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III –
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Sumário
1
CONSIDERAÇÕES SOBRE PESQUISA CIENTÍFICA..................................................................................................... 5
1.1
Produção do conhecimento............................................................................................................................................... 5
1.2
Conhecimento científico...................................................................................................................................................... 5
1.3
Pesquisa científica.................................................................................................................................................................... 5
1.4
Trabalhos acadêmicos............................................................................................................................................................ 6
1.4.1 Conceituação dos trabalhos acadêmicos................................................................................................... 6
2
PROJETO DE PESQUISA................................................................................................................................................................... 8
2.1
Partes constitutivas do projeto........................................................................................................................................ 8
2.1.1 Tema................................................................................................................................................................................. 8
2.1.2 Definição do problema......................................................................................................................................... 8
2.1.3 Justificativa.................................................................................................................................................................... 9
2.1.4 Objetivos da pesquisa............................................................................................................................................ 9
2.1.5 Levantamento de hipóteses............................................................................................................................... 9
2.1.6 Pressupostos teóricos............................................................................................................................................ 9
2.1.7 Metodologia................................................................................................................................................................. 9
2.1.8 Cronograma................................................................................................................................................................ 9
2.1.9 Referências.................................................................................................................................................................10
3
RELATÓRIO DE PESQUISA...........................................................................................................................................................10
3.1
Elementos pré-textuais.......................................................................................................................................................10
3.2
Elementos textuais.................................................................................................................................................................11
3.3
Elementos pós-textuais.......................................................................................................................................................12
4
FORMAS DE APRESENTAÇÃO................................................................................................................................................12
4.1
Formato........................................................................................................................................................................................12
4.2
Numeração das seções.......................................................................................................................................................12
4.3
Paginação.....................................................................................................................................................................................12
4.4
Orientação para digitação.................................................................................................................................................12
4.5
Ilustrações....................................................................................................................................................................................13
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4.6 Siglas e abreviações...............................................................................................................................................................................13
4.7
Citações.....................................................................................................................................................................13
4.8
Tabelas........................................................................................................................................................................13
5
ORIENTAÇÕES GERAIS..................................................................................................................................................................14
5.1
Lei de direitos autorais e plágio.....................................................................................................................................14
5.2
Comitê de Ética em Pesquisa..........................................................................................................................................14
5.2.1 Projetos que devem ser apresentados ao CEP e quem deve fazê-lo....................................14
5.2.2 Documentos que devem compor o protocolo a ser encaminhado ao CEP.....................15
5.3 Papel do orientador e do orientando........................................................................................................................................15
REFERÊNCIAS.....................................................................................................................................................................................................16
ANEXO 1 — ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO...........................................................................................17
ANEXO 2 — MODELO DE CAPA......................................................................................................................................................18
ANEXO 3 — MODELO DE FOLHA DE ROSTO......................................................................................................................19
ANEXO 4 — MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO...................................................................................................... 20
ANEXO 5 — MODELO DE RESUMO LÍNGUA VERNÁCULA......................................................................................21
ANEXO 6 — MODELO DE RESUMO LÍNGUA ESTRANGEIRA................................................................................. 22
ANEXO 7 — MODELO DE SUMÁRIO........................................................................................................................................... 23
ANEXO 8 — MODELO DE CARTA DE APRESENTAÇÃO AO CEP..........................................................................24
ANEXO 9 — MODELO DE FOLHA DE ROSTO CONEP................................................................................................. 25
ANEXO 10 — MODELO DE FICHA DE ENCONTROS COM O ORIENTADOR............................................26
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1 CONSIDER AÇÕES SOBRE PESQUISA CIENTÍFICA
1.1 Produção do conhecimento
Em se tratando de conhecimento, há duas considerações: o ato de conhecer e o produto.
O primeiro envolve quatro tipos de conhecimento — filosófico, religioso, de senso comum e científico,
sendo este último o foco do Ensino Superior. Quanto ao produto do conhecimento, refere-se ao resultado da elaboração própria do saber adquirido e acumulado historicamente pelo homem.
A produção do conhecimento inicia-se, portanto, como ato simultâneo de transmissão dos saberes
culturais e de reflexão, para que haja uma reelaboração desses conhecimentos. Logo, pesquisar significa
buscar respostas para indagações diversas.
1.2 Conhecimento científico
O conhecimento científico é um saber que necessita de métodos e técnicas para sistematização da produção, utilizando-se de uma linguagem rigorosa que evite ambigüidades. Não se trata de um conhecimento
único e acabado, apresentando diversidade teórica para o entendimento da complexidade da realidade.
1.3 Pesquisa científica
O termo pesquisa costuma ser empregado de forma errônea, designando todo tipo de trabalho escolar-repetição — experiências, sínteses, resumos, cartazes, outros. Faltam a esses produtos as qualidades
básicas da pesquisa, ou seja, sua finalidade, sua dimensão teórica e seus métodos e técnicas específicas.
Só assim se efetiva a produção científica, enquanto princípio educativo do Ensino Superior, atendendo às
exigências da LDB 9394/96, Capítulo IV da Educação Superior, art. 43, incisos III e IV, cujas finalidades são:
III — incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica visando ao desenvolvimento da ciência e
da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e desse modo desenvolver o entendimento do homem
e do meio em que vive;
IV — promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patri-
mônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino de publicação ou de outras formas de
comunicação.
a)
b)
c)
Do ponto de vista de sua natureza, pode ser:
Pesquisa básica — objetiva gerar conhecimentos novos, úteis para o avanço da ciência, sem
aplicação prática prevista. Envolve verdades e interesses universais.
Pesquisa aplicada — objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática, dirigidos à solução de
problemas específicos. Envolve verdades e interesses locais.
Do ponto de vista da forma de abordagem do problema, pode ser:
Pesquisa quantitativa — considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em
números opiniões e informações para classificá-las e analisá-las. Requer o uso de recursos e de
técnicas estatísticas (porcentagem, média, moda, mediana, desvio padrão, coeficiente de correlação, análise de regressão, etc.).
Pesquisa qualitativa — considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito,
isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito, que não
pode ser traduzido em números. Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas, contudo
existem procedimentos científicos que asseguram o rigor dos resultados. É descritiva. O pesquisador é o instrumento-chave.
Do ponto de vista de seus objetivos (Gil, 2002, p. 41), pode ser:
Pesquisa exploratória — visa a proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a
torná-lo explicitado ou a construir hipóteses.
Envolve levantamento bibliográfico — entrevistas com pessoas que tiveram experiências práticas com o problema pesquisado. Pode ser pesquisa bibliográfica e estudo de caso.
Pesquisa descritiva — visa a descrever as características de determinada população ou fenômeno
ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Envolve o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados: questionários e observação sistemática. Assume, em geral, forma de levantamento.
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Pesquisa explicativa — visa a identificar os fatores que determinam ou contribuem para a
ocorrência dos fenômenos. Aprofunda o conhecimento da realidade porque explica a razão,
o porquê das coisas. Quando realizada nas ciências naturais, requer o uso do método experimental; nas ciências sociais, do método observacional. Assume, em geral, forma de pesquisa
experimental e pesquisa expost-facto.
Do ponto de vista dos vários procedimentos técnicos (Gil, 2002, p. 44), pode ser:
Pesquisa bibliográfica — elaborada a partir de materiais publicados, constituída principalmente
de livros, artigos de periódicos e material disponível na internet.
Pesquisa documental — elaborada a partir de materiais que não recebem tratamento analítico.
Pesquisa experimental — elaborada com base num objeto de estudo determinado. Selecionam-se as variáveis que poderiam influenciá-lo, e definem-se as formas de controle e observação dos efeitos que essas variáveis produzem no objeto.
Levantamento — a pesquisa envolve interrogação direta das pessoas cujo comportamento se
deseja conhecer.
Estudo de caso — envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou alguns poucos objetos,
permitindo seu amplo e detalhado conhecimento.
Pesquisa expost-facto — o experimento se realiza depois dos fatos.
Pesquisa ação — concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo. Pesquisador e participantes representativos da situação ou do
problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.
Pesquisa participante — desenvolve-se a partir da interação entre pesquisador e membros das
situações investigadas.
1.4 Tr abalhos acadêmicos
A expressão trabalhos acadêmicos compreende variados gêneros textuais produzidos no meio acadêmico, elaborados segundo estrutura e normas preestabelecidas, e de acordo com as situações e
intenções de pesquisa. Dentre eles, os mais comuns, dispostos numa gradação de dificuldade, são: resumo informativo, resenha, artigo científico, monografia, trabalho de conclusão de curso, relatório de
pesquisa, artigo, dissertação e tese.
1.4.1 Conceituação dos tr abalhos acadêmicos
Em vista dos inúmeros equívocos no uso dessas expressões, viu-se por bem esclarecer seus
conceitos, à luz da teoria dos gêneros discursivos, que aponta para os usos e práticas sociais,
ampliando, assim, a abordagem normativa científica geralmente apresentada nos livros de metodologia científica.
Resumo informativo — exposição concisa de um conteúdo, com intenção de esclarecer o leitor
sobre a conveniência de consultar o texto integral. Por essa razão o resumo acadêmico vem precedido da referência bibliográfica quando se trata de livro, capítulo de obra ou artigo científico. Não
apresenta idéias pessoais ou juízo de valor sobre o assunto apresentado ou sobre o autor, nem se
pode transcrever trechos do texto original. A ABNT recomenda que contenha até 100 palavras
no caso de textos breves; resumos de monografias e artigos podem ter até 250 palavras; resumos
de relatórios e teses, até 500 palavras.
Resenha — texto que visa a expor um ponto de vista a respeito de determinado produto
cultural (livro, peça teatral, palestra, curso, aula, CD, etc.). Sua intenção é fazer uma apreciação crítica desse produto — o texto tem base argumentativa, portanto. Na resenha
científica, é fundamental conhecer o assunto, para estabelecer comparação com outras
obras da mesma área, e dispor de maturidade intelectual para avaliar o produto e emitir
juízo de valor sobre ele. Esse texto, bem mais longo que o resumo, estruturalmente descreve as propriedades físicas do produto, relata as credenciais do autor/produtor, resume
seu conteúdo, apresenta suas conclusões e a metodologia empregada, expõe um quadro de
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referências em que o autor se apoiou e, finalmente, apresenta uma avaliação geral da obra,
recomendando-a ou não ao leitor.
Artigo científico — texto que trata de problemas científicos, apresentando resultados de estudos e pesquisas e, em geral, breve — 6 a 12 laudas em média — , para ser publicado em periódicos especializados, o que permite que essas experiências sejam repetidas, confirmadas ou
questionadas. Constitui-se de pontos de vista defendidos pelo autor, que faz referência a outros
autores para sustentar seu posicionamento ou para estabelecer uma relação de conflito. Assim,
o autor faz uma revisão da literatura como ponto de partida de seu trabalho, dialogando com
o já sabido e o que pretende contribuir sobre determinado tema. Estruturalmente, apresenta
introdução, desenvolvimento e considerações finais. Na introdução, define-se o tema, o objetivo
do artigo, o público a que se destina e as partes do trabalho. No desenvolvimento, estrutura-se
a exposição de uma teoria, a apresentação de fatos, sua análise e os resultados. Nas considerações finais, costuma-se retornar ao objetivo proposto na introdução, buscando concluir provisoriamente o problema proposto, mas sempre suscitando a discussão de outras questões.
Trabalho de conclusão de curso — texto mais longo, sistemático e completo, sobre um tema
único delimitado, que respeita as diretrizes lógicas do conhecimento humano e segue metodologia própria da ciência, utilizando-se tanto da argumentação dedutiva como da indutiva,
baseadas na observação e na experimentação. Exemplo de trabalho de conclusão de curso é a
monografia. Textos como esse costumam ser apresentados por acadêmicos ao final do curso de
graduação ou pós-graduação em nível de especialização. Nesse tipo de trabalho, há necessidade
de problematizar a realidade para se buscar uma solução. A estrutura do trabalho compreende
introdução, desenvolvimento e conclusão. Na introdução, o pesquisador apresenta claramente
seu objeto de investigação, a questão a ser solucionada, a justificativa do trabalho e a metodologia utilizada na pesquisa. O desenvolvimento compreende a exposição dos fundamentos lógicos
do trabalho realizado, faz revisão da literatura sobre o tema, apresenta fatos, argumentos, provas, exemplos, enfim, o pesquisador propõe sua metodologia (demonstração) e faz a discussão,
ou seja, a articulação teórica e prática de seu trabalho. A conclusão retoma as pré-conclusões
anteriormente expostas nas variadas partes do desenvolvimento e reforça a linha de pensamento que sustenta o trabalho. Por isso, nessa parte final, firma-se a unidade temática e faz-se uma
síntese das idéias defendidas em todo o texto.
Relatório de pesquisa — descrição objetiva de fatos observados durante uma pesquisa, com
análise deles pelo pesquisador, para chegar a conclusões ou tomar decisões. Em geral, esse relatório é desenvolvido após a realização de um projeto, conforme as atividades que ocorrem
durante a pesquisa. Depois do relatório de pesquisa, produz-se o documento final, que pode
ser monografia ou trabalho de conclusão de curso, ou até mesmo artigo científico. Os relatórios
de pesquisa são utilizados em situações que demandam período maior de pesquisa. São escritos, por exemplo, por bolsistas de programas de iniciação científica com o intuito de relatar as
atividades realizadas até então, para fazer solicitações. Sua estrutura é a mesma da monografia,
porém pode apresentar variações, conforme a área de pesquisa e o órgão que a subvenciona.
De modo geral, apresenta discussão sucinta dos principais resultados obtidos, deixando claro o
avanço teórico, experimental ou prático da pesquisa.
Ensaio (paper) — corresponde ao texto de uma comunicação oral científica apresentada num
simpósio ou numa mesa-redonda. Reúne descobertas de um pesquisador sobre um tema, a
perspectiva eleita para tratá-lo, seu julgamento e sua interpretação sobre essas descobertas.
Trata-se, portanto, de um trabalho que deve apresentar originalidade quanto às idéias. A extensão de um paper varia conforme a complexidade do tema e dos resultados obtidos. Estruturalmente, segue a mesma divisão triádica dos demais trabalhos científicos.
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Dissertação — estudo teórico desenvolvido nos moldes da tese, com a peculiaridade de ser
ainda uma tese inicial ou em miniatura. A dissertação também tem finalidade didática, uma vez
que constitui o grande treinamento para a tese propriamente dita. Geralmente é feita em final
de curso de pós-graduação, stricto sensu em nível de mestrado, com a finalidade de treinar os
estudantes no domínio do assunto abordado e como forma de iniciação à pesquisa mais ampla.
Estrutura-se como a monografia, mas, além da revisão de literatura, é preciso dominar o conhecimento do método de pesquisa, pois deve ser um trabalho reflexivo em que o pesquisador expõe novas formas de ver uma realidade já conhecida. Assim, não há preocupação em apresentar
novidades quanto a descobertas, mas exige-se ponto de vista pessoal.
Tese — relato de pesquisa exigido para obtenção do grau de doutor, por meio da qual seu autor
deve demonstrar capacidade para fazer avançar a área de estudo a que se dedica. Distingue-se
da dissertação pela necessidade de apresentar uma descoberta ou contribuição para a ciência.
A estrutura da tese é a mesma da monografia.
2 PROJETO DE PESQUISA
Para efetivar uma pesquisa, após sua caracterização, é necessário organizar um projeto, que representa a primeira fase dessa pesquisa e se concretiza num documento explicitador das ações a serem desenvolvidas ao longo
do processo. Trata-se de um roteiro que estabelece um tema, contextualiza um problema, justifica sua relevância, define suas intenções (objetivos), levanta hipóteses, aponta o caminho a seguir (método) e designa os meios
(técnicas), determinando o tempo (cronograma), os recursos necessários e o referencial teórico consultado.
2.1 Partes constitutivas do projeto
A elaboração do projeto pressupõe as seguintes partes:
TEMA
DEFINIÇÃO DO PROBLEMA
JUSTIFICATIVA
OBJETIVOS DA PESQUISA
LEVANTAMENTO DE HIPÓTESES
PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
METODOLOGIA
CRONOGRAMA
REFERÊNCIAS
2.1.1 Tema
Tema é a definição de um assunto da realidade.
Assunto (amplo, é abrangente)
Exemplo: VIOLÊNCIA INFANTIL
Tema (específico, é delimitado)
Exemplo: Violência infantil na periferia de Curitiba com crianças de 3 a 5 anos, atendidas em
creches municipais.
A escolha do tema deve ser relevante ao pesquisador, considerando seu interesse, suas vivências
e leituras, e principalmente ter relação direta com sua formação acadêmica.
2.1.2 Definição do problema
Em pesquisa científica, nenhum tema pode ser tratado se não for um problema. Cada projeto
corresponde a uma ÚNICA indagação, que permitirá a reflexão sobre o tema.
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O ponto de partida para o êxito de uma pesquisa, portanto, é uma pergunta adequada, o que
significa estar enquadrada na categoria científica. E para reconhecer se o problema é científico,
há necessidade de adequar o método de pesquisa à pergunta.
É importante ressaltar que muitas pesquisas relatam histórias de vida ou fazem comparativos
teóricos entre diferentes autores sobre determinado tema, e isso não é um problema, mas, sim,
uma problematização.
2.1.3 Justificativa
Nessa parte se apresentam os motivos que justificam a definição do problema levantado, sendo
necessário expor sua relevância social, técnica e científica.
Deve constar ainda sua viabilidade técnica: se existem meios para a realização da pesquisa científica (existem estudos já realizados?), e cronologia (há tempo para a execução das tarefas de
pesquisa?).
2.1.4 Objetivos da pesquisa
São os fins teóricos e práticos que o pesquisador se propõe a alcançar com a realização da
pesquisa. Os objetivos iniciam com verbo no infinitivo, indicando a ação pretendida pelo pesquisador e, num projeto, dividem-se em geral e específicos.
O objetivo geral representa a intenção do pesquisador em relação ao problema e será alcançado ao final da pesquisa.
Os objetivos específicos derivam do objetivo geral, apresentando as ações específicas (particulares)
de cada etapa da pesquisa. Trata-se, portanto, dos desdobramentos possíveis do objetivo geral, os
quais serão desenvolvidos sob forma de textos que constituirão parte do projeto de pesquisa ou do
relatório de pesquisa.
2.1.5 Levantamento de hipóteses
Hipóteses são afirmações provisórias que podem se tornar alternativas de respostas ao problema, isto é, podem ou não ser confirmadas. Caracterizam-se por sua clareza conceitual, sua
especificidade, suas referências empíricas, sua simplicidade, estando de acordo com as técnicas
disponíveis e relacionadas com sua teoria.
2.1.6 Pressupostos teóricos
Texto expositivo, elaborado pelo pesquisador, para explicar o estágio de desenvolvimento
teórico do tema. Pode receber diferentes denominações, atendendo às diversas áreas do
conhecimento — revisão de literatura, embasamento teórico, fundamentação teórica, marco
teórico e estado da arte.
2.1.7 Metodologia
Nessa parte do projeto, cabe detalhar como será feita a pesquisa. É preciso identificar o tipo
de pesquisa (descrito no item 1.3 deste manual), o universo da pesquisa, os métodos utilizados
e os critérios de análise.
Cada um dos itens necessários para a produção desta etapa do projeto de pesquisa corresponde a conteúdos das disciplinas referentes à metodologia científica dos cursos de graduação da
Faculdade Dom Bosco. Portanto, seu detalhamento é realizado em sala de aula.
2.1.8 Cronogr ama
É a indicação do período que corresponde à execução de cada atividade do projeto, sendo
definidas datas e ações sob forma de quadro temporal, que se inicia com o primeiro contato
com o orientador e se encerra com a entrega final do relatório de pesquisa. O quadro a seguir
exemplifica esta etapa do projeto.
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ATIVIDADES
MARÇO
Contato com o orientador
X
Elaboração do projeto
X
Análise do projeto
ABRIL
MAIO
JUNHO
X
X
Reescrita do projeto
X
Encaminhamento para CEP
X
Levantamento teórico
JULHO
X
Observe que, nesse exemplo, está programada a avaliação do projeto de pesquisa pelo Comitê
de Ética em Pesquisas com Seres Humanos da Faculdade Dom Bosco. Todos os trabalhos que
coletem dados de seres humanos (conforme Resolução do CNS 196/96) devem ser avaliados
por esse comitê.
2.1.9 Referências
Referem-se aos autores citados em todas as partes do projeto, devendo seguir as normas da
ABNT (NBR 6023, 2002).
3 RELATÓRIO DE PESQUISA
Este procedimento é elaborado após o desenvolvimento da pesquisa, utilizando-se tempo verbal no passado.
Entenda que o relatório de pesquisa nada mais é que o projeto acrescido dos resultados, discussões e conclusões. É importante destacar que a metodologia deve ser descrita no passado, enquanto no projeto esta
se apresenta no futuro.
Caracteriza-se ainda pela presença de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, seguindo a orientação
da NBR 14724, 2002.
Estrutura do trabalho acadêmico (ANEXO 1).
3.1 Elementos pré-textuais
Capa (obrigatório — modelo ANEXO 2)
Folha de rosto (obrigatório — modelo ANEXO 3)
Folha de aprovação (obrigatório — adicionar apenas após defesa pública do relatório de pesquisa — modelo ANEXO 4)
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo em língua vernácula (obrigatório — modelo ANEXO 5)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório — modelo ANEXO 6)
Listas de ilustrações, tabelas, abreviaturas, siglas, símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório — modelo ANEXO 7)
Capa — gênero textual que contém dados como nome do autor do trabalho, título do trabalho
(negrito), local (cidade) e ano. Todos os dados são centralizados e escritos em letras maiúsculas
(ANEXO 2).
Folha de rosto — outro gênero que contém os principais dados de identificação do trabalho: autor,
título (negrito), nota indicativa da natureza do trabalho (grau, área, curso, instituição e nome do professor orientador), local (cidade) e ano. A nota indicativa é escrita em fonte e entrelinhamento menores,
disposta abaixo do título e à direita da folha. Os demais dados são centralizados e escritos em letras
maiúsculas (ANEXO 3).
Folha de aprovação — apresenta autor, título do trabalho (negrito), texto de aprovação com local e
data, nome e titulação do professor orientador, dos professores componentes da banca examinadora,
as respectivas instituições de ensino em que atuam (ANEXO 4).
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Dedicatória — texto em que o autor presta homenagem ou dedica o trabalho a alguém. É transcrito
em página própria, na parte inferior, e inicia na margem de parágrafo. Se a dedicatória é longa, começa
no recuo do parágrafo, a partir da metade inferior da página.
Agradecimentos — menções que o autor faz a pessoas e/ou instituições das quais recebeu apoio para
realizar o trabalho. Aparecem em página própria e com o título centralizado se o texto for longo; caso
contrário, digita-se sem o título, na parte inferior direita da página.
Epígrafe — trecho em prosa ou verso que inspirou ou embasou a construção do trabalho, seguido
do nome do autor. Pode figurar também no início de cada capítulo. É transcrito sem aspas, com
espaçamento simples, alinhado à direita. A fonte da autoria é indicada abaixo, alinhada na margem
direita.
Resumo em língua vernácula — texto coeso e coerente que apresenta na primeira frase o assunto
tratado, situando-o no tempo e no espaço. Em seguida anuncia os objetivos, os métodos, os resultados e as conclusões do trabalho. É escrito em terceira pessoa do singular e constitui um só parágrafo,
com entrelinhamento simples, sem citações nem topicalizações. Deve ser redigido com, no máximo,
250 palavras (ANEXO 5).
Incluem-se no mínimo três palavras-chave após o resumo, alinhadas à margem esquerda, sem recuo de
parágrafo, antecedidas da expressão “Palavras-chave”.
Resumo em língua estrangeira — tradução do resumo anterior em uma das línguas de difusão internacional, em página separada, contendo também as palavras-chave (ANEXO 6).
Lista de tabelas e ilustrações — relação de desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos,
mapas, organogramas, plantas, quadros, etc., disposta de acordo com a ordem apresentada no texto
do trabalho, designando cada item por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da
página. A lista deve constar quando o número de ilustrações exceder quatro.
Lista de abreviaturas, siglas e símbolos — relação alfabética de abreviaturas, siglas e símbolos empregados no trabalho, seguidos do significado correspondente. Utiliza-se somente quando o texto possui
linguagem muito técnica ou específica de determinada área do conhecimento, comprometendo a compreensão do conteúdo. Tem apresentação similar à do sumário.
Sumário — relação de títulos dos capítulos e demais seções e subdivisões do texto e dos elementos pós-textuais, apresentados na ordem em que aparecem no trabalho e em folha separada
(ANEXO 7).
3.2 Elementos textuais
Introdução — texto que apresenta a pesquisa realizada, respondendo ao leitor o que se pesquisou,
quem realizou a pesquisa, quando esta foi desenvolvida, onde e qual o universo da pesquisa, como foi
seu encaminhamento, o porquê da relevância deste trabalho e como está organizado o relatório para
facilitar a leitura do trabalho completo.
Revisão literária — também chamada fundamentação teórica, são apresentados neste item os autores
estudados para a compreensão dos fatos observados durante a realização da pesquisa. Deve-se atentar
para indicar as citações de forma adequada, seguindo as normas da ABNT.
Objetivos da pesquisa — é necessário retomar os objetivos desenvolvidos no projeto de pesquisa.
Metodologia — conjunto de procedimentos utilizados para a condução da pesquisa. Deve ser descrito
em ordem cronológica, detalhadamente, conforme as etapas desenvolvidas na realização do trabalho.
Análise e discussão dos resultados — apresentação dos dados coletados e interpretados, juntamente
com o estudo teórico realizado. As relações dos resultados observados devem atender aos objetivos
propostos no início da pesquisa. Convém inserir gráficos, tabelas, citações e argumentações neste
texto.
Considerações finais — texto que deve responder aos objetivos propostos para a realização da pesquisa. É relevante elaborar um parágrafo para cada objetivo apresentado, relacionando-o com os resultados
obtidos, bem como sugerir novas pesquisas partindo desses resultados, além de críticas, argumentos e
análises realizadas.
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3.3 Elementos pós-textuais
Estes elementos comprovarão a veracidade do trabalho:
Referências — referendar todos os autores citados (obrigatório); relação das fontes utilizadas pelo autor
no trabalho. Relaciona-se em ordem alfabética por sobrenome dos autores, com entrelinhamento simples
na fonte e entrelinhamento duplo entre uma fonte e outra. Nas referências, podem constar livros, artigos,
periódicos, registros audiovisuais, sonoros, magnéticos ou eletrônicos. Para elaboração das referências,
respeitar as orientações da NBR 10520, 2002.
Glossário (opcional) — lista de palavras menos conhecidas, utilizadas no texto, acompanhadas das
respectivas definições.
Apêndices (opcional) — textos de autoria própria que servem de informação complementar no trabalho de pesquisa, como o questionário de pesquisa de campo, por exemplo, produzido pelo autor. As
páginas dos apêndices não são numeradas.
Anexos (opcional) — textos e expressões da realidade, extraídos de fontes ou de bibliografia, que
servem de comprovação, fundamentação ou ilustração no trabalho, embora não constituam parte
essencial. Os anexos são numerados com algarismos arábicos, seguidos do título, porém suas páginas
não são numeradas.
Contracapa (obrigatório)
4 FORMAS DE APRESENTAÇÃO (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS, NBR 14724, 2005)
4.1 Formato
Os textos dos trabalhos acadêmicos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (210 mm x 297 mm).
As folhas devem apresentar margens esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm.
4.2 Numer ação das seções (NBR 6024, 2003, p. 2)
A numeração é um indicativo de seção primária (capítulo) e possui subdivisões: seção secundária, seção
terciária, etc. Tem o objetivo de facilitar a localização do assunto no texto, além de possibilitar desenvolvimento claro e coerente. O indicativo de seção secundária é formado pelo número do capítulo, mais o
número de cada parte, ambos separados por ponto.
Ex.: 1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 Seção secundária
1.1.1 Seção terciária
4.3 Paginação (NBR 14724, 2005, p. 8)
A paginação deve iniciar-se a partir da folha de rosto. As folhas pré-textuais (folha de rosto, folha de
aprovação, dedicatória, agradecimento, epígrafe, resumos, listas, sumário) são contadas, mas não numeradas. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no
canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior.
4.4 Orientação par a digitação (NBR 14724, 2005, p. 6)
Para digitação, recomenda-se o uso da fonte Arial tamanho 12, espaço 1,5 cm para o texto; e espaço
simples tamanho 10 para citações longas de mais de três linhas, notas de rodapé, referências (separadas
entre si por dois espaços simples), legendas das ilustrações e tabelas, natureza do trabalho, objetivo,
nome da instituição a que é submetida e área de concentração.
Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a
que é submetido o trabalho e sua área de concentração devem ser alinhados a partir do meio da página
para a margem direita.
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4.5 Ilustr ações
São gráficos, gravuras, fotografias, mapas, esquemas, desenhos, tabelas, quadros, fórmulas, modelos e
outros. Servem para explicar e elucidar o entendimento do texto. Devem ser inseridas o mais próximo
possível do trecho a que se referem.
4.6 Siglas e abreviações
Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre
parênteses.
Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
4.7 Citações (NBR 10520, 2002, p. 1-2)
Citação — menção de uma informação extraída de outra fonte.
Citação de citação — citação direta ou indireta de um texto original ao qual não se teve acesso.
Citação direta — transcrição textual de parte da obra do autor consultado.
Citação indireta — texto baseado na obra do autor consultado.
Notas de rodapé — indicações, observações ou aditamentos ao texto feitos pelo autor, tradutor ou
editor, podendo também aparecer na margem esquerda ou direita na mancha gráfica.
Notas explicativas — notas usadas para comentários, esclarecimentos ou explanações que não possam
ser incluídos no texto.
4.8 Tabelas
Exemplo de tabela (IBGE, 1993, p. 58)
Tabela 1 — População de 5 anos ou mais de idade, por condição de alfabetização, sexo e grupo de
idade — Brasil — 1990
População de 5 anos ou mais de idade (1 000)
Grupo
de
idade
Total
Total
(1)
131 317
Condição de alfabetização
Alfabetizada
Não-alfabetizada
Homem
Mulher
Homem
Mulher
48 926
51 796
15 318
15 276
5 a 6 anos
6 772
287
313
3 202
2 970
7 a 9 anos
10 916
3 240
3 430
2 258
1 985
10 a 14 anos
16 981
7 029
7 507
1 489
957
15 a 19 anos
14 915
6 580
6 929
929
476
20 a 24 anos
13 051
5 707
6 067
734
543
25 a 29 anos
12 082
5 077
5 777
674
533
30 a 39 anos
20 679
8 655
9 272
1 303
1 448
40 a 49 anos
14 449
5 556
5 714
1 435
1 744
50 a 59 anos
10 145
3 664
3 553
1 245
1 683
60 anos ou mais
11 327
3 129
3 234
2 049
2 915
idade ignorada
1
0
—
—
1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Departamento de Emprego e Rendimento.
Notas: As diferenças entre a soma de parcelas e os respectivos totais são provenientes do critério de arredondamento.
Exclui as pessoas da zona rural da Região Norte, sem Tocantins.
Sinais convencionais utilizados:
0 Dado numérico igual a zero — resultante de arredondamento de dado numérico originalmente positivo.
— Dado numérico igual a zero — não-resultante de arredondamento.
(1) Inclui as pessoas sem declaração de alfabetização.
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5 ORIENTAÇÕES GER AIS
5.1 Lei de direitos autor ais e plágio
Segundo a Lei Brasileira de Direitos Autorais (Lei n° 9.610, de 19 de fevereiro de 1998), o autor de qualquer tipo de obra tem o direito exclusivo de fazer uso dela. No entanto, desde que haja expressa autorização do autor, mediante pagamento a este (o que é mais comum) ou não, sua obra pode ser utilizada
para determinados fins, como adaptação, tradução, distribuição, cópia, edição, veiculação pública, etc.
Além disso, mesmo sofrendo diversas limitações, os direitos autorais não são ofendidos quando:
—
há divulgação do lançamento de determinada obra pela imprensa;
—
se a utiliza para uso exclusivo de deficientes visuais, sem fins lucrativos, podendo a obra ser
transposta para o braille;
—
se faz crítica pública a essa obra, em termos de resenhas e opiniões da imprensa;
—
se a usa para fins educacionais, em termos de apresentação, e não de publicação sem autorização prévia do autor, estritamente dentro de estabelecimentos de ensino;
—
houver uso de imagem da obra em lojas especializadas, exclusivamente para demonstração à clientela;
—
quando for utilizada a obra como prova judiciária.
Caso essas regras sejam desrespeitadas, punições legais podem ser aplicadas, de acordo com a supracitada lei. Aquele autor que tenha sua obra reproduzida de maneira evidentemente fraudulenta (plágio,
ou seja, cópia sem autorização) pode reivindicar apreensão dos exemplares plagiados, ou suspensão de
sua divulgação e, finalmente, indenização por danos morais e patrimoniais. Isso também vale para quem
edita uma obra sem autorização do titular, ou seja, do autor, que pode requerer como seus os lucros
dos exemplares vendidos. A transmissão/retransmissão ou comunicação pública de qualquer obra, sem
permissão prévia do autor, deve ser imediatamente interrompida pela justiça, e o infrator se obriga ao
pagamento de multa, cujo valor dobra a cada reincidência. A sentença pode determinar ainda que o
material ilícito seja destruído, incluindo-se aí os equipamentos usados na produção dos exemplares.
Quando se efetua qualquer tipo de reprodução de obra, mais especificamente no caso acadêmico — ou
seja, uso do material para trabalhos em geral e de conclusão de curso —, a obra intelectual utilizada como
referência bibliográfica ou citação deve ser, obrigatoriamente, indicada, bem como seu autor e outros
aspectos relacionados ao trabalho acadêmico.
5.2 Comitê de ética em pesquisa
O Comitê de Ética em Pesquisa é um colegiado interdisciplinar e independente com munus publico,
que deve existir nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil, criado
para defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade e para contribuir
no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos (Normas e Diretrizes Regulamentadoras da
Pesquisa Envolvendo Seres Humanos. Res. CNS 196/96, II. 4).
O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) é responsável pela avaliação e pelo acompanhamento das pesquisas
em seus aspectos éticos, pois acata a necessidade de revisão ética e científica das pesquisas desenvolvidas
com seres humanos e protege a dignidade, os direitos, a segurança e o bem-estar dos sujeitos pesquisados.
Segundo o Parecer 196/96 CNS/MS, constitui atribuição do CEP emitir parecer independente e consistente
sobre essas pesquisas, contribuindo com o processo educativo dos pesquisadores da instituição de ensino,
bem como de seus membros. O CEP exerce, portanto, papel consultivo e educativo, objetivando a formação
continuada dos pesquisadores e a promoção de discussões sobre aspectos éticos na comunidade científica.
5.2.1 Projetos que devem ser apresentados ao CEP e quem deve fazê-lo
A Resolução 196/96 CNS/MS, item II. 2 considera pesquisa em seres humanos as realizadas em qualquer área
do conhecimento e que, de modo direto ou indireto, envolvam indivíduos ou coletividades, em sua totalidade
ou por partes, incluindo o manejo das informações e materiais. São também consideradas pesquisas com seres
humanos a aplicação de questionários, entrevistas, utilização de banco de dados e revisões de prontuários.
Sempre que houver dúvidas, recomenda-se apresentar o protocolo ao CEP, que tomará a decisão sobre
a situação específica.
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A todo protocolo de pesquisa — conjunto de documentos a ser entregue ao CEP para apreciação — deve
corresponder um pesquisador responsável perante esse comitê. Tal protocolo independe do nível da pesquisa —
seja trabalho de conclusão de curso de graduação, seja de iniciação científica ou de doutorado, seja de interesse
acadêmico ou operacional —, desde que se enquadre na definição de “pesquisas envolvendo seres humanos”.
5.2.2 Documentos que devem compor o protocolo a ser encaminhado
ao CEP
O protocolo de pesquisa deve ser entregue ao CEP em duas cópias impressas:
a)
carta de apresentação com a identificação do pesquisador (ANEXO 8);
b)
folha de rosto disponibilizada pela Conep (ANEXO 9);
c)
projeto da pesquisa descrevendo detalhadamente o procedimento metodológico e atendendo à resolução 196/96 CNS/MS;
d) termo de consentimento livre esclarecido: documento elaborado pelo pesquisador em
linguagem acessível à compreensão dos sujeitos da pesquisa; demonstra de forma clara o
sujeito como ser autônomo, sendo necessária a assinatura do pesquisado. Deve conter:
— justificativa, objetivos e procedimentos que serão utilizados na pesquisa;
— desconfortos e possíveis riscos, bem como os benefícios esperados;
— métodos alternativos existentes;
— forma de acompanhamento e assistência, assim como seus responsáveis;
— garantia de esclarecimentos, antes e durante o curso da pesquisa, sobre a metodologia,
informando a possibilidade de inclusão em grupo de controle ou placebo;
— liberdade para o sujeito recusar-se a participar ou retirar seu consentimento em qualquer
fase da pesquisa, sem qualquer penalização ou prejuízo ao seu cuidado;
— garantia de sigilo que assegure a privacidade dos sujeitos quanto aos dados confidenciais
envolvidos na pesquisa;
— formas de ressarcimento das despesas decorrentes da participação na pesquisa;
— formas de indenização diante de eventuais danos decorrentes da pesquisa.
Após entrega desses documentos ao CEP, elabora-se um parecer consubstanciado do protocolo apresentado, permitindo ou não a execução da pesquisa, a qual também será acompanhada pelo comitê.
Considerando que esses procedimentos destinam-se a todas as pesquisas a serem realizadas
com seres humanos, é necessário que todos os cursos da Faculdade Dom Bosco apresentem
seus projetos de pesquisas ao CEP dessa instituição para a devida apreciação.
Casos omissos são resolvidos por esse mesmo comitê.
5.3 Papel do orientador e do orientando
Sobre a questão das orientações e do acompanhamento dos trabalhos de pesquisa, é importante esclarecer:
a)
todos os professores da Faculdade Dom Bosco são, a priori, potenciais orientadores, desde que
o trabalho a ser orientado tenha relação com sua área de formação;
b)
todo trabalho de pesquisa deve ter obrigatoriamente um professor orientador escolhido pelo
aluno e, em casos extremos, indicado pela coordenação do curso;
c)
o aluno tem por obrigação atender às solicitações de seu orientador, bem como freqüentar os
encontros preestabelecidos entre ambos;
d)
o orientador deve registrar todos os encontros com o orientando e quais as orientações fornecidas, em ficha própria (ANEXO 10), assinada por ambos. Após o término do trabalho, essa
ficha deve ser encaminhada ao Registro Acadêmico, para arquivamento na documentação do
aluno (logo, o trabalho é individual), pois se trata do registro de freqüência das orientações para
o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em forma de monografia;
e)
os encontros devem ser realizados no máximo quinzenalmente, sendo ideal, se possível, um
encontro semanal;
f)
é papel do orientador atender e exigir que se cumpram prazos, bem como acompanhar o protocolo do CEP referente ao projeto de pesquisa pelo qual está responsável;
g)
é função do orientador ler, sugerir, corrigir e acompanhar a produção do acadêmico, bem como
inibir ações inadequadas durante o processo de realização da pesquisa; também fica sob sua responsabilidade autorizar a defesa do trabalho para a banca examinadora ao término da pesquisa.
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REFERÊNCIAS
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. rev. São Paulo: Moderna,
2003. 439 p.
ARRUDA, Susana Margaret de; CHAGAS, Joseane. Glossário de biblioteconomia e ciências afins. Florianópolis: Cidade Futura, 2002. 229 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS — ABNT. NBR 6023: Informação e documentação:
referências — elaboração. Rio de Janeiro, 2002. 24 p.
. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento
escrito — apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 3 p.
. NBR 6034: informação e documentação: índice — apresentação. Rio de Janeiro, 2004. 8 p.
. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos — apresentação. Rio de
Janeiro, 2002. 7 p.
. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro,
2002. 6 p.
AZEVEDO, Israel Belo. O prazer da produção científica. São Paulo: UNESP, 1998.
BIANCHETTI, Lucídio (Org.); MACHADO, Ana Maria Netto (Org.). A bússola do escrever: desafios e estratégias na orientação de teses e dissertações. Florianópolis: Ed. UFSC; São Paulo: Cortez, 2002.
FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 6. ed. rev. e ampl.
Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2003. 230 p.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 175 p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA — IBGE. Normas de apresentação tabular. 3. ed.
Rio de Janeiro, 1993. 61 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo:
Atlas, 2001. 219 p.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 10. ed. São Paulo: M. Fontes, 2001. 412 p.
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ANEXO 1 — ESTRUTUR A DO TR ABALHO ACADÊMICO
CONTRACAPA
ANEXO(S)
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
APÊNDICES
GLOSSÁRIO
REFERÊNCIAS
CONSID. FINAIS
ANÁL. E DISCUSSÃO
METODOLOGIA
ELEMENTOS TEXTUAIS
REVISÃO LITERÁRIA
OBJET. DA PESQUISA
INTRODUÇÃO
SUMÁRIO
LISTAS
RESUMO/ESTRANG.
RESUMO/VERNÁCULA
EPÍGRAFE
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
AGRADECIMENTOS
DEDICATÓRIA
FOLHA DE APROVAÇÃO
FOLHA DE ROSTO
CAPA
ELEMENTOS OBRIGATÓRIOS
ELEMENTOS OPCIONAIS
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ANEXO 2 — MODELO DE CAPA
FACULDADE DOM BOSCO (OPCIONAL)
NOME DO AUTOR
TÍTULO DO TRABALHO
CURITIBA
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ANEXO 3 — MODELO DE FOLHA DE ROSTO
NOME DO AUTOR
(primeira linha)
TÍTULO DO TRABALHO
(décima terceira linha/espaçamento simples)
Trabalho de pesquisa apresentado
como requisito parcial para conclusão
do curso de
na Faculdade Dom Bosco.
Orientação: Profº.
CURITIBA
2006
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ANEXO 4 — MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO
Termo de aprovação
(primeira linha/espaçamento simples)
Nome do autor
(quinta linha/espaçamento simples)
TÍTULO DO TRABALHO (décima terceira linha)
Este trabalho foi apresentado em Curitiba, no dia, mês, ano, como requisito parcial
para a conclusão do curso de
, na Faculdade Dom Bosco, sendo aprovado pela seguinte banca examinadora:
Professor orientador:
Professor convidado:
Professor convidado:
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ANEXO 5 — MODELO DE RESUMO LÍNGUA VERNÁCULA
RESUMO
(primeira linha centralizado)
Não há parágrafos. Texto escrito de forma clara, em fonte Arial 10, espaço simples. Não pode
haver citações. Aqui a idéia é relatar sobre o que trata a pesquisa, onde se realizou, como e com
quem. Não aparecem resultados do trabalho. Não existe número mínimo de linhas, mas contém,
no máximo, de duzentas e cinqüenta a trezentas palavras, não devendo ultrapassar uma folha. Pulase uma linha para citar no máximo cinco palavras-chave do trabalho.
Palavras-chave: formatação, resumo, orientação de escrita.
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ANEXO 6 — MODELO DE RESUMO LÍNGUA ESTR ANGEIR A
RESUMO
(primeira linha centralizado)
Não há parágrafos. Texto escrito de forma clara, em fonte Arial 10, espaço simples. Não pode haver
citações. Aqui a idéia é relatar sobre o que trata a pesquisa, onde se realizou, como e com quem. Não
aparecem resultados do trabalho. Não existe número mínimo de linhas, mas contém, no máximo, duzentas e cinqüenta a trezentas palavras, não devendo ultrapassar uma folha. Pula-se uma linha para citar
no máximo cinco palavras-chave do trabalho. O objetivo é traduzir seu resumo escrito na língua vernácula para uma língua estrangeira — inglês, francês, espanhol, italiano. Procure verificar qual idioma possui
maior relevância em sua área de trabalho, que possa dar crédito científico neste tópico do texto.
Palavras-chave: formatação, resumo, orientação de escrita, tradução.
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ANEXO 7 — MODELO DE SUMÁRIO
SUMÁRIO
(primeira linha)
1
INTRODUÇÃO.......................................................................................................................................................................06
2
REVISÃO DE LITERATURA............................................................................................................................................08
2.1
Diagnóstico nutricional.........................................................................................................................................10
2.1.1 Análise foliar................................................................................................................................................ 15
2.1.1.1
Sintomas visíveis................................................................................................................ 18
2.1.2 Análise do solo..........................................................................................................................................23
2.2
Necessidades nutricionais dos eucaliptos..................................................................................................27
3
METODOLOGIA DA PESQUISA................................................................................................................................30
3.1
Análise dos dados.................................................................................................................................................... 31
CONSIDERAÇÕES FINAIS.........................................................................................................................................................38
REFERÊNCIA......................................................................................................................................................................................... 41
APÊNDICES...........................................................................................................................................................................................42
ANEXOS..................................................................................................................................................................................................43
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ANEXO 8 — MODELO DE CARTA DE APRESENTAÇÃO AO CEP
Ilmo. Senhor
Presidente do Comitê de Ética da Faculdade Dom Bosco
Curitiba, dd de mm de aaaa.
Conforme a Resolução do Conselho Nacional de Saúde 196/96, no que se refere à pesquisa
com seres humanos, apresento o projeto de pesquisa intitulado
, para ser avaliado por este comitê, sendo seu objetivo geral
, envolvendo população de
, a qual será submetida ao procedimento de
,
que terá como orientador responsável o Prof.
.
Comprometo-me em não colocar em risco os sujeitos envolvidos, preservando a moral, a
dignidade e a saúde física e mental da amostra utilizada na realização desta investigação.
Após o retorno deste comitê, serão feitas as correções necessárias, atendendo às exigências
legais e metodológicas para que tal pesquisa se efetive.
Atenciosamente.
Assinatura do aluno
Assinatura do orientador
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ANEXO 9 — MODELO DE FOLHA DE ROSTO CONEP
MINISTÉRIO DA SAÚDE — Conselho Nacional de Saúde — Comissão Nacional de Ética em Pesquisa — CONEP
FOLHA DE ROSTO PARA PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS
(versão outubro/99) Para preencher o documento, use as indicações da página 2.
1. Projeto de pesquisa:
2. Área do conhecimento (ver relação no verso)
3. Código:
4. Nível: (só áreas do conhecimento 4)
5. Área(s) temática(s) especial(is) (ver fluxograma no verso)
6. Código(s):
7. Fase: (só área temática 3)
I( )
II ( )
III ( ) IV ( )
8. Unitermos: (3 opções)
SUJEITOS DA PESQUISA
9. Número de sujeitos
10. Grupos especiais:
No Centro:
< 18 anos ( )
Portador de deficiência mental ( )
Relação de dependência (estudantes, militares, presidiários, etc.) ( )
Embrião/feto ( )
Outros ( )
Não se aplica ( )
Total:
PESQUISADOR RESPONSÁVEL
11. Nome:
12. Identidade:
13. CPF.:
19.Endereço (Rua, n.º ):
14. Nacionalidade:
15. Profissão:
20. CEP:
21. Cidade:
16. Maior titulação:
17. Cargo
23. Fone:
24. Fax
18. Instituição a que pertence:
22. U.F.:
25. E-mail:
Termo de compromisso: Declaro que conheço e cumprirei os requisitos da Res. CNS 196/96 e suas complementares. Comprometo-me a utilizar os
materiais e dados coletados exclusivamente para os fins previstos no protocolo e a publicar os resultados sejam eles favoráveis ou não. Aceito as responsabilidades pela condução científica do projeto acima.
Data:
/
/
Assinatura
INSTITUIÇÃO ONDE SERÁ REALIZADO
26. Nome:
29. Endereço (Rua, nº):
27. Unidade/Órgão:
15. Profissão:
28. Participação estrangeira: Sim ( ) Não ( )
35. Projeto Multicêntrico:
Sim ( )
Não ( )
Nacional ( )
30. CEP:
31. Cidade:
33. Fone:
34. Fax
32. U.F.:
Internacional ( )
(anexar a lista de todos os centros participantes no Brasil)
Termo de compromisso (do responsável pela instituição): Declaro que conheço e cumprirei os requisitos da Res. CNS 196/96 e suas complementares.
Como esta instituição tem condições para o desenvolvimento deste projeto, autorizo sua execução.
Nome:
Cargo:
Data:
/
/
Assinatura
PATROCINADOR
Não se aplica ( )
36. Nome:
39. Endereço (Rua, nº):
37. Responsável:
40. CEP:
41. Cidade:
38. Cargo/função:
43. Fone:
44. Fax
342. U.F.:
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA — CEP
45. Data de entrada:
/
46. Registro no CEP:
/
47. Conclusão: Aprovado ( )
/
/
48. Não-aprovado ( )
/
/
25
M A N U A L
D E
N O R M A S
|
D O M
B O S C O
ANEXO 10 — MODELO DE FICHA DE ENCONTROS COM O ORIENTADOR
Ficha de encontros com o orientador
Aluno:
Curso:
Período:
Data do início da orientação:
Tema:
Objetivo do trabalho:
Data do encontro
26
Atividade realizada
Data para o próximo
encontro
Atividade solicitada
Assinatura do
orientador
M A N U A L
D E
N O R M A S
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D O M
B O S C O
27
M A N U A L
D E
N O R M A S
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D O M
B O S C O
www.dombosco.com.br
FAC U L DA D E S C A M P U S M E R C Ê S
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FAC U L DA D E S C A M P U S M A RU M B Y
S E R I E DA D E | C O M P E T Ê N C I A | C O N S C I Ê N C I A | D E D I CAÇÃO
28
Av. Pres. Wenceslau Braz, 1046 —
Vila Guaíra — Curitiba — PR
Tel.: (41) 3213-5200
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