matriz curricular foi montada de forma a possibilitar ao
estudante aplicar o conhecimento teórico mediante a realização de estágios,
desenvolvimento de atividades complementares, tais como intercâmbios, projetos de
pesquisa e extensão, participação em empresa júnior, atividades sociais, culturais,
artísticas e esportivas, entre outras.
O profissional graduado nesse curso poderá atuar em agências reguladoras e
órgãos ambientais nos poderes públicos federal, estadual e municipal, em
concessionárias de serviços públicos, agências bilaterais e multilaterais de
cooperação, em empresas do setor industrial, de serviços, de consultoria e projetos
de pesquisa, ONGs e como profissional autônomo.
4
IOSCHPE, G. O Ensino Superior do Futuro. Revista Veja, 22 de fevereiro de 2012, p.78-79.
8
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O Projeto Pedagógico do Curso, apresentado neste documento, confere ao
egresso as seguintes habilidades e competências:
1) Analisar sistemas e processos ambientais;
2) Supervisionar e Coordenar Planos Estratégicos, de Ação e de Intervenção
nas áreas de Engenharia Ambiental;
3) Avaliar criticamente a operação e manutenção de sistemas urbanos: redes de
saneamento ambiental (água, esgotos, drenagem, resíduos sólidos);
4) Avaliar o impacto socioambiental das soluções tecnológicas em projetos,
programas e políticas públicas;
5) Realizar diagnósticos integrados;
6) Planejar e coordenar sistemas e redes de monitoramento de qualidade
ambiental;
7) Desenvolver, implantar e gerenciar políticas, programas e projetos ambientais
nas áreas: gestão integrada de resíduos sólidos, estações de tratamento de
água de abastecimento e de águas residuárias, prevenção e controle da
poluição atmosférica, sistemas de gestão integrados (qualidade, segurança e
ambiente), reabilitação de áreas degradadas, entre outros;
8) Desenvolver e/ou utilizar novas técnicas e tecnologias para solução de
problemas ambientais industriais e urbanos;
9) Atuar em equipes multidisciplinares nas áreas de projeto, ensino e pesquisa.
9
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3. RELEVÂNCIA SOCIAL DO CURSO
A
questão
ambiental apresenta-se
como um desafio
à sociedade,
principalmente quando se busca atender às demandas econômicas, sociais e
ambientais. Embora o tema já venha sendo discutido há décadas, ainda há o
desconhecimento da real necessidade da preservação dos sistemas ambientais,
bem como da relação direta destes com a qualidade de vida.
Vários são os problemas que afetam a meio ambiente e dentre esses, podese citar todas as formas de poluição da água, ar e solo, falta de controle em
exploração aos recursos naturais e déficit de saneamento, sendo essa uma área
bastante carente no país.
Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada pelo
IBGE5 em 2008, 18% da população brasileira não possui rede coletora de esgoto,
ficando sujeita aos riscos de doenças decorrentes dessa exposição direta. A
pesquisa apresenta um quadro igualmente alarmante com relação à questão dos
resíduos sólidos, no qual 50,8% dos municípios brasileiros depositam seus resíduos
domiciliares em lixões, e outros 22,5% depositam em aterros controlados; ambas as
alternativas não são adequadas do ponto de vista técnico, ambiental e legal.
Este panorama nos permite inferir que as quantidades de resíduos geradas
podem estar acima da real capacidade de manejo técnica e economicamente viável,
e de assimilação pelo meio ambiente, e é preciso mudar os hábitos de consumo e a
relação da sociedade com o ambiente em que ela vive.
O Engenheiro Ambiental, por sua formação generalista, poderá atuar nos
diversos segmentos da socidade, nas esferas pública e privadas, e precisa aliar ao
conhecimento tecnológico, conteúdos relacionados à legislação ambiental e às
ciências sociais e humanas, de forma a atuar em todas as frentes relacionadas com
o meio ambiente, não apenas como agente modificador deste, mas sobretudo, como
agente transformador da sociedade.
5
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB). Rio
de Janeiro, 2010.
10
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De uma forma geral, o curso de Engenharia Ambiental da FT-UNICAMP
atenderá uma demanda clara da sociedade brasileira, bem como estará
comprometido com o bem estar social, contribuindo com a formação de uma massa
crítica com capacidade de intervir de forma positiva na qualidade ambiental.
O profissional a ser formado deverá ter o compromisso com o
desenvolvimento de tecnologias e processos mais limpos, pautados nos princípios
da prevenção da poluição e do consumo de recursos, e para tanto, deverá
apresentar uma atuação proativa com o meio ambiente.
11
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4. PROPOSTA CURRICULAR
4.1. Estratégias Utilizadas
O curso de Engenharia Ambiental da FT tem como objetivo integrar à ciência
e à tecnologia o desenvolvimento de aptidões, para aplicá-las no mercado de
trabalho, e atender as demandas da sociedade, do setor público e privado no que se
refere às tecnologias necessárias para o equacionamento dos problemas ambientais
atuais, sem deixar de lado o foco na prevenção da poluição, propondo alternativas
de tecnologias e processos mais limpos.
O curso oferecerá 60 vagas no período noturno, e está dividido em 12
semestres, totalizando seis anos para sua integralização. A carga horária total do
curso
é
de
3630
horas,
divididas
entre
disciplinas,
estágio,
atividades
complementares e trabalho de conclusão de curso.
As aulas serão ministradas de segunda a sexta-feira6, no período noturno, o
que favorece o estudante que já está no mercado de trabalho, sem implicar na
redução da qualidade da formação técnica recebida. Por outro lado, o aluno com
disponibilidade e interesse tem a oportunidade de enriquecer sua formação,
complementando-a com cursos em toda a universidade, e participação em projetos
de pesquisa e extensão.
No último semestre o estudante não terá créditos em disciplinas presenciais a
cumprir, e irá se dedicar à realização do Trabalho de Conclusão de Curso e ao
Estágio Supervisionado, e à integralização das Atividades Complementares7, com
flexibilidade para realizar estágios em outras cidades e inclusive, outros estados.
Acredita-se ser esta uma forma de facilitar o ingresso do estudante no mercado de
trabalho, pois ele poderá se dedicar quase que integralmente ao estágio e terá
mobilidade para viagens; ainda, esta estratégia pode representar um grande
6
A disciplina de topografia, que possui aulas práticas de campo, será oferecida aos sábados e também durante a
semana, no período diurno.
7
Os estudantes serão estimulados a concluir os créditos em atividades complementares ao longo do curso, e
espera-se que até o último semestre já tenham cumprido tais créditos.
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Curso de Engenharia Ambiental
diferencial do curso em relação aos outros cursos de engenharia ambiental
existentes.
Em consonância com o disposto na Resolução CNE/CES 11/ 2002, a
proposta curricular compreende três núcleos: básico, específico e específico
profissionalizante.
Organizou-se a estrutura do curso de forma que o aluno além de disciplinas
teóricas adquira conhecimentos práticos com aulas de laboratório, de campo e
visitas técnicas, familiarizando-se com a realidade do mercado de trabalho,
demandas da socidade e situações sócio ambientais presentes nas diversas áreas
de atuação.
Paralelamente a formação técnica na área de Engenharia Ambiental, o
estudante, terá oportunidade de manter contato com a área de humanidades e
aprofundar
conhecimentos
em
campos
específicos,
uma
vez
que
são
disponibilizadas disciplinas eletivas nestas áreas. O estudante também poderá
cursar disciplinas em qualquer área existente na Universidade, pois será
contemplado com créditos previstos para qualquer disciplina oferecida pela
UNICAMP.
Além do cumprimento de créditos em disciplinas, o estudante deverá cumprir
180 horas de estágio supervisionado na área de Engenharia Ambiental, e 90 horas
de
atividades
complementares,
que
envolvem:
participação
em
palestras,
seminários, congressos, apresentação de trabalhos técnicos e científicos em
eventos acadêmicos, realização de projetos de pesquisa (iniciação científica) e
extensão, consultorias através de Empresa Júnior, realização de intercâmbios, entre
outras atividades pertinentes.
4.2. Matriz Curricular
A matriz curricular, estruturada em doze períodos letivos, permite ao aluno,
que assim desejar, antecipar algumas disciplinas, uma vez que a estrutura da matriz
foi criada de modo que existam disciplinas compatíveis entre o curso de Engenharia
Ambiental Noturno e o Curso de Tecnologia em Controle Ambiental Diurno.
13
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O Quadro 2 resume a carga horária do curso, distribuída entre créditos em
disciplinas dos núcleos básico, profissionalizante geral e profissionalizante
específico, trabalho de conclusão de curso (TCC), estágio e atividades
complementares.
Quadro 2: Distribuição da carga horária do Curso de Engenharia Ambiental
Disciplinas por Núcleo
Estágio
TCC
Atividades
Total
Complementares
Básico
Geral
Específico
Créditos
88
54
76
12
06
06
242
Horas
1320
810
1140
180
90
90
3630
O Quadro 3 apresenta a matriz curricular proposta para o Curso, onde figuram
os créditos de cada disciplina, de acordo com os vetores: T (teoria), P (prática), L
(laboratório), O (orientação) e C (créditos totais da disciplina).
14
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental
1º Semestre – 20 créditos
Créditos
T
P L O
EB101 – Cálculo I
6
0 0 0
EB102 – Geometria Analítica e Álgebra Linear
6
0 0 0
EB103 – Física Geral I
4
0 0 0
EB104 – Laboratório de Física I
0
0 2 0
EB106 – Introdução à Engenharia Ambiental
2
0 0 0
2º Semestre – 20 créditos
EB105 – Biologia Geral
2
0 2 0
EB201 – Cálculo II
6
0 0 0
EB202 – Química Geral
2
0 2 0
EB203 – Física Geral II
4
0 0 0
EB204 – Laboratório de Física II
0
0 2 0
3º Semestre – 20 créditos
EB301 – Cálculo III
6
0 0 0
EB207– Microbiologia Aplicada
2
2 0 0
EB303 – Expressão Gráfica
2
0 2 0
EB304 – Química Ambiental e Experimental
1
3 0 0
EB306 – Ética, Cidadania e Educação Ambiental
2
2 0 0
4º Semestre – 20 créditos
EB205 – Metodologia Científica e Tecnológica
1 1
0
0
EB206 – Eletrotécnica Aplicada
2 0
0
0
EB305 – Química Orgânica Aplicada
4 0
0
0
EB401 – Comunicação e Expressão
1 1
0
0
EB402 - Fenômenos de Transporte
4 0
0
0
EB405 – Mecânica dos Sólidos
2 0
2
0
EB407 - Climatologia
2 0
0
0
5º Semestre – 20 créditos
EB404 – Geologia e Pedologia
4 0
0
0
EB604 – Toxicologia Regulatória
3 1
0
0
EB502 – Topografia
1 3
0
0
EB504 – Resistência dos Materiais I
2 2
0
0
EB302 – Algorítmos e Program. Computadores
2 0
2
0
6º Semestre – 20 créditos
EB501 – Hidráulica I
4 0
0
0
EB503 – Mecânica dos solos
3 0
1
0
EB505 – Ecologia Geral e Aplicada
4 0
0
0
EB403 - Estatística
2 2
0
0
EB406 – Cálculo Numérico
2 0
2
0
Disciplina
Pré-requisito
C
6
6
4
2
2
-
4
6
4
4
2
EB101
EB103
EB104
6
4
4
4
4
EB201
EB105
EB202
-
2
2
4
2
4
4
2
EB202
EB301
EB201 EB203
EB106
4
4
4
4
4
EB304
EB303
EB201 EB405
-
4
4
4
4
4
EB402
EB404 EB101
EB105
EB201 EB302
15
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 3: Matriz Curricular do Curso de Engenharia Ambiental (continuação)
7º Semestre – 20 créditos
Créditos
T
P
L O
EB601 – Hidráulica II
4
0
0 0
EB506 – Saúde Ambiental
3
1
0 0
EB701 – Hidrologia e Drenagem
2
2
0 0
EB704 – Economia e Finanças
2
2
0 0
EB705 – Recursos Energéticos e Meio Ambiente 2
0
0 0
EB706 – Recuperação de Áreas Degradadas
1
1
0 0
8º Semestre – 20 créditos
EB602 – Operações Unitárias
4
0
0 0
EB603 – Ciência e Tecnologia dos Materiais
2
2
0 0
EB605 – Monitoramento Ambiental
2
2
0 0
EB702 – Sistemas de Abastec. e Trat. de Água
6
0
0 0
EB805 – Hidrologia das aguas subterrâneas
2
0
0 0
9º Semestre – 20 créditos
EB804– Sistemas de Esgotamento e Tratamento 6
0
0 0
de Águas Residuárias
EB907 – Produção mais Limpa
2
2
0 0
EB802 – Administração de Empresas
2
2
0 0
EB906 – Ergonomia e Segurança do Trabalho
2
0
0 0
4 créditos em disciplinas eletivas
10º Semestre – 20 créditos
EB801 – Sistemas de Informações Geográficas
4
0
0 0
EB606 – Gerenciamento de Resíduos Sólidos
2
2
0 0
EB803 – Controle da Poluição do Ar
4
0
0 0
EB902 – Direito e Legislação Ambiental
4
0
0 0
4 créditos em disciplinas eletivas
11º Semestre – 20 créditos
EB703 – Construção e Meio Ambiente
2
0
0 0
EB901- Modelos Computacionais para Sistemas 1
0
1 0
Ambientais
EB903 – Avaliação de Impactos Ambientais
4
0
0 0
EB904 – Planejamento e Gestão Ambiental
4
0
0 0
EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão
0
0
0 2
de Curso
4 créditos em disciplinas eletivas
12º Semestre – 20 créditos
EB910 - Trabalho de Conclusão de Curso
0
0
0 4
EB920 – Estágio Supervisionado
0
2
0 10
EB930 – Atividades Complementares
0
2
0 4
Disciplina
Pré-requisito
C
4
4
4
4
2
2
EB501
EB207
EB101 EB403
AA430
AA400
4
4
4
6
2
EB402
EB106
EB501 EB601
EB701
6
EB501 EB601
4
4
2
4
EB602
-
4
4
4
4
4
EB502
EB304 EB404
EB605
AA460
-
2
2
AA400
EB302 EB406
4
4
2
EB605 EB606 EB803
EB605 EB606
AA465
4
-
4
12
6
EB905
AA400
AA470
Dentre as disciplinas que compõem a matriz curricular do Curso de
Engenharia Ambiental, figuram disciplinas que já existem e que são oferecidas nos
demais cursos da unidade, com carga horária e ementas compatíveis, conforme
16
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
mostra o Quadro 4. Algumas destas disciplinas tiveram sua denominação alterada
de forma a acompanhar a denominação utilizada pela Resolução CNE/CES 11/2002
para os cursos de engenharia; estas disciplinas poderão ser oferecidas no modo
“acompanhamento”, quando pertinente.
Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos da FT
Engenharia Ambiental
Outros Cursos
Disciplina
Créditos
Código
Disciplina
Código
EB101
Cálculo I
TT120
Cálculo I
06
EB201
Cálculo II
TT220
Cálculo II
06
EB103
Física Geral I
ST109
Física Aplicada I
04
EB203
Física Geral II
ST209
Física Aplicada II
04
EB105
Biologia Geral
ST107
Biologia Aplicada I
04
EB205
Metodologia Científica e Tecnológica
ST008
Metodologia Científica
02
EB207
Microbiologia Aplicada
ST207
Biologia Aplicada II
04
EB306
Ética, Cidadania e Ed. Ambiental
ST111
Ética e Educação Ambiental
04
EB302
Algorítmos e Programação de Comp. I
SI101
Algorítmos e Prog. de Comp. I
04
EB303
Expressão Gráfica
ST103
Desenho Técnico
04
EB305
Química Orgânica Aplicada
ST212
Química Orgânica Aplicada
04
EB401
Comunicação e Expressão
ST001
Português
02
EB403
Estatística
ST211
Estatística
04
EB406
Cálculo Numérico
ST462
Cálculo Numérico
04
EB501
Hidráulica I
ST403
Hidrotécnica II
04
EB504
Resistência dos Materiais I
ST309
Resistência dos Materiais I
04
EB506
Saúde Ambiental
ST307
Saúde Pública
04
EB601
Hidráulica II
ST615
Obras Hidráulicas
04
EB604
Toxicologia Regulatória
ST573
Toxicologia Ambiental
04
EB605
Monitoramento Ambiental
ST672
Monitoramento Ambiental
04
EB606
Gerenciamento de Resíduos Sólidos
ST671
Gerenciamento de Resíduos
04
EB701
Hidrologia e Drenagem
ST306
Hidrologia e Drenagem
04
EB703
Construção e Meio Ambiente
ST726
Construção e Meio Ambiente
02
EB704
Economia e Finanças
TT550
Economia e Finanças
04
EB705
Recursos Energéticos e M. Ambiente
ST072
Recursos Energéticos e M.A.
02
17
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 4: Compatibilidade entre as disciplinas da Engenharia Ambiental e demais cursos da FT
(continuação)
EB706
Recuperação de Áreas Degradadas
ST083
Recup. de Áreas Degradadas
02
EB801
Sistemas de Informações Geográficas
ST540
Sist. de Inf. Geográficas
04
EB802
Administração de Empresas
TT350
Administração de Empresas
04
EB803
Controle da Poluição do Ar
ST675
Controle da Poluição do Ar
04
EB805
Hidrologia das Águas Subterrâneas
ST045
Hidrolog. das Águas Subter.
04
ST901
Modelos
ST772
Modelos Computacionais para
02
Computacionais
para
Sistemas Ambientais
Sistemas Ambientais
EB903
Avaliação de Impactos Ambientais
ST773
Avaliação de Impactos Amb.
04
EB906
Ergonomia e Segurança do Trabalho
ST714
Higiene e Seg. Ocupacional
02
EB907
Produção mais Limpa
ST574
Processos Industriais
04
Total: 126 créditos
As demais disciplinas que constam na matriz curricular foram criadas para
atender às especificidades do Curso de Engenharia Ambiental, conforme a
Resolução CNE/CES 11/2002.
Esta correspondência entre disciplinas do Curso de Engenharia Ambiental e
os demais cursos já existentes na Faculdade de Tecnologia representa um
diferencial importante pelos seguintes motivos:
1) A FT possui a estrutura física de salas de aula e laboratórios para atender às
disciplinas do curso, e cerca de 30 anos de experiência na área de saneamento
ambiental; isso se reflete na qualidade das disciplinas oferecidas, que já tiveram, ao
longo do tempo, suas ementas adaptadas, seus conteúdos programáticos
consolidados e atualizados dentro das exigências e demandas do mercado;
2) A FT possui técnicos e docentes com experiência na área, e nas disciplinas em
questão;
3) Os alunos do curso de engenharia ambiental poderão, se desejarem, antecipar
disciplinas no período diurno;
4) Existe a possibilidade de os egressos do curso de Tecnologia Ambiental
solicitarem reingresso e concluir o curso de Engenharia Ambiental, uma vez que
existem disciplinas comuns aos dois cursos.
18
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
4.2.1. Núcleo de Conteúdos Básicos
De acordo com a RESOLUÇÃO CNE/CES 11/ 2002 os cursos de engenharia
devem ter um núcleo de conteúdos básicos que contemple cerca de 30% da carga
horária mínima do curso, abrangendo os tópicos apresentados no Quadro 5.
Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia
Tópico
Conteúdo
1. Metodologia Científica e
Tecnológica.
Utilização de métodos de investigação científica e tecnológica.
Desenvolvimento de projetos e documentação técnica.
2. Comunicação e
Expressão
Utilização dos diversos meios de comunicação. Leitura e interpretação
de textos em português. Redação e apresentação oral
3. Informática e
Computação
Utilização de ferramentas computacionais e redes. Técnicas e
linguagens de programação. Aplicações de engenharia auxiliada por
computadores.
4. Expressão Gráfica
Elaboração e interpretação de esboços e desenhos técnicos por meio
manual e computacional. Conhecimento do espaço e sua
representação gráfica.
5. Matemática
Introdução à teoria básica e aplicações à engenharia de: cálculo
integral e diferencial, vetores, geometria analítica, álgebra linear,
probabilidade e estatística.
6. Física
Introdução à teoria básica, experimentação e aplicações à engenharia
de: mecânica clássica, ótica, termodinâmica, eletricidade e
magnetismo, ondas.
7. Fenômenos de
Transporte
Introdução à teoria, experimentação e aplicações dos fenômenos de
transferência de quantidade de movimento, calor e massa.
8. Mecânica dos Sólidos
Estática e dinâmica dos corpos rígidos e deformáveis. Tensões,
deformações e suas inter-relações. Segurança.
9. Eletricidade aplicada
Cicuitos. Medidas elétricas e magnéticas. Componentes elétricos e
eletrônicos. Eletrotécnica.
10. Química
Introdução à teoria básica, experimentação e aplicações à engenharia
de: química geral, química inorgânica, físico-química.
11. Ciência e Tecnologia de
Materiais
Classificação, estruturas e propriedades e utilização de materiais em
Engenharia.
19
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 5: Tópicos contemplados no Núcleo Básico dos Cursos de Engenharia (continuação)
Tópico
Conteúdo
12. Administração
Introdução à teoria e aplicações à engenharia de: organizações,
inovações tecnológicas, estratégias competitivas, marketing,
planejamento e controle da produção, custos.
13. Economia
Introdução à teoria básica e aplicações à engenharia de micro e macro
economia. Matemática financeira. Engenharia econômica.
14. Ciências do Ambiente
Ecologia. Preservação e utilização de recursos naturais: poluição,
impacto ambiental e desenvolvimento sustentado. Reciclagem.
Legislação.
15. Humanidades, ciências
sociais e cidadania
Noções e aplicações à Engenharia de filosofia, ciências e sociais e
cidadania.
O Quadro 6 apresenta as disciplinas que compõe o Núcleo Básico do Curso
de Engenharia Ambiental da FT/UNICAMP, que totalizam 90 créditos, o que
corresponde a 37,5% da carga horária total do curso (1350 horas), atendendo aos
tópicos do artigo 6º da Resolução CNE/CES No 11/2002.
Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental
Tópico
Código
Disciplina
Créditos
1
EB205
Metodologia Científica e Tecnológia
02
2
EB401
Comunicação e Expressão
02
3
EB302
Algorítmos e Programação de Computadores I
04
4
EB303
Expressão Gráfica
04
EB101
Cálculo I
06
EB201
Cálculo II
06
EB301
Cálculo III
06
EB102
Geometria Analítica e Álgebra Linear
06
EB403
Estatística
04
5
20
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 6: Disciplinas do núcleo básico do Curso de Engenharia Ambiental (continuação)
EB103
Física Aplicada I
04
EB203
Física Aplicada II
04
EB104
Laboratório de Física I
02
EB204
Laboratório de Física II
02
7
EB402
Fernômenos de Transporte
04
8
EB405
Mecânica dos Sólidos
04
9
EB206
Eletrotécnica aplicada
02
10
EB202
Química Geral
04
11
EB603
Ciência e Tecnologia dos Materiais
04
12
EB802
Administração de Empresas
04
13
EB704
Economia e Finanças
04
14
EB106
Introdução à Engenharia Ambiental
02
15
EB306
Ética, Cidadania e Educação Ambiental
04
EB105
Biologia Geral*
04
6
-
Total:
o
88
8
* A Portaria N 1693/1994 do MEC institui a disciplina de biologia na formação básica do Curso de
Engenharia Ambiental, que é atendida pela disciplina Biologia Geral, consta no primeiro semestre da
grade curricular.
4.2.2. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Gerais
De acordo com o parágrafo 3o do artigo 6o da Resolução CNE/CES 11/2002 a
IES deve definir um subconjunto de tópicos dentre 53 opções apresentadas de modo
a prover a formação profissional geral do Engenheiro Ambiental. Este núcleo deve
corresponder a 15% de carga horária mínima do curso. Desta forma, o núcleo
profissionalizante geral do Curso de Engenharia Ambiental da FT contemplará os
seguintes tópicos:
1. Ergonomia e Segurança do Trabalho;
2. Geoprocessamento;
3. Geotecnia;
4. Gestão Ambiental;
8
BRASIL. Portaria No 1693 de 5 de dezembro de 1994. Trata da criação da Área de Engenharia Ambiental.
Ministério da Educação e Cultura. Brasília, 1994.
21
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
5. Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico;
6. Métodos Numéricos;
7. Microbiologia;
8. Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas;
9. Operações Unitárias;
10. Química Orgânica;
11. Sistemas de Informação;
12. Topografia e Geodésia;
13. Mecânica Aplicada.
Atendem a estes tópicos as disciplinas apresentadas no Quadro 7, que
totalizam 54 créditos (810 horas) e representam cerca de 20% da carga horária total
do curso.
Quadro 7: Disciplinas do Núcleo Profissionalizante Geral do Curso de Engenharia Ambiental
Tópico
Código
Disciplina
Créditos
1
EB906
Ergonomia e Segurança do Trabalho
02
2 e 11
EB801
Sistemas de Informações Geográficas
04
3
EB503
Mecânica dos Solos
04
4
EB904
Planejamento e Gestão Ambiental
04
EB701
Hidrologia e Drenagem
04
EB501
Hidráulica I
04
EB601
Hidráulica II
04
EB805
Hidrologia das Águas Subterrâneas
02
6
EB406
Cálculo Numérico
04
7
EB207
Microbiologia Aplicada
04
8
EB901
Modelos Computacionais para Sistemas Ambientais
02
9
EB602
Operações Unitárias
04
10
EB305
Química Orgânica Aplicada
04
12
EB502
Topografia
04
13
EB504
Resistência dos Materiais I
04
5
Total: 54 créditos
22
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
4.2.3. Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Específicos
Conforme o parágrafo 4º do artigo 7º da Resolução CNE/CES 11/2002, “o
núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos
conteúdos do núcleo profissionalizante, bem como de outros conteúdos destinados a
caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga
horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em
conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição
das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das
competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes”.
Os Referenciais Nacionais para os Cursos de Bacharelado e Licenciatura
9
apresentam os seguintes temas que devem ser abordados no curso de engenharia
ambiental: Ecologia e Microbiologia; Meteorologia e Climatologia; Geologia;
Pedologia; Cartografia e Fotogrametria; Informática; Geoprocessamento; Mecânica
dos Fluidos; Gestão Ambiental; Planejamento Ambiental; Hidrologia; Hidráulica
Ambiental e Recursos Hídricos; Poluição Ambiental; Avaliação de Impactos e Riscos
Ambientais; Saneamento Ambiental; Saúde Ambiental; Caracterização e Tratamento
de Resíduos Sólidos, Líquidos e Gasosos; Irrigação e Drenagem; Economia dos
Recursos Hídricos; Direito Ambiental; Ciência dos Materiais; Modelagem Ambiental;
Análise e Simulação de Sistemas Ambientais; Matemática; Física; Química; Ética e
Meio Ambiente; Ergonomia e Segurança do Trabalho; Relações Ciência, Tecnologia
e Sociedade.
Convém ressaltar que alguns destes conteúdos constam no núcleo de
conteúdos gerais do Curso de Engenharia Ambiental, atendendo a Resolução
CNE/CES 11/2002, já apresentados no item anterior.
Os conteúdos profissionalizantes específicos do Curso de Engenharia
Ambiental da FT estão divididos em dois núcleos: núcleo de disciplinas obrigatórias
e núcleo de disciplinas eletivas.
9
BRASIL. REFERENCIAIS CURRICULARES NACIONAIS DOS CURSOS DE BACHARELADO E
LICENCIATURA. Ministério da Educação. Brasília, 2010.
23
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
4.2.3.1. Disciplinas de Conteúdos Profissionalizantes Específicos Obrigatórios
As disciplinas obrigatórias do Núcleo Profissionalizante Específico do Curso
são apresentadas no Quadro 8, correspondem a 72 créditos (1080 horas).
Quadro 8: Disciplinas do Núcleo Específico Obrigatório do Curso de Engenharia Ambiental
Código
Disciplina
EB304
Química Ambiental e Experimental
04
EB404
Geologia e Pedologia
04
EB505
Ecologia Geral e Aplicada
04
EB407
Climatologia
02
EB506
Saúde Ambiental
04
EB604
Toxicologia Regulatória
04
EB606
Gerenciamento de Resíduos Sólidos
04
EB605
Monitoramento Ambiental
04
EB803
Controle da Poluição do Ar
04
EB702
Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água de Abastecimento
06
EB804
Sistemas de Esgotamento e Tratamento de Águas Residuárias
06
EB703
Construção e Meio Ambiente
02
EB705
Recursos Energéticos e Meio Ambiente
02
EB706
Recuperação de Áreas Degradadas
02
EB902
Direito e Legislação Ambiental
04
EB903
Avaliação de Impactos Ambientais
04
EB907
Produção mais Limpa
04
Disciplinas Eletivas
12
-
Créditos
Total: 76
24
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
4.2.3.2. Disciplinas Eletivas
De acordo com a matriz curricular proposta para o Curso, o aluno deverá
cumprir 12 créditos em disciplinas eletivas, e poderá optar por cursar as disciplinas
do elenco de eletivas oferecido pelo Curso de Engenharia Ambiental, ou então,
poderá cursar qualquer disciplina oferecida pela UNICAMP.
Esta estratégia tem por objetivo proporcionar liberdade ao estudante para
optar por áreas afins e complementares à sua formação, nas áreas de informática,
construção civil, ciências sociais e humanas, línguas, empreendedorismo, entre
outras.
As disciplinas eletivas oferecidas pela Faculdade de Tecnologia, que são
sugeridas aos alunos do curso de Engenharia Ambiental se dividem em disciplinas
na área de humanidades (Quadro 9), e disciplinas de caráter específico, que
envolvem aprofundamentos de temas de relevância na área ambiental (Quadro 10).
Quadro 9: Disciplinas Eletivas na Área de Humanidades
Código
Disciplinas
Créditos
ST002
Inglês Técnico
2
ST003
Teorias da Qualidade
2
ST004
Legislação Trabalhista e Segurança do Trabalho
2
ST005
Relações Humanas
2
ST007
Humanidades
2
ST009
Regulamentação e Política Ambiental
2
ST019
A Sociedade e os Portadores de Necessidades Especiais
2
ST090
Ergonomia – Aplicação Prática ao Trabalho
2
TT601
Gestão Empreendedora
2
25
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 10: Disciplinas Eletivas Específicas
Código
Disciplinas
Créditos
ST025
Computação Gráfica Aplicada I
4
ST026
Computação Gráfica Aplicada II
4
ST035
Tratamento de Efluentes por Processos Químicos Avançados
4
ST043
Biomatemática
2
ST070
Radiações não ionizantes
2
ST071
Ciência da Mudança Global
2
ST073
Qualidade do Meio Ambiente e Normas Específicas
2
ST074
Técnica de Amostragem de Poluentes Atmosféricos
2
ST075
Tópicos Especiais em Controle Ambiental
2
ST077
Preservação e Conservação de Recursos Hídricos
2
ST078
Meio Ambiente e Desenvolvimento
2
ST080
Radiação Ionizante
2
ST081
Cidade e Meio Ambiente
2
ST084
Cromatografia Gasosa Aplicada ao Saneamento
2
ST088
Tópicos Especiais em Controle Ambiental I
2
ST089
Tópicos Especiais em Controle Ambiental II
2
ST100
Tópicos Especiais em Controle Ambiental III
2
ST715
Técnicas de Separação e Análises Cromatográficas Aplicadas ao Meio
2
Ambiente
ST712
Saneamento Rural e Pequenas Comunidades
2
ST776
Poluição Sonora e Vibrações
2
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4.3. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório, e para tanto, o estudante deve se matricular na disciplina EB910 –
Trabalho de Conclusão de Curso, uma vez que tenha o pré-requisito na disciplina
EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão de Curso.
O estudante terá que desenvolver um trabalho de pesquisa que resulte em
uma monografia, de acordo com as normas de redação e apresentação de
monografias da Faculdade de Tecnologia, o qual deverá ser apresentado como
requisito para obtenção do título de Bacharel em Engenharia Ambiental.
Este trabalho poderá ser realizado mediante estudos dissertativos, de
construção de modelos científicos, de construção de protótipos com aplicação de
novas tecnologias, de projetos interdisciplinares, estudos de caso, entre outros,
aprovados pela Coordenação do Curso, na área de Engenharia Ambiental.
A aprovação na disciplina EB910 requer que o estudante apresente oralmente
a monografia, perante uma banca composta por três professores da unidade, ou
membros externos convidados. O trabalho será desenvolvido sob a orientação de
um professor da unidade, podendo existir um co-orientador externo.
Os trabalhos de conclusão de curso podem ser realizados de forma individual,
em dupla ou no máximo três alunos.
4.4. Estágio Supervisionado
A Lei Nº 11.788/2008 dispõe sobre estágio de estudantes, definindo estágio
em seu Artigo 1º como sendo: “ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido
no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de
educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação
superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos
anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de
jovens e adultos” (BRASIL, 2008)10.
10
BRASIL. LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes. Brasília, 2008.
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A mesma Lei estabelece que o estágio é parte do projeto pedagógico do
curso e , visa o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida
cidadã e para o trabalho.
O Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório, e deve ser
realizado mediante matrícula na disciplina EB920 - Estágio Supervisionado, que tem
como pré-requisito AA400, ou seja, o estudante deve ter concluído 40% da carga
horária total do curso.
O Estágio deverá ser realizado em empresa, ou em outro ambiente
profissional, em atividade ligada à área de Engenharia Ambiental, caracterizando
experiência em ambiente de trabalho. Deverá ser efetuado em horários definidos
pela empresa na qual o estudante estiver regularmente vinculado como estagiário,
nos termos da legislação vigente, devendo contabilizar no mínimo 180 horas de
atividades contínuas ou distribuídas ao longo dos semestres letivos, ou nos períodos
de férias.
O início e validade do estágio estão atrelados ao cumprimento das regras de
estágio vigentes na UNICAMP, coordenadas pelo Sistema de Apoio ao Estudante
SAE, que constam no Manual de Estágios da UNICAMP11.
Ao término do Estágio, o estudante deverá entregar à Coordenação do Curso
o Relatório de Estágio, de acordo com as Normas da Faculdade de Tecnologia para
Estágio
Supervisionado,
onde
deverão
estar
anexados
os
documentos
comprobatórios da realização do mesmo. Tais documentos devem ser originais, com
timbre da empresa e assinatura do responsável pelo estagiário dentro da empresa.
4.5. Atividades Complementares
Para conclusão do curso, o estudante deverá se matricular na disciplina
EB930 – Atividades Complementares, a partir do momento que tiver concluído os
requisitos da disciplina e comprovar 90 horas de Atividades Complementares
11
O
Manual
de
Estágios
da
UNICAMP
pode
ser
encontrado
no
endereço
eletrônico:
http://www.sae.unicamp.br/portal/index.php?option=com_flippingbook&view=book&id=2&page=1&Itemid=136
28
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integralizadas mediante a participação em minicursos, seminários, grupos de
pesquisa, congressos, empresa júnior, projetos de extensão, intercâmbios, e outras
atividades de formação profissional técnica, social, cultural, artística ou esportiva.
A Coordenação de Curso contabilizará e registrará o cumprimento das horas
destas atividades, para que o estudante possa integralizar o currículo e concluir a
graduação.
A participação na Semana de Atividades “Tecnologia em Foco”, um evento
regular e anual da Faculdade de Tecnologia, será contabilizada como atividade
complementar.
A Tecnologia em Foco tem por objetivos a difusão de conhecimento técnico, o
aperfeiçoamento profissional, identificação de demandas de mercado e perspectivas
de negócios na área de tecnologia, a divulgação de novas oportunidades para o
mercado de trabalho, e a interação entre a comunidade acadêmica e instituições
públicas e privadas.
O Quadro 11 apresenta o conjunto de atividades complementares as quais o
estudante poderá participar, ao longo do curso, e suas respectivas cargas horárias e
limites por semestre.
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Quadro 11: Conjunto de Atividades Complementares
Atividade
Carga horária
1. Participar em mini-cursos, cursos, palestras, visitas técnicas, seminários,
Até 10 h/ semestre
congressos e outros eventos de natureza acadêmica e profissional na área.
2. Ministrar mini-cursos, cursos, palestras relacionados aos objetivos do curso
Até 10 h/ semestre
3. Participar em atividades de iniciação científica, realizadas na FT ou outras
Até 20 h/ semestre
unidades da UNICAMP, com ou sem bolsa
4. Atuar como monitor PAD - Programa de Apoio Didático
Até 20h/ semestre
5. Realizar estágio curricular não obrigatório
Até 10 h/ semestre
6. Apresentar trabalho técnico-científico, em âmbito nacional ou internacional
10h/apresentação e
até 10h/ semestre
7. Comparecer a defesas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou
1h/ defesa e até
teses na área do curso
10h/ semestre
8. Publicar em periódico científico, livro, capítulo de livro, como autor ou co-
C: 20 h/publicação
autor. Pontuação definida de acordo com a classificação Qualis
B: 30 h/publicação
A: 40 h/publicação
9. Receber premiação de trabalho acadêmico, tais como menção honrosa,
10 h/premiação
melhor trabalho apresentado em evento, entre outros
10. Participar de cursos livres ou representar a FT em atividades culturais,
10h/semestre
artísticas e desportivas
11. Participar em projetos e atividades de extensão comunitária
Até 20 h/semestre
12. Participar em eventos da Tecnologia em Foco
Até 10 h/semestre
13. Participar em projetos da Empresa Júnior
Até 10 h/semestre
O estudante não precisa realizar todos os grupos de atividades, no entanto,
para cada grupo de atividades será considerado até no máximo 1/3 ou 30 horas do
total de 90 horas necessárias. Até o último semestre do curso, o estudante deverá
entregar na coordenação um relatório devidamente documentado das atividades
complementares, de forma a obter a integralização curricular.
30
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4.6. Ementas das Disciplinas
A ementa descreve sucintamente o assunto relacionado com a disciplina. Em
algumas disciplinas, principalmente naquelas relacionadas com Tópicos Especiais,
as ementas serão oferecidas pelas Unidades de Ensino correspondentes, na época
da oferta dessas disciplinas.
As disciplinas oferecidas pela Faculdade de Tecnologia para o Curso de
Engenharia Ambiental são apresentadas a seguir. As informações são, na ordem em
que aparecem, as seguintes:
- Código da Disciplina
- Nome da Disciplina
- Vetor característico da disciplina: Conjunto de letras e números, significando:
OF - Período de oferecimento da disciplina, de acordo com a convenção:
S-1 - 1º período letivo
S-2 - 2º período letivo
S-5 - Ambos os períodos letivos. Só terá direito à matrícula o aluno de curso
que, pela sugestão para o cumprimento do currículo, apresente a disciplina no
semestre correspondente.
S-6 - A Critério da Unidade de Ensino.
T - Horas aula semanais de atividades teóricas.
P - Horas aula semanais de atividades práticas.
L - Horas aula semanais de atividades de laboratório.
O - Horas semanais de atividades orientadas.
D - Horas semanais de atividades à distância.
HS - Número de horas/aula semanais (T + L + P + O + D).
SL - Número de horas/aula semanais realizadas em salas de aula.
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C - Créditos da disciplina - corresponde à 15 (quinze) horas/aula de atividades
acadêmicas.
AV - Avaliação - indica o modo de avaliação na disciplina, que pode ser:
N - por nota e frequência;
F - por frequência;
C - pelos conceitos "suficiente e insuficiente".
FM - Frequência Mínima - indica o percentual mínimo de frequência exigido
na disciplina, não podendo ser inferior a 75%.
EX - Exame Final de Avaliação - indica se a disciplina exige ou não a
realização de exame final. As exigências para a realização do exame serão
especificadas no plano de desenvolvimento da disciplina. Vale ressaltar que a
Faculdade de Tecnologia normatizou que a nota mínima a ser atingida pelos
discentes para aprovação sem exame final é 6,0; em disciplinas cujo modo de
avaliação seja por nota e frequência (considerando a nota variando entre 0 a 10).
Por regra da Unicamp, a nota mínima a ser atingida pelos discentes após a
aplicação do exame final é 5,0.
Pré-Requisito: Disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve obter
aproveitamento necessário para a matrícula em outra disciplina, desde que
considerado indispensável do ponto de vista acadêmico. Os códigos das disciplinas
nos pré-requisitos podem estar separados por "espaço" ou /, de acordo com a
convenção: "/" (barra) - significa "ou"; Espaço significa "e".
Pré-Requisito Pleno: É a disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve
obter aprovação, para matrícula em outra disciplina.
Pré-Requisito Parcial: É a disciplina ou disciplinas nas quais o aluno deve
obter a frequência mínima estabelecida pela unidade e média final maior ou igual a
três (3,0), para matricular-se em outra disciplina. São identificadas nos pré-requisitos
com um asterisco (*) na frente do código da disciplina. A ausência desse símbolo
indica que o pré-requisito é pleno.
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Pré-Requisitos especiais:
AA200 - Autorização da Coordenadoria que oferece a disciplina.
AA4nn - O aluno deve possuir CP (Coeficiente de Progressão) maior ou igual
a 0,nn. Por exemplo: AA475 significa que o aluno, para cursar esta disciplina, deve
ter cursado pelo menos 75% do curso; ou seja, deve ter CP maior ou igual a 0,75.
4.6.1. Ementas das Disciplinas Específicas
EB101– Cálculo I
OF:S-1 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Funções reais de uma variável real. Limite. Continuidade. Derivada.
Integral. Técnicas de integração.
EB102 – Geometria Analítica e Álgebra Linear
OF:S-1 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:06 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Matrizes, Sistemas Lineares e Determinantes. Espaços Vetoriais de
Dimensão Finita. Produto Escalar e Vetorial. Retas e Planos. Projeção Ortogonal.
Distâncias. Transformações Lineares, Autovalores e Autovetores. Diagonalização.
Classificação das Cônicas.
EB103 – Física Geral I
OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Cinemática do ponto. Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula.
Trabalho e energia. Conservação da Energia. Momento linear e sua conservação.
Colisões. Momento angular da partícula e de sistemas de partículas. Rotação de
corpos rígidos.
EB104 – Laboratório de Física I
OF:S-1 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:00 SL:00 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Experiências de laboratório sobre: cinemática do ponto, Leis de Newton,
estática e dinâmica da partícula, trabalho e energia, conservação da energia,
33
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momento linear e sua conservação, colisões, momento angular da partícula e de
sistemas de partículas e rotação de corpos rígidos.
EB105 – Biologia Geral
OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Classificação dos organismos, nomenclatura. Células procarióticas e
eucarióticas. Microscopia e noções de grandeza. Noções de Biologia Molecular
Principais grupos de organismos (vírus, bactérias, algas, fungos protozoários e
metazoários).
Noções
sobre
segurança
em
laboratórios
e
controle
de
microrganismos. Coloração de gram, cultivo de microrganismos, plaqueamento e
microrganismos do ar, desinfecção e observação de organismos.
EB106 – Introdução à Engenharia Ambiental
OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: A crise ambiental. Noções sobre poluição. Fontes de poluição ambiental.
Ciclos biogeoquímicos. Problemas ambientais locais, regionais e globais. A
Engenharia
Ambiental:
origem,
evolução
e
situação
atual.
Atribuições
e
competências do engenheiro ambiental.
EB201– Cálculo II
OF:S-2 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB101
Ementa: Funções de várias variáveis reais. Fórmula de Taylor. Máximos e mínimos.
Integrais múltiplas. Integrais de linha. Teorema da divergência. Teorema de Stokes.
EB202 – Química Geral
OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Fórmulas e equações químicas. Classificação periódica e propriedades dos
elementos. Equilíbrio químico. Ligação química, estrutura e propriedades das
substâncias. Reações químicas. Estequiometria. Reações redox e estados de
oxidação.
34
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EB203 – Física Geral II
OF:S-2 T:004 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB103
Ementa: Oscilações. Gravitação. Ondas em meios elásticos. Ondas sonoras.
Hidrostática e hidrodinâmica. Viscosidade. Temperatura. Calorimetria e condução de
calor. Leis de termodinâmica; teoria cinética dos gases.
EB204 – Laboratório de Física II
OF:S-2 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:00 SL:00 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-req: EB104
Ementa: Experiências de laboratório sobre: oscilações, gravitação, ondas em meios
elásticos, ondas sonoras, hidrostática e hidrodinâmica. Viscosidade, temperatura,
calorimetria e condução de calor, leis da termodinâmica e teoria cinética dos gases.
EB205– Metodologia Científica e Tecnológica
OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Método científico: conceitos e histórico; métodos e técnicas de pesquisa;
Pesquisa: conceitos, definições e tipos; elaboração, comunicação e divulgação da
pesquisa: fases da elaboração da pesquisa, comunicação da pesquisa (estrutura,
forma e conteúdo); normas ABNT; linguagem científica; monografias; dissertações;
teses, relatórios técnicos; artigos; eventos científicos. Redação de textos técnicos.
Elaboração de Relatórios. Regras de tratamento e utilização de tempos verbais.
EB206 – Eletrotécnica Aplicada
OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:00 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-req: EB103
Ementa: Revisão de conceitos básicos. Elementos e leis de circuitos elétricos.
Circuitos monofásicos e trifásicos. Transformadores. Máquinas elétricas rotativas.
EB207 – Microbiologia Aplicada
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB105
35
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Ementa: Diversidade Microbiana. Microbiologia da água: Poluição da água. Análises
microbiológicas da água e legislação. Noções de ecossistemas aquáticos.
Depuração Biológica de águas residuárias. Microbiologia do tratamento de águas
residuárias. Ecologia Microbiana do solo. Ciclos Biogeoquímicos. Biodegradação.
EB301 – Cálculo III
OF:S-1 T:006 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:006 SL:006 C:006 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB201
Ementa: Séries numéricas e séries de funções. Equações diferenciais ordinárias.
Transformadas de Laplace. Sistemas de equações de primeira ordem. Equações
diferenciais parciais e séries de Fourier.
EB302 – Algorítmos e Programação de Computadores I
OF:S-1 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S
Ementa: Algoritmos: representações e técnicas de construção. Estruturas de dados
e de controle de programas. Introdução a uma linguagem de programação de alto
nível. Modularização em linguagem de programação. Recursividade. Implementação
de programas.
EB303 – Expressão Gráfica
OF:S-1 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Noções fundamentais para o desenho técnico. Teoria das projeções
ortogonais. Aplicação das projeções nos desenhos de arquitetura. Perspectivas
axiométrica e isométrica.
EB304 – Química Ambiental e Experimental
OF:S-1 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB202
Ementa: Características das águas de abastecimento. Padrões de Potabilidade.
Análises físico-químicas de águas de abastecimento. Caracterização de Águas
Residuárias: técnicas de amostragem, preservação de amostra e métodos de
análise. Análises físico-químicas de águas residuárias. Padrões de lançamento.
36
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EB305 – Química Orgânica Aplicada
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB202
Ementa: Estrutura eletrônica e ligação. Ácidos e bases orgânicas. Hidrocarbonetos:
nomenclatura, propriedades, HPAs e impactos ambientais. Ésteres, óleos, gorduras
e alimentos: classificação, grupos funcionais, características químicas e reações de
interesse ambiental. Fármacos e estrogênios ambientais: estruturas, identificação,
características químicas, reações em ETAs. Defensivos agrícolas: principais
estruturas, propriedades químicas, predição de compostos derivados. Compostos
nitrogenados: nomenclatura, estruturas, propriedades físico-químicas, principais
reações, usos e disposição no ambiente.
EB306 – Ética, Educação e Ambiente
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75%
Ementa: Educação Ambiental. A relação ser Humano-Natureza e as Relações
Sociais. A Responsabilidade Social sobre as Mudanças Globais. Valor social. A
interdisciplinaridade como abordagem para a resolução de problemas. Metodologias
participativas em trabalhos sociais. Estratégias de trabalho.
EB401– Comunicação e Expressão
OF:S-2 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Desenvolvimento verbal. Organização do pensamento. Linguagem escrita
e falada. Redação de textos técnicos. Elaboração de Relatório. Regras de
tratamento e utilização de tempos verbais.
EB402 – Fenômenos de Transporte
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB301
Ementa: Sistema e análise dimensional. Balanços baseados em volume de controle.
Transporte laminar e turbulento (transferência molecular e convectiva de quantidade
de movimento, calor e massa). Propriedade de transporte. Coeficientes de
transferência.
37
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EB403 – Estatística
OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Estatística descritiva. Probabilidade. Distribuições: Binomial, Poisson e
Normal. Amostragem Estimação. Testes de hipótese. Intervalos de confiança.
Regressão. Correlação.
EB404 – Geologia e Pedologia
OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Noções gerais de geologia. Identificação de rochas. Mapeamento
geotécnico. Métodos geofísicos aplicados a estudos ambientais. Decomposição das
rochas e formação dos solos. Pedologia dos solos.
EB405 – Mecânica dos Sólidos
OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB203 EB201
Ementa: Estática, conceitos fundamentais. Força. Momento de uma força. Vínculos
e ligações. Grau de mobilidade. Trabalhos virtuais. Equilíbrio de fios, catenária e
cabos parabólicos. Cinemática. Movimento, velocidade, aceleração. Dinâmica.
Conservação de energia.
EB406 – Cálculo Numérico
OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:004 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB201 EB302
Ementa: Erro de truncamento e arredondamento. Aritmética de ponto flutuante.
Zeros de funções. Métodos de solução de sistemas lineares. Resolução de
problemas não-lineares. Interpolação. Ajuste de funções. Integração numérica.
EB407 – Climatologia
OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB106
Ementa: Elementos e Fatores Climáticos. Tipos de Classificação de Climas.
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EB501 – Hidráulica I
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB402
Ementa: Equação da Energia. Perdas distribuídas. Perdas localizadas. Instalação
de recalque. Curva do sistema. Bombas. Curvas Características. Associação de
bombas. Escolha de bombas. Medidores de fluidos: Pressão e Vazão.
EB502 - Topografia
OF:S-1 T:01 P:03 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB303
Ementa:
Conceitos
fundamentais.
Fundamentos
aerofotogramétricos
e
fotointerpretação. Cartas topográficas e sistemas de projeção. Planimetria e
altimetria:
Elementos
básicos
de
geodésia.
Introdução
ao
Sistema
de
tactil-visual.
Técnicas
de
Posicionamento Global (GPS). Aplicativos computacionais.
EB503 – Mecânica dos Solos
OF:S-2 T:03 P:00 L:01 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB101 EB404
Ementa:
Propriedades
e
índices.
Identificação
amostragem, ensaios e classificação dos solos. Investigação do subsolo.
Permeabilidade, compacidade, limites de consistência. Ensaios e equipamentos de
laboratório. Ensaios de controle de compactação.
EB504 – Resistência dos Materiais I
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB405 EB201
Ementa: Vinculação das estruturas, definições e considerações gerais. Graus de
mobilidade e classificação das estruturas. Esforços solicitantes e relações
diferenciais. Diagramas de esforços solicitantes. Vigas isostáticas, pórticos e vigas
Gerber. Momentos de 1ª e 2ª ordem, centro de gravidade e momentos de inércia.
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EB505 – Ecologia Geral e Aplicada
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB105
Ementa: Fatores Ecológicos. Populações. Comunidade. Ecossistemas. Sucessões
Ecológicas. Ações Antrópicas. Mudanças Globais.
EB506 – Saúde Ambiental
OF:S-1 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB207
Ementa: Conceitos de Saúde. Epidemiologia. Vigilância Epidemiológica. Ecologia
das doenças (vetores). Doenças emergentes e reemergentes. Vigilância Sanitária.
Aspectos gerais das grandes epidemias no Brasil. Resíduos sólidos de serviços de
saúde. Saúde ambiental.
EB601 – Hidráulica II
OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB501
Ementa: Canais. Regimes de escoamento. Movimento uniforme. Movimento
gradualmente variado. Ressalto hidráulico. Curvas de remanso. Vertedores.
Barragens tomadas d'água. Ensecadeiras. Reservatórios.
EB602 – Operações Unitárias
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB402
Ementa: Operações de separação como adsorção, absorção, troca de íons,
processos com membranas. Operações unitárias no transporte de gases diversos e
ar comprimido: ventiladores, sopradores e compressores. Operações unitárias de
troca térmica: trocadores de calor, evaporadores, tipos de caldeiras. Princípios
básicos envolvidos nas operações de: psicrometria e secagem, agitação e mistura
de fluídos.
40
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
EB603 – Ciência e Tecnologia dos Materiais
OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa:
Introdução
a
Ciência
dos
Materiais.
Materiais
de
construção.
Aglomerantes. Agregados. Argamassas. Concreto: propriedades, produção e
dosagem. Aço. Aplicação de materiais reciclados. Ensaios de laboratório.
EB604 – Toxicologia Regulatória
OF:S-1 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-req.: EB304
Ementa: Conceitos básicos de toxicologia, agentes tóxicos, avaliação da toxicidade
e da exposição. Principais tipos de contaminantes químicos, natureza e modo de
ação. Noções sobre avaliação de risco, doses de referência e derivação de critérios
de qualidade ambiental. Principais regulamentações brasileiras e internacionais e
suas interfaces com a toxicologia.
EB605 - Monitoramento Ambiental
OF:S-2 T:02 P:00 L:02 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB106
Ementa:
Monitoramento
da
qualidade
da
água;
programas
de
controle.
Monitoramento da qualidade do ar; programas de controle. Amostragem do solo e de
águas subterrâneas. Relatórios de Qualidade do Ar, das Águas e do Solo. Normas.
Amostragem.
EB606 - Gerenciamento de Resíduos Sólidos
OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB404 EB304
Ementa: Classificação de Resíduos. Política Nacional de Resíudos. Técnicas de
amostragem e caracterização dos resíduos. Etapas do gerenciamento de resíduos
sólidos: urbanos, de serviços de saúde, industriais e especiais. Avaliação para
definição sobre a disposição final dos resíduos. Normas técnicas e legislação
específica.
41
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Curso de Engenharia Ambiental
EB701 - Hidrologia e Drenagem
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB101 EB403
Ementa: Ciência hidrologia. Ciclo hidrológico. Precipitação pluviométrica. Chuva
crítica. Bacias hidrográficas. Medição de chuva e vazão. Escoamento superficial.
Previsão de enchentes. Drenagem superficial. Drenagem subterrânea.
EB702- Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água
OF:S-2 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:06 SL:06 C:06 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB501 EB601
Ementa: Sistemas de Abastecimento de Água; Tecnologias de Tratamento de Água;
Tratamento de Água em Ciclo Completo; Desinfecção; Filtração Direta Ascendente;
Filtração Direta Descendente; Dupla Filtração; Floto-Filtração; Filtração em Múltiplas
Etapas; Tratamento dos Resíduos Gerados nas Estações de Tratamento de Água.
EB703 – Construção e Meio Ambiente
OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: AA400
Ementa: Impactos ambientais da construção civil. Resíduos de Construção Civil:
definições, gerenciamento e legislação. Reciclagem de RCC. Projetos de Áreas de
transbordo, usinas de reciclagem e aterros de RCC.
EB704 – Economia e Finanças
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: AA400
Ementa: Introdução à Economia; economia política e marxista. Introdução à teoria
do consumidor e teoria do mercado. Introdução à engenharia econômica. Tipos de
investimento e métodos de análise de investimento.
EB705 - Recursos Energéticos e Meio Ambiente
OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: AA430
42
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Ementa: Recursos energéticos e matriz energética do Brasil. Atividades antrópicas,
demanda de energia e desenvolvimento socioeconômico. Disponibilidade de fontes
e avaliação do potencial de geração de energia. Energia elétrica: fundamentos sobre
geração, transmissão e distribuição. Usinas hidroelétricas, termoelétricas e
nucleares. Energia solar. Energia eólica. Energia fóssil. Energia da biomassa.
Impactos ambientais decorrentes da geração, transmissão, disponibilidade e oferta
de energia no desenvolvimento regional.
EB706 - Recuperação de Áreas Degradadas
OF:S-1 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: AA400
Ementa: Conceitos de degradação e recuperação; ecologia florestal, restauração de
processos ecológicos, procedimentos para recuperação de áreas degradadas.
EB801 – Sistemas de Informações Geográficas
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB502
Ementa: Elementos essenciais do SIG. Estrutura de dados. Vetorial e Matricial.
Aquisição de dados. Gerenciamento de dados. Análise de dados. Fundamentos e
técnicas de análise espacial. Exemplos e aplicações de uso do SIG em engenharia
ambiental.
EB802 – Administração de Empresas
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: Evolução do pensamento em administração. Tendências contemporâneas
em administração. Processo decisório e estratégia corporativa. Organizações que
aprendem. Processos de controle. Administração de marketing. Estrutura do capital.
Participação nos lucros e distribuição de dividendos.
EB803 - Controle da Poluição do Ar
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB605
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Curso de Engenharia Ambiental
Ementa: Caracterização de poluentes atmosféricos. Tipos de equipamentos de
controle de poluição do ar. Seleção de equipamento. Controle de operação.
Manutenção preventiva e corretiva.
EB804 - Sistemas de Esgotamento e Tratamento de Águas Residuárias
OF:S-1 T:06 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:06 SL:06 C:06 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB501 EB601
Ementa: Alternativas para tratamento de águas residuárias. Caracterização de
águas residuárias. Transferência de oxigênio. Processos biológicos para tratamento
de águas residuárias: Processos aeróbios, anaeróbios e combinados. Processos
químicos e físico-químicos para tratamento de águas residuárias. Desinfecção de
águas residuárias. Tratamento e disposição de lodos gerados em estações de
tratamento de águas residuárias.
EB805 - Hidrologia das Águas Subterrâneas
OF:S-2 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB701
Ementa: Recursos hídricos. Tipos de aqüífero. Origem e distribuição das águas
subterrâneas. Processos físicos do fluxo de água em meios porosos e fraturados.
Métodos de investigação das águas subsuperficiais e subterrâneas. Noções de
hidrogeoquímica de águas subterrâneas. Físico-química dos processos de
contaminação
de
águas
subterrâneas.
Processos
de
descontaminação
e
remediação de áreas contaminadas. Estudos de casos.
EB901 - Modelos Computacionais para Sistemas Ambientais
OF:S-1 T:01 P:00 L:01 O:00 D:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB406, EB302
Ementa: Aplicação de modelos computacionais no estudo de sistemas do meio
ambiente.
44
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Curso de Engenharia Ambiental
EB902 – Direito e Legislação Ambiental
OF:S-2 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: AA460
Ementa: Fundamentos do direito ambiental e questões de direito ambiental
internacional. O meio ambiente na Constituição Federal. O licenciamento ambiental.
Infrações e sanções administrativas. O código florestal e a legislação de proteção da
flora. Responsabilidade penal. Condutas tipificadas como crime ambiental.
Responsabilidade penal da pessoa natural. Das pessoas jurídicas e dos entes
coletivos. Sanções penais à luz da lei de crimes ambientais. Ação civil pública.
EB903 - Avaliação de Impactos Ambientais
OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB605, EB606, EB803
Ementa: Documentação jurídica na área ambiental: conceitos, tratamentos e
aplicação. Estudos de impacto ambiental: exigências legais e métodos de avaliação.
Métodos de avaliação EIA/RIMA. Análise de risco e programas de medidas
emergenciais. Auditoria ambiental prévia e pós implantação de obras. Remediação e
recuperação ambiental.
EB904 – Planejamento e Gestão Ambiental
OF:S-1 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB605 EB606
Ementa: Conceitos de gestão planejamento ambiental. Etapas e estrutura do
planejamento. Gestão ambiental territorial e seus instrumentos. Instrumentos de
gerenciamento ambiental e sistemas de gestão ambiental. Normas ISO 14.000,
auditorias e certificações ambientais.
EB905 – Introdução ao Trabalho de Conclusão de Curso
OF:S-5 T:00 P:00 L:00 O:02 D:00 HS:02 SL:00 C:02 AV:N EX:N FM:75%
Pré-Req.: AA465
45
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Curso de Engenharia Ambiental
Ementa: Definir o Plano do Trabalho do Trabalho de Conclusão de Curso, contendo
a revisão bibliográfica, objetivos e metodologia sobre o trabalho a ser desenvolvido,
sob a orientação de um professor.
EB906 – Ergonomia e Segurança do Trabalho
OF:S-1 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02 AV:N EX:S FM:75%
Ementa: O ambiente de trabalho e os riscos à saúde. Segurança e higiene
ocupacional. Prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Aspectos
legais (Normas Regulamentadoras). Noções de toxicologia ocupacional. Controle
dos riscos nos ambientes de trabalho e de situações de emergências. Primeiros
socorros.
EB907- Produção mais Limpa
OF:S-1 T:02 P:02 L:00 O:00 D:00 HS:04 SL:04 C:04 AV:N EX:S FM:75%
Pré-Req.: EB602
Ementa: Identificação de aspectos e impactos ambientais em processos industriais.
Fluxogramas de processos. Balanços materiais. Identificação de oportunidades de
Produção mais Limpa (P+L). Avaliação técnica e econômica da viabilidade de
implantação de alternativas de P+L. Desenvolvimento de projetos de P+L.
EB910 – Trabalho de Conclusão de Curso
OF:S-5 T:00 P:00 L:00 O:04 D:00 HS:04 SL:00 C:04 AV:C EX:N FM:75%
Pré-Req.: EB905
Ementa: Realização do Trabalho de Conclusão de Curso, com objetivo de
aprofundar e aplicar os conhecimentos específicos das disciplinas, sob orientação
de um professor.
EB920 – Estágio Supervisionado
OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:10 D:00 HS:00 SL:00 C:12 AV:C EX:N FM:75%
Pré-Req.: AA440
46
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Ementa: Realização do Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Ambiental,
sob orientação de um professor. Entrega de relatório atendendo as normas da FT
para relatórios de estágio supervisionado.
EB930 – Atividades Complementares
OF:S-5 T:00 P:02 L:00 O:04 D:00 HS:06 SL:00 C:06 AV:C EX:N FM:75%
Pré-Req.: AA470
Ementa: Participação em Atividades Complementares. A matrícula nesta disciplina
será autorizada pela Coordenação do Curso mediante apresentação de documentos
comprobatórios da execução de atividades complementares por parte do aluno, de
acordo com regras internas do curso, visando a contabilização, em créditos, das
atividades efetuadas.
4.7. Bibliografias das Disciplinas
EB101 Calculo I
Demidovitch, B..
U.R.S.S., 1987.
Problemas e Exercícios de Análise Matemática. Editora Mir.
Gonçalves, M.B., Flemming, D.M. Cálculo A. Editora Pearson – Prentice Hall, São
Paulo, 2007.
Leithold, L..Cálculo Com Geometria Analítica. Volume I. Editora Harbra. São Paulo,
1994.
Swokowski, E. W. .Cálculo Com Geometria Analítica. Volume I. Editora McGraw-Hill.
São Paulo, 1983.
Thomas, G. B. Cálculo. Vol. I. 11a Ed. Addison Wesley Bra. São Paulo, 2008.
EB102 Geometria Analítica e Álgebra Linear
Anton, H., Rorres, C. Álgebra Linear com Aplicações. Bookman: Porto Alegre, RS.
2001.
Boldrini, J.L., et al. Álgebra Linear.3ª. edição.Editora Harbra ltda.1986.
Camargo, I. e Boulos, P. Geometria Analítica um Tratamento Vetorial. 3ª. Edição.
São Paulo, Pearson –Prentice Hall Editora. 2005.
Leitthold, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vols. I e II. 3ª Ed. Editora Harbra.
1994.
47
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Santos, R.J. Matrizes, vetores e geometria analítica. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro
on-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/ , acessado em 22 de feveiro de 2011.
. Um curso de Geometria Analítica e ÁLGEBRA linear. Belo Horizonte, MG.
2010. Livro On-Line: http://www.mat.ufmg.br/~regi/ , acessado em 22 de feveiro de
2011.
. Introdução à Álgebra Linear. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro On-Line:
http://www.mat.ufmg.br/~regi/, acessado em 22 de feveiro de 2011.
. Álgebra Linear e Aplicações. Belo Horizonte, MG. 2010. Livro On-Line:
http://www.mat.ufmg.br/~regi/. 2004, acessado em 22 de feveiro de 2011.
EB103 Física Aplicada I
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE; K. S. - Física1, Vol. 1, 6a ed., Rio de Janeiro,
Livros Técnicos e Científicos Editora, 2001.
SEARS, F.; ZEMANSKY; M. e YOUNG, H. D. – Física 1: Mecânica da partícula e
dos corpos rígidos,Vol. 1, 2ª ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos
Editora, 1985.
BEER, F.; JOHNSTON Jr., E. R. – Mecânica Vetorial para Engenheiros, Estática,
Vol. 1, 5a. edição, São Paulo, Makron Books, 1991.
NUSSENZVEIG, M. - Curso de Física Básica, Vol. 1, 4ª ed., São Paulo, Edgard
Blucher, 2001.
TIPLER, P. A., - Física para Cientistas e Engenheiros, Vol. 1, 4a ed., Rio de Janeiro,
Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000.
EB104 Laboratório de Física I
MASSON, T. J.; SILVA, G.T. Física Experimental-I. São Paulo: Plêiade, 2009.
MASSON, T. J., Física Geral I: Análise Dimensional e Estática. São Paulo: Páginas
e Letras, 2006.
HENNIES, C.E., Guimarães, WS.O.N. e Roversi, J.A. – Problemas Experimentais
em Física, Vol. 1, Editora Unicamp, 1993.
EB105 Biologia Geral
ALBERTS, B. et al. Fundamentos da Biologia Celular, 2 ed. São Paulo, Artmed,
2006.
MADIGAM, M. T.; MARTINKO, M. J. BROCK Biology of Microorganisms, 9 ed.
Prentice Hall Internacional, 1999.
PELCZAR, J.M.; CHAN, E.C.S; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e Aplicações.
McGraw-Hill. Vol. 1 e 2, 1997.
48
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
RUPPERT, E.E. & BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados, 6 ed. São Paulo,
Roca, 1996.
STORER, T.I. et al. Zoologia Geral, 6 ed. São Paulo, Nacional, 2002.
TORTORA, G.J. et al. Microbiologia, 8 ed. São Paulo, Artmed, 2005.
EB106 Introdução à Engenharia Ambiental
BRAGA, B., et al. Introdução à Engenharia Ambiental. 2ª edição. São Paulo: Prentice
Hall. 2005.
EB201 – Cálculo II
Gonçalves, M.B., Flemming, D.M.. Cálculo B. Editora Pearson – Prentice Hall, São
Paulo, 2007.
Lang, S. Calculus of Several Variables, Springer Verlag, 1987
Leithold, L. Cálculo Com Geometria Analítica. Volume II. Editora Harbra. São Paulo,
1994.
Piskunov, N. Cálculo Diferencial e Integral. Volume II. Editora Mir. U.R.S.S., 1969.
Swokowski, E. W. .Cálculo Com Geometria Analítica. Volume II. Editora McGraw-Hill.
São Paulo, 1983.
Thomas, G.B. Cálculo. Volume II. Pearson-Addison Wesley. São Paulo, 2004.
EB202 Quimica Geral
MEDEIROS, M.A.C.; ALBUQUERQUE, A.; SOBRINHO, G. D. VENDEMIATTI, J. A.
S.;.,”Apostila de Química Aplicada” – ST108, FT/UNICAMP, 2009.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, JR. P, “Química & Reações Químicas”, volumes 1 e 2, 6a.
edição, CENGAGE Editora, 2010.
ATKINS, P; JONES, L., Princípios de Química – Questionando a Vida Moderna e o
Meio Ambiente, Editora Bookman, 2001
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R., Química – A
Ciência Central, 9a. Ed, Pearson Editora, 2005.
EB203 Física Aplicada II
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. e KRANE; K. S. - Física1, Vol. 2, 6a ed., Rio de
Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 2001.
SEARS, F.; ZEMANSKY; M. e YOUNG, H. D. – Física 1: Mecânica da partícula e
dos corpos rígidos,Vol. 2, 2ª ed., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos
Editora, 1985.
49
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
NUSSENZVEIG, M. - Curso de Física Básica, Vol. 2, 4ª ed., São Paulo, Edgard
Blucher, 2001.
TIPLER, PAUL A., - Física para Cientistas e Engenheiros, Vol. 2, 4a ed., Rio de
Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 2000.
EB204 Laboratório de Física II
HENNIES, C.E., Guimarães, WS.O.N. e Roversi, J.A. – Problemas Experimentais
em Física, Vol. 1, Editora Unicamp, 1993.
EB205 Metodologia Científica e Tecnológica
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2004.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e
interpretação de dados. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Takeshy, Tachizawa; Mendes, Gildásio. Como fazer monografia na prática. 6ª ed.
Revisada e ampliada. Rio de Janeiro: Getulio Vargas, 2001;
EB206 Eletrotécnica Aplicada
D. HALLIDAY, R. RESNICK and J.WALKER, Fundamentos de Física
Eletromagnetismo.
- Vol. 3.
SEARS E ZEMANSKY, Física III: Eletromagnetismo.
RAYMOND A. SERWAY, JOHN W. JEWETT JR., Princípios de Fisica Vol. III.
Eletromagnetismo.
EB207 Microbiologia Aplicada
CARDOSO, J.B.N.N.; TSAI, S.M.; NEVES, M.C. Microbiologia do solo. Sociedade
Brasileira de Ciência do solo. Campinas,1992.
JAWEST, E. Microbiologia Médica. Guanabara Koogan. 21 ed. 2000.
MADIGAM, M. T.; MARTINKO, M. J. Brock Biology of Microorganisms. 9 ed. Prentice
Hall Internacional, Inc. 1999. 991 p.
MADIGAM, M. T.; MARTINKO, M. J. Microbiologia de Brock. 10 ed. Prentice Hall
Internacional, Inc. 2004.
MELO, I.L.; AZEVADO, J.L. Ecologia microbiana. Jaguariúna: Embrapa-CNPMA,
1998. 488p.
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Faculdade de Tecnologia
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PELCZAR, J.M.; CHAN, E.C.S; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e Aplicações.
Ed. McGraw-Hill. Vol. 1 e 2. 1997.
RIBEIRO, L.R., SALVADORI, D.M.F., MARQUES, E.K., 2003. Mutagênese
Ambiental. Canoas. Editora ULBRA. 356 pp.
ROBERTIS, E. M. F. Bases da Biologia CeluLar e Molecular. . Guanabara Koogan. 3
ed. 2001.
EB301 Cálculo III
Dennis G. Zill; Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem, São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2003.
William E. Boyce & Rchard C. Diprima, Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno, 7a ed., Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Rodney C. Bassanezi & Wilson C. Ferreira Jr, Equações Diferenciais com
Aplicações, São Paulo: Harbra, 1988.
Maria C. Cunha, Métodos Numéricos, 2a ed., Campinas: Editora Unicamp, 2003.
EB302 Algorítmos e Programação de Computadores I
ASCENCIO, A.F.G.; CAMPOS, E.A.V. – Fundamentos da Programação de
Computadores – Algoritmos, Pascal e C/C++, Prentice Hall, 2003.
DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. – C++ Como Programar, Bookman, 2001.
KERNIGHAN, B.W.; PIKE, R., A Prática da Programação, Editora Campus, 2000.
ROBERTS, E. – Programming Abstractions in C., Addison Wesley, 1996.
SCHILDT,
H.
–
C
Completo
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Malron
Books,
1997.
EB303 Expressão Gráfica
ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO-10209-2 –
Documentação técnica de produto – Vocabulário. Parte 2: Termos relativos aos
métodos de projeção. Rio de Janeiro, 2005.
. NBR-10067/95 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
Rio de Janeiro, 1995
.NBR-10068/87 – Folha de desenho - leiaute e dimensões – padronização.
Rio de Janeiro, 1987.
.NBR-10126/87 – Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro, 1987.
.NBR-10542/88 – Apresentação da folha para desenho técnico –
procedimento. Rio de Janeiro, 1988.
.NBR-10647/89 - Desenho técnico – terminologia. Rio de Janeiro, 1989.
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.NBR-13142/99 – Dobramento e cópia. Rio de Janeiro, 1999.
.NBR-6492/94 – Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro,
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. NBR-8196/99 – Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
. NBR-8402/94 – Execução de caráter para escrita em desenho técnico. Rio
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.NBR-8403/84 – Aplicações de linhas em desenhos – tipos de linhas –
larguras das linhas. Rio de Janeiro, 1984.
BACHMANN, Albert. Desenho Técnico, - 2. Ed. Porto Alegre: Globo; Rio de Janeiro:
FENAME, 1976.
CHING, Frank. Building construction illustrated. New York, EUA: Van Nostrand
Reinhold Company, 1975.
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DESENHO técnico básico: expressão gráfica, desenho geométrico, desenho técnico,
glossário ilustrado. Coautoria de Natalia Xavier. 4. ed. São Paulo, SP: Ática, 1990.
DESENHO técnico moderno. Coautoria de Arlindo Silva. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC,
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MONTENEGRO,Gildo A. Desenho arquitetônico 2. Ed. São Paulo: Editora
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PRÍNCIPE JR, Alfredo R. Noções de Geometria Descritiva. V. 1 e 2. São Paulo, SP:
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DI BERNARDO, L. – “Métodos e Técnicas de Tratamento de Água” – Vol. I e II –
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Poletti, Elaine Cristina Catapani. Apostila sobre Normas para Redação Final do
Trabalho de Graduação Interdisciplinar e do Estágio Supervisionado do CESET.
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72
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
5. CORPO DOCENTE
Atualmente a Faculdade de Tecnologia possui 61 docentes para atender aos
cursos de graduação e a pós-graduação. O Quadro 12 apresenta a distribuição
desses docentes nas carreiras MTS (magistério tecnológico superior) e MS
(magistério superior), no regime de trabalho (RDIDP - Regime de Dedicação Integral
à Docência e à Pesquisa; RTI – Regime de Turno Integral; RTC – Regime de Turno
Completo; RTP – Regime de Turno Parcial) e a titulação. A dedicação de 67% (41)
desses docentes é integral e 69% (42) são doutores.
Quadro 12: Quadro docente da Faculdade de Tecnologia
Carreira
MS
MTS
32
29
Regime de Trabalho
Titulação
RDIDP/RTI RTC RTP Doutores Mestres Graduados
41
13
7
42
8
11
O Quadro 13 relaciona o corpo docente do Curso de Engenharia Ambiental.
Conforme pode ser observado, os docentes possuem titulações em diferentes áreas,
tendo-as obtido em instituições de ensino e pesquisa de alto nível. Esta
característica do corpo docente é de suma importância, pois permite que as
diferentes disciplinas do curso sejam ministradas por docentes com habilidades e
competências específicas no conteúdo de cada disciplina.
Convém salientar, que novas contratações serão efetuadas, para suprir a
demanda das novas disciplinas criadas.
73
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 13: Docentes do Curso de Engenharia Ambiental da FT
Nome
Adilson José Rossini
Carmenlucia Santos G. Penteado
Cassiana M. Reganhan Coneglian
Cristiano de Melo Gallep
Elaine Cristina Catapani
Função
Graduação
MTS-B3 Graduado em Tecnologia Sanitária
MS-3
Doutora em Ciências da Eng. Ambiental
MTS-C1 Doutora em Ciências
MS-3
Doutor em Física
MTS-C1 Doutora em Engenharia Elétrica
Regime
(horas)
12
40
40
40
40
Eloisa Dezen-Kempter
MS-3
Doutora em História
40
Gisela de Aragão Umbuzeiro
MS-5
Pós- Doutora em Ciências
40
Gisleiva Cristina dos Santos Ferreira
MS-3
Doutora em Engenharia Civil
40
Hiroshi Paulo Yoshizane
Ivan de Oliveira
José Carlos Magossi
MTS-B4 Engenheiro Civil
MS-3
Doutor em Física
MTS-C1 Doutor em Eng. Elétrica
40
40
40
José Geraldo P. de Andrade
MS-5
Doutor em Eng. Hidráulica e Saneamento
40
Lubienska Cristina Lucas J.Ribeiro
MS-3
Doutora em Engenharia Civil
40
Luisa Andréia Gachet Barbosa
MS-3
Doutor em Engenharia Civil
40
Luiz Carlos de Miranda Junior
MTS-C3 Mestre Eng.Segurança doTrabalho
20
Maria Ap. Carvalho de Medeiros
MTS-C2 Pós-Doutora em Química Ambiental
40
Marta Siviero Guilherme Pires
MS-3
Doutora em Saneamento e Ambiente
40
Mauro Menzori
MS-3
Doutor em Engenharia de Transportes
40
Peterson Bueno de Moraes
MS-3
Pós- Doutor em Biociências
40
Rafael Ulysses de Miranda
MTS-B2 Mestre em Agronomia
20
Sandro Tonso
MTS-C2 Doutor em Geociências
40
Simone Andréa Pozza
MS-3
Pós-Doutora em Engenharia Química
40
Ronalton Evandro Machado
MS-3
Doutor em Irrigação e Drenagem
40
Rosa Cristina Cecche Lintz
Vitor Rafael Colucci
MTS-C1 Doutora em Engenharia Mecânica
MS-3
Doutor em Física
40
40
74
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
6. INFRA-ESTRUTURA
A infra-estrutura física de atendimento ao curso de Engenharia Ambiental
compreende salas de aula, biblioteca, laboratórios de informática, laboratórios da
divisão de tecnologia ambiental (DTA) e laboratórios da divisão de tecnologia de
construção civil (DTCC).
6.1. Laboratórios de Ensino e Pesquisa da Divisão de Tecnologia Ambiental
Os laboratórios da DTA, da qual o curso de engenharia ambiental faz parte,
estão passando por um processo de implantação de um sistema de gestão da
qualidade (SGQ), e para tal, toda a sua estrutura física de laboratórios está
organizada de modo a padronizar os procedimentos dentro do SGQ, conforme
mostra o organograma da Figura 1. As siglas encontram-se no Quadro 14.
O parque analítico de aproximadamente 600 m2, possui infra-estrutura básica
para análises físico-químicas, microbiológicas, ecotoxicológicas em amostras de ar,
água, solo e resíduos. As pesquisas ambientais têm caráter interdisciplinar, desta
forma a integração dos laboratórios é indispensável e prática comum na unidade.
Os laboratórios têm como objetivo dar suporte aos servidores docentes,
discentes e comunidade externa, mediante o desenvolvimento de aulas práticas,
desenvolvimento de pesquisas e de prestação de serviços à comunidade externa.
O Quadro 15 relaciona os principais equipamentos existentes nos laboratórios
que atendem as disciplinas específicas do curso. Estes laboratórios possuem as
vidrarias, reagentes e meios de cultura usuais de cada laboratório e de acordo com
as metodologias utilizadas.
75
Universidade Estadual de Campinas
Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
DTA – Divisão de
Tecnologia Ambiental
SGQ – Sistema de
Gestão da Qualidade
LACOL
LADRE
Apoio a
Pesquisa
Apoio a Ensino
e Pesquisa
LACAN
LARS
LADESSAN
LABRE
LAMIQ
LEAL
LAFIQ
LAHIDRO
LAQUIATS
Setor de
Ecotoxicologia
LAMOAR
Setor de
Microbiologia
Figura 1: Organograma dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental dentro do sistema de
gestão de qualidade
Quadro 14: Siglas dos laboratórios da Divisão de Tecnologia Ambiental
LACOL – Laboratório de coleta
LARS – Laboratório de resíduos sólidos
LADRE – Laboratório de descarte
LABRE – Laboratório de biosólidos e reuso de
efluentes
LADESSAM – Laboratório de desenvolvimento
LEAL
–
Laboratório
de
ecotoxicologia
de sistemas de saneamento ambiental
microbiologia ambiental
LAHIDRO – Laboratório de hidráulica
LACAN – Laboratório Central Analítico
LAQUIATS – Laboratório de química ambiental e
LAFIQ – Laboratório Físico-Químico
e
tecnologias de separação
LAMOAR –Llaboratório de monitoramento do ar
LAMIC – Laboratório de Microbiologia
76
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Faculdade de Tecnologia
Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT
Quantidade
Equipamento
01
Amostrador de grande volume para partículas inaláveis MP10
01
Amostrador de grande volume para partículas totais em suspensão PTS
01
Amostrador TRIGÁS
05
Agitador magnético com aquecimento
02
Agitador magnético sem aquecimento
01
Agitador rotativo – Tumbler
02
Autoclave vertical 50 litros
01
Autoclave vertical 18 litros
02
Balança semi analítica com capela
02
Balança semi analítica sem capela
02
Banho Maria para cultura
02
Banho seco 20 provas
01
Barômetro aneroide
01
Bomba à vácuo
02
Capela de fluxo laminar
08
Câmara de germinação com foto período
01
Centrífuga de bancada
01
Centrífuga refrigerada
01
Coletor isocinético de partículas atmosféricas – CIPA, Amostrador de chaminé
06
Contador de colônias
03
Chuveiro de segurança com lavador de olhos
01
Deionizador
01
Destilador de água por osmose reversa
01
Estereomicroscópio trinocular com iluminação transmitida e refletida porfibra ótica
01
Estufa DBO sem foto período
03
Estufa bacteriológica
02
Estufa de secagem e esterilização
02
Etereomicroscópio trinocular com iluminação transmitida e refletida por fibra ótica
01
Freezer -30ºC
01
Incubadora com agitação e aquecimento
02
Medidor de pH – peagametro de bancada
01
Medidor de ruídos, com calibrador
77
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Curso de Engenharia Ambiental
Quadro 15: Equipamentos dos laboratórios da divisão de tecnologia ambiental da FT (continuação)
02
Medidor de condutividade – condutivímetro de bancada
01
Microondas 36 litros
08
Microscópio ótico monocular
19
Microscópio ótico binocular
01
Microscópio com sistema de imagem e TV 21”
01
Oxímetro de bancada
01
Oxímetro de campo
02
Refrigerador Duplex 470 litros
01
Refrigerador 290litros
01
Refrigerador duplex 470 litros
01
Sistema de vácuo com compressor
02
Sonda multi-parâmetros
02
Vortex - agitador de tubos
6.1.1. Laboratório Físico-Químico
No Laboratório Físico-Químico (LAFIQ) são realizadas aulas práticas do
curso, pesquisas e prestação de serviços (Figura 2). Em relação ao ensino de
graduação a estrutura é utilizada para as disciplinas: química aplicada e química
ambiental e experimental.
Figura 2: Laboratório físico-químico
78
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Curso de Engenharia Ambiental
6.1.2. Laboratório de Microbiologia
No Laboratório de Microbiologia (LAMIC) são realizadas aulas práticas do
curso, pesquisas a prestação de serviços (Figuras 3 e 4). Na graduação é utilizado
para as disciplinas de biologia geral e microbiologia aplicada.
Figura 3: Área externa do laboratório de microbiologia
Figura 4: Laboratório de microbiologia
79
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Curso de Engenharia Ambiental
6.1.3. Laboratório de Monitoramento do Ar
Através do Laboratório de Monitoramento do Ar (LAMOAR) são realizadas
intervenções de monitoramento da poluição atmosférica por meio de amostragem e
determinação de poluentes atmosféricos gasosos e particulados.
Os estudantes aprendem a operar aparelhos de monitoramento da poluição
do ar, tais como: os amostradores de grande volume para particulado total em
suspensão e para material particulado com tamanho menor que 10 micrometros, e
amostradores de pequeno volume APV-Trigás para amostragem de poluentes
presentes na atmosfera na forma de gases ou vapores.
Esses equipamentos, instalados na estação de monitoramento atmosférico da
FT (Figura 5), permitem transmitir aos alunos a capacidade para conduzir trabalhos
de monitoramento da qualidade do ar em nível de iniciação científica. Neste
laboratório são realizadas aulas práticas das disciplinas de Controle da Poluição do
Ar e Amostragem de Poluentes Atmosféricos.
Figura 5: Estação de monitoramento atmosférico da FT
80
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Curso de Engenharia Ambiental
6.1.4. Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação
O Laboratório de Química Ambiental e Tecnologias de Separação
(LAQUIATS) é usado para aulas da disciplina de Técnicas de separação e análises
cromatográficas aplicadas ao meio ambiente, preparo de algumas amostras
específicas e projetos de pesquisa.
6.1.5. Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental
O Laboratório de Ecotoxicologia e Microbiologia Ambiental (LEAL) atende
principalmente as seguintes necessidades:
a) Ensino e pesquisa nas áreas de avaliação de impactos ambientais em
ecossistemas aquáticos e gerenciamento da qualidade de água;
b) Pesquisa em desenvolvimento, validação e aplicação de novas metodologias para
tratamento e avaliação da qualidade de efluentes e amostras ambientais;
c) Pesquisa da biota local e sua adequação em estudos ecotoxicológicos à realidade
brasileira, aumentando a relevância ecológica destes;
d) Colaboração com empresas para mitigação e remediação de possíveis impactos
ao meio ambiente que suas atividades, promovendo a interação entre o setor
produtivo e a universidade.
As Figura 6 mostra a sala de cultivo do laboratório; as Figura 7 e 8 mostram
estudantes de graduação realizando atividades de pesquisa e coleta de material.
Figura 6: Sala de cultivo do LEAL
81
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Curso de Engenharia Ambiental
Figura 7: Alunos desenvolvendo pesquisas de
Figura 8: Coleta de amostra para ensaio no LEAL
Iniciação Científica no LEAL
O LEAL realiza pesquisas e presta serviços relacionados à avaliação
ecotoxicológica de efluentes industriais, compostos químicos, agentes biológicos,
além de amostras ambientais (água, solo e sedimento). Também está capacitado
para realizar Estudos de Avaliação e Identificação de Toxicidade (AIT ou TIE) e
Estudos, Planejamento e Estratégia para a Redução da Carga Tóxica através da
avaliação dos efluentes de diferentes etapas da produção industrial. O laboratório
está apto a realizar os seguintes testes de toxicidade:
• Teste de toxicidade crônica com alga - Pseudokirchneriella subcaptata
(Selenastrum capricornutum);
• Teste de toxicidade aguda com microcrustáceo Daphnia similis (Cladocera);
• Teste de toxicidade crônica com microcrustáceo Ceriodaphnia dubia e
Ceriodaphnia silvestrii (Cladocera);
• Teste de toxicidade aguda com Danio rerio;
• Teste de toxicidade aguda com organismo bentônico Chironomus xanthus
(Chrironomidae);
• Teste de toxicidade aguda com organismo bentônico Hyalella azteca
(Amphipoda);
• Teste de toxicidade aguda com Nitokra sp. (Copepoda);
• Teste de toxicidade aguda com Girardia tigrina (Planária);
82
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Curso de Engenharia Ambiental
• Teste de toxicidade aguda com Lecane bulla (Rotífera);
• Teste de mutagenicidade com a bacteria Salmonella typhimurium.
Ainda são prestados serviços, através de convênios de extensão:
• Estudos de Avaliação e Identificação de Toxicidade (AIT) e redução de carga
tóxica;
• Avaliação da eficiência de tratamentos utilizando testes de toxicidade em
efluentes;
• Orientações quanto ao atendimento do artigo 34 da Resolução Conama
357/2005; Gerenciamento, caracterização e monitoramento da qualidade de
água de ecossistemas aquáticos;
• Monitoramento bacteriológico (coliformes totais, coliformes fecais e bactérias
heterotróficas);
• Avaliação da biodegradação de poluentes no solo (Respirometria - método de
Bartha, NBR ABNT 14283/99);
• Interpretação de dados, Caracterização e/ou monitoramento da contaminação
ambiental com ênfase em toxicidade e genotoxicidade;
• Orientação
quanto
ao
atendimento
das
regulamentações
ambientais
estaduais relativas a toxicidade e a genotoxicidade.
6.1.6. Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas para Saneamento
Ambiental
No LADESSAM – Laboratório de Desenvolvimento de Sistemas para
Saneamento Ambiental, são realizadas pesquisas de iniciação científica e trabalhos
de graduação, e de mestrado, em caráter multidisciplinar, que visam o estudo e
desenvolvimento de soluções tecnológicas para problemas relacionados ao
tratamento de águas e efluentes (Figura 9).
Especificamente, é dada ênfase à aplicação de tecnologias limpas, e para tal
são utilizados Processos Oxidativos Avançados (POA) e outras tecnologias
emergentes e combinações destas, incluindo aproveitamento de energia solar.
83
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Curso de Engenharia Ambiental
Os projetos visam desinfecção, fitorremediação, oxidação/redução de
compostos orgânicos e inorgânicos, desenvolvimento, modificação ou aplicação de
novos eletrodos, lâmpadas e fotocatalisadores.
Figura 9: Laboratório de desenvolvimento de sistemas para saneamento ambiental
O laboratório conta com equipamentos importantes para a realização de
pesquisas e projetos relacionados ao ensino da graduação, tais como iniciação
científica e trabalhos de conclusão de curso. Dentre os equipamentos existentes no
LADESSAM destacam-se:
• 01 Analisador de Carbono Orgânico Total e AOX
• 01 Simulador solar 1.6 KW
• 01 balança analítica com capela
• 01 espectrofotômetro multiparâmetros
• 01 espectrofotômetro de varredura UV-VIS
• 01 bloco para digestão de amostras
• 01 deionizador
• 01 equipamento para purificação de água
• 01 pHmetro de bancada
• 04 reatores fotoeletroquímicos para tratamento de águas residuárias
• 01 simulador de bancada de processo de lodo ativado
Atualmente o LADESSAM possui parcerias em pesquisa com empresas do
ramo
farmacêutico,
sucro-alcooleiro,
concessionárias
de
água
e
esgoto,
desenvolvedoras de soluções ambientais, aterros sanitários, além de interação com
grupos de pesquisas de outras universidades.
84
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Curso de Engenharia Ambiental
6.1.7. Laboratório de Hidráulica
O Laboratório de Hidráulica (LAHIDRO) abriga os equipamentos compactos:
canal para experimentos hidráulicos e experimentos em escoamentos internos
(Figura 10). Os equipamentos são utilizados nas aulas práticas das disciplinas
Hidráulica I e II.
Figura 10: Laboratório de Hidráulica da FT
6.2. Demais Laboratórios de Ensino e Pesquisa da FT
Além dos laboratórios da divisão de Tecnologia Ambiental, existem outros
laboratórios, que são de uso comum aos cursos da FT, descritos neste item.
6.2.1. Laboratório de Topografia
O Laboratório de Topografiacompreende área de desenvolvimento de
trabalhos práticos na qual estão alocados os equipamentos topográficos, a sala de
aula e a sala os técnicos. Esse laboratório é usado para aulas práticas da disciplina
Topografia (Figuras 11 e 12).
85
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Curso de Engenharia Ambiental
Figura 11: Aula prática em frente ao laboratório de
Figura 12: Uso de equipamento topográfico
topografia
6.2.2. Laboratórios de Informática
A Faculdade de Tecnologia possui 7 laboratórios de informática, que dão
suporte à comunidade da FT, sendo importante no apoio às atividades de ensino e
pesquisa que dependem de forma essencial da utilização de uma infra-estrutura
apropriada na área de informática (Figura 13).
Figura 13: Laboratório de Informática da FT
86
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Curso de Engenharia Ambiental
6.2.3. Laboratório de Materiais de Construção Civil
O Laboratório de Materiais de Construção Civil é um laboratório ligado a
Divisão Tecnológica de Construção Civil que tem por objetivo atender aos
professores e alunos dos cursos de graduação e pós graudação da FT, em suas
atividades de ensino e pesquisa. Neste laboratório também são prestados serviços
ao público externo.
No que se refere à infra-estrutura, o Laboratório de Materiais de Construção
Civil possuios as seguintes instalações e equipamentos:
- Duas bancadas centrais para uso dos equipamentos de realização de ensaios dos
materiais nas aulas práticas; cada bancada possui 4 tomadas embutidas para uso
dos equipamentos, como balança, argamassadeira, entre outros (Figura 14);
- Capela com sistema de exaustão (Figura 15), destinada ao manuseio de produtos
tóxicos como enxofre derretido para capeamento de corpos-de-prova, atendendo
aos requisitos de segurança do trabalho;
- Câmara Úmida. Possui um tanque d'água (3,0 m3), onde são postos os corpos-deprova para o processo de cura até o dia do ensaio;
- Prensa Hidráulica (Máquina Universal de Ensaios) destinado aos ensaio de
compressão, tração, dobramento e flexão dos corpos-de-prova. Capacidade máxima
de 100 toneladas (Figura 16);
- Prensas Hidráulicas para ensaio de compressão, com acessórios para flexão.
Capacidade de 120 toneladas e 24 toneladas (Figura 17);
- Agitadores de peneiras para separação das frações de agregados graúdos e
miúdos;
- Durômetro, utilizado para determinar a dureza de materiais metálicos e similares,
pelo método Brinnel e Vickers;
- Estufa com circulação de ar para secagem de materiais.
87
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Curso de Engenharia Ambiental
No laboratório são montadas aulas com intuito de dar aos estudantes o
conhecimento sobre ensaios de materiais de construção com os quais eles vão ter
contato após as sua formação, bem como noções sobre as especificações e
características físicas e mecânicas dos materiais, possibilitando uma melhor
compreensão das disciplinas abordadas em sala de aula e preparando-o para
conseguir analisar e solucionar problemas reais na futura vida profissional.
Figura 14: Bancadas do laboratório de materiais
Figura 15: Capela com sistema de exaustão do
de construção civil
laboratório de materiais de construção civil
Figura 16: Máquina universal de ensaios
Figura 17: Prensa hidráulica
No laboratório são realizadas aulas com intuito de repassar aos estudantes o
conhecimento sobre ensaios de materiais de construção com os quais eles terão
88
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contato após as sua formação, bem como noções sobre as especificações e
características físicas e mecânicas dos materiais, possibilitando uma melhor
compreensão das disciplinas abordadas em sala de aula e preparando-o para
conseguir analisar e solucionar problemas reais na futura vida profissional.
A estrutura de equipamentos do laboratório de materiais de construção civil
permite a realização dos seguintes ensaios:
• Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos de concreto
• Ensaio de compressão de blocos de concreto com dimensionamento
• Ensaio de compressão de tijolos cerâmicos com dimensionamento
• Ensaio de compressão de corpos de prova de argamassa
• Resistência à tração simples de concreto por compressão diametral de corpos
de prova cilíndricos
• Determinação das propriedades mecânicas à tração de materiais metálicos
• Ensaio de dobramento de aço
• Avaliação das impurezas orgânicas das areias para concreto
• Determinação da composição granulométrica dos agregados
• Determinação do teor de argila em torrões nos agregados
• Determinação do teor de materiais pulverulentos nos agregados
• Determinação do peso unitário de agregados em estado solto
• Determinação do inchamento de agregados miúdos para concreto
• Determinação da massa específica de cimentos
• Ensaio de finura do cimento através do aparelho de Blaine
• Ensaio de finura do cimento através de peneiras
• Ensaio de pega do cimento
• Ensaio de expansibilidade do cimento
89
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• Determinação da massa específica absoluta dos agregados
• Determinação da absorção d’água de tijolos de solo-cimento
• Ensaio de testemunho de estrutura de concreto
• Ensaio de resistência à compressão de peças de concreto para pavimentação
6.2.4. Laboratório de Geologia
O Laboratório de Geologia compreende uma área de desenvolvimento de
trabalhos práticos com bancadas para as rochas e minerais (Figura 18); sala de aula
(Figura 19) e sala para os técnicos. Esse laboratório é usado para as aulas práticas
da disciplina de Geologia e Pedologia.
Figura 18: Bancada de rochas e minerais do
Figura 19: Laboratório de geologia
laboratório de geologia
6.3. Infra-Estrutura Complementar
Além dos laboratórios existe um Posto Meteorológico no campus, que fornece
dados para a comunidade acadêmica e em geral, e será usado nas aulas práticas de
Climatologia.
Como infra-estrutura de apoio às atividades no campus, podemos citar:
restaurante universitário (servindo almoço e jantar), ambulatório (aberto 03
períodos), o Serviço de Apoio ao Estudante - SAE/Limeira (oferecendo orientação
90
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para estágios, bolsas trabalho, auxílio transportemoradia, auxílio psicológico, etc.) e
um campo de futebol e quadras esportivas.
6.4. Biblioteca
A Biblioteca Integrada da UNICAMP permite ao aluno não apenas consultar o
acervo da biblioteca do campus de Limeira, mas consultas em todas as bibliotecas
do campus de Campinas e Piracicaba.
É possível o empréstimo de volumes nas demais universidades públicas do
estado (USP e UNESP).
O campus I de Limeira possui uma biblioteca que é utilizada pelos alunos da
FT em conjunto com o Colégio Técnico COTIL (Figura 20). Esta biblioteca pertence
ao Sistema de Bibliotecas da UNICAMP, tendo o seu acervo incluso na base de
dados ACERVUS, que permite a localização de livros, teses e periódicos em todas
as bibliotecas da UNICAMP. A consulta à base pode ser realizada pela internet
através do site: http://acervus.unicamp.br.
Os usuários podem obter documentos através dos serviços de empréstimos
entre Bibliotecas, COMUT e acessando as bases de dados disponíveis pela
UNICAMP.
Figura 20: Biblioteca da Faculdade de Tecnologia
91
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Os alunos, docentes e funcionários também podem utilizar toda e qualquer
biblioteca dos campi da UNICAMP, o que pode ser feito pessoalmente ou através de
empréstimos entre bibliotecas.
A UNICAMP possui uma base de Periódicos Eletrônicos, que permite
qualquer aluno, professor ou funcionário, logado na rede da Universidade, acessar
uma vasta quantidade de períodos nacionais e internacionais, através do site:
http://www.sbu.unicamp.br/pai-e/site/e_eletronicos.php?col=titulo&letra=A
A UNICAMP possui uma Biblioteca Digital, onde permite o acesso eletrônico a
trabalhos apresentados em Congressos e Seminários, Dissertações e Teses,
Hemeroteca e Partituras, através do site: http://cutter.unicamp.br/
Atualmente, temos no acervo da Biblioteca da Faculdade de Tecnologia
aproximadamente 3044 exemplares, para atender as disciplinas básicas e
específicas dos cursos de Tecnologia Ambiental (Anexo 1).
92
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ANEXO 1 – Acervo da Biblioteca
93
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
AUTOR
Congresso Interno de Iniciação Cientifica da
UNICAMP
Congresso Interno de Iniciação Cientifica da
UNICAMP
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Cruz, Paulo Teixeira
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Lima, Regina Amodeo Pacheco
Daker, Alberto
Koch, Wolfram
Santos, Jose Eduardo dos
Sahtouris, Elisabet
Guimarães, Mauro
Cruciani, Decio Eugenio, 1940Ricklefs, Robert E.
Ricklefs, Robert E.
Jeantet, Thierry
Gates, Bill
Lang, Serge
Jordan, Thomas D., Jr
Holmes, David C
Monticeli, João Jeronimo
Castro, F. M. de Oliveira
Hupping, Carol
TÍTULO
EDIÇÃO
ANO
Volumes
[Resumos do] VIII Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 19 a 20 de setembro de 2000
2000
1
[Resumos do] X Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 25 a 26 de setembro de 2002
[Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro
de 1971
[Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro
de 1971
[Trabalhos do] VI Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, São Paulo, 17 a 22 de janeiro
de 1971
100 barragens brasileiras
2. ed.
9. Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria, Belo Horizonte, 3 a 8 de Julho de 1977
A ação do homem nos ecossistemas
A agencia nacional de aguas
A Agonia das florestas
7a ed., rev.
A agua na agricultura
ampl
A chemist's guide to density functional theory
2nd ed.
A cobrança pelo uso da agua
A contribuição da educação ambiental a esperança de Pandora
3. ed.
A dança da terra
A dimensão ambiental na educação
3. ed.
A drenagem na agricultura
4. ed.
A economia da natureza
3. ed.
A economia da natureza
5. ed.
A economia social europeia
A estrada do futuro
A first course in calculus
5th ed.
A handbook of gravity-flow water systems for small communities
A historia do tempo
A luta pela agua
A matematica no Brasil
2. ed.
A organização do futuro
4. ed.
A produção da sua propria energia
2002
2
[1971?]
2
[1971?]
1
[1971?]
2004, c1996
1978
1979
2001
1991
1
2
10
1
2
1
1987-1988
c2000
2000
c2006
1998
2000
1987, c1980
c1996
c2003
2002
1995
c1998
c1980
1965
1993
1999
2000
c1974
11
1
1
2
2
2
1
3
2
1
1
5
1
1
1
1
1
2
94
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Helene, Maria Elisa Marcondes
Luz, Luiz Augusto Rodrigues da
Gore, Al
Babbitt, Harold E. (Harold Eaton)
Tsutiya, Milton Tomoyuki
Sewell, Granville H. (Granville Hardwick)
Drucker, Peter Ferdinand
Conferencia das Nações Unidas sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento
São Paulo. Secretaria de Estado do Meio Ambiente
A questão ambiental
A radioatividade e o lixo nuclear
A reutilização da agua
A terra em balanço
Abastecimento de agua
Abastecimento de agua
Administração e controle da qualidade ambiental
Administrando em tempos de grandes mudanças
Advances in chromatography
Macêdo, Jorge Antonio Barros de
Agenda 21
Agenda 21 em São Paulo
Agua
Agua
Aguas
Aguas & aguas
Botelho, Manoel Henrique Campos
Botelho, Manoel Henrique Campos
Aguas de chuva
Aguas de chuva
Machado, José Luiz Flores
Dalmolin, Quintino
Bicudo, Carlos Eduardo de Mattos
Di Bernardo, Luiz
Aguas doces no Brasil
Águas subterrâneas e poços
Aguas subterraneas e poços tubulares profundos
Ajustamento por mínimos quadrados
Algae and environment
Algas de aguas continentais brasileiras
Algas e suas influencias na qualidade das aguas e nas tecnologias de tratamento
Algebra linear
Lipschutz, Seymour
Algebra linear
Algebra linear
Poole, David
Poole, David
Algebra linear
Algebra linear
Álgebra linear
3. ed.
Ed. biblingüe
2. ed.
2. ed., rev
ampl.
3. ed. rev.
ampl.
3. ed. rev.
3. ed. ampl.
rev
3. ed. ampl.
rev
3. ed. ampl.
rev
1995
2006
c2005
1993
c1962
2006
c1978
2002
c1998
1
4
6
1
3
5
3
1
1
1997
2002
2001
[1999?]
2003
2001
1
3
1
1
3
2
1998
1985
5
2
c2006
c2008
2006
2010
1992
1970
1995
3
3
1
3
1
9
2
c1984
7
1980
1971
1
1
c1986
c2006
c2004
4
3
3
95
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Anton, Howard
Callioli, Carlos A
Santos, Reginaldo de Jesus
Machado, Antonio dos Santos
Venturi, Jair J.
Gibbons, Alan
Manzano, José Augusto N. G.
Manzano, José Augusto N. G.
PROSAB
PROSAB
Simposio Luso-Brasileiro sobre Simulaçãoe
Modelação em Hidraulica
Simposio Luso-Brasileiro sobre Simulaçãoe
Modelação em Hidraulica
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e
Ambiental
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e
Ambiental
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e
Ambiental
Algebra linear com aplicações
Algebra linear e aplicações
Algebra linear e aplicações
Algebra linear e geometria analitica
Algebra vetorial e geometria analitica
Algorithmic graph theory
Algoritmos
Algoritmos
Alternativas de disposição de residuos solidos urbanos para pequenas comunidades
Alternativas de uso de residuos do saneamento
Ambiente e sociedade
2001
c1990
c2006
c1999
[19--]
c1985
2004
2004
c2002
2006
1992
6
2
10
2
2
1
1
2
1
1
1
Anais
1983
1
Anais
1983
1
Anais
1985-1986
2
Anais
1985-1986
2
1985-1986
2
1985
1
c1989
1975
1975
1
1
1
1987
4
1990
1985
2
1
2005
1
1987
1983
1
1
Anais
Anais [da] 5ª Reunião Regional da Sociedade Brasileira de Matematica Aplicada e
Reunião Regional da Sociedade Brasileira de
Computacional [e] 3º Simposio de Astronomia Dinamica e Matematica Aplicada, Rio Claro, 13
Matematica Aplicada e Computacional
a 16/08/1985
Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Anais [do] I Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Universitaria, Area de
Universitaria, Area de Ciencias Humanas
Ciencias Humanas, 21 a 23 de setembro de 1988, São Paulo
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Anais do
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria
Anais do
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e
Anais do do 14. Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitaria e Ambiental, São Paulo-SP, 20
Ambiental
a 25 de setembro de 1987
Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educação Anais do II Simposio Estadual sobre Meio Ambiente e Educacao Universitaria, Sao Paulo, SP,
Universitaria
23 a 25 de agosto de 1989
Seminario Alternativas para uma Politica Energetica ( Anais do Seminario Alternativas para uma Politica Energetica
Simposio Comemorativo aos 10 Anos do Curso de
Especialização em Educação Ambiental e Recursos Anais do Simposio Comemorativo aos 10 Anos do Curso de Especialização em Educação
Hidricos
Ambiental e Recursos Hidricos, São Carlos, 06 a 08 de julho de 2005
Simposio Internacional sobre Economia de Agua de Anais do Simposio Internacional sobre Economia de Agua de Abastecimento Publico, São
Abastecimento Publico
Paulo, 28 a 30 de outubro de 1986
Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos
Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções
8. ed.
6. ed. reform.
2. ed.
8. ed. atual
15. ed.
14. ed.
96
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Hidricos
Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos
Hidricos
Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos
Hidricos
Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos
Hidricos
Congresso Latino-Americano de Hidraulica
Harris, Daniel C.
Vogel, Arthur Israel
Silva, Manuel Osvaldo Senra Alvares da
Dorst, Jean
Rombke, Jorg
Brandão, Carlos Rodrigues
Associação Brasileira de Normas Tecnicas
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Iritani, Mara Akie
Guattari, Felix
Guattari, Felix
Dias, Genebaldo Freire
Dias, Genebaldo Freire
Haro Vera, A. de
Thomas-Domenech, J.M
Vieira, Rui Carlos de Camargo
Vieira, Rui Carlos de Camargo
Berenguer, Gallego
Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83
Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções
Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83
Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções
Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83
Anais do V Simposio Brasileiro de Hidrologia e Recursos Hidricos, Centro de Convenções
Carlos Gomes-Blumenau, SC, 13 a 18 nov./83
Anais do XII Congresso Latino-Americano de Hidraulica, São Paulo, SP, 31 ago a 4 set de
1986
Analise ambiental
Analise ambiental
Analise quimica quantitativa
Analise quimica quantitativa
Analises fisicos-quimicas para controle de estações de tratamento de esgotos
Antes que a natureza morra
Applied ecotoxicology
Aprendizagem na era das tecnologias digitais
Aqui é onde eu moro, aqui nos vivemos
Aquicultura no Brasil
Arborização urbana viaria
Areas contaminadas
Armazenamento de resíduos classes II - não inertes e III - inertes =
Armazenamento de residuos solidos perigosos
As águas subterrâneas do Estado de São Paulo
As bases toxicológicas da ecotoxicologia
As três ecologias
As três ecologias
Assembly rules and restoration ecology
Atividades interdisciplinares de educação ambiental
Atividades interdisciplinares de educação ambiental
Atlas de biologia
Atlas de botanica
Atlas de mecanica dos fluidos
Atlas de mecanica dos fluidos
Atlas de parasitologia
2. ed. rev.
ampl
5. ed.
6. ed.
17. ed.
18. ed.
3. ed.
4. ed.
7. ed.
1983
1
1983
1
1983
1
1986
4
1995, c1991
1995
2001
2002
1977
1987, c1973
c1996
c2007
2005
c2000
2005
2005
1990
1992
2008
2004
2006
2007
2004
1997
1994
1985
c1985
c1971
c1971
[19-]
2
1
3
9
3
1
1
3
1
1
1
2
1
1
5
11
1
1
1
2
1
1
1
1
2
1
97
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Feltre, Ricardo
Ferraro, Nicolau Gilberto
Carvalho, Geraldo Camargo de
De Robertis, Eduardo D. P.
De Robertis, Eduardo D. P.
De Robertis, Eduardo D. P.
Tufte, Edward R.
Nogueira, Luiz Augusto Horta
Garcia, Eduardo A. C
Magalhães, Agenor Portelli Teixeira
Martins, Celso
Amabis, José Mariano
Amabis, José Mariano
Brock, Thomas D.
Ottaway, J. H.
Black, Perry O
Macintyre, Archibald Joseph
Macintyre, A. J.
Joly, Aylthon Brandão
Joly, Aylthon Brandão
Atomistica
Aulas de ciencias
Aulas de fisica
Aulas de quimica
Avaliação de desempenho de estações de tratamento de esgotos
Avaliação de impacto ambiental
Avaliação e controle da drenagem urbana
Avaliação e pericia ambiental
Avaliação e pericia ambiental
Bacia do Rio Piracicaba
Bases da biologia celular e molecular
Bases da biologia celular e molecular
Bases de biologia celular e molecular
Beautiful evidence
Biodegradação
Biodigestão
Biodiversity in Brazil
Biofisica
Biogas
Biogeografia e ecologia
Biologia
Biologia :
Biology of microorganisms
Biophotonics
Biophotonics and coherent systems in biology
Biophotons
Bioquimica da poluição
Biossegurança
Biossolidos na agricultura
Bombas
Bombas e instalações de bombeamento
Bombas e instalações de bombeamento
Botanica
Botanica
2. ed.
9. ed.
3. ed.
5. ed.
2. ed.
10th. ed.
2. ed.
2a ed
2. ed. rev.
7. ed.
8. ed.
1983
1999
1991-93
19771991
1998
20002000
2009
c1994
1985
c2001
1986
c2006
2001
1986
1996
1998
1986
1988
1974-75
1978-79
2003
2005
2007
1998
c1982
1996
2001
1979
1987
c1997
1985
1987
1
2
1
1
1
1
3
1
2
1
1
1
2
1
1
1
1
4
1
1
1
1
1
2
1
1
1
2
1
4
2
7
2
2
98
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Joly, Aylthon Brandão
Modesto, Zulmira Maria Motta
Bastide, Roger
Congresso Interno de Iniciação Cientifica da
UNICAMP
Congresso Interno de Iniciação Cientifica da
UNICAMP
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Munem, Mustafa A
Munem, Mustafa A
Hoffmann, Laurence D.
Munem, Mustafa A
Munem, Mustafa A
Hoffmann, Laurence D.
Ávila, Geraldo
Hoffmann, Laurence D.
Stewart, James
Thomas, George B.
Stewart, James
Thomas, George B.
Swokowski, Earl William
Lang, Serge
Stewart, James
Thomas, George B.
Botanica
Botanica
Brasil terra de contrastes
Caderno de resumos
Caderno de resumos [do] XII Congresso Interno de Iniciação Cientifica, 22 a 24 setembro de
2004
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Calculo
Cálculo
Cálculo
Stewart, James
Cálculo
Stewart, James
Rocha, Luiz Mauro
Cálculo
Calculo 1
Flemming, Diva Marilia
Flemming, Diva Marilia
Calculo A
Cálculo A
13. ed.
10. ed.
2. ed.
2. ed.
7. ed.
4. ed.
10. ed.
4.ed.
11. ed.
2. ed.
5. ed.
10. ed.
6. ed. trad.
americana
6. ed. trad.
americana
9. ed.
5. ed. rev.
ampl
6. ed. rev.
2002
1981
1980
2
5
1
2001
1
2004
1975
1978
1978
1965-66
1965-66
1983
1982, c1978
1982
c1978
c1978
c1990
1981-87
c2002
2001
2004
20032009
c1995
1970, c1968
c2006
2003
1
4
5
5
1
1
2
1
1
1
1
2
1
12
11
20
1
20
2
1
24
10
2010
20
c2010
1987
30
1
c1992
c2007
11
5
99
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Flemming, Diva Marilia
Kaplan, Wilfred
Gonçalves, Mirian Buss
Gonçalves, Mirian Buss
Cálculo A
Calculo avançado
Calculo B
Calculo B
Gonçalves, Mirian Buss
Silva, Sebastião Medeiros da
Gonçalves, Mirian Buss
Swokowski, Earl William
Simmons, George Finlay
Edwards, C. H. (Charles Henry)
Simmons, George Finlay
Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich)
Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich)
Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich)
Ayres, Frank
Piskounov, N. S. (Nikolai Semenovich)
Boulos, Paulo
Ayres, Frank
Boulos, Paulo
Kaplan, Wilfred
Kaplan, Wilfred
Calculo B
Calculo basico para cursos superiores
Calculo C
Calculo com geometria analitica
Calculo com geometria analitica
Cálculo com geometria analítica
Cálculo com geometria analítica
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo diferencial e integral
Calculo e algebra linear
Calculo e algebra linear
Calculo e aplicações
Calculo e geometria analitica
Calculo e geometria analitica
Calculo e geometria analitica
Calculo e geometria analitica
Calculo e geometria analitica
Calculo e geometria analitica
Calculo numerico
Calculo numerico
Calculo numerico
Cálculo numérico
Shenk, Al
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Thomas, George B.
Shenk, Al
Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes
Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes
Franco, Neide Bertoldi
Ruggiero, Marcia Aparecida Gomes
ampl
6. ed. rev.
ampl.
2.ed. rev.
ampl.
3. ed.
4. ed.
6. ed.
3. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
c2007
1972
c 1999
2005, c1999
15
6
5
5
2007, c1999
2004
c2000
1983
1987
c1994-1997
1987-1988
1987-88
1987-88
2000-2002
1981
1983
c1999
c1994
2002197419741999
1987
c1988
c1988
c1988
c1988
1987-88
c1997
c1988
c2007
c1998
5
1
5
8
8
2
30
3
3
2
7
2
8
2
3
1
1
4
6
1
1
1
1
4
14
2
2
5
100
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Novaes, Maria Helena
Calculo numerico (com aplicações)
Calculo vetorial e geometria analitica
Feitosa, Miguel Oliva
Calculo vetorial e geometria analitica
Feitosa, Miguel Oliva
Tomaz, Plinio
Lang, Serge
Barros Neto, Benicio de
Barros Neto, Benicio de
Barros Neto, Benicio de
Calculo vetorial e geometria analitica
Calculos hidrologicos e hidraulicos para obras municipais
Calculus of several variables
Campinas
Carcinicultura de agua doce
Casas de quimica para estações de tratamento de agua
Casas de quimica para estações de tratamento de agua
Cianobacterias e cianotoxinas em aguas continentais
Cidadania e globalização
Cidade e meio ambiente
Cidade, homem, natureza : uma historiadas politicas ambientais de Curitiba
Ciencia ambiental
Citologia, histologia e embriologia
Climatologia
Código da natureza
Colapso
Coleta e transporte de esgoto sanitario
Coleta e transporte de esgoto sanitario
Coletanea de normas de resistores, potenciometros e osciladores
Comandos hidraulicos
Comites de bacias hidrograficas
Community water development
Como fazer experimentos
Como fazer experimentos
Como fazer experimentos
Chagas, Aécio Pereira
Chung, Fan R. K.
Erbiste, Paulo C. F. (Paulo Cesar Ferreira)
Simeão, Elmira
Como se faz química
Complex graphs and networks
Comportas hidraulicas
Comunicação extensiva e informação em rede
Vianna, Marcos Rocha
Vianna, Marcos Rocha
Calijuri, Maria do Carmo
Vieira, Liszt
Jacobi, Pedro Roberto
Mesquita, Elizabeth Carneiro
Mendonça, Francisco
Morelly
Diamond, Jared M
Tsutiya, Milton Tomoyuki
Tsutiya, Milton Tomoyuki
Araujo, Sidnei
2. ed.
4. ed. rev.
amp.
4. ed.
rev.ampl.
3rd ed.
2. ed. ampl
8. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
3. ed.
3.ed. rev. e
atual
c1987
c1973
6
1
c1981
1
1996
2002
1987
1996
1998
1994
2001
c2006
2005
2000
1997
1999
c1981
c2007
1994
c2005
2000
c1999
1997
1981
2002
c1989
2002
2003
2007
2
1
5
1
1
1
2
3
3
2
1
2
2
3
1
3
6
2
1
1
2
1
5
1
1
2001
c2006
1987
2006
1
2
1
1
101
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Tomaz, Plinio
Della Nina, Eduardo
Tinoco, João Eduardo Prudencio
Batalha, Ben-Hur Luttemback
Batalha, Ben-hur Luttembarck
Ben-Dov, Yoav
Benato, João Vitorino Azolin
Hasse, Geraldo
Rodrigues, Eduardo Celestino
Aquino Neto, Francisco Radler de
Lanças, Fernando Mauro
Maurer, Willie Alfredo
Maurer, Willie Alfredo
Fonseca, Jairo Simon da
Fonseca, Jairo Simon da
Gomes, Frederico Pimentel
Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses)
Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses)
Nussenzveig, H. Moyses (Herch Moyses)
Neves, Eurico Trindade
Neves, Eurico Trindade
Pimenta, Carlito Flavio
Rocha, Luiz Mauro
Unger, Nancy Mangabeira
Sholl, David S
Comunidades tradicionais e manejo dos recursos naturais da Mata Atlantica
Conservação da agua
Construção de redes urbanas de esgotos
Construção de sistemas de distribuição de agua
Consumo sustentavel
Contabilidade e gestão ambiental
Controle da qualidade da agua para consumo humano
Controle da qualidade da agua para consumo humano : bases conceituais e operacionais
Controle e vigilancia da qualidade da agua para consumo humano e seu padrão de
potabilidade
Convite a fisica
Cooperativas e sua administração
CRC handbook of chemistry and physics
CRC handbook of chemistry and physics
Crescimento verde
Crise energetica
Criterios minimos de desempenho para habitações terreas de interesse social
Cromatografia
Cromatografia liquida moderna
Curso de calculo diferencial e integral
Curso de calculo diferencial e integral
Curso de estatistica
Curso de estatística
Curso de estatistica experimental
Curso de física básica
Curso de física básica
Curso de física básica
Curso de hidraulica
Curso de hidraulica
Curso de hidraulica geral
Curso de ingenieria hidraulica
Curso dirigido de calculo diferencial e integral
Da foz a nascente
Density functional theory
85th. ed.
86th ed
3. ed.
6. ed.
12. ed.
4. ed. rev.
2. ed.
8a ed
4. ed.
2000
1998
c1966
1975
2002
2004, c2003
1993
1977
1
2
4
2
1
6
7
3
2001
1996
1992
2004
2005
[2004]
1975
1996
2003
2009
1967-68
1974-75
1988
1996
1987
1997-2002
19971997-2002
c1968
1986
1981
1987
1973-75
2001
c2009
2
1
1
2
1
1
1
2
6
5
14
13
6
2
1
12
4
6
1
2
8
1
4
2
1
102
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Barbieri, José Carlos
Pereira, Nereu do Vale
Dashefsky, H. Steven
Houaiss, Antônio
Okubo, Akira
Costa Junior, Paulo Jose da
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Epp, Susanna S.
Buffaloe, Neal D
Semeghini, Ulysses Cidade
Canholi, Aluísio Pardo
Barrat, Alain
Barrat, Alain
Remmert, Hermann
Odum, Eugene Pleasants
Dunkle, Margaret
Odum, Eugene Pleasants
Van der Molen, Yara Fleury
Carvalho, Benjamin de A. (Benjamin Joaquim de
Araujo)
Reigota, Marcos
Desenvolvimento e meio ambiente
Desenvolvimento e meio ambiente
Desenvolvimento e modernização
Desenvolvimento e natureza
Design and construction of sanitary storm sewers
Desinfecção de agua
Desinfecção de efluentes sanitarios
Diagnostico dos serviços de agua e esgotos - 2000
Dicionario de ciencia ambiental
Dicionario de ecologia e ciencias ambientais
Dicionario de termos tecnicos de saneamento ambiental
Dicionario Houaiss da lingua portuguesa
Diffusion and ecological problems
Digestão de residuos solidos organicos e aproveitamento do biogas
Direito do urbanismo : uma visão socio-juridica
Direito penal ecologico
Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental =
Discrete mathematics with applications
Diversidade de plantas e animais
Do cafe a industria
Drenagem urbana
Drenagem urbana
Drenagem urbana e controle de enchentes
Dynamical processes on complex networks
Dynamical processes on complex networks
Ecologia
Ecologia
Ecologia
Ecologia
Ecologia
Ecologia aplicada ao saneamento ambiental
Ecologia e politica mundial
Ecologia, elites e intelligentsia na America Latina
6. ed.
4. ed.
2. ed.
2nd. ed.
3rd ed.
2. ed. corr
3. ed.
2. ed.
2.ed. rev
2003
2000
[198-?]
2003
1969
1974
2003
2001
1997
c2001
1985
2001
2001
c2003
1981
1981
2002
c2004
1974
1991
1980
1986
c2005
c2008
2008
1982
c1988
1999
1975
[1981?]
2
2
1
2
1
3
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
4
1
1
1
2
3
6
1
1
1
8
1
1
7
1980
1991
1999
1
1
4
103
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Tomaz, Plinio
Carrera Fernandez, Jose
Gutierrez Perez, Francisco
Negret, Rafael
Branco, Samuel Murgel
Cascino, Fabio
São Paulo (Estado)
Zeppone, Rosimeire Maria
Dias, Genebaldo Freire
Guimarães, Mauro
Dias, Genebaldo Freire
Mergulhão, Maria Cornelia
Gomes, Heber Pimentel, 1954
Claas, Isabel Cristina
Goodridge, F.
Kohanoff, Jorge
Lima, Roberto de Barros
Granville, William Anthony
Dacorso Netto, Cesar
Branco, Samuel Murgel
Garcez, Lucas Nogueira
Garcez, Lucas Nogueira
Garcez, Lucas Nogueira
Garcez, Lucas Nogueira
Vennard, John King
Garcez, Lucas Nogueira
Economia de agua para empresas e residencias
Economia do meio ambiente
Economia dos recursos hidricos
Ecopedagogia e cidadania planetaria
Ecossistema : unidade basica para o planejamento da ocupação territorial : ecologia e
desenvolvimento
Ecossistemica
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental
Educação ambiental para gestão dos recursos hidricos
Educação comunitária e economia popular
Educando para a conservação da natureza
Eficiencia hidraulica e energetica em saneamento
Efluentes liquidos
Electrochemical process engineering
Electrochemistry, past present
Electronic structure calculations for solids and molecules
Elementos de algebra vetorial
Elementos de calculo diferencial e integral
Elementos de calculo infinitesimal
Elementos de ciencias do ambiente
Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria
Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria
Elementos de engenharia hidraulica e sanitaria
Elementos de mecanica dos fluidos
Elementos de mecanica dos fluidos
Elementos de mecanica dos fluidos
2. ed.
3. ed.
2. ed.
6. ed. rev.
ampl
4. ed.
9. ed.
4. ed.
3. ed. rev
3. ed. rev
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
5. ed.
2. ed.
2001
1997
2002
2002
2
1
6
1
1982
c1989
2002
1999
2003
[1999]
5
1
4
2
2
2
2000
2007
2004, c1991
c1997
2002
2
5
2
2
1
2005, c1993
1998
2005
2003
c1995
c1989
c2006
1974
[19- ]
1966
1987
1969
1988, c1974
1974
1960
1978
1977, c1970
2
1
1
1
2
2
1
2
3
1
4
5
6
2
2
4
1
104
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Alvares Junior, Olimpio de Melo
Romm, Joseph J
Dumon, Roger
Levenspiel, Octave
Levenspiel, Octave
Levenspiel, Octave
Wilken, Paulo Sampaio
Linsley, Ray K.
Leme, Francilio Paes
Leme, Francilio Paes
Baird, Colin
Tufte, Edward R.
Abunahman, Sergio Antonio
Zill, Dennis G.
Boyce, William E.
Boyce, William E.
Vilaça, Aparecida
Cramer, Christopher J.
Vieira, Sonia
Francisco, Walter de
Vieira, Sonia
Spiegel, Murray R.
Spiegel, Murray R.
Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira
Spiegel, Murray R.
Larson, Ron
Toledo, Geraldo Luciano
Morettin, Luiz Gonzaga
Morettin, Luiz Gonzaga
Bussab, Wilton de Oliveira
Morettin, Pedro Alberto, 1942-
Emissões atmosfericas
Empresas eco-eficientes
Encontros e caminhos
Energie solaire et stockage d'energie
Engenharia das reações quimicas
Engenharia das reações quimicas
Engenharia das reações quimicas
Engenharia de drenagem superficial
Engenharia de recursos hidricos
Engenharia do saneamento ambiental
Engenharia do saneamento ambiental
Environmental chemistry
Envisioning information
Equações diferenciais
Equações diferenciais
Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno
Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno
Erosão e conservação dos solos
Esgoto sanitario
Especies vegetais no controle da poluição sonora
Essentials of computational chemistry
Estatistica
Estatistica
Estatistica
Estatistica
Estatistica
Estatistica
Estatistica
Estatistica aplicada
Estatistica basica
Estatistica basica
Estatistica basica
Estatistica basica
Estatistica basica
2a ed
2nd ed
[3. ed.]
3. ed.
8. ed.
4. ed.
2nd ed.
2a ed
2. ed.
3. ed.
2. ed.
2. ed.
7. ed.
5. ed.
5. ed.
2002
2004
2005
c1977
1983-1987
1983-1987
2000
1978
1978
1982
1984
2003, c1999
c1990
1979
2005, c2001
1988, c1979
2006
2009
2003
1983
c2004
1985
1982
1988
1985
1969
c1977
c1994
2004
1988
199919992004
2004
1
1
2
1
1
1
8
2
3
2
2
1
1
1
4
3
4
2
24
1
1
6
6
2
3
1
2
2
4
2
4
2
2
2
105
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Morettin, Pedro Alberto, 1942Hoel, Paul Gerhard
Crespo, Antonio Arnot
Moreira, Maria Suely
Castro, Claudio de Moura
Baker, Jeffrey J. W.
Baker, Jeffrey John Wheeler
Grun, Mauro
Grun, Mauro
Grun, Mauro
Wagner, Edmund G
Castro, Lauro Sodre Viveiros de
Castro, Lauro Sodre Viveiros de
Bouchara, Jacques
Bollobas, Bela
Watt, S.B. (Simon B.)
Smullyan, Raymond M
Halliday, David
Tipler, Paul Allen
Tipler, Paul Allen
Tipler, Paul Allen
Sears, Francis Weston
Halliday, David
Sears, Francis Weston
Alonso, Marcelo
Orear, Jay
Halliday, David
Sears, Francis Weston
Antunes, Arnaldo Augusto Nora
Halliday, David
Young, Hugh D.
Keller, Frederick J.
Pauli, Ronald Ulysses
Estatistica basica
Estatistica elementar
Estatistica facil
Estrategia e implantação do sistema de gestão ambiental
Estrutura e apresentaçao de publicaçoes cientificas
Estudo da biologia
Estudo da biologia
Etica e educação ambiental
Etica e educação ambiental
Etica e educação ambiental
Excreta disposal for rural areas and small communities
Execução e manutenção de sistemas hidraulicos prediais
Exercicios de estatistica
Exercicios de estatistica
Exercicios resolvidos e propostos de limite e derivada
Extremal graph theory
Ferrocement water tanks and their construction
First-order logic
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Fisica
Física
Fisica 4
5. ed.
17. ed.
3. ed.
2. ed.
7. ed.
11. ed.
11a ed
6a ed
4. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
4.ed. rev
2. ed.
4. ed.
2. ed.
5. ed.
10. ed.
2006
1987
1999
2006
1976
1975
1984-87
2000
2003
2007
1977
2000
1970
1960
c1986
2004, c1978
1986, c1978
c1995
1983-1984
c1982
1984-1990
19841984-86
19891985-89
1972, c1967
1980
1996
1983-1985
1969-1972
c20032003c 1999
C1980
4
5
1
10
1
5
4
2
2
2
1
2
1
1
1
1
1
3
13
8
8
2
4
6
4
2
1
3
5
1
28
5
6
4
106
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Schaum, Daniel
Schaum, Daniel
Halliday, David
Feltre, Ricardo
Folmer-Johnson, Tore Nils Olof
Batalha, Ben-hur Luttembarck
Congress of the International Association for
Hydraulic Research
Manahan, Stanley E
Swait, Joffre Dan
Ciola, Remolo
Orear, Jay
Orear, Jay
Orear, Jay
Nicoletti, Maria do Carmo
Halliday, David
Halliday, David
Halliday, David
Halliday, David
Hewitt, Paul G.
Pugliesi Netto, Humberto
Pugliesi Netto, Humberto
Pugliesi Netto, Humberto
Barros, Aidil Jesus Paes de
Lakatos, Eva Maria
Libanio, Marcelo
Oga, Seizi
Física fundamental
Fisica geral
Fisica geral
Fisica II
Fisico-quimica
Flora
Flora
Fluidomecanica
Fossa septica
Funcionamento de las estaciones depuradoras de aguas residuales
Fundamental tools to be used in environmental problems =
Fundamentals of environmental chemistry
Fundamentos computacionais algoritmos e estrutura de dados
Fundamentos da biologia celular
Fundamentos da cromatografia a liquido de alto desempenho
Fundamentos da fisica
Fundamentos da fisica
Fundamentos da fisica
Fundamentos da teoria dos grafos para computação
Fundamentos de cromatografia
Fundamentos de fisica
Fundamentos de fisica
Fundamentos de fisica
Fundamentos de fisica
Fundamentos de física conceitual
Fundamentos de fisica geral
Fundamentos de fisica geral
Fundamentos de fisica geral
Fundamentos de matematica elementar
Fundamentos de metodologia
Fundamentos de metodologia cientifica
Fundamentos de qualidade e tratamento de agua
Fundamentos de toxicologia
Ed. rev
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2nd ed
2. ed.
Ed. rev.
6. ed.
7. ed.
4. ed.
8. ed.
5. ed.
2. ed.
3. ed.
1993
1973
1975
1973
198319821982[19-?]
1989, c1985
c1983
2
4
1
1
2
1
1
2
1
2
1975
c2001
1991
2006
c1998
1981-1982
1981-1982
1981-1982
2010
2006
20022006-2007
c1995-1996
2009
2009
1986-90
1986-90
1986-90
1977-1981
c1986
2003
2008
2008
7
3
1
20
6
1
1
1
3
10
1
21
3
20
2
1
1
1
10
1
1
5
10
107
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Cremasco, Marco Aurelio
Pinto-Coelho, Ricardo Motta
Avila-Pires, Fernando Dias de
Torres, Eduardo Mc Mannis
Gersting, Judith L.
Durrell, Lee
Sene, Fabio de Melo
Ribeiro, Wagner Costa, 1962Loczy, Louis de
Boulos, Paulo
Steinbruch, Alfredo
Boulos, Paulo
Ayres, Frank
Machado, Ardevan
Choudhuri, Asit
Macedo, Ricardo Kohn de
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Araujo, Gustavo Henrique de Sousa
Fundamentos de transferência de massa
Fundamentos em ecologia
Fundamentos historicos da ecologia
Fundamentos legais e economicos
Fundamentos matematicos para a ciencia da computação
Gaia
Genetica e evolução
Geografia politica da agua
Geologia estrutural e introdução a geotectonica
Geometria analitica
Geometria analitica
Geometria analítica
Geometria analitica, plana e solida
Geometria descritiva
Geoquímica para graduação
Gerenciamento de residuos solidos urbanos com enfase na proteção de corpos d´agua
Gerenciamento do lodo de lagoas de estabilização não mecanizadas
Gestão agroindustrial
Gestão ambiental
Gestão ambiental - Avaliação ambiental de locais e organizações (AALO) =
Gestão ambiental - Avaliação de desempenho ambiental - Diretrizes =
Gestão ambiental de areas degradadas
Mota, Suetonio
Gestão ambiental de recursos hidricos
Barbieri, José Carlos
Tachizawa, Takeshy
Gestão ambiental empresarial
Gestão ambiental no Brasil
Gestão ambiental no Brasil
Gestão de residuos solidos urbanos no Brasil
Gestão dos residuos de construção e demolição no Brasil
Gestão e avaliação de risco em saude ambiental
Gestão socioambiental
Carvalho, Benjamin de A. (Benjamin Joaquim de
Glossario de ecologia
Glossario de saneamento e ecologia
Lima, Jose Dantas
Marques Neto, Jose da Costa
2. ed. rev
5. ed.
2. ed.
2. ed.
3. ed.rev. ampl
26a ed. rev
2. ed.
3. ed. atual.
rev.
2. ed. rev.
atual.
2. ed.
2.ed. rev. e
ampl
c2002
2000
1999
c2004
c2004
c1988
c1981
2008
c1980
c1987
1987
2005
1976
1986
1997
2006
2000
1997
1994
2003
2004
2007, c2005
1
4
1
1
2
1
4
3
1
4
7
2
5
1
1
1
2
1
6
2
8
2
c2008
2
2007
1996
1998
[2001?]
c2005
1999
c2008
10
1
1
3
14
3
3
1997
1981
1
1
108
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Araujo)
Boaventura Netto, Paulo Oswaldo
Hellman, Hal
Wilson, Robin J
Gondran, Michel
Nilsson, Ake
Souza, Helga Bernhard de
Imhoff, Karl
Cheremisinoff, Nicholas P
Quintela, Antonio de Carvalho
Sousa, Hiran Rodrigues de
Vianna, Marcos Rocha
Branco, Samuel Murgel
Branco, Samuel Murgel
Gomes Neto, Emilio Hoffmann
Garcez, Lucas Nogueira
Garcez, Lucas Nogueira
Garcez, Lucas Nogueira
Villela, Swami M. (Swami Marcondes)
Governabilidade dos recursos hidricos no Brasil
Grafos
Grandes debates da ciencia
Graphs
Graphs and algorithms
Growndwater dams for small-scale water scale water supply
Guerra a poluição
Guia da coleta seletiva de lixo
Guia de coleta e preservação de amostras de agua
Guia de coleta e preservação de amostras de agua
Guia tecnico de coleta de amostras de agua
Handbook of data visualization
Handbook of ecological restoration
Handbook of graphs and networks
Handbook of urban drainage and wastewater disposal
Handbook of water and wastewater treatment technologies
Hidraulica
Hidraulica
Hidraulica aplicada as estações de tratamento de água
Hidrobiologia aplicada a engenharia sanitaria
Hidrobiologia aplicada a engenharia sanitaria
Hidrogenio
Hidrologia
Hidrologia
Hidrologia
Hidrologia
Hidrologia
Hidrologia
Hidrologia aplicada
Hidrologia aplicada a gestão de pequenas bacias hidrograficas
Hidrologia basica
Hidrologia basica
1a ed
2. ed.
4. ed.
2. ed.
3. ed.
2a ed. rev.
atual.
2. ed.
2. ed.
4. ed.
2003
2009
1999, c1998
c1990
c1984
c1988
1973
c1999
1987
1988
1977
c2008
c2002c2003
c1989
c2002
1985
1985
2002
1978
1986
2005
c1974
1
3
1
6
1
1
1
3
3
1
2
1
1
4
1
5
1
1
2
6
5
3
5
[1988]
1967
2000
2001
2007, c1993
c1975
2001
1986, c1976
1986, c1976
9
2
1
2
10
7
1
1
13
109
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Fair, Gordon Maskew
Fair, Gordon Maskew
Fair, Gordon Maskew
Alencar Filho, Edgard de
Alencar Filho, Edgard de
Hidrologia basica
Hidrologia basica
Hidrologia de superficie
Impacto ambiental do uso agricola do lodo de esgoto
Impactos ambientais urbanos no Brasil
Impactos de grandes projetos hidreletricos e nucleares
Implementação de testes de toxicidade no controle de efluentes liquidos
Indicadores de ciência, tecnologia e inovação no Brasil
Indústria brasileira
Industrias de processos quimicos
Informação e tecnologia
Information visualization
Ingenieria sanitaria
Ingenieria sanitaria y de aguas residuales
Ingenieria sanitaria y de aguas residuales
Ingenieria sanitaria y de aguas residuales
Iniciação a logica matematica
Iniciação a logica matematica
Alencar Filho, Edgard de
Fonseca, Edmilson
Fonseca, Edmilson
Silva, Oberdan Dias da
Ortega Garcia, Jose
Macintyre, A. J.
Silveira, João Francisco Alves
Kolman, Bernard
Santos, J. Plinio O. (Jose Plinio de Oliveira)
Santos, J. Plinio O. (Jose Plinio de Oliveira)
Ayoade, J. O
Ayoade, J. O
Triola, Mario F
Farias, Alfredo Alves de
Triola, Mario F
Iniciação a logica matematica
Iniciação ao estudo dos residuos solidos e da limpeza urbana
Iniciação ao estudo dos residuos solidos e da limpeza urbana
Iniciação cientifica
Instalaciones sanitarias en viviendas
Instalações hidraulicas
Instrumentação e segurança de barragens de terra e enrocamento
Introdução a algebra linear
Introdução a analise combinatoria
Introdução à análise combinatória
Introdução a climatologia para os tropicos
Introdução a climatologia para os tropicos
Introdução a estatistica
Introdução a estatistica
Introdução a estatistica
Pinto, Nelson Luiz de Sousa
Suzigan, Wilson
Shreve, Randolph Norris
Spence, Robert
Nova ed
4. ed.
2nd ed.
2. ed. rev
18. ed.
21. ed.
2. ed.
2. ed.
6. ed.
3. ed. rev
2. ed.
9. ed.
11. ed.
7. ed.
2. ed.
9. ed.
1980, c1976
1976
c1973
2000
2001
c1988
c1990
2003
2000
1997
2005
2007
1985
1968-71
1968-71
c1979-80
2000
2002
2006
[c2002?]
1999
2001
c1999
1990, c1989
c1988
c2006
1998
2002
1998
2003
2006
c1999
2003
2005
3
3
1
1
3
1
1
1
1
5
1
10
1
1
1
1
1
2
3
3
2
2
1
4
2
2
1
1
2
3
7
2
8
110
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Boulos, Paulo
Eves, Howard Whitley
Andrade, Eduardo Leopoldino de
Andrade, Eduardo Leopoldino de
Von Sperling, Marcos
Macêdo, Jorge Antonio Barros de
Perin Filho, Clovis
Silva, Ênnio Peres da
Hopcroft, John E.
Ávila, Geraldo
Boulos, Paulo
Boulos, Paulo
Boulos, Paulo
Boulos, Paulo
Boulos, Paulo
Boulos, Paulo
Derisio, Jose Carlos
Goldman, Pedrinho
Oliveira, Edmundo Capelas de
Fellenberg, Gunter
Santos, Reginaldo de Jesus
Hopcroft, John E.
Prasad, Paras N
Glasson, John
Wilson, Robin J
Mazza, Riccardo
Sipser, Michael
Withers, Bruce
Introducao a geometria analitica no espaco
Introdução a história da matemática
Introdução a pesquisa operacional
Introdução a pesquisa operacional
Introdução a qualidade das aguas e ao tratamento de esgotos
Introdução a quimica ambiental
Introdução a simulação de sistemas
Introdução a tecnologia e economia do hidrogenio
Introdução a teoria de automatos, linguagens e computação
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao calculo
Introdução ao controle de poluição ambiental
Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil
Introdução aos metodos da matematica aplicada
Introducao aos problemas da poluicao ambiental
Introdução as equações diferenciais ordinarias
Introduction to automata theory, languages, and computation
Introduction to biophotonics
Introduction to environmental impact assessment
Introduction to graph theory
Introduction to information visualization
Introduction to the theory of computation
Irrigação
Seiffert, Mari Elizabete Bernardini
Gomella, Cyril
Shames, Irving Herman
ISO 14001
La distribucion del agua en las aglomeraciones urbanas y rurales
La mecanica de los fluidos
Lagoas de estabilização
Lagoas de estabilização
Von Sperling, Marcos
3. ed.
2. ed.
3. ed.
2 ed. rev
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2nd ed
2nd. ed.
4th ed
3. ed.
3. ed. rev.
ampl.
2. ed.
1997
2002
c1998
c2004
c1996
2002
1995
c1991
c2003
1998
c1973
c1973
c1973
1988, c1983
1988, c1983
1988, c1983
2000
1986
c2003
1980
2010
2001
c2003
1999, c2003
1996
c2009
c1997
1988, c1983
2
2
1
4
7
3
7
1
1
2
2
2
1
1
1
1
6
1
2
5
10
1
1
1
1
5
1
1
2007, c2004
1973, c1972
c1962 [i.e
1975
1996
2
1
1
1
5
111
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Von Sperling, Marcos
Kellner, Erich
Mendonça, Sergio Rolim
São Paulo (Estado)
Cabral, Bernardo
Cabral, Bernardo
Brasil. [Leis etc.]
Feynman, Richard Phillips
Tundisi, José Galizia
Lima, Luiz Mario Queiroz
Von Sperling, Marcos
Von Sperling, Marcos
Daghlian, Jacob
Lacaz Netto, F. A
Primavesi, Ana
Ewen, Dale
Brito, Alba Souza
Lagoas de estabilização
Lagoas de estabilização
Lagoas de estabilização e aeradas mecanicamente
Legislação brasileira de residuos solidos e ambiental correlata
Legislação da segurança e medicina do trabalho
Legislação estadual
Legislação estadual de recursos hidricos
Legislação estadual de recursos hidricos
Legislação Federal
Lições de física de Feynman
Limnologia
Limnology in Brazil
Lixo
Lixo municipal
Lixo?
Lodo de esgotos
Lodo de esgotos
Lodos ativados
Lodos ativados
Logica e algebra de Boole
Lugares geometricos planos
Manejo ecologico do solo
Manual de administração de serviços de agua e esgoto
Manual de auditoria ambiental
Manual de auditoria ambiental de estações de tratamento de esgotos
Manual de calculo tecnico
Manual de diagnostico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos
Manual de ensaios toxicológicos in vivo
Manual de gerenciamento de residuos solidos de serviços de saude
Manual de gerenciamento de residuos solidos de serviços de saude
Azevedo Netto, José M. de
Manual de hidraulica
2 ed. ampl.
atual
3. ed. rev.
ampl
2. ed.
2. ed. ampl
4. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed. rev.
ampl
5. ed. rev.
ampl
2002
1998
1990
1999-2001
1988
1989
1997
1997
1988
c2008
c2008
1995
2
3
1
2
1
1
1
1
1
4
3
1
c2004
c1995
1996
2003
2003
1997
2002
1995
1957
c1979
19992001
2002
c1981
2001
1994
2001
4
4
2
1
2
3
3
2
1
3
2
2
8
7
2
1
1
c2004
1
1969
6
112
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Azevedo Netto, José M. de
Manual de hidraulica
Azevedo Netto, José M. de
Azevedo Netto, José M. de
Azevedo Netto, José M. de
Lencastre, Armando
Macintyre, A. J.
Delmee, Gerard J. (Gerard Jean)
Delmee, Gerard J. (Gerard Jean)
Manual de hidraulica
Manual de hidráulica
Manual de hidráulica
Manual de hidraulica geral
Manual de instalações hidraulicas e sanitarias
Manual de medição de vazão
Manual de medição de vazão
Manual de organização de referencias e citações bibliograficas para documentos impressos e
eletronicos
Manual de proteccion contra incendios
Manual de redes de aguas e de esgotos
Manual de saneamento e proteção ambiental para os municipios
Manual de sistema de gestão ambiental
Manual de soluções, reagentes e solventes
Manual de tratamento de aguas residuarias
Manual de tratamento de aguas residuarias
Manual de tratamento de aguas residuarias
Manual de tratamento de aguas residuarias industriais
Manual do analista de agua
Santos, Gildenir Carolino
Hall, F. (Fred)
Araujo, Jose Alencastro de
Morita, Tokio
Imhoff, Karl
Imhoff, Karl
Imhoff, Karl
Braile, P. M. (Pedro Marcio)
Mendonça, Sergio Rolim
França, Júnia Lessa
Manual do fiscal de obras
Manual do instalador de ramais prediais de agua
Manual do instalador de ramais prediais de agua
Manual do instalador de redes de esgotos sanitarios
Manual do instalador de redes de esgotos sanitarios
Manual do instalador de redes publicas de agua
Manual do instalador de redes publicas de agua
Manual do instalador de redes publicas de agua
Manual do instalador de redes publicas de agua
Manual do reparador de medidores de agua
Manual Latino-Americano de Educação Ambiental
Manual para normalização de publicações tecnico-cientificas
6 ed. rev.
compl
7 ed. rev.
compl
8. ed.
8. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2a ed. rev.
atual
6. ed. rev.
ampl
1973
6
1988, c1982
c1998
1998
c1972
1990
c1983
1987, c1983
10
5
2
1
1
2
2
c1999, 2000
1983
[19-]
1995
2009
c1972
1966.
1986
1996
1979
1980
1
1
1
1
3
3
1
10
4
1
7
c1983
1979
1979
1979
1979
1978
1978
1978
1978
1975
1995
1
2
2
1
1
1
1
1
1
2
2
2003
1
113
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Saliba, Tuffi Messias
Alambert Junior, Nelson
Degremont
Fonseca, Elysio Americo Moreira da
Macintyre, Archibald Joseph
Nery, Chico
Di Pierro Netto, Scipione
Youssef, Antonio Nicolau
Baccaro, Nelson
Tizziotti, Jose Guilherme
Goldstein, Larry J
Puccini, Abelardo de Lima
Francisco, Walter de
Mathias, Washington Franco
Giovanni, Jose Ruy
Kreyszig, Erwin
Quinet, J.
Murray, J. D.
Matsumoto, Elia Yathie
Matsumoto, Elia Yathie
Santos, Reginaldo de Jesus
De Caroli, Alesio João
Streeter, Victor L. (Victor Lyle)
Shames, Irving Herman
Streeter, Victor L. (Victor Lyle)
Schiozer, Dayr
Giles, Ranald V
Giles, Ranald V
Coelho, Adalberto Cavalcanti
Veiga, Jose Eli da
Manual para operadores de estações de tratamento de agua
Manual pratico de avaliação e controle do ruido
Manual pratico de tubulações para abastecimento de agua
Manual pratico para a compostagem de biossolidos
Manual tecnico del agua
Manutenção de adutoras
Maquinas motrizes hidraulicas
Maravilhas do mundo
Matematica
Matematica
Matematica
Matematica
Matematica : segundo grau
Matematica aplicada
Matematica financeira
Matematica financeira
Matematica financeira
Matematica fundamental
Matematica superior
Matematica superior
Mathematical biology
MATLAB 6.5
MATLAB 7
Matrizes, vetores e geometria analitica
Matrizes, vetores, geometria analitica
Mecanica dos fluidos
Mecanica dos fluidos
Mecanica dos fluidos
Mecanica dos fluidos
Mecanica dos fluidos e hidraulica
Mecanica dos fluidos e hidraulica
Medição de agua e controle de perdas
Meio ambiente & educação
Meio ambiente e desenvolvimento
3. ed.
5. ed.
8. ed.
4a ed
6. ed.
3rd ed.
2. ed.
17. ed.
7. ed.
2. ed.
2. ed.
1971
2004
1997
1999
1973
1974
1983
2001
1984
19901993
1985
19752000
1986
1988
1988
1994
19691966
2002-2003
2004
2004
2010
1984, c1976
1978,c1974
1973
c1982
1990
[198-]
c1997
c1983
1999
2008
2
8
17
4
1
4
2
1
1
1
3
2
1
2
1
1
1
1
1
6
1
3
4
10
1
2
8
6
8
5
3
3
3
2
114
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Reigota, Marcos
Cervo, Amado Luiz
Cervo, Amado Luiz
Ferrari, Alfonso Trujillo
Meio ambiente e representação social
Meio ambiente no seculo 21
Membranas filtrantes para o tratamento de agua, esgoto e agua de reuso
Membranas para separação quimica
Meteorologia basica e aplicações
Meteorologia pratica
Methods of environmental impact assessment
Metodologia cientifica
Metodologia cientifica para uso dos estudantes universitarios
Metodologia da pesquisa cientifica
Oliveira Netto, Alvim Antonio de
Rea, Louis M
Rea, Louis M
Severino, Antonio Joaquim
Metodologia da pesquisa cientifica
Metodologia de pesquisa
Metodologia de pesquisa
Metodologia do trabalho cientifico
Severino, Antonio Joaquim
Lakatos, Eva Maria
Metodologia do trabalho cientifico
Metodologia do trabalho cientifico
Severino, Antonio Joaquim
Lakatos, Eva Maria
Metodologia do trabalho cientifico
Metodologia do trabalho científico
Metodologias emergentes de pesquisa em educação ambiental
Metodos e tecnicas de tratamento de agua
Metodos e tecnicas de tratamento de agua
Metodos numéricos em recursos hídricos
Metodos numericos em sistemas lineares
Microbiologia
Microbiologia
Microbiologia
Microbiologia
Microbiologia de Brock
Microbiologia de lodos ativados
Schneider, Rene Peter
Vianello, Rubens Leite
Ferreira, Artur Gonçalves
Di Bernardo, Luiz
Di Bernardo, Luiz
Barbosa, Ruy Madsen
Pelczar, Michael Joseph
Tortora, Gerard J.
Madigan, Michael T
Bier, Otto
Microbiologia e imunologia
Bier, Otto
Microbiologia e imunologia
5. ed.
5. ed.
2nd ed
5. ed.
3. ed.
2. ed. rev.
atual
14a ed
22 ed. rev.
ampl
6. ed.
22 ed. rev.
ampl
4. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
8. ed.
10. ed.
24 ed. rev.
ampl
25 ed. rev.
ampl
2002
2008
2001
[2002]
1991
c2006
c2001
2002
1983
1982
3
2
3
1
2
3
3
3
1
1
2006
2002
c2000
1986
10
3
2
1
2003
2001
1
1
2002
1992
2005
c1993
2005
1989
1975
1980-1981
c1997
2005
2005
2004
1989
3
1
1
4
16
1
1
10
8
8
60
6
1
1985
2
1988
2
115
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Larpent, Jean-Paul
Heuser, Carlos Alberto
Szabo, Attila
Bronson, Richard
Hinchliffe, Alan
Atkins, P. W.
Singh, Harbhajan
Pinheiro, Virgilio Athayde
Magalhães, Marcos Nascimento
Microbiologia pratica
Modelagem conceitual de sistemas
Modern quantum chemistry
Moderna introdução as equações diferenciais
Molecular modelling for beginners
Moleculas
Municipios e meio ambiente
Mycoremediation
Noções de geometria descritiva
Noções de probabilidade e estatistica
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda
Novo dicionario da lingua portuguesa
Furstenau, Eugenio
Few, Stephen
Penny, J. E. T. (John E. T.)
Novo dicionario de termos tecnicos ingles portugues
Now you see it
Numerical methods using Matlab
Numerical recipes
Numerical simulation in molecular dynamics
O aquecimento global
O barulho da agua
O calculo com geometria analitica
O calculo com geometria analitica
O crescimento da agricultura paulista e as instituições de ensino, pesquisa e extensão numa
perspectiva de longo prazo
O emprego da formula universal de perda de carga e as limitações das formulas empiricas
O enterro do diabo
O fenomeno Cubatão
O que e ecologia
O que e ecologia
O que é educação ambiental
O que o profissional da quimica deve saber
O$ bilhõe$ perdido$ no lixo
O$ bilhõe$ perdido$ no lixo
Olhando pela terra
Onsite watewater disposal
Griebel, Michael
Angelo, Claudio
Peixoto, João Batista
Leithold, Louis
Leithold, Louis
Assy, Tufi Mamed.
Garcia Marquez, Gabriel
Branco, Samuel Murgel
Lago, Antonio
Lago, Antonio
Reigota, Marcos
Cuocolo, Miguel Romeu
Calderoni, Sabetai
Calderoni, Sabetai
George, James
Perkins, Richard J
Ed. prelim
2nd ed.
4. ed.
5. ed.
2. ed. rev.
aum.
14a ed.
rev.ampl
2nd ed
3rd ed.
3. ed.
3. ed.
8. ed.
7a ed
3. ed.
4. ed.
1975
1988
1996
1977, c1976
c2008
2000
1999
c2006
19762002
1
1
1
3
1
1
3
1
1
2
c1986
2
1988
c2009
2000, c1995
2007
2007
2009, c2008
1994
c1977
c1994
2
1
1
1
1
3
1
17
35
2003
1977
1975
1984
1989, c1984
1988
1994
c1992
1999
2003
1998
1990, c1989
1
2
1
2
2
1
2
1
3
1
1
1
116
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
CETESB
São Paulo
Uehara, Michele Yukie
Cox, Charles Robert
Winston, Wayne L
Yamamoto, Kazuhito
Yamamoto, Kazuhito
Yamamoto, Kazuhito
Olitta, Antonio Fernando Lordelo
Stoker, Bram
Vargas, Milton
Andrade, Oswald Moraes
Opçoes para tratamento de esgoto de pequenas comunidades
Operação e manutenção de E.T.A.
Operação e manutenção de lagoas anaerobicas e facultativas
Operation and control of water treatment processes
Operations research
Os alicerces da fisica
Os alicerces da fisica
Os alicerces da fisica
Os metodos de irrigação
Os sete dedos da morte
Os solos da cidade de São Paulo
Os toxicos
Goldbarg, Marco Cesar
Arantes, Antonio A
Leme, Francilio Paes
Rey, Luis
Otimização combinatória e programação linear
Paisagens paulistanas
Pela trilha de Arquimedes
Percepção pública da ciência : resultados da pesquisa na Argentina, Brasil, Espanha e
Uruguai =
Perfis de imigrantes libaneses de Limeira
Pesquisa operacional
Piscinas
Planar graph drawing
Planejamento ambiental
Planejamento ambiental
Planejamento ambiental para a cidade sustentavel
Planejamento de sistemas de abastecimento de agua
Planejamento e projeto dos sistemas urbanos de esgotos sanitarios
Planejar e redigir trabalhos cientificos
Rey, Luis
Cesar Neto, Julio Cerqueira
Brasil
Branco, Samuel Murgel
Tomaz, Plinio
Braile, Victoria Valli
Planejar e redigir trabalhos cientificos
Politica de recursos hidricos : instrumento de mudanca
Politica nacional de recursos hidricos
Poluição
Poluição difusa
Poluição do ar no Brasil
Stahlberg, Altino
Monteiro, Celso Eufrasio
Nishizeki, T.
Santos, Rozely Ferreira dos
Franco, Maria de Assunção Ribeiro
4th ed
2. ed. rev.
atual.
3. ed.
2. ed.
2. ed.
2 ed. rev. e
ampl
2. ed.
1988
1973
1989
1973, c1969
c2004
1988-89
1988-89
1988-89
1989, c1976
1987
2002
1971
1
3
3
1
4
1
1
1
1
1
1
2
c2005
2000
1993
5
1
1
2003
2001
1998
1984
c2004
2002
2004
2001
1973
1977
1988, c1987
1
1
3
1
1
1
12
6
4
5
1
c1993
1988
2002
1983
2006
1979
2
1
1
6
8
1
117
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Branco, Samuel Murgel
Mota, Suetonio
Lora, Electo Silva
Dal Ben, Luiza Watanabe
Von Sperling, Marcos
Von Sperling, Marcos
Lehninger, Albert L.
Oliveira, Pedro Carlos de
Atkins, P. W.
Atkins, P. W.
Meyer, Paul L
Meyer, Paul L
Meyer, Paul L
Lipschutz, Seymour
Meyer, Paul L
Spiegel, Murray R.
Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira
Bastos, Francisco de Assis A
Habert, Alberto Claudio
Wiendl, Wolfgang G
Marques, Joambell M
Roger, Roland
Poluição, proteção e usos multiplos de represas
População, meio ambiente e desenvolvimento
Population and environment in Brazil
Portal do CID e a tecnologia evm.net
Pos-tratamento de efluentes de reatores anaerobios
Pos-tratamento de efluentes de reatores anaerobios
Preservação de recursos hidricos
Prevenção da poluição
Prevenção e controle da poluição nos setores energetico, industrial e de transporte
Prevenção e controle de infecção hospitalar para enfermeiros
Previsão de impactos
Principios basicos do tratamento de esgotos
Principios basicos do tratamento de esgotos
Principios de bioquimica
Principios de fisica
Principios de quimica
Princípios de química
Proagua semi-arido
Probabilidade
Probabilidade
Probabilidade
Probabilidade
Probabilidade : aplicações a estatistica
Probabilidade e estatistica
Probabilidades
Problemas de mecanica dos fluidos
Problemas e exercicios de analise matematica
Procedimentos para utilização de testes de toxicidade no controle de afluentes liquidos
Processos de separação por membranas
Processos eletroliticos no tratamento de esgotos sanitarios
Processos simplificados para exame e analise da agua
Produtividade
Produza energia a partir do vento
2. ed.
2. ed.
2. ed.
3. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
4. ed. rev
2. ed. rev.
ampl.
5. ed.
2. ed. rev.
ampl
1977
1996
2002
2006
2001
2000-2001
1988
c2002
2002
1995
1998
1996
2001, c1996
1986
1993
2001
2006
2005
1983
1988, c1984
c1984
c1994
1976
2003
2
1
1
1
1
1
1
1
8
1
2
5
2
1
1
8
4
13
1
3
1
2
1
3
2006
1987
1986
1990
c2006
1998
1970
5
4
4
1
5
2
2
[1996]
c1977
1
1
118
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Programa de educação ambiental do Vale do Ribeira
Programa de iniciação cientifica
Programa de saude dos trabalhadores
Programa Nacional de Educação Ambiental ProNEA
Programação e projeto fisico de unidade movel para monitoramento e controle da qualidade
da agua
Projeto de instalação de tratamento de esgoto por uma comissão conjunta da Soc. Am. de
Engenheiros Civis e da Federação de controle de poluição da agua
Centro Tecnologico de Saneamento Basico, São
Paulo
Valle, Cyro Eyer do
Piveli, Roque Passos
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Projeto de sistema de distribuição de agua
Projeto de sistemas de distribuição de agua
Projeto de sistemas de esgotos sanitarios
Projeto local de saneamento rural
Prosab 4
Prospecção tecnologica
Prospecção tecnologica
Qualidade ambiental
Qualidade das aguas e poluição
6. ed. rev.
atual
Qualidade das aguas interiores do Estado de São Paulo
Qualidade de vida-
Moura, Luiz Antonio Abdalla de
Qualidade e gestão ambiental
Moura, Luiz Antonio Abdalla de
Newman, Michael C
Pimentel, George C
Pantaleo, Rosario
Pimentel, George C
Novais, Vera Lucia Duarte de
Feltre, Ricardo
Usberco, João
Mahan, Bruce H
Lembo, Antônio
Lembo, Antônio
Lembo, Antônio
Qualidade e gestão ambiental
Quantitative methods in aquatic ecotoxicology
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
Quimica
4. ed. rev.
ampl
5. ed. rev.
ampl
3. ed.
4. ed.
2. ed.
19892004
c1989
2003
9
3
1
1
2001
2
1969
1
1971
1975
1971
1989
[2003?]
2005
2005
1
3
1
5
5
1
1
2006, c2002
2006
10
2
1979
1991
1
1
2004
3
2008
c1995
1974
1978
1981, c1974
1993
1994
19961995
2002
2000
2001
3
1
16
1
4
1
1
1
1
2
1
1
119
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Feltre, Ricardo
Peruzzo, Tito Miragaia
Kotz, John C
Kotz, John C
Kotz, John C
Brady, James E.
Quimica
Quimica
Química
Quimica ambiental
Quimica analitica qualitativa
Quimica CBA : sistemas quimicos
Quimica e reações quimicas
Quimica e reações quimicas
Quimica e reações quimicas
Quimica geral
Rosenberg, Jerome Laib
Russell, John Blair
Pauling, Linus
Pauling, Linus
Brady, James E.
Russell, John Blair
Russell, John Blair
Kotz, John C
Costa, João Alvares da
Carvalho, Geraldo Camargo de
Vogel, Arthur Israel
Solomons, T. W. Graham
Bruice, Paula Yurkanis
Solomons, T. W. Graham
Sardella, Antonio
Sardella, Antonio
Sardella, Antonio
Sardella, Antonio
Chernocharo, Carlos Augusto de Lemos
Chernicharo, Carlos Augusto Lemos
Rodriguez Alonso, Urbano
Rodriguez Alonso, Urbano
Magalhães, Juraci Peres
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral
Quimica geral e reações quimicas
Quimica inorganica
Química moderna
Quimica organica
Quimica organica
Quimica organica
Quimica organica
Quimica, volume unico
Qumica
Qumica
Qumica
Reatores anaerobicos
Reatores anaerobios
Rebaixamento temporario de aquiferos
Rebaixamento temporario de aquiferos
Recursos naturais, meio-ambiente e sua defesa no direito brasileiro
Baird, Colin
Vogel, Arthur Israel
3. ed.
9. ed.
2. ed.
4. ed.
3. ed.
4. ed.
6. ed.
atualizada
2. ed.
2. ed.
3. ed.
2. ed.
7. ed.
4. ed. trad.
7. ed.
5. ed.
5. ed.
5. ed.
19881993-1995
c2005
c2002
1981
1969
2002
c1998
2002
1982
14
1
10
9
12
1
6
4
4
1
1982
c1982
1982
1982
1986
1994
1981
2005
1965
1995
1980-88
c20002006
c20002000
2003
2000
2002
2000, c1997
c1997
1999
2007
1982
5
2
1
1
29
2
1
16
1
1
3
1
2
5
3
3
1
1
2
4
1
5
1
120
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Feitosa, Vera Cristina
Pereira, Jose Almir Rodrigues
Pompeu, Cid Tomanik
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Congresso Mundial sobre Segurança e Saude no
Trabalho
Congresso Interno de Iniciação Cientifica da
UNICAMP
Suguio, Kenitiro
Goldemberg, José
Dacach, Nelson Gandur
Marroni, Fernando
Alves, Alaor Caffe
Dacach, Nelson Gandur
Redação de textos cientificos
Rede coletora de esgoto sanitario
Reflexões sobre o desenvolvimento sustentavel
Regime juridico da policia das aguas publicas : policia da qualidade
Regionalização e urbanização
Regulação energetica e meio ambiente
Residuos solidos
Residuos solidos do saneamento
7. ed.
2003
2006
c2005
1976
1979
2001
2004
2001
2
5
3
3
1
1
3
1
Residuos solidos industriais
Residuos solidos provenientes de coletas especiais
Residuos solidos urbanos
Residuos solidos, ambiente e saude
1985
c2001
2003
c2000
2
2
1
3
Resumo dos trabalhos =
1999
2
Resumos
Rochas sedimentares
Rotulagem ambiental
Rural sanitation
S.O.S. planeta Terra
Saneamento ambiental
Saneamento ambiental, o que e isto?
Saneamento basico
Saneamento basico
Saneamento, saude e ambiente
Saude ocupacional
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
Segurança e medicina do trabalho
1994
c1980
2002
c1980
1990
1983
2000
1998
1984
c2005
1988
1984
1986
1989
1989
1990
1999
1995
2009
1
1
1
1
1
1
2
3
3
6
1
2
1
5
1
1
3
1
2
2. ed.
2a ed
9a ed
10. ed.
14a ed
16. ed.
17. ed.
43. ed.
28. ed.
64. ed.
121
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Kaplan, O. Benjamin
Watt, S.B. (Simon B.)
Matos, Marivaldo Pereira
Romano, Roberto
Cynamon, Szachna Eliasz
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Gomes, Heber Pimentel, 1954Hammer, Mark J
Associação Brasileira de Normas Técnicas
Andrade Neto, Cicero Onofre de
Dacach, Nelson Gandur
Watts, Duncan J.
Demajorovic, Jacques
Kenna, Jeff
Castrucci, Benedito
Puppe, Thomas
Thomaz, Carlos Alberto
Rice, Harold S
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Septic systems handbook
Septic tanks and aqua-privies from ferrocement
Series e equações diferenciais
Serviços publicos no Brasil
Silencio e ruido
Sistema não convencional de esgoto sanitario a custo reduzido
Sistemas da gestão ambiental - Requisitos com orientações para uso =
Sistemas de abastecimento de agua
Sistemas de abastecimento de agua e esgotos
Sistemas de esgotos sanitarios
Sistemas de esgotos sanitarios
Sistemas de gestão ambiental - Diretrizes gerais sobre principios, sistemas e tecnicas de
apoio =
Sistemas simples para tratamento de esgotos sanitarios - experiencia brasileira
Sistemas urbanos de esgoto
Small worlds
Sociedade civil planetaria
Sociedade de risco e responsabilidade socioambiental
Sociedade e meio ambiente
Solar energy applications in the tropics
Solar water pumping
Somatorios, produtorios, matrizes, determinantes e sistemas lineares
Spectral graph drawing
Standard methods for the examination of dairy products
Standard methods for the examination of water and wasterwater
Standard methods for the examination of water and wastewater
Sugestoes praticas para drenagem superficial em estradas municipais e vicinais
Technical mathematics
2a ed
2. ed.
2. ed. rev.
ampl
2. ed.
2. ed.
2. ed.
3. ed.
17th ed.
20th ed.
17th ed.
2nd. ed.
Tecnica de abastecimento e tratamento de agua
Tecnica de abastecimento e tratamento de agua
Tecnica de abastecimento e tratamento de agua
2. ed.
Tecnica de abastecimento e tratamento de agua
2. ed. rev
c1987
c1984
2002
c1996
1996
1986
2004
1
1
2
2
1
2
2
2004
1979
1973
1977
2
4
4
1
2005
c1997
1984
1999
1992
2003, c2001
2002
c1983
1985
1976
2008
2004
c1998
c1989
1984
c1963
2
2
1
3
1
5
1
1
1
1
1
1
3
1
1
1
1974-
5
19761987
4
19
1976-77
5
122
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Companhia de Tecnologia de Saneamento
Ambiental (SP)
Tibau, Arthur Oberlaender
Tibau, Arthur Oberlaender
Santos Filho, Davino Francisco dos
Lipschutz, Seymour
Leme, Francilio Paes
Chagas, Aécio Pereira
Liebmann, Hans
Bederson, Benjamin
Tufte, Edward R.
Mendonça, Sergio Rolim
Larini, Lourival
Goes, Roberto Charles
Chapman, Brian
Richter, Carlos A
Azevedo Netto, José M. de
Di Bernardo, Luiz
Azevedo Netto, José M. de
Jordão, Eduardo Pacheco
Pessoa, Constantino Arruda
Lima, Luiz Mario Queiroz
Tecnica de abastecimento e tratamento de agua
Tecnicas modernas de irrigação
Tecnicas modernas de irrigação : aspersão, derramamento, gotejamento
Tecnologia das fermentações
Tecnologia de tratamento de agua
Tecnologias apropriadas
Tecnologias de baixo custo em saneamento
Tecnologias de baixo custo em saneamento
Temas de fisica
Temas de física
Tendencias da educação ambiental brasileira
Teoria e problemas de algebra linear
Teoria e tecnicas de tratamento de agua
Termodinâmica química
Terra, um planeta inabitavel?
The craft of information visualization
The evolution of water resources management in Brazil
The Macmillan visual dictionary
The visual display of quantative information
Topicos avançados em sistemas de esgotos sanitarios
Toxicologia
Toxicologia industrial
Transition metals, quantitative kinetics and applied organic chemistry
Tratamento de agua : tecnologia atualizada
Tratamento de agua para abastecimento por filtração direta
Tratamento de aguas de abastecimento
Tratamento de aguas de abastecimento por filtração em multiplas etapas
Tratamento de aguas residuarias
Tratamento de esgotos domesticos
Tratamento de esgotos domesticos
Tratamento de esgotos sanitarios por processo anaerobico e disposição controlada no solo
Tratamento de esgotos sanitarios por processo anaerobico e disposição controlada no solo
Tratamento de lixo
2. ed. rev
5. ed.
5. ed.
3. ed.
3. ed.
2nd ed.
3. ed.
Rev. ed.
2. ed.
19771989, c1975
1987
1986
1989, c1980
2000
1985
1985
[20--]
19971998
2004
1979
1999
1976
2003
2002
c1992
2007
1987
1997
1998
c2004
c1991
c2003
1966
1999
1970
1975
1982
2000
c1999
[1986?]
3
1
1
1
1
2
6
1
1
3
2
5
5
1
1
1
1
1
1
1
4
1
2
3
1
5
1
1
2
1
1
1
2
123
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Purschel, Wolfgang
Silva, Salomão Anselmo
Wiendl, Wolfgang G
Dessauer, John P
Dessauer, John P
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Guidorizzi, Hamilton Luiz
Santos, Reginaldo de Jesus
Mota, Suetonio
NATO Advanced Research Workshop on Use of
Humates to Remediate Polluted Environments : from
Theory to Practice
Picard. J
Gondim, Jose Cleantho C
Macintyre, Archibald Joseph
Macintyre, A. J.
Soares, Mozart Pereira
Tratamento e utilização de esgotos sanitarios
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamento general del agua y su distribucion
Tratamentos biologicos de aguas residuarias
Tubulações para agua
Tudo sobre a publicação de livros
Tudo sobre a publicação de livros
Um curso de cálculo
Um curso de cálculo
Um curso de cálculo
Um curso de cálculo
Um curso de cálculo
Um curso de cálculo
Um curso de geometria analitica e algebra linear
Urbanização e meio ambiente
Use of humic substances to remediate polluted environments
Usinas açucareiras de Piracicaba, Villa-Raffard, Porto-Feliz, Lorena e Cupim
Uso da biomassa para produção de energia na indústria brasileira
Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil
Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil
Uso e gestão dos recursos hidricos no Brasil
Uso e manejo do lodo de esgoto na agricultura
Utilização de minhocas na produção de composto organico
Valos de oxidação aplicados a esgotos domesticos
Ventilação industrial e controle da poluição
Ventilação industrial e controle da poluição
Verdes urbanos e rurais
2. ed.
4. ed.
3. ed. rev
3. ed.
2. ed.
2. ed.
2. ed.
2006
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1982
1979
1973
c1979
c1979
c1987-1989
1987
2000
19991998c1986
c2009.
1999
1
1
1
1
1
1
1
1
3
9
1
1
8
1
1
2
1
1
10
3
2005
1996
2005
2001
2003
2006
c1999
1987
1976
c1988
c1990
1998
1
1
2
1
4
2
1
1
3
1
1
1
124
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
Oliva, Waldyr Muniz
Oliva, Waldyr Muniz
Oliva, Waldyr Muniz
Giacaglia, Giorgio Eugenio Oscare
Winterle, Paulo
Vetores e geometria
Vetores e geometria
Vetores e geometria
Vetores e geometria analitica
Vetores e geometria analitica
Santos, Nathan Moreira dos
Oliveira, Rosimery de Fatima
Tufte, Edward R.
Vetores e matrizes
Visão integrada em meio ambiente
Visual explanations
Vitimas dos ambientes de trabalho
Vogel; analise quimica quantitativa
Waste stabilization ponds
Wastewater engineering
Wastewater microbiology
Water and wastewater engineering
Water and wastewater technology
Water treatment and sanitation
Water treatment principles and design
Webster's encyclopedic unabridged dictionary of the english language
Zoologia
Zoologia dos invertebrados
Zoologia geral
Zoologia geral
Vogel, Arthur Israel
Gloyna, Earnest F
Metcalf & Eddy
Bitton, Gabriel
Fair, Gordon Maskew
Hammer, Mark J.
Mann, H.T. (Henry Thomas)
Fernandes, Valdir
Ruppert, Edward E.
Storer, Tracy Irwin
Zoologia geral
3. ed.
2. ed. rev.
ampl
7. ed.
5. ed.
3rd ed
3rd ed.
5th ed
2. ed.
**
6. ed.
6. ed.
5. ed.
6. ed. rev. e
aum
c1973
1977, c1973
c1971
1985
2008
1
1
1
1
3
1977
2003
c1997
2002
1992
c1971
1991
c2005
1966c2004
c1982
c1985
c1996
1981
1996
1984
1979
3
1
1
2
1
1
2
3
1
4
1
1
1
4
1
2
1
1998
1
** The dictionary entries are based on the First Edition of The Random House Dictionary of the English Language
125
ANEXO 1 – Acervo da biblioteca
126
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Projeto Pedagógico - Faculdade de Tecnologia