FÍSICA 2 LIVRO 3 Resoluções das atividades Sumário Capítulo 8 – Potência elétrica e energia .....................................................................................................................................................................................................1 Capítulo 9 – Resistores elétricos – Primeira e segunda leis de Ohm .........................................................................................................................................................2 Capítulo 10 – Associação de resistores – Associação em série e em paralelo ..........................................................................................................................................3 Capítulo 11 – Associação de resistores – Associação mista .......................................................................................................................................................................5 Capítulo 8 Potência elétrica e energia Atividades para sala 01 D Como o tempo gasto para o disco dar as 10 voltas é a metade do tempo utilizado quando as lâmpadas estavam ligadas, tem-se que a potência será o dobro da potência das lâmpadas. 03 D Deine-se potência elétrica a razão entre a energia elétrica transformada e o intervalo de tempo dessa transformação. Logo, quando se airma que um motor possui uma potência elétrica de 600 W, é porque ele converte ou transforma 600 J de energia elétrica em energia mecânica a cada segundo de funcionamento. 04 C Seu brilho será normal, pois: PT = 2 · PL ⇒ PT = 2 · 160 ⇒ PT = 320 W i= 02 B I. i = P 7700 W ⇒i= ⇒ i = 35 A U 220 V II. i = P 3300 W ⇒i= ⇒ i = 15 A U 220 V 05 E Devido à substituição do chuveiro elétrico, a corrente saltou de 15 A para 35 A, sendo necessário um disjuntor de 40 A para suportar o funcionamento do circuito. I. E = P · ∆t ⇒ E = EAR + ECH + EF + EG + EL E = 19,2 kWh II. Etotal = 19,2 kWh · 30 dias Etotal = 576 kWh · R$ 0,40 Etotal = R$ 230,40 03 D E = P · ∆t ⇒ E = i · U · ∆t ⇒ E = 60 A · 12 V · 2 s E = 1 440 J 04 D P= P 60 W ⇒i= ⇒ i = 0, 5 A = 500 mA U 120 V 3, 6 Wh E ⇒ P= ⇒ P = 324 W 40 s ∆t 3600 05 C E = P · ∆t ⇒ E = 4 400 W · 15 h ⇒ E = 06 E Determinando a potência elétrica correspondente ao raio: P = U ⋅ i = 2,5 ⋅ 107 V ⋅ 2 ⋅ 105 A = 5,0 ⋅ 1012 W Calculando, agora, a energia liberada pela descarga elétrica: E = P ⋅ ∆t = 5,0 ⋅ 1012 W ⋅ 1,0 ⋅ 10–3 s = 5,0 ⋅ 109 J 66000 Wh ⇒ E = 66 kWh 1000 07 C Consumo diário em virtude do chuveiro elétrico: 1 Edia = P ⋅ ∆t = (2400 W ) ⋅ 4 ⋅ h = 1600 Wh = 1, 6 kWh 6 Atividades propostas Consumo durante 30 dias: 01 B Emensal = 30 ⋅ Edia = 30 ⋅ 1, 6 kWh = 48 kWh P = i · U ⇒ P = 0,5 A · 220 V ⇒ P = 110 W Ganho mensal, sabendo que o kWh vale R$ 0,30: 02 E Ligadas à mesma d.d.p. de 127 V, as lâmpadas produzem a mesma luminosidade, mas a lâmpada luorescente dissipa uma menor potência. Gmensal = 48 ⋅ 0,30 = 14,4 Logo, o custo mensal em virtude do chuveiro elétrico vale R$ 14,40. 2a Série – Ensino Médio 1 FÍSICA 2 LIVRO 3 08 B 02 E U2 , tem-se: R (220 )2 (110 )2 U2 U'2 P = P' ⇒ = ⇒ = R R' R R' Sendo P = A energia utilizada e medida foi de 299 kWh; o valor a ser pago é dado por: R$ 0,44 · 299 = R$ 131,56. 09 C 2 R 110 ⋅ R ⇒ R' = R' = 220 4 De acordo com os dados do problema, tem-se: EF = 60 lm/W I = 10 ⋅ 15 ⋅ 100 = 15 000 lm U , tem-se: R 220 I. i = R n lâmpadas luorescentes de xW: II. i' = Se i = EI = 15 lm/W 10 lâmpadas incandescentes de 100 W: 110 110 440 ⇒ i' = ⇒ i' = R R' R 4 i' = 2i I = n ⋅ 60x = 15 000 lm ⇒ n ⋅ x = 250 W Gasto mensal das lâmpadas incandescentes: p = 10 ⋅ 100 = 1000 W = 1 kW GI = 0,20 ⋅ p ⋅ ∆t, em que: ∆t = 6 ⋅ 30 = 180 h GI = 0,20 ⋅ 1 ⋅ 180 ⇒ GI = 36, 00 03 B Gasto mensal das lâmpadas luorescentes: GF = 0,20 ⋅ 0,25 ⋅ 180 ⇒ GF = 9,00 12100 (110 )2 U22 ⇒ P2 = ⇒ P2 = 4 840 4 840 R2 6 6 P2 = 15 W Economia: GI – GF = R$ 27,00 II. P2 = 10 A O gráico mostra que a potência assume uma sucessão de valores constantes, cada um deles correspondendo a um dos vários intervalos de tempo iguais, ∆t = 2 h. Assim, a energia consumida em cada intervalo ∆t é calculada como o produto de ∆t pela respectiva potência. Ou seja, no intervalo de tempo ∆ti, a energia consumida é Ei = Pi ⋅ ∆ti. Portanto, a energia total consumida ao longo do dia, entre 6 h e 18 h, é a soma dos diversos termos Ei. Observação: O valor da energia total consumida corresponde ao valor da “área” sob a curva potência × tempo. Quando a d.d.p. diminui, há uma redução na potência dissipada. 04 A Da Segunda Lei de Ohm, tem-se: L R ⋅ A 3, 0 ⋅ 10 −2 Ω ⋅ 2, 0 ⋅ 10 −6 cm2 R = ρ⋅ ⇒ρ = = A L 2, 0 ⋅ 10 2 cm ρ = 1, 2 ⋅ 10 −8 Ω ⋅ m 05 C Etotal= (0,2 · 2) + (0,6 · 2) + (0,4 · 2) + (0,8 · 2) + (0,2 · 2) + (0,6 · 2) = 5,6 kWh Capítulo 9 Resistores elétricos – Primeira e segunda leis de Ohm Atividades para sala 01 a) A resistência elétrica é numericamente igual à inclinação ou coeiciente angular do gráico, logo tem-se, para qualquer par de pontos: U 10 20 30 = = = i 0,10 0, 20 0, 30 R = 100 Ω R= Do enunciado do problema e dos dados da tabela, conclui-se que: os condutores estão submetidos a uma mesma tensão elétrica; a energia por unidade de tempo é potência. A equação que relaciona potência com tensão e resistênU2 . cia é a P = R Conforme essa equação anterior, o condutor que dissipa maior potência é aquele que apresenta menor resistência elétrica, ou seja, o condutor A: L . RA = ρ ⋅ 3A Atividades propostas b) Para uma intensidade de corrente elétrica de 0,40 A, tem-se: U=R·i U = 100 · 0,40 U = 40 V 2 48400 U12 (220 )2 ⇒ R1 = ⇒ R1 = 60 60 R1 4 840 R1 = Ω e R1 = R2 6 I. P1 = 01 A I. (V) Observe que o gráico que envolve a tensão elétrica e a intensidade da corrente elétrica é uma reta. Logo, até 100 V o resistor tem um comportamento ôhmico. 2a Série – Ensino Médio FÍSICA 2 LIVRO 3 II. (F) Para o resistor R1, tem-se: R1 = U1 20 = = 50 Ω i1 0, 4 Por outro lado, para o resistor R2, tem-se: R2 = U2 40 = = 100 Ω 0, 4 i2 III.(V) Aplicando 80 V no resistor R2, tem-se: 07 B 80 V U i= = = 0, 8 A R2 100 Ω 02 E Aplicando uma d.d.p. de 100 V no resistor mencionado, tem-se: U 100 V i= = =5A R 20 Ω Determinando a potência dissipada no resistor de 20 Ω: P = R ⋅ i2 ⇒ P = 20 ⋅ 52 = 20 ⋅ 25 ⇒ P = 500 W Pode-se desprezar a resistência elétrica dos ios condutores e dos elementos metálicos da tomada da lâmpada, de maneira que a maior resistência elétrica do circuito se encontra em seu ilamento de tungstênio, em virtude da baixa espessura deste e de seu grande comprimento. 04 A 6V U = = 15 ⋅ 10 −6 A R 400 ⋅ 10 3 Ω i0 = 15 µA I. i0 = 1o resistor: U *i = R U2 * *P = R LAl = 3 m LPb = 1 m rAl = 2 · 10–2 m rPb = 10–2 m L 1 PPb Pb 8 PAl RPb APb π ⋅ (10 −2 )2 = = = 3 R Al P L Al P ⋅ Al Al −2 2 π ⋅ (2 ⋅ 10 ) A Al L 10 3 ⇒ R = 2,1⋅ 10 −2 ⋅ A 70 R = 0, 3 Ω II. R = ρ ⋅ III. Como foi pedido a variação da intensidade decorrente, tem-se: ∆i = iF − i0 ∆i = 20 µA − 15 µA ∆i = 5 µA 06 E PPb = 8 PAl I. Atotal = 7 · 10 mm2 = 70 mm2 iF = 20 µA U 20 ⇒R = ⇒ R = 2, 0 Ω i 10 ( 4 V )2 U2 ⇒P = ⇒P = 8 W II. P = R 2Ω A resistência aumenta com o aumento da temperatura. Maior valor de R, menor valor da intensidade de corrente elétrica i. 10 E U 6V = = 20 ⋅ 10 −6 A R 300 ⋅ 10 3 Ω I. R = 08 E 8 PAl ⋅ 1 π ⋅ 4 ⋅ 10 −4 32 ⋅ = PAl ⋅ 3 3 π ⋅ 10 −4 Dos dados do problema, tem-se: 05 B De acordo com a Segunda Lei de Ohm, a resistência elétrica de um io é diretamente proporcional ao comprimento deste. Logo, ao reduzir o comprimento do condutor pela metade, processo semelhante ocorrerá com a sua resistência elétrica. 09 B 03 A II. iF = 2o resistor: 3U U * i' = ⇒ i' = ⇒ i' = i 3R R 9U (3 U)2 * * P' = ⇒ P' = 3R 3R 3U ⇒ P' = 3 P P' = R Associação de resistores – Capítulo 10 Associação em série e em paralelo Atividades para sala 01 a) Como os resistores estão em série, tem-se: RE = R1 + R2 = 10 Ω + 20 Ω RE = 30 Ω b) A intensidade de corrente que percorre cada resistor é a mesma, logo: i= U 60 V = ⇒i = 2 A RE 30 Ω c) Aplicando a Primeira Lei de Ohm em cada resistor, tem-se: U1 = R1 ⋅ i = 10 ⋅ 2 ⇒ U1 = 20 V U2 = R2 ⋅ i = 20 ⋅ 2 ⇒ U2 = 40 V 2a Série – Ensino Médio 3 FÍSICA 2 LIVRO 3 02 I. C Aplicando a Primeira Lei de Ohm, no resistor R1, para se determinar a corrente elétrica que passa pelo circuito: Atividades propostas 01 a) Como os três resistores estão em série, tem-se: 12 U i= 1 = = 0, 4 A R1 30 RE = RAB + RBC + RCD = 10 Ω + 20 Ω + 30 Ω Como se sabe o valor da intensidade de corrente que passa pelos outros resistores e a d.d.p. em cada um deles, é possível determiná-los: 20 U2 = = 50 Ω 0, 4 i 8, 0 U R3 = 3 = = 20 Ω 0, 4 i RE = 60 Ω b) Determinando a intensidade de corrente na associação em série: i= R2 = c) Aplicando a Primeira Lei de Ohm em cada resistor, tem-se: UAB = RAB ⋅ i = 10 ⋅ 1 ⇒ UAB = 10 V UT = RE ⋅ i = 100 ⋅ 0,4 UBC = RBC ⋅ i = 20 ⋅ 1 ⇒ UBC = 20 V UT = 40 V II. D Obtendo a resistência equivalente do circuito em série: RE = R1 + R2 + R3 = 30 Ω + 50 Ω + 20 Ω 03 Como os resistores estão em paralelo, tem-se: 1 1 1 1 1 1 1 1 + 5 + 4 10 1 = + + = + + = = = 20 20 2 RE R1 R2 R3 20 4 5 RE = 2 Ω U1 = R1 ⋅ i1 = 4,0 ⋅ 2,0 = 8,0 V Como os dois resistores estão em paralelo, eles estão submetidos à mesma d.d.p. Por outro lado, a intensidade de corrente elétrica que passa por R2 vale 4,0 ampères. Logo: U2 8, 0 = = 2, 0 Ω i2 4, 0 UT 6, 0 = = 60 Ω 0 ,1 i Como se trata de resistores em série, tem-se: RT = R + 20 Ω ⇒ R = RT – 20 = 60 – 20 Em um circuito de resistores em série, aquele que apresenta maior queda de potencial elétrico é o de maior resistência elétrica, ou seja, dentre as alternativas, aquela que apresenta maior valor de resistência é a que corresponde à região entre os pontos C e E (resistência equivalente a 7 R). 04 B Como, em uma associação, a d.d.p. total se divide entre todos os elementos resistivos, tem-se: 05 C Note que todos os resistores estão em série. Desse modo, determine a corrente elétrica que percorre o circuito: U U = = RE R1 + R2 + R3 + R 4 + R 5 RE = i = 0, 009 A = 9 ⋅ 10 −3 A Aplicando a Primeira Lei de Ohm em cada resistor, tem-se: U1 = R1 ⋅ i = 104 · 9 · 10–3 ⇒ U1 = 90 V U2 = R2 ⋅ i = 103 · 9 · 10–3 ⇒ U2 = 9 V U3 = R3 ⋅ i = 102 · 9 · 10–3 ⇒ U3 = 9 · 10–1 = 0,9 V U4 = R4 ⋅ i = 101 · 9 · 10–3 ⇒ U4 = 9 · 10–2 V = 0,09 V U5 = R5 ⋅ i = 1 · 9 · 10 ⇒ U5 = 9 · 10 V = 0,009 V –3 UT = n ⋅ Ulâmpada ⇒ n = UT Ulâmpada = 220 = 44 lâmpadas 5 05 a) Como os resistores estão em paralelo, tem-se: 100 100 = 4 3 2 1 10 + 10 + 10 + 10 + 1 11111 4 RT = 03 C Determinando a d.d.p. no resistor R1: = 02 C R = 40 Ω 04 D i= UCD = RCD ⋅ i = 30 ⋅ 1 ⇒ UCD = 30 V Determinando a resistência total do circuito em série, pela Primeira Lei de Ohm: RE = 100 Ω R2 = UT 60 = = 1A RE 60 –3 5 ⋅ 20 100 R1 ⋅ R2 = = ⇒ RE = 4 Ω 5 + 20 25 R1 + R2 b) Cada resistor está submetido a uma d.d.p. de 100 V. Logo, tem-se: U 100 i1 = = ⇒ i1 = 20 A 5 R1 U 100 i2 = = ⇒ i2 = 5 A 20 R2 c) Como há um circuito em paralelo, tem-se: i = i1 + i2 = 20 + 5 ⇒ i = 25 A 2a Série – Ensino Médio FÍSICA 2 LIVRO 3 06 a) A partir do resistor R2, é possível determinar a d.d.p. que é comum aos três resistores em paralelo. Logo: U = U2 = R2 ⋅ i2 = 15 ⋅ 10 = 150 V Note que a corrente elétrica que passa por R3 vale 25 A. Logo, tem-se: R3 = U 150 = ⇒ R3 = 6 Ω 25 i3 09 C A resistência equivalente (RE) é dada por: 1 1 1 1 R = + + ⇒ RE = R R RE R 7 2 4 Como a tensão é constante R · i = RE ⋅ i. Logo: R ⋅i = R i ⇒ i = 7i 7 b) Para o resistor R1, tem-se: i1 = 10 A U 150 = ⇒ i1 = 15 A R1 10 c) Como a tensão elétrica da associação em paralelo vale 150 V e a corrente elétrica total é a soma de todas as intensidades, tem-se: Identiicando os pontos que possuem o mesmo potencial elétrico e redesenhando o circuito, tem-se: B R U U 150 RE = = = =3Ω iT i1 + i2 + i3 15 + 10 + 25 ⇒ A 07 C B Determinando a d.d.p. aplicada no primeiro resistor (de 100 kΩ): U1 = R1 ⋅ i1 = 100 · 103 · 10 · 10–3 i B R A R R R R R 4 ⇒ B R R A B B A V A R i 4 4V i= R V= U1 = 1 000 V Como os resistores estão em paralelo, o segundo resistor também está submetido a uma d.d.p. de 1 000 V. A intensidade de corrente elétrica que passa por este é dada por: Associação de resistores – Capítulo 11 Associação mista i2 = iT – ii = 30 mA – 10 mA = 20 mA Logo, aplicando a Primeira Lei de Ohm para o segundo resistor, tem-se: Atividades para sala 01 B 1 000 U = = 50 ⋅ 10 3 Ω i2 20 ⋅ 10 −3 R2 = 50 kΩ R2 = Veja a igura. X 08 E U2 (12)2 ⇒ RL = ⇒ RL = 24 Ω I. RL = 6 P Y R6 R1 R2 R4 R8 12 V R Re = 24 R R ⋅ RL ⇒ Re = 24 + R R + RL 24R 12 U ⇒ = ⇒ 24R = 4(24 + R ) 24 + R 3 i 20R = 96 ⇒ R = 4, 8 Ω II. R = A A B R3 R7 R5 R9 RL = 24 Ω Os seguintes conjuntos de resistores estão associados em série: I. R1, R2 e R3 II. R4 e R5 III. R8 e R9 Pode-se obter o valor da resistência equivalente no primeiro conjunto somando algebricamente o valor de cada resistor desse conjunto. 2a Série – Ensino Médio 5 FÍSICA 2 LIVRO 3 Logo, em I, tem-se: RSI = R1 + R2 + R3 ⇒ RSI = 10 + 10 + 10 ⇒ RSI = 30 Ω Simpliica-se o esquema conforme a igura: Y X O mesmo procedimento pode ser adotado nos outros dois conjuntos. Logo: R SI Em II: RSII = R 4 + R 5 ⇒ RSII = 10 + 10 ⇒ RSII = 20 Ω Em III: RSIII = R8 + R 9 ⇒ R SIII = 10 + 10 ⇒ R SIII = 20 Ω Pode-se, então, simpliicar o esquema conforme a igura a seguir. R SI Y X IV Os resistores RSI e RSIV estão associados em paralelo. Pode-se obter a resistência equivalente Rp de toda a associação a partir da expressão 1 = 1 + 1 . Logo: Rp RS1 RSIV 1 1 1 1 2 30 = + ⇒ = ⇒ Rp = ⇒ Rp = 15 Ω Rp 30 30 Rp 30 2 R7 R6 RS R SII 02 D i1 R SIII A B R3 i C Desse modo, veriica-se que os resistores RSII e RSIII estão associados em paralelo. Obtém-se a resistência RPI , equivalente à associação dos resistores RSII e RSIII, a partir da expressão: UAC i2 1 1 1 = + ⇒ RPI RSII RSIII R 2=30 Ω UCB + 1 1 1 1 2 = + ⇒ = ⇒ RPI 20 20 RPI 20 ⇒ RPI = R1=15 Ω 12 V I. P = R1 · i12 ⇒ 0,6 W = 15 Ω · i12 ⇒ i12 = 0,04 A2 ⇒ i1 = 0,2 A II. UCB = R1 · i1 ⇒ UCB = 15 Ω · 0,2 A ⇒ UCB = 3,0 V 20 = RPI = 10 Ω 2 III. UAB = UAC + UCB ⇒ 12 V = UAC + 3,0 V ⇒ UAC = 9,0 V Simpliica-se ainda mais o esquema, conforme a igura a seguir. IV. Como a d.d.p. nos resistores R1 e R2 é igual, e R2 é o dobro de R1, é possível afirmar que a i2 será metade de R SI X i1, portanto i2 = 0,1 A. Y V. i = i1 + i2 ⇒ i = 0,2 A + 0,1 A ⇒ i = 0,3 A VI. R3 = R6 R7 UAC 9, 0 V ⇒ R3 = ⇒ R3 = 30 V i 0, 3 A 03 C Antes, o circuito era em série. Após a ligação da chave, passou a ser uma associação mista. idepois S E RP I É possível notar que os resistores R6, R7 e RPI estão associados em série. Para obter a resistência RSIV equivalente à associação dos resistores R6, R7 e RPI : R1 R2 R3 RSIV = R 6 + R 7 + RPI ⇒ RSIV = 10 + 10 + 10 ⇒ ⇒ RSIV = 30 Ω 6 iantes 2a Série – Ensino Médio FÍSICA 2 LIVRO 3 Os resistores do lado direito, de valores 7,0 Ω, 5,0 Ω e 9,0 Ω encontram-se em curto-circuito, ou seja, não passa intensidade de corrente elétrica por eles. Logo: Sempre que se liga uma resistência em paralelo, a resistência equivalente é menor (somam-se os inversos). Assim, R1 < R3 . R2 Se a resistência diminui, a corrente total aumenta: U i = . iantes < idepois . Porém, a corrente total se divide entre R R1 e R2 . Logo, a corrente em R2 diminui, porque foi dividida devido ao fato de a voltagem em R2 diminuir, como mostrado a seguir. 8,0 Ω A 3,0 Ω C 3,0 Ω D≡B B 4,0 Ω R1 // R2 < R2 ⇒ 2 antes C 4,0 Ω 4,0 Ω A resistência R3 permanece inalterada. Por outro lado, no circuito em série, a voltagem se distribui pelos aparelhos. R A resistência equivalente 1 é menor que R2. R2 Logo, ica com menos voltagem (U = R · i). VR 8,0 Ω A A 2Ω > VR2 depois B 3Ω Req = 5 Ω b) Aplicando-se uma d.d.p. de 200 V entre A e B, tem-se: itotal = R3 200 V ⇒ itotal = 20 A 5, 0 Ω Observe que pelo resistor de 3,0 Ω passa uma intensidade de 20 A. Determinando a d.d.p. entre os pontos A e C: 04 a) Note que o resistor de 5,0 Ω está em curto-circuito; logo, a resistência equivalente dependerá apenas dos três resistores em paralelo: 6,0 Ω B A B 4,0 Ω R AB = Para os resistores que se encontram entre A e C, tem-se: Resistor de 4,0 Ω: 20 U i4 ,0 Ω = AC = ⇒ i4 ,0 Ω = 5 A 4 R 4 ,0 Ω 6Ω 4,0 Ω A UAC = R AC ⋅ itotal = 2, 0 ⋅ 20 ⇒ UAC = 20 V Resistor de 8,0 Ω: 2Ω 6 ⋅ 2 12 = ⇒ R AB = 1, 5 Ω 6+2 8 i8 ,0 Ω = Resistores em série de 5,0 Ω e 3,0 Ω: b) Exceto o resistor de 5,0 Ω, todos os outros estão submetidos a uma d.d.p. de 30 V, cada um. Logo: Com o resistor de 4,0 Ω: i= i5 ,0 Ω ; i3 ,0 Ω = 30 V ⇒ i = 7, 5 A 4, 0 Ω 30 V ⇒i= 5 A 6, 0 Ω 01 E i1 = 2 A 05 a) Colocando alguns pontos no circuito, tem-se: 8,0 Ω i=4A 7,0 Ω 5,0 Ω 5,0 Ω 3,0 Ω A C 3,0 Ω 20 20 = ⇒ i5 ,0 Ω ; i3 ,0 Ω = 2, 5 A 5 + 3 8, 0 Atividades propostas No resistor de 6,0 Ω: i= 20 UAC = ⇒ i8 ,0 Ω = 2, 5 A R8 ,0 Ω 8, 0 4A C Curto-circuito D≡B 12 Ω 6Ω B 3Ω 4,0 Ω D 6Ω i2 9,0 Ω R U 2a Série – Ensino Médio 7 FÍSICA 2 LIVRO 3 I. i = i1 + i2 ⇒ i2 = i – i1 ⇒ i2 = 4 A – 2 A ⇒ i2 = 2 A Com isso, R = 9 Ω II. RE(CD) = 6 Ω + 6 Ω + 6 Ω ⇒ RE(CD) = 18 Ω UCD = RE(CD)* i ⇒ UCD = 18 Ω · 4 A UCD = 72 V -se considerar apenas os outros dois resistores de 1 Ω em série (originam 2 Ω), já que os dois últimos estão em curto-circuito. Logo, RE= 1 Ω+ 0,5 Ω + 2 Ω = 3,5 Ω. (F) No primeiro trecho, há dois resistores de 1 Ω em série (originam um de 2 Ω, e este ica em paralelo com outros dois resistores em paralelo de 1 Ω). Logo, nesse trecho: 02 C 1 1 1 1 5 2 = + + = ⇒ RE1 = = 0, 4 Ω RE1 2 1 1 2 5 Determinando a d.d.p. no primeiro resistor citado: U1 = R1 · i1 = 10 · 3 U1 = 30 V Como os resistores estão em paralelo, o segundo resistor também está submetido a uma d.d.p. de 30 V. A intensidade de corrente elétrica que passa por este é dada por: i2 = iT − i1 = 4, 5 A − 3, 0 A = 1, 5 A Logo, aplicando a Primeira Lei de Ohm para o segundo resistor, tem-se: U 30 R2 = = i2 1, 5 R2 = 20 Ω Note que RE1 ica em série com dois resistores de 1 Ω, e estes também estão em série. Logo: RE1= 0,4 Ω + 2 Ω = 2,4 Ω. (V) No primeiro trecho, há dois resistores de 1 Ω em série (originam um de 2 Ω, e este ica em paralelo com outros dois resistores em paralelo de 1 Ω). Observe que, na parte de baixo desse trecho, também há dois resistores de 1 Ω em série, originando um de 2 Ω que também ica em paralelo com o conjunto. Logo, nesse trecho: 1 1 1 1 4 2 = + + = ⇒ RE1 = = 0, 5 Ω RE1 2 1 2 2 4 Note que RE1 ica em série com três resistores de 1 Ω, sendo estes também em série. Logo: RE1= 0,5 Ω + 3 Ω = 3,5 Ω. 03 F, V, F, V, V (F) Note que, com a chave aberta, há três resistores em série: o de 1 Ω, o de 3 Ω e o de 4 Ω (antes da chave), originando um resistor equivalente de 8 Ω. Como a d.d.p. da bateria vale 12 V, a intensidade de corrente fornecida por ela é dada por: 12 i = = 1, 5 A 8 (V) Como foi determinada a intensidade de corrente elétrica com a chave aberta, ou seja, 1,5 A, tem-se que a potência dissipada será dada por: P = U · i = 12 · 1,5 = 18 W (F) Com a chave fechada, os dois resistores de 4 Ω icam em paralelo, originando uma resistência equivalente a 2 Ω. Esta ica em série com os outros resistores do circuito, de modo que a resistência total vale 6 Ω. Desse modo, a intensidade de corrente fornecida pela bateria vale: i= 05 D Do enunciado e dos dados do problema, tem-se: 6 9 U2 0, 6 W L1 ⇒ p= ⇒ = ⇒ R1 = 15 Ω 3V 10 R1 R1 U2 3 9 0, 3 W ⇒ = ⇒ R1 = 30 Ω ⇒ p= L2 3 V R2 10 R2 R1 12 =2A 6 Essa intensidade de corrente total se divide igualmente pelos dois resistores de 4 Ω, sendo que cada um deles é percorrido por uma intensidade de corrente de 1 A. (V) Conforme foi citado no item anterior, a intensidade de corrente total fornecida pela bateria vale 2 A. (V) Sabendo que, com a chave fechada, a intensidade de corrente total fornecida vale 2 A, a potência total dissipada no circuito é dada por: P = U ⋅ i = 12 ⋅ 2 = 24 W 04 V, F, V, F (V) Analisando da esquerda para a direita, observa-se que as duas associações em série (1 Ω e 1 Ω = 2 Ω) estão em paralelo, originando um resistor de 1 Ω. Este ica em série com os dois resistores em paralelo 1 Ω (estes originam um resistor de 0,5 Ω). A seguir, deve- 8 (F) Note que há dois conjuntos de dois resistores de 1 Ω em paralelo. Cada um origina um resistor de 0,5 Ω. Além desses dois conjuntos citados, há três resistores de 1 Ω em série com eles. Logo, no trecho inal, RE= 0,5 Ω + 1 Ω + 0,5 Ω + 1 Ω = 4 Ω 6V i ⇒ P = U⋅i ⇒ R2 6 = 3 i ⇒ i = 0, 2 A 10 30R + 15 (1) 30 + R 2 6 E ⇒ = i = 10 RE RE 2) RE = 30 (2 30R (1) = (2) ⇒ + 15 = 30 30 + R R = 30 Ω RE = 2a Série – Ensino Médio R FÍSICA 2 LIVRO 3 09 D 06 B Redesenhando o circuito, tem-se: Analisando a igura do problema, pode-se airmar que a intensidade de corrente que passa pelo resistor de 6 Ω é o dobro daquela que passa pelo resistor de 12 Ω. Da mesma forma, pode-se airmar que a intensidade de corrente que passa pelo resistor de 4 Ω é o triplo daquela que passa pelo resistor de 12 Ω (os três resistores estão em paralelo). Logo: B em curto-circuito). (F) Note que R1, R2 e R3 estão associados em paralelo. Estão em curto-circuito 7Ω D R B A A B 3Ω 2Ω C D 3Ω 2Ω R 10 Ω 5Ω 10 Ω 2 R AB = B 3Ω Resistor em curto-circuito 2R B 2R ⋅ R 2R 2 = ⇒ R AB = R 2R + R 3R 3 2Ω A 3Ω C 2Ω R 08 B 3Ω C B D 10 Ω 5Ω A D R AB = 2 + 5 + 3 ⇒ R AB = 10 Ω B b) Analisando o circuito, tem-se: Analisando o circuito, tem-se: 150 Ω A A C Trecho em curto-circuito R A B R 200 Ω 80 Ω C 100 Ω R 60 Ω 100 Ω B C R R A D B R R 80 Ω R B B B (V) Como R1, R2 e R3 estão em paralelo, entre A e C, C e D e D e E, a diferença de potencial não é nula. 10 Ω A B 10 a) Analisando o circuito, tem-se: Analisando o circuito, tem-se: B R4 E≡B (F) Apesar de C e E possuírem o mesmo potencial elétrico, os resistores R1, R2 e R3 estão em paralelo (e não estão É possível usar qualquer um dos três resistores em paralelo para calcular a queda de tensão: 1 ⋅ 12 + 6R = 60 48 R= =8Ω 6 R R3 (F) Apesar de A e D possuírem o mesmo potencial elétrico, os resistores R1, R2 e R3 estão em paralelo (e não estão em curto-circuito). Obtendo a intensidade de corrente total: i = 1+ 2 + 3 = 6 A R A≡D A (F) Note que R4 está em curto-circuito. i6 = 2 A e i4 = 3 A. 07 A R2 R1 C≡E≡B A R B 80 Ω 150 Ω A C R C 80 Ω 60 Ω D B 200 Ω Note que o único resistor entre os pontos A e B vale R. 2a Série – Ensino Médio 9 FÍSICA 2 LIVRO 3 100 Ω 150 Ω A 60 Ω 40 Ω C D B 200 Ω 100 Ω 150 Ω A 100 Ω C B 200 Ω 50 Ω 150 Ω A C B 200 Ω A RE = 100 Ω B RAB = 100 Ω 10 2a Série – Ensino Médio FÍSICA 2 LIVRO 3 Resoluções de ENEM e vestibulares 01 B Note que a leitura atual é dada por 2 354 kWh e a leitura do mês anterior é dada por 1876 kWh. Desse modo, o consumo será dado por: E = 2 354 – 1 876 = 478 kWh Com isso, o custo será dado por: C = 478 · 0,20 = 95,60 Para que a potência dissipada seja a menor possível, maior deverá ser a resistência total do circuito. Isso ocorrerá com o fechamento da chave 3, pois ela faz o resistor 2R1 (em série com o primeiro resistor R1) fazer parte do circuito. Caso se ligue a chave 2, haverá uma resistência equivalente menor e uma maior potência dissipada. 07 C 02 A Aplicando a Lei de Joule para as duas lâmpadas, tem-se: U2 U2 e RB = PA PB Sendo PA < PB , resulta R A > RB . Note que, ao fechar a chave S, as lâmpadas L2 e L3 icam em curto-circuito, ou seja, elas se apagam. Com isso, apenas a lâmpada L1 ica acesa. RA = 08 A 03 B Se o consumo de 300 kWh custa R$ 75,00, conclui-se que o consumo de 1 kWh custa R$ 0,25. O cálculo da energia elétrica consumida nos 4 banhos diários, ao inal de um mês, é dado por: 5 ⋅ 30h ⇒ Eel. = 30 kWh 60 Por regra de três simples e direta, tem-se: Eel. = P ⋅ ∆t ⇒ Eel. = 3 kW ⋅ 4 ⋅ 1 kWh → R$ 0, 25 x = R$ 7, 50 30 kWh → x RE = R1 + R2 ⇒ RE = 2 Ω ⇒ RE = 5 Ω. Então, tem-se agora duas resistências, cada uma de 5 Ω em paralelo. Isso não importa mais; o importante é que, se as resistências estão em paralelo, então a corrente será distribuída igualmente entre elas. O fato de as lâmpadas de cima estarem separadas não interfere. O que vale é a resistência equivalente, e esta é de 5 Ω, igual à de baixo. Cada lâmpada, então, receberá a mesma corrente elétrica. A corrente não “enxerga” uma resistência de 3 Ω e outra de 2 Ω; ela “enxerga” uma resistência total de 5 Ω, por isso se distribui igualmente. É assim que funciona. 09 C 04 B O valor, em reais, corresponde ao número de kWh multiplicado pelo preço do kWh. Supondo que o preço do kWh não se modiicou, se o número de kWh dobra, o preço também dobra. Logo: R$ 53,23 · 2 = R$ 106,46 05 A Dos conhecimentos sobre associação de resistores em série e em paralelo, tem-se: U = 3Ris 1 e U = R ip 2 3 Portanto: 3Ris = O circuito é composto por duas lâmpadas no io de cima e uma no de baixo. As duas lâmpadas de cima estão em série, o resistor equivalente entre elas será a soma das resistências das duas lâmpadas, ou seja: 1 R ip ⇒ ip = iP 3 9 06 D Situação de chave aberta: Somente os dois resistores, de 10 Ω e de 20 Ω, estão em série nessa situação. Desse modo, tem-se uma resistência elétrica total de 30 Ω, de modo que a intensidade de corrente que passa pela resistência de 20 Ω corresponde à corrente elétrica total, dada por: 6 i= = 0, 2 A = 200 mA 30 Situação de chave fechada: Os dois resistores de 5 Ω que estão em série originam um resistor de 10 Ω, e este ica em paralelo com o resistor de 10 Ω do lado esquerdo, originando um resistor de 5 Ω, que ica em série com o resistor de 20 Ω. Desse modo, tem-se uma resistência elétrica total de 25 Ω, de modo que a intensidade de corrente que passa pela resistência de 20 Ω corresponde à corrente elétrica total, dada por: Caso a chave 1 não seja ligada, a bateria não fornecerá corrente elétrica alguma ao circuito. Desse modo, essa chave deve obrigatoriamente ser fechada. 2a Série – Ensino Médio i= 6 = 0, 24 A = 240 mA 25 1 FÍSICA 2 LIVRO 3 10 A A translação é um dos movimentos astronômicos da Terra e consiste em uma órbita ligeiramente elíptica em torno do Sol. A composição do movimento de translação com a inclinação natural do eixo de rotação da Terra em relação ao plano de órbita (plano imaginário que une o centro da Terra ao centro do Sol) resulta nas estações climáticas do ano. O fenômeno é caracterizado por variações de duração dos dias e das noites proporcionais à latitude. As regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil estão em latitudes em que ocorre essa variação de duração dos dias entre o verão e o inverno. Desse modo, no dia 21 de dezembro, ocorre o solstício (dia com diferente duração em relação à noite; é o dia mais longo do ano) de verão, com dias mais longos que as noites. Portanto, ao longo do período de outubro a fevereiro, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com dias mais prolongados ao adotar o artifício do horário de verão com uma hora a mais nos relógios, consegue uma economia de energia. I. (F) A energia elétrica gerada anualmente é maior para Itaipu (93 bilhões de kWh) do que para Três Gargantas (84 bilhões de kWh), porém a capacidade máxima de geração, que é a potência instalada, é maior para Três Gargantas (18 200 MW) do que para Itaipu (12 600 MW). II. (V) Itaipu é mais eiciente porque, embora tenha potência instalada menor, consegue produzir mais energia elétrica anualmente. 12600 MW = 9 MW/km2 1 400 km2 18200 MW = 18,2 MW/km2 Três Garg antas: 1000 km2 III.(V) Itaipu: U (I) i 2a Lei de Ohm: R = ρL (II) A Comparando-se (I) e (II), tem-se: U ρL UA = ⇒i= i A ρL Observando-se que a intensidade da corrente i é diretamente proporcional à área de seção transversal A. 14 A Cálculo da resistência de cada lâmpada: U2 R (120 )2 40 = R R = 360 Ω Po = 11 E 1a Lei de Ohm: R = Cálculo do valor da resistência equivalente das 4 lâmpadas associadas em paralelo: 360 4 = 90 Ω Req = Req Cálculo da potência total fornecida por essas 4 lâmpadas em paralelo (uma chocadeira): PT = U2 (120 )2 = Re q 90 PT = 160 W Cálculo da energia consumida por essa chocadeira em um dia: E = P · ∆t = 160 W · 1 dia E = 160 W por dia ou E = 0,16 kW por dia A hidrelétrica fornece 24 kW por dia, e a chocadeira consome 0,16 kW por dia; logo, o número de chocadeiras: 12 B Apesar do elevado potencial eólico do território brasileiro, ainda é restrita a participação dessa forma de energia na matriz energética brasileira. Isso se deve ao elevado investimento necessário para a sua instalação, comparada à energia hidrelétrica, predominante no país. n= 24 0,16 n = 150 chocadeiras por dia 15 E I. RL = 13 E A manutenção da temperatura constante da sala depende da capacidade de refrigeração dos aparelhos que, por sua vez, relaciona-se com a quantidade de calor liberada pelas 40 pessoas na sala. i=2A 2 R C RL = 12 Ω A B 196 V Para uma dada iação, a corrente máxima suportada, sem ocorrer a fusão do material condutor elétrico, depende da espessura do io (área da seção transversal). A demonstração desse fato, para um io de comprimento L, resistividade ρ, submetido a uma tensão elétrica U e atravessado por uma corrente elétrica de intensidade i, é feita a seguir. UL2 (24 )2 ⇒ RL = ⇒ RL = 12 Ω 48 PL 24 V UAB = 220 V II. i = UL 24 V ⇒i= ⇒ i = 2, 0 A RL 12 Ω III. R = U 196 V ⇒R = ⇒ R = 98 Ω i 2A 2a Série – Ensino Médio FÍSICA 2 LIVRO 3 16 B 4Ω 2Ω a d 3Ω d 5Ω 4Ω b e 3Ω 2Ω a 10 Ω e 4Ω d d d 5Ω 10 Ω 10 Ω R 42 V 3Ω 10 Ω R 42 V e 5Ω 4Ω b e 3Ω a 5Ω 4Ω a 10 Ω R 42 V e b I. P = R ⋅ i2 ⇒ i2 = 5Ω R 42 V b 2Ω a 5Ω b 3Ω 45 ⇒ i = 3, 0 A 5 II. Observando o circuito circulado, tem-se: 10R U = RE ⋅ i ⇒ 42 = 9 + ⋅3 10 + R 30R 30R ⇒ 42 − 27 = ⇒ 150 + 15R = 30R 42 = 27 + 10 + R 10 + R R = 10 Ω 10 R ⇒ RE( AB ) = 5 Ω III. RE( AB ) = 10 + R IV. UAB = RE( AB ) ⋅ i ⇒ UAB = 5 Ω ⋅ 3 A = 15 V 2a Série – Ensino Médio 3