Revista Educação Agrícola Superior Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior- ABEAS - v.23, n.1,p.71-75, 2008 FLORESTAMENTOS COMPENSATÓRIOS PARA RETENÇÃO DE ÁGUA EM MICRO BACIAS José Sales Mariano da Rocha1, Cleonir Carpes Daltrozo2 1 Eng°. Florestal, Prof. Tit. Dr. e LD do Dep. de Engenharia Rural, UFSM, [email protected] 2 Advogada, Professora Assistente do Curso Max de Santa Maria – RS, [email protected] RESUMO A escassez de água pode ser um grave problema neste século. Mesmo no Rio Grande do Sul, onde as precipitações médias anuais são consideráveis, pode haver problemas de abastecimento. A presente metodologia (Florestamentos Compensatórios para Retenção de Água em Micro bacias) tem como objetivo principal a retenção de água em bacias hidrográficas, através da infiltração e diminuição das perdas por escoamento superficial. Aplicou-se esta metodologia na sub-bacia hidrográfica do Rio Soturno (RS). O teste de viabilidade foi feito comparando-se os resultados obtidos com a metodologia do Diagnóstico Físico-Conservacionista. O coeficiente de correlação de Pearson encontrado foi 0,833 comprovando a viabilidade do método testado. Palavras-chave: florestamento, micro bacias, infiltração de água, precipitação, retenção de água em micro bacias. INTRODUÇÃO bacia hidrográficas. DIAGNÓSTICO FÍSICO-CONSERVACIONISTA (DFC) O planejamento da ocupação da bacia hidrográfica é necessário em uma sociedade com usos crescentes da água. O Diagnóstico Físico-Conservacionista (DFC – método comparativo aqui utilizado) visa, contribuir para a utilização racional e sustentável dos recursos naturais renováveis através do estudo das características físicas da terra. A informação fornecida por este diagnóstico permite a formulação de medidas e o recolhimento de informação pertinente ao controle da erosão e de cheias, à prevenção contra secas, ao controle das atividades agrícolas e pecuárias e ao planejamento e localização espacial das ações de florestamento. A metodologia propos ta, F lo r es tamen tos Compensatórios para Retenção de Água em Micro bacia (FCRAM), com o mesmo objetivo do DFC, utiliza valores médios em termos de evaporação/evapotranspiração, infiltração, enfim, o destino da água em cada fase do ciclo hidrológico. Em vista do exposto, este trabalho teve como objetivo geral avaliar a perda de água em sub-bacias hidrográficas devido à ação antrópica e determinar o florestamento compensatório para repor estas perdas. CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA Localizada no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, a área abrange 98.464 ha, que corresponde a Sub-bacia Hidrográfica do Rio Soturno e está compreendida entre as coordenadas geográficas 29° 14' 07” e 29° 41' 19" de Latitude Sul e 53° 41' 24” e 53° 20' 17” de Longitude Oeste. Para o presente estudo esta sub-bacia foi subdividida em 13 micro A elaboração do Diagnóstico Físico-Conservacionista compreendeu a realização das seguintes etapas seqüenciais: - Trabalho preliminar de delimitação da sub-bacia e micro bacia hidrográficas; - Cálculo dos parâmetros de análise das micro bacias e avaliação do uso potencial da terra; - Avaliação da ocupação atual da terra; - Cálculo dos conflitos existentes entre a ocupação atual e potencial e cálculo da percentagem de deterioração; - Formulação de propostas de intervenção, com florestamentos e ações nas áreas agrícolas e pecuárias. FLORESTAMENTOS COMPENSATÓRIOS PARA RETENÇÃO DE ÁGUA EM MICRO BACIAS (FCRAM) Fundamentos da metodologia Esta metodologia foi elaborada baseando-se em pesquisas locais com dados referentes à precipitação média sobre a superfície da terra na sub-bacia considerada, porcentagem da precipitação que é retida na superfície, porcentagem evapotranspirada e evaporada; porcentagem do escoamento superficial, escoamento para rios, lagos, e pântanos; porcentagem que infiltra na superfície e infiltrações médias da precipitação de acordo com os usos da terra: floresta, campos/pastagens e agricultura. Para determinar os valores a partir dos quais se obteve os resultados, descreve-se parte da pesquisa a seguir a partir dos 72 percentuais correspondentes a cada destino da água dentro do ciclo hidrológico. O presente estudo teve sua base em Bloom (1970), Odum (1988), Bunting (1971), Grosvenor (1996) e Rocha (1991). Para o cálculo do volume de água perdido e das áreas a florestar para compensar esta perda, utilizou-se como área total o somatório das áreas de florestas, pastagens e agricultura, pois foram os parâmetros considerados nos cálculos de infiltração. O percentual de áreas sociais e açudes somaram apenas 0,3% da área total da sub-bacia, sendo desconsiderado no presente estudo. A Figura 2 demonstra o esquema, em plano de topo e perfil, do balanço hídrico na sub-bacia hidrográfica estudada. Cálculo do volume de água de precipitação perdido Para se chegar aos valores que correspondem aos volumes de água perdidos na sub-bacia (água da precipitação que deixa de infiltrar) é necessário considerar as infiltrações médias conseguidas para florestas, campos/pastagens e agricultura: - Florestas: 150 mm/h Campos/pastagens: 12 mm/h Agricultura: 6 mm/h Florestas + Campos/pastagens + Agricultura = 168 mm/h Pode-se converter estes valores em porcentagem: Florestas: 89,29% ==> (150 mm/h / 168 mm/h) x 100 Campos/pastagens: 7,15% ==> (12 mm/h / 168 mm/h) x 100 Agricultura: 3,56% ==> (6 mm/h / 168 mm/h) x 100 Considerando-se que 20,55% do total precipitado são destinados à infiltração (Bloom, 1970), tem-se: Florestas infiltram 18,35% que corresponde a 89,29% de 20,55%. Campos/pastagens infiltram 1,46% que corresponde a 7,15% de 20,55%. Agricultura infiltra 0,74% que corresponde a 3,56% de 20,55% Para determinar o volume de água de precipitação que é perdido (deixa de infiltrar e escoa e que faz parte dos 20,55% destinados à infiltração) é preciso que se determinem antecipadamente os seguintes parâmetros (valores em cada micro bacia): 1)Área de florestas, campos/pastagens e agricultura; Figura 2 – Plano de topo e perfil de uma sub-bacia hidrográfica mostrando o Ba lanço Hídrico. Onde: P = Precipitação E + ET =Evaporação + Evapotranspiração R = Água retida ES = Escoamento Superficial ERLP = Escoamento para Rios, Lagos e Pântanos I = Infiltração IF = Infiltração por florestas IA = Infiltração por áreas agrícolas IP = Infiltração por campos/pastagens ESB = Escoamento subterrâneo ESBE = Escoamento subterrâneo que entra na sub-bacia ESBS = Escoamento subterrâneo que sai da sub-bacia A1 = Armazenamento superficial A2 = Armazenamento subterrâneo A = A1 + A2 = Armazenamento de água na sub-bacia hidrográfica 2)Valores percentuais das infiltrações médias em cada uso da terra: floresta (89,29%), campos/pastagens (7,15%) e agricultura (3,56%); 3)Precipitação média anual na sub-bacia. A partir daí foram determinados: Volume médio de água recebido na micro bacia (m3/ano); Volume que evapora/evapotranspira (m3/ano); Volume retido na superfície terrestre (m3/ano). Deste volume retido na superfície terrestre, 55% (Odum, 1988) dos 20,55% (Bloom, 1970) - é destinado à infiltração, e com este valor percentual obteve-se o volume que deveria infiltrar. Após este procedimento, foram determinados os volumes de água perdidos em áreas de florestas, campos/pastagens e agricultura, de acordo com suas respectivas infiltrações médias e áreas ocupadas na micro bacia. Perda total e perda em excesso De posse dos valores de volume de água de precipitação perdidos nas áreas de florestas, campos/pastagens e agricultura em cada micro bacia em um ano, pôde-se determinar a perda total e a perda em excesso. Revista Educação Agrícola Superior - v.23, n.1,p.71-75, 2008 73 Onde: a) Perda total: Florestas: 10,71% (100% - 89,29%) do total que deveria infiltrar (20,55%). Campos/pastagens: 92,85% (100% - 7,15%) do total que deveria infiltrar (20,55%). Agricultura: 96,44% (100% - 3,56%) do total que deveria infiltrar (20,55%). A perda total para cada micro bacia foi obtida somando-se as perdas em florestas, campos/pastagens e agricultura. Como as florestas perdem apenas 10,71% da precipitação que deveria infiltrar e dentre os três usos da terra considerados é o que mais infiltra (89,29% da precipitação destinada à infiltração), esta perda foi considerada normal. b) Perda em excesso: X = volume de água infiltrado pelas florestas em 1 ha (m3/ano), obtido no procedimento anterior Y = perda em excesso de água (m3/ano) Somou-se à área obtida 10% do valor como reserva para compensar eventuais perdas no plantio e manutenção, sendo este o resultado final da área a florestar para reter a perda em excesso de água da precipitação. Os cálculos das perdas de água e áreas a florestar foram realizados para cada uma das 13 micro bacia pertencentes à Sub-bacia Hidrográfica do Rio Soturno. Após a obtenção destes valores individuais, procedeu-se à determinação dos valores para a sub-bacia como um todo. Comparação das metodologias (DFC e FCRAM) com respeito às áreas a florestar As perdas em excesso nas áreas de campos/pastagens e agricultura foram determinadas subtraindo-se o valor percentual da perda em áreas de florestas (10,71%: perda normal) das suas respectivas perdas percentuais totais, ou seja: Campos/pastagens: 92,85% - 10,71% = 82,14% (perda em excesso). Agricultura: 96,44% - 10,71% = 85,73% (perda em excesso). Para determinar a perda em excesso em cada micro bacia, somaram-se as perdas em excesso das áreas de campos/pastagens e agricultura .Área a florestar para compensar a perda em excesso Na determinação da área de florestas a ser implantada que retenha a água perdida em excesso na sub-bacia (infiltração) é preciso que se obtenha: 1º) Número de horas contínuas de precipitação infiltrada pelas florestas em um ano (h/ano): dividiu-se a precipitação média anual (em mm) pela infiltração média em áreas de florestas (em mm/h). Assim: N.º horas contínuas precip./ano = precipitação (mm/ano) infiltração (mm/h) 2º) Volume de água de precipitação infiltrado pelas florestas por hora em um hectare (m3/ha/h): 150 mm/h = 0,15 m/h (precipitação média infiltrada em uma hora pelas florestas). 1 hectare possui 10.000 m2 10.000 m2 x 0,15 m/h = 1.500 m3/h em 1 ha 3º) Volume de água de precipitação infiltrado pelas florestas por hectare em um ano (m3/ha/ano): multiplicou-se o valor obtido no procedimento anterior pelo número de horas contínuas de precipitação por ano, obtido no primeiro passo. 1.500 m3/hora/ha x nº. horas contínuas precipitação/ano = infiltração pelas florestas 4º) Área a florestar: realizados os procedimentos anteriores, a área a florestar para compensar a perda em excesso de água foi conseguida através de uma regra de três simples: Para determinar a viabilidade do método, compararam-se os resultados das áreas a florestar com o DFC. A análise de regressão mostrou que os valores se ajustaram em uma reta e permaneceram dentro do intervalo de confiança. Correlação linear de Pearson O coeficiente de correlação de Pearson (Rp) possibilitou qualificar as inter-relações para que as conclusões tivessem embasamento estatístico. Este coeficiente mediu a intensidade e o sentido (positivo ou negativo) da associação entre duas variáveis: X e Y. O resultado levou em consideração um erro de 1%. RESULTADOS A Sub-bacia Hidrográfica do Rio Soturno foi dividida em treze micro bacia, com áreas que variam de 11.836,68 ha (micro bacia 9) a 5.102,09 ha (micro bacia 5). O Quadro 1 mostra o uso potencial das micro bacias (A – Terras propícias à agricultura; B – Terras propícias às pastagens; C – Terras propícias às pastagens e, ou florestamentos e D - Terras apropriadas aos florestamentos). Comparação de área a florestar e área de florestas (a florestar + existente) entre os métodos: Diagnóstico FísicoConservacionista (DFC) e Florestamentos Compensatórios para Retenção de Água em Micro bacias (FCRAM) Esta comparação foi feita apenas para valores referentes à área a florestar e área de florestas (a florestar + existente) por serem estes resultados comuns entre os dois métodos. Área a florestar Analisando o Quadro 3 percebe-se que, as duas micro bacias com menor percentual de área a florestar definidas pelo DFC (micro bacia 7 e 13) são também as duas com menor percentual de área a florestar definidas pelo FCRAM (micro bacia 7: DFC = 0%; FCRAM = 8,59% e micro bacia 13: DFC = 0%, FCRAM = 8,38%). Se 1 ha infiltra X m3/ano Quantos ha infiltrarão Y m3/ano Revista Educação Agrícola Superior - v.23, n.1,p.71-75, 2008 74 Quadro 1 - Utilização potencial da terra por micro bacia, em função da classe de uso potencial. Micro bacia n.º 1 2 3 4 5 7 8 9 11 6 10 12 13 Sub-bacia Classe de Uso Potencial A A A A B B C C C D D D D - Utilização da terra (áreas em ha) Agricultura Pastagens Pastagens + Florestas Florestas 1735,40 1725,92 1301,89 1901,31 1274,65 4938,69 5223,72 5902,94 4727,83 3424,33 2642,39 3637,91 2627,89 41064,87 5206,19 5177,77 3905,68 5703,94 3823,94 4938,69 5223,72 5902,94 4727,83 19993,58 8762,63 15854,49 Volumes de água perdidos em excesso e área a florestar por micro bacia (Quadro 2) Quadro 2 - Volumes de água perdidos em excesso e área a florestar por micro bacia. Micro bacia n.? 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Sub-bacia Volume que deveria infiltrar (m3/ano) 25.106.306,54 24.969.265,99 18.834.739,18 27.506.668,20 18.440.544,14 24.770.233,49 35.724.507,98 37.786.300,99 42.699.506,78 19.113.956,14 34.199.194,92 26.315.149,61 19.009.105,10 354.475.479,10 Volume perdido em excesso m3/ano 17.758.353,280 20.049.328,200 14.500.660,060 20.466.858,450 14.145.468,020 11.367.952,480 13.592.900,470 17.289.980,620 23.614.831,850 8.432.333,110 21.894.019,150 12.059.341,900 7.125.675,238 202.297.702,80 Área a florestar % 70,73 80,30 76,99 74,41 76,71 45,89 38,05 45,76 55,30 44,12 64,02 45,83 37,49 58,12 ha 1110,208 1253,439 906,543 1279,540 884,345 710,699 849,790 1080,930 1476,340 527,170 1368,760 753,920 445,480 12.647,164 % 15,74 18,13 17,37 16,78 17,33 10,16 8,59 10,31 12,47 9,97 14,46 10,36 8,38 13,08 Quadro 3 - Comparação entre áreas a florestar definidas pelo DFC e pelo FCRAM por micro bacia. Micro bacia 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Sub-bacia Área a florestar DFC ha % 617,93 1346,67 966,21 973,52 798,31 305,24 0,00 408,03 1933,61 130,09 2434,68 369,97 0,00 10.284,26 8,76 19,48 18,51 12,76 15,65 4,36 0,00 3,89 16,34 2,46 25,72 5,08 0,00 10,23 Área a florestar FCRAM ha % 1110,208 1253,439 906,543 1279,540 884,345 710,899 849,790 1080,930 1476,340 527,170 1368,760 753,920 445,480 12.647,164 Revista Educação Agrícola Superior - v.23, n.1,p.71-75, 2008 15,74 18,13 17,37 16,78 17,33 10,16 8,59 10,31 12,47 9,97 14,46 10,36 8,38 13,08 75 Área de florestas (a florestar + existente - Quadro 4) Quadro 4 – Comparação entre as áreas de florestas (a florestar + existente) definidas pelo DFC e pelo FCRAM por micro bacia. Micro bacia n.º Área total (ha) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Sub-bacia 7051,34 6911,87 5218,92 7627,15 5102,09 6996,63 9887,08 10.483,43 11.836,68 5286,20 9467,20 7279,63 5315,85 98.464,07 Área a florestar + existente DFC Há % 1735,40 24,61 1725,92 24,97 1301,89 24,94 1901,31 24,93 1274,65 24,98 3424,33 48,94 5409,55 54,71 5223,72 49,83 5902,94 49,87 2642,39 49,98 4727,83 49,94 3637,91 49,97 2929,15 55,10 41.836,99 40,98 Análise estatística dos valores comparados A correlação de Pearson foi desenvolvida para testar a viabilidade do método FCRAM em relação ao DFC. O coeficiente de correlação de Pearson mostrou haver uma correlação positiva estatisticamente (reta crescente) entre os dois métodos avaliados. O valor encontrado foi 0,833. Pode-se considerar que existe uma correlação forte entre DFC e FCRAM, já que quanto mais próximo de 1 (ou de -1) for o valor encontrado, mais forte é a correlação. CONCLUSÕES O método FCRAM, para determinar florestamentos compensatórios em micro bacia é perfeitamente viável, cuja eficiência foi comprovada pelo coeficiente de correlação de Pearson e pela viabilidade demons-trada em a análise de regressão (software SPSS 7.5 for Windows). As áreas a florestar, para compensar a perda de águas na sub-bacia hidrográfica, somadas às florestas existentes, são praticamente as mesmas nos dois métodos considerados (Quadro 4). Este método revelou-se rápido, de fácil aplicação e mais rigoroso que o método comparado (DFC), apresentando maior cobertura florestal. Em maior ou menor intensidade, verificou-se a perda de água em todas as micro bacias (Quadro 2), com destaque para a micro bacia 9 que perde o maior volume de água (55,30%), em torno de 24 milhões de m3 de água por ano, do volume que deveria infiltrar e para a micro bacia 2 que perde o maior percentual em função de sua área (80,30%) Área a florestar + existente FCRAM ha % 2227,678 1632,689 1242,223 2207,330 1360,685 3829,789 6259,340 5896,620 5445,670 3039,470 3661,910 4021,860 3374,630 44.199,894 31,59 23,62 23,80 28,94 26,67 54,74 63,31 56,25 46,01 57,49 38,68 55,25 63,48 43,83 REFERÊNCIAS BLOOM, A. L. Superfície da terra. São Paulo : Edgard Blücher, 1970. 184 p. BRENA, D. A. & LONGHI, S. J. Inventário florestal da região da quarta colônia de imigração italiana do Rio Grande do Sul. Santa Maria : PRODESUS-PED-PNMA, 1998. 213 p. BUNTING, B. T. Geografia do solo. Rio de Janeiro : Zahar, 1971. 259 p. GROSVENOR, G. M. Atlas of the world. 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AGRADECIMENTOS O presente trabalho foi elaborado e apoiado pelo Centro Internacional de Projetos Ambientais (CIPAM) do Centro de Ciências Rurais do Departamento de Engenharia Rural da Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Educação Agrícola Superior - v.23, n.1,p.71-75, 2008