Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
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DIMENSÃO 1: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1.1 Contexto Educacional
Juiz de Fora apresenta um cenário educacional gratificante em relação à maioria do
restante do país. A série temporal que mede a evolução estatística desse setor mostra
uma tendência positiva de erradicação do analfabetismo na região com um alto índice
de estudantes que concluintes do segundo grau.
Segundo dados do Anuário Estatístico de Juiz de Fora (2007), o Índice de alfabetização
da população em idade ativa, em Juiz de Fora, é superior a 95%. A população entre 12
e 30 anos, possui este índice superior a 97%; sendo que 23% da população total possui
o Ensino Médio Completo. Na cidade, são 292 Escolas de Ensino Médio e 377 de
Ensino Básico (Anuário 2011)
Em nível pré-escolar (incluindo as creches) existem 12.390 alunos; o ensino
fundamental (regular), da primeira à oitava série totaliza 80.486 alunos; enquanto que o
ensino médio (regular) atende 21.838 jovens. Desconsiderando as condições sócioeconômicas desses estudantes pode-se fazer uma projeção da demanda de nível
superior em torno de 5.000 alunos/ano.
O ensino de nível superior conta com 14 estabelecimentos de ensino (Quadro 1)
relacionados, sendo 12 particulares, um administrado pelo SENAI e um Federal. Ao
todo, até o período da finalização deste projeto, são oferecidos 44 cursos de programa
Stricto Sensu (2011).
Estabelecimentos de Ensino Superior de Juiz de Fora
1.Doctum Tecno
2.Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora
3.Estácio de Sá
4.Facsum
5. Faculdade Senai de Tecnologia Luiz Adelar Scheuer
6. Instituto Metodista Granbery
7. Instituto Vianna Júnior
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
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8. Machado Sobrinho
9. Suprema
10. Unipac
11. Universo
12. Universidade Federal de Juiz de Fora
13. Faculdade Juiz de Fora
14. Instituto Superior de Educação Carlos Chagas
A taxa de alunos matriculados no nível superior em Juiz de Fora é de 37% (2007). O
Anuário Estatístico de Juiz de Fora 2011 mostra que em 2009 cerca de 27.260 alunos
estavam matriculados no ensino superior. Vale ressaltar que o Plano Nacional da
Educação determina como meta que 30% da população de 15-24 anos esteja
matriculada no nível superior.
Atentos e preocupados com esta demanda é que a FACULDADE MACHADO
SOBRINHO, no seu PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional lançou, nos últimos
anos, dois novos cursos de bacharelado (Psicologia e Engenharia de Produção), quatro
cursos de graduação tecnológica (Marketing, Eventos, Sistemas para Internet e Gestão
Ambiental) e lançou ao final de 2012 outros três cursos de graduação tecnológica
(Gestão Financeira, Gestão Comercial e Produção Cênica).
1.2 Políticas Institucionais no âmbito do Curso
A política prevista de relações corporativas é a de buscar uma maior aproximação do
mercado de trabalho ao centro formador. Verificou-se que algumas empresas podem
colaborar com o curso de eventos no sentido de oferecer aos alunos oportunidades de
atuação prática em diversos segmentos do setor, o que contribui para o melhor preparo
dos futuros profissionais. Desta forma, mesmo não sendo de cunho obrigatório, o
estágio e as vivências práticas tornam-se constantes no curso e acontecem através de
solicitações destas empresas diretamente a coordenação do curso que comunica aos
alunos e posteriormente há a seleção dos interessados.
A
política
prevista
de
responsabilidade
socioambiental
se
dá
através
do
desenvolvimento do Projeto Moda de Todos para Todos, uma iniciativa das disciplinas
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
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Ética e Responsabilidade Socioambiental dos Eventos e Gestão de Eventos de Moda,
ambas ministradas no último período do curso. Este projeto prevê a execução de um
evento ligado ao setor de moda e acoplado a um cunho social e ambiental, geralmente
ligado a ações que envolvam doações para instituições carentes e conscientização e
difusão da preservação do meio ambiente. O evento é desenvolvido e executado pelos
alunos e acompanhado em todas as etapas pelos professores envolvidos.
A política prevista de incentivo a cultura é vista através do projeto Varal Cultural,
desenvolvido no penúltimo período do curso pelos alunos e supervisionado pelo
professor da disciplina Gestão de Eventos Culturais. A atividade é direcionada a
comunidade acadêmica, professores e funcionários da IES e nos últimos anos seu mote
têm sido um concurso de fotografia com exposição e premiação dos cinco primeiros
lugares.
Como política de incentivo ao empreendedorismo e prática da postura profissional há os
Projetos Integradores I e II. O Projeto Integrador I, alocado no módulo dois, foca na
construção de um projeto em eventos com base em uma simulação de edital onde os
alunos preparam um material escrito e visual com apresentação individual. O Projeto
Integrador II, inserido no módulo quatro, é direcionado a produção de um plano de
negócios para de empresa do setor de eventos. Ambos os projetos são orientados por
professores das disciplinas em questão e tendem a aplicar todo o conteúdo visto pelo
aluno até então.
1.3 Objetivos do Curso
O Curso Superior de Tecnologia em Eventos é um curso de graduação tecnológica de
curta duração. Os graduados em tecnologia são profissionais de nível superior com
formação voltada para a aplicação, desenvolvimento – pesquisa aplicada e inovação
tecnológica – difusão de tecnologias, gestão de processos e serviços e o
desenvolvimento de capacidade empreendedora.
A origem da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um
acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo de
pessoas (CAMPOS, WYSE & ARAÚJO, 2002).
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
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O Tecnólogo em Eventos é um profissional de nível superior capaz de articular teoria e
prática, mobilizando-as de maneira eficiente e eficaz para atender funções de natureza
estratégica e tecnológica requeridas no mundo do trabalho. Será capaz de diagnosticar
necessidades empresariais e atender com versatilidade as atividades de captação,
planejamento, análise, execução, avaliação e gerenciamento da área de Eventos de
pequeno, médio e grande porte.
Poderá trabalhar em empresas promotoras e organizadoras de eventos, em produção
de feiras, exposições, desfiles, festas, encontros, atuar em hotéis e agências de viagens
especializadas em congressos e outros eventos técnico-científicos, prestar consultoria
para pequenas e médias empresas que precisam realizar eventos com diversas
finalidades.
1.4 - Perfil Profissional do Egresso
As competências adquiridas pelos Tecnólogos de Evento serão: análise, planejamento,
organização, execução, avaliação e controle de eventos.
O Tecnólogo em Eventos apresentará as seguintes competências após conclusão do
curso:

Apresentar visão estratégica sobre o mercado de eventos;

Desenvolver pesquisa aplicada a eventos;

Captar, planejar, executar e avaliar um evento considerando o mercado; os
recursos materiais, financeiros e tecnológicos disponíveis; a legislação; e os
instrumentos de marketing adequados;

Conhecer e utilizar sistemas informatizados e outros equipamentos no
desenvolvimento das atividades de coordenação de serviços;

Analisar cenários futuros para a promoção de eventos, estruturando e
promovendo planos de marketing para os mesmos.

O
conhecimento desenvolvido
dentro dos saberes
acima identificados
possibilitará a atuação profissional em diferentes demandas do mercado.

O profissional na área de eventos poderá participar de elaboração e gestão de
atividades em qualquer segmento, seja de cunho erudito, popular ou de
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negócios. Portanto, é uma área bastante promissora em relação às
possibilidades de trabalho, bem como ao crescimento sistemático que o setor
experimenta.
1.5 - Estrutura Curricular
Módulo 1
CH
ADMINISTRAÇÃO EM EVENTOS
80
CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA
80
GESTÃO DE PESSOAS
40
PESQUISA DE MERCADO
80
DIREITO E LEGISLAÇÃO APLICADOS A EVENTO
80
TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E EMPREENDEDORISMO
80
GESTÃO DA QUALIDADE EM EVENTOS
40
CARGA HORÁRIA:
400
Módulo 2
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA ORGANIZAÇÃO DE
EVENTOS
72
COMUNICAÇÃO VISUAL
36
PLANO DE MARKETING PARA EVENTOS
72
ALIMENTOS E BEBIDAS
36
GESTÃO DE EVENTOS EM MEIOS DE HOSPEDAGEM
36
PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO E CUSTOS
72
PROJETO INTEGRADO I
54
CARGA HORÁRIA:
378
Módulo 3
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA
40
CAPTAÇÃO DE EVENTOS E RECURSOS
80
CERIMONIAL, PROTOCOLO E ETIQUETA
40
GESTÃO DE EVENTOS CULTURAIS
40
GESTÃO DE EVENTOS RECREATIVOS E ESPORTIVOS
40
LOGÍSTICA EM EVENTOS
80
INGLÊS APLICADO A EVENTOS
80
CARGA HORÁRIA:
400
Módulo 4
GESTÃO DE FEIRAS, CONGRESSOS E EXPOSIÇÕES
AVALIAÇÃO E GESTÃO DA SEGURANÇA E DO PÓSEVENTO
72
GESTÃO DE EVENTOS DE MODA
ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DOS
EVENTOS
36
RELAÇÕES PÚBLICAS
36
72
36
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ESPANHOL APLICADO A EVENTOS
72
PROJETO INTEGRADO II
54
CARGA HORÁRIA:
Integralização do curso em hora/aula de 50 minutos
378
1556
Integralização do curso em hora/aula de 60 min.
1296
Atividades Complementares
154
Projetos Integrados
150
Integralização total do curso em hora/aula de 60 minutos
1600
LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) - Optativa
36
8
1.6 - Conteúdos Curriculares
O conteúdo curricular expressa de maneira clara os objetivos do curso. Um eixo de
Formação Geral, com 58% de participação na estrutura curricular, e outro de Formação
Específica, com 42% de participação na estrutura curricular, consolida o equilíbrio e
interação entre os conteúdos.
Abaixo síntese da Estrutura Curricular:
Primeiro Módulo
 Administração em Eventos – 80h
O ambiente em que as organizações empresariais operam. A natureza sistêmica da
organização: características, possibilidades e limitações. As funções básicas do processo
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administrativo: definição, aplicabilidade e interdependência. A administração em face às
mudanças sociais e econômicas: desafios, tendência e oportunidades.
Biliografia Básica
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e plano de negócios. Rio
de Janeiro: GMT Editores, 1999.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos
de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um
plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas, 2008.
RAYMUNDO, Paulo Roberto. O que é administração. São Paulo: Brasiliense, 2006.
PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir
e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, 2008.
 Contabilidade Introdutória – 40
Introdução à Contabilidade Geral. Princípios Básicos de Contabilidade. Relatórios Contábeis.
Noções de Custos. Ponto de equilíbrio.
Bibliografia Básica
MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2002
IUDICIBUS, S. Contabilidade gerencial. 6. ed.São Paulo: Atlas, 1998.
SÁ, Antônio Lopes de & SÁ, Ana Maria Lopes de. Dicionário de contabilidade. 9.ed. São
Paulo:Atlas, 1994.
Bibliografia Complementar
LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, 2005.
BRUNI, Adriano Leal FAMÁ, Rúbens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e excel (Série Finanças na Prática). 3. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
 Gestão de Pessoas – 40h
O trabalho, os recursos humanos e as organizações. Planejamento de Recursos Humanos. Os
processos de RH. Influência da Nova Administração nos Recursos Humanos. Questões típicas
de RH para Gestão de Eventos.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto- Gestão de Pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. São Paulo:
Atlas, 2009.
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
10
ARAÚJO, Luiz Cezar G. De. Gestão de Pessoas: as estratégias e integração organizacional.
São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar
ZENGER, John H. Desenvolva sua capacidade de liderança: 24 estratégias para melhorar
suas habilidades como líder. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao estratégico.
14ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do Trabalho v. 27. São Paulo: Saraiva, 2011.
 Pesquisa de Mercado – 80h
As transformações que ocorrem no mercado mundial afetam diretamente a economia brasileira
reorganizando os negócios de diversos segmentos. Os empreendimentos se movimentam
rapidamente e exigem ferramentas de gestão atualizadas que disponibilizem informações em
quantidade e qualidade a respeito do mercado. Importância da Pesquisa de Mercado na tomada
de decisões em Eventos. Tipos de Pesquisa de Mercado. Etapas da Pesquisa de Mercado.
Estudos de fontes secundárias. Prática de Pesquisa.
Bibliografia Básica
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2008.
AAKER, David A; KUMAR, V; DAY, George S. Pesquisa de marketing. 2. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006.
Bibliografia Complementar
KEEGAN, Warren J.; GREEN, Mark C. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva,
2006.
MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos
de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, 2004.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
 Direito e Legislação Aplicados a Eventos – 80h
Conceitos básicos do direito do trabalho, dos contratos e do consumidor. Contratos. Direito
Moral; Aspectos jurídicos pertinentes ao setor de eventos. Direitos e garantias individuais. Direito
do consumidor. Responsabilidade civil do local do evento. Direito de imagem.
Bibliografia Básica
BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do Trabalho vol. 27. São Paulo: Saraiva, 2011.
MANOLE, Editora. Código de Defesa do Consumidor. Manole, 2.ed. 2012.
NADER, Paulo. Curso de direito civil: contratos. 5.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
Bibliografia Complementar
MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do trabalho. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
11
SILVA, Jorge Alberto Quadros de Carvalho. Cláusulas abusivas no código de defesa do
consumidor. São Paulo: Saraiva, 2004.
BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na Comunicação. 4. ed. São Paulo: Summus, 2003.
 Técnicas de Negociação e Empreendedorismo – 40h
Condições para negociação; Características do negociador; Negociação eficaz; Planejamento e
execução do processo de negociação; Papel das objeções; Habilidades, atitudes e
características dos empreendedores; Oportunidades de negócios e orientação para resultados;.
Riscos calculados; estabelecimento de metas; planejamento e monitoramento sistemáticos;
persuasão e rede de contatos;
Bibliografia Básica
CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 7.ed. São Paulo: Clio, 1996
MELLO, José Carlos Martins F. De. Negociação baseada em estratégia. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2005.
DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Ana Paula de.; MARTINELLI, Dante P. Negociação e solução de conflitos. São
Paulo: Atlas, 2006
KIM,W.Chan. A estratégia do oceano azul: como criar novos mercados e tornar a concorrência
irrelevante. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo: Sextante 2008.
 Gestão da Qualidade em Eventos – 40h
Gestão da Qualidade, conceitos e definições, evolução histórica, normas e processos,
reconhecer sua importância no desenvolvimento de procedimentos visando a gestão da
qualidade nos eventos.
Bibliografia Básica
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e
processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BRAVO, Ismael. Gestão da Qualidade em tempos de mudanças. 2 ed. Campinas: Alínea,
2007.
Bibliografia Complementar
CERQUEIRA NETO, Edagar Pereira de. Gestão da Qualidade: princípios e métodos. São
Paulo: Pioneira, 1993.
CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para
competitividade. São Paulo: Futura, 2003.
MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dílson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu
produto em sucesso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
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Segundo Módulo
 Planejamento Estratégico na Organização de Eventos – 72h
Definição e características de Eventos. Concepção de um Evento. Verba e Controle. Pré Evento.
Transevento. Pós-Evento.
Bibliografia Básica
MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole,
2007.
BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para Eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo – SP: Aleph 2002.
ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo! : do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Senac, 2010.
Bibliografia Complementar
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3.ed. São Paulo: Campus, 2008.
PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir
e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, 2008.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
 Comunicação Visual -36h
A imagem como fato social. Percepção e leitura imagética. Formas, linhas, cores e informação.
Discurso verbal e não-verbal. Composição de leiautes em mídias impressas e eletrônicas.
Bibliografia Básica
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
OLIVEIRA, Sandra Ramalho. Imagem também se lê. São Paulo: Rosari, 2009.
BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da comunicação visual. São Paulo: Rosari, 2009.
Bibliografia Complementar
BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na Comunicação. 4. ed. São Paulo: Summus, 2003.
 Plano de Marketing para Eventos – 72h
Conceituação de Marketing. Características. Estratégias de Marketing: conceitos, planejamento e
implementação. Eventos como ferramentas de comunicação. Marketing Profissional. Promoção.
Aspectos fundamentais.
Bibliografia Básica
BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo Contexto, 2005.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
13
Bibliografia Complementar
KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
KOTLER, Philip. Marketing para o Século XXI. São Paulo: Futura, 2009.
PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir
e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, 2008.
 Alimentos e Bebidas – 36h
A importância do planejamento e controle de alimentos e bebidas. Tipologia de eventos de A&B.
Técnicas de serviços de A&B. Adoção de Procedimentos gestão de eventos gastronômicos.
Alimentos, bebidas e eventos.
Bibliografia Básica
FREUND, Francisco Tommy. Alimentos e bebidas: uma visão gerencial. 2. ed. Rio de Janeiro:
SENAC, 2008.
CHAVES, Guta. Gastronomia no Brasil e no mundo. São Paulo: SENAC, 2009.
POWERS, Tom; BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade: turismo,
hotelaria e restaurante. São Paulo: Atlas, 2004.
Bibliografia Complementar
MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dílson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar seu
produto em sucesso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e
processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
 Gestão de Eventos em Meios de Hospedagem – 36h
Hospitalidade, hotelaria e hospedagem: histórico, conceitos, classificações. Eventos em hotelaria
e hospedagem: organização, tipos, funções, processos e programas.
Bibliografia Básica
POWERS, Tom BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade: turismo,
hotelaria e restaurante. São Paulo: Atlas, 2004
ALDRIGUI, Mariana. Meios de Hospedagem. 1 ed. São Paulo: Aleph, 2007.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade . São
Paulo: Thomson Pioneira, 2004
Bibliografia Complementar
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
 Planejamento Orçamentário e Custos – 72h
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Planejamento orçamentário: estrutura e função. Plano de contas. Relatórios de receita.
Despesas e resultados. Noções de caixa e controle de caixa. Custos e controle de custos.
Bibliografia Básica
LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, 2005.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e
fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
Bibliografia Complementar
BRUNI, Adriano Leal FAMÁ, Rúbens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e excel (Série Finanças na Prática). 3. ed. São Paulo: Atlas,
2004.
CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para
competitividade. São Paulo: Futura, 2003
MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2002
 Projeto Integrado I – 54h
Elaboração e desenvolvimento de projeto prático integrando os conteúdos das disciplinas dos
módulos 1 e 2.
Bibliografia Básica
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar
TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo – SP: Sextante 2008.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Bookman: Porto Alegre, 2002.
DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005
Terceiro Módulo
 Inovação e Tecnologia – 40h
Mudanças sociais, novos hábitos que surgem com a evolução da Tecnologia da Informação.
Aspectos tecnológicos que possui ligação direta com comportamentos sociais. Tecnologia em
Eventos. Inovação Tecnológica.
Bibliografia Básica
COUTINHO, Iluska; SILVEIRA JR, Potiguara Mendes da (Orgs). Comunicação, Tecnologia e
Identidade. Rio de Janeiro – RJ: Mauad 2007.
O’BRIEN, James. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na era da Internet. São
Paulo – SP. Saraiva. 2004
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TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo – SP: Sextante 2008.
Bibliografia Complementar
JEFF, Jarvis. O Que a Google Faria? Como atender às novas exigências do mercado. São
Paulo – SP: Manole 2010.
CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de. Gestão integrada da inovação:
estratégia, organização e desenvolvimento de produtos .São Paulo: Atlas 2009.
CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para
competitividade. São Paulo: Futura, 2003.
 Captação de Eventos e Recursos – 80h
Turismo: turismo de eventos, mercado e segmentação, cadeia produtiva. Mercado de Eventos no
Brasil. Políticas Públicas em Juiz de Fora. Captação de eventos para destinos: processos,
estratégias e pós-captação. Captação de recursos: análise, fontes, categorias de patrocínio,
eventos proprietários. Elaboração de projetos e estratégias para a captação de recursos. PósEvento.
Bibliografia Básica
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Thomson 2007.
PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um
plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas 2008.
BRITTO, Janaina; FONTES, Nena. Estratégias para Eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo – SP: Aleph 2002.
Bibliografia Complementar
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed Barueri: Manole,
2007.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade . São
Paulo: Thomson Pioneira, 2004.
CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para
competitividade. São Paulo: Futura, 2003.
 Cerimonial Protocolo e Etiqueta – 40h
Conceitos básicos de etiqueta, cerimonial e protocolo. Breve histórico do cerimonial. Protocolo
oficial e precedências. Protocolo nas empresas privadas e públicas. Noções básicas de
comportamento e convívio profissional. Hierarquia. Apresentação. Pronunciamentos. Mesas e
bandeiras. Entrega de premiações. Planos de mesa e outros aspectos fundamentais.
Bibliografia Básica
SALGADO, Paulo Regis. Protocolo cerimonial e etiqueta em eventos: uma prática ao alcance
de todos. São Paulo: Paulus, 2010.
GOMES,Sara. Guia do cerimonial: do trivial ao formal. 5. ed. Brasilia: LGE, 2007.
OLVEIRA, J.B.Como Promover Eventos: cerimonial e protocolo na prática. 2 ed. São Paulo:
Madras, 2005.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
16
Bibliografia Complementar
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização.
3 ed. São Paulo: Atl
as, 2006.
ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo!: do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Senac, 2010.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed Barueri: Manole,
2007.
 Gestão de Eventos Culturais – 36h
Conceitos de Cultura, Globalização e Indústria Cultural. Principais eventos culturais. Galeria de
arte e curadoria. Concursos culturais. Eventos empresariais como eventos culturais. Estudo da
história e constituição dos principais eventos culturais da região, refletindo sobre a relação entre
preservação de identidades culturais e inovação. Elaboração de Projetos. Lei de incentivo à
cultura e modalidades disponíveis de programas e projetos.
Bibliografia Básica
REIS, Ana Carla Fonseca. Marketing cultural e financiamento da cultura. São Paulo:
Thomson Learning, 2009.
HEWARD, Lyn. Cirque Du Solei: A reinvenção do espetáculo. Rio de Janeiro: Campus, 2006
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
Bibliografia Complementar
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização.
3. Ed. São Paulo: Atlas, 2006.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4 ed. São Paulo: Contexto, 2005.
COUTINHO, Iluska; SILVEIRA JR, Potiguara Mendes da (Orgs). Comunicação: Tecnologia e
Identidade. Rio de Janeiro: Mauad 2007.
 Gestão de Eventos Recreativos e Esportivos – 40h
Planejamento e Organização de eventos esportivos. Planos estratégicos. Características
esportivas locais. Gestão do Esporte. Legados. Dimensões social, comercial e desportiva do
evento. Viabilidade do evento esportivo. Espaços para realização de eventos. Acessibilidade
universal e conceito de espaços de eventos. Noções básicas de planejamento espacial.
Bibliografia Básica
POIT, Davi Rodrigues. Cerimonial e protocolo esportivo. São Paulo: Phorte Editora, 2010.
POIT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. 4 ed. São Paulo: Phorte Editora, 2006.
RODRIGUES, Alexandre. Atividades recreativas para jovens e adultos. Rio de Janeiro: Sprint,
2011.
Bibliografia Complementar
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
17
MELO NETO, Francisco de. Marketing Esportivo. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4 ed. São Paulo: Contexto, 2005.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, 2007.
 Logística em Eventos – 80h
Conceitos básicos de logística. Problemas logísticos. Ferramentas logísticas. Principais funções
da logística. Cadeia de suprimentos. Ambientes. Escolha dos meios de transportes.
Infraestrutura dos espaços.
Bibliografia Básica
FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. Logística empresarial: a perspectiva
brasileira. São Paulo: Editora Atlas, 2008.
BERTAGLIA,P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo:
Saraiva, 2009.
CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. São Paulo: Editora Atlas,
1999
Bibliografia Complementar
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, Davis J. Logística Empresarial: O Processo de Integração
da Cadeia deSuprimento. São Paulo, Atlas: 2001
PIRES, Sílvio R. I. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Atlas, 2009.
MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para cursos
de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, 2004.
 Inglês Aplicado a Eventos – 80h
Fonética. Vocabulário aplicado ao setor de eventos e hospitalidade. Uso do Presente, Passado e
Futuro. Afirmativa, Negativa e Interrogativa. Pronomes Pessoais, Indefinidos, Adjetivos,
Possessivos e Objetos. Adjetivos. Advérbios. Superlativo e Comparativo. Preposições. Verbos
Modais. Interpretação de texto. Comunicação formal e informal.
Bibliografia Básica
MURPHY, Raymond. Essential gramar in use. 2. ed. Cambridge University Press, 2007.
MARQUES, Amadeu. Inglês - série Brasil. 12. ed. São Paulo: Ática, 2008.
Dicionário Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês: português-inglês/inglêsportuguês. 10. ed. Oxford University Press, 2013
Bibliografia Complementar
IGREJA, José Roberto A. Como se diz em inglês: termos coloquiais, expressões comuns e
curiosidades da língua inglesa. Barueri: Disal, 2010
CAPANO, Aysha Hijo; HIJO, Neusa M. CASSONI; HIJO, Moriaki. Liberte seu inglês: o que fazer
para destravar sua conversação. São Paulo: Novo Século, 2009.
MICHAELIS. Minidicionário inglês: inglês-português/português-inglês. 2. Ed. São Paulo:
Melhoramentos, 2009.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
18
Quarto Módulo
 Gestão de Eventos de Moda – 40h
Noções de história da moda. História da Moda no Brasil. O mercado da moda. Produtos e
Serviços do mercado de moda. Planejamento e produção de desfiles e outros eventos de moda.
Bibliografia Básica
DWYER, Daniela; FEGHALLI, Marta Kasznar. As engrenagens da moda. Rio de Janeiro:
Senac, 2010.
BRAGA, João. História da moda no Brasil: das influências às autorreferências. 2. ed. São
Paulo: Disal Editora, 2011.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização.
3. ed - São Paulo: Atlas, 2006.
Bibliografia Complementar
FREYRE, Gilberto. Modos de homem e modas de mulher. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, 2008.
BRAGA, João. História da moda: uma narrativa. 9. ed. São Paulo: Anhembi, 2011.
 Gestão de Feiras, Congressos e Exposições – 72h
Conceitos e fundamentos das técnicas de organização de feiras e congressos, enfatizando suas
relações com o mercado corporativo. Desenvolvimento, estruturação e organização de projetos
voltados para o segmento. Elaboração de projetos para captação. Estratégias de participação
em eventos. Organização e gestão de feiras e congressos. Políticas públicas.
Bibliografia Básica
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, 2008.
MARANHÃO, José Antônio. Manual de Organização de Congressos e Eventos Similares.
1.ed. Qualitymark, 2008.
SISKIN, Barry. O Poder do Marketing de Exposições. São Paulo: Senac, 2009.
Bibliografia Complementar
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Thomson 2007.
 Relações Públicas - 36h
Relações Públicas como processo: conceitos, funções e objetivos; Relações Públicas e os
públicos: tipos, comportamento e relacionamento com o público interno e externo. Divulgação de
Relações Públicas: noções de elaboração de instrumentos de comunicação e suas utilizações.
Bibliografia Básica
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
19
FARIAS, Luiz Alberto de. Relações Públicas Estratégicas: Técnicas, Conceitos e Instrumentos.
Summus: 2011.
KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Obtendo Resultados com Relações Públicas - 2º Edição
Revista. Cengage Learning: 2011.
SCHIMIDT, FLÁVIO. Do Ponto de Vista de Relações Públicas - Razões Muito Mais Fortes
Para Você Atuar no Ambiente da Comunicação. São Paulo. Sicurezza: 2011.
Bilbiografia Complementar
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2005.
KOTLER, Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12. ed. Rio de Janeiro
Pretence- Hall, 2006.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole,
2007.
 Ética e Responsabilidade Socioambiental dos Eventos – 36h
Introdução ao Conceito de Ética, análise da Ética no Capitalismo. Globalização. Conceito e
Análise de Responsabilidade Social. Histórico e análise do Conceito de Meio Ambiente. Análise
dos conceitos de Sustentabilidade e Ecoeficência. Impacto sócio-ambiental dos Eventos.
Estratégia empresariais para minimizar os impactos socioambientais nos Eventos.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio de
Janeiro: Thex, 2006.
CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2006.
GIDDENS, Antonio. Sociologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Bibliografia Complementar
MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética de Platão a Foucault. 4. ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2009
TRIGUEIRO, André. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental
nas suas áreas de conhecimento. 4. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2005.
DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
 Avaliação e Gestão da Segurança e do Pós-Evento – 72h
Base conceitual e evolução histórica das estruturas públicas e privadas da segurança. A função
da segurança como parte de uma organização sistêmica. Os métodos e os dispositivos de
segurança e de proteção. A legislação aplicável à atividade de segurança física. Prevenção de
incêndios e sinistros. Conceito de segurança patrimonial em seus diferentes aspectos.
Vulnerabilidade e níveis de segurança Atuação da segurança em ações preventivas. Aspectos
psicológicos ligados ao comportamento normal e desviante. Avaliação geral do evento.
Pesquisas de satisfação. Fidelização do cliente. Minimização de impactos negativos. Aspectos
de pesquisa e de marketing pós-evento.
Bibliografia Básica
MANDARINI, Marcos. Segurança Corporativa Estratégica. São Paulo: Manole, 2005.
PIPOLO, Igor de Mesquita. Segurança de Eventos: Novos desafios e perspectivas para a
produção. 1.ed. São Paulo: Reino Editorial, 2010.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
20
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2011.
Bibliografia Complementar
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2009.
ZENGER, John H. Desenvolva sua capacidade de liderança: 24 estratégias para melhorar
suas habilidades como líder. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
BRAVO, Ismael. Gestão da Qualidade em tempos de mudanças. 2 ed. Campinas: Alínea,
2007.
 Espanhol Aplicado – 36h
O espanhol em eventos. Sinalização de ambientes na língua espanhola. Diferenças Culturais.
Comunicação básica em espanhol. Diferenças básicas entre português e espanhol. Vocabulário
básico do espanhol. Gramática básica do espanhol
Bibliografia Básica
DIAZ, Miguel; TALAVERA, García. Santillana - Dicionário Espanhol - EspanholPortuguês/Português-Espanhol.São Paulo: Santillana,2011.
MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para Brasileiros. 4. Ed. São Paulo: Saraiva,
2011.
LOBATO, Jesús Sánchez; GARCIÁ, Concha Moreno; GARGALLO, Isabel Santos. Nuevo
espanõl sin fronteras ESF 1: libro del alumno.3. reimpresión, SGEL: Madri, 2012.
Bibliografia Complementar
MILANI, Maria Esther; RODRIGO, Lacerda; RIVAS, Isabel; SABINO, Walmir; Baptista, Lívia
Radis. Listo: Espanol através de textos. 1.ed. Santillana Brasil, 2005.
ROMANOS, Henrique; CARVALHO, Jacira Paes de. Nuevo Expansion. São Paulo: FTD, 2010.
BERLITZ, Charles. Espanhol passo a passo. 3 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 1998.
 Projeto Integrado II – 54h
Elaboração e desenvolvimento de plano de negócios voltado ao setor de eventos com utilização
dos conteúdos aprendidos nos módulos 1, 2, 3 e 4.
Bibliografia Básica
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Bookman: Porto Alegre, 2002.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar idéias em
resultados . 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005.
Bibliografia Complementar
GIACAGLIA, Maria Cecíla. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Cengage Learning, 2007.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
21
PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como medir
e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, 2008.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007.
 DISCIPLINA OPTATIVA – Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 36h/a
A utilização da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) objetivando a inclusão social do surdo, o
seu acesso à cidadania plena. Cultura surda. Legislação específica. Inserção da gramática
básica e seus símbolos com significados; morfologia, sintaxe e semântica. Expressão corporal
como elemento linguístico. Prática de sinais.
Bibliografia Básica
SKLIAR, Carlos B. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Editora Mediação. Porto Alegre.
1998.
QUADROS, Ronice Muller de – Educação de Surdos: a aquisição da linguagem Porto Alegre:
Artmed, 1997.
FERREIRA, Lucinda – Por uma gramática de língua de sinais Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 2010.
Bibliografia Complementar
QUADROS, Ronice Muller de- Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos Porto Alegre:
Artmed, 2007.
FERREIRA, Maria Cristina da Cunha - LIBRAS: conhecimento além dos sinais São Paulo:
Pearson, 2011
ACKS, Oliver. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago,
1990.
OBS: A disciplina é oferecida sempre no segundo semestre, nas opções de horário: terças e
quintas-feiras de 18:00h às 18:50h e aos sábados de 08:00h às 9h50. Abertura de turma sujeita
a um número mínimo de alunos.
1.7 - Metodologia
A partir dos conteúdos curriculares do Curso, delineados no ementário, é possível a
construção de um eixo metodológico ligado ao conceito da formação do Gestor. Assim,
a formação do Gestor centra na aquisição de uma prática somada aos sólidos
conhecimentos conceituais, pois, a partir daí, há um retomada da formação ampla que
gerará a conquista da autonomia percorrendo a educação crítica, a ética, política e
técnica. Uma condição necessária para abrir os diálogos entre as linguagens sempre
que necessário.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
22
O Curso promove ações interdisciplinares conforme a demanda dos alunos e
professores, tentando, através de uma metodologia prática, vivenciar o cotidiano de sala
de aula em outros espaços.
A FMS realiza pelo menos uma jornada anual para realização de mini-cursos sobre
demandas identificadas e apresentação de trabalhos na área. A Faculdade pretende
com isso fortalecer a produção científica entre seus alunos, incentivando-os a produzir
com qualidade para importantes eventos da área.
Os eventos integrados com os outros cursos desta instituição de ensino superior serão
organizados com o objetivo de promover a circulação de conhecimentos oriundos de
diferentes áreas do saber. Atualmente, a Faculdade Machado Sobrinho realiza há 20
anos a Semana de Tendências que reúne todos os seus alunos de todos os cursos com
os principais profissionais e empresas de Juiz de fora para a troca de experiências e
discussões sobre o mercado de trabalho na região.
Dentre as demais atividades de extensão desenvolvidas na FMS, destacam-se os
Cursos de Aperfeiçoamento com o objetivo de ampliar nos participantes seus
conhecimentos, habilidades ou técnicas acerca de uma área específica de
conhecimento; os Cursos de Iniciação com a finalidade principal de oferecer noções
introdutórias e preliminares em uma área especifica do conhecimento; Cursos Práticos
de Inverno/Verão com a finalidade de capacitar em atividades profissionais específicas.
Além disto, a movimentação em prol do curso poderá ser visto através de participações
dos docentes e ou dos discentes em: Mesas Redondas; Encontros, Seminários;
Viagens e visitas monitorizadas a Órgãos Públicos e Empresas Privadas; Palestras;
Conferências; Atividades Esportivas, Culturais, Artísticas, Recreativas, Campeonatos
desportivos; Mostra de Teatro; Cidadania; Educação e Meio Ambiente.
Os programas e projetos de extensão visam à divulgação e atualização de
conhecimento, à atuação junto à sociedade, ao enriquecimento cultural interdisciplinar
vinculado à pesquisa e ensino, possibilitando a revisão contínua dos objetivos do Curso,
bem como contribuir com o desenvolvimento de novas potencialidades e competências
complementares à formação acadêmica.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
23
Os programas, cursos e projetos de extensão poderão transpor as fronteiras
institucionais para alcançar a coletividade, Instituições Públicas e Privadas, nacionais e
internacionais, mediante convênios ou intercâmbios. Tais convênios atualmente são
negociados através do Centro de Relações Institucionais da Faculdade Machado
Sobrinho.
Vale ressaltar que a recepção aos calouros da Faculdade tem privilegiado Projetos
Extensionistas, como o “trote solidário”, com arrecadações de mantimentos, vestuário e
material reciclado para doação a obras sociais; e também com coleta de sangue
organizada pelo Hemominas e seguindo todo o procedimento de segurança e higiene.
As atividades de extensão planejadas também pretendem envolver os alunos com a
comunidade, permitindo-os aplicar os seus conhecimentos e entendê-los em sua
essência, propiciando ainda conhecimento sobre a realidade que o cerca e a forma de
tratá-la.
OBS: Relatórios de visitas-técnicas, projetos de extensão e atividades diversas em
eventos encontram-se à disposição para consulta.
1.8 Estágio Curricular
Não se aplica ao Curso Superior de Tecnologia em Eventos
1.9 - Atividades Complementares
O Curso de Eventos apresenta em sua Estrutura Curricular 154 horas/aula de 60
minutos de Atividades Complementares que devem ser cumpridas segundo o
Regulamento próprio que regulamenta as atividades complementares da IES.
1.10 Trabalho de Conclusão de Curso
Não se aplica ao Curso Superior de Tecnologia em Eventos
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
24
1.11- Apoio ao discente
A atenção aos discentes da Faculdade Machado Sobrinho faz parte de uma política
ascendente. Todos os programas e benefícios direcionados aos seus alunos são
divulgados no site da instituição e nos Manuais específicos. Além disto, existe a Agenda
de Orientação discentes/docente que contem detalhadamente todas as normas e
procedimentos internos da Instituição.
O aluno é contemplado com: apoio à participação em eventos; apoio psicopedagógico;
nivelamento acadêmico; programa de monitoria; participação voluntária na Empresa
Júnior; acompanhamento de egressos, bolsas de estudos, além dos programas de
extensão e pesquisa. Vale ressaltar que a Instituição possui os registros quantificados
de todas estas ações que no momento da Visita In loco serão apresentados já
atualizados.
A seguir, serão apresentados de forma resumida alguns dos benefícios listados.
a) Apoio à Participação em Eventos Externos
O apoio oferecido aos alunos para participação em eventos locais e regionais vai desde
a dispensa da aula no período de realização do evento, até o custeio das despesas de
locomoção, hospedagem e inscrição desde que contempladas em orçamento do curso.
b) Apoio Psicopedagógico
O apoio psicopedagógico é um programa que visa resguardar o bem estar dos alunos
da Faculdade. A psicóloga se preocupa com a integração dos alunos desde o momento
da sua chegada, realizando uma semana de acolhimento até a conclusão da sua vida
acadêmica. Durante esse período são promovidas atividades individuais e grupais, a
depender da demanda. Mesmo entendendo a importância de ressaltar a existência do
Programa de apoio e atendimento psicológico; vale acrescentar que com a implantação
do Curso de Psicologia na Faculdade este apoio será reestruturado e irá fazer parte
Instituto Vida.
c) Espaço de Aprendizagem Coletiva
Atualmente, a Faculdade Machado Sobrinho oferece aos alunos uma proposta de
nivelamento para as disciplinas: Matemática, Língua Portuguesa e aquelas que
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
25
possuem matemática como base. Tal mecanismo está intitulado no Espaço de
Aprendizagem Coletiva. Esta proposta surgiu em decorrência dos repetidos maus
desempenhos nestas disciplinas; bem como, no momento de avaliação do ingresso
(vestibular). Em ambos os casos, seja por iniciativa do próprio aluno e/ou por
encaminhamentos de professores este nivelamento ocorre aos sábados de forma
gratuita aos interessados.
d) Acompanhamento de Egressos
A Faculdade Machado Sobrinho, desde a sua fundação já formou mais de 47 turmas
dos cursos de Administração, 38 de Ciências Contábeis e duas de Gestão Ambiental e
uma de Marketing. Várias ações são desenvolvidas com os egressos da instituição
como comunicação permanente por correio eletrônico divulgando cursos de extensão,
pós-graduação, dentre outros programas. O objetivo desta ação é criar uma relação
direta e contínua com o egresso; além de assegurar a oferta de descontos para exalunos.
Ainda sim, a Faculdade está consciente da importância de saber onde e como está seu
ex-aluno. Tendo em vista que os quase 40 anos de história da Faculdade já fizeram
passar três gerações de alunos de uma mesma família; o que demonstra a seriedade do
ensino oferecido na presente instituição.
e) Bolsas de Estudo
As bolsas de Estudo da Faculdade estão distribuídas em várias categorias: de trabalho,
de monitoria, dos alunos participantes da Empresa Junior – MASCI e da bolsa desconto.
f) Empresa Júnior
Como forma de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos, a Faculdade
Machado Sobrinho fundou no ano de 1990 a Machado Sobrinho Consultoria Integrada
(MASCI), a primeira Empresa Júnior de Minas Gerais sendo composta atualmente por
alunos de todos os cursos da Instituição.
1.12 Ações decorrentes dos processos de avaliação do curso
A coordenação do Curso Superior em Eventos teve acesso até o momento a um
questionário de avaliação de professores respondido pelos alunos. Tal documento foi
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Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
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26
avaliado e os professores com baixa aceitação em determinados quesitos foram
convocados para reuniões individuais com objetivo de melhorias em tais atuações.
A coordenação do curso em questão possuiu também um relacionamento próximo com
professores e alunos, o que permite que conversas e solicitações aconteçam com
facilidade e constantemente de forma que providências como agendamento de visitas
técnicas, substituição de docente, encaminhamento do aluno para assistência
psicológica, iniciativa na execução de projetos, dentre outras, tornem-se possíveis e
eficazes.
1.13 ATÉ 1.16 - INDICADORES QUE NÃO SE APLICAM ao curso em questão
1.17 - Procedimento de Avaliação dos processos de ensino-aprendizagem
O atual sistema de avaliação passou por uma ampla discussão com todo o corpo
docente. E a partir deste semestre de 2013, foi aprovado via alteração no Regimento
que segue abaixo:
Capítulo X
DAS AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO ACADÊMICO
Seção I
Das avaliações ordinárias
Art. 77. A avaliação do desempenho acadêmico é o processo pelo qual se afere a aptidão para
fins de promoção.
Parágrafo único. A avaliação será feita por disciplina, com observância dos seguintes
princípios:
I – avaliação contínua, sistemática e cumulativa, com natureza diagnóstica e formativa,
realimentando permanentemente o processo ensino-aprendizagem, previsto nos seus objetivos e
conteúdos programáticos;
II – utilização de procedimentos, estratégias e instrumentos diferenciados de avaliação,
articulados de forma coerente com a natureza da disciplina;
III - coerência entre as propostas do projeto pedagógico, dos planos de ensino de cada
disciplina, das estruturas curriculares e do processo de avaliação do desempenho acadêmico;
IV - análise do desempenho do aluno nas disciplinas, possibilitando intervenção psicopedagógica
e administrativa, nos diferentes níveis recursais, pelo próprio professor, pelo Coordenador do
Curso, pelo Diretor ou pelo Colegiado de Centros, visando assegurar o equilíbrio e a qualidade
da formação profissional do aluno.
Art. 78. Serão adotados os seguintes instrumentos nas avaliações de desempenho discente:
I – 2 (duas) Avaliações denominadas A11 e A12, no primeiro bimestre, elaboradas e aplicadas
pelo professor da turma, totalizando 10 (dez) pontos em cada avaliação por disciplina;
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
27
II – 2 (duas) Avaliações denominadas A21 e A22, no segundo bimestre, elaboradas pelos
professores, coordenadores e NDEs, e aplicadas e avaliadas pelo professor da turma,
totalizando 10 (dez) pontos em cada avaliação por disciplina.
III - uma Avaliação Final - AF, elaborada e aplicada pelo professor da disciplina, totalizando 10
(dez) pontos por disciplina.
§ 1º Os procedimentos de elaboração, agendamento e aplicação das Avaliações serão objetos
de regulamentação própria.
§ 2º Os professores deverão elaborar e aplicar a Avaliação Final, de acordo com o Calendário de
Avaliação Final.
Art. 79. Será considerado aprovado, em cada disciplina, o aluno que comprovar frequência
mínima de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária prevista e obtiver Resultado do
Semestre (RS) igual a, no mínimo, 7,0 (sete inteiros).
Parágrafo único. Ao aluno que obtiver resultado bimestral entre 5,0 (cinco inteiros) e 6.9 (seis
inteiros e nove décimos), é assegurado o direito de submeter-se à Avaliação Final.
Art. 80. O Resultado Semestral será obtido mediante a aplicação da seguinte fórmula:
_

 X AB    AF 

RS  
2
onde:
RS  Resultado Semestral
_
X AB  Média das Avaliações Bimestrais
AF  Nota da Avaliação Final
_
§ 1º. A Média das Avaliações Bimestrais X AB será apurada mediante aplicação da seguinte
fórmula:
 maior valor   maior valor 

  

_
entre
A
e
A
entre
A
e
A
11
12 
21
22 

X AB  
2
onde:
_
X AB  Média das Avaliações Bimestrais
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
28
A11 = Resultado da 1ª avaliação do 1º bimestre
A12 = Resultado da 2ª avaliação do 1º bimestre
A21 = Resultado da 1ª avaliação do 2º bimestre
A22 = Resultado da 2ª avaliação do 2º bimestre
§ 2º. O professor atribuirá ao aluno, em cada avaliação, nota em uma escala de 0 (zero) a 10
(dez,) admitindo-se o fracionamento da unidade pela metade.
§ 3º. Para apuração da média das Avaliações A11, A12, A21 e A22 será descartado o pior resultado
obtido pelo aluno dentre as avaliações realizadas em cada bimestre.
§ 4º. É facultado ao professor compor as avaliações de um mesmo bimestre com até 30% do
resultado total em trabalhos.
§ 5º. Os alunos deverão se submeter a qualquer avaliação, bimestrais ou finais, exclusivamente
nas datas designadas pelos professores, no caso das avaliações bimestrais, e no calendário
específico de Avaliação Final, sendo vedada a realização de “segunda chamada” ou prova
substitutiva.
Art. 81. Os professores apresentarão, em sala de aula, o gabarito de correção das avaliações,
em dia e horário previamente informados aos alunos, bem como apresentarão a estes a prova
por eles realizadas, para fins de aferição da correção e da nota.
§ 1º. Eventuais erros de correção ou de atribuição de nota deverão ser prontamente suscitados
ao professor, que tomará, se for o caso, medidas cabíveis para a retificação.
§ 2º. Se discordar da nota que lhe tenha sido atribuída, poderá o aluno requerer ao professor,
fundamentadamente, a revisão da mesma, no prazo de 24 (vinte e quatro), a contar da
apresentação do gabarito.
§ 3º. Mantida a nota pelo professor, poderá o aluno recorrer ao Colegiado de Curso, mediante
pedido escrito, no prazo de 48 (quarenta e oito horas), contados da ciência da decisão do
professor.
§ 4º. O pedido escrito de revisão deverá ser protocolizado exclusivamente na Central de
Atendimento ao Aluno.
§ 5º. Da decisão do Colegiado de Curso não caberá nenhum outro recurso.
Art. 82. Será atribuída nota zero ao aluno que utilizar de meios ilícitos ou não autorizados pelo
professor, em qualquer instrumento de avaliação, quando flagrado, sem prejuízo de outras
sanções disciplinares cabíveis, previstas neste regimento.
Art. 83. O aluno reprovado em três ou mais disciplinas, do período em que estiver matriculado,
poderá, respeitado o teto da carga horária semanal para o curso, antecipar disciplinas dos
períodos seguintes, desde que não sejam seqüenciais.
Art. 84. As notas e a frequência às aulas estarão disponíveis para consulta pelos alunos,
mediante uso de senha pessoal e intransferível, diretamente no sítio mantido pela FMS na rede
mundial de computadores, a partir das datas estabelecidas no calendário acadêmico.
Parágrafo único. Compete ao professor lançar a nota e a frequência para fins de registro e
consulta.
Art. 85. O aluno regular que atrasou os seus estudos, em razão de reprovação, transferência ou
obtenção de novo título e tiver disponibilidade no horário, poderá antecipar disciplinas dos
períodos seguintes, na Faculdade, desde que não sejam seqüenciais, respeitando uma carga
horária semanal máxima de 50% além da carga original do período e o prazo de integralização
do curso.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
29
Art. 86. As provas e demais instrumentos de avaliação discente são documentos institucionais,
devendo ficar sob a guarda do Professor até o final de cada semestre letivo.
§ 1º. Findo o semestre letivo, os instrumentos de avaliação poderão ser inutilizados, exceto
aqueles necessários à formação de prova em situações de recurso ou litígio.
§ 2º. Não se aplica o disposto no caput e parágrafo 1º quando se tratar de Avaliação Final, a qual
deverá ficar arquivada na Secretaria da Faculdade por um prazo mínimo de um/dois anos, findo
o qual a Faculdade procederá ao descarte.
Art. 87. Caso a Faculdade venha adotar o regime seriado anual em algum curso, ela fará o
ajuste necessário na fórmula para se calcular a média dos alunos.
Seção II
Da avaliação dos alunos que demonstrem extraordinário aproveitamento nos estudos
Art. 88. Os alunos que demonstrem extraordinário aproveitamento nos estudos poderão requerer
que lhes sejam aplicadas provas e avaliações especiais, com vistas à comprovação de sua
proficiência acadêmica para fins de abreviação do curso no qual estejam matriculados.
§ 1º. O requerimento deverá contar com o aval de pelo menos 2 (dois) professores do curso e
deverá ser instruído com prova do pagamento de taxa definida pela Direção Geral.
§ 2º. Estando em ordem o requerimento, o Coordenador do Curso no qual estiver matriculado o
interessado formará Banca Especial, a ser composta por, no mínimo, 3 (três) professores, aos
quais caberá elaborar e aplicar provas e outros instrumentos de avaliação, que servirão para
aferir o grau de excepcionalidade e aproveitamento demonstrados.
§ 3º. Considerar-se-á demonstrado o extraordinário aproveitamento de estudos para fins de
abreviação do tempo de duração do curso em que estiver matriculado o aluno que obtiver
pontuação igual ou superior a 90% (noventa) por cento do total.
§ 4º. Somente poderão requerer aplicação de provas e avaliações especiais para fins de
abreviação do tempo de duração de curso os alunos que já tenham cumprido pelo menos 1/3
(um terço) da carga horária total prevista para o curso respectivo.
1.18 - Número de vagas
Foram autorizadas 160 vagas anuais (80 para o primeiro semestre e 80 para o segundo
semestre). Essas vagas foram reduzidas em 26/08/2010 e no ano de 2011 já foram
ofertadas 70 vagas (35 para o primeiro semestre e 35 para o segundo semestre)
apenas no período noturno.
1.19 até 1.22 INDICADORES QUE NÃO SE APLICAM
DIMENSÃO 2: CORPO DOCENTE
2.1 Atuação do Núcleo Docente Estruturante – NDE
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
30
A atual composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Eventos da
Faculdade Machado Sobrinho encontra-se estruturada por professores qualificados e
com boa relação com a IES; de forma atender ao objetivo de elaborar e implementar o
referido curso de graduação tecnológica.

Ana Paula Moratori Ferreira – coordenadora (ESPECIALSTA)

Ary Ferreira dos Santos Jr. – docente (MESTRE)

Elaine Aparecida Laier Barroso – docente (MESTRA)

Ana Christina Brandão Costa – docente (MESTRA)

Jefre Milione da Silva – docente (ESPECIALISTA)
2.2 Atuação do coordenador
A coordenadora Ana Paula Moratori Ferreira exerce atuação intensa no Curso Superior
de Tecnologia em Eventos; fato que pode ser comprovado através das atividades
descritas abaixo:

Gestão do curso desde sua primeira turma;

Seleção de professores para atuação no curso;

Participação nas reuniões de Colegiado, Cogems e reuniões da Congregação da
IES;

Conversão das horas de 50 minutos para 60 minutos da Estrutura Curricular
como recomendado pelo MEC;

Implantação das Atividades Complementares na estrutura curricular do curso;

Implantação do NDE com a devida escolha dos professores representantes;

Convocação dos professores para reuniões de colegiado;

Solicitação para a realização de Conversas Acadêmicas em sala de aula;

Coordenação e suporte aos projetos interdisciplinares;

Seleção e contato de profissionais para participação nos eventos voltados ao
curso em questão na Semana de Tendências da faculdade;

Implantação e gestão das redes sociais do curso para divulgação e interação
com o público interno e externo;

Participação em visitas técnicas e atividades extra-curriculares;
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013

31
Reestruturação da estrutura curricular do curso, juntamente com os membros do
NDE.

Implantação de uma nova estrutura curricular concebida de forma modular, com
dois anos de duração em 2012.
2.3 – INDICADOR QUE NÃO SE APLICA
2.4 Experiência profissional, de magistério superior e de gestão acadêmica do
coordenador
Conforme detalhamento abaixo, a Coordenadora do Curso, possui mais de 11 anos de
experiência profissional e 3 anos no magistério superior, o que equivale a 14 anos de
experiência.
Empresa
Yes! Curso de
Inglês
Zzub Mídias
Alternativas
Itabras
Entertainment Canada
Brazilian Wave
Magazine, Canadá
TV Panorama
TV Panorama
MRS Logística
Empav – Empresa
de
Pavimentação
Urbana
Experiência Profissional
Cargo
Período de atuação
Professora de Inglês
2009 – atual
Executiva de Negócios
2009 -2010
Coordenadora de Relações 2007 – 2008
Públicas e produtora de
eventos.
Jornalista
2005- 2007
Webjornalista
Estagiária de jornalismo
Estagiária de Comunicação
Estagiária de Comunicação
2004 – 2005
2003 – 2004
2002 -2002
2001 -2002
Magistério Superior
Faculdade
de Sá (JF)
Estácio Professora no Curso de Pós- 2011 (20 horas/aula)
Graduação em Gestão e
Planejamento de Eventos
Fundação
Professora no Curso Superior 2010 – atual
Educacional
de Tecnologia em Eventos
Machado Sobrinho
Gestão Acadêmica
Fundação
Coordenadora
do
Curso 2010 – atual
Educacional
Superior de Tecnologia em
Machado Sobrinho
Eventos.
Fundação
Educacional
Machado Sobrinho
Coordenadora
do
Curso 02/2012 a 01/2012
Superior de Tecnologia em
Marketing
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
Fundação
Educacional
Machado Sobrinho
32
Coordenadora do Centro de 10/2011 a 01/2012
Tecnologia (CETEC)
2.5 Regime de Trabalho do Coordenador do Curso
Regime Parcial: 16horas/aula.
2.6 Carga Horária do Coordenador de Curso
12 horas/aula
2.7 Titulação do Corpo Docente do Curso
Dos 22 professores, 09 possuem Stricto sensu o que representa 41% do corpo docente.
Docente
Alexandre Guttierrez Mantini
Ana Paula Guilhermino B. Calixto
Ana Paula Moratori Ferreira
Aretha Henrique Martins Salomão
Ary Ferreira dos Santos Júnior
Ana Christina Brandão Costa
Carlos Roberto Zanini
Elaine Aparecida Laier Barroso
Fabíola Gonçalves de O. Torres
Gilze Freitas Bara
Heitor José Pereira
Jefre Milione da Silva
Joana Magalhães Franco
Juliana de Castro Millen
Kellma de Lima Leal
Luiz Fernando Laguardia Campos
Patrícia Gonçalves da Silva
Raquel Côrtes Ribeiro
Sávio Lopes Fonseca
Thyago dos Reis F. Zouain
Ferreira
Tibério Alfredo Silva
Vanilda Gomes C. de Magalhães
Titulação
Especialista
Especialista
Especialista
Mestra
Mestre
Mestra
Especialista
Mestra
Especialista
Mestre
Mestre
Especialista
Mestra
Mestra
Especialista
Especialista
Especialista
Mestra
Especialista
Especialista
Especialista
Especialista
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Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
2.8 Titulação do corpo docente do curso – percentual de doutores
Não consta no Curso Superior de Tecnologia em Eventos professores com o título de
doutores. Apenas Mestres e Especialistas.
2.9 Regime de Trabalho do Corpo Docente do Curso
Todos os docentes são horistas.
2.10 Experiência Profissional do Corpo Docente
Dos 22 professores, 21 possuem mais de 3 anos de experiência profissional além do
magistério superior, o que representa mais de 95% do corpo docente.
Docente
Alexandre Guttierrez Mantini
Ana Christina Brandão Costa
Ana Paula Guilhermino B. Calixto
Ana Paula Moratori Ferreira
Aretha Henrique Martins Salomão
Ary Ferreira dos Santos Júnior
Carlos Roberto Zanini
Elaine Aparecida Laier Barroso
Fabíola Gonçalves de O. Torres
Gilze Freitas Bara
Heitor José Pereiria
Jefre Milione da Silva
Joana Magalhães Franco
Juliana de Castro Millen
Kellma de Lima Leal
Luiz Fernando Laguardia Campos
Patrícia Gonçalves da Silva
Raquel Côrtes Ribeiro
Sávio Lopes Fonseca
Thyago dos Reis F. Zouain
Ferreira
Tibério Alfredo Silva
Vanilda Gomes C. de Magalhães
Período de experiência
19 anos
24 anos
6 anos
11 anos
5 anos
28 anos
20 anos
2 anos
8 anos
19 anos
38 anos
11 anos
11 anos
12 anos
4 anos
11 anos
7 anos
5 anos
8 anos
5 anos
4 anos
17 anos
2.11 INDICADOR NÃO SE APLICA
2.12 Experiência de Magistério Superior do Corpo Docente
33
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
34
Dos 22 professores, 20 possuem mais de 2 anos de experiência no magistério superior
o que corresponde a 91% do corpo docente.
Docente
Ana Paula Guilhermino B. Calixto
Alexandre Guttierrez Mantini
Ana Christina Costa Brandão
Ana Paula Moratori Ferreira
Aretha Henrique Martins Salomão
Ary Ferreira dos Santos Júnior
Carlos Roberto Zanini
Elaine Aparecida Laier Barroso
Heitor José Pereira
Fabíola Gonçalves de O. Torres
Gilze Freitas Bara
Jefre Milione da Silva
Joana Magalhães Franco
Juliana de Castro Millen
Kellma de Lima Leal
Luiz Fernando Laguardia Campos
Patrícia Gonçalves da Silva
Raquel Côrtes Ribeiro
Sávio Lopes Fonseca
Thyago dos Reis F. Zouain
Ferreira
Tibério Alfredo Silva
Vanilda Gomes C. de Magalhães
Período de experiência
3 anos
3 meses
3 anos
3 anos
3 anos
2 anos
3 anos
7 anos
16 anos
4 anos
8 anos
3 anos
3 anos
3 anos
3 anos
2 anos
3 anos
3 anos
3 anos
3 anos
12 anos
3 meses
2.13 INDICADOR NÃO SE APLICA
2.14 Funcionamento do colegiado de curso ou equivalente
O colegiado de curso realiza duas reuniões semestrais de 2 horas/aula cada, para
discutir temas relevantes ao desenvolvimento do curso.
Todas as Atas estarão
disponíveis para averiguação no momento da visita in loco.
2.15 Produção Científica, cultural, artística ou tecnologia
Dos 22 professores, 06 não possuem nenhuma produção, 06 possuem entre 1 a 3
produções, 01 possui entre 4 a 6, 05 possuem entre 07 a 09 e 04 possuem mais de 9
produções.
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Docente
Alexandre Guttierrez Mantini
Ana Christina Brandão Costa
Ana Paula Guilhermino B. Calixto
Ana Paula Moratori Ferreira
Aretha Henrique Martins Salomão
Ary Ferreira dos Santos Júnior
Carlos Roberto Zanini
Elaine Aparecida Laier Barroso
Fabíola Gonçalves de O. Torres
Gilze Bara
Heitor José Pereiria
Jefre Milione da Silva
Joana Magalhães Franco
Juliana de Castro Millen
Kellma de Lima Leal
Luiz Fernando Laguardia Campos
Patrícia Gonçalves da Silva
Raquel Cortes
Sávio Lopes Fonseca
Thyago dos Reis F. Zouain
Ferreira
Tibério Alfredo Silva
Vanilda Gomes C. de Magalhães
35
Número de Produções nos
últimos três anos
32
1
19
7
9
3
40
1
0
5
0
2
9
8
9
1
10
3
0
0
0
0
2.16 a 2.20 INDICADORES QUE NÃO SE APLICAM
DIMENSÃO 3: INFRAESTRUTURA
3.1 Gabinetes de trabalho para professores Tempo Integral
Os professores atuam em regime de horas. Os gabinetes dos professores
coordenadores e/ou membros do NDE são localizados nos espaços/salas destinados a
coordenações. São equipados com mesa, cadeiras, espaço para reuniões, telefone,
impressora e computadores conectados a internet.
3.2 Espaço de trabalho para coordenação do curso e serviços acadêmicos
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
36
As salas de coordenação, localizadas no primeiro andar do bloco A, possuem mesa,
três cadeiras confortáveis, telefone, computador conectado à internet, armário para
organização de documentos, impressora e material de escritório.
3.3 Sala de professores
A sala de professores fica localizada no primeiro andar do bloco A, com acesso via
escada ou elevador. Possui mesa, cadeiras confortáveis, armários identificados para
cada professor, banheiros privativos e gabinetes também privativos com computador
conectados a internet. Esta sala também é utilizada para reuniões e/ou, quando em
horário de aula e entre-aulas, utiliza-se uma sala de aula para reuniões.
3.4 Salas de aula
As salas de aula possuem o padrão normal em média 50 metros quadrados e são
equipadas com ventiladores de teto, retroprojetor, sendo que projetores multimídia são
oferecidos aos docentes quando solicitados. Além disso, existem duas salas, G1 e G6,
equipadas com multimídia (sistema de som, projetor multimídia e estrutura para DVD).
Ao todo são 22 equipamentos de data-show, entre móveis e fixos, disponíveis para uso
dos alunos e docentes.
3.5 Acesso dos alunos a equipamentos de informática
- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA I
O laboratório encontra-se instalado no 2º pavimento do bloco “B”. Conta com uma área
de 98,66 m2. Está equipado com 22 (vinte e dois) microcomputadores Pentium II 333
Mhz e um Projetor de Imagens.
- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA II
O laboratório encontra-se instalado no 1º pavimento do bloco “B”. Está equipado com 25
(vinte e cinco) microcomputadores Duron 1 Ghz e um Projetor Multimídia.
- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA III
O laboratório encontra-se instalado no 1º pavimento do bloco “B”. Está equipado com 19
(dezenove) microcomputadores Duron 1 Ghz e um Projetor Multimídia.
Faculdade Machado Sobrinho
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
37
As estações de trabalho dos dois Laboratórios estão em REDE, ligadas a um servidor
de Rede Local, um Servidor de acesso à Internet e uma estação da Administração dos
Laboratórios.
Pertencem à Rede Local duas impressoras (sendo uma a jato de tinta), três
microcomputadores instalados na Biblioteca, sete (7) estações na secretaria da
Faculdade, dois microcomputadores instalados na central de atendimento, um na sala
de professores e seis nas salas de coordenação.
Os laboratórios estão disponíveis de segunda-feira a sábado, para uso dos discentes e
docentes, conforme horários agendados pelo Supervisor de Informática, para que os
alunos disponham de acompanhamento permanente de pessoa especializada em seus
trabalhos
acadêmicos.
Os
laboratórios
são
um
importante
instrumento
de
desenvolvimento e aprimoramento das disciplinas dos cursos de Graduação e PósGraduação da Faculdade.
A Faculdade Machado Sobrinho está em andamento com as obras de um terceiro bloco
o qual abrigará outros dois laboratórios de informática com previsão da instalação de 50
(cinqüenta) novos microcomputadores no total.
- PONTOS DE ACESSO À INTERNET
A INTERNET é acessada pelos discentes nos Laboratórios de Informática e nas salas
de multimídia. Aos docentes este acesso é oferecido na secretaria.
Com a utilização de tecnologia de ponta, acessando a Internet via cabo, todas as
máquinas ligadas à Rede do Laboratório são conectadas à Rede Mundial
simultaneamente. Ainda nos permite fornecer um e-mail (endereço eletrônico) para cada
aluno, listas de discussão, todos os recursos da Internet e a publicação de uma homepage : www.machadosobrinho.com.br.
- SOFTWARES
 Microsoft Windows 7 e Windows XP;
 Office 2007 e 2010;
 Ms Project 2007;
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
38
 Antivírus Avast;

Matlab 7.11
Todos licenciados para a Faculdade, softwares de apoio às disciplinas dos cursos são
adquiridos de acordo com as necessidades e pedidos dos professores.
Com uma visão de futuro, a Faculdade Machado Sobrinho possui uma política de
atualização constante de seus laboratórios, adquirindo o que o mercado de Software e
Hardware oferece de melhor. Desta forma seus corpos docente e discente podem
desfrutar de ótimas instalações, buscando alcançar um maior desenvolvimento
tecnológico no campo da informática.
3.6 Bibliografia Básica
Bibliografia Básica
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa: uma ideia, uma paixão e plano de negócios. Rio
de Janeiro: GMT Editores, 1999.
GIACAGLIA, Maria Cecíla. Eventos: como criar, estruturar e captar recursos. São Paulo:
Cengage Learning, 2007.
MAXIMIANO, Antônio César. Fundamentos da administração: manual compacto para
cursos de formação tecnológica e seqüenciais. São Paulo: Atlas, 2004.
MATTAR, Fauze Najib. Pesquisa de marketing: edição compacta. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2008.
AAKER, David A; KUMAR, V; DAY, George S. Pesquisa de marketing. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006.
PALADINI, Edson Pacheco. Gestão estratégica da qualidade: princípios, métodos e
processos. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Qualidade total em serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
BRAVO, Ismael. Gestão da Qualidade em tempos de mudanças. 2 ed. Campinas: Alínea,
2007.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
39
BASILE, Cesar Reinaldo Offa. Direito do Trabalho v. 27. São Paulo: Saraiva, 2011.
MANOLE, Editora. Código de Defesa do Consumidor. 2. Ed. Barueri, SP: Manole, 2012
NADER, Paulo. Curso de direito civil: contratos. 5.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto- Gestão de Pessoas. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: o capital humano das organizações. São
Paulo: Atlas, 2009.
BOWDITCH, James L. & BUONO, Anthony F. Fundamentos de comportamento
organizacional. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
CHRISTOPHER, Elizabeth M. Técnicas de negociação. 7.ed. São Paulo: Clio, 1996.
MELLO, José Carlos Martins F. De. Negociação baseada em estratégia. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2005.
DORNELAS, José Carlos. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de
Janeiro: Campus, 2005
MARION, J. C. Contabilidade empresarial. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2002
IUDICIBUS, S. Contabilidade gerencial. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
SÁ, Antônio Lopes de & SÁ, Ana Maria Lopes de. Dicionário de contabilidade. 9.ed. São
Paulo:Atlas, 1994.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos : procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri:
Manole, 2007.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo! : do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Senac, 2010.
LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, 2005.
BERNARDI, Luiz Antônio. Manual de formação de preços: políticas, estratégias e
fundamentos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4. ed. São Paulo: Contexto,
2005.
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
40
OLIVEIRA,Sandra Ramalho. Imagem também se lê. São Paulo: Rosari, 2009.
BERGSTRÖM, Bo. Fundamentos da comunicação visual. São Paulo: Rosari, 2009.
POWERS, Tom BARROWS, Clayton W. Administração no setor de hospitalidade: turismo,
hotelaria e restaurante. São Paulo: Atlas, 2004
ALDRIGUI, Mariana. Meios de Hospedagem. São Paulo: Aleph, 2007.
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2004
BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12 ed. São Paulo:
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FREUND, Francisco Tommy. Alimentos e bebidas: uma visão gerencial. 2. ed. Rio de
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PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, 2005.
CHAVES, Guta. Gastronomia no Brasil e no mundo. São Paulo: SENAC, 2009.
COUTINHO, Iluska; SILVEIRA JR, Potiguara Mendes da (Orgs). Comunicação: Tecnologia e
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O’BRIEN, James. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na era da Internet.
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PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um
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GOMES,Sara. Guia do cerimonial: do trivial ao formal. 5. ed. Brasilia: LGE, 2007.
OLVEIRA, J.B. Como Promover Eventos: cerimonial e protocolo na prática. 2 ed. São
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DWYER, Daniela; FEGHALLI, Marta Kasznar. As engrenagens da moda. Rio de Janeiro:
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BRAGA, João. História da moda no Brasil: das influências às autorreferências. 2. ed. São
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Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
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POIT, Davi Rodrigues. Cerimonial e protocolo esportivo. São Paulo: Phorte Editora, 2010.
POIT, Davi Rodrigues. Organização de eventos esportivos. 4 ed. São Paulo: Phorte Editora,
2006
RODRIGUES, Alexandre. Atividades recreativas para jovens e adultos. Rio de Janeiro:
Sprint, 2011.
Dicionário Oxford Escolar para estudantes brasileiros de inglês: português-inglês/inglêsportuguês. 10. ed. Oxford University Press, 2013.
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use. 2. ed. Cambridge University Press, 2007.
MARQUES, Amadeu. Inglês: série Brasil. 12. ed. São Paulo: Ática, 2008.
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, 2008.
MARANHÃO, José Antônio. Manual de Organização de Congressos e Eventos Similares.
Qualitymark, 2008.
SISKIN, Barry. O Poder do Marketing de Exposições. São Paulo: Senac, 2009
MANDARINI, Marcos. Segurança Corporativa Estratégica. São Paulo: Manole, 2005.
PIPOLO, Igos de Mesquita. Segurança de Eventos: Novos desafios e perspectivas para a
produção. São Paulo: Reino Editorial, 2010.
REIS, Ana Carla Fonseca. Marketing cultural e financiamento da cultura. São Paulo:
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HEWARD, Lyn. Cirque Du Solei: A reinvenção do espetáculo. Rio de Janeiro: Campus, 2006
ALMEIDA, Josimar Ribeiro de. Gestão ambiental para o desenvolvimento sustentável. Rio
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CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 2006.
GIDDENS, Antonio. Sociologia. 4. ed. Porto Alegre, Artmed. 2005.
FARIAS, Luiz Alberto de. Relações Públicas Estratégicas: Técnicas, Conceitos e
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KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Obtendo Resultados com Relações Públicas. São
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SCHIMIDT, Flávio. Do Ponto de Vista de Relações Públicas: Razões Muito Mais Fortes
Para Você Atuar no Ambiente da Comunicação. São Paulo: Sicurezza, 2011.
DIAZ, Miguel; TALAVERA, García. Santillana Dicionário Espanhol - Espanhol-
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
42
Português/Português-Espanhol.São Paulo: Santillana,2011.
LOBATO, Jesús Sánchez; GARCIÁ, Concha Moreno; GARGALLO, Isabel Santos. Nuevo
espanõl sin fronteras ESF 1: libro del alumno.3. reimpresión, SGEL: Madri, 2012
MILANI, Esther Maria. Gramática de Espanhol para Brasileiros. 4. Ed. São Paulo: Saraiva,
2011
FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. Logística empresarial: a perspectiva
brasileira. São Paulo: Editora Atlas, 2008.
BERTAGLIA,P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo:
Saraiva, 2009.
CHING, H. Y. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. São Paulo: Atlas,
1999.
Bibliografia Básica da disciplina optativa LIBRAS
SKLIAR, Carlos B. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Editora Mediação. Porto
Alegre. 1998.
QUADROS, Ronice Muller de – Educação de Surdos: a aquisição da linguagem Porto
Alegre: Artmed, 1997.
FERREIRA, Lucinda – Por uma gramática de língua de sinais Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 2010.
3.7 Bibliografia Complementar
PAIVA, Hélio Afonso Braga de. Planejamento estratégico de eventos: como organizar um
plano estratégico para eventos turísticos e empresas de eventos. São Paulo: Atlas, 2008.
RAYMUNDO, Paulo Roberto. O que é administração. São Paulo: Brasiliense, 2006.
KEEGAN, Warren J.; GREEN, Mark C. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva,
2006.
AAKER, David A; KUMAR, V; DAY, George S. Pesquisa de marketing. 2. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
BOOG, Gustavo G. Manual de Treinamento e Desenvolvimento. 2.ed. São Paulo: Makron
Books, 1994.
CARVALHO, Marly Monteiro de; LAURINDO, Fernando José Barbin. Estratégias para
competitividade. São Paulo: Futura, 2003
Faculdade Machado Sobrinho
Curso Superior de Graduação Tecnológica em Eventos
PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
43
MANUS, Pedro Paulo Teixeira. Direito do trabalho. 10. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, Jorge Alberto Quadros de Carvalho. Cláusulas abusivas no código de defesa do
consumidor. São Paulo: Saraiva, 2004.
ZENGER, John H. Desenvolva sua capacidade de liderança: 24 estratégias para melhorar
suas habilidades como líder. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
MARRAS, Jean Pierre. Administração de Recursos Humanos: do operacional ao
estratégico. 14ª ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
LEONE, George S. G.; LEONE, Rodrigo José Guerra. Curso de contabilidade de custos. 4.
ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PADOVEZE, Clovis Luis. Planejamento orçamentário. São Paulo: Pioneira, 2005.
KOTLER , Philip. Administração de marketing: a bíblia do marketing. 12. ed. São Paulo
Prentice Hall, 2006.
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3.ed. São Paulo: Campus, 2008.
BRUNI, Adriano Leal FAMÁ, Rúbens. Gestão de custos e formação de preços: com
aplicações na calculadora HP 12C e excel (Série Finanças na Prática). 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2004.
BRITTO, Janaína; FONTES, Nena. Estratégias para eventos: uma ótica do marketing e do
turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na Comunicação. 4. ed. São Paulo: Summus, 2003.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. São Paulo:
Manole, 2007
KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e
controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
KOTLER, Philip. Marketing para o Século XXI. São Paulo: Futura, 2009.
TAYLOR William C. Inovadores em Ação. São Paulo: Sextante 2008.
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. Bookman: Porto Alegre,
2002
MATTAR, Fauze Najib; SANTOS, Dílson Gabriel dos. Gerência de produtos: como tornar
seu produto em sucesso. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
JEFF, Jarvis. O Que a Google Faria? Como atender às novas exigências do mercado.
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PROJETO PEDAGÓGICO - 2013
44
São Paulo – SP: Manole 2010.
CORAL, Eliza; OGLIARI, André; ABREU, Aline França de. Gestão integrada da inovação:
estratégia, organização e desenvolvimento de produtos .São Paulo: Atlas 2009
DENCKER, Ada de Freitas Maneti. Planejamento e Gestão em Turismo e Hospitalidade.
São Paulo: Thomson Pioneira, 2004
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
ZOBARAN, Sérgio. Evento é assim mesmo!: do conceito ao brinde. 3. ed. Rio de Janeiro:
Senac, 2010.
FREYRE, Gilberto. Modos de homem e modas de mulher. 3. ed. Rio de Janeiro: Record,
2009
ALLEN, Johnny et al. Organização e gestão de eventos. 3. ed. São Paulo: Campus, 2008.
MELO NETO, Francisco Paulo de. Criatividade em eventos. 4 ed. São Paulo: Contexto,
2005.
BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, Davis J. Logística Empresarial: O Processo de
Integração da Cadeia de Suprimento. São Paulo, Atlas: 2001
PIRES, Sílvio R. I. Gestão da Cadeia de Suprimentos. São Paulo: Atlas, 2009
IGREJA, José Roberto A. Como se diz em inglês: termos coloquiais, expressões comuns e
curiosidades da língua inglesa. Barueri: Disal, 2010
CAPANO, Aysha Hijo; HIJO, Neusa M. CASSONI; HIJO, Moriaki. Liberte seu inglês: o que
fazer para destravar sua conversação. São Paulo: Novo Século, 2009.,
MICHAELIS. Minidicionário inglês: inglês-português/português-inglês. 2. Ed. São Paulo:
Melhoramentos, 2009
BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São
Paulo: Saraiva, 2009.
MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética de Platão a Foucault. 4. ed. Rio de Janeiro:
Zahar, 2009
TRIGUEIRO, André. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão
ambiental nas suas áreas de conhecimento. 4. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2005.
BRAGA, João. História da moda: uma narrativa. 9. ed. São Paulo: Anhembi, 2011
MILANI, Maria Esther; RODRIGO, Lacerda; RIVAS, Isabel; SABINO, Walmir; Baptista, Lívia
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45
Radis. Listo: Espanol através de textos. 1.ed. Santillana Brasil, 2005.
ROMANOS, Henrique; CARVALHO, Jacira Paes de. Nuevo Expansion. São Paulo: FTD,
2010
BERLITZ, Charles. Espanhol passo a passo. 3 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 1998.
MELO NETO, Francisco de. Marketing Esportivo. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013.
PHILLIPS, J. J.; MYHILL M.; MCDONOUGH J. B. O valor estratégico dos eventos: como
medir e por que medir ROI. São Paulo: Aleph, 2008.
Bibliografia Complementar da disciplina optativa LIBRAS:
QUADROS, Ronice Muller de- Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos Porto
Alegre: Artmed, 2007.
FERREIRA, Maria Cristina da Cunha - LIBRAS: conhecimento além dos sinais São Paulo:
Pearson, 2011.
ACKS, Oliver. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago,
1990.
3.8 Periódicos especializados
Além da bibliografia básica e complementar do curso, os alunos também encontrarão à
disposição na biblioteca da instituição exemplares de periódicos relevantes ao curso de
Eventos tais como:
Revistas e jornais
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
Revista Feira & Cia
Revista Making Off
Revista Exame
Revista Veja
Revista Você S/A
Jornal O Globo
Jornal Folha de São Paulo
Jornal Valor Econômico
Jornal Tribuna de Minas
3.9 Laboratórios Didáticos Especializados: Quantidade
O Curso não oferece nenhum laboratório especializado.
3.10 Laboratórios Didáticos Especializados: Qualidade
O Curso não oferece nenhum laboratório especializado.
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3.11 Laboratórios Didáticos Especializados: serviços
O Curso não oferece nenhum laboratório especializado.
3.12 até 3.21 – INDICADORES NÃO SE APLICAM
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